comerciominho_28121876_584.xml
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-
4."
ANNO 1876
FOLHA
COMMERCIAL
RELIGIOSA
E NOTICIOSA
NUMERO
584
ÁS
Assigna-see
vende-se
no
escriptorio
do
editor
e
proprietário
Josi
Maria
Dias
da
Costa,
rua
Nova n.*
3
E, para onde deve
ser
dirigida toda
a
correspondência
franca
de
por te.
= As
assi-
gáatúras
são
pagas
adiantadas
;
assina
corno
as
correspondên
cias
de
interesse
particular. Folha avulso 10
rs.
BRAGA—ÇUIXTA-FKIiaA «3 «8
IHZET1BKO
TERÇAS,
QUINTAS
E SOBRADOS.
P
reços
:
Draga,
annol^SOO
rs.
—
Semestre
850 rs.-=From-
cias,
anno
â^OOO
rs
e
sendo
duas 3&600
rs.
—
Semestre
ÍS050
rs.=#ra«/,
anno
3&600
rs.^Semestre
l$900
rs.
moeda
forte,
ou
8$t)00 reis e
4&500
reis
moeda
fraca. =Annuncios
por
li^bs
20
rs.,
repetição
IQrs.
Para
os
assignantes 2!'
s
!
s
d
’abatimento
Sciencia
e>
cathnlieiaano.
Tal
é
a
epígrafe
de
um
artigo
do
snr.
A.
Correia
Barata,
publicado
no
«Século»,
novo
luzeiro,
com
que
a
Athenas
lusita
na
se
propõe
allumiar
o
nosso
paiz.
N
’esse
artigo,
cuja
refutação
não
era-
prehendeinos
agora,
citam-se
os
nomes
dos
dois
celebres
naturalistas
—
Secchi
e
Moigno
—
dando
a
entender
que
estes sá
bios
pertencem
ao
numero
d
’
aque!les
que
subordinam
a
fé
ás chamadas
descobertas
da
sciencia
moderna;
o
que
é
de
todo
ponto
inexacto.
Pelo
contrario;
o
que
elles
teem
feito
e
fazem
é
mostrar
como
a
verdade
scien-
tifica,
longe
de
estar
em
opposição
com
a
verdade
revelada,
vem sempre
em
seu
apoio.
Ainda
ultimamente
o
fazia
o
abbade
Moigno.
a
proposito do
milagre
de Jesué,
na
revista
hebdomedaria
Les
Mondes,
de
24
de
fevereiro
d
’
este
anno
de
4876.
Referindo-se
á
dissertação,
que o illus-
tre
sabio
escrevera
a
tal
respeito,
dizia
a
«Civiltá
Catlolica»
o seguinte:
«O
abbade
Moigno,
esse
indefesso man
tenedor
da
religião
no
campo
da
scien
cia,
acaba
de romper
uma
nova
lança
contra
os
incrédulos,
desfazeudo
uma
das
suas
predileclas
objecções
contra
a
vera
cidade
das
Sagradas
Escripturas. Todos
sabem
que
o
milagre
de
Jesué
ha
sitio
para
aquelles
taes
um
predileclo, para
d
alti
insultarem
a
Deus
e
ao
seu
povo
Mil
vezes
expulsos
pelos
apologistas
da
revolução,
lá
voltam sempre,
e
—como
el
les
dizem—
em nome
da
sciencia.
Em
nome da sciencia,
pois,
se
encarregou
Moigno
de
os
escorraçar
ainda uma
vez,
movido pelo
proprio
zelo
e
pelas
instan
cias
de
muitos
dos
seus
leitores. E certo
que,
depois
do
pleno
consenso da
Acade
mia franceza,
que
disse
em
seu
louvor
estar
elle,
desde
meio
século
a
esta
par
te,
á
frente
do
movimento
scientiíico
em
França,
não
ha
ahi
quem,
como
elle,
de
va e
possa
fallar
mais
auctonsadamenle
em
nome
da
sciencia».
A
brevidade d’este
artigo
nos
véda
apresentar,
mesmo em
resumo,
os
irres-
pondiveis
argumentos
da
dissertação
allu-
dida.
Citaremos
porém textualmente
as
palavras,
com
que o
seu doutíssimo
au
ctor
a
conclue.
«Mas—diz
elle
—
em
eu
cubro-me
de
pejo
quanto
assim
discorro,
ao modo
hu
mano, sobre
a Omnipotência
d
’
Aquelle,
que
disse
faça-se
e tudo
foi
feito,
mandou
e
tudo
foi
creado.
Lançar
subtilmente
contas
ao mais
e
ao
menos,
ao
grande
e
ao
pe
queno,
quando
se
raciocina
de
Deus,
é
como
que uma
blasfémia
!
E
comparar
o
modo
como
Deus
opera
com o
modo
como
opéram
os
homens,
é tão
absurdo
como
confrontar
o ser
contingente
e
li
mitado
do
homem
com
o
ser necessário
e
infinito
de
Deus.
Nunca
seremos
de
mais
compenetrados
d
’
aquella
altíssima
verdade
repelida
por
S.
Paulo: In
ipso
vivimus,
el
movemur,
et
sumus;
n
’
elle
es
tamos,
vivemos
e
nos
movemos.
O
mo
vimento,
que
é
em nós
alguma
cousa
d
’absoluto
e
de relativo
ao
mesmo
tempo,
não
o
é
em
Deus;
tudo
se
faz n’Elle
e
por
Elle;
e
como
póde
Elle
deixar
de
ser
pois pois
o
absoluto
moderador
de
tudo?
Todas
as
energias
actuaes,
virluaes
e
po-
tenciaes
do
mundo
corporeo
não
são
mais
que
um raio
da
energia
infinita
do
Ente
necessário.
Assim
como depois
da
creação
não
ha
ahi
ente
—
plus
enlis—
mas
só
mui
tos
entes
—
plura
enlia
(Suares)—assim
lambem depois
da
creação
não
ha
ener
gia,
mas
sim
muitos
seres participantes
da
energia.
Eu
apenas
levanto
uma
ponta
do
véo,
que
occulta a
Magestade
intinita
de
Deus,
e
sinto-me
opprimido
pela
sua
gloria.
Qui
scrulalor
esl
mageslalis
oppri-
melur
a
gloria.
Calo-me
pois
e
adoro»!
Esta
bellissima
conclusão,
á
qual só
póde
elevar-se
a
verdadeira
sciencia,
isto
é,
a
sciencia
cathoiica, será
bastante
para
que
o
snr.
Correia Barata
nem
por
som
bras
possa
encontrar
alguma cousa
de
commum
entre
o
abbade
Moigno
e
essesI
pseudo-sabios,
que
para
seguirem o
ruido
da evolução
identifica
e
social
que
os cer
ca,
renegam
os
ensinos
da revelação
di
vina,
cuja depositaria
é
a
Egreja
Calho-
lica.
d
. M. s.
------- ....................................
-
fjonrSres, 8$ de Novembro,
ÍS7®.
M
’
redacção
do
t Apostolo
*
.)
('Continuação do
n.°
583)
Se
o
liberalismo
Inglez,
filho
do Pro
testantismo
e
da
Maçonaria,
e
lendo
sem
pre
por íilo,
mais
ou
menos
directamen-
le,
abater
e
demolir
o
Catholicismo,
até
no
Brazil ensina
a
atirar
pedradas
a
um
Bispo,
que
dentro
da Igreja,
que
na ca
deira
da
verdade,
ensina
esta
ao rebanho
a quem
deve
essa
instrucção;
imagine-se
o
que
elle
não fará,
em
Constaniinopla,
em Jerusalem,
nos
Logares
Santos
lodos,
logo
que
o deixem
manipular
a
Turquia
á
sua
vontade,
e
á
do
Anglicanismo
seu
protector
e
alliado
!
O
que
a
final
sabirá da
complicação
aclual
das cousas,
não
é
facil
calcuial-o.
A
prova
de
que
até
este
Governo
está
pouco
seguro
de que a
Conferencia
mesmo
de
Constantinopla,
em
que as
outras
Po
tências
e
a
Turquia
assentiram,
não
offe-
rece
por
ora
segurança
de
solução
pa
cifica, está
nos
preparativos
activissimos
de guerra
e
campanha
que
aqui
se
estam
fazendo com
a
maior diligencia, até
nos
detalhes práticos
que
parecem
de
menos
importância;
e
que
no
Brazil,
em
Portu
gal ou Hispanha,
apenas
seria
preciso
que
as
autoridades
pensassem
em
tal
ensino,
pois
creio
que
toda
a
gente
sabe
e
tem
visto
como
a
cousa
se
faz. Quero
falar
do
ensino
formal que
aqui
se
tem
estado
fazendo
aos
soldados,
de
como
carregar
bagagens
e
cargos
em
mulas
e
cavallos.
Nos
nossos
paizes, onde até
agora,
e
ain
da
hoje,
se
fazia
e
faz
muito transporte
em
bestas
de
carga,
quasi
ninguém
ha
que
não
saiba
como
um
macho
ou
mula
se
carrega;
mas
aqui,
onde tudo
se
transpor
ta
por
agoa
ou
sobre
rodas,
ensinam
aos
soldados
agora mesmo
o
que
todos
nossos
paizanos
sabem
fazer nesse
particular
tam-
iem.
Em
todo
outro
genero
de
preparos,
exercícios,
habitações
de
guerra
e
campa
nha,
aqui
se
trabalha
com
grande
activi-
dade;
recruta-se
gente
e
disciplina-se em
lodo
sentido,
a
força
de
terra;
quanto
á
marinha
e
força
naval
essa
de
ha
muito
estava
provida abiindantemente,
e
depósi
tos
formados
de mantimentos
e
mu
nições
nos
logares
competentes,
dentro
e
força
naval
já
existente
e
pronfpta
e
pro
vida,
acliva-se
com
energia;
augumentan-
do-se
o
tempo
dos
trabalhos
nas
oífiemas
e
arsenaes.
Aqui,
pois,
desejando-se
na
verdade
muito
a
paz,
não
se
despreza
cer
tamente
a
sabida
regra
—
si
vispacem,
para
bellum
Até
aqui
havia eu
escrito
antes
de
ver
o que
o
Imjerador
da
Rússia
tinha
dito
muito
positiva
e
sériamenle
ao
Embaixa-
or
Inglez,
em
Livadia;
segundo
o
mesmo
Embaixador
communicou
pelo
telegrapho
a este
Governo,
e
depois
enviou
explici-
amente em
seus
officios
a Lord
.
Derby.
Em
summa,
sam
as
declarações
as
mais
explicitas
e
positivas
de S.
M
Imperial
não
deseja
de
sorte
alguma
a
guerra; não
tem
a
menor
tenção
de
conquista;
não
ambicióna
a
posse
de
Constantinopla
ou
de
território
Turco;
que
as
idéas,
que
cor
rem
a
respeito
do
testamento
do
Impera
dor
Pedro L,
recommendando
a
tendên
cia
constante
da
Rússia
a
occupar
Cons
tantinopla,
sam
fabulas
e
quimeras,
etc.
Que o seu
desejo
e
tenção
é
sim.
de
la
zer que a Turquia
trate
como
deve,
com
justiça igual
os
seus
vassallos
Turcos
<u
Mahometanos,
e
Chrislãos,
eviiar
que
es
tes
sejam
opprimidos,
tratados
como
raça
inferior,
etc.
A
energia
e
seriedade
com
que
o
Im
perador
fez
ao
Embaixador
taes declara
ções,
não permiltem
a
ninguém duvidar
31
FOLHETIM
M.
X
II.1)2
III».
©S BOIS ÀfflRK
ROMANCE BRAZILEIRO
VOLUME
I
XV
O
senhor e
a escrava.
[Continuação]
Marianna
começou.
—
Lm
acasò
funesto,
um
acontecimen
to
talvez
determinado
por
Deus,
para cas
tigo
de
um
crime
que
eu
commetti,
de-
poz
em
suas
mãos
um
documento,
que
prova
esse
crime.
Quando eu
sube
que
similhante
documento
existia
em
seu
po
der,
foi no
meio
de
uma festa,
no
seio
dos
prazeres,
dos
quaes
o
senhor
mesmo
me
foi
arrancar
dizendo-Ae
—
és
minha
es
crava!...
—
Oh!
eu tremi realmente!
e
ve
jo
bem
que
linha
razão
de
tremer:
tre
mi,
porque
desde
então
havia no
mundo
um
homem,
que
possuía
o
meu fatal se
gredo
;
tremi,
mas
nunca
pensei,
que
esse
homem
abusasse
tanto,
e
de
manei
ra
tão
indigna
de
uma
pobre
mulher
sem
defesa.
porque
não
sabia
vencer
minha
tão
gran
de
fraqueza
’
...
porque
não
mostrava
ao
mundo,
a
meu
marido,
a
todos
o
homem
indigno,
que
zombava
de
mim,
e
trazia
em
torturas
a
minha
vida?... eu
já
disse
a
razão
ainda
ha
pouco ;
porque
eu
era
uma
mulher
covarde.
—
Lembre-se
que
é
tarde,
senhora
!
—
E
agora?...
sabe
o
que se
está
pas
sando
entre
nós?
..
persuade-se
de que
eu
não tenho
já
adivinhado
a
razão,
por
que
se
atreve
a
exigir,
que
seja
expul
so
d
’
esla
casa
um
nobie
mancebo,
que
tem
sabido
merecer
nossa
amisade?...
es
cute
:
ha
uma
menina
que
é
bella, bel
la
com lodo o
esplendor e
viço
da
mo
cidade
;
bella
ainda
mais
por
sua
modés
tia,
e
suas virtudes;
uma
menina,
cujo
nome
o
povo abençoa,
e
que
todos
co
mo
que
de
ajuste
a
julgam
encantadora
:
é
um
coração
virgem,
e
perturbar
a
tran-
quillidade
<i
’
esse
coração, ganhal-o
com
sua
linda
innocencia,
é
uma
conquista
que
deve
encher
de
orgulho
a qualquer des
ses
moços
fátuos
e
sem
moral
que
des-
honram
a
época
em
que
vivem,
iazendo
gloria
da
desventura
das
mulheres:
pois
bem :
o
snr.
tem
lançado
os
olhos sobre
essa
menina,
que
é minha
sobrinha.
—
E’
verdade!
exclamou
Salustiano
;
eu
a
amo!
—
Am^l-a
!...
oh!
não,
senhor;
não
desdoire
assim
o
mais
nobre
dos senti
mentos humanos...
um homem
vil
uão
ama.
—
Senhora
!
—Mas
sendo
por
ora
infrucliferos
lo
dos
os
seus esforços,
conhecendo
que
até
hoje
nenhuma
impressão tem
feito
no
coração
da
modesta
virgem, o
snr.
foi
pro
curar
uma
causa
que
explicasse
essa
in-
diíferença de
Celina,
e
lançou os
olhos
sobre
um
mancebo
honrado,
nobre,
cheio
de
recomrnendaveis
qualidades,
que
não
nos
fez
ainda
um
só
momento
arrepen
der
de
o
haver
recebido
em
nossa
ca
sa.
E
julgando,
que
esse
moço
é
o
uni
co
obstáculo
a
seus
pretendidos
triunfos,
ousa
vir
aqui
exigir
de
mim,
qne
lhe
fe
che
as
portas
de nossa
casa
!
não
é
is
so?...
não
tenho
adivinhado
tudo?...
—
Sim...
é
isso
mesmo
:
faz-se-me
pre
ciso
que
Cândido
não
volte
mais
nunca
ao
Ceo-côr-de-rosa.
—
E
acredita
que
Celina
será
por
tal
meio
menos
indifferente
á sua
improvisa
da
paixão?...
ah !
senhor,
a
virtude
e
um
amor
santo
deram
o
leite
a essa
menina:
a
natureza d
’
ella
e a
sua
se
repellem
;
lembre-se
que
ella
é
um
innocente
anjo,
e
que não
ha
simpathia
possível
entre
um
bom
anjo,
e
um
demonio.
E
seria
pos
sível
que
nós lhe
sacrificássemos
minha
sobrinha
?...
—
Eu
o pensava, senhora.
—
Oh!...
tem
a
vencer
primeiro
a
an-
tipathia
de
Celina,
o
aborrecimento
do ve
lho
Anaclelo,
e o odio
de
Marianna.
—
E
porventura
não
tenho
eu
alguma
coisa
a meu
favor?...
—
Um
dia
se
ha
de
quebrar
essa
arma!
—
Senhora, disse
Salustiano endirei
tando-se
na
cadeira
; tenho-lhe escutado
socegadamenie
; justo
é
que
me
ouça ago
ra
do
mesmo
modo.
—
Mas
vae-se fazendo tarde,
senhor.
(Continua)
—Vae-se
fazendo
tarde,
senhora,
re
petiu
Salustiano.
—
Senhor,
senhor;
já
se não lembra
acaso
do
qoe
comnosco
se
passou
nos
pri
meiros
tempos
de
nosso
desgraçado
co
nhecimento?..
lá
n’
t
’
ssas
sociedades,
que
eram
o
meu
deiirio,
a
minha
fascinação;
lá
n
’essas
assembleias
onde
eu
me sup-
punha
admirada,
e
querida;
porque,
con
fessarei
tudo,
tenho
ainda
hoje
orgulho
de
ser
bella; lá
mesmo
foi
o
snr.
per
turbar
meus
innocentes gosos
;
lá
osten
tou
diante
de
seus
amigos,
que
merecia
um
amor,
que
eu lhe
não
linha,
que
eu
não
lhe podia
dar;
lá
ostentou ler subju
gado,
ter
conquistado
o
coração
da
mu
lher
casada
;
e
eu
que
observava isso,
eu
que sentia
como
as
mulheres
murmu
ravam
contra
mim,
e
os
homens
pareciam|
ler
piedade
de meu marido;
eu que via
o
monstro da
calumnia
erguer-se
conlia
minha
fama
de
esposa
liei
;
eu...
eu me
sorria
ou
corava,
á vista de
todos,
quan
do
o
snr.
se aproximava de
mim,
ou
me
offerecia
o
braço
convidando-me
para
um
passeio;
porque emlim,
eu era a
sua es
crava!...
Em resultado
o
snr.
era
um
ho
mem infame, e
eu
uma
mulher
covarde.
—
Vae-se
fazendo
tarde,
senhora,
tor
nou
Salustiano.
—
Não
havia, não
podia
haver
amor
entre nós
:
desde
o
primeiro
dia,
em
que
nos
encontramos,
eu
o
aboirecí,
e
o
snr.
nunca
chegou
a
amar-me
:
porque
pois
fazia
crer
a
seus
companheiros de
devas
sidão, de
orgias,
e
de
calumnias,
que
eu
era
pouco
fiel a
meu
esposo,
e
sensível
Iao
seu
amor?...
não
sabe
porque?... por
que
o
snr.
era
um
homem
infame
1
e
eu
nossos
irmãos
d
’
estudo,
que
se
recolhem
aos
pátrios
lares
para
festejar
(?)
o
Natal
do
Redemptor.
Não
obstante
a
estação
estar
como
que
alagada
em
agua,
chover e
saraivar
com
vento
frigidíssimo
e
desabrido,
os
rapazes
passavam contentes
e
rejubilosos na
gare,
como
se
fosse por
uma
bella
tarde
de
primavera; e tal
era
a
vontade
d
’ir para
ferias,
brado
amabilíssimo,
que
excita
no
estudante
a
mais
viva
alegiia
e
enthusias-
mo,
que
ao
avi-tarem
o
comboio
irrom
peram
n
’
um brado
unanime
de
saudação
enlhusiasta.
Ide
em
paz, andorinhas
da
sciencia,
retemperar
no
amor
da
familia,
as
vossas
paixões
de
adolescentes.
E já
que
o
assumpto
é
de
académi
cos,
e
de
cousas
universitárias,
vou
dar-
lhe uma
noticia,
que
prende
com
elle,
e
com
que
v.
ha de
por
certo
folgar.
E’
a
creação
d
’
um
jornal
scientifico
e
polemico,
que
vae
ver
a luz
da publici
dade
nesta cidade
no
principio
do
proxi-
mo
anno,
redigido pelos
lentes
da
facul
dade
de
Theologia
dr.
Motta Veiga,
Lir
no,
Betlencourl
e
Menezes,
effeclivos,
collaborando
todos
os
outros.
Era
esta
uma
grande
falta,
que todos
lamentavam
e
que
felizmente
vae
ser
pre-
henchida.
Causava
dó,
que
todos
os
dias
se
es
tivesse
atacando
os sãos
princípios,
a
re
ligião,
a Egreja
e
o
dogma,
em
face d
’
uma
Universidade
cathoiica
e por
filhos seus,
sem
que d
’
ella saisse
uma
palavra
de
re
provação
e
defeza.
Ainda
ha
poucos
dias
viu
a
luz
pu
blica
um
jornal
de
vulgarisação
scienlifica
o
«Século»,
redigido
por
dois
doutores de
naturaes,
em
que
se
consagravam
os
maio
res
disparates,
e
que o
inhabilitam
para
entrar
no
seio
de
famílias
christãs,
e
tornam perigoso
para
ser
lido
por
man
cebos.
Logo
no
primeiro
artigo
se
ataca
a
doutrina
do
gehesis,
e
a
crença cathoiica,
universalmente
acceite.
A theoria
de
Dar-
win
é
alii
defendida
pelo
snr.
dr.
Bara
ta,
redactor
principal,
n’
um
estilo cor
rente
e
gracioso,
proprio
para
seduzir.
E
que refutação
tiveram
essas
doutrinas
rasgadamente
erróneas?
Nenhuma.
Ape
nas
um
estudante
de
Theologia
veio
de
fender
a
sã
doutrina n
’
um
artigo
do
«Instituto»,
o
qual
com
quanto
esteja
bem
escripto,
logico, doutrinal,
bastante
demonstrativo,
é
todavia
insuíficiente
para
sustentar
a questão
e
os
verdadeiros
prin
cípios.
0
«Século»,
pois,
começou
mal,
muito
mal.
Principia
com uns artigos de
com
bate,
e
discutindo
matérias,
e
questões,
já
travadas
pelo
auctor n
’
outro
logar,
mas
de que
os
leitores
não
tem
ainda
conhe
cimento.
0 l.°
n.°
suppõe
já outros
mui
tos.
E’ a
faculdade
de
Theologia
que
deve
combater
doutrinas
tão
dissolventes.
Folgamos
com o apparecímento
do
no
vo
jornal
religioso, que
é
um
simptoma
de
renascimento,
de
vida litteraria,
e
de
bons
princípios.
Na
Sé
Calhedral
ha
este
anno
Matinas
do
Natal,
com
um
apparato
nunca
visto
aqui.
0
virtuoso
prelado
tem
gasto
em or
namentação
da
Sé,
para
este
fim, cerca
d
’um
conto
de
reis.
Na
Misericórdia
ha
também
esta
so-
lemmdade.
da
verdade
e
singeleza das
mesmas,
ou
de
sua
sinceridade;
e
quando
o
Times
mes
mo
isso
declara,
não se
necessita maior
prova
O
mesmo
Times,
porem
estende-se
depois
mostrando,
que
o
mesmo
Impera
dor,
e
até o
Príncipe
presumptivo
herdei
ro e
Successor
do
Império,
podem
ser
forçados
pela
opinião
e
sentimentos
nacio-
naes
da
população
do
Império,
a
obrar
contra seus
proprios
sentimentos e convic
ções.
Se
isso
assim
é,
se o
proprio
Autocra
ta
não
é
livre sempre
ou
não
pode
sa
tisfazer
sua
própria
inclinação
e
vontade
(pela
razão
mui
simples, de
que encontra
ria
ser
isso
opposto a
seu
proprio
interes
se
—
seria
uma
especie
de
suicídio),
£onde
está
pois
a necessidade
de
todas
essas
peas
«conslitucionaes»
(á moderna),
qne
a
In
glaterra
tem
tratado,
e conseguido
de cons
tituir
moda
normal
por
toda a
Europa
(menos
na Rússia);
para
assemelhar
os
Soberanos
de
outras
nações
á
Realeza
de
John
Buli,
qne o
nào
é
senão
por
con
venção
e
cortezia
—
que
aqui
serve
múito
bem
assim,
já
por
habito,
mas que em
ou
tros
paizes
é
macaquice
ridícula, e
não
tem
produzido
senão resultados
funes
tos
?
Só
homem é
que
foram
publicados
no
Times,
mandados
ao jornal
por
Lord Der-
by
mesmo,
os
oíficios
de
Lord
Loftus,
o
Embaixador
Inglez
na
Rússia,
onde
dá
conta
explicita
d
’
aquellas
declarações
do
Czar.
Os
dictos
documentos, e
as
obser
vações
directivas
qne
o
jornal
hojé
faz
a
ta!
respeito,
ham
de contribuir
bastante
a
modificar
a
desconfiança
e
ciúme
que
mais
e mais
aqui
se
ia
desinvolvendo
con
tra
a
Rússia;
e
tornarám
creio
eu,
mais
facil
um
resultado
favoravel
á
Missão
de
Lord
Salisbury
e
da
Conferencia
em
Cons
tantinopla.
Oxalá
porem
que
os
Membros
da
Con
ferencia
na
Capital
Otomana
se
não
limi
tem a remediar sómente
a
condição
dos
Christãos vassallos
da
Turquia
na
Europa;
visto
que,
segundo uma
importante
e
op-
portuna
carta que
acabo
de
ler
lambem
no Times
de
hoje,
de
um
Reverendo
Pro
testante,
masque
escreve
em
sentido
im
parcial,
e
com
conhecimento
de
causa
e
dos
factos,
ha
na Turquia
Asiatica
também
uns
quatro
milhões
de
Christãos,
das
vá
rias
denominações,
que
precisam
também,
segundo
o
dito escritor,
de
protecção
e
providencias,
não
contra á
má
vontade
ou
abuso
delia
pelo
Governo
Otomano,
que
procede
por sua
parle
com
equidade
e
benevoleucia
para
com
os
indivíduos
de
todas
as
religiões;
mas
por
não dar
aso
a
empregados
subalternos,
em
dislrictos
afastados,
para
commetterem
extorsões,
violências,
irregularidades,
que
se
não
pra
ticam
em
logares
mais
favorecidos
pelas
circunstancias.
í
Continua
)
A.
R.
SARAIVA.
Coimht-A, 80 de dezembro.
(Do
nosso
correspondente).
Ainda
não
lia
muito
andavam
por
ahi
uns
certos
Jeremias
entoando
lamentações,
porque
o
anno
corria
avesso aos interes
ses
agrícolas,
porque
não
havia
agua
nas
nascentes,
nos
rios, nas
tontes,
que
iam
os
annos.
seccos,
etc.
etc.,
e
já
hoje
tudo
está
enfastiado
de
tanta
invernia,
de
tan
tas
enchentes,
de
tanta
agua,
dizendo
já
os
mesmos
que
ludo
está
perdido, que
não
podem arar
os
campos,
que
temos
deante
de
nós
um
anno
desalmado,
etc.,
etc.
E’ a realisação
do
sentencioso
dito
do
sabio: Nemo est contentus.
E
’
,
porém, certo
que
estamos
soffren-
do
ha
dias
um
frio
polar,
um
vento
de
sabrido,
chuva
incessante,
e
trovoadas
du
rante
a noite.
Não
se tem
podido sair
de
casa
tomar
um
pouco
de
ar
livre.
0
Mondego continua arrogante
com
a
sua
caudal
corrente.
Os generos
encarecem
no
mercado
d
’
esta
cidade,
porque
se
tem
perdido
mui
tos,
principalmente
azeitona,
que
tanto
abunda
nos
suburbios
da
capital
d
’
este
districto
e
em
quasi
lodo
elle.
Nas
differenles faculdades
da
Univer
sidade
já
hoje
se
deram
ferias.
Não
sa
bemos
com
que
fundamento
se
transgride
a
lei.
e
se
roubatn
tres
dias
á
instruc-
ção
da
mocidade,
porque
as
ferias
só
de
veriam
ser
no
sabbado,
23.
Em
consequência
disto
saiu
hoje
gran
de
numero
de estudantes
no
comboio
do
norte
das 4 e
meia,
que
chegou
ás 6
da
tarde,
lendo
ainda
grande
demora
na es
tação
d’aqui,
porque teve
de
metler
al
gumas
carruagens
para transportar
os
UZETILO
Reunião
de aeeionistas.
—
Como
annunciamos,
reuniu-se ha
dias
a assem
bleia
geral
dos accionistas
da
Companhia
Carriz
de
Ferro
de
Braga,
deliberando-se
convocar opportunamento
nova
reunião
pa
ra
se
iraelar
dasumpso
concernente
aos
interesses
da
companhia.
Obri»
utilíssima
—
Vae
no
logar
competente
o
annuncio
que
diz
respeito
a
uma
obra
importante,
que o
snr.
Tei
xeira de
Freitas
está
editando.
Referimos-nos
á
Historia
Popular
dos
Papas, escripta
pelo
sabio
J. Chantrel,
um
dos
mais notáveis
escriptores
catholi-
cos
da
França,
que
já
está
no
prelo pos
ta
em
linguagem
pelo snr.
Antonio
José
de
Carvalho,
conhecido escriptor
portu-
guez.
Remetemos
o
leitor para
o
alludido
annuncio.
Hospital de S. ftlareos.—
0
«Dia-
rio
do
Governo»
publica
um
aviso
decla
rando
aberto
concurso,
por
espaço
de
20
dias
a
contar
de 21
do
corrente,
para
provimento
d
’
um
logar
de
partido
medi
onde
fallecer,
com
missas geraes
de
es
mola de
300
reis
em
todas
as
egrejas
sitas
nos
limites
da
mesma
freguezia,
e
que
por
sua
alma
e
intenções
se
digam
depois
mais mil
missas
de
esmola
de 400
reis.
Faz
uma brilhante
protestação
de
fé
cathoiica, explicita
nos
seus
dogmas,
de
morando-se
na
Infallibilidade
do
Summo
Pontífice e na
necessidade
de
se
regula
rem
os
negocios
ecclesiasticos
n
’
este paiz
quanto
aos
bens
das
corporações
religio
sas
por
meio
d
’
uma
concordata
com
a
Santa
Sé,
e
manda
a
seus
herdeiros
que
se
conformem
inieiramente
com as deci
sões
do
Supremo
Chefe
da
Egreja
n
’
este
particular.
Nomeia
para
seus
testamenteiros aos
exm.
oS
snrs.
conde
de Samodães
e
João
Monleverde
da
Cunha
Lobo,
a
quem
ro
ga
que
aceeitem
este
encargo, como
ulti
ma
prova
de
afleição que
lhe
dão.
Deixa por
sua
universal
herdeira
sua
sobrinha,
D.
Maria
Candida
Falcão
d
’
Aze-
vedo,
casada
com Francisco Barbosa,
re
sidente
em
Estarreja,
e
em especial deixa
á
mesma
a
sua
casa e
quinta
de
Azeve
do
com
todas
as
suas
pertenças,
ficando
comtudo
usufnctuaria
da
mesma
casa
a
exm.
a
condessa
de
Azevedo,
viuva.
A
’
mesma sua sobrinha
deixa
a
sua
casa
e
quinta
de Mazarefes
e
todos os
bens
que
possue
nas
freguezias
de
Prado,
Oleiros.
Cabanellas.
S.
Gens,
Lage,
Sou-
telo,
Freiriz,
e
Barbudo,
àlém
de outros
bens,
impondo-lhe comtudo
vários
lega
dos
que
por
brevidade
não
especificamos.
Deixa
á
sua
sobrinha
D. Maria
José
da
Natividade
Falcão,
casada
com
Anto
nio
Pinto
de
Mendanha,
os
bens
que
pos
sue
em Marrancos,
Arcozelo, Villar
das
Almas
é
outros
que possue
nas
comarcas
de
Villa
Verde e Ponte do
Lima,
com
obrigação
de
dar
annualmente
a
seu
irmão
Gaspar
o
legado
de
1304090
reis.
Deixa
á sua sobrinha
D. Maria
Julia,
casada
com
José
d
’
Azevedo
e
Menezes,
todos
os
seus
fóros
que
recebe
nas
co
marcas
de
Barcellos,
Famalicão e
Santo
Thyrso
.na
parte
que estiver na
margem
esquerda
do
rio
Cavado,
com
a
obrigação
de
dar
annualmente
30$000
reis
a seu
pro
curador
Manuel
Maria
Ferreira
de
Car
valho.
Deixa
19:000^000 reis
nominaes
de in-
sciipções
a
seu
sobrinho
Francisco
Falcão
Colta.
Deixa
á
Santa
Casa da
Misericórdia
da
cidade
do
Porto
4:009$909
reis
em
in-
scripções,
com
obrigação
de
dar
annual
mente
á sua
creada
Maria
72$990
reis
e
á
creada
Francisca
30$099
reis, emquanto
vivas.
Deixa
ás
duas
filhas
do
fallecido
ba
charel
Manuel Marques
Salvador,
D.
Emi
tia
e D. Rachel,
3:999$099 reis
em
in-
scripções
a
cada
uma ;
e
a
D.
Delphina,
filha
do
mesmo
bacharel,
1:090$990
reis,
em
inscripções
;
a
D.
Maria
José
Monte-
verde,
sua
afilhada, 4:390$999 reis
em
inscripções;
a
seu
alilhado,
filho
de
seu
primo
Joaquim Pinheiro
e
de
sua mulher
d
’este
D
Atina
Norton,
1;599$900
reis
em
dinheiro;
á
sua
afilhada,
filha
de Cons-
lantino
Beileza,
e
D.
Maria Candida
Pei
xoto,
l:209$909
reis;
a
seu
afilhado
Fer
nando de
Vasconcellos,
filho
de Antonio
de
Vasconcellos
e
de
D.
Guiomar
da
Sil
va,
800$0(J0
em
inscripções;
á
sua
afi
lhada D. Maria
Pinto
da
Arrochela,
filha
de
seus
primos Marlinho
Pinto
e
Miran
da e
D.
Brites d
’Arrochela,
l:909$099
rs.
em
inscripções
;
a
sua
prima D. Maria
Jo
sé
de
Mendanha
Arriscado
2:909$099
rs.
em
inscripções;
a
José
Manuel
de Olivei
ra
Júnior
3:909$990
reis
era
inscripções;
a
seu
creado
Filippe
José
de
Jesus
399$
reis; a
cada
um
de
seus
creados
que
o
s
rvirem
ha
mais
de cinco annos
204009
reis, e
a
todos
os
outros
10$990.
Deixa toda
a
sua
livraria
a
seu
pri
mo
o
ex.
“‘°
snr. conde
de
Samodães,
e
na
sua
falta
a
seu
filho
mais
velho
o
ex.
mo
snr.
Francisco
de
Paula
Azeredo,
exceptuando
sómente
os
manuscriptos
que
serão
entregues
á
Bibliolheca
Publica
da
ci
dade
do
Porto,
alguns
livros
que
pertencem
á
ex.
n,a snr
a
condessa,
e que
ella
dirá
quaes
são,
bem como
3
edições
classicas
do
Camões e
mais duas obras
classicas
que
lega
a seu
primo
José
d’
Aguilar
Declara,
porém,
que
espera
que
o
dito
seu
primo
ou
filho do
mesmo,
acceitando
este
le
gado.
prova
da
mais
sincera
afleição,
a
sua filha
e
irrâã,
D.
Maria
Magdalena, afi
lhada
d'elle
testador,
1:299$'J99
reis
em
sua
memória.
Ao dr.
José
Pereira
Reis
deixa
o
seu
relogio
d
’
oiro
inglez
cora
a
melhor
de
suas
cadeias
do mesmo
metal.
Declara
que
é
casado
com a
ex.
n,a
snr?
condessa
d
’Azevedo, da
qual
não
co
para
a
hospital
de
S.
Marcos,
com
o
ordenado
de
299$099
reis.
Calhandra
em Cuadelupe.—
Os
devotos
de
N.
Senhora
da
Piedade,
ve
nerada
na capella
de
Guadelupe
festejam
no
proximo
domingo
a
Imagem
da
sua
Padroeira,
havendo
pelas
3
horas
da
tarde
calhandra
a
instrumental
pela
capella
dos
snrs.
Paivas.
incêndio.—
Depois
do
meio
dia
d’
an-
te-hontem
ouviram-se
signaes
d
’incendio.
de
que
se
tinha
dado
fé
n
’
uma casa
da
rua
do
Poço.
Foi
atalhado
de
promplo.
Efollecimento.—
Depois
de
pomposos
oíTicios
fúnebres que
no
dia
23
teve
na
capella
de S.
João
Marcos,
foi
conduzido
para
o
cemiterio
publico o cadaver
da
ex.
ma
D?
Francisca
Jtiiia
Perestrello
d
’Araujo,
da
antiga
casa
de
Sinde.
A
seu
sobrinho,
o
snr.
Francisco
Pe-
reslrello
d
’
AIarcão,
os nossos
pesames.
Outro.
—
No
mesmo
dia
23 entregou
a alma
ao
Creador o snr,
Emydio
J.
de
Magalhães
Cruz,
filho
primogénito
do
snr.
dr.
Antonio
Poiycarpo
da
Cruz.
O
finado
contava apenas 24
annos
4
e
era
joven
de
merecimento
e
mui
estima
do.
Ao
consternado
pae e
restante
família,
enviamos
comprimentos
de
pezames.
Desabamento.—
Na
noite
da
vespe-
ra
de
Natal,
e
na occasião em
que
uma
familia
da
rua
dos
Pellames
estava
a con
soar,
desabou
parte
da
casa
que
habitavam,
do
que
resultou ficaram
duas
creanças
bas
tante
contuzas.
Coitiboio
descarrilhaclo. —
Entre
as
estações
de
Nine
e
Arentim
descarri-
Ihou
o
comboio que desta cidade
partia
para
ao
Porto,
ás
4
horas
e
meia
da
tarde
d
’
ante-hontem.
U
descarrilhamenlo,
que
felizmente
não
teve
a
menor
consequência
desastrosa,
deu-se
em
razão de
se
partirem
algumas
pranchas,
e
porisso
ter
abatido
os
rails
d
’
um
lado.
Dadas
promptas
providencias, teve
de
se
pçpceder
á baldeação
de
mercadorias
e
passageiros,
tanto do comboio
descarri-
ihado,
como
do
que
do
Porto
vinha
para
esta
cidade.
Aaa<3ic»scií»a
gernea
—
Terminaram
no
dia
22 as
audiências
geraes neste
dis
tricto,
de
cujo
resultado
temos
dado
no
ticia.
Caminho
de
ferro do .Tlinleo.—
Começa
no
dia
1
de
janeiro
a
vigorar
um
novo
horário
da
marcha
de
comboyos
no
caminho
de
ferro do
Minho.
De manhã
sahirão
ás
7
e
43
m.,
9
e
40
m.
e
de
tarde
ás
4
e
40
m.
Do
Porto
para
a
nova
estação
de
S.
Bento
sahirão
de
manhã
á
7
e
43
m.
e
9
e 40
m.
e
de
tarde
ás 4
e
40
m.,
chegando
alii
ás
9
e
38
m.
e 11
e
27
m.
da
manhã
e
6
e
38
m. da
tarde.
De S.
Bento,
partem para
o
Porto
ás
6
e
20
m.
da manhã
e
1
e
42
m.
e
4
e
40
m.
da tarde, chegando
aqui
ás
mes
mas horas
dos
de Braga.
Conde (1’Azevedo.—
Noticiam
os
jor-
naes
do
Porto
o
fallecimento
do
snr.
con
de
de Azevedo,
Francisco
Lopes
d
’
Azeve-
do
Velho
da
Fonseca,
l.°
visconde
e
l.°
conde
de
Azevedo,
29.°
senhor
do
couto
de
Azevedo,
14.°
dos
coutos
de Mezarefes
e'
Paradella,
e 13?
do morgado
de Pou-
ve,
o
qual
teve
logar
no
dia
23 do
cor
rente.
O
illustre
finado
tinha
nascido
a 21
de
fevereiro
de
1809,
e
casára
em
23
de agosto de 1827
com
a
snr
a
D.
Ma
ria José Carneiro
da
Grãa
Magriço,
filha
do
snr.
José
Carneiro
da
Grãa
Magriço
da
Fonseca,
senhor
da
casa
dos
Carneiros
de
Balazar
e
dos
morgados
de Monte Cor-
dova.
Era
um dos
caracteres
mais
juslamen-
te
considerados,
como
cidadão
d
’
excelsas
virtudes,
e
como
espirito illustradissimo
de que
são
testimunho
as
muitas
pro-
ducções com
que
enriqueceu
a
lilteralu-
ra patria.
Era
catholico
de puras
e
fervorosas
crenças,
ao
serviço
das quaes
tinha
posto
a
sua penna
e
os seus
conhecimentos.
Deus
tenha
a
sua
alma
entre
os
res
plendores
da
luz
perpetua.
Os
oíficios de corpo
presente
celebra
ram-se
hontem, por
10
horas
da
manhã,
na
calhedral
do
Porto; e
finda
esta
ce-
remonia
foi
o
cadaver
conduzido
para
a
capella
d
’
Azevedo,
na
freguezia
de
S.
Sal
vador
de
Lama,
onde
hoje
deve
ler
uma
tnissa
e
responso
de
sepultura.
O
snr.
conde
deixa
dois testamentos:
um
feito
em
29
de selembro
de
1873
e
outro
em
16
de
dezembro
corrente.
Manda
que
se
faça
oíficio
de
corpo
presente
na
egreja
parochial
da
freguezia
que
a
construiu,
esta
machina custou-lhe
trinta
annos
de
trabalho
e
investigações.
Só
a
vogal i
levou-lhe
seis
annos.
O
milagre.—
O
snr. bispo de
Ma
rianna,
diz,
entre
outras
cousas,
n
’
utna
circular,
aos
seus
diocesanos:
«O
milagre
de. parar
o
sol
reproduz-
se
hoje
na
ordem
sobrenatural.
O
termo
médio
do
reinado
dos
Papas
é de
onze
annos e
alguns
mezes;
até
aqui áquelles
que
por
mais tempo occuparam a
cadeira
de
S.
Pedro,
tinham
reinado
vinte
e
qua
tro
annos,
e
a
todos
tinha
sido
dito
com
verdade:
Annos
Pelri
non
videbis,
não
ve
reis
os
annos
de Pedro.
Pio
IX
viu
os
vinte
e
cinco
annos
de
Pedro,
entrou no
trigessimo
primeiro
anno
do
seu
pontifi
cado.
O
seu vigor intelectual
e
moral re
nova-se
como
a mocidade
da
Egreja;
a
gloria
que
elle projecta
sobre
a terra,
vai
augmentando.
E
com
tudo,
desde
ha
muito
tempo,
os
anjos
do
ceu teem
preparada
a
sua
co-
rôa
de
gloria,
a
Virgem
Immaculada
o es
pera
para
a
collocar
sobre
a
sua
fronte. Por
que
pois,
sol
de
justiça
e
de
verdade,
se
conserva
parado
no
firmamento
da Egre
ja
?
Porque tarda
elle
em
mergulhar-se
no
oceano
do amor
infinito?
Ah! o
ex
ercito
do
Senhor,
e
a Egreja,
carecem d’
es-
te
milagre permanente
para
demonstrar
que
Deus
combate
por
elle.
Eis
aqui
por
que
em
toda
a
Egreja
a
oração
fervente
sóbe
sem
interrupção
para
o
throno
de
D
us
para
perpetuar
o
prodígio.
E
Aquel
le
que
regula
lodos
os movimentos
dos
corpos
celestes,
e
conta
todas
as
palpita
ções
dos
nossos corações,
o
Senhor
da
vi
da
e
da
morte,
ouviu
e
consolou
seus
fi
lhos
I
Oh
!
regosijemo-nos,
pois,
porque
nos
foi dado
de
vêr
a
Egreja
em
toda
a
glo
ria
e
força
de
sua
unidade...
n’
este
mo
mento
sob
a
vista
de
Jesus
Ch/isto,
di
gamos
com uma só
voz:
0’
grande
Pio
IX,
Pontifice
da
Immaculada
Conceição
e
do
Sagrado
Coração,
para
vós
o
nosso
af-
fecto e
dedicação
inviolável.
As
vossas
tris
tezas,
as
vossas
alegrias
serão
as
nossas
tristezas,
serão
as
nossas
alegrias;
com-
Vosco
nós choraremos,
comVosco
nós
oraremos
comVosco nós
louvaremos
ao
Senhor.
Nós
vos
seguiremos
por
toda
a
parte
para
onde
fordes;
comVosco
está
a
vi
da
e a
morte, porque
morrer
comVosco,
e
viver
e entrar
na
alegria
do
Senhor,
ten
des
as
palavras
da
vida
eterna.»
Compadliin doa
banhos de Vi-
—
Noticia
a
«Religião e
Patria»
que
no
dia 15
do
corrente,
lez-se, como se
havia
annunciado,
a
'reunião
da
assemblea
geral
dos
accionistas
d
’
esta
Companhia,
es
tando
presentes
35. Presidiu
o
ill.
mo
snr.
Francisco
José
da
Silva
Basto,
e serviram
de
secretários
os
ill.
mos
snrs.
José
de Sou
za
Coelho Guimarães, e
Domingos
José
Ribeiro
Guimarães.
Depois
de lida
e
ap-
provada
a
ama
da
sessão antecedente,
o
ill™8 snr.
Antonio
José
Ferreira
Caídas,
como
membro dà
Direcção
e
por
parte
d
’
esta
apresentou,
como
informação,
as
contas
da
receita
e
despeza
da
Companhia,
devidamenle
documentadas,
e
respeclivas
até
ao
iLa
14
do
corrente,
e seguidamen
te
informou
a assemblea
do
estado
finan
ceiro
da
Companhia,
das
obras
já
execu
tadas,
dos
objectos
e
materiaes existentes
e dos terrenos
na
posse
d
’ella
para a
cons-
trucção
do
edifício
thermal.
Procedendo-se
á
eleição
dos
corpos
ge
rentes,
foram
eleitos:
Concelho
Fiscal:
—
Francisco José
da
Silva
Basto
—
Elias
da
Silva
Machado
—Ma
noel
Antonio
d
’
Azevedo.
Substitutos:
—
Dr.
Alberto
da
Cunha
Sampaio—José Ferreira Barbosa
—
Antonio
Ignacio Marques.
Direcção:
—Antonio
José
Ferreira
Caí
das
—Joaquim Ribeiro
da
Costa
—
Antonio
Peixoto
de Mattos
Chaves.
Substitutos: —
Domingos
José
de
Souza
Júnior
—
Antonio
Joaquim
Ribeiro
de Sou
za
Guiinarões—
Manoel
Dias
Freitas.
Por
parle
da
Direcção
foi
também
pro
posta
a
nomeação
de
uma
commissão
me
dica
para
a
illucidar
e
consultar
sobre
a
captagem
das aguas e
intelligencia
da
ana-
lyse
chimica
d
’
ellas.
sendo eleito
por
in
dicação
da
mesma
Direcção
o
ex.
“
10
snr.
Conselheiro
Dr.
José
Pereira
Reis,
com
auclorisaçãò
d’
aggregar
a
si
os
membros
que
lhe
aprouvesse
e
julgasse
competen
tes:
assim
como
se
votou
egualmenle,
por
proposta
da
Direcção.
um
voto
de
louvor
ão
digno
engenheiro
da
Companhia
o
snr.
Gesario
Augusto
Pinto,
pelo zelo,
cuida
do
e
aptidão
que
tem
mostrado
no
desem
penho
das
suas
funcções,
dirigindo
os tra
balhos
de
construcção.
tem
successão,
e
que,
por
mercê
dc
Deus,
irão
deixa
lambem
lilho
al<iu-m
nalural.
ir
<Jr«n«ls
Ineendio.
—
No
dia
23
áv
ífèu
em
Runa
a
casa do
snr.
Casal
Ri
béiro
fia
sua
quinta
da
Corujeira.
Ficaram-lhe
apenas
as paredes.
Os
snrs.
condes
e seus
filhos
deram
pje-
lo
sinistro ás
6
horas da
tarde
e
quando
iá
*
ffl para
jantar
não
poderam
faser
mais
do
qne
fugir
para
o
campo,
metlendo
se
as
senhoras-
dentro
d
’
uma
carruagem
<fàe
alhi
tinliw.
Os
criados correram
a
S.
Do
mingos
de
Caratnões,
a
2
kilometros
da
cãsa,
a
pedir
soccorros.
Os
sinos tocaram
a
rebate
e
momentos
depois,
cenieóárfes
rfe
camponeses,
dirigidos
pelo
siir.
conde
e
seu
lilho,
atacavam
com
denodo
é
éo-
ràgem
o-
poderoso elemento.
Tudo
foi
inu-
tiT
Salvaram
apenas
alguns
objectos
de
mobilia
e roupas.
—
For
decreto
de
19
do
corrente
foi
concedido
á
companhia
do
Caminho de
Te"<~rd
do
Vòrlb ã
Póvoa
de
Varzim o prolongamento
da
sua
linha
até
Villa
Nova
de
Famalicão, entroncando
nas
estações
da
linha
ferrea
do
Minho.
«8e
K
oiha
.—
Mgr.
Cortet
apresentou
a
Sua Santidade no
dia
13
d’
este
mez
10:000
francos
que
é
a
con
soaiia
que a
sua
diocese (Troyes)
lhe
of-
ferece
todos
os
annos.
Também
lhe
apre
sentou
uma
•
rosa
artificial,
e 100
francos
etn
ouro
(4
libras)
que
lhe
enviaram
as
crianças
de
uma commnnidade
religiosa.
O
Santo Padre
distribue
com
uma
das
mãos
<>
dinheiro
que
recebe
com
a
oulra.
Do
milhão
que
lhe
deu a dtiqueza
de
Galliera,
deu
já
400.000
francos
para
fundação
de
uma
casa
de missionários
em
Roma.
O
resto
tem
sido
distribuído
em
subsídios
a
egrejas
pobres.
Esteve
em
(torna
D.
Carlos
e
sua
es
posa.
Teve
aquelle
uma
au
liencia
secreta
de
Sua Santidade,
significativa
do
muito
apreço
que
dá
áquelle
descendente
dos
reis
catlxdicos.
Também
chegou
pela mesma
occasião
o
joven
príncipe Luiz
Napoleão.
A
romaria
do
Loreto
foi
concorridis-
sima,
festejando-se
alli
a Immaculada
Con
ceição
com o
maior
esplendor.
A
»aa«oSis«ir
*
faliante
—
Dêmos
ha
tempos,
diz o
-Commercio
do
Porto»,
uma
desciipção
d
’
esle
engenhoso
apparelho,
por
occasião
de
ser
exhibido
pelo
seu autlmr.
em
Bruxellas
Hoje
encontramos
na
«Fran-
ce»
uma
oulra
descripção não
menos
cu
riosa.
Eli-a:
A machina fallanle,
que
a
imprensa
foi convidada
a
ouvir
homem no
Grande
Hotel,
é
uma
invenção
muito
curiosa
e
que
dá
resultados
excellentes.
Não
descreveremos
o
apparelho,
por
ser
minto
complicado,
e
porque
para
o
fa
zer
util
e
caramenle,
ser-nos-iam
neces
sários
conhecimentos
techuicos, que
não
possuímos.
Compõe-se
de uma
meza
com
pedaes,
de
um folie
de
orgão,
e
de um
leclado
que
ce
ie
á
pressão
<b>s
dedos.
Na
parle
cen
tral, certos
mechanismos
delicados
de in-
dia
ruber figuram
os
pulmões
humanos,
a
laringe,
a gloltis
e
a
lingua.
Diversas
molas
posias
em
movimento
pelas
doze
teclas
do
teclado,
combinamke
muilo
ha
bilmente
para
darem
um
numero
de
vibra
ções
correspondentes
a
lodos
os sons da
voz.
Por
este
motivo,
a
machina
falia
in-
dyierentemente
Iodas
as
linguas.
O
teclado
produzas diversas vibrações
do
ar,
que
tornam
facil
a
formação
das
consoantes,
exercendo
uma pressão
mais
ou
menos
forte
na
laringe
e
nos
outros
orgãos
mectanicos da voz indispensáveis
á
palavra,
principalmente
na
lingua e
nas
maxilas.
Quanto
ás
vogaes, formam-se pe
la
aspiração
do
ar
em
maior ou menor
quantidade.
Ditam-se
as
palavras
e
as
teclas
mo
vidas
pela
mão
de
uma
senhora
que acom
panha
a
exhibição
da
machina,
descem
e
a
bocca
artic<al
do
apparelhq
repete-as.
A
pronuncia
é
em
geral
surda
e fa
nhosa.
As
vogaes
ouvem-se
distinctaraen-
te.
As
consoantes
p
t
k
m
e
n
faltam,
mas
preenchem-se
estas
lacunas
com o
auxilio
da
aspiração,
o que
permille
for
mar
mais ou
menos
distinctamenle
p
e m
do
b
n
e
t do
d
e
k
do
g.
A pro
nuncia
do
r
nada
deixa
a
desejar;
vibra
perfeilamente.
A
palavra
charivari
foi per
feitamente
pronunciada,
bem
como
as
pa
lavras
wierci,
machíne,
bonesoir,
etc.
No
fim
da
experiencia,
o
apparelho
ar
ticulou
de
um
modo
bastante
nalural
o
seguinte
speech:
«Nasci
na
America;
sou
uma
machina
que fallo
todas
as
linguas
e
tenho
muito
prazer
em
vêr-vos. Agradeço-vos
a
vossa
visita.»
Segundo
refere
o
gentelman
americano
Antonio
Carlos
de
Araújo
Moita,
sua
mulher
Autonia
Mana Alves
da
Moita,
e
filha
d
’
esta,
Josepha
Maria
Vieira
Alves,
exlremamente reconhecidos para
com
to
dos
os
illm.
os
e
exm.
os
snrs.
e
senhoras,
que
se
dignaram
dirigir-lhes
cumprimen
tos
de
pezaines,
pelo fallecimento
de
seu
muito
presado
enthiado,
filho
e irmão, Igna-
cio Antonio
Vieira
Alves,
ea todos
agra
decern
por
este
meio,
na
impossibilidade
de
cumprirem pesso»hnenle
este
dever,
pro-
testando-lhes
a
mais sincera
e
indelevel
gratidão.
(315)
EJííMWOIOS
Companhia Carris
de Ferro
de Braga.
Não
tendo
comparecido numero
legal
de
senhores
accionistas
da
Companhia
Carris
de
Ferro
de
Braga para
a
assem
blea geral
do
dia
27
do
corrente,
para
que
foram
convidados
;
são
novamente
convi
dados
aquelies
senhores
para
se
reunirem
no
dia
30 do
corrente, pelas 11
horas
da
manhã
na casa
n.°
7
do Campo
de
Santa
Anna,
na
certeza
de
que
se
porá
em
execução
o
arl.
14 dos
estatutos.
O
gerente,
(4499)
Auno
José Villaça.
Fabrica
social bracm
ense de cha
péus
de lã, peito, feltro
e se
da
de
todas
as cores e for
matos.
taxa
,
bahia
,
gérqueira
& PACHECO.
Annuncia-se
ao respeitável
publico,
consumidor
d’
este
genero
e
amador
da
alta
novidade,
que
a
sociedade
já
abriu
um
deposito,
para
grosso
e
retalho
na
rua
de
D.
Pedroj V,
62,
em
casa do
socio
o
snr.
José
Baptista
da
Silva
Taxa
e
outro
na
rua
de
Santo
Antonio
n.
8
2
e
3,
em
casa dos
snrs.
Azevedo
&
C.
3
Em
qualquer
dos
depositos
encontrarão
os
consumidores
deste
genero,
grande
sor
timento,
qualidade
excellente
e preços
muito
rasoaveis.
4498
Companhia
Edificadora e Indus
trial
Bracarense
Sociedade anonyina de responsa
bilidade
limitada.
São
convidados
os
snrs.
accionistas
d
’
esta
companhia
â
realisarem
desde,
o.flia
2
até
6
do
proximo
mez
de janeiro, no
escriptorio
da
Companhia,
na
rua
da
Cruz
de
Pedra
n.°
6
a
12
das
10
da
manhã
ás
2
da
tarde,
a
sua
entrada
de
10
OjO
ou
2$500
reis'
por
acção,
(corresponden
te
ás
10.
a
e
H.
a
entradas)
conforme
a de
liberação
da
assembleia
geral
de
17
de
julho, e na
mesma
occasião serão
troca
dos os títulos
provisorios
pelas
acções
ou
lilulos
definitivos.
Braga
e
escriptorio
da
companhia,
22
de dezembro
de
1876.
Os
Directores,
Francisco
da
Silva
Araújo.
José
Alves
de
Moura.
(4496)
(314)
João
Carlos
Pereira
Lobato.
COLLEGIO
INGLEZ
DO
Sagrado
Coração de
Maria
Virgem
Immaeulada
D. Margarida
Heunessy,
desejando
an-
nuir
aos
pedidos
que
as
famílias
e clero
mais
dedicados
á
causa
de
uma
verdadei
ra
e
completa educação,
tanto de
Braga
como
das
localidades
adjacentes,
ha
cin
co
annos
se
teem
dignado
fazer-lhe,
resol
veu
abrir
uma
casa
de
educação
para
meninas
internas,
semi-internas
e
exter
nas
sob
a
direcção de
sua
irmã
Miss
The-
resa
Heunessy,
lendo
obtido
para
levantar
o
seu
estabelecimento
a
bella
casa
da
rua
de
S.
Miguel-o-Anjo,
onde tem
vivido
o
exm.
8
snr.
Juiz
de
Direito.
(4451)
AGRADECIMENTOS
CONFEITARIA CENTRAL
E
GRANDE DEPOSITO
DE
VINHOS
DO
Armazém
da KMÍreli», no forto,
DE
José
Anaclcto
d
’
Ai
aujo
Figueiredo.
fl5—Rua de S. Marens—IS
BRAGA
Classificação
dos
vinhos
Vinho
Palhete,
Meza
n.°
1.
—
Tintos
—
F.
n.°
1
—
F.
n.°
2-F.
n.®
3-F.
n.»5.
—
Tintos velhos
superiores
—
V.
n
.°
1—V.
n
0
2
—
V.
n.°
3—
V.
nJ»
4
—
1863
—
Vinho
branco
n.°
1
e
n.°
2.
—
Brancos
superiores
—
V.
B.
186!
—
Moscatel
n.°
1,
2
e
sec-
co
—
Malvasia
Adamada
n.°
1,2
e
secco.
—
Geropigas
loura
e
Brancas n.°
1.
Vinho
Lagrima, loura
e
branca
n.°
1.
—
Especialidades
—
1817
1840,
Alvaralhão—1840
e
1834,
Roucão
—
1820,
Lacrima
Christi
e
Collares.
Cognac,
Champagne,
Moscatel
de
Setúbal,
Madeira,
Bordeux
e
Xarez.
Licores
nacio-
naes
e
francezes.
Encontra-se
na
mesma
confeitaria
pro
prios
da
presente
estação
os
seguintes
objectos
como
são
: Queijo Londrino
e Fla
mengo
—
Xerter
e
Papel
—
Chá
Hysson
e
Preto,
Bolacha
Ingleza
de
todas
as
qua
lidades,
Biscoito para
chá,
de
diversas
qualidades.
Amêndoas,
e
doce
de
fructas;
Farinha
de
legumes,
ervilhas
em
grão,
conservas
inglezas.
Sardinhas
de
Nanles,
Figo,
Passas
de
Alicanle,
Castanhas
do
Maranhão,
Ameixa, Pera
e
Avelãs;
casca
de
pecego
de
duas qualidades
e
massas
pa
ra
sopa;
assim
como
chocolate
hispanhol
de
superior
qualidade.
Peixe
de
escabexe
Salmão,
Linguado,
Inguias;
bem
como
Prezunto
de fiambre, Salleme,
fructas
em
aguardente,
pastelinhos
de
carne
e
doce,
e
muitos outros
objectos que
seria
longo
enumerar.
N’
esle
mesmo
estabelecimento se
acha
deposito
de
cannos
de
chumbo
e
tornei
ras
de metal.
(4489)
CEKLTIUÃO
José
Firmino
da
Costa
Freitas,
escrivão
do
Tribunal
do
Commercio
de
ÍA
in
stancia
n
’
esla
cidade
de
Braga
e
seu
dis
tricto.
por
Sua
Mageslade
Fidellissima,
que
Deus
guarde,
etc.
Faço
certo
e
certifico
que
no
processo
de
moratoria, impetrada
pelo Banco
Com-
mercial
d
’
esta cidade, proferiu
o
Tribunal
a
seguinte
Reeisão
*
O
Tribunal
do
Commercio
de
priraei-
meira
instancia de
Braga,
em
vista
da
re
solução da
Relação
do
Porto,
constante
do accordão de folhas,
concedendo
a
mo
ratoria
por espaço
d’um
anno,
a
contar
do
dia
10
do
mez
d
’
ouiubro
ultimo,
im
petrada
pelo
Banco
Commercial
d
’
esla
ci
dade, em
observância
do
disposto no
ar
tigo
1298 do
Codigo
Commercial, con
firma
credores
(iscaes,
os
já nomeados
e
ajuramentados,
Antonio
Manuel
Ayres de
Oliveira,
e Antonio
José
da
Costa
Veiga,
e ordena
que
sejam
intimados
para
con
tinuar
a
exercer
a
fiscalização que já
lhes
foi
incumbida.
Nomeia
para
supplenles
dos.
ditos
fiscaes
os
credores
João
Baptista
Go
mes
Ferreira
e
Bento
Gonçalves
Santos,
e
ordena
que
sejam
intimados
para
pres
tar
juramento
nas
mãos
do
Juiz
Commis-
sario,
bem
como
os
Directores
do
sobre
dito
Banco,
para
se
absterem
de
praticar
as
operações
designadas
no
artigo
1280
do
citado
Codigo
Commercial,
sem
a
assis
tência
ou
anclorisação
dos
credores
fiscaes,
e
que
a
presente
decisão
seja
publicada
por
éditos
na
praça,
e
por
annuncios
em
tres
numeros
consecutivos
d’
um periodico
d
’
es-
ta
cidade,
com
custas
pelo
requerente.
Braga
19
de
dezembro
de
1876.
—Ayres
Frederico
de
Castro
e
Solla
—
Manuel
Luiz
Ferreira
Braga
—
Antonio
José
Pereira
—
Domingos
Pereira
d
’Azevedo—
Clemente
Jo
sé
Fernandes.
Está
confórme
o original.
Braga
19 de
dezembro
de
1876.
O
escrivão,
|(4453)
José
Firmino
da
Costa
Freit
DECffllÇiO
'
Maria
do Soccorro Paiva e
Aguiar,
tendo mudado o
seu
athelier de costura para a rua
dos Sapateiros
n.° 12, e constan
do-lhe
que alguém se tem ab
stido de dar-lhe obra de costu
ra
para fazer,
por suppôr que
jámais
trabalhe
; declara que só
esse
caso se tem dado quando
é
forçada por motivos de sau
de; eporisso,
toda a
pessoa que
deseje
obsequial-a
com obra
tan
to
de
snr? como de creanças,
está
prompta
aceital-a
e a
ser
exacta
no cumprimento de
seus
deveres, sendo
tudo feito com
segurança
e aceio pelos últimos
figuripos.
HISTORIA
POPULAR
DOS PAPAS
POR
.5.
CMA-V-TESÍvE,
VERSÃO DA ULTIMA EDIÇÃO FRANCEZA
POR
Auttriiio
<3osé de
rarvatlia,
PÍLULAS
dè
Proto
carbonato de ferro
inalterável
DO
IKBLAUD
COLLEGIO
LUSITANO
Run do
Coelho n.° 16.
No
dia
2
do
proximo
futuro
mez
de
janeiro,
abrir-se-ha
sob a direcção
do
abai
xo assignado este
estabelecimento,
mon
tado
em
condicções muito
diíTerentes
das
dos
que
já
se
acham
estabelecidos.
Como
a
maior
parte
dos chefes
de
fa
mília
mandam
instruir
seus
filhos
para
seguirem
a
carreira
commercial, resolveu
montar
este
estabelecimento,
expressamen
te
para esse
curso,
e
além
d’
esse
o
d
’
in-
strucção
primaria.
No
curso
commercial
comprehende-se
tudo o
que
lhe
é concernente; taes como:
escripturaçáo,
contabilidade,
callygraphia,
etc.
Desde
já
se
recebem
alumnos
e
pres
tam
esclarecimentos
desde
as
9
horas
da
manhã
ás
4
da
tarde.
0
Director,
(4494)
Bento
Desiderio
Peixoto
Querido.
Esião
no
prelo
as
primeiras
folhas
d
’
esta
importantíssima
obra,
que
ao
tentar
mos
a
sua
publicação, foi
assim
apreciada
pela
illustrada
redacção
da
«Palavra»:
«0
snr.
Teixeira
de Freitas, conhecido
editor
catholico
de Guimarães,
vae
pu
blicar
em
portuguez
esta
obra
assim
intitulada,
escripta
em francez
pelo
notável
es-
cripior
catholico,
o
snr.
J.
(Jiantrel.
A=Hisloria
popular
dos
Papas=—
conta
em
Fran
ça
numerosas
edições.
A
traducção
é
feita
sobre
a ultima.
«Conhecemos
esta
obra,
e
porisso
sabemos
que
a
sua
diffusão em
Portugal
se
rá
de
maxiina
utilidade.
Demais
uma
empreza
de
Lisboa,
das
que
mais
se
distin
guem
por
suas
edições
de
livros
corruptores
e
deleterios,
anda
ahi
publicando
uma
historia
dos
Papas,
dos
Reis
e
das
Rainhas, que
é
obra
tão
mentirosa como
pro-
lundamente desmoralisadora
Parece
nos qué
a=»Histona
po,
tilar dos Papas=de
J.
Chantrel
é
o
melhor
antídoto
ao
veneno
da
outra.
Porisso
teem
os
calhólicos
por
tuguezes
um
duplo estimulo
para
assignarem
esta
traducção.
Adquirem
uma obra
boa,
e
praticam
um
acto
de
caridade ajudando
a
po,.ularisal-a para
qne seja
um
permanente protesto
e
refutação
dos èrros
e
calumnias
que
a outra
espalha.
Não
ha
outro
meio
de oppôr
hoje
entre
nós
a
força
do
bem
á
força
do
mal,
quando
este
se
sirva
da
imprensa.
Convençam-se
d
’
isso todos
os
que ainda
parecem não
ter
olhos
para
ver.»
0
primeiro
fasciculo será
distribuído
na
primeira
semana de
janeiro,
imprete
rivelmente.
A
publicação
é
feita
aos fascículos
de
80
paginas,
em 4.®,
no
formato
da
His
toria
de
Poilugal,
do
snr.
Pinheiro
Chagas,
em
oplimo
papel e
typo inteiramente
novo.
Para
que
esta
obra,
que
julgamos
de
summa importanc
a,
possa
ser
adquirida
por
todas
as
pessoas
e
esteja ao
alcance
de
todas
as
posições,
faremos
d
’
ella
tres
edições
pelo
preço
seguinte
Edição
popular,
a
200 rs.
o fasciculo,
franco
de porte
para
todas
as
terras
do paiz;
Dita
em melhor
papel,
250
»
»
»
Dita
de
luxo, a 300
rs.
»
»
»
A
obra
não
excederá
(8
fascículos,
formando
3
volumes
de
400
e
tantas
pa
ginas.
Depois
de
concluída
o
preço
será
elevado.
As
pessoas
que
quizerem fazer aequisição
d’esta
obra,
e
não
a
tendo
antes
as
signado,
podem
ainda
fazei-o
mandando
subscrever
<»
seu
nome
á
Livraria
interna
cional
de
Teixeira
de
Freitas,
Editor—
Guimarães, ou ás principaes
livrarias
de
Por
tugal
e
Brazil.
Empregadas com o
mais grão successo,
depois
mais
de 40 annos por
a maior parte
dos
médicos
por
curar a chlorosis (fluxo
branco)
doança
das mancebas filhas e to
das as moléstias
chloróticas.
Eis aqui a
opinião
dos mais eminentes médicos que as
tem
experimentado:
« Depois 35
annos que
exerço a medicina,
«
tenho
reconhocido
a este medicamento
«
(Pilulas de Biaud) vantagems
incontesta-
«
veis
sobre todos os outros ferreos e
eu
« o
miro como
o melhor anti-chlorótico. »
Dr
DOUBLE, ex-prisidente da Academia
de Medicina.
« De
todas as preparações ferreas que
« nos
hão dado bons resultados no trata-
«
mento
das affeições chloróticas, as
pilu-
«
las
de
Biaud parece-nos devem estar na
« primeira
fila. » — Diccionario univ. de
Medicina,
t. n,
page 99.
Como prova
da authenticidade, o,
nome
do
inventor
está gravado sobrei
cada
pílula como aqui junto
I
Depositos:
Paris,
8, r.Papenne.
Em
Lisboa, snr. Barreto, Loreto i>. ->>■
(27
*
)
3t>
DIPHIMKO
A
JUDO
A Meza
da
Irmandade
de
S.
Vicente
da
cidade de
Braga,
faz
constar
que tem
dinheiro
para mutuar
a
juro
de 5
por
°|
o
livres,
sobre
hypotheca.
(4481)
DE
Até
o
dia
31
do
corrente
recebem-
se
propostas
para
o
arrendamento do
mes
mo.
por
toda
a
época do
Carnaval.
Os
pretendentes
poderão
dirigir
em
carta
fechada aos
administradores
suas
propostas,
as
quaes
serão
abertas
no l.°
de
janeiro,
sendo
preferido
o que
mais
vantagens
offerecer.
,
4495)
HOGG
Farmacia
de HOGG, 2, rue
de Gastiglione, Paris {Unico proprietário').
DK
___________________________________
©1HIGAD0S FRESCOS
w M
db
BACALAO
de
Prescripto
por
todos os médicos e empregado com o mayor succeso
contra
:
as
enfermidades do peito, afleiçâes escrofu
losas,
tosses chronieas, rbeuniatisinoÁ,
niagreizá
criaueas
,
das
iiupigemes,
fluxos brancos, debilidade
geral, etc.,etc.
Agradavel e
facil de tomar.—Desconfiar das falsificações.
Exigir-se-ha
a marca da Fabrica juntó que encobro
capsulo
de
cada frasco de feitio triangular, e a firma
HOGG
e Cia,
que devera achar-se sobre o rotulo.
Depositos
nas
principaes
Pharmacias e em Lisboa, nas casas de B
arreto
,
rua
do
f.oreto, 28 e 30. A
zevedo
e
Filhos, B
arral
e I
rmão
5
em Porto,
nas*casas
de
A
lbano
A
bílio
A
ndrade
,
S
ouza
F
erreira
e
I
rmão
,
J
osé
P
into
; em
Coimbra,
Salvador
F
erraz
.
_______________________
VObL-SE
Pot
preço
favorawi
3
cavallos,
sendo
1
hispanhol,
alazão,
e
2
inglezes.
castanhos, que trabalham
de seliim
e
trem.
São
de
toda
a
confian
ça
e
por
isso
se
dão
a
contento.
Também se
vende
um
phaeton.
em
excedente
uso,
com
todos
os
arranjos
pa
ra
armar
de
diversas
fôrmas,
e
bem
assim
arreios
para 1
e
2
cavallos.
Dirigir
a
José
Fornellos,
na
villa
de
Mesãoírio.
(4452;
.
svee
rv_-
jfaxaow?
iu
!■
■EWirill
ilir T~i
m
rrril
"
—
---------------- ------------ -
«W»
PAPA
LiQUÍDAÍl
2
—
Bua
de
S.
Marcos
—
2
U
”
>
saldo
de
lãs
para
120,
160, 200
e
300
reis
o
metro.
.Merinos
pretos,
de
pura
lã,
largos, pa
ra
700
e
1^000
reis
o
metro.
Lenços
<Je
malha a
300,
360
e
400
reis.
Bretanhas
de
linho para
300,
500
e
6)0
reis
o
metro.
E
muitos
mais
objectos
por
preços
ba
ratíssimos.
(306)
4471
)
Muita
altenção
MOLÉSTIAS DA
BEXIGA gèS
mendado pelos
melhores médicos; tendo um sabor escellente, agradavel ao paladar. Paris, BLAYN,
7,
r.
du Marché-S«-Honoré. Preços 540
e 810 reis. Em
>
rueu
Ze IrnilVo. i».
77.
íVejíOSiití»
«le biscruntOB <!e
Yalnngt»
eso
c»BtM>beSs
*
«s4mos»t<i>
«8»
Cerqíneà-
ra
<3a 8ilva GonçnE t eer (cinso re-
«loiarla).
LARGO
DA
LAPA
N.°
1
INJECTION
BROU
HOGG,
larmaceutico, 2, rua de Gastiglione, Pariz, unico preparador.
Hygienie»
InWIivel y
preservativa; absolutamente
a
unicaque cura sem lhe
juntar mais nada.Vendo- M
se
nas
principaes pharmacias do mundo. Exigir a
j
instrucção do uso. (50 ano» de
exito.)
Paris,
casa do
,.
invwfinijlfagenfa, 158.
Uai».
8’
BarretoLoreto 28 «39.
I"
Debaixo
desta
forma especial a pepsina he posta inteirainente ao abrigo do contacto do
ar;
desta maneira
este
precioso medicamento
nem se altera nem perde as suas proprie
dades,
e
a
sua efficacia he então certa.
As
Pilulas de Hoog são de trez preparações differentes:
1®
PILULAS DS HOGG com pepsina
pura, contra as máes digestões, as azias,
os
vomitos
e outras
affecções especiaes do estomago.
2®
FILULAS
DE
HOGG com pepsina unida ao
ferro reduzido pelo hydrogenio,
para as
afiecçõcs
do estomago complicadas de fraqueza geral, pobreza de sangue, etc., etc.:
sao egualmehte
muito fortificantes.
3® PILULAS
DE HOGG
com pepsina unida ao iodureto de ferro inalterável,
para
as doenças escrofulosas, lymphatiças e syphiliticas,
na phthisica, etc.
A Pepsina
pela sua
união ao ferro e ao iodureto de ferro modifica o que estes dois
Ja
agentes
preciosos tinham
de muito excitante sobre
o estomago das pessoas nervosas ov
■9
irritáveis.
As
Pilulas de
Hogg vendem-se
somente,em frascos triangulares,nas principaes pharmacias.
Deposito
em i.ni,.,,,.
„ Slir <■. na
,r
i.,
<> ás ••
-í:<
t..34 .
ENXER
7
OS DE
L
a
RANGEIRA
Da
melhor
qualidade
dos arrabaldes
de
Coimbra,
recebem-se encommendas
na
rua
e D.
Pedro
n.®32,
2.®
andar,
Porto,
on-
e
se
dão
os
esclarecimentos
precisos.
(4466)
Para
os
engenheiros,
phartnaceulicos.
médicos, dentistas,
professores
e
outras
pessoas
que
dFsejarein
obter
o
diploma
de
doutor
on
de
bacharel
de
nma
universida
de
estrangeira. Dirigir, carta registada
a
Medicus,
13,
praça
do
Rei,
Jersey.
(In
glaterra.)
(31
-H-)
Linimento
BOYER-MIGHEL para
caval
los, fazendo as vezes de fogo
e não deixando
vestígios
do
seu
emprego M
ichel
, pharma-
ceutico
em Aíx
(na Provença) França. —
Preço 1,000
reis.—Em
Lubuuo.ur.
Barreto,
Lorelo, n
°28
—30.
f25.)
Preços
Biscoulo
valonguense
kilo
280
Ditos
Macarrão
•
280
Dito Brazileiro
300
Dito
Imperial
330
Bolacha
doce
280
Bolachinha
d
’
araruta
»
340
Tosta
azeda
190
Dita
doce
(4450)
»
280
Dinheiro a
juro, a
o
p.
c. ao
anno.
Dá-se
na
Confraria do
SS.
Sacramento
de Maximinos
até
á
quantia
de 400?('00
reis,
sob
boa
hipotheca
e
fiadores 0 pre
tendente
dirija-se
ao
presidente da
meza,
Joaquim
J.
V
da Rocha,
rua
do
Souto.
(4490)
KO
V O
ESTA S5 EB. EC S M E KT«>
Doce
do
chá
—
doce
fino—
e
vinho
fino
Nu
campo
de D.
Luiz 1.®
(antigo
cam
po da
Vinha)
n.°
27
—junto
ao
quartel
de
cavallaria.
Ha
queijadas
do
Salvador
a 320
rs.
Lecciona-se
o
curso
da
lingu>
france
za
na
rua
do
Anjo
n.°
11,
desde
as 6
ho
ras
da
tarde
até
ás
7,
pela
quantia
de
800
reis
mensaes,
pagos
adiantados.
(4412)
braga
,
typogkãphia
lusitana
—-18'6.
Parte de Comércio do Minho (O)
