comerciominho_28101876_561.xml
- conteúdo
-
í
:
ANNO
1876
FOLHA COMMEHCIAL fiS
Assigna-see
vende-se
no
escrip.orio
do
editor
b
proprietário
J
m
4
Maria
Dias
da Costa,
rua
Nova
n.“
3
E,
para
onde
deve
sar
dirigida
toda
a
correspondência franca
de
porte.
=As assi-
ÇMturas
são
pagas idiantadas
;
assim
como
as
corresponden-
C
as
de
Interesse
particular.
Folha
avulso
10 rs.'
ÁS
TERÇAS,
QUINTAS
E
S
A
BB
A
DOS.
P
reços
:
Draga,
anno
1^600
rs.~--Semestre
850
rs.^Promw-
cias,
atino
2&0Ó0 rs
e
sendo
duas
3&600
rs.«-Semestre
1^050
rs.=BraiíR,
anno
3&600
rs.«
“
Semestre
l$900
rs.
moeda
forte,
ou
8&000
reis
e
tíÚOO
reis
moeda fraca.^Anmincios
por
linha
20
rs.,
repetição
10rs.
Para
os
assignantes
20
®/
0
d
’
abatimento.
BBAGÂ-8&MS4I1W
SJE
0UTUBKO
Londres, a 8 de ©aaísa&r®, «S56.
(A
’
redacçào do iCommercio
do
Minho»]
Muito
estimei
ler
hontem no
Gomrner-
cio
do
Minho
N.°
533,
de
10
do
cor
rente,
—
ura
exceilente
artigo
do
Senr
Machado
Júnior,
epigraphado:
—«O
Maço-
nismo avaliado
por
um
Ministro Protes
tante».
Eu
traduzi
para o
Aptfibilo quasi
integralmente o
discurso
de
Lord
Bea-
constield;
notando como
facto
de grande
signiticancia, o
falar
o
Primeiro
Ministro
Britânico,
pela
primeira
vez
que
tal
acon
teceu,
contra
as
Sociedades
Secretas;
e
isto,
quando
o
príncipe
de Galles
foi
os
tentosamente
posto
aqui
á
testa
da
Ma
çonaria.
Ninguém
faça
porem
grande
cazo
da
anomalia;
por quanto,
l.
“
a
maçona
ria
cá
dentro de
Inglaterra,
é
consentida,
com
a
condição,
que
não
liade
entender
de
modo
algum
com
a
política
ou governo
interiores
do
paiz;
2.°
porque
o
Príncipe
de Galles
não
é
no
negocio
mais
que um
pao-de-cabelleira
dourado, que não
deixa
de
o
ser
apesar
da
douradura.
A. R.
SARAIVA.
Kioiidrea, S de «Sísteaforo,
18J6.
/A’
redacçào
do
«Apostolo».]
I.
—
Ainda
que,
pela posição
geographi-
ca do
Brazil,
e
outras
obvias
circunstan
cias,
a
questão
Oriental, que
vai
em
3
mezes
tem
occupado
tão
intensamente a
Europa,
não
tenha,
em
seus
aspectos
pu
ramente
politicos, interesse para
o
mesmo
B azil
senão
de
natureza
comparativamente
secundaria;
deve
tel-o
de
bastante
valor
para
o
publico
e
leitores
Cathóiicos
do
Império,
em
razão
das
sympalhias
moraes
e
religiosas
que
a
questão
Servio-Turca
necessariamente
está
movendo
no
mundo
civilisado.
E
como
escrevo
deste paiz
onde
a
dita
questão
e
seus
incidentes
têin
occasiona-
do
procedimentos
e
phenómenos
politicos
e
moraes
de
muita
consequência;
por
isso
devo
fazer
da
matéria
uma
parle
princi
pal
hoje
desta
carta;
tanto
mais,
quanto
a
dita
questão
e
seus
incidentes
têm,
por
já
mais
de
dois
mezes,
monopolisado
a
geral
attenção
deste
povo,,
alto
e
baixo,
de maneira
tal
como
apenas
posso
recor
dar-me
de
caso
semelhante,
salvo
o
da
célebre
Reforma
Parlamentar
de
1833.
Um
fado preliminarmenle
digno
de
notar
é,
que
nunca
até
agora,
nem
mes
mo
durante
a
célebre
luta
da
Crimea,
em
1854
e
55,
os orgãos
das
diversas
opiniões
na
imprensa
periódica
tomaram
taes
medidas
para
serem
bem
informa
dos;
lendo
mandado,
todos
os
principaes
delles,
correspondentes
especiaes
mui
há
beis
e
capazes,
ou
procurando-os
nas
localidades principaes
do
theatro
da
luta,
para
os
informarem
dos
factos e
circun
stancias
da mesma,
com
uma promptidão,
exactidào
e
detalhes,
que
só
nos
não
pa
recem
milagrosos,
por estarmos iá
fami-
liarisados
(graças
as
maravilhas
inventivas
e
scientificas
do
século)
com
os
phenó
menos
filhos do
vapor
e
sobre
tudo da
eiectricidade.
infelizmente,
o
interesse
pessoal
e
do
partido,
e a
paixão
politica,
muito
contri
buem
a
desfigurar
e
torcer
a
verdade
real
dos
factos,
atenuando-os,
exagerando-os,
lorcendo-os,
segundo
os
interesses
pes-
soaes
ou
partidários;
aproveitando-se
o
partido
que está
fora
do
poder, de
quanto
pode
transformar,
de
alguma
sorte,
em
culpa
ou
imputação,
já
de
negligencia,
já
de
desacerto, na
Administração
aclual;
da
qual
os
Whigs
ambicionam
de
tomar o
logar.
Que
essa
é
uma das
bellezas
do
systema
inglez,
que
outros
paizes
se
têm
tanto
esforçado de
copiar
e
adoptar,
sem
reflectirem,
que
para o mesmo systema
produzir
os
mesmos
effeitos
que
aqui
pro
duz,
era
preciso
que
outras nações
e
po
vos
possuíssem
o
mesmo caracter,
indole,
circunstancias, históricas,
naturaes,
geogra-
phicos,
habituaes,
&.,
que
em
outros
paizes
se não
dam
como
neste.
Eis
aqui
uma
demonstração
de
um
desses
inconvenientes, que
aqui, todavia,
não
produz as
consequências
que
a
nni-
tação
do
systema
occasiona
em
Portugal
e
Hispanha, em
alguns
Estados
do
qqe
foi
America
Hispanhola,
na
Grécia, e
tal
vez,
até
certo
ponto,
no
Brazil.
O
par
tido Whig,
ou
da
Opposição,
approveitou
a
opportunidade
para
atacar
os
Torys
actuaimente
no
poder,
condenando
a
po
lítica
dos
mesmos
em
relação
a
questão
aclual Servio-Turca;
e sustentando,
que
a Inglaterra
devia
deixar
Turcos
e
Ser-
vios
decidir
a
questão
entre
si;
ou,
por
assim
dizer,
lavar
delia
as
mãos
Inglezas,
e
abandonar
a
Turquia
á
sua
sorte,
ainda
mesmo que
isso
tivesse
por
consequência
o
serem
finalmente
os
Turcos
forçados
a
sahir
inteiramente
da Europa,
e transpor
tar-se
para alem
do Bósphero.
E
’
obvia
a
imprudência
de semelhante
pMitwca,
em
relaçáo
aos interesses
da
In
glaterra;
por quanto,
se
esta
abandonasse
a
questão
dessa maneira,
outras
nações,
a
Rússia
em primeiro
logar,
não guarda
riam
tal
neutralidade.
A
Rússia
ajudaria
sim
a
limpar
a
Europa
dos
Turcos;
mas
tomaria
ella
virtualmente
o
logar
delles;
ou
plantando-se
ella
já;
in
própria
per-
sona
em
Constantinopla,
ou
fazendo dos
territórios acluaes da
Turquia
na
Europa
virtualmente
dependencias
suas
e
vassal-
lagens.
Era
curioso
—
e ainda
é
em parte—o
ler
cada
manhã
nos
largos
cartázes
das
differentes
folhas,
exhibidos, uns
ao
lado
de
outros,
á
porta
dos
numerosos
vende
dores
de
jornaes,
em
um dos
mesmos
cartázes,
annunciada
em letras de
meio
palmo
a
derrota
completa
dos
Turcos
em
tal
combate;
e
ao lado
deste
outro
car-
táz
ou
dois,
do
mesmo
tamanho,
pro
clamando
a
mesmíssima
acção
como
vi
ciaria
esplendida
dos
mesmos
Turcos,
e
derrota
de seus
antagonista-.
Igualmente
os
primeiros
cartázes
de
nunciavam
em termos
da
maior
indigna
ção,
e
com
todas
as
côres
mais negras,
as
violências
e atrocidades
dos
Turcos;
e
o
cartaz
de
outra opinião altribuia
aos
Servios
essas
amabilidades.
A
’
vista
d
’
isto,
eu
pela
minha
parte,
contentava-me
de
ler
assim
branco
e
o
negro
nos
taes
car
tázes;
e
não
me
determinava
a perder
o
meu
tempo
a
ler
duas
relações
das
quaes
uma
tinha
necessariamente
de
ser
falsa;
e talvez
ambas
muito
desfiguradas,
mais
ou
menos
de
proposilo.
Esperava
que
al
guma cousa
apparecesse
em que
podesse
ter-se
mais confiança
de
achar
a verdade;
e
assim
fundar
nisso
algum
juizo
de
pro
veito.
em
uma
questão
de
muito
interesse
na
ve-dade
para
o
inundo
Calhólico
—que
era
debaixo
deste
aspecto
que
a
dita
gran
de
questão
particularmente
me
interessava
e
interessa.
A
circunstancia
mui
notável,
e
na
mi
nha
opinião
importantíssima,
da
imputação
feita
pela
primeira
vez
que
tal
aconteceu
da
parle
de
um
Ministro
Inglez
(é
este
Primeiro Ministro],
de
serem
esses
distúr
bios
no
Oriente
obra das
Sociedades
Se
cretas,
mais
ainda
me fez
desejar
o
encon
trar
alguma cousa
ou relação
em
que
po-
desse
licar-me,
para fazer
juizo
de provei
to
sobre
a
questão
e
guerra
presente.
Lord
Derby, com
o
senso
e
prudência
madura
que se
lhe
reci
nliece,
tratou
de
assegurar-se
da
verdade
real
dos
factos.
Foi,
por
tanto,
uma
pessôa
competente,
conhecedora
do
paiz
e
da
língua
no
theatro
de
acção,
Mr.
Baring,
por
parte
deste
Go
verno.
e
de
sua Embaixada
na
Turquia,
examinar
e
informar-se exactamente
da
10
FOLHETIM
08.
S.
0£ ÍLICEO».
es
ras
ftaeass
ROMANCE BRAZILEIRO
VOLUME
I
jv
Dia
de
finados.
[Continuação]
A
linha
terrível
e anti-religiosa
que
com
tão
máos
resultados
divide
os
filhos de
Deus
em
dois
grupos,
ricos
e
pobres
;
ricos
qne
gozam
e
mandam
;
pobres, que
trabalham
e
soffrem
de
continuo,
estava
traçada
aos
olhos
dos
vivos
;
mas
em
seu
hediondo
aspecto
as
caveiras
pareciam
es
tar
soltando
disformes
gargalhadas
de
es-
carneo
contra prelenções
vãs de
uma
vai
dade
impotente.
E
pois,
apesar
de
tudo,
havia
no
ja-
zgo
a
igualdade
dos
mortos
mal
desfigu
rada pela
desigualdade
dos
vivos.
E
por
entre esses
mausoleos
e
esses
tumulos,
iam
passando
grave
e
tristemen
te
aquelles
que
vinham
chorar
seus
defun-
ctos.
O
silencio
dos
tumulos era
de
instante
a
instante cortado
pelos
soluços
dos
vi
vos,
e
a
sequidão
do
pó recebia as
lagri
mas
da
carne.
A’s
vezes uma
virgem
pallida e
indif
erente
a
tudo
que
a
rodeava,
banhada
em
pranto
de
saudade,
se
deixava
vêr
de
joelhos
junto
de
um
tumulo,
como
a
som
bra
de
um
linado
descançando
sobre seus
restos.
No
meio
d
’
essa
multidão
desolada,
não
se
perguntava,
adivinhava-se
quaes
eram
os
paes,
quaes
as
mães
que
choravam
seus
filhos,
porque
essa dôr profunda
do
coração
falia
mais
alto
e
mais
claro
do
que
todas
as
outras.
Não
era
porém
commum
o
vêr
se
so
bre
um
tumulo deposta a
rôxa
perpetua
pela
mão
da
simples amisade.
Poucos
se
notavam
os
amigos
d
’
além tumulo.
Mas
lá
em
sombrio recanto havia
uma
urna
humilde
e
modesta,
onde
um gran
de
numero
de homens e
mulheres
se
li
nha ido ajoelhar
e
depor
seus
ramo-
de
saudades.
Ora
um
mancebo
luzido e
rico,
quasi
sempre a pobre mulher envolta em
negra
mantilha,
e
o
velho
abatido
e
ma
gro
se
fôra
curvar
ante
esse pó
sem
du
vida
muito
amado.
O
tumulo,
como
dito
fica,
era simples
e
humilde;
tinha
por
inscripção
na
parte
superior
duas
lettras
—
P.
A.
—
e
logo abai
xo
d
’
ellas uma
outra
—
C.
—
Ultimamente
uma
velha
magra,
de
ca-
bellos
brancos
e
olhos
verdes,
e
um
man
cebo
pallido,
de
cabellos
pretos
e
olhos
pardos,
acabavam
de
ajolhar-se
junto
do
tumulo,
e
oravam profundamente.
Um
homem,
a
quem
o
amor
que se
tributava áquelle pó
tão
lembrado
pare
cia haver muito
sensibilisado,
esperou
que
a
velha
e
o
mancebo
se
erguessem
para
fallar-lhes
;
mas
vendo
que ambos
por de
mais
se
demoravam,
aproveitou
um
mo
mento
em
qne
a
mulher
levantou
a
ca
beça,
e
tocando-lhe
no
hombro
pergun
tou
:
—
Senhora,
perdoe
se
a
interrompo;
mas
por
quem
é
que ora
tão
fervorosa
mente
?
—
Pelos
paes
dos
pobres,
respondeu
a
velha.
—
Como
se
chamavam
’
...
A
mulher apontou
para
as
tres
lettras,
e
disse
:
—
Paulo
Angelo e
Celina.
—Ah
!
tem
razão
:
por
minha
vez
re
zarei
por
elles.
A
velha tinha-se
já
outra
vez
mergu
lhado
em
suas
orações.
N
’
esse
momento
aproximaram-se
do
tu
mulo
um
velho
e
duas
senhoras
;
uma
muito
mais
moça
que
se
quiz
logo lan
çar
de joelhos,
e outra também
moça
ain
da,
que
fez
a
primeira
parar
á
força
em-
quanto
se
não
levantavam a
velha
e
o
mancebo.
Teve
então
logar
uma scena
que
at-
trahiu
a
attenção de
quasi
todos
os
cir-
cumstantes.
A
primeira
das recem-chegadas.
que
era
tão joven
como bella,
sustida
á força
por
sua
companheira,
por
entre
um
diluvio
de
lagrimas, suffocada
por
seus
soluços,
en
carava ainda
assim com indisivel mostra
de
gratidão
a mulher
e
o mancebo
que
rezavam
juntos
d
’
aquelle
tumulo
E
o
velho
pallido,
com
os
braços
cru
zados
e
a
cabeça
cabida, chorava, chora
va muito, como
chora
um
pae
pelo
filho
amado
que
lhe
morreu.
Finalmente
a
velha
persignou-se
e
er
gueu-se:
um
logar
ficou
vazio;
o
moço
levantava-se
lambem
por
sua
vez, quan
do
a
joven
escapando-se das
mãos
da
se
nhora
que
a
sostinha,
foi... atirou-se
de
joelhos
ao
pé
da
urna
funerea,
excla
mando
:
—Meu pae!...
minha
mãe!...
O
mancebo,
que
acabava
de levantar-
se,
escutando
aquella
exclamação
doloro
sa,
e
olhando
para
a
pessoa
qne a solta
va,
começou
por
seu
turno
a
soluçar
de-
sabridamente,
e,
sem
querer talvez,
poz
as
mãos
ainda
em
pe,
e
depois
foi
pou
co
a
pouco
curvando-se
até
ajoelhar-se
de
novo.
No
entanto
a
commoção
ou
o
acaso
linha
feito
com
qne se soltasse
a
manti
lha
que
a
velha
trajava
:
e
então
aquella
mulher
alta,
magra,
com
seus longos
ca
bellos
côr
de
neve
cabidos
sobre
uma
saia
de
sarja
preta,
com
as
mãos
postas
e em
pé
por
detraz
d
’
aquelles
dois
jovens,
com
pletava
um
quadro
da
mais
dolorosa
elo
quência.
Conhecendo
que
também
ella
se
fazia
objecto
da
geral
attenção,
apontou
para
o
tumulo,
olhou
com
seus
olhos
verdes
pa
ra
a
multidão
e
disse
:
—
E
’
o
prémio do
justo.
E
desfazendo-se
em
lagrimas,
a
velha
envolveu-se
do
novo
e
rudemente
com sua
mantilha,
e
retirou-se apressada.
A
esse
tempo
lambem
o
mancebo
tinha
já
refleclido
Subre o
que
acabára
de
pra
ticar,
e espantado de
si mesmo,
aprovei
tou
o
instante
em
que
todos
os
olhos
acompanhavam
a
velha,
para
desapparecer
por
entre
os tumulos.
A
’ intelligencia
de
ninguém
será
feita
a
injustiça
de
dizer-se,
como
revelando
um
segredo,
que
essa
mulher
era
Irias,
e
esse
mancebo
Cândido.
Sómente
convém
acompanhai
os
era
sua
volta
para o
Purgatório
trigueiro.
(Continua)
verdade
dos
factos
e imputações
feitas
aos
Bashi-Bazotiks. e
outras tropas
Turcas,
na Bulgaria.
A
informação
de Mr. Baring
era
fundamento
solido
para
Lord
Derby
proceder
como
convinha;
e
sobre
esse
re
latório
escreveu elle ao
Embaixador
Inglez
em Constantinopla o
seguinte
oílicio,
que
só
hontem
se publicou,
e que
inerece
de ser
lido
e
considerado,
como relação
authenlica
de
factos que
parece
cousa
fa
bulosa
darem-se
ainda
neste nosso
século,
tão
afamado
de
sua
civiliasção
Europea
so
bre
tudo.
Oílicio
de Lord
Derby
ao
Embaixador
Britânico
na
Porta,
Sir
Henrique
Eíliot.
«Foreign
Office,
21
de
Setembro,
1876.
Ex.
mo
Snr.
«O
Governo
de
S.
M.
recebeu a
14
do
corrente,
o
seu oílicio
N.°
964.
de
5
do
corrente,
incluído
copia
do
Relatorio
de
Mr.
Baring.
de
sua indignações
á
cerca
dos
ultrajes
ultimamente
commettidas
so
bre
a
população
Christã da
Bulgaria.
«O
Governo
de
S.
M
já
contava,
pe
las
informações
preliminares
de
Mr.
Ba
ring,
remettidas
por
V.
Ex.a,
de ver.
que
os
crimes perpetrados
pelos Bashi-Bazouks
Turcos,
e
pelos
Circacios,
tinham
sido
do
mais
grave
caracler,
e
sente
de
achar
que o
presente
Relatorio
completo
confir
ma
o
mais
plenamenle o
que
se
recea
va.
«Ainda
que
algumas
das
relações
que
se
publicaram se
achou
serem
infundadas,
não
pode
haver
duvida
que
a
conducla
do
Vali
de
Adrianopoli,
ordenando
o
ar
mamento
geral
dos Musulmanos,
conduziu
ao
ajuntamento
de
bandos
de
assassinos
e
rmibadores
que
com
pretexto
de
sup-
prim
r
a insurreição, se tornáram
culpados
de
crimes
que
Mr.
Baring
justamcnte
des
creve
como
os
mais,
odiosos
que
man
charam
a
historia
do
presente
século.
«Alem
disto,
mostra-se
incliisivamente
que
não só
deixou
ver
a
mais
culpável
apatbia
da
parte
da
maioria
das
autorida
des
Provinciaes,
em permittir
ou
connivir
em
taes
excessos,
mas
que
pouco
ou
na
da eífectivamente
se fez
com
o
fim
de
re-
paral-os.
Ao
passo
que
1956
Búlgaros
fo
ram
presos
como
cornplices
de
um
movi
mento
insurrecionario,
que nunca chegou
a
ler
caracter
perigoso,
só
apenas
uns
vinte
dos
assassinos
de
gente
desarmada,
homens, mulheres
e
crianças,
foram
pu
nidos.
Parece
com.
effeito,
que
se
zombou
da
autoridade
da
Porta,
e que
o
Governo
Tur
co
em
Constantinopla
se
manteve
na
igno
rância
da
verdade.
O
Governo
de
Sua
Ma-
gestade
não
pode
suppor
de
outra
manei
ra
possivel.
que
a
Porta
chagasse
a
pro
mover
e
decorar
empregados
cujos
aclos
foram
ao
mesmo
tempo
uma deshonra
e
um
prejuízo
para
o Império
Turco.
,
«O
massacre
em
Batak
diz-se
haver
ti
do
logar
a
9
de
Maio
ultimo,
mas
a
31
de
Julho
parece
ter
sido
ainda desconhecido,
ou
não
se
ter
feito
caso
delle,
pela
Porta;
nem
as
circunstancias
delle
viéram
á
luz
até
que
Mr.
Baring
as
descobriu.
Segun
do
a
sua
informação,
parece
que 80
mu
lheres
e
raparigas
foram
levadas
para
al-
deas
Musulmanas
das
quaes
elle
dá
os
nomes
e
ahi
se
acham
ainda;
que
os
cadá
veres
das
viclimas
assassinadas
se
acha
vam
ainda,
ao
tempo
da
sua
visita,
por
enterrar;
e
que
nada
se
tinha
feito para
descobrir
ou punir
os perpetradores destes
crimes.
<E
’ desnecessário referir-me
eu em
detalhe
ás
diversas
passagens
na
Informa
ção
de
Mr.
Baring
que mostram
quão
ef-
íectivamente
o
fanatismo
e
a
rapina
fizé-
ram
seu
oílicio
na
população
desta
infeliz
Província.
«Ainda
hoje
mesmo
se
está
sem
se
ter
feito
esforço
algum
para
reparar
os
prejuízos
íeitos ao
povo, e
prover
effecti-
vamente á
sua
segurança
futura.
O
gado
que
foi tirado
e
levado, e
as
fazendas que
foram
roubadas,
ainda
se
não
restituíram;
as
casas
e
as
igrejas ainda
estam
em ruí
nas;
o povo está morrendo
de
fome;
a
industria
e a
gricullura
estam
suspendidas;
e
aquellas aldeas
Christãs
que até
agora
escaparam
não
estam
seguras
de
que
lhes
não
chegue
a
sua
vez.
«Aclos
de
violência,
como
o
Mudir
em
Avrat-Alan
confessou,
ainda
continuam,
e
a
Porta
ou
não
pode
impedil-os
ou dor
me.
Já
informei
a V. Ex.
a
da
justa
indi
gnação
que as
relações
publicadas
destas
atrocidades
exciláram
no
povo
da
Grãm-
Brelanha;
nem
posso
duvidar
que
um
sen
timento
semelhante
prevalecera
por
toda
a
Europa.
«A
Porta não
se
acha
em
condição
de
contender
com a
opinião
publica de
ou
tros
paizes,
nem
deve
suppor
que o
Go
verno
Britânico,
ou
qualquer
das
Potên
cias
Signatarias
do
Tratado
de
Parisse
mos
trem
indifferentes
aos
soffrimentos
dos pai
sanos
Bulgaros
nesta
explosão
de
cruel
dade
vingativa.
Nenhuma
consideração
po
lítica
pode
justificar
a
tolerância
de
seme
lhantes
actos;
e
uma das
mais
importan
tes
condições
para a
decisão
das questões
ora
pendentes,
deve
ser
o dar-se
ampla
reparação
aos
que soflreram,
e
o
garan-
tir-se-lhes
a
segurança futura.
«Para
que
as
vistas
do
Governo
de
S
M.
possam
o
mais
eífectivamente
fazer-se
sentir
ao
Soberano
que
recentemente
foi
chamado
ao throno
Ottomano,
deseja
o
Governo
de
S.
M
que
V.
Ex.a
peça
úma
audiência
pessoal
do
Sultão,
e
lhe
com-
munique
em
sustancia o
resultado
das
in
vestigações
de
Mr.
Baring.
mencionando
nominalmente
Shefket
Baxá,
ilafez
Baxá,
Tossous
Bey, Achmet Aga,
e
os
outros
empregados
ofliciaes
cuja
conducla
elle ha
denunciado.
«Requererá
V.
Ex.
a
,
em
nome
de
Sua
Magestade e
do
Seu
Governo,
reparação
e
justiça, e insistirá
por
que
se
comece
immedialamente
a
reconslrticção
das
casas
e
igrejas,
e
se
preste
o
necessário
au
xilio
para
o
restabelecimento
de benefícios
e
outras
industrias,
assim
como
para pro
ver
ao
allivio
dos
que
foram
reduzidos,
á
pobreza;
e
sobre
tudo,
fará
senlir,
que
é
ponto
de
absoluta
necessidade
o buscar
as
80
mulheres
e
restituil-as
ás
suas
famí
lias.
«Igualmente
insistirá
V. Ex.
a
em
que
nas
localidades
mesmo
onde
foram
com-
meltidos
os
crimes,
se
façam
castigar
se
veramente
os que
foram
conniventes
ou
tornáram
parte
nas
atrocidades.
As
pes
soas
que
foram
decoradas ou
promovidas
por
falsa
impressão
ou
ideia
que
se linha
de
sua
conducla,
devem
ser
processadas
e
degradadas,
quando
isto
se
não
tenha
já
feito,
e
não
deve
poupar-se
esforço
pa
ra
restabelecer
a confiança publica.
Com
este
objecto,
seria
de
aconcelhar,
parece,
como
medida
provisória,
e
sem
prejuízo
de
quaesquer arranjos
futuros
que
possam
fazer-se
de
concerto
com as
Potências,
o
pôrem-se
os
dislrictos
perturbados
sob
a
autoridade
de um
Commissionado
energico,
especialmente
nomeado
para
o
caso,
o
qual,
quando
elle
proprio não
seja
Chris-
tão,
tenha
conselheiros
em
que
a
popula
ção
Christã
possa
depositar
confiança.
«Deverá
V.
Ex.
a
lambem
falar
em
termos
os
mais
energicos
do
desleixo
das
autoridades
locaes,
e
da
insuíliciencia
da
devassa
tirada
por
Edil
Effendi,
em
cuja
informação,
ollicialmente
communicada
ás
Potências,
agora
parece
não
poder-se ter
confiança.
«Para
que
as
representações
de
V.
E.
sejam
bem
entendidas, dará ao
Grão
Vi-
zir,
na
conclusão da
audiência,
um
rae-
moranduin
das
reflexões
que,
por
ordem
da
Rainha V. E. assim
teve
inslrucção
de
dirigir
a
S. M.
o
Sultão,
etc:—
Derby.
t>
Parece-me
que
nas
circunstancias
actuaes,
em
que
a
maior
altenção,
solli-
citude
e
interesse
desta
nação
se
acham
concentrados
na questão
do
Orienle,
e
qua-
si
de
ouira
cousa
se
não occupa
a
Im
prensa
e
o
publico
Inglezes
com
o
dizimo
da
altenção
que
dá
a estes
negocios,
con
vinha
fazer
eu assim deste
o
principal
ob
jecto
desta
carta.
II. —
Suas
MageStades
o
Imperador
e
Imperatriz
do
Brazil
poderám
observar
de
perto
as
peripécias
actuaes
deste
negocio
Oriental;
pois nos
papéis
de
hontem
se
lê
um
telegramma
do
Constantinopla do
dia
5,
que
diz:
—
«O
Imperador
e
a
Impe
ratriz
do Brazil
foram
hontem
visitar
o
Sultão,
que
immedialamente lhes pagou a
visita.
»
III.
—
E
’
phenomeno
político
aqui
muito
estranho
e
desusual,
que n
’
uma
questão
de
política
fundamental
Ingleza,
qual
é
a
questão
do
Orienle,
se
tenha
manifestado
grande
divisão
de opiniões;
e
que
o
insZín-
clo,
por
assim
dizer,
deste
povo,
que
lhe
faz
quas
sempre
discernir
como
por
sim
ples
intuição,
e
approvar
o
que
importa
aos
interesses
nacionaes,
tenha
desta
vez
errado
E
’
condição
fundamental
da
política
Brilanica
a
conservação
da
Turquia,
e
da
sua
Capital
em
Constantinopla; e
to
davia
desta
vez
tal
foi
a
influencia
da
im
prensa
jornalística,
que
a grande
maioria
da
opinião
já
desejava,
não
importa
a
que
preço, que
os Turcos
se
expellissem
de
toda
da
Europa.
A
Opposição,
e
virtualmente
o
testa
delia
Mr.
Gladslone (que
evidentemenle
começa
a
mudar de
sua opinião
que
pa
recia
ler,
de
mais não
querer
jurar
como
chefe
de
partido),
aproveitou
o
ensejo da
irritação
contra
os
Turcos,
para se
collo-
car
á
lesta
delia, e
assim
tornar-se,
de
facto,
novamente
o
pertendente
ao
logar
de
Primeiro
Ministro,
se
o
Governo
actual
viesse
a cahir
em
consequência
da actual
Questão Oriental.
Esiou
convencido porem,
que
não
ha
de
tardar
a
manifestar-se
uma
reacção a
este
respeito;
para o
qual o
oílicio
de
Lord
Derby que
traduzi
e
transcrevi
na
integra
hade
muito
contribuir.
Sobre
tu
do
começando-se
a
entretar
aqui,
na
maio
ria
do
povo,
grande ciume
e
desconfian
ça da
Rússia,
a
quem
geralmente
se
at-
tribue
o
ler
incitado a
Servia
a
metter-
se
na
guerra
actual.
Não
ha
duvida,
quan
to
a
mim,
que da conducla
e
determina
ção
da
Ruasia,
dependerá
o
comporem
se
as cousas
no Oriente,
ou
haver
uma
gran
de guerra.
A
minha
impressão
é,
que
não
chegaremos
a
isso.
—
A.
R. SARAIVA.
(Para
o «Commercio
do
Minho>.J
Aqui
hoje
mesmo
o
publico
olha
quasi
como
certa
a
guerra
entre
a
Turquia
e
a
Rússia,.acreditando-se,
que o
Governo
Russo
mesmo
poderia
mal
resistir
á
opi
nião
publica
que
o
impelle
á
guerra.
A
mim
custa-me
ainda
a
crer,
que
as cou
sas
cheguem
a
esse extremo;
porem
os
eiempntos
da tempestade
estão
engrossan
do
tanto,
que
lambem
é
muito
possivel
que
não
haja
meio
de impedir a tormenta.
A.
R.
SARAIVA.
C»niribniçõew.—
Desde
2
de
novem
bro
a
1 de
dezembro
proximos
estará
aberto
o
cofre
da
recebedoria,
para a co
brança das contribuições
predial,
e
deci
ma
de juros do
corrente
anno.
Acha-se
já
aberto para
as
contribuições industrial
e
de
rendas
de
casas
e
sumpluaria
de
1875.
«Progresw
Potnbnletme».
—
Con
sta-nos
que
vae
começar
a
publicar-se
na
villa
do
Pombal
um
periodico litterario
e
scienlifico.
Terá
por
titulo
«Progresso
Poinbalen-
se»,
e
será
collaborado
pelo
snr.
dr.
Li-
no
de
Macedo,
uma
das
nossas
illuslra-
ções
contemporâneas.
Ao
a.3orna! do Minho».—As pa
lavras
que
o
collega
do
«Jornal
do
Minho»
escreve,
com
pretensões
de resposta
ás
que
lhe
dirigimos
em
o
nosso
n.
e
prece
dente,
não
aspiram,
não
podem
aspirar,
a
uma
replica
séria.
Nesse
caso,
boas
noites.
Festejos
«3o
1de
Mezetnbro.
—
A
cidade
de
Braga, esse códice
de
gra
tas
e
gloriosas
recordações
históricas,
on
de
o Christianismo se
fez ouvir
muito
antes
que
na
própria
Roma,
capital
dos
Papas;
a
rainha do
E'ste,
glorioso
berço
d
’
Apimano,
terror
e
açoute
dos
romanos,
e
berço
não
menos iilustre
de
Álvaro
de
Braga,
um dos
companheiros do
Gama
na
memoranda
expedição
ás
plagas
de
Cale-
cut; vae este
anno
festejar
na
fórma dos
annos
anteriores
o
dia
do
anniversario
do
grande,
glorioso
e
nunca
esquecido
l.°
de
Dezembro
de
1610.
Embora
para muitas
cidades
esse
sau
doso
dia
já tenha
passado á
historia;
em
bora
muitos
digam
que
os
festejos
do
anniversario
da
Restauração
de
Portugal
são
extemporâneos;
nós,
os
bracarenses,
lembrando-nos
do
que
foi
Portugal
no
tempo
áureo
de
D.
Manoel,
e
meditando
depois
no
rumo
que
tomaram as
nossas
conquistas
d’
além-mar e
os
nossos
dinhei
ros
nos
tempos
ominosos
e
nefastos
dos
Philippes,
achamos
sempre
bem cabidas
estas
festas,
por mais
extraordinárias
que
pareçam
a
todos
os
imbecis
que
porven
tura
por
’hi
formiguem.
0
corpo
académico bracarense
—
e
hon
ra
lhe
seja
por
isso
—não
querendo
deixar
em
silencio,
o
anniversario
glorioso
da
nossa independencia,
acaba de
eleger
a
commissão
que
este
anno
hade
traclar
dos
festejos,
e
que
se
compõe
dos seguin
tes
ill.‘
“
uS
e
ex.
,ULS
snrs.:
Presidente.
—
Dr.
Manoel
Messias
Men
des
Fragoso.
Vice-presidenle.
— Dr.
Patrocínio
da
Costa.
1.
®
secretario.
—
Alferes
Zeferino
Mo-
raes
da
Moita.
2.
° secretario.—José Valerio
Capella-
Thesoureiro.—
Manoel
Joaquim
da
Gos
ta
Machado
Villela.
Vogaes.
—
Alberto José
Fernandes.
Albino
Cândido
Ferreira
Pinto
da
Cu
nha.
Annibal
Luiz
Pereira
da
Silva.
Antonio
Augusto
Soares
Leite.
Antonio
Júlio
de
Miranda.
Antonio
Luiz
de Souza
Ribeiro.
Antonio
Maria
Alvares
de Moura Durão.
Antonio
Miguel
da
Costa
Almeida
Fer
raz.
Augusto
Cesar Bizarro.
Avelino
Joaquim de
Meirelles.
Celestino
Gaudencio
Ramalho
de
Bar-
ros.
Domingos
Lopes
Ferro.
Fernando
Antonio
Ferreira
Fontes.
Francisco
Perestrello
d’Alarcão
Mari
nho.
Geraldo
Leite
Pereira
d
’Azevedo.
João
Augusto
Taveira
Catalão.
João
de Novaes.
José
d
’Annunciação Pinto.
José
Antonio
Chôa.
José
Maria
Novaes
Coutinho.
José
da
Silva
Lata.
Lino
Antonio Rebello.
Luiz
Augusto
de Sousa
Sanches.
Manoel
Vieira
d
’
Andrade.
Miguel
Baptista
da
Silva.
Honra?
pois,
á
cidade'
de Braga
que
acalentou
a
liberdade
do
reino
e
prova
que
não
esqueceu
os
seus
mslinctos;
e
nem
admira
porque
já
o
disse o
notável
poeta,
o snr.
Sebastião
Pereira
da
Cunha:
Braga,
a
princeza
de remota
éra,
Virtude
austera
ainda
conserva
e
a
fé;
E
eleva
ás
nuvens em
padrões
de
gloria,
A
nobre
historia,
de que herdeira
é.
Carta.
—
A
«Nação»
publica
uma
no
va
carta
do
snr. conde
da
Redinha.
dan
do
circunstanciada
noticia
do
casamento
da
Senhora
D. Aldegnn
les
Bragança.
franscrevel-a-hemos
no
proximo
n.°
Ueixas.—
0
snr.
Domingos
José
de
Carvalho
e
Silva,
de cujo
fallecimento
dê
mos
noticia,
deixou
ao
hospital
de
S. Mar
cos,
360,5000
reis;
ao
Bom
Jesus
do
Mon
te,
200$000
reis;
ao
Asylo
dos
Entreva
dos, 300^000 reis;
ao
convento das
The-
rezas,
203000
reis;
ao
da
Penha, 203000
reis;
e
a
cada
uma
das
recolhidas
dos
conventos
de
S.
Domingos
da
Tamanca
e
das
Convertidas,
480
reis.
CossBwrsos.
—
Por
ordem
de
Sua
Exc.a
Rev.
raa o
Snr.
Arcebispo
coadjutor
e
futuro
successor d’este Arcebispado
Pri
maz,
terá
logar
nos
dias
8,
e
9 e
10
do
proximo
mez
de
Novembro,
no
Paço
Ar-
chiepiscopal,
a
começar
pelas
9
horas
da
manhã
de
cada
um dos
ditos
dias,
os
exames
por
provas
publicas
para
o provi
mento
das
egrejas
vagas
de
Santa Comba
de
Regilde,
S.
Thomé
de
Friande,
S.
João
Baptista
da
Queijada,
e Santa
Maria
dos
Anjos,
da
villa.de
Monsão;
sendo
no
primeiro
dia
as
provas escriptas,
e
nos
dons
seguintes
as
oraes.
Estraetos.—
Da
correspondência
de
Paris
para a
«Palavra»
faremos
os
seguin
tes
estrados:
Annuncia-se
das
diíferentes
partes
da
França
que
as
petições
ao senado
em
fa
vor
da conservação
das
capellanias
milita
res
são
em maior
numero
do
que
geral-
mentè
se
suppõe; em
quasi
todos
os
de
partamentos
se
cobrem
estas
petições
de
numerosas assignaturas.
Os
prefeitos,
que
são na
sua
maioria
republicanos,
julgaram
dever
indicar
ao
ministro
do
interior es
te
movimento
da
opinião
publica
que
se
manifesta
abertamente,
até
nas
regiões
em
que
o
sentimento religioso não
costuma
ser
excessivo:
Devem
ahi estar
lembrados
da
celeuma
que
se
levantou
a
proposito
d
’uma
calum-
nia
de certos jornaes
que
pretendiam
que,
por
occasião
dos
últimos
exames
no
con
curso da
eschola
polytechica,
os
discípulos
dos
Padres
Jesuítas conheciam
de
antemão
os
ponctos. O
Padre
du Lac
não
deixou
passar
em
silencio
este
boato
e
intentou
um
processo
contra
os
jornaes
que
o
ti
nham
diffamado.
Hontem
o
tribunal
das
appeílações
correccionaes
pronunciou-se
a
este
respeito,
condemnados
as
folhas
ac-
cusadas
em
2.000
francos
de
multa
e
na
inserção
da
sentença
em
dez
jornaes
de
Pariz
e
vinte
dos
departamentos. Queira
Deus
que este
exemplo
sirva
de
lição
á
imprensa
radical.
6br
*
«
publieM.—
O
governo
appro-
vou o
contrato
com
a
casa
Eiffel-para a
construcção
da
ponte
mixta
sobre
o
rio
Lima,
em
frente
de
Vianna
do
Castello.
Esta
ponte
servirá
tanto
para
o
cami
nho
de
ferro
do
Minho,
como
para
a
via
ção
ordinaria.
€o:i«piraçsio republicana
descn-
berta
ran Hespanha.
—
Lc-se
no
«Jor
nal
da
Noite»,
de
25:
Um
capitão
de
Miqueletes
snrprehen-
deu
na passagem
do Bidassoa, uma
mu
lher
que
trazia
documentos
importantes
de
uma
conspiração
republicana;
os quaes
disse
lhe
haviam
sido
entregues
em Hen-
daya.
Os
documentos
vinham
em
cifra,
mas
já
estão
traduzidos:
entre elles contam-se
nomeações,
e
outros
pormenores
de
impor
tância.
Em consequência
íizeram-se
bastantes
prisões
em
Madrid,
e
nas
províncias.
En
tre
os
presos
conlam-se
o
general
Morel-
lo, antigo
amigo
e
parcial
de Pim,
muito
conhecido
em
Portugal,
onde
esteve
emi
grado;
o
general
Burgos que também
se
achava
compromeltido,
conseguio
escapar
á
policia
que
debalde o
procurou.
Também
foram
presos
os
brigadeiros
Loiío,
Viiacampa,
e Meriné,
e
o
coronel
Catalá,
e
outras
pessoas
conhecidas
como
affeclas
ás
doutrinas socialistas
ou
refor
mistas.
Algumas
das
pessoas
presas
tinham
comsigo
documentos
de
bastante
impor
tância
que
lhes
foram aprehendidos.
Entre
os
presos
figura
um director
de
correios
que
se
julga
estar
mui
compromettido.
A conspiração
era
ramada
por
Zorrilla
que
aclualmenle
se
acha
em
Paris,
onde
como é sabido
publicou
o
celebre
mani
festo socialista
em
colaboração
com
Sal-
meron.
Tinha
ramificações
em
Bilbao
Santan-
der,
e
outros
silios
onde
foram
effectua-
das
bastantes
prisões.
faSIeesdoB.—
No
Rio
de
Janeiro
íalleceram
os
seguintes:
Em 3<i
de
setembro: Antonio
Maria
de
Oliveira
Marques,
40
annos;
Manoel Go
mes, 80;
Antonio
Joaquim
Xavier
de Li
ma,
27.
Em
1
d
’
outubro:
Antonio
da
Silva
Louzada,
50
annos;
Manoel
da
Fonseca
Marinho,
36;
Manoel
Rodrigues
Soares,
42.
Em
2:
Francisco
José
dos
Santos,
60
annos;
Antonio
José
Machado,
32;
Anto
nio
Ferreira
de Sousa,
39.
—
Em
Pernambuco
falleceratn
em
22
de setembro
Antonio José
de
Mello,
43
annos;
em
23,
Francisco
José
Simões
42.
Teaisimertâo do joa-canl liespn-
nEiol
«La
Tribuna»
-Lê-se
na
«Cor
respondência
da
Figueira»:
«La
Tribuna», ao
golpe
da
terceira
sentença
do
tribunal,
declara-se
moribun
da,
e in
exlremis
outhorga o
seguinte
en
graçado
testamento
:
—
Na
cidade
de
Madrid,
aos
10
de ou
tubro
de 1876, perante mim,
D.
Capri
cho Dictadura, tabellião
publico do
desius
trado
collegio
da
situação,
compareceu
«La
Tribuna,
de
quatro
mezes
de
edade. don-
zelia
residente na
rua
dos
Canos
n.°
1.
quarto
principal,
a
qual,
no
perfeito
uso
das
suas
faculdades
intelleclnaes
e
no
ex
ercício
dos
seus
direitos
civis,
fez
as
dis
posições
seguintes:
1°
Lego
o
meu
espirito
á
democracia
e
o
meu
corpo
magoado
e
maltratado
ao
fecundo campo
das
idéas.
para
que
a
sua
seiva
conserve
frondosa
e verdejante
a ar
vore
da
liberdade,
e
para
que
á
sua
som
bra
possam
corvar-se
os
que
hoje cami
nham
peio
deserto
da
reacção.
2.
°
Lego
ou meus
haveres consisten
tes
de
uma
inquebrantável
fé
e
uma
justa
esperança,
aos
que
presentemente
se acham
opprimidos,
vexados
e
declarados
illegaes,
e,
ainda
assim,
mantém em
seus
peitos
o
fogo
inextinguível
e
sagrado
da
idéa
rege
neradora.
3.
°
Deixo
ao
ex.'"°
snr.
D. Antonio
Canoras
del Castilloos
numeros
do El
Tiem-
po
em
que appareceu inseria a
brilhante
defeza
dos
seus
esboços
históricos,
e
uma
onça
tília
para-acalmar
a
sua
irritação
ner
vosa,
quando
a
consiencia
política
lhe lan
ce
em rosto os
transes
porque
me fez
passar.
4.
°
Idem
ao
snr.
Romero
Robledo
a
cópia
do discurso
que
pronunciou
nas
cortes
constilinles
de
1869
por occasião
de
se
discutir
o suffragio universal,
para
que
se
tome
em
consideração
um
paragra-
fo
em
que profetisou
com
asperas
frases
o
que
havia
de
acontecer
seis
annos
de
pois.
5. °
Idem.
ao
snr.
Ayala
uma
collec-
ção
do
El
Padre
Cabos,
um
exemplar
do
manifesto
de
Cadix, e
uma
cópia
das
ba
ses
do
empréstimo
cubano,
para
com
el
les
compôr
o
brazão das
suas
façanhas
políticas.
6.
°
Idem,
ao
snr.
conde
de
Toreno
uma
caixa
de
pennas
para
o
dia
em
que
se
resolva
a
molhar
na
tinta
a
que
tão
pura
conserva
e
para
quando, contra
to
dos
as
probabilidades,
o
applauso
do
pu
blico o
incite
a
continuar
escrevendo.
7.
°
Idem
ao
snr.
D.
Giacia
Rarzalana
(D. José),
a cópia
de
um
piano
financei
ro para com
elle
arrogar-se
importância,
fingindo
que
é .seu,
zombando assim
de
quantos
lhe negam capacidade
para
o
alto
cargo
que
desempenha;
pedindo-lhe
ao
mesmo
tempo
que
visite
dona
Baldomero.
senhora
que
empresta
dinheiro
a
240
por
cento ao
anno,
para
que
seja
applicado
o
dito
systema
ás transacçóes que hoje
em
dia
faz o thesouro.
8.
°
Dos
jornaes
com
que
eu
tenha
ti
do
pequenas
desavenças,
espero
merecer
o
lavor
de
me
encommendarem
nas
ora
ções,
encargo
que
julgo
que
hão-de
cum
prir
com
summo
gosto
e
particular von
tade.
9.
°
Quero
ser
sepultada
no
cemiterio
do
Futuro,
e amortalhada
na
contiluição
de
1869.
Também
quero
que
me
não
pranteiem
parentes
nem
amigos,
e
antes
se
consolem
com a
citação:
—
E
no
tercei
ro
dia resurgiu
d’entre
os
mortos.
10.
°
Nomeio
por
testamenteiros
ao
snr.
D.
Pedro
Mendo
de
Figueirôa,
fiscal
da
imprensa,
e
ao
snr.
Braz
Marin y
Le-
rin,
supra
do
dito
fiscal,
para que
possam
proceder
como
até
agora
em
tudo
quando
Comigo
tiver
alguma
relação,
restando-me
agradecer-lhes
pelo
modo
mais expressivo
as
infinitas
finezas
que
lhes mereci
em
quanto
fui
viva.
Assim
o
declara,
quer
o
authorga,
sen
do
testemunhas
A
Liberdade,
O
Direito e
A Justiça,
as
quaes
conheço
por informa
ções. E
firmam
este
documento
que
eu
tabellião
rubrico
e
assim
em-publico
e
ra
so.
—
Em
testemunho de
verdade.
—
Seguem
as
assignaturas.—Ha
um
signal
represen
tando
q
via
crucis
da
imprensa.
—
E
’
copia
fiel.
Oecorreneia «Sesag
ratíísvel
eaatainlio
«Se
fea-a-s».
— A
’
chegada
do
comboyo
n.°
1,
procedente
do
sul, á
es
tação
d’
esta
cidade, na
tarde de
22 do
corrente,
differentes versões
aterradoras
se
espalharam
alli,
atlirmando-se
ler
ha
vido
um
attentado
de
salteadores, dispa
rando-se
tiros
dentro
d
’
um dos
compar
timentos,
e
precipitando-se
sobre
a
linha
um
dos suppostos ladrões
e
um
inglez.
que
fora
o que
disparara
o
seu
rewolver.
A
noticia
d
’um tal successo
produziu
sen
sação,
e
tanto
mais,
porque
parecia
en
volto
cm
sombras
mysleriosas,
como
ef-
fectivamente
ainda
se acha o
facto
occor-
rido,
e
ainda
mais
pela
circumstancia
de
se
ter
dado
fogo
pela primeira
vez
den
tro
dos
comboyos
nas
nossas
linhas
fer-
reas,
o
que
dá a
certeza
de
que
já
não
ha
segurança
para os possageiros
que
por
alli
transitem,
e que
portanto
correm
o
perigo
de
ser
assassinados
ou roubados
I
Procuramos
averiguar
o
que
se
passára
e
podémos
colher
as
seguintes
informa
ções
:
Na estação
de Payalvo
entrára
o
snr.
Francisco
Antunes
dos Santos e
tomou
logar
de
3.
a classe,
onde
ia
um
indiví
duo
bem
trajado,
e
que
sempre se
man
tivera
silencioso.
O
snr.
Santos,
estando
fatigado,
deitou-se
sobre
um
dos bancos
da
carruagem
em
que
ia
e
adormeceu
de
modo,
que
nada
mais
sentiu
do
que se
passara
junto de si.
Porém
em
uma
es
tação
próxima
de
Coimbra
acordou
e
ob
servou,
que
para a mesma
carruagem
en
traram
ires
homens,
sendo
um
de notável
robustez;
reparou
mais
que
os
tres
adven
tícios,
travando
animada
conversação,
of-
fereciam
cigarros
e
vinho ao supra men
cionado
indivíduo,
que
vinha
silencioso,
como
fica
dito,
mas
que não
acceitou,
agradecendo.
O
snr.
Santos
tornou
a
ador
mecer
e
entre
a
estação d
’
Oliveira
do
Bair
ro
e
Aveiro
despertou
sobresallado
pela
de
tonação
de
tiros
de
rewolver
e
viu
que
o
carro
estava
cheio
de
fumo
e
que
um dos
indivíduos
sahia
precipitadamente
por
uma
janella
e
outro
se
evadia
pela
porta
do
la
do
opposto,
em
quanto
que
um
terceiro
cahia
ferido a
seu
lado
e
outro
se
occul-
lava
debaixo d
’
um banco
da
carruagem.
O
snr.
Santos
!evantou-se
e aproximou-
se
da
porta
que
estava
aberta,
e
viu
que
no
estribo
eslava
o
indivíduo
que fôra
seu
companheiro de
viagem
desde
Payalvo,
o
qual
desfechou
para
a
carruagem
outro
ti
ro
de
rewolver,
sentindo
o
snr.
Santos
na
face o
calor
do
fogo,
tão
perlo
lhe pas
sara
o
tiro;
retirou
para o
interior
da
car
ruagem
e
sobre
o banco
viu
então
um
relogio
e dinheiro,
que
julgou
pertencerão
indivíduo
com
quem
viera
de
Payalvo
e
que
fugira,
suspeitando então
que
os
tres,
que
haviam
entrado
em
Coimbra,
o
tinham
roubado,
ou
pretendido
roubar.
Pergun
tando então
a
quem
pertenciam
taes
valo
res,
o
indivíduo
que
estava
debaixo
do
ban
co
apoderou-se d
’elles
e
o que
estava fe
rido
levantou-se
e
pediu
ao
snr.
Santos,
que
lhe
examinasse
a
ferida,
que tinha
no
pescoço,
da
qual
escorria
sangue.
Convenceu-se
então
o
snr. Santos
de
que
tinha
ante si
dois
ladrões, ou
assassi
nos,
e
fez-lhes
ver,
que
os
fereria
com
uma
navalha
que
empunhava,
se
se
lhe
aproximassem
;
mas elles
insistiam
e o
snr.
Santos
foi
contendo
n
’
elles,
ameaçando-os
com
um
rewolver.
que
dizia
trazer
com
sigo,
até
que
chegou
á estação
d
esta
ci
dade,
onde
referiu
ao
respectivo chefe
o
que
se
passara,
sendo
alli presos
os
as
saltantes.
() que
se
precipitou
na
linha
e
que
se suppõe
pretendera
roubar
o(in-
glez,
snr.
James Reane, chama-se
José
Mur
ta.
Os
que
toram
presos
são
Domingos
Ro
cha
e
José
Fernandes
Mano.
O
inglez,
snr.
James
Reane,
foi
en
contrado
na
linha
bastante
magoado
e se
guiu
para
esta
cidade,
aonde se
acha.
As
auctoridades
proseguem
ás
indaga
ções
necessárias,
a
lim
de
colherem
os
es
clarecimentos
de
que
carecem,
para
desc.o
brirera
a
nova
companhia
de
olho
vivo,
se
é
que
existe
e
tratarem
de
lhe
dar
caça.
Sabemos
que
para
aclivar
este
serviço
vieram
ordens
positivas
do
snr.
ministro
do
reino,
e
é
de
crer
que
sejam
cumpri
das
escrupulosamente.
Assim cumpre
fa-
zel-o
ás
aucluridades
competentes.
Eis
as
informações que
temos
ácerca
de
tão
desagradavel
oecorrencia.
(Campeão
das Provindas.)
Telegritmmaa <Se LiMboa.—
LIS
BOA
26.
—
Na commissão
de reforma
da
instrucção
secundaria
houve
larga
discus
são
ácêrca
do
methodo
dos
seus
trabalhos,
concluindo,
por
se
resolver
que
se
formu
lasse
um
questionário.
Foi
exonerado
do
seu
cargo
o admi
nistrador
do
concelho
da
Figueira.
Foi
nomeado
primeiro
oíficial da
se
cretaria
oa
Universidade
de
Coimbra
o
snr.
Sebastião
de Vasconcellos,
e
segundo
official
o snr. Conceição
Alves.
Foi
agraciado
com
a
carta
de con
selho
o
governador
de
Macau.
Foi
agraciado
com
a gran-cruz
da
Or
dem
de
Nossa
Senhora
da
Conceição
de
Villa
Viçosa
o
presidente
do
conselho
de
ministros
do
império
do
Brasil
;
idem,
o
ministro
dos
negocios
estrangeiros
da
mes
mo
império
; com
a
commenda
da
raesma
Ordem,
o
snr.
João
Carneiro
do
Amaral;
idem,
o snr.
Joaquim
Teixeira
de
Mace
do;
com
o
habito
da
mesma
Ordem, o
snr.
Vicente
Antonio
de
Andrade;
idem,
o
snr.
José
Bernardes
da
Silva.
Foram
approvados
os orçamentos
das
camaras
de
Villa Flór
e
Gouveia.
Cotações
da
Bolsa
:
inscripções,
46,96
e
46,06;
acções
do
Banco
de
Portugal,
559-3500
reis;
obrigações
prediaes
de
as
sentamento,
913800
reis;
obrigações
dos
caminhos
de
ferro
do
Minho
e
Douro,
rs.
Á
TODOS
sem
medicina,
pur
gantes
nem
despezas
com
0
uso da
delicio
sa
farinha
de
saúde,
DU
BARRY
de
Londres.
S®
sasanws
d’
lnvaB
*
iaveI
gueeeuu
4
Qualquer
doente
acha
por
meio
da
deliciosa
Revalesciére,
saude,
energia,
ap-
petite,
boa
digestão
e
bom
somno.
Cura
as
indegestões
(dispepsia)
gastricas,
gas
tralgias,
flegmas, arrotos, ventos,
flatos,
amargôr
na
bocca,
pituitas,
nauscas, vo-
mitos.,
irritação
intestinal,
diarrea,
disente
ria,
collicas,
asthma,
falia
de
respiração,
oppressão,
congestões, mal
aos
nervos,
diabethe,
debilidades,
todas
as
desordens
no
peito, na
garganta,
do
alito,
das bron
chiles,
da
bexiga,
do
(igado, dos
rins,
dos
Intestinos,
da mucosa,
do
cerebro
e
do
sangue
:
75:000
curas entre
as
quaes
con
tam-se
a
do
duque
de
Pluskow
e
da
ex.
”
'3
snr.a
marqueza
de
Bréhan,
do doutor
Manuel
Saens
de
Tejada
da
universidade
de
Cordova,
etc.
etc.
Adra,
província
de AImeria, (Hispanha),
10
de
outubro
de 1867.
Meus
senhores:
—Tenho
a
satisfação em
fazer-lhe
scienle
que
minha
filha
com 0
uso d
’esla
deliciosa
farinha
chamada
Re-
valescière
eboeolatada,
curou
radi
calmente
de
uma
erupção cutanea,
que
lhe
impedia
dormir
por
causa
da
comixão
insuportável
que
padecia.
—
De
V.
S.
a
al
terno
venerador,
P
errin
de
la
H
ittoles
,
ao
Visconsulado
de
França.
Cura
78:421.
(Herpes)—
Valença 14 de
setembro
de
1873.
Uma
minha
amiga
que padecia
havia
muitos
annos
de
Herpes,
foi
curada
com
pletamente
com
a Revalesciére.—J.
B
atl
-
lori
, fabrica
de
massa,
Praça
de
S.
Ca-
tharina,
9.
Cura 56:936.
Ba
r (Baixo
Reno) 4
de
junho
de
1862.
Senhor
:
—
A
Revalesciére
tem
feito
na
minha
pessoa
uma
mudança
maravilhosa,
tendo
readquirido
não
sómente
as minhas
forças,
mas
também
parecendo-me que
es
tou
completamente
remoçado,
tornou-me
0
appetite,
que
desde
muito
tempo
linha
per
dido,
e
a
oppressão
e 0
pezo
que
padecia
haviam
já
40
annos,
já
não
me
atormen
tam.
D
avid
R
uff
,
proprietário.
Seis
vezes
mais
nutritiva
do
que
a
car
ne sem esquentar,
econotnisa
cincoenta
vezes
0
seu preço
em
remedios.
—
Preços
lixos
da
venda
por
miudo
em
toda
a
pe
nínsula
:
Em
caixas
de
folha
de
lata,
de
*
/
4
kilo,
500
; de
*
/
s
kilo
800
rs
;
de
um
kilo.
13400
reis;
de 2
kilos,
33200
reis;
de
6
ki
los,
63400
reis,
e
de
12
kilos,
123000
reis.
Os
biscoitos
da
Revalesciére
que se
po
dem
comer
a qualquer hora,
vendem-se
em
caixas
a
800
e
13400
reis.
O
melhor
chocolate
para
a saúde
é
a
rSevaSeseâère
elioeolatada 4
ella
res-
tuue
o
appettite,
digestão,
somno,
energia,
as
carnes
duras
ás
pessoas,
e
ás
creanças
e
mais
fracas,
e
sustenta
dez
vezes mais
que
a
carne,
e
que
0
chocolate
ordinário,
sem
esquentar.
Ém paus,
ou
em
pó
em
caixas
de folha
de
latadelO
chavenas,
500
reis
; de
24
chave
nas,
820
reis
;
de 48
chavenas,
I34OO
; da
120
chavenas,
33200
reis,
ou
25
reis
cada
chavena.
JBA»aiV
»u
tt.AZlItY
«fc
C.1 — Pla-
ce
Vendòme,
26,
Pariz;
77
Régent
Street
Londres
;
Valverde,
1,
Madrid.
Os
pharmaceuticos,
droguistas,
mer-
cieiros,
etc.,
das
províncias
devem
diri
gir
os
seus
pedidos
ao
deposito
Central;
snr.
Serzedeilo
&z
C.
a
Largo
do
Corpo
Santo
16,
iLisboa,
(por grosso
e
miudo);
Carlos
Barreto, rua
do
Lorelo,
28;
Bar
rai
&
Irmãos,
rua
Aurea,
12.
PairZe,
J.
de
Sousa
Ferreira
&
Irmão, rua
da
Ba
nharia
77;
de
Sequeira
;
J.
Pinto;
Desf-
ré
Rahir;
Coioasba-s,
V.
Botelho
de
Vas
concellos
;
Aveiro,
F.
E. da
Luz
e
Costa,
pharm.;
Bareellos,
Ramos,
pharm.
;
Brnga,
Pharmacia
Maia,
rua
dos
Chãos,
Pipa
&
Irmão,
rua
do
Souto,
Domingos
J.
V. Machado,
praça Municipal.
Figneir®,
Antonio
Vieira,
pharm.;
Ctiaimarâea,
A.
J.
Pereira
Martins,
pharm.
;
Penn-
fiel,
Miranda,
pharm.
;
<lo
Lima,
A.
J.
Rodrigues
Barbosa,
pharm.
;
Po
voa
<io Varzim,
P.
Machado
de
Oli
veira, pliarma.
;
Viassma do Cantei!»,
AA
odso
e
Barros,
droguistas;
Villa da
Conde,
A.
L.
Maia
Torres,
pharm.
iGKADECIMOTOS
Os
abaixo assignados não lhes
sendo
possível
agradecer
pessoalmente
a
tolas
as
pessoas
que se
dignaram
cumprimenlal-os,
e
assistiram
ao
oflicio de
corpo
presente
que
teve
logar
no
dia
19
de
outubro,
na
egreja
dos
Terceiros, por
alma
do seu
sempre
chorado
filho e
irmão
Antonio
Mar
tins
Jacoino,
0
fazem por
este
meio
pro
testando
a
todos
seu
eterno
reconheci
mento
e
indelevel
gratidão.
Igualmente
agradecem
aos illm.os
e
exm.
os
snrs.
reverendos
ecclesiasticos
que
gratuitamenle
se
dignaram
dizer
missa
e
assistiram
ao
oflicio,
e
ás
corporações
das
irmandades
de
que
o
fallecido era
irmão,
e
aos
devotos
de
S. Vicente
Ferreira
que
gratuitamenle
lhe
mandaram
dizer
uma
missa
e
pagaram
á
musica
que
0 acom
panhou
á
sua
ultima morada,
bem
como
á
musica
dos
snrs.
Paivas & Oliveira.
Braga
27
de
outubro
de
1876.
Rosa
Maria
da
Luz
Domingos
Martins da
Luz
Braga
(4390)
Anna
Maria
de
Jesus.
o
Companhia
Edificadora e Indus
trial Bracarense
Seriedade
anonysni',
de
reaponan-
bilidade
limitada
São convidados os
snrs.
accionistas
«Festa
Companhia,
a
realisarem,
do
dia
6
a 11
do
proximo
mez
de novembro, no
escriptorio
da
Companhia
na
rua
da Cruz
de
Pedra
n.°
6
a
12,
desde
as 10
horas
da
manhã
ás
2
da tarde, a
sua
entrada
de
10
por
c.
ou 2$500
rs.
por
acção,
con
forme
a
deliberação
da
assembleia geral
ordinaria
de
17
de julho,
e
extraordinária
de
26
do
corrente,
na
qual
foi
igualmen
te
resolvido,
que
pela
ultima
vez
fossem
prevenidos
os
poucos
snrs.
accionistas
em
atraso,
para
dentro
dos
mesmos
dias
mar
cados
no
presente
annuncio
satisfazerem
as
suas
prestações
em
debito.
Braga
e
Escriptorio
da
Companhia
26
de
outubro
de 1876.
Os
directores,
Francisco
(la
Silva
Araújo
José
Alves
de
Moura
(4388)
João
Carlos Pereira
Lobato.
em
Dias
Pereira,
que
se
grali-
LINHA
QUINZENAL
DE
PAQUETES A
VAPOR
Para
S.
Vicente, Pernambuco, Bahia, Rio de Janeiro,
Montevideo e Buenos-Ayres
Acceilando
também
passageiros
de
3.
3
classe
para
S
a
NTOS
e
RIO
GRANDE
DO
SUL
com
trasbordo
no
Rio
de Janeiro
nP5i
LU
(INCORPORADA
POR CARTA REAL)
PAQUETES
A
SAIR
DE
LISBOA
r-
■
®
S>
• ?<-.
ELBE
....
13
MINHO. ...
28
GUADIANA
.
.
13
de
Novembro
de
Novembro
de
Dezembro
PREÇOS
aOMMODOS
DOURO.
MONDEGO
.
29
de
Dezembro
13
de
Janeiro
Perdeu-se
na
cidade
de Braga, no
dia
18
do
corrente
a
quantia
de
I00$000
rs.,
sendo
20
libras
em
ouro,
e
2
moedas
de
5$'i00
reis, cuja
quantia
estava
embrulha
da
em
papel
amarrada
com
um
fio,
sen
do
este
dinheiro perdido
desde
a
rua
No
va
de Sousa,
campo da Praça
Municipal,
campo
de
D. Luiz
I, rua dos Capellistas,
largo
da
cadeia
até
á
rua do
Souto
;
pe
de-se
á
pessoa
que
a
achasse
o
favor
de
a
entregar
a
seu dono
Antonio
Joaquim
da
Cruz
da
freguezia
de
Fonte
Arcada,
da
Povoa
de
Lanhoso,
ou
em
Braga
em
casa
do
snr.
José
Joaquim
rua
dos
Capellistas
n.°
19,
ficará.
Fonte Arcada
da
Povoa
23
de
outubro
de
1876.
de Lanhoso,
(4381)
E-te
xarope,
depois de
numerosas
ex
periências,
foi
reconhecido
como
ellicaz
na
cura
de
todas
as
tosses
rebeldes,
bron-
chites,
coqueluches,
calarrhos
e
Iodas
as
affecçôes
do
reilo.
Deposito
na
Pharmacia
do
Hospital
de
S.
Marcos.
(264)
(4282)
A
Meza
da
Real
Irmanda
de
de
Siinta
Cruz
Testa
cida
de
faz
publico,
que no
dia 5
de
novembro
proximo,
pelas
10
horas
da
manhã, terá legar
na
ante-sala
lias
sessões
da
ineztt
a
arrematação dos
foros
e
pensões
em
generos
perten
centes
á mesma
Irmandade,
ven
cidos
no
S.
Miguel de
1876.
Braga
26
de
outubro
de
1876.
()
P
rovedor
,
Domingos Manuel de Mello Freire
Barata.
(4387)
Ca«3a
pnqutte d’estn eossjjsaviSnts»
leva
a
bordo
erimíois
e
eominlieiroB
portnguezeii
pera
commodidade
dos
passageiros
de
todas
Sendo
as
passagens pagas na
Agencia
Central
no
Porto
ou
em
qualquer
Agencia
provincial,
a
ctnducção
para
Lisboa
é
por
conta
da
C mpanhia.
.
A
íoorito o®
passageirscs teem graíâs
eama, rotipn de c&iita, co
mida
f»it»
pios
*
eoninlieiros
jsortiafjwezes,
vinho «Sisaa vezes par disa,
nasistenei»
tBuediea,
eervsço de ériítdog e outra
*
despesas.
A
EXPER1ENCIA
de
mais que um
quarto
de século
tem feito
com
que
os
pa
quetes
d
’
esta companhia
(a
mais
antiga
na carreira do
Brazil)
sejam
conhecidos
pela
regularidade,
velocidade
e
segurança
excepcional
;
além
d
’isso pela
limpesa,
boa
or
dem,
bom
tratamento
e accommodações
a
bordo,
e
pelos melhoramentos
mais
moder
nos
tanto
para
a hygiene
como
para
a
commodidade
dos
passageiros.
ISTO
É
COMPROVADO
pela
grande
concorrência
que
teem
de
passageiros
e
pelos
agradecimentos
de
mais
de
mil
e cem
passageiros
d’
enlre elles
feitos
por
es-
cripta
como
consta
de documentos
arehivados
em varias
agencias.
SÀO
ESTES
OS
PAQUETES
preferidos
pelo
Governo
Inglez
para
a
conducção
das
suas
malas
do
correio,e
por este
serviço
recebe
a
companhia
um
importante
subsidio.
TIVERAM
ESTES PAQUETES
a
honra
de
conduzir
Suas
Magestades
o
Impera
dor
e
Imperatriz
do Brazil,
como também
S.
A.
o
Infante
D.
Augusto.
TODAS
AS INFORMAÇÕES
e
bilhetes
de
passagem
podem
ser obtidos
no
POR
TO
na
AGENCIA
CENTRAL,
rua
doslnglezes.
23,
do
agente
GUILHERME
C. TA1T;
e
nas
províncias
nas
agencias
e
correspondências
estabelecidas
em todas
as
princi-
paes'cidades
e
villas.
Agente
em
Braga
o
snr.
João
Manoel
da
Silva
Guimarães,
Rua
do
Souto.
ti-
AOS Sl\’RS. CAPITALISTAS
CARREIRO BRAGA
Rua
dom
CapeSBistas,
íí).
Tendo
dissolvido
a
sociedade que
nha
com
o
snr.
José
Cardoso
Guimarães,
resolveu
fazer
redução
em
preços das fa
zendas
que
vende
com
to,
como
:
Um
grande
lote
de
e
100
reis. Um
lote
de
120
e
140
reis.
Grande
zendas
próprias
da
estação
a
200
reis
e
mais
preços.
Camisas
de
percalle
e
cre
tone
a
800
reis
cada uma.
Tem
um lin
do
sortimento
de
chailes
de
malha
alta
novidade;
Capas,
guarda-lamas,
guarda-
soes
para
snr.
a
e
homem,
mantinhas
lar
gas
para
homem
alta
novidade
em gosprs,
collarinhos
bordados,
perfumarias
e
etiá
de
superior qualidade; o
que
tudo
v^nde
por
preços
rasoaveis.
(4385)
grande
abalimen-
chitas
finas
a
90
fazendas
de
100,
sortimento
de L-
No
dia
29 do
corrente
vão
á
praça
quatro
propriedades
do
abaixo
assignado,
O
annunciante
declara,
sem
offensa aos
dignos
louvados,
que
os
prédios
são
con
struídos
com
a
mais
solida
construcção,
cintando
acima
de
8
contos
de
reis
o
pré
dio
n.°
91
A
a
91
C,
que está
louvado
em
412($000
reis;
só
28
portadas
de
can
taria
assentada,
custaram
620^000
reis;
e
tem
de
bom
o
prédio
perto
e, um solido
vigamento.
Braga
27
de
outubro
de
(4389)
J
A.
C.
de
9
metros
1876.
Moreira.
José
Pereira
Villa,
de
S.
Jeronimo,
novamente
voltou
a
Lisboa.
As
pessoas que
pertenderem
as propriedades
tratem
cora
o
seu
procurador,
Bernardo
da
Cunha
Pin
to
Barbosa.
(4391)
Manuel
Rodrigues
Santa
Marinha
&
C.a
Antonio
do
Coulto
Vinagreiro, da
cidade
<le
Guiraarats,
levam
ao
conhecimento
do
publico,
que
a
carreira
estabelecida entre
Braga.
Guimarães,
Fafe,
Arco
e
Cavez,
que
até
aqui
partia
d’
esla
cidade
ás
5
horas
da
manhã,
fica partindo
desde
o
dia
l.°
de
novembro
ás
5
horas
e
meia
da
manhã
e
os
snrs.
passageiros
que
ti
verem
de
fazer «iagem
para
Amarente
leem
de
marchar
n
’
estc
mesmo
carro.
Os bi
lhetes
venden-se
no
escriptorio
do
Ribeiro
Braga.
Braga
25
d
’outubro
de 1876
Pe
los
annuncianles=/?iteiro
Braga.
(4386)
7
Retratos
baratos — A
1^000
rs.
a
dúzia.
ALUGA-SE
4—KUA DOS CâPELMSTAS-
4
(V
ulgo
F
onte
da
C
arcova
)
Theophilo Santiago,
photographo, tira
retratos
pelos
systemas mais
modernos
e
aperfeiçoados,
garantindo
a
perfeição
do
trabalho,
todos os dias,
das
10
horas
da
manhã
ás
2
da
tarde,
mesmo com
os
dias
innevoados.
(4343)
Uma
morada
de
casas,
perto
da
egreja
de S.
Vicente,
assim
co
mo
se
vende
a mobilia
(nova)
de
toda
a
casa.
Para
tractar,
no
largo
do
Barão
de
S.
Martinho
n.°
27.
(4392)
LEGIONISTA.
Na
rua
do
Anjo
n.°
11
ensina-se
a
lingua
franceza
por
a
quantia
mensal
de
800
reis,
paga
adiantada.
(4336)
Aluga-se
a
casa
n.°
48
Chãos
de
Baixo,
de
fronteira
pedaria
hispanhola. Tem
dois
gantes
de rica
esquadria,
boa
de armazém.
Para
tratar
na
mesma.
da
rua
dos
com
a
lios-
andares
ele-
loja
e
gran-
s
..!
M
z.:
s
£
no
pu-
q
ne
s
P,
9
18
fn
s
o
i3
Carreira diaria entre esta cidade
e
a Feira Fova d’Amares
Joaquim
José de
Barros, celleiro
largo
dos
Penedos
d
’
esta
cidade,
faz
blico
por
esta
fórma
que,
a
carreira
tinha
entre
esta
cidade
e
a
freguezia
de
Carrazedo,
desde
a
presente
data fica
sen
do
diaria até á
Feira
Nova
d
’
Amares,
saindo <l
’esta
cidade ás 3
horas
da
tarde,
e
voltando
ás 6
horas
da manhã.
Preços
de
ida
ou
volta
2>>0
reis.
Os bilhetes
em
Braga,
vendem-se na
sua
casa,
e
na
Feira
Nova,
na
do
snr.
José
d
’
Abreu,
(Casa
Amarella).
(4383)
1 iUí M
Aluga-se
um
sotão bom
para
dous
es
tudantes. Quem
pretender
dirija-se
á
Li
vraria
Cathoiica
na
rua
do
Souto,
que
ahi
se
indica
onde
é.
ç4384)
1SQOLA AiMEROTlÃ
Consullorio
a
toda
a
hora,
tanto
dia
como
de
noite.
Rua
do
Campo
(antiga
Porta
de
S.
Francisco)
n.°
22.
(4332;
de
a
ó
c_>
-Q
a
4
=5
fl)
w
Para os
engenheiros,
pharmaceulicos,
médicos,
dentistas, professores
e
outras
pessoas
que
desejarem
obter
o
diploma
de
doutor
oo de
bacharel
de
uma
universida
de
estrangeira.
Dirigir carta
registada
a
Medicus,
13,
praça
do
Rei,
Jersey. (In
glaterra.)
(31
-H-)
N.
S.
DE
LOUtWES
As
festas
da
sua
coroação
e
o
grande
milagre
operado
por Nossa
Senhora
em
Ygos
em que
foram
salvos
700
peregri
nos
de
Niort.
Vende-se
por
80
reis
no
Porto,
na
livraria
Cathoiica,
praça
de
D.
Pedro
n.°
131,
e na
livraria
Portuense,
de
Nanuel
Malheiro,
rua
do
Almada
n.° 121
a
123;
em Braga na
livraria
Cathoiica, rua do
Souto;
em
Lamego
na
loja
do
snr.
Fran
cisco
Marques
da
Rocha
" ■".ai
j
i
i
nii
w
n
i
~im
j
ft
n iriMMBtmwa
—
tamMataaBBi
—
W—
braga
:
typographia
lusitama
—
1876.
Parte de Comércio do Minho (O)
