comerciominho_27061876_509.xml
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-
í:
ANNO 1876
FOLHA
CONIMERCIAL
RELIGIOSA
E NOTICIOSA
NUMERO 5C9
«*2
Assigna-see
vende-se
no
escriptorio do
editor
e
proprietário
Josl
Maria
Dias
da
Costa,
rua
Nova
n.*
3
E, para
onde
deve
ser
dirigida
toda
a
correspondência
franca
deporte.
—
As
assi-
gnaturas
são
pagas
adiantadas
;
assim como
as
correspondên
cias
de
Interesse particular.
Folha
avulso
10
rs.
TEKÇ<-EEISAA
31
DE
JIMIO
ÁS
TERÇAS,
QUINTAS
E
SABBADOS.
bandeira
da unidade
calholica,
mãe
tão
heroicamente
Lá
passou
em
ultima
instancia
a
to-
leraocia
religiosa,
com que o governo
his
panhol entendeu dever dotar
a
calholica
patria
de
Pelaio.
E’
mais
um
passo
dado
por
D.
Aflonso
no
terreno
resvaladio
em
que
lhe
assen
taram
<>
throno efémero.
A
Hispanha,
que
apesar
da
influencia
revolucionaria
de
que
se
resenlia,
ainda
se
mostrava ao mttnlo
com o
nobre
orgulho
de
ser
a
ttnica nação
da
Europa
que
desfraldava
impoluta
a
bandeira
da
unidade
calholica.
acaba
de
rasgar
um dos
melhores
titulos
de
sua
gloria.
De
hoje
em
diante es«a
bandeira,
que
fazia
a
admiração d
’
estraohos,
como
sen
do
a
unica
que
a
revolução
não
tinha
podido
arrear,
ostenlar-se-ha
como
as
de
mais,
manchada
pelo
crime
das
dissidên
cias
religiosas.
E
foi a
força bruta
do
numero
que
supplantott
a
voz
do
direito,
Ja
verdade
e
da
justiça.
Nos
governos
revolucionários
é
assim
sempre.
A
discussão
a
que
se
submettem
as
grandes
questões
sociaes,
serve
unicamen
te
para mostrar
quanto
póde
a
lógica
dos
votos
sobie a
lógica
da
razão.
Mas
aonde
irá
parar
a
Hispanha
no
caminho
para onde
a
tem impellido
o
governo
de
D.
Aflonso?
Deus
o sabe
!
Não
é
licito
a
ninguém
íerir
impune
mente
os
sentimentos
religiosos
d
’
uma
na
ção
briosa.
E
a
Hispanha.
graçis
á
protecção di
vina,
ainda
entre
dores
Não,
a
Hispanha
não
sopportará o
jugo
aviltante, que
tentam impor-lhe.
.
E’
muito
fidalga
para
que
possa
de-
beiro.
.
....... .
Todas
as
gradar-se
tanto.
E
o
futuro mostrará,
que
no
coração
|sao
^estavam
dos
hispanhoes
sobram
ainda
brios,
que
repillam
com
dignidade
esta allronta,
ar
rojada
ás
crenças
de
uma
rasgar
a
que
sua
virtuosa
soube
guardar?
Que
motivos
podiam
determinar
este
rompimento
da cotoa
com
os
mais
nobres
sentimentos
de
uma
nação
inteira?
Imagina
acaso,
que
por
esta
fórma porá
a coberto
dos
embates
revolucionários
o
throno
que
já
oscilla
sobre
a
ponla da
espada,
que
o
erigiu?
Pensa
em
quebrar
com
orna
medida
anlicalholica,
as
iras
que
a 1
vota
?
Que illusões
!♦
E
quando chegar
a
hora
no,
desengano
cruel por
que
o
fará
amal
diçoar
as
contemplações,
as
injustiças
e
amisades
de
agora,
para
onde se virará
então
D.
Aflonso
?
Para o
exílio,
que
é
a
sorte
dos
aven
tureiros. .
e
ao
seu bom
clero, não
aitingin
aquelle
estado
de indiflerençã,
que
nós
tanto
tem
animado
os
persegui
da
Egreja.
revolução lhe
do
desenga-
GAZETILHi
Festejo»
“
Jfofto.—
Foram
es
plendidos
os
festejos
com
que
a
confraria
de
S. João
do Souto
celebrou
o
nasci
mento
do
Santo
Precursor.
Terminada
a missa
solemne,
saiu
o
rei
David
e
respecliva
corte,
—
o
que faz
as
delicias
do
nosso bom
povo,
—
e
em
segui
da
os
bailados
de
pastores
e
um
bonito
carro triunfal.
Os
pastores
estavam
muito
bem
ensaiados.
De
tarde
saiu
uma
imponente
procis
são,
onde
ia
grande numero
de
anginbos
primorosameme
‘
eslidos.
Junto
do
andor
de
S. João
um
côro
de
pastoras
cantava,
acompanhado
por
uma
orchesira,
lindos
versos
allusivos
ao
nascimento do
glorioso
santo.
Tanto
os
vestuários
dos
anginhos
como
os
do
coro
e
___
j
pastores,
eram
da
excellente
guarda-roupa
do
sur.
João Baplista
lli-
ruas
do
adornadas
cotn
bandeiras.
Em
S.
João
da
Ponte
não
houve
na
oõivula
ãr-1
sexta-feira arraial, em
rasão
do
mau tem-
-
• ’. • I
nn
finp
í
’
p7
roesse
dia»
Por
c»se
inolivo
naçao
inteira
po
qoe
lez
n
ebbe
uio.
i
u
xí
W'
inleresse
houve
D.
Aflonso em
JETC»
LIIEIT a»
HíSTORIA
D’UM
DESCONHECIDO
1
Onde
se
vêem
Jacques
e
Maihurin
muito
assustados.
Já
sabes,
Maihurin?
—
O
que
ha
então,
Jacques?
—
Que noticia!
—
Assusias-me
:
—Na
verdade ainda
não
ouvistes
fal-
lar
d
’ella?
—
Mas
do
que?
—Parece
que
estamos
ameaçados d
um
grande
perigo:
íalla-se
de
coisas
assus-1
tadoras,
homens
que
vão
produzir
uma
anarchia
espantosa.
__
N
a
verdade,
Jacques,
assustas-me
com
o teu
modo
tão
aterrado e
as tuas
pala
vras
de
que
eu nada
comprehendo.
Ao
menos,
explica-te.
—Sim
parece
que
querem restabele
cer
a
corvêa,
os bilhetes
de
confissão,
o
dizimo,
e uma
multidão
de coisas abomi-
naveis
de
que
a grande
Revolução
nos
li-j
vrára.
Os
curas
vão
tornar-se
os
nossos
senhores. Ha
de
ser
preciso
ir
á missa
todos
os
domingos
e
talvez
ás
vesperas
.
não
se
poderá
trabalhar
ao domingo
e
dias
festivos.
Finalmente,
será
preciso
mor-
ier
de
desgosto,
miséria
e
fome.
transito
da
procis-
P
reços
:
Braga,
annol$600
rs.=Semestre
850
rs.=Protnn-
cias,
anno
2&400 rs
e sendo
duas 4&000
rs.
—Semestre
1Ã250
rs
.
J=Brazil,
anno
3&600 rs.
—
Semestre 1&900
rs.
moeda
forte,
ou
8&000
reis
e
4&500
reis
moeda fraca.—
Ànnuncios
por linha
20
rs.,
repetição
10
rs.
Para
os
assignantes
20
c
/
a
d
’
abatimento.
mente
a
de
todos
os
annos
anteriores.
1
Galcola-se
em
30:000
as
pessoas
que
vie
ram
por
esta occasião
a
Braga.
Não
ob
stante
a
invernia de
sexta-feira, que
muito
prejudicou
a
concorrência,
parece-oos
que
duplicaria
este
n.°
se
não
occorresse
esla
circumstancia.
Mtai»
festividade».
—
Na
passada
sexta-feira, houve no Collegio a festa
do
SS.
Coração de
Jesus.
Celebrou-se
mi.-sa
solemne,
a
instrumental,
e
exposição
Pregou
o
snr.
padre Luiz
Vianna.
—
No
domingo
festejou-se na
Sé
a
de
votíssima
Imagem de
N.
Senhor da
Ago
nia.
Em
S.
Miguel-o-Anjo
festejou-se
o
Sa
grado
Rosto
do
Renhor,
sendo
orador
o
snr.
padre
João
Velloso,
ecclesiaslico
muito
distmcto
d
’
esta
cidade.
Em
N.
Senhora-a-Branca
fez-se a con
clusão
do
Mez de
Maria. Esla
festividade
primou
pelo
explendor
e
magnificência
com
que
foi
feita.
Toda
a
egreja
eslava
deco
tada
com gosto,
sobresaindo
o
aliar
de
N.
Senhoia, que
se
achava
brilhaniemente
adornado.
Orou o
snr.
padre
Sentia
Freitas,
fin
da
a
mimosíssima
oração
do
qual
canlou-
o
Te
Deum
a
instrumental.
Feix-a <1© ss. João. —
Não
obstante
o
pouco
favoravel
do
tempo
foi
muito
con
corrida
a
feira
que
annualmente
se
faz
no
local de
S.
João
da
Ponte,
no
dia
24
de
junho.
Concurso
de boi»
gordos. —
Ve-
rificou-se
no
dia
24
,
bois
gordos, no
logar
das
Latinhas,
pro-
,
limo
de
S. João
da
Ponte
1°
preinio
de
80$000
reis
coube
á
junta
u.° 5 castanha clara
de raça
bar-
•
rosá
pertencente a
Antonio
José Ferr.an-
Jdes,
da
freguezia
de
S.
Paio
de
Merelim,
I concelho
de
Braga.
2.°
prémio de 40$000
reis
ao
singel
n.°
9
castaniio
de
raça
barrosã
perten
cente
a
Ignacio
da
Costa,
da
freguezia
de
Sequeira,
concelho de
Braga.
Com
os
4
prémios
restantes,
de
20$000
reis
cada um,
foram consideradas
as
jun
tas
n.°
4
castanha
clara
de raça
barrosã
pertencente
a
Antonio
Ribeiro,
da fregue
zia
de
S.
Thomé
de
Caldellas,
concelho
de
Guimarães, a
n.°
2
castanha
clara
de
raça barrosã perieucente
a
José
Barbosa,
o 12.°
concurso
de
da
freguezia
de Ferreiros,
concelho
de
Braga,
a
n.°
6
castanha
de
raça
barrosã
pertencente
ao
expositor
do
singel
con
templado
com o
1.°
prémio,
e fin«lmenie
a
n.°
1
castanha
de
raça barrosã
perten-
te
a
Antonio
Sequeira
Lopes, da
fregue
zia
de
Sequeira,
concelho
de Braga.
Senhor dos Afflietos. —
Nos
dias
28 e
29 do
corrente fesiejar-se-ha
na
ca
pella
de
S.
Sebastião
das
Carvalheiras a
rnilag'osa
Imagem
do
Senhor
dos
AÍIlictos,
com
missa
cantada
a grande
instrumental,
com
o
Santíssimo
exposto
todo o
dia, e
de tarde
haverá
sermão
e
em
seguida can-
lar-se-ha
um
solemne
Te-Deum.
Na
vespera á
ooite
haverá
uma
vistosa
illuminação
no
local
dos
quarteirões
das
Carvalheiras,
e
no quarteirão
do
meio
sobresairá
um
leilão de
prendas,
durarite
o
qual
tocará
uma
banda
de
musica,
con
tinuando
na
tarde
do
dia
seguinte.
Errata.—
No
n.°
508
d
’
este
jornal,
na
2.
a
pagina,
4.a
columna.
na
secção
de
commuuicados,
e
na
10.a
linha
d
’
esta
secção,
onde
se
lê
l.
a
capella
deve
ler-se
7.a
capella.
D boi.
—
(Conto
de
Schmid).
—
Estava
um
dia um pae
de familias
fatiando a
seus
lilhos
do
alto
grau
de
perfeição
a
i
que
o
habito
e
o
exercício
póde
em
tudo
•
conduzir-nos.
•
—
Citar-vos-hei,
dizia
elle,
um
exem-
!
pio
muito
notável.
Contam
que em certa
occasião
um
homem
andava
correndo
ter
ras
com
um
boi
para
ensinar
ao
publico
uma
cousa
muito
extraordinária.
Pegava
no boi
ás costas
á
vista
dos
espectado
res
e
aSsim
o
levava muito
tempo,
pa
rando
nas
ruas,
o
que
fazia
ganhar
muito
diuheiro.
Tendo-lhe
perguntado
muitas
pes
soas
como
tinha
elle
chegado
a
adquirir
tamanho
grau
de
força,
o
homem respon
deu:
—
Quando
este
boi
era
um
vitellinho
ainda,
lodos
os dias
o tomava
áos
meus
hombros
e
passeava
com
elle
ás
cestas
pelo
curral.
O
animal
ia
crescendo
e fa
zendo-se
.
cada
dia
mais
pesado, não tem
duvida;
mas
as
minhas
forças
lambem
cresciam
á
proporção
e
de
tal
maneira
que
o
peso
de
um
boi
não
póde
agora
abater-me.
—
(Exu.)
Direcção gernl dos
eorreios.
—
Aviso de
que
no
dia
1
de
julho
proximo
primeira
communhão.
—
Senhor
cura,
res
pondi,
é este
maldito
cavallo
que não
quer
andar.
—
Ora,
replicou
elle,
julgas
que é
enchendo-o
de
pancadas
que
lhe
darás
mais força?
Bem
vês
que
as
ro
das
estão
enterradas
até
ao
eixo,
e
que
pobre
animal não
pode
sosinho
desen-
Vatnos,
faz
como
eu,
e
__
Na
verdade,
Jacques,
não
posso acre
ditar
o
qne
dizes.
.
__
No
entanto
é
verdade, Maihurin.
Aca
bo
de
lêr
agora
a
folha
de
M.
Poussaboi-
re
o
vendeiro da
esquina,
que
me
disse
que
o
grande
jornal
de
M.
Firsang,
o
medi-
co,
diz
a mesma
coisa
;
que
isto
é
resultado
d
’uma
conspiração
dos
curas,
que
se
enten
dem
com
o
governo,
e
que o Papa
aca
ba
de
dar
ordem
de
começar
a batalha
contra
a
civilisação
moderna,
como
agora
lhe
chamam—
não
sei
porque,
nao sei
bem
o
tiue
querem dizer
com
isso.
—
Como
!
julgas
que
o
nosso
cura
to
mará
parte
na
conspiração?
—Porque
não,
Mathunn
?
E certo,
que
todos
os
curas
se entendem uns
com
os
OUlr
^Comludo
o nosso
cura
tem o
ar
d
’
um
excellente
homem.
—
Não
te
deves bar
inutlo
n
elle,
Ma-
lhU-Ha
poucos
dias
estava
eu
atulhado
na
c“
llo!
S
q"e
a
sê
L™
tom
«p»
de
vinho
»à»
u
(»râ
nhar,
e desesperado praguejava
e
grita
va
’
N
’
este
entrementes
o
snr.
cura
desem
boca
da
floresta.
Eu,
um
pouco
envergo
nhado,
callei
as
pragas,
mas
continuei
a
desancar
o pobre
animal.
—
Que
fazes
alu,
Maihurin? me
disse
elle,
—trata-me
por
tu,
como
sabes,
porque
me deu
a
minha
o
terrar
o
carro,
vaes
vêr.
Dicto
isto, o
loba,
enlra
na
lama,
e se
põe
a
empur
rar
as
rodas
com uma
força
verdadeira
mente
admiravel
para
os
seus
sessenta
an
nos,
—
pois
elle
já
tem sessenta
annos,
porque
eu
conto
já
quarenta
e
oito,
e
disseram-me
que
elle
acabára
de
se
or
denar
alguns
mezes
antes
da
minha
pri
meira
communhão.
—
Etufim,
faço
como
el
le
á
outra
roda,
acompanhando
o
meu
ex-
forço
com
uma
praga
terrível,
que
o
di
gno
homem
fingiu
não
ouvir:
as
rodas
movem-se,
o
cavallo
anda,
e
eis-tne
desem
baraçado.—
Muito
agradecido,
senhor
cura.
j
—Não
tens
que
me
agradecer, meu
amt-
snr.
cura levanta
a
sua
Bem
o
sabes,
não
me
confesso
ha
bas
tante
tempo,
talvez
ha
mais
do
que
tu.
E
isso
empediu
o
snr.
cura
de me aju
dar
o
outro
dia?
Todos
os
annos,
pela
Pasclioa.
quando me
encontra, diz
me:
Maihurin,
a
Paschoa
aproxima-se
;
com-
prehendes-me,
meu
amigo?—
Sim,
compre-
hendo,
snr.
cura,
é
o
que
respondo
;
mas
isso
será
para
outra
vez.
Vejo
que
a
mi
nha resposta
entristece
este
digno
homem;
que nos
presta
a
iodos
tantos
serviços,
—
tu
não
podes
dizer
o
contrario;
—vejo
que
elle
se
aíílige
e
levanta
as
mães
ao
ceo,
mas
nem
uma
palavra
de
recrimina
ção
sae
da
sua
bocca
:
A
hora do
bom
Deus,
virá,
eu
o
espero,
diz
elle;
e
de
pois
d’
isto,
quando
me
encontra,
está
comigo
tão
bom e amavel
como
d
’antes.
Pensas
que
um
homem
como
este
pensa
ao
menos
em exigir
os
bilhetes da
tissão ?
—
Não te
lies
n
’elle,
Maihurin.
—
Não
te
lies
n’
elle,
Maihurin,
que
te oiço
dizer
sempre.
Mas
eu
mal.
,
.
.
—Então,
francamente,
Jacques,
julgas
que
este
excellente
homem
pensa
em
res
tabelecer
a
corvêa?
—
Não te fies
n
’
elle,
Mathunn,
os
cu
ras
são
bem
maliciosos.
_
—
Fallas-me
de
bilhetes
de
confissão.
con-
é
o
fallo
do
que
presenceio.
Lá
do
que
dizem
as
gazelas,
pequenas
ou
grandes,
só
creio
ame-
lade.
—E
’
que
tu
não
sabes
tudo.
—
Ah
sim!
Então
conta-me
tudo,
Jac
ques.
—
Já
vaes
ouvir.
(Continúa)
futuro
começará a ter
execução
a
lei de
14
de
fevereiro
do
corrente
anno,
pela
qual
foi
revogada
a
de
4
de
outubro
de
1871
relativa
aos
portes
das
correspondên
cias
permutadas
entre
o
reino
e
ilhas ad
jacentes
e
as
províncias
ultramarinas.
Havendo por em
quanto
só um
servi
ço
de
vapores
subsidiado,
o de
Moçambi
que
e
índia
portogueza,
terá
unicamente
applicação
ás
correspondências
remetlidas
por
estes
vapores
a
disposição
do
§
!.°
artigo
2.°
de
lei
de
14 de
fevereiro
ulti
mo
que
estabelece que
os
portes
das
cor
respondências
enviadas
por
vapores
subsi
diados
serão o
dobro
dos
declarados
na
respectiva
tabella,
lambem abaixo
trans-
cripla.
Como
desde
1 de
junho
proximo
fu
turo
fica
auctorisada
a franquia
para to
das as
correspondências
trocadas
entre
o
reino
e
ilhas
adjacentes
e
as
províncias
ultramarinas,
sendo
facultiva
a
das
cartas
ordinárias
e
obrigatória
a
dos joroaes,
im
pressos
e
manuscruptos,
expedir-se-hão
aos
seus
destinos
as cartas
aioda que
não
estejam
franqueadas
ou
o
estejam
insufli-
cienlemenle,
e
ficarão
retidas
nas
estações
postaes
todas
as
outras
correspondências
se,
com
relação
a
estas,
não houver
sido
satisfeita
a
importância
dos
competentes
portes.
Quando
as
correspondências
a
que
se
refere
este
anouncio forem
expedidas
por
vapores
pertencente’
,
a
companhias
subsi
diadas
pelos
governos
estrangeiros,
os
por
tes
respetivos
serão
regulados
segundo
os
ajustes
celebrados
com
esses
governos.
As
correspondências
que
o
reino
e
ilhas
adjacentes
permutarem
com
as
pro
vincias
ultramarinas
ficam sujeitas
aos
por-
tés
constantes
da
tabella
que
faz
parle
da
presente
lei.
Se
as
correspondências
forem
reme
il
i
das
por navios
de
véla
ou
vapores
não
subsidiados,
os
portes
das
correspondên
cias
são
aquelles de que trata
o artigo
precedente.
Se
as
correspondências
forem
enviadas
por
vapores
sudsidiados
os
portes
serão
o
dobro
dos
declarados
na
sobredita
tabel-
la.
No
caso
de que as
correspondncias
sejam
expelidas
por vapores pertencentes
p
companhias
subsidiadas
pelos
guvernos
estrangeiros,
os portes
respectivos
seião
regulados
segundo
os
ajustes
celebrados
com
esses
go
uernos.
Franquias
de
cartas
por meio
de
sel-
los
postaes
ou
dinheiro
por
cada
15
grarn-
inãs 50
réis;
não
seodu
franqueadas
por
meio
de
sellos
postaes
ou dinheiro,
por
cada
15
grammas 100
réis;
jornaes
públi
cos,
scientiíicos,
lilterarios e
industriaes
cintados
5
réis
por
cada
50
grammas;
im
pressos
cintados,
franquia
obrigaloiia
por
meio
de
sellos postaes ou
dinheiro
10
réis
por
cada
50
giammas;
manttscriplos
cintados
40
reis
por
cada 20
grammas;
correspondências
registadas
100
réis
por
cada
carta
ou
maço.
O
mappa
dos
portes
das
correspondên
cias
approvado
peio
artigo
l.°
do
decre
to
de
18
de
agosto
de
1870
é
substituí
do
pela
lei
de 15 de
fevereiro
do
corren
te
anuo. A
coriespondencia
do
reino
e
ilhas
adjacentes
e
da posta
interna fica
regulando
do
seguinte
modo:
— Cartas;
franquia facultativa:
por
meio
de
sellos
postaes
25
réis
por cada 15
grammas
e
50
reis
não
sendo
franqueada
por aquelle
meio.
Impressos
ciutadus;
franquia
obriga-
loria
por
meio
de
sellos
postaes:
5
réis
por
cada
50
grammas; mauuseriptos
cin
tados
e
amostras:
franquia
Obrigatória
por
meio
de
sellos
postaes:—
20
réis
por
ca
da 50
grammas,
e
correspondências es
trangeiras,
recebidas
avuiso
por via de
Hespanha,
qualquer
que
seja
a
sua
pro
cedência
não
Iransmitudas
em conformida
de
com
as
convenções
postaes
vigentes;
cartas
200
réis
por
cada
15
grammas.
Periódicos
e
outros
quaesquer
impressos
cintados,
gravuras,
litografias
20
rs.
por
cada
15 kilogrammas.
Recebidas
avulsas
em
males por
via
marítima
não
transmitlidas
em
conformida
de
com
as
convenções
vigentes:
cartas até
15 grammas
100
réis:
periódicos
e
ou
tros
quaesquer
impressos
cintados,
gravu
ras
litográficas
e
fotogialias,
10
réis:
amos
tras
de fazendas
cintadas,
40
réis.
Rece'
idas
da
America
do
sul,
ou
pa
ra
alli expedidas por
barcos
movidos
a
vapor
nacioaes.
ou
pertencentes
a
einpre-
zas
não
subsidiadas
pelos
governos
estran
geiros
com
as
quaes
esteja
ou
venha
a
ser regulado
por
convenções
ou ajustes
o
transporte
desta
correspondência:
cartas,
80
réis
por
cada
15
grammas.
Periódi
cos e outros
quaesquer
impressos
cinta
dos.
gravuras,
litografias
ou
fotografias,
por
cada
50
grammas 40
réis.
Recebidas
de Gibraltar
ou
para
alli
ex
pedidas
por
via de
Hespanha; cartas
até
15
grammas
50
réis:
periódicos
e
outros
quaesquer
impressos
cintados, gravuras,
lithografias
ou
fotografias
até
50
grammas
20 réis;
correspondências
registadas
para
o
reino
e ilhas
adjacentes cada
carta
ou
maço
100
réis;
correspondências
apartadas
oacionaes
ou
estrangeiras,
cada
carta ou
maço
de
impressos
e
amostras
de
fazendas
10
réis.
BazMr.—
Por causa
da
chuva, não
se
fez
no
dia
23,
como
estava annunciado,
a
abertura
do
bazar
em
beneficio
do col-
legio
da
Regeneração,
effecluando-se
no
dia
24,
e
continuando
no
dia
seguinte. Foi
nos
dois
dias
muito
concorrido,
e
ven-
deram-se
varias
prendas,
algumas
d
’ellas
por
bons
preços.
O
pavilhão
levantado
no
centro
do jar
dim
eslava
muito
bem
organisado.
Muitas
senhoras
e
cavalheiros
alli
con
correram.
Dentre
as
pessoas
que para tão
sympathico
fim
prestaram relevantes ser
viços
extrema-se
a
exm.
a
viscondessa
de
Pindella
e
sua filha,
e
os
snrs.
Alfredo
Passos, Antonio
Maria Pinheiro
Torres,
Adolpho
Pimentel,
Miguel
Araújo,
e
outros.
O exm.°
coronel
commandante d’
infan-
leria
8,
do
melhor
grado
consentiu que
a
banda
regimental
tocasse
no
jardim
du
rante
o bazar,
pelo
que é
digno
de
gran
des
louvores.
A
banda
regimental,
além
de
desempe
nhar
lindas
peças cem meestria
e
gosto,
locou
até
alta
noite.
O
bazar
continuará
logo
que
faça
bom
tempo.
Seaihor «loa
Mesampnrado». —
Festeja-se
no
proximo
domingo
em
S.
La-
zaro
a
Imagem
de
N.
Senhor
dos
Desam
parados,
que
se
venera
no
logar
da
Ri
beira.
No
sabbado
á
noite
haverá
illumina-
ção,
fogo
do
ar
e
leilão
de prendas,
que
concluirá na
tarde
de
domingo.
Cumprimento
de
voto.—
Uma me
nina, filha
d
’
uma
honesta
familia
d
’
esla
cidade,
achando-se
affeciada
d’
uma
grave
moléstia
interior,
que
os
facultativos
ha
viam
desesperado
de
debellar,
lembrou-
se
de
recorrer
ao
SS.
e Immaculado
Co
ração
de
Maria,
que
se
venera no
convento
dos
Rernedios.
Foi
tão
ardente
a
fé
com
que
a
piedosa
menina
instruiu
a
sua
sup-
plica, que
a
Virgem
Santíssima
se
dignou
deferir-lhe
benignamente,
e
por
isso
a en
ferma
se
acha
boje
restabelecida.
Em
reco
nhecimento
d’
este
singular
beneficio
a
de
vota
menina
mandou
no
dia
19
’
do
cor
rente
celebrar
uma
missa
cantada
ao Im-
maculado
Coração,
no
templo
do
conven
to
dos
Rernedios.
S.
tPesSs-í».—
Na
quinta
feira,
celebra-
se
no
Bom Jesus
do
Monte
a
festa
de
S.
Pedro,
havendo
exposição e
jubileu,
na
forma
costumada.
lllez EueSiaristico.
—E
’ sexta feira
na
egreja
do
Salvador
a
festa
solemne
da
consagração
do
mez
ao
SS.
Sacramento
e
conclusão
dos
exercícios
que
alli
tiveram
logar.
Na
vespera
d
’esse
dia,
e
na
sexta
pela
manhã
estarão
na dita
egreja
confessores
á
disposição
dos
fieis que
concorreram
ao
exercício
-do
mez e
quizerem
prep^rar-se
pela
confissão
sacramental
para
lucrarem
a
indulgência
plenaria
concedida
pelo
San
to
Padre
Pio
IX.
Haverá
antes
da missa,
communhão
solemne
pelas
6
horas,
e
de
tarde
sermão
e
Te-Deum.
—
No
domingo faz-se
a
conclusão
no
templo
da
Penha. Ha
missa
solemne, ex
posição
todo
o
dia,
sermão
e Te-Deum.
Esta
festividade
é
feita
a
expensas
de
alguns
devotos.
Inundações.—
Lè-se
no
Correio
do
Baixo iiheno:
O
Rheno
saiu
do
seu
leito
e
arrastou
em
Hunitigue
(Alto
Rheno)
a ponie
dos
barcos
e
a
ponte
do
cam
nho
de ferro.
Em
Basilea as
ruas
estão inundadas.
No
Alio
Rheno
o
rio
rompeu
os
diques
em
vários pontos.
O
mesmo
aconteceu no
baixo
Rbeno;
muitas
aldeias
estão
inundadas;
em
Ri-
nan
havia
um metro
e
cincoeota
centí
metros
de
agua
nas
ruas.
Os prejuisos
são incalculáveis.
Em Robertsau,
arredores
de
Strasbur-
go,
o
Rheno
rompeu
o
dique
era
tres
pontos.
A
Mosau
está
completamente
de
baixo
de
agua;
os
habitantes
são trans
portados
em
barco
de
uma
casa
para
a
outra
.
A
agua
chega
ao
coroamento
dos
pila
res de
granito
da
ponte
do
caminho de
ferro.
Os
barqueiros
que
descem
o
Rheno
em
barco,
são obrigados
a
abaixar-se
para
passarem
por baixo
da ponte
giratória
da
margem
alsaciana.
O
Rheno arrasta
grandes
arvores
que
ameaçam
os
quebra-gelos;
estes
vacillam
de
um modo
ameaçador.
0
asMiHgino
lios
ministras.—
Um
despacho
de
Constantinopla,
datado
de
16
do
corrente,
diz
que
o
chamado
Hassan,
auclor
do
assassinato
dos ministros,
é
um
rapaz
que ha
quatro
annos
saiu
da
esco
la
militar com
agraduação
de
tenente;
que
depois
ascendeu
a
capitão
para
ser
enviado ao
corpo
de
exercito
de
Bagdad,
e
que
por
ultimo,
depois
de
obter
a
pro
moção
a
major
no
mesmo
exercito,
como
não
quisesse
sabir
de
Constantinopla,
o
ministro
da
guerra
tratou
de
0 faser mar
char
por
força.
N
’este
caso,
e
resenlido
do
que
elle
disia
ser
uma arbitrariedade,
dirigiu-se
ao
palacio
de
Middhat-pachá, onde se
acha
vam
os
demais
collegas
em
conselho,
e
entrando
na
sala
onJe
este se
celebrava,
disparou um
rewolver
sobre
Hussein-pachá
e
Rachid-pachá,
ministros
da
guerra
e
dos
extrangeiros,
deixando-os
mortos.
Na
lucta
que
se
travou
entre
os
alli
reunidos
e
u assassino,
ficaram
também
mortos
ura
ajudante
de
campo
e
um
cria
do,
e
ferido
o
ministro
da
marinha.
Incêndio.
—
Um
violento
incêndio
destruiu
ha pouco
uma
fabrica
de tape
çarias
de
lã
situada
em
Ayr,
na
Escócia.
Vinte
e cinco
mulheres
que
estavam
fe
chadas
á
chave
n
’
uma
offlcina,
morreram
todas.
Explorações da
Afriea.—
A
Ingla
terra está-se
occupando
vivamente
da
ex
ploração
do interior
da
Afnca.
Segundo
dissemos
aqui
ha
dois
meses,
o
snr.
Young
continuador
da missão de Liviogsione,
transportou
para o
lago
Nyanza um
vapor
que
alh
está
navegando.
O Diário dc
No
ticias
de ante-hontem
confirma
esta
nossa
informação.
Agora
chegaram
cartas
de
Young,
qne
foram
lidas na
Sociedade
Real
Geográfica.
O
explorador inglez
afirma
que
o
lago
Nyanza
é
muito
maior
do
que
Li-
viugstone
suppunha,
e que
é
um verda
deiro
mar
interior.
Todos
os
annos
sáem
rias
margens
d'esse
lago
uns
20.000
es
cravos.
Os
habitantes
d’
essa região vivem
em
habitações
lacustres,
ou
em
rochedos
estereis.
i
J
a<a
fazer
a
viagem,
o
snr.
Young
foi
pelas
nossas possessões
de
Moçambique,
subindo
o rio
Zatnbeze.
Ao
mesmo
tempo o snr.
Caraerou ex
punha
as
suas
ideias
ácerca
da
celonisa-
ção
da
África Central,
disendo
que
essa
colonisação
seria
facílima e altamente
pro-
ducliva,
e
afirmando
que
encontrara
alli
minas
de
ouro,
de
prata,
de
ferro
e de
carvão,
e
que
o
paiz
era
em
geral salu
bre.
Listou
pela
formação
de
uma
grande
companhia
com
largos
poderes,
para
em-
prehender
estes
trabalhos colonisadores (D.
da
M.
Circssiwsaísvegaç;»».
—
•
A
primeira
viagem
de
circumoavegação,
isto
é, á ro
da
do mundo
íoi executada
pelo
porteguez
Feraão
de
Magalhães,
mais
conhecido
pe
lo
nome
de
Magellan,
que
eslava
n
’essa
epoca
ao
serviço
de Hespanha.
Este bra
vo
marinheiro,
persuadido
de
como
existia
ao
sul
do
continente
americano
um
cami
nho
que
lhe serviria
para
chegar
ás
Índias
orientaes,
etnprehendeu descobril-o.
Para
este
fim
partiu
a
20
de
setembro
de
1519,
do porto
de
Sara
Lucas
era
Andalusia
cora
uma
frota
de
cinco
navios
e
chegou
sem
accidente
algum
desagradavel
á costa
do
Brazil.
Proseguindo
depois
a
viagem
para
o
sul,
passou
em outubro
de
1520,
o
es
treito
a
que
deu
o
seu
nome. Finalmente,
a
28
de
novembro
seguinte,
penetrou
no
grande
oceano,
e
atravessando-o
do
sués-
te
ao noroeste, chegou
ás
Philippinas
a
16
de
março
de
1521.
Morreu em
uma
ba
talha
com
os
habitantes
de
uma
d
’essas
ilhas,
mas
um
dos
seus
ofiiciaes,
Sebas
tião
del
Cano,
reuniu
a gente
de
que
se
compunha
a
expedição
e
levou-a
á
Hespa
nha,
onde
desembarcou
a
6
de
setembro
de
1522,
tendo
feito
escala
por
Bornêes
e
Molucas,
percorrido
o
mar das
índias
e
dobrado
o
cabo
de
Boa
Esperança.
Carlos
5.°
mandou
escrever
a
historia
d'essa
viagem, mas
o
manuscripto
desap-
pareceu
não
se
sabe
como,
de
sorte que
ficariam para
sempre
ignorados
os
porme
nores
da mesma viagem se
um
dos
com
panheiros
de Magalhães,
o gentilhomem
Antonio
Pigafetta,
oão
tivesse
tido
o
cui
dado
de
guardar
uns
apontamentos
que
possuia.
Todavia
o
trabalho
d’esse
distin-
cto
marítimo não
foi
conhecido
senão
pe
los
referidos
apontamentos
até
o
fim
do
ultimo
século, em
que o
abbade
Carlos
Amoretti encontrou
na bibliotheca ambro-
siana
de
Milão
uma
copia
completa
e
man
dou
alli publicar
em 1800.—-[J N.)
Portuguezea
fallecidosi.—
De
30
de
maio
a
2
de
de
junho
falleceratn
no
Rio
de
Janeiro
os
seguintes:
Em
30:
Joaquim
Teixeira, 41
annos;
Antonio
Gonçalves
Nogueira.
33;
Manoel
Francisco
da
Cruz, 21; Aniceto
José
Ro
drigues,
13;
Ventura
Rodrigues, 24;
Ber
nardo
Fernandes
d
’Oliveira,
15;
Panlino
José
de Sousa.
21;
Manoel
Nunes,
12;
Antonio
Francisco
da
Costa,
58;
José
de
Sousa
Bastos,
35.
Em
31:
Antonio
José
Ferreira,
39;
José
Allexandre,
40;
José
Martins.
22;
Antonio
Alves Grillo,
22;
Manoel Marques,
23;
Manoel
Jorge
de
Carvalho, 21;
José
Francisco
Pinto,
23:
Maria
da
Silva
Bai-
laroz,
46;
Etnilia
Candida
Paios,
41;
Jo
sé
Maria
Chaves,
17;
Antonio
Ribeiro
Go
mes,
42;
Diogo
Pereira
Guimarães,
30;
José
Marques,
35;
Jorge
da
Silva,
28;
Alberto
Riymundo
José
Luiz,
45.
Em
1
de
Junho:
Antonio Maiureira,
20;
Manoel
Domingues
Vigário,
23;
Anto
nio
Joaquim
do
Rosário,
59;
José
Maria
d
’Oliveira.-
4a;
Luiz
Coelho
<fe Mello, 27;
Thereza
Maria,
43.
Em
2:
Domingos
Antonio
dc
Carvalho,
37;
José Paulo dos
Santos,
30;
Antonio
Lissa
23;
José
Gonçalves,
22;
Luisa
Can
dida,
24;
Mariana
Rosa
do
Coração
de
Je
sus,
51.
—
Em Pernambuco falleceram:
E
n
1
de
junho
José
Antonio
Marques,
76
an
nos.
Em
5, José
Jacintho
Soares,
42.
Qtaestãu
«1»
®rien4e.
—
Se,
no
ex-
remo
occidente
da
Europa,
lem-se
no
tado que
os
acontecimentos
da
Turquia
e
a
acção
diplomática
das
nações
do
norte,
dêem
origem
a tão
encontradas
aprecia
ções,
umas
inleiramente.
favoráveis
á
paz,
e
outras
pronuncias
da
guerra;
mas
é
pa
ra
admirar
que,
para
assim
dizel-o,
den
tro
do
theatro
d
’esses
acontecimentos e
no
mais
vivo da
acção, se dê igual
con-
tradicção,
porque
uns
ainda
julgai» os
ne
gocies
orientaes
em
solução pacifica,
e
ou
tros
continuam
a
consideral-os
sob o
as
pecto
carregado
e
tempestuoso
da
guerra.
Assim,
a
agencia
russa
diz que
etn
8.
Petersburgo
ha
quem
deseje
acceilar
o
ac-
cordo
amigavel
de
todas
as
nações,
in
cluindo
a
Inglaterra
e a
Turquia;
e
o
«Nord»,
orgào
de
Bruxellas,
também ins
pirado
pela
diplomacia
inoscovila, mostra
que
na
capital
do império
russo ha
tena
cidade
na
adhesão
á
política
anterior
dos
Ires impérios
e
má
vontade contra
a
In
glaterra,
que
por
sua poiilica
especial
sus
pendeu
a
acção
d’essas
nações.
O
«Nord»
accentua o seu
artigo
in-
deressando
ao
gabinete
de
Sainl James
es
tas
palavras:
—
sA
julgar
pelo
que
se
lê
diariamente,
a
imprensa,
approvando
a
po
sição
adoptada
pelo
gabinete
e
o desen
volvimento
das
forças
a
que recorreu, de
clara
alto
que
a
Inglaterra
não
pensa
em
animar
o
fanatismo turco,
nem
auxiliar
as
suas
violências.
Pele
reformas
sérias
e
o
levantamento
do
império
oltomano
por
meio
de uma
administração
liberal
e es
clarecida. Ora este
programma
é
igual
ao
que
se
formula
no
memorandum
de
Ber
lim.
O
gabinete
de
Londres
reprova
esta
memória
e
separa-se
do
accordo
dis
na
ções
do
norte.
Mas
se
o
seu intuito
é
idên
tico,
quaes
os
meios
que
conta empregar
para
o
conseguir?
Se
são
melhores,
por
que
não os
apresentou ás
demais nações?
Estas que,
vae
para ura
auno,
á
força
de prudência
e
conciliação
alcançaram
o
concerto
europeu,
o
que
principalmente
desejam
é
que
a
Gran-Brelanha
esteja
alli
no logar que
lhe
pertence;
e
que
os snrs.
Disraeli
e
Derby
digam
claramente
o
que
querem.
Se
é
a
paz
da
Europa
e
do
Orien
te,
o
accordo
geral dos
governos
era
o
melhor
meio
de assegural-a.
Se é
a
di
visão
da
Europa
em
dois
campos,
a
guer
ra geral
e
o
extermínio
da
Turquia,
di
ga-o
com
franqueza. A
Europa continen
tal
avisará
e a
nação
ingleza
julgará
»
A
agencia russa,
como
indicámos,
en-
cára
os
negocios
com
luz
benigna.
Nem
condemna
a
Inglaterra
nem
a
Turquia,
e
tudo
lhes parece
em
camiuho
de
paz
e
união.
As complicações
desfazem-se: a
Ser
via,
em
vez
de
ligar-se
com o
Monte-
negro
para declarar
a guerra
á
Turquia,
reconhece
o
novo sultão.
As
disposições
de
Mourad
V,
a
plena amnistia
e
o armistí
cio,
são
excellenles symptomas.
A
agen
cia
russa
acrescenta
que
todas
as
nações
desejam
manter
a
paz
e
por
isso
não ve
em
parte
alguma
motivos
de
inquieta
ção.
Respondendo
ao
«Nord»,
affirma
o
«Times»
que os esforços
da
Inglaterra
tendem
a manter
a
paz
da
Europa,
ia*
zendo
com
que
seja
reconhecida a
int
e
*
gridade
da
Turquia,
para
que
nenhuma
nação
estrangeira
tenha
auctoridade
sobre
uma
ou
outra
das
províncias do
império
ottomano.
Quando
os
districlos
slavos
estiverem
pacificados
em
conformidade
com
esses
in
tuitos,
o
antagonismo,
que
dizem
existir
entre
a
Inglaterra
e
a
Rússia,
será
um
phantasma
que
inquietará
sem
razão
o
mundo.
Dizem
que
o
principe
de
Bismark,
fal-
Jando do
estado
dos
negocios
orientaes,
emittira
a
opinião
de
que,
embora
não
fossse
impossível
a guerra
entre
a
Rús
sia e
a
Inglaterra,
era
agora
quando
me
nos
inverosímil.
O
principe
está
conven
cido
de
que
a
Rússia
póde responder ás
desconfianças
da
Inglaterra
com
altitude
benevola
e
desarmará
essas
desconfianças
provando que
as
afiirmações
pacificas
do
governo
rnoscovita
traduzem
os
seus
sin
ceros
intuitos.
As
declarações
da
Servia
á
Porta,
con
sideradas
ofliciaes por
algumas
folhas
al
lemães,
dizem
que
o
governo
servio
foi
obrigado a
fazer armamentos
extraordiná
rios
e
a
chamar
ás
fileiras
novos ofli
ciaes, não só
em
virtude
da
execução
da
lei
do
serviço
obrigatorio,
mas
também
para
vigiar as
fronteiras
ameaçadas
pelas
transgressões
dos
turcos
e
pela insurreição
das
províncias
limilrophes.
A
Servia
tem
o
máximo
interesse
em
que
sejam
man
tidas
a
integridade
do
império
ottomano
e as
boas
relações
com
a
côrle
suze-
rana.
O
sultão
pedira
ao
grau vizir
que
se
apressasse
com
os
ministros na
apresen
tação
das
reformas
constitucionaes.
Constava
que
o
Montenegro
recebera,
em
caixotes com
o
titulo
de
Carne
sal
gado,
7:000
espingardas
e mais
de
2.000:000
de
cartuchos.
Saira
a
guarnição
turca
de
Trebinje
para
se
juntar
á
força
que ia
abastecer
a
praça
de Niksich.
Matou-se
em
Constantinopla
a
tercei
ra
favorita
de Abdul-Aziz,
depois
de
ter
sabido
a
morte
d
’
elle.
O
ministro
da
marinha,
em
França,
não
mandou
suspender
os
armamentos
dos
naOos
em
Toulon;
pelo
contrario,
as
ul
timas
ordens
para aquelle
arsenal
prescre
viam
o
preparativo rápido
de
nove
trans
portes, que
podem
conduzir
15:000 ho
mens
do
exercito,
e
accelerára
o
fabrico
de
bolacha.
—
CONSTANTINOPLA,
16.—Hontem
de
tarde,
estando
os
ministres reunidos
em
conselho
em casa
de
Midhat-pachá,
gran
visir,
no
seraskeriat,
o
palacio foi assal
tado
e invadido
pelos
softas
e
grande
nu
mero
de
soldados
revoltados, que
ataca
ram
os ministros
de
mão
armada.
Fo
ram
mortos
Hussein-Avni-pachá,
ministro
da
guerra,
Raschid-pachá,
dos
negocios
estrangeiros,
um
creado
e
um
soldado.
O
ministro
da
marinha
ficou
gravemente
fe
rido,
bem como alguns
soldados.
Estes
acontecimentos
produziram
viva
sensação
e
alarmaram
consideravelmente
a
popu
lação.
Receiam-se
novas
perturbações.
—
(E.
americana).
—O
assassínio
dos
dois
ministros foi
originado
por
uma vingança
particular.
Um
ofticial
demittido
entrou
em
casa
de
Mid
hat-pachá
onde
estavam
reunidos
os
mi
nistros,
e,
disparando
sobre
o
ministro
da
guerra,
matou este
e
o dos
estrangeiros,
e
feriu mais duas
pessoas.
O
assassino
foi
preso.
—
(Ha
vas).
PARIS,
17.
—
O
«Journal
dos
Debats»
publica
o seguinte
despacho
de
Belgra
do:
—
O
governo
da
Servia
quer decida-
mente
a
paz, mas
o
povo
hostilisa-o
por
isso
e
pede
a
guerra A
situação
torna-
se
verdadeiramente
perigosa
para
o
princi
pe
Milan.
—
(E. amer.)
Oesagtgpareeianento.
—
No
dia
24
desappareceu
do
local
de
S.
João
da
Pon
te
uma mulher, já
idosa, da
freguezia
de
Ribeirão,
concelho
de
Villa
Nova
de
Fa-
malicão.
Pede-se
a
quem
souber onde
ella
se
acha o
favor
de
o
communicar
no
escrip-
torio
da
admidistração
d’
este jornal,
por
cujo trabalho
será
devidamente
remune
rado.
A
’ earidade publica.
—
Imploramos
a
caridade
publica
para duas
senhoras
que
vivem
na
maior
penúria,
e
pelos
seus
padecimentos
piivadasde
ganhar
os meios
de
subsistência.
Habitam
na
rua
de
Infias,
n.°
85.
A’ caridade pwblica.—
Na
rua
do
Alcaide
n.°
22,
acha-se
entrevado
e
impossi
bilitado de
poder
trabalhar
Joaquim da
Silva;
lendo
estado
no
hospital
8
mezes, d
’
onde
saiu
por
ser
incurável
sua
doença.
Vive
na
maior
penúria.
SECÇÃO
DE COMMUNICADOS
Snr.
redaclor.
Desejando
dar
um testimunho
publico
do
nosso
reconhecimento
e
gratidão
ao
illm.’
snr.
Franqueira,
proprietário
do
hotel
da
Boa
Vista,
situado
no
Bom Jesus
do
Mon
te,
pela
delicadeza
com que
no
dia
19
do
corrente,
nos
tratou,
bons
serviços
e
limpeza
prestados
pelos
serventes
por
s.
s.
a
postos
á nossa
disposição
;
e
sobre
tudo
pela
conta
que
nos
exigiu,
tão
rasoavel,
que,
por assim
dizer,
convida
os
visitan
tes
d
’
aquelle
local
a
preferir
o
seu
esta
belecimento
;
eis
a
rasão
porque
rogamos
a
v.
para
que
pelo
seu
illustrado
jornal
consinta
lhe
indereceinos
os
nossos
agra
decimentos.
Digne-se
v. snr.
redactor
occultar
no
seu
archivo
os nomes
dos
signatários
do
presente
communicado,
para assim
evitar
ao
snr.
Franqueira
agradecimentos
a
quem
tem a
consciência
de
cumprir
um
dever.
De
V. etc.
Braga 26
de
junho
de
1876.
•
*
*
Um
tal
snr.
Jeronimo
José
Pimenta,
que
me
parece
o
cabecilha,
se não
o
tes
ta
de
ferro, dos
propagadores
do
aleivo
so
boato, de
que
estou
sendo
victima,
sahiu-se
da
sombra,
onde
ninguém
o
via,
e
surgiu,
de
marmeleiro
em
punho,
no
ul
timo
n.° d
’este
Commercio
do
Minho,
a
pro
vocar-me
a
desabo.
O
novo
par
do
heroe
da
Mancha,
ten
do
lido
o
meu
ultimo
communicado
quiz
tomar
sobre
si
o
encargo
de
restabelecer
uma
supposta
verdade
de
factos, e
con
ta
a
admiravel
historia
de
resplendor
com
taes
ares
de hypocrita
seriedade,
que
eu
mesmo
a
acreditaria,
se
o
caso
se
não
tivesse
passado commigo.
Diz
elle
:
—que
eu fôra
á
capella
do
Senhor
dos
Passos,
do Bom
Jesus
do
Mon
te,
e
lhe
tirára um
resplendor
e
duas
jar
ras,
que
lhe
havia
ofTerecido.
Tudo
isto
é
verdade,
—
mas
o artificio
do
manhoso
narrador
consiste
exactamen-
le
em
contar
só
isto.
Eis o
que
elle
occultou,
por
assim lhe
convier:
occultou
em
primeiro
logar
—
que
o
tal
resplendor
e
as
duas
jarras
que
eu,
anteriormente,
as
tinha ofTerecido ao
Senhor
da Capella
da
Ceia;
—
e em segun
do
logar
—
que
esse
mesmo
resplendor,
e
essas
mesmas
jarras
são as
que
ainda
ho
je
existem
na
mesma
Capella
da
Cea.
Ignora-a
porventura
o snr. Pimenta
?
Pois
se
ignora,
e
duvida,
tire-se
dos
seus
cuidados
;
deixe
por duas
horas
a
sua
forja
;
pegue
do
seu
bordão
de
pere
grino
;
metia os
pés
ao caminho
do
Sane
tuario
;
admire ainda
uma
vez
as paisa
gens
da
estrada
;
suba
o
Íngreme
escado-
rio
;
colle
a
face
ás
grades
da
Capella
da
Cea; ponha
lunetas
para
evitar
enganos,
e então lá
verá o
tal
resplendor
e
as
taes
jarras,
de
cuja
historia
se
fez
narrador.
Faça
isto,
amigo
e
snr.
Pimenta
;
faça
isto
para
sua
instrucção
e
recreio.
Mais
outro
pedido:
queria que
me
ex
plicasse
como
é
que
do facto
de
eu
ter
posto
um
dia,
e
por uns
dias,
na
fronte
do
Senhor
dos
Passos
o
tal
resplendor,
e
na
sua
capella
as
taes
jarras
tirou
a
pas-
mosa
conclusão
de
que
eu
oíferecera
estes
objeclos
para
o
mesmo
Senhor
?
Ou,—
se
não
está
hoje
de
bom
humor,
e
não
quer
revelar-nos
o
processo
intel-
lectual
de
que
se
serviu
para
chegar
a
tal
conclusão,
diga-nos
ao
menos
o
nome
da
pessoa
a
quem
eu
oífereci
aquelies
objec-
tos.
Seria
a vmc.',
a
v.
s.
a,
a
v.
ex.
a
?
Seria
ao
juiz
da
irmandade
?
Seria
a
algum-mordomo?
Seria
aos
sacristães
?
Esclareça-nos
a
este
respeito,
snr.
Je
ronimo
José
;
e
diga-nos
a
acla
e o livro
d’
onde
consta
o meu
offerecimenlo.
Se
o
fizer,
não
só
modificarei
a
minha
opinião
a
seu
respeito,
mas
passarei
a ti
rar-lhe
o
chapéu
—
quando
o
encontrar na
rua.
Palavra
d
’
honra
I
Braga
23
de
junho
de
1876.
Fulgencio
José
da Costa Guimarães,
(Segue-se
o
reconhecimento.)
VITIMOS TF.DEGKAMMEAS
DA
AG
EXCIA HAT AS
MADRID
23 — Congresso
dos
deputa
dos.
Foi
eleita a
commissão
encarregada
de
dar
parecer
ácerca
do
projecto
de
lei
dos
«fueros» apresentado
pelo governo, e
das emendas
mandadas
para
a
inesa.
Da
commissão
seis
membros
votaram
a
favor
do
projecto
do governo
e um
contra.
Segunda-feira
será
discutido
o
orçamen
to da
receita.
Haverá
duas
sessões
diarias.
Foram
enviadas
mais reforços para
Cu
ba,
com
elles 16:000 espingardas.
PARIS
23
—
Os
jornaes
continuam
pu
blicando
noticias
inquietadoras
ácerca
do
estado
da
Servia,
onde
o
partido da
ac-
ção
estaria
em
vespera
de
triorofo.
Os
jornaes
também
dizem
que
em
Cons
tantinopla
se tem feito
muitas
prisões;
que
Midhat
foi
relido
em
refeus
pela
guar
nição
revoltada.
Estas noticias
carecem
de confirma
ção.
LONDRES
23
—
«Gamara
dos
Com-
muns»,
Disraeli
disse
que
julgava
inoppor-
luna
a
discussão
ácerca da
questão
do
Oriente;
uma
só
palavra
podia
faser
crear
esperanças
desarrasoados
ou
illusões
rui
nosas:
está unanimemente acceite
o
não
se
exercer
pressão
sobre a
Turquia.
E’
necessário esperar
os
resuitados da
pro
clamação
da
amnistia
e
suspensão
de
hos
tilidades,
lauto
mais
que a
proclamação
parece
ter
sido
seguida
por
certa
inaeção
da
parte
dos
insurgentes,
pois
que
Nihsik
foi
rebastecida.
M
a
DRID,
22.—
O
senado
approvou
ho
je
defiuitivamente
o
projecto
de
constitui
ção
por
127
votos
contra
11,
e
a
lei
dos
«fueros»
por
94
votos
contra
9
Em
se
guida
ouviu
a leitura
do
decreto
que no
meia
Canovas
para
substituir
interinamente
na pasta
da
fasenda
Salaverria,
cujo esta
do
de saúde
exige
repouso.
A
commissão
encarregada de dar
parecer
ácerca
do
pro-
jeclo
da
eleição dos
159
senadores
já
redigiu
o
seu
relatorio.
Propõe
que a
elei
ção
seja feita
pelos
conselheiros
geraes
e
municipaes,
pelos
capítulos
diocesanos,
pe
las
sociedades
económicas
do
patz. Cuba
nomeará
10
e
Porto Rico
3.
PARIS,
22—Desmentem-se
os
boatos
que
correram
sobre
o
ptojeclo
de
abdica
ção
do
czar.
Aífirma-se
que
os
insurgea-
tes
da
Herzegovina
acceitarào
o
armistício
em consequência
da
entrada
do
íeld-mare-
chal
Ahmed-Muklar
em
Niksik.
CAIRO,
22
—
E
’
falso
o
boato
do
as
sassínio
dos
recebedores
dos
impostor.
MADRID,
22.
—
Canovas, na
conferen
cia d’
esta noite com
a
commissão
do
or
çamento,
enunciou
as
propostas
de
Sala-
veiria.
Ficou decidido
de
commum
accor-
do
abandonar
2
por
cento
no
augmento
da contribuição
predial;
manter
porém
o
augmeuio
de
1|4
nas
pautas
do
imposto
de
barreira,
e
converter
o empréstimo
for
çado
de
175
milhões
de
«pesetas»
no
mesmo
valor
pelo
qual
se
trocarão
os
coupons consolidados
que
estiverem
ven
cidos.
O
governo
chamou
a
Madrid
os
delegados
navartos.
e
x
.1
’
ãe
a»
siiEsr&nr
Mais uma vez rogamos aos
snrs.
assignantes em atrazo o
obséquio
de nos remetterem o
importe
da
sua
divida em aber
to
no
escriptorio d’este jornal.
Já,
por
meio de cartas, nos
temos
dirigido
aos
mesmos, e
esperamos ser attendicfos; aliás
ver-nos-hemos
na necessidade
de
lhes
sustar a remessa,
o
que
realisaremos para com
aquelies
que até ao fim do mez corrente
não tenham
satisfeito
os seus
débitos.
Aos
que se
teem dignado at-
tender-nos, agradecemos
a sua
valiosa cooperação,
que
espe
ramos continuarão a prestar-
nos.
Os
nossos
correspondentes
nas
seguin
tes
localidades
são
:
Porto,
o
snr.
José
Carlos
das Neves—
rua
das Flores.
Vianna
do
Castello,
o
snr.
Francisco
José d’
Araújo
Júnior.
Guimaraes,
o
snr.
José Anlonio
Tei
xeira
de Freitas
—
Livraria
Internacional,
a
S.
Damaso.
Covilhã,
o
snr.
Luiz
Antonio
de Car
valho
Todos
estes
snrs. estão
munidos
de
recibos
devidamente
assignados.
SAÚDE
A
TODOS
sem
medicina,
pur
gantes
nem
despezas
com
o
uso
da
delicio
sa
farinha
de.
saúde,
DU
BARRY
de
Londres.
8®
nnnoK d’
invariavel suercaso
2
Sande
a todos
pela
deliciosa
Uevalescié-
re
Du
B
akry
,
que
cura
as
indigestões (dis-
pepzia)
gastrica,
gastralgia,
tlegina,
arro
tos,
amargor
na bocca,
piluilas,
nausers,
vomitos,
irritações
inlestinaes.
diarréa,
desenteria,
cólicas,
tosse,
asthma.
falta
de
respiração,
opressão,
congestões,
mal
aos
nervos,
diabethe,
debilidade,
todas
as de
sordens
no
peito, na garganta,
do
alito,
das
bronchites,
da
bexiga,
do ligado,
dos
rins,
dos
intestinos,
da
mucosa,
do
cerebro
e
do
sangue.
75:000
curas,
entre
as quaes
contam-se
a
de
S.
S.
o
Papa,
do duque
de
Pluskow,
da
exc.
ma snr."
marqueza
de
Brehan,
do
doutor
Manuel
Saenz de
Teja-
da da
Universidade
de
Cordova,
etc.
etc.
Certificado
do dr.
Manuel Saenz de
Te-
jada,
doutor
da
faculdade
medica e
cirúr
gica,
leme
da
Universidade
livre
de
Cor
dova,
medico
em
proprio
e
do
caminho
de
feiro
de
Merida
a
Sevilha,
etc.
Certifico
:
Que
com
uso
da
fíevalescié-
re,
obtive
na
minha
clinica virias
curas
em moléstias
gravíssimas
em
alguns
clien
tes
residentes n’esta,
cidade, lembrando-
me
o
de
D.
Filippe
Zappina
empregado
pu,
blico,
hoje
administrador da
alíandega
d-
Maoila
nas
ilhas
Filippinas, a
de
1).
Amelie
Gomes,
casada com
um
chefe
do
exercito»
a
qual
continua
a
melhorar
com o
seu
uso;
de D.
Ramon
Alonzo,
rapaz
de
vinte
annos
que
soflria
havia
alguns
mezes de
uma
moléstia
de peito
de
muita gravidade.
E
para
fazer
constar
em
toda
a
parte,
a
assigno
em
Cordova
em
13
de outubro
de
1873.
Dr.
Manuel
Saenz
de
Tejada.
Seis
vezes
mais
nutritiva
do que
a
car
ne sem
esquentar,
economúa eincoenla
vezes
o
seu
preço
e:n remedios.
— Preços
fixos
da
venda
por
miudo
em
toda
a
pe
nínsula
:
Era
caixas
de
folha
de lata,
de
‘
/
4
kilo,
300
; de kilo
800
rs
;
de una
kilo, 10400
reis;
de
2
‘
/t
kilos, 30200 reis;
de
6
ki-
lõs, 60400
reis,
e
de 12
kilos,
120000
reis.
Os
biscoitos
da
llevalesciére
que
se
po
dem
comer
a
qualquer
hora,
vendem-se
em
caixas a
800
e 10400
reis.
O
melhor
chocolate
para
a
saúde
é
a
ASevalesesère
e8i»eola«ada
ç
ella
res-
titoe
o
appetlite,
digestão,
sotnno,
energia,
as carões
duras ás pessoas, e ás
creanças
e
mais
fracas,
e
sustenta
dez
vezes
mais
que
a carne,
e
que
o
chocolate
ordinário,
sem esquentar.
Em
paus,
ou
em
pó
em
caixas
de
folha de
latadelO
chávenas, 500
reis ;
de
24
cháve
nas, 820
reis;
de
48
chaveoas,
1
’
0400; de
120
chavenas,
30200
reis,
ou
25
reis
cada
chavena.
Dt
DBAK&KY <sfi! C.a
-Pla-
ce
Vendòtne,
26,
Pariz;
77
Regent
Street
Londres
;
Valverde,
1,
Madrid.
Os
pharmaceulicos,
droguistas,
mer-
cieiros,
etc.,
das
províncias devem
diri
gir
os
seus
pedidos ao
deposito
Central
;
snr.
Serzedello &
C.
a
Largo
do
Corpa
Santo
16,
JLisbesa,
(por
grosso
e
miudo)
;
Carlos
Barreio,
rua
do
Loreto, 28;
Bar
rai
&
Irmãos,
rua
Aurea, 12. Farto, J.
de
Sousa
Ferreira & irmão, rua
da Ba
nharia
77;
de
Sequeira
;
J.
Pinto
;
Desí-
ré
Rahir;
C»immE»ra,
V.
Botelho de
Vas-
coacellos
;
Aveíra»,
F.
E.
da
Luz
e
Costa,
pharm.;
SíareeAÊos,
Ramos,
pharnj.;
âBraga, Pharmacia
Maia,
rua
dos Chãos,
Pipa
&
Irmão, rua
do
Souto,
Domingos
J.
V.
Machado,
praça
Municipal. Figueira,
Anlonio
Vieira,
pharm.
;
Suimarâea,
A.
J.
Pereira
Martins, pharm.
;
ílefi,
Miranda, pharm. ; Foiate
«to Oms,
A.
J.
Rodrigues
Barbosa,
pharm.
;
Fa-
«So
Warzim,
P.
Machado
de
Oli
veira,
pharraa.
;
Vianna do
Àflonso
e
Barros, droguistas;
Wiiia
d»
Corade,
A.
L.
Maia
Torres
pharm.
AGlADEaMEHTOS
Rosa
Maria Soares
e
suas
filhas,
e
cu
nhados
Daniel da Costa
Soares
e
irmãos,
gratos
para com
todas
as
pessoas
que
os
procuraram
e
obsequiaram
com
seus
ofle-
recimentos
por
occasião do fallecitnento de
seu
marido
pae
e
irmão
Manuel
da
Costa
Soares
d
’
esta
cidade;
e em
particular
com
as
que
tiveram
a
caridade
de
acompanhar
o
ferelro
para
a
egreja
dos
Congregados
no
dia
15,
e
para
o
cemiterio
no dia 16
do mez corrente,
e assistiram
aos
officios
fúnebres
:
a
todas
aqui
lhes
patenteam
cordeal
e
indelevel
reconhecimento.
(4107)
ANNUNCIOS
Na
conservatória
de
Braga
precisa-se
de
pessoa,
que
saiba
lèr
e
escrever
correnie-
menle
e
que
tenha
boa lettra.
(4113)
Pelo
juiz
commissario
da
massa
fallida
de
Sebastião
Ramos
de
Barros Pereira,
negociante
que
foi n’
esta
cidade,
foi
mar
cado
o
dia
7
de
julho
proximo
futuro
pe
las
9
horas
da
manhã
no
tribunal
judi
cial
d
’
esta
mesma,
afim
de
ler
logar
o
disposto
no
artigo 1192
do
Cod
Com.,
porisso
são
avisados todos
os credores
á
dita
massa
para
no
dia
referido
compare
cer
pessoalmenle
ao procurador
com
pro
curação
legal.
Braga
21
de junho
de
1876.
O
procurador
dos
curadores
fiscaes,
(4114)
’
Anlonio Manuel
Ayres Oliveira.
Arrematação
Pelo
juiso
de
direito
d’
esta
comarca,
e
cartorio
do
escrivão
Esmeriz,
no
dia 9
de
julho
proximo
futuro,
pelas
9
horas
da
manhã,
no
tribunal judicial, largo
de
San
to
Agostinho
d
’
esta
cidade,
se
tem d
’ar-
rematar
em
basta
publica,
o
fôro
consis
tente
em
899,158
(46
alqueires),
sendo
21
de
milhão,
12
1
12
de centeio,
e 12
112
milho
alvo,
pela
medida
de
Barcellos,
cotn
o
laudemio
da
quarentena,
imposto
no
prãso
denominado
da Pelladae
Vau, sito
no
logar
de
Traz-o-Rio,
freguezia de
Sequei
ra,
que
se
compõe
dos
campos
da
Pella-
da
e Vau;
íôro
e
dominio
direclo
que
foi
louvado
na
quantia
de
4740510
rs.
A
presente arrematação
é
por
virtude
de
carta
precatória
vinda
da
cidade
do
Porto,
dimanada
do
inventario orphano
iogico
a
que
se
procedeu
por
obilo
do
exm.°
José
Correia
Mello
da
Silveira,
e
segundo
a
deliberação
do
conselho
de fa
mília
tomada
no
mesmo
inventario.
Braga
22
de
junho
de
1876.
(4115/
O
solicitador
—
Torres.
!
I
I.A
NI
ELLA
O
Pinto
do
Carvalhal
dá
qoasi tanto
quanto
custou
uma
corrente d
’ouro
e
um
relogio
de
prata,
que perdeu no Bom
Je
sus
do
Monte
no
dia
23 do
corrente,
ou
a
quem
disser
onde existe.
(4116)
BKlMâdÃO
O abaixo assignado
declara
que
não
se
responsabilisa
por
cousa alguma
que seu
filho
José
Maria
da
Costa
pratique,
por
este
tomar a
liberdade
de
se
governar
a
si
proprio.
Braga 26
de
junho
de
1876
Manuel
Joaquim
da
Costa.
(4117)
Proprietário
do
Hotel
Particular.
ÉDITOS DE 30 DIAS
Pelo
juiso
de
direito d’
esta
comarca
de
Braga e
cartorio
do
escrivão
Ribeiro,
cor
rem
éditos
de
trinta
dias
a requerimento
de
Manuel
José
Rodrigues
de
Macedo,
ne
gociante
d
’
esta
cidade,
citando
todas
as
pessoas
incertas
que
se
julgarem
com
al
gum
direito,
acção
ou
hypotheca
a
uma
bouça
de
mallo
com
carvalhos
e pinhei
ros,
sita no
logar
do
Miradouro,
fregue
zia
de
Avelleda,
que
faz parte
do
praso
de
que
é
directa
senhora
a
Collegiada
de
Guimarães,
pertencente
a
João
Lourenço
da Costa
e
mulher,
do
logar
das
Laran-
geiras,
da
dita
freguezia,
e
arrematada
pelo
requerente
na
execução
movida
por
Joaquma
Jacome
Ferreira,
da freguezia
de
Villaça,
para
que
o
venham
deduzir
dentro
do
praso
de
dez
dias
que
lhes
hão
de
ser
assignados
na
audiência
de
30
d
’
esle
mez,
sob
pena
de
rebelia e
lançamento
e
de
se
julgar
a
propriedade livre
e
expurga
da
para
o
arrematante.
(4118)
’
4.
a
emissão d’obrigações dos ca
minhos
de ferro do Minho e
Douro.
Pelo
presente se annuncia
que
no
dia
27
do
corrente
terá
logar
no
cofre
cen
tral
d
’
este
districto
a distribuição
dos
tí
tulos provisorios da
referida
emissão
os
quaes sómente serão
entregues em
face
das
cautelas
passadas
no
acto
da
distri
buição,
devendo
os
portadores
entregar
n
’
esse
mesmo
acto
a
quantia
de
50000
reis por
cada
uma,
na
fórma
do
annun-
cio
de
9
do corrente.
Repartição
de
Fazenda
do
districto
de
Braga,
em
26
de
junho
de
1876.
O
Delegado
do
Thesouro,
(4119)
’
Heurique
Francisco
Bizarro.
Arrematação
Pelo
juiso
de
direito
da
comarca
de
Braga
e
cartorio
do
escrivão
—
Penha
For
tuna
—
a
requerimento
dos
testamenteiros
liquidatários
da
herança do exm.°
conego
José
Narciso
da
Costa
Rebello,
se
tem
de
arrematar,
no
dia
2
de
julho
proximo,
pe
las
9
horas
da maobã,
á
porta
do
tri
bunal
judicial
no
largo
de
Santo
Agosti
nho,
os
seguintes
títulos
pertencentes
ao
espolio
do
dito
exm.° conego,
a
saber:
48
acções
do Banco
Aliança
do
valor
nominal
cada
uma
de
1000000
rs.
24
acções
do
Banco
Lusitano
do va
lor
real
de
1000000
reis
cada
uma,
sen
do
d
’eslas,
20
reduzidas
a
4
titulos
de
5
acções
cada
uma.
10
acções
da
Companhia
ou
Banco
União
do valor
de
1000000
reis cada
ac-
ção.
11
acções
do
Banco Commercial
do
Porto,
do
valor
cada
uma
de
2000000
rs.
5
acções da
Companhia
Utilidade
Pu
blica,
do
valor
cada
uma
de
1000000
rs.
17
acções
do
Banco
do
Minho
do
va
lor
cada
acção de
100$000
rs.
3
mscripçôes
da
Junta
do
Credito
Pu
blico de
1000000 reis
cada
uma,
e
desi
gnadas
com os numeros 16:799, 16:800
e
36:135.
5
titulos
d
’
obrigações da
Companhia
do
Credito
Predial
de
900000
reis
cada
um,
e
lodos
4500000
rs.
8
titulos,
de 5
titulos
cada
um,
do
valor
nominal
cada
titulo
de
450000
reis,
e
todos
3:6000000
rs.
1
titulo
d
’obrigações
da
dita
compa
nhia, no
valor
total
de
9000000
rs.
Quem quizer arrematar
os
ditos
titulos
e
acções,
póde
comparecer,
no dia,
hora
e
local
designado.
(4112)
Aluga-se
ou
vende-se
a
casa
n.°
1,
na
entrada
da
rua
de
D.
Pedro
V.
Foi
construída,
ha
dois
annos,
tem
quintal
e
poço
e
ex-
cellentes
commodos.
Tracta-se
do seu
ajus
te
na
rua
de
S.
Victor
n.° 50,
e
mos
tra-se
todos
os
dias
das
5
horas
da
tarde
em
diante.
(4111)
G5
.2 Ofl
CTrt
O
O
oí
72
CÚ Q
o
S
0)
72
<72
„
C
H
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’-'
P
h
£ íb
•«««
.
rs
0)
72
TU 72
r
1
n v
o
Q.
rt
H4 —
H 5 72 ^2
ESCOL A AM ERICANA
Consultorio,
Campo
de
SanfAnna
n.°
1,
das
7
da manhã
ás
7
da
tarde
(4033)
Para
os
engenheiros,
pharmaceuticos,
médicos,
dentistas,
professores
e
outras
pessoas
que
desejarem
obter o
diploma de
doutor
ou
de
bacharel
de
uma
universida
de
estrangeira.
Dirigir
carta
registada
a
Medicus,
13,
praça
do
Rei,
Jersey.
(In
glaterra.)
OFFICINA
DE
CALDEIREIRO
Antonio
Moreira
Coelho,
morador
a
S.
Victor
(Rua
de
D.
Pedro
V)
encarrega-se
de
lazer
toda a
obra
de
sua arte
por
pre
ços
muito
commodos,
como
são : Alambi
ques
de
todas
os tamanhos,
e
muitos
ou
tros
objectos d
’
este
metal.
Também
re
cebe
metal
velho
em troca.
No
mesmo
estabelecimento
se
veode
petroleo
a 50
reis
cada
litro.
(1108)
|1«OWRA|
írua
de
s
.
MARCOS,
N.
5.S
|f
Vende
papeis
pinta-
S
dos
para
guarnecer
sallas,
||
lindíssimos
gostos,
a
prin-
jg
cipiar
em
80
reis
a peça,
á
Vende
olio,
tintas
e
vernizes
para
pinturas de
casas,
tudo
de
boa
quali-
dade.e
preços
muito resu
midos.
Vende
cimento roma
no
para
vedar
aguas,
ges
so
para
estuques de
ca
sas,
tudo
de
primeira qua
lidade.
ÍZ*)
&
r
AII1IAZKM
IIE
VIIIHOS
DO ALTO DOURO
BA CASA DE
VILLA POUCA
RUA
DO
SOUTO
N.°
15-Braga.
N
’
este
armazém
se
encontram a retalho
as
seguintes
qualidades
de
vinhos enga
rrafados
:
Vinho tinto
de
meza.
(sem garrafa)
»
>
»
»
.
»
Lagrima
...............................
»
Branco
de
meza........................
»
tinto
de
meza
fino.
.
.
.
»
de
prova
secca. . . .
.
s
Malvasia
de
2.
a.........................
»
»
velho
...............................
•
»
Malvasia,
Bastardo
e
Moscatel
a
»
Roncão
................................
»
Alvaralhão
...................................
»
Velho
de
1854
.
.
.
.
150
190
200
210
270
300
360
400
500
700
560
600
»
a
retalho
pari
meza
50
e 80,
o
quartilho
tinto,
e
branco
120.
Responde-se
e
garante-se
a
pureza
e
boa
qualidade
de
lodos
estes
vinhos,
po
dendo
todo
e
qualquer
consumidor
man-
dal-o
experimentar
por
meio
de qualquer
processo
chymico.
(N*)
Vende-se
uma
morada
de
casas
(
'
3
tres
aD
^
ares
’
com
20.
sita
n0 |ar
g0
(]
e
g.
Miguel-o-Anjo
;
pa
ra
conuatar-se
com
o snr.
Manuel
da
m
I-
va
e
Sousa, rua
do
Souto
n.°
55.
(4690)
(231)
Substituição
de recrutas
Ha
homens
para
assentar
praça
com
documentos
legaes,
afiançados conforme
as
ordens
do
Ministério
do
Reino.
Preços
commodos
para
o
districto
de
Braga.
No
Largo
de
S.
Paulo
n.°
8.
(4092)
’
(232)
VENDA
DE
CASAS
Vende-se
uma
casa
feita
de
novo,
sita
na
rua
das
Aguas
n.°
91;
po
de-se vêr desde
as
9
horas
da
ma
nhã,
até
ás
3
da
tarde.
Trata-se na
rua
dos
chãos
n.°
13
(3086)
mu
auowwô
Balões
venezianos,
de differentes
ta
manhos
e feitios.
Vendem-se na
Tabacaria
do
Largo
do
Barão
de
S.
Martinho, n.
os
27
A
a
27
C.
(4109)
BRAGA
:
TYPOGRAPHIA LUSITANA — 1876.
Parte de Comércio do Minho (O)
