comerciominho_27011876_450.xml
- conteúdo
-
4.°
ANNO
1876
FOLHA
CO^MERCUL
RELIGIOSA
E
OTIOS
ã
NUMERO
450
»
7y.c
sait>^
rMFz^ytjcnt«ee
x«r.^wccffaf;v5graa;vu.'<
.''
:
^KB
M
X6i^?.w
:!^g
?>.araaa^.wy.v.Y;<aMriifa!gj.^i^*atgMiaf^
Assigna-see
vende-se no
escriptorio do
editor
e
proprietário
Josi
Maria
Dias
da
Costa, rua Nova n.
’
3
E,
para
onde
deve
«er
dirigida
toda
a
correspondência franca
de
porte.
=
As
assi-
gnaturas
são
pagas
adiantadas
;
assim
como
as
correspondên
cias
de
interesse
particular. Folha
avulso
10
rs.
ÁS
TERÇAS,
QUINTAS E
SABBADOS.
P
reços
:
Braga, anno
1^600
rs.=Semestre
850
rs.=Pros»n-
cias,
anno 2&400
rs. e
sendo
duas
4&000
rs.^Semestre
1^250
rs.=Brazil,
anno
4^400
rs.=Semestre
2&300
rs.
moeda
forte,
OU10&000
reis
e õ$500
reis moeda
fraca.==Annuncios
por
linha
20
rs.,
repetição
10 rs.
Para
os
assignantes
§0
®/
8
d
’
abatimento.
JBK.4WA—í.¥«
’A-Fi:iíl.A S7
Dl
JANEIRO
Prorogaçao
do Jubileu
O
SS. Padre
Pio
IX,
sempre
solicito
pelo
bem
espiritual
dos
lieis
d
’
este
fidelís
simo
reino
de
Portugal,
tem
prolongado
o
tempo
do
jubileu
do
Anno
Santo
até
á
dominga
chamada
in
Albis,
23
d’
Abril,
in
clusive
do
presente
anno
de 1876
;e
Nós,
sabendo
que
alguns
fieis
d’
esta
archidio-
cese
de
Braga,
assim
como
também
das
dioceses
d
’Aveiro
e
Pinhel.
sujeitas
á
Nos
sa
jurisdicção
ordinaria,
não
poderam
ou
começar as
visitas das
egrejas
ou
concluil-
as
;
Havemos
por bem
declarar
que
o
tem
po
para
se
ganharem
as graças
e
indulgên
cias
do
jubileu
do
Anno
Santo,
que
finda
ra
em
24
de
Dezembro
do proximo
pas
sado
anno
de
1875, continua
por
espe
cial
concessão
de
Sua
Santidade servahs
servandis
até
ao
dia já
mencionado
23
d
’
Abril
do
presente
anno
de 1876.
Os rev.
”3
parochos
leiam
esta
Nossa
portaria
á
estação
da
missa
conventual
e
a
registem
na
forma
do
eslylo.
Paço
Archiepiscopal
de
Braga,
18
de
Janeiro
de
1876.
J.
Arcebispo Coadjutor.
--------- «as»m>-o.aia4S~SHSS<»»- -----------------
Instrucção e religião nas eolonias
portuguesas.
Com
esle
titulo esiá
publicando
o
«Jor-
nal
de
Macau»
uma
serie
de
artigos
muito
notáveis,
devidos
á
bem
aparada
penna
do
snr.
Bastos,
joven
advogado
em a nessa
antiga
colonia da
China.
Para
amostra
transcreveremos
hoje
alguns
trechos do
que
se
lê
em
o n.°
de
24
de
novembro,
chegado
pela
ultima
mala
inglesa:
«Ao
passo
que em
Portugal
florescem
os
estabelecimentos d
’
instrucção
publica,
as
suas
possessões
d
’
aiém mar
ainda
ve
getam
oas trevas, sendo
para
notar
que
muitas
das
nossas
possessões
na Oceania
e
África
nem
sequer
possuem
uma
escola
d’
itistrocção
primaria
!
E
como se
póde
esperar que esses
paí
ses
prosperem,
quando
nem
o
pallido
cla
rão
d’nm
raio
da civilisação
metropolitana
reflficte
u
’
ellesl
Concentrando
agora
nossa
attenção
so
bre
Macau,
vemos infelizmenle
que
aqui
campeia
desavergonhada a
mais
crassa
igno
rância,
sendo
isto devido
á
falta
d
’
um
es
tabelecimento
d
’
eosino
secundário
e
supe
rior
A
mocidade
macaense
nunca
vegetou
no
mais
ignóbil
obscurantismo
do
que
na
actualidade.
O
governo,
não
sabemos
porqoe fata
lidade,
centralisou
sempre todos
os
seus
esforços
sómenle
na
promoção do au-
groento
da
receita
publica,
deixando-se
attrahir
pelo
engodo
de
dinheiro,
sem
ja
mais
querer
importar-se
da
proveniência
d
’
elle.
O
governo
portuguez,
subjugado
pela
sede
de
dinheiro,
tem mtrodusido,
desde
20
annos
a
esta
parte,
todos
os
meios
de
desmoralisação,
e
não
tem
dado
um
só
passo
em
prol
da
.
moralidade
e
do bem
estar
dos
macaenses
entregues
ao
seu
destino.
Eoi
o
governo
que
pouco
a
pouco
in
filtrou
a
peçonha
em
laças
de
prata
e
deixava
sorvel-a
aos
macaenses,
cuja morte
era
inevitável.
Foi
o
governo
que
iniciou
o
contra
bando,
com
a
expulsão
do
hopú;
que
peimittiu
e
fomentou
a emigração
chineza,
absorvendo
toda
a
actividade
inlelligente
e
productiva
do
paiz,
para
lucrar
200
mil
patacas
annuaes,
segundo
diz
o
snr.
Mas-
nier
no
«China Review»;
que
legalisou
o-
jogo
de
fantan,
as lolerias
vae-seng
e
pak-
ca-pio,
para d
abi tirar quasi
outras
tan
tas
patacas; e
finalmente,
que
tolera em
lodos
os
cantos
da
cidade
casas
de
pro
stituição,
que
oão
só
pagam pela licença,
mas
lambem
para
a
policia.
Com
taes
elementos dissolventes, e com
lantos
antros
de
desmoralisaçào
abertos
pelo
proprio
governo,
que
para
ahi
seduz
os
pobres
macaenses, o
que
se
póde es
perar,
se
d’
outro
lado
não
ha
elementos
reaccionarios
?
Os
estabelecimentos
d
’
educação
qoe
po
dem servir de
freio
á desenvoltura
das
paixões,
esses,
não
trata
o
governo
de
os
promover.
Em
outro
tempo,
quando
os
habitan
tes
d
’esia
cidade
inlluiam
direciamente
na
administração d
’ella,
por
via
do
leal
se
nado,
não
havia
unta
miséria,
e
atlen-
dia-se
mais
seriamente
aos
interesses
ma-
leriaes
e
moraes
dos habitantes.
A instrucção
publica
era
promovida
com
todo
o
disvelo,
como
se
vè da
se
guiute
relação
das
escolas
que
antes
havia
e
das
despesas
que
então
fasia
o
senado.
Eil-a
:
RELAÇÃO
DAS
ESCOLAS.
Primaria
e
secundaria.
I
mestre
de primeiras
lettras,
João
Jeronytno,
por
anno
taeis 110
1
professor
de
grammalica
por-
tugueza
e
latina,
José
Baptisla
de
Miranda
e
Lima,
por
anno
5jl)
Collegio
de
S.
José.
6
mestres,
que
ensinavam
desde
as
primeiras
lettras até
a
filosofia
e
lheologia,
venciam
de ordenado
1,440
Sustento
e
subsidio
de alumnos
de
lingua
china
2,093
Reparos
e
gnizamentos
do
colle
gio
de
S.
José,
por
anno
600
Academia
de
marinha
e
militar.
Lente
do
primeiro
anno,
o
major
graduado
Paulino da
Silva
Barbosa
480
Soldo
de
patente
240
Dito
do 2.°
anno,
o
major
gra
duado
Francisco
de
Paula
d
’
Olanda
Cavalcante
de
Albuquerque
480
Soldo
de
patente
240
Dito
do 3.°
anno, o
major
gra
duado
José
Correia
de Sousa
480
Soldo
de
patente
240
Secretario
da academia,
José Ma
ria
de
Siqueira
150
Taeis
7,055
Esta somma de
taeis
reduzida
a
pa
tacas (3)
7.2,
dá
$9,798:61
(nove
a
dez
contos).
Todo esse
dinheiro
era
pago
pelo leal
senado
da
camara.
Deve-se
notar
que
$9,000 maquelle
tempo,
equivaliam
no
valor relativo
a
20:000
patacas
actualmente.
Compare-se
agora
esta
somma
com
as
despesas
que
paga hoje
o
governo
para
a
instrucção
publica.
Vemos
no
orçamento
consignada
ape
nas
a
verba
de 2.020$0(J0
para
3
escolas
d
’
instrucção
primaria,
e uma
cadeira
de
pilotagem
que
está
annexa
ao
seminário
de
S. José.
A
negligencia
culposa do
nosso
go
verno,
e
o
abandono
completo
em
que se
achava
a
instrucção publica
n
’
esta
cidade,
em 1862,
fez
com
que
o
nosso
patriótico
amigo
o
ex.
mo
snr.
visconde
do
Cercai
to
masse
a
iniciativa
d
’
estabelecer
aqui
uma
casa
d
’instrucção, denominada
«Escola
Ma
caense»,
e
que
era dirigida por
3
profes
sores
que
para esse
fim
vieram
da
Euro
pa,
os
quaes
eram:
o
revd.®
dr.
Antonio
Augusto
Alaria
de
Vasconcellos,
e
os
snrs.
José
Maria
da
Costa,
actual
escrivão
do
muitas
instancias
para
aqui, soccorreu
se
ao
triste
expediente
adoptado
no
decreto,
como
o
mais
político,
e
o
caso
é, que
conseguiu
o
fim,
por
quanto
os
professo
res
em
seguida
retiraram-se
d
’
esta
cidade».
----
A.
’ redricçâo
<1<»
a.lpustotos.
Londres,
23
de
dezembro,
1875.
[Continuação]
111.
—Um
dos
accidentes,
e ao
mesmo
tempo
crime
o
mais
horrível
e
monstruo
so,
de
que
me
não occorre
parallelo, sal
vo
na
tentativa
do
celebre
Guido
Fóx,
que
aqui
linha
preparado fazer
voar o
rei
e
o
parlamento
em
5
de
novembro
—
ten
tativa que
se
descobriu
e
falhou
felizmen
te
—
acaba
de
ter
logar,
em
Bremerhaven,
ou
perlo
de
Biemeo. Seria
mui'longo
re
ferir
todas
as
circumstancias
preparatórias
do
caso
em
detalhe,
mas
em
resumo
di
rei
o
bastante
para
se
ajuisar
de
quanto
mais
horrível
e
vil é
este
caso
do
que
o
do
mencionado
Fóx
projectado
;
pois
n
es
te
ultimo
havia
pelo menos uma
aspira
ção
política
e
fanatica,
mui
criminosa
é
verdade,
mas
que visava a nm
objeclo
grande
e
polilico-religioso, ou
politico-la-
natico;
era
uma
allucinação
detestável
e
criminosa
;
mas mirava a
um fim
grande,
e
não
pessoal,
no
altentado
espantoso.
Pelo
contrario,
o
crime
que
vou
a
re
ferir,
tinha
só
por
objecto
interesse
pecu
niário
pessoal,
intentando
sacrificar
deli-
beradamente
e
a
sangue
frio, centos de
pessoas
mnoceotes,
e
ao mesmo
tempo
defraudar
Deus
sabe
quantos
seguradores
e
companhias, que
se
achariam interessa
dos
na
carga
e
casco
do
navio
destinado
pelo
malfeitor
á
sua
horrível cubiça
!
E’
o
caso,
que um
americano
dos
Estados-Unidos
(não
achei
ainda
noticia
para
saber se
era natural
norte-america
no,
ou
emigrado
para a
America do Norte
e
adoptivo),
que
vivia
na
Saxooia,
perto
de
Dresda
;
onde
muitos
americanos do
Norte
habitam
e vivem;
alli
habita
ha
alguns annos
com
esposa
e
famiha,
que
se representam
como
gente agradavel. Pa
rece
que
por
algum
tempo
fez
figura
como
pessoa
de
meies
e
recursos,
e
como
tal
era tido.
Fez
uma viagem
aos
Estados-
Unidos
e
voltou ; mas
parece
que
lhe
co
meçaram a escacear
os
meios
de
viver
e
figurar
na
classe
a
que
pertencia.
Para
remediar
essa
falta,
imaginou
o
seguinte
expediente,
e o
poz
em pratica
até
onoe
poude.
Mandou
fazer por
um
artista
compe
tente,
dando-lhe
para
isso
inslrucções, mo
delos,
direcçôes,
uma
complicada
machina,
em
uma
ponderosa
caixa
de ferro, com
outras
varias caixas
de
zinco
dentro,
e
competentes
mecanismos
que
sei
ia inútil
e
longo
descrever
miudamente.
O
fim
e
proposto
objeclo
(que
os
artífices
nem
sou
beram
nem
suspeitaram)
era
dispor
dentro
da
caixa
uma porção
do terrível agente
explosivo
dinamite,
de
maneira
que
vies
se a
explodir
ou
rebentar
dentro
de
8 ou
IO
dias
depois
do embarque
;
e
então
des
truir
(como
infallivelmente
destruiria) a
embarcação
com
toda
a
gente
e
tudo
quan-
tro
levasse
—
isto
no
meio
do
mar,
onde
tudo
desappareceria,
e
não
haveria
mais
vestígio
ou
noticia
de
cousa
alguma
dis
so.
Passado
o
tempo
competente,
o
faci
noroso,
que tinha embarcado
cousas
sem
valor
para
enganar,
e
feito
assegurar em
varias companhias
por
altos
preços
essas
perlendidas
fazendas,
apresentava-se a
re
clamar
os
seguros,
e
enriquecia-se
d'esta
sorte
á
custa
do maior e
mais
horrivel
crime
!
Calculava
que
sua
machina,
verdadei
ramenle
infernal,
explodiria
dentro de
dez
lias
depois
do
embarque
;
elle
vinha
no
vapor
até
Southampton,
onde
a
embarca-
juízo
de
direito,
e
White
professor do
in
glez,
hoje
fallecido.
Pouco
tempo
depois,
o governo
da
me
trópole
vendo
na
instituição
da
«Escola
Macaense», devida
aos
esforços
dos
parti
culares,
uma
lição
á
sua
incúria
inqualifi
cável
reiativamente
á
promoção
dlnstiuc-
çâo
publica,
tratou
logo
de organisar
os
estudos
no
Seminário
de
S.
José,
com
o
pretexto
de
educar
jovens
que
se
dedi
cassem
ao
estado
eeclesiastico,
e
para
es
se
fim,
conseguiu
mandar
vir
para
o
se
minário
dois
padres
jesuítas,
os
snrs.
Francisco
Xavier
Rondina
e
José
Joaquim
da
Fonseca
Mattos,
os
quaes
foram
os
verdadeiros restauradores
dos
estudos
em
Macau..
A
instrucção
publica
desde essa
data
começou
a assumir
uma
nova
e
auspiciosa
fase,
sob
a
direcção
de
tão
exímio» pro
fessores,
aos
quaes
vinham-se
aggregando
pouco
a
pouco
outros
não
menos
illustres.
Bem
depressa
o
seminário
de
S.
José
se
acreditou
na
opinião
publica,
e
era
considerado
como
um
dos principaes
es
tabelecimentos
d
’
instrucçâo
na
Azia.
A
concorrência
de
alumnos
internos
e
externos
era
ítnmensa.
Viam
se
ahi
estu
dantes
internos
de
differentes
naciotialida-
ides,
e
os
paes
não
podiam
recear
que
os
seus
filhos
deixassem
d
’
aprender
a
lingua
materna,
porque
lambem
havia
professores
portugueses,
ingleses,
italianos,
hispanhoes,
etc.,
cada
um
dos
quaes
leccionava
a
sua
lingua.
Merece
aqui
sobretudo
particular
e
honrosa
menção
o
nome
respeitável
do
revd.®
dr.
Rondina,
erudito
auctor
do
«Compendio
de
Filosofia
Theorica
e
Pra
tica»,
(obra
celebre,
composta
de
dois
gros
sos
volumes), e de
muitos
outros
traba
lhos liltersrios e
scientiticos,
grandemeate
apreciados
e
lisoogeiramente criticados
pe
los
sábios
da
Europa.
Este
homem,
notável
pela
illustração
e qualidades, era
além d
’isso dotado
d
’
um
espirito
allarnente
etnprehendedor.
Foi
elle
quem regulou
a
disciplina
dos
estudos
no
seminário;
quem
iniciou
uma
sociedade
dramatica
entre
os
estudantes
internos,
e organisou
uma
banda
de musi
ca,
dirigida
pelo
fallecido
maestro
Luigi
Antiuori,
e
seu
sobrinho
Joaquini
Salvini,
vindos
adrede
para
eminar
a musica
;
quem
estabeleceu
um
bom
laboratorio
íisico
c
chimico,
e
concorreu
para
a
creação
das
aulas
de
desenho
e
pintura.
A
estada
em
Macau
d
’
este
inclito
pro
fessor e
dos
seus
collegas,
que
permane
ceram
aqui por
9
annos, está
immorlalisa-
da
por
seus
feitos,
como
se
póde
ver pelo
opusculo
intitulado
«Um
brado
pela
ver
dade
ou a questão
dos
professores jesuí
tas
em
Macau
e a
instrucção
dos
macaen
ses»,
pelo
nosso
coliega
o
advogado
snr.
Leoncio
A.
Ferreira,
que
confundiu
triun-
fantemenle
o
snr. dr. Francisco
da
Silva
Magalhães,
por
causa
d
’um
artigo
que
este
escrevera
no
jornal
«O
Oriente»
contra
esses
jesuítas.
A
cidade
de
Macau
que
por
mais
de
30
annos
se
via
privada
do
pão
dlnlelli-
gencia,
não
podia,
pois,
deixar
de
aben
çoar
a
vinda
d’
esses
professores, qoe
inau
guravam
uma
era
de
esperanças,
pela
so
lida
instrucção
que
dispensava
á
mocidade
estudiosa.
Eslava
assim
n’
esta
altura
a
instrucção
publica
de
Macau, quando
inesperadamente
appareceu
publicado
o
desgraçado decreto
de
20
de
setembro
de
1870,
obra
fatídica
d
’
intrigas
e
prevenções,
pelo
qual
se
inhi-
biu
aos
professores
estrangeiros
de
exer
cerern
o
magistério
oo seminário
de
8.
José
Que
exclusão
tão
odiosa,
e
que-aber
ração
dos princípios
verdadeiramenle
libe-
raes
I
O
governo
portuguez,
não
lendo
cora
gem
d
’
expulsar
directamente
os
jesuítas
iporque
fora
quem
os
havia
convidado com-
çao
locava
;
ahi desembarcava
e
vinha
es
perar em
Inglaterra
o
resultado
da
es-
peculjção.
A
Providencia
Divina,
comludo
não
permiltio
que
o
maldito
projeclo
fos
se
levado
assim
a
completo efleito;
mas
irnmeosa
foi
a
desgraça
e
a
calamidade
que
o
diabolico
projeclo
produziu
toda
via.
Ao
embarcarem
a
carga
para
a
parti
da
d
i
barco,
andando muita
gente
occu-
pada
em
metler
a
carga
e
eflellos,
e
ou
tra
moita
estando
presente
no
embarca
douro
para
ver
a
partida,
dizer
adeus
a
pas-ageiros
e
tripulação,
etc.,
foram
os
marinheiros
a
embarcar
a
grande
caixa
de
ferro
que
continha
a
machina
infer
nal
;
e
deitando
a
para
o
logar
da
carga,
ao
descer
com
alguma
violência,
lez
o
choque
explodir
a
dinamite,
e
a caixa,
Cem
o
mais
tenivel
<
ffeito.
Destruiu o
navio,
e
quanto
se
encontrou
a
certa e
considerável
distancia
em
terra
junto
ao
logar.
Leia-se
só
este
curto extiacto
que
textualmente
copio
induzindo
do
«Times»,
a
quem
seu
famoso
correspondente
de
Ber
lim
escreve
do
caso
uma
carta
de
qua
si
duas
colomnas
na
folha,
miudamente
referindo
lodo
o
caso,
em
data
de
21
d
’
este
«N
’
aqut'He
momento
morreram
128
pes
soas,
homens
e
mulheres.
Este
é
o ultimo
numero
até
agora
verificado.
Sessenta
ca
dáveres
foram
identificados,
havendo
28
mais
que
não
foram
identificados
;
e
fal
tando
40
pessoas,
que se
presume
foram
reluzidas
a
fragmentos,
e
enterrados
n
’
a-
quelias
caixas cheias
de
carne
e
de os
sos
que
figuraram
tia
procissão funeraiia.
Além
dos
mortos
ha
56
feridos,
alguns
dos
quaes
morreram
já
;
os
outros
estão
em
convalescença
regular.
As
mais
das
victimas
eram
trabalhadores,
cargadores,
marinheiros,
empregados
em
seu
olficio no
caos.
Agentes
também
da
Companhia,
of-
ficiaes
do
pono,
que
encontraram
a mor
te
no
pacifico
desempenho
de
seu
servi
ço.
Mulheres
e
(ilhós
de marinheiros,
que
vinham
dizer a
seus
maridos
e
paes
um
adeus
de despedida
a
bordo.
Vinham
di
zer
;
deus
poi um
pouco
de tempo,
e
foi
gin
adeus
para
sempre
Amigos
houve
lambem
de
passageiros
que
vinham
des
pedir-se
d
’
elles,
e
que
tiveram
de
partir
elles
propnos
para
jornada
mais
longa
que
a
dos
a
quem
vinham
dizer
adeus.»
Ainda
o
mesmo
correspondente
diz
mais
adiante:
—
^Quetn
poderá
descrever
os
sen
timentos
dos
sobreviventes,
no
logar
e
perto
dVlle,
ao
irem apanhando, passado
o
primeiro
pasmo
do
choque,
cabeças,
troncos
de corpos,
biaços
e pernas,
mãos
e
pedaços
de
carne
humana
de
que
as
ruas
se
achavam
juncadas
!
?»
Goutinúa
dando
estes
particulares
a
res
peito
do
assassino:
—
«Entre
os
pacientes
conduzidos
a
>
ho*pilal
acha-se
o
assassino,
com
uma
bala
na
cabeça.
Eslava
fraco,
mas per
feita
men
te
conscio.
Perguntando-
lhe
os
assistentes,
porque
razão
tinha
que
rido
suicidar-se
?
Declarou,
que
linha que
brado,
e
nã-i
podia
stipportar
a
deshon-
ra
que
tinha
acarretado
sobre
si
e
sobre
a
sua
família».
Auparecendo
porém
um
commerciante
com
quem
elle
linha trata
do
:ntes do
embarque,
e que
depoz
sei
eiie
o
dono
das
27
caixas
que
tinha
tra
zido
para
embarcar
;
e
dizendo-lhe
lam
bem
os
médicos,
que
com
aqoella
bala
oa
cabeça
não
podia
viver, e
melhor era
en
tão
dar, pela
confissão
do
crime,
algu
ma
especie
de
satisfação
por
elle;
final
mente,
nenhuma
ouvida
resta
sobre
o
caso,
tendo
até
os
artífices
a quem
man
dou
fazer
as caixas
informado das cir
curnslaiicias,
que não
deixaram
duvida
al
guma
do
negocio
e
de
soa
irnmeosa
e
Hnonsli
uosissima
criminalidade.»
Antes
de
concluir
este
ariigo,
permit-
ta-se-me
perguntar:
—
£
Concebe
se
acaso
a
possibilidade
de
que
um
homem
religio
so
verdadeiramente, um christão,
e espe-
cialmenle
um
calholico,
um
crente,
ima
ginasse
e calculasse
assim
sem
o
mínimo
remorso,
uma
similhaute
atiocidade?
Ve
remos
se
transpira
no
caso
que
o
sujeito
era
maçon,
puis muito
me
cheira a
trolha
e
esquadria
lodo o comportamento
do
tal
monstro.
Na
relação
mui
longa,
que se
dá
da
vida do
homem em
Saxonia ;
da
descripção
minuciosa
das
iustruncções
da
das
por
elle
aos
artífices
para
fazerem
aquelias
caixas
e
mecanismos
; vê-se
per
feita-mente
como,
ha
muito,
havia
estado
meditando
e calculando
o
horrendo
cri
me,
com
que
friamente
combinara
roubar
as
companhias
de
seguro,
á
custa
da
morte de
centos
de
pessoas
innoceoles,
que
nenhum
mal
lhe
tinham
feito!
Fiesqui,
que,
com o
objecto
de ma
lar
Luiz
Filippe,
não
leve duvida
de
des
carregar
a um
tempo
uma
multidão
de
tiros
iodislinctamenle sobre
um
cardume
de
mulheres,
creanças,
pessoas innocen-
tes,
não me
lembra
se
no
seu
processo
(que
talvez
não
li) se dizia
ou
mostrava
pertence»
elle
a
sociedade
secreta.
Além
d
’
isso,
Fiesqui
era
homem
commum
e
igno
rante
;
porém
a
mesma
cousa
se
uão
pó
de
dizer de
Orsini, que
era
homem
de
qualidade
e
de
educação.
E
todavia
ve
ja-se
a
que
ponto
compromissos
de
seita
levam
e degradam
I
Orsini
não
teve
du
vida
de
atirar a
granel
os
mais
mortífe
ros
projectis
no
meio
de
uma
densissima
turba
de
seus
similhantes, com
o
objecto
de
ferir
um—que
não
feriu,
—
e
com
a
certesa
de
ferir
muitos
que nenhum
mal
lhe
tinham
feito,
de
quem
nenhuma
of-
fensa
tinha!
j
Milagres
<to Maçonismo,
Car-
bonarismo,
.
Templarismo,
Diabolismo
—
que
tudo
vem
a
ser
o mesmo!
[Continua]
A.
R. SARAIVA.
------
—-----------
Nfoíicias
d
’
2Siisg»a8»I»í».
Como
não
recebemos
correspondência
Je
Madrid,
transcrevemos
o seguinte:
Estella
12.
A
eslada
de
Sua Magestade
El-Rei
D.
Carlos
VII
n
’esta
boa
e
leal
cidade de
Estella,
tem
sido
assignalada
por
duas
ceremonias
militares, cujo
caracter
sem
pre
imponente
adquiriu
com
a
presença
do
rei
uma
emoção
de
mais
e
um
novo
prestigio.
Hontem,
de manhã,
o
primeiro
bata
lhão
d
’
Alava
prestava juramento
de
fide
lidade
á
nossa
bandeira
na
praça
de
S.
João,
e
hoje
o
Rei
concedia
pela
sua
mão
a
banda
de
S. Fernando
ao
estandarte
do
teiceiro
batalhão
da
Navana
Este juramento
de
bandeira
que
pres
tou
hontem
o
batalhão
alavez,
é
utn
acto
dmples
e
austero,
cuja
gravidade
do
com
promisso
tomado
constittie
a
principal
so-
lemn
idade.
Depois
da missa
e
do
sermão
na
egre
ja
das
Recoleta, onde o
prégador,
com
feliz
inspiração
desenvolveu, em
caloroso
discurso,
o
sacerdócio
que
constitue
a<
missão
do
voluntário
carlista,
o batalhão,
com
a
musica
na
frente,
veio
formar-se
na
praça de
S. João ;
o Rei, a
sua
co
mitiva,
o
conde
de
Caserta
e
muitos
ou
tros
generaes,
occupavam
o
centro
do
quadrado
em frente
da
bandeira.
Então o
tenente
coronel
Sobrino,
commandante
do
batalhão
de
caçadores
d
’
Alava,
protinocion
em
voz
alta
a
formula do juramento, e,
collocando
a
sua
espada
em
cruz
sobre
a
fiaste
da
bandeira,
beijou-a,
o-
que
fize
ram,
depois
delle,
desfilando
a'um
e
um,
os
ofliciaes
e
soldados
do
batalhão.
De
pois, sendo
erguidas,
por dois
ofliciaes
de
espada
desembainhada,
as
extremida
des
da
fiandeira,
todos
passaram
sob
este
glorioso jugo,
que
une, pelos
laços indis
solúveis
da
honra
e
da
fidelidade,
o
sol
dado
ás
insígnias
do corpo
a que
per
tence.
Hontem,
depois
do
meio
dia, o
Rei,
acompanhado
do conde
de
Caserta,
alguns
ofliciaes
de
ordenança
e
urna
pequena
es
colta
de cavallaria,
foi
visitar,
debaixo do
fogo
dos
canhões inimigos,
os
postos
avan
çados
de
Villalnerta
e
o
forte
de
S.
João.
—
Do
correspondente
da «Palavra»:
D.
Carlos foi
ruidosamente
recebido
em
Estella,
d
’
omJe
se
dirigiu
a
visitar
as
li
nha»
do seu
exercito r/aquelle
poeto,
par
tindo
para
Alsusa
depois
de
presencear
a
entrega
do
novo
armamento
a
alguns
ba
talhões,
armamento que.
segundo
uns,
consiste
em
refles
americanos
e
segundo
outros
em
Reminghtons,
aperfeiçoados
com
sabre
bayonela.
Entre
Larraga
e
Orligosa
surprehen-
deu um
destacamento
carlista a
um
es
quadrão
de
cavallaria que escoltava
um
comboio,
apoderando-se
de
15
cavallos
e
de
alguns
fundos.
Também
entre
Goetaria
e
Renteiia
con
seguiram
apoderar-se
de
alguns
viveres
e
armas qoe
eram
levados
para
a
guarnição
do
primeiro
dos
dictos
pontos.
Segundo
parece, as
armas
distribuídas
em Estella
e
outros
petrechos
que estão
sendo
conduzidos
para
as
linhas
carlistas
procedem
de
um
alijamento feito
com
fe
licidade
em
Motrico.
LIVROS E
IMPRESSOS
DlCCIONARIO
POPULAR—HISTORICO, GEO
GRÁFICO,
MITHOLOGICO, BIOGRÁFICO ARTÍS
TICO, BIBLIOGRÁFICO
E LITTERARIO, por
Uma
sociedade de
homens
de
leltras.
Distribuiu-se
o
fascículo
n.°
11
d
’
es-
te
importante
diccionario,
cuja
publicação
tem
sido
regularíssima.
Subordinadas
ao
nome
Affonso
contém varias
noticias
his
tóricas,
já
continuadas
do anterior.
O
escripiorio
da
empresa
é
na
rua
da
Atalaya,
n.°
173,
Lisboa.
—O
amor
dos
amores
, por
H.
P.
Es-
crich
—
Versão
de
Cruzeiro
Seixas.
Está
publicado
o
fascículo
n.°
7
d
’es-
te
bello
romance,
que
nada
tem
que
pos
sa
negar-lhe
um
logar
em
todas
as es
tantes.
Emquanto
á
parte
material é
lambem
óptima,
sendo as
illustrações
trabalho
do
snr.
Columbano
Bordalo
Pinheiro.
—
E
nsino
primário
agrícola
,
por
P.
Joigneaux
—
Versão
portuguesa
por
Paulo
de
Moraes.
Os
snrs.
Lallemanl
Frères
acabam
de
dar
á
estampa
esta
obra utilíssima,
or
nada
de
primorosas
gravuras
e
atigmenta-
da
com
ura
curioso
appendice.
Escripto n
’
uma linguagem
chã, como
convém
a
trabalhos
d
’esta
naturesa,
e
com
melhodo
excellente,
este
precioso
vo
lume
vem prehencher
uma
lacuna
que
muito
se
fazia sentir
entre nós,
onde
os
estudos
agricoias
estão
pouco deria-
rnados.
Recommendamol-o
muito
aos
agricul
tores e
á
mocidade, a
cujo
ensino o
au-
ctor
visa
principalmente.
—O
dedo
de
deus
,
romance
de
Tar-
rago
y Mateos
—
Versão
de
F.
F.
da
Silva
Vieira.
Recebemos
o
3.°
vol.
d
’este romance
editado
pela
incançavel
empresa
editora
Horas
Homanlicas.
—
Os
desiierdados
,
por
D.
Manuel
Fernatidez
y
Gonzalez.
Disiribtnti-se
o
fascículo
n.°
3,
edicção
da
empresa Serões Românticos,
dos
snrs.
Belem
&
C.
a
,
de
Lisboa.
mEirm
SlUSmifÇÃO
E’
digno de toda a attenção
o barbaro
exemplo gue estão
dando
os liberaes affonsinos
contra os
prisioneiros carlistas.
Em
casa
do snr. Manoel José
Vieira
da Rocha, rua do Souto,
se
recebem todas as esmolas
com que
as almas compassivas
queiram minorar o estado tris
te d’aquellas victimas da santa
causa da
religião e do
direito.
Manoel José
Vieira
da
Rocha
2$000
P.*
Eduardo
do
Soccorro
Barbosa
500
P.
e
Antonio
José
da
Costa
Gomes
500
P.
e
Francisco
José Pereba
1$000
Antonio
Bernardiuo
Pinto
de
Ma
dure
ira
2$250
Prior
d
’
Estella
500
João
Marques
d
’Oliveira
500
Somma
7^250
@I»eraçs«o
feSia. —
Refere
o «Diário
11'ustrado»
qtie
recuperou
a
vista o
snr.
padre
João
Diniz,
antigo
capellão
do
hos
pital
militar
do Porto,
e
actualmenle
em
Aveiro.
O
sor.
padie
Diniz
foi
operado
pelo
ex.
mo
snr.
Alves
Passos,
que
geralmente,
e
com
inteira
justiça,
é
considerado
como
o
primeiro
operador
do
paiz.
Carro virado
—Hontem
de
tarde
virou-se
um phaelon
ao
entrar
no largo
da
Praça,
em consequência
de lhe
ter
saido
uma
roda.
Os
passageiros
que
transportava
foram
lançados a
terra,
mas
felizmente
nada
soíberarn,
além
do
susto.
Aviso.
—
N
’
esta
redacção,
rua
Nova
n.°
3,
precisa-se
fallar
com os
herdeiros de
José
Ferieira, natural d’
esla
cidade
de
Bra
ga,
fallecido
em
Buenos-Ayres,
para
inte
resse
dos
mesmos.
Agrieultiirn na Btalia.—
Segundo
a
estatística
que
acaba
de
publicar
o
mi
nistro
de
industria
e commercio
de
Ita-
lia,
a
mencionada
nação
tem
sem
ulilisar,
por
falta
de
braços,
1.368:000
hectares
de
terrenos
pantanosos
e
2.799:700
he
ctares
de
terrenos
incultos.
A
emigração
de
certas
províncias
de
Italia
tem
tomado
proporções
assustado
ras.
C«»Bjisoreso.
—
Ligaram-se
ha dias
pe
los
vínculos
matrimouiaes
a
exm
a
snr.a
D.
Maria
Almeida
de
Carvalho
Braga
e
o
exm.°
snr.
Jr.âo
Augusto
d'Oliveira
Braga.
A
ceremonia
eíTectuou-se
na
capella
do
bello
palacete
do
exm.°
dr.
Rodrigues
de
Carvalho.
Felicitamos
os
illustres
noivos
a
quem
antevemos
um
futuro
de venturas,
propor
cionado
pelas
excellentes
qualidades
que
os
adornam.
Anrtgratnm.**.
—
O
mais
feliz
e
exaclo
que
se
conhece,
é
o
em
resposta
á
per
gunta
feita
por Pilatos
a
Jesus
Christo.
—
Quid
esl
veritas
? (O
que é
a
ver
dade)
?
Estas
ires
palavras
formam
letlra
por
lettra
o seguinte
:
—Est
vir
qui
adesl
(é o
homem
que
aqui
está).
IFuliecinae»t».—
Falleceu
ha
dias
o
snr.
Delfim
do
Patrocínio
da
Costa
Bran
dão,
sob'inho do
snr.
dr.
Costa
e
Silva,
vigário geral
do
arcebispado.
E
’
earts-aordinsxri'.»
—Antes
(ia
guer
ra
fratico-prussiaua
havia
em
Berlim 200
artistas
francezes,
hoje
contam-se
2:400.
Krwjíçíío
»u»s
Pí»iíij»pina<í. — O
u
timo
correio das
Pbilippinas
trouxe
no
ticias
extremamente
descon^oladoras
ácerca
da
ultima
erupção do
vulcão
que
fica
proximo
da
cidade
de
Albay.
Encontraram
muitos
cadaveres
enterra
dos
nas itntuepsas
areias
e
pedras
que
o
vulcão
expelliti,
e
os
rios,
os
ventos
e
o
mar
arrastaram.
H>uve
povoação
que
fi
cou
terra
pia
n
ada
em
alguns
sitios
de 5
a
6
metros
de
altura. O
vulcão
conti
nuava
espantoso
e
ameaçador;
os
seus
bramidos
e
erupções
não
haviam
cessado
;
as
melhores
e
mais solidas
pontes de
pe
dra
desappareceram.
Só
em
Albay e
em
duas
povoações
muito
próximas
foram
já
encontrados
543
cadaveres.
ttMolaçjf». —
A
proposito
da
candida
tura
do
general
Pavia,
pelo circulo
do
centro
de
Madrid,
lê-se
no
«Imparcial»:
«N’
uma
reunião
de
eleitores
do
cir
culo
do centro,
um
d’elles
perguntou
ao
presidente
se
podia
saber
o
crédo
do ge
neral
Pavia.
—
Meu
amigo,
disse
ao
curioso
um
outro
eleitor,
o
mesmo
crédo
q»e
V. e
eu
tínhamos
uo
dia
3
de
janeiro,
por
occasião
do
golpe
de estado.
—
Mas...
não
me recordo...
qual
9
—
O
crédo
na
bocca.»
(7o«»ijjrr».
—
A
companhia
ingleza
de
caminhos
de
ferro
Graet
Western
acaba
de
comprar
as
linhas
de
Bristel
Exerler
Souton
Dewen,
por
37:800
conto-'.
Esta
companhia
é
proprietária
de
todas
as
linhas'
ferreas de
Inglaterra Occidental
e
do
paiz
de
Galles.
Provineta
SsjiregcsMiSs!.
—
A
provín
cia
japoneza ile
Yetsigo,
circulo
de
íkktirs,
que
produz
muito arroz,
chá
e
seda,
on
de
se
descobriram
poços
de
petroleo
suf-
ficiente
para
o
consumo
de
todo
o
Ja
pão.
enriqueceu
se
com outro
novo
pro-
ducto.
Já
se
estão
explorando
a
pouca dis
tancia
da
cidade
de
Nigata
ricas
minas
de
carvão,
e logo
que
um
rio
que
alli
passa
esteja
canalisado.
o
carvão
ve"der-
se-ha
na
dita
cidade
por preço
muito
baixo.
Na
mesma proviocia
ha
um
monte,
d
’onde
brotou
uma
torrente
de
petroleo,
em
consequência
do
desprendimento
de
um
rochedo.
Terror.
—
Os
habitantes
da cidade de
Lyon
julgaram-se,
no
dia
5
do
corrente,
chegados
ao
fim
do
mundo.
Uma intensa nevoa cahiu
sobre
a
ci
dade e
envoiveu-a
de
súbito
em tão
den
sas
trevas,
que
era
completamente
impos
sível
ver qualquer
objecto
a
deis
passos
de
distancia.
Âranhn
EmbúIicJosn.—
Acaba
de
fal-
lecer
em
Paris
um
tal
João
Jacques
Prinx.
De
quem
era
este
figurão
cuja
morte
é
re
gistrada
nos
papeis
públicos,
diz
um
jotnal
o
seguinte:
Era
mn
humilde
barqueiro
que
lega
a
sua filha mais
velha,
actualmenle
artista
n
’
um
grande
circo
de
província,
a modes
ta
somma de
4o0
mil francos.
João
Jacques
Prinx
percorreu
o
mundo
inteiro.
Trabalhou
em
Paris
desde
186!)
a
1868.
O
seu
trabalho
consistia
em mos
trar
uma
aranha
fechada
em um grande
relogio
de
algibeira.
Qualquer espectador
designava
a hora
ern
que
deseiava
vêr
parar
o insecto,
e
o
insecto
dava
varias
voltas
no
mostrador
e
parava
exaclamen-
te
na
hora
apontada.
Por
esta
fórma
ganhou o
bom
do
ho
mem
a
fortuna
que
agora
lega.
rx.ni
aicay,xi*g
As hnrmenins <Jw ectridade.—
Aca-
bava
de
chegar
a
urna
cidade
o
celebre
Paganini,
e
foi
apresentado
n’
uma
casa on
de
reunia
a
mais escolhida
sociedade,
no
mesmo
dia
em
que um
navio
havia
nau
fragado,
e cujos
passageiros
tinham
per
dido
quanto
possuíam.
Paganini, convidado a
locar
n
’aquella
noite,
acceden,
e, chegado
o
momento, apre-
sentou-se
ante
a
reunião, que
se
admirou
ao
ver
que
trazia
um
violino sem
cordas.
Utna
senhora
perguntou-lhe
em tom de
mofa.
—Irá
acaso
tocar
sem
ccrdas
?
—
Não,
senhora.
—
Então
as
cordas?
—
Estão
occultas.
Toda
a
gente esperava
com impaciên
cia,
e
perguntavam-se:
—
Com
que
cordas
irá
tocar
?
—
Com
estas,—
exclamou
o violinista
apresentando
a
caixa
do
violino
á
zombe
teira
senhora,
e
dizendo-lhe ao
mesmo
tem
po
:
—
Senhora,
uma
esmola
para
os
po
bres
naufragos.
A
senhora
que,
afinal
de
contas
era
compassiva,
deitou
na
caixa
do
violino al
gumas
moedas,
e
todos
os
demais circums-
tantes
a
imitaram.
—
Não
creem,
senhores
—disse
Paga
nini,
—que
as
cordas
que
toquei
são
as
que
melhor
sôam?
Bemditas
as
cordas
do
coração
quando
soam
com
as
harmonias
da
caridade.
A
cerío
Estterala.—()
fascículo
dos
Éludes
Religieuses,
Ptitlos.,
Ilislor.
el
LU-
ter.,
correspondente a
dezembro
ultimo,
traz
um
magnifico
artigo
intitulado:
Les
resultais
des
recherches
préhisloriques
d'a-
prés
les
coogrès
el
reunionf
des
soeiétés
sa-
vanies—
continuado—,
que
muito
recom-
mendamos
a
certo
collaborador
do
Insti
tuto
de
Coimbra, que
ainda
acredita
em
homens
e
armas
prehistorica-,
e
talvez
não
acredite,.,
uo
Symbolo
dos
Apostolos.
Cartas
de
jogar.
—
A
soa
invenção
data de 1328.
No
principio serviram
para
divertir
Carlos
VI
na
epoca
da
sua
de
mência,
e
só
posteriormente
se
aperfei
çoo
o
seu
fabrico
para
o
recreio
do
jogo.
Os
i
naipes,
espadas,
paus,
ouros
e
co
pas
são
usados em
lo
ms
os
paizes.
Na
Allemanba
ás
3
figuras
de
cada
naipe,
rei,
dama e
valete,
acresce mais
uma,
a de
cavalleiro.
Attribue-se
a
seguinte
origem
ás
figu
ras
usadas nas
cartas
francezas.
O
rei de
espadas, David,
é o
emblema
de
Carlos
VII.
ameaçado
por
seu filho
Luiz
XI.
A
da
ma
de
paus,
Aroma, anagramma
de Rainha,
representa
Maria
d
’
Anjou. A
dama
de
es
padas, Palias,
é
a
imagem
de
Joanna
d
’Arc.
A dama
de
ouros, Rachel,
é
Iguez
Sorel.
A
dama
de
copas,
Judilh,
é
a
raintia
Isa
bel.
Os
4
valetes
representam
Ogier
e
La>>-
celót,
companbe
ros
de Catlos
Magno, He-
clor
de
Gailard
e
Labire,
generaes
de
Car
los
VII.
As
outras
figuras
representam
di
versa-
allegorias.
O
az
symbolisa
o
dinhei
ro,
rei
do
mundo.
O naipe
de copas
si
gnifica
a
bravura
; o
de
paus
representa
viveres;
e
os
de
espadas
e
outros
figu
ram
armas.
Em
1793, o governo
republicano
re
formou
as
cartas
de
jogar.
Os
4
réis
fo
ram
substituídos
por
4
figuras,
represeu
laudo
homens
com
barretes
phiygios, *ym-
boltsando
a
guerra,
o
commercio,
as
ar
tes, e a paz.
Muitos
fabricantes,
em
logar
dos
reis,
empregavam as
figuras
de
4
phi-
losophos,
Vcitaire,
Rousseao,
Moliére, e
La
Fontaine.
As
datnas
também desappa-
receram,
sendo substituídas
por 4
mulhe
res
vestidas
á
antiga,
representando
a
ima
gem
da
liberdade de
imprensa,
do
casamen
to,
dos
cultos,
e
das profissões.
Os
vale
tes
egualmente
foram
expulsos,
e
em
lo
gar
delles
figuraram
4
homens
vestidos
civil
ou
militarmente,
representando os
emblemas
da
egualdade
de classe,
de
di
reitos,
de
deveres,
e
de
raças.
Consomem-se annualmenle
em
França
1.500:000
francos
de
cartas
de
jogar,
e
as
fabricas exportam
ainda
maior
porção,
especialmenle
para
as
colonias
hispanholas,
portuguezas,
inglezas
e
americanas.
O
go
verno
recebe
d
’
este
ramo de industria
20
a
25 por
100
do
producto
total.
Paris
e
Nancy
são
as
cidades
que
fabricam
as
me
lhores
cartas de
jogar
e
em
maior
quan
tidade.
E’
eurioio.—
Um
sujeito
fallecido re-
cerilemente
em Paris
declarou
no
seu
tes
tamento
que legava
o
seu
corpo
á
facul
dade
de medicina
para
que
se
lhe
fizesse
a autopsia ;
potque
dizia
elle,
no
mesmo
testamento,
queria
conhecer
a
causa
da
sua
morte
I
MístineçAo.—
Foi
elevado
á
dignida
de
Grã-Cruz
da
Legião de
Honra
o snr.
João
de
Andrade
Corvo,
ministro
dos
ne
gócios
estrangeiros
e
da
marinha.
Esniin telegráfica.—
Começou
a
es
tabelecer-se
a
linha
telegráfica
direçta
en
tre a
secretaria
do
caminho
de
ferro do
Minho,
em
Vianna
do
Casteild,
e
o tonel
do
Tamel,
no
lanço
entre
aquelle
cidade
e Barcellos
Fabrica
de nssmestr.—
Está
na
re-
dacção
do
«Jornal
do
Recife»,
de
Pernam
buco,
para
ser
visto
por
quem
quizer, um
(ião
de
assucar
fabricado
a
fogo
uú,
con
forme
o sysiema
antigo,
no engenho
Una,
do
snr. João
de
Sá Cavalcanti
de
Albu
querque.
Por
esta
amostra
se
verifica
como
pó
de
o
agricultor
aperfeiçoar o seu
genero,
quando
lhe
assiste
a
boa vontade em fa-
zel-o.
EXPEOKESTE
S>A AOMÍAUSTJSA-
ÇÃO.
Os
nossos
assignantes de
Vianna
e
seu
districto,
podem d
’
oravante
pagar
suas
as-
signatura
ao nosso estimável
correspon
dente
na
mesma
cidade,
o
íllm.0
snr.
Fran
cisco
José
d
’
Araújo
Jumos
em
poder
de
quem
se acham
os competentes
recibos
devidatnente
assignados.
SAÚDE
A
TODOS
sem
medicina,
pur
gantes
nem
despezas
com o
uso
da
delicio
sa
farinha
de
saúde,
DE
BARRY
de
Londres.
S}
;
J
nnnps
dfiiiavariaveJ susseaao
3
Depois
das
adessiões
de
muitos mé
dicos
e de
vários
bospilaes,
ninguém
po
derá
duvidar
da
elficacia
d
’
esta
deliciosa
farinha
de
saude
que
cura
as
indigestões
(despepzias)
gastrica,
gastralgia,
ilegma,
arroios,
ventos,
flatos,
amargor
na
bocca,
pituitas,
nauseas,
vomilos,
irritação
intes
tinal, diarrea,
dizenteria,
cólicas, tosse,
athsma,
falta
de respiração,
oppressão,
con
gestões,
mal
aos
nervos,
diabelhe,
debili
dade,
todas
as
desordens
no
peito, na
gar
ganta,
do
alito,
das
broncbites,
da
bexi
ga,
do
fígado, dos
rins,
dos intestinos,
da
mucosa,
do
cerebro
e
do
sangue.
75.000
curas entre
as
quaes
contam-se
a
de
S.
S.
o
Papa,
do
duque
de
Pluskow,
da ex
ma
snr.
’
rnarqueza
de
Brehan,
do
doutor
Manoel
Saenz
"Je
Tejada,
da
Universidade
de
Cordova,
etc.
ele.
Cura
72.448.
Cadiz 3
de
junho
de
1868
Não
posso
fazer
menos
de
manifestar
a
vv.
s.as
os
belios
resullados
que
obtive,
administrando
o
seu
chocolate
de
Revales
ciére á minha
senhora.
Havia
muitos an
nos
que
padecia
iutensissimas
dores in
testinas,
e
insomnias
pertinazes
;
graças
a
este
surprehendente
especifico
ficou
com-
pletameole restabelecida.
Ficando reconhe
cidos,
aproveito
esta
occasião
para demon
strar
a
consideração
com
a
qual
o
distin
gue
o
seu
attento
venerador
—
V
icente
M
oyano
.
Cura
69.718.
Ticheville
(Orne)
20
de março
de
1867.
Achando-me
perfeitamente
com
o
uso
que
fiz
durante
certo
lapso
de
tempo
da
Revalesciére,
lenho-a
administrado
a
varias
pessoas,
ás
quaes
produziu
inestimáveis
effeilos,
em
particular
modo
n
’
aquelles
que
padeciam
de
hydropesia.
Tres
d
’estes
cu
raram
completamente.
—
A
tosse
produzida
por
uma
constipação
desappareceu
instan
taneamente
e
lambera
produziu
os
mesmos
resultados
nas
moléstias
da retenção
de
orina
e
das
moléstias
de estomago,
afas
tando
de
qualquer
indivíduo
a
liypocon-
dr ia
P
adre
L
angevin
.
Seis
vezes
mais
nutritiva
do
que
a
car
ne
sem
esquentar,
economisa cincoénta
vezes
o seu
preço
e:n remedios.
—
Preços
fixos
da
venda
por
miudo
em toda
a
pe-
ninsula
:
Em
caixas
de
folha
de
lata, de */4
kilo,
500
; de
‘
/
s kilo
800
rs
;
de
um
kilo,
1$400
reis;
de
2
i/i
kilos,
3$200
reis; de
6
ki
los,
6$400
reis,
e
de
12 kilos,
12^000
reis.
Os
biscoitos
da
Revalesciére
que
se
po
dem
comer
a
qualquer
hora,
vendem-se
em
caixas
a
800
e
l$400
reis.
O
melhor
chocolate
para a
saúde
é
a
Btevalerscière
choeolatada
5
ella
res-
titue
0
appettite,
digestão,
somno,
energia
as
carnes
duras
ás
pessoas,
e
ás
creanças
e
mais fracas,
e
sustenta
dez
vezes
mais
que
a
carne,
e
que
0
chocolate
ordinário,
sem
esquentar.
Em
paus,
ou
em
pó
em
caixas
de
folha
de
latadelO
chavenas, 500
reis
;
de
24
chave
nas,
820
reis,
de
48
chavenas,
1^400;
de
120
chavenas,
3$200
reis,
ou
25 reis
cada
chavena.
HAMKT
OU
BA1SSY
«fe
C.a —
Pla-
ce
Vendòme, 23, Pariz;
77
Regent
Street
Londres; Valverde,
1,
Madrid.
Os
pharmaceuticos,
droguistas,
mer-
cieiros,
etc.,
das
províncias
devem diri
gir
os
seus
pedidos ao
deposito
Central
;
snr.
Serzedello
<5c
C.
a
Largo
do
Corpo
Santo
16,
Ifiísb®»,
(por
grosso
e miudo);
Carlos
Barreio, rua
do
Loreto,
28;
Bar
rai
&
Irmãos, rua
Aurea,
12.
Porio,
,1.
de
Sousa
Ferreira
<&
Irmão,
rua
da
Ba
nharia
77
;
de
bequeira
;
J.
Pinto
;
Desí-
ré
Rahir
;
Co-mima,
V. Botelho
de
Vas-
concelios
;
Aveiro,
F.
E.
da
Luz
e
Costa,
pharm.
;
M»s-eeSJ«ia, Ramqs,
pharm.
;
SSiraga,
Pharmacia
Maia,
rua
dos
Chãos,
Pipa
éc
Irmão,
rua do
Souto,
Domingos
J.
V.
Machado,
praça Municipal.
Figueira,
Antonio
Vieira,
pharm.
; ©uimarfies,
A.
J.
Pereira
Martins, pharm.
;
Pena-
fiel,
Miranda,
pharm.
; Pente «S®
Bjissm»,
A.
J.
Rodrigues
Barbosa,
pbartn.
;
JP<>-
do
Varzim,
P.
Machado
de
Oli
veira,
pharma.
; Viuzina
<i«
Castelã®,
ASonso
e
Barros,
droguistas;
Villa
da
Can<I«,
A.
L.
Maia
Torres,
pharm.
Aamaisms
casnssmasKSBKsiEBaBBi
João Luiz
Pipa
e
sua
mulher
D.
An
na
Casimira
d
’
Oliveira
Braga, Joaquim
Jo
sé
da
Silva
Pipa,
e
soa
mulher
D.
Emilia
Candida
Ferreira,
não
podendo
agradecer
pessoalniente
corno
desejavam a
todas
as
exc
mas
snr.as
e
ill.
mos
e
exc.
lll0S
snts.
que
se
dignaram cumprirnehtal-os,
por
occasião
do fallecimento
de
sua
muito
presada
ir-
mã
e
cunhada
D.
M.ria
Julia
dos
Desam
parados d
’Altneida
Pacheco,
e
bem
assim
a todas
as
pessoas
que
lhe
fizeram
a
hon
ra
de assistir
aos
officios
fúnebres
e acom
panhar
0
cadaver
até
ao cemiterio
publi
co,
0 fjzetn
d
’este modo,
protestando
a
lodos
0
seu
mui
profundo
reconhecimen
to
e
sincera
gratidão.
E
do mesmo
modo
agradecem
aos
muito
revd.
0
’
sacerdotes
que
tiveram
a
baudade de
dizer
missa e
assistir
ao
funeral
graiuitarnente.
(2931)
D.
Augusta
Eduarda
de
Sousa
Loba
to,
viuva,
e
seus filhos,
extremarhénte
pe
nhorados
para
coui
aquelles
excellentissi-
mos
senhores
e
senhoras, que
por
occa
sião
do fallecimento
de,
sua
presadissima
mãe
e
avó,
fallecida
em
Lisboa
se
digna
ram
cmnptimental-ós
portão
triste
aconte-
menlo,
desejando
a
todos
e
a
cada um
de
per
si
agradecer
sua
delicada
visita,
e não
lhe
sendo
possível
fazei-o
pessoalmenle,
»eem
por
este
meio
mostrar
a
lodos
0
seu
reconhecimento,
protestando
a
snmma
e
sincera
gratidão.
(29
43)
Banco Commercial,
Agrícola e
Industrial
de Villa Beal
^oeietitvde ananyina de re&pnnEsabi-
Biânele
linaitada.
A
gerencia
annuncia
que
em
26 do
corrente
começa
0
pagamento
do
dividen
do
do
2.° semestre
do
anno
p.
p.,
na
rasão
de l$750
rs.
por
acção
;
na
séde
do
Ban
co
em
Villa
Real,
e
nas suas
agencias
do
mesmo
no
Porto,
Braga,
Vianna, Lisboa,
Guarda,
Vizeu,
Guimarães,
Caminha
e
Fafe.
O
dividendo
será
pago
somente
em
pre
sença
das
acções
definitivas.
Banco
de
Villa
Real,
em
24
de
janeiro
de
1876.
Os
gerentes
João
Pinlo Ferreira
(2938)
Agostinho José
da
Cosia.
iwti
n
mti
i i» i
m
■
m
i 1
mEAEXÇÃO •
Os
abaixo
assignados
previnem
0
pu
blico
por este
meio,
para
que
ninguém
contrate,
ou
compre
bens
de
José
Louren-
ço
Dias, do
logar
da
Agra,
e
de
Fran
cisco
José
da
Silva,
do
logar
de
Souleli-
nho,
ambos da
freguezia
de
Sequeira,
e
de
João
da
Silva,
do
logar
de
Covas,
fre
guezia
de
Ceileiroz,
sem
que
lhes
paguem
diferentes
quantias
que lhes devem
na
sotu
rna
aproximadamente
de
2
contos
de
reis
e
seus
juros, isto
por
letras
de
differentes
datas,
pena
de
ficar
sujeito
á
responsabi
lidade
que
lhe impõe
0
art.
1033
do
Cod.
Civil.
Braga
24
de janeiro
de
1876.
O
Padre
José
Maria da Silva
Cerqueira
José
Antonio
dos
Santos
Coelho
Teixeira
Lages
Boaventura
José
da
Costa
D.
Narcisa
Emilia
da
Costa
Pereira
Luiz
Antonio Lopes
Br„ga
Paulino
Evaristo
da
Rocha. (2944)
?
clo
D.!.'z <*-°mmissario
da
massa fallida
de
Sebastião
Ramos
Barros
Pereira
e
car
tório
de
Freitas,
se
annuncia que
no dia
30
do
corrente
se
tem
de
arrematar
diver
sas
fazendas
e
objectos
de
negocio
da
massa
fallida
do dito
Sebastião
Ramos Birros
Pe
reira,
negociante
que
foi n
’esta cidade,
a
qual
arrematação
liade
ter
logar
na rua
de
S.
Vicente
na
casa
que foi
do
dito
fallido,
no
dia
indicado,
pelas
10 horas da
maohã.
O
procurador
do
curador
fiscal,
(2939)
Paulino
Evaristo
da
Rocha.
Os
abaixo
assignados
previne
0
publico,
por
este
meio,
para
que
ninguein
contra
te
ou
compre
bens
de
José
Loorenço
Dias,
do
logar
da
Agra,
freguezia
de
Sequeira,
e
de
Francisco
José da
Silva,
do
logar
de
Sotiielinho,
da
mesma freguezia,
e de
João
da
SiNa, irmão
do mesmo
Francisco
José
da
Silva,
do
logar
de
Covas
da
freguezia
de
Celleirós
e
de
Heitor
Ferreira
Fernan-
des,
do
logar
de
S.
Paio,
da freguezia
de
Sequeira, sem
que
lhe
paguem
a
quantia
de
500$000
rs.,
metal,
que
os
mesmos
lhe
estão
devendo por
duas
letras,
e
que
uma
se
vence
no
dia
II de
fevereiro
e
outra
no
dia
16
de
maio
do
corrente
snno
de
1876,
pena
de
ficar
sujeito
á
responsabi
lidade
que
lhe
impõe
o art.
1033 do Cod.
Civil.
Braga
25
de
Janeiro
de
1876.
(2937)
José
Antonio
da
Cunha
Moreira.
Antonio
Duarte
PREVEXÇ.iO
O
abaixo
assignado,
previne
0
publico
por
este
meio,
para que
ninguém contra
te,
ou compre
bens de
José
Loureoço
Dias,
do
logar
da
Agra,
freguezia
de
Sequeira,
e
de
Franci&co
José
da
Silva,
do
logar
de
Soutelinho,
da
mesma
freguezia,
sem
que
paguem
ao
annuncianle
e
a
sua
cunhada
D.
Anna
Thereza
Vieira,
a
quantia
de
300;$000
réis,
metal, que
os
mesmos
lhe
estão
devendo
por
duas
letras,
que
uma se
vence
no
dia
13
d
’
abril
e outra
do
dia 1.®
de
junho
do
corrente
anno
de
1876,
pena
de ficar sujeito
á
responsabilidade
que
lha
impõe
0
art.
1033
do Cod.
Cr
il.
Braga
25
de
janeiro
de
1876.
Por
mim
e
por
minha
cunhada,
(2936)
Manoel
Antonio
Boucella.
Venda
de propriedades
Quem
quizer
comprar
as
propriedades
pertencentes
ao
abaixo
assignado,
uma ter
ra
lavradia
e
mato,
com
estanca-rios,
si
ta
na
freguezia
de
Ferreiros,
logar
do
Bair
ro ;
outra
do
me«mo
teor
na
freguezia
de
Sequeira,
logar
da
Sardinheira.
proximo
á
estrada
nova,
que
vae
para
Barcellos,
falle
com
0
mesmo,
largo
da
Sé
n.°
1.
Braga
26
de
janeiro
de
1876.
(2935)
Francisco
José
da
Silva.
preveaç
A
o
Antonio
Joaquim
Correia
d
’
Araujo,
de
clina
de
si
a
responsabilidade dos
actos
de
Adelino
Augusto
Alves
Ferreira
que
deixou
de
ser
seu
caixeiro, desde
0
dia
22
do
cor
rente.
Braga
24
de
janeiro
de
1876.
(2942)
MESTRA
OÍTerece-'e
uma
para
casa
particular.
Quem
pretender
queira dirigir-se
á
redac-
ção
d’
este
jornal
em
carta
fechada
com
as
iuiciaes
A.
P.
C.
(2941)
LECC10NISTA
Um
indivíduo
compelentemente
habili
tado
oflerece se
para
leccionar
Instrucção
Primaria
e
Latiuidade,
por
preços
rasoa-
veis.
Dirigir-se
ás
Palhotas,
n.°
15.
chapelaria
um*
26
—
Rua
do Souto—
26
(Junto
á
rua
de
Jano)
Recebeu
em
gostos
mo
dernos
um
bom
sorti
do de
chapeos
de
seda
e
de
feltro,
para
homem,
menino
e
senhora.
Bo-
nets
em
vários
gostos,
para
homem
e
meninos,
que
tudo
vende
mais
baiato
que em
qualqner
outro
esta-
belicimcnto.
Fabrica,
concerta
e
põe
na
moda
com
perfeição,
qualquer
chapeo
que
esteja nas
circumstancias.
Vende-se
parte d’
uma
azenha,
no
rio
Cavado.
Trata-sa
na
rua
do
Souto,
26.
zW PUBLICO
José
Vicente
de
Salles,
natural
d
’
esla
cidade
de Braga,
foi
piolor e
gravador
da
camara
de
SS.
MM.
D.
João
VI,
e
D.
Mi
guel,
exercer
o elevado
logar
de
pensio
nista
d’estes
Augustos
Senhores nas
cor
tes
de
Roma,
Paris
e
Londres,
passou
muitos
annos
fóra
da
sua
patria
e
agora
regressou
a
ella para offe<ecer
aos
seus
patrícios
o
produclo
dos
seus
assíduos
estudos;
e prompli(ica-se
a
fazer qua
dros
de
historia e
retratos,
bem como
res
taura
as
pinturas
antigas.
Dá lições
de
Desenho,
Pintura, Gra
vura,
Lilbographia
e
Photographia.
A
’ vista
do que
fica
exposto
recotn-
menda
o
seu préstimo
ao
seus
illuslres
pa
trícios,
que se
queiram
utilisar
dos
serviços
da
sua
arte.
Rua
do
Campo.
n.°
7.
(2940)
“
bitow
Domingos
José
Alves
Braga,
negocian
te
da
rua
dos
Chãos
d’
esta
cidade,
previ
ne
o
publico
de
que
por
titulo
particular
de
21 de
novembru
ultimo,
comprou
a
Manoel
Ramos
Barros
Pereira
e
mulher
Anua
Joaquina
da
Cunha, da
freguezia
de
Covellas,
comarca
da
Povoa
de
Lanhoso,
ama
coutada
denominada
das
Fogueiras,
de
naturesa de
praso, situada
nos
limites
da
predita
freguezia,
de
cuja
compra
pagou a
respectiva
contribuição
de registro,
e
co
mo
lhe constasse
que
os
vendores
tem
ro
gado
cotn
a
mesma
coutada
a
algumas
pes
soas,
faz
esta
declaração
para
evitar
ques
tões
futuras.
Braga 20 de
janeiro
de
1876.
(2930)
BANCO
COMMERCIAL
DE
VIANNA
Seeiedade
anonyuia
de respomabi-
lidaile limitada
Desde
hoje
em diante
está
aberto
o
pa
gamento
do
dividendo
de
7
p.
c.
ou
7$000
réis
por
acção
relativo
ao
2.°
semestre de
187o
aos snr. accionislas
d’este
banco,
anto
na
sua
séde
como
nas
suas
ca
ixas
fi-
iaes
da
Porto
e
Coimbra.
O
pagamento
na caixa
filial
do
Porto
tem
legar
nas
segundas,
quartas
e
sextas
feiras
desde
as
10
horas
da
manhã á
1
da
tarde.
Os
snrs.
accionislas
que
residem
em
ou
tras
partes do
paiz
aonde
houver
agen
cia
d
’
este
banco,
e
alli
quizerem
receber
os
seus
dividendos, podem
dirigir-se
ao
respectivo
agente
Vkí.ua
do
Caslello 21
de
janeiro
de
1876.
Pelo
Bauco
Commercial
de
Vianna.
Os
directores
José
Alves de
Sousa
Ferreira
A.
Alberto da
Rocha
Páris.
(2933)
CARTÕES
DE
VISITA
E
DE
CASAMENTO
Xmprimen-se
na
«livraria
Catholiea»
DE
Joaquim
José Vieira
da
Rocha,
10
—
Rua
do
Souto
—
10
BRAGA.
Preços:
cada
cento
impressão
e cartão
branco
liso,
—
400,
440,
450,
550
e
650
rs.
Dit' s
tarjados
para
luto,
impressão
e
cartão,—
700
e
750
rs.
(2870)
(INCORPORADA POR CARTA REAL)
GXtANBE
DEPOSITO SIE
JUACÍIl-
KAg BJE COSTUKA
DE
LINHA
QUINZENAL
DE
PAQUETES A
VAPOR
Para
S. Vicente, Pernambuco, Eahia, Rio de Janeiro,
Montevideo
e Buenos-Ayres
Acceilando
também
passageiros
de 3.3
classe
para
SANTOS
e
RIO
GRANDE
DO
SUL
com
trasbordo
no
Rio
de
Janeiro
PAQUETES
A
ELBE
.
.
.
. 13
de Fevereiro
MINHO.
.
.
.
28
de
Fevereiro
NEVA
....
13
de
Mar
ço
PREÇOS
Cada
paquete «Testa eonapaiiliia
leva
a
bordo
criados
e coBinheiros
portuguezes
para
commodida
dos
passageiros
de
toda»
as
classes.
Sendo
as
passagens pagas
na
Agencia
Central
no
Porto
ou
em
qualquer
Agencia
provincial,
a
conducção
para
Lisboa
é
por
conta
da
Companhia.
A
bordo
os passageiros
teem
grátis
cama, roupa de cama, eo-
mida
feita
por cosinheiros portuguezes, viulio duas vezes por dia,
assistência
medica, serviço de criados e outras despezas.
A EXPERIENCIA
de
mais
que um
quarto
de
século
tem
feito
com
que
os
pa
quetes
d
’
esta
companhia
(a
mais
antiga
na
carreira
do
Brazil) sejam
conhecidos
pela
regu
aridade,
velocidade
e
segurança
excepcional
;
além
d
’
isso pela
limpesa,
boa
or
dem,
bom
tratamento
e accomodações
a
bordo,
e pelos
melhoramentos
mais
moder
nos tanto
para
a
hygiene
como
para
a
commodidade
dos
passageiros.
ISTO
É COMPROVADO
pela
grande
concorrência
que
teem
de
passageiros
e
pelos
agradecimentos
de mais
de
mil e
cem
passageiros
d
’entre
elles
feitos
por
es-
cripta
como consta
de
documentos
archivados
em
varias agencias.
SÃO ESTES
OS
PAQUETES
preferidos
pelo
Governo
Inglez
para a
conducção
das
suas
malas
do
correio,e
por
este
serviço
recebe
a
companhia
um importante subsidio.
TIVERAM
ESTES
PAQUETES
a honra de
conduzir
Suas
Magestades
o
Impera
dor
e
Imperatriz
do
Brazil,
como
também
S.
A.
o Infante
D.
Augusto.
TODAS AS
INFORMAÇÕES e
bilhetes
de
passagem
podem
ser
obtidos no
POR
TO
na
AGENCIA
CENTRAL,
rua
dos Inglezes,
23
;
o
agente
GUILHERME
C. TA1T;
e
nas
provincias
nas
agencias
e
correspondências
estabelecidas
em
todas as
princi-
paes
cidades
e
villas.
O
abaixo
assignado
previne
o
publico
por
este meio
para
que
ninguém contracte, ou
com
pre
bens
de
José
Lourenço
Dias,
do
logar
da
Agra,
freguezia de
Sequeira,
e
de
Francisco
José
da
Silva,
do
logar
de
Soutoli-
nho
da
mesma
freguezia,
sem
que
se
lhe
paguem
500$000
rs.
metal
e
seus
juros
que
os
mes
mos
lhe
estão
devendo por
uma
letra
que
se
vence
no
dia
õ
do
proximo
futuro
mez de
Maio
do
corrente
anno
de
1876,
pena
de
ficar
sujeito
á
responsabilidade
que
lhe
impõe
o
artigo
1033
do
Codigo
Civil.
S.
Martinho
de
Fradellos
21
de
Janeiro
de
1876.
.Antonio
José Pereira.
(174)
(2932)
ÉDITOS
DE 30
DIAS
A
requerimento
de José
Ignacio
Fer
reira
Roriz, correm
éditos de
30
dias,
a
chamar
todos os credores certos e
incer
tos,
que
tenham
direitos
a
umas
casas
nobres,
com
grande
pomar,
jardim,
gran
de
pateo
e
cocheira,
cavalbariças casas
de
creados
e
mais pertences,
sitas
na
rua
do
Lampo
Alegre
n.°
425,
freguezia
de
Mas-
SAIR
DE
LISBOA
GUADIANA
.
.
28
de
Março
DOURO.
.
.
.
13
de
Abril
MONDEGO.
.
.
28
de
Abril
COMMODOS
sarellos,
(Porto) que
arrematou nos
autos
de
fallencia
de
W.
G Roughton,
pela
quan
tia
de rs.
16.700^000
que
depositou
na
Caixa
Filial
do
Banco
Lusitano,
pendentes
no
Tribunal
do
Commercio
d
’
esta
cidade,
de
que
é
escrivão
Silva
Lessa,
lendo
no
re
ferido
praso,
d
’allegarem
o
direito
que
ti
verem ao
mesmo prédio
arrematado,
ou
ao
seu
produclo
em
deposito,
sob pena
de
serem
lançados
e
se
julgar
livre
e
desem
bargada
a
propriedade
arrematada
para
o
annunciante
Porto,
18
de
Janeiro
de
1876.
(2929)
Nova
fundição
de
ferro e
me-
taes
l>e
Antonio
Germano Ferreirinba
Travessa
de
S.
João
—
Braga.
O proprietário
d’
esta
ofTtcina
funde
to
da
a
obra
de
ferro
e
metal,
de
qualquer
tamanho
e
natureza
que
seja,
assim
como
também
faz
memórias
de
ferro
ou
metal,
tudo
pelos
preços do
Perto,
e
com
a
ma-
xima
perfeição.
ESCOLA
ÃÊOTâNA
Extrai,
cura
e conserta
os
dentes
ca
riados,
colloca dentes
artificiaes
com
per
feição.
Presta-se
a
chamados
fóra
da
cida
de.
Consultorio,
Campo
de
SanfAnna
n.°
1,
das
8
da
manhã
ás
5
da
tarde
(2910)
a.
Conitruidas
por
1E.
J. Petit, de
BruxellM
13
—
Praça
de
Carlos Alberto—14
PORTO.
N
’esle
estabelecimento
encontra-se
á
venda
um
grande
sortimento
de
machinas
de
costura
;
para famílias
e
costureiras,
próprias
para
todo
o
trabalho
de
obra
bran
ca
e
fina
de
côr.
Para alfaiates,
estofado
res,
chapelleiros
etc.
:
podendo
executar
toda
a
obra de
panno
e
couro
fino. De
lançadeira
grande (levando
300
melros
de
fio.) Para
calçado, correames,
arreios
etc.
De
braço,
especiaes
para
calçado, poden
do
melter
elásticos
e
fazer
toda
a
sorte
de
concertos.
— Portáteis,
de
mover á mão,,
podendo
também
funccionar
com pe
dal,
muito
convienles
para famílias.
De
bordar,
executando
admiravelmente
toda
a
qualidade
de
bordados,
a
branco
e
cores,
em
relevo
etc.;
próprias
para
modistas,
cos
tureiras,
estofadores,
corrieiros :
esta
ma-
china,
uma
das
maravilhas
da
industria
mo
derna,
póde
fazer
a
fortuna
da
pessoa
que
a possuir.
De
cravar
calçado,
que
em
pou
cos
minutos
cravam,
parafusando
com to
da
a
segurança,
urn
par
de
calçado.
O
re
sultado
d
’
este
trabalho
é
muito
superior
ao
actualmente
adoptado.
De
lavar, indispen
sáveis
ao
uso
domes!:';,
recomendáveis
pela economia
que
resulta,
não
só
da
lava
gem,
como
da
conservação
da roupa.
To
das
estas maebinas são
acompanhadas
de
um
completo
sortimento
de
accessorios
que
facilitam a
execução
de todas
as
obras.
Garante-se
a
perleição
e
duração
de
to
das as
machinas
vendidas,
e
attendendo-se
ao
perfeito
trabalho
e
á
solidez
da
sua
construcção
póde
aífoutamenle
asseverar-se
que
não
tem
rival
na
modicidade
dos
pre
ços. A
fim
de
proporcionar
aos
compra
dores
todas
as vantagens,
esta
casa
não
só
facilita
o
pagamento
por
prestações,
mas
lambem a
aprendizagem,
para
o
que
tez
vir
do
estrangeiro
um
artista
perfeito
co
nhecedor
do
machinismo,
e duas senhoras,
para
pralicamente
daiem
as
necessárias
ex
plicações.
Ha completo
sortimento
de
al
godões, linhas,
lãs
e
sedas,
em todas
as
côres,
para
bordados
e
costura, assim
co
mo lodos os
accessorios
e
peças
sobreseleutes
para
as
diversas
machinas.
Qualqner
con
certo
de
que
necessitem
as
machinas
ven
didas
n
’este
estabelecimento
será
feito
im-
mediatameote
e com
toda
a
perfeição.
Exe
cuta-se
a
preço
modico
qualquer
obra
de
bordados
para
modistas, estofadores,
alfaia
tes,
etc.
Este
estabelecimento
tem
o
exclusivo
da
importação,
das machinas
ú
’este aueter etn
Portugal.
Faz-se
abatimento
a
quem
comprar
por
atacado.
Deposito
em
Braga,
em
casa
dos
snrs.
Almeida
&
Pereira.
(2904)
ATTENÇÂO
Vende-se
um
moinho
de
moer
á
mão,
em bom
estado,
moe
toda
a
qualidade
de
pão. Quem
perlender
falle
na
rua
de
S.
Barnabé n.°
18 em
Braga.
(2931)
COADJUTOR
Precisa-se
d
’
um
em uma
freguezia
pro
ximo
d
’esta
cidade.
Quem
se
achar
ha
bilitado
para
isso
queira
participar
n
’
esta
redacção.
2901
BRAGA
:
TYP®«RAPHIA
LUSITANA
— 4876,
Parte de Comércio do Minho (O)
