comerciominho_26081876_535.xml
- conteúdo
-
4.
"
ANNO
1876
FOLHA
COMMERCIAL
RELIGIOSA
E
NOTICIOSA
NUMERO
525
Assigna-see
vende-se no
escriptorio do
editor
e
proprietário
Josi
Maria
Dias
da
Costa, rua
Nova
n.
’
3
E,
para
onde
deve
ter
dirigida
toda a
correspondência
franca
de
porte.=Ás
assi-
gnaturas
são
pagas adiantadas
;
assim
como
as
correspondên
cias
de
Interesse particular.
Folha
avulso
10
rs.
AS
TERÇAS,
QUINTAS
E
SABBADOS.
P
reços
:
Braga,
anno 1^600
rs.-=Semestre 850
rs.«=Pror»n-
cias,
anno
2&000
rs
e sendo duas
3&600
rs.
—
Semestre
1S050
rs.=6ra«/,
anno 3&600 rs.—
Semestre
1&900
rs. moeda
forte,
ou
8&000
reis
e
4&500
reis
moeda fraca.—
Annuncios
por linha
20
rs.,
repetição
10rs.
Para
os
assignantes
20
°/0
d
’
abatimento.
TOWHaw«mããwi
i
rM
Í
rwa?nwwwtw«-niMi it
iiiM
nr
aaa
NiwiB
iwf
im 11> w 'i m
—
m
»
i
.....
BRAGA—SABBADO9G DE
AGOSTO
Ahes
Passos,
que,
não
sustentando tal
ideia
declarou
comtudo
que
qualquer
accio-
nista tinha
o
direito
de
a
propor,
sendo
estas
expressões
recebidas com protestos
quasi
unanimes.
Em
seguida,
á
sahida
do
-nr.
Passos
foram
approvadas
duas
pro
postas
já
anteriormente
mandadas para a
meza,
aulhorisando
a primeira
a
direc
ção e
conselho
fiscal
a
requererem
a
mo
ratória no
praso
mais
curto,
e
quando
mais
conveniente o
julgasse:
estabelecen
do
a
segunda
a
nomeação
de
uma
com
missão
de
accionistas,
que,
conjunclamen-
te com
a
direcção,
examinasse
com o
maior
escrúpulo
a
situação
do
estabeleci
mento.
O
snr.
Alves
Matheus
propoz em
seguida
para
membros
da
referida
com
missão
os
sors.
Pedro
de
Faria
Pereira
da
Cruz, Manoel
José
Fernandes
Pereira
e
Antonio
Luiz
da
Costa
Pereira
de
Vi
lhena;
e
os
snrs.
André
Avelino
e
Ma
noel
Francisco
Moreda,
por
lembrança
d’um
dos
snrs. accionistas
do
Porto.
Durante
a
discussão
também
usou
da
palavra
o
snr.
Manoel
Joaquim
Gomes,
sustentando a
legalidade
da
assembleia,
e
igualmente a
conveniência
de
não
ser
adia
do
o
requerimento
da
moratoria
e
a
ideia
de
nomear
se
a
commissão.
A
discussão
correu quasi
sempre
pla-
cida.
Os
accionistas
separaram-se
mais
alentados
com
a
esperanção
de
um futu
ro
menos
sombrio do
que
aquelle
que
informações
pouco
exactas
lhes haviam
fi
gurado.
----- --
'
—
i--aanmon—»i ---------
A
crise.
Continuamos
a
transcripção
dos
arti
gos
referentes
á
crise,
publicados
por
al
guns
dos
nossos
collegas.
Da
«Palavras:
«Ha
muito
tempo
que
se
previa
o
que
actualmente
se
está
passando na
praça
do
Porto.
O
abuso
do
credito
traz
sempre
como
consequência
o
descrédito,
a
de
preciação
dos valores,
o transtorno
de
todas
as
relações
commerciaes.
Houve
eco-
nomicos
que
pensaram
que
o credito
crea-
va
valores,
e
que assim
um
só
valor
se
podia
multiplicar
por
qualquer
factor
pro
porcional
ao
credito.
Essa
lheoria
não
tem
curso
na
sciencia,
mas
ainda
hoje
illude
muita
geme
e
d
’
essa
illu>ão
resul
tam
operações
arriscadas
e
emprezas
fau-
tasticas.
Ha
dous
annos
appareceu n
’
esla
cidade
uma
febre
bancaria,
em
que
tomaram
par
le
proeminente
alguns especuladores
na-
cionaes
e
estrangeiros,
e
surgiram
por
en
canto
dúzias
de
bancos
e companhias,
cu
jos
capitaes
eram
cobertos
pelos
subscri-
ptores
tres,
dez
e
até
cem
mezes Quem
despreoccupadamenta
observasse
este
fe
nómeno
tiraria
a
illação
de
que
o
capital
em
numerário
em
Portugal
era
egual
ao
que poderá existir
em
toda
a
Europa,
e
que
as
traiuacções, derivadas da
agricul
tura,
industria
e
cummercio
eram
prodi
giosas
n
’este
paiz.
Em
verdade era
pasmo
como
as
casas
bancarias
se
formavam
no
Porto
e
fóra
do Porto,
mas com
todas
as
subscripções
aqui
abertas
e
logo
fechadas
por
excesso
de
pedido,
e
como logo
appareciam
di-
reclores
e
pesscal
habilitado
para
a
dií-
hcil
e
scienlifica
gerencia
de
estabeleci
mentos
de um
giro
tão melindroso,
de
tão
grande
responsabilidade
e tão
diflicil
competência.
As
pessoas
que não
ignoram
a histo
ria
eeonumica
de
outros
paizes
e d
’
esle
mesmo,
e
nào creem facilmente
em
for
tunas
surgindo
derepente,
-no
valor
de
papel
impresso
ou
nsanuscripto,
nas
capa
cidades
não
preparadas
peia
experieucia
e
pelo
estudo, nas
prosperidades
súbitas
dos
elementos
da
riqueza
publica,
e em
outras
maravilhas, que
se
apregoavam,
Buneo Commerei
*
l
de
Braga.
Chamamos
a altenção dos
nossos
lei
tores
para
o
annuncio
que
a
direcção
do
Banco
Commercial
publica,
e
vae
no
lo
gar
respectivo.
Por
esta occasião
cumpre-
nos
recommendar
a
todo-
os
que
teem
deposilos
e
notas
promissórias,
que
se
não
deixem levar
das
primeiras
impressões
vendeudo-as
ou
traspassando-as
com gran
des
prejuízos;
pois
segundo
corre
abundam
por
ahi
especuladores
que
procuram
apro
veitar-se
d
’
esta
occasião
para seus
íins
e
interesses.
No
dia
proprio
nào
nos
foi
possível
resenhar
amplamente
o
que
se
passou
na
reunião
da
assembleia
geral
do
Banco
Com
mercial:
para
satisfazer,
porém,
aos
pe
didos
d
’
alguns dos
nossos
assignantes,
vamos hoje
dizer o que
presenceamos.
A assembleia geral
reuniu
no
dia
21
pelas
11
horas
da
manhã,
e
tomou a
pre
sidência
o
snr. dr.
Jeronymo
Pimentel,
servindo de
secretários
os snrs.
Antonio
Luiz
da Costa,
e
Antonio
Joaquim
Cor-
reia
d
’
Araujo.
Depois
que
o
presidente
em
breves
palavras
justificou o
fim
da
convocação,
e
invocou
no
interesse do
banco
e
na
regularidade
das
discussões
a
cordura
e
a
circumspecção
da
assembleia,
foi
lida
pelo
director
o
snr.
Luiz
Antonio
da
Costa
Braga
a
exposição
resumida
dos
factos que
determinaram
a suspensão
de
pagamentos.
N
’esta
exposição,
a
direcção lembrava
a
conveniência
do
pedido
de
moratoria
ao
tribunal
competente,
e
pedia á
assembleia
a
nomeação
d’
uma commissão
que
exami
nasse
o
estado
do banco.
Depois
d’islo
loi
lido
o
balancete,
e
por
elle
se
vê
que
o
aclivo
do
banco
é
superior
ao
passivo
na
somma
de
1.062:000^000
reis
pouco
mais
ou
menos.
Aberta
a
discussão usou
da
palavra o
snr. Alves
Passos,
que, declarando
ter
confiança
na
direcção,
lamentou que
esta
não
tivesse
sido
mais
previdente,
aconse
lhando-se
com
o
conselho
fiscal, antes
de
resolver
a suspensão
de
pagamentos.
Acres
centou,
depois
de
varias
considerações,
que
a moratoria
só
devia
ser
pedida
lindo
o
praso
de 60
dias,
da
que
foi
decretada
pelo
governo,
e
que não
se designando
no
annuncio
da
convocação
o
objecto
d’
ella,
como
determina
o estatuto,
era
seu
parecer
que
a
assembleia
se
achava
ille-
galmente
reunida,
e
que elle
mesmo,
an
tes de se
abrir
a sessão
ignorava
inteira
mente
os
motivos
da
reunião
da
assem
bleia.
Estranhou que
a
direcção
não ti
vesse
seguido
o exemplo
do
Banco
do
Porto,
cuja
direcção
procedera
com
mais
regularidade,
porque
não
suspendera
pa
gamento, senão
depois
de
ouvido
o
con
selho
liscal,
e
que
existindo
a
crise
desde
maio, a
direcção
do Banco
Commercial
tivera
tempo
de
se
acauteliar
contra
as
eventualidades
de um
desastre.
Usaram também
da
palavra
os
srs.
Guima
rães
e L.
A.
da
Costa
B<aga.
Este
cavalheiro
disse
que
algumas
diligencias se
haviam
feito
no
sentido
a que o
snr.
Alves Pas
sos
alludia;
pois
que
parte
da
direcção
linha
ido
ao
Porto
com
o
tim
de
obter,
sob
as
melhores
cauções,
alguns
fundos
da
Caixa
Filial
do
Banco de
Portugal,
o
que
não conseguira;
que
fallando-se
com
alguns
directores
do
Banco
do
Minho,
lambem
nada
podéra
obter;
que achando-se
esgo
tada
a
Caixa
Filial do Porto
em
conse
quência
das corridas
e
mais exigências
do
levantamento
de
36
contos,
fôra
tudo
islo
verdadeira
surpreza,
a
que
o
Banco
não
podia
resistir,
quando
agora
se
reputava
em
circumslancias
prosperas,
e
declarou
mais
que não
existiam
cauções
em fundos
his-
panhoes, e
que
destes
só
o
banco
possuia
24:000
escudos,
que são
propried
ade
sua,
e
lucro
resultante
de uma operação,
o
que
foi
ouvido
com
satisfação.
Seguiu
o
snr.
dr.
Alves
Matheus.
que.
replicando
ao
snr.
Alves
Passos, disse
que não
era
própria
a
occasião paia
se
fizerem
accnsações
á
direcção;
que
o
que
mais
convinha
era
estudar
os
expedien
tes
e
remedios
mais
efficazes
para
cooju
rar
o
mal
sticcedido;
que
outros
bancos
antigos,
acreditados
e
opulentos
tinham
sido
colhidos
de improviso
pelas
ultimas
crises,
não
podendo
fazer
face aos seus
compromissos;
que
ás corridas,
como
ellas
haviam
sido
feitas, no
momento
de
allu-
cinaçâo
publica,
era
impossível
resistir
o
estabelecimento
bancario
mais
robusto e
mais
previdente;
que
entendia
dever-se
pedir
desde já
a
moratoria
judicial,
e
que
a
direcção
no
meio
de
boatos
exagerados
que
circularam,
procedera
dignameute,
pe
dindo
a
nomeação
de
uma
commissão
que
inquerisse
dos
seus
actos.
O
snr.
José
Braga
aífirmou
que
não
havia
paralello
entre
o
Banco Commercial
e
as
circumslancias do
Banco
do
Porto,
o
qual
já
se
achava
aílectado
desde
maio,
e
que desde
então
se
prevenira
para
o
passo
que
dera.
Usou
de
novo
da
palavra
o
snr.
Al
ves
Passos,
contestando
as
opiniões
do
snr.
Alves Matheus,
e
sustentou que
não
havia inconveniente
em a
moratoria
ser
mais
tarde
requerida,
e
que
a
assembleia,
em
face
dos
estatutos,
não
funccionava
legalmente,
e
que
seria
mais
curial votar
ella
em presença
da
gravidade
das
cir
cumstancias
o artigo
do estatuto
que
prescreve
a
declaração
do
objecto da
con
vocação.
Depois
de
vários
incidentes usou
de
novo
da palavra
o
snr.
Alves
Matheus, de
clarando
que
a assembleia
estava
legal
mente
constituída;
que
ella
era
soberana;
que
no
annuncio
da
convocação
não
po
diam
delerminar-se
os
pontos
que
deve
riam
ser
discutidos,
pois que
o
principal
era
a
suspensão
do
pagameoto,
de
que
toda
a
gente
tinha
conhecimento.
Seguiu-
se o
snr.
conselheiro
Torres
ê
Almeida,
que
sustentou
a
necessidade
de
pedir-se
desde
já
a
moratoria,
e
que
declarou
ado
piar
como
propostas
suas
ideias
relati
vas
á
moratoria
e
á
nomeação
da com
missão.
Fallou
em
seguida
o
snr.
Magalhães,
do
Porto,
e
disse
não
lhe
parecerem
iofun
dadas
as
duvidas
que
se
haviam
suscita
do
sobre
a
illegalidade
da
assembleia,
e
que
haveriam
o
risco
de
mais
tarde
po
derem
ser
invalidadas
todas as
suas
re
soluções.
Fallou
depois
o
snr.
dr.
Pinheiro
Tor
res,
que
sustentou
a
legalidade
da
cons
tituição
da
assembleia, e
que
demonstrou
que
depois
dos
uhimos
acontecimentos,
á assembleia
competia
adoptar
os
alvitres
mais
convenientes
para
melhorar
a
situa
ção
do
Banco,
e
que
ao
presidente
do
conselho
(iscai
era
impossível determinar
com
antecipação
os
oLjcctos
a
discutir,
e
impôr
á
assembleia
a
obrigação
detractar
de
uns objectos
e
não
de
outros.
Ante-
cedentemente
havia
o
presidente
da
assem
bleia
justificado a
legalidade
com
que
pro
cedera
na
fórma da
convocação. Usaram
ainda
da
palavra
os
snrs.
Alves
Passos
sustentando
que
devia
convocar-se
a
as
sembleia
para se
reunir
passado
um
mez,
e
o
snr.
Alves
Matheus,
sustentando
que
islo
significava
um
incommodo
inútil
para
os accionistas.
O
snr.
Passos
propoz
que
a
moratoria
só
fosse
requerida
passados
dous mezes.
O
sor.
presidente
submetteu
á
deliberação
da
assembleia
a
admissão
d
’esta
proposta
á
discussão.
Foi
rejeita
da.
O snr.
Pa«sos abandonou
então
a as
sembleia,
declarando
que
protestava
contra
todos
os
seus
actos.
Antes
d
’
islo,
e
n
’
um
dos
incidentes que
se
suscitaram,
a
assem
bleia
pronunciou-se
em
clamores
contra
a
palavra
—liquidação
—
proferida
pelo
snr.
disseram,
cautelosamente
sim,
mas
com
firmeza,
ern publico
e
particular,
que
não
havia
para
confiar
muito em
factos
d
’
esia
ordem, e
que
a
prudência
aconsdhava ao
relrahimenlo
em
presença
de
uma
mani
festação
nada
real
de
riqueza
e
prosperida
de
particular
e
geral.
Que
importavam,
porém,
estas
refle
xões
contra
uma
paixão
desordenada
de
enriquecimento
rápido, de
commodos
ap-
petecidos,
de
collocações intempestivas,
mas brilhantes?
E
quando
mais
a
mais
esses
sentimentos
eram
favorecidos
por
uma
lei
de
ampla
liberdade,
ou
de licen
ça
commercial,
que não punha pèas
a
qualquer empreza
por
mais
absurda
que
fosse,
e
que sobre tudo
se
achava des
provida
de
qualquer
genero
de
fiscalisação
por
parte
dos
poderes
públicos?
Ao
lado
de
todas
estas
circumslancias
o
governo
mesmo
fomentava
esle
excila-
mento
annunciando
milagres
da
sua
ge
rencia,
saldos
do
orçamento,
e
prosperi
dades
sem
numero,
umas
já
existentes,
outras
próximas;
largo
desenvolvimento
de
obras
publicas,
caminhos
de
lerro
em
todas
as
direcções,
força armada
appara-
tosa,
marinha
com
couraçados,
creações
de
empregos,
melhoramentos
dos
existen
tes,
festas esplendidas,
e
finalmente
tudo
quanto
póde
concorrer
para
deslumbrar
os
olhos
e
transviar
os
espíritos.
Governo,
conselhos
districtaes,
municípios,
corpos
col-
legislativos,
os
povos,
e
os
particulares,
lodos
iam
arrastados
n
’esse
delírio
verti
ginoso
para
que
todos
se
sentiam
impel
idos.
Era uma
epoca
esplendida,
de
glo
rias e satisfações, em que o
luxo
trans
bordava,
a
riqueza
apparecia
facil
e
o
sa
ber
surgia
sem
trabalho.
Appareceram
então
as
bolsas, os
boi
—
sins,
os
leilões
de
fundos.
A propriedade
depreciou-se,
as
profi-sões
modestas
foram
despresadas,
e
o
titulo
fiduciário
e
a
pro
fissão
bancaria
obtiveram
o
primeiro
lo
gar.
\imos
isto
hontem,
e
nos
habituamos
rapidamente
a considerar
como
realidade
o
que não
era
senão
uma
miragem
en
ganadora.
O que
menos
lembrava
nos accessos
d
’esta
epidemia
eram
os
princípios
assen
tados
da
sciencia
economica,
e
ainda
me
nos
do
que
elles,
os
da
moral,
da
religião
e
da
consciência.
A
imprensa desvirtuou-se
cada vez
mais;
o
jornal
impio e
o
livro
immoral
encontraram
numerosos compradores; ho
mens,
que da^am
a
lei
no
mercado,
lam
bem a
davam
para
em
publico desacatar
os
actos
do
culto
religioso.
Passaram-se
apenas
dous
annos,
e
todo
esse
caslello
encantado
desmorona-se,
deixando
paten
tes
só
ruinas.
As
casas
bancarias,
que
se considera
vam
mais
solidas
e
eram
avaliadas
em
mi
lhões, fecham as
portas,
porque
a
aucto-
ridade publica lhes
veiu appôr
o
sello
da
insolvência.
Aquellas mesmas
que
fundaram
jornaes
luxuosos,
recebiam graças
e mer
cês,
e
fomentavam
a
desmoraitsação pe
lo
desprezo
da
religião,
não
se
sustenta
ram
ante
perdas
successivas.
Os
bancos,
que se
architectavam
em todas
as
ruas,
succumbem
de
plelhora
de
papel
e
de
plhysica
de
numerário.
As
grandes
rique
zas
dissipam-se.
Os
incautos
ficam
na
mi
séria;
alguns
dos
especuladores
fogem
com
a
caixa;
outros
entram para
as
casas,
que
estão
resguarda
as
pelos
ferros d
’
EI-Rei:
o
tribunal
commercial
etiche-se de
denun
cias
de
fallencias;
e
todas
as
relações
com
merciaes
se perturbam.
E’
esle
o
reverso
da
medalha;
mas
es
te
é
mais real,
menos
fictício
do
que
a
face, que
se
mostrára
primeiro.
Tudo
islo
padece
de dous
defeitos,
qual
d
’
elles
mais
grave.
O
primeiro é
o
completo
esquecimento
dos princípios
de
moral,
religião
e
justiça.
Governo
e
go
vernados
olvidam
completamente
que a
sotieJade não
se
rustenta,
nem
prospéra
sem
os
ter
constantemente
presentes,
quer
na
administração
da
cousa
publica,
quer
na
particular.
Esses
princípios
são
soli-
dos.
reses
e
verdadeiros;
são
únicos,
que
salvam
os
homens
e
mantéem
as
socie
dades.
Ora
os factos contemporâneos
evi
denciara
que
elles
foram
postos
de
lado,
e
que
se
procuraram substituir
pela
dou
trina
negativa
da
iiumoralidade;
impiedade
e
injustiça.
Outro
defeito
consiste
em
abusar
das
ciicumstancias
favoráveis,
não
as
aprovei
tar
para
o
bem,
e
empregal-as
em
vanta
gem
do
que
é
prejudicial
Os
erros
dos
governos
são
em geral
communicados
aos
governados.
Quando
o
governo
em
vez
de dar
exemplos
de
mo
ralidade
e
economia
oflferece os
contrários,
a
sociedade
na
sua
maioria
o imita,
e
aos transtornos da
administração
superior
seguetn-se
os
transtornos
na
administração
particular.
A
urna
crise
funesta de
refluxo
de nu
merário
para
a
America
do
Sul
succedeu-
se
orna fartura
excepcional
de
dinheiro,
resuitado
do fluxo
da
America
para a
Eu
ropa.
As
oflertas
de
metal
desempregado
foiam
espantosas,
e
o governo,
que
hi-
via
logrado
onerar
o
paiz com pesados
impostos,
longe
de
proceder
com
prudên
cia
e
consolidar
a
situação
financeira,
aba
lançou
,->e
ern
todas
as províncias
da
sua
administração.
O
paiz
não
pó
ie
qtieixar-
se;
elle
acompanhou
o
governo
com
os
seus
applausos,
e
pediu
lhe
o
dobro,
o
triplo
do
que
este
lhe
concedeu.
Queixam-se
hoje de
vêr
crescer
a
di
vida
fluctuante
e
de
estarem itnminenles
novos
impostos;
esta
queixa
é
injusta
*
o
paiz
por
todos
os
modos
excitou
o
go
verno
para
que despendesse
com
a
maior
larguí-za.
As
tendências
governaméntaes
eram
essas
mesmas; todavia
diga-se
a
ver
dade,
o
governo
era
ainda
mais
prudente
do
que
os
corpos
legislativos
e
os
seus
co mm il tentes.
Esse
prurido
de
gastos, que se
obser
vava
no
governo,
era
applandido
pltrene-
ticarneote
peio
paiz
extasiado
de
sair
da
penaria
para
uma
prosperidade
maravilho
sa.
Reflectia-se inevitavelmente
essa
políti
ca
económica
nos
cidadãos,
que
desejavam
imitar
as
sumptuosidades
do
Estado.
D
’
aqui
se
originou
á sombra
de
uma
lei
amplíssima,
a
creação
de
associações
com-
merciaes
que
esperavam
auferir lucros
grandes,
fáceis e
seguros.
Parecia
que
este
estado
prospero
não
teria
um
termo,
e
que
dias
aziagos não
tornariam
a apparecer.
E’
verdade
que
a
nossa
historia
fi
nanceira
nos
offerecia
capítulos,
dignos
de
meditação
e
confronto.
Aunca porém
as
circumstancias
foram
mais
favoráveis
e
mais
grandiosas
as
empresas.
Bastou
porém
um
revés
em
paiz es
trangeiro
para
dissipar
todas
as
illusõe»
e
fazer
baquear
o
que,se
considerava
mais
solidamente
estabelecido.
As
casas bancarias
particulares
foram
as
primeiras
a
succumbir,
e
após
ellas
algumas
sociedades
anonymas
de
bastante
importância;
e
embora
nem
todas
devam
fioai-se,
todas
se
sentiram
foriemente
aba
ladas,
e
os
seus
mostradores
conheceram
todos
os
syraptomas
da
mais
profunda
desconfiança.
O
cataclysmo
é
grande
e
a
crise
as
sustadora;
cOnvetn
não
occoltar
a
verda
de;
mas n’estas
occasiões
de graves
dif-
ítculdades
mais
do
que
em
circumstancias
normaes
é
mister
sangue
frio e
prudên
cia.
E
’
indispensável
reorganisar
a
praça
do
Purlo
em
bises
solidas,
e
restabelecer
a
confiança,'
profundamente
abalada.
E
’
forçoso
qne
desappareça
o
que
é
fantástico,
e
que
fique
o
que
é
real.
Uma
das
causas
príneipaes
do
descre
dito
está
na
suspeita
de
qne
a
verdade
se
occolta per uui
jogo
de
cifras,
a
que
se
presta
a
industria
bancaria.
Essa
verdade
deve
apparecer
á
plena
luz
do dia,
não
deixando
margem
a
sus
peitas
até
certo
poncto
justificadas.
Não é
possível
haver confiança
quan
do
eta
um
dia
se anmíncia
um
dividendo
e
no
seguinte se
faz
poncto.
Os
bancos
que
não
tiverem
solidez
pa
ra
progredirem
nas
sues
operações
devem
liquidar
sem'
precipitação
nem
violências,
mas
deixarem
de
existir
para
que subsis
tam
só aqoelles
que
teem
os
elementos
in
dispensáveis
de
vida.
Os
pallialivos
n
’estas
circiimstancis
não
remedeiam
nunca
e
prejudicam
sempre.
O
governo
pelo
seu
lado
deve
abando
nar
o
svstema
deplorável
mente
seguido
ha
cinco
aiintis
de
creat
coustantemente
no
vas
despezis,
e
recorrer
sem
cessar ao
credito.
E
’
diílicil
perder
hábitos
inveterados,
que
são
eflicazes
para
a
conservação
do
poder;
mas
chegue
ao
menos
uma
hora
em
que
o
patriotismo
vença esses
maus
hábitos,
e
atteula-se
a
que estas
catás
trofes
são
em
grande
parte devidas
a
el
les,
e
a
pouca
sinceridade
na
adminis
tração.
Attenda-se
também
a
que
a
Divina
Providencia
talvez
como
punição
de
gran
des
aiteotados,
não
cessa
de
carregar
a
sua
mão
sobre
os
povos
e
os
seus have
res.
São
impenetráveis
os
decretos
da Pro
videncia;
mas
os factos
demonstrom
qne
Ella
não
favorece
esta
nação.
A
produc-
ção
vinícola lucla este
anno
contra
duas
epifitias
devasla-loras
e
uma
temperatura
tropical.
As
producções
de
cereaes
são
escassíssimas
por
causas
em tudo
analo-
gas.
Os
mais
productos
da
terra
não
são
protneltedores
no
anno
presente. Já
no
anno
passado
se
notou
um
enorme
dese
quilibro entre
a producçâo e
o consumo,
que
foi
saldado em
numerário,
que
hoje
falta.
A
crise
financeira
vai
ser
acompanha
da
de
crise
ecooomtca;
e
as
crises
eco
nómicas
são
mais
funestas
do
que
as
fi
nanceiras.
Assim,
além
dos
recursos indicados
pe
la
sciencia
económica
e
pelo
raciocínio,
é
indispensável
não
esquece
a
causa
das
cau
sas,
que
tudo
determina
e
tudo
pó
!e
mu
dar
e
modificar.
Não basta
fazer
preces
nos
momentos
críticos,
como
alguns Prelados louvável
mente
preceituam.
A
mais
efficaz
das
preces
setia
uma
mudança
de
systema
de
vida
publica
e
particular,
em
que
o
prin
cipio
religioso,
tal
como
o
contém
o
Ca-
tholiçismo,
substituísse
os syslemas erró
neos e
impios
Os
espíritos
fortes
rir-se-ão
d
’
estas
re
flexões,
classificando
de
impertinente
a
ideia
da
cólera
divina.
Os catholicos
uáo
o
jul
garão
asssim,
em
presença
da historia
do
mundo e
dos
textos
sagrados e
do
sim
ples
bom
senso.
Duvidamos
que
sem
occorrcreui
cala
midades
mais
palpaveis
se
medite
n
’
esle
poncto:
quanto
a
mós
seria
melhor
p-e-
venil-as,
sem
que
se
despresem os
meios
humanos,
que
obviamente
devem
empre
gar-se.
E
’
mister
reconhecer
que
ha
princí
pios,
acima
de
toda
a
discussão, que
de
vem
dirigir
as
sociedades
em
geral
e
os
homens
era
particular
Se esses
princípios
são
olvidados
aquellas
e
estes
não
pofem
allingir
o
seu
fim.
Oca em
Portugal
es
tão-se
realmente
practicando
actos
em ma
nifesta
opposição
com
esses
princípios,
que
hão
de
subverter
esta
nação
em
um
setn
numero
ue
calamidades.
A
verdadeira
reforma
deve
começar
pe
la
ordem
moral;
e
o
exemplo
e
as
pres-
cripções
u
’este
sentido
devem partir
de
quem
governa,
isto
é
do
poder
executivo
e
do
puder legislativo.
C.
DE
S.»
LIVROS E IMPRESSOS
quadros
do
novo
mondo
—por
Fran
cisco
d
’
Almeida.
E
’
um
volume
editado pela
bene-
merita
empreza
das
Horas
Românticas,
a
quem
tanto
deve
a
lilteratura.
Este
volume
contém
seis
novelias
in
tituladas
—
A
filha
do
assassino
— A
ser
pente
domestica
—
Os
Prazeres
do
Sacra
mento
—
A mina
misteriosa
— 0
astro
do
Manancial
—
0
thesonro
dos
Incas.
Está
bem
escripto, e
revela
no
seu
au-
clor
muita
aptidão
para
este geru.ro
de tra
balhos.
Especialmente
os
romancinhos
A
(ilha
do
assassino, Os
Prazeres
do
Sacra
mento
e
o
Thesou.ro
dos
Incas,
são
produc
ções
dignas
de
menção
honrosa
e
que
ao
snr.
Francisco
d
’
Almeida
dão
jus
a
um
lo
gar
entre
os nossos
bons
escriptores.
Em
todos elles
ha
tipos
desenhados
magislral-
inente.
—
PIO IX — DISCURSO
GRATULATORIO, pelo
padre
Sentia
Freitas.
E’
um
opusculo
de
48
paginas,
onde
mais
uma
vez
se
revelam
os
inapreciáveis
recursos
do
orador
eloquente,
do
filosofo
profundo
e
do
estilista sublime,
que
tanto
caracterisam
o
padre
Senna
Freitas.
E’
edição
do snr.
Chardron, do
Porto,
o
editor
mais
incançavel
que
conhecemos.
—
TRATADO
DE HISTORIA ECCLESIASTICA,
PELO
PADRE RIVAUX, DIRECTOR DO SEMI
NÁRIO
MAIOR
DE GIIENOBLE— TRADUSIDO
DA
SEXTA
EDIÇÃO CONSIDERAVELMENTE AU-
GMENTADA
E
CONTINUADA ATÉ
1876,
por
Francisco
Luiz
de Seabra,
bacharel
em
Di
reito e parocho
de
Cacia.
Mais
uma
obra
excellente
editada
pela
casa
Chardron.
Sobre
ella
já
ha
dias inserimos
n
’
este
jornal
um artigo
d
’um
nosso
collega
;
por-
isso
limitar-nos-hemos
a
accusar
a
recep
ção
da
1.
a
caderneta,
que
comprehende
até folhas
96
do
primeiro
volume.
—VINTE
MIL LÉGUAS SUBMARINAS, (2,a
parte
<0
fundo
do
mar»]
por
Julio Verne.
Uma
das
publicações
mais
interessan
tes
dos últimos
tempos
é
incontestavel
mente
o
trabalho
de
Julio
Verne
que
tem
o
titulo
de
Viagens
maravilhosas
aos
mun
dos
conhecidos
e
desconhecidos.
E
’
a
essa
bella
collecção
que
pertence
o
volume
que
temos
sobre
a
meza,
e
no
qual
continua
a
maravilhar-nos
a
assom
brosa
erudicção
do sabio escriptor,
e
os
recursos
inexhauriveis da
sua
imaginação
incxcedivel.
A
parte
material
é
nitidíssima,
como
todas
as
obras
da
empreza
Horas
Român
ticas.
Esta mesma
empreza
tem
no
prelo
a
primeira
parte
da
Ilha
Mysteriosa,
de
Julio
Verne,
o
D
lecionar
io
de geographia
universal,
e
a
continuação
das
Tragédias
de
Paris.
—
ALMANACH DAS
CRIANÇAS
PARA
1877.
—
Recebemos um
exemplar
d’
este
alma-
nach,
de
que
é
editor
o snr.
J. H.
Verde,
editor
lambem
do
Recreio,
Infantil, perió
dico
illustrado
dedicado
ás
creanças
ppr-
tuguezas
e brasileiros.
0
seu
preço
é
de
120
réis,
e
vende-se
em
casa
do
editor,
em
Lisboa.
—
DICCI0NARI0
POPULAR, IIISTORICO,
GEOGRAP1I1CO,
MYTOLOGICO, B1OGRAPHICO,
ARTÍSTICO,
B1BLIOGRAPIIICO
E LITTERARIO.
Recebemos
o
fascículo
n.°
24
do
Dic-
cionario
Popular,
cuja
publicação
conti
nua
a
ser
feita
com
regularidade.
—0
INFERNO
DOS CIÚMES, POR HENRI
QUE
perez
escrich
—
Versão
de
J.
Cru
zeiro
Seixas.
Foi já
distribuído o
penúltimo
fascícu
lo
do
3.°
e
ultimo
volume
do
lindíssimo
romance
de
Henrique
Perez
Escrich,
0 in
ferno
dos
ciúmes.
Para
recommendar
as
obras
d
’
este notabilíssimo
escriptor
basta
escrever
o
seu
nome.
—
P
ortugal
antigo
e
moderno
,
diccio
-
NABIO
GEOGRÁFICO, ESTATÍSTICO, CHORO?
GRAFICO,
HERÁLDICO,
ARCHIOLOGICO, CORO-
GRAFICO E BTYMOLOGICO
DE TODAS AS CI
DADES,
V1LLAS
E FREGUEZIAS DE
PORTU
GAL
—
por
Augusto
Soares
d
’ózevedo
Bar
bosa
de
Pinho
Leal
Temos
presentes
os
fascículos
n.
os
105,
e
106
d
’
este
diccionario,
cuja
importân
cia
e alto
merecimento
ninguém
pode pôr
em
duvida.
Auctor
e
edictores
teem
ido
muito
alem
das
esperanças
suscitadas
ao
principiar-se
a
publicação
do
Portugal
an
tigo
e moderno.
Estes
dois
fascículos comprehendem
as
folhas
3,
4,
5
e 6
do
volume
sétimo,
e
con-
teem,
entre outras,
uma
longa
e
minuciosis-
sima
noticia
da
cidade
de Pinhel.
Procissão.
—
Segunda-feira,
pélas
5
horas
da
tarde,
será
conduzida
procissio-
nalmente
da
R
capella
da
Misericórdia
para
a
de
S.
João
da
Ponté,
a
milagrosa
imagem
de
Santa
Maria
Magdaleua,
da
Falperra, vinda
ha
pouco para
esta
cidade
afim
de
alcançar
do Altíssimo a
chuva
de
que
tanto
se
carecia.
lima
seena
j»t»4l!ieXõei».—
Ante-hon-
tem
preseuceamos, incidenlemente,
uma
scena
gratíssima.
Quando
vultavamos
d
’
utn
‘passeio
ao
campo,
deparamos
com
um
numeroso
ran
cho
de
innoceotes
criancinhas,
alegres, sal
titantes,
desctiidosas
d’
êsse
adoravel
des
cuido
da
infancia.
Eram
as
alumnas
do
Asylo
de
D.
Pe
dro
V,
ás
quaes
o
ex
1110
snr.
Antonio
José
Pereira
de
Magalhães
Júnior, caridoso
e
sollicito
director
do mez,
n’
aqoelle
sím-
pathico
estabelecimento,
estava
dando
uma
abundante
merenda.
O
logar
e o
quadro
eram
de
encantar.
Não
sabemos
exprimir
o
que
nos
ia
na
alma
ao
contemplar
o jubilo
indistvel
d
’
aquellas
criancinhas a
quem
as
ex.
nias
Directora, e
Professora
serviam cotn ma
ternal
affabilidade
e
carinho.
Na
verdade
era
um
objectivo
sublime
para
um
cinzel inspirado.
Cada
uma
d’aquellas
pequeninas
boc-
cas
que
sorriam
o
mais doce
dos
sorri
sos,
e
que não
tem
respirado
senão
o
hálito
da
innocencia, era porventura
um
raudal
de
bênçãos
que
iam estreitar
o
manto
da
filha
predilecta
do
Senhor, a
Caridade.
Esta
scena
commovente
deixou-nos
a
mais
grata
das
impressões,
cuja aquilaia-
ção
deixamos
aos
homens
de
sentimento.
Con-.panhiii Cosnmeircial e
Yi-
nietila «la Bairrada.—A
direcção
d
’
es-
ta
companhia
enviou-nos
um
exemplar
do
Balanço do anno commercial
da
sua
gerên
cia
da
mesma.
O
capital da
companhia
é
de
reis
5
000:090^000,
e
acha-se
em
estado
de
progressiva prespetidade.
Aula
de filoHoflt
*
no
Seminário
de
S.
Pedr®.—
Foi
nomeado
para
reger
a
cadeio
do
filosofia
no
Seminário
de
S.
Pedro
o
nosso
amigo,
o
snr.
dr.
Messias
Fragoso,
em
substituição
ao
snr.
Manosl
Pinheiro
d
’
Almeida
e
Azevedo.
Exereiciow
es151s1-i1ta10.es —Na
pró
xima
segunda-feira
começam
no
extiucto
convento
de
Bendufe
os
santos
exercícios
èspirituaes, que
segundo
nos
informam
se
rão
frequentados
por
vinte
a trinta eccle-
siaslicos,
que
alii
váo
para
tratar
da sal
vação de
suas
almas.
Esta
reunião
é
feita
com
prévio
conhe
cimento
das
auctoridades
competentes.
Rntoneír»s. —
Ha
dias
os
ratoneiros
peneiraram na
casa
do
nosso
amigo Ma
galhães
Júnior e
d’
alli
furtaram
priçipita-
damente
algumas
roupas.
SSegB-egao.—
Regressou ha
dias
do
im
pério do B
azií,
a
esta
cidade,
d
’
onde
é
natural,
0
snr.
Antonio
Joaquim
Pereira
de
Moraes,
cavalheiro
distincto
e
geralmente
bemquisto.
A ailorboleta».—
Está
publicado
0
ultimo
n.°
do
primeiro volume d’
este
jor
nal,
dirigido
pelo
nosso
collega
Dias
Frei
tas.
Este
n.°
contém
artigos
em
prosa e
verso,
firmados pelos
snrs.
Caniillo
Cas
tello
Branco,
dr. Pereira
Caídas,
dr.
Al
berto
Cruz, Soares
Romeo
Júnior,
Sousa
Moreira,
eoutros.
Feutividaile.—
A’
manhã
festeja
se
na
na
egreja
de
S.
Pedro
de
Maximinos a
imagem de
S
Sebastião,
havendo
missa
soletnne
e
sermão
pregado
pelo
snr.
dr.
Manoel
José
d
’
Oiiveira
Guimarães,
abbade
d
’
aquella
freguezia.
Hoje
á
noite
ha alii
arraial.
^nneo XMereaatíil
«le IJtrarjn.
—
Continua
este
banco
as
suas
operações,
não
se
tendo
aproveitado
da
mora.
Sabemos
que
dos
seus depositos
á
ordem
poucos
lhe
foram retirado».
Fall«
*
ci«nento.
—
Depois
de
prolon
gados
padecimentos,
falleceu
no
dia
23,
na
sua
casa
de Rendufiuho,
no
concelho
da
Povoa
de
Lanhoso.
o
snr.
dr.
Francis
co
Hilário
Teixeira
de
Brito,
um
dos
or
namentos
do
nosso íòro,
e cuja
falta
ha
de
ser
muito
sentida
p
aquella
comarca
e
na
de
Vieira.
O
finado
pertencia
ao
partido legitimis-
ta,
e
considerado como
tal foi
deputado
da
nação.
Era cavalheiro de
reconhecida
probida
de
e
estimado
de
quantos
0
conheciam.
A
’
familia
anojada
enviamos
cumptimen-
tos
de
pezames,
e
aos
leitores pedimos
titn
P.
N.
pelo
eterno
descanço
do
illustre
fi
nado.
BJeMefleesaeâa.—
Das
quotas
manda
das
reservar
para
beneíicencia na
appro-
vaç.ão
dos orçamentos
das
irmandades e
contrarias
d
’este
dislricto
cotn
relação
ao
anno
economico
de 1874
a
1875,
ordenou
o snr.
governador
civil
que
fossem
distri
buídas
as
seguintes
quantias
:
Ao
novo
asylo
de
entrevados
de
Bar-
cellos
381$460
reis.
Aos
irmãos
pobres
do
mesmo
concelho
1O3$61O
reis.
Com
relação
a
esta
cidade-foram
con
templados
0
recolhimento das orphãs
da
Tamanca
com
502^279
reis;
0
asylo
de
S.
José
com
1343012
reis
;
o
de
D.
Pedro V
com
113$642
reis
;
0
recolhimento
da
Ca
ridade
com
50^900
reis
;
0
convento
das
Therezinhas
cora
igual
quantia
;
0
das
Ur-
sulinas
com
303009
reis
;
e
os
irmãos
po
bres
com
404000
reis.
Foram
distribuídas
mais
as seguintes
quantias
:
Ao
hospital
de Esposende
115685 reis;
ao
de
Fão
265352
reis
;
ao
de S.
João
de
Deus de Villa Nova de
Fatnalicão
2225299
reis;
ao
de
Fale
215185
reis
;
e
ao
asy-
lode
meninas
desamparadas
do
mesmocon-
celho
6O5OOO
reis.
Aos
irmãos
pobres
do
concelho
de
Ce-
lorico
de
Basto
305000
reis
;
aos
do
con
celho
da
Povoa de
Lanhoso
7$000
reis
;
aos
de
Terras
de
Bouro
255695
reis
;
aos
de Vieira,
e
aos
de
Villa
Verde
45155
reis.
Com
relação
a
Guimarães
foram
con
templados
os irmãos
pobres
com
6895474
réis
;
o
asylo de Santa Estephania com
5815497
réis;
e
para
as
escholas
d’
este
concelho
e
do
de
Cabeceiras
de
Basto
foi-
lhes arbitrado
o
subsidio
de
505600 réis.
Para
as
differentes
sommas
que aci
ma
ficam
descriptas
concorreu
o
conce
lho
de
Amares
com
305030
réis;
o
de
Barcellos
com 4855070
réis
;
o
de Braga
com
2005515
réis;
o
de Cabeceiras de
Basto
com
735967
réis;
o
de
Celorico
com 2855855
réis
; o
de
Esposende
com
61$397
réis
; o de
Fafe com 815185
rs;
o
de
Guimarães
com
1:2915571
réis
;
o
da
Povoa
de
Lanhoso
com
305617
réis;
o
de
Terras
de
Bouro
com
775090
réis;
o de Vieira
com
625390
réis;
o de
Villa
Nova de Famalicão
com
2225299
réis
e
o
de Villa
Verde
com 1115223
réis.
A
es
tas
quantias
deve-se
acrescentar
mais
a
de
725151
réis
proveniente
de quotas
de
1873-
1874
que
foram
entregues
no
anno
eco-
nomico
seguinte.
Todas
estas sommas reu
nidas
prefazem
a
quantia
de
3:0835390
réis.
No
mesmo
anno
economico
de
1874
a
1875
foi
distribuída
pelo
cofre
dos
san
tuários,
em
pensões
e
esmolas a
pessoas
pobres,
a
quantia de
2395780
réis
e
pe
lo
cofre
dos Resíduos
2195300
réis.
Empréstimo
«os basicsia.
— O
«Diário
do
Governo»
de
22
publicou
a
seguinte
portaria:
Manda
sua
magestade
el-rei, pela
di
recção
geral
da
thesouraria
do
ministério
da
fazenda,
communicar
ao
Banco
de
Poi-
lugal
o
seguinte:
1
.
°
Que
lendo
o
governo,
em virtude
das
circomstancias
extraordinárias
das pra
ças
de
Lisboa
e
Parlo,
levantado
e
man
dado
vir
da
praça
de
Londres
sommas
importantes
de
numerário,
e
julgando
con
veniente
ao interesse
publico concorrer
para
a
mobilisação
de
alguns
capitaes,
que
possuem
diversos
bancos,
está
resol
vido
a
entregar
aos
mesmos bancos
a
importância
das
sommas
que
adiantaram
para
o
pagamento
das
classes inactivas,
por
virtude
dos
contractos
feitos em con
formidade
das
leis
de
1
de
julho
de
1867
e
de
22 de
março
de
1872,
até
que
as
côrles
resolvam
sobre
distracte
das refe
ridas
dividas;
2. °
Que
as
direcções
dos bancos
pe
las
quaes
fôr julgado
conveniente
acceilar
esta
transacção
deverão
entregar
na
the
souraria
do
ministério
da
fazenda
os
tí
tulos
de
divida
publica que
tiverem
rece
bido
como
caução
dos
mencionados
adian
tamentos,
licando
á
conta
dos bincos
a
parte
dos
encargos
com
que
foram levan
tadas
as
sommas
mandadas
vir
de
Lon
dres,
correspondente
á
quantia
que
rece
berem,
e
sem
prejuiso
das
vantagens
e
dos
encargos
que
lhes
pertencem,
em
vir
tude
dos
contractos
para
o
pagamento
das
cla-ses
inactivas,
em quanto
não
forem
legalmente
e
por
mutuo
accordo
rescin
didos.
Paço,
em
21
de
agosto
de
1876.—An-
tomo
de
Serpa
Pimentel.
Idênticas
foram
expedidas
para
a
di
recção
do
Banco
Luzitano,
governador
do
Banco
Nacional
Ultramarino
e
direcções
dos
Bancos
AHiança,
Commercial
do
Por
to,
Mercantil Portuense
e
da
Nova
Com
panhia
Utilidade
Publica.
Eíewista
Frugais
*
.
—
Abjurou a
heresia
e
entrou
na
Egreja
Catholica,
o
joven
barão
de
Zedliz,
tilho
da
condessa
de
Ziedlen,
d
’
uma
das
principaes
famílias
prussianas.
— fendo
failecido
os
ex.
mos
e revd.
mos
snrs
bispos
de
Speia
e
de
Treves.
(Prus-
sia)
cujos
corações
linharâ
sido
despeda
çados
pela
estupenda'
e
barbara
persegui
ção
que
lhe
fez
o
governo
de Bismaik,
parece
que esta
perseguição
ainda
passa
além
da
morte,
tal
é
o odio
que
o
chan-
celier
da
Prussia
tem
á
religião
de
Jesus
Christo.
O
fisco
pretende
fazer
entrar
no
the-
souro,
106:400
lhalers
de
multa,
(pouco
mais
ou
menos
70
contos
de
reis)
pelo
defunto
bispo
de
Treves,
que
despojado
de
tudo,
não
deixou com
que
pagar
o
enterro.
—
A
população
catholica
de
Rastat, ce
lebre
fortalesa
do
ducado
de
Bade,
actual
mente
occupada
pelas tropas
prussianas,
não
podendo
este
anno
celebrar
a procis
são do
Corpo
de
Deus, resolveu
empregar
o
dinheiro
destinado
para
a
procissão,
em
mandar
uma
deputação
a
Nossa
Senhora
de
Lourdes,
para
pedir
á
Mãe
de
Deus,
que
interceda
para com
seu
Filho,
afim
de
que
a
perseguição
acabe.
U/riVIOS
TEEEGBlA.iVI.TIAS
AGE.VC1A
1I1VAS
BAUIA
19
—
O
serviço
expresso
é
por
vapor durante
a
interrupção
do cabo
en
tre
este
porto
e
o
Rio
de
Janeiro.
SENL1N,
22
—
Na
segunda
jornada
de
pois
de
grande
combate
os
turcos
apo
deraram-se
das
montanhas
de
Alexinatz.
A
opinião
publica da Rússia
está
so-
breexcitada
ao
ultimo grau
por
causa
das
crueldades
praticadas
pelos
turcos.
PARIS,
22—Noticias
de
diversas
ori
gens
são
concordes
a
indicar
probablida-
des
da
próxima
solução
pacifica
da
guerra
turco-servia.
Assegura-se
que
o
imperador
da
Rús
sia
respondendo
ao
telegramma
em
que
o
priocipe
Millan
lhe
notificava
o
nasci
mento
de
seu
filho,
lhe
exprimiu
votos
pelo
prompto
restabelecimento
de
paz.
BELGRADO,
21
—Depois
de
repetidos
combales
duranles
tres
dias
nas
proximi
dades
de
Nisch
e
Alexinatz
o
centro
do
exercito
turco
foi
repellido.
As
malícias
servias
dislingui'am-se
notavelmente.
Os
servios
retomaram
Quiasenatz..
MADRID,
23
—
A
«Gçceta»
insere
um
decreio
real
ordenando
a
cunhagem de
moedas d’
ouro
do
valor
de
25
pesetas
e
de prata,
com
metaes
fornecidos
pelos
particulares
ou
na
falta
,d
’
estes
compra
dos
no
estrangeiro
pelo
thesouro
hespa
nhol.
MADRID,
24—
Despachos
e
cartas
vin
das
da
Granja
disem que
Caoovas
foi
ata
cado
de
febres
terçans.
Em
consequência
de
desaccordo
com
o
respectivo
ministro
deu
a
sua
demissão
o
director
geral
de
instrução publica
Maldo-
nado
Macanaz.
Foram
fixados para 30
do
corrente
os
leilões
públicos
para
amortisação
dos
cou
pons
vencidos
das dividas
interna e
ex
terna.
O
governo
enviará
mais
reforços
para
Cuba
no
fim
de
setembro
proximo.
SAÚDE
À
TODOS
sem
medicina,
pur
gantes
nem despezas com
o
uso da
delicio
sa
farinha
de. saúde,
DE
BARRY
de
Londres.
istnnoB d’invari%vel
sueeeiaso
3
Depois
das
adessiões
de
muitos mé
dicos
e
de
vários
hospitaes,
ninguém
po
derá
duvidar
da
ellicacia
d
’
esta
deliciosa
farinha
de
saude
que
cura
as
indigestões
(despepzias)
gastrica,
gaslralgia
,
flegma,
arroios,
ventos,
flatos,
amargor
na
bocca,
pituitas,
nauseas,
vomitos,
irritação
intes
tinal,
diarrea
,
dizenteria,
cólicas,
tosse,
athsma,
falta
de respiração, oppressão,
con
gestões,
mal
aos
nervos,
diabelhe,
debili
dade, todas
as
desordens
no
peito,
oa gar
ganta,
do
alito,
das
bronchiles,
da
bexi
ga,
do
íigado,
dos
rins,
dos intestinos,
da
mucosa,
do
cerebro
e
do sangue.
75.000
curas entre
as
quaes
contam-se
a
de
S.
S. o
Papa,
do
duque
de
Pluskow, da
ex.
raa
snr.a marqueza de
Brehan,
do
doutor
Manoel
Saenz
de
Tcjada,
da
Universidade
de
Cordova,
etc. etc.
Cura 72.448.
Cadiz
3
de
junho
de
1868
Não
posso
fazer
menos de
manifestar
a
w.
s.
as
os bellos
resultados
que
obtive,
administrando o
seu
chocolate de
Revales-
ciere
á
minha
senhora.
Havia
muitos
an
nos
que
padecia
inlensissimas
dores
in
testinas,
e
insomuias
pertinazes
; graças
a
este
surprehendente
especifico
ficou
com-
pletameule
restabelecida,
bicando
reconhe
cidos,
aproveito
esia
occasião
para
demon
strar
a
consideração
com
a
qual o
distin
gue o
seu
attento
venerador
—
V
igente
M
oyano
.
Cura
69.718.
Ticheville
(Orne)
20
de
março
de
1867.
Achando-me
perfeitamente
com
o
uso
que
fiz
durante
certo
lapso
de
tempo
da
Revalesciére,
lenho-a
administrado
a varias
pessoas,
ás
quaes
produziu
inestimáveis
eileitos,
em particular modo
n
’aquelles
que
padeciam
de
hydropesia.
Tres
d
’
estes cu
raram
completamente.
—
A
tosse
produzida
por
uma
constipação
desappareceu
instan
taneamente
e
lambem
produziu
os
mesmos
resultados nas
moléstias da
retenção
de
orina
e
das
moléstias
de
estomago,
afas
tando
de
qualquer indivíduo
a
hypocon-
dr
ia
.
P
adre
L
angevin
.
Seis
vezes
mais
nutritiva do
que
a
car
ne
sem
esquentar,
economisa
cincoenla
vezes
o seu
preço
em remedios.
—
Preços
fixos
da
venda
por
miudo
era
toda
a
pe-
niusula
:
Em
caixas
de
folha
de
laia,
de
*
/ A
kilo,
300
; de
*
/,
kilo
800
rs
;
de una
kilo.
15400
reis;
de 2S
1
/
í
kilos,
35200
reis;
de
6
ki
los,
65400 reis,
e
de 12
kilos,
125000
reis.
Os
biscoitos
da
Revalesciére
que
se po
dem
comer
a
qualquer
hora,
vendem-se
em
caixas
a
800
e
15400
reis.
O
melhor
chocolate
para
a saúde
é
a
KevaleseièE-e
e!!ne>í?«íai«ti»
;
ella
res-
titue
o
appettile,
digestão,
somno,
energia
as
carnes
duras
ás
pessoas,
e
ás
creanças
e
mais
fracas,
e
sustenta
dez
vezes
mais
que
a
carne,
e
que
o
chocolate
ordinário,
sem esquentar.
Em
paus,
cu
em
pó
em
caixas
de
folha
de
latadelO
chavenas,
500
reis;
de
24
chave
nas,
820
reis
;
de
48
chavenas,
15400;
de
120
chavenas,
3520Ç
reis,
ou
25 reis
cada
chavena.
JBAR1SY
D®
BABBY
Pia-
ce
Vendòrne,
26,
Pariz
; 77
Regent
Street
Londres;
Valverde,
1,
Madrid.
Os
pharmaceuticos,
droguistas, mer-
cieiros,
etc., das
províncias
devem
diri
gir
os
seus
pedidos
ao
deposito
Central
;
snr.
Serzedello
&
C.
a
Largo
do
Corpo
Sanlo
16,
(por
grosso e
miudo)
;
Carlos
Barreio,
rua
do
Loreto,
28
; Bar
rai
&
Irmãos,
rua
Aurea,
12.
Pteto,
J.
de
Sousa
Ferreira
&
irmão,
rua
da
Ba
nharia
77
;
de
Sequeira
;
J.
Pinto
;
Desí-
ré
Rahir
;
Coimbra,
V,
Botelho
de
Vas-
concellos
;
Aveiro,
F.
E.
da
Luz
e
Costa,
pharm.;
ISareel3o«,
Ramos,
pharm.;
ESraga,
Pharmacia
Maia,
rua
dos
Chãos,
Pipa
&
Irmão,
rua do Souto,
Domingos
J.
V.
Machado,
praça
Municipal.
Figueira,
Antonio
Vieira,
pharm.;
GuimarSeni,
A.
J.
Pereira
Martins,
pharm.
;
Pena-
(5®I,
Miranda,
pharm.
;
«4®
A.
J.
Rodrigues
Barbosa,
pharm.
;
Po-
voa
«So
Varzíisa,
P.
Machado
de
Oli
veira,
pharma.
;
ViannH
«Sr»
Castello,
Aflonso
e
Barros,
droguistas;
VíISa
dn
Conde,
A.
L.
Maia
Torres, pharm,
tfiUKXRXMSWIUnOR
SSWWR.
«SNtXHXSW&SrUOMftSMKMFHMK
KHXZyaitXVZt.
*.'
4
.-ps
t
A
ha rM
S I
R»
< j h I M
G
Constando á
Direcção
que al
guém
tem
procurado convencer
alguns
possuidores
de promis
sórias d’
este
Banco de que será
grande o seu prejuízo
para es
pecular com a sua credulidade,
e obter assim essas promissó
rias
por um baixo
preço,
vae
por esta forma assegurar a to
dos os
credores d’este Banco que
nenhum prejuiso terão
com a
demora na recepção dos seus
créditos.
Braga
25 d’agosto de 1876.
Pelo
Banco
Comercial de Braga
OS
DIRECTORES,
Manoel
José
da
Cosia
Guimarães.
Jaão Evangelista
de
Sousa
Torres
e
Almeida.
Luiz
Antonio
da
Costa
Braga.
Quem
pertender
um
altar
para dizer
missa,
falle
na rua
de
S.
Marcos
n.°
33.
(4259)
Praticante de
pharmacia.
Precisa-se
d
’
um
para Guimarães
na
pharmacia
—Martins,
que
tenha
pelo
me
nos
dous
annos
de boa pratica
pharmaceu-
lica
e
bons
costumes. Quem
estiver
nas
circumstancias
dirija-se
ao mesmo,
ou
ao
snr
Alvim,
á Porta
Nova
—
Braga.
(4258)
BANCO INDEPENDENCIA
Sociedade
cooperativa
de
credito
responsabi
lidade
limitada
AeçSes de 105000 réis pagas em
prestações de
500 réis
mensaes
ou
semanaes.
CAPITAL
DA
1.a E2.a SERIES—100:9005000
Dividendo de
1875
—
6
p. c.
No
dia
23
do
corrente
começa
o
paga
mento
do
dividendo
de
1875
na razão
de
6
p.
c.
ao
anno,
em
harmonia
com as
de
liberações
da
assembleia
geral.
São,
pois,
os
snrs.
accionistas,
que
teem
direito
a
receber aquelle dividendo,
convidados
a
apresentar-se no
novo
es-
criptorio
do
Banco
(l.°
andar,
entrada
pe
la arcada
do Terreiro do
Paço,
junto
ao
Arco
da
Rua
Augusta)
ou
mandar
pessoa
auctorisada
com
procuração
afim
de
tro
carem
os
titulos
provisorios
pelos
defini
tivos
ou
acções,
e
haverem
os
dividendos
competentes.
E
bem
assim todos os
snrs.
accionis
tas,
que
terminaram
o
pagamento
de
suas
acções
durante
a
anno
findo,
pódem
man
dar,
desde
já.
recebel-as
em
troca dos
ti
tulos
provisorios
ou recibos
parciaes
Tendo
sé
ultimado
a
expedição
da
cir
cular,
a todos
os
funccionarios,
partici
pando-lhes
a
organisação
definitiva
d
’
este
Banco
de classe,
e
expondo-lhes as
vanta
gens
que
elle
assegura
aos
seus
accio
nistas
;
como
houvesse
algumas
omissões,
sempre
inevitáveis:
por
isso,
d
’
esta forma,
todos
os
funccionarios
públicos (civis,
mi
litares
e
ecclesiasticas,
eífeclivos
ou reti
rados
do serviço;
e
bem
assim as
senhoras
pensionistas, professoras, etc.),
são
preve
nidos
de que
está
aberta,
para
os
funccio
narios
exclusivamente,
a
inscripção
como
accionistas
d
’
este
Banco
;
o
qual
transac-
ciona
sobre
recibos
de
soldo
e
de
orde
nados,
hypothecas
de
propriedade, consi
gnação
de
rendimentos,
juros
de
inscrip-
ções
e
mais
papeis
de
credito,
letras
e
ordens de pagamento
com
abonação
;
ac-
ceita
depositos
á
ordem
e
a praso;
faz
to
das
as
operações
de credito em
beneficio
dos
associados
exclusivamenle
(lei
de
2
de
julho
de
1867.,..
Toda
a correspondência
deve
ser
diri
gida ao secretario do
Banco,
o
snr.
A.
A.
de
Andrade
e
Almeida.
Lisboa,
em
sessão
de
16 de
agosto
de
1876.
Os
directores
eífeclivos
Manoel
de
Paiva
Reis
e
Sousa
Miguel
Baptista
Maciel.
(4256)
Joaquim
de
Araújo
Jusarle
Thereza
de
Jesus,
da
freguezia
de Mou-
quim,
concelho
de
Villa
Nova
de
Famali
cão,
sempre
se assignou com
este
nome,
e
desde
junho
do
anno
de
1875,
começou
a
assignar-se
Thereza
Angelina
de
Carva
lho
Guimarães,
para
evitar
confusão com
outras
pessoas
que
assim
se
assignavam
;
porém
desde 25
de
junho
do
anno
findo
em
diante nunca
mais
se
assignou
There
za
de
Jesus,
isto
em
lodos
os
documen
tos
públicos
aonde
tem
figurado, transacções
que
tem feito,
mas sim
Thereza
Angeli
na
de
Carvalho
de
Guimarães,
o
que
faz
publico
para
lodos
os
efféifos.
Mouquim
concelho
de Famalicão,
23
de agosto de
1876.
Thereza
Angelina
de
Ca^valtio
Guimarães.
(4257
a
)
Entre Braga
e
Guimarães
José
Antonio Ferreira
Guimarães,
le
va
ao conhecimento
do
publico
que
con
tinua
com o
serviço da
malla-posta, sa-
hindo
de
Guimarães
para
Braga
ás
3
ho
ras
da
manhã,
e
de
Braga
para Guimarães
á
meia
hora
sobre
o
meio
dia. Tomam-se
logares
para este
carro
em
Guimarães,
na
casa do annunciante no
campo
do
Toural,
e em
Braga na
casa Redonda
do
Arran-
jadinho.
Preço...................................
300
rs.
Braga
21
d
’agosto
de
1876.
Pelo
annunciante
(4254)
Francisco
Pereira
Leite
e
Castro
Uma
casa
commercial
de
Londres
pre
cisa
de
agentes
idoneos
para
a
compra,
por
sna
conta,
de
prodnclos
vegetaes,
taes
como
potnos
e
todos
os fruclos
e produ-
ctos
do
solo
em
geral.
Dão-se
os
preços
respectivos,
e
commissão.
Dirigir-se/ran
ço,
indicando
as
referencias,
M.s P.
Tale-
ma
ns
& C.
a
,
67,
Strand W.
C
Londres.
(4249)
Francisco
José
de
Souza
Braga
(o
Fran
queira)
e
José
Luiz
Ferreira,
levam
ao
co
nhecimento
do
publico
que
abrem
as
suas
carreiras entre
Braga
e
a
Povoa
do
Varzim
no
dia
23
do
corrente,
os
aonunciantes
prometem
ao
publico
fazer
bom
serviço
como
teem feito
nos
^annos
anteriores
Os
annunciantes
também
fretam
carros
gran
des
ou
pequenos
por
preços
commodos.
Os seus
escriptorios
são:
em
Braga
na
casa
do
Arranjadinho,
ou
em
casa
dos
annun
ciantes,
e
na
Povoa
em
casa
do
snr.
David.
Horário
da partida e chegada
Sae
de
Braga
ás
10
horas
da
noute,
e
chega
á Povoa
ás
5
da
manhã;
Da Povoa
para
Braga
sae
ás
2
horas
da
tarde
e
chega
a
Braga
ás
9
da
noute.
Teem
de
demora
os
snrs.
passageiros
em
Barcellos,
3
quartos
d
’hora.
Preços:
De
Braga
á
Povoa
e
vice-versa,
dentro
600
rs.
e
fóra
500.
Cada passageiro tem
10
kilos
de
baga
gem
grátis, e
paga
o
excesso
a
20
rs.
por
li
lo.
Braga
21 de Agosto de
1876.
O
gerente,
(4243)
Francisco
Pereira
Leite
e
Castro
GRANDE LEILÃO
No
dia 27 do
corrrente,
das
9
horas
da
manhã
em
diante,
começará
leilão
de
todos
os
objectos
abandonados
por
falta
de
pagamento
de
juros
na
filial
da caixa
Eco
nómica
Penhorista,
rua
Nova de
Sousa
n.°
9
Consta
de
diversas
peças
de
oiro,
pra
ta, relogios,
rewolveres,
maquinas
de cos
tura,
mobílias,
roupas
brancas
e
de
côr,
teias de
panno
de
linho
e
vários
cortes
de
panno ; instrumentos de
musica
e
muitos
outros
objectos
que
estarão
patentes.
Ainda se
convidam
as
pessoas
que
na
mesma
tiverem
penhores
com
atraso de
trez
mezes
de juros,
que
os
venham
pagar
até
o dia
26,
um
dia
antes
do
leilão,
que
ainda
lhes
é
permiltido,
se
ainda
estive
rem
por
vender.
Braga
19
de
agosto
de 1876.
(4148) O
gerente,
A.
G.
Ferreirinha.
(INCORPORADA POR CARTA REAL)
LINHA
QUINZENAL
DE
PAQUETES
A
VAPOR
Para
S. Vicente, Pernambuco, Bahia, Rio de Janeiro,
Montevideo e Buenos-Ayers
Acceitando
também
passageiros
de
3.a
classe
para
SANTOS
e
RIO
GRANDE
DO
SUL
com
trasbordo no
Rio
de
Janeiro
PAQUETES
A
SAIR
DE
LISBOA
MINHO.
.
.
.
28
de
Agosto
TAGUS.
.
.
.
13
de
Setembro
GUADIANA
.
.
29
de
Setembro
PREÇOS COMMODOS
Cadn
paquete d’eMta
companhia
leva
a
bordo
criados
e eosinheiros
portuguezes para
commodidade
dos
passageiros
de
todas
as elasses.
Sendo
as
passagens
pagas
na
Agencia
Central
no
Porto
ou
em
qualquer
Agencia
prozincial,
a
conducção para
Lisboa
é
por
conta da
Companhia.
A.
bordo
os passageiros
teem
grátis cama, roupa de cama, eo-
mida feita
por eosinheiros portuguezes, vinho
duas vezes por dia,
assistência
medica, serviço de eriados e outras despezas.
A
EXPERIENCIA
de
mais
que
um
quarto
de
século
tem
feito
com
que
os
pa
quetes
d
’
esta
companhia
(a
mais
antiga na
carreira
do
Brazil)
sejam
conhecidos
pela
regularidade,
velocidade e
segurança
excepcional
;
além
d
’isso
pela
limpesa,
boa
or
dem,
bom
tratamento
e
accommodações
a bordo,
e
pelos
melhoramentos
mais
moder
nos
tanto
para
a
hygiene
como
para
a
commodidade
dos passageiros.
ISTO
É
COMPROVADO
pela
grande
concorrência
que
teem
de
passageiros
e
pelos
agradecimentos
de
mais
de
mil
e
cem
passageiros
d
’entre
elles
feitos
por
es-
cripta
como
consta
de documentos
archivados
em
varias
agencias.
SÀO
ESTES
OS
PAQUETES
preferidos
pelo
Governo
Inglez
para
a
conducção
das
suas
malas do
correio.e
por este
serviço
recebe
a companhia
um
importante
subsidio.
TIVERAM
ESTES
PAQUETES a
honra
de
conduzir
Suas
Magestades
o
Impera
dor
e Imperatriz
do
Brazil,
como
também
S. A.
o
Infante
D. Augusto.
TODAS
AS
INFORMAÇÕES
e
bilhetes
de
passagem
podem
ser
obtidos
no
POR
TO
na
AGENCIA
CENTRAL,
rua
dos
Inglezes,
23;
o
agente
GUILHERME
C.
TAIT;
e
nas províncias nas
agencias
e
correspondências
estabelecidas
em
todas
as
princi-
paes
cidades
e
villas.
Agente
em
Braga
o snr.
João
Manoel
da Silva Guimarães,
Rua
do
Souto.
IN
JECTION
BROU
DOURO.
. . .
13
de
Outubro
MONDEGO.
.
.
28
de
Outubro
ELBE
.
.
.
.
13
de
Novembro
Hygieniea infxllivel y preservativa; absolutamente
a
unicaque cura sem lhe juntar mais
nada.
Vende-
se
nas principaes pharmacias do mundo. Exigir a
|
instrucçâo
do
uso. (30 anos de exito.)Paris, casa do
\in.y
”S^Uagenta,i58. Litho»,
S'BarretoUreto28
AH11.VZKI1
BE
IIHW
DO
ALTO
DOURO
»A
CASA
»K VIMiA POUCA
RUA
DO
SOUTO
N.°
15-Braga.
N
’
este
armazém se
encontram
a retalho
as
seguintes
qualidades
de
vinhos
enga
rrafados
:
Vinho
tinto
de
meza.
(sem
garrafa)
150
>
>
»
»
.
190
>
Lagrima
................................
200
>
Branco
de
meza
....................
210
>
tinto
de
meza
fino.
.
.
.
270
>
de
prova
secca.
....
300
«
Malvasia
de
2.a
....................
360
>
»
velho
...........................
400
>
Malvasia, Bastardo e
Moscatel
a
500
>
Roncão........................................ 700
>
Alvaralhão........................................ 560
»
Velho
de 1854
....
600
>
a
retalho
para
oieza
50
e
80,
o
quartilho
tinto,
e
branco
120.
Responde-se
e
garante-se
a
pureza
e
boa qualidade
de
todos
estes
vinhos,
po
dendo
todo
e
qualquer
consumidor
man-
dal-o
experimentar
por
meio
de
qualquer
processo chyinico.
(N
*
)
JOSE’
DA SILVA FUNDÃO
Attenção para
o
novo estabeleci
mento que
se
acha na rua de
S.
Marcos
n.°
14,
d
’
esta cidade.
Acaba
de
se
abrir
ao
publico
na
supra
dita
rua,
um
estabelecimento,
no
qual
se
encontram
os generos
seguintes
:
Vinhos
finos
do
Porto,
champagne
em
garrafas
e
meias,
cognac, licôres,
genebra
fokin.
conservas
francezas e
inglezas,
ditas
de
tomates,
mostarda
em
pó,
chocolate
hispanhol
superior,
sal refinado
e
muitos
outros
objectos
proprios
d
’
este
estabele
cimento.
Também
se
fazem
presuntos
de
fiambre
para
se
vender
por
500
reis
cada
459
gram-
mas.
N
’
esle estabelecimento lambem se
acha
um
grande
sortido
de
tabacos.
Todos
estes generos
se
vendem
por
preços
sem competidor.
(4237)
’
ATAFONA
Vende-se
uma
atafona
de
moer
trigo,
e
toda
a qualidade
de
grão.
Trata-se
na
casa
e
quinta
do Lopo
do
Tanque.
(4242)
BOM
VÍ
nh
Õ
Vende-se
as
pipas
na
adegada
casada
Deveza
em
Adaufe.
Quem
pertender
diri
ja-se
á
mesma.
(4250)
Armas
de
caça
e
rewolvers,
á
loja
do
—
Cachapuz
—acaba
de
chegar
um bom
sortimento.
(4247)
Venda
voluntária
José Pereira Villa,
do
logar
da
Capel
la,
da
(reguezia
de
S.
Jeronimo
de Real,
suburbios
da
cidade
de Braga,
vende
a
sua
propriedade
de
casas
e
campo,
tudo
unido
e
circuitado
por
parede,
em
frente
da
estrada
real
que
vae
para
Ponte
do
Li
ma.
Quem
pertender
comprar
pode
diri
gir-se
ao
mesmo
vendedor,
ou
ao
solici
tador
Bernardo
da Cunha
Pinto
Barbosa,
morador
na
rua
do
Corvo,
da
dita
cidade
de
Braga.
(4246)
FILIAL
DA
CAIXA
ECOXSMICA
PEXHORISTA
Sociedade anónima de
responsabilidada
li
mitada
Capital
..................
ftOOtOOO^OOO
RUA
NOVA
DE
SOUSA,
N.°
9
(Também
com
entrada
pela rua
do
Campo)
BRAGA.
Empresta dinheiro sobre
ouro,
prata,
joias,
papeis
de
credito,
cereaes,
roupas,
moveis,
ferramentas,
e
sobre
iodo
e
qual
quer
objeclo
do
valor
não
inferior
a
100
réis.
Recebe
pequenas
quantias
em
deposito
a
praso ou
á
ordem
abonando
juros aos
depositantes.
A
caixa
está
aberta
todos
os
dias
des
de
as
9
hora da
manhã
até
ás 9 da
noite,
e
nos
dias
santificados estará
aberta
só
até
ao
meio
dia.
O
gerente—A. G.
Ferreirinha.
JW
Iffliffllffl
Para
os
engenheiros,
pharmaceuticos,
médicos,
dentistas,
professores
e
outras
pessoas
qoe desejarem
obter
o
diploma
de
doutor
ou
de
bacharel
de
uma
universida
de
estrangeira.
Dirigir carta
registada
a
Medicus,
13,
praça
do
Rei,
Jersey. (In
glaterra.)
(31
-H-)
RIBEZIRO
t JRI RGSÃO DENTISTA
APPROVADO
PELA ESCOLA MEDICO-CIRURGI-
CA
DO PORTO
Largo do Barão de S.
Marlinho
n.°
5
BRAGA.
Faz
tudo
quanto
diz
respeito á
sua
arte
e
continua
operando
grátis,
pobres
e
soldados.
(22
-H-;
PIANO
Vende-se
um
piano
bom
pa
ra
estudo.
Quem
pertender
di-
rija-se
a
esta
redacção.
(4200)
VENDA
DE
CASAS
Vende-se
uma casa feita de
novo,
sita
na rua
das
Aguas
n.°91;
po
de-se
vêr desde
as
9
horas
da ma
nhã,
até
ás
3
da
tarde. Trata-se
na
rua
dos
chãos
n.’ 13
(3086)
Com
loja de fato feito
68,
Campo
de SanCAnna
(lado
de baixo), 68
Participa
aos seus
amigos
e
fre-
goezes,
tantod’
esta cidade
como
JWw
das
províncias
que
tem ura
bonito
iIL
I
e
var
‘
af
J°
sortimento
de
fato
fei-
to,
casimiras
para
fato moito
baratas,
cortes
de
calça
a
l$500, 2$000
e
2$500
reis;
tudo
fazendas
modernas.
Guarda
pós de casimira
e
de alpa-
ques
inglezes,
roupa
branca,
assim
como
camisas
de 600
reis
para cima,
ceroulas
de
400
reis
até
800,
de
panno familiar,
e
meotes, bonets
de
gorgurão
de
seda e
de
casimira
de
todas
as
qualidades,
de
500
rs.
até
800;
mantas
de
seda
de to
dos
os
feitios.
Encarrega-se de fazer qualquer
obra
que
lhe
seja
encommendada,
e
prompti-
fica-se
a
ficar
com
ella
quando
não fique
á
vontade
do
freguez.
(1
*
)
Vende-se a
casa
n.°
1,
na
entra-
da
da
rua
de
D.
Pedro
V.
Foi
“
^^^construida,
ha
dois
annos,
tem quin
tal
e poço
e
excellentes
commodos.
Tta-
cta-se
do
seu
ajuste
na rua
de
S.
Victor
n.°
50.
(4218)
’
Rebuçados peitoraes balsâmicos.
Uteis
nas
tosses
chronicas
ou
recentes,
catharros,
coqueluches
e
em
geral
nas
mo
léstias
dos
orgãos
respiratórios.,
Em
Braga
pharmacia
do
Hospital
de
S.
Marcos.
No
Porto,
pharmacia
«Rica»,
Bomjar
dim,
370.
(4155
Parte de Comércio do Minho (O)
