comerciominho_26021876_462.xml
- conteúdo
-
Assigna-see
vende-se
no
escriptorio do
editor
e
proprietário
Josi
Maria
Dias
da
Costa,
rua
Nova
n.*
3
E,
para onde
deve
ser
dirigida
toda
a
correspondência
franca
de
porte.=
As
assi-
gnaturás
são
pagas
adiantadas
;
assim
como
as correspondên
cias
de
Interesse particular.
Folha
avulso
10
rs.
hl
.®
ss
ÂS
TERÇAS,
QUINTAS E
SABBADOS.
P
reços
:
Braga,
anno
1^600
rs.=Semestre
850rs
==pro?)
,,.
cias, anno 2^400
rs e
sendo
duas
U000
rs.=Semestre
lí?
a
r^Brazil,
anno
3^600
rs.=Semestre
1^900
rs
moeda forte
ou
8&000
reis
e
4&500
reis moeda fraca.
=Annunc>os por hnha
20
rs.,
repetição
10
rs.
Para
os
assignantes
20
%
díbaiimenl
BKAGA—SABBAE9®
SG DE
FíJVEElEIK®
Ijondres,
29 «le
Janeiro de 1876.
—a
8 de Fevereiro:
[A
’
redacção
do
«
Apostolo».)
I.
—Lê-se
no
Times
de
hoje
o
seguinte
com
data
de 27
de
Roma,
nas
cornmu-
nicações
telegraphicas:
—
«M.
r
Errington,
Membro
do
Parlamen
to,
foi
recebido
em
audiência
pelo
Papa.
Dirigindo-se
a
Sua
Santidade,
disse que
os
Calholicos
dTrlaoda
estam
profunda
mente
convencidos
da
necessidade
d’
uma
educação
religiosa
n
’
utna
Universidade,
e
ham
de
fazer
por
obtel-a
para
seus
filhos.
O
Santo
Padre
exprimiu
sua
approvação
destes
sentimentos,
que
disse
eram
dignos
dos
Calholicos
dlrlanda.»
Esta
noticia
respeita
á questão
que
du
ra
desde
a
instituição
da
Universidade
Ca
tholica
já
existente
na
Irlanda
ha
mais
de
20
annos,
e
que
tanta
honra
faz
aos Ir-
landezes,
não
só
residentes
na
Gram-Bre-
tanha,
mas
nos
Estados-Unidos
da Améri
ca
; pois, por
contribuição
d’uns
e
d'ou-
tros—tanto
ou
mais
ainda
dos
últimos
tal
vez
que
dos
primeiros,—
a
dita
Universidade
foi estabelecida
e
dotada
com
um
fundo,
que,
ha
poucos
annos
já,
excedia
a
Lib.
40
mil (3,600
contos
de
moeda
Brazileira).
E
deve
adverlir-se,
que
esta
considerável
somma
se
juntou
e
perfez
«de
xelins e
seis
penses»
(contribuição
principalmenle
dos
pobres];
como,
a
proposito
de
outro
assumpto,
me
escrevia,
ha
5
annos,
o ad
mirável
Cardeal
Arcebispo
de
Dublin,
em
caita
de
seu
punho,
que.
já
se
sabe,
guar
do
como
documento
notável
e
tão
honroso
á
pitdade
do
Povo Llandez.
Para
ver-se,
todavia,
qual é,
a
mais
de
um
respeito,
a
hypocrisia
do
blasona
do
liberalismo
Inglez,
com
que
tantos
pa
palvos,
liberangas
e
não-liberangas,
tanto
sympatisam
e
se
enfunam,
convém
saber
e
reflectir,
que
até
agora
(e
Deus sabe
até
quando
ainda),
este
Governo
e
Parla
mento,
em
que
o liberalismo
supposto
pre
domina,
tém
resistido
e
resistem
a
conce
der
á
Universidade
Catholica
o
direito
de
conferir
graos
académicos,
como conferem
as
Universidades
Protestantes.
Isto
é
tanto
mais
escandaloso,
quanto
é
sabido,
que
as
Univesidades hoje
Pro
testantes,
assim
na
Inglaterra
como
na
Irlanda,
fôram
instituídas
e
dotadas,
e
privilegiadas,
pelo
Catholicismo!
Creio, porém,
que
não
hade
o
Pro-
testantimo
poder
já resistir por
muito
tem
po
a
fazer
justiça
á
reclamação
Catholica,
tão
justamenle
approvada
por
Sua
Santi
dade.
Gontinúa
o
extracto
no Times
dizen
do:
—
«A
Voce
delia Veritá
desta
tarde,
men
cionando
o
referido n
’
um
papel
Inglez
a
respeito
de
negociações entre
os
membros
Extremos do clero
Anglicano»
(isto
é,
dos
Ritualistas
mais
avançados),
«com
o
Va
ticano,
diz:—
«As
intrigas allegadas não
existem,
ha
«meramente
um
poderoso,
mas
não secre-
«to,
movimento
entre
o
clero
Protestante
Anglicano
para
reverter
á
gloriosa
Uni
dade
da Egreja.»
A
este
muito
importante
respeito,
con
tém
o
excellente semanario
Calholico
d
’a-
qui,
o
Weekly
Register
(redigido
agora,
ha cousa
de
dois
ou tres
annos,
por um
homem
muito
capaz,
excellente
Calholico,
e
que
foi
muitos
annos um
dos
princi-
paes
escriplores
no
Sun, papel
Protes
tante,
mas
imparcial,
que
era
muito
bem
conduzido,
e
acabou
em
consequência
da
revolução
economica
operada na
imprensa
periódica
Ingleza,
pela lei
que
reduziu
tan
to
os
preços
dos
papeis,
com diminuir
o
direito
do
sello,
&c.
Fez
isto
que
o
Ti
mes, por exemplo,
que
antes
custava 7
penys
(ou
289
rs.
Brazileiros)
por folha,
custa
agora
120 rs.,
e
tem
geralmente
um
terço
mais
de
papel
e de escripta;
em
quanto
o
resto
das
folhas
diarias
custam
apenas 40
rs.
do
Brazil (ou
um
vintém
de
Portugal).
Talvez
a
esta
redução
se
deve
o
termos
nós
Calholicos
lucrado
o
estar
hoje
á testa
do
excellente Register
o
ho
mem
a
quem
alludo, e
que
faz tão
ex
cellente
serviço
no logar
a que
a
Provi
dencia
o
veio collocar. No
Weekly
Regis
ter
mostra-se
muito
bem
a
necessidade da
conversão
dos
Ritualistas
á
Igreja
Catho
lica;
não ha
meio-termo;
ou
sim
ou
não:
se
na Igreja
Catholica
está
a verdade,
se
ella,
e
ella
só,
é
a
Instituição
divina do
Salvador;
é
claro,
que
não
póde fazer
con
cessões
que
destruiriam
esse
caracter
de
verdade
certa
e
infallivel.
Algumas
communicações
de
certos
Ri
tualistas
ao
nosso Cardeal
Arcebispo
so
bre
estas
matérias,
e
indicando
haver
en
tre
muitos
d
’
elles
hesitações
e
duvidas a
respeito
da
Igreja
Protestante,
(izéram
com
que
uma
Secção
dos
Ritualistas
mais
cons
pícuos, escrevessem
um protesto
assigna-
do por
um
cento
d
’
clles,
de
varias
par
les
da
Inglaterra,
protestando,
que
elles
não
querem
submetter-se
á
Egreja
Catho
lica,
em
quanto
ella
não
reformar
isto
e
aquillo
á
vomade
d
’
elles.
Podem esperar
por
isso, que
virá
a
ter
logar
na
manhã
seguinte ao
dia
de
Juizo.
II.—
(Fevereiro,
7.]
E
’
grande
a
crise
Hispanhola
actualmente.
— Sendo
hoje o
Norte
da
Hispanha
o
só
logar
da
Europa
onde
se
defendem
com
as
armas
os
in
teresses
e
direitos
da
Religião,
do Catho
licismo,
contra
a
liga
maçonica-liberanga,
que
julga
chegado
seu lempo,
e
occasião
de
substituir
o
Maçonismo
ao
Chrislia-
nismo;
entendo,
que
os
leitores
do
Apos
tolo—
que
sem
dúvida
sam
Calholicos,
em
sua
grande
maioria
pelo
menos
—
estima
ram
saber noticias
authenticas
e
despreoc-
cudas
da
luta
que
está
tendo
logar
nas
Províncias
Vascongadas
e
Navarra
neste
momento.
Antes
de passar
adiante,
notarei
uma
circumstancia
significativa
do
espirito
an-
ti-catholico e
anli-legitimista
— que
hoje
sam
irmãos,
ou
socios,
ou
idênticos,
pelo
menos
no
objecto
e
tendências.
Apezar
das
noticias
da
peleja
tão nolavel
que
está
lendo
logar
ali
tão
perto,
e
de
que
as
folhas
tem
suas
noticias,
como
se vai ver
pelo
Times,
nem
um
só
dos
cartazes
dos
diversos
jornaes
que
se
exhibem
todas
as
manhãs
diante
das
lojas
dos
vendedores
de
noticias,
fazem a mais
mínima
menção
de
noticias
ou
cousas
de
Hispanha
!
O
Times,
donde vou
copiar,
inserta
a
carta
do
seu
habil
correspondente
(que
enche
quasi
duas
columnas
do papel, em
lettra
miuda)
na
primeira
folha
dos
anmmcios,
ou
supple-
menlo
principalmento
a
elles
dedicado,
onde
poucas
pessoas
lêem
taes
noticias,
que
todavia
sam
importantes
e
significativas,
como se
vai
ver
do extiacto-abreviado,
mas
escrupulosamente
exacto,
que
vou
fa
zer:—
Escreve
o
dito
correspondente,
de
An-
doain, na
Guipuzcoa,
em
data
de
39
de
Janeiro.
Que
no dia
18,
tendo
estado
aquellas
províncias
até
então
coberias
de
neve,
ap-
pareceu
um.
sol
de
Estio,
que
em
poucos
dias
derreteu
a
neve,
enxugou
os
campos
e
os caminhos.
Que
no
dia
22
estavam
quasi
de
todo
enxutos
os
terrenos e
as
estradas.
Ficou-se
então
todos
os dias
á
espera
de
Moriones
com
suas
tropas,
de
S.
Sebastião
contra
os Carlistas;
elle
po
rem
conservou-se
inactivo
até
o dia
2o.
Moriones
sabiu
cem
uns
10,600
homens
fazendo
ao
mesmo-tempo
muito
fogo
de
arlilheria,
combateu-se
pouco
sériamente,
e
á
tarde
os
Affousinos
voltaram
para
S.
Sebastião.
«Julgou-se
ter
sido
aquillo
um reco
nhecimento,
e
contava-se
que
no
dia
se
guinte
ia provavelmente
haver
ataque
for
te;
mas
não
houve.
Veio-se
porem
a
co
nhecer,
que
aquella
demonstração
fora
pa
ra
distrahir
os
Carlistas, do
verdadeiro
ponto
do
ataque
n'aquelle
dia;
por
quan
to
Moriones,
tendo
o
mar
e
os
vapores
á
sua
disposição,
mandou
uma
força
de
quatro
a
cinco
mil
homens
á
roda
da
costa,
que
desembarcáram
em
Guetaria
(praça
occupada
pelos Aflonsistas
ha
muito
tempo),
e
d’
ahi
marcháram a
atacar
um
jg?
si/iia ssnr
sisa
O
LIBERALISMO
OATHOLIGO.
III
[Continuação]
Não
sei
de
soldado
integro
que
veja
n
’
isto
motivo
para
abandonar
a
sua
ban
deira
ou
para
ultrajar
companheiros
dur
mas
que deram
á
causa
commum
provas
brilhantíssimas
de
sua
coragem
e
dedica
ção.
Em
todo
o
caso,
as
culpas
dos
com
batentes
nada tem
com a justiça
da
cau
sa,
e,
porque
fosse
mal
defendida a
tra-
dicçao
catholica,
não era mais plausível
o
motivo
de
combalel-a.
Quando ha
guerra
entre
duas
potências, cada
uma accusa
a
outra
de perturbar
a
paz.
Bem
recentemen-
te
á
França
mostrou
a Prussia
que
par
tido
se
podia tirar d’
esta
accusação e
co
mo se
podia lançar mão
d
’
este
meio
pa
ra constranger
aquelle
que
se
queria com
bater
a
tomar
sobre
si
o
odioso
da
ag-
gressão.
Igualmente
se
ha
visto,
nas
lu-
ctas
entre
calholicos,
descarregarem
os
dois
partidos
um
sobre
o
outro
a
respon
sabilidade
das
hostilidades.
Aqui porém
o
estratagema
não
engana senão
a
quem
de
todo quizer
ser
enganado.
Já
d
’anlemão
o
frustrou
Jesus
Christo
com estabelecer
na
sua
Egreja
um
centro d
’unidade.
Por
este
centro
é
sempre
possível
saber
com
certeza
quem
pertuuba
a
união
e
quem
não combale
senão
por
mautel-a.
E
’
a
união
a
adhesão
á
unidade
;
a
opposição
á
unidade,
pelo
contrario,
é
a
divisão.
Não
accuseis
pois
os
campeões
da
unida
de
de
perturbaram
a
união
;
porque
a
cau
sa
da
união
é exactamenle
o
que
elles
defendera,
embora,
para
propagar
as
suas
doutrinas,
nem
sempre
usem
de
meios
os
mais opportunos.
Em
verdade,
seria pre
ciso haver
perdido
o senso
calholico,
pa
ra
preferir aquelle
que,
com
trabalhos
subterrâneos
alue
as
bases
da
unidade,
ao que,
pelejando
á
luz
do
sol
para
de
fender
a
cidadella
divina,
nem
sempre
assesta
bem
as
suas
baterias.
IV
Por maior
que
seja
sobre
seu
espirito
o
império da
illusão,
os
calholicos
liberaes
sentem
comludo quão
dilficil
é
a
sua
si
tuação,
no poeto
de
vista
da
tradicção,
e
quanto
esmagador
é
para a
sua doutri
na
o
pezo
das
auctoridades
contrarias.
Para
se
verem
livres d
’
estes
apuros,
re
correram
a
outro
equivoco.
Não
se
trata,
dizem, d
’
uma questão
dogmalica,
acerca
da
qual
a
auctoridade
tenha
direito
de
decidir
soberanamente.
Trata-se
só d’
utna
questão
de
modo
de proceder. Montalem-
berl
reitera
muitas
vezes esta declaração
no
seu
discurso
ao
congresso
de
Malines:
«Eu
não
faço
aqui
theoria,
e
ainda
menos
lheologia.
Não
respondo
com
argumentos
dogmáticos
aos
dogmatisadores,
que me
condemnam
e
cuja auctoridade
eu
res
peito.
Invoco
os
factos,
e
d
’elles
tiro
os
ensinamentos
puramente
práticos
que
vos
proponho.»
Mais
tarde
examinaremos
se,
ainda
snp-
pondo
a
verdade
d
’
esta
allegação,
tem
os
liberaes
o
direito
de repudiar a
direcção
da
Egreja.
Porora
occupamo-nos
só
de
esclarecer
os
equívocos
em
que
lhes
aprou
ve
involver
esta
discussão.
O
que
agora
apontamos
é
do
numero
dos
que o
libe
ralismo
alimenta
mais
cuidadosamente
no
espirito
dos
seus
adeptos.
Mas
por
mais
que
deseje adormecer-lhes
a
consciência
com
esla illusão,
não
pode
abrir
a
boc
ca, sem se
desmentir e
lançar-se
no
do
mínio
da
theoria
que
parecia
querer
pro-
hibir-se.
No
mesmo
discurso
onde o
mais
eloquente
dos
seus
defensores
fez
as
pro
testações
que
acabamos
de
iêr,
vinte
li
nhas
abaixo
d
’
aquella
em
que
chasqtieia
da
soberba
e risível
pretensão
dos que so
nham com
o reino
do absoluto,
faz a
de
claração
seguinte
:
«Dícto isto,
posso
agora
mais á
von
tade
declarar
que
de
todas
as
liberdades,
cu
ja
defeza
aqui
tomei,
a
liberdade
de
con
sciência
é
a
meu
vêr
a
mais
preciosa,
a
mais
sagrada,
a
mais legitima,
a
mais
necessária...
Sim,
é
preciso
amar
e
ser
vir
tcdas
as
liberdades
; mas
entre
todas
é
a
liberdade
religiosa
que
merece o
res
peito
mais
terno,
exige
a
dedicação
mais
absoluta
;
porque
é ella que
paira
nas
regiões
mais
altas
e
mais
puras,
ao
mes
mo tempo
que
nas
mais
vastas...
E
’
ella
a
unica
a
iliuminar
duas
vidas
e
dois
mun
dos,
a
vida
da
alma
como
a
do
corpo,
o
céo
como
a
terra.»
«Crer
na verdade,
diz
mais
abaixo,
a
ponto
de
lhe
consagrar o
repouso, honra
e
vida,
e
todavia respeitar
a
liberdade
da
alma
n
’aquelle
que abandona
ou
ignora
a
verdade,
eis
o
que
parece difícil até
hoje,
affigurando-se-nos, todavia,
não
ser
senão
um
acto simples
e
natural da
justiça,
ou
pelo
menos da
caridade
christã.»
Em boa
fé,
será
isto
simpres
practica?
E'
esla
a
Jiezmagem
d
’
um soldado
uue
explora
o
seu
terreno,
ou
antes
a
d
’
um
doutor
que
expõe
uma
theoria?
O
mesmo
que,
ha
dois
minutos,
declarava
querer
limitar-se
ao
relatorio,
não
acaba
de mer
gulhar
de
salto
na
esfera
do
absoluto
?
A
justiça
e
a
caridade
christã
mudaram
de natureza
durante
o
decurso
dos
sécu
los
?
Não
será
fazer
lheologia
a
conlra-
pello
e
pôr o
seu
propno
juizo
acima
da
infallibilidade dogmatica
da
Egreja o
ca-
nonisar
como
o
mais
precioso,
mais
sa
grado,
mais
legitimo,
mais
necessário
de
iodos
os
direitos
o
que
ella
declarou
iní
quo
e
pernicioso?
Se o
Espirito
Santo
que
assiste
á
Egreja
é
por excellencia
o
Espirito
de
caridade,
não
será
a
preten
são
de
o
aconselhar
ácerca
da
pratica d
’
es-
ta
virtude a
mais
audaciosa
de
todas
as
invasões
de
que
o
orgulho
humano
pos
sa
tornar-se
culpável
no
dominio da
tlieo-
logia
?
E
’
assim
que,
apesar
da sua
firn>e re
solução
e
sincera
piedade,
são arrastados
a
afirmações heterodoxas,
sempre que
pre
tendam
explicar
o
seu
sistema,
os
mais
hábeis
defensores
do
liberalismo
calholico.
Como
todas
as
outras
questões
de
políti
ca
e
de moral,
esla
grande
questão
das
relações
da
Egreja
e
do
Estado
prende
com
princípios dogmáticos,
a
respeito
dos
quaes
não
é
possível
permanecer
indiffe-
rente.
Querer tratar
esla
questão
sob um
aspecto
puramente
pratico,
sem
nem
de
longe
tocar
nos
princípios, seja
para
os
aífirmar,
seja
para
negal-os,
é
tentativa
ião
chimerica como
a
do architecto
que
qui-
zesse
construir
um
edifício
abstrabindo com-
plelamente
das
leis
do
equilíbrio.
[Continua]
forte
e
trincheiras
de
Garate,
donde
os
Carlistas
bombardeavam Guetaria.
O dito
forte
era
guardado
pelo
batalhão
9.°
dos
Carlistas
(que
o
Correspondente
diz,
tem
fama
de
pouco
valente),
e
que
se
retirou
sem
resistência
quasi,
deixando
um mor
teiro
nas
mãos
do
inimigo.
«Quando
o
general
Rodriguez,
cotn-
raandante
Carlista
em
Guipuzcoa,
tève
avi
so
d
’
esla
expedição,
marchou
á
pressa
pa
ra
a
esquerda
da
linha
Carlista,
a
fazer
face
á
expedição
Aflonsina;
mas, não
po
dendo
reunir
com
a
pressa
necessária
for
ça
sufliciente para
atacar
a
divisão
Affon-
sina,
reforçada ainda
pela
guarnição
de
Guetaria,
e
com artilharia
considerável,
limitou-se,
pelo momento, a
impedir
que
os
Aflonsinos
se
estendessem
pelo
paiz a
fazer
das
suas,
como
tizéram
logo
á
ro
da
de
Garati, incendiando
tudo
atrozmen
te.
«No dia
27»,
(diz
o
Correspondente)
«pela
manhã,
subi
eu
<ao
monte
onde
es-
«tá
o forte
de
Orio»
(forte
Carlista),
«e
«pude
ver
da
montanha
de
Garati
e
de
•
Santa
Bárbara,
fumegando como se
fosse
«um
grande vulcano,—
Todo
casario
foi
queimado!» Estes Alfonsinos,
com
quem
todo
o
Pedreirismo
e
Liberanguismo
tan
to
sympalhizam, sam,
já
se
vê,
os
apos-
tools
da
civilisação,
e
das
ideias
philanthró-
picas
e
illuslradas!
...
«Para
atacar»
(diz
o
Corresponde)
«as
alturas
então
assim
occupadas pelos
Af-
fonsmos
precisaria
Rodriguez
ao menos
dez
batalhões;
em
quanto
elle
só
tinha
comsigo
o
batalhão
de
Marquina,
e duas
ou
tres
companhias
que
tinha
ajuntado
em
caminho.
«No
dia 29»
(continua o
Correspon
dente
dizendo),
«eslava
eu
pela
manhã
to
mando
o
sol
nas
alturas
dOrio,
e
observando
com
o meu óculo
os
movimentos
dos
Af-
fonsinos
em
Garati
e
Zarauz.
Parecia
ou
vir-se
do
lado
de
S.
Sebastião
mais
fogo
de
artilharia
que
de
ordinário;
subi
pron
to
á
plataforma,
e
bem
depressa
ouvi
o
fogo
da
fuzilada
de
mosquetaria
que
au-
gmentava,
e
densas
nuvens
de
fumo
que
se
elevavam
aos
ares
do
lado de
Mendi-
charrotz
até
Barunza;
vendo-se
que
final-
menle
se
ia
dar
o
grande
ataque.»
Diz
que
Moriones,
contando
com
o en
fraquecimento
das
forças
perto
de
S. Se
bastião,
pelas
que
os
Carlistas
tinham
en
viado
para
oppor-se
á
expedição
que
elle
tinha
mandado
a
Garati
e
Zarauz,
sahiu
a
atacar
com
as forças
da
praça,
e
começou
o
fogo
e
combate
contra
a
esquerda
e cen
tro
Carlistas.
O
Correspondente
transpor
tou-se a
sitio
donde
bem
podesse
obser
var
o
combate;
descreve detaliiadamente
as
posições
e
movimentos
dos
atacantes,
e
a
defensa
dos
atacados; mas
isto
não
vale
a
pena
de
o
copiar
por
miudo. Diz
que
os
Alfonsinos
atacáram
avançando
aos
diversos
fortes;
mas
os
Carlistas
defendê-
ram-se
heroicamente;
quando
os
atacan
tes
começaram
a
sacillar,
os
atacados,
ao
signal
dado
pelas
cornetas,
sahiram
fora
e
rechassáram
á bayoneta
o
inimigo,
que
finalmente
retirou
de
novo
para
a
praça,
deixando
o
campo
juncado
de
mortos
e
feridos.
Refere
a
defensa
de
um pequeno
for
te
carlista,
o
de
Araizain,
e
diz,
que quan
do
chegou
a
elle,
ficou admirado de
que
o
mesmo
tivesse
podido
resistir,
com
sua
pequena
guarnição
de
73
homens,
7
dos
quaes
e
um
oflicial
estavam
mortos
no
fosso,
que
era
tão
pequeno
que
se
podia
atravessar
de
um
salto.
Que
um
capitão
do
regimento Aflonsino
de
Luchana tinha
cahido
ferido
em
um
pé,
quasi
á entrada
do
forte,
e
tres
soldados
mortos
(Affon-
sinos)
estavam
a
dez
varas
apenas
de
dis
tancia
do
mesmo
forte;
e
que
desde
ahi
para
traz,
eslava
a
ladeira matisada
de
ca
dáveres.
Que
os
soldados
do
pequeno
forte,
tendo-se-lhes
acabado
os
cartuxos,
com
bateram'
arrojando
granadas
de mão e
pe
daços
de
pedra.
Que
morreu
o
coronel
Blanco
do 6.°
batalhão
de
Guipuzcoa,
e
foram feridos
gravemente
os
Tenentes-co-
roneis
do
2.°
de Guipuzcoa
e
do
11
de
Na
varra.
Diz que
os
Alfonsinos
eram
de 8 a
10
mil
homens;
e
os
Carlistas
quasi não
pas
savam
de
dois
mil.
Computa
o
mesmo
cor
respondente
(evidentemente
homem
militar
e
de
experiencia,
como
o
Times
escolhe
pa
ra
seus
correspondentes
em
taes
casos)
a
perda
dos
Alfonsinos
de
700
a
800,
entran
do
n
’
esse
numero
200
mortos
; e
a
perda
dos Carlistas
em
200,
sendo
mortos
uns
30.
E
’
de
opinião
o mesmo
corresponden
te,
que
os
Aflonsinos
de S.
Sebastião
não
repetirão
tão
depressa
o
ataque
;
masque
as
forças
Aflonsinas
que
desembarcaram
em
Guetaria,
e
ali tiveram
vantagem,
é possi-
vil
venham
a
tornar
de
menos
valora
vi
ctoria
do
dia
29
para
os
Carlistas.
No dia 31 acrescenta o
corresponden
te
noticias
menos favoráveis aos Carlistas,
dizendo,
que
corre
haver
Quesada,
com
23
mil
homens,
obrigado
o
General
Carasa,
a
abandonar
a
linha
de
defesa
de Durango ;
e
que,
sendo
assim,
receia
que
a
Biscaia
seja
perdida
para
os
Carlistas.
Não
ha
duvida,
que
o
momento
é
mui
to
critico
para
os
Legitimislas
;
pois com a
chegada
do
bom
tempo,
os diversos
Gene-
raes
Alfonsinos,
com
uma
força,
cinco
ve
zes
maior,
pelo
menos,
que
a
dos
Carlis
tas,
combinaram
agora
os
seus
movimen
tos,
para
atacar
ao
mesmo
tempo
de
4
ou
3
diversas
partes,
e
assim
dividirem
o
mais
possível
as
forças
de
D.
Carlos.
Se
os
Car
lislas,
porém
se
saem
bem da
luta
será
ura
feito
que
não
tem
muitos
que
o igualem
na
historia moderna,
e
mesmo
antiga.
(Continua)
A.
R. SARAIVA.
to
fracos
os
accossariam
n
’
aquelle
ponto
onde
estava
o
grosso
de
seu
exercito,
além
do
terreno
os
favorecer,
foi
o
que
succedeu.
Pelo
lado
opposto
parece
que
se
tem
seguido
o
mesmo
plano
de
abandonar
to
das
as
posições,
levando
os petrechos de
guerra
e
chamando
os
aflonsinos para
o
centro,
de
fórma
que as
tropas
de
D.
Carlos
possam operar
com
as
qne
comman-
da
o
conde
de
Caserta
e Pérula.
Conta
vam
os
aflonsinos
que
em
Tolosa
se
da
ria
a
batalha,
mas
não
aconteceu
assim,
porque D.
Carlos
abandonou
aquelle
pon
to, não
deixando
munições
em
poder
do
inimigo.
Ahi
vae
a
fórma
por
que
os
aflonsinos
se
teem
apoderado
das
posições
carlistas.
Um
lelegramma
oficial
enviado
ao
minis
tro
da
guerra
de
Sao
Sebaslian
em
data
de
21 diz
assim:
«Os
carlistas
abandonaram
ás
3
horas
da
madrugada
as
importantes
posições
de
S.
Marcos.
Choritoquieta
e
Sanliagomen-
di.
No
momento
em
que
se
recebeu
a
noticia
em
San
Sebaslian
sahiram
logo tro
pas
do
exercito
para
se
apoderarem dos
pontos
referidos.»
Esta
importantíssima
noticia,
como
lhe
chama
a
Correspondência,
foi
espalhada
pelo
universo
como
se os aflonsinos
alcan
çassem
uma
grande
victoria.
Aqui
como
em
Vergara,
Estella
e
Tolosa
os
heroicos
triunfos
foram
eguaes.
Ultimas
noticias d’Hiapaiiha.
As
ultimas
noticias
de
origem
affon-
sina
que
nos
dão
as
agencias
telegráficas,
são do mesmo
theor
que as
antecedentes.
Tudo
victorias,
tudo
felicidades
para
os
liberaes,
contradanças
de
apresentações,
etc.
E
os fundos
a
descer... a
descer...
a
descer...
com
rapidez
vertiginosa.
Ora,
como
nem
as
agencias
nem
a
imprensa
hispanhola
podem
fallar
verdade,
porque
isso
lhes
é
prohibido
por
lei;
e
como
estamos
acostumados
a
ver
desmen
tir
ii’
un)
dia
o que
disseram
no
antece
dente,
continuaremos
a
esperar
noticias
que
nos
mereçam
credito.
Os
leiegrammas
que
lemos
nos
jornaes
francezes
referera-se
a acontecimentos de
que
os
leitores
já
teem
noticia,
motivo
porque os
não
publicamos
integralmente.
Um
d'esses leiegrammas refere que
na
batalha ferida no
dia
17
entre
as
forças
de
Lizarraga
e
20:000
aflonsinos,
estes
deixaram
para cima
de
mil
prisioneiros,
além
de
numerosas
perdas,
que tiveram
entre
mortos
e feridos;
que
os
carlislas
recuperaram
Zarauz e
a
linha
da
costa
da
Guipuzcoa; que
a
cavallaria
aflonsina
foi
completamente
derrotada
em
Villatuerta,
que
incendiou
do
modo
mais
selvagem.
Um
outro
datado
de
19
diz
que o
3
0
batalhão
da
Navarra
se
apoderou
no
dia
anterior
de
Arragoz,
perto de
Elizondo,
e
que
os
aflonsinos
tiveram
120
mortos,
muitos feridos
e
14
prisioneiros,
entre
os
quaes
o coronel
Bello
e
outros
oíficiaes.
As
participações
que
vimos resenhan
do
são também dadas pelos
jornaes
ingle
zes.
Sentimos
que
a
falta
de
espaço
nos
não
consinta copiar
uma
interessante
analise
que
dos
leiegrammas
d
’origem
aflonsina
faz um
jornal
liberal de
Lisboa,
o
«Diário
do
Commercio»,
que
realmente
é digna
de
ler-se.
Por
agora
terminaremos
trans
crevendo
as
seguintes
linhas
d
’
um outro
periodico
da
mesma
communhão
política,
o
«Jornal
da
Manhã»:
3-õsa.Ak/a.''
s
.
jsis
<
DUAS
SAUDADES.
I
De
tarde
pelo
crepuscolo
Percorro
valles
e
montes;
Ouço o murmurar
das
fontes,
A
lua
voz
cuido
ouvir
1
Na
margem do
rio
sento-me
Entregue
á
mioha
tristura;
Lembro
os
dias
de
ventura,
Que
jámais
torno
a
fruir
!
E
volto
á
celeste
abobada
Os
meus
olhos lacrimosos;
Recordo
os
dias
saudosos
E
noites
d
’
aimo
prazer,
Quando,
tão
meiga
sorriudo-me,
A
tua voz
abaixando,
Tu
me
estavas
segredando
O
que
não posso
esquecer
!
Onde
está
o
teu
suavíssimo
Sorrizo
tão
engraçado?
O
teu
cabello
dourado
?
Teus
olhos
da
côr
do
céo?
Tuas
finas
mãos
alvissimrs
Que,
quando
ás
minhas
se uniam,
Esquecer-me
até
faziam
Do
meu
viver
o
escarceo?
Como
os
nosssos
leitores
sabem
as
fo
lhas
do
paiz
visinho
não
podem
inserir
nas
suas
columnas
noticia
alguma
que
deixe
de
ser
favoravel
aos
aflonsinos
e
governo
actual,
com
pena
de serem
sus
pensos
e
condemnados o
que
de
certo
lhes
não
convém,
e por
esta
razão
en
tendemos
que
os
triunfos
alcançados
pe
las tropas
liberaes
são
exaggerados,
omit-
lindo-se os
dos
carlistas.
Nas
proximidades
de
Bidasoa e
Vera
tem
o
general
Martinez
Campos
encon
trado
serias difliculdades
e apesar
das
di
versas
tentativas
que
tem
feito
para
der
rotar
os
carlistas
ainda
o
não
conseguiu,
pelo
contrario,
foi
por
todas
as
vezes
obri
gado
a
retirar-se
com
as
suas
tropas,
len
do
soflrido grandes
perdas, e
já
no
dia
14
foi
completamente balido
no
valle
de
Baztan,
segundo
diz
um telegramraa
de
S.
João
da
Luz,
publicado
nos
jornaes
in
glezes.
O
mesmo
despacho
accrescenta
que
os carlislas
obrigaram
o
inimigo a
re
tirar-se
para
Ciraura,
d’
oode
tambern
fo
ram
desalojados
com
grandes
perdas.
Aguardaremos
os
detalhes
dos revezes
de
19
e
20
que
suppomos
serem gran
des,
visto
o
general
Martinez Campos,
que
se
achava
perto do
valle de
Baztao,
ter
sido
compellido
a
retroceder
ate
Irun,
além
de
não
ler
podido
fazer
juncção
com
Loma
e
Blanco
que
também
tiveram
os
seus contratempos.
Os
leitores
estarão lembrados de
nos
primeiros
dias
d
’
este
mez
dizermos
que
os
carlislas
haviam
abandonado
as
suas
posições
no
intuito
de
chamar
os
aflonsi
nos
ao
interior
e depois
de
se lerem
fei
Eu
que vivo
solitário,
Só
rico
de desventuras,
Senti
minhas
amarguras
Ao pé de
ti
minorar,
E,
qual
ave,
que,
escondendo-se,
Do
ninho
procura o
abrigo,
Eu
busquei
teu
seio
amigo
Para n
’elle
me
abrigar
!
Procurei
buscar
alivios
A
minhas
continuas
mágoas
E
quem
do
meu
pranto as aguas
Enchugasse
!
Foi em
vão 1
Pomba
innocente,
fogiste-me!
E
n
’
esté
sofirer
constante
Só
procuro
a
cada
instante
Entregar-me á
solidão
!
Mas
tu,
fugindo, levaste-me;
Que
de
mim
nem
sei
agora,
já
não
vivo
como
oulr
’
ora,
Vivo
só onde
tu
és
.....
Aqui
debalde
procuro-me,
Encontro
só
minhas
dores,
Que
da
minha
vida
as
flores
Todas
lancei
a teus
pés.
II
Era
á
noite !
Reclinando-se
Estavas
mavemente;
Conheci qoe
em
tua
mente
Triste
saudade
era
então;
Eu,
que vivo
melancólico,
Só
de
saudades
n
’um
mundo,
Soltei
suspiro
profundo
Nascido
do
coração.
Disse
então
—
se
sempre
aspérrimo
Este
meu
viver
tem
sido,
Se
da saudade
hei
vivido,
H?ide
sempre
assim
viver?
Só
terei
prazer no tumulo?
Não terei
na
vida
um
dia
D’uma suave alegria
Ou
d
’
algum
menor
soffrer?
Duas
saudades
estimam-se;
Talvez
que
fossem
nascidas
Para
viverem
unidas
N
’um
só laço
d
’affeição
!
—
Disse
então—ó anjo
leva-me
Comtigo
a
minha
saudade,
Unida
á
tua
bem hade
Viver
em teu
coração.
O
meu
coração
é
frigido,
Já
não
póde
alimental-a,
Só
a
tua
meiga
falia
Um
dia
lhe
deu
calor!
—
Em vez
da
saudade
levas-me
O
meu
coração
tão
triste,
Agora
sómente
existe
Da
saudade,
cm
mim
a
dôr....
Se
em
teu
coração
angélico
Se
aninha
tanta
bondade,
Deixa
ahi
por
caridade
Aninhar
meu
coração,
Pois
talvez
que
a Providencia
Quizesse
que
o
meu
perdesse,
Para
que um
dia
vivesse
C
’
o
teu
em
doce união!
Acalenta-o:
d
’
aqui peço-to
Dá-lhe
vida,
flor mimosa;
Invejo
a
sorte
ditosa,
Que
elle
emfim
agora
tem....
E
querendo
tu,
revela-te
Só
a
ti
os
seus arcanos. ..
Segredos...
d
’
ba...
muitos
annos
Que
nunca
disse
a
ninguém.
RANGEL
DE QUADROS»
Declaração
recente <Sa Sagrada
Congregação dos
K■ toa, relati-
vamente á Sagrada Coniiiiunlião
nas
missas de
arefjnieni».
Snr.
redactor.
Como
eu tenha
notado
por
varias
vezes
que
muitos
ecclesiasticos
da
diocese
do
Por
to, e
d
’
outras,
se oppõem
a
administrar a
Sagrada
Communhão
aos
fieis
cotn
partículas
preconsagradas,
sendo
em
dia
de
missa
de
requiem,
celebrada
com
paramentos
pretos;
e
como
tenha
egualmente
notado que ou
tros
teem
certas
duGdas
a
este
respeito,
porque
ouviram
vagamente
dizer
que
havia
uma recente
decisão
favoravel sobre
o
as
sumpto
alludido,
mas não a
leram,
nem
sa
bem
se ella
é
authenlica
ou não,
permitia
v.
que
lhe
peça
a
publicação
da
referida
decisão, que
se
acha
nfirma
erudita
nota
da
excelleote
Theologia
Moral,
de
Frassineti,
que
possuo;
3
a
edição
italiana,
1871
(a
tra-
ducção
poitugueza
é
mais
que
detestável,
e
só traz
o
texto
do
original,
mas
nem
com-
mentarios
nem
notas).
A
mencionada
nota
reza
assim:
«Em
um
decreto
geral
da Sagrada
Con
gregação
dos
Ritos,
de
27
do
junho
de
1868,
approvado
e
confirmado
pelo
Summo
Pon
tífice
Pio
IX no
dia
23 de julho
do mes
mo
anno,
declara-se
poder-se
em
missas
de
requiem,
celebradas
com
paramentos
pre
los,
administrar
a
Sagrada
Communhão,
mesmo
exlrahindo
a
pixide
do tabernáculo,
tanto
dentro como
depois
da
missa:
e
quan
do
haja motivo
rasoavel,
como quando
0
commungante
oão
possa
esperar
sem
algum
incommodo,
ser
licito administral-a mes
mo
antes
da
missa.
Na
communhão,
po
rém,
administrada
antes
e
depois
da missa,
deve
omittir-se
a
bênção
»
(Tract.
XV,
art-
343,
not.
2.
a
,
pag.
49.)
De
v.
etc.
PADRE
SENNA FREITAS.
[
Palavra).
GAZETILHA
Rua
«lo
«Corvo»,
—
Recebemos
a
se
guinte
carta
:
«Li
no
seu
acreditado
jornal
de
22
do corrente
algumas
linhas
pedindo
para
se
providenciar
ácêrca
do
péssimo estado
em
que
se acha
a
rua
do
Corvo.
Ninguém
poderá
contestar
a
rasão
que
assiste
a
tão
justo pedido;
pois
é
a
men
cionada rua
uma
das
de
maior
transito,
por
ser
a
da
entrada
e
saida
da
estação
do
caminho
de
ferro.
Intendo
que
é
de
absoluta
necessidade
que
ella
seja
reconstruída
de
pedra
de
calcetaria
vidrada, lendo
os
andames
de
pedra
de
esquadria,
—
unico
meio
de
ob
star
ao lamaçal em
que
se
acha
transfor
mada.
Pedimos
que
as
precisas
providencias
sejam dadas com
brevidade.—
Seu
constan
te leitor,
Pu
Itoiibo ancrilego. —
Em uma
das
ultimas
noites
foi
roubada
a
egreja
paro-
chial
de
Santo
Aleixo,
ao
concelho
de
Beja.
Tendo
sido
notada
a porta
com
si-
gnaes
de
arrombamento
pelo
thesoureiro
da
egreja, foi
este
dar
parte
ao
parocho
respectivo,
que,
fazendo-se
acompanhar
da
auctoridade
local,
dirigiu-se
á egreja,
e
viu
qoe a
mesma fóra roubada
e
pro
fanada,
pois
que o sacrario
estava
deslo
cado
e partido
no
pavimento,
e
as
sagra
das
partículas
lançadas
em
cima
de
uma
mesa.
O
sagrado
vaso,
que
era
de
pra
ta,
foi
roubado,
e
bem
assim
mais
qua
tro
vasos do
mesmo
metal,
que
serviam
de
deposito
aos
santos
oleos, e
a
ambu-
la
da Uncção
que
era
rica.
Os salteadores, na
busca
de
preciosi
dades,
arrombaram
e
damnilicaratn
tudo,
deixando
os
altares
despedaçados
e
as
imagens
quebradas.
Foi
em
summa
uma
obra
de
destruição.
Duello.
—
Bateram-se
elfectivamenle
em duello os snrs.
deputados Thomaz
Ribeiro
e
Mariano
de Carvalho,
facto a
que alludimos
em
o
n.°
precedente.
O
duello
foi
á
espada.
íicaudo
ferido
o
snr.
Mariano de Carvaibo,
e
contuso
o
snr.
Thomaz
Ribeiro.
Oia,
é incontestável que
um
e
outro
fizeram
uma
brilhantíssima figura.
Oh
civilisação
do
século
XIX
!
Exploração.—
Uma
companhia ingle
za,
que
anda
explorando
a
serra
do Bussaco,
encontrou junto
da aldeia
de
Santa
Chris-
tina
abundante
minério
de
excellente
car
vão.
A
empreza
vae abrir
um
caminho
de
ferro americano,
afim
de
ligar
aquellas
valiosas
minas
com
a
estação
do
caminho
de ferro
da
Mealhada.
Cliegada.—
Acaba de
chegar
a
esta
cidade,
e
acha-se hospedado
no
hotel
dos
Dois
Amigos,
o
exm
°
snr.
dr.
José de
Netto
Parra.
S. ex.
a vem
de Mogadouro,
terra
da
sua
naturalidade,
e
segue
para
Mossamedes,
onde
vae
exercer
o
cargo
de
delegado
do
procurador
regio,
para
o
qual
foi
ha
pouco
despachado.
A
fígura «la
terra. —
A’
cerca
da
figura
da
terra
houve na antiguidade
opi
niões
mui
excêntricas,
algumas
das quaes
foram todavia
seguidas
por
alguns
distin-
Clos
filosofes.
Homero
considerava
a
terra
como
um
plano
circular;
Anaximenes
e
Xenophaoes
diziam,
que
tinha
a
figura
de
uma
montanha,
cuja
base
se
estendia
até
ao
infinito,
e
que
os
astros
giravam
á
roda
da
montanha
; Heraclides dava-lhe
a fórma
de
um
barco
;
Lencippo,
a
de
um tambor;
Anaximandro
pensava
que
li
nha
a
fórma
de
um
cilindro.
Houve
fi
nalmente quem
lhe
désse
a
fórma
cubica
e
a
fó'ma hemisférica.
Tão
estranhos
ab
surdos
provinham
da
imperfeição
das
scieo-
cias
cosmograficas,
n
’
aquelles
tempos.
Conselho «Se districto.
—
A elei
ção
do
conselho
de
districto
tem
de se
verificar
no
dia l.°
de
março,
pelas
11
horas
da
manhã
Explosão.—
Deu-se
uma explosão que
fez
algumas
viclimas,
n
’uma
fabrica
de
Meziers, França.
Abateram 300
metros
quadrados
do
edifício.
Ficou I
obreiro
morto,
3
feridos seria-
mente
e
8
mais
ou
menos
cootusos.
Daa
medida. —
O
exm.
0
snr.
arce
bispo
coadjutor
mandou
illuminar
a
nave
central da
Sé,
bem
como
o
espaço
que
medeia
entre
o
anteparo e
os
primeiros
al
tares,
afim
de
obviar
a
qne
alli
se
prati
quem
indecências,
quando as
festividades
se
prolonguem
pela
noite
adiante.
Exposição de Philadelfia.—
Uma
das
secções
mais
caracleristicas
da
expo
sição
de
Philadelphia,
será
a
correspon
dente
á
Nevada
que
enviará os productos
das
minas
Consolidated, Virgínia e Ca
lifórnia
durante
o
mez de maio.
São
necessários
mais
de
15
carros
ca
da
um
de
10
toneladas,
para transportar
as
barras
de
prata
Velocidade do vento,
—
Segundo
O império
allemão,
que
possue
o
pri
meiro
exercito do
mundo,
despende reis
61.331:7105473:
menos 17.843:3095525
reis
que
a
França
!
A
Áustria
reis
40.500:0005000;
a
Italia despende reis
29.700.0005000;
a
Hispanha
17.304:3005
reis;
a Turquia
despende
14 452:2505000
reis;
a
Bélgica 6 636:0005000 reis;
a
Hol-
landa
5.557:2755000
reis;
a
Suécia e
No
ruega
3.838
4535000 reis.
Portugal
despende
com
0 seu
exercito
cerca
de
3.600:0005000
reis (treze
vezes
mais
do
que
despende
com
0
ensino pri-
maris
!...);
na
ordem
das
potências
mili
tares,
é
a
decima
segunda.
Feita
a
devida
proporção,
Portugal
gasta
mais
que
a
Al-
lemanha.
Depois de
Portugal,
segue-se
a
Rouma-
nia
com
2.637:2255000
reis;
a
Dinamarca
com
2.206.5755000
reis;
a
Suissa
com
1.831:8505000
reis;
a
Grécia
com
reis
1.209:6005000,
e
por
fim
a
Servia
com
742:5005000
reis.
O
peso
em
ouro
da
enorme
somma
que
a
Europa
despende
com
os
seus exér
citos,
é aproximadamente
de 601.736,816
kilogrammas
!
Se um
carro
puchado
por
uma
junta
de
bois,
podesse
levar
600 kilos
de
di
nheiro
em ouro,
seriam
necessários
para
0
transportar
nada
menos
que
1:028
carros!
Este
ouro
applicado
á
inslrucçào
po
pular,
chegava
para
estipendiar
2.196:513
escolas;
pagando-se
a
cada
professor 0
or
denado
annual de
1505000
reis, que
pelo
projeclo
actualmente
em
discussão
nas
côrtes
é
a
quantia
destinada
aos pobres
professores
de
instrucção
primaria
em
Portugal!
—
(«C. de
C.»)
Estatigtiea
de sinistro*.—
Segun
do
a
«Pall
Mall
Gasette» durante
0
mez
de
janeiro
occorreram
28
sinistros nos
caminhos
de
ferro em
Inglaterra,
resultan
do
18
passageiros
mortos,
outros
18
‘
feri
dos,
a
quem
foi
necessário amputar
mem
bros,
73
solTreram
fracturas
de
pernas
ou
braços,
e
150
ficaram com contusões
mais
ou
menos
graves.
A
maior
parte
dos
sinistros foram
de
vidos a
negligencia.
Retratos.
—
Vendem-se
no
escriptorio
da
administração
d
’
esle
jornal
retratos
do
snr.
D.
Miguel II,
pelo
preço
de
300
reis.
cálculos
feitos
no
mar,
as
differentes
ve
locidades
percorridas no
espaço
de
uma
hora
pelas grandes
correntes
de ar
são
as
seguintes
:
Vento
que
infuna
bem
as
vélas
de um
navio :
20:000
metro
por
hora.
Vento
proprio
para
os
moinhos
que
se
servem
d
’
este
motor
: 23:000
me
lros.
Vento
para
uma
boa
derrota
:
25:000
metros.
Vento
para
ferrar
as
vélas
altas
de
um
navio
:
55:000
melros.
Vento impetuoso:
70
000
metros.
Vento
tempestuoso
:
80
000
metros.
Grande
furacão:
100:000 metros
por
hora.
Attendam.
—
[Palavra].—
A
ilha
de
Sicilia
tem
e«tado
debaixo
de
uma
especie
de
terror,
apesar
da
regeneração
inaugura
da por
Ganbaldi.
Ultimamente
regressou
de
lá
uma
com-
mis>-ão
de
inquérito,
mandada
de
Roma
pe
lo
governo italiano.
Esta
commissão
declara
ou
confirma
o
conceito
do
estado
horrível
em
que
está
aquella
ilha
pela
repetição
dos
crimes,
e
propondo
vários arbítrios
de
retnedio,
opi
na
por
que
sejam
de lá
removidos nove
dé
cimos
dos
empregados
ou
funccionarios
do
governo.
E’
eloquente
teslimunho
de
como
as
cousas
correm
na
Italia
depois da
revolução
e
com
a
revolução !
Não
fogem
á prova,—
[Idem].
—
Não
podem
fugir os
governos
demolidores
dos
conventos
á prova
que
lhes
reprova
tal
iniquidade:
quando mais
demolem
os
claus
tros
maior
necessidade
teem
de
alargar
ou
fazer
novos
cárceres.
Acaba
de
ser
concedido á camara de
Fa
ro
uma
parte da
cerca
do
convento
dos Ca
puchos,
e já
se sabe
para
completar
o
edi
fício
da
cadeia.
São
mais
reus
os
communistas
contra
a
propriedade
ecclesiastica
do que
os
dis
cípulos
d
’estes
que
usurparam
e
incen
deiam
a propriedade
de
fulano,
sicrano
ou
beltrano.
Eleições na
França.—
Pariz,
21
—
Já
são conhecidos
os
resultados
eleiloraes
de
104-
dislrictos,
nos
quaês lern
grande
maioria as
diversas
fraeções
do
partido
re
publicano.
Estão
eleitos: 46
republicanos
avança
dos,
19
republicanos
conservadores, 8
bo-
napartistas,
6
republicanos
radicaes,
8
con
servadores
monarchicos, 2
cousliiucionaes
e
2 legitimistas.
Ficaram
19
círculos
empatados.
Entre
os
republicanos
eleitos
estão
Jú
lio
Ferry
e
Julio
Grevy,
Gambett
obteve
quadrupla
eleição
por
Pariz,
Aordeaux,
Lil-
le
e
Marselha.
Estão
eleitos
os
bonapartistas
Rouher
Duque
de Mouchy,
Jauvier
e
Lamotte.
Pariz
20
á
tarde
—
Thiers
e
Berbay,
re
publicanos,
foram eleitos
deputados
por Pa
ris.
A
eleição
do
ministro
dos estrangeiros
Decases
pelo
oitavo
circulo
de
Pariz
ficou
empatada.
Estreito da
Mancha.
—Acaba
de
pubbcar-se
em
Pariz
uma
carta
em
extre
mo
curiosa
qoe
se
destina
aos
estudos
scien-
titicos
a
executar
na
Mancha,
em
vista
da
communicação
ao ar
livre,
isto
è
de
uma
passagem sobre rochas
e
pontes
tubulares,
que
teima
em
disputar
ao
lunnel
submari
no a
honra
de
estabelecer
novos
laços
en
tre
a
França
e
a
Inglaterra.
Segundo
os
cálculos
estabelecidos
por
esta
carta,
a ideia
de
construir
uma
via
ferrea
sobre
o estreito
t>ão
é
irrealisavel.
Se os Inválidos estão
coi-
locauos
a
105 melros
acima do solo, porque
não
admittír-se
que
pos>a
estabelecer-se
um
alicerce
a
53 metros,
qoe
é
a
maior
altu
ra
do
estreito
na
sua
corrente
pricipal?
Alem
d’
tsto
as
aguas do
canal
repoisam
so
bre
um
leito
bem
accidentado que
apresen
ta
elevações
consideráveis; ainda
mais:
en
tre
o cabo Gris-Ner e Fokestone
existe
uma
grande
ilha submarina
chamada
Banco
de
Varne,
qoe
occupa
lodo
o
centro
do
canal
e
cuja
maioria
profundeza não
excede
a
2,
3
e
4
metros.
Queda,—
O
snr.
Smiih,
engenheiro
da
fabrica
de
papel
de
Ruães,
andando
a
exa
minar
as
obras
de
um
tanque
da mesma
fabrica,
cahiu tão
desaslrosamente
que
que
brou
uma
perna.
Despeza
com
os exercito».—
A
Europa
consome
actualmente,
na
sustenta
ção
dos
seus
exercitos,
a
enorme
quantia
de
338.474:960-5009
reis
annuaes
reparti
dos
do
modo
seguinte:
A
Rússia despende
com o exercito
reis
97.318:0005000,
ao
passo
que
da
instruc-
ção do
povo nem o
governo
se
lembra!
A
França
despende
78.975:0005000
reis.
A
Inglaterra
71.369:5755000
reis.
NECROLOGIA
Tributo de
saudade.
Tudo é
luto
Tudo
tristeza.
c.
Triste,
e
muito
triste,
é
relatar
factos,
que
despertam
em
todos
sentimentos de
magua
e
saudade.
A
dôr
mais
pungente
e acerba
apossa-se
de
nós quando
somos
obrigados
a
fallar em
cousas,
quejámais
existirão.
O
coração
magoa-se
e
a
alma
chora.
E na
verdade,
qual
será
0
coração,
que
por
mais
duro
e insensível
se não
deixe
atravessar
d
’
um
golpe
profundo,
quando
vê
sumir-se
na
terra
um
joven
no
verdor
dos
annos!
Quanto é
certo
que
a
vida
é
um
sonho
!
Bernardo
José
de
Faria
é
esse
moço,
que
desapparecen
para
sempre
da nossa
vista,
e
como
peregrino
em
terra estra
nha,
voltou
a
gosar
as
delicias
da pa-
tria.
Filho
obediente,
irmão
estremecido,
ami
go
dedicado, condiscípulo
leal,
eis
0
tras
lado,
a
copia
verdadeira de sua
curta
exis
tência
;
agora
lamenta-o
0
pae,
chora-o
0
irmão,
magoa-se
0
amigo,
sensibiliza-se
0
condiscípulo,
e
tudo
isio demonstrará
mais
á evidencia
a
affeição,
e
0 acolhimento
de
que
gosara,
em
recompensa
e
retribuição
do
seu porte.
O
nome
de
Bernardo
José
de Faria
já
foi
riscado
do
livro
dos
vivos.
Que resta,
pois,
agora,
qne
tudo
es
tá
consummado?
Uma
lembrança
perpe
tua
e
viva
das
suas
acções
e
qualidades,
do
seu
tratar
e
conviver,
da
sua honra
e
mento.
Vamos, pois, ainda
á
campa
render-
lhe
homenagem,
e
sirvam
as
lagrimas
que
sobre
ella
derramarmos
de
flores,
que,
espargidas,
dêem um
teslimunho
de
ami
zade
e
gratidão;
e
nós
como
companhei
ros
d
’
esse
distincto
académico, não
passe
mos
sem
gravar
em
fria
lousa
um
epi
táfio
de
dôr
e
saudade, e
ajoelhando
aos
pés
da
Cruz murmurar-lhe
um
re-
quiern
aelernum.
Perestrello
.4.
EXPEDIENTE
DA
ADMINISTRA
ÇÃO.
Os
nossos
assignantes
do
Por
to
e
Vianna
e
seus
districtos,
po
dem
desde
já
pagar
suas
assig-
naturas
aos
nossos
estimáveis
correspondentes
nas
mesmas
ci
dades
os
ill.
11108
snrs.
Jose’
Car
los das
Neves,
rua
das
Flores,
Porto,
e
em
Vianna
a
Francisco
Jose
’
d
’Araujo Júnior,
em
po
der
de
quem
se
acham
os
com
petentes
recibos
devidamente
assignados.
Assignaluras
recebidas
Melgaço.
—
Dr.
Menezes,
até
31
de mar
ço de
1876.
Pico.
—
Antonio
d’
Araujo
e
Cunha,
até
24
d
’
agosto
de
1876.
Villa
Verde.
—Revd.0
Abbade
de
Bar-
bude,
até
30
de junho
de
1876.
THEMBO
DE
S.
Domingo
27,
Segunda
28,
Terça-feira
29.
BAILE
DE
MASC
ARAS
Os
preços,
por
assignatura,
para
os tres
últimos
bailes,
são:—
l.
a
e
2.
a
ordem,
55000
réis.—
Avulsos
Para
os
tres
dias:
domingo,
l.a e
2.
“
ordem
25OOO
reis;
se
gunda,
idem,
25OOO
reis
; terça,
idem,
25OOO
reis.
Os
emprezarios
declaram
que,
em
virtu
de
de determinação
da Direcção
do
theatro,
não
pódem ter logar as
annunciadas
Qua
drilhas
infernaes,
afim
de
evitar deterio
ração
para
0 mesmo theatro.
Entrada
geral.
.
. ,
.
240
réis.
Damas
decentemente
mascaradas
tem
entrada
grátis
até
ás
9
horas.
Principia
ás 8
horas.
AGRADECIMENTOS
Antonio
Rodrigues
Ribeiro,
Manoel
Joa
quim
Lamas,
Antonio
Rodrigues
da
Silva
Ribeiro,
Manoel
Antonio
d
’
Oliveira,
e
João
Rodrigues
da
Silva Ribeiro,
muito
reco
nhecidos
para
com todos os
ill.
mos
e
ex.
11108
snrs.
que
os
procuraram
a
darem-lhes
os
sentimentos
de pesaines
pelo
infausto
acon
tecimento
da
morte
de
sua
presada
espo
sa,
filha, nora
e
cunhada
D.
Lucilla
Joa-
quina
d
’
Araujo Lamas,
que
leve
logar
no
dia
20 do
corrento
pelas
7
horas
da
noite;
e
assim
assistiram
aos
oflicios
fúnebres
na
egreja de Nossa
Senhora
do
Carmo,
e
d
’ahi
acompanharam
ao
cemiterio:
a
todos
agradecem
cordealmente
estes
obséquios
e
atlenções;
não 0
podendo
fazer
pessoalmen-
te,
por
inteiramente não
poderem,
aqui
lhes
teslimunham
seu
eterno
reconheci
mento.
Alexandre
José
Ferreira
Braga, Maria
de
Jesus
Moreira,
Bento
José
Ferreira
Bra
ga
e
Pedro
José
Pereira,
não
podendo agra
decer
pessoalmente
como
desejavam,
a
to
las
as
pessoas
que
se dignaram
cumprimen
tai-os
por occasião do
fallecirnento
de
seu
muito
presado
irmão,
thio
e
cunhada
Ben
to
José
de
Castro
e
bem
assim a
todas
as
pessoas
qoe
lhe
fizeram
a
honra
d
’assistir
aos
oflicios
fúnebres,
0
fazem
d
’este
modo
protestando
a
todos
0 seu
profundo
reco
nhecimento
e
sincera gratidão. Egualmen-
te
agradecem
aos
muito revd.mcs
sacerdo
tes
que
tiveram
a
bondade de
celebrar
missa
e
assistir
ao
funeral
gratuitamenle. (3001)
âWUMuiOS
O
conselho administrativo de
infanteria
8,
faz
publico,
que
no dia
13
de março
proximo
futuro,
por
11
horas
da
manhã
e
na
salla
das
sessões
do mesmo
canse-
^tf^wwoamsg
i
gMiiBMiuBiwy
wB
WMiU^MMrawaawHwaaeBaBw»^
lho,
tem
de proceder
á
arrematação
das
obras
de
melhoramentos
e
reparações
que
lem
a
fazer-se
no
quartel do
destacamen
to
de
cavallaria
aqui
estacionado,
cujas
obras
constam
de
carpinteiro
e
caiador.
As
condições
para
a
dita
arrematação
acham-se
patentes
no mesmo conselho,
em
lodos
os
dias
não
santificados,
desde
as
10
horas da manhã até
ás
2
da tarde.
Quartel
em
Braga,
26
de
janeiro
de
1876.
O
secretario
do
conselho
Bernardo
Osorio,
(3006)
Alferes d
’
infanteria
8.
PRECISA-SE
De
um
salão
bastante
espaçoso
que
sirva
para
uma
aula
de
desenho.
Quem
o
tiver
e
o
queira arrendar,
póde dirigir-se
á
rua
do
Campo,
n.°
7,
a
J.
V.
deSalles.
(3005)
Eeonomiea pinlsorista
Sociedade
anonyma
de
responsabilidade
limitada
capital
.
.
.
.
500:000^000
Rua
Nova
de
Sousa
n.°
9
BRACtA.
Dá
principio
ás
suas
operações
no
dia
l.
°
de março,
empresta
dinheiro
sobre
ouro,
prata,
joas,
papeis
de
credito,
cereaes,
rou
pas,
moveis,
ferramentas,
finalmente
sobre
todo
e
qualquer
objecto
de
valôr.
Recebe
pequenas
quantias
em
deposito
a
praso
ou
á
ordem,
abonando
juros
aos
depositantes.
D.
Maria
Rita
da
Silva
Dias,
declara
que
a
firma
que até
ao
dia 17
de
feverei
ro
girou
debaixo
do
nome de
Viuva
Dias
&
Filhos
em
liquidação,
n
’
esta
cidade,
ces
sou
desde
esse
dia,
ficando
a
mesma
snr.a
obrigada
ao pagamento
de todas
as
divi
das,
que
a mesma
firma
ficou
devendo,
e
auctorisada
também a
receber
todas
as di
vidas
que
eram
devidas
á
mesma
firma.
Braga
19
de
fevereiro
de
1876.
(185)
(3062)
D.
Maria Rita
da
Silva
Dias
Passe
cie
Sociedade
O
abaixo assignado
faz
publico
por
es
te
meio para
lodos
os eileitos,
que
fica
dissolvida a sociedade
que
tinha
com
Tor-
qualo Ribeiro,
na
carreira
d
’
esta
cidade
a
Guimarães,
desde
o
dia
26
do
corrente,
fi
cando
a
mesma
carreira
sem
alteração
de
sociedade
desde
a
mesma
data,
com
elle
annunciante
e
João
Pereira
Lopes.
Braga
21
de
fevereiro
de
1876.
/
(3000)
Bernardo
José
Pereira.
Ao
commercio
e
a quem
convier.
Manoel
José
de
Campos
e
Rodrigo
d
’
Oliveira,
com
suflficientes
conhecimentos
e
pratica
da
pequena
e
grande
velocidade
nos
caminhos
de
ferro,
e
correspondentes
d
’
algumas casas
commerciaes
do
Porto,
promptificam-se
a
expedir
cu
receber
toda
a sorte
de
mercadorias,—
o
que
será
feito
com
maior
cuidado
e
zêlo.
Não só
rece
bem
meicadorias
para
as
diíTerentes
terras
do
reino,
como
também para
o
estrangei
ro,
tudo
mediante
uma
pequena
comrnis-
são.
Para
commodidade
e
vantagem
das
pessoas
que
se
queiiam
utilisar
do
seu
prés
timo,
achar-se-ha
todos os
dias
um
dos
annunciantes,
na
estação
do
caminho
de
ferro,
desde
as 8
horas
da
manhã
até
ás
5
da
terde.
Recebe-se
qualquer encommenda
na
rua
do
Souto,
n.°
44,
l.°
andar.
Braga
—
fevereiro
de
1876.
(2991)
Rua
Nova,
de Sousa n.a
5.
José
Antonio
Gomes
Ferreira,
suc-
cessor
do
LOUREIRO,
tem
grande
por
ção
de
latão
e
cobre
velho
proprio
para
fundição,
que
vende
por
preço
barato.
(2951)
LITHOGRAPHIA
9
—
Rua
do Campo — 9
M.
J.
F.
d
’Oliveira,
satisfaz
com promp-
tidão
e
nitidez
todo
e
qualquer
trabalho
pertencente
á
sua
oflicina:
estampas
em
gra
vura
e
a
creion,
chromo-lilhographia
map-
pas,
etc.
(2978)
LINHA
QUINZENAL
DE
PAQUETES
A
VAPOR
Para
S. Vicente, Pernambuco, Eahia, Rio de Janeiro,
Montevideo e Buenos-Ayres
Acceitando
também
passageiros
de
S.
a
classe para
SANTOS
e
RIO
GRANDE
DO
SUL
com
trasbordo
no
Rio
de
Janeiro
PAQUETES
A
NEVA
....
13 de
Março
GUADIANA
.
.
28
de
Março
DOURO.
.
.
.
13
de
Abril
PREÇOS
Cada
jíKíjsaete «Testa
cotsnpanltia
leva
a
bordo
criados
e
cosiBiUteiros
portuguezes
para
commodida
dos
passageiros
de
todas
as
ciasses.
Sendo
as
passagens
pagas
na
Agencia
Central
no
Porto
ou
em
qualquer
Agencia
provincial,
a
conducção
para
Lisboa
é
por
conta
da
Companhia.
A hordo
os passageiras teena grátis cama, roupa «5e cama, co
mida
feita
por eosiniieiros portuguezes, vinlio duas vezes
por dia,
assistência
medica, serviço de criatios e outras despezns.
A
EXPERIENCIA
de
mais que um
quarto
de
século
tem
feito
com
que
os
pa
quetes
d
’
esta
companhia
(a
mais
antiga
na
carreira do
Brazil)
sejam
conhecidos
pela
regu
aridade, velocidade
e
segurança
excepcional
;
além
d
’
isso
pela iimpesa, boa
or
dem,
bom
tratamento
e
accomodaçôes
a
bordo,
e
pelos
melhoramentos
mais
moder
nos
tanto
para
a
hygiene
como
para
a
commodidade
dos
passageiros.
ISTO
É
COMPROVADO
pela
grande
concorrência
que
teem
de
passageiros
e
pelos
agradecimentos
de
mais
de
mil
e cem
passageiros
d
’
entre
elles
feitos
por
es-
cripta
como
consta
de
documentos
arehivados
em
varias
agencias.
SÀO
ESTES
OS
PAQUETES
preferidos
pelo
Governo Inglez
para
a
conducção
das
suas
malas
do correio,e
por este
serviço
recebe
a
companhia
um
importante
subsidio.
TIVERAM
ESTES
PAQUETES
a
honra
de
conduzir
Suas
Magestades
o
Impera
dor
e Imperatriz
do
Brazil,
como
lambem
S.
A.
o Infante
D.
Augusto.
TODAS
AS
INFORMAÇÕES
e
bilhetes
de
passagem
podem
ser
obtidos
no
POR
TO
na
AGENCIA
CENTRAL,
rua
dos Inglezes,
23
;
o
agente GUILHERME
C.
TAIT;
e
nas
províncias
nas
agencias e correspondências
estabelecidas em
todas as
princi-
paes
cidades
e
villas.
Agente
em
Braga
o
snr.
João
Manoel
da
Silva
Guimarães,
Rua
do
Souto.
CARREIRAS
DIARIAS
Teixeira
&
Mesquita
da
rua
da
Sé,
par
ticipam
aos
seus
amigos
e
freguezes,
que
continuam
com
a sua
correira
diaria
de
diligencias
para
a
Povoa
de Lanhoso,
e
des
de
o
dia
1.°
de
março
do
corrente
anno.
abrem
uma carreira
diaria
para
a
Egreja
Nova,
Cruz
de
Real
e
Penedo,
a
sair
de
Braga
ás
7
horas
da
manhã,
e
volta
do
Penedo
ás
11
da
manhã.
PREÇOSs
Povoa
de
Lanhoso
os
mesmos
já
an-
nunciados
—Rendufmho
e
Frades, 300
rs.
—Egreja
Nova,
dentro
500
rs.
fóra
400
—
Cruz
de Real
e
Arrechão,
dentro
600
rs.
e
fóra
500
—Penedo,
dentro 700
rs.
e
fóra
600.
Cada
passageiro
tem
oito
kilos
de
ba
gagem,
pagando
o
excesso
a
20
rs.
o
kilo.
Os
bilhetes
vendem-se
em
Braga,
no
bem
conhecido Ribeiro
Braga,
na
praça
do
Barão
de S.
Marlinho,
e
no
Penedo,
na
antiga
estalagem
de
Manoel
José
Rodrigues.
(2994)
BANCO DE VILLA REAL
Vende-se
grande porção
de
acções
d
’
es-
te estabelecimento
ou trocam-se,
cumvindo,
por
propriedades
urbanas
ou
de raiz.
Para
tratar-se
de
seu
ajuste,
em
carta
fechada
com
as iniciaes
A.
S.
P.
ao
escriptorio
da
administração
d
’
este
jornal.
(2984)
piano
Vende-se
um
proprio
para
ensino
por
13$500
rs.
na
rua
da
Cruz
de
Pedra
n.°
36.
(2995)
SAIR
DE
LISBOA
MONDEGO.
.
.
28
de
Abril
ELBE
.
.
.
.
13
de
Maio
MINHO.
.
.
.
28
de
Maio
COMMODOS
^,5.
Vende-se
uma
morada
de
casas
si-
JílísL
lua
^
a
ua
roa
d
a
Ponte,
com
o n.°
Vê-se
das
3
ás
4
da
tarde.
Quem
a
pertender
fallecom
Antonio
dos
Santos
de
Azevedo
Magalhães.
(2981)
Banco Commercial de Braga
São
convidados
os snrs.
accionistas
da
2.
a
emissão,
a
fazerem
entrega
dos
títulos
provisotios
da
2.
a
emissão no
Banco,
e
na
Caixa
Filiai
no Porto,
desde
o dia 20
do
corrente até
o
dia
10
de Março
pro-
ximo,
recebendo
em
troca
recibos
proviso-
rios,
declarando
nas
costas dos
titulos
em
nome
de
quem querem
passadas
as
acções.
Oulro-sim
São
convidados
os
snrs.
accionistas
a
fazerem
a
entrada
da
4.
a
e
ultima
presta
ção
das acções
da
nova
emissão
desde
o
dia
20
a
25
de
Março
proximo futuro, re
cebendo
no
acto
as
acções
definitivas.
Braga
17
de
fevereiro
de
1876.
Banco Nacional
Ultramarino
Dividendo
do
».° semestre de 1S9S
Na thesomaria
do Banco
do
Minho a
principiar
em
21
do
corrente
desde
as
10
horas
da
manhã
até
á
1
da
tarde,
se
pro
cederá
ao pagamento
aos
snrs.
accionistas
d
’aquelle
Banco
residentes
n’
esta
cidade,
do
dividendo
do
2.°
semestre de
1875,
na
rasão
de
5
p.
c. ou
4$500 rs.
por
acção.
Braga
19
de
fevereiro
de
1876.
(2998)
MESTRA
Precisa-se
d
’
uma de
50
annos, pouco
mais
ou
menos,
para
fóra
da
cidade
e
casa
particular.
Para
informações
campo
de
Sanl’
Aítna
n.°
68.
(2963)
PILELAS
DE GU1B0URT
Especifico
contra
as
tosses
catarrhos,
brochites
etc.
Injacção Janin
Efficaz
contra
todas
as
purgações.
Qua
tro
annos
de existência
e
de
seguro
resul
tado.
Especifico
contra
a
tosse
Xarope
Peitoral
Seitz
Este
xarope
prèparado
unicamente
de
vegetaes,
é o
melhor
especifico
contra
as
tosses
rebeldes,
crónicas
e
convulsivas,
rouquidões,
catarrhos,
asthma,
escarros
san
guíneos,
e
finalmente
em
todas
as
affec-
ções
do
peito.
Injecção
Bichat
Cura
em
seis
dias
todas
as
purga
ções.
L
Tnguento
anti-dartroso
O
mais
precioso
para
fazer
desappare-
cer
todas as
moléstias
cutaneas,
como
em-
pigens,
ozagre,
sarna, eczema,
e
todas
as
comichões
ou
prurido
que
sobrevem
á pel-
le.
Elixir
Americano
São
tão
prodigiosos
os
efleilos
produ-
sidos
por
este
elixir,
que
é
sem
duvida
superior
a
todos
d’
esta
naturesa.
Impede
a
carie,
conserva
o esmalte
dos dentes,
communica-lhe
um
magnifico
brilho,
for
tifica
as
gengivas,
e
destrôe
o
mau
chei
ro
da
bocca,
antes
que
lhe
dá um
enex-
cedivel
arôma
e
suavidade.
E’
muito
ulil
fazer
uso d
’
esle
elixnr
para
um
aturado
aceio e
preservar
as dô-
res
de
dentes.
Porto
—
Pharmacia
central
rua
de San
to
Antonio
227.
Braga—
Na
do
hospital
de
S.
Marcos.
Aveiro
—
Na
do
sr.
Moura rua
da
Ve
ra
Ci
uz.
(2997)
■
um
mi
Tr»
>i
w
i
smoiir
,'i
kv
.
ií
-
t
A-J»
A
commissão
liquidataria
do
casal
do
failecido snr. Manoel
de
Magalhães
d’Arau-
jo
Pimentel.
tendo
resolvido
vender
as
quintas
de
Santo
Adrião,
a de
Passos
ea
das Latinhas
ou Ribeira,
e
bem
assim
a
casa
do
Campo
de
Santa
Anna,
tudo
sito
n
’
este
concelho,
convida
as
pessoas
que
pretenderem
quaesquer
d
’
estes
bens
a
di
rigirem
a
qualquer
dos
signatários
as
suas
propostas
em
carta
fechada
dentro
de
vin
te e
cinco
dias.
Braga 21
de
fevereiro
de
1876.
Henrique
Freire
d
’
Andrade
—
Manoel
Luiz
Ferreira
Braga
—João
Evangelista
de
Sousa
Torres
e
Almeida.
(2999\
QUEIJO
V
ENDE-SE
queijo
londrino, papel
e
fla
mengo,
de
superior
qualidade
na
rua
de
S.
Marcos, n.°
15.
MESTRA
O
FFERECE-SE
uma
para
casa
particular.
Quem
pertender
queira
dirigir-se
á
te-
dacção
d
’
este
jornal
em
carta
fechada
com
as
iniciaes
A.
P.
C.
(2987)
MIAS
PARA IW
9
A
’
loja—Cacliupiaz—
Acaba
de
che
gar
um
sortimento
de bombas
de
differen-
les
feitios,
e
que
pódem
funccionar
perfei
tamente
até
30
m
de
profundidade.
CJOKTBA
O
FBIO
Caloriferos
ou
fogões
d
’
aquecimento
pa
ra
salas,
quartos,
etc.;
vendem-se
na
loja
C
achapuz
.
(2980)
JÂ CHEGOU
A
polvora
do
estanco, rua
da
Boa-Vis-
ta,
o.»
152.
(2982)
BRAGA
:
TYPOGRAPHIA
LUSITANA
— 1876.
Parte de Comércio do Minho (O)
