comerciominho_25111876_572.xml
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-
4.”
ANNO 1876
FOLHA COMERCIAL RELIGIOSA E HOTICIOSA
NUMERO 572
Assigna-see
vende-se
no
escriptorio
do
editor
h
proprietário
A
hí
Maria
Dias
da
Costa,
rua
Nova
n.
*
3
E,
para onde
deve
wr
dirigida
toda a
correspondência franca
de
porte.
=
As
assi-
gnaturas são
pagas
adiantadas
;
assim
como
as correspondên
cias
de
tnteresse
particular.
Folha
avulso
10
rs.
.nfcM
*
*
r&
^ãw.í!E«ÍGW»míazõcj
ÁS
TERÇAS,
QUINTAS
E
SABBADOS.
P
reços
:
Braga,
anno 1^600
rs.
—
Seraestre
850
rs.^Prat,'?»-
cias,
anno 2$000
rs
e
sendo
duas
3&600
rs.«-Semestre
10050
rs.=Brazil,
anno
3&600
rs.=Semestre
1&900
rs.
moeda
forte,
ou 8<§>000
reis
e
tó500
reis
moeda fraca.
—Annuncios
por
iinha
20
rs.,
repetição
10
rs.
Para
os
assignantes
20
}l
tl
d
’
abatimento.
JF><JWSL<]g.<£2.z®x.-S
Eí
bbãga
—
sabbwo
ss
AOVEMEIte
fia
néscios
quedo
facto
d
’uma
ou
outra
apostasia
pretendem
estultamente
deduzir
um
como
simploma
de
proximo
esfacêlo
do
cathólicismo
!
Loucos
!
Se
não
tivéssemos
lido
com
os nossos
olhos
e
palpado
com
as
nossas
inãos,
aber
rações
de
similhante
natureza,
não
acredi
táramos
que
ellas
conseguissem
desaninhar-
se
de
craneo
humano,
ainda
o
maisobtuzo.
Já
não
falíamos
em regras
as
mais
obvias
da
lógica
;
quizeramos
que
o
simples
bom
senso
fosse
mais respeitado
por
al
guns
fazedores de gazelas.
#Se
o
mentir
e
mentir
como
uns
diabos
é
sistema
com-
niodo, e até
rendozo,
segundo
aflirma
o
outro
;
é
deplorável que
na
grei
de certo
jornalismo
haja
tanta
indelicadeza
para
com
grande
parte
dos
seus
leitores, que
não
é
crivei
serem lodos
evadidos
de
casas
d
’
orates.
Com
franqueza
: se
vivêssemos
nas al
ias
regiões,
subjeitariamos
alguns jornalis
tas
a
rigorozo
exame
de
sanidade
mental,
e.
..
de
boa
educação.
Mas
sigamos
rumo
directo.
Achamos
nimiamente
occiozo demons
trar
o
que
o
cathólicismo
tem
a
ganhar
e
o que
lem
a
perder
com
a
defecção
de
certos
indivíduos,
que
se
não
achavam
mui
to
á
vontade
no
seu
grémio.
E
’
verdade
incontesta,
notável
e
já
mui
tas
vezes
notada,
que
seguindo
o
rastilho
da
causal
de todas
as
apostosias,
encon
trámos
na
sua
extrema como
unico
mobil
a
ambição
e a devassidão
mal
reprezadas.
Quantos
apóstatas
nos
citareis,
que
sejam,
não
já
protolipos de virtude
encen-
drada, mas
ainda
d
’
uin
lheor
de vida
re
guiar
?
Quantos
que sejam
levados
a
voltar
as
costas
ao
ceo, a
não
ser
por
impulso
das
paixões
mais
peccaminosas
e
degradantes
?
Que
vos
diz
sobre
este objecto
a
his
toria
justa
das apostasias
que
se
leem
da
do
em
todos
os
paizes
e
em
todos
os
tem
pos
?
E’
verdade
que
a
Egreja,
mãe
sollicila
e
carinhosa,
se
enlucla
e pranteia
pelo
per-
dimenlo
d
’
um
filho,
que
abandonou
o
re
dil
protector
para
vaguear
tresmalhado
pe
los
desvios
erriçados
de
precipícios
e
po
voados de ciladas.
Cumpre
o
seu
dever
de
mãe, e mãe in
comparável.
Mas
por
um
dia de
lodo, quantos
an
nos
de jubilo
e
contentamento
!
Por
um
filho
rebelde que
abraçou
as
sugestões
do mundo,
quantos
novos, e
fieis,
e
submissos
veem
adoçar-lhe
o amargor
da
provação
!
Em
quanto
nos
paizes
que
se
dizem
cultos, o mundo,
o
diabo
e
a
carne
se
ban
queteiam
saudando
a
acquisição
d
’
um
mal-
aventurado,
nos
sertões mais
afastados
e
selvagens, o
sangue
do
martírio
e
a
pa
lavra
de Deus
prodigada
por
verdadeiros
heroes
germina, arrancando
do
poder das
trevas
milhares
e
milhares
d
’
alrnas,
agora
convertidas
ao
ceo.
E
que
diremos
dessas
conversões,
que
de
dia
a vão
lançando o
desanimo
nas
falanges
da
impiedade
?
E
dizei-nos,
com
a mão
na
consciên
cia
:
se
equiparardes
os
costumes
e
proce
dimento,
d
’aque!les
que
repudiam
o
erro,
para
abraçarem
a
verdade
;
d
’
aquelle
que,
abandonando
as
seitas,
se
teem
vindo
aco-
Ihersob
o
manto
amplíssimo
da
Egreja
úni
ca
verdadeira
;
com
os
costumes
e
proce
dimento
dos
que
d’
ella
se
teem apartado;
quaes
d’
elles
preferireis
para
o
vosso
gre-
nro
?
Quem ganhou
e
quem
perdeu com
a
conversão
d
’
uns
e
d
’
oulros
?
Desenganem-se
os inimigos
do
caiholi-
cismo.
Quem
não
é
de
Deus,
é
contra
Deus.
Porisso
é
justo,
é
desejável
que
cada
um occupe
aberiamente
o
seu
logar.
Os
lobos não
podem
coexistir no
redil
jun
tamente
com as
ovelhas.
Programma <3<t» ffesíej®»
«jvse l»ão
«Se
ter !«{jí»r «juaiasJo «o
S^oa-t®
e
a Eegga eSuerjar
<ie
Rema a
Eií»ag«stt
«Se Nlmsijia
!í>etaCíon-a «2®
C<»mceiçã«»,
(jtie ts-oua «Se
taer eoS-
IncaeSa
lisa eajpelSa «jsie ®e an«3a
c®E»fsártaUseS® no «Monte Sameiro,
Sjean
como ía gíroeissSít q«ae »e
InadEe
fazer g»®s
*
®ec«aiã® «3a 8«a
eintrasía
BoíeaMtse em íSraga, «gs-
provatio
S
m
®
ívx.a
Hev«l
o
Snr. AreebiMpo
C«si»«Sjwísjr
por
pnrtarht
«Se
de saaweíMSírís
«Se
88?®.
Logo
que
de
Roma
chegue
ao
Porto
a
Sagrada
Imagem
da
Augusta
Padroeira
de
Portugal, a
pessoa
alli
para
isso
en
carregada
o
noticiará
á
commissão
de
Braga,
por meio
d’
um
telegramma.
em
seguida
á
recepção
do
qual
uma
nume
rosa
girandola
de
foguetes
annunciará
aos
bracarenses
a
referida
chegada.
Dois
membros
escolhidos pela
com
missão
partirão
para
o
Porto,
atim
de alli
assistirem
ao
bom
acondicionamento
e
transporte
da
mesma
Imagem
daqueila
cidade
até
Braga.
Apenas
dê
entrada
na
estação d’
esta
cidade,
tres
girandolas
de
foguetes
e
uma
banda
de
musica annun-
ciarão
á Augusta
Braga a
chegada
da
Sagra
da
Imagem,
sob
a
invocação
de
N.
Senhora
da
Conceição.
Coberto
de
damasco
o
caixão,
em
que
vier
a
Imagem,
será collocado
em um
carro
convenientemenle adornado,
e
con
duzido
por
oito
homens
sem
insígnia
al
guma,
acompanhado
por
toda
a
com
missão,
dará
entrada
no
magnifico
tem
plo
do
Populo,
onde, depois
de
collocada
em
um
andor,
será
exposta
á
veneração
dos fieis,
até
que
procissionalmente
dê
entrada
pelo arco
da
Porta
Nova.
Convidar-se-ha
para
este
aeto
todas
as
irmandades
da
cidade
instituídas
em
honra
de
Nossa
Senhora,
atim
de
acompanharem
com
suas opas
e
insígnias a
mesma
pro
cissão,
a
qual será
assim
disposta:
No
dia
e
hora
marcados
(que
anlici-
padamenle
se
fará
constar; reunidas todas
as
corporações no
espaçoso
templo
do
Populo,
cada
uma occupará o
seu
res-
pectivo
logar
em
rasão
da sua
antigui
dade.
Na
frente
da
procissão
ira
uma
força
de
cavallaria
e
uma banda
de
mu
sica
d
’
esta
ci Jade.
Seguir-se-ha
a
com
missão
do
Sameiro,
indo
no
meio
das
suas
alas
tres
figuras
allegoricas:
a
l.a
, repre
sentando
Braga,
levará
a
bandeira
da
ci
dade
com
uma
legenda
relativa
ao
anno
em
que
no
Concilio
Bracarense
se
iurou
defender
a
Immaculada Conceição
de
Ma
ria;
a
2.
a
symbolisará
Portugal,
com
a
sua bandeira
lambem
legendada,
alludindo
ao anno
em
que
el-rei D.
João
IV dedi
cou
e
poz
este
reino sob
a
prolecção da
Virgem
Immaculada;
será
a 3.
a
a
figura
de
Roma,
com
as
armas
pontifícias
e
a
designação
do
anno
em
que
foi
definido
o
dogma.
Seguem
depois
as
irmandades
pela sua
ordem,
no
meio
das quaes irá
grande
numero
de
anjinhos
com
emblemas
allu-
sivos
á
Santa
\irgem,
intercalados
com
as
figuras
da
Fé,
Esperança
e
Caridade,
e as
deJudith,
Débora,
Esther,
Anjo
Ga-
b iel,
Alegria,
Esposa
dos
Cantares,
Gra
ça
e
Pureza.
Em
seguida
irá
a
Venerável
Ordem
Terceira,
no centro
da
qual
de
verá
ser
conduzida
no
seu
andor a
Ima
gem
por
ser
Maria
no
mysterio
da
Con
ceição
a
protectora
que
o
Seráfico
Palnar-
cha
S.
Francisco escolheu
para
a sua
Ordem.
A
Imagem
será levada
aos
hombros
de
doze
ecclesiasticos
vestidos
de
alba
e
plu
vial
branco,
que se
distribuirão
em
dons
turnos,
um
dos quaes
levará
tochas
dian
te
do
andor,
em
quanto
que
o
outro
conduz
a
Imagem,
e
assim se
revesarão
successivamente.
Diante
da
Imagem
irá
um
côro
d’
anjos
cantando
alternadamente
a
antífona
Tola
pulchra
es
Maria;
atraz
d’
este
côro-irão
quatro
figuras
bíblicas
com
textos
análo
gos
ao mysterio,
representando:
a
1.a
Moysés
com
a
legenda
Jnimicitius
punam
inler
le
et
mulierem. Gen. 111
—
15.
Esta
figura
será
a
primeira
do
lado direito.
Atraz
d
esta
ira outra, representando
ísaias
com
o
letreiro
Ecce
virgo
concipiel
Baias
Vll
—
14. Do
lado
esquerdo
será
a 1.a
fi
gura
David
com
o
texto Sanclificavil
ta-
bernaculum
suam
Altíssimas.
Psalm.
XLV
—
4
Atraz
irá
a
figura
de
Ezecliiel
com
o
letreiro Pinta
itaec
dausa
eril
Ez.
mi
j
.
M.
mí
.
wem
ROMANCE
BRAZILEIRO
VOLUME
I
[Continuação!
X
Historia
do botão de rosa.
viva
como
vossê,
D.
Felicia;
e
Luizinha
maliciosa,
como
vossê
I).
Mariquinhas.
—
Obrigada
pelo
elogio, disse
esta.
—
Deixe-a
fallar,
acudiu
Felicia.
Celina
continuou.
—Tres
moças
que
se
conhecem
desde
a
infancia, que
brincaram
juntas,
e juntas
estudaram,
tem
sempre
tantas
coisas
para
se
dizer,
que
a
certa
hora
nós
nos
esca
pamos
da
sala,
e
fugimos
para
conversar
sem
teslimunhas,
escondidas
no
meu
quar
to
:
foi
n
’
este
mesmo
quarto
!
disse
a
mo
ça, cortando
com
um
suspiro sua
narra
ção.
—N
’
esle
mesmo
quarto
I
murmuraram,
como
admiraiias
d
’
aquella
coincidência,
as
duas
ouvintes.
—
Passamos
muito
tempo,
proseguiu
a
Bella
Orlã, a
rirmo-nos
muito,
lembran
do-nos
do
passado,
e
de
nossas travessu
ras
;
e depois
misturamos
com
essas
ale
grias
tantas
saudades.
.
.
tantas.
..
e
tão
grandes,
que
estivemos
a
ponto
de cho
rar
:
depois sonhamos
lambem
com
o
fu
turo,
e nossas
cabeças
de meninas
o
iam
desenhando
sempre
tão
bonito...
tão
bo
nito!!...
emfim
tivemos
vontade
de
fallar
do
presente, e
Luisinha
deu-me
um bei
jo
e
me
disse
:
—Já
estás
moça,
Celina !
—
E
’
verdade,
disse
Leopoldina;
já
es
tamos todas tres
moças,
e,
continuou
ella
rindo-se,
aqui para nós.
somos
bonitas.
—E como
e
bom
ser
moça,
quando
Le
é bonita,
tornou
Luisinha;
os
velhos
Em
logar de
ir
com
as
duas
amigas
para
o
toilelle,
que
era
mesmo
no
pri
meiro
andar,
a
Bella
Orfã
guiou-as
para
o
segundo,
e
entrou
com
ellas
em
seu
quarto.
Anacleto,
levando
sempre
pela
mão
a
Cândido,
subiu
lambem
a escada,
e
en
trou,
pé
por
pé,
com
o
mancebo
no
quar
to
de
Marianna.
As
duas
camaras
eram
apenas
separa
das
por
uma
delgada
parede,
e
uma
por-
linha
as
communicava
pelo
fundo:
a
por-
tinha estava
simplesmente
tapada
com
um
eve
reposteiro,
ou
melhor,
com
uma
cor
tina
de
seda
côr
de rosa
debruada
de fita
azul.
O
velho lavou
o
moço
ao
fundo
da
camara,
e
com
precaução e cuidado
cor
reu
a
corlina.
O
quarto de
Marianna
não
tinha
luz:
no de
Celina
ardiam
tres
velas
em
um candelabro
de
bronze.
Cândido
viu
primeiro
um
leito
virginal
defendido
por
cortinados
de
cassa
branca,
e
atravez
d
’
elles
tres
moças
encantadoras,
cujas
elegantes
fôrmas
se
desenhavam
ain
da
na
sombra.
E
não poude
vêr
mais
nada,
porque
Cebna
começava
a
fallar.
A
Bella
Orlã pronunciou
algumas
bre
ves
palavras;
mas
olhando
para
as
duas
amigas,
e
lendo-lhes
no
rosto
a
curiosi
dade
com
que estavam, córou
e
hesitan
do
disse
:
—
Ora...
é
uma
puerilidade...
um
so
nho
de
creança, que
parece loucura
con
tar.
—
Não,
não,
D.
Celina;
conte
sem
pre.
—
Ha
de
ser
por força
muito
bonito.
—
Sem
duvida;
pois
que
além
de
tu
do
é
um sonho
de
flores.
Celina
principiou
a contar
a
historia
do botão
de
rosa
com os
olhos
pregados
no
collo.
—Foi
no
dia
em
que
eu
fiz
treze an
nos
:
jantaram
e
passaram
a noite
com-
migo
duas camaradas
de
collegio,
amhas
dois
annos
mais
velhas
do
que
eu
:
D.
Luizinha
e
D.
Leopoldtna:
Leupoldina
era
nos
admiram,
as
outras
senhoras
nos
in
vejam,
e
os
moços
nos
amam.
—
Ames
todos
nos
amassem,
disse
eu.
—
Como
ella
él...
exclamou
Leopoldi
na
rindo-se
muito.
Eu
fiquei admirada
d’
aqueile
tanto
rir,
que
me
parecia
muito
fóra
de
tempo.
—
Em
parte
lambem eu sou
assim, tor
nou Luisinha;
não
amo
a
ninguém
ain
da;
mas
qmzera
que
todos
bebessem
os
ares
por
mim
:
quando
eu
passo
jmto
de
um
homem,
a
quem
vejo mesmo
pela
pri
meira
vez,
e
elle
me
olha de
certo
mo
do
e
me
acompanha
com
a
vista, ou
me
segue,
eu
góslo...
eu
confesso
que gósto.
—
Oh
! sim
!
disse
Leopoulina
;
mas
é
tempo
de
fazermos
um
ajuste.
—
E
qual ?
perguntei.
—
Logo
que
nina
de
nós
amar,
dil-o-
ha
em confidencia
ás
outras.
Eu
comecei
então
a
pensar
que
havia
algum
grande
mistério
na
vida,
que essa
palavra
—
amar—
queria
dizer.
—
Pois
bem,
tornou
Luisinha
:
eu
es
tou
prompta...
é
um
bello ajuste;
porque
eu
nunca
terei vergonha
de
o
dizer
: quan
do
amar
hei de
amar
bem,
ea
quem
bem
o
merecer.
—
Sim!...
e
lambem
eu,
disse
a
ou
tra.
—
Não
ha
de
ser
com
seu
oiro
e
suas
riquezas,
que
poderá
um
homem
agreste,
feio,
e
sem
espirito
comprar
o
meu
co
ração.
j
—
Oh!
sim!...
exclamou
Leopoldina.
gytgg
grvrw-tf-
-J
Mpymags
XLIV
—
2.
Irá
também
um
anjo,
levando
esta
legenda
Prolegam
urbern
hanc.
Todas
estas liguras
serão representadas
por
mancebos
menores
de
12
annos.
Atraz
da
Imagem
seguir-se-ão
eccle-
siasticos
de
sobrepelliz
com a
irmandade
de
S. Pedro
e
S.
Thomaz.
Por
ultimo
irá
o
pallio,
debaixo
do
qual
será
condu
zida
a
Sagrada
Relíquia,
fechando
a
pro
cissão
a
banda de
musica
com
uma
guar
da
de
honra
do
regimento
8.
O
transito
da
procissão será
o
seguinte:
Saindo
da egreja
do
Populo,
irá
pela
rua
dos
Biscainhos,
entrará
pelo
arco
da
Porta
Nova,
o qual
estará
adereçado
com
ban
dós
de
damasco,
seguirá
pela
rua
Nova,
largo
da
Galeria,
rua
do Souto,
de
S.
Marcos,
do Anjo,
campo
de
SanlTago,
largo
de S.
Paulo,
dando
entrada
na
egreja
do
convento
das Ursulinas, onde, depois
de
collocado
o
andor
em
logar
adaptado
e
exposto
o
SS.
no
throno,
se entoará o
bymno
Te-Deum,
que
será
executado
a
grande
instrumental,
terminando
toda
a
íuncção
com a bênção
do
Santíssimo.
--
-
ns-
«txi
""
"
~
0.4 enterro»
civis» co»»si<lerados no
ponto <ie vista reiijjíoB» e íe<ji»5
II
0
enterro
c-vil
não
consiste
apenas
na
simples
inhumação
<lo
cadaver
sem
a
assistência
dos
ministros
de
um
culto
qualquer,
sem
alguma
oração
ou
ceremo-
nia
religiosa:
é
assim
que enterram
sem
pre
as
cranças
mortas
antes
de haverem
recebido
o baptismo,
é
assim
que se
en
terrava
um
pagão
que
morresse
em
paiz
christão.
0
enterro
civil
é uma
coisa
muito
dif
-
ferenle,
é
a
manifestação
e
a
expressão
publica
de
um
acto
pelo qual um chris
tão,
um
homem
haplisado, declarou,
no
leito
da
morte,
querer
separar-se
da
Egre
ja
e
não
ter
mais
nada
de
commurn
com
ella.
A
recusa das
orações
e
dos
sacra
mentos
da
Egreja
por
um
catholico
á
sua
ultima
hora,
a
prohibição
que
faz á
Egre
ja
d
’iutervir nos
seus
funeraes
equivalem
a
um
acto
de
apostasia
Aquelle
que
des
via
da
sua
tumba
os
ministros
e
as ora
ções
da
Egreja,
nega
por
esse
mesmo
fa
do
a divindade
do
christianismo;
e
se
elle
declara
querer ser
enterrado
com
ex
clusão
de
qualquer
forma
do
culto
religio
so,
declara
ao
mesmo
tempo
não
perten
cer
a
religião
alguma.
Está
no
seu
di
reito
de
proceder
assim
correndo
lhe
os
riscos
e
os
perigos;
tfias
por
este
acto
li
vre,
elle
se
separa
de
toda
a
sociedade
religiosa,
ostenta
o
seu
despreso
por
toda
a
religião
e
condemna
como
imbecil
ou
fanatica
a
immensa
maioria
dos
seus
con
cidadãos.
Póde objectar-se,
e
já
se
fez,
que
to
dos
os
homens,
que
querem
que
se
afias
te
o
padre
do
seu
leito
de
morte
e
o
seu
cadaver da
Egreja
não
devem
porisso
considerar-se
irreligiosos;
ha-os,
diz-se,
que
tem lá
a
sua
religião
privativa,
creem
e
esperam em
Deus,
contam
com
uma
outra
vida.
Póde
ser
que
assim
seja:
talvez
en
tre
os
partidários
do
enterro
civil
se
en
contrem
alguns
deistas;
mas
são
em
pe
queno numero
e
nada ha
que
distinga
seus
funeraes
do
dos atheos
e
dos
materialis
tas
declarados.
Estando
o enterro civil
declarado
ofíicialmente,
se
podemos
expri
mir-nos
assim,
pelos
materialistas,
pelos
homens
que
declaram alto
e
bom
som que
em
nada creem,
que
em
nada
esperam
alem
da
campa,
os
deistas,
se ha
alguns
que
desejem o enterro
civil,
se confundem
com elles
e
não
fazem
mais
de
que en
grossar
esta
turba
impia. 0
enterro
civil
é
pois um acto
publico
de materialismo
e d’
alheismo,
bem mais
ainda
do que
a
manifestação
d
’
uma
completa
apostasia.
Em
resumo,
emquanto
ao
ponto
de
vista
religioso,
os
enterios
civio
são
a
mani
festação
publica
e
solemne
do
despreso
que
o
morto
professou
e
os
amigos
do
morto
professam,
não
sómente
para
todo
o
culto
positivo,
mas
por
todo
o
senti
mento
religioso.
A
este
despreso
que
re-
cahe
sobre
a
immensa
maioria
dos
cida
dãos
de
fé
calholica;
a
este
despreso
ag-
gressivo
de
todo
o culto
e
de lodo
o sen
timento
religioso,
todo
o homem
deve
res
ponder
por
um
profundo
despreso
pelo
cadaver
enterrado civilmenle.
Não
se
admi
rem
da
nossa
conclusão,
vamos
justifical-a.
Não
ha
duvida
que
todo
o
homem,
por
culpado
que
seja,
tem
direito
até
um cer
to
ponto,
á
nossa
caridade,
emquanto
vi
vo fôr.
Mas
depois
da
morte,
quando
vo
luntariamente
se ha separado
da Egreja,
quando
renegou
o
Redemptor,
e
que
se
privou
a
si
mesmo
da
esperança
da
salva
ção,
já
não
é
para
nós
um
irmão;
um
ca
daver
d’
estes
não
passa
de
uma cousa
repellente,
votada
ás
vergonhas
e
aos
sup-
plicios
da
morte
eterna,
e objecto
para
o
christão
do
mais
justo
e
do
mais profun
do
de
todos
os
despresos.
Deixai-os
pois
ir
onde
elles
querem
ir;
já
não
é
tempo
de
os
deter,
mas
dei
xai-os
ir
sós
com
aquelies,
cujos
tristes
erros
hão
partilhado;
e
não
saudeis
o
ca
daver
de
um
apóstata.
GAZETILHA
8$eHsn«
*
ntialo.
—
No
«Jornal
do
Minho»
d
’honlem
vem
inserta
uma
correspondên
cia
do
ex.
mo
snr.
José
Maria
Rodrigues
de
Carvalho,
que
na
qualidade
de
presi
dente
do Asylo
de
D.
Pedro
V
vem
por
aquelle meio
desmentir o
boato
com
re
ferencia
á
admissão
das
Irmãs
hospitalei
ras
n’
aquelle
asylo,
—
boato
engulvlo
e
pu
blicado
pelo
correspondente
d’
esta
cidade
para
o
«Jornal
do Porto».
Sentimos
que
a boa
fé
e
creancil
ingenuidade
do
correspondente
do
«Jornal
do
Porto», esteja
sendo
de
ha
tanto
tem
po explorada,
e
por
tal modo
que
move
a
dó.
E
’
realmente
paradisica
a
facilidade
com
que
aquelle
cavalheiro
engole
os mais
incomportáveis
maranhões.
Para
chronista
é
qualidade
pouco
desejável.
Voltando
ao
boato,
que foi
também,
acceite
de
torna-viagem,
pelo «Jornal
do
Minho»,
sabemos
que
é
de
todo
o
ponto
infundado,
e
que
a
medida
respectiva
nem
sequer
tem
sido
lembrada,
«quer
em di
recção,
quer
particularmente».
Respeito
ás
pessoas
a
quem preten
dem
atribuir
a
proposta
d
’
essa
medida,
declaramos,
e
estamos
para isso
auctori-
sados
a
fazel-o,
que nunca
de tal
se
lem
braram,
e. que
aliás
são
dos
primeiros a
reconhecer
os
raros
dotes
governativos
da
actual Directora d
’
aqueile
asylo.
Podíamos
dizer
alguma
coisa mais
sobre
este
assumpto:
limitar-nos-hemos
por
hoje
ao
seguinte:=-Porora
estão
verdes,
meus
senhores!
Faliecimento.-
Por
8
horas
da
noi
te
do
dia
22
falleceu,
na
sua
casa
de Pa-
noias,
a ex."
ia
D.
Thereza
Leite
Pereira,
irmã
do snr.
dr.
Leite Pereira.
Teve
hontem
pomposos
oflicios
na
egreja
d’
aquella
freguezia. depois dos
quaes
foi
o
seu
cadaver
dado
á
sepultura.
Apertamos
a
mão
ao
snr.
dr.
Leite
Pereira,
e
aos
leitores
pedimos
um P.
N.
para
sufragar
a
alma
da
finada
senhora.
EXoaaho. — Em
a
noite d
’
ante-hontem
para
hontem
os
ratoneiros conseguiram
arrombar
e
roubar
o kiosque do
campo
de
SanCAnna.
E
elle
é um
cochicholo
tão
pequerru
cho
!.
.
Palavra
!
que
nos estamos a
sorrir ao
escrever
estas linhas.
Ta-ísnaferencia.—0
ex.
m0
barão de
Paçô
Vieira
foi
transferido
para
juiz
de
direito
na
comarca
dAveiro.
S.
exc.
a
já
tomou posse.
As
niissns
contadas na eapclln
«i®
—
São
do
maior
alcance
as or
dens
dadas
pelo Exc."
10
Snr.
Arcebispo
Coadjutor,
para
que
todos
os
domingos
e
dias
santos
de
guarda
haja
na
sua
Ca-
pella
do
Paço
Tercia cantada
e
missa,
as
sistindo
a
estes
aclos
todos
os
estudantes
do
curso
superior
do
Seminário.
Esta
sabia medida tem
uma
dupla van
tagem,
que
é
instruil-os
primeirameote
nas
c-jremonias
sagradas
e
canto
ecclesiaslico,
pois
tudo
é
cantado
a
canto-chão
pelos
mesmos
estudantes,
e
além
d
’isso
|des-
vial-os de
certos
passeios e
divertimentos,
ás
vezes
menos
convenientes.
Na
verdade,
quando
se
entra
no
tem
plo,
e
se
ouve
o
mavioso
som
do
orgão
acompanhando
os
pausados
psalmos
de
Tercia,
e
depois
o
magestoso
canto-chão
da
missa. e
se
vêem
os
jovens
estudan
tes
que
se
dedicam ao
estado
ecclesiasti-
co,
tomando
parte
em
todos
estes
actos
religiosos,
sente-se
uma
certa commoção,
e
o
coração
abre-se
á
esperança
de
vêr
um
dia
o
clero
reformado.
Nas
próximas
primeiras
tres
domingas
do
Advento,
no fim
da
missa
cantada,
e
antes
da
bênção
com
o SS.
Sacramento,
terão
logar
pelas
fl
horas
da
manhã,
na
dita
capella,
os
sermões
do
Advento,
pré-
gados
pelos
estudantes do
curso
superior,
sendo
no primeiro
domingo
o collegial
José
Fernandes
Chaves,
no
segundo
domingo
o
estudante
Domingos
José
Alves
de
Sousa,
e
no
terceiro
domingo,
o
estudante
Boa-
ventura
da Silva.
Asylo
de
s. jOié.—
Na
próxima
sexta-feira,
1.°
de
dezembro,
um
dos
di
rectores
do
Azylo
de
S.
José
de
S.
La-
zaro
celebrará,
no
oratorio
do
mesmo
asy
lo,
uma
missa
de
requiem
para
sufragar
as
almas
dos
bemfeitores
deste
estabele
cimento,
ja
fallecidos.
Para
este
acto,
que terá
logar
por
9
horas
da
manhã
e
a
que
assistirá
a
com-
missão
administradora,
convidam-se
os
pa
rentes
dos
sufragados.
*
Os isssíteís
da
França,—Um
es
tatística curiosa:
0
ministério
do
interior
acaba
de
man
dar
confeccionar a lista
dos
alienados,
idiotas,
papeirentos,
cegos,
surd
s-mudos,
indivíduos
sem
profissão,
emfim de
todos
quantos
vivem
em França
e
são
inúteis
ao
seu
paiz.
A
estatística
subdivide-se
do
seguinte
modo:
Alienados femininos,
10:30o;
idem
mas
culinos,
9:715;
idiotas
e
imbecis,
homens,
18:320;
idem, mulheres,
12:664;
papei
rentos
de
ambos
os
sexos,
35:618,
cegos
de
nascença
4.173;
ditos
por
accidentes,
26:041;
surdos-mudos
de
nascença, 14:197;
ditos
por
accidentes,
4:413; homens
sem
profissão 244:038;
mulheres, idem,
10:335.
Ao
todo
393:819
indivíduos
inúteis.
Trntlueçâío de
tuna esw
linguas.
—
Monsenhor
Langénieux,
arce
bispo
de
Reims,
deve
dirigir-se
brevemen
te
a
Roma
para
offcecer
a
S.
Santidade
Pio IX
um
movei
feito
de madeiras
pre
ciosas
das
ilhas,
com guarnições e incrus
tações
de
metal.
E
’
uma
biblioteca
des
tinada
a
conter
os
volumes
que
encerram
a
traducção da bulia
«Ineffabilis»,
procla
mando
o
dogma
da Immaculada
Concei
ção.
Estes
volumes são
em
numero
de
344,
e
cada
um d
elles
contém,
além
da
traducção
da
referida
bulia
em
uma língua
ou
n
’
nm
idioma
differentes,
os
prneipaes
documentos
que
se
referem
á proclama
ção
da
Immaculada
Conceição.
Esta
collecção,
trabalho
collossal para
que
foram
necessárias
relações com
a
maior
parte
das
populações
que
habitam
o
mun
do
conhecido,
é
devida a
um
francez,
o
padre
Sire,
do
Seminário
de
S.
Sulpi-
cio.
Verdades.—
Nossos avós,
fallando
de
uma
mulher,
perguntavam:
E
’
virtuosa?
Nossos paes
diziam:
E’ bonita?
Hoje
em
dia
só
sé
pergunta:
E
’
rica?
Viagem
rapida.—0
«Germani»,
da
linha
«Wzite
Star»
fez
a
viagem
mais
ra-
pida
de que
ha noticia: chegou
de
Nova-
York
á
Inglaterra
em
7
dias.
15
horas
e
7
minutos
!
Em
audiência geral.—
Era
julga
do
em audiência geral
certo
dilinquente
e tão certo
que
elle
mesmo
confessou
o
crime,
o
que
poz em embaraços
e
con
fusão
o
seu
advogado,
de modo
que
este,
para
formar
a sua
defesa,
andou
de
traz
para
diante
e
de diante
para traz,
pedin
do
favor
aos
jurados
e
juiz
para
o
réo
confitente.
0
delegado,
a
quem
por
oílicio
perten-
—
Nem
ha
de
ser
o
velho
que poderia
ser
meu
pae,
quem,
a
preço
de
suas
car
ruagens,
ou
de
sua
brilhante
posição
na
sociedade,
de
suas
commendas
ou
de
seus
palacios,
ganhará
a
minha
mão.
—
Oh
!...
sim
I...
—Ha
de
ser
um moço... bem moço,
pouco
mais
velho
que
eu...
bastam
qua
tro
ou
cinco
annos
;
um
moço bonito,
com
cabellos
anelados,
olhos
brilhantes,
dentes
claros,
sorrir gracioso,
e
mãos
finas;
com
espirito
cultivado,
genio
alegre,
e...
não
precisa
ser
rico.
—
Ora!
pira
que
dinbeiro?...
acudiu
Leopoldina.
—
E
tu
que
dizes,
Celina?... disse
Luisi-
nha.
dirigindo-se
a
mim.
Eti
fiquei em
silencio
por
algum
tem
po;
mas
emfim
córando
muito
de
minha
ignorância, perguntei:
—
0
que
é amar?...
Minhas
duas amigas começaram
a
rir-
se
tanto...
tanto...
que
por
fim
causou-lhes
piedade
a
perturbação,
em
que
me
pu
nha
a
hilaridade que
eu
provocára.
—Pois
não
sabes
o
que
é
amar?...
—
Amo
a
meus paes,
a meus
parentes,
a
minhas
amigas,
e
aos
amigos de meus
paes
:
o
mais
não
sei.
—Coitada!
murmurou
Leopoldina.
—
Pobre
creança!...
accrescentou
a
ou
tra.
Eu
me
achava
realmente
confundida.
—
-Luisinha,
explica-lhe
o
que
é
amar,
disse
Leopoldina.
Então
Luisinha
tomou
uma
de minhas
mãos
entre
as
d
’
ella,
e
fallou
me
assim:
—
Celina,
eu
vou
dizer-te
o
que
é
amar
um
homem,
que não
é
nosdo
pae,
nem
nosso
irmão,
nem
nosso
amigo
;
escuta.
Nem
sempre
pertencemos
a
nossos
paes;
chega
um
dia em
que
a
nossa
vida co
meça
a
correr
de
outro modo,
e
deixan
do aquelies
que
nos
deram
a
existência,
passamos
a
ser
a
eterna
companheira
de
um homem,
que
deve
amar-nos,
e
traba
lhar
para
nós,
que
reparte
comnosco
seus
prazeres,
e
seus
pezares
;
que
fórma
com
sua
companheira
um
ente
só
;
que
é
o
nosso
melhor
amigo,
e
mais
do
qne
nos
so
irmão
:
ora
pois,
escolher,
mesmo
sem
se
querer,
sem
se
sentir,
mas
escolher
com
os
olhos
e
com
o
coração
entre
mil,
entre
todos
um
homem,
ao
qual
deseja
mos
pertencer
d
’esse
modo
;
pensar
n
’
el-
le
de
dia,
sonhar
com
elle
de
noite,
es
tar
triste
em
sua
ausência,
tremer
de
ale
gria
e de
pejo a
seu
lado,
resistir
ás
or
dens
de
um
pae,
que
manda
esquecel-o,
e
lembral-o
ainda mais
depois d’
isso,
ju
rar
ser
d
’elle
ou
de
ninguém,
e
softrer
emfim
tudo
por
elle;
eis
aqui
o
que
é
amar.
—
Ah
Celina
!
exclamou
Mariquinhas
in
terrompendo-a
; a
lua
camarada
tinha
apro
veitado
muito
no
collegio!...
—
Não
a interrompas,
disse
Felicia.
Celina continuou.
—
Eu
fiquei
pensativa
e
admirada
:
nunca
me tinha
[vindo
ao
pensamento,
que
se
pudesse
amar
assim
um
homem
estra
nho.
Luisinha
ainda
se
dirigiu
a
mim.
—
E
agora
que
sabes
o
que
é
amar,
Celina;
preciso que subscrevas
a
nosso
ajuste:
que
nunca
sejas
a companheira
de
um
homem a
quem
não
tenhas
amor;
e que
finalmente
logo,
que
chegues
a
amar,
nol-o
digas
em
confidencia.
—
Mas quem
s^be
se
chegarei
a
amar
d
’
esse
modo?!!
respondi
eu
Minhas
duas
amigas
começaram a rir-
se
de
novo; e
Luisinha
replicou.
—
Has
de
chegar
Celina;
o
amor
vem
quasi
sempre
contra
nossa
vontade,
e
ain
da
contra
nossa
vontade
se
deixa
ficar
em
nossos
corações.
—
E
como
sabes
tu
isso
Luisinha?...
—
Ora
!
tornou-me
ella
;
achei
uma
boa
amiga
que
me
deu as
explicações
que
agora
te
estou
dando.
—
Quem
nos
diz
que
ella
não
ama
já?...
disse
Leopoldina.
—
Ainda
não:
mas
vamos
ao
nosso
ajuste:
tu subscreves
a
elle,
Celina?...
—
Subscrevo, respondi
hesitando.
—
Vamos
jurar!
exclamou
Leopoldina.
Fizemos
um
juramento
de
moças
:
ju
rámos
por
nossa
amisade,
e sellámos
o
nosso
pacto
com
beijos.
Descemos
e
entramos
na sala,
onde
lodos
notaram
que
eu
estava
pensativa
e
um
pouco melancólica.
A
’
s onze
horas
da
noite
retiraram-se
nossas
visitas.
D
’ahi
a
pouco
meu
pae
abençoou-ine,
e
eu
subi
de
novo
para
meu
quarto.
Deitei-me:
minha
mãe
entrou,
dirigiu-
se
a
meu
leito,
e
como
costumava
fazer
todas
as noites,
beijou-me nos
lábios
e
disse
:
—
Dorme
bem, Celina.
Achei-me
só.
Começaram
então
a
ferver
em
minha
cabeça
aquellas
ideias
que
eu tinha pela
primeira
vez
concebido;
foi-me
impossível
dormir
durante
muito
tempo:
julguei que
delirava,
pensei
que
ia
ficar
doida,
por
que
ás
vezes
parecia-me
vêr
ao
redor
de
mim
meninos
loiros
e
travessos,
que
cor
riam, saltavam,
chegavam-se
a
meus ou
vidos,
diziam
baixinho
—
amar
!
—
e
fugiam
de novo correndo, saltando,
e
rindo-se
muito;
outras
vezes
era
uma
mão
invisí
vel,
que
eslava
escrevendo
pelas paredes
de
meu quarto,
e
com
tintas
de
fogo
es
sa
mesma
palavra—
amar!...
—
Emfim
adormeci.
Mas
o
pensamento,
que
me
governa
va acconiada,
não
me
deixou
dormindo:
apezar
meu,
a
ideia
unica
que
me
occu-
pava,
até
no
somno,
era
essa
mesma
que
me
tinham
feito
conceber
na
palavra—
amar.—
(Continua)
cia
fazer
a
indispensável accusação,
disse
ao
advogado:
©
—V.
s.
a
nada
tein
formulado
em
de-
feza
do
seu cliente,
ahi tem estado
a
dizer
e
a
desdizer,
dando
uma
no
cravo
e
outra
na
ferradura...
—
Pois
se
v.
s.
a
está
sempre
a
bulir
com
o
pé,
accudiu
o
lettrado.
Um
novo ^Xailausalem.
—
No
con
dado
de
Frankliu,
Ohio,
vive
um
velho
canadiense
que
conta
a bagatella
de
124
annos
d
’idade.
Aijuario.
—
[Jma
das
principaes
curio
•sidades
da
exposição
universal
de
Pariz
de 1878,
será
um immenso
aquario
ma
ritimo
e
fluvial,
construído por
uma
companhia
francesa,
e
cujo
custo
se
cal
cula
n
’
um
milhão de francos;
conterá
400:000
de
galões
d
’agua
salgada
e
ou
tros
tantos
d
’
agua
doce,
nos
quaes
se
po
derão mover
mais
de
tres
milhões de
peixes.
Descoberta
areheologicn inte-
ressissite,
—
Acaba
de
ser
feita
em Seus.
E
’
um
mosaico
polychrome
da
maior bel
leza,
que representa
dois
veados
olhando
um
para
o
outro,
separados
por
um
va
so d
’
um gracioso
eslylo,
do
qual
brota
uma
planta
cujas
folhas
os
animaes roem;
destacam-se
arbustos
do fundo,
que
é mol-
durado
ricamente por bordaduras
successi-
vas
de
folhas
de
louro,
depois de
linhas
contorneadas,
e
finalmente
d
’uma larga
fa
xa
de
folhagem
de
fructos
harmoniosamen
te
dispostos.
Este
admiravel
specimen da
arte
anti
ga
tem
uma
superfície
provável
de
5
me
tros
sobre
7.
Grande
tempestade.—
O
«Times»
publica
a
descripçào
de
uma
grande
tem
pestade
que
caiu
sobre
a
Australia
no
dia
16
de
setembro
ultimo.
Durante
doze
mi
nutos
as
rodas
dos
anemómetros
percor
reram
o caminho
de
35 kiiometros,
o
que
dá
uma celeridade de
30
metros
por
se
gundo.
Por
espaço
de
dois minutos
essa
celeridade
elevou-se
a 45
metros.
A pres
são
que se
verificou n’
essa
occasião eia de
500
kilos
por
metro
quadrado.
Aprisionamento «J o
vnpor
«llontzuiiia».
—
Este
vapor.
que
fazia
viagens
eulre
as
diversas
anlilhas,
teve
uma
revolta
a
bordo,
feita
por
alguns pas
sageiros
que
se
suppõe
emigrados
cubanos.
Os
revoltosos,
mataram
o
commandante
e
os
pilotos,
desembarcaram
na
costa
da
ilha
de
Cuba
aos
demais
passageiros
e
to
mando
posse
do
navio
seguiram
para
des
tino
que
se
ignora.
Tnfão
desenfreado.—
Um
terrível
furacão
de
vento
fez
abater a
egreja
de
Santa
Comba
de
Gargantos, distante
uma
legua
de
Orense,
na
occasião em
que
se
disia
missa.
Os
governadores
civil
e
militar
toma
ram
todas
as providencias
que
o aconte
cimento
reclamava.
As victimas
d
’
esta
las
timosa
fatalidade
são numerosas,
ficando
muitos moitos
sepultados
nas
ruinas,
e
retirando-se
a
custo
alguns feridos.
Este
desastre
encheu
de
lucto
aquella
aldeia
do remo
visinho,
cujos
habitantes
ao
dirigir-se
para
a
egreja
no
piedoso
lim
de
ouvirem
missa,
certamente que esta
vam
bem
longe
de
persuadir-se
que
mar
chavam
para
a
sepultura.
«9
assassínio
de
Vaugirnrd.—
M.
Mercier,
torneiro
da
rua
de
Saint
Armand,
n.
u 20,
em
Vaugirard,
linha
na
sua
of-
íicina
um
empregado
allemão
de
cincoenta
annos
de edade
chamado Missolten,
a
quem
até
alli
tributara certa
consideração
e
sym-
pathia.
Este
homem
embriagava-se,
o que
não
impedia
que
fizesse
o
seu
trabalho
com
to
da
a
regularidade
e
limpesa. M.
Mercier
limilava-se por
conseguinte
a
faser-lhe
al
gumas
admoestações,
conservando-o
de
bom
grado
em
casa,
na
esperança
de
que
elle
um
dia
mudaria
de
vida.
Ha
dias
um
seu camarada, velho
res
peitável
de 80
annos,
sobrevem
durante
o almoço
para
dar
os bons
dias
a M.
Mercier,
que
em
seguida
lhe
diz
altencio-
samenle:
—
Quereis
almoçar
comnosco?
—Agradecido,
senhor,
mas
não
venho
para
isso.
—
Não importa,
tirai
cadeira
e
sen
tai-vos;
o
que
é
para
seis
também
chega
a
sete.
Note-se
que
M.
Mercier
costumava
al
moçar
com os
seus
empregados.
Missolten,
vendo
assentar-se
o inespe
rado
conviva,
levanta
abruptamente
a
voz e
diz:
—No
comprehendo
como
um
refinado
malandro
venha
devorar
a
ração
dos
que
trabalham.
-Cala-te, não
é
bastante
para
ti
es
sa
comida?
objecta
o
seu visinho
Gadis-
bois.
—
Não
tenho
satisfações
a
dar-lhe.
—
N
’
este
caso,
não
és
mais
que
um
in
vejoso
despresivel.
Mal
concluía
Gadisbois
esta
frase
re-
prehensiva,
recebeu
na
garganta
ura
profun
do
golpe
de
laca.
O
desgraçado
agitou
convulsivamente
as
mãos no
ar
e
deu
um
grito caverno
so,
emquanto
o
seu
assassino
fugia pela
porta
fóra.
D
’
ahi a instantes fallecia;
quanto
a
Missolten,
julga-se
que
foi
lançar-se
ao
Sena.
em
DaEioaney.
— Q
«Daily
News»,
de 17
do
corrente,
diz
que
o
commodoro
inglez
Hewett,
commandante
era
chefe
na
costa
de
oeste
da
África,
requisitou
do
governo
inglez
500
soldados
europeus
e
600 nativos
(houssas)
para
começar
iminediatamente
as
operações
con
tra
o
rei
de
Dahomey.
O
bloqueio
con
tinuava
com
todo
o
vigor.
Teiegrammas
«!e Lisboa.—
LIS
BOA
22.
—O
«Diário»
publica
o
seguinte:
Portaria
de
louvor
ao
barão
de
Fonte
Bel
la
pelo
donativo
que
fez
de
360:000
réis
para
organisação
do
museu
de
historia
na-
lu-ral
no
lyceu
de
Ponta
Delgada;
listas
de
bens
que tem
de
ser
arrematados
nos
districtos
de
Faro,
Leiria
e
Beja;
balan
cetes
de
bancos
e
companhias.
Hoje deve
haver
concelho
de
ministros
para
tratar
de vários
despachos
de con
selheiros
de
Estado.
A
respeito
do
preenchimento
da
nossa
legação
em
Londres
continuam a
correr
muitos
boatos
como
honlem.
O
snr.
ministro
da
guerra
determinou
que
o
exercito
tome
lucto
por
oito
dias
pelo
fallecimento
do
snr.
duque
de
Sal
danha.
Na Bolsa
vendem-se
hoje
os
seguintes
titulos:
Acções
do
Banco
de
Portugal
560$100;
ditas
do
Banco
Credito
Indus
trial
11$000;
inscripções
de
assentamento
49,45
e
49,50.
fundos
hespanhoes
11,70
e
11,83.
IDEM
23—
Portaria
do
louvor
ao
go
vernador
civil
de
Leiria e
administrador
de Porto
de
Moz.
Considerados limpos
os
portos
das
províncias
do
Maranhão.
Aber
to
concurso
para
a
egreja de
S
Pedro
de
Oliveira
do
Conde,
no
Carregai.
Con
cedido o
titulo
do
conde
de Azevedo
ao
snr.
visconde
do
mesmo titulo. Agra
ciado
com o
titulo
de
visconde
de Villa
Garcia
o
snr.
Luiz
Bacellar
de
Menezes
e
Mello
Elevado
a barão
do
Barry
o
snr.
Francisco Barry,
proprietário
das
minas
de
S. Domingos. Concedidas
commendas
da
Conceição
ao barão
da
Gouvêa
ao
barão
de
Pirapeturga,
ao
barão de
Rio
Doce,
a
Luiz
de
Almeida
Valle,
a
Samuel
Ucha,
a
Antonio
Queiroga
e
a
Joaquim
Duarte.
Commendas
de
Christo,
a
José
Ribeiro
Mendes,
a
Manoel Pereira
de
Azevedo, e
a
Florido
Toscano.
Commenda
d
’Aviz
ao
general
Cesar
Franciosi;
hábitos
da
Con
ceição
a
Custodio
Barreto,
a
Henrique
Lo
pes,
a
Rozendo
Barreto,
a
Segismundo
Es-
peridiáo,
Sesinando
Nabuco.
Grau-cruz
de
Aviz
ao
general
Palmeirim.
Aflirmain-se
que
será
nomeado
conse
lheiro
de
estado
o
general
Caula.
Foram
nomeados
administradores
da
Figueira
de
Castello
Rodrigo,
o
snr.
Ale
xandre
Lopes
da
Silva; de
TondeHa
o
snr.
Antonio
Pereslrello;
de
Mirandella, o
snr.
Arthur
Lopo,
e
de
Miranda
do
Douro
o
snr.
Augusto
de
Oliveira.
Foi
nomeado
mordomo-mór
da
casa
real
o
snr.
marquez
de
Ficalho.
Sahiu
a
canhoneira «Sado»
para
Cabo
Verde.
ULii.TWS TELEGRAMAS E>A
AGENCIA.
MAVAS
MADRID
21—
Um
despacho
oflicial
de
Havana
diz
que
o
general
Marlinez
Cam
pos
percorreu
o
districto
de
5
villas
sem
encontrar
insurgentes
e
que estes
tem
di
minuído
consideravelmente.
VIENNA
21
—
A
Turquia
oppõe-se
abso
lutamente
á occupação
em
qualquer
parte
do
seu território
ainda
mesmo
por
quaes
quer
potências
amigas.
Tchernaieff
pretendia
entrar
no
gabi
nete
servio
mas
o
governo
recusou.
PARIZ
21—A
camara
de deputados
reenviou
á commissão
de
iniciativa
a
pro
posta
de
Maillefon
para a
convenção da
divida
de 5
0[0;
o
ministro
das
finanças
declarou
que
se opporá
que
tal
proposta
seja
tomada
em
consideração.
Um
despacho
de
Gorstchakoff
em
res
posta
a
Derby
diz
que
a
Inglatlerra pre
tende
manter
estipulações
do
tràclado
de
1856
das
quaes
a
experiencia
tem
mostra
do
a
impotência.
Accrescenta
que
se as
potências
querem
fazer uma
obra seria
devem
subordinar
a independencia
e
inte
gridade
da
Turquia
ás
garantias
reclama
das
pela
humanidade,
sentimentos
da
Eu
ropa
christã
e
repouso
geral.
LONDRES
21
—
N’um
banquete
cele
brado
em
Birningham
o
secretario
d
’
estado
interior
Coss
insistiu
em
que
haverá
paz.
Accrescentou que
o governo inglez
na
con
ferencia
em
Constantinopla porá
termo
ao
habito
de
violar
os
tratados e
se empe
nhará
em
que
seja
resolvida a
questão
pendente
VIENNA
22.—
A
Áustria
prohibiu
a
exportação
de
cavallos.
O
czar
conversan
do
com
lord
Lofltis
embaixador
da
Ingla
terra
recriminou
o
procedimento
da
Tur
quia
quali(icando-o
de
offensivo
para
a
Euro
pa
e
accrescentou
que
se a
Europa
está
disposta
a
supportar
laes
repulsas
a
Rússia
não
as
admitte
e
obrará
insoladamente
se
assim fôr
neccessario.
LONDRES
22.
—
A
«Correspondência
diplomática»
publicada
hoje constata
que
o
csar
arflirmou
a
lord
Loftus
que
não
pretende
de
forma
alguma
a
conquista
de
Constantinopla.
A
Rússia
pediu a
confe
rencia
sob
as bases
inglesas,
não
desejan
do
romper
o
accordo
eifropcu.
Insistiu na
necessidade
de
reformas
na
Turquia con
tra
a qual
manifestou
irritações. De mo
do
algum
tenciona
exigir
que
a
Servia
e
a
Roumania
formem
reinos
independentes.
Protestou
pelos
seus
desejos
de paz e
se
permittiu
a
partida
de
voluntários
para
a
Servia
foi
com
o
fim
de
acalmar
a
agi
tação
slava
e
a
morte
de
numerosos
rus
sos
mostra
effectivamente
o
enthusiasmo
que
sentem
pela
causa
servia.
MADRID,
22.—
O vapor
«Montezuma»
segue
a direcção
de
Guair (será
Haiti?)
vai
em
sua
conserva
outro
navio
suspei
to.
A
fragata
de
guerra
hespanhola
«Isa
bel
I
a Catholica»
persegue
de
perto
«Montzuma».
PARIS, 22.
—Botirgoing
e
Chandordy
partiram
para Constantiiu
pla.
O
marquez
de Salisburg
deve ter hoje uma
conferen
cia
com
Decases O
chancefler
Horstcha-
koff
em
um
despacho diplomático affirma
que
a Rússia
não
tem ideia
alguma
de
conquista.
ROMA,
21.
—
Prispi
foi
eleito presiden
te
da
camara
dos
deputados
italianos.
BERLIM, 21.—
O
principe
de
Bismark
regressou
a
esta
cidade
a
fim
de
receber
o
marquez
de
Salisburg.
PARIS,
22.
—
Era
consequência
das
queixas relativas
a introdução
na
França
de
vinhos
falsificados procedentes
de
Hes-
panha,
Portugal
e
Italia, o
ministro
da
fazenda
ordenou
que
nas
alfandegas
exami
nem os
vinhos
importados
e
que
em
caso
de
suspeita
de falsificação
sejam
enviadas
amostras
ao laboralorio
das
alfandegas
e
lassarem
uma analyse
cbimica.
HAVANA,
22
—Marlinez
Campos
ata
cou
os
insurgentes
cansando-lhes 40
mor
tos. Pediram
indulto,
que
foi
concedido,
58
insurgentes.
VIENNA, 22
—
Por
occasião
do
estabe
lecimento
da
linha
de
demarcação
os
ser-
vios
reclamaram
certas
aldeias
do
terri
tório
turco
A
Rússia
prepara
aprovisio
namentos
em
Bukhast
e
era
Touldscha,
na
Roumania.
DESPEDI
DA
Antonio
Pires da Costa
Arrães,
da
fre
guezia
de
S.
Paio
da
Carvalheira,
lendo-
se
retirado para
o
império do
Brazil,
e
não
podendo
pessoalmente como
desejava
despedir-se
dos seus amigos,
em
especial
do
illustrado
Clero
de Terras
de
Botiro,
pelos
obséquios
que sempre
lhe
dispen
saram
;
o
faz por
este
meio,
offerecendo
a
todos o
seu
limitado
préstimo
n
’
aquelle
império.
(4444)
MBOECIMENTOS
Augusto
Eduardo
d
!Araujo
Cerveir-
e Serra,
summamente
penhorado
pa
ra
com
todos
os exm.os
cavalheiros
e
snr.
as
que
se
dignaram
cumprimental-o
e
se
interessaram
pelo
seu
restabelecimento
do
desastre
que
o
prostrou
no
dia
16 de
julho
do
corrente
anno,
vem por
este
meio,
por
não
o
poder
fazer
pessoalmente,
patentear
a
todos
a
mais
subida
gratidão.
Faltaria
ao
mais
sagrado
dos
deveres
se
não
desse
também um
pnblico
testi-
munho
do acerto
scientifico,
cuidado
e es
merado
zêlo
com
que
foi
tractado
pelos
seus
dous
facultativos
assistentes
os
exmos
snrs.
doutores
Antonio
José
Vieira
da Cruz
e
I
uiz Maria da
Silva
Ramos,
aos
quaes
n’
um
aperto de
mão
lhes
significa
o
maig
acendrado
reconhecimento.
D.
Candida
Luisa
Pereira
Dias Bran
co e Henrique
Guilherme
Thomaz
Branco,
summamente
penhorados
e
reconhecidos
para
com
todas
as
pessoas
qne,
de
qual
quer
modo,
se
dignaram
dispensar-lhes
honrosas
distincções
e
dar-lhes
inequívo
cas
provas
de
sympathia
e
estima,
duran
te
a
prolongada
doença
e por occasião
da
irreparável
perda
de
sua
muito
querida
e
sempre
chorada
filha
Maria
da
Gloria,
a
lodos
testimunham,
por
este
meio,
os
seus,
cordeaes
agradecimentos,
na
impossibilida
de de
cumprirem
pessoalmente
este
dever,
como
desejavam,
protestando-lhes
a
sua
perenne
gratidão.
Braga
22
de
novembro
de
1876.
4454
ANNUNCIOS
Arrematação
Pelo
juizo
de
direito
d
’
esía comarca
e
cartorio
do
escrivão
Fortuna,
á
porta
do
tribunal
judicial,
largo
de
Santo
Agosti
nho,
pelas
10
horas da
manhã
do dia
3
de
dezembro
proximo
se
tem
d’
arrematar
o
campo
do
Espinheiro,
situado
no
logar
do
Eido,
que
produz
pão
e
vinho,
na
fre
guezia
de
Tadim,
de
natureza
de prasa
á
Ca
*
a
da
Silva,
de Barcelhs,
louvado
na
quantia
de 226^000
rs.
e
bem
assim
os
fiuctos
do
mesmo campo
consistentes
em
483,570
de
milho
(30
rasas)
louvado
em
12$000
rs.,
e
71,000 de vinho
3
alinudes
louvado
em
l$800
rs.
A
presente
arrematação
é
por
força
der
execução
hypothecaria
que
os
mesarios
da
confraria de
Nossa
Senhora
do
Rosário
da
freguezia
de
Gondisalves
movem
a
Domin
gos Ribeiro
e
mulher,
da
mesma
fregue
zia
de
Tadim.
Braga
18
de novembro
de
1876.
(4453)
O solicitador=Torres.
Arrematação de
bens
Pelo
juiso
de direito
da
cidade
e
co
marca
de
Braga,
e
cartorio
do
escrivão
Antonio
Carlos d
’Aranjo
Motta,
por
for
ça
de execução
hypothecaria
em
que
for
exequenle
o
fallecido
José Fernandes
Dias,
negociante
da
mesma
cidade,
hoje
seus
lerdeiros
habilitados
D.
Maria
Rita
da
Silva
Dias,
viuva
d’
aquelle
fallecido,
e
seus
filhos
e
genro,
todos
da
referida
cidade,
e
executadqs
José
Maria
Themoteo,
e
mu
lher
Justina
Rosa,
e Justina
Maria,
sol
teira,
moradores
na
freguezia d
’Argeris,
comarca de
Val-Passos,
se
tem
de
arre
matar
e
entregar
a
quem
por
elles
mais
der
e
lançar
no
dia 10 do
proximo
mez
de
dezembro,
pelas
10
horas
da manhã
á
iorta
do
tribunal
judicial
da
dita
cidade
comarca
de
Braga,
o
qual
é
silo no
argo
de
Santo
Agostinho
da
mesma
cida
de,
lodos
os
bens
de
raiz
de que
se
com-
aõe
a
casa
e
casal
dos referidos
executa
dos
e
que
eram
pertencentes
a
seus
falle-
cidos
paes
e
sogros
Themoteo
José
e
mu-
her,
cujos
bens
são situados
na dita
fre
guezia
de
Argeris,
e
da
de
S.
Thiago
do
mesmo
concelho de
Val-Passos,
e
da so
bredita
execução
constam,
assim
como
dos
respectivos
editaes
que
se
acham
aflixados
na
porta
do
dito
tribunal
e
na
casa dos
executados, seus
nomes,
confrontações
e
valores.
Porisso
quem
os pertender
póde
comparecer
no indicado
dia,
hora
e
local
que
serão
entregues
a
quem
por elles
inais
der
e
lançar.
Braga
24
de
novembro
de
1876.
(4451)
Maria
Rita
da
Silva
Rias.
-
w
I
I
TH
-
........
■■■!■■
Iii
.
n
i I -.I1WHM1 ■■■!«>»
IIOÍÇÃO
HYOTIICà
BALSAMICO
PBDPMITATBC®
Esta
injecção
é
a
única
e
efiicaz que
cura
em
seis
ou
oito
dias
toda
a
qualida
de
de
purgações
tanto
anLgas
como
mo
dernas,
ainda
as
mais
rèbeldes.
Vende-se
em
Braga
na
pharmacia
Alvim,
á
Porta
Nova.
Em
Coimbra,
pharmacia
Barata
Di-
niz, rua
de
S.
Bartholomeu.
Deposito
principal
no
Porto
na
phar
macia
Madureira,
rua do
Triunfo
n
9
142,
proximo
ao
Palacio
de
Crystal.
Preço
de
cada
frasco—
400
rs.
(4149)
ATTENÇÃO
Trocam-se
por
Promissórias
do
Banco
<lo
Minho
ou
Commercial
duas
moradas
de
casas
n
’
esta
cidade.
No
escriptcrio
da
administração
d'este
jornal
se
diz
quem.
(4445)
TABACARIA
PORTUENSE
Baia
27
e
27
A,
Rua
do
Carvalhal,
Esquina
do
Carmo,
2
e
2
A.
Grasado
SíegswHito «Be
Tahaeog das
Fabricas IVaeionaes,
taes
como
Por
tuense,
Santa
Apolonia
Utilidade e Liber
dade,
etc.
Descontos
sem
competidor
Bilhetes
e
cautelas
de
todos
os preços
da
Loteria.
Satisfaz
qualquer
pedido
dos generos
d’
este
annuncio
com
a
maior
promptidão.
O
gerente,
Anlonio
Martins
da
Silva Mattos.
(4447)
Arrematação
No
dia
3
de
dezembro
proximo,
pelas
40
horas
da manhã,
no
tribunal
judicial
d
’
esta
ridade,
se
lem
de
proceder
á
ar
rematação
d
’
uma
morada
de
casas,
com
seu
quintal e
poço,
situada
na
rua
de
S.
Victor,
d
’esta
mesma
cidade,
com
o
n.°
57,
foreira á
Mitra
da
Sé Primaz,
avaliada,
livre
de
fôro
e laudemio
na
quantia
de reis
1:941^120;
isto
por deliberação
do
con
selho
de familia, no inventario de
meno
res a
que se
anda
procedendo
por
falle-
cimento
de
Theresa
Maria
de
Jesus,
pelo
cartorio
do
escrivão
Freitas.
(4440)
Muita attenção
JDeposito «le bigeoutos de
Vnlungn
n<
*
eHtubel«■cisiiíntn
<le
Cea-qitei-
ra
«9a
Silva fcosiçalvee (cwisa re
donda).
LARGO
DA
LAPA
N.°
1
Preços
Biscoulo
valonguense
kilo
280
Ditos
Macarrão
j
>
280
Dito
Brazileiro
300
Dito
Imperial
330
Bolacha
doce
280
Bolachinha d
’
araruta
340
Tosta
azeda
190
Dita
doce
(4450)
>
280
oraoi
A l$00(i rs. a
colleção
de
80
nume
ros, ou
a
50
rs.
cada
uma
corda, prom-
ptas
com
papelão;
vende
se
na
Tabacaria
Nacional,
Campo
de
Sanl
’
Anna
n.°
67,
(la
do
de
baixo)
em
Braga.
(4448)
f
:
dmntfrfsse
Um
indhiduo
pretende
alugar
uma
sa
la
de
l.°
ou
2.°
andar
que
tenha
algum
es
paço, e
que
não
seja
muito retirada
do
centro
da
cidade.
Quem
se
achar
nas
condições
dirija
carta a
Bento
P.
D.
Querido,
Largo
do
Barão
de
S. Martinho, 4=com
designa
ção
de
nome
e
morada
do
allugador,
paia
se
tratar.
(297)
(4442)
Vinho
velho particular
Vende-se
a
retalho,
nos
quartéis do
Sardoal,
vinho particular a
40
e
30
reis
—
excellenle
para
doentes—
puro e
muito
saboroso
e
sadio,
porque não
tem mis
tura
ou
confeição
alguma.
Teixeira
e desquita,
levam
ao
co
nhecimento
do
publico
que
a
carreira
es
tabelecida entre
Braga
e
Povoa
de
La
nhoso,
que
até
aqui
partia
d
’
esta
cidade
ás
6
horas
da
manhã,
do
dia
23
em
diante
fica
partindo
ás
6
e
meia.
Os
car
ros
que diariamente
parlem
para a
Povoa
de
Lanhoso
de
manhã
e de
tarde vão
em
direitura
a Simães.
Os
bilhetes
vendem-se
no escriplorio
do
Ribeiro
Braga.
(4437)
LINHA
QUINZENAL
DE PAQUETES
A
VAPOR
Para
S. Vicente, Pernambuco, Bahia, Rio de Janeiro,
Montevideo
e Buenos-Ayres
Acceitando
também
passageiros
de
3.''
classe
para
SANTOS
e RIO
GRANDE DO
SUL
com
trasbordo
i
PAQUETES
A
MINHO.
...
28
de
Novembro
NEVA.
...
13 de
Dezembro
GUADIANA
.
.
29
de
Dezembro
PREÇOS
Cmlt
*
paquete d’
esita companhia
leva
a
bordo
criado» e eosiMbeiros
portuguezea para
commodidade
dos
passageiros
de
todas
a»
classes.
Sendo
as
passagens
pagas
na
Agencia
Central
no Porto ow
em
qualquer
Agencia
provincial, a
conducção
para
Lisboa
é
por
conta
da
Companhia.
A.
bordo
oa pntsageirss teem grátis cansa, roupa de cama, eo-
mida
feita
por eosinlseiros portugueza,
vinho duni
vezes por
dia,
assistência
medica, ses-vsço
de
eriados e outras despezas.
A
EXPERIENCIA
de mais
que um
quarto
de século
tem
feito
com
que
os pa
quetes
d
’
esta
companhia
(a
mais
antiga
na
carreira do Brazil)
sejam
conhecidos
pela
regularidade,
velocidade
e
segurança
excepcional
;
além
d
’isso pela
limpesa,
boa
or
dem,
bom tratamento
e
accommodações
a
bordo,
e
pelos
melhoramentos
mais
moder
nos
tanto
para a
hygiene
como
para a
commodidade
dos
passageiros.
ISTO
É
COMPROVADO
peia
grande
concorrência
que
teem
de passageiros
e
pelos
agradecimentos
de
mais
de
mil
e cem
passageiros
d’
entre elles
leitos
por
es-
cripta como
consta
de
documentos
archivados
em varias
agencias.
SÀO ESTES
OS
PAQUETES
preferidos
pelo
Governo
Inglez
para a
conducção das
suas
malas
do
correio,e
por este
serviço
recebe
a
companhia
um
importante
subsidio.
TIVERAM
ESTES
PAQUETES
a
bonra
de
conduzir
Suas Magestades
o Impera
dor
e
Imperatriz
do
Brazil,
corno
também
S.
A.
o Infante
D. Augusto.
TODAS
AS
INFORMAÇÕES e
bilhetes
de passagem
podem
ser
obtidos
no POR
TO
na
AGENCIA
CENTRAL,
rua
doslnglezes,
23,
do
agente
GUILHERME
C. TAIT;
e
nas
províncias
nas
agencias
e
correspondências
estabelecidas
em
todas
as
princi
paes cidades e
villas.
Agente
em
Braga
o
snr.
João
Manoel
da
Silva Guimarães,
Rua
do
Souto.
is
de
SARRA5EÍK-.UICMEL,
de
AiX
■
(Cmncia).
Cura
segura
e
prompta rios rheumastismos agudos e enronioos,
egualmento
da gôta, lombago, sciatica, etc.,
etc.— Preco : -j reis.
—
Geralmente
basta
un
frasco.
Depositos
:
em Pariz, casas dos
S" D
orvault
et C
a,
e P
hiuppb
L
rfebvre
e Ca;
em
Lisboa,
S
r B
arreto
,
rua
do Loreto,
28 e 30.
(24
#)
ALFAIATE
QUINTAS
Rua
de
S.
Vicente
n°
JiGedlõ
A.
O
abaixo
assignado,
com
oílicina
de
al-
fa.ate
na
supradita rua
participa
ao
publi-
cq
em
gera!
que achando-se habilitado
no
qne
diz
respeito ao
seu
mister,
pela
gran
de
prática
que
tem
aproveitado não
só
et)
muitas
cidades
de
Portugal
mas
tam
bém
no
ultramar,
se
offerece
para todo
trabalho não
só
de homem
mas
também
de
snr.as e creanças,
servindo
a
todos
não
só
pelas
ultimas
modas,
mas
igualmente
por
preços
os
mais rasoaveis
possíveis.
Braga 22
de novembro
de
1876.
(4428)
João
Francisco
da
Silva
Quintas.
RIA M«S
CAPEEI.ÍSTAS, IV.0 19
Tendo
dissolvido
a
sociedade
que
ti
nha
com
0
snr.
José
Fernandes
Carnei
ro
Braga, resolveu
abrir
0 seu
novo
es
tabelecimento
com
artigos de
modas e
chá
hysson superior
de
900,
1$l00
e
reis
l^OO
o
arraial
(ou
459
gr.)
Um
grande
sortimento
de
chitas.
Percaes
de
gosto
de
novidade
que
vende
por
180 rs. 0
metro.
Ditas
de
125 0
metro. 200
lenços
de al
godão
de côres
a
70 rs.
150
caixas
para
cigarros
a
80
rs.
cada uma,
e
muitos
mais
objectos
que
vende
por
preços
comino-
dos.
(4133)
no
Rio de
Janeiro
SAIR
DE
LISBOA
DOURO.
.
.
.
13
de
Janeiro
ELBE
.
. .
.
29
de
Janeiro
GOMMODOS
Nk®V®
H®RAKIO
João
Baptista
Fernandes,
da
Portella
do
Vade,
leva
ao
conhecimento
do
pu
blico
que
0
carro
que d’
esta
cidade
sae
para a
Portella ás 3
horas
da
tarde,
e
da
Portella
para
Braga
ás
5
da
manhã,
prin
cipia
a
sahir
no
dia
24
do corrente
de
Braga
ás
2
horas
da
tarde, chega
á
Por
te
Ha
ás
5,
sae
da
Portella
para
Eraga
ás
6
horas
da
manhã
chega
a
Braga
ás
9,
e
o
carro
que
ás
terças-feiras
saia
ás
2
horas
da tarde
iica
suspenso
até
novo
an-
numeio.
Braga
22
de
novembro
de 1876.
(4439)
João
Baptista
Fernandes.
Letcciona-se
0 curso
da
lingua france-
za na 'rua
do
Anjo
n.°
11, desde as
6
ho
ras
da
tarde
até
ás
7, pela quantia
de
800
reis
memsaes,
pagos
adiantados.
(4412)
---------
r--------------- ------------------------------
•
Vend'.e-se
uma
victoria
ingleza
quasi
nova,
dous
garranos
muito lindos
com
ar
reios
nojvos;
quem
pertender dirija-se
a
Bernardoj
José
Vieira (Franqueira) que dirá
seu
preç©.
(4434)
NOVO
HORÁRIO
Manuel
José
Teixeira,
leva
ao conhe
cimento
do
publico que
0 cano que
d
’
es-
ta
cidade
sae
para
a
Povoa
de
Lanhoso
ás
6
horas
da manhã,
principia a
sahir
desde
0
dia
17
do corrente
em diante ás
7
horas
da
manhã,
chega
á
Povoa
ás
9,
sae
da
Povoa
para Braga
ás
2
da
tarde,
chega
a
Braga ás
4.
Braga
17
de
novembro
de
1876.
O
gerente,
Francisco
Pereira
Leite
e
Castro.
(4432)
O
cobrador
do
Monte-pio de
S.
José
perdeu
no
dia
22
uma
letra,
no
valor
de
159$000
reis,
com
data
de
14 de
novem
bro,
desde
o
principio
da
rua
do Souto
até
á
casa
da
Sociedade Democrática.
Pe
de-se a
quem
a
achasse
0
favor
de
a
en
tregar
na
rua
dos
Sapateiros,
n.°
8.
Previne-se
por
este
meio 0
publico
pa
ra
que
não
a
desconte, porque
já
estão
tomadas
as
providencias
precisas.
AMSlíRilSTK^Çî
GERAS.
E5AS
MATTAS
35®
BEUNT®
Venda
de
pinheiros.
Por
ordem
superior
se
annuncia que
no
dia
30
do
corrente
pelas
10
horas
do
dia
se
recebem
propostas
na
administração
do
concelho
de
Caminha para
a
venda
de
um
corte
raso
de
pinheiros
em
2,70
110
pinhal
do
Camarido,
concelho
de Caminha,
dis-
tricto
administrativo
de Vianna
do
Castel-
io
com as
condições
que
estão desde
já
patentes nas
referidas
administrações
do
concelho
e
na
casa
da
guarda
do
dito pi
nhal
onde
podem
ser
lidas.
Figueira
da
Foz
20
de
novembro
de
1876.
O
mestre
da Divisão
Florestal
do
norte,
(4443)
Firmino
Leal
d
’Almeida.
Vende-se
um
soíá,
12
cadeiras,
2
di
tas
de
braços
e
1
meza
de
sala,
1
lavató
rio,
1
cama
franceza
e
colxões.
I
dita
amarquezada,
mezas
brancas,
cadeiras,
1
commoda
e
mais
objectos
tudo
novo,
com
prado
á
pouco;
quem
quizer comprar
di
rija-se
á
rua
de
S.
Vicente, n.°
128.
(4436)
Substitutos
militares
Eraga.
Bua
do Campo
n.°
15.
Ha
sempre
homens
prornptos
para
sen
tar
praça.
Preços
commodos.
(4440)
Retratos
4—
RUA
baratos — A
l$0G0
rs.
a
duzia.
MOS
CAPEI.EBSTAS—4
(V
ulgo
F
onte
da
C
arcova
)
Theopltilo
Santiago,
photographo, tira
retratos
pelos
systemas
mais modernos e
aperfeiçoados,
garantindo
a
perfeição
do
trabalho,
todos
os
dias,
das
10
horas
da
manhã
ás
2
da
tarde,
mesmo
com
os
dias
innevoados.
4343)
ESQOLA
MÍR&JM
l
Consullorio
a toda a
hora,
tanto
de
dia
como
de
noite.
Rua do Campo
(antiga
Porta
de
S.
Francisco)
n.° 22.
(4332)
BRAGA, TYPOGRAPBIA
LUSITANA
—
1876.
Parte de Comércio do Minho (O)
