comerciominho_25051876_497.xml
- conteúdo
-
4.
’
ANNO
1876
Zttã.ud.V
Hl
r
«
hã
...
I
3*7$
FOLHA
GOWWEfiEíAL AELIGIOSA £
HOTIC
í
OS
a
NUMERO
497
Àssigna-see
vende-se
no
escriptorio do
editor
s
proprietário
Josi
Maria
Dias
da Costa,
rua
Nova
n."
3
E,
para
onde
deve
»er
dirigida toda a
correspondência
franca
de
porte.
=
As
assi-
gnaturas são
pagas
adiantadas
;
assim
como
as
correspondên
cias
de
Interesse particular.
Folha
avulso
10
rs.
PUBUC
SS
i
ÁS
TERÇAS,
QUINTAS
E
SABRADOS.
P
reços
:
Braga,
annol$600
rs.—
Semestre
S50
rs
—
•
Provín
cias,
anno
2&400
rs
e
sendo
duas
Í^OOO
rs.—
Semestre
ann
«M?n°°
r
s.=“
s
emestre
UôOOrs.
moeda
forte,
ou 8*»000
reis
e
4&500
reis
moeda
fraca.
—Annuncios
por
linha
20rs., repetição
10
rs.
Para
os
assignanies
ÍO
%
d
’
abatimentõ.
BS.1G.1-QUIMTTA-FEIBA 8S KJE
MAIO
©a bnncea.
Tinhamos
principiado
um
artigo
sobre
a
cnse
bancaria do
Porto, que retiramos,
para
em
seu
logar
transc>e»er,
com
a de
vida
venia,
o
que
sobre
o mesmo
assum
pto
diz
o
notsso
insuspeito
colíega
do
Di
reito,
do
Porto.
Fazemol-o
nosso,
por
ser
verdade
tudo
que
alli se
expõe, e
que
deve
ser
applicado
aos
bancos
de
Lisboa e (festa
cidade,
que
nos
dias
de
crise
tomaram
com
justa
razão
e
prudência
as
mesmas medidas
de
prevenção contra as
noticias
aterrado
ras, que
os
pessimistas
e
especuladores
faziam
circular entre as
pessoas
crédulas.
Para
esias
e
mesmo
para as
que
igno
ram
os
privilégios
que
teem os depositantes
de dinheiros
nos
Bancos,
declaramo-
com
franqueza
e
verdade,
que
é
doutrina
cor
rente,
e
até
hoje
ntinca
interrompida,
que
em
caso
de
crise
(o
que
oão
é
de
espe
rar)
os
depositos
são
sempre
sagrados
e
privilegiados,
e
mesmo quando por
qual
quer
incidente houvesse
alguma
demora
em
satisfazer
ás
suas
exigências,
seria
de
dias,
mas
nunca
de
prejuízo
para
os deposi
tantes.
Eis
o
que
diz
o
nosso
collega:
«Appareceu
e
espalhou-se
na
cidade
do
Poito
um
impresso
anonymo
censuran
do
as
direcçôes
dos
bancos por
se
nega
rem
a
Lzer
descontos
de letras.
Parece-nos
que
essa
censura
é
algum
tanto
injusta;
e
que
se os
bancos
suspen
deram
os
descontos
é
porque
assim
o
en
tenderam
as
suas direcçôes; são
medidas
que
ninguém póde
laxar
de
injustas
sem
que
primeiro ■
saiba
a
causa
porque
foram
adoptadas,
que segundo
o nosso
entender
não
é
mais
que
uma precaução,
e
uma
prevenção
bem
acertada.
A
crise
ainda
não passou,
vae
passan
do;
é
de
crêr que
em
logar
de se
ag-
gravar
se
extinga
de
todo.
Porém se
por
um
incidente
se
aggravasse;
se
os
credo
res
dos
banco*
e
os
portadores
de
notas
alli
cahissem
outra
vez;
uns
para
levantar
seus
depositos
e
outros
para
trocarem
as
notas;
como
haviam
as
direcçôes
dos
ban
cos
satisfazer
a
estas
exigências
trazendo
os
seus
fundos em
giro
?
Haviam
de
pagar-lhes
com
as
letras
descontadas
ou com os penhores?
Não,
os
poitadores
de
créditos
e
notas
querem
diuhtiio
que
toque,
e
não papeis
etnbora
elles
valham
dinheiro.
Parece-nos
que seria este ou
outro
equivalente
o motivo
da
suspensão
dos
descontos
e
se
assim
é
as
direcçôes
dos
bancos
em
logar
de serem
censuradas,
merecem
*er elogiadas,
por
adoplarem
uma
medida preventiva
que
é
de
interesse ge
ral.
Em
todo
o
caso
as
direcçôes
dos
ban
cos
teem razão
de
sobejo
para andarem
com
ioda a prudência,
pois
a
lição
não
não
pas-
preveni-
recaida.
por
falta
apieseo-
as
não
vissem
impossibilitados
de
satisfazerem
de
1
repente
aos
seus compromissos?
'
Tornamos
a
repetir:
entendemos que
!
as
direcçôes
dos
bancos
andam
bem
em
I
adopiarera
medidas
preventivas
e
que
as-
I
sim
cumprem
o
seu
dever,
o contrario é
I
que
seria
digno
de
graves
censuras.
Não
devemos
favor
nenhum
ás direc-
1
ções
dos
bancos,
nem
conhecemos a
maior
’
parte
d
’ellas.
Nenhum
banco é
assignante
do
nosso
periodico,
nem nenhum
director
que
saibamos;
se
lhe
mandarmos
pedir
algum
aununcio
é-nos
redondaménte
nega- <
do
por
aotipaihia
ou
aversão
aos
princípios
que
defendemos,
mas isso não
é
motivo
para
que
deixemos
de
dizer
a
verdade,
porque
é
n
’
ella
que
se
funda
toda
a
nossa
crença,
embora
não
agrade
a
muita
gente:
na
aciual
crise,
dizemos
actuai por
que
cila ainda
não
passou
de
todo,
os
bancos e estabeleci mentos
bancarios
leem
andado
como
devem,
e
merecem inteira
e
completa
confiança
de
todos.
Se
alguma censura
cabe a
algum
des
ses
estabelecimentos
não
é por
se
acaute
larem,
mas
sito
pela demasiada
e
impru
dente
confiança
que
depositaram
em cer
tas
pessoas
fazendo-lhe
descontos
de
cen
tos
de
conios
de
reis
sem
que
ellas
o
merecessem
pela
sua
conducla
acreditada,
tanto
passada
como presente,
por
isso
sim,
pelo
mais
não.
Sabe
o
auctor
do
impresso
o
que
se
deve
fazer
ou
no
que
se
faria
nm bom
serviço
ao
publico
e
particularmente
ao
commercio
honrado,
era
trabalhar
para
que
d
’
eutre
elle
fossem banidas,
para
sempre,
certas
firmas
contra
as
quaes se
grita
porahi
geralmente que roubaram
o
publico
frau
dulentamente,
provando-se
que
isso
era
verdade,
porque se
assim
continuamos,
se
não
ha
um
castigo
rigoroso para
aquelles
que
justamerile
o
merecera,
aquelles
que
por
sua
vontade
arrastam
muitas famí
lias,
para
a
desgraça,
para
a
miséria
e
talvez
para
o
crime,
porque
lhe
roubam
o
seu
pão,
não
faltará
quero
diga
que
no
centro
da
praça
do
Porto
está
estabelecido
o
pinhal
d
’
Azambuja.
Proceda
se
com
escrupuloso
rigor
ao
exame
d
’
essas
quebras
que o
publico
al
cunha
de
fraudulentas,
e
se
na
verdade
o forem,
castiguem-se
os
seus
auctores
como
é
justo
e a
lei
manda
se
castiguem;
haja
um exemplo,
porque
é
á
falta
de
castigo
merecido que
se
devem
tantas
e
tão
grandes
poucas
vergonhas, lantos
e
ião
descarados roubos.
Haja
toda
a
compaixão,
e
considera
ção para
com
aquelles
que são
arrasta
dos
a
dar
um
passo lã
1
desairoso por
força
maior,
mas
caia
todo
o
rigor da
lei
sobre
aquelles
que
são
a
causa
volun
taria
de
todas
essas
desgraças,
misérias
e
vergonhas!
E
ernquanto
assim
náo
acon
tecer, o
verdadeiro
credito
não
se
resta
belecerá,
porque
elle
só
existe
na boa
fé,
na
honra
e
na
probidade,
fóra d
’
aqui es
cusado
será
procural-o
em
outra
par
le.
Em
outro
teinpo
a
vergonha
consistia
em
praticar
más
acções,
boje
consiste,
para
aquelle,
que
não leem
consciência,
em
não
ter
dinheiro,
porque
toda
a
sua
honra está,
era
ter
muito
dinheiro,
embo
ra elle
seja
adquirido
á custa
das
lagri
mas, da honra
e
da
miséria alheia.
Ha
um
ferrete
que
pesa
sobre
a
pra-
1
ça
do
Porto,
foi-lhe
imposto
pela
dema
siada
benevolencia havida
para
cora
alguns
1
de
seus
membros
prevaricadores;
esse
fer
rete
deve
desapparecer
porque
a
praça
não
o
merece,
mas
elle
só desapparece-
rá
acabando
se
de uma vez
para sempre
cora
as considerações mal
entendidas
e
até
injustas
que
teem
havido
para com
al
guns
tratantes
que
são os
verdadeiros
abu
tres
do
seu
credito.
E’
necessário que
haja
um
exemplo
de
rigor
para
com
os
culpados
pelo
crime
necessário
que
se rompam os
elos d
’
essa
cadeia que
arrasta
para
o
abysmo
da
mi
séria,
e
da
deshonra centenares
de famí
lias,
abastadas
e
honradas.
Cumpra-se a
lei
e
ninguém
seja
capa
de
poucas
ver
gonhas.
e malfeitorias.
Só
assim é
que
se
poderá
restabelecer
o
verdadeiro
credito
e
a
confiança,
no
meio
d’
esta
sociedaJe
já
por
si
tão
doen
te
affectada
pelo
vírus
da
corrupção.
Se
a
consciência
falta,
não
falte
o
cas
assim
ligo
para
quem o
merecer. E
se
não
fizer
aonde
iremos
parar?
Ao
pinhal
d
’
Azarnbuja
!» ;
„.^
--------------------------------------
Ainitn n perrgrinuçSo franerza
Honan.
se
Daremos
mais
alguns promenores d
’esta
solemne
peregrinação
nacional
que
fui
de
um
eífeito
extraordinário.
A entrada
dos
peregrinos
em
Italia
foi
um verdadeiro
triunfo.
Uma
delegação
da
Sociedade
da
Mocidade
Catholica
veio
ao
eucomro
dos
calholicos
de
França,
sob
a
administração do couego
Claparelli;
a
25
de
abril,
na
gare de
Tuiim,
toda
esla
Sociedade
ahi
se
achava
em
compa
nhia
d’um
grande
numero
d
’outros
ca-
tholicos.
Ao
arcebispado
fez-se o
mais
gracioso
acolhimento.
No
fim
d’
uma
hora,
graças
á
diligencia dos
calholicos
de
Turim,
os
300
peregrinos
que formavam
caravana
estavam
mstallados.
A
Sociedade
da
Mocidade
de
Bolonha
dirigira
a
seguinte
aos
peregrinos:
a
grande
Calholica
saudação
«O
nosso
coração
se
alegra
apresentar-vos,
á
vossa
chegada
as
saudações
paternaes
de
nossa
sociedade,
e
desejar-vos
a boa-vinda e
a
lodos
os
vossos companheiros
de
peiegrinaçào.
Vin
des
instruir
as
nossas
caras
cidades,
e
prestar
homenagem
e
consolação
ao
Pae
de
lodos os
lieis
de
Nosso
Senhor Jesus
Ghristo.
Sêde
abençoados
!
Os
nosso*
cír
culos
estão
perfeitameute
alegres
por
vos
vèr
e
acolher-vos
em
allectuosa
troca
d
’es-
sa
hoapilalidaue
fraternal
com
a
qual,
na
vossa
Fiança fomos
recebidos
e
os
mem
bros
da
primeira
peregrinação
italiana, nos
vossos
grandes
santuários.
«Esperamos
ainda
pelo momento,
dema
siado
curto
é
verdade,
que
estareis
jun
tos de
nós
na
vossa
volta
de
Romo,
de
pois
de
vèr
o
Pontífice
rnagnanimo
e
afQi-
cto
que
cercamos
ludos
d
’
uma
mesma
ve
neração.
Viva
a
peregrinação
frauceza
!
O
presidente
por
poder
á
Italia,
Giovanni
Acquadernit
foi
pequena,
e
como
o
mal
ainda
sou
de
todo,
é
necessário
estar
dos
porque
póde
dar-se
alguma
Estamos
bem
certos
que
não
é
de credito
nas
íirmas
das
leiras
Udas
a desconto que
os
bancos
descontam, mas unicamente
por
uma
pre
venção, porque
o
que se dá
cora
essas
leiras,
dá-se
da
mesma sorte
com
as
pro
missórias
dos
mesmos
bancos
que,
segundo
nos
dizem,
lambera
não descontara
e
que
promptamenie
pagam
nos
dias
do
seu
ven
cimento.
Diz
o auctor
do
impresso
que
a
falta
do desconto
causa grandes diíficuldades ao
commercio
e
á industria;
isso
é
verdade,
é
mu grande
mal,
porém
não
seria
ainda
muito maior
mal se
a crise, por
qual
quer
motivo, que
se
póde dar,
sem
ser
,
,
r
r___
r
_._
______
mpossivel,
se
renovasse
e
os
bancos
se|(j
e fraudulência,
se
porventura os
ha;
é
da
nossa
cidade,
e
da imprensa
calholica
de
Pisa,
nós
vos
dirigimos
uma
saudação
fraternal.
Sois
a
flor
dor
tilhos
da
França,
e
stjoitwc-oos
omito
felizes
em
receber*-
vos
em
nossos
muros.
«Cooiprebendestes
que a salvação
dos
povos
está em
Jesus
Chrislo,
com
a
sua
Egreja
immvrial,
com o
seu
Vigário
in
—
lallivel.
Para
vos
fortificardes
u
’
essa fé,
vindes
visitar
os
nossos
santuaiios,
vindes
a
Roma
em
peregrinação
para
vos
lançar
des aos pés
d
’etse
Pontífice
tão
extraor
dinário
que
se chama
Pio
IX,
e
para
orar
sobre
o
tumulo
dos
Apostoles.
Daes
ao
mundo o
espectacolo
o
mais
salutar,
o
mais
exemplar;
sois
grandes em
vossa
piedade,
sois
heroicos em
vossa
dedicação.
«Ah
1
possa a França,
vosso
nobre
paiz,
lembrar-se
quu
se
ella
poude levar
por
toda
a parle
o
estandarte
da
civilisa-
ção,
é
porque
foi
a
filha
primcgemta
da
Egreja
1
Possa
compretiender
que
a
sua
grandeza
é
a
ideia
catholica,
que
os
seus
titulos
de
gloria
são o
amor
á religião
<le
8.
Luiz,
que a
sua
esperança
e
o
seu
reíugio
estão
no
seio,
no coração Jo Ca-
thollicisaio.
<
Leyibrae-vos
de
nós
em
vossas
ora
ções.
Em
nome
da
fé
que
nos
une,
vos
peunnos
de
rogardes
pela
nossa
patria,
tão
agitada
e
atormentada
pelo
bafo
da
revolluçâo.
Que
o
sol da
justiça
e
da
paz
se
eleve
sobre
ella;
que
os
inimigos
da
verdade
sejam
locados da
graça,
que
ces
sem
de perseguir
a
sua
Mãe,
essa
boa
Mãe,
a
Egreja
Catholica,
que os
embalou
em
seus
joelhos
adoraveis
e
lhes
promet-
leu
todos
os
thesonros do
céo.
_
«Ainda
uma
vez,
nossos
irmãos
e ir
mãos
em Jesus
Christo,
saudação
paternal.
«Vivam os peregrinos
a
França
catholica»!
recebei
a
nossa
franceses! Viva
No
dia
29
a
quarta
Florença,
acolhimentos
de
aílecto.
No
dia
30
cliegjram
a
Roma.
0
grupo
principal
que
eia
o de
Toulouse,
tinhaui-
se
adiantado,
t
obtiveram
do
Santo
Padre
unia
audiência
particular
com
o
seu
ar
cebispo, que ia
á
frenie,
e
dirigiu
a Sua
Santidade
um
beilo
discuiso,
que
hoje
não
publicamos
por
falta
de
espaço,
bem
co
mo
a
resposta
do
Santo P..d
e.
No
dia
26 de
abril o
arcebispo
de
Turim
disse
missa no
aliar
do
Sanio
Su
dário,
e
abriu
soiemnemente
a
peregrina
ção,
deu
a
communhão
á
maior
parle
dos
peregrinos,
e
dirigiu-llie
uma
interessa tile
allocução.
Os
ecclesiaslicos
entoaram
o
Credo que
é
o
piincipal
motor
da política
calholica.
A
27 tiveram
em
Génova
uma
recepção
magnifica
da
Sociedade
da
Mocidade
Ca
tholica
que
os
foi
esperar
á
gare
com
um
representante
do
arcebispo
d
’aquella
dio
cese.
No
dia
28,
lerceiro
dia
da
peregrina
ção, chegaram
a
Pisa;
foram
á
caihedial
ouvir
missa
e ver
os
monumentos
d’
aquella
cidade.
No
cemitério, depois
de
ser
reci
tado
um
De
Profundis
por
todos
os
mor
tos
caros aos
peregrinos
receberam
a
se
guinte
felicitação:
«Madaraas
e
Monsenhores
estação
foi
em
aonde
receberam
os
mesmos
e edificantes
demonstrações
PABTB
OETÍCIAI,
MINISTÉRIO
DOS
NEGOCIOS
ECCLE-
SlASTÍCOS
E
DE
JUSTIÇA
Direcção
geral
dos
negocios
ecclesiaslicos
l.
a
repartição
Por
portaria
de
13 de maio
se
manda
abrir
concurso,
por
provas
publicas,
pe
rante
o
respectivo
prelado
de
Vizeu,
para
provimento
da
egreja
parochial
de
Nossa
Senhora da
Graça
de Fragosella,
do
mes
mo
concelho
e
bispado.
Em nome da
mocidade
calholica
de
Pisa,
e
das
oulras
associações calholicas
Despachos
effectuados
em
abril proximo
passado.
Declarado
sein
elleilo,
a requerimento
do
interessado,
o
decreto
de
17 de
fe
vereiro
ultimo,
pelo
qual
se
fizera
mer
cê
ao presbytere
Augusto Carlos
de Mel
lo,
parocho collado
na
egreja
de Nossa
Senhora
das
Neves
da
Relva,
na
ilha
de
S.
Miguel,
da
apresentação
na
egreja
de
Nossa
Senhora
da
Saude
de Arrifes,
na
mesma
ilha,
diocese
de
Angra.
Declarado
sem
effeilo,
a
requerimento
do
interessado,
o
decreto
de
11 de fe
vereiro
e
carta
regia
de
20
de abril
de
187o,
pelos
quaes
se
fizera
mercê
ao
pres-
bytero
Aquilino
Teixeira
Borges
Carnei
ro,
parocho
collado
na
egreja
de
S.
João
Baptista
de
Fontoura,
da
diocese
de
La-
mego,
da
apresentação
na
egreja
de S.
Bartbolomeu
de
Arouca,
da
mesma
dio
cese.
Declarado
sem
effeito,
a
requerimento
do
interessado,
o
decreto
de
23
de
feve
reiro
e
carta
regia
de
9
de
dezembro
de
1875,
p^los
quaes
se
fizera
mercê
ao
pres
bytero
João
Albino
Pereira
Sampaio,
pa
rocho
collado
na
egreja
do Salvador
de
Fonte
Arcada,
da
diocese
primaz
de
Bra
ga,
da
apresentação
na egreja de
Santa
Maria de Melres, do bispado
do
Porto.
O preshvlero
João
Xavier Cordeiro,
parocho
collado na egreja
de
Nossa
Se
nhora
da Conceição
de
Casal
de
Cinza,
da
diocese
da
Guarda
—
apresentado
na
egreja
de
S.
João
Baptista
de
Pera
de
Moço,
da mesma diocese.
O
presbytero
José
Cazimiro
de
Mou
ra
Lemos
—apresentado,
precedendo
con
curso documental,
na
egreja
parochial
de
S.
Pedro
de
Manteigas,
da
diocese
da
Guarda.
O
presbytero
José
Rodrigues
Caetano
—
apresentado,
precedendo
concurso
docu
mental.
na
egreja
parochial
de
Nossa
Senhora
da
Furnagueira
de Maçainhas,
da
diocese
da
Guarda.
Declarado
sem
effeito
o
decreto
de
10
de
fevereiro ultimo,
pelo
qual
se
fizera
mercê,
ao
mesmo
presbytero José
Rodri
gues
Caetano,
da
apresentação
na
egreja
de
S.
Pedro
da
Ramella,
da
mesma
dio
cese.
O
presbytero
Theodoro
João
Pestana
—
provido
no
officio
de sacristão-mór da Sé
Cathedral
do
Funchal.
O
presbytero
Antonio
Miguel de
Al
meida
—
provido
na
serventia
vitalícia
da
thesouraria
da
egreja
parochial
de Santo
Estevão
da
cidade
de
Lisboa.
GAZETILHA
A’
imprenua.—
O
proprietário
d’
esle
jornal,
José
Maria
Dias
da
Costa,
esti
mando
em
muito
a
honra
que
recebeu
dos
seus
collegas
na
imprensa,
por
occa-
sião
do fallecimenlo
da
sua
jamais
esque
cida irmã,
Agueda
Theresa
de Jesus
Dias
da
Costa,
cumpre
por
este
meio
o
dolo
roso
dever
de
lhes
signilicar
a
sua grati
dão.
Cateeheie pwpular.
—
Ha
hoje
dou
trinação
religiosa
na
egreja
das
Ursuli-
nas
ás
4
horas
da
tarde,
e
continua,
na
fórma
costumada
todos
os
domingos.
Cnnimunhão
á* ereanças
—.Sua
ex.
a
rev.
ma
vae
no dia
11
de
junho,
fes
ta
da
SS.
Trindade,
administrar
a
primei
ra
communhão
ás
creanças
que os
paro-
chos
derem
por habilitadas
e
approvadas
para
este
hm.
Nos tres
dias
antecedentes
á commii-
nhão
terão
ellas
na
egreja
do
Populo
ins-
trucções
moraes sobre
o
modo
porque
devem
fazer
o
seu
exame
de
consciência
e prepararem-se
para
a
recepção
da
Sagra
da
Eucharislia.
E’
a
Associação Catholica
que
promo
ve
esta
edificante
solemnidade.
vbbsdesmvlo.
—
Teve
logar
no dia
10
do
corrente
a
eleição
da Madre
Dona
Abbadessa
do
Mosteiro
de
Santa
Clara
de
Villa
do Conde,
para
a qual
foi
nomeado
delegado-eleitor
o
ex.mu
deão
da
Sé Pri
maz
d
’
esta cidade
D.
Manuel
Martins
Al
ves
Aovaes,
que
foi
delegado especial
mente
pelo
ex.'
1
’
6
e rev.
mo
snr.
arcebispo
coadjutor,
que
também
riomeou secretario
do
abbadessado
o
ex.
mo
secretario
da
ca
mara
ecclesiastica
padre
José
Luciano
Go
mes
da
Costa,
indo
ambòs
para
esse
(im
a Villa
do
Conde,
bera
como
para
fazer,
em
nome
do
prelado,
a
visita
espiritual
e
temporal
do mosteiro.
Ficou eleita
abbadessa
a
ex.
ma
D. Jo-
sefa
Candida
do Amor-Divino,
por
una-
nidade
de
votos.
A
visita
canónica
ao
mosteiro
era
dan
tes
feda
pelo
provincial
da
ordem
fran-
ciscana,
a
quem
pertencia
;
mas depois
da exlincção
das
ordens
religiosas
do
sexo
masculino,
ficou
essa
attribuição
perten
cendo
aos
bispos
da
diocese
respectiva.
O
mosteiro
das
religiosas
de
Villa
do
Conde
já
ha
muito tempo
que
não
foi
vi
sitado
canonicamente, e ponsso
a
reso
lução
de
s.
ex.
a
rev.ma na presente
oc-
casião revela
quanto
cuidado
elle
tem
por
suas
filhas,
as
religiosas
clarinas
de
Villa
do
Conde,
e
ao
mesmo
tempo
a
alta
con
sideração.
em
que
as tem,
como
suas ir
mãs
na ordem
franciscana,
enviando-lhes
dous
delegados
ou
representantes
espe-
ciaes,
para
presidirem
á
eleição
e
proce
derem
á
visifa.
Os
rev.
raos
delegados
regressaram
a
es
ta
cidade
muito
satisfeitos
das
cousas
do
convento,
e admirados
da grandesa
e
ma-
geslade
d’
aquelle
monumento
religioso.
O
optimo
acolhimento,
que
lhes
foi
feito
no
hospício
d’
aquelle
mosteiro,
deixou
os
rev
.m°s
(j
e
|
e
g
a
(i
os
muito
penhorados
para
com
tão
delicadas
e
nobres
religiosas.
Estado
dos
eampos.—
O
«Noticio
so»
de
Valença
escreve
:
A
chuva
foi
geralmenle util para
a
nos
sa
lavoura,
e
sómente
prejudicial
para
al
gumas
searas
de
trigo,
que
demasiadamen
te
fortes e
viçosas
acamaram
com
o pe
so
da
agua
e
com
poucas
esperanças
de
levantar-se.
O
pão de
pragana n’
este
anno
pro-
raette
ser
abundante,
ainda
mesmo
com
este contratempo,
que
não
é
um
mal ge
ral.
A
nascença
da
uva
foi
e
é
bastante
e
o
vinho subiu
um
tanto
de
preço por
que
em
alguns
sitios
mais exportadores
foi
queimado
pela
geada
o fructo
nas
cente.
Os
gados
teem
tido fartura
de
forra
gens
verdes
e
os
nossos
prados
de
rega
dio
e
de
sequeiro,
as
ervas
molar
e
lín
gua
de ovelha, ervas
da serra ou azevens
para
regadio,
a
serradella,
as
ferrãs, o
centeio
barroso,
o
gallego,
o
trigo
e
a
cevada,
estas
para
sequeiro
e ceifadas
em
verde
e
que são
excellentes
para
forragens
no
nosso
campo,
tudo
tem
fartado
e
en
gordado
os
animaes
do trabalho.
A
«eita dos iegumiMtas.
—
Existe
na Inglaterra
uma seita,
que
aconselha
como
o melhor
regimen alimentar
o
uso
exclusivo
de substancias
vegelaes.
E’
a
seita
dos
legumistas.
Todos
os sectários
d
’
esta escola,
não
só não
comem
carne,
mas
teem horror ás bebidas
ferinentidas,
e
só
usam
a
agua como
bebida
ordiná
ria.
Actualmente
os
chefes
mais dislinctos
d
’
esta
seita
são
os
seguintes
:
Newman
com
70
annos
de
edade, gosa
excellente
saude,
tem
viajado muito,
foi
educado
na
universidade
de
Oxford,
e
por
mais
de
20
annos
foi
professor
na
uni
versidade
de
Londres.
Pintan,
tem
60
annos,
e per
tence
á
seita
dos legumistas
ha
34
annos.
E
’
um
professor
d
’
instrucçào
primaria,
que
passa
uma
vida
de
verdadeiro
anachoreta
e
misantropo. Gibson
Word
é
um
pro-
proprielario
natural
de
Birmingham,
nas
cido
em
1815.
E’
um
orador
celebre
dos
meetings,
gosa
perfeita
saude,
tem
voz
sonora,
é
muito eloquente,
e
tem
o
as
pecto e
vigor
de
um
rapaz.
John
Davie
é
o
director
do
estabelecimento hydrothe-
rapico
de
Melrose,
e um dos
sectários
mais
enthusiastas
da
celebre
doutrina,
que
proclama
a
agua
como
o
unico
medica
mento
que
se
deve
empregar
para
o cu
rativo
das
doenças.
A
seita
dos legumistas
tem
feito
pro
gressos,
e
os
seus prosélitos
pertencem
a
diUerenles
partidos
políticos, sociaes
e
re
ligiosos.
Estçs
progressos
porém,
ainda
não
conseguiram
a
diminuição
do
preço
da
carne,
e
os
inglezes
continuam
a
ser
os
maiores
consumidores d’
este
alimento.
A
festa
«las mulheres.—
Na
maior
parle
dos
cantões
da
Suissa
se
costuma
celebrar
o 2.°
domingo
de janeiro,
com
a
chama
da
festa
das
mulheres.
Durante
esse dia,
todas
as mulheres,
jpvens
e
velhas,
ricas
e
pobres,
são
se
nhoras
absolutas,
e
são
obrigados
os
ho
mens
a
acatar
e
obedecer
a
todos
os
seus
caprichos.
Os- festins,
passeios
campestres,
tudo
em
fim
é
organisado
e
dirigido
por
ellas;
até
nos
bailes
tem
os
homens
que
aguar
dar
pelo
convite
d’
ellas.
e
em
nenhum
caso podem
emiltir
opinião,
pois que
n
’qs-
te
dia
estão
sugeitos
a
uma
obediência
passiva.
E
’
inútil accrescentar,
que muitas da
mas
aproveitam
este
dia de festa, para
exercer
suas
vingançasinhas...
Ab
dar
porém
a meia
noite,
conclue
a
festa,
e
todas
as
damas
entregam
o
sce-
ptro
ao
sexo
forte
!
i
rratiin
—
Em
o
n.
9
496,
pagina
1.
a
na
l.
a
col.
linha
16.a
,
onde se
lê
—a
obra
de
Sagunto
o
resto
das
cassandras—deve
lêr-se
—«a
obra
de
Sagunto
—
o
vecto
das
cassandras».
2.
a
col.
linha
17.
a
,
onde
se
lê
—
seu
seio
quasi
em
vão
—
deve
lêr-se—
«seu seio
quei
ra
ou não».
3.
a
col. linha 8.
a
,
onde
se lê
—
Reco
lhe
se
a
monarchia
—
leia-se
—
‘
«Acolhe-se
a
monarchia».
Aotieias
agrieolnH de
Hiepa-
nl»a.—
Lêmos na
«Epoca»,
de
Madrid
:
Segundo
dizem
alguns
jornaes
da
An
daluzia, é
assombrosa
a
colheita
que
apre
sentam
os
campos
de
Jerez quanto
a ce-
reaes.
Dizem
os
entendidos
que
se
o
tem
po
continuar
fresco,
como
até
aqui,
não
se
terá
conhecido
anno
mais abundante
de grãos
no
que
vae decorrido do
pre
sente
século.
De
Castella
escrevem
que
as
chuvas
regaram
os
campos
e
consolaram
os
la
vradores.
No
entanto, na maior
parte
das
cartas
que
procedem
da terra
chamada
Campos,
não se
annunciam
verdadeiras
chuvas,
mas
sim
preparativos,
esperanças
d
’
ellas,
e
quando
muito fracos e
pequenos
chuviscos;
como porém
são
datadas
de
sabbado
e
domingo
(13
e
14)
é
de
crer
que
depois
de escriptas
tenha
chovido,
como
aconteceu
nos
demais
pontos.
Cara
mulher !
— Sob
esta
mesma
epígrafe
lê-se
na
«Independencia
belga»
a
seguinte
noticia
:
O tribunal
de
policia
de
Bow-street,
em
Londres,
acaba
de
condemnar
a
duas
libras
esterlinas
de
multa
uma
mulher
que
se
entregava
ás
bebidas.
Até
aqui
nada ha
de
extraordinário;
o
curioso
é
o
seguinte:
o
marido
d
’
aquel-
la
sacerdotisa
de
Baccho
foi
ouvido
como
testimunha
Confessou
ter
pago
já
du
zentas
e
cincoenta
libras
esterlinas
de
mul
tas,
para
poupar
á
sua
cara
metade
os
incommodos
da
prisão
que lhe
teem
va
lido
os
seus
altos
feitos
bacchicos.
Neve
em
Bruxellas.—
Ha
poucos
dias,
os jornaes
noticiavam
que
em
Ita-
lia
o
tempo
corria
frio
e
ennublado
;
ago
ra,
os
jornaes
de
Bruxellas
communicam
que sobre
aquella
cidade
caiu
nev
e
em
abundancia
por
tempo
de
mais
de
uma
hora.
Desde
1853, anno
em que
as
ruas
de
Bruxellas ficaram
cubertas
de neve no dia
da
Ascenção,
diz
a
«Independencia
bel
ga»,
não
nos
lembramos
de
uma
persis
tência
tão
tenaz
dos
rigores
e
das
ex
centricidades
do
inverno.
O
Herviço «lo correio.—
Lê-se
na
Regeneração
:
Tem
sido
regular,
n
’
estes últimos
dias,
o
serviço
do
correio,
chegando
as
malas
do
sul
a
esta
cidade
ás
horas
marcadas
nos
regulamentos
poslaes.
Muito
folgamos
de
assim
o
declarar,
cotno
pedem
a
verda
de
e
a
justiça,
e
desejaríamos
que
o
fu
turo nunca
mais viesse
interromper
o
pro
veito
e
o
prazer, que
ás
províncias
do
norte
provém
da
regularidade
postal
da
sua
correspondência
com
a
capital.
Do
digno
administrador
do correio
do
Porto
recebemos,
de
ordem
do
exm.
9
con
selheiro
director
geral
dos
correios,
a se
guinte
declaração:
Illm.°
exm.° snr.=Tendo-se,
em
o
n.°
133
do
jornal
a
«Regeneração»,
arguido
esta
Administração
Central
pelo atraso,
que algumas
vezes
se
tem
dado,
na
ex
pedição
das
malas
vindas
pelo
comboyo
do
correio
da
linha
ferrea do
Norte,
com
destino
a
essa cidade,—de
ordem
do
exm.
0
Deus
guarde
a
v.
ex a Administração
Central
do
correio
do Porto,
em
18
de
maio
de
1876.
Illm.
0
exm.°
snr.
Redactor
do
jornal
a
«Regeneração»
—
Braga.
O
Administrador
Agostinho
da
Rocha e
Castro.
Não
temos
mais
para
duvidar
do
que
tão
francamenle
declara
o
digno
funccio-
nario,
nem
desejos
de
accusar
ninguém.
O nosso
empenho
é
que as
correspondên
cias
do
sul
para
o
norte
sejam
ás
horas,
que
os
regulamentos
marcam,
e
não
tor
ne
a
succeder
o
que tantas
vezes
tem
a-
contecido,
de
ficarem aquellas
no
Porto
até
ás
5 e
meia
da
tarde,
devendo
partir ás
9
e
meia
da
manhã.
Conselheiro
Director
Geral
dos
Correios,
cabe-me
signilicar
a
v.
exc.a
que
o
atra
so
alludido
é,
unica
e
exclusivamente,
de
vido
á demora
na
chegada
a
esta
Adminis
tração
das
correspondências
conduzidas
pe
lo
referido
comboyo.
Todas
as
vezes
que
estas
correspon
dências derem entrada na
repartição
a
meu
cargo
depois
das
9
horas
da
manhã,
o
que
frequentemente acontece,
não
podem
as
malas
de
que
se
trata
ser
expedidas
pe
lo comboyo
do
correio
n.°
3,
que
parte
de
Campanhã ás 9.
30
da
manhã,
podendo
sel-o
sómenle
pelo
comboyo
n.°
5,
mix-
lo,
que
parte
de
tarde
ás
5.
40.
Todavia,
se
v.
ex
a
tiver
conhecimen
to de
que
as
malas
referidas
ou
outras
quaesquer
correspondências,
tendo
dado
entrada
n
’esta
Administração
a
hora
de
po
derem
ser
d
’aqui
expedidas,
o não
forem
opportunamente,
rogo-lhe
o
obséquio
de
m’o
fazer
saber,
para
se
providenciar
con
forme
fôr
conveniente.
Se
o
erro provém
do
atraso
dos
com-
boyos
do
correio
de Lisboa
para
o
Por
to,
como
declara
o digno administrador
geral,
intervenha
o
governo
e
faça
cum
prir
os
seus
deveres
os
empregados
do
caminho
de ferro.
Esles
de
certo
poderão
desculpar todas
as
suas
faltas
passadas com
temporaes
e
contratempos, que,
graças
á
Providencia,
nenhuns
leem
occorrido.
Muito agradecemos
á
direcção
geral
dos
correios,
e
á
administração
geral
do
Por
to,
a
altenção
que
tiveram
com
a
impren
sa
de
Braga.
Praça
do
Porto.—
Lisboa 22.—
As-
segura-se
nos
círculos
bem
informados
que
o
governo continuará
a
prestar
auxilio
para
que
a
situação
financeira
da praça
do
Porto
volte
rapidamente ao seu
estado
normal,
e
haja
facilidade
nas
traosacções
bancarias para
a
marcha
regular dos
negocios
commerciaes
e
industriaes.
O
Banco de
Portugal
facili
ta
o
desconto
de
bom
papel.
A
pega
—
(Gonto
de
Schtnid).
—
Mau
rício,
velho
caçador,
tinha
no
seu
quar
to
uma
pega, que
tinha
criado,
e
á
qual
tinha ensinado
a
pronunciar
algumas
pa
lavras.
Por
exemplo,
quando
o dono
di
zia:
—
Onde
estás, pega?
E
esta,
perfeilamente
adextrada,
nun
ca'
deixava
de responder:
—Estou
aqui.
Carlos, filho
de
um
vizinho, tinha
to
mado
muita
aflfeição
á
pega,
e
experimen
tava
grande
prazer
em
vel-a
e
ia
visital-a
com
frequência
Ura
dia,
em
que o
dono
esta ausente,
porque
tinha
ido á
caça,
Carlos
apoderou-se
do
passaro,
escondeu-o
no
seio,
e
tratava de
ir
esconder
o
seu
furto,
quando
n
’
aquelle
mesmo instante
recolhia
o
caçador
Encontrando
o
rapa
zinho
no
seu
quarto,
quiz
divertil-o.
e
chamou
a
pega
na
forma
do
custnaie.
—
Onde
estás,
pega?
—
Estou
aqui,
gritou
com toda
a
sua
força
o
passaro
escondido
no
seio
de
Car
los.
Que
vergonha
!—(Exlr).
Portuguezes
falleeidos.
—-Desde
23
a
30
de
abril
findo
falleceram no
Rio
de
Janeiro,
viclimas
da
febre amarella
os
seguintes
súbditos portuguezes:
Antonio
José Martins,
42
annos,
ca
sado;
Virgínia
Augusta
de
Louzada
Fi
gueiredo,
36
a,
viuva;
Seraphim
de
Oli
veira
Mesquita,
12
a.;
José
Maria
da
Cu
nha
Alexandre,
25
a.
solteiro;
Bento
Jo
sé
Machado,
25
a.
s.;
José
Rodrigues,
22
a.
s.;
José
Francisco
Junior, 36
a.
s.;
José
Mendes, 25
a. s.;
João Ferreira
do
Amaral,
22
a.
s.;
João
Vaes
de
Bri
to,
14 a; Thotnaz
Ferreira,
22
a.
s.;
Ma
noel
do
Rego.
22
a. s.;
Antonio Pereira
Serano,
35
a.
s.;
Aosé
Marques da
Silva,
33
a.
s.;
Custodio
G.
Ferreira,
22
A.
F.
Ribeiro,
20
a.
s.
Miguel
José
Rodrigues
da Silva,
25
a.
s.;
Manoel
Alves
da
Sil
va.
24
a.
s.;
Rosa
Maria
da
Conceição,
36
a. s.;
Manoel
Fernandes
de
Sá,
30
a.,
s.;
Joaquim
Soares
Barboza,
23
a.
s.;
Antonio
da
Costa Ribeiro,
36
a,,
s.;
Emí
lio
Rodrigues
dos
Santos,
15
a.; Domin
gos Lourenço,
17
a
s.;
João
da Cunha
Ferreira,
39
a. s.;
Manoel
Carneiro,
43
a
c.;
José
Rodrigues
Lima,
40
a. c.;
Miguel
Marques
de Oliveira,
28
a.
c.;
An
tonio
Augusto
da Costa
Medeiros,
14
a.;
Anna
do
Espirito
Santo,
20
a.
s.;
Fran
cisco
Teixeira, 22
a.
s.;
Julio
Martins
Carreira,
15
a.;
Manoel
José
a.
s.;
José
Manoel
da
Costa,
25 a.
s.;
Joaquim
de
Souza
Braes,
22
a.
s.; Emilio
Augusto
de
Brito
16
a.;
Antonio
Pereira
Soares
Costa,
18
a.
s.;
Manoel
de
Souza
Rocha,
14
a.;
Paulino
Carneiro
Monteiro,
10
a.;
Ventura
José
Alves;
Polycarpo
José,
52
a.
s.;
Pedro
Rodrigne
Cobo,
40
a.
c;
A.
Mendes,
33
a.
c.:
F.
Vieira Faria,
25
a.
c.;
Antonio Pereira
da
Silva
Maranhão,
16
a.;
Albino
Gonçalves,
28
a.
s.;
Cus
todio
Rodrigues
de Araorim,
24
a.
s.J
Manoel
Pereira Guimarães,
15
a
;
José
Rodrigues
Marques,
25 a.
c.; Manoel
Jo
sé
de
Souza,
37 a.
c.;
José Anlonio
Pe
reira,
26
a.
c.;
Bernardo Marques
Mon
teiro,
36
a.
c.;
João
Vieira
Machado,
33
a.
c.;
Domingos
Marinho,
27
a.
s.; Joa
quim da
Moita
Ribeiro,
25
a.
s.;
Anto
nio
Joaquim Fernandes
dos
Santos,
27
a.
s.;
Manoel
de
Mello
Alves,
23 a
s.;
José
Antilino,
15
a.;
Anlonio
José
Fer
nandes
Duarte,
10
a.;
Luiza
Victorina,
23
a.
c.;
Ismenina Garcia
da
Fonseca, 26
a.
c.;
Maria
-do
Amparo,
44
a.
c.;
Rosa
Fernandes
Machado,
14
a.;
Anlonio
Mo
reira,
15
a
;
Alberto
Soares
Rodrigues,
13
a.;
Antonio
Soares, 50
a.
s;
Raytnun-
do
Duarte
19
a.
s.;
Antonio
da
Silva
Pe
reira,
13
annos;
José
Antonio
Dias, 15
annos;
Alipio
Alves
de Moura, 24
annos,
solteiro;
João
Corães
35
annos,
casado;
Antonio
Cabral,
11
a.;
Domingos
Gomes,
25
a.
s.;
Augusto Luiz
Ferreira,
19
a.
s.; Antonio Ferreira
Pinto,
13
a.
s.; An
tonio
Ferreira
Pinto,
13
a.;
José
Joa
quim
Esteves,
28
a.
s.;
Maria
Alves
da
Luz,
22
a.
s.:
Antonio
Pacheco Coelho,
19
a.
s.;
Joaquim de Almeida
Ribas,
21
a.
s.;
Antonio
José
Pires,
22
a. s.;
Jo-
Bento de
Sampaio,
24
a.
s.;
João
Fer
reira
da
Rocha,
45
a.
c.;
José
Machado
Tosta;
João
P. de
Lima,
37
a.
c.;
Ma
noel
C.
Pinho
27
a.
c.;
José
Ignacto,
26
a.
c.; José
Fernandes,
44
a.
v.;
Ma
noel
Moniz,
24
a. s.;
Manoel
Honorato
Teixeira,
19
a.
s.; Maria das
Dores.
20
a.
s.;
Manoel
Joaquim
Fernandes,
22
a.
s.;
Francisco
de
Souza
Bittencourt,
26
a.
s,;
Manoel
Pinto.
19
a.
s.;
Antonio
Viei
ra
Coutinho, 23
a. s.;
José
Nunes
Pires,
25
a.
s.;
Antonio
Puga
de
Freitas,
20
a.
s.;
João
Teixeira,
13
a.;
Manoel
José
Fernandes, a.
s.
João
Martins,
23
a.
s
;
Anotonio
Joaquim Monteiro
da
Silva, 12
a ;
Antonio
da
Silva, 30
a.
c.;
Antonio
da
Silva
Gomes,
31
a.
c.;
José
Ferreira
de
Souza,
51 a.
c.;
Adriano
Antonio
de
Almeida,
17
a. s.;
Joaquim
Pedro
Men
donça
Ferreira
Patacas,
36
a.
s.;
Manoel
de
Mello
Rego, 21
a.
s.; Manoel
Ribeiro
Novo,
23 a.
s.;
Manoel
Rodrigues,
16
a.
s.
—
No
mesmo
periodo
falleceram
de
dif-
ferentes
moléstias
os
seguintes:
Manoel Coelho,
21
aonos,
solteiro;
João
Carneiro;
Manoel
Francisco
Alves,
29
a.
s.;
Jachinto
Antonio
do
Amaral,
62
a. s.;
Antonia Maria
Pereira,
46
viuva;
Domingos
Querido, 75
a.
s.;
Bernardo
Rodrigues,
45
a.; Guilhermioa
Rosa
Ne
ves,
33
a.
s.; Libania Maria
da
Concei
ção, 32
a.
s.;
José
Alves
Pereira, 65
a.
casado;
Antonio
José
Lopes, 30
a.
s.;
Patrício
Francisco
Gonçalves,
70
a.
s.;
Antonio
Rodrigues
Maia,
55
a.
v.; Ma
noel
Francisco
Pereira,
12
a.; João
Pau-
lino
da
Gosta Neves,
42
a.
c
;
José
Ig-
nacio
de
Medeiros,
31
a.
s.;
José
de Oli
veira
Guerreiro,
46
a.
c.;
Francisco
An
tonio
da
Silva,
45
a.
s.;
Joaquim
de
Sousa,
24
a.
s.;
Antonio
Garrido,
45
a.
s.;
José
Gonçalves
Velho,
65
a.
s.;
Cus
todio
Vieira
da
Silva,
44
a.
c.;
Vicente
José
Pereira,
41 a.
s.:
João
Gonçalves
da
Rocha, 35
a.
c.; Maria
Candida,
25
a.
s.;
Delfina
Candida de Jesus,
40
a.
c.;
Luiz
de
tal,
50
a.
presumíveis;
Alberto
Ribeiro
Trovão,
28
a.
s.
—
Em
Pernambuco
felleceu
também
no
dia
29
de
abril o
súbdito
portuguez
Fran
cisco
Gomes
da
Veiga,
de
18 annos,
sol
teiro.
vi/rnaos tji
.
f
:
gka
wuas
da
1GFAC11
HAVAS
MADRID 20—
Os
possuidores
hespa-
nhoes
de
titulos
da divida
publica
decidiram
pedir
que,
a
contar
1.°
de
junho
de
1875,
sejam redusidos a metade,
reducçào
que
irá
será
diminuída
na
proporção
das pos
ses
do
lhesouro
publico; que
o
Banco de
Hespanha
reserve
do
producto das
contri
buições
as
quantias
necessárias para
o
pagamento
precitado; que
haja
amortisa
çào
mensal,
por meio
de
leilões
públicos,
de
coupons
consolidados;
que
sejam
em
pregados
annualmenle
mais de
12
milhões
de
pesetas
em
pagar
ao
clero; e
que
além
d
’
isto
se
realise
a
unificação
de
todas
as
dividas
de
Hespanha.
MADRID 20
—
Cáuovas
leu
no
senado
o
projecto
de
lei
de abolição
dos fueros.
O
preambulo
diz
que
não
pó
le
por
mais
tempo
ser
desconhecida
a unidade
cons
titucional;
reconhece
os
nobres
serviços
dos
liberaes
biscainhos,
e
espera
que
el
ies
reconhecerão
a
justiça
da
coaducta do
governo.
O
artigo 1
0 do
projecto
impõe
o
serviço militar
absolutamente
a
todas
as
províncias; o artigo
2.°
diz
qne o
go
verno
reserva a sua
acção
se
essas
pro
víncias
recusarem
fornecer os contingentes
de
recrutas:
o
artigo
3.°
diz
que
as
pro
víncias do norte
pagarão
as
contribuições
proporcionadas
com
.
a
sua
riqueza;
os
ou
tros
artigos
authorisam
o
governo
a
isen
tar
do
serviço
militar
em
um
período
de
doze
annos.
o
maximum,
os
habitantes
das
províncias
vasconças
que
serviram
a
causa
liberal.
LONDRES
20
—
Noticias
do
’
México
di
zem
que
os
insurgiiiles abandonaram
Ma-
tamoros,
para
cuja
cidade
se dirigem
as
tropas
do
governo.
PARIZ 20
—
A
camara
dos
deputados
approvou
o
credito
de
125:000
francos
para
enviar
operários
e
professores
á
ex
posição
de
Philadelpbia. A proposito
da
demissão dos
tmaires»,
Castellano
accusa
o
governo
de
violar
a
lei
para
favorecer
os
radicaes.
Marcêre
refutou
aquellas
im
putações,
declarando que
o
governo
quer
uma
republica
intelligente,
moderada,
amavel.
(Applausos). A
ordem
do
dia
da
esquerda,
exprimindo
a
sua satisfação
pe-
a
política
liberal
do
ministério,
foi
ap-
provada
pela
unanimidade
de 343
votan
tes. A camara addiou as
sessões
até
sexta-
feira.
PESTH
20—
Na commissão
do
orça
mento
o
conde
de
Andrassy insistiu
em
que
o
accordo
de
Berlim
tem um
fim
pa
cifico.
Acredita
no
triunfo
breve
do
pro-
ecto
de
reformas,
e
rejeita
a
ideia
de
occupação.
MADRID
22—D. Christina
de
Bour-
)on
chega
hoje
a
Madrid
ás
4
horas
da
tarde. O
rei
vai
esperar sua
avó
ao
Es
coriai.
A
«Gazeta
•
insere
a
convenção
in
ternacional
telegráfica
de S. Pelersbur-
go.
PAR1Z
22—
Foram
eleitos
3
republi
canos
em
lugar
de
outros
tantos
legiti-
mistas,
cuja
eleição
igualmente
fóra in-
vallidada.
Jeronymo
Napoleão
publicou
uma
carta
declarando
adherir
lealmente
á
republica,
única
fó
r
ma
de
governo
aclual-
mente
em
França.
PARIZ
22
—
As
eleições
de hontern dé-
ram o seguinte
resultado:
Ficaram eleitos
1
monarchico,
4
bo-
napartistas,
6
republicanos.
Houve
dous
empates.
Seis republicanos
eleitos
sub
stituem
seis
raonarchicos,
cujas eleições
haviam
sido
annulladas.
i
xpfbievff
:
ma
aduinhtba
-
ÇÃO.
Rogamos
a todos os
nossos
assignan-
tes
em
divida de
suas
assignaturas,
o
fa
vor
de
mandarem
o
quanto
ames
satisfa-
zel-as,
pois
com
o
atraso
em
que
alguns
se
acham
nos
causam
grandes
enbaraços,
aquelles
aonde
não
temos
corresponden
tes.
podem
fazel-o
por
meio
de
casas ban
carias
ou
vales do correio.
Os
nossos correspondentes
nas
seguin
tes
localidades
são:
Porlo,
o
snr.
José Carlos
das
Neves
—
rua
das
Flores.
Vianna
do
Castello,
o
snr. Francisco
José
d’
Araujo
Júnior.
Guimarães,
o
snr.
José
Antonio
Tei
xeira
de Freitas
—
Livraria
Internacional,
a
S.
Damaso.
Covilhã, o
snr.
Luiz
Antonio
de Car
valho
Todos
estes
snrs.
estão
munidos
de
recibos
devidamente
assignados.
SAUDE
A
TODOS
sem
medicina,
pur
gantes
nem
despezas
com
o
uso
da
delicio
sa
farinha de
saúde,
DE
BARRY
de
Londres.
S9
annon
dPínvariavel isueeesHO
4
Qualquer
doente
acha
por
meio
da
deliciosa
Revalesciére,
saude,
energia,
ap-
petite,
boa
digestão
e
bom
somno. Cura
as
indegestões
(dispepsia)
gastricas,
gas
tralgias,
flegmas,
arrotos,
ventos,
flatos,
amargôr
na
bocca,
pituitas,
nauscas,
vo-
mitos,
irritação
intestinal, diarrea, disente
ria,
collicas,
asthina,
falta
de
respiração,
oppressão,
congestões,
mal
aos
nervos,
diabethe,
debilidades,
todas
as
desordens
no peito,
na
garganta,
do
alito, das bron-
chiles,
da
bexiga, do
íigado,
dos
rins,
dos
Intestinos, da
mucosa,
do cerebro e
do
sangue
:
75:000
curas
entre
as
quaes
con
tam-se
a
do
duque
de
Pluskow
e
da
ex.
raa
snr.
a
marqueza
de
Bréhan,
do
doutor
Manuel
Saens
de
Tejada
da
universidade
de
Cordova,
etc. etc.
Adra, província de
Almeria,
(Hispanha),
10
de
outubro de
1867.
Meus
senhores:
—
Tenho
a satisfação
em
fazer-lhe
sciente
que
minha
filha
com
o
uso
d
’
esla
deliciosa
farinha
chamada
lle-
valeseière
clioeolatarla,
curou
radi-
calmeote
de uma
erupção
cutanea,
que
lhe
impedia
dormir
por
causa
da
comixão
insuportável
que padecia.
—
De
V.
S.
a
at-
tento
venerador,
P
errin
de
la
H
ittoles
,
ao
Visconsulado
de
França.
ANNUNCIOS
Cura
78:421.
(Herpes)
—
Valença
14
de
setembro
de
1873.
Uma minha
amiga
que
padecia
havia
muitos
annos
de
Herpes,
foi
curada
com
pletamente
com
a
Revalesciére.
—
J.
B
atl
-
lori
,
fabrica de massa,
Praça
de
S.
Ca-
tharina,
9.
Cura
56:936.
Barr
(Baixo Reno) 4
de
junho
de
1862.
Senhor
:
—
A
Revalesciére
tem
feito
na
minha
pessoa
uma
mudança
maravilhosa,
lendo
readquirido
não sómente
as
minhas
forças,
mas
também
parecendo-me
que
es
tou
completamente
remoçado,
tornou-me
o
appetite,
que
desde
muito tempo
tinha
per
dido,
e
a
oppressão
e
o
pezo
que
padecia
haviam já
40 annos,
já
não
me
atormen
tam.
D
avid
R
uff
,
proprietário.
Seis
vezes
mais
nutritiva
do
que
a
car
ne
sem
esquentar,
economisa
cincoenla
vezes
6
seu
preço
em remedios.
—
Preços
fixos
da
venda
por
miudo
em
toda
a
pe
nínsula
:
Em
caixas
de
folha
de
lata,
de kilo,
500
; de‘/i
kilo
800
rs
;
de um
kilo,
1^400
reis
;
de
2
kilos,
3$200
reis
;
de
6
ki-
los,
6$400
reis,
e
de
12
kilos,
12^000 reis.
Os
biscoitos
da
Revalesciére que
se
po
dem
comer
a
qualquer
hora,
vendem-se
em
caixas
a
800
e
1^400
reis.
O
melhor
chocolate para
a
saúde
é
a
Revalesciére
ehoeolataila;
ella
res-
titue
o
appettite, digestão,
somno,
energi»
as carnes
duras
ás
pessoas,
e
ás
creanças
e
mais
fracas,
e
sustenta
dez
vezes
mais
que
a
carne,
e
que
o chocolate
ordinário,
sem
esquentar.
Em
paus,
ou
em
pó
em
caixas
de
folha de
latadelO
chavenas, 500
reis;
de
24
cháve
nas,
820
reis;
de
48
chavenas,
l$100
; de
120
chavenas,
3$200
reis,
ou
25 reis
cada
chavena.
BAKKY
»U BAHIIA «fc
C.
a-Pla-
ce
Vendòme,
26,
Pariz
; 77
Regem
Street
Londres
;
Valverde,
1,
Madrid.
Os
pharmaceuticos,
droguislas,
mer-
eieiros,
etc.,
das
províncias
devem
diri
gir
os
seus
pedidos
ao
deposito Central
;
snr.
Serzedello
à
C.
a
Largo
do
Corpo
Santo 16,
ILishoa,
(por
grosso
e
miudo)
;
Carlos
Barreio,
rua
do
Loreto,
28;
Bar
rai
&
Irmãos, rua Aurea, 12.
Porto,
J.
de
Sousa
Ferreira
&
Irmão,
rua
da
Ba
nharia
77;
de
Sequeira
; J.
Pinto
;
Desí-
ré
Rahir
;
Ceimbr#,
V.
Botelho
de
Vas-
concellos
;
Aveiro,
F.
E.
da
Luz
e
Costa,
pharm.
;
Bareelloa,
Ramos,
pharm.;
Braga,
Pharmacia
Maia,
rua
dos
Chãos,
Pipa &
Irmão,
rua
dd
Souto,
Domingos
J.
V.
Machado,
praça
Municipal.
Figueira,
Antonio
Vieira,
pharm.;
CFuinaarães,
A.
J.
Pereira
Martins, pharm.
;
Pena-
fiel,
Miranda, pharm. ;
Ponte do X<inaa.
A.
J.
Rodrigues
Barbosa,
pharm.;
Po
voa
do
Varzim,
P. Machado
de
Oli
veira,
pharma.
;
Vianna
do
Castello,
Aflonso
e
Barros,
droguistas;
Villa
da
Conde,
A.
L.
Maia
Torres,
pharm.
DESPEDIDA
Eugênio
Chardron
não
podendo
ir
pes
soalmente
despedir-se
dos seus
amigos e
freguezes,
vem
por
este
meio
fazel-o
e
oflerecer
os seus
serviços
em
Paris,
rua
Lafayette
—
101,
até
ao
dia
15
de
junho.
(4054)
1
’
011 011DE1I
litl
GOVEHW
COMEÇARÁ
a 14 I>F Jl.VHO a. e.
em
Hamburgo,
Allemanha
do
Norte,
a
extracção
da
loteria
de
dinheiro,
apro
vada
e
garantida
pelo goveroo
da
cidade
livre
de
Hamburgo.
Só
existem
51,500
titulos,
dos
quaes
agora
devem
garantiar
43,400.
A
probabilidade
de
ganhar
é
pois
muito grande
porque
a
metade de
lodos
os
titulos ganha
seguramenle.
A
decisão
de
todos
os
prémios
faz-se
em 7
series
e
todas
as
series
acabarão,
em
alguns
me
ies.
A
extracção
começará
já,
como
é
di
to
acima
a
14
de
junho.
O
prémio maior
é
event.
de
335,
(MIO
ou
R
b
. »5,««S-£OO
í
»
mark
moeda porlugneza
Além
d
’
isso a
loteria
conta
prémios
principaes
de
250,000
—
125,000
—
80,000
—
69,000
-50,000
—
40.000
36,000-3
a
30,000
—
25,000-5 a
20,000
—6
a
15,000
—7 a
12,000
—
11 a
10^000
—
26
a
6,000
—
55
a
4,000
—
3,000
—2,500
—
200
a
2,400-5
a
2,000
—3
a
1,500-412
a
1,200—
621 a
500
Reichsmatk
etc.,
etc.,
total 43,400
pré
mios.
O prémio
menor
é mais
importante
que
o
preço
d
’
um
titulo.
Irnrnediatamente
depois
da
extracção.
o
emholsamento
dos
prémios
será
pago
de contado sob
o
con
traste
do
Estado. A
casa
abaixo
assigna-
da como
Agencia
geral
da
renda
cornpoz-
se
para
fazer
pagar
os
prémios
aos ga-
nhantes estrangeiros
em
suas
casas.
Con
tra
remessa
do
importe
em
bilhetes de
banco,
coupons, estampilhas
do
correio
etc.,
etc.,
a
casa
abaixo
assignada
remetterá
os
titulos
originaes,
revestidos
do
sello
de
Estado,
em qualquer praça; eis
aqui
os
preços
:
1
titulo
original
inteiro
Rs.
l$50O
5
titulos
originaes
inteiros Rs.
7
$400
10
titulos
originaes
inteiros Rs.
14&500
Cada
freguez
receberá
os
titulos origi
naes,
nada
de
promessas
ou
outros
papeis
de
loteria
prohtbidos.
Com
esses
titulos
originaes
remetterá
também
aos
seus fre
guezes
o
plano
circomstauciado
oflitial
da
extracção,
contendo
as
datas
fixas
das
ex-
tracções
de todas
as
series,
as
quaes,
se
gundo
acima
indicado,
serão
feitas
em
breves
intervallos.
Depois
de
cada
extrac
ção,
cada
freguez
receberá immediata-
mente
a
lista
oflicial
da
extracção
con
tendo
os
resultados
exactos
d
’essa.
O nu
mero
de titulos por
vender
é
muito
pe
queno
e
a
participação
será
esta
vez evi
dentemente
grande.
—
Isto
é
provado pela
experiencia,
porque
esta
loteria
do
Estado
tem
até
agora logar
pela
27O.a
vez depois
de
100
annos.
Rogamos
pois
de
não
demorarem as
ordens.
JSENYHAL
&
C.a
banqueiros
HAMBOUR»
Agentes
empregados
pelo Estado para
a
oteria
de
Brunsric
e
de
Hambourg.
_________________________
(18
Arrematação
No
dia
11
do
proximo
mez
de
junho,
pelas
9
horas
da manhã,
na
praça
publi
ca,
á
porta
do
tribunal
das
audiências,
no
argo
de
Santo
Agostinho
d
’
esta
cidade
de
Braga,
se
tem
de
arrematar
uma
me-
sa
de
pinho
e
castanho
com
2
gavetas,
avaliada
na
quantia
de
de
800
reis
;
uma
caixa
de castanho, no
valor
de
2$000
rs
;
uma
dita de
pinho
avaliada
em
400
reis;
duas
cadeiras
de
castanho
avaliadas
em
480
reis.—
Um
talho
de
terra,
ou
lena
chamada
da
Agra
do
Corral,
sita
na
fre
guezia
de S.
Vizeote
de Penso,
avaliada,
livre
de
todos
os
encargos,
na
quantia
de
191^600
reis;
tudo
penhorado
a Francis
co
José
Ribeiro,
e
mulher,
Fiancisca
The-
resa
da
Costa,
da
freguezia
de
S.
Pedro
de
Escudeiros,
na
execução
por foros que
lhe
move Domingos
Manoel
de
Mello
Frei
re
Barata,
e
mulher,
d
’
esta
cidade.
Manuel
Rodrigues
Santa
Marinha
&
An
tonio
de
Coutlo
da
cidade
de
Guimarães,
annunciam
ao
respeitável
publico,
que
prin
cipiam
as
suas
carreiras
diarias
em
direi
tura
para
Vtsella no dia
20
do corrente
mez
de maio,
a sair
de
Braea
ás
4
e
meia
e
5
horas
da manhã,
e
de
tarde
na
mala-
posla
á
meia hora depois do
meio
dia,
e
na
diligencia
ás
duas
da
tarde.
Preços
os
seguintes
:
Nas
diligencias
400
reis.
Na
mala-posta
500
reis.
Os
bilhetes
vendem-se
no
escriptorio
do
antigo
e
bem conhecido
Ribeiro
Braga.
(4055)
MODISTA
Thereza
Emilia
da Rocha,
que
ha
pou
co
veio
do
Porto,
paia
esta
cidade,
promptifica
se
a
tomar
conta
de
toda
e
qualquer
obra
tanto
de senhoras
como
pa
ra
crianças,
com esmero
e promptidão,
pre
ços
razoaveis
;
na
praça
d
’Alegria,
esqui
na
da
rua
da
Cruz
de
Pedra.
(4050)
Hohenzolern
—
Hohenstaufen
Salier—Habsburg
—Hansa
America
—
Hermann
—
Weser
R/iein
—
Main—Donau
—
Mosel
Neckar
—
Oder
Kron
Prinz
Fr.
Wdhelni
Graf
fíismark
General
Werder
Sperber
Carreira
mensal
o-
SOB
0
COmASTE
DO
GOVERNO
l$500
Começa
em
Hamburgo
[Allemanha
do
Norte)
a 14 de
JUNHO a.
c.
a
extracção da
loteria
de dinheiro
auctori-
sada
pela cidade
livre
de
Hamburgo
e
garantida
por
todas
as
finanças
do
Estado.
Não
existem
senão
81:500
titulos
ori
ginaes,
de
cujo
numero,
segundo
o
plano
of-
íicial,
43:400
devem
obter um
prémio;
portanto
a
probabilidade
de ganhar
é
muito
grande.
A
decisão
deve
ser
feita em 7
ex-
tracções.
—
No
caso
o
mais
feliz,
o
maior
prémio
é
de
:
375:000
marks
alletnães
em oiro
Iquivalentes
a
E.‘ 85,228^000
os
outros
principaes
prémios
são
de
:
marks
allemães
250:000-125:000-
80:000
60:000-
50:000
— 40:000-36:000
—
3
a
30:000
—
1
a
25:000
—5
a
20:000
—
6
a
iSrOO®
—7
a
i«iOOO,
etc.
total
43:100
prémios.
A
venda dos
bilhetes d
’esta
Loteria
de
Estado
foi
confiada
á
casa bancaria abaixo
assignada;
contra
a
remessa da
importân
cia
em
bilhetes
de
banco,
coupons,
ou
estampilhas
do
correio,
etc,
etc.,
esta
ca
sa
expede
os
titulos
originaes
a todas
as
praças
da
Europa,
pelos seguintes
preços:
1
titulo
original
inteiro.
.
.
.
Rs.
5
titulos originaes
inteiros.
. .
Rs.
l$400
iO
titulos
origmaes
inteiros.
.
Rs.
lã$500
Depois
da
extracção
cada
freguez
rece
berá
o
programma
official
das
extracções
revestido
do
sello
do
Estado.
—
Em
caso
de
grandes
prémios,
aviso
lelegraphico;
toda
via
é
necessário
que
um
tal
desejo
seja
exprimido
na
occasião
de
pedir
os
titulos.
0
pagamento
dos prémios
se faz sob
pedido,
por intermédio de
cada
casa bancaria
de
importância
na
Europa, contra
na
entrega
dos
bilhetes
premiados,
para
que
a
garan
tia
da
Metropoli de
Hamburgo
seja
uma
caução
sufíicienle
a
cada
uma
d
’
esl.«s
casas.
De
mais
a
casa
abaixo
assignada
tem
correspondentes
em
todas
as
praças
da
Europa
para
poder
eíiecluar sempre
o pa
gamento
immediato
dos
prémios,
A
quantidade
de
titules
por
vender
sen
do
muito
pequena,
roga-se
de
não
demo
rarem
as
ordens
SALLY
MASSÉ
Casa
de
banco
■
S
."«
l
JBK
» «>
(16
-H-)
(Allemanha
do
Norte)
RUA
DO
FORNO
EM
BRAGA
Bernardino
Fernandes,
alfaiate, mora
dor
que
foi
no Paço Archiepiscopal
d
’
es-
ta
cidade
e
hoje
na
rua
do
Forno
n.°
14,
faz
scieote
a
todas
as
pessoas
de
suas re
lações
que,
se
encarrega
de
fazer
toda
a
obra,
tanto
de
ecclesiastico
como
de
secu
lar
por
preços
rasoaveis,
e
com
perfeição
®
brevidade.
(4062)
c
o
z»
w z-z
z
t.LOYI) líi:
BREIIES
NORDDEUTSCHER
LL0YD
NOMES
DOS
VAPORES
11
’LSTA
COMPANHIA
K
CA
Para
Pernambuco,
Bahia,
Rio
de
Janeiro,
Montevideu
e
Buenos-Ayres
Os
paquetes
que
a
Companhia
está
empregando na
carreira
do Brazil
são
todos
de
grande
lotação,
tendo
logares
para 170 passageiros de
primeira
classe
e
750
de
terceira.
SSo
«le
grande
velwcidade,
e o
serviço
esta-se
fazendo
com
toda
a
regularida
de,
pelo
que
vae adquirindo
uma
boa
e
bem merecida
reputação.
Os
preços
das
passagens
são
muito
rasoaveis,
como
se
póde
verificar
pela
tabel-
la
que
se
acha
patente
nas
agencias.
Sendo
as
itaustigens gingas i»o Porto ou
isbs
sub-agencias da
pro
víncia,
o transporte do passageiro a Eishoa pelo caminho de ferro
è
por conta da Companhia.
Estes paquetes são
notáveis
pelos
seus modernos
aperfeiçoamentos
e
explendidas
accommodações
para
passageiros
de
todas
as
classes.
Estão
já
contractados cosinbeiros
e
creados portuguezes
para
estes
paquetes.
Aos
passageiros
de
terceira
classe
é
fornecido
grátis
pela
Companhia,
cama,
cobertor,
utencilios
de
mesa,
e
além
de ser
a
comida
á
portugueza
teem
vinho
duas
vezes
por
dia.
A
bordo
de
cada
paquete
ha
um
medico
que
é
obrigado
a
prestar
seus serviços
gratuitamente
aos snrs. passageiros,
assim
como
são
fornecidos
todos
os medicamen
tos
necessários,
Quaesquer
informações ou bilhetes de
passagens
podem
obter-se
dos
agentes
Hawcg
ds C.
a
,
rua
de
S.
Francisco
n.°
4, 2
o
andar
—
Porte
—
e
em
Braga ao
agente
Ricardo
.ualheiro
Dias,
na
thesouraria
do
Banco Mercantil, ou largo
de
8.
Miguel
0
njo
n.°
20.
(4040)
CIRURGIÃO BENTTISTA
APPROVADO
PELA ESCOLA MEDICO
CIRÚRGI
CA
DO PORTO
Largo
do
Barão
de
S.
Martinho,
n.°
5
BRAGA.
Faz
tudo
quanto
diz respeito
á
sua
arte
e continua
operando
grátis,
pobres
e
soldados.
(3092)
VENDA
DE
CASAS
Vende-se
uma casa
feita
de
novo,
sita
na
rua
das
Aguas
n.°
91; po-
«ufi
de-se vêr desde as
9
horas
da ma
nhã,
até
ás
3
da
tarde.
Trata-se
na
rua
dos
chãos
n.°
13
(3086)
Ballimore—Berlim—
Ohio
Leipzig
—
Braunschweig
Nurnberg
—
Frankfurt
—
ílan-
nover
—
Koln—
Strassburq
Adler
— Falke
—
Mowe
—
Reiher
Schwalbe—
Schwan—
Strauss
Albatross
FILIAL DA
CAIXA
ECOUOIHICA
PENHORISTA
Sociedade
anónima
de responsabilidada
li
mitada
Capital................ 300:000^000
RUA
NOVA
DE
SOUSA,
N.°
9
(Também
com
entrada
pela
rua
do
Campo)
BRAGA.
Empresta
dinheiro
sobre
ouro, prata,
joias,
papeis
de
credito,
cereaes,
roupas,
moveis,
ferramentas,
e sobre
todo
e
qual
quer
objecto
do valor
não
inferior
a
100
réis.
Recebe
pequenas
quantias
em
deposito
a
praso
ou
á ordem,
abonando
juros
aos
depositantes.
A
caixa está
aberta
todos
os
dias des
de
as
9
horas
da
manhã
até
ás
9
da
noite,
e
nos dias
santificados
estará
aberta
só
até
ao
meio
dia.
0
gerente
A.
G.
Ferreirinha.
/
Vende-se
duas
moradas
de
casas
no
largo de
S.
Miguel-o-Anjo,
com
íLíAiâ
os
n.os
22.
pata
tratar-se
do
seu
ajuste,
na
casa
n.°
16
do
mesmo
largo.
(4036)
i
ui
mrruii
iVrttn
«i
r
irr
■■
i i
-rTTiisi.n
m
um
um
i~-
-
wai«i
—
—11
JOSE’ DA SILVA FUNDÃO
Com
loja
de
fato
feito
68,
Campo
de
SanfAnna
[lado
de baixo),
68
t
Participa
aos seus
amigos
e fre-
guezes,
tanto
d’
esta
cidade
como
das
províncias que
tem um
bonito
e
variado
sortimento
de
fato
fei
to,.
casimiras
para
fato
muito
baratas,
cortes
de
calça
a
l$500,
2$000
e
2$500
reis;
tudo
fazendas
modernas.
Guarda
pós de
casimira
e
de
alpa-
ques
inglezes,
roupa
branca,
assim
como
camisas
de
600
reis
para
cima,
ceroulas
de
400
reis
até
800, de
panno
familiar,
e meoles,
bonets
de
gorgurão
de
seda
e
de
casimira
de todas as
qualidades,
de
500
rs.
até
800
;
mantas de seda
de
to
dos
os
feitios.
Encarrega-se
de
fazer qualquer obra
que
lhe seja
encommendada,
e
prompti-
fica-se
a
ficar
com
ella
quando
não
fique
á
vontade
do
freguez.
(1«)
ISIOBBA
RUA
DES.
MARCOS,
N.
õ.|
Vende
papeis
pinta
dos
para
guarnecer
sailas,
lindíssimos
gostos,
a prin
cipiar em 80
reis
a
peça.
&
Vende
olio,
tintas e
vernizes para
pinturas
de
casas, tudo de
boa
quali
dades
preços
muito
resu
midos.
Vende
cimento
roma
no
para
vedar
aguas,
ges
so
para
estuques
de
ca
sas,
tudo
de
primeira
qua
lidade.
(
Z
*)
Manoel Ignacio da Silva Braga
Com
estabelecimento de mercea
ria
e cera
11
—
PRAÇA
DE ALEGRIA—11
BRAGA.
Tem
á venda bolacha doce.
...
a
120
»
»
miúda
...
a
120
>
j
D
Luiz.
. .
a
180
»
»
ingleza.
.
. a 180
>
»
agoa
e sal.
.
a
180
>
requife
........................
a
160
>
doce
de
chá.................
a
200
D
paciências.................... a 240
(3084)
DO
ALTO D0UE0
DA CASA DE VIEEA
ROUCA
RUA
DO
SOUTO
N.°
15-Braga.
N
’
este
armazém
se
encontram a
retalho
as
seguintes
qualidades
de
vinhos
enga
rrafados
:
Vinho tinto
de
meza.
(sem
garrafa)
150
>
>
»
»
.
190
»
Lagrima
.........................................
200
»
Branco
de
meza.............................
210
»
tinto
de
meza
fino.
.
.
.
270
»
de
prova
secca.
.
...
300
»
Malvasia
de 2/
..............................
360
»
»
velho
....................................
400
ii
Malvasia,
Bastardo
e
Moscatel
a
500
»
Roncão..............................
700
»
Alvaralhão
........................................
560
»
Velho
de
1854
....
600
»
a retalho
parx
meza
50
e
80,
o
quartilho
tinto,
e
branco
120.
Responde-se
e
garante-se
a
pureza
e
boa
qualidade
de
todos
estes
vinhos, po
dendo
todo
e
qualquer
consumidor
man-
dal-o
experimentar
por
meio
de
qualquer
processo
cbymico.
(N*)
Vende-se
uma morada
de
ca
sas
de
dois
andares,
bem
cons
truída,
com quintal
e
poço,
si
ta
na
rua
da
Cruz
de
Pedra,
com
o
u.°
33.
Quem
a
pretender dirija-se
á
mesma
casa.
(4061)
BMW
K IBSWIâ
O
professor
em
-
artes,
letlrss
e
scien-
cias,
membros
do
clero
e magistrados,
to
do
o medico,
cirurgião,
dentista
e
artista,
que
desejem
obter
o
titulo
e
diploma
de
doutor
ou bacharel
honorário,
pódem
di
rigir-se a
Medicus, rua
do Rei,
46, em
Jersey
(Inglaterra).
(3070)
BRAGA
:
TYP0GRAPHIA LUSITANA
— 1876.
Parte de Comércio do Minho (O)
