comerciominho_25011876_449.xml
- conteúdo
-
Àssigna-see
vende-se
no
escripiorio
do
kditok
e
proprietário
José Maria
Dias
da
Costa,
rua
Nova
n.°
3
E,
para
onde deve
ser
dirigida
toda
a
correspondência
franca
de
porte.= As
assi-
gnaturas são pagas
adiantadas
;
assim como
as
correspondên
cias
de
Interesse
particular.
Folha
avulso
10
rs.
>»
UffiS
3^
M
JL.-S
’
S£
ÁS
TERÇAS,
QUINTAS
E
SABBADOS.
P
reços
: Braga,
anno
1^600
rs.==Semestre
850
rs.==Pro»»n-
cias,
anno
2§400 rs
e
sendo
duas
4&000
rs.
—Semestre UáõO
rs.-=Brazil,
anno
4&400
rs.
—
Semestre
2&300
rs.
moeda
forte,
ou
10^000 reis
e
5^500
reis
moeda
fraca.
—Annuncios
por
iinhà
20
rs.,
repetição
10
rs.
Para
os
assignantes
20 ®/
9
d
’abatimento.
BRAGA—
TEKÇA-FEIBA 85 SJE
JA.VIIIIO
Agora
nós.
z
Deparamos
tio
numero
447
do
«Com
mercio
do
Minho»
com
uma explicação
dada
pelo
honrado
editor d'esla
folha,
o
sor.
José
Maria
Dias
da Gosta, e
provo
cada
pela
mordacidade
de
certos
espíri
tos
tacanhos,
que
são
sempre
a
praga dam-
nioba
que
aceommetle
as
mais
justas as
pirações
e
es
mais
nobres
intentos.
Inútil
é
por
sem
duvida a
explicação
dada
para quem
conhece
o
caracler
ho
nesto
e
a
dedicação
exemplari-sima
do
editor
do
«Commercio
do
Minho»,
assim
como
nos
parece
superabundante
vir
le
vantar
a
luva
que
nos
arremessa
não
sa
bemos quem,
antes
de
conhecermos
se
os
nossos reptadores
teem
foros
de
caval-
ieiros,
e
se levam
nas
plumas
a
lama das
praças.
Corno
quer
que
seja,
o
«Commercio»
diz:
«Sabemos
qoe
se
procura
fazer
acre
ditar
que
os
artigos e
cor-
espondencias
do*
nossos
illuslres
e
presadissimos
correligio
nários
e
amigos,
B.
de
Senoa
Freitas
e
A. R.
Saraiva,
parecem
em
certo
modo
destinados
a
introduzir a
scisão
entre
os
legitimistas,
que
o
«Commercio
do
Minho»,
publicando
uns
e outras, se
presta ser
vilmente
a
tão
ioglorio
papel.»
A
resposta
a
taes
insinuações
está
em
tudo quanto
em
nossa
vida temos escri-
pto. Se
quem nos
lê
sabe
lêr
;
se
antes
de
digerirem
o
que
lêem
não
rebentam,
não
carecemos
responder
aos
tartufos
de
fensores
da
nossa
unidade
política.
Se
ha
ahi um
sequer que não
saiba
sentir
o
tremor
dos
cobardes,
levante
a
viseira
e
formule
o
repto.
Acceitamol-o
de
antemão.—
E
’
inglória
tarefa
porem-se
de-
traz
das
trincheiras
a
espingardear-nos,
sem
nos
deixarem
ver
uma froute
aonde
apon
temos.
Ponham-se
as
cousas
claras
no
campo
positivo
da
verdade
e
do
combate
leal.
Respondam-
nos
:
1
Quando
aconselhamos
nós
a desunião
dos
legitimistas
1
2.
®
Quando
avançamos
uma
falsidade
que
os
induza
a
um
scisma.
3.
®
Quando
lhes
aconselhamos
uma
im
prudência
para
os
perder
?
O
que
é
que
lhe
lemos
dito?
Se
o
nosso
afau
de
todos
os
dias
é
dizer-lhes
que
se
unam,
porque
a
vida
que
leem,
sem
organisação,
sem
trabalho,
é
a
sua
morte,
como
é
que
provocamos
a
scisão
Pois
dizer
aos
inúteis
e
aos
traidores
«se
nos
não
quereis
servir
de utilidade,
de-vos
èmbora»
é
fazer
uma
scisão?
O
medico
que
deita
fóra
o
cancro
que
corroe
o
corpo
do
doente
deslroe
o
enfer
mo
ou
destroe
a
enfermidade?
Dizemos
que
os
legitimistas
teem
er
rado
ua
política
seguida
até
hoje,
e
que
é
mister
mudar
de
rumo
para
que
pos
samos
triunfar,
se
é
que
o
desejamos.
Em
que
está
aqoi
o
èrro?
Pois
não
é
mais
nobre
e
mais
util
con
fessar
o
èrro
e
corrigil
o, do
que
obstinar-
nos
em
praticar
o
mal
que
nos
vae
mi
nando
e
inutilisando
?
Que
queríeis,
senhores,
que
dissésse
mos
aos
nossos?
Que
tudo
caminha
em
mar
de
rosas,
quando
vemos
a
tempesta
de
a
estalar
e
o
batel
a
roçar
pelas fra
gas,
onde vae
despedaçar-se?
Que
diríeis
do
governo
que annun-
ciasse ao
paiz
a
subida
de fundos,
no
mo
mento
em
que
se
manifestasse
a
banca
rola
?
Preferis
acaso viver
de
enganos,
a
ter
quem
vos
diga
que
soffreis de
uma
mo
léstia
mortal,
e
que,
se
vos
quereis sal
var,
necessitaes
tratar-vos quanto
antes?
Quereis antes que
o
inimigo
vos
ad
virta
d’
isso?
Essa
advertência
na
bocca
do
inimigo
seria
um insulto:
na
nossa
é
uma
virtude.
Se
em
1834 vos tivessem
fallado a
ver
dade nua, se
vos
tivessem
apontado os
traidores,
não
terieis
succtirnbido,
surpre-
hendidos
por
acontecimentos
que
não
es
peráveis,
e que
vos
deixaram
como
acor
dados
de
um
sonho.
Achaes
que
o
que
dizemos
é
demasia
do
!
E
vêde
que
vos
dizemos
apenas
orna
coisa
generica,
qoe
vos
aponta
a
vossa
debilidade
e
vos
dispsrta
as
crenças.
Se
vos
disséssemos
metade
do
que podíamos
dizer-vos,
arripiavam-se-vos
as
carnes!
A
historia da
nossa
política,
que
na
maior
parte
ignoraes,
tem
de
honrosa
muita
abnegação,
muito
heroísmo,
muita
lealda
de,
mas
desde
que
ella
pára
diante
de
certas
testadas,
que
vós
tendes
corno
fron-
teria
sagrada
de
um templo
invulnerá
vel....
oh
!
tapae
o
rosto
da
vergonha...
que
não
ha
torpesa que
aili
não
tenha
man
chado
os
nossos
altares,
nem
traficancia
que
não
tenha
levado os fariseus
a
pro
fanar
sacrilegamente
aquelle
sollo
aben
çoado
!
E
’
pois
justo
que
amaldiçoeis
o
azur-
rague
que
se
levanta,
ou
a
voz
que
se
ergue
para
dizer
«fóra
sacrílegos,
íóra
tra
ficantes»!
!
?
Fica
pois
sabido: alli,
áquelle
templo
tem
ido
o«
governos
liberaes
uegociar
a
vida
dos
legitimistas,
comprando
com
gra
ças
a
nossa desgraça
:
alli
teco
ido
ne
gociar
a
nossa
honra
pagindo
com
oito
apostasias
vergonhosas:
alli
se
tem
en
tregue
ás garras
da policia
a
lealdade
que
se
não
corrompe,
mas
que
a força
esma
ga
:
alli
se
tem
forjado
denuncias
calum-
niosas
para
inutilisar esforços
supremos
em
favor
da
causa
santa
!
Não
basta
isto? Quereis
mais?...
Mais
vos diremos
qne
mais
sabemos
e
mais
po
demos
provar
se
nos
provocarem. Não
nos
chameis
pois
imprudentes
:
a
imprudência
é
vossa,
que
querendo
fazer
prevalecer
a
vossa
cegueira,
e
a
vossa
ignorância
pro-
vocaes
estes
desabafos,
e
despresaes
o
que
seria
ulil
a
lodos,
mesmo que
não
tivés
semos
a
lameotar
e
a
repellir
vergonhosas
misérias
que
nos
sujam
a
soleira
da
porta.
Bem alto
dizemos
tudo
isto.
Não é
tão desconhecido
o
nosso
nome,
que
se
não encontre
quem
toma
para
todos
os
efleitos
a
responsabilidade do
que
aífi.ma.
Haja
quem venha
pedir-nos
satisfação,
que
a
daremos
plena
e
eloquente.
Vêde
que
é
bem
diverso
aventurar
cs
iumnias
gratuitas
para
desprestigiar
um
nome, do
que
aílirmar
verdades
conheci
das
por muitos,
garantindo
essa
aflirmati-
va
com
esse
nome,
aliás
obscuro,
mas
que
se
não
recusa a
nenhuma
reparação.
Ha
homens
no
saio
do
partido, que>
o
deshonram
e
o
matam.
Se
é scisão
ver
berar
esses
homens
e
fugir
d
’
elles,
nós
queremos
a
scisão; e
quem
a
não
quizer
é
tão vil
e
traidor
como
elles.
Ha
lam
bem
(e
estes
são
a
maior
parte,
felizmen
te)
quem
teoba
sacrificado
tudo
nos
prin
cípios
que
veneramos,
ha
quem
sincera
mente
se
dedique
á
vida
e
honra
d’
esta
causa. D’
estes
homens
conhecemos
mui
tos
desde
as
primeiras
cornadas
qoe
cons
tituem
a
representação
oflicial
do
partido,
até
ás
ultimas,
que
estão
coliocadas
na
espectaliva
morna
do
oxalá.
A
esses
consa
gramos
a
veneração
mais
profunda
e
por
elles
temos
a
confiança
mais
cega.
Isto
porém
não
obsta
a
que
lhes
di
gamos:
«senhores:
a
historia
e
os
factos
vos
indicam
que
haveis errado.
()
legili
mista
carece
de
acção
e
de
força
:
se
vos
não
apercebeis,
desperlae.
Não
queremos,
uão
ambicionamos
o
nosso
posto
de
hon
ra,
mas
ambicionamos
e
queremos
a
par
tilha
que
nos
caba
nos
sacrifícios,
na
de
dicação,
nas
luctas,
e
no
trabalho.
Aqui
nos
tendes
humildes
e
obedientes
á
espera
da
voz
do
cominando,
mas
que
essa
voz
não
seja
muda
até
á
consummação
dos
séculos».
Isto
dito
em
publico fica
bem
regis
trado;
pois
se
um
dia a
historia
tiver
de pedir
aos.
legitimistas
portuguezes a
res
ponsabilidade
dos
seus
êrros, o que
he
mos
escHplo
nos
terá
justificado.
Sobejamenle
compreheodemos
onde
mi
ram
entrigas
mesquinhas
(
e
odios
não
oc-
cultos, de
que
ha
annos
nos
tem
feito
alvo
certas
almas
microscópicas
qne
ahi
conhecemos.
Almas
tão
rachiticas. qne
nos
haveriam
roubado
a
vida
com
suas
calum-
nias,
como
pretenderam
(!!!)
se
a
nossa
lealdade,
offerece»do
o
peito
ás
bailas
li
beraes,
não
houvesse
manifestado
exhube-
rantemente
o
desejo
de
escrever
com
o
proprio
sangue
uma
inscripção
honrosa
pa
ra
o
nosso
nome,
sob
as
bandeiras
sacro-
sautas
de
Deus Patria e
Rei!
Salvou-nos
o
destino,
oo
reservou-nos
a
mão
de
Deus
para
dizermos
ainda
ao
partido
legitimis-
ta
a
palavra d
’ordem
que
aprendemos
no
campo
onde
se
lucta sem hesitação, e
onde
não
é
a
cobardia que
prepara
triun
fos
gloriosos
nem
reverdece
louros
mur-
checidos,
para
coroar
os
heroicos
esfor
ços
da
dedicação.
Ganhamos
alli
o
favor
de um
Heróe
que
é
também
Rei.
Vassallo
fiel,
e
sol
dado
da
legitimidade,
da
verdadeira
le
gitimidade,
hemos
obedecer
á
investidura,
que a
mão
real
nos
poz
nos
bombros.
Ê
’
mais
alta a
nossa missão, para uão
consumirmos
o
tempo
em
ouvir
o
latido
dos
gôsos,
ou
os
gritos
de
desespera
ção,
que
os
lazaros expellem
ao
esgrava
tar
os vermes
das pustulas nauseabun
das.
Desemganem-se
:
as
pedradas
que
nos
arremessam não nos
partem
o
bico
da
pennã.
'lemos
por
oós
a
confiança
e
so
mos
honrados
com
a
estima
de
Quem
ap-
prova
a
nossa
conducla e nos
estimula
com
palavras,
que
para
nós
bastam
para
nos
levarem
por
este
caminho. Leaes
a
essa
confiança
e
gratos
e
obedientes
a
essas
palavras,
que
táo
altas
e
tão
honrosas
são,
não tememos
as
gratuitas
insinuações
nem
as
calnmnias cobardes
com
que ten
tem ferir-nos.
Agradecemos
comtudo
a
honra de
jun
tarem
o
nosso
nome
ao
do
snr. Antonio
Ribeiro
Saraiva
para
nos accusarem
reos
do
alto
crime
de
dar
com
a
ponta
do
pé
nos
que
se
dizem
legitimistas,
sem
qoe
tenham
a
dignidade
de
o
provarem.
Em
tão
honrosa companhia
continua
remos
a
apostolar—
a
união
dos
legilimis-
tas,
o
trabalho para
que
triunfemos,
e
a
exclusão
dos
traidores.
—
O
snr.
Ribeiro
Saraiva,
que
tão
alto
está,
uão
descerá
certamenle
a
dizer
uma
palavra
aos
seus
detractores.
Esses
pigmeus
que
o
abocanham
teem
a
resposta
ás suas
imbecilidades
no
documento
seguinte:
«Antonio
Ribeiro
Saraiva,
Eu
El-Rei
«vos
envio
muito saudar.
«Tomando
em
consideração
os
serviços
«que
tendes
prestado
á
causa
da legili-
«midade
e
não
menos
o
interesse
que
ha-
«veis
manifestado
pelo Bem
Geral
da
Na-
«ção,
a
qual hoje
mais
que
nunca
reclama
«a
altenção
de
todos
os
Portuguezes,
por
«isso
que
se
acha
em
um estado
da
maior
«coofosão,
resultado
dos desvarios
de
mul-
«tiplicadas
revoluções,
que
leem
acarreta
ndo
sobre lodo
o
Reino gravíssimas
des-
«graças
de
ioda
a
especie,
e
que
jámais
«deverão
cessar
emquanto
se
não
estabele-
«cer
um
Governo
adoptado
aos
costumes
«dos
Portuguezes
;
a
experiencia
de
tantos
«séculos
devendo
ter
feito
conhecer
que
«o
Governo
o
mais
conforme
aos
costu-
<mes
da
Nação
Portugueza,
e
o
uuico
«que
a
póde
salvar,
é,
sem
duvida
o
da
«Nobre
e
antiga
Constituição
do
Estado,
«pois
foi
ella
que
creou,
rapidamente
ele-
«vou,
e
fez
florecer
a
Monarchia
por
mais
<de
seiscentos
annos
de
gloria,
de poder
«e
de
prosperidade
;
desejando
eu
ver
pôr
«um
termo
a
tão
violento
estado,
e
re
ivindicar
uma
Corôa
qoe
injusiameule
me
«foi
usurpada;
e
TENDO UM PERFEITO
«CONHECIMENTO
DA
VOSSA
HONRA,
«1NTELLIGENCIA.
VERDADEIRO
AMOR
«DA
PATRIA
E
CONSTANTE
FIDELIDA-
«DE A'
MINHA
REAL
PESSOv,
Hei
por
«bem
e
me
praz
que
continueis
no
exer-
«cicio
da
vossa
amiga
Missão
n
’
essa
Cor-
«le.
Outro
sim
sou
servido
auctorisar-vos
«para
que
em
Meu
Real Nome,
E
PELOS
«MEIOS
QOE
JULGARDES
M
a
ISACER-
«TADOS
assegureis
a todos
os
Portugne-
«zes,
sem
desliucção.
que
quizerem
adhe-
«rir
ao
verdadeiro
systema
da
Restaura-
«ção
da
Legitima e
Amiga
Constituição
«do
Estado,
e
do
Exercício
dos
Meus
Di
reitos,
que
Eu
estou
firmemente
deter-
«minado
a
observar
e
fazer
observar a
di-
«ta Constituição,
lai
qual
as
Leis
Funda-
«mentaes
da
Monarchia, e m»is
Disposi-
«ções
decretadas
pelas
Legitimas
Cortes dos
«Tres
Estados
a
estabeleceram,
desde
o
prin-
«cipio
da
Monarchia
Portugueza
;
porque
«só
isso
pode
obstar aos
males
qoe dia-
«riamente
se
multiplicam
por
lodo
o Reino.
«Paço
etc.—
REY».
Mirem-se
pois
n
’
esse
espelho,
e
vejam-
se,
como
ficam pequeoiuon
1
Quem mostra ahi
um documento
igual?!!
B.
DE
SENNA FREITAS.
----------- ----------------------
Ifltadrid,
811 de
jnneiro.
(
Correspondência
particular
do
<
Commer
cio
do
Minho»)
Está
causando
viva
impressão
a
circu
lar d,os
prelados,
a
que
me referi
na
mi
nha
ultima
correspondência.
Crê-se
que
ella
suscitará
conílictos,
que
aggravarão
a
posição
do
governo
para
com
o
partido
catholico,
que siucerameote
a
applaude.
Aquelle
documento,
honroso
para
o
clero
que
o
subscreveu,
produsiu
nad
pro
víncias
occupadas
pelo
exercito
carlista
um
verdadeiro
enthusiasmo.
A
imprensa
da
deputação
de
Eslella,
reimprimiu
a
circular
e d
’
ella
fez
uma
edição
extraor
dinariamente
considerável.
As
eleições
para deputados seguem
to
davia
preoccupando
lodos
os
partidos,
que
d
’ellas
esperam
um
resultado
favorável.
Pelas noticias mais fundadas,
predomina
o
elemento
conciliador.
Toca
todos
os
extremos
do ridículo
o
modo
como
se
pretendo
faser figurar
nas
listas
dos
futuros
deputudos
liberaes os
representantes
dos
círculos
carlistas,
cuja
aclual
organisação
está
regulada
pela
le
gislação
foral,
que
deseje
toda
a
adminis
tração
das
províncias,
do
norte
sob
o
dominio de
Carlos
VIL Os
deputados
es
colhidos,
que
figurarão
como
eleitos,
se
rão
deputados
do
governo,
a
quem
se
dá
um
voto
em
cortes,
contra
todos
os
pre
ceitos coustilucionaes,
mas
nunca
poderão
*er
considerados
como
legítimos
represen
tantes
dos
círculos
que
lhes
foram des
ttnados.
Temos
por
exemplo
por
Vergara
o
snr.
Aguirre,
por
Tolosa
o snr.
Larala,
por
Aspeitia
o
snr.
Gorostidi,
por
Valma-
ceda
o
snr.
Vicuna,
por
Durango
o
snr.
Villararo
e por
Guerniea
o
sn.
Barave
;
quer
diser,
são
seis
deputados
saídos
da
carteira
miuisteiial
e
nada
mais;
pois qoe,
alguns
d
’
tlies,
sobre
não terem
nenhum
direito
de
serem ao
meuos
considerados
como
representantes
d’
aquelles
povos,
dá-
se
a
circumstancia
de
terem
sido
expulsos
das
suas
localidades
pela
publica
execra
ção, por serem
contrários
aos
mais
vi-
taes interesses
das
suas
províncias.
A isto
se
chama
na
linguagem
do
go
verno
—
uma
eleição
livre.
Do
norte
sabe-se
que
no
dia
16,
quan
do
em
Gorrai?
saiu
uma
força
liberal
a
faser
a
descoberta,
foi
de
improviso ata
cada
por
uma
força
carlista, que
os libe
raes
não
esperavam
encontrar
n
’
aqueile
ponto.
Mais
uma
vez
o
a>rojo dos
lieis
voluntários
de
Carlos
VII
foi
coroado
de
feliz
exilo, pois
que
caindo
sobre o ini
migo
o
obrigaram
a
retroceder
com
algu
mas
peidas,
e
em completa
desordem.
Esta
noticia
loi
recebida hoje
no
ministé
rio
da
guerra
por
participação
oflicial
de
Tafalla.
O
interesse
e
emhusiasmo
pela
causa
carlista
não
cessa
de
exprtmir-se
de
todos
os
mo
los.
O
4.°
batalhão
casttdlano
acaba
de
ser
presenteado
com
uma
riquíssima
bandeira
de
selim
branco,
bordado
a
ou
ro,
tendo
no
centro
uma
cruz
de
Santiago
e
as seguintes ioscripções:
«Sagrados
co-
razones de
Jesus
y
de
Maria,
salvad
á
Es
pana—
Dios,
palria, y
rey.
Santiago,
nues-
tro palron,
defiéndenos*.
Os
liberaes
de
Hernani,
querendo
que
os
carlistas
lhe
deixassem passagem
se
gura
para
transportarem
d’
aquelia
povoa
ção
para
S.
Sebastião
diversos
objectos
sem
o
perigo
de
serem
atacados
oo
ca
minho,
lembraram-se
do
expediente
de
se
escudarem
com
as
freiras,
que
alii exis
tem
em um
convento,
e
levarem-nas
para
Luzcano.
Este
plano
porém
foi
impossível
de
executar,
porque
os
conductores
se
re
cusaram
ao
serviço
que
lhe
foi
exigido.
O
clero
começou já
a
manifestar-se
no
sentido
da
circular
dos
prelados. Em
Siria
declarou
já
a
abstenção
nas
eleições.
Este
exemplo
será
seguido
em
toda
a
Hispanhi,
onde
o
elemento
liberal
abre a
urna.
Os
carlistas
que
sitiam
Bilbao
lem
au-
gmentado
estes
dias
a guarnição
da
sua
linha. Temendo
os
liberaes
um
golpe
so
bre
Portugalele,
acabam
de reforçar
a
guarnição
d
’
aquella
praça
com
mais um
batalhão.
Na
fabrica
de
farinhas
que
havia
em
la
Isla,
á
saída
de
Bilbau fasiam
os
li
beraes sua
guarida
para
d
alii
vigiarem
os
movimentos
carlistas e receberem de
noite
avisos
dos
seus
espias.
Os
carlistas saben
do
isto dirigiram
o
seu
fogo
sobre aquelle
ediíicio,
destrumdo-o
completamente.
Em
S.
Sebastião
continuam
os carlis
tas
a
conservar
o
inimigo
etn
constante
sobresalto,
já
pelo
continuado
fogo
das
baterias,
já
pelas
sortidas
que
fasem
das
suas
linhas
em perseguição
de
qualquer
força
que
apparece
ao
alcance
do
fusil.
Os
liberaes,
acossados
pélo violento
fogo dos
fortes,
resolveram
a
todo
o
tran
se
occupar
o
alto
de
Artola,
onde
se
per
suadiam
poder
livremenle
apagar algum
fogo
dos carlistas.
Para
este
fim
no dia
15
de
manhã
tentaram
o
ataque a
uma
pequena
força
que
alii
se
achava,
marchando contra
el
la
(que
não
passava
de
uma
incompleta
companhia)
duas columnas, uma
ás
or
dens
do
brigadeiro
Suances
protegendo
a
ala
esquerda,
outra
ás
ordens
do
general
Cuadros
postada
em
Antigua
com
dois
ba
talhões
de
reserva.
Todo
este espalhafato
foi
unicamente
para
collocarem
alii
uina
bateria
com
4
canhões
Krupp de
10
centímetros.
Não
esperavam
porém
que os
carlistas,
que,
posto
occuparem
aquella
posição
não
faziam
empenho
algum
n’
ella, se aprovei
tariam do ensejo,
não
só
para
produzirem
nas
forças
liberaes
os
destroços
que
lhes
fizeram,
mas
que
operando
um
movimen
to
inesperado, foram
postar
a
sua artilhe-
ria
sobre
um
ponto
allamente
vantajoso,
que
oão
só domina
completamente
Artola,
mas
impede
toda
a
passagem n
’
aquella
di
visão.
Não
obstante
os liberaes,
para não
mos
trarem
o
grande
malogro
sofifrido,
tratam
de
se
fortificar
ali, o
que
ainda
uão
po-
deram
fazer
porque
as balas carlistas
caem-
lhes
em
cima como uma
saraivada
inces
sante,
e
terão
de
abandonar
este
proje-
clo
porque aquelle
ponto que
para
os car
listas
podia
ter
alguma
vantagem,
para
os
liberaes
nenhuma
lem,
achando-se
comple
tamente dominado
pelos
fortes
carlistas
e
ao
alcance immediato dos
seus
fogos.
Estes
pequenos
incidentes
não
podem
deixar
de
dar
bom
resultado,
porque
os
carbslas
tirando
sempre
grandes
vantagens
n
’estes recontros
sentem
como
a fascina
ção
do
heroísmo
espalhando-se
como
por
encanto
pelas
suas
tilas.
Só
assim
se
pode explicar
outro
fa
cto
que
acaba
de
dar-se,
onde
as
armas
carlistas
obtiveram
o
mais satisfatório trium-
pho.
No
dia 15,
também,
ás
lf
horas
da
manha
saiu
de
ReuteHa
o
batalhão liberal
denominado
de
Sevilla,
protegendo
com
boio
que
partia
para
Oyarzum.
Ao
passa
rem
pelo
reducto
de
Horcalu
e
perto
da
antiga
torre
telegratica,
cairam
sobre
a
força
uns
50
voluntários
fazendo-lhe
uma
descarga.
O
batalhão
intentou
bater
os
car
listas,
mas
estes
simulando
uma
retirada
para
a
montanha,
e
atrahindo
a
força
li
beral,
voltaram
a carregal-a
em
ura
pon
to
diflicil obrigando o
batalhão
a
abandonar
o comboio
e
retroceder
para
Reuteria
com
bastantes
perdas.
E-tes
dias
o
fogo
dos
fortes
carlistas
tem
sido
unis vivo
e
lem
produzido
gran
des
prejuisos.
E
’
considerável
o
numero
de
mortos
e
feridos
nos hospitaes
de
S.
Se
bastião.
Só
em
uma casa foram
alcançadas
por
uma
granada
carlista
20
soldados
libe
raes
pertencentes
á 3
a
companhia
do
1.’
batalhão
de
marinha.
A
qualidade
dos
projectis
que teem
si
do
lançados
estes
dias
é na maior
parte
dos
chamados
pepinillos,
e
balia»
de
7
e
meio
centímetros.
O
snr.
D.
Carlos
acaba
de
admiltir
no
seu
exercito
mais
um
estrangeiro
de
grande
mérito
militar.
E'
o
distincto
ar
tilheiro
sir
Hamilton.
E-te
notável
militar,
que
tantos
servi
ços tem
prestado ao
exercito
inglez,
aca
ba de
offerecer
ao
snr.
D.
Carlos,
com
testemunho
da
sua dedicação
duas
baterias
do
sistema
Withworth,
que
fet construir
a
expensas
suas.
Ascendem
já
a
23
o
numero
dos
bata
lhões
carlistas
que
estão
guarnecendo
a
linha
do
Arga.
Tem
sido
tal
o
numero
de
caltimnias
que se
tem
assacado contra
o
exercito
car-
lista.
e
é
tão
geral o
injusto
credito
que
se
lhe
diz,
que
um
correspondente
ulti-
mamente
chegado
a Santander,
surprehendi-
do
por
ter
encontrado
no
campo
carlista
justamente
o
contrasio
de
tudo
quanto
lem
ouvido
referir,
fez
um
relatório
imparcial
dos
factos,
que
foi
publicado
em um
jor
nal.
Segundo
me
referem,
o
governo,
mal
teve
conhecimento
do
occorrido,
apesar
das
das
ideias
reconhecidamente
liberaes
do
coirespondente,
mandou
aprebender o
jor
nal
e
processar
aquelle
indivíduo.
E
’
esta
uma
amostra
do
como
está
a
nossa
imprensa.
Y.
P.
S.
Eslava
a
fechar
esta
quando rece
bi
de boa fonte
a
noticia
de
que
o
gover
no
acaba
de
expedir
ordens
para
serem
ri
gorosamente aprehendidas todas
as
circula
res
dos prelados
da
Cathanha,
e
a
este
res
peito
recomenda
medidas
energicas
aos
go
vernadores
civis.
Y.
-----
A
’
redacçito do «
Apostolo»,
Londres,
23
de
dezembro,
1875.
[Continuação]
II.
—
Esta quinzena
tem
sido
realmen
te
fértil
em
crimes
e
desastres;
no
dia
mesmo
e
na vespera da
partida
da
mala
ultima,
se
soube
do
naufragíu
de
um gran
de
vapor
allemão
«The
Deotschland»
(ou
«A
Allemanha»),
perlo
de
Hrrioxh,
onde
morreram 64
pessoas,
de
que se
sabe,
e
provavelmente
mais
do
que
isso.
Ainda
que
não
muito longe
da
costa,
só
depois
de
30
e tantas
horas
de
estar
o
navio
perdido,
e
as
pessoas
que
escaparam
á
morte soffrendo
horrível
tormento
de
frio
e
neve, é
que
lhes
chegou
soccorro.
Era grande piroscafo, que
levava mui
tos
passageiros
e
emigrados,
e
entre
el
les cinco
freiras
das
que
o
amavel Bis-
mark
põe
fóra da
Allemanha libcrtinada;
eram
da
Westphalia,
e
iam
exercitar
seu
caridoso
e
edificante
otlicio
em
longinjuos
climas;
visto que
o
C/ianceller
de
ferro
teme
que
em
seu
paiz
natal as
pobres
re
ligiosas
lhe
transtornassem
seus
planos
re-
generatorios.
Morreram todas as
cinco
frei
ras,
porém
só
se
recobraram
os
corpos
de
quatro,
perdendo-se o
restante.
Eram
Franciscanas,
e
os
cadaveres
fo
ram
transportados
á
custa
dos
religiosos
do
convento
Franciscano dos
Recoletos,
em Slralford,
onde
se
lhes
fez
um so-
lemne
otlicio
de
requiem
antes
do
enter
ro,
na presença
do
nosso
cardeal
arce
bispo,
que
por
tal
occasiâo,
me
dizem
)'égara
de
maneira
a
mais commovente,
de
sorte
que
muito
do
auditorio
não
po-
déra
conter as
lagrimas.
Annuucia-se
hoje
mesmo o
incêndio
de
um
navio
aqui
no
Tamisa
com
a
morte
de
varias pessoas,
e
parece, pelo
que vi
nos
cartazes esta
manhã
(pois
ainda
oão
li
jornal de
hoje),
que foi
caso
desastro
so
bastante.
Tem
oceorrido
varias
explosões
de
gaz
inflamável
nas minas
de carvão
aqui,
com
perda de muitas
dezenas de
vidas;
e
na
Bélgica
uma
explosão
similhante
nas
mi
nas
de
carvão
de
Framries,
no
dia 16,
matou
110
pessoas,
e
feriu
onze.
De
outros
desastres
menores
mas
to
davia
muito
graves
de
sinistros
marítimos
e
de
incêndios,
tanto
nas costas
Britâni
cas
como
nas
de
França,
temos
tido
abun
dancia
também.
Agora
acabo
de
saber
os
detalhes
do
incêndio de
hontem
aqui
no
Tamisa
mes
mo
:
foi
o
de
uma
nau
de
guerra
antiga
de
80
peças,
que
aqui
estava
ancorada
íixamente
no
Tamisa,
abaixo da
Ponle de
Londres,
e qne
servia
de
escola
para ra
pazes marinheiros.
Um
rapaz
entornou,
por
accidente,
algum petroleo,
que
pegou
fogo,
e
era breve incendiou
o
navio
que
não
loi
possível
salvar.
Os
rapazes
esca
param
como
poderatn,
nadando
para
ter
ra
;
e o
capitão,
que
lambem
habitava
a
escola
fluctuante,
com
duas
filhas
stias,
disse-lhes
que
nadassem
para terra,
e as
sim
o
fizeram;
fazendo elle
afinal
o
mes
mo,
e
sendo
a
ultima
pessoa
que
aban
donou
a
embarcação ardente.
Não
se
sabe
ao
certo
se
alguns
e
quantos
pereceram
dos
rapazes
;
pois,
como,
no
barulho
do
negocio
se
deitaram
ao
rio
e
nadaram
para
as
margens,
ignora-se ainda
onde
muitos
d
’
elles
se
achem.
O
que
se
crê
perdido,
e
não
apparece,
é
o
mestre
de
escola
dos
rapazes.
[
Continua]
Ã.
R. SARÃIVÃ.
Somos
legilimistas
e
calholicos,
o
que
nos
basta
dizer
para que
sem
favor
se
nos
atlnbua a
resignação
e
heroecidade
no
soffrimento
!
Os desígnios
insondáveis
da
Providen
cia
acham
em
nosso
animo
o
recolhimen
to e humildade
devidos
á respeitabilidade
de
sua
procedência.
Sobra-nos
a
fé
para
que
os
embales
das
provações
nos
obtem
perem
e robusteçam
em
coragem.
Se
a
nosso
lado
caiu
desfallecido
um
camara
da afíectuoso,
com
a
dolorosa
ideia da
per
da
fica-nos
o
convencimento
salutar
de
que a
virtude
que nos
legou
fez
na
gera
ção
nova
prosélitos
que
são
outros
tan
tos
sustentáculos
da causa
Ires
vezes san
ta
porque
pugnamos.
Mas
tudo
isto
não
obsta
a
que
nós
la
mentemos
em
magoa,
quando,
como
ago
ra, a tnorle—
sempre inexorável
vem
se
questrar
de
nossas
fileiras
um soldado
va
loroso
como
o
era
o
exem.
0
snr.
Luiz
In-
nocencio
de
Pontes
Almeida
e
Azevedo
!
Um
dos
da
heroica turma que
chamamos
velha
guarda,
era
portugnez
de
uma
só
fé,
d
’
aquelles
que
em
cada
acto
de
sua vida
nos deixam
um
exemplo
de
virtudes,
uma
amostra
do
que
seja
a
austeridade
de
prin
cípios !
N’aquelle
vulto respeitabilíssimo
eu-
cerravam-se
os
predicados
a
fazerem
de
sua
memória veneranda
—
o
objecto da
nossa
admiração
e
respedo
!
A
elle e
aos
demais
d
’
esse
núcleo
de
heroes
que
a
revolução só
poude
vencer
encostada
á
quadrupla
aliança,
deve
o
parti
do
legitimista
o
nome
respeitado
que
lem,
á
adhesão
de
immensos
prosélitos
da gera
ção
nova,
que a
despeito
das
incessantes
sugestões
revolucionarias,
não
pódem re
sistir
aos estímulos
de
uma
abnegação,
de
uma
integridade
de
principio*
tão
austera
e
respeitável,
e
que
assim veem engrossar
as
legiões
da
legitimidade.
Não
podemos,
pois,
deixar
de
lamen
tar
a
perda
d’
aquelle
irmão
caro,
d
’
quelle
correligionário
fiel,
d’
aquelle
que
nos
ser
viu
de
sabio
instructor n’
esta
milicia
da
rasão
e
do
direito
chamada
legitimidade.
Se
nenhum remedio
podemos
achar
com
que
prehenchamos lacunas
tão
sensíveis,
coosole-oos
a
fe
de
calholicos,
e,
depon
do
aos
pés
de
Deus
nossas humildes de-
precações,
seja
por
agora
objecto d’
ellas
a
paz
eterna
para
a
alma
d’aquelle
amigo,
—
i*to
pedimos
a
nossos
leitores
em
geral
e
em
especial
a
nossos
correligionários.
J.
MACHADO JÚNIOR.
GAZETILHA
SUBSCKIPÇÃO
E’
digno de toda a attenção
o
barbaro exemplo gue
estão
dando
os liberaes affonsinos
contra os prisioneiros carlistas.
Em
casa
do snr. Manoel José
Vieira
da Rocha,
rua do Souto,
se
recebem todas as esmolas
com que
as
almas compassivas
queiram minorar o
estado tris
te d’aquellas victimas da santa
causa
da
religião e do direito.
Collegio <3e
«Blegeneraçã»».—
A
presidente
e
mais
senhoras
que
compõem
a
direcção
do
collegio de
«Regeneração»
estabelecido n’
esta
cidade,
que
tem
por
fim
rehabihtar
perante
Deus e
a
sociedade
essas
infelizes
que,
arrojadas
ao
lodaçal
da
perdição,
desejam mudar
de
vida
;
sutn-
mamente
penhoradas
para
com
o
exm.°
snr. Caetano
José
da
Silva
e
Sá,
residente
no
Bio
de
Janeiro,
pela
caridade
que
o
dito sor.
acaba de
manifestar
em
beneficio
d
’esta
casa,
promovendo
nos annos
de
1874
e
1875,
pelos
seus
amigos,
residen
tes
n’
aquelle
império
uma valiosa
subseri-
pção.
cujo
producto
já
foi
entregue
pelo
extn.°
snr.
Felix
Joaquim Carlos
d
’Andra-
de,
dos
Arcos
de
Vel-de-Vez;
agradecem
ao
seu
brioso
bemfeitor
e
por
sua
via
a
lodos
os
exm.
08
snrs.
subscriptores,
e
fa
sem
votos ao céo
pela
prosperidade
espi
ritual
e
temporal
de
tão
generosos
cava
lheiros,
cujos
nomes e
quantias seguem:
Caetano
José
da
Silva e
Sá
206000
Antonio
Teixeira
da
Cunha
2
’$000
Francisco
Joaquim
R.
Torres
106000
Um
anommo
106000
José Martins
Tavares
106000
Domingos
J.
da
C.
Braga
Júnior
106000
Antonio
Joaquim
da
Silva
106000
Francisco
Leite
Rodrigues
da
S.a
106000
José
Antonio
Fajardo
10$000
Paulo
José
da
Silva
106000
Antonio
Bento
da
Rocha
Peixoto
106000
Manoel
José
de Carvalho
106000
Carlos
Augusto
M.
Sarmento
5^000
Antonio
Pinto
Bandeiia
56000
Um
anonirno
56'100
Felisuiiuo
José
Nunes
56000
Nanoel
Joaquim
Alves
5$0Q0
Domingos
José
da
C.
Braga F.
u
5^000
José
Rodrigues
Bahia
56000
Augusto Correia
da
Costa
56000
Arthur
Augusto
R.
Barbosa
5$000
Manoel
Antonio
Pereira
Júnior
5$000
Severino
Augusto
Ferreira
Bessa
56000
José
Gonçalves
Fontes
54000
Francisco
Xavier
B.
de
Azevedo
56000
Manoel
José da
Silva Villela
5,4000
Antonio
de
Freitas
Guimarães
56000
João José
Soares
de Lima
56000
Um anonirno
56000
João
Soares
Abreu Júnior
56'100
Pereira Netto
Patuscada
56000
José
Maria da Costa
Oliveira
56
>00
José
Bernardo
Alves
5$0
0
Manoel
Maciel
Dantas
56000
A.
Augusto
Meirelles.
56000
Antonio
d
’
Oliveira
Costa
56000
Francisco
Aulero Pereira
56000
Francisco
José
Alves
V.
Barbosa
56000
José
Pacheco
Netto
5$000
Alberto
Alves
de
Lima
Barbosa
56000
Manoel
Pinto
Nunes
5$000
Manoel
Ribeiro
de
Freitas
54000
Feliciauo
Poríino
Bastos
5$000
Luiz
Sanches
d
’
Almeida
56000
José
Maria
da
Cunha
5$000
C.
de
Albuquerque
5$000
H.
G.
M.
da
Fonseca
56
!
j
00
E.
J.
Soares
de
Sousa
5$u00
Joaquim
José
Marques
Pinheiro
56000
Amaro
Antonio
dos
Reis
56000
a
.
P.
da
Silva
56000
A.
A,
Suares
56000
Francisco
Carvalho
T. da
Cunha
56000
Custodio
Henrique da
Veiga
56000
Miguel
Antonio
Foote»
56000
Joao
Joaquim
da
Silva
Braga
56000
Luiz
Antonio
B.
d
’
Azevedo
56'000
Um
anonirno
56000
João
José
de
Sousa
e
Silva
56000
Manoel
José
d
’
Amorim
56000
Um
anonirno
56000
Francisco
José
Ribeiro
56000
Joaquim
Antonio
R.
Cardoso
56000
Francisco
Eduardo
C.
de
A. e
S.a
56000
João
Antonio
Mendes
56000
José
Meirelles
da Silva
Netto
66000
Joaquim
José
d
’
Araujo
56800
V.
M.
da
Silva
56000
Manoel
d
’
Oliveira
Guimarães
56000
Domingos
José
da
Fonseca
56000
Francisco
Marianno de
Barros
56000
Manoel
Guilherme de
Carvalho
560>i0
Manoel
José
Boltas
56000
Antonio
de
Freitas
Guimarães
56000
Manoel José Durães
56000
José
Rodrigues
de Freitas
56000
Marcos
Antonio
dos
Reis
56000
Mathias
da
Costa
Fernandes
36000
Belchior
Ennes
36000
Carlos
Camargo
36000
Joaquim
Antonio
Monteiro
33000
Antonio
Joaquim
A.
d
’
Oliveira
2$<>60
Joaquim
Pinto
Bandeira
23000
Antonio
José
Soares
23
’
00
Um
anonimo
2$000
Um
dito
23000
J.
F.
da
Silva
Leal
2^000
Pedro
Vieira
23000
Eduardo
Ferreira
da
Silva
23000
Um
anonimo
2$'>00
F.
J.
Soares
23000
Antonio
Jtilio
da
C.
Bastos
23000
Um
anonimo
23000
João
Jacintho da
Co->ta
23000
José
Bernardo
Sanches
23000
João
Augusto
Garcia
2$0()0
José da Silva Meira
23000
Francisco
Moreira
Mendes
2$000
J.
P-
Pinto
2$000
Antonio
Gomes
de Avellar
23OOO
Augusto
Teixeira
Bastos
2$000
Manoel de
Moura
Coutinho
2$000
José
Rodrigues
Magalhães
23000
Alberto
Frederico
Correia
2-3000
José
Luiz
Gom-s
G.
Júnior
23000
Um
anonimo
23000
Joaquim
Bouçós
23000
Joaquim
Torres
2$000
Aniomo
José
Edelião
2$
i00
Manoel
José Pereira
2$000
Um
anonimo
2$000
Um
dito
23000
José
Emilio de
A.
Gonçalves
23000
Ignticio
Francisco
G.
Guimarães.
2$000
José
Caetano
Moreira
23000
Braz
Leão
Duartin
Sobrinho
23000
José
Antonio
Guerra
2$000
5493000
Falleeimeuetas.
—
Nos
fins
da
sema
na
passada
falleceu
n
’
esta
cidade
a
snr.
a
D.
Francisca
Narcisa
de
Vasconcellos,
avó
do
snr.
João
Gonçalves
Pereira
Basto.
A
finada
teve
no dia
23,
na
egreja
do
Carmo,
oflicios
fúnebres,
antes
de
ser con
duzida
para
0
cemiterio,
—
Ha
dias falleceu
era
Lisboa
0
nosso
estimado
correligionário,
0
exm.° Luiz
bmo-
cencio
Pontes
de
Athaide
e
Azevedo,
dis-
lincto ciliciai
de artilheria do
exercito
le-
gilimista.
A
seus
irmãos
enviamos
cum
primentos
de
pesames,
e
aos
leitores
pe
dimos
um
P. N.
por
alma
do
illustre
fi
nado.
Aviso.
—
N
’esta
redácção,
rua
Nova
n.°
3, precisa-se
fallar
com
os
herdeiros
de
José
Ferreira,
natural
d
’
esta
cidade
de
Bra
ga,
fallecido
em Buenos-Ayres, para
inte
resse
dos
mesmos.
lu«
raa» írevag.-
E
’
bellissima
es
ta
poesia
do
nosso
presadissimo
João de
Lemos
:
Toldam
sombras
de
morte
0 mundo
em
roda!
Aqui
fria
iediíTrença,
Como
geral
doença
D
espirito
da
moda
;
—
—
Alli
vil corrupção
a
força
toda
—
Dos
costumes
e
crença
deita a
terra
;
—
Por
toda
a parte
a
Deus
insana
guerra
Tomando-o
por
tyranno!...
Só
d'esp
rança
e
d
’
amor
contra
este
susto,
Na
mão
de velho augusto,
Brilha
um
facho de
luz
no
Vaticano!—
(Canções
da
Tarde,
p. 61)
&ea<laa.—
Diz
a
«Correspondência de
Hispanha»
que em
Vitoria
apoz as
grandes
nevadas
caiu uma
tal camada
de
gelo
que
cristalisou completamente 0
solo,
tornan
do impossível
0 transito
aos
soldados
ca-
vallria.
Madrid,
como
diz
0
mesmo
jornal,
es
tava
á
saida
do
correio,
sob
0
peso d’uma
enorme
geada.
Em
virtude
d
’
isto
contam-se
algumas
desgraças.
Um
verdadeiro ílEiio <l’Albion.
—
Julgava-se
o
baccarat,
n
’
um
gabinete
reservado
d
’um reslaurant.
Um inglez,
perdia,
perdia,
perdia
!
—
Já
sei
do
que
é,
disse
elle,
é
0 re-
logio
que
me
está
a encalistar.
Tira 0
relogto
e
dá-o
ao
creado.
O
asar continua
a
perseguil-o.
—
Pois
não
é
do
relogio, é
da
gravata.
E
tira
a
gravata.
A
esta
succede-se
0
casaco,
depois
0
collete,
as botas,
as
calças,
até
que
final
mente
fica
nú,
como
Adão
antes
de
comer
a
maçã.
E
0
asar,
a
perseguil-o
sempre
!
—
A
!
agora
!
agora
!
exclamou
elle,
sou
eu
que
me
estou
a encalistar a
mim
mesmo.
E
zás,
atira-se pela
janella
fora
!
(
C.
das
Provindas.)
A
neve na
Rússia.—
A
Gazeta
de
Moscovia
refere
0
seguinte
ácerca
de
uma
tempestade
de
neve
qus
sobreveiu
no
dia
6
do
corrente
sobre
Saratovo
e
arredores
d’esta
cidade,
na
Rússia
:
«O
vento
arrancava
os
telhados
das
ca
sas,
a
neve
amontoava-se
a
ponto
de
subir
acima
das
janellas
dos
primeiros andares,
e
0 frio
era
tão
intenso
que
um
ofiicial,
que se
recolhia
ao
quartel,
morreu
ge
lado.
Derivaram
tres
dias
sem
haver
novas
de
viajantes
que partiram no
dia
6.
Um
destacamento
de
cossacos
enviado
no
dia
7 em
todas as
direcções
aos
arre
dores
da
cidade,
descobriu mais
de
trin
ta
cadaveres.
Algumas
casas
pequenas
dos
arrabaldes
foram
submergidas na neve,
e
só
á custa
de
grandes esforços
é
que
con
seguiram
salvar
os miseros
habitantes.
Uma cruel aventura
succedeu
a
umas
trinta
pessoas
da melhor
sociedade
de
Sa
ratovo,
que haviam
«rganisado
uma diver
são
nos
arredores
da
cidade.
Os
mancebos
que
constituíam
a maio
ria
dos excarcionistas,
haviam dançado
até
ás tres
horas
da
manhã n
’
uma
casa
de
campo
situada
a
algumas
léguas
de
Sara-
tavo. A lormenta
principiou
por
volta
das
duas
horas
:
os
mais
avisados
aconselharam
os
outros
a
passarem 0
resto
da
noite
na
casa
onde
se
dera
0
baile.
Não
aceitaram
0
alvitre
e
partiu cada
um por
seu lado.
No
meio
da
neve
os
cavallos
recusaram
caminhar
e
os
cavallei-
ros
não
tiveram
mais
remedio
do que
se
guirem
a
pé;
mas
á
excepção
de
um
que
chegou
são
e
salvo,
os outros
foram
encon
trados
de
manhã,
mais
ou
mpnos
hirtos
de
frio.
A
filha
unica
do vice-governador
da
ci
dade
ficou
com
os
pés
e
as
mãos
geladas
e
os
tnedicos
consideram
perigoso 0
seu
es
tado.»
(Idem)
EXPEDIE.VTE BA
ADMINISTRA
ÇÃO.
Os
nossos
assignantes
de Vianna
e
seu
districto,
podem
d
’oravante
pagar
suas
as-
signatura
ao nosso estimável correspon
dente
na
mesma cidade,
0
illm.0
snr.
Fran-
ctsco
José
d
’
Araujo
Júnior,
em
poder
de
quem
se
acham
os
competentes
recibos
devidamente assignados.
SAUDE
Ã
TODOS
sem
medicina,
pur
gantes
nem
despezas
com
0
uso da delicio
sa
farinha
dç saúde,
DL
BARRY
de
Londres.
9?
dPinvariavel suceesso
2
Saude
a todos
pela
deliciosa Revalescié-
re
Du B
aiiry
,
que
cura
as
indigestões
(dis-
pepzia)
gastrica,
gastralgia,
flegma,
arro
ios, amargor
na
bocca,
pituitas,
nausers,
vomitos,
irritações
intestinaes,
diarréa,
desenteria,
cólicas,
tosse,
asthma. falta
de
respiração,
opressão,
congestões,
mal
aos
nervos, diabethe,
debilidade,
todas
as
de
sordens
no peito, na
garganta,
do
alito,
das
bronchiles, da bexiga,
do
ligado,
dos
rins,
dos
intestinos,
da
mucosa,
do
cerebro
e
do
sangue.
75:000
curas,
entre
as quaes
contam-se
a
de
S.
S.
0
Papa,
do
duque
de
Pluskow,
da
exc.
ma
snr.'
niarqtieza
de
Brehan,
do doutor Manuel
Saenz
de
Teja-
da
da
Universidade
de
Cordova,
etc.
etc.
Certificado
do
dr.
Manuel
Saenz de
Te-
jada,
doutor
da
faculdade medica
e
cirúr
gica,
lente da Universidade livre
de
Cor
dova,
medico
em
proprio
e
do
caminho
de
ferro
de
Merida
a
Sevilha,
etc.
Certifico
:
Que
com
uso
da
Revalescié-
re,
obtive
na
minha
clinica
varias
curas
em moléstias
gravíssimas
em
alguns
clien
tes
residentes
n
’esta, cidade,
lembrando-
me
0
de
D.
Filippe
Zappina
empregado
pu
blico,
hoje administrador
da
alíandega
de
Manila
nas
ilhas
Filippinas,
a
de
D.
Amélia
Gomes,
casada
Com ura
chefe
do
exercito,
a
qual
continua
a
melhorar
com
o
seu
uso;
de
D.
Ramon
Alonzo,
rapaz
de
vinte
annos
que
soffria
havia
alguns
mezes
de uma
moléstia de
peito
de
muita
gravidade.
E
para
fazer constar
em
toda
a
parte,
a
assigno
em
Cordova
em
13
de
outubro
de 1873.
Dr.
Manuel
Saenz de
Tejada.
Seis
vezes
mais
nutritiva
do
que
a car
ne sera
esquentar,
economisa
cincoenta
vezes
0 seu
preço
em
remedios. —
Preços
fixos
da
venda por
miudo
em
toda
a
pe
nínsula
:
Em
caixas de
folha
de
lata,
de
1/
4
kilo,
500
;
de
*/
2
kilo
800
rs
; de
ura
kilo,
13400
reis;
de
2
*/, kilos, 33200
reis;
de
6
ki-
los,
63400
reis,
e
de
12
kilos,
123000
reis.
Os
biscoitos
da
Revalesciére
que
se
po
dem
comer
a
qualquer
hora,
vendem-se
em
caixas
a
800
e
13400 reis.
O
melhor
chocolate
para
a saúde
é
a
Rcvaleseière
chocolalsdia 5
ella
res-
litue
0
appetlile,
digestão,
sotnno,
energia
as
carnes
duras
ás
pessoas,
e
ás
creanças
e mais
fracas,
e
sustenta
dez
vezes
raais
que
a
carne,
e
que
0
chocolate
ordinário,
sera esquentar.
Em
paus,
ou em
pó
era
caixas
de
folha
de
lata
de
10
chavenas,
500
reis
;
de2i
cháve
nas,
820
reis;
de
48
chavenas,
13400;
de
120
chavenas,
33200
reis,
ou
25
reis
cada
chavena.
B4RRY
»U
BARKV
A-
C.a
—
Pla-
ce
Vendòme,
26, Pariz;
77
Regent
Street
Londres;
Valverde,
1,
Madrid.
Os
pharmaceulicos, droguistas,
raer-
cieiros,
etc.,
das
províncias
devem
diri
gir
os
seus
pedidos
ao
deposito Centra!
;
snr.
Serzedello
à
C.
a Largo
do
Corpo
Santo
16,
ILisí»®»,
(por
grosso e
miudo)
;
Carlos
Barreio, rua
do
Loreto,
28;
Bar
rai
&
Irmãos,
rua
Aurea,
12.
Porto,
J.
de
Sousa
Ferreira
&
Irmão,
rua
da
\
Ba
nharia
77
;
de
Sequeira ; J.
Pinto
;
Desí-
ré
Rahir;
Coimbra, V.
Botelho
de
Vas-
conceilos
;
Aveiro,
F.
E.
da
Luz
e
Costa,
pharm.;
Rareellos,
Ramos,
pharm.;
Braga,
Pharmacia Maia, rua
dos
Chãos,
Pipa
&
Irmão,
rua
do
Souto,
Domingos
J.
V.
Machado,
praça
Municipal.
Fiyiieiru,
Antonio
Vieira,
pharm.
;
Guânusrftes,
A.
J.
Pereira
Martins,
pharm.
;
i
’
en»-
flel,
Miranda,
pharm.
;
Ponte
<Io Lima,
A.
J.
Rodrigues
Barbosa,
pharm.
;
Po-
von
do Varzím,
P.
Machado
de
Oli
veira,
pharma.
;
Vianna do Castello,
Aflonso
e
Barros,
droguistas;
Villa do
Conde,
A.
L.
Maia
Torres, pharm.
A&BADECIMMTOS
Bento
José
da
Rocha,
sua
esposa
e
fi
lhos,
da
freguezia
de Covas,
vêem
por
es
te
meio
lavrar
um
protesto
de
profundo
reconhecimento
de
que estão
possuídos
para
com
todos
os
ecclesiasticos
e
mais pes
soas
que
tanto
os
penhoraram
por
occa-
sião
do
fallecimento
de
seu
chorado
irmão
cunhado
e
thio
0
revm.0
snr.
Manoel
Jo
sé
da
Rocha,
parocho
que foi
na
freguezia
da
Correlhã.
A
todos
a
sua
gratidão
inde-
level.
(2928)
ANNWOIOS
BANGO
COMMERCIAL
DE
VIANNA
Sociedade
anonyma de reeponaabi-
lidaiie
limitada
Desde
hoje
era diante
está aberto
0
pa
gamento
do dividendo
de
7
p.
c.
ou 73000
réis por
acção
relativo
ao
2.°
semestre
de
1875
aos
snr. accionistas d'este
banco,
tanto na sua séde
como
nas
suas
caixas
fi-
liaes
do
Porto
e
Coimbra.
O
pagamento
na
caixa
filial
do
Porto
tem
logar
nas
segundas,
quartas
e
sextas
feiras
desde
as
10 horas
da
manhã
á
1
da
tarde.
Os
snrs. accionistas
que residem
em
ou
tras
parles
do
paiz
aonde
houver
agen
cia
d
’
este banco,
e
alli
quizerem
receber
os
seus
dividendos,
podem
dirigir-se
ao
respeciivo
agente
Vianna
do
Castello
21
de
janeiro de
1876.
Pelo
Banco
Commercial
de
Vianna.
Os
direclores
José Alves
de
Sousa
Ferreira
A.
Alberto
da
Rocha
Páris.
(2933)
Domingos
José
Alves
Braga,
negocian
te
da rua
dos
Chãos
d
’esta cidade,
previ
ne
0
publico
de
que
por
titulo
particular
de
21
de
novembro
ultimo,
comprou
a
Manoel
Ramos Barros
Pereira
e
mulher
Anna
Joaquina
da
Cunha,
da
freguezia
de
Covellas,
comarca
da Povoa
de
Lanhoso,
uma
coutada
denominada
das
Fogueiras,
de
naturesa
de
praso,
situada
nos
limites
da
predita
freguezia,
de
cuja
compra
pagou
a
respeciiva
contribuição
de
registro,
e co
mo
lhe
constasse
que
os
vendores
tem
ro
gado
com
a
mesma coutada
a
algumas pes
soas, faz
esta
declaração
para
evitar
ques
tões
futuras.
Braga 20
de
janeiro
de
1876.
(2930)
A
OPERARIA
GRAVBE
DEPOSiri» i
»
e
YIAUTII-
XAS
DK COSTURA
DE
H.
Construi
das por H. J. Petit, de
Brtixellas
i3—
Praça
de
Carlos
Alberto—
74
PORTO.
N
’
este
estabelecimento
encontra-se
á
venda
um
grande
sortimento
de
machinas
de
costura
;*
para
familias
e
costureiras,
próprias
para
todo
0 trabalho
de
obra
bran
ca
e
fina
de
côr.
Para
alfaiates,
estofado
res,
chapelleiros etc.
:
podendo
executar
toda
a
obra
de
panno
e
couro
tino.
De
lançadeira
grande
(levando 300
metros
de
fio.)
Para
calçado,
correames,
arreios
etc.
De
braço,
especiaes
para
calçado,
poden
do
metter
elásticos
e
fazer toda a
sorte
de
concertos.
—
Portáteis,
de mover
á
mão,
podendo
tara
bem
funccionar
com pe
dal,
muito
convientes
para
familias.
De
bordar,
executando
admiravelmente
toda
a
qualidade
de
bordados,
a
branco
e
cores,
em
relevo
etc.;
próprias
para
modistas,
cos
tureiras,
estofadores,
corrieiios
:
esta
ma-
china,
uma
das
maravilhas
da industria
mo
derna,
póde
fazer
a
fortuna
da
pessoa
que
a
possuir.
De
cravar
calçado, que
em
pou
cos
minutos
cravam,
parafusando
com
to
da
a
segurança,
um
par
de
calçado.
O
re
sultado
d
’este
trabalho
é
muito
superior
ao
actualmente
adoptado.
De
lavar,
indispen
sáveis
ao
uso
domestico,
recomendáveis
pela economia
que
resulta,
não
só
da
lava
gem,
como
da
conservação
da
roupa.
To
das
estas
machinas
são
acompanhadas
de
um
completo
sortimento
de
accessorios
que
facilitara
a
execução
de todas
as
obras.
Garante-se
a
perfeição
e
duração
de
to
das
as
machinas
vendidas,
e
attendendo-se
ao
perfeito
trabalho
e
á
solidez
da
sua
cousirucção
póde affoutamenle
asseverar-se
que
não
tem
rival
na
modicidade
dos
pre
ços.
A
fim
de
proporcionar
.
aos
compra
dores
todas
as
vantagens,
esta
casa
não
só
facilita
0 pagamento
por
prestações,
mas
também
a
aprendizagèm,
para
0
que
fez
vir
do
estrangeiro
um
artista
perfeito
co
nhecedor
do
machinismo, e
duas
senhoras,
para
praticamente
datem
as
necessárias
ex
plicações. Ha
completo
sortimento
de
al
godões,
linhas,
lãs
e
sedas,
em
todas
as
côres,
para
bordados
e
costura, assim
co
mo
todos
os
accessorios
e
peças
sobreseleotes
para as diversas
machinas.
Qualquer con
certo
de
que
necessitem
as
machinas
ven
didas
n
’
este
estabelecimento
será
feito
im-
mediatameote
e
com toda
a
perfeição.
Exe
cuta-se
a
preço modico qualquer
obra
de
bordados para
modistas,
estofadores,
alfaia
tes,
etc.
Este estabelecimento
tem
0
exclusivo
da
importação, das
machinas
d
’
este
auctor
em
Portugal.
Faz-se
abatimento
a quem comprar
por
atacado.
Deposito
em
Braga,
em casa
dos
snrs.
Almeida
&
Pereba.
(2904)
COMPANHIA
GERAL
BRACA-
RENSE
São
convidados
cs
snr.
accionistas
a
reunirem-se
em
assemblea
geral
no
dia
26
do
corrente,
pelas
10
horas
da
manhã,
00
escriptorio
da
mesma
Companhia, cam
po
de
D. Luiz
1
°,
para
os
fins
consigna
dos
no
art.
12.°
des
estatutos.
Braga,
19 de
Janeiro
de
1876.
O
presidente.
2929
Francisco
de
Campos
Azevedo
Soares.
ATTENÇÂO
Vende-se
um moinho
de
moer
á mão,
em
bom
estado,
moe
toda a
qualidade de
pão. Quem
pertender
falle
na
rua
de
S.
Barnabé
n.° 18
em
Braga.
(2931)
S.
Vicen
te,
Pernambuco,
Bahia,
rí
o
de
Janei
ro,
Monte
video
e
Buenos
-Ayre
s
Aceitando
também
pass
ageiros
de
3.
a
clas
se
para
SANTOS
e
RIO
GRAND
E
DO
SUL
com
tras
bordo
no
Rio
de
Jane
iro
E
sle
P
a(
I
uete
da
Companhi
a
Mwla
Beal
Ingleza
iMUXw
llijilv
sa
hirá
de
Lis
boa
em
*8
<íe
Janeiro.
Para
mais
escl
arecim
entos
dirijam-s
e
á
Agencia
Centra
l
no
Porto,
rua
dos
Inglez
es,
23
—
o
agente
Guilherm
e
C.
Tail,
e
nas
provi
ndas
ás
agencias
e
corr
es
pondências
nas
princ
ipaes
cidades
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villas.
(V«)
BANCO
DE
BRAGAN
ÇA
AGKNC
IA.
EJI
BRAGA
Praça
do
Barão
de
S.
Marlinho
Recebe
-se
dinheiro
á
ordem
e
pras
o
pelas
se
guintes
taxas
:
A
’
ordem
.........................................
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A
pras
o
de
2
mezes.
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0
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5*/
2
Faz
todas
as
operaç
ões
consignadas
nos
esta
tutos.
Os
agente
s,
(2-*)
Ferr
eira
Borges
&
C.
a
8
5 S
M
P
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C2.bSC2.
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ST
“
■5
&
1
Parte de Comércio do Minho (O)
