comerciominho_24081876_534.xml
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-
k:
ANNO 1876
FOLHA
COMMERCIAL RELIGIOSA
E NOTICIOSA
NUMERO
534 J
Assigna-see
vende-se
no
escriptorio do
editor
e
proprietário
Joti
Maria
Dias
da
Costa,
rua
Nova
n.
’
3
E,
para
onde
deve
•er
dirigida
toda
a
correspondência
franca
de
porte.
—
As
assi-
gnaturas
são
pagas
adiantadas
;
assim
como
as
correspondên
cias
de
Interesse
particular.
Folha
avulso
10
rs.
UHS
1^8
<: A-S
E2
ÂS
TERÇAS,
QUINTAS
E
SABBADOS.
P
reços
:
Braga,
anno
1^600
rs.-=Semestre
850
rs.—Prowt-
cias,
anno
2&000
rs
e sendo
duas 3&600
rs.
—
Semestre
1Ã050
rs.=2?razi/,
anno
3&600
rs.—Semestre
1&900
rs.
moeda
forte,
ou
8&000
reis
e
4&500
reis
moeda fraca.—Annuncios
por
linha
20
rs.,
repetição
10rs.
Para
os
assignantes
20
%
d
’
abatimenio.
BRAG
A—QIIYTVFEIlll
OE
AGOSTO
A
critie.
Continuamos
hoje
a
transcripção
—
en
cetada
em
o
n.°
pasmado
—d’alguns
arti
gos
de
vários
joruacs sobre
a
crise
mo
netária.
Do
«Primeiro
de Janeiro»;
«Dissemos
no
precedente
artigo que
os
perigos
que
ameaçam
os
bancos,
o
commercio,
a
industria,
e
a
riquesa
pu
blica,
podiam
coojurar-se,
fasendo
desap-
parecer
a
maior
parle
do papel
supe
rabundante
dos estabelecimentos
de
credi
to.
Para
conseguir
este
resultado
é
mis
ter
supprimir
a
maior
parte
dos
bancos
novamente
creados,
fundindo-os
em um
ou
dous
como
mais
conveniente
ou
mais
realisavel
fòr.
A
lusão
equivale
á
liquidação
dos
ban
cos
que
se
fundirem.
Podíamos
ter
apro
veitado
as
tregoas,
que
tiveram
logar
des
de
maio
a
julho
últimos,
para
esta
liqui
dação
voluntária;
e
alguns
exforços se
íi-
seram
n'esse sentido,
que
infelizmente
nem
foram
seguidos,
nem
secundados
pelos
ver
dadeiros
interessados,—
os
accionistas
dos
bancos,
e
o proprto
commercio.
O
que se
não
fez
então, é
urgente
fasel-o
hoje,
e
ha-de
fazer-se
mais tarde
violentameute,
com
gravíssimas
perdas,
com desastre
ge
ral,
se
não se
quiser
lançar
mãos
de
meios
que
permitiam
chegar
ao
mesmo
fim
com
menor
somma
de
sacrifícios.
Alguns bancos
pediram já
moratórias:
são
em
iodo
o
caso
e
pelo menor liqui
dações
parciaes,
que
applaudimos. Outros
serão
cedo
ou
laide
obrigados a
recor
rer a
este
meio,
se
não preferirem
con
tinuar
a faser
enormes
sacrifícios,
para
mais
tarde
serem
obrigados a
uma
liqui
dação
total
e
desastrosa.
Ninguém lucra
com
este
addiamenlo;
todos
interessam
em
pôr
as
cousas
no
são.
Abrir
fallencias
aos
bancos,
é um
passo,
a
nosso
ver,
errado.
Credores
e
accionistas
leem tudo
a
perder,
se entregarem
as
suas
massas
aos
tribunaes
para
n
’
elies
seguirem os
morosos
tramiles de
uma
liquidação
for
çada,
cheia
de incidentes,
de
tropeços,
de
formalidades,
e
de
despesas, que
com
a
nossa
defeituosa
legislação,
só
servem
pa
ra
desfalcar
os
valores
em
liquidação,
e
demorar
a
repartição
do
que se apu
rar.
Comprehende-se
a
abertura
de
uma
falleucia,
e
o
emprego
de
todas
as
for
malidades legaes,
quando se
receia o
ex
travio
e a
dissipação
do
activo.
Mas
este
não
é
o
nosso
caso.
Os
accionistas
e
os
credores
nomeam
os
seus
liquidalarios
em
numero
egual;
o
interesse de
uns
e
de
outros
é
liquidar
o
melhor
e
o mais
depressa
possível. Mui
tos
dos
credores
serão também
accionis-
tas, senão
do
mesmo
banco
de
que
são
credores,
de
outro
qualquer
em
liquida
ção;
farão
por
interesse proprio,
tudo
quanto
seja
em
interesse
commum;
nada
ha
que
receiar
por
esse
lado.
Vejamos
agora
como
se
ha-de
faser
a
liquidação.
Como
aqui
não ha
contestações
de
créditos
nem
de
piivilegios,
tudo
se
re
duz
a
liquidar o
activo.
Esle
consiste
prin
cipalmente nas
letras
em carteira, e
nos
papeis de credito
de
conta
própria
ou
de penhores e cauções.
Aquellas
serão
mais ou
menos
cobráveis
com
o
tempo
e
usando
da
da
necessária
prudência.
Os
papeis
de
credito
consistindo
principalmen-
le
em
acções
de bancos,
não podem
pela
maior
parte liquidar-se pela
veoda;
mas
podem
liquidar-se
pela troca.
Suppoohamos
os
bancos
A,
B,
C,
D,
etc.
O
banco
A
possue
de conta própria
ou
de
penhores
e cauções
500
contos
de
acções
dos
lanços
B,
C,
D,
etc.
e
a
seu
turno
cada
um
d’estes
bancos possue
uma
certa
somma de
valores
em
acções
dos
outros.
Cada
um
troca
pelas
suas próprias
acções
as
acções que
possue
d
’
aquelles;
suppouhamos
que
d
’esta
maneira
o
banco
A,
que
tem
1:000
coutos
de
capital
emit-
tido, recebe
acções
do
seu
proprio
banco
(em
troca
das
que
possuía
dos
outros)
que
com
as
de
conta
própria,
ou
que
lhe
serviam
de
cauções
ou
penhores
perfasem
500
contos.
O seu
capital
lida
logo
re-
dusido a
metade
do
que
era,
e
o
banco
pode
e
deve
queimar
esse
papel,
que real
mente
não representa
accionistas
verdadei
ros;
os
respectivos
devedores,
que
haviam
dado
de
penhor
esses
papeis,
liquidaram
a
sua conta
como
seja
ajustado,
pela
im
portância d
’
esse
penhor,
deixaram
de ser
accionistas
porque
as
suas
acções
passa
ram
a
ser
propriedade
do
banco,
e
o
ca
pital
d
’este
ticou
redusido
ao
que
realmen-
le
era.
e
por
conseguinte
o
quinhão
com
que
ca
da
antigo
banco
correria
para a
creação
do
novo
banco.
Distribuído
este
quinhão
pelos
accionistas
e
convocados
estes em
assembleia
geral,
ahi
decidiriam
entrar
pa
ra
a
nova
sociedade
lodos,
ou
retirarem-
se
para
acabarem
de liquidar
aquelles
que
assim
o
preferissem.
Os
bancos
das
províncias
deixariam
de
ter
existência
propria
como
bancos.
En
trariam
lambem na
liquidação
e
na
for
mação
do
novo banco,
e
se
converteriam
em
succursaes
do
novo
estabelecimento.
O
negocio
da maior
parte
d’
esses
bancos
faz-se
com
efTeito
n
’esta
cidade,
o
seu
movimento
local
não
exige
uma
existência
propria
e
independente.
A
concorrência
u
’
esta
cidade
das
caixas
filiaes
d’estes
ban
cos
só
serve
para
os comprometter
pela
lu-
cta
dos
interesses.
Onde
tantos
se
oflere-
cem
só resta
a
procura
de
especulações
aventurosas,
e
o
recurso de
alargar
leme-
rariamente
o
credito,
como
infeiizmente
os
factos teem demonstrado.
Poderá
hesitar-se
em
dar
este passo?
Mas
porque
é
que
se
não
havia
de
dar?
Ha
ahi
algum
banco
dos
moderna
mente
creados
que
se repute tão
inviolá
vel
que
não
seja profundamenle
aflecta-
do
pelo
estado
geral
?
Não
ha
nem
pode
haver.
Se
os
pró
prios
bancos antigos
teem
soflrido,
se
o
proprio
banco
de
Portugal,
a
não
ser
a
sua organisação
excepcional
e
anómala,
não
poderia
eximir-se
da
desgraça
geral,
porque
hão-de os
bancos
novos
hesitar
em
seguir
o
caminho
opposlo
áquelle
que
,produsiu
todas
as
difficuldades
que
estamos
vendo?
Até
aqui ailegava-se
o
receio
do
descré
dito
d
’
aque>le
que
desse
os
primeiros
pas
sos;
mas
esse
receio
desappareceu
infeliz
mente
com
os
successos
d
’
estes
últimos
dias.
Não
ha
que
appellar
para
uma fal
sa
vergonha.
E’
mister
não
disfarçar nem
sofismar
a
verdade;
e
quanto
mais
se
hesitar,
tanto
peores
serão
as consequên
cias.
O
publico
não
se
illude
com
as
ap-
pareocias em
épocas
como
estas que atra
vessamos;
pelo
contraiio
o
melhor
meio
de
inspirar
confiança
é*
expôr
factos
e
en
carar
resolutamente
os
perigos.
Os
limites
d
’
esie
artigo
não
consen
tem
que
sigamos no desenvolvimento
das
ideias
expostas.
E
’ possível
que
estejamos
em
erro;
mas
se
conseguirmos
chamar
a
Feita
esta
mesma
operação
a
respeito
dos
bancos B, C,
D,
etc.,
acontecerá
que
só
por
este
simples
meio desappareceu
do
mercado
uma
enorme
quantidade
de
papel
beticio,
sem
que
ninguém
perdesse,
aotes
com
lucro
de
todos.
Resta
ainda
uma porção
importante
de
valores
de carteira
representados
por
ac
ções de
bancos e
companhias que
não
entraram
na
liquidação.
Mas
se
não
en
traram
na
liquidação
deve
considerar-se
que
a
collocação
das
suas
acções
está
feita
pela
maior
parte
de
modo
definitivo,
e
apenas
uma
pequena
parte
se
offerece
no
mercado,
ou
se
vae
empenhar
em
bancos.
Estes
titulos
podem
repular-se
uma
col
locação
rasoavel,
e
acceitar-se
em
gran
de
parte
como pagamento
do
passivo
dos
bancos
em liquidação.
E
porque
não
se
riam
acceites?
Por
ventura
haverá
hesi-
taçõqs
em
conhecer
um papel que
tem
mais
ou
menos
venda
regular
no mercado
em troca
de uma
promissória
que
nin
guém
desconta
senão
com
grande
usura?
E
não
será
do
interesse
do
credor
pre
ferir
esta
forma
de
pagamento
imrlp
ito,
contanto
que lhe
cubra
o
seu
creu"
*
?,
do
que
esperar
ainda
por
largo
tempo
o
seu
pagamento
em distribuições ou
rateios
suc-
cessivos
?
Para
aquelles a
quem
conviesse
outra
forma
de
pagamento
ainda
ha a
realisação
dos
outros
valores
do
activo;
o
das
letras
em
carteira
principalmente;
o
de
que
se
lôr
recebendo d
’outros
devedores,
em
se
gundo
logar;
e
finalmente
o
de
acções do
novo
banco
constituído
com
o
resto
do
capital,
ou
com
o
capital
real
de
todos
os
bancos
em
liquidação.
Para
a
fusão
e
constituição
do
novo
banco
não
é
mister
esperar
que
todos
os
bancos liquidem
inteiramente
o
seu
pas
sivo.
Desde
que
os accionistas
resolvam
esta
liquidação
parcial
e
esia
fusão,
cada
banco
delegaria
um
liquidatário
gerente,
que
com
os
dos
outros
bancos
associados
para
este
fim,
effectuaria
a
troca
mutua
dos
papeis
de
credito
uns
dos outros,
iquidaria
assim
as
dividas
de
grande
par
te dos
seus
devedores;
separaria
os cré
ditos
em
liquidação
de
uns
e
outros
para
constituírem
conta
separada
de
cada
um,
e
cujo
apuramento
faria
variar
mais
ou
me
nos
ó
activo
liquido
dos accionistas;
sub
stituiria
as
antigas
acções
por titulos pro-
visorios,
até
que,
pagos
todos
os
passi
vos,
se
apurasse
o activo
real
de
cada um
sairemos
d’
aqui...,
disia
elle,
e,
voltando-
se
para
os
quatro
homens
que ahi
se
acha
vam, indicava-lhe
com
olhar
significativo
que
não
viveria
muito
tempo.
—
Julguei...
que...
tinha...
remedio?
lerguntava
o moribundo
com
esforço.
—
Parece-me
que sim.
E
a
do
moribundo retomava
vista
por
um
momento
o
seu
brilho.
Baptista
não
dizia nada,
mas
os
seus
tres
companheiros
apoiavam
as
palavras
do
medico
e
consolavam
o
infeliz contan
do-lhe
ainda,
—terrivel
coragem
n’
um
mo
mento
tão
solemne,
—
algumas
d
’aquellas
historias
escandalosas,
de
que
o
thio
La
joie
gostava
outfora
de
juntar ás
suas
conversas.
O
medico sahiu
dizendo
:
—
Vamos,
vamos
tudo
vae
bem.
Até
á
vista
thio
Lajoie.
A
’
manhã
estarás
me
lhor.
—Até...
á
vista...
senhor... Tirsang.
E
a
Baptista
que
o
acompanhava
até
á
porta:
—
Não
póde
viver
mais
do
que
uma
hora,
disse
o
snr.
Tirsang.
Um raio
de
alegria
passou
nos
olhos
de
Baptista,
alegria
egoista
do
herdeiro
que
se
vê
em
pontos
de se
apoderar
da
presa
que
deseja
ha
muito tempo.
HISTORIA
»’
UM OESCONHECIDO
V
O
fim
d
’
uma
vida
alegre.
[Continuação]
—
Tomai
sentido,
Baptista,
assumis
com
isso
uma
grande
responsabilidade.
Poderia
pelo menos
ver
o
snr.
Tirsang?
—Se
quereis,
vou
pergunlar-lh
’
o?
—
Pois
sim.
Dois minutos
depois,
não
foi
Baptista
que
voltou,
mas
uma
outra
pessoa
que
o
cura
não
conhecia e
que
linha
o
ar
d
’um
operário,
trajando
o seu
facto
dominguei
ro.
—Poderei
fallar
ao snr.
Tirsang,
per
guntou
o
cura.
—
Impossível
snr.,
está
muito
occupa
do
junto
do
doente.
—
Esperarei.
—Inútil,
snr.
De
mais,
devo dizer-vos
que
é
a
vós
precisamente
que
o thio La
jeie
recusa
ver.
E
exprimiu-se
formalmen
te
a
esle
respeito.
Viveu
como
livre
pensador,
sem
essa
imaginação
que
se
chama
Deus;
quer
mor
rer
como
viveu,
sem
padre
nem
Deus.
E
’
a
sua
vontade
expressa;
a
vontade
d
’um
moribundo
é
sagrada.
—Estaes
certo
do
que
propondes,
snr.?
—
Se
não
acreditaes,
lêde.
O
cura
pegou
no
papel que
se
lhe
offe-
recia; viu
a
triste
confirmação
do
que
se
lhe dizia,
e,
no
fim
da profissão
de
fé
solidaria,
a
assignalura
quasi informe
de
Lajoie.
Elevou
ao
céo
os
seus olhos cheios
de
lagrimas,
cortejou,
e
retirou-se.
A
porta
fecliou-se
incivilmente
nas
suas
costas,
e
elle
poude
ainda
ouvir
esta
odio
sa
frase,
acompanhada d
’
uma
risota
infer
nal.
,
—Enterrado
cura
1
O
quarto
em
que
o
thio
Lajoie ge
mia
em
seu
leito
de
soffrimento,
apresen
tava
um
bem
triste espectaculo.
Lajoie,
cujo
nome
não parecia
mais
a esta
hora,
do
que
uma
cruel
ironia,
respirava
cus
tosamente
e
só
lovantava
as
suas
vistas
quasi
extinctas
para
os
que
o
cercavam.
Via-se
que
ainda
estava
em
perfeito
esta
do
mental,
mas
que
apenas
tinha
forças
para
agitar os
braços
e
pronunciar
algu
mas
palavras.
De
tempos
a
tempos
o
medico
lhe
to
mava
o
pulso:
j
—
Bom
pulso, bom
pulso
1
thio
Lajoie,
—Catharina...
disia
debilmente
o
mo
ribundo
á
sua criada,
quando
entrou.
Que
é,
snr.
?
—
Sinto-me
.,
muito...
mal...
—
Animo
!
snr.;
o
medico diz
que não
vae
mal.
E depois
d
’
um
momento
de
silencio
:
—Catharina
!
—
Senhor
?
—Aproxima-te...
Catharina.
E abaixado
ainda
a voz
:
—
Catharina... sinto...
que
morro...
o
snr.
cura...
—
Fallaes
do
snr.
cura?
perguntou
um
dos
obreiros.
Quereis
mandal-o
chamar?
Essa não
seria
má
..
O
pobre
Lajoie
fechou os olhos
e
ou
viu-se-lhe
dizer com
voz tremula
:
—
Não...
—
Ora
chamar
o
snr.
cura
não
quere
mos.
Não
somos
crianças,
não
é
assim
thio Lajoie,
para
receiar
todos
os
papões
que inventam
os
curas?
O
thio
Lajoie
não
retrucou nada.
De
pois,
de
repente,
levantando-se,
com
um
movimento
convulsivo
:
—
O
snr.
cura I
disse
com
uma
voz for
te
que
não
era
de esperar
em
um
tel
es
tado
d
’
enfraquecimento.
I
(Ci/nlinua)
attenção
dos
mais
competentes
para
o
es
tudo
e descobrimento de remedios
melho
res,
ficará
preenchido o
nosso
fim
e
sa
tisfeita
a nossa
missão E
’
pelo
choqoe
das
ideias
e
pela
controvérsia
das
opiniões
que
a
verdade
se
apura,
e
a
luz
se
faz nos
mais
intrincados
ptoblemas
»
Do
«Direito»:
«O
governo decretou uma
moratoria
por
60
dias
a
contar
do
dia
18
do
cor
rente
para
suspensão
de pagamentos
de
letras,
notas,
promissórias,
depositos,
tí
tulos
coramerciaes
e
fiduciários
entre
par
ticulares,
bancos
e
companhias.
Não diremos que
o
governo
andara
mal.
mas
parece-nos
que
essa
moratoria
não
devia
ser
tão
ampla.
Que
deveria
ser
concedida
a
lodos
os
estabelecimentos
de
credito
públicos
ou
particulares,
mas
que
na
parte
que
diz
respeito
a
depositos
á
ordem
se continuasse
a
pagar
aos
depo
sitantes
até
onde
chegassem
as
forças
do
estabelecimento,
porque
ha
muitas pessoas
qoe
teem
alli
dinheiros
depositados
para
as
suas despezas
diarias
e
semauaes,
e
que
não
leem
outros
meios
de
que
pos
sam lançar
mão
para de prornpto
fazer fa
ce
a
essas
despezas necessárias
e urgen
tes.
Todas
as
semanas
ou
de
tempos
a
tem
pos
alli mandavam
buscar
o
dinheiro
não
só necessário
para
as
despezas
da
ca
*
a,
mas
também
pata
pagar
as
terias
de
esta
belecimentos
ou
de
obras
que
trazem
em
construcção,
e
não
tendo
outros
recursos
terão:
uns
de
fechar
as
portas
dos
esta
belecimentos,
outros
de
parar
com
as
obras
e
todos de
se
verem
em apuros
para
po
derem
governar
a
sna vida
domestica,
e d’aqui
resultarão
não
pequenos
emba
raços.
Nós
bem
sabemos que
quando
os
ban
cos
recebem dinheiro
á
ordem
não
é
pa
ra
os
lerem quietos,
cem
também
para
os
pagarem
lodos
em
tropel,
mas
para os
irem
entregando segundo a necessidade do
depositante;
ora nas
circunstancias
actuaes
nem
os
depositantes
deviam
cahir
lodos
de
tropel
sobie
os
bancos
nem
estes
ne
garem-se a
entregar
lhes
uma
quantia
ra-
soavel;
a isto
não
alteudeu
a
moratoria,
mas
é de
rigorosa
justiça
e
é
de
esperar
que
as
direcções
dos
bancos
atten
dam
até
aoude
chegarem
suas
forças.
Também
nos
parece
de
rigorosa
justi
ça.
que
o
governo,
concedida como
con
cedeu
a
moratoria
geral a
todos os
esta
belecimentos
bancarios,
públicos
e parti
culares,
não
durma
sobre essa
moratoria,
mas
o
quanto
antes
exija
de
lodos
elles.
e pelos
meios
ao
seu
alcance,
um balan
ço.
não
um
bJauço gracioso,
mas
um
balanço
rigoroso
em
que
mostrem
o
seu ver
dadeiro
estulo
não em
valores
(icticios
mas
reaes
e positivos, e
isto
cora
a
res
ponsabilidade
das
direções
e
aquelles es
tabelecimentos
que
mostrarem
á evidencia
que
0
seu
activo
é
superior
ao
seu
pas
sivo
e
que
não
ha o
menor
receio
de
darem
prejuízo
a
sea
credores
que
lhes
aproveite
a moratoria;
mas
aquelles que
se
provar
o
contrario
que se lhe alran-
quem as
portas
e
que
se
liquidem
porque
quanto mais tempo
durarem
mais
prejuízo
darão,
e
para que
se
não
diga
que
a
mo
ratoria
serviu
de
capa
a
traficantes,
e
de
eseuxio
a
velhacos,
por
não
dizer
outra
cousa.
Se
o
governo
assim
andar
procurando
o
interesse
e
bem
gerai,
parece-nos
que
ain
da
quo
a
opposição
grite
e
torne
a
gritar,
a
opinião
publica
será
sempre
com
elle.
O
mal
é
grande
e
para
se
evitarem
maiores
consequências
carece-se
de
um
re-
ruedio
heroico;
appliqne-ih
’
o
o
governo
que
pode
e
deve.
E’
necessário
pôr
uia
freio
a
esses
ambiciosos
que especulam á
custa
do
alh«io
®
sempre,com
interesse
proprio.
As
soaiedades
anonymas oodem
servir
de capa
para
foda
a
casta de
veihacadas
e
trati-
cancias.
Não
se
guarde
o
governo
para
o
fim
dos-
sessenta
dias para
deliberar
a
respei
to.
dos
estabelecimentos
bancarios que
a
opi
nião publica
aponta
como
doentes;
appli-'
que-lhe
desde já o remedio
que
a gravi
dade da
moléstia
reclama,
para
que o
mal
não
aogmente,
e
se
vão
diga
de
futuro
que
o
governo
foi
o
culpado.
O
tempo
urge.»
Continuaremos.
_
----
.-.ise
•
-----------
Portaria do
snr.
Bispo de Eamegn
apprnvnndo e
recsmmendaiitlo
o
magnifico livro
intitulado <r .4
Egreja
Triunfante no
Concilio do
Vatieáno» pelo dr. Maupie-I,
ver
tido pelo
notável eseriptor ea-
tholieo
e nosso distinetissimo
eollaborador
e amigo o exe.mo D.
Miguel Sotto-Mayor.
D.
ANTONIO
DA
TRINDADE
DE
EtS-
concellos
Pereira
de
Mello,
por
mercê
de
Deus
de
Deus
e
da
Santa
Sé
Aposlolica
Bispo
de
Lamego,
Camarista
secreto
su
pranumerário do
Summo
Pontífice
Pio
IX,
Prelado
assistente
ao
solto
Pontifício,
do
Conselho
de
Sua
Magestade,
Par
do
Reino,
etc.
Ao
Revd.0
Clero
e
Fieis
da
Nossa
diocese
Saude,
Paz
e Bênção em Jesus
Christo.
Fazemos
saber,
que
tendo
presente
e
examinado
o
livro,
que tem
por
titulo
—
«A
Egreja
Triunfante
no
Concilio
do
Vati
cano»—
versão
Porlugueza
feita
sobre
a
ver
são
Franceza
do
Dôctor
Maupied,
por
D.
Miguel
de
Sotto-Mayor
;
editora
a livraria
Porlueuse
de
Manoel
Malheiro,
e
conside
rando
que
a
todo o
fiel
corre imperioso
e
grato
dever de, quando
lhe
seja
possivel,
conhecer,
abraçar
e
professar
com
affec-
to,
e
ensinar
com
caridade
ao
proximo
as
doutrinas,
maximas,
leis,
decretos
e
do
gmas, que
a
Santa
Egreja
Catholica Apos
tólica Romana propõe
á
crença,
observân
cia e
profissão
dos
fieis
:
Considerando
que
no
sagrado
Concilio
do
Vaticano,
assisti
do,
influído e guiado
pelo Espirito
Santo,
foram
definidas
doutrinas
e
verdades,
que
sendo
sempre abraçadas
e
professadas
pe
la
Santa
Egreja
não
estavam
ainda
decla
radas,
proclamadas
e
mandadas
observar
como
dogmas
de fé
:
Considerando qui
*
as
definições
dogmalicas
do
mesmo
Concilio
formam
e
constituem
parte
integrante
da
fé
catholica,
sem
a qual
(como
ensina
o
Aposiç^j
Sant
’
Iago)
é
inípossivel
agradar
a
Deu&t
e
cuja
inteireza
(como
ensina
o
symbolo
Atlianasiano;,
é
indispensável
pa
ra
a
salvação:
Considerando
que
no
men
cionado
livro
se
encontram cartas
pasto-
raes
de
insignes
Prelados,
e explicação
dogmatica,
filosófica
e
histórica
dos
de
cretos
do mesmo
Concilio:
Considerando
que
estando
publicado
em
linguagem ver
nácula
aquelle livro,
por
elle
pódem
os
fieis
conhecer
não
só
os
decreto do
sagra
do
Concilio,
que lhes cumpre
abraçar
e
professar
com respeito e
humildade,
mas
Sinda
os
erros,
desvarios, paradoxos,
he
resias,
astúcias,
argúcias
e
seducções da
impiedade,
que
occasionaram
os
mesmos
decretos
e
definições
dogmalicas
:
Consi
derando
que
n
’
estes
infelizes
tempos
os
ini
migos
da
salvação
não
piram
em
seus
perversos
intentos
de,
por
todos
os
meios
que
lhes
offerece
a
fraqueza
humana,
a
vio
lência das
paixões,
a
lisonja
dos
sentidos,
a
avareza,
os interesses
materiaes,
o
egois-
mo
e
amor
proprio,
procurar
e
promover
a
descrença
geral
e
negação
da
exislencia
de
Deus
e
de
toda
a
ordem
sobrenatural,
é
necessário
que
os
tieis
estejam
explici-
tamente
instruídos
nas
crenças
catholicas,
a
fim
de,
(como
ensina
o
Apostolo
S.
Pe
dro)
poderem
resistir
fortemente na
fé
aos
inimigos
da
salvação:
Approvamos
e
mui
to
recomendamos
aos
nossos
amados
dio
cesanos
a
aequisição
e
leitura
do
mencionado
livro,
e
a
todos
rogamos
que
implorem a
graça
do Senhor
a
fim
de
acreditar
o
que
lerem
e
proféssa-r
com
affecto
e
humilda
de
a
fé
da
Santa
Egreja
Catholica,
e
uni
dos
com
ella em
sua
fé
e
observância
dos
preceitos
n
’
esta
vida
de
peregrinação
a
acompanhem
e
gozem
na
bem-aventuran
ça eterna
a
corôa
de
gloria que
está
pro-
mettida
aos
que
acreditarem,
ensinarem
e
praticarem
as
leis
do
Senhor.
Dada
no
Paço Episcopal
em
Lamego
sob
Nosso
signal
e
seflo
aos
12
d
’
Agosto
de
1876.
A.,
BISPO DE LAMEGO
O
Conego
Secretario,
Antonio
Cardoso Pinto.
GAZETILHA
Romaria da
Virgem
liniiiaeii-
lada,
no
monte do Sameiro, gu-
biirbio» de
Braga
—
Terá
logar
no
domingo 27
do
corrente
esta
luzida
e
devota
romaria,
para
que
se convidam
to
dos os
fieis
A’s
7
horas
da
manhã
sairá
do
tem
plo
do
Bom Jesus
do
Monte
uma
procis
são de
preces
em
visita
ao
monumento,
onde
se
cantará
um»
ladainha,
e
haverá
sermão
pelo
revd.4
João
Rebello Cardoso
de
Menezes.
A
’
s
10
horas,
exposto
o
SS.
Sacra
mento
na
egreja
do
Bom
Jesus
do
Monte,
cantar-se-ha Tertia
solemne
por
grande
numero
de
ecclesiasticos
da
irmandade de
S.
Pedro, e
em seguida
a
missa.
De
tarde,
pelas
5
horas,
dar-se-ha
co
meço
ás
vesperas
solemnes,
findas
as
quaes
haverá
novo
sermão
pelo mesmo
orador,
já
mencionado,
concluindo-se
a
festividade
com
um
soleronissimo
Te-Deum
e
bênção
do
SS.
Sacramento.
Logo
desde o
romper
do
dia
se
acha
rão
no
templo
do
Bom
Jesus
confessores
para
ouvir
de
confissão
os
penitentes,
que
queiram
lucrar
a indulgência plenaria,
concedida
por S.
S.
Pio
IX
a
todos
os
fieis,
que,
coofessaodo-se
e
commungando,
visitarem
a
mesma
egreja
3
orarem
se
gundo
a
intenção do
mesmo
Pontífice.
Fieis
I
a
devoção
á
Virgem
Immacu-
lada
salvará
o
mundo,
valerá
á
sociedade.
Eia!
não
desaproveiteis
tão
propicia
oc
casião
de prestar
vosso
reconhecimento
á
terna
Mãe
de
Jesus.
Festividade.
—
No
proximo
domingo
celebra se
na
capella
do
Recolhimento
de
S Gonçalo
(Convertidas)
a festa
ao
SS
e
Immaculado
Coração
de
Maria,
havendo
missa
cantada
e
sermão
prégãdo,
por de
voção, pelo
snr.
abbade
de
S.
Pedro
de
Maximinos.
Precede
esta
festividade
uma
novena
a
musica,
tando
em
algumas tardes
ha
vido
praticas
feitps
pelo
snr.
padre Joa
quim
José
Alves
de
Moura,
do
collegio de
Santa
Quiteria.
No
sabbado
cantar-se-hão
vesperas.
E
’ o
primeiro
anno
que
esta
devoção
se
celebra
n
’aquel!e templo,
por
iniciativa
<lo
snr.
João
Alfredo
da
Luz Pereira da
Silva.
Notieins tbeatraes.—
Com
O
boni
to
drania A
morgadinha
de
Vai-flor,
origi
nal
do
snr.
Pinheiro
Chagas,
fez ante-hon-
tem
o seu
beneficio,
no
lheatro
de S.
Geraldo,
a
nossa primeira
aclriz,
Emilia
Adelaide.
O
desempenho
foi,
em geral,
excellen
te,
distinguindo-se
Emilia
Adelaide
(Leonor)
Álvaro
(Luiz
Fernandes],
Gertrudes
[Mor
gado],
Camiilo
[Capilão-mór], e
Joaquma
Amélia [Mariquinhas].
Em homenagem
á
verdade,
devemos
dizer
que algumas
scenas
do
primeiro
acto
pareceram-nos
menos
regularmente
desem
penhadas,
e
entre
essas
a passada
entre
Leonor
e
Luiz
Fernandes, uma
das de
maior
effeito
do
drama.
Álvaro,
porém,
íoi
sempre
o
aclor
consciencioso,
intelli-
gente
e
distinetissimo. Por
vezes,
no
de
curso
do
drama,
inexcedivel.
Joaquina
Amélia disse
o seu
papel,
quasi
sempre
com
encantadora naturalida
de
;
no
nltigio
acto, porém,
foi
simples
mente
soffrivel.
Gertrudes
revelou-nos
dotes
artísticos
muito
apreciáveis.
Camiilo
desempenhou
bem.
Enchente completa.
N
um
dos
intervallos
distribuiram-se
uns
bonitos
versos
firmados
por
B.
N.,
véo transparente
sob
que
se
occulta
um
joven
poeta
de
muito
merecimento.
Triiinferenei^
de festividade.—
A
festividade
de
N.
Senhora
da
Piedade,
em
Guadalupe,
que
estava
annunciada
pa
ra
os
dias
19
e
20,
ficou,
em razão do
mau
tempo
que
esteve
n
’
aquelles
dias,
transferida
para
os
dias
26
e
27 do
cor
rente.
Tele0ramm«8 de
Eiebea.
—
Lis
boa
22.
—
O
«Diário»
publica:
Portaria
de
clarando
que o
governo
paga
e
diversos
bancos a
importância
das
somas
adianta
das
por
elles,
para
pagamento
ás
classes
inactivas, devendo esses
bancos
restituir
os
tilulos
recebidos
em
caução;
aviso
de
que
no
dia 24
do
corrente começa
o
sorteio
das
relações
de
juros
de
inscripções.
As
cousas
hoje
correram
como
hontem.
Chegaram 50.000
libras
para
o
London
Brazilian
Bank.
—
Nada
ha
de importante.
Os
Bancos
Lisitano
e
Ultramarino só
pagarão
quando
vier
dinheiro
de
Londres.
Espera-se
que
appareçam ámanhã, no
«Diário»,
explicações
ao decreto
da
mora
toria.
Na
Bolsa
venderam-se
hoje
os
seguin
tes
tilulos
:
Obrigações
dos
caminhos
de
ferro
do Minho
e Douro,
9^000
réis;
ins
cripções
d
’
assento,
vendidas
por ouro,
46,60
e
47,50; fundos hispanhoes,
vendi
dos
por
notas,
12,50.
InstruefSo
pwhlíea.—
Foram
crea-
das
duas
cadeiras
de
instrucçào
primaria
no
districto
de
Leiria,
uma para
a
fre
guezia
de
Amor,
e
a
outra
para
a da
Barreira.
O
padre Ventura.—
Viajando
pela
Italia, por
um
dos caminhos
de
ferro,
o
padre
Ventura,
cujas
conferencias
na
egreja
de
Nossa
Senhora
de
Paris, lhe grangea-
ram
grande
e
justa
reputação,
ia
a
seu
lado
um
cavalleiro
de
estatura
collossal,
e
modos
arrogantes, que parecia
querer
dominar
na
carroagem.
O
bom
do
padre,
que
levava
o
sei»
breviário,
e
alguns
papeis
debaixo
do
bra
ço,
buscou
alliviar-se
d
’
aqtielle
embaraço,
e
collocou
os
objectos
mencionados entre
elle
e
o
cavalleiro;
mas
este,
irritado, pe
gou
em
tudo,
e
o depoz
a
seus
pés.
O
padre Ventura
sem
nada
dizer,
le
vantou
os papeis,
e
os
tornou a
collocar
no
mesmo
logar.
Isto
inflammou
o
ca
valleiro, que, cheio
cheio
de
cólera,
ex
clamou:
—
Senhor,
eu
sou
francez,
e
não quero
esquecer
as
regras
da
civilidade.
O
padre
Ventura,
com
o
maior
soce-
go,
lhe
respondeu:
—
Pois,
eu,
senhor,
sou
siciliano,
e
não
quero
esquecer
as
vesperas.
O
padre Ventura,
alíudia
ás
celebres
vesperas
sicilianas,
em
que
os
francezes,
senhores então
da
Sicilia,
foram
extermi
nados
pelos
habitantes,
que
se
haviam
conjurado
contra
elles.
O
francez,
vendo
que
linha
um
con
trario
de
lauto
valor
como
espirito,
pro
curou
congraçar-se
com
elle,
e acudindo
com
urna resposta adequada,
entabolou
uma
conversação,
que
durou
toda
a
jor
nada.
O
«Lammamoor».—
Dizem
de Lon
dres
que
se
considera
perdido
um
grande
vapor
de
ferro,
o
«Lammamoot»,
que ia
de
Calcuttá
para
Demarara,
e
que,
além
da
tripulação,
levava a
bordo
300
emi
grantes
chinas. O
«Lammamoor»
saiu
de
Calcultá
a
4
de
f
vereiro,
e
não
tem
ha
vido
noticias
d
’elle.
Bna
nova.—
O
«Commercio
do Porto»
de
22
dtz
o
seguinte:
Vimos
hontem á
noite
um telegramma
de
Londres
dirigido
a
um Banco d
’
esla
praça,
e
cuja
traducção
é
a
seguinte:
«Foi
contiactado
o empréstimo
de
700:009
libras
com
Baring
Brothers,
e
de
300:000
cora
o
Credit
Lyonnais. O
dinhei
ro sahe
de
Londres
em
23 do
corrente.
Este dinheiro
será
entregue
aos Bancos
em
pagamento
dos
adiantamentos
feitos
ao
governo
para
as
classes
inactivas
»
Para
que
se
comprehenda
melhor
a
boa
nova
que
commutiica
este
telegram-
ma,
diremos que
o
empréstimo
de
1.000:000
libras
foi
levantado
em
Londres
e em
Paris
pelo
governo.
N
’este
empréstimo
to
mam parte
todos
os
Bancos
que
tem
con
tracto
com
o governo para o
pagamento
das
classes
inactivas
do
Estado, cedendo
cada
um
dos
mesmos
Bancos
como
garan
tia
os
títulos
de
diviJa
publica
que
tem
recebido
como
caução
dos
seus
adianta
mentos.
Calcula
se
que
em virtude
d
’
esta
ope
ração
virão
para
o Porto
900
a
1:000
contos de
reis.
E’
esta,
segundo
nos
consta,
a
ope
ração que
foi
discutida
hontem
na
reunião
dos
directores
de
Bancos.
Revista de
França.
—
Em
Pariz,
trata
se
de
canalisar
o
Sena, de
fórma
que
fique
transformado
n
’
um
porto
de
mar.
Dizem
que
esta
empresa, está
muito
pró
xima
da
sua
rcalisação
e
assim
vae collo
car a
grande
capital
de
França,
n
’
uma
posição
vanlajosissima.
—
Todo
o
cuidado
é
pouco,
e
para
o
provar
basta
ler-se
o seguinte:
O
revd.
0
parocho
de
Marleus
de
Risien.
perto
de
Sainl
Gaudens
na
Diocese
de
To-
losa,
celebrava
missa
em
casa
d
’
tim
col
lega
e
vismho,
por occasião d’
uma
cere-
monia solemne;
acabára de
commuiigar
sob
a
espécie
do
pão, quando tendo
to
mado
o primeiro
golo do
liquido
contido
no
calix,
cahiu
como
que
fulminado
no
degrau
do
altar.
Começára
a
absorver
aci
do
sulfurico,
chamado
vulgarmenle
vitrio-
lo.
Um
engano
da
pessoa
que
ajudava
á
missa
quando
tinha
ir buscar
o
vinho
ne-
sessario,
causou
aquella
desgraça.
O
cele
brante
foi
transportado
á
sãchristia n’um
estado
facil de
comprehender,
no
meio
da
commoção geral.
Espera-se
que
o inci-
(Jente
não
terá
consequências
desastro
sas.
—
Os
veneráveis
cardeaes,
arcebispos
e
bispos, fundadores
da
Universidade
Ca-
tholica
de
Paris,
acabam
de
representar
contra
o
projecto
oflicial
que
tem
por fim
diminuir
a
importância
das Universidades
Catholicas,
cassando-lhes
o
direito
da
con-
ferição
dos graos
académicos
ou universi
tários.
Os
referidos
prelados, dirigiram-se
ao
presidente
do
conselho
de
ministros,
mas
fizeram scienles
da
justa
representa
ção
»
todos
e
a
cada
um
dos
senadores
e
deputados
em
VersaiUes.
A resolução
annuociada
é
digna
do
Episcopado.
Wespaeltos
jmliciaes.—
Bacharel
Jo
sé
Affonso
de
Espergueira,
nomeado
para
terceiro
substituto do
juiz
dc
direito da
co
marca
de
Vianna
do
Castello.
José Manoel
da
Costa
Faria
e
Silva,
segundo
substituto
do
juiz
de
direito
da
comarca
de
Villa do Conde,
exonerado
co
mo
requereu.
João
da Silva
Barros,
nomeado
para
o
sobredito
cargo
de
segundo
substituto.
Sebastião
José
de
Faria
Machado,
ter
ceiro
substituto
do
juiz
de
direito
da
comar
ca
de
Caminha,
exonerado, como
requereu.
Domingos José Pereira,
quarto
substi
tuto
do
juiz
de direito
da
sobredita
comar
ca,
idein.
Bacharel
João
José
Gomes Ribeiro,
ac
tual
segundo
substituto
n’
aquella
comarca,
José
Maria
de
Sousa
Rego,
José Elias Gon
çalves
Franco
e
José
Joaquim
Rodrigues,
nomeados
substitutos
do
sobredito
juiz
para
servirem
pela
ordem que
vão
nomea
dos.
Bacharel
José
Pires
Pereira de
Vera
—
nomeado
primeiro
substituto
do juiz
de
direito
da
comarca
de Valle
Passos.
Bacharel
José
Maria
das
Neves Rebello
Velloso,
delegado do procurador regio
na
comarca
de
Serpa
—
transferido
para
idên
tico
logar
na comarca
de Penella.
Bacharel
Francisco
Maria
Veiga,
actual
delegado
na
comarca
de
Penella
—
idem
pa
ra
a
comarca
de Serpa
Bacharel
AnlonioRodrigues
de
Almeida,
actual
delegado
na
comarca
da ilha
das
Flores
—
idem
para
a
comarca
do
Sabugal.
Bacharel
Lourenço
Ayres
de
Mendon
ça
—nomeado
conservador
privativo
do
re
gisto
predial
na
comarca
de Olhão.
Bacharel
José
Joaquim
Pinto
—
idem
na
comarca
de
Villa
Pouca
de
Aguiar.
Augusto
Gonçalves
Lobato
—
nomeado
revedor
da
relação de
Lisboa.
Bacharel
José
Joaquim
DiasdaSilva
—
idem
da
relação
do Porto.
Abel
Augusto
de
Magalhães
Pacheco
—
nomeado
para
servir
o
officio
de
contador
da
relação
do
Porto,
pelo
impedimento
do
conselheiro
José
Guilherme
Pacheco,
nos
termos da lei de
17
de fevereiro
ultimo.
Augusto
Lopes
Valente
—
nomeado
con
tador
e
distribuidor
do
juizo
de
direito
da
comarca
de
Ancião.
Sisenando Celestino
Pimentel
—idem
da
comarca
de
Aldeia
Gallega
do
Ribatejo.
Luiz
José
de
Freitas
—
idem
da
comarca
de
Torres
Novas.
Joaquim
Marques
Ferreira
—
idem
da
co
marca
de
Villa
Nova
de
Ourem.
Joaquim
Milheiro
de
Magalhães
Mene
zes—idem
da
comarca
de
Barcellos.
João
Rozendo
dos
Santos
—idem
da
co
marca
de
Extremoz.
Cypriano
Antonio
Saraiva
—
idem da
co
marca
de
Mela.
Bacharel
Joaquim
Augusto
Coelho
Bar
bosa
—
idem
da
comarca
de
Pénafiel.
João
Borges
Pamplona—
idem
da
co
marca
de
Villa
da
Praia
da
Victoria
(por
decreto
de
8
de
junho).
Eíoieiio.—
Deram-nos conhecimento
do
seguinte
facto
que
é
bastante curioso
:
Ha
poucos
dias
foi
provocado
na
vil
la
de
Castedo um antigo
escrivão
d
’a-
queile
julgado,
pelo que
convidou
o
pro
vocador
a
um dtiello,
sendo
a
arma es
colhida
o
cacete. O
escrivão
era
já
velho
te,
e
o
adversário
rapaz
nevo.
Estabeleceram
as
condições
do
dtiello,
e
combinaram qne
este
seria
sem
tistimu-
nhas.
O
rapaz,
por
prevenção,
pediu
a
um
amigo
um
rewolver,
e
o
velho
escrivão
con
vidou
quatro
amigos
para o
acompanha
rem.
Chegados
ao
logar
aprasado,
o
rapaz,
que
esperava
encontrar
só
o
velho, viu es
te
com quatro
laiagões
armados
de
vara
paus,
e
sentiu
pouco
depois
o
efleito
des
tes
no
costado,
e
por
fórma
tal
que
caiu
por
morto.
N
’este
estado
perguntaram
os compa
nheiros
do
escrivão
se
deviam
acabar
o
desgraçado,
ao que
elle
lhes
objeclou
que
não
lhe
esqueceria
mais
a
sova
do velho.
Foi
n’
esta
occasião
que
o
rapaz
se
le
vantou,
e
armando
se
do
rewolver,
fez to
dos
os
esforços, dando
ao
gatilho,
por
dis
parar
sobre
os
seus
aggressores,
mas,
ou
ignorância,
ou
esquecimento,
o
rewolver
não disparava,
porque
tinha
no
seu
logar
o
guarda vida.
Desesperado,
lançou-se
ao
velho escrivão,
e
despede-lhe
com
o
rewol
ver
repetidas
pancadas
sobre
o
craneo,
a
ponto
de
furar-lh
’o
com
o gatilho
do
re-
vvolver,
e
ao
estampido
de dois
tiros
que
este
despediu
fugiram
os valentões,
com
panheiros
do
velho,
e
este,
a
muito
custo
pôde
chegar
a
sua
casa
aonde
nos consta
haver
já
fallecido. O
rapaz
evadiu-se,
diz-
se
porém
que
ficou
em
perigo
de
vida.
(
Gazela
da
Beira
J
DESPEDIDA
O
doutor D.
Victorino
da
Conceição
Teixeira
Neves Rebello,
lendo
de
retirar-
se
para
sua
casa,
mais
breve
do
que
ten
cionava,
despede-se
por
este
meio
das pes
soas
que
o
visitaram
durante
a
sua
esta
da
n
’esta
cidade,
e
a todas pede
desculpa
de
o
não
ter
feito
pessoalmente.
A
’
caridade publica.—
Maria
The-
reza
de Carvalho,
recolhida no
convento
das
Convertidas,
tendo-lhe
sido
aconselhado
o
uso
de
banhos
de
caídas, por
causa
dos
seus
padecimentos,
implora
o
soccorro das
almas
caridosas
para
conseguir
adoptar
o
conselho
da
medicina.
A
’
caridade publica.—
Indicamos
ás
almas
caritativas
o infortunado
Joaquim
da
Silva,
que foi
jornaleiro,
e
que
actual-
mente
se
vê
na
impossibilidade
de
ganhar
os
meios
para a
sua
subsistência.
Mora
na
rua
de
S. Thiago,
n.°
6.
A
’
caridade.—
Pede-se
ás
almas
ca
ritativas
soccorram
uma
pobre
velhinha,
entrevada
com
um
schirro
na
cara,
mo
radora
em
Guadelupe n.°
6.
Retratos
do
Snr. D. Miguel II.
—
Os
retratos
ultimamente
chegados e pro
prios
para
albuin
grande,
vendera-se
no
escriptorio
da
administração
d
’
este
jornal.
Preço
de
cada
um
300
reis.
Au
banquet
de
la
vie,
infortune
convive,
/apparus
un
jour,
el
je
meurs:
Je
meurs,
el, sur la
tombe
oú
lentement
j
’ar-
rive
Nul
ne
viendra
verser
des
pleurs.
(
gilbert
).
Meu
Deus!
como
sondar
os
Vossos
de
sígnios
?!
Ainda
não são
decorridos
cinco
mezes
que
baixou
ao
tumulo
um joven
deixando
seus
paes
na
maior
das
desolações
1
E
agora,
que
lhes
restava
a
resigna
ção
e
o soflrimento,
o
negro pbantasma
da
morte
lhes
infundiu
mais
luto,
mais
lagrimas,
mais
dòres
.................................
Vida
humana!
vida
humanaI
quara
mo
mentânea
és
!...
Ainda
ha
pouco,
no
despontar
do
dia,
o
avelludado
lyrio
crescia
e
vicejava alta
neiro no
ridente
vergel
da
juventude,
e
já
hoje
o
sol,
rompendo
lá
^o
seu
im-
meuso
horisonte
por
entre
a
vermelhidão
da
aurora,
lhe
vera
apagar
seus
perfumes,
crestar
seu viço
e
desbotar sua alvura...
e
lá
definha
e
morre
?!
..
Ai!
o
que
é a
vida
sobre
a
terra?!...
A
vida...
a vida
é
como
a mimosa plan
ta
que
na
primavera
começa
a
desabro
char,
e
que
abrasada
pelo sol
do
estio
desmaia,
myrrha
e secca?!...
A
ex.
ina
snr.a
D.
Adelioa
Adelaide
d
’Oliveira
Gomes,
a
praeteada
irmã,
a
saudosa
filha
do ex.
m0
snr.
Joaquim
Ma
noel
d
’Oliveira
Gomes
da
villa
dos Arcos
de
Val-de-Vez,
aos
21 annos
batendo
as
azas,
se levantou
da
terra, e
fendendo
os
ares
voou
para
o
ceu
!!!
Como a flòr
que
apenas
abre
e
que
logo
cae
antes
que
se finde
o
dia;
assim
lambem
Testa
formosa
donzella se
apode
rou o
somno
que
atnadorna
as
magoas da
vida
!
Dotada
da
belleza
virginal
e
d
’um
co
ração
onde
só
alvejava
a
moocencia
e
a
pureza,
onde
a
caridade
começára
a
su
blimar
um
throno,
irradiante
de
gloria,
foi
colher
essa
corôa
em
que
se
espalha
a
virtude,
e essa
palma
em
que
rutila
a
—
feliz
immortalidade
—
Gentil
edade
que não
passas
d
’
uma
flor
que
tão
cedo murchas
!
......
Sed
omnes
una manei
nox
El
calcanda
sentei
via
leli.
(
horacio
).
Consternadissimos
paes
e
magoados
ir
mãos,
confiae
nos
decretos
do Altíssimo,
e
resignação.
Eduardo
Augusto da
Cunha
Cerqueira
Braga
19
de
agosto
de
1876.
UtTIHOS TEbESRAliniAS
UA
AGSENCIA
HAVAS
LONDRES
21
—
Taxa
do
desconto
2
p.
c.
No
mercado
regula
a
1
*
/*;
consolida
do
inglez
961
/
*;
3
p.
c.
hispanhol
14
*
/ s
;
portuguez 51 proporção
do
fundo
de
re
serva
no Banco
de Inglaterra
para
com o
seu
passivo 19.
RIO DE
JANEIRO
19
-Cambio
sobre
Londres
25,00;
idem
sobre
Paris
381.
MADRID
22
—Cotações
da
Bolsa
da tar
de—
Interior
13,12,
bilhetes
hypothecarios
97,75;
bonds
do
lhesouro
57,25,
cambio
sobre
Londres
48,20,
dito sobre
Pariz
5,03.
MADRID
22
—
Primeira
operação
da
Bolsa,
13,07.
NEW-YORK
21
—
Trigo
1,19;
petroleo
i9
3/
g
;
cambio sobre
Londres
4,87
*
/
2
.
MADRID
22
—Os
representantes
de His-
panha
em
Washington
e
Vienna
partiram
para
Pariz.
Marfori
vae
ser
entregue
aos
tribunaes
ordinários,
por
um
escripto
pou
co respeitoso
contra
os
ministros.
MADRID
22
—
Depois
da Bolsa
fecha
da,
a
dinheiro
13,07
para
o
fim
do
mez
13,12
CEVAL
20—
Realisou-se
a
eleição
sa-
natorial.
De
338
eleitores
votaram
328.
Bernard
Dulrei
foi
eleito
por
184
votos,
contra
139
dados
a
Goyez
Bubignon.
Belgrado
21—
Os
turcos
em
numero
de
20:000
retomaram
a
offensiva
na
frontei
ra do
sul
com
um
furioso
combate,
mas
foram
completamente
repellidos.
Continuam
persistentes boatos de
pacificação.
SADDE
A
TODOS
sem
medicina,
pur
gantes
nem
despezas
com
o uso
da delicio
sa
farinha
de
saúde,
DE BARRY
de
Londres.
*9
anuo» d’invariavel gueeesao
2
Saude
a
todos
pela
deliciosa
Revalescié
re
Du
B
arrv
,
que
cura
as
indigestões
(dis-
pepzia)
gastrica,
gastralgia,
flegma,
arro
tos, amargor
na
bocca, pituitas,
nauseas,
vomilos,
irritações intestinaes,
diarréa,
desenteria, cólicas,
tosse,
aslhma,
falta
de
respiração,
opressão,
congestões,
mal
aos
nervos, diabethe,
debilidade,
todas
as
de
sordens
no
peito,
na
garganta,
do
aiito,
das
bronchites,
da
bexiga,
do
figado,
dos
rins,
dos
intestinos,
da
mucosa,
do
cerebro
e
do
sangue. 75:000
curas,
entre
as
quaes
contam-se
a
de
S.
S.
o
Papa, do
duque
de
Pluskow,
da
exc.“ia snr."
rnarqueza
de
Breltan,
do
doutor
Manuel
Saenz
dc
Teja
da
da Universidade
de
Cordova,
etc.
etc.
Certificado do
dr.
Manuel
Saenz
de Te
jada,
doutor
da
faculdade
medica e
cirúr
gica,
lente
da
Universidade
livre
de Cor
dova,
medico
em
proprio
e
do caminho de
feiro
de Merida
a
Sevilba,
etc.
Certifico:
Que
com uso
da
Revalescié
re,
obtive
na minba
clinica
varias
curas
em
moléstias
gravíssimas
em
alguns
clien
tes
residentes
Testa,
cidade,
lembrando-
me
o
de D.
Filippe
Zappina
empregado pu,
btico,
hoje
administrador
da
alíandega
d-
Manila
nas
ilhas
Filippinas, a
de
D.
Amelie
Gomes,
casada
com
um
chefe
do exercitoa
a
qual
continua
a
melhorar
com
o
seu
uso;
de
D.
Ramon
Alonzo,
rapaz
de
vinte
annos
que
soflria havia
alguns
mezes
de
uma
moléstia
de peito
de
muita
gravidade. E
para fazer constar em toda
a parte,
a
assigno
em Cordova
em
13
de
outubro
de
1873.
Dr.
Manuel
Saenz
de
Tejada.
Seis
vezes
mais
nutritiva
do que
a car
ne sem
esquentar,
economisa
ciucoenla
vezes
o
seu
preço
em
remedios.
—
Preços
fixos
da
venda
por
miudo
em
toda
a
pe
nínsula
:
Em
caixas
de
folha
de laia,
de
*
/
A kilo,
500
; de
l
/
2
kiío
800
rs
;
de
um
kilo,
l$40Ó
reis;
de
2
l|
2
kilos,
3$200
reis;
de
6
ki
los,
64100
reis,
e
de
12
kilos,
12^000
reis.
Os
biscoitos
da
Revalesciére
que
se
po
dem
comer
a
qualquer
hora, vendem-se
em
caixas
a 800
e
l$400
reis.
O
melhor
chocolate
para
a
saúde
é
i
Bevaleselère
ç
ella
res-
litue
o
appettite,
digestão,
somno,
energia
as
carnes
duras
ás
pessoas,
e
ás
creanças
e
mais fracas,
e
sustenta
dez
vezes
mais
que
a carne,
e
que
o
chocolate
ordinário,
sem
esquentar.
Em paus,
ou
em
pó
em
caixas de
folha
de
latadelO
chavenas,
500
reis;
de
24
chave
nas,
820
reis;
de
48
chavenas,
1$400
;
de
120
chavenas,
3$200
reis,
ou
25
reis
cada
cllãl
V6D3
BARRI
»U BABB1
«fc
C.
a
-Pla-
NECROLOGU
ce
Vendôme,
26,
Pariz;
77
Regent
Street
Londres
;
Valverde,
1,
Madrid.
Os
pharmaceuticos,
droguistas,
mer-
cieiros,
etc.,
das
províncias devem
diri
gir
os seus
pedidos
ao
deposito
Central
;
snr.
Serzedeilo
&
C.
a
Largo
do
Corpo
Santo
16,
ILisboa,
(por
grosso
e
miudo);
Carlos
Barreio,
rua
do
Loreto,
28;
Bar
rai
&
Irmãos,
rua Aurea,
12.
Port»,
J.
de
Sousa
Ferreira
&
Irmão,
rua
da
Ba
nharia
77;
de Sequeira
;
J.
Pinto
;
Desl-
ré
Rahir;
Coimbra,
V.
Botelho
de
Vas>-
concellos
;
Aveiro,
F.
E.
da
Luz
e
Costa»
pharm.;
Barcellos,
Ramos,
pharm.;
Braga,
Pharmacia
Maia,
rua
dos
Chãos,
Pipa
&
Irmão,
rua
do
Souto,
Domingos
J.
V.
Machado,
praça
Municipal.
Figueira,
Antonio
Vieira,
pharm.
;
CiutmarSea,
A
J.
Pereira
Martins,
pharm.
;
Pena-
ttel,
Miranda,
pharm.
;
Ponte do lima,
A.
J.
Rodrigues Barbosa,
pharm.
;
Po
voa do
Varzim,
P.
Machado
de
Oli
veira,
pliarma.
;
Vianna do Caaitello,
Aflonso
e
Barros,
droguistas;
Villa da
Conde,
A.
L.
Maia
Torres,
pharm.
ANNUNUIOS
Uma
casa
commercial
de
Londres
pre
cisa de
agentes
idoneos
para
a
compra,
por
sua
conta,
de
produclos
vegelaes,
taes
como
pomos
e
todos
os
fructos
e prodn-
ctos
do
solo
em
geral.
Dão-se
os
preços
respeclivos,
e
commissão.
Dirigir-se
fran
co,
indicando
as
referencias,
M.
s
P.
Pale-
mans
&
G.
a
,
67,
Strand
W.
C.
Londres.
(4219)
Francisco
José
de Souza
Braga
(o
Fran-
queira)
e
José
Luiz Ferreira,
levam
ao
co
nhecimento
do
publico
que
abrem
as
suas
carreiras
entre
Braga
e
a
Povoa
do
Varzim
no
dia
23
do
corrente,
os
annunciantes
trometem
ao
publico
fazer
bom
serviço
como
teem
feito
nos annos
anteriores.
Os
annunciantes
também
fretam
carros
gran
des
ou
pequenos
por
preços
commodos.
Os
seus
escriptorios
são:
em
Braga
na
casa
do
Arranjadinho, ou
em
casa
dos
annun-
cianles,
e
na
Povoa
em casa do snr.
David.
Horário
da partida e chegada
Sae
de
Braga
ás
10
horas
da
noute,
e
chega
á Povoa
ás
5
da
manhã
;
Da
Povoa
para
Braga
sae
ás
2
horas
da
tarde e
chega
a
Braga ás 9
da
noute.
Teem
de
demora
os
snrs.
passageiros
em Barcellos,
3
quartos
d
’hora.
Preços:
De
Braga
á
Povoa
e
vice-versa, dentro
600
rs.
e
fóra
500.
Cada
passageiro
tem
10
kilos
de
baga
gem
grátis,
e
paga
o
excesso
a
20
rs.
por
tilo.
Braga 21
de
Agosto
de
1876.
O
gerente,
(
4243)
Francisco
Pereira
Leite
e
Castro
GRANDE laElDÃO
No dia
27
do
corrrenle,
das
9
horas
da
manhã
em diante,
começará
leilão
de
todos
os objeclos
abandonados
por falta
de
pagamento
de
juros
na
filial
da
caixa
Eco
nómica
Penhorista,
rua
Nova
de
Sousa
n.°
9
Consta
de diversas
peças
de
oiro,
pra
ta,
relogios,
rewolveres,
maquinas
de
cos
tura,
mobílias,
roupas
brancas
e
de
côr,
teias
de
panno
de
linho
e
vários
cortes de
janno
; instrumentos de
musica
e
muitos
outros
objeclos
que
estarão patentes.
Ainda
se convidam
as
pessoas
que na
mesma
tiverem
penhores
com
atraso
de
trez
mezes
de
juros, que
os
venham
pagar
até
o dia
26,
um
dia
antes
do
leilão,
que
ainda
lhes é
permittido,
se
ainda
estive
rem
por
vender.
Braga
19
de
agosto
de
1876.
(4148)
O
gerente.
A.
G.
Ferreirinha-
DINHEIRO
A
JURO
Pertende-se
até
3
contar
de
reis
a juro
sobre
boa
hypctheca.
Quem
os
quezer
dar,
póde
enviar
as
condições
a
esta
redacção
do
«Commercio
do
Minho»,
em
carta
fe
chada,
para
se
procurar e
dar
os
esclare
cimentos.
(4244)
Attenção
para o
novo estabeleci
mento
que se. acha na rua de
S. Marcos n.°
14,
d
’esta
cidade.
Acaba
de se
abrir
ao publico
na
supra
dita
rua,
um
estabelecimento,
no
qual
se
encontram
os
generos
seguintes :
Vinhos
finos
do
Porto,
champagne
em
garrafas
e
meias,
cognac, licôres,
genebra
fokin,
conservas
francezas
e inglezas,
ditas
de
tomates,
mostarda
em
pó,
chocolate
faispanhol
superior,
sal
refinado
e
muitos
outros
objeclos
proprios
d
’este
estabele
cimento.
Também
se
fazem presuntos
de
fiambre
para
se
vender
por
500
reis
cada
459
gram-
mas.
N
’
este
estabelecimento
também
se
acha
um
grande sortido
de
tabacos.
Todos
estes
generos
se
vendem
por
preços
sem
competidor.
(4237)
cz: O
l&Z F A. IV X-X x
LLOin
DE
BREIHEN
NORDDEUTSCHER
LLOYD
NOMES
DOS
VAPORES
D
’ESTA
COMPANHIA
Hohenzolern
—
Hohenstaufen
Salier
—Habsburg
—
Hansa
America
—
Hermann
—
Weser
Rhein —
Main—
Donau
—Mosel
Neckar—
Oder
Kron
Prinz
Fr.
Wtlhelm
Graf
Hismark
General Werder
Sperber
Carreira
mensal
Ballimore
—
Berlim
—
Ohio
Leipzig
—
Braunschweig
Nurnberg
—
Frankfurt
—Han-
nover—
Koln—
Strassburg
Adler
— Falke
—
Mowe
—
Beiher
Schwalbe
—
Schwan
—
Slrauss
Albalross
Para
Pernambuco,
Bahia,
Rio
de
Janeiro,
Montevideu
e
Buenos-Ayres
Os
paquetes
que
a
Companhia
está
empregando
na
carreira
do
Brazil
são todos
de
grande
lotação,
lendo
logares
para 170
passageiros
de
primeira
classe
e
750
de
terceira.
Sfto de grande velocidade,
e
o serviço
esta-se
fazendo
com
toda
a
regularida
de,
pelo
que
vae
adquirindo
uma
boa
e
bem merecida
reputação.
Os
preços
das
passagens
são muito rasoaveis, como
se
póde
verificar
pela
tabel-
la
que
se
acha
patente
nas
agencias.
Sendo
as passagens pagas no Porto ou nas sub-ageneins da
pro
vineia,
o
transporte do passageiro a Eisboa pelo eaminlio de ferro
è
por
conta da Companhia.
Estes
paquetes
são
notáveis
pelos
seus
modernos
aperfeiçoamentos
e
explendidas
accommodações
para passageiros
de
todas
as classes.
Estão
já
contractados
cosinheiros
e
creados
portuguezes
para
estes
paquetes.
Aos
passageiros
de
terceira
classe
é
fornecido
grátis
pela
Companhia,
cama,
cobertor, utencilios
de
mesa,
e
além
de ser
a comida
á
portugueza
teem
vinho
duas
vezes
por
dia.
,
.
A
bordo
de cada
paquete
ha
um
medico
que
é
obrigado
a
prestar
seus
serviços
gratuitameute aos
snrs.
passageiros,
assim
como
são
fornecidos
todos
os
medicamen
tos
necessários.
Quaesquer
informações
ou
bilhetes
de passagens podem
obter-se
dos
agentes
Banes
dt
C.a,
rua
de
S.
Francisco
n.°
4,
2
0
andar
—
Porto
—
e em
Braga
ao
agente
Ricardo
Malheiro
Dias,
na
thesourariji
do
Banco
Mercantil,
ou
largo
de
8. Miguel
O
Anjo n.°
20.
Mim
A junta
dos repartidores da
contribuição
industrial
do
concelho
de Braga,
etc.
Faz
saber,
que
tendo
sido
feita
pela
mesma
junta
a
repartição
dos
contingen
tes
designados
nas
listas dos
grémios
que
não
reuniram,
no
praso
legal,
bem
como
o d
’
aquellas
que
por
serem
em
numero
inferior a
sete
não
compareceram
ao
convite
do
escrivão
de
Fazenda,
pelo
presente
edi
tal
convida
os
contribuintes
a
examinarem
na
repartição
de
Fazenda
d’
esle
concelho,
do
dia
22 até
26
do
corrente
mez,
as
col-
leclas
que
lhe
foram
lançadas
contra as
quaes
podem
reclamar
dentro
do mesmo
praso o
que
tiverem
a bem de
seus
in
teresses.
Para
que
chegue
ao
conhecimento
de
todos
se
passou
o
presente
e
outros
para
serem
aífixados
nos
logares
do
costume.
Braga,
salla das sessões
da
junta,
21
de
agosto
de
1876.
O
presidente,
(4253)
José
Joaquim
d'Araújo
Corrêa.
Pelo
juiso
de direito d
’
esta
cidade e
sua
comarca,
cartorio
de
escrivão
Pessa,
se
tem
de
arrematar
no dia
27
do cor
rente
mez
por
9
horas
da
manhã,
á
por
ta
do inventariado
José
Lourenço
Dias,
mo
rador
que
foi na
freguezia
de
Sequeira,
d
’
esta
comarca,
differentes moveis
que se
acham
descriptos
no
dito
inventario,
e
por
isso
toda
a pessoa
que
pertender
arrematar
pode
comparecer
na
morada
que
foi do dito,
inventariado.
(4251)
MALLA-POSTA
HOGG,
larmaceutico,
2, rua
de
Castiglione,
Pariz,
unico
preparador.
D
PILULÃSE
3H0GG
Venda
voluntária
José
Pereira
Villa,
do
logar
da
Capel-
la,
da
íreguezia
de
S.
Jeronimo
de Real,
suburbios
da cidade de
Braga,
vende
a
sua propriedade de
casas
e
campo,
tudo
unido
e
circuitado por
parede,
em
frente
da estrada
real
que
vae para Ponte
do
Li
ma.
Quem pertender
comprar pode
diri
gir-se
ao
mesmo
vendedor,
ou
ao solici
tador
Bernardo
da
Cunha
Pinto
Barbosa,
morador
na
rua
do
Corvo,
da
dita
cidade
de
Braga.
(4246)
Debaixo
desta forma especial a pepsina he posta inteiramente ao
abrigo do contacto
do
ar; desta maneira este precioso medicamento nem se altera nem perde as suas proprie
dades,
e
a sua
efficacia
he
então
certa.
As
Pilulas
de Hoog
são de trez preparações differentes:
1°
PILULAS
DE
HOGG
com
pepsina
pura,
contra
as
mães
digestões,
as
azias,
os
vomitos e
outras affecções especiaes do estomago.
2
o
FILULAS
DE
HOGG
com
pepsina
unida
ao
ferro
reduzido
pelo
hydrogenio,
para as affecções do
estomago complicadas de fraqueza geral, pobreza de sangue, etc., etc.:
são
egualmente muito fortificantes.
3»
PILULAS
DE
HOGG
com
pepsina
unida
ao
iodureto
de
ferro
inalterável,
para
as
doenças escrofulosas, lymphaticas
e syphiliticas, na
phthisica, etc.
A
Pepsina
pela
sua
união ao ferro e ao iodureto de ferro modifica o que estes dois
agentes
preciosos tinham
de muito excitante
sobre o estomago das pessoas nervosas ov
irritáveis.
•
i
As
Pilulas
de
Hogg
vendem-se somente.emfrascos triangulares,nas principaes pharmacias.
Deposito
em
Lisboa,
o
snr. C. G. Barreto — n.° 28 e
30
—
Loreto.
(30
*
'
Entre
Braga
e
Guimarães
José
Antonio
Ferreira
Guimarães,
le
va
ao
conhecimento
do
publico
que
con
tinua
com o
serviço
da
malla-posta,
sa-
hindo de
Guimarães
para Braga
ás
3
ho
ras
da
manhã,
e
de
Braga
para
Guimarães
á
meia
hora sobre
o
meio
dia.
Tomam-se
logares
para
este
carro
em
Guimarães,
na
casa
do
annunciante
no
campo
do
Toural,
e
em
Braga
na
casa Redonda
do
Arran-
jadinho.
Preço
...................................
300 rs.
Braga
21
d’
agosto de
1876.
Pelo annunciante
(4254)
Francisco
Pereira
Leite
e Castro.
Âllllfflll
llli
VIIIHOS
DO
ALTO
DOURO
DA
CASA
DE VICLA POUCA
RUA
DO
SOUTO
N.°
15-Braga.
N
’
este
armazém
se
encontram
a
retalho
as
seguintes
qtfalidades
de
vinhos
enga
rrafados
:
Vinho
tinto
de
meza.
(sem
garrafa)
150
>
>
»
>
.
190
»
Lagrima....................................
200
> Branco
de
meza
........................
210
» tinto
de
meza
fino.
270
>
de prova
secca.
....
300
»
Malvasia
de
2.
a.........................
360
>
»
velho
...............................
400
»
Malvasia,
Bastardo
eMoscatel
a
500
>
Roncão
.......
700
>
Alvaralhão...................................
560
>
Velho
de
1854
....
600
>
a
retalho
para
meza 50
e
80
,
0
quartilho
tinto,
e branco
120.
Responde-se e
garante-se
a
pureza
e
oa qualidade
de
todos
estes
vinhos, po-
endo
todo
e
qualquer
consumidor
man-
al-o
experimentar
por
meio
de
qualquer
rocesso
chymico.
(N
*
)
Armas
de
caça
e
rewolvers,
á
loja
do
—
Cachapuz
—acaba
de
chegar
um bom
sortimento.
(4247)
mi
As
juntas
dos
repartidores
do concelho
de
Braga,
etc.
Fazem
saber
que
se
acham concluídos
o
mappa
de
repartição,
de
contribuição
pre
dial
e
lançamentos
da
decima
de juros
do
corrente
anno;
por
isso,
pelo presente
edi
tal
se
faz
publico
que
uns
e
outros
deve
rão
estar
em reclamação
o
primeiro
por
espaço
de
5
dias,
e
os
segundos
por
15
dias, cujos prasos
ambos
hão
de princi
piar
no
dia
28
do
corrente
dentro
dos
quaes
os
contribuintes
podem
reclamar—Quanto
ao
primeiro
podem
versar:
1.
sobre
erro
de
calculo
na
fixação
da
verba
das
conti
ibuição
predial
e
addecio-
naes
;
*
2.
®
sobre
qualquer
erro
na
transferen
cia das
inscripções
de pessoas
dos
prédios
ou
rendimento
collectavel
das
matrizes
pa
ra
o mappa ;
3.
°
sobre
a annullação
da
contribuição
respectiva dos
prédios
urbanos
que
lenhão
estado
devolutos.
E
na
conformidade
do
art.°
133 do
regulamento
de
7
d
’agosto
de 1860,
as
reclamações
para
annullações
dos
ditos prédios
urbanos
deverão
ser
apre
sentadas
de
15
a
20
de
dezembro
futuro,
para
o
que
se
acham
patentes
na
reparti
ção
de
Fazenda as
matrizes
e
mappa
de
repartição.
Quanto
a
decima
de
juros, as
reclamações podem
versar
sobre
qualquer
erro,
excesso, ou
collecta
individamente
lançada,
e
se
contra
estas
não
houver
re
clamação
ou recurso,
hão
de
inlallivelmen-
te
ser
pagas,
nos
termos da
lei
em
vigor.
0
exame
terá
logar
na repartição
de
Fazenda
d’
este
concelho.
Para
que chegue
ao
conhecimento
de
todos
se
passou
o
presente
e
outros
para
serem
aífixados
nos
logares
do
costume.
Braga
19
de
agosto
de
1876.
O
presidente
das
juntas
(4252)
José
Joaquim
d
’
Araujo
Corrêa.
Joaquim
Alves
Vinagreiro
e
José
Anto
nio
de Sousa Leite
Carneiro,
levam
ao
conhecimento
do
publico
que
abrem
as
suas
carreiras
entre
Braga
e
Povoa
do Var-
zim
no
dia
26
do
corrente.
Os
annuncian-
tes
promettem
ao
publico
fazer
serviço
como
tem
feito
nos
annos
anteriores.
Os
seus escriptorios
são
: em
Braga,
em
casa
de
Domingos
Alves
Pereira,
e
na
Povoa
no
largo
dos
Banhos.
Horário
da
partida
e chegada
Sae
de
Braga
ás
9
da
manhã
e
chega
á
Povoa
ás
3
da
tarde,
e
da
Povoa
para
Braga
ás
5
da
manhã
e
chega
a
Braga
ao
meio
dia.
Preços
De
Braga
á
Povoa
e
vi-
ce-versa,
dentro
600
rs.
e
fóra 500.
Cada
passageiro
tem
10
kilos
de
baga
gem
grátis, pagando
de
excesso
a
20
réis
o
kilo.
(4255)
ATAFONA
Vende-se
uma
atafona
de
moer
trigo,
e
toda
a
qualidade
de
grão. Trata-se
na
casa
e
quinta
do
Lopo
do
Tanque.
(4242).
hÓW
VINHO
Vende-se
as
pipas
na
adega
da
casa
da
Deveza
em
Adaufe.
Quem
pertender
diri
ja-se
á
mesma.
(4250)
Incripções
d
’
assentamento.
Vendem-se
algumas
na
loja
do
Cacha
puz,
Largo
de
S.
Francisco,
n.°
6.
(4239)
Precisa-se
de
um rapaz
que tenha
al
guma
pratica
de drogaria.
No
escriptorio
d
’
esta
redacção
se
dão
esclarecimentos,
(4240)
Vende-se
a
casa
n.°
1, na
entra
da
da
rua
de
D.
Pedro
V.
Foi
construída,
ha dois
annos,
tem
quin
tal
e poço
e
excellentes
commodos.
Tra-
cta-se
do
seu
ajuste
na
rua
de
S.
Viclor
n.°
50.
(4218)
’
PIANO
Vende-se
um
piano
bom
pa
ra
estudo.
Quem
pertender
di
rija-se
a
esta
redacção.
(4200)
VENDA
DE
CASAS
Vende-se
uma casa
feita
de
novo,
sita
na
rua
das
Aguas
n.®91;
po
de-se
vêr
desde
as
9
horas
da
ma
nhã,
até
ás
3
da
tarde.
Trata-se
na
rua
dos
chãos
n.’
13
(3086)
Parte de Comércio do Minho (O)
