comerciominho_23091876_546.xml
- conteúdo
-
4." ANNO 1876
FOLHA
COMMERC1AL
RELIGIOSA
E HOT1CIOSA
NUMERO
546
Àssigna-see
vende-se
no
escriptorio do
editor
e
proprietário
■<««
Maria Dias
da
Costa,
rua
Nova
n.
’
3
E,
para onde
deve
«^r
dirigida
toda i
correspondência
franca
de
porte.
=
As
assi-
«r
ataras
são
pagas
adiantadas
;
assim
como
as
correspondên
cias
de
Interesse
particular.
Folha
avulso
10
rs.
xiS
TERÇAS,
QUINTAS
E
SABBADOS.
P
reços
:
fíraga,
anno 1^600
rs.-=Semestre 850
rs.=Proo»n-
cias,
anno
2&000
rs
e
sendo
duas
3&600 rs.«-Semestre
l&OSo
rs.=Srazi/,
anno 3&600
rs.
—
Semestre
1&900
rs. moeda
forte,
ou
8&000
reis e
4&500
reis
moeda
fraca.
—
Annuncios
por
linha
20
rs.,
repetição
10
rs.
Para
os
assignantes
20
d
’
abatimento.
ffiRAGA—
SABBADO «3 S» 55
SET EM BEI O
Um jornal
de
Madrid, orgão
semi-ofli-
cial
do
governo
hispanhol,
publicou
ha
dias
um
artigo
em
que allude
á sonhada
unificação
das
duas
nacionalidades
da
pe
nínsula,
sob
a
designação
de império
ibé
rico.
Este
gracioso devaneio
dos nossos
ama-
veis
visinhos,
a que
a
folha
madrilena
procura
dar
corpo
com a revelação
da
existência
d
’
uin plano
respectivo, que qua
lifica
de grandioso,
está
occupando
a at
tenção d
’
uma
parte
da nossa
imprensa.
Nós
não
acreditamos
que
haja
serieda
de
nas
revelações
feitas
pelo
jornal
a
que
nos
referimos.
Parece-nos
que
a coisa não
passa
d
’
um
carapetão,
d
’um
mero
gracejo,
embora
de
muito
mau
gosto,
jogado
pelo
jornalista,
á
íalla
de
assumpto
mais
pal
pitante.
Pois
como!
Porventura
o
nosso
paiz
ticará
tão
infinitamente
distante
da
«villa
coronada»,
a ponto
de sermos alii
um
povo
quasi
de
todo
desconhecido?
A
nos
sa
historia,
a
historia da
própria
Hispa-
nha,
estarão
votadas
assim
ao
mais
pro
fundo
esquecimento
pelos
políticos
do
rei
no
visinho?
O jornal
semi-oflicial
do
governo
his-
panhol
é
de
opinião
que
o
tal
grandioso
plano, que attribue
a
um
seq,
compatriota
mui
noiavel
como
estadista,
é
porora
inexequível.
Se
tudo
isto
revela alguma
coisa
mais
do
que
pura
fantasmagoria, accrescenta-
remos:
porora,
e
sempre.
Os
nossos
visinhos
já
deviam
estar
desenganados
de
que
os
porluguezes, em
bora
muito
penhorados
pelas
grandes
ven
turas
que
se
lhes
promette
com a fusão
das
duas nações,
preferem
continuar
a
viver
humildes,
pequeninos,
mas
indepen
dentes.
Deixem-se,
pois,
de
sonhos e
de fic
ções.
Nós,
os
filhos
de
Portugal,
teimamos
em
regeitar
os
obrigantes
benefícios
dos
prolectores ibéricos,
e
fiquem
sabendo
que
em
teimosia
não
ha
quem
nos
leve
as
lampas.
GAZETILHA
Festividade.—
Se
o
tempo o
permit-
lir
faz-se
árnanhã a
festividade
de
N.
Se
nhor
das
Afflicções,
que
se
venera
na
sua
capella do
logar
da
Naia.
PublicnçiÃo
«til.—O
proprietário
da
Livraria
Bracarense
vae
editar
um
vo
lume
intitulado
Formulário
de
diíferentes
petições,
tanto
para
acções
ordinárias,
co
mo
summarias,
etc.,
accommodado
á
le
gislação vigente
pelo
snr.
dr.
Alberto
Leite
d
’
Araujo
Borges,
advogado nos
au
ditórios
d’
esta
cidade.
Fromoção.
—
O
nosso respeitável ami
go,
o
ex.
mo
dr.
Bernardino
de
Menezes,
foi
promovido a
lente
de
prima
da
facul
dade
de
Theologia,
na Universidade
de
Coimbra.
UtomeafÃo.—
Foi
nomeado
adminis
trador
do
concelho
da
Povoa
de
Lanhozo,
o snr.
Francisco
de
Magalhães
Fonseca.
Excerpto.
—
Da
segunda
parte
das
Jornadas
do
grande
poeta
e
insigne
pro
sador,
o
snr.
Thomaz
Ribeiro,
transcre
vemos
o
trecho
seguinte:
Nas
poucas horas
que
nos
podíamos
demorar
em
Goa
visitámos
a
egreja
e con
tento
do
Bom-Jesus, e
n
’elle
o
famoso
tumulo
de
S.
Francisco
Xavier,
que
todos
os
povos da
índia
visitam
com
a
mais
acrisolada
devoção.
Quando,
por
vezes, o
corpo mumificado
do
Apostolo
tem
sido
exposto
á
veneração dos
fieis,
milhares
e
milhares
de
romeiros
percorrem
o
gran
de
recinto
da
cidade,
habitam
as
rumas
e os
palmares, e
enchem
de
animação
e
de
vida
aquelle
saudoso
cemiterio.
Dir-se-
hia
a
galvanisação
da
necropole.
Sabido
é já
que
não
faltam
moiros
e
parses,
e
especialmente
gentios,
a
visitar
o
santo
portuguez,
e
que são
d
’
esles as
maiores
oblatas.
Alii
dorme,
apezar
do
marquez de
Pombal,
no seu
leito
de
prata,
e
na
ter
ra
que
tanto
amou,
o
maior
conquistador
do
oriente.
O
grande
amor
de
Deus
e
da
huma
nidade, a
fé
viva
numa
existência
eterna
e
melhor,
a
caridade
para
com
os
fracos
e
os
ignorantes,
aquelle
fogo
do
pente-
costes,
que
symbolisa
a
inspiração
do
sentimento,
ensinára-lhe
todas
as
linguas
e abrira-lhe
o
caminho de
lodos
os
po
vos
do
levante.
Sósinho,
encostado
ao
seu
bordão
de
peregrino,
ora
a
pé
através
das
invias florestas,
impondo respeito
ás
leras,
ora
no
mar,
acalmando
as
tormen-
tas
e imprimindo
ás
vagas
a
amenidade
do
seu
sorriso,
eníermo
cheio
de
força,
humilde cheio
de
auctoridade, extranho
que
a
iodos
conhecia
e
amava,
pobre
que
remediava
todas
as
indigências,
paciente
que
arnenisava
todos
os
padecimentos,
tris
te
que
sabia sorrir,
resignado
que
ensinava
a
chorar,
elle,
era
a
pomba
e
o
fogo
do
espirito
sancío,
a
inspiração
do
verbo
e
a
mansidão
do
cordeiro
de
Deus
Aqui,
de
joelhos
ante
o
venerando tu
mulo
que
te
encerra,
te
admiro,
te
bem-
digo, te
adoro, ó
benemerito
de
Deus e
dos
homens
!
Feliz
de
mim,
por me
ser
dado
visi-
tar-le
na
solidão
do
teu
ermo,
e
beijar-le
os
pés
que
tanto
souberam
caminhar
para
acudir
aos
aflliclos e
desalumiados,
ó
sol
dado
de
Deus
e
da
pairia I ó flor da hu
manidade!
Nos meus
sonhos
de
poeta
e
nos
meus
orgulhos
de
portuguez,
eu via
sempre
a lua imagem erguida
entre
o
grupo
dos
grandes
navegadores
e soldados,
com
a cruz
sobre
o
coração,
com
a
fron
te,
sobranceira
á
humanidade
e
ás
palmas,
aureolada
pelo
sul
nasceme.
que
doirava,
como
nas telas
bysantinas,
o fundo
im-
menso
do
quadro.
Vim,
descancei
um
mo
mento
á
proteclora
sombra da
tua
me
mória,
arvore
de
vida
e
de
alentos,
de
cujos
ramos
colhi
fructos
de
esperança.
Bemdito!
mil
vezes
bemdilo.
N
ohh
»
Senhora de Louriteo.—
Lourdes
14
de
setembro
de
1876.
Honlem, a
snr? Octavia
Noury,
de
Saint-Malo,
de idade 39
annos,
foi
curada
subitamente
na
piscina de varias enfer
midades,
das
quaes
a
mais antiga passava
de
17
annos.
Quatro
mil
peregrinos,
de
Retines, de
Tours,
d
’Avmhão
e
de
Miranda
estão
n’
este
momento
em
Lourdes.
Guerra no
Traiiswaaf. —
Funchal
14.
—
Dizem
da
cidade do
Cabo,
com
data
de
2a
do
passado,
que
os
boers do
Tran-
svvaal
foram
derrotados
peks
cafres; e
por
causa
d
’
isso
tinham
pedido
ao governo
ingiez
que
concedesse
á
republica
o
pro-
leclorado
da Gran-Bretanha.
Parecia
que
a
situação
alii
continuava
a
ser
grave.
Navio ineeinliado.—
Refere
0
com-
mandanle
do
Paquete
S.
José,
entrado
no
porto
do
Rio
de
Janeiro
procedente
de
Santos,
ler
encontrado
a
duas
milhas
ao
sudueste
da
Guaraliba,
um
casco
incen
diado.
Procurando
reconhecer, viu
ser
na
vio
de
vela
e estar em
abandono.
CiiHtt»
<!os Hélios postaes.—
Pelo
fabrico
dos
sêllos
de franquia
pagou
a
di-
recção
geral
dos
correios
e
postas
do rei
no
á
casa
da
moeda
e
papel
sellado,
no
anno
economico
de
1875
a
1876, a
quan
tia
de
reis
8:136$866,
sendo
de
trabalhos
ordinários
e
extraordinários,
4:374$970
reis;
de material 2:210$073
reis;
e
da
compra e assentamento
de uma nova
ma-
china
a vapor
e
concerto
da
antiga
ma-
china, também
a
vapor,
1:531$823
reis.
Fartida.
—
Partiram
para
a
Allema-
nha
os nossos
respeitáveis
correligioná
rios,
os snrs.
conde
da
Redinha
e
Jorge
de Cabedo e
Vasconcellos.
Suas ex.
as vão
assistir
ao
casamento
de
sua
altesa
a
sr.
a
D.
Aldegundes
com
sua
altesa
o snr.
con
de
de
Birdi, o
qual
deve
verificar-se
no
dia
2
de
outubro, no
palacio
de
Heubach.
Êionativn.
—
Uma
senhora
de
Cadiz
enviou
a
Sua
Santidade
dezesseis
mil
du
ros,
14:400^000
reis.
Traetadu úr
BliMtoria Ecctesias-
tica
pelo Pa >re Rivaux.—
Já
tivemos
occasião de
fallar
d
’esta publicação
feita
pelo
editor, o
snr.
Ernesto
Chardron,
re-
commendando
a
aos
nossos
leitores,
como
julgamos
de rigoroso
dever
dos
jornaes
catholicos.
Quando
se
publica tanta
coisa
má
não
faltando logo
quem
as
recommen-
de,
é
do
nosso
rigoroso
dever
recommen-
dar
o
que
é
bom.
E
’ bom
de
lei
o
li-
livro
de
que
traclamos.
Ainda
antes
de o
lermos
o
poderíamos
afliançar;
era-nos
garantia
suflieiente o
nome
do auclor.
o
Padre
Rivaux; era-nos
garantia
suflieiente
o
nome
do traductor,
o rev.
m
°
Francisco
Luiz
de
Seabra.
Recommenda-se
também
pelo preço,
pois que
a
publicação é
feita
ás
cadernetas
de 96 paginas
e
cada
uma
custa
apenas
200
réis.
Recebemos
a ter
ceira
caderneta;
esta
vem
enriquecida
com
o
retraclo de
Sua
Sanclidade
o Papa Pio
IX, brinde
offerecido
pelo
editor
aos sens
assignantes.
A
traducção,
que
o
snr.
Ernesto
Chardron
está
editando, é
feita
da
sexta
edição,
o
que também prova, e não pou
co,
a
favor
do
livro;
e
mais
apreciado
se
torna
por
chegar
a
nossos
dias;
é
a
his
toria
da
Egreja
até
1876.
—
(«Nação»),
Folicsn
civil.—
Vai-se proceder á
organisação
de um
corpo
em Coimbra,
para
o
que
já
foi
votada
a
verba
de
3
contos
de
reis,
pela
camara
municipal
d’aquella
cidade.
Estatística.
—
A
da
farmacia
em
França, recentemenle
publicada,
dá
2121
farmacêuticos
de
1.
a
classe
e
4089
de 2.a
,
prefazendo
um
total
de
6210.
Ainda
ha
dez
annos
haviam
apenas
5803 farmacêuti
cos.
FSteniostjeno.
—
Sepultou-se ha
dias
no
cemiterio
da
freguezia
d
’Avellar,
um
indivíduo
do
sexo
feminino,
tão
rachitico,
que
com
13
annos
d’
edade
media
apenas
4,5
decimetros
d
’allura.
Garotiee
engraçada
—
Os
garotos
de Lisboa
quando
vêem
passar
nas
ruas
algum
dos
vultos
políticos
do
partido
ini
ciado
na
Granja
dizem com pilhéria
in
crível:
—
Olha
ali
vai
um
granjola.
Serviço
«lo exercito.—
Por
despa
chos
do
Supremo Tribunal
Administrati
vo,
insertos
no
«Diário
do
Governo»
fo
ram declarados
sujeitos
ao
serviço
do
ex
ercito.
entre
outros,
os
mancebos
perten
centes
aos
seguintes
concelhos:
Districto
de
Vianna
do
Castello:
Con
celho
de Ponte
da Barça
—
Francisco,
fi
lho
de
Antonio
da Costa,
da freguezia
de
Boivães.
Antonio,
filho
de
José
Gonçalves
Tinoco, da
freguezia
de S.
Lourenço
de
Touvedo.
Francisco,
filho
de Manoel
José
de
Oliveira,
da
freguezia
de
S.
Pedro
do
Vade.
José
Joaquim, filho
de
Maria
Joa-
quina de
Menezes,
da
freguezia
de
Villa
Verde.
Concelho
de
Vianna do
Castello—
Ma
noel,
filho
de
João Gonçalves
Barreio,
da
freguezia
de
Anha.
Joaquim
filho
de
Ma
ria
Pires
Capote,
da freguezia
de
Arco-
sa.
Vicente,
filho
de Mathias
José
Chavar-
ria,
da freguezia de
Monserrate.
Manoel,
filho de
Rosa
Maria
Affonso,
da
freguezia
de
Subportella.
Experiência
<le
cultura.—
Alguns
proprietários
da
freguezia
de
Ervedosa do
Douro
vão
experimentar
a
cultura
do
café
por verem
os
seus terrenos perdidos
para
a
vinha
por
causa
da
philoxera.
fijue bonita meza.—
Diz
o
Jornal
dos
Artistas
de
Portimão
que
uma
senho
ra,
residente
em
Monchique,
por
nome
D.
Maria
José
Cochado,
mandando
por nm
creado
desfazer
uma
meza
velha,
para
fa
zer lenha, esta
logo
que
recebeu
o
primei
ro
golpe
de machado,
começou
a largar
de
si
moedas
de ouro,
e
tantas
quantas
eram
necessárias
para
prefazer
a quantia
de
11
contos
de
reis.
Sova
industria.—
Fundou-se
na Ca
lifórnia
uma
companhi»
para
a
exploração
de
uma
nova industria, a
fabricação
do
assucar
do
melão
que
dizem
ter
grandes
vantagens
sobre
a
beterraba,
e do
qual
se
exlrahe
também
um
excellente azeite
pa
ra
meza.
Londres
ein
resumo.
—
Segundo
um
dos últimos
recenciamentos,
Londres
possue uma
população de
2.803:034
al
mas.
A
media
semanal
dos
fallecimentos
é de
1:300
e
de 1:800
a
dos
nascimen
tos.
Tem
388
000
casas
habitadas. 863
ca-
pellas
e
igrejas,
100
asylos
e
hospitaes,
14
prisões,
31
museus, 21
theatros,.5I
clubs,
12
quartéis,
24
mercados
é
12:000
ruas.
Existem
ali
30:000
padeiros
40:000
merceeiros,
24:000
alfaiates,
42:000
cos
tureiras,
29:000 sapateiros
e
170:000
co-
sinheiros,
criados
e
criadas.
O
leite
é
fornecido
por
13:000
vaccas.
Abatem-se
annualmente
36:000
porcos.
20:000
vitellas,
250:000 bois,
2.0
>0:000
de
carneiros
e
consomem-se
4651:000
he
ctolitros
de trigo,
5.000:000
de
aves,
233.000:000
de
ovos.
6
<>00:000
de
ou
tras
peças
de
caça.
3.000:0>
0
de
salmões,
2.000:000
hectolitros
de
cerveja,
2.660:000
hectolitros
de
vinho,
930
000
hectolitros
de diversas
bebidas
alcoólicas.
As
ruas
são
illuminadas
por
4.000:009
de bicos
de
gaz.
Guerra
ile
Uahomey.—
O
exercito
do
rei
de
Dahomey
é
de
6:000
homens;
são
prelos
muitos
valentes,
mas mal
ar
mados.
O
rei
tem
em refens
quinze cofl-
traiadores
de
impostos,
dos
quaes
doze
francezes,
um
portuguez
e
dois
hollande-
zes;
as feitonas estáo
occupadas.
O
commoduro inglez
mantém
o blo
queio,
sem
disparar
um
canhão,
o
que
poderia
ter
consequências
desastrosas
pa
ra os prisioneiros.
Elle
fixou
o
desembar
que
para
os
primeiros
dias
de novem
bro.
Froeesso
«lo genez-al
Friíi
*
.
—
.
Encontrámos
nas
folhas de Madrid
de
12
do
corrente
os
seguintes
esclarecimentos
a
respeito
do
processo
instaurado
em
con
sequência
do
homicídio
perpetrado
na pes
soa
do
general
Prim
em a noite
de
27
de
dezembro
de
1870.
Os
autos
tèem 12:000
folhas
18 os
juizes
entre
proprietários,
supplentes
e
de
nomeação
especial,
que
conheceram
da
causa.
Appareceram
comprehendidos
como ac-
cusado
e
suspeitos 102
indivíduos,
dos
quaes
40
não
ficaram
pronunciados,
44
figuram
como
ausentes
em
parte
incerta,
6
falleceram
e
10
acham-se
presos.
Durante
a causa
deram-se
alguns inci
dentes
relacionados
com o processo,
mas
relativos
a
subtração
de
alguns
documen
tos
e
a
falsidade
de
outros.
A respeito dos
primeiros
foi
provada
a
culpa
n
’
um tal
Cypriano
Gonçalves,
que
por isso
continua
em
ferros.
O resultado final
mostra
que.
não obs
tante incessantes
trabalhos e diligencias
para
descobrir
os
auclores
do
assassínio,
não
foi possível
descobril-os
entre
os
pro
cessados,
ainda
que
paiticularmentc haja
convencimento
a
tal
respeito,
mas
resulta,
sem
duvida
alguma,
cumplicidade
mani
festa
em
dois
dos
implicados,
José
Maria
Pastor
e
Rafael
Porcei y Blanco.
São
lambem
declarados
auclores
por
tentativa
de
assassínio
José
Lopes
Peies,
Esleban
Saez
Loza,
Martin
Arnedo Fer-
nandez,
José
Genovez
Bruúes,
Pedro
Ace-
[nedo
e
D. Fiiippe
Solis
y
Campuzano.
Uns
tres
mais
morreram
durante
o
plei
to.
Não
lia
portanto
prova
alguma
em
vis
ta
dos
autos,
segundo as conclusões finae.5
para
poder
exigir-se
directamente
a
res
ponsabilidade
civil
subsidiaria,
e
no
plena-
rio
não
apparecem
provas
se
não
de
cum
plicidade
no
delicto
com
relação
ás
pes
soas
citadas.
Pelo
que pertence
ao
ex-deputado
Pau
lo
y
Angulo
e
a
Henrique
Sortrada,
o
representante
do
ministério
publico
reque
reu
que
a
resolução
final
abranja
os dois
ou
se
lhes
instaure
depois
do
novo
pro
cesso
directo
quando
viessem
a
juizo.
—
(«D.
de
Nol.»)
O nnvo
partido
ressinta.—
Pela
publicação,
que
ha dias
fizemos,
d
’
um
documento emanado
da
reunião
de
vários
politicos
congregados
na
Granja, onde
se
parafusou
muito
sobre
os
meios
de
salvar
a
patria...
e
as
balatas,
já
os
leitores
sa
bem
que
os
históricos
e
os
reformistas
se
fundiram no
só
partido
que
denominam
progressiva.
Também
os
leitores
nao
ignoram
que
um
dos
chefes
do
novo
partido
é
um
pre
lado
portuguez,
o
snr.
bispo
de
Viseu,
que,
como
é
sabido,
aborrece
do
intimo
d
’alrna
o
poder
temporal
do
Papa,
e,
por
estreme
coherencia,
também
desadora ou
tro
qualquer
poder
temporal, como
lemos
visto.
Estamos
anceosos
porque
appareça
o
programma
do
novo partido, o
que
—
oxa
lá
seja
illusão
nossa
—
nos
deverá
trazer
mais
um
triste
desengano.
ífeiSí
Sieuções.
—
Temos
em
nosso
po
der
algumas
das
ultimas
publicações
de
que
diremos
no
proximo
n.°
d’
este
jor
nal.
(Minando.
—
Recebe
hoje
presbylero,
na
capeila
do Paço
Archiepiscopal,
o nos
so
distincto
amigo,
o
snr. M
d
’
Almeida
Barbosa,
joven
muito estudioso
e
inlelli-
gente.
Este
nome
já
não
é
desconhecido
dos
leitores d
’
este
jornal,
onde
aquelle
nos
so
amigo
tem
publicado
vários
escriptos
de
muito
merecimento.
R®í>.-<»st»í»ções
militares.
—
A
ultima
ordem
do
exercito
traz
as
seguintes
:
Ao
posto
de
tenente
coronel,
sem
pre-
juiso
dos
oíficiaes
mais
antigos da res-
pecliva
classe
e arma,
o
major
de
caçado
res
9,
Eslanislau
Xavier
da
Assumpção e
Almeida,
por
ter
sido nomeado
governador
da
província
de S.
Thomé
e
Príncipe.
Ao
de major,
nas
mesmas
condições,
o
capitão
de
engenharia
Joaquim
José
Ma
chado,
que
vae
desempenhar
uma
com-
missão
de
serviço
no
ultramar.
Ao
de
alferes,
nas mesmas
condições
o
primeiro
sargento
de
caçadores
9,
Luiz
Francisco
Dias
Possas,
por
ir
igualmenle
exercer
commissão
no
ultramar.
A
capitão, na
arma
de
engenharia,
o
tenente
José
Alves
de Almeida Araújo.
a
capitão
quartel-mestre
de
artilheria
2
o tenente
quartel-mestre,
Victorino
de
SanPAnna
Pereira
de
Almada.
A
alferes
de
caçadores
6
o
sargento
ajudante
de
caçadores
5,
Antonio
de
Sou
sa
Correia.
A capitão
da
quarta
companhia
de
ca
çadores
10,
o tenente
de
infanteria
ser
vindo
em
artilheria,
Arnaldo
Belisario
Bar
bosa.
A
alferes
de infanteria
3,
os alferes
graduados
de
caçadores
2
Adelino
Cândi
do
Ferreira
Braklamy,
de
infanteria
16,
e
Leopoldo Augusto
Rebello.
A
alferes
de
ipfanteria
12
o
sargento
ajudante
de
caçadores 6,
Antonio
Maria
Nunes Barbosa.
A
alferes
de
infanteria 16
o
alferes
gra
duado
Arthur
Chanlo Narcbial
de
Carva
lho.
A
alferes
de
infanteria
18
o
alferes
graduado
Joaquim
Guilherme
Gomes
dos
Santos.
Foi
collocado
na
inactivadade
tempo
rária,
sem
vencimento,
o
alferes
de
caça
dores
6,
José Pinto
de
Aguiar
Saldanha,
e
o
capitão
de
caçadores
10.
Jacinlho
José
de
Almeida,
por
ter
sido
julgado
in
capaz
de
serviço
temporariamente.
Oahomey.
—
Sobre
os
successos
da
guerra
que
os
inglezes
declararam
ao
rei
Dahomey,
escreve
o
correspondente
de
Lisboa
para
o «Commercio
Portuguez»:
Uma
flotilha
composta
das
canhonei
ras
«Cygnet»
e «Ariel»,
e
vapor
mercan
te
«Sultan
of
Sokoloo»,
tripulada
pelos
oíficiaes
e
marinheiros
da
fragata
«Aclive»
com
quatro
peças
Armslrong
e
30
sol
dados
navaes,
varias lanchas
e
escaleres
da
divisão, seguiram
pelo rio Niger
(o
«Calabar»
dos
nossos
antigos) no
dia
29
de
Julho,
e
ás
a
horas
da
tarde
do
dia
30
fundearam
em
frente de
Akido.
0
commodoro
Hewett
íez
immediata-
mente
desembarcar
uma força
e
alcançou
remover
a
amarra
lançada
de
uma á
ou
tra
margem do rio,
sem
encontrar
re
sistência
dos
negros.
Junto
ás
arvores
foram
encontradas
3
peças
de
calibre 9
que
alli estavam
montadas,
as
quaes
fo
ram
logo
inutilisadas.
No
dia
31
de
manhã
a
flotilha
che
gou
a
Sabogrega.
Uma
lancha
a
vapor
da
fragata
«Active», dirigiu-se
para
terra
a
fim
de
conferenciar
com os
negros,
mas
estes
dispararam
sobre
ella,
e
por
isso
o
commodoro
mandou romper
o
fogo
n’a-
quelle
dia
e
no
seguinte,
e
depois
desem
barcaram
na flotilha
cerca
de
200
ho
mens
sob
as ordens
do
commander
Bruce,
debaixo
d
’
um fogo
aclivo
e
vigoroso
da
parte
dos
negros,
que
os
inglezes,
con
seguiram
desalojar, tomando
as
suas
for
tificações
e
queimando
a
cidade,
destruin
do
artilheria
que
encontraram.
Os inglezes
perderam
em
terra
um
soldado
de
artilheria
naval,
que
foi
mor
to.
e
liveraram
5
oíficiaes e
8
marinhei
ros
feridos,
entre
os oíficiaes,
o
secreta
rio
do
commodoro
e
o
capellão
da
«Acli
ve».
Julga-se
considerável
a
perda
que
soffreram
os
negros,
pela
qualidade
de ca
dáveres
que
foram encontrados
nas
forti
ficações,
etc.
Os pretos
bateram-se
com
muita
valentia.
A
flotilha
subiu
até
á
vil-
la
de
Agberi,
a
qual
foi
lambem
quei
mada
e
as
fortificações
arrazadas.
N
’
esta
villa,
a
resistência
da
parte
dos
negros
não
foi
tão
energica
como
em Sabogrega,
e
os
inglezes
tiveram
apenas
um
homem
ferido.
No
dia 2
a
flotilha
começou
a
relirar-se
lentamente
lendo
conferencias
com
as
aldeias
que
se
mostravam
amigas
e
desejosas
de
auxiliar os
inglezes.
No
dia
6
o
commodoro
Hewett
teve
uma
audiência
com
o
rei de Onitecha,
que
o
recebeu
no
seu
palacio
com
grande
pompa
e
muita
fineza
e
amabilidade.
Quan
do
a
flotilha
passou
pela
villa
de Akado,
desembarcou
de
novo uma força
armada
que
queimou esta
villa
por
ella ter
atra
vessada
a
amarra
no
rio.
A
flotilha
re
gressou
á
entrada
do
rio
no
dia
10,
e
no dia
12 a
fragata
«Active
*
e
a
canho
neira
«Ariel»
seguiram
para
VVhydah, e
os
oulros
navios
foram
a
Fernando
Pó
para se
munirem
de
carvão
e
unir-se
de
pois
á
fragata
do
commodoro.
Diz
se
que
a
unica
lingua
europea
que
aquelles
indí
genas
nativos
faliam, é
a
portugueza
al
gum
tanto
alterada.
CyeSoiae.
—
No
dia
9,
pelas 5
horas
e
meia
da
tarde
appareceu
ao
oeste,
so
bre
o
cantão de
Patay,
Loiret,
(França)
uma
nuvem
d
’
uma
negrura
espantosa,
a
cada
instante
recortada
de
raios
pallidos.
O
trovão
rugia.
Esta
nuvem
tocava
qua-
si
na
terra,
e
nos
seus
flancos
retumba
vam
mysteriosamente
ruidos
surdos,
simi-
Ihantes
á
detonações
repetidas
d
’
uma lon-
giqua
artilheria.
A
duas léguas
em redor
ouvia-se
o
rugido
formidável
d
’esta
nu
vem
desastrosa.
As
6
horas
desapparecia
para
o
este,
mas
que
de ruinas
deixava
na
sua passagem
1
Em
Tournosis
a
extremidade
do
bur
go
foi
parcialmente
destruída,
demolidas
muitas
casas,
e
a
rua e
os
campos
cir-
cumvisinhos
obstruídos
de
destroços.
Em
Coinces,
foram
reduzidas
a
ruinas
23
casas,
e
as
que foram
mais
poupadas
(icàram
sem
tectos,
assim
como
a
egreja
e
a
escola.
Houve
lambem
importantes
desastres
em
Ozoir-le-Breuil
(Euretet-Loir),
e
n’
um
certo
numero
d
’aldeias próximas.
Em
Villamblain 53
edifícios
ficaram
complelamente
destelhadas
e arrasadas
nu
merosas
granjas repletas
de
grão.
Tudo
o
que
se
achava
na
passagem
da
tromba era
no
mesmo
instante
deitado
por
terra
ou
arrebatado
para
longe,
me-
das
de trigo
ou
d
’aveia,
tectos,
arvores,
etc.
Contavam-se
tres
mortes
e
innumera-
veis
ferimentos.
As
perdas
são
incalculáveis.
A parte
naais profunda do
Atlântico.
—
E
’
uma paragem,
noventa
milhas ao
norte
da
ilha
de
Santhomaz,
que
mede
3875
braças.
Ilentir
»
pnrfla,—
Um
habitante
de
Toulon
e
um
italiano
eslâo-se
contando
maravilhas
das
suas
patrias
respectivas.
—Nós
temos
aqui,
disse
o
provençal,
como
curiosidade o ecco
do
forte
Lamal-
gue.
Uma
ecco
suprehendente,
que repete
até
trinta
syllabas
seguidas.
—
Isso
não
admira,
responde o
italia
no,
no
theatro
de
Milão
representa-se
os
Huguenoles
na
vespera
e
ouvem-se
no
dia
seguinte,
durante
que se
representa
o
Roberto
do
Diabo,
o
que
faz que
se
ve
ja
uma
peça ao mesmo
tempo
que
se ouve
outra
!
Costumeira
velísa.—
Começaram as
vindimas
em
differenlés
pontos
do
meio
dia
da
França,
e
da
semana
próxima
em
diante
affixar-se-hão
os
editaes para
as
colheitas
nas
communas
dos
arredores
de
Pariz.
Estes
editaes
ou
bandos,
cuja
origem
remonta
ao
direito
feudal,
são
decisões
tomadas
pelo
«maire»
da
cpmmuna,
de
pois de
ter
ouvido
o
parecer
dos
proprie
tários
notáveis
do sitio,
e em
virtude
das
quaes
as
vindimas
são
declaradas
abertas
a
conta
d’
uma
data
que
os
editaes
fixam.
Foram
instituídos
afim
de
que
chamados
os
proprietários,
cada
um da
sua
parte,
ás
suas vinhas, não
podessem
os
visinhos
ser
roubados
e
para
obstar
á
impaciência
dos
proprietários
que
apanhavam
as
uvas
ainda
verdes.
Sob
o antigo
regimen,
os
bandos
das
vindimas
eram
publicados
nos
dias
em
que
o
balio
dava
audiência
para
distribuir
justiça.
Mais
tarde,
íoram-no
em
a
occasião
do
sermão,
em
virtude
da
ordenança
de
Blois,
e este
costume
estava
ainda em vigor
ha
poucos
annos
em
algumas
regiões
do sul
da França. Outr’
ora,
os
habitantes,
reu
nidos
em
numero,
podiam
requerer ao
juiz
que
publicasse
os bandos,
e
em
caso
de
recusa, podiam
desobedecer
e
vindimar
sem
incorrerem
em
castigo
algum.
Hoje,
em
que
cada
dia
se
vão
aban
donando
mais
os
costumes
antigos,
os
«maires»
nomeiam
comtnissarios
a
quem
incumbe
julgar
da
maduresa
das
uvas.
E
’
pelas
informações
d
’
estes coramissarios
que
o
«maire»
manda
aífixar
a
sua
deci
são
indicando
o
dia em
que
se
poderá co
meçar
a
vindimar.
Convém
accrescentar
que,
embora
es
te
costume
esteja
ainda
em
«igor
em
França,
os proprietários
quasi
que fasem
o
que
bem
lhes
parece.
Um
acimJo
no mar
—
Escrevem
de
Brest,
em
data
de
5:
A
4
de
setembro
passado,
a uma
legua
pouco
mais
ou
menos
da
ilha Molena,
uns
indivíduos
Viclor
Dubosq,
patrão,
João
Carion,
René
e
Yves
Omnes,
marinheiros,
andavam
á
pesca.
O tempo estava
magnifico
e
o
mar
sereno;
de
repente,
avistaram, dirigindo-
se
para
elles,
arrastado
pela
corrente,
um
pedaço
de
madeira.
A
madeira
é
coisa
pa
ra
os
habitantes de
Molene, onde
não
ha
uma
só
arvore;
assim
é
que
trataram
im-
mediatamente
de
agarrar
o
madeiro e
mel-
tel-o
no
barco.
Estava
cuberto
de
plantas
marinhas
que elles
arrancaram,
e
quando
acabaram
esta
tareia,
viram
preso
a
um
prego
um
pedaço
de panno. pendente
do
qual
se
achava
uma
algibeira
de
teia,
e
n
’
esla
um
pedaço de
papel
a embrulhar
quarenta
e
oito
pequenas
pedras
de que
as
menores
eram
do
tamanho da
cabeça
de
um
alfi
nete
grande,
e
as
mais
volumosas
eram
da
dimensão
de
uma
lande
Havia
deze-
seis
d
’este
volume.
Espantados
com
aquel
le
achado, suppondo
que aquellas
pedras
que
estavam embrulhadas
com
certo
cui
dado, deviam ter
algum
valor,
os
mari
nheiros
levaram-as
ao
syndico
que
na
ilha
é
o
representante na
administração
da ma
rinha.
O
boato
d
’
aquelle descuberta
espalhou-
se
immediatamente
pela
ilha;
todos
cor
reram
a
vel-as,
e
como
os
mais
avisados
manifestassem
a
opinião
de
que
aquellas
pedras podiam
ser
diamantes,
experimen-
taram-as
logo n’
um
vidro
que
foi
risca
do
muito
facilmente.
Desde
então
nao
hou
ve
mais duvida
alguma, e
eíTectivamen-
le
reconheceu-se
que
são
quarenta
e
oito
diamantes,
mas
no
estado
bruto.
O
syndico
mandou-os
para
a
adminis
tração,
e desde então
acham-as
deposita
dos
na
caixa
dos
marinheiros,
em
Brest,
para
serem
entregues
a
quem de
direito;
em
todo
o
caso
expirando
os prasos,
se
rá
paga
aos
marinheiros
a
indemnisação
a
que
teem
direito pelos regulamentos.
O
encontro
fortuito,
em
mar
alto,
d
’este
deposito
precioso,
confiado
a
um
pedaço
de madeira
iluctuante,
é
em
ver
dade
uma
coisa
extranha
e
que
parece
diílicil
de
explicar;
não é
possível
faser
do
que conjecturas
mais
menos
admissí
veis,
e
entre as
que fiz,
eis
a que
me
pareceu
mais
verosímil:
Muitos
naufrágios
que
são
conhecidos,
e
provavelmente
muitos outros
que
o
não
são,
teem
tido
logar em
as
nossas
cos
tas
perigosas;
supponho
que algum
dos
desgraçados que
se
achavam
em
qualquer
d
’
esses
navios,
conseguiu
alcançar,
a
na
do,
o pedaço de
madeira
em questão;
pensando
que
com
o
seu auxilio poderia
sustentar-se
na agua,
despiu-se
para
po
der
nadar
mais
facilmente,
e
tendo ar
rancado
a algibeira
que
continha
o
seu
precioso
deposito,
prendeti-o
ao
prego
a
que
se
encontrou
fixo;
mas
tendo
sobrevindo
o
cansaço,
foi
obrigado
a
largar
a presa
e a
soffrer
sorte
inglez.
Não
se pode
ir
alem de conjecturas;
é
no entanto para
notar
que
a
parte
da vestido
a que
es
ta presa a algibeira,
parece
ter sido
ar
rancada
com
violência,
e
o
cuidado
com
que
se
prendeu
ao
prego,
suppõe
uma in
tenção
que
pode
combinar-se
com
e
que
lhe presto.
IPortiiguzeg
falleeidns.-— No
Rio
de
Janeiro
falleceram
os
seguintes:
Em
22
d
’
agosto:
Antonio
Machado
Nu
nes, 59
annos.
Em
23:
Francisco
Peixoto
Braga,
23;
Carolina Teixeira, 30; Felizardo
Alves
Go
mes,
43.
Em
24:
Antonio
Jeitão
Soares, 26;
Gonçalves
de
Souza
Pereira,
50;
Lodovino
José
Maria Coelho,
48;
João
Gil,
29;
Cus
todio
Carneiro
Sampaio,
40.
Em
23:
Apolonia
da
Silva,
45;
João
Machado
Lopes,
50;
Antonio
Augusto
Bom-
fim, 54.
Em
26: Lauriano
Garcia
da
Silva,
62;
Manoel Gomes
d
’
Oliveira,
30;
Antonio
Jo
sé
Rodrigues
Pereira,
36;
Manoel
de
Sou
za
Pereira,
48; Maria
Candida
Lopes,
56;
José
Filippe
Rodrigues. 3o.
Em
27:
Manoel A vila
Pereira,
44;
Do
mingos
Lopes
Carneiro
dos
Santos,
43;
Antonio
Gonçalves,
40;
João
Antonio
An
tonio Antunes, 27; Joaquim
Dias
Guima
rães,
30.
Em
28:
Francisco
José
Pereira,
53;
José
Gonçalves
Nogueira,
30;
Joaquim
Jo
sé
d
’
Almeida, 20.
A
’
earidatS»
gjssMsca.'
—
Maria
The-
reza
de Carvalho,
recolhida
no
convento
das
Convertidas,
tendo-lhe
sido
aconselhado
o
uso
de
banhos
de
caídas,
por
causa
dos
seus
padecimentos,
implora
o
soccorro
das
almas
caridosas
para
conseguir
adoptar o
conselho
da
medicina.
A’
caridade publien.—
Indicamos
ás almas
caritativas
o
infortunado Joaquim
da
Silva,
que
foi
jornaleiro,
e
que
actnal-
menle
se vê
na
impossibilidade de
ganhar
os
meios
para
a
sua
subsistência.
Mora
na
rua
de
S. Thiago,
n.°
6.
A’
caridade.—
Pede-se
ás
almas
ca
ritativas
soccorram
uma
pobre
velhinha,
entrevada
com
um
schirro
na
cara,
mo
radora
em
Guadelupe
n.°
6.
Retratos «So Snr. W.
iVIiguel II.
—
Os retratos ultimamente
chegados
e
pró
prios
para
album
grande,
vendem-se
no
escriptorio da administração d’
esle
jorcal.
Preço
de
cada
um
300
reis.
SECÇÃO DE COMMUHICADOS
Snr.
redaclor.
Peço
a
v.
o
favor
de
publicar
no
seu
acreditado
jornal
as
linhas
que
seguem.
De
v.
etc.
O
assignante
—
Manuel
Joaquim, d
’
Araújo
Almeida.
Achando-se
pronunciado
pelo
digno Juiz
de
Direito
da
comarca
de
Villa
Verde
o
tabelião
do
extincto
concelho
de
Prado,
Domingos
Joaquim da
Rocha,
não
deve,
segundo
a
lei,
continuar
este
a
exercer
as
respectivas
funeções.
Por
este motivo
é
indispensável,
para
que
não
soílram
os
in
teresses
d
’
aquelles
povos,
que
seja no
meado um
outro
que
interinamente
supra
aquelle
logar.
E’
porisso
de
esperar
que
o
merelissimo
Juiz de
Direito
d’
aquelia
co
marca
proceda
quanto
antes
á
nomeação a
que
me
refiro.
Manuel
Joaquim
d
’
Araújo
Almeida.
(4296)
SXFED1EWTS
Da administração
E’
por
mais
uma
vez
que
somos
for
çados,
bem
contra
nossa vontade,
a
rogar
mos
aos
nossos
assignantes
que
ainda
se
acham
em
grande
atraso
de
suas
assigna-
turas,
e
aos
quaes,
já
por
esta
fórma.já
por cartas
particulares
nos
temos
dirigido,
e
muitos d’
esles
não
se
teem
até
hoje
di
gnado
responder-nos,
que
se
dignem
man
dar
pagar,
sem
perda
de
tempo
os
seus
débitos,
pois
não
o
fazendo
até
ao
fim
<1°
corrente
anno,
não
só lhes
será
sustada
a remessa
do
jornal,
mas até
serão
pu
blicados
no
mesmo,
os
nomes de
todos
que não
tenham
altendido
ao nosso
pe
dido.
Os
nossos
correspondentes
nas seguin
tes
localidades
são:
Porto,
o
snr.
Carlos
das
Neves &
So
brinhos
—
rua
das
Flores.
Vianna
do
Caslello,
o snr.
Francisco
José
d
’
Araujo
Júnior.
Guimarães,
o
snr.
José
Antonio
Tei
xeira
de
Freitas—
Livraria
Internacional,
a
S.
Damaso.
Covilhã,
o
snr.
Luiz Antonio
de
Car
valho.
ILTIHWS
TEI
j
EGRAMMAS
MA
AtíEACIA
II4VAS
MADRID
19—A
ex-rainha
Isabel
virá
a
Madrid
na
próxima
sexta-feira.
Maldonado
Macaraz director
da
divida
publica,
foi
nomeado
conselheiro
d
’
instruc-
ção
publica.
O
«Diário
Espanol»
diz
que
o
gover
nador
de
Valladolid
não
prohibiu
vender
bíblias
protestantes
nas
livrarias,
mas
sim
nas
praças
publicas,
por
mulheres
e
crian
ças
que
as
ollereciam
em
voz
alta.
A
«Correspondência»
diz
que
Dorre
garay
virá
brevemente
pedir
ndulto
e
re
conhecer
D.
Alfonso.
i
PARIZ
20
—
Não
é
verdadeiro o
boato
da
que
o exercito
servio
proclamasse
o
principe
Milan
rei
da
Servia.
Este
boato
teve
origem
n
’uma
saude
de
general
Tchernaieff,
que
fez
seu
effeito
em
S.
Petersburgo.
RIO
DE
JANEIRO
18
—
Chegou
hoje
a
este
porto
e
seguiu
para
a Europa,
o
pa
quete
«Potasis»
da
companhia do
Pacifi
co.
MADRID 20—
O
rei
assistiu
na
gare-
do
meio
dia
á
partida
com
destino
a Cu
ba
do
batalhão
2.°
D
Alfonso
dirigiu-lhe
a
palavra
nos
seguintes
termos:—
Solda
dos
recordae-vos
que
a
America
deve
a
sua prosperidade
ás
armas hespanholas.
O
meu
dever
impede-me
de
acompanhar-vos
onde
vossos
esforços
e
patriotismo
obterão
victoria.
Condusi
altivos
as
armas em
tes
temunho
de
gratidão
para
com
o
paiz
e
rei.
Lembrae-vos
que
obediência
da
disci
plina
conduz á
victoria e
regres
sae
em
breve triunfantes
aos
gritos
de
—
Viva
a
Hespanha!
—
-Viva
o
exercito
hespanhol!
Responderam
os
soldados
dando vivas
ao
rei.
D.
Isabel sahe
ámanhã
de
Sanlader
para
o
Escuria
1 *
*
.
O
governo
approva
a
or
dem
do
governador de Valladolid
prohi-
bindo
a
venda
das biblias
protestantes
na
via
publica.
O
sacretario
da
legação
in-
inglesa
conferenciou
com
o
ministros
do
negocios
extr
angeiros
ácerca
da
questão
religiosa.
gantes
nem
despezas
com
o
uso
da
delicio
sa
farinha
de
saúde,
Minoa
d’
invariovel Hueeesao
4
Qualquer
doente
acha
por
meio da
deliciosa
Revalesciére,
saude,
energia, ap-
petite,
boa
digestão e
bom sorano. Cura
as
indegestões (dispepsia)
gastricas,
gas
tralgias,
flegmas,
arrotos,
ventos,
flatos,
amargor
na
bocca,
pituitas,
nauscas,
vo-
mitos,
irritação
intestinal,
diarrea,
disente
ria, collicas,
asthma,
falta
de
respiração,
oppressão, congestões,
mal
aos
nervos,
LONDRES
20—
A
«Gazete»
insere
q
rela
tório
do
relator
Bnzingio
dando detalhes
ácer
ca
das
atrocidades,
commettidas
pelos
turcos
na
Bulgaria.
O
relatorio
insiste
pela
puni
ção exemplar
dos
culpados
e
pelas
me
didas rigorosas.
Acompanha
o
relatorio
uma
carta
de
Elliot,
embaixador
em
Cons
tantinopla,
disendo
que
as
atrocidades
justi
ficam
toda
a
indignação
exprimida.
PARIS,
21—
Ò
embaixador
turco
ce
lebrou
uma
conferencia
com
o
ministro
estrangeiro
Decazes,
o que
produsiu
paci
fica
impressão.
LONDRES,
21
—
Desbocaram-se
os
ca-
vallos
que
tiravam
a
carruagem
da
rai
nha
Victoria
e
foram
detidos
na carreira
por
um
policia,
que
ficou
ferido.
A
rainha
nada
soffreti.
Disraeli
pronunciou
um
discurso,
no
qual
disse
que
obtido
o
armistício,
resta
entender-se
com
as
potências
sobre
as
re
lações
dos
christãos
com
a
Porta.
SAÚDE A TOBOS
sem medicina, pur
DU
BARRY
de
Londres.
LIVliAWA IJBAtAllEtSE
diabethe,
debilidades,
todas as
desordens
ao
peito,
na
garganta,
do
ahto,
das
bron-
chites,
da
bexiga,
do
ligado,
dos
rins,
dos
Intestinos,
da
mucosa,
do
cerebro
e
do
sangue:
75:000
curas
entre
as
quaes
con
tam-se
a
do duque
de
Pluskow
e
da
ex.
ma
snr.a marqueza
de
Bréhan,
do
doutor
Manuel
Saens
de
Tejada
da
universidade
de
Cordova,
etc.
etc.
Adra,
província
de
Almeria,
(Hispanba),
10
de
outubro de
1867.
Meus
senhores:
—
Tenho
a
satisfação
em
fazer-lhe
scienle
que
minha
filha
com
o
uso d
’
esta
deliciosa
farinha
chamada
Be-
valescière
elaoeoíatnda,
curou
radi-
calmente
de
uma
erupção
cutanea,
que
lhe impedia
dormir
por
causa
da
comixão
insuportável
que
padecia.
—De
V. S.a
at-
tenio
venerador,
P
errin
de
la
H
ittoles
,
ao
Visconsulado
de
França.
Cura
78:421.
(Herpes)
—
Valença
14
de
setembro
de
1873.
Uma
minha
amiga
que
padecia
havia
muitos
annos
de
Herpes,
foi
curada
com
pletamente
com a
Revalesciére.-—
J. B
atl
-
lori
,
fabrica
de
massa,
Praça
de
S.
Ca-
tharina,
9.
Cura
56:936.
Ba^r
(Baixo
Beco)
4
de
junho
de
1862-
Senhor:
—
A
Revalesciére
tem
feito n
a
minha
pessoa
uma
mudança
maraviltiosa-
tendo
readquirido
não
sómente
as minhas
forças,
mas também parecendo-me
que
es
tou compietamente
remoçado,
tornou-me
o
appetite,
que
desde
muito
tempo
tinha
per
dido,
e
a
oppressão
e
o
pezo
que padecia
haviam
já
40
annos,
já
não
me
atormen
tam.
D
avid
R
uff
,
proprietário.
Seis
vezes
mais
nutritiva
do
que
a
car
ne
sem
esquentar,
economisa
cincoenía
vezes
o seu
preço
em
remedios.—
Preços
fixos
da
venda
por
miudo
em
toda
a
pe
nínsula
:
Em caixas
de
folha
de
lata,
de
l
j
l
kilo,
500
;
de
4
/
2
kilo 800
rs
;
de
um
kilo,
1$400
reis
;
de
2
kilos,
3$200
reis
;
de
6
ki-
los, 6$400
reis,
e
de 12
kilos,
12^000
reis.
Os
biscoitos da
Revalesciére
que
se
po
dem
comer
a
qualquer
hora,
vendem-se
em
caixas
a
800
e
l$400
reis.
O
melhor
chocolate
para
a
saúde
é a
taevaie»e»èírè e8»oeo2»tada
;
eila
res-
titue
o
appettite,
digestão, sotnoo,
energia
as carnes duras
ás
pessoas,
e
ás
creanças
e
mais
fracas,
e
sustenta
dez
vezes
mais
que
a
carne,
e
que
o
chocolate
ordinário,
sem
esquentar.
Em
paus,
ou
em
pó
em
caixas
de
folha
de
latadelO
chavenas,
500
reis;
de
24
cháve
nas,
820
reis;
de
48
chavenas, l$400;
de
120
chavenas,
3$200 reis,
ou
2a
reis
cada
chavena.
BARRAI
DU BARRY
ÍJ.a
—Pia-
ce
Vendòme,
26,
Pariz;
77
Regent
Street
Londres
;
Valverde,
1,
Madrid.
Os
pharmaceuticos,
droguistas,
mer-
cieiros,
etc.,
das
províncias devem
diri
gir
os
seus
pedidos
ao
deposito
Central
;
snr.
Serzedello
&,
C.a
Largo
do
Corpo
Santo
16,
(por grosso e
miudo)
;
Carlos
Barreto, rua do
Lorelo,
28;
Bar
rai
&
Irmãos,
rua
Aurea,
12..
Ferie,
J.
de
Sousa
Ferreira &
Irmão,
rua
da
Ba
nharia
77
;
de
bequeira
; J.
Pinto
;
Desí-
ré Rahir;
Coimbr», V.
Botelho
de
Vas-
concellos
;
Aveiro,
F. E.
da
Luz
e
Cosia,
pharm.;
Bareellos,
Ramos,
pharm.;
Brasn,
Pharmacia Maia, rua
dos
Chãos,
Pipa
<fc
Irmão,
rua
do
Souto,
Domingos
J.
V.
Machado,
praça
Municipal.
Fígueir»,
Antonio
Vieira,
pharm.
;
CuimarSeg,
A.
J.
Pereira Martins,
pharm.
; í'eaa-
Sel,
Miranda,
pharm.
;
Fesate
«Io
Idm».
A.
J.
Rodrigues
Barbosa,
pharm.
;
voa
do
Varzini,
P.
Machado
de
Oli
veira,
pharma.
;
Visnna
d®
CaesSel!®,
Aflonso
e Barros,
droguistas;
Ylíla
d»
Conde,
A.
L,
Maia
Torres,
pharm.
D.
Luiza
Alves
Ferreira Leite
Bran
dão,
Antonio
Joaquim
de Oliveira Bran
dão,
Francisco
Joaquim
de
Oliveira
Bran
dão,
Antonio
José
de
Oliveira
Brandão,
tendo
na
devida
consideração
a fineza
que
se
dignaram dispensar-lhe
lodosos
illm
us
e
exm.°
*
snrs.
e
revd.
mos
snrs.
ecclesias-
ticos
e
seculares
que
assistiram ao
acom
panhamento,
e
fuueral
de
sua presada
fi
lha
e
irmã,
vem
por
este
meio
agrade
cer
tão
distincto
obséquio
protestando-lhes
eterna
gratidão.
(4291).
AO
CAMPO
»E K. S. A ISKAWCA
Domingo 24
do
corrente
pelas
R)
horas
da
manhã.
Consta:
1
guarda-vestidos
de
mogno,
1
guarda
louça de
vinhalico,
1
dito
de
pau
preto, 1
cama
á
franceza,
de
vinhati-
co,
1
commoda
de
mogno,
1
secretaria,
lavatorio,
mezas,
cadeiras,
e
vários
mo
veis.
(43
1
3)
A1NUNCI0S
GRANDE
E
ULTIMO
LEILÃO
Pelo
agente
Cardoso
do
Porto,
sabba-
do
23
e
domingo
24
do
corrente,
ás
I
(>
horas da manhã,
na
rua
do
Souto,
n."
14
A.
Consta
de
moveis, vinhos
finos
e
diversos
objectos.
(4305)
SANGTUARIO
DE
S.
TOR
QUATO
Avss» ae« mestres pedreiras.
No
dia
8
do
mez
de
outubro
do
cor
rente
anno, por
volta
das
onze horas
da
manhã, na
casa
do
despacho
da
Irman
dade
de
S.
Torquato,
será
posta
em
pra
ça,
e
entregue
a
quem
por
menos
se of-
ferecer
a
fazel-a,
se
o
preço convier,
uma
empreitada
de
fornecimento
de
pedra
de
cantaria,
apparelho e
assento,
com
sen
respectivo
enchimento
de
alvenaria
arga
massada,
para a
fiada
da cornija
do pedes
tal,
em
toda
a
extensão
da
obra
cons
truída.
As
propostas
serão verbaes.
Além
do
desconto
de
10
l|0
que
ha
de
ser
feito
mensalmente á
importância
da
obra
que
se
executar,
terá
o
licitante
de
depositar
sobre
a
meza
no
acto
da
ar
rematação,
a
titulo
de
deposito
provisorio,
a
quantia
de
trinta
mil
reis,
que
lhe
será
restituída,
logo
que
o
desconto
mensal
al-
tinja
essa
importância.
Os
desenhos e
relevos
da
obra,
assim
como
as
condições,
podem
ser
examina
dos
todos
os
dias
na
casa
do
despacho
da
Irmandade.
S.
Torquato
19 de
setembro
de
1876.
O
Secretario,
(4307)
Joré
Ferreira de
Abreu.
,5.
Aluga-se
na
rua
da
Ponte
uma
morada
de
casas
apalaçada,
com
q
Uint
a
|
e
pôço
;
e
bons
commodos
para
uma
familia.
Quem
pertender
alugal-a
queira
dirigir-
se
á
mesma rua.
casa n.°
58
C.
(4309)
NOVO
HORÁRIO
A
antiga
sociedade
Viação
Bracarense,
levam
ao
conhecimento
do
publico
que
os
seus
carros
que
d
’esta cidade saem
ás
5
horas
da manhã
e
depois
da
chegada
do
l.°
comboio
de
manhã,
e
ás
3
da
tarde,
ficam
saindo desde
0
i.°
de
outubro
era
diante:
O l.°
ás
6
horas
da
manhã,
che
ga
aos
Arcos
ás
11
e segue
para
Monsão
ás
2
da
tarde. O
2.°
sae
depois
da
che
gada
do
l.°
comboio
da inanhã,
chega
aos
Arcos
á
1
1 [2
da
tarde,
e
segue
pa
ra
Monsão
ás
2
e chega
a
Monsão
ás
6
horas
da tarde;
e
0
3.°
sae
á
1
hora
da
tarde,
e
chega aos
Arcos
ás
6
horas
da
tarde.
Volta:—
Sae
0
primeiro
dos
Arcos
pa
ra Braga
ás
6
horas
da manhã,
chega a
Braga
ao
meio-dia;
0
2.°
sae
de
Mon
são
ás
5
horas
da
manhã,
chega
aos
Ar
cos
ás
9,
segue
para
Braga ás
10. e
che
ga
a
Braga
ás
4
da
tarde
;
0
3.®
sae
dos
Arcos
ao
meio-dia,
e
chega
a
Braga
ás
6
horas
da tarde. Os
snrs. passageiros, tan
to
dos
Arcos
como
dé
Monsão,
teem
20
minutos
de
demora
no
Pico
e
Extremo,
tanto na ida
como
na
volta.
Braga 20
de
setembro
de
1876.
(4310)
José
Luiz
Ferreira.
TEIXEIRA
& MESQUITA
A
carreira
estabelecida
entre
Braga
e o
Penedo, que
até
aqui
partia d’
esla
cidade
ás
5
1(2
horas da
manhã, fica
partindo
desde
0
dia
24
do
corrente-
ás
8
da
ma-
1
nhã
;
e
a
carreira
estabelecida
de
Braga
á
’
ovoa
do
Varzim,
que partia
ás
5
horas
da
manhã
fica
partindo
desde
0
dia
24
do cotrente
ás
6
horas
da manhã.
O
escriptorio
é
no
bem
conhecido
Ri-
teiro
Braga.
Pelos
annunciantes=7iíòeiro
Braja.
(4311)
a
Tendo-se
desencaminhado,
ao abaixo
assignado,
entre
outros
papeis
de
impor
tância
0
bilhete
de
passagem
pira
0
Rio
de
Janeiro
da
Companhia
Franceza, po-
risso
pede-se
a
quem
0 achasse
de
0
eri-
iregar
em
Braga
em
casa
dos
snrs.
Al
meida
&
Pereira,
em Caldellas,
ao
Rev.°
leitor,
em
Villa Verde
em
casa
do
snr.
José
Joaquim
Peixoto,
que
receberão
al-
viçaras.
Pois
as
providencias
já
estão
da
das.
Braga
20
de
setembro
de
1876.
Antonio
Pires
da
Costa Arraes.
(4312)
DESPEDIDA
José
Pereira
Víllas,
de
S.
Jeronymo
de
Real,
tendo-se
retirado
temporariamen
te
para
Lisboa,
pede
desculpa de
não
se
ter
despedido
de
todos
os
seus
amigos
e
pessoas de suas
relações,
servindo-se
pa
ra
esse
effeito
d’
este
meio,
offerecendo a
todos
na
dita
cidade
os
seos
serviços
;
bem
como também
faz sciente
que,
ten
do
annunciado
a
venda
voluntária
de
suas
propriedades,
e como
até
hoje
se
não
te
nha
essa
venda
efiectuado,
fica
portanto
habilitado
para
a
venda
das
mesmas 0
snr.
dernardo
da
Cunha
Pinto
Barbosa,
soiici-
dor
n
’
esta
cidade.
Braga
18
de
setembro
de
1876.
(1290).
José
Pereira
Villas.
J
OSÉ
Vicente
de
Salles,
Professor
de
Bellas
Artes,
no
largo
de
Santo
Agos
tinho, participa
ao
respeitável
publico,
com
especialidade
ás
[Ilustres
classes
Ecclesias-
tica
e Artística,
que
abrirá
curso
de
Deze-
nho,
Pintura, Gravura e
Litographia,
0
qual
se
comporá
de
nove mezes,
a prin
cipiar
no
dia
l.°
de
outubro
proximo
fu
turo.
O
curso
de Dezenho
será de
noite
durante a
estação
invernosa,
a
principiar
das
7
ás 9
horas, e
os
outros
cursos
serão
de
dia
das
12
ás
duas
da
tarde,
sendo
0
pre
ço
de
qualquer
um
d’
elles,
9
por
mezes,
reis
13$500,
podendo
ser
pagos
em
tres
pres
tações
de
4$500 reis
cada
uma,
a
l.a
no
acto
da matricula,
a
2,
a
e
3.
a no
princi-
aio
de
janeiro
e
abril.
Braga
20
de
setembro
de
1876
(4303)
COUPAKHIA
VIAÇAO MI-
MIO
A
carreira estabelecida
entre Braga
e
0 Penedo,
que
até
aqui
partia
d
’
esla
ci
dade
ás
3 1|2
horas
da
tarde,
fica
par
tindo
desde
o
dia
22 do
corrente
depois
da
chega
la
do
2.°
comboyo.
Braga
18
de
setembro
de
1876
(4301).
Rua do Souto, «5, «5 A «5 H.
JOAQUIM
JANUARIO
Previne
a
mocidade
estudiosa
que
já
chegaram
a
esta
livraria
todos
os com
pêndios adoptados no
Lyceu Nacional
e
Seminário
d
’esla
cidade.
Assim
como
um
grande
sorti
lo
de
es
tojos,
caixas de
tintas,
pastas etc.,
etc.
Tinteiros
mágicos
inexgotaveis
800
rs.
Rosa do
Adro,
2.
a
edicção.
(4300).
ry-/
:,Kuatn^;». •sfíjxa&zv^gtsi
KteâSfcSfiií^u^fjatan^.-
•—
■-
...... ..
—
I1LA
SEAL HGMZA
C
O MC E»
I^r
K
l X
ULOYD
BE
NORDDEUTSCHER
LLOYD
NOMES
DOS
VAPORES
D’ESTA
COMPANHIA
(INCORPORADA POR CARTA
REAL)
Hohenzolern
—
Hohenstaufen
'Salier
—
Habsburg
—
Hansa
America
—
Hermann —
Weser
Rhein
—
Main—
Donau—Mosel
Neckar
—Oder
Kron
Prinz
Fr.
Wilhelm
Graf
Hismark
General Werder
Sperber
Carreira mensal
Ballimore—
Perl
im—
Chio
Leipzig
—
Braunschweig
Nurnberg
—
Frankfurl—
Han-
nover
—
Koln—
Strassburg
Adler
—
Falke
—
Mowe
—
Reiher
Sch
walbe—
Schwan
—
Slrauss
Albatross
LINHA
QUINZENAL
DE
PAQUETES A
VAPOR
Para S.
Vicente, Pernambuco, Bahia, Rio de
Janeiro,
Montevideo
e Buenos-Ayres
Acceilando
também
passageiros
de
3F
classe
para
SANTOS
e
RIO
GRANDE
DO
SUL
com
trasbordo
no
Rio
de
Janeiro
PAQUETES
A
SAIR
DE
LISBOA
GUADIANA
.
.
29
de
Setembro
ELBE
....
13
de
Novembro
DOURO.
...
13
de
Outubro
MINHO.
...
28
de
Novembro
MONDEGO.
.
.
28
de
Outubro
PREÇOS
COMMODOS
Cada
paquete
<l’esta enmpanhia
leva
a
bordo
criados e eosisilaeiros
portugnezes
para
commodidade
dos
passageiros
de
todas
as eiassea.
Sendo
as
passagens
pagas
na
Agencia
Central
no
Porto
ou
em
qualquer
Agencia
provincial,
a
conducção
para
Lisboa é
por
conta
da
Companhia.
A bordo
os pnisageiroa teem grátis cama, roupa t!e
cama,
eo-
mida feita por cesinlieiros portuguezes, vinho duaa vezes por dia,
assistência medica,
serviço <le eriados e outras despesas.
A
EXPERIENCIA
de
mais
que um
quarto
de século
tem
feito
com
que
os
pa
quetes
d
’esta
companhia
(a
mais
antiga
na carreira
do Brazil)
sejam
conhecidos
pela
regularidade,
velocidade
e
segurança
excepcional
;
além
d
’
isso
pela limpesa,
boa
or
dem,
bom tratamento e
accommodações
a
bordo,
e
pelos melhoramentos
mais
moder
nos
tanto
para
a
hygiene
como
para
a
commodidade
dos
passageiros.
ISTO
É
COMPROVADO
pela
grande concorrência que
teem
de passageiros e
pelos
agradecimentos
de mais
de
mil
e
cem
passageiros
d
’
entre
eiles
feitos
por
es-
cripta
como consta
de
documentos
archivados
em
varias
agencias.
SÀO ESTES
OS
PAQUETES
preferidos
pelo Governo Inglez
para
a
conducção
das
suas
malas
do
correio,e
por este
serviço
recebe
a
companhia
um
importante
subsidio.
TIVERAM
ESTES
PAQUETES
a honra
de
conduzir
Suas Magestades
*
o
Impera
dor
e Imperatriz
do Brazil, como
também
S.
A.
0 Infante
D.
Augusto.
TODAS
AS INFORMAÇÕES
e
bilhetes
de passagem
podem
ser
obtidos
no POR
TO
na
AGENCIA
CENTRAL,
rua
doslnglezes.
23,
do agente
GUILHERME
C. TAIT;
e
nas
prouncias
nas agencias
e
correspondências
estabelecidas
em
todas
as
princi-
paes
cidades
e
villas.
Agente
em
Braga
0
snr.
João
Manoel
da
Silva
Guimarães,
Rua
do Souto.
Para
Pernambuco,
Bahia,
Rio
de
Janeiro,
Montevideu
e Buenos-Ayres
Os paqueles
que
a Companhia
está
empregando
na
carreira
do
Brazil
são
todos
de
grande
lotação,
tendo
logares
para
170
passageiros
de
primeira
classe.e 750
de
terceira.
São
de
grande velocidade,
e
o serviço
esta-se
fazendo
com
toda
a
regularida
de,
pelo
que
vae
adquirindo
uma
boa e
bem merecida reputação.
Os
preços
das passagens
são
muito
rasoaveis,
como
se
póde
verificar
pela
tabel-
la
que
se
acha
patente
nas
agencias.
Sendo
as passagens pagas no Porto ou was sub-ageneias da pro
víncia o
transporte do passageiro a Xiisboa pelo eaminho de ferro
è por conta da Companhia.
Estes
paquetes
são
notáveis
pelos
seus
modernos
aperfeiçoamentos
e
explendidas
accommodações
para
passageiros
de
todas
as
classes.
Estão
já
contraclados
cosinbeiros
e
creados
porluguezes
para
estes
paquetes.
Aos
passageiros
de
terceira classe é
fornecido
grátis
pela Companhia,
cama,
cobertor
utencilios
de
mesa,
e além
de
ser
a
comida
á
porlugueza
teem
vinho
duas
vezes por
dia.
A
bordo
de
cada
paquete
ha
um
medico
que
é
obrigado
a
prestar
seus
serviços
gratuitamente
aos
snrs.
passageiros,
assim como são
fornecidos
todos
os
medicamen
tos
necessários.
Quaesquer
informações
ou
bilhetes
de passagens
podem obter-se
dos
agentes
Rawcg
«fe
C.a,
rua
de
S. Francisco
n.°
4. 2
0
andar—
Porto
—
e
em
Braga
ao agente
Ricardo
Malheiro
Dias,
na
lhesouraria
do
Banco
Mercantil,
ou
largo
de
8.
Miguel
O
Anjo n.°
20.
.
(4276)
DO
ALTO
DOURO
BA
CASA
IÍE
VIEEA
POUCA
RUA
DO
SOUTO
N.°
15-Braga.
N
’
este
armazém
se
encontram
a
retalho
as
seguintes
qualidades
de
vinhos
enga
rrafados
:
1J
1
níiiwÍÍrÍwnrw
uttMt__.
HOGG,
Pharmaceutic
o,
2,
rua
de
Castigiione,
Pariz,
único
preparador.
de
gy
Debaixo
desta forma especial a pepsina he posta inteiramente ao abrigo do contacto
do
ar,
desta
maneira este precioso medicamento nem se altera nem perde as suas proprie
dades,
e a
sua
efficacia
he
então
certa.
v
p
As
Pílulas
de Hoog
são
de trez preparações differentes :
„?LPIP
UI'
AS
!
DE
,,HOGG
com
pepsina
pura,
contra
as
máes
digestões,
as
azias,
os
vomitos e outras
affecçoes especiaes-do estomago.
2»
FILULAS
DE
HOGG
com
pepsina unida ao
ferro
reduzido
pelo
hydrocrenio
para
as alrecçoes do
estomago complicadas de fraqueza geral, pobreza de sangue, etc. etc •
sao
egualmente
muito fortificantes.
b
’
’
3°
PÍLULAS
DE
HOGG
com
pepsina
unida ao
iodureto
de
ferro
inalterável,
para
as doenças escrolulosas, lympnaticas e
syphiliticas, na
phthisica, etc.
A
Pepsina
pela
sua
união ao ferro e ao iodureto de ferro modifica
o que estes dois
agentes
preciosos tmham de muito excitante sobre
0 estomago das pessoas nervosas ou
1111 Lu. V
clS.
As
Pílulas de Hogg vendem-se somente,em frascos triangulares,
nas principaes pharmacias.
Deposito
em Lisboa. „ Sllr G, Barreto —- n
"
28 e
30 — Loteio.
<
30
- >
Vinho
tinto
de
meza.
(sem
garrafa)
150
d
»
»
»
.
190
a
Lagrima........................................
200
»
Branco
de
meza
............................
210
»
tinto
de
meza
fino.
.
.
.
270
» de
prova
secca.
....
300
o
Malvasia
de
2.a
.............................
360
j>
» velho
....................................
400
a
Malvasia, Bastardo
e
Moscatel
a
500
a
Roncão
.........................................
700
»
Alvaralhão
........................................
560
a
Velho
de
1854
....
600
ESCOLA
AMERICANA
Consultorio, Campo
de
Sant’An»a
n.°
1,
da»7da
manhã
ás
7
da
tarde
(4215)
ATAFONA
Vende-se
uma atafona
de moer
trigo,
e
toda a
qualidade
de
grão.
Trata-se
na
casa
e
quinta
do
Lopo do
Tanque
*
(4212)
INJECTION BROU
Hygieniea infallively preservativa; absolutament» x
a
unicaqne cura sem lhe juntar
mais nada.Vende-
gq
se
nas principaes pharmacias do mundo. Exigir a i
instrucçâo
do
uso. (50 anos de exíto.JParis, casa do
1
in^B^AfagentaiíSS. Lisboa, Sr Barreto
Loreto
28 «30.
*
.g
a
a
retalho
para
meza
50
e
80,
o
quartilho
tinto,
e
branco
120.
Responde-se e
garante-se
a
pureza
e
boa qualidade
de
todos
estes
vinhos,
po
dendo
todo
e
qualquer
consumidor
man-
dal-o
experimentar
por
meio
de
qualquer
processo
chymico.
(N
*
)
rpENDO
alguém
abusado
do
nome
dos
s
abaixo
assignados
para
obter
algumas
quantias
em
dinheiro,
prevenimos
o
pu
blico
de
que
não
nos
responsabilisamos
por
quantia
alguma
qualquer
que
ella
seja.
Braga
20
de
setembro
de
1876.
ECONOMICA PENHORISTA
Antonio
Maria
Guilherme, da
Silva
Ramos
Dr
Luiz
Maria
da
Silva
Ramos
(4306)
CIRURGIÃO DE.VTISTA
Alugam-se
os
altos
da
casa
n.°
22,
da
rua
do
Campo,
com
excellentes
com-
modos para
uma
numerosa
familia.
Quem
os
pretender dirija-se
á
mesma.
(4261)
Vende-se
a
casa n.°
1,
na
entra-
da
da
rua
de D.
Pedro
V.
Foi
^-
—construída,
ha
doisannos, tem quin
tal
e
poço
e
excellentes
commodos.
Tra-
cla-se
do
seu
ajuste
na
rua
de
S.
Viclor
n.°
50.
(4218)
’
Bebuçados
pedoraes
balsâmicos.
Uteis
nas
tosses
cbronicas
ou recentes,
catharros,
coqueluches
e
em
geral nas
mo
léstias
dos orgãos
respiratórios.
Em
Braga
pharmacia do
Hospital
de
S.
Marcos.
No
Porto,
pharmacia
«Rica»,
Bomjar
di
m,
370.
(4155
*
Para
os
engenheiros,
pbarmaceuticos,
médicos,
dentistas,
professores
e
outras
pessoas
que
desejarem
obter
o
diploma
de
doutor
ou
de
bacharel
de
uma
universida
de
estrangeira.
Dirigir
carta
registada
a
Medicus,
13,
praça
do
Rei,
Jersey.
(In
glaterra.)
(31
-H-)
Os
snrs.
que pertendem
fallar
com
a
familia
do
fallecido
Domingos
José
Pe
reira,
morador
que
foi
defronte
da
egreja
de
S
Lazaro,
o qual
deixou
duas
filhas,
que
ainda
existem,
podem
fallar
na
Rua
da
Ponte,
casa n.°
9,
íreguezia
de
S.
José
de
S.
Lazaro.
Sociedade
anónima
de
responsabilidada
li
mitada
Capital..................ãOOtOOO^OOO
RUA
NOVA
DE SOUSA,
N.°
9
(Também com
entrada
pela rua
do
Campo)
BRAGA.
Empresta
dinheiro
sobre
ouro,
prata,
joias,
papeis
de
credito, cereaes, roupas,
moveis,
ferramentas,
e
sobre todo
e
qual
quer
objecto
do
valor
não
inferior
a
100
réis.
Recebe
pequenas
quantias em
deposito
a
praso
ou
á
ordem
abonando
juros
aos
depositantes.
A
caixa
está
aberta
todos
os
dias des
de
as
9
hora
da
manhã
até
ás
9 da
noite,
e
nos
dias
santificados
estará aberta
só
até
ao
meio
dia.
O
gerente
—
A.
G.
Ferreirinha.
APPROVADO
PELA ESCOLA MEDICO-C1RURGI-
CA DO
PORTO
Largo
do
Barão
de
S.
Marlinho
n.°
5
BRAGA.
Faz
tudo
quanto diz
respeito á
sua
arte
e
continúa
operando
grátis,
pobres
e
soldados.
(22
£■)
REWOLVERS E
ARMAS
DE
CAÇA
E
ROMBAS
PAPA
POÇOS
A
’ loja
do—
Cachapuz
—
aca
ba
de
chegar
um
bom
sorti
mento.
(4247)
BRAGA
:
TYP0GRAPHIA LUSITANA —
1876.
Parte de Comércio do Minho (O)
