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ÀssigBa-see
vends-se no escriptorio
do
editou
e
proprietário
Josi
Maria
Dias
da
Costa,
rua
Nova
n?
3
E,
para
onde
deve
aer
dirigida
toda a
correspondência
franca
de
porte.=As
assi-
gnaturas
são
pagas
adiantadas
;
assim como
as
correspondên
cias
de
interesse
particular.
Folha avulso
10 rs.
^.-S
88
Folha avulso
10
rs.
ÁS
TERÇAS,
QUINTAS
E
SABBADOS.
P
reços
:
Braga,
anno
1^600
rs.=Semestre 850
rs.=Prot>sn-
cias,
anno 2$400
rs. e sendo
duas 4&000
rs.-=Semestre
1^230
r&.
—
Brazil,
anno
3&600
rs.“
Semestre l$900
rs.
moeda
forte,
ou
8&000
reis
e
4&500
reis
moeda
fraca.=Annuncios
por
linha
20
rs.,
repetição
10
rs.
Para
os
assignantes
$0
9/s
d
’
abatimento.
BRAGA
— TKKÇA-TiESKA
SS DE
MAIO
A
nação
hispanhola
trabalhada
pelos
rudes empuxões
d
’uma
revolução
sem
tré
guas em
que
as paixões
mais
ignóbeis
se
debatiam nas
vascas
do
desespero,
dispu
tando
o
poder
e
dominio,
'ia
o
iris
da
sua
rehabilitação
'pairando
sobre
as
pro
víncias
onde fluctuava p
pendão
immaco-
lado
da
legitimidade,
pendão
simbolico
do
direito,
da
justiça
e da
unidade
catho-
Hca.
A
Europa
revolucionaria
vendo
vacillar
o
pedestal de
lodo
de
suas
instituições
á
apparição
e
fulgor
d’
aquelle
astro
de
es
perança, coliga-se
em
os
tenebrosos
pla
nos d’uma
restauração obnoxia,
e
d’
ahi
a
obra
de
Sagunto,
o
resto
das
cassan
dras
impondo
á nação
dilacerada
uma
di
nastia
que
havia
sido
votada
ao ostra
cismo.
A
protecção
pois, a
ajuda
da
Euro
pa revolucionaria
em
pezo,
avolumou
o aba
tido
poderio
affonsino, e
quebrantando
o
poder
da legitimidade,
fez
calar
o
fogo
d
’
esta,
enrolar
seus
gloriosos
estandartes
e
que
tomasse
o caminho
do
exilio.
Restabelece-se
a dinastia
bastarda im
pondo-se
á
nação
calholica
um
monarcha
cujo apparente
respeito
ao Augusto
Che
fe da
Egreja
e
calculada
devoção
religio
sa,
fizeram
que
os hispanhoes,
que
ante
põem
ás considerações
políticas
o
senti
mento
catholico,
o acolhessem
benevola
mente,
não
faltando
ao
imberbe
principe
demonstrações
de agrado
a
que
a iniciati
va
ciliciai
dava
maior
contingente.
Mas
o
desengano,
a
decepção não se
fez
esperar muito,
e
os
incautos
a
quem
as
apparencias
illudiam
teem
mais
um
motivo
para
se
convencerem
de
que
é
sempre
falso
c
fictício
o
catholicismo
de
qualquer
governo
que
não
assente
na
le
gitimidade.
O
congresso
legislativo,
obra
da
revo
lução
e
por
ella
deliniado,
acaba
de
esta
belecer
como lei
do
estado
a
tolerancia
de
cultos.
Os
clamores
quasi
unanimes
con
tra
uma
tal medida altamente
attenloria
da
religiosidade
de um
povo
e
dos
pre
ceitos
estabelecidos
em
solemnes
concor
datas
com
a
Santa
Sé, as
reclamações
e
justos
protestos
do
Soberano
Pontífice
par
le
contractanle
a
quem por
principio
al
gum
se
pode
negar
o
direito
de primei
ra
inlerferencia
em
tão
momentoso
assum
pto,
tudo
foram
exforços
baldados
a
que
a
negregada
assembleia
recusou
allençãe
;
e Salan
proseguindo
assim
por
intermédio
de
seus
famosos
delegados
na
obra
da
dissolução
e ruina
moral
de
um
povo,
avançou
mais
um
passo
n
’
essa
obra ne
fasta.
Tem
pois
a
Hispanha
calholica
de
to
lerar
em
seu
seio,
quasi
em
vão,
quan
tas
religiões
erronias
e
absurdas
queiram
alli
professar
se e
propagar-se.
Assim
o
quer
a
revolução
porque
os
princípios
em
que
assenta
são de
lodo oppostos
ao di
reito,
á
justiça
e
á
moral
de que
a
uni
dade
calholica
é
a
segura
garantia.
O
cahos,
a
confusão
é
a
base
dos governos
revolucionários
;
refreiadas
as
paixões
pe
los
salutares
exemplos
e
catheqtiese
ex
clusiva
de
uma
religião,
base
de
ioda a
sabedoria
e
por
lauto
a
unica
verdadeira,
chegar-se-hia
aó
desideratum
desejado,
á
ordem,
ao
engrandecimento
moral,
á
con
sideração
que enire
as nações
mereceu
sempre
a
Hispanha
em
ames
que
a
revo
lução
lhe embicasse
o
esporão
hervado
do
êrro
e
da
decepção.
Mas
este
desideratum
não o
quer
a
revolução:
no
fluxo e
refluxo
de
encon
tradas
paixões,
na
efervessencia de
degla-
dios
perenes
sustenta-se
o
abatimento
mo
ral,
a
corrupção,
e
é
n
’estas
aguas
invol-
tas
que
o baixel
revolucionário
acha me
lhor
singra
lura
que o
leve
ao porto
de
suas
ignóbeis
ambições.
E
o
povo
hispanhol
não merece
com
placência
quando
carpir
as
suas
desgraças,
porque
as
quer,
porque
nenhum
outro
esteve
no
caso
de
as
conjurar.
A legiti
midade
erguendo-se
em
o norte e
desen
rolando
seus
estandartes
patenteava na
alvura
d
’
elles
o
lemma anhelanle.
Signilica-
tivo
e expressivo
é
elle
para
que reste
duvida
de
sua
immaculada
doutrina.
Che
gou
a
nutrir-se
a
fagueira esperança
do
triunfo, mas
a
inacia
por
um
lado,
por
outro
a
criminosa
boa
fé
prestada
a
appa-
renles
demonstrações
de
catholicismo,
fi
zeram
gorar
esse
triunfo.
Recolhe-se
a
monarchia
bastarda
e
re
volucionaria
que
com machiavelica
fama
de
virtudes
se
faz
preceder;
os
factos
su
pervenientes
estão
demonstrando
cabalmen
te
a
contestação
d
’essas
virtudes,
e
que
pura
illusão
foi
esperar
mais
uma
vez do
liberalismo
a
consolidação
dos
princípios
catholicos.
Se
é
tarde,
hispanhoes,
para
remediar
o
mal
que o
vosso desleixo
e
credulida
de
creou,
não
despreseis
outro
ensejo
quando
elle
appareça
;
tendes o
desen
gano
mais
formal
do
que sejam
as
pro
messas
do liberalismo: só
com
a
legitimi
dade
conseguireis
a
unidade
calholica,
e
a
extirpação
da
heresia
e
do
êrro
que
vos
(raz
vilipendiados
e
abatidos.
J.
MACHADO JÚNIOR.
6AZETILO
diríamt*.
—
No
dia
21
s. exc.
a
revd.
ma
administrou
na
egreja
de
S.
Lourenço
de
Celeirós,
o Sagrado
Sacramento
do
Chris-
ma
a
2:500
pessoas,
aproximadamente.
O
snr.
arcebispo
foi
recebido
com ine
quívocas
demonstrações d
’entbu.«iasmo
pelo
immenso
povo;
tocando
á
chegada
musicas
e subindo
ao
ar
grande
quantidade
de
foguetes.
Como
s.
exc.
a
se
achava
incommodado,
foi
o
snr
padre
João
Rebello
que
fez
a
exhortação
antes
da
administração
do
Chrisma.
A
egreja
achava-se
ricamente
adornada,
devido
aos
disvellos
do
revd.
0
reitor.
Acaba
la
a
solemnidade,
o
snr.
arcebis
po
conversou
com
o
revd.0
reitor d
’
aquella
freguezia
e
com
os
parochos
das
circum-
visinhas,
que
se
achavam
presentes,
signi
ficando-lhes
a sua
satisfação
pelo
modo
com
que
elles
tinham
prediposto
os seus
jarochianos
para este
acto.
Entre
o
grande
numero
de
fieis
que
concorreram
a
receber
o
Santo
Sacramen
to,
appareceram
um
menino
e
uma
me
nina,
de
edade
mui
tenra, aos
quaes
o
venerando
prelado
interrogou
em
alguns
pontos
de
doutrina,
ficando
mui
satisfeito
das
respostas
Jadas
pelos
dois
innocentes.
Para
estimulo
e
exemplos. exc.a
revd.
m,i
deu-lhe
um
como prenoio em dinheiro;
e
ouvou
muito
os
paes
e
o
parocho
que
tão
bem
sabiam cumprir
com os
seus
de
veres.
S.
E
íuíz
Gonzaga,—'
<o
dia
23,
dia
d
’
Ascençào,
haverá
na
capella
do
Paço
Archtepiscopa!
a
festa
de
S. Luiz
Gonza
ga,
que
os
estudantes
costumam
fazer
to
dos
os
annos.
No
dia
21
á
tarde
cantar-se-hão
vés
peras
solemnes
com
o
SS.
Sacramento
exposto,
e
no
dia
u
’
Ascenção
haverá
missa
cantada
acompanhada
a
grande
instrumen
tal
em
presença
do
SS.
Sacramento,
que
íicará
exposto
até
á
tarde,
e
ás
4
horas
será
recitado o sermão
pelo coliegial Abi-
io
Augusto
de
Passos,
e
no
fim
cantar-
se-ha
um
solemne
Te-Deum, terminando
esta
festa
com a
bênção
do
SS.
Sacramento.
Donativo.
—
Lê-se
no «D.
de
Faro»;
—Poi
intervenção
da
nunciatura
da
San
ta
Sé
em
Lisboa,
acaba
de
ser
recebida
pelo
reverendíssimo
snr.
conego
Antonio
.
oaqnim
de Amor,
tnui
digoo
vigário
ca
pitular do
bispado
do
Algarve, a
quantia
de
2:000 liras
italianas
(3150^000
rs.),
que
°io
IX
manda distribuir
pelas
pessoas
mais
necessitadas
d’esta
província,
em
at-
lenção
á
esterilisadora
secca,
que
no
an
no
passado,
tanto
assolou.
Fazendo-nos
interprete
dos
desvallidos
da
fortuna
a
quem
o
obolo
do
Papa
vem
mitigar
por
momentos
as
cruciantes do
res
da
miséria,
registramos
com
louvor
o
acto,
a
que
o
chefe
da
grei
catholica
foi
impulsado
por
uma
das
mais
sublimes
vir
tudes
christãs
a
caridaue.
0
Jl»
EHRÂHE
(
lenda
)
Já
mui
longe
das
barreiras
da
cidade ruidosa,
pelas
oilas
das
ladeiras,
sôa
a
tuba
pavorosa!
Vem
de
dois
ladrões
ao
lado,
o
Innocenie
condemnado
1
Ai!
Orvalham
os
caminhos
grossas
vagas de
agua
pura
!
São
lagrimas
dos anginhos,
que
as
derramam
lá
da altura,
pelo
Cordeiro
immolado,
ião
manso,
tão
magoado
!
E
Ashavero
trabalhara
em
seu
sórdido
covil;
uns
borzeguins remendava,
que
era
o
seu
mister
servil;
viu,
com
goso
de malvado,
o
Justo
á
morte
votado
!
Vinha
o Filho
do
Immortal
vencido
pela
agonia
!...
Quiz
abater
n’
um
poyal,
que
a
Ashavero
pertencia,
o
madeiro
desmarcado,
sob
qual
vinha
avergado.
E
disse aos
centuriões:
«Deixem-me
pousar
alli...
Cyreneu
aos
encontrões,
de
cançado.
vae
aqui...
Este
hombro
todo
chagado
me
abre
c
’
o
lenho
pesado!»
An
nu
iram
os
algozes:
fez
alto
o immenso
tropel!
Eis,
com
os
olhos
ferozes,
a
lingn-j
cheia
de
fel,
o
israelita damnado
Jesus
repelle
emaivado
!
«Fóra...
sedicioso ..
fóra...
Marcha...
blasphemo
..
impostor...
Suflra
a justa
pena
agora
de
ser
a
Cesar
traidor!...
Com
teu hálito
impestado
não
manches
o
hebreu
honrado»
!...
Mal
cerrava
a
bocca
immunda,
quando
aza
de
anjo
possante
lhe
vae
bater
furibunda
pelo
esquálido semblante
!
De
intensa
dôr
fulminado,
solta
um
grito
desesp
’rado
!
Rola
ao
chão...
ullula
horrendo,
em
medonhas
convulsões!...
Já
do
Golgotha descendo,
findas as
execuções,
vinha
o
povo:
e
admirado,
ficava á
porta
parado!
E
elle
em
ancia
interminável
de
intenções
cruéis
e
hostis,
do
trabalho
miserável
arremessa
os
utensis
contra
o grupo
detestado,
que
se
ri de
o
ver
irado
I
E
de
noite
vem
as
feras
em
demanda
de
alimento...
leões,
hyetias,
pantheras
farejam-lhe
o
aposento:
e,
por
viboras picado,
ergue-se
emfim quebrantado
!
O
maldito
*aga
errante
pelas
brenhas do
Carmello,
com
a
vista
delirante,
arripiado
o
cabello:
o
albernoz
espedaçado
mal
cobie
o
corpo
tisnado!
E
eil-o
que deita
a
correr
por
esses
despenhadeiros,
sem nunca
o
passo
deter
por
precipícios
e
oiteiros
!
O
judeu amaldiçoado
séculos
tem
caminhado
!
Foi
do
Pae
omnipotente
a
sentença proferida;
que
soffresse
tleruamente
vida
de
horrores
tecida,
por
ter
fero
repulsado
o
Filho
seu,
tão
amado
!
Dos
mariyres
de
Jesus
as
nove
perseguições
todas
viu
!
E
viu
a
Cruz
florear
sobre
as
nações
!
Foi
em
tormentos
lançado
!
E
viveu...
o
reprovado!
Divagou
de
polo
a
polo,
sempre em
guerra
aberta
e
crua,
com
inclemências
do
solo,
com raças
más,
como
a sua
!
Vezes
mil
foi
esmagado,
sem
ficar
aniquilado!
Foi
do
Nilo
ás
cataractas;
topou irnmune
o caimão;
viu
o
tigre
pelas
maltas;
provocou-o,
mas
em
vão!
Té
foi
do
abutre
isolado
trepar
ao
ninho escarpado
’
.
Róstros
de aves
hediondas
vem-lhe
as
pálpebras romper!
Pela
barba
o
sangue
em
ondas
sente
dos
olhos
correr
!
E
do
rochedo
escalvado
resvala
precipitado
!
E
era
em
baixo
um
sorvedouro,
de
muitas
milhas
distante
!
O
réprobo
vividouro,
no
cachão
remoinhante
engulido
e
vomitado,
foi
contra
um
monte
arrojado
!
Não
ha no
mundo
um
recanto
que
elle
não
tenha
corrido
!
Nem
mansão
de
impôr
espanto
que
elle
não
tenha
invadido:
frio
tumulo,
mirrado..
sempre
a andar,
sempre
agitado!..
Todos
os
eccos
da
terra
tem
ouvido
o
seu lamento
!
Não
sei
se
é
vivo,
se
erra,
em
prolongado
tormento!
Se
aos
infernos
foi
jogado...
Se
por
Jesus
perdoado...
CANUTO.
A
festa da
Aseen^ão
no Boui
Jemu do Monte.
—
Como
dos
annos
anteriores,
celebra-se
na
próxima
quinta-
feira
a
festa
da
Ascenção, no R. templo
do Bom
Jesus
do
Monte. Por
esta
occa
sião
costuma
affluir
áquelle
lindíssimo
lo
cal
grandíssima
concorrência.
Na Sé
haverá
a
Hora
na
lórma
do
costume.
Asilo de D. Pedro
V. —
Com
a
maior
satisfação
noticiamos
que
as
cinco
asiladas,
que
n
’
este
anno
entraram
a
exa
me
d
’
inslrucção
primaria,
no
lyceu d
’
esta
cidade,
obtiveram
approvação
completa.
E-te
lisongeiro resultado deve-se
ao
zê-
lo e illustração
das
dignas directora
e
mestra
d
’
aqueile
asilo,
que
grandes
be
nefícios
está
fazendo
é
sociedade.
Audiências
geraes.
—
Nos dias
abai
xo
designados foram
julgados
os
seguin
tes
indivíduos:
Maio
12.
Francisco Ferreira
Maia,
da
freguezia
de
S.
Pedro
d
’
Escudeiros,
pelo
crime de
resistência
:
absolvido.
Idem
13.
Antonio
Meira,
casado,
da
freguezia
de S. Pedro
d
’
Escudeiros,
pelo
crime
de
ferimentos
:
absolvido.
Idem
17
Manuel
José
Ferreira,
da
rua
d
’Iníias,
freguezia
de
S.
Victor,
pelo
cri
me
de
morte voluntária
:
absolvido.
[Jem
20.
Antonio
José
Baptista,
da
rua
dos Pellames,
freguezia
de
S.
Laza-
ro,
pelo
crime
de
furto
d’
um crucilixo
per
tencente
á
Ordem
Terceira:
condemnado
em
20 dias
de prisão, custas
e
multa.
—
Luiz
Antonio,
da
freguezia
de
Fonte
Ar
cada,
pelos
crimes
de
ferimento
e
espan
camento:
absolvido.
Fecharam-se
as
audiências
geraes
no
dia
20
do
corrente.
GlalliHlit» <1»
mntto.
—
E
’
indígena
de
Cayenna
esta ave
a
qoe
os
francezes
chamam
agami,
e
é
do tamanho
d’
uma
perua;
Cuvier
a
classificou
na
tribu
dos
grous.
Por
muito
tempo
foram consideradas
como
fabulas
as
qualidades
d’
esta
ave
pe
los
viajantes;
poiém
a
amostra
recente
mente
chegada
da
Goyana
franceza
ao
jar
dim
de
acclimatação
de
Paris, pleuamen-
te
confirmou
a
boa
reputação
de
que
go
zava
entre
os
naturalistas
este
chefe
da
familia dos pern’altas.
Esta
gallinha
do
malto
é
dotada
d
’
uma
rara
tntelligencia
e
de
qualidades moraes
inteirameote
particulares.
Possue
em
alto
grau
o
sentimento
do
reconhecimento;
af-
feiçoa-se
a
seu dono
e
segue-o
para
toda
a parte;
como
um
cão,
consulta
o
seu
olhar
e
o seu
gesto
para
adivinhar-lhe
os
desejos
e
ser-lhe
agradavel;
como
um
cão,
guarda os
rebanhos
de
gallinhas,
pa
tos,
carneiros.
Oppõe-se
ás
contendas e
peleja
que entre
os
indivíduos
dos
reba
nhos
se
excitam,
protegendo
o
mais
pe
queno
contra
o
maior,
o fraco
contra
o
forte.
Chegada a
noite
põe-se
de
sentinel-
la,
e
ao
menor
ruido
suspeito
faz
alarme
e
chama
o
dono
com
um
grito
agudo,
pa
recido
com
uivo
do cão.
Todos
os
ammaes
domésticos que
elle
defende
obedecem
sem
hesitação.
Os
car
neiros
temem
as
suas
bicadas
e
nem
se
quer
cogitam
em
resistir.
No estado
selvagem,
habita
os bos
ques,
sustenta-se de
gráos
e
fructos;
domestica-se
com
grande
facilidade.
Flor
cia
nlnin.—A
innocencia,
se
gundo
a
Bíblia,
é
um
vaso
de
ouro,
que
guarda um
raio
do
ceo,
uma
dislilaçáo
puríssima
da
Divina Omnipotência.
Os
poetas
a
vestem
com
todas
as co
res
de
sua
caprichosa
fantasia,
e a collo-
cam
sobre
um
throno
de
nuves;
ao
lado
dos
anjos,
e
flucluando
nos
puros
sonhos
de
uma
menina.
Disse um
filosofo
que a
innocencia
é
o
berço.
Os
primeiros
annos
são
eflectivamente
o
symbolo mais
formoso
da
innoceacia.
Porque
são
tão
bellas as
flores?
Por
que
vivem
inuocentes.
As
aves
voam
pelo
espaço e
cantam
ao
nascer
do
dia,
e
são
a
harpa
dos bos
ques.
Vivem
e
morrem,
coma
ellas,
no
mes
mo
dia.
As
aves
e
as
flores
vivem
pouco
tem
po,
porque
a
innocencia
não
póde
viver
no mundo.
Um
menino
quando
morre
é
um
anjo
que
vae
em
busca
da
sua
pa-
tria.
Nada
nos
dá
tanto
valor
contra os
ataques
da
morte
como a
innocencia
da
vida.
Uío
a
arder.—
Lê-se
no
Goylacaz,
de
Macabé
(Brazil):
«Ultimameute
o mar
e rio
Macabé tem
apresentado
um
espetáculo
digno
de
ver
se
e
curioso.
«Em
toda a
costa do
pontal
é
tão
for
te
a ardentia
que
o
revolver
das
ondas
representam
uma
vasta
linha
de
foguei
ras
liquidadas,
fazendo
o seu influxo
e
re
fluxo.
Quando
enche
a
maré
o rio
apre
senta
a
mesma cousa e
como
as
suas
ondas
são
quietas
parece
um
rio
de
fogo.
<Ao
menor
movimento
de
um
peixe
vem uma
bolha
quebrar-se
á
tona
da
agua,
abre
um
lindo clarão
e
espraia
se
á
côr
da
chamma
do
fosforo.
«Se
corre
um
peixe
na
superfície
pare
ce
uma
brasa
agitada
com
rapidez
e
de
pois
a
estreirasioha marcada
pelo
revol
ver
da agua
espraia-se.
«Sobietudo
por
baixo
da
ponte,
onde
a
agua
faz
cachoeira
ou redemoinho,
quan
do
a
maré
cresce
e
oas
margens,
torna-
se
mais
viva
a
chamma.
«Diversas
pessoas
assustaram-se
antes
de
conhecerem
a
explicação
do
fenóme
no.
«N
’essas
ocasiões
a
agua
apanhada
no
rio
e agitada,
dentro
de
um
copo
faz
o
mesmo
e
lançando-se
no
chão
aos
pingos
fôrma
pequeninas
explosões
surdas,
como
um fulminante
ou
um
grão
de
polvora
incendiado.
«Ha dias
indo
uma
preta
apanhar
agua
ao
rio,
ao
lançar
o
barril
n
’
agua,
abriu-
se
a
chamma,
e
ella
deitou
a fugir gri
tando
que o
no
estava
a
arder
com
a
secca».
Aotieias
religiosa* de Mne»u
—
t.hegára (inalmente
alli
o
Breve de
Sua
Sauctidade
para fixar
os
limites
da juris
dição
d
’
aquella diocese,
a execução do
qual
o
snr.
Bispo
de Macau incumbiu
ao
seu
vigário o
snr.
Deão
M.
L.
Gouveia.
Este
por
suas excellentes
relações
com
o Vigário
Apostolico
de
Cantão,
Bispo
francez,
conseguiu
promptamente
esse ac
cordo
tão
desejado.
Estão,
pois,
sob
o
governo
do
bispa
do
de
Mscau a
grande
ilha
de
Hainan
no
sul
da
China
e o
grande
districto
ou
pe
niosula
de
Hiang-San,
em
cujo território
está
a
nossa cidade com
todas as
suas
nu
merosas
ilhas
adjacentes,
mais
de
vinte,
e
entre
ellas
uma
com
avultada
população
e
uma
importante
cidade.
Esta
solemne
convenção foi
assignada
em
23
de
março,
e
nos fins
de
abril
par
tiram
para
Hainan
tres missionários, um
europeu,
educado
no
seminário
de
Serna-
che,
e
dois
padres
chinezes.
Para
Hiang-san
outros
se necessitam,
pois
conta
mais de
600:000
habitantes
e
é urgente
que
o
diclo
seminário
envie
pa
ra alli
mais obreiros.
De Timor havia boas
noticias
até 12
de
fevereiro
dos
dois
missionários
portu-
guezes,
os
snrs.
Medeiros
e
Sanctos,
que
de
Macau
para
alli
foram
ha
pouco,
e
que
andavam
percorrendo
o
interior
da
ilha,
esperando
colher
muito
fructo
d
’
essa
im
portantíssima
missão,
a
qual
o
digno
go
vernador.
coadjuva
etn
tudo que
está
ao
seu
alcance.
Logo
que
os
dictos
missionários
che
garam a
Timor,
mandaram
para
o
semi
nário
de
Macau
cinco
jovens
indígenas pa
ra
serem
educados
e
ordenarem-se
se
ti
verem vocação.
O
srn.
Deão
Gouveia
desde que
go
verna o
bispado
tem empregado o
mais
esclarecido
zelo
e diligencia
para melho
r.ar
o triste
estado
a que
chegou
aquella
diocese.
Mesmo
na
cidade
de
Macau esta
beleceu cathecheses por
ires
prdres
clunas
nas
egrejas
de
S.
José,
S.
Lazaro
e
San
eio
Antonio.
Fundou
uma
casa
e
eschola
para
ca-
thechese
de
mulheres
e meninas
chinezas,
dnigida
por uma
senhora chmeza,
edu
cada
pelas
irmãs
de caridade
italianas,
re
sidentes
em
Hong-kong.
Na ilha da
Taypa,
em
frente
de
Ma
cau,
onde
temos
um
forle
e auctoridades
portuguezas,
se
vai
fazer
uma
capella,
que
ficará
a
cargo
de um dos padres
do
se
minário,
que
n’
aquelle
locai e
nas
próxi
mas provações
póde
fazer
mui
util caihe-
chese.
Frotceção
justa e invejada.—
[Jornal
de
Macau].
X
egreja
calholica
de
SE
loseph
de
Hongkong
em
completa rui-
na
peio
tufões
de
1874,
vae ser
breve
mente
reedificada,
para
o
que,
pela
influen
cia
e
pedido
de
s.
exc.
a
o snr.
Bispo
Raimuiidi,
o
governo
inglez
vae
contribuir
com
uma
quantia
de
$2000 ou
$3000
e
dizem
que
convindo
ao
governo
ler
o
lo
cal
da
egreja
para
a
construcção
d
’
uma
estrada,
vae
dar
em troca
outro
sitio
talvez ainda
melhor
para
a
mesma egre
ja-
O
liberal
governo
inglez
concorre an-
nualmente
com
uma
somma
de
$2000
pa
ra
egrejas
e
instituições
calholicas
de
Hongkong.
Medida
postal.—A
junta
geral
do
districto
do
Porto
pediu,
qoe
pelo
cami
nho
de
ferro
do
Douro
houvesse
duas
ex
pedições
postaes
diarias, e que
as
corres
pondências
pelos
caminhos de
ferro
do
Mi
nho
e
Douro
seguissem
directamente pa
ra o
seu
destino,
desapparecendo
assim
os
inconvenientes
que
resultam
da
ida
obrigada
das mesmas
correspondências ao
Porto.
Comarca de
Amare*. —
Deviam
hontem
tomar
posse de seus
logares
os
dignos
juiz
de
direito e delegado
da
no
va
comarca
de
Amares.
A instalação
da
comarca
é
alli
muito
desejada,
pelas
van
tagens
que
todos esperam
do
tribunal
de
direito
no
seio
da
população,
que
a
provi
dencia
dotou
com
todos
os
meios
de
vi
ver
independente
como
circumscripção
con
celhia
e
comarcã.
Damos
os
parabéns
aos povos
da
for
mosa
comarca
de
Amares,
pelos dignos
funccionarios
judiciaes, que
ámanhã
vão
instalar-se
entre
elles.
«A Borboleta».—
Distribuiu
se
on.
e
11
d’
este
jornal litterario,
de
que
é dire-
ctor
o
nosso
collega Dias Freitas.
O presente n.°
contém
:—N
’um
album,
por
Clorinda
M.
de
Macedo;
Apresentação,
por
Bernardino
Passos;
A
noiva
d
’Abidos,
de
lord
Byron,
por
Gastão
de
Tavora
;
Madame
de Girardin,
por
Guiomar
Tor-
resão
;
Vinho
e
sangue,
por
Álvaro
Bra
são
;
saudação
d
’
uma alma
a
outra,
por
Pereira-Caldas
;
Falia
!..,
por
Alberto
Cruz;
Lamartine,
por
Soares
Romeo
Júnior:
Soneto,
por
Alberto
Malheiro
;
A
esposa
e
os
filhos,
por
Miguel
Mascarenhas; Minia
tura,
por
F.
de
Menezes;
Amor faial,
por
E.
d
’
Amorim
;
O
pôr
do
sol, por
M.
M.
Manso;
expediente.
Kelatorão.
—
Recebemos
hoje e
a
gr>
decemos
o
relatorio
da gerencia
da
cama-
ra
municipal,
que
geriu
durante
o
bien-
nio
de
1874-1875, e que
foi
appresen-
tado
pelo
seu
digníssimo
presidente
o
ex.
m0
snr.
Jeronymo
da Cunha
Pimentel.
Festividade.
—
Festejou-se
ante-hon-
tem
no
templo
da
Ordem
Terceira,
a
devota
Imagem
de
N.
Senbora
dos
Desamparados,
que
costuma
ser
feita com
grande pom
pa.
Prégou
o
snr.
conego
Alves
Malheus.
Magistério primário.—
Aos exa
mes
dq
habilitação
para o
magistério
pri
mário,
que começaram
no
dia
16,
são 20
os
concorrentes.
Falleeimento.—
Falleceu
ha
dias
o
snr.
Joaquim
José
de
Mello,
egresso
da
Congregação
do
Oratorio.
Deixou
ao
hos
pital
de
S.
Marcos
100$000
reis,
igual
quantia
ao hospital
de Santa
Cruz,
e
200$000
reis
á
irmandade
de
N.
Senhora
das
Dores.
Monomnnias.
—
Areteo
cita
um en
fermo,
que
julgando-se
feito
de
barro
não
queria por
isso
beber
agua,
temendo
des
fazer-se.
Sanchez
cita
outro segundo Boer-
haave,
que
julgava
ser
de
vidro,
e
sem
pre
eslava
sentado
para se
não
quebrar
Um
medico
muito
distincto
do
século
VXII, Gaspar
Barleo,
imaginava
que o
seu
corpo
era
de
manteiga,
e
fugia
do
calor
com
medo
de
derreter-se.
O
celebre
abbade
Molano de
Hanover
acreditou,
que se
tinha
transformado
em
grão
de
cevada, e
por
ter
receio
das
gal
linhas não
sahia
de casa.
Ha
maníacos
que
chegam
a
accreditar
que
estão
mortos;
dois
d’
estes
foram
Phi-
lippe
V de
Hespanha,
e
um
filho
do gran
de
Condé.
Este chegou a
não
comer
por
julgar-se
morto.
Finot,
seu
medico
não
sabia
que partido
tomaria
para
o
resol
ver
a
tomar
alimento,
quando
lhe
occor
reu
o
seguinte
meio
:
foi
buscar
umas
pou
cas
de pessoas
que
se
fingiram mortas
e
comeram,
a
fim
de
persuadir
o
príncipe
de
que
os
defunctos
lambem tinham
bom
appetlite
;
este
ardil
teve
bom resultado,
porém
o maniaco
não
comia
senão
em
companhia
de seus
novos
amigos
a
quem
julgava mortos.
Em
quanto
a Phdippe
V.
eis
o
que
diz
Duelos
nas
suas
Memórias secretas
:
«Era
muito cuidadoso
da sua
saude.
Ha
via
momentos
em
que
se
julgava
morto,
e
perguntava
a
razão
porque
o
não
enter
ravam.
Tomava
durante
vários
dias
segui
dos
uma
caixa
de
triaga
de
uma
vez,
di
zendo
que
os
seus
médicos
eram
uns
bre-
geiros
que
sustentavam
que não
estava
doente,
quando
elle
proprio
estava
a
sen
tir
a morte
na
garganta.
Proeediiiiento iionroso.
—
Conta
ram-nos
que
o
exm?
snr.
visconde
de
Ruães,
socio
da
casa
bancaria
que
n
’
es-
ta
ci
iade
gira
sob
a
firma
de
Carmo
So
brinho
&
C?
logo
que
lhe constara
da
crise
que
havia,
se
apresentara
aqui
com
o
fim
de
satisfazer immediatamente
a qual
quer
difliculdade
que
por
ventura
se
po-
desse
dar.
Nós
sabemos, e todos
sabem, que
o
exm.
0
snr.
visconde de
Ruães
foi
sempre
e
é,
pm
cavalheiro
honradíssimo
em
toda
a
extenção
da palavra,
e talvez
dos
mais
honrados
dos
commerciantes
que
até
ho
je tem
recebido, entre nós,
um
titulo
no-
bilitario,
que
bem
lhe
cabe.
Faz
gosto
o
vêr
que
n
estes
miserá
veis
tempos
de
tanta
corrupção,
ainda
ap-
pareçam
homens,
como
este,
que
consi
dera
acima
de tudo
a sua honra.
Bem
haja
o exm.
0
snr. visconde
de
Ruães.
fO Direito)
SECÇÃO
DE
COMMUNICADOS
Snr.
redaclor
do
iCommercio do
Minho».
Meu presado
collega.
Peço-lhe
me
franqueie
um
pequeno
es
paço, no
seu
jornal,
para
essas
quatro
palavras,
que
escrevi, commemorativas
de
uma
existência
illustre,
que
a
morte veio
arrebatar
aos
afleclos
d
’
uns,
ao
exemplo
d
’
outros, á admiração
de todos.
Se
ludo
isto
já
lhe
presta honrosa
ho
menagem
á
beira
do tumulo,
que
a
es
condeu
para
sempre,
nem,
por
tardio,
será
menos
sincero
o
meu
preito
ou o
da
minha gratidão
para
com a
respeitável
familia
a
que
se
enlaçára,
e
onde
conti
nuou
as
tradições
fidalgas de
uma
hos
pitalidade
proverbial.
Quando
se
apaga
um astro
d
’
esta
luz
beoetica,
em
que
a
gente
demora
os
olhos
como
para
os purificar
das
exhalações
d
’
esta athmosfera
viciada,
que
lhes
enfra
quece
o
nervo
optico,
ao
menos,
os
que
lhe
receberam o
saudavel
influxo,
devem
assigoalar-lhe
a
passagem
e
chorar-lhe
o
occaso.
E
’
o
que eu
faço,
e
o
para
que
peço
um
logar
no seu
jornal.
De
v.
etc.
Li
boa
19
—
5
—
76.
Miguel
Pedroso.
Está
de
luto
uma respeitável familia,
na
qual
foram,
sempre,
proverbiaes
a
hon
rada tradição,
a
puresa
de
convicções
e
o
exemplo claro
de
todas
as virtudes
do
mesticas.
Ao
cabo
de
nove
dias
de
um
doloroso
padecimento,
quando
renascia
a esperança
de
a
salvar no
coração
d’
aquelies qoe
lhe
esmeravam
cuidados
em volta
do
leito,
falleceu.
na
sua
casa
do Campo Grande,
a
ili.
ma
e
ex.
11)a snr.a
D.
Maria
Constança
Coutinho
de
Sousa
Daun,
esposa do
nosso
particular
amigo
o
snr.
Lucas da Silva
Azevedo
Coutinho
Cardoso Casiello.
Era
a
snr.
a
D.
Maria
Constança
Cou
tinho filha
dos
snrs.
condes
da Bahia,
ir
mã
do actual
conde
e do snr.
Antonio
Coutinho,
um
dos
ornamentos
do
partido
legilimista.
De
suas
duas
irmãs,
uma,
a
snr.a D.
Marianna
Coutinho
alliara-se por
casamento
á
respeitável
familia
de
Gorjões
Hemiques,
outra
casára
com
o
snr.
visconde
d
’
Abri-
gada,
proprietário
e
honrado
negociante
da
praça
de
Lisboa.
Com
estas
famílias
estão
de
loto
mui
tas
das
da
nossa
primeiaa
aristocracia,
a
que
pertencia
a
illustre finada,
que
era,
pelo
sangue,
uma
snr.a d
’
alta
jerarchia,
pela
educação
e
grandes
maneiras
uma
dama
dos
melhores
tempos
da corte
por-
lugueza.
Mas
ludo isto,
que
abrilhanta,
decerto,
a
passagem
de
uma
existência
na terra
é
pouco
se
não
tem
o
esmalte
da
virtude;
porque
só esta
tem
valor
real diante de
Deus,
e
é
verdadeiro
conforto
para
os
que
a
chorara.
N
’
esla
hora,
em que o espirito
allumia-
do
pela
fé
a vi
subir
á
presença
de Deus,
tivera
necessidade
para
se
refugiar
da
dòr,
de
a
crer
virtuosa,
ainda
que o
não
fôra;
de
a
ver
comparecer
ante
o
Juiz
Eterno,
circumdada
da
aureola
immarcessivel
da
virtude.
Mas
foi
uma
virtuosa senhora a illustre
finada.
Afora
os
thesooros—porque
ella
enthe-
sourava
para
Deus
—
das
boas
e
caritativas
acções
de
que
só
sabe
a humildade
christã,
no
primoroso
lavor
da
educação de seu»
filhos,
no
amor
e
elevada
estima
do
es
poso, no
respeito
de todos
que
a
cerca
vam.
deixou
de
si
um
bom
exemplo
ás
esposas
e mães
de familia
christãs.
Não
desmereceu,
portanto,
durante
um
só
instante da sua vida,
por
todas
virtu
des
que exercitou
no
lar
domestico,
da
nobilíssima estirpe d
’
onde
procedia
antes
mostrou,
que
a
educação,
q
U0
n
’
aquelles
tempos
se
recebia
era
a
mais adequada
a
formar
o
coração,
e a
lançar
no
espi
rito
a
boa
semente,
que
mais
tarde
desa-
tana
6ti)
fruclos
dc
bôoção.
_
Siiva
isto
de conforto
aos
que
choram
tao sensível perda,
é
mitigue-lhes
o ardor
da
saudade o
lavor
das acções que
pra
ticou duraole
a
vida,
que
decerto
serão,
ante
Deus,
parte
do
preço
do resgate
das
faltas
inherentes
á
natureza
humaoa.
A
todos
os
que
eram
seus
conjunctos
pelo
sangue
enviamos
os
nossos
pesames,
e,
em
especial,
á respeitável
familia
Cas-
tello,
a
quem
acompanhamos
na
sua
justa
dôr,
lembrando-lhe
que
Deus
tem
promet-
tido
a
bemaventurança
aos
que
cumpriram
com
os
seus
preceitos.
a agitação que
lavrou
entre
os
mahorne-
tanos.
Miguel
Pedroso.
VLTIfflOS
TtXERRinnitl DA
AGEVIIA HAVAS
MADRID
19
—
Os
possuidores de
títu
los
da
divida
publica
reunidos, ouviram
a
leitura
do
projecto
da
unificação
da
di
vida, 0 qual tencionam
submeter
á
apre
ciação dos
delegados
estrangeiros
quando]
vierem
a
Madrid.
Os
delegados
das
pro
víncias
anti-fueristas
reuniram-se
no
hotel
de
Madrid
e
nomearam
uma
commissão
encarregada
de
pedir
a
Canovas
a
imme-
diata
e completa
abolição de
iodos/0^pri
vilégios
na
Byscaia
e
na
Nav
O
congresso
approvou
artigo
11
do
projecto
constitucioua
ativo
aos
direi
tos
individuaes.
Q.
mistro
ioglez
Layard
deu
um
chá
-rftí^despedida
aos
seus*
ami
gos
intimosTpois
que
parte
para
Londres
até
ao
dia
24
do
coireme.
O
governo crê
que
os
navarros
e
os
byscainhos
náo
perturbarão
a
paz
e
que
sómente
se
occuparão
em
desenvolver
con
sideráveis
riquezas
nas
suas
províncias,
cicatrisando-lhes
as
feridas.
M
a
DRID
19
—
0 congresso regeitou
to
das
as
emendas
e
approvou
até
ao
artigo
73.°
da
constituição.
A
commissão
reti
rou
o artigo
relativo aos senadores
para
lhe
modificar
a
redacção. O
rei
assignou
a authorisação
para
ser
apresentada
ás côr-
tes
a
lei
da
abolição
dos «fueros».
Foi
lido
no senado o
projecto
de
lei
ácerca
da
divida fluctuante do
tbesouro
publico.
P
a
RIZ
18.
—O
funeral
de
Michelet,
cujo
cadaver
chegou
hoje
a Pariz,
foi
acom
panhado
por
enorme
multidão.
Não
houve
desordem
alguma.
A
camara
dos deputa
dos
rejeitou
por
314
votos
contra
52 a
proposta
de
amnista
completade
Raspail.
Este
foi
interrompido
vaiias
vezes
durante
o
seu
discurso
de
Lufaure,
censurando
os
ora
dores
radicaes
por
quererem
rehabiliiar
a
communa
e
rejeitando
qualquer
amnistia.
A
camara
rejeitou a
proposta
de
Marcou
para
que
fosse
concedida
amnistia
a
crimes
e
deli
dos
communs
que
tivessem relação
com
acontecimentos
da
communa.
BERLIM
18.—
A
folha
oflicial desmen
te
os
boatos
de
novos
assassínios
em
al-
lemães
depois do
crime
de Salonica.
Um
despacho
para
a
«Gazeta
do
Norte»
asse
vera
que os
cônsules
italiano,
austríaco e
alllemão
em
Mortas
foram
insultados
e
ameaçados
pelos
turcos.
P
a
RIZ
19
—
Na
camara
dos deputados
Naquel
pediu
a
verificação das
operações
e
situação
de
credil
foncier do Pariz,
requerendo
urgência.
O
ministro
das
fi
nauças
Léon Say
combateu
a
urgência
que
foi
rejeitada.
Também
foram rejeiiadas
as
restantes
propostas
de
amnistia.
O
minis
tro
do
interior
Marcére,
respondendo
ao
senador
legitimista
Franclieu,
declarou
que
o artigo da constituição relativo
á
revi-ão
deve
ser
considerado
como
autho-
risando
modificações
em
sentido
liberal,
mas
não
desconcertando
ou mudando
a
fôrma do
actual
governo.
Diz
um
tele-
gramma
de
Copenhague
que
adoeceu
o
rei
da
Grécia.
SALONICA
19
—
Foram
celebrados
je
com grande
pompa
os
funeraes
cônsules
assassinados.
Reinou
otdem
com
pleta.
LONDRES
19
—
«Reuter
sTelegram
Of
fice»
está
informado
de
que
o
governo
in-
glez
recusou
adherir
ao
programma
das
ires
potências
do
norte,
apresentado
pe
los
chancelleres reunidos em
Berlin
ácer
ca
di
qu
>stão
do
Oriente.
LONDRES
20
—
A
rainha
Victoria
par-
4iu
para
Dulmoral
hontem
á
noute.
Lord
Derby
disse
que está
bastante
acalmada
all
BANCO
COMMERCIAL
DE
COIMBRA.
Sociedade
anonyma
de
responsabilidade
limitada.
Resumo do
aetivo e passivo em
89
de abril de
Aetivo
Accionistas.......................
Acções de
Bancos e
Com
panhias.........................
^cções
para emittir. .
Agencias
.............................
Caixa.............................
Despezas d’installação. .
Empréstimos
a
Gamaras
Municipaes.......................
Empréstimos
hypothecarios
Empréstimos
s.
penhores,
^etras em
carteira
.
.
.
úoveis
e
utensílios.
.
.
4
-r--tv>d0S.
.
Gastos
geraes
.
Créditos
.
,
’
1
—
Transacçóés
em suspenso.
CommUSoes
a agentes.
.
Conías
correntes
. .
.
Passivo
1876
40:6210000
20:6600000
1.700:0000000
13:9920360
45:3450207
1:8770939
30:9690575
23:4180001
6:2130625
304:6290996
1:3700065
3:7820240
1:6810089
8140855
1460346
21:5950257
2
226
3210225
S. o
Papa,
do
duque
de
Pluskow,
da
ex
ma
snr.
’ marqueza
de Brehan,
do
doutor
Manoel
Saenz
de Tejada, da
Universidade
de
Cordova,
etc.
etc.
Cura
72.448.
Cadiz 3
de
junho
de
1868
Não
posso
fazer
menos de
manifestar a
vv.
s.
os
bellos
resultados
que
obtive
administrando
o
seu
chocolate
de
Revales-
ciere á
minha
senhora.
Havia
muitos
an
nos
que
padecia intensissimas
dores
in
testinas,
e msomnias
pertinazes ;
graças a
este
surprehendente
especifico
ficou
com-
pletamente
restabelecida.
Ficando
reconhe
cidos, aproveito
esta
occasião
para
demon
strar
a
consideração
com
a
qual
o
distin-
M0YAN0
SeU allenl°
venerador
-
V
icente
Cura
69.718.
Ticheville
(Orne)
20
de
março
de
1867.
Achando-me
perfeitamente
com
o
uso
.
<i
,
ura[
’
te certo
lapso
de
tempo
da
Revalescieie,
lenho-a
administrado
a
varias
pessoas,
ás
quaes
produziu
inestimáveis
elleilos,
em
particular
modo
n’aquelles
que
padeciam
de
hydropesia.
Tres
d
’
estes
cu-
taneamente
e
lambem
produziu
os
mesmos
resultados
oas
moléstias
da retenção
de
orina
e
das
moléstias
de
estomago,
afas
tando
de
dria
ficarão
ellas
para
sempre
gravadas
no co-
racao
~
(4048)
(219)
AWNUNCIOS
Acha-se
designado
o
dia
28 do
corrente
™!
l(
para
a
arrematação das
dividas
ou
créditos
activos
da
massa
fallida
de
An-
tonio
José
Pimenta
G„
desta
cidade,
que
ainda
se
acham
por
cobrar,
tendo
de
ser
feita
a
arrematação
pelas
9
horas
da
manha,
na
casa
do
tribunal
das
audiên
cias,
situado
no
largo
de
Santo Agosli-
7O.A?Ae
'n
quizer
P
ode
comparecer
(4U60)
Declara-se
que
a
citação
edictal.
Capital.
2.000:0000000
Credores
de
valores
deposi
tados........................
lepositos
á ordem.
Oepositos a
praso.
.
.
Devedores
e
credores
ge-
raes.
......
Dividendos
a pagar.
.
.
Fundo de
reserva.
.
•
.
Ganhos
e
perdas.
.
.
.
Juros
...................................
Transferencias.....................
3:7820240
101:7180471
99:6210153
6:5730222
5230409
1:000001)0
11:9620659
8220059
3180021
2.226:3210225
Banco
Commercial
de
Coimbra,
19
de
maio
de
1876.
Os
gerentes.
Manoel
dos
Sanlos
Junior.
José
Barbosa
Lima.
J.
Melchiades
Ferreira
Santos.
(200)
exi
’
i
:
dii
:
vte
da
administra
ção
.
Rogamos
a
todos os
nossos
assignan-
tes
em
divida
de
suas
assignaluras,
o
fa
vor
de mandarem
o
quanto
ames satisfa
zei-as,
pois
com
o
atraso
em
que
alguns
se
acham
nos
causam
grandes
enbaraços,
aquelles
aonde
não
temos
corresponden
tes.
podem
fazel-o
por meio
de
casas
ban
carias
ou
vales
do
correio.
Os
nossos
correspondentes
nas
seguin
tes
localidades
são
:
Porto,
o
snr.
José
Carlos
das
Neves
—
rua
das
Flores.
Vianna
do
Caslello,
o snr.
Francisco
José
d’
Araujo
Junior.
Guimarães,
o
snr.
José
Antonio
Tei
xeira
de
Freitas—Livraria
Internacional,
a
S.
Damaso.
Covilhã, o
snr.
Luiz
Antonio de
Car
valho
Todos
estes
snrs. estão munidos de
recibos
devidamente
assignados.
qualquer
indivíduo
a
hypocon-
ho-
dos
P
adre
L
angevin
.
vezes
mais
nutritiva
do
que
a
car-
esquentar, economisa cincoenla
seu
preço
em
remedios.
—
Preços
venda
por miudo
em toda
a
pe-
Seis
ne
sem
vezes
o
fixos
da
ninsula
:
Em
caixas
de
folha
de lata,
de
l
h kilo,
500
; de
*/
2
kilo
800
rs
;
de una
kilo,
10400
reis
;
de
2
4
/
2
kilos,
30200
reis
;
de
6
ki
los,
60400
reis,
e
de
12
kilos, 120000
reis.
Os
biscoitos
da
Revalesciére
que
se po
dem
comer
a
qualquer hora,
vendem-se
em
caixas a
800
e
10400
reis.
O
melhor
chocolate
para
a
saúde
é
a
Revalesciére ehoeolatada;
ella
res-
titue
o
appetlite,
digestão,
somno,
energia
as
carnes
duras
ás pessoas,
e
ás
creanças
e
mais
fracas,
e
sustenta
dez
vezes
mais
que
a carne,
e
que
o
chocolate
ordinário,
sem
esquentar.
Em
paus,
ou
em
pó
em
caixas
de
folha
de
latadelO
chavenas,
500
reis;
de
24
chave
nas,
820
reis;
de
48
chavenas,
10100
;
de
120
chavenas,
30200
reis,
ou
25 reis
cada
chavena.
BARRY
Dl B ARRY
«fe
C?
-Pia-
ce
Vendòme,
26,
Pariz
; 77
Regent
Street
Londres;
Valverde,
1,
Madrid.
Os
pharmaceuticos,
droguistas,
mer-
cieiros,
etc., das
províncias
devem
diri
gir
os seus
pedidos
ao
deposito
Central
;
snr.
Serzedello
<fc
C.a
Largo
do
Corpo
Santo
16,
Ihisbo»,
(por
grosso
e
miudo);
Carlos
Barreio, rua
do Loreto, 28; Bar
rai
& Irmãos, rua
Áurea,
12.
Porto,
J,
de
Sousa
Ferreira
&
Irmão,
rua
da
Ba
nharia
77
;
de
Sequeira
; J. Pinto
;
Desí-
ré
Rahir
;
©oisubra,
V.
Botelho
de
Vas-
conceiios
;
Aveiro,
F. E.
da
Luz
e
Costa,
pharm.;
Barceiloa,
Ramos, pharm.;
Sirac»,
Pharmacia
Maia, rua dos
Chãos,
Pipa
&
Irmão,
rua
do Souto,
Domingos
J.
V.
Machado,
praça
Municipal.
Figsieira,
Antonio
Vieira,
pharm.;
GuianarSeM
A.
J.
Pereira
Martins, pharm.
;
Penw-
flel,
Miranda,
pharm.
;
Porate
do
lima,
A.
J.
Rodrigues
Barbosa,
pharm.
;
Po
voa do Varzim,
P.
Machado de
Oli
veira,
pharma.
;
Yiimna do Castello,
Aílonso
e
Barros,
droguistas;
Viiia de
Conde,
A.
L.
Maia
Torres
pharm.
d
uiaçao edictal,
a
que
se
refere
o
annuncio
n.°
3093
publicado
neste
jornal,
n.°
482,
de
15
de
abril
do
anno
corrente,
e
em que
a
requerimen
to
de
Josepha
da
Encarnação, viuva,
fi-
lhos,
noras,
genros
e
outros,
da
freguezia
dias
a
contar
do
dTa
u
uo
«9»-,
-----
reo
Antonio
José
Alves
Vicente,
ausente
em
parte
incerta
no
Império
do
Brasil,
e mais
pessoas
incertas,
na
acção
de
habilitação
e
petição
de
herança
contra este
promo
vida
e
contra
Antonia
Maria
Pereira
do
Lago,
viuva,
e
outros
da
comarca
de Pon
te
do
Lima, tem a
referida
citação
edi
tal
de
ser
accusada
na
audiência
12
do
futuro
mez
de
junho,
e não
8
do
mesmo
mez,
como
indica o
annuncio,
o
qoe
se
faz
publico
e
para
os devidos
e legaes
efleitos.
do
dia
no
dia
mesmo
sciente
(4058)
RUA
DO
FORNO
EM
BRAGA
Beroardino
Fernandes,
alfaiate,
mora
dor
que
foi
no
Paço
Archiepiscopal
d
’
es-
ta cidade
e
hoje
na
ma
do
Forno
n.°
14,
faz
sciente
a
todas
as
pessoas
de
soas
re
lações
que,
se encarrega
de
fazer
toda
a
obra,
tanto
de
ecclesiastico
como
de secu
lar por
preços
rasoaveis,
e
com
perfeição
e
brevidade.
(4062)
Vende-se
uma
morada
de
ca
sas de
dois
andares,
bem
cons
truída,
com quintal
e
poço,
si
ta
na
rua
da
Cruz
de
Pedra,
com o
n.°
33.
Quem
a
pretender
dirija-se
á
mesma
casa.
■
(4061)
Tendo-se
desencaminhado
no
dia
17,
tres
oitavos da
loteria de
L^boa,
do
dia
24
do
corrente
n.
os
2777,
1607. 2141,
um
decimo
da loteria
de
23,
n.°
7517.
Pede-
se
a
quem
os
achar
que
os
queiram
resti
tuir,
o
podem
fazer
na
rua
dos
Chãos
n.°
6,
para
serem
entregues
a
seu
dono.
(4059)
SAUDE
A
TODOS
sem medicina,
pur
ganles
nem
despezas
com
o
uso da
delicio
sa
farinha
de
saúde,
DU
BARRY
de
Londres.
annos
aFinvariavel
Depois
das
adessiões
de
muitos
me-
e
de
vários
hospitaes,
ninguém po-
duvidar
da
ellicacia d
’
esta
deliciosa
37
3
dicos
derá
...
farinha
de
saude
que
cura
as
indigestões
(despepzias)
ga»trica,
gaslralgia
,
flegma,
arrotos,
ventos,
flatos,
amargôr na bocca,
pituitas,
nauseas,
vomitos,
irritação
intes
tinal,
diarrea,
dizenteria
, cólicas,
tosse,
athsma,
falta
de
respiração, oppressão,
con
gestões,
mal
aos
nervos,
diabethe,
debili
dade,
todas
as
desordens
no
peito,
na
gar
ganta,
do alito, das
bronchites,
da
bexi
ga,
do ligado,
dos
rins,
dos
intestinos,
da
mucosa,
do
cerebro
e do
sangue.
75.000
curas
entre
as
quaes contam-se
a
de
S.
AGBiDEMENTOS
Joaquim
José
de
Mattos
e sua
mulher
D.
Anna
Clementina
de
Mattos
e
genro
José
Maria
da
Silva,
agradecem
summa-
mente
penhorados
os
distinctos
obzequios
que
receberam
de
todos
os
ill
moS
e
ex.
mos
snrs.
e
mais
ex.
raas
snr.a<
por
occasião
do
muito
sentido
fallecimento
de seu
saudo
so
e
nunca
esquecido
filho
e
cunhado
João
Baptisla
de
Mattos;
a
todas
estas
pessoa
agradecem
tão
subidas
provas
de conside
ração,
manifestando
do
mesmo
modo
o
seu
grato
reconhecimento
para
com
os
reve
rendíssimos
snrs.
ecclesiasticos
que
n
um
lance
tão doloroso,
se
dignaram
obsequial-os
nos
ollicios
fúnebres
que
pela
alma
do
sem
pre
lembrado
finado se
celebraram
no
p.
p.
Abril,
na
egreja
de
Santa
Cruz,
acri
soladas
finezas
como
estas
nunca
os
an-
nunciantes
poderão
esquecer
por quanto
575-000 REICHSmRK
ou
Ks. 95,8890000
é
este
o
maior
prémio
da
270.
a
loteria
de
dinheiro
approvàda
e
garantida
pelo
gover
no,
contendo
81,500
títulos
e
43,400
pre-
,
mios.
Todos
os
prémios
sairão
em
alguns
mezes
em
7
extraeções.
A
mais do
sobredito
prémio
maior
even
tual.
a
loteria
conta
especialmente
prémios
de
Reichsmark
:
250,000
|
125,000
|
80,000
|
60.000
|
50,u00
j
Contra
Ihetes
de
correio,
etc.,
etc.,
a
casa
abaixo assign»
da
expede
1
titulo
original
inteiro
por
rs.
5
títulos
originaes
inteires »
»
10
»
»
»
»
»
Cada
freguez
receberá
também
titulos
pedidos
o
plano
oflicial
das
exlrac-
ções
de
todas
as
series.
O
pagamento
dos
prémios
se
faz
por
intermédio
da
casa
abaixo
assigoada
em
qualquer
praça.
Principiando
já
a
extraeção
da premei-
ia
serie,
ao 14
JUNSÍIO a.
e.
dirigir-se
sem
demora
o
pedido
a
AD0LPHE
LITIENFELD
CASA DE
BANCO
(17
AA)
HATIBOIRG,
deve
3
a
40,000
36,000
30,000
25,000
20,000
6
a
15
000
7
a
12,000
11
a
10.000
26
a
6,000
etc.
etc.
5
a
remessa
da
importância
em
bi-
banco,
coupons,
estampilhas
do
1&500
70400
14&50O
com
os
B
1^000
HS
BU
ZIA
C/2
®
B
K
o
50
era
—
B
=
s5
ao
BAR
ATO
S
B
00
“
cj
3
t
£
5
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