comerciominho_20041876_483.xml
- conteúdo
-
4.°
ANNO
1876
FOLHA
COWERCmL RELIGIOSA £ NOTICIOSA
NUMERO
483
Assigna-se
e
vende-se
no
escriptorio do
editor
k
proprietário
Josi
Maria
Dias
da
Costa,
rua
Nova
n.
’
3
E,
para
onde
deve
ser
dirigida toda a
correspondência
franca
de
porte.
=As
assi
gnaturas são
pagas
adiantadas
;
assim
como
as
correspondên
cias
de Interesse particular. Folha
avulso
10
rs.
ÀS
TERÇAS,
QUINTAS
E
SABBADOS.
P
reços
:
Braga,
anno 1^600
rs.=Semestre
850 rs.=~Provin-
cias,
anno
2$400
rs.
e
sendo
duas 4&000
rs.^Semestre
1&25Ô
rs.=Arazif,
anno
3&600
rs.=Semestre 1-&900
rs.
moeda
forte,
ou
8&000
reis
e
4&500
reis
moeda
fraca.=Annuncios
por linha
20
rs., repetição
10
rs.
Para
os
assignantes
20
%
d
’
abatimento.
BBA&A—©riNTA-FEmA S® BK
ABRIL
Censuramos
em
o
n.°
480
d
’e»te
pe
riódico
o leviano
e
menos
cavalheiroso
procedimento dos
membros
da
actual
ca
maia
municipal
com
relação
ao
voto
de
censura
ao
ex.
mo
e
revd.mo snr
presi
dente
da
commissão
administradora
do
colhgm
dos
orfãos
de
S.
Caetano.
Soubemos da
existeocia
do tal consi
derando
no
mesmo
dia
em
que
elle
foi
lavrado
na
acta
das
sessões
camararias
;
julgamos
todavia
prudente
guardar
silen
cio
rfaquella
occasião,
silencio
que
só
quebramos quando
vimos o
alto
feito
nar
rado,
—
e, segundo
consta,
com
auctorisa-
ção
da
me-rna
camara,
—
nas
columnas
d
’um
joinal
do
Porte.
Fomos,
pois,
muito ingénuos,
mas
d
’
uma
ingenuidade que
teve
a
virtude
de
incendiar
a
pyra
d
’
uma
eloquência
abrasa
dora,
chamejante,
que
por
um triz
nos
ia
reduzindo
a
torresmos.
E
’
ler o
papel
do
sor.
João
Antonio,
onde
vinte
peonas
diamantinas
se
disputam
porfiadameme
a
inglória
de
nos
esmagar
sob
o
peso da
sciencia
que se
acantôa
n’
aquellas
cabe-
cinhas
de
prata.
Vamos
ao
caso.
A
folha
do
snr.
João
Antonio, pre
tendendo
occupar-se
da
questão
do con
siderando,
diverte-se
com a
nossa
humí
lima
pessoa
n
’
um artigo
estirado,
longo,
interminável,
dividido
em
seis
opulentos
capítulos,
cuja
desigualdade
d
’eslilo
faz
suspeitar
que
temos
centauro
pela
frente
E
qual
será
o objectivo
de tão
Ím
probo trabalho? defenderem a camara,
ou
a
própria
camara defender-se
a
si
mes
ma?
N
’
esie
ultimo
caso,
entre
os
sete
vereadores,
aliás
Cezares,
(Papel
do
snr.
João
Amonio, n.°
133)
não
haverá
um
J... F..........
que
tenha
a
coragem
de
as-
signar
o
seu
nome
subscrevendo
os
seis
reíolhudos
capilulos
do
monumentali-simo
artigo
precitado?
Oo
é porque todos os
Cezares
são
redactores
do
papelilo
do
snr.
João
Antonio?!...
Se
os
mui
altos
Cezares nos
respon
dessem,
quer colkctiva
quer
parcialmente,
firmando
o
seu
nome,
e dizendo
ao
pu
blico
qual
a
significação
do
seu
procedi
mento
ácerca
do
considerando;
curvar-nos-
iamos
reverentes,
e a
respeitosa
distan
cia
porque
nào
somos
dignos de desatar
as
coireias
dos
sapatos
a
tão
olímpicos
figurões.
Meus
snrs.,
a
questão
é outra:
o
que
se
procura
com
estas
tiradas risíveis
que
d
’ha
tempos
exhibe
o
papel
do snr.
João
Antonio.
é
desprestigiar...
Nào
o
conse
guirão,
coitado»!
Em
quanto a‘
nós,
sabemos que
ha
por
lá
niirones
que
em
teres,
pergaminhos
e
sciencia
estão
muito,
muito
e
muito
e
muito
e
muito
e
muito superiores
a
nós,
os pequeninos,
os humildes. Se a senda
por
onde
esses
caminhun
é
estradada
de
flores,
e
a
agrura
por
onde
conduzimos
a
nossa
cruz é
dolorosa,
lauto melhor
para
elies,
os mimosos.
Não
lhes
lemos inveja
Concluindo,
diremos que
não
estamos
dispostos
a
descer
a
dar
resposta a ou
tras
allusões
do
aranzel,
e
declaramos
que
não
mais daremos
atieoção
a
quem,
perdida
a
vergonha,
continua
a
insultar-
nos
cobardemente, não
se
dignando
res
ponder
ao
emprazamento,
que
llie
temos
feito
e
mais
uma vez
lhe
fazemos:
Emprazamos
o
Jornal do Minho,
na
pes
soa
de
seu
proprietário,
a que
nos
diga
franca
e calhegoricamente o
que
sabe
das
referencias
contidas
na
local epigrafada
Tra
balho
de
Hercules,
publicada
na
3.a pagina,
3.’
columna
do
seu
n.°
129,
de
31
de
março: «....
o
compadre
Commercio
do
i
Minho.
Pobre compadre,
tinham-lhe
pro
«mellido
um
osso
..»
etc.
J.
M.
d
.
da
c.
Londres, as <!e Víarçt» de 1SJG.
(A’
redacção
do
t
Apostolos.)
I.
—Triumpha
por
toda
a
parle
a
In
glaterra
e
a
Maçonaria, isto
é,
o
Protes
tantismo,
do
qual a
mesma
Seita
é
o
docil e
servil
instrumento.
Por
toda
a
su
perfície
do mundo
civilisado,
não
se vê
outra cousa,
nas
revoluções
políticas,
ex
citadas
e
dirigidas pela
política
Ingleza
de
mãos
dadas
com
a
seiia,
debaixo de
suas
diflerenles
formas
externas—
mas a
mesma
em
todas
na
esseucia,—
senão
o
rancor
en-
tranhavel
contra o
Catholicismo,
o
empe
nho
de
reunir
contra
elle
todas
as
seitas
políticas
e
religiosas.
Felix
qui
poluit
rerum
cognoscere
cau
sas
—
quando
se
conhece e
considera
o
pri
meiro.
ou
mais alto,
ou
por
outra,
o
ul
timo
fim,
o
fim
predominante, que
um
indivíduo,
uma
sociedade,
ou
um Estado,
têm
por
alvo,
já
se
entende
que
adaptam
naturalmente
seus
procedimentos
de
mu
do
a
encaminhal-os
á
obtenção
do
mesmo
fim.
Assim
pois, como
pelo
fim
se
pode
ajuizar
dos
meios, lambem
por
estes
se
vem
a perceber
aquelle.
E
quem
refleclir
sobre
os
factos
e
teor
da
política
inglesa
desde
o
principio d
’
este
século,
vel-os-t>a
todos
tendentes
e
dirigidos
ao
mesmo
fim
—
já
quasi
obtido
—
de
tornar-se
a
Ingla
terra
árbitra,
directora,
dominadora,
e
des-
frutadora,
d
’
este
nosso
Globo terráqueo.
Ella
sabe,
porém,
que
para
ler
segura
a
cooperação,
o
serviço
dos
corpos,
im
poria
sobretudo
assenhorear-se
dos
espíri
tos,
dos
ânimos,
das
vontades;
e
sabe
igualmente,
que
para
influir
n'isto
a
for
ça
moral
da
religião
é
o
meio
mais
efficaz
que
pode
usar-se.
D
’
este
meio,
pois, quer
por
todos
os
modos
apoderar-se
em todo
o
mundo,
sendo
possível,
para
então
des
frutar
e
dominar á sua
vontade
a
maior
parte
d
’
elle.
Eis
alii
a
chave da
política
Ingleza,
e
examine-se
esta
á
luz d
’
estes
esclarecimen
tos,
que
se
bam
de
achar conforme
a
el-
les
por
toda
a
parte
os
procedimentos
do
Governo,
funcciooarios
de
toda
tspecie,
e
mesmo
simples
indivíduos
d
’e«ta
nação.’
Se alguém
aqui
me
replicasse:
«e
por
que
não
quereria
a
Inglaterra
exercitar
essa
influencia,
esse
predomínio
moral
e
physico,
por
meio
da
Egreja
Catholica?»
—
Por uma
razão
mui
simples;
a
Egreja
Anglicana
é
súbdita,
é
subordinada
ao
”
Es
tado.
ao Governo;
a
Egreja
Calhólica
dei
xaria de ser o
que
é
desde
que
reconhe
cesse
poder
qualquer,
nos objeclos
de
sua
junsdicção,
aci.ma
do
seu proprio. Uma
religião
assim,
por
tanto, que
em
maté
rias
de
crença,
de
moral,
dos
deveres
pa
ra
com Deus,
e
dos procedimentos
que
d
’ahi
dimanam,
recusa
admittir
outra au
toridade salvo
a
sua própria,
não
podia
accommodar-se
aos
fins
de
uma política
que
não
vê
ou procura
outra
cousa
se-
nao
o
enriquecer,
exaltar,
engrandecer,
tornar
predominante
a
nação,
seja,
como
íór
, e
que
nos
meios
a empregar
para
esse
fim
não
reconhece
limite,
salvo
na
conveniência
ou oo perigo.
II.
—Mais
uma
prova, sobre
lautas,
do
qoe
acabo
de
escrever,
se
deixa
ver
até
na
conducta d
este
Governo
e
nação,
em
O
LIBERALISMO
CATHOLICO
SEGUNDA
PAUTE
Vulor
praedieo do sistema.
II
O
liberalismo
calholico
faz de
seus
adeptos
viclimas
de
uma
verdadeira
logração.
[Continuação]
Portanto,
como
é
possível que nossos
calholicos liberaes
correspondam
á
obsti
nação
d
’
este
odio
pela
obstinação
de
sua
cotdiança?
Esta
conducta
é
tanto
mais
inexplicável quanto
que
desde
ha muito
tempo
elies
proprios
lhes tem
reconheci
do
a loucura.
Desde
o
dia
3 de feverei
ro
de 1834, Lacordaire
escrevia
a
Mon-
talembert
:
«Tu
me
concedes
que
os
li-
beiaes
de
França,
da
Ailemanha,
da
Ita-
lia,
da
Hispanha,
do
mundo
inteiro
por
conseguinte
(ou
pelo
menos
do
mundo
eu
ropeu)
são
os maiores
inimigos
da
liber
dade;
e chegas
até
a
chamal-os
«infa
mes»;
é
mais
do
que
pretendo.
Tu
me
concedes que
é
impossível
fazer
alliança
com elies
:
é
o
reverso,
o
contraposto de
toda
a
concepção
de
TAvenir (1)
e
de
lodos
os
pensamentos
subsistentes
do
pa
dre
de
La Mennais.
Tu
me
concedes,
por
mais
forte
rasão,
que
é
impossível
ao
Pa
pa
e á Egreja
fazer
alliança
com elies
:
(1)
Jornal
catholico-liberal,
fundado
por
La
Mennais, de
que
foram
collaboradores
Montalembert
e
o
proprio
Lacordaire
em-
quanto
as
doutrinas do
dito jornal
não
foram
coudemuadas
pela Santa
Sé.
é
precisamente
o
que
pensou
o
Papa
e
a
Egreja.»
De
maneira
que,
como acabamos
de
vêr,
desde
1834
os
chefes
da
escola
ca-
tholica-liberal
convinham
enire
si
que
ti
nham
errado
o
caminho
;
que
a conce
pção
fundamental de
l
’
Avenir,
primeiro
oigão
d
’esia
escola,
era
radicalmente
er
rónea
;
que
o
liberalismo
emopeu
era o
maior ioimigo
da
Egreja
e
da
liberdade,
e
que
toda
a
alliança
com
elle
era
im
possível e insensata.
Mas
então
como
com-
prehender
que,
trinta
annos depois,
estes
mesmos
homens
empreguem
toda
a
sua
eloqueucia
em
preconisar
o
sistema
de
que
tão
perfeilamente
reconheceram
o
perigo,
e
a
alliança
cuja
impossibilidade
era
pa
ra
elies
tão
manifesta
?
O
liberalismo
eu
ropeu
tinha
porvealura
mudado
de
natu
reza
n
’este
intervallo?
De
modo
algum;
pelo contrario, tinha-se
tornado
cada
vez
mais
oppressivo.
Mas
então
como
vêr ou
tra
coisa
mais que
um logro
na
compla
cencia
que
lhe teslimunham
aquelles
que
tão
convencidos
pareciam
de
sua
perfí
dia
?
(2;
2.
°--
Tentaremos
por
acaso
(como
não
falta
quem
o
pretenda...)
explicar
esta com
placência
pela
verdade
e
pela
bellesa
in
trínseca da
doutrina chamada
liberal,
da
qual
seus
defensores
não
fariam
senão
um
abuso
accidenlal?
Com
efleito,
se
o
libe-
(2) Com
appoio
da cerrada argumen
tação
do
R.
P.
Ratnièr,
pelo
que
loca
especialmente
a
um
dos
mais
respeitáveis
chefes
do
catholicismo
liberal, o
sabio
e
virtuoso
P. Lacordaire, permitia
se-nos
ain
da
citar
aquelle
seu
bello
símile,
em
que,
pondo
frente
a
frente um
liberal e
utn
ca
tholico
diz:
«Aquelle
é
como
Cain,
que
chama
seu
irmão
para
o
campo
da
liber
dade;
mas
é
para
o
malar
á
traição.» (Con
feri)
—
Catholicismo,
e
liberalismo!
Esle
Cain
aquelle
Abel.
—
Exactameute
1
ralisrno
fosse
verdadeiro
e
justo
em
si
mes
mo, só
leríamos
accrescitno
de mereci
mento
defendendo-o,
apesar
da
justiça
de
seus
representantes.
Mas
esla explicação,
de
nenhum
modo
é
admiravel.
Temol-o
provado desde
o
prin
cipio d’esta
controvérsia
:
(3)
a
doutrina
liberal não
é
só
errónea
n
’algumas
de
suas
applicaçõe»;
é
mentirosa
por essencia,
pois
que
é
uma mentira
o
que lhe
serve
de
base.
Ella
está
fundada
sobre
a
confusão
de
duas
noções
contradictorias
:
—
a
inde
pendência
a
respeito
de
Deus,
e a
liber
dade
a
respeito
dos
homens.
Uma
d
’eslas
duas
nações
destroe
necessarimente
a ou
tra,
pois
que
os
homens
não
podem
ser
livres
em
suas
relações
mutuas,
senão em
quanto
sua
liberdade
é
iespeitada
por seus
similhantes
;
e
esle
respeito não
pode
sub
sistir
n
’
uma sociedade
etn
que
a
auctori
dade de
Deus
é
entregue ao
desprezo.
E’
preciso
desconhecer
compleiameote a
na-
luresa
humana
para
chegar
a
suppôr
que
ella
possa jamais
permanecer
a respeito
dos
direitos
de
Deus
na
altitude
de
uma
neutralidade
benevola.
Um
inferior
pode
porventura
cessar
de
reconhecer
a aucto
ridade
de
seu
superior
sem
se
lhe
tornar
hostil?
Que
esta
neutralidade
seja
possí
vel
n’
uma
sociedade
em
que
a realesa
de
Jesus
Christo
e a
supremacia
espiritual
da
--------
J-- --------- -
----------------
(3)
Vejam-se
os artigos
sobre
a
«ban-
ca-rota
do liberalismo», pelo
rev?
padre
llamière,
a
que
já
nos
temos referido
;
e
lambem
se
poderá
lêr
com
fructo
a
esle
res
peito
o
substancioso
artigo—
Religião
e
Po
lítica—
que
a
2
e
a
9
de outubro
d
’este aú
no
inseriu
o «Bem
Publico»,
d
’
cnde
o
tran
screveram
vaiios
outros
joi
uaes
calholicos,
sem
que
alguém até
hoje
se
atravesse,
não
dizemos
a
refula!-o,
mas
a
tentar se
quer
essa
empresa,
bem
convidativa
cer
tamente
para
um
calholico
liberal
de
qual-
I
quer
grau ou
matiz
que
se
considere.
Egreja nunca
foram
reconhecidas,
ainda
se
concebe
;
mas
t/aquellas que
por
mui
to
tempo
estiveram
submeltidas
a
este
jugo,
tão
suave como
glorioso,
e
que
o
lem
criminosaroente sacudido;
n’
aqtiellas
que,
devendo
tudo
a Jesus
Christo
e
á
Egreja, até
sua
própria
existeocia,
cor
responderam
por sua
revolta
a
doze sé
culos
de
benefícios,
coutar
com
uma equi
dade
differenle
da
da
submissão,
é
fazer
de
um
impossível
moral
objeclo
de
suas
esperanças.
O
liberalismo
puro é
pois
uma
pura mentira ;
o
liberalismo
catholico,
que
persiste
em
crer
na
verdade
d
’e-fa
men
tira
é
uma
persistente
logração.
3.Q
—
Logração
tanto mais
terrível quan
to
é
certo
que
ella
favorece
o
exilo
de
um
pérfido
estratagema.
A
seita
liberal,
c m
efleito,
não
é
uma
escola
de
filosofia
es
peculativa;
é
um
partido
religioso
e
polí
tico
ao mesmo
tempo,
que
nào
expõe
á
luz
da publicidade
sua
lheoria
mentirosa
senão
para
attingir
um
fim realmente pra
tico.
Este
fim,
que
os
espíritos
mais
pe
netrantes
tinham desde
ha
muito
tempo
advinhado,
rebelou-se
por
meio
dos
factos
com
nina
tal
evidencia
que
a
duvida—to
da
e
qualquer
duvida
—
tornou-se
impossí
vel.
Tratava-se
de
destruir
a
auctoridade
divina,
primeiramente
na
ordem
política
e
depois
na
ordem
religiosa.
Foi
para oc-
cultar
o
que
havia
de
infernal
n
’
este
desígnio
que
se apresentou
na
frente, e
como
em
grande
taboleta
o
nome
especioso
e
so
noro
de
liberdade. Nào
exisie
na
lingua
gem
humana
expressão
que
tenha
um
maior
numero
de
sentidos
e
que,
portamo,
se
p
este
melhor á
illosão.
Não
existe
ne
nhuma
que
estimule
mais
poderosamente
as
mais
nobres aspirações
do
coração
hu-
tFiano
e
que
melhor
lisongeie
seus
mais
depravados
in
liactos.
{Continúa)
referencia
ás
cousas
de
D.
Carlos
e
de
Hispanha.
O
encarniçamento
manifestado,
desde
o
principio
por
Ioda
a
imprensa
Ingleza
contra D.
Carlos
e
sua causa,
com
a
unica
excepção
da
imprensa
Calholica
(e
ainda
n
’
esta
havendo
uma
excepção
des-
honrosa, de
um
papel que,
por
certa
in
fluência,
advogava
pela
cansa
revoluciona
ria
occasionalmente),
manifesta
de manei
ra
a
mais
conveniente
a
minha
proposi
ção.
Em
todas
as
phrases
vergonhosas
dos
ocontecimentos
de Hispanha, desde
1870
(sem
falar
dos
anteriores,
em
que o
mes
mo
sentimento
aati-catholico predominou
sempre),
a
imprensa
Protestante
Ingleza,
até
quando
achou
qoe
desapprovar, como
nas insurreições
de
Cartagena,
em
alguns
movimentos
de
Barcelona,
no
célebre
coup-
d
’
élat
do General
Pa
via
(caricatura
de Crom-
well
na
Inglaterra, de
Napoíeão
I na
França, e
de
D.
Pedro I
no
Brazil
—
e
por
tanto,
cousa,
não
só
culpável,
mas
até
ridícula);
teve
seAipre
cuidado
em
se
guardar
de
admitiir,
o
unico
remedio
eflicaz
que
havia para
tudo
isso—
e
regres
so
á
ordem legitima nas
cousas
e
nas
pes
soas.
A
explicação
d
’
isto
está
no
mesmo
prin
cipio
e
fundamento
da
política
e sentimen
to
instinctivo
Inglez
de
fugir
a tudo
quan
to
possa,
de
qualquer
sorte
favorecer o
sentimento
c
causa
Cathólica.
O
rancor
inveterado, o espirito
de
ca-
lumoia,
manifestado
em todas
as
corres
pondências
das folhas
Protestantes
íngle-
zas
;
e
os
artigos
direçtivos
escriptos
de
pois
sobre
essas mesmas
correspondên
cias,
encommendadas,
e
imbui
as
no in
teresse
protestantes
das
folhas
; tem
por
motivo e
fundamento
principal,
o
desejo
e
plano
geral
de
combater
e
abater
o
Ca-
tholicismo
e suhstituil-o
íinalmente
pelo
Protestantismo Anglicano.
Dam-se
para
isto
as
mãos
o
Protes-
tantismo,
a
Maçonaria
e
o
orgulho
Inglez,
que
não
vêem
outro
obstáculo,
outro
im
pedimento,
na realisação
do
.
predomínio
universal
Inglez,
sertão
no
sentimento
ca-
thóiico
e
na
Egreja.
lufelizmenle.
esta,
que
não
erra ern matérias
de
fé, mais
de
uma
vez
tropeça
nas
cousa
políticas
;
e
não
foi pequeno
tropeção
o
de
mandar a
Madrid,
durante
a
disputa,
um
Núncio,
dar
força
e
peso
a
um systema
que
os anti-
catholicos
ministros
de
Inglaterra,
de
Prus-
sia,
e.até
de
França,
favoreciam
fomen
tavam,
apoiavam
quanto
podiam
!
Não
ha de
tardar
muito
que
a
Santa
Sé lestimunhará
os
fructos
da concessão
infeãz
que
fez
á
Revolução,
ao Protes
tantismo e
á Maçonaria, instrumento d
’
el-
les
e
agente. Ha
de
vêr
a Propaganda
Protestante
rapidamente
estender-^e,
ílo-
recer.
dominar
na
Hispanha
como
o
está
fazendo
em
Portugal. Já u’
um
dos
papeis
d
’aqui—creio
que no
Times
—
ha
2
ou
3
dias
se
vinha
exultando
ás
claras,
que
cabia
a
final
a
nação
exclusivamente
ca
tholica
até
agora
existente.
Assim
como
em
Roma vemos
n
’este
momento
correrem
de
toda
a
parte
as
sei
tas
Protestantes
de
todas
as
castas,
a
fa
zerem,
sôfregas
e
acintosas,
os
immensos
ninhos
na Cidade
Santa, desque,
sob
os
au.-picios Inglezes
e
Napob ómcos, o Rei
Ladrão
e
sua
quadrilha
foram
occupar
e
profanar
a
cabeça
do
Mundo
Catholico
;
da
mesma sorte,
vamos
vêr
pulular
na
Hispanha
toda
a
bicharia
fermentada
e
nascida
oa
corrupção
Protestante
e
maçó
nica.
Ha
muito
que
nos
disse
Oráculo
in
fallivel,
que
alá
onde
estiver o
corpo
mor
to
e
corrupto,
os
abutres
concorreram
sô
fregos.»
HL
—
Ainda
existe,
todavia mesmo
en
tre
Protestantes
Inglezes,
e
Protestantes
devotos
e
sinceros,
quem
apesar
de
suas
opiniões religiosas*,
não
desconhece
o
di
reito
da
justiça e
da
razão.
Esla
manhã
recebi
eu,
a
seguinte car
ta
de
um excellente
amigo
Inglez e
mui
devoto
á
sua
religião
Protestante;
e
on
de,
todavia,
se
vê
que
zela
os sentimen
tos da justiça
e
direito,
mesmo
onde es
tes
se
alliam
aos
do
Calholicismo.
Escre
ve
elle,
de
Galles
:
—
<
-------
6
de
Março, 1876.
«Causou-me
o
maior
pesar o
resultado
da
lucta
na
Hispanha;
pois
não
posso dei
xar
de
pensar,
que
a
mesma
lucta
não
será
finah
e
que
a
Legitimidade
ha
de
vir
a
tomar o
seu
devido
logar,
mais
tarde
ou
mais
cêdo.
Sinto
exlremameote,
porém,
a
escandalosa
recepção
feita
a
D
Carlos
ao
chegar
a
nosso
paiz.
Recepção
tal,
que
se
não
fez
jámais
ao
mais
vil
indivíduo
de França
ou
de qualquer
ou
tra
parte.
«Muito
estimaria
saber
quem
foi
que
instigou
a
canalha
;
pois
houve,
sem
du
vida,
quem
estivesse
atraz
da
cortina, pa
ra cousa tão
contraria
a
procedimento
lo-
glez,
ao
noeoos
em
meu conceito.
«Envio
o
incluso
bilhete meu
de vi
sita,
que
peço
a V.
de fazer
entregar
no
Hotel
onde
D.
Carlos
esteja,
e
apro
veitarei
a primeira
opportunidade
de
poder
ir
a
Londres,
para
lhe apresentar
os
meus
respeitos.
«Parece-me
que
o Papa
fez
grande
êrro
em
tomar
a
parte
do
Rei
Affon-
so.»
Eis
ahi
como
um
honrado
e
grande
negociante
Inglez,
que
por
muitos
annos
foi
chefe de
uma
das
maiores casas
de
commercio
n
’esla
Praça,
em
relação
com
todos
os
grande»
emporios
e
pontos
com-
merciaes do mundo,
ajuíza
do
caso
de
D.
Carlos,
e
do
comportamento aqui
tido
pa
ra
com
elle.
Na
verdade,
é
uma
vergonha
para
es
te
paiz, o
contraste
da
conducta
d
’
elle
para
com
Kfout
e
Garibaldi;
por
exem
plo, em
seu
tempo,
e
hoje
para com D.
Carlos:
aquelles
fôram
victoriados
como
heroes,
como
benemeritos do
genero
hu
mano,
porque
tinham
feito
guerra
a
go
vernos
legitimos
e
calholicos;
este
é
in
sultado
e
apupado,
porque
sustentava
prin
cípios
sãos
em
política e
em
religião.
O
bando
de
povo
ignorante
que foi
apupar
a
D.
Carlos
a
seu
desembarque
em
Folkstone,
e
alguns indivíduos
(bem
qoe
poucos)
á
sua
chegada
a
Londres
e
sahida
da
estação
ferrovial
em
Charing-
Cross,
não
era
mais
qoe de
instrumentos
cegos
de
agentes
da revolução;
era
de
dupes
da
imprensa
maçónica,
protestante
e
revolucionaria
A
mesma
imprensa que
al-
fecla
censurar
essa
vergonhosa
conducta
para
com
D.
Carlos,
immediatamente
des
cobre
sua
hypocrisia
;
deixando
vêr
em
suas
imputações
e sentimentos, que
no
1
‘
ondo
do
coração
se
estava
regozijando
da
propHa
obra
Porquanto,
a»
próprias
de-
clamações
e
representações
mentirosas
do
Times,
e
das
outra»
folhas
protestantes,
é
que
preparáram
e
incitaram
esses
mes
mos
insultos
a
D. Carlos,
que
agora
fin
gem deplorar.
A.
R. SARAIVA.
(Continua)
-- -----
O
sacriíleio de Jesus.
Caminha
sob
o
pezo d
’
uma
cruz
que
os
seus
juizes'
lhe
lançaram;
cahe
sobte
as
lages
frias
d
’
onde
o
arrasta
por
dura
corda
uma
turba
infrene;
levanta-se
ba
nhado
em
sangue
das
feridas
abertas
pe
la
quéda;
torna
a
caminhar,.... e
cami
nha,
sem
amaldiçoar
ninguém.
Elle
o
Se
nhor
do
mundo,
que
a
um
aceno
de
sua
vontade
podia
reduzir
ao
nada
essa
turba
sequiosa do
sangue
do
Justo!
Mas
não.
■
estava prometlido no
Éden
desde
a
queda
do
primeiro
homem,
o Re
parador;
estava
escripto
pelos
profetas
da
antiga
lei,
que
o
sangue
do filhoHde
Deus,
seria
o
preço
do
resgate
da
humanidade;
cumpria-se
o
promeltido,
realisava-se
a
predicção,
e
o
Filho
da
Virgem
curva-se
aos
decretos
de
seu
Eterno
Pae.
Senhor, Senhor,
exclamavam
em
côro
umas
piedosas
mulheres,
que
o seguiam
ao
calvario.
Não
choreis
por
mim,
respondeu
o
Divino
Mestre,
chorai
antes
por
vossos
fi
lhos,
que
este
sacrifício
é a
minha
gloria,
este
o
preço
por
quanto
compro
o
res
gate dos
homens
em todos
os
séculos
fu
turos
!
E
estas
palavras
eram
abafadas
pela
vozeria
de
escarneo,
de injuriâs;
mas
nem
assim
todo esse clamor teve
força para
as
extinguir,
nem
com
dezoito
séculos
passa
dos
as
tem
esquecido
a
humanidade.
Mas
é
chegado
o
termo
da
viagem...
lá
está
no
cimo
do
calvario, despem-no,
pregam-no n
’essa
mesma
cruz
e arvoram-
no
entre
dois
malfeitores
como
se
fôra
um
d
’
elles,
Elle,
que
prégou
no
mundo
a
mansidão,
a
abnegação
e
a
caridade!
Lá
em
baixo,
na
cidade
outr
’
ora
mimosa
de
Deus,
na
dissoluta
Jerusaleni,
os
jui
zes
e
magnatas
adormecem
no
meio
das
orgias,
e
quando
vier
o
bruxulear
da
ma
nhã,
quando
os
fumos
dos licores
se
dis
siparem,
nem
mais
se
lembrarão
do
dra
ma
Sanguinolento
do calvario.
Tripudiai
sobre
a victima,
delegados
da
Roma
pagã e
luxuriosa;
enchei
as
vos
sas
laças,
filhos
degenerados
de
Jerusalem,
que
da
vossa cidade
maldita
nem
pedra
ficará;
e
vós,
escravos
do
Cesar,
vêde
que
os
vossos
idolos
sensuaes
tremem
nos
seus
pedestaes
de
barro
porque
a
aurora
da
li
berdade,
da
civilisação,
e
do
amor
fra
terno,
começa
a raiar
no
Golgota,
n
’
esse
monte
onde
quizestes abafar
em
sangue
a
doutrina
de
um
grande
filosofo,
de
um
grande
legislador, do Filho
de
Deus.
Esperavam
os
da
raça
hebrêa
um
gran
de
cavalheiro;
appareceu-lhes
pobre,
e
não
crêram
n
’elle,
e a
sua
doutriua
era
des-
presada
pela
altiva
Roma,
e
sabeis por
que?
Ella
era
o
látego
constante dessa
vida
de lupanar em
que
os
povos
vi
viam.
Mas
terminou o
sacrifício,
a cabeça
do
Christo
pende
desfallecida sobre
aquelle
peito
generoso,
o
monte
fendido
deixa
vêr
os
ossos
sabidos
das
catupss,
e á
clarida
de frouxa
da
lua
que
rasga
as
trevas
medonhas,
vê-se
a
Máe
alllicta,
atónita,
abraçada
á
cruz
do
Filho,
que
lhe
morre
ra
alli.
O
’
maes,
vós
que
acalentastes
aos
pei
tos
os
filhos
do
vosso amor,
que munas
vezes
vos
despistes,
para
os cobrirdes
a
elles,
dizei-me
vós
d
’
aquella
dôr,
dizei-
me
das
palpitações
de
vossos
corações,
dos
vossos
sustos,
dos
vossos
receios,
e
das vossas
lagrimas,
quando
á
cabeceira
de
vossos
filhos
veláveis na
sua
agonia.
Oh!
a
Máe
de Deus
é
exemplo
para
todas
as
mães,
como
a cruz
do Filho
é
o
appuio
seguro,
é
a
aurora
de
salvação
da humanidade
inteira.
Braga.
S
oares
R
omeu
J
únior
.
(A
Borboleta]
.. ................................................■■■
r.
GAZETILHA
Crisma.
—
S.
Exc.
a
Revd.
ma
o
snr.
Arcebi»po coadjutor
continuará
a
crismar
no
Real
Santuario
do
Bom
Jesus
do
Monte
no
domingo,
30.
As
fieguezias
que
devem
concorrer
á
mesma
com
os
re-pectivos
parochos
para
verificar
a identidade dos
seus parochianos
são:
Espinho,
Este (S.
Mamede),
Este
(S
Pedro),
Fraião,
Gualtar,
Lamaçaes,
No
gueira
e
Arco»,
Nogueiró, Pedralva,
So
breposta
e
Tunões.
Extraeto.
—
Do
Roteiro
ou
abreviada
noticia
de
Braga, que
vem em
appendiee
ás
Memórias
do
Bom
Jesus
do
Monte,
do
snr.
couselheiro
Diogo
Pereira
Forjaz
de
Srmpaio
Pimenlel.
e
cuja
terceira
edição
acaba
de
sair á luz,
fazemos
o
seguinte
extraclo
da
descripção
do Paço
Archiepis-
copal:
O
Prelado-Coadjuior,
que
presentemen
te
dirige
a
Diocese,
occupa
o
lado
direito
saliente da
fachada
principal.
São
corn-
modos
e sumptuosos
estes
aposentos,
quaes
convém
a
um
Príncipe
da
Egreja,
e
á
dignidade
do
chefe
da
Egreja
Primaz
das
Hespanhas.
Contém
seis
magnificas
salas
seguidas, que
termiuam
em uma
galeria
(donde
veio
o
nome
ao
largo)
ou
varanda
envidraçada
Desta
póde
o Prelado,
sem
ser
visto,
gosar
pjra
o
poente
o
pano
rama
da
rua
Nova
de
Sousa
até
perto
da
estação
do caminho
de ferro,
e
para
nas
cente
o
da
rua
do Souto
até o
largo
do
Barão
de
S.
Martinho e
passeio
do
campo
de
SanUAnna.
A
melhor
e
maior
parte
da
mobilia
d
’
estes
aposentos
pertence
ao
mesmo
Pre
lado-Coadjutor. Eotre
ella
vimos
as
se
guintes
peças,
como
outras
muitas,
dignas
de
observação:
—
Uma
cadeira
de
honra,
feita
de
páo
santo
ou
jacarandá,
moldorada
com
uma
almofada
de
veludo carmezim, que
tem
as
armas
naciooaes
bordadas
a
ouro
em
alto
relevo,
—
outra
da
mesma madeira;
com
embutidos
de
páo
rosa,
que
foi
do
arcebispo D.
Rodrigo
de
Moura
Telles,
por aquelle
Prelado
adquirida
e reformada,
—
um
canapé
de
ébano, que s.
ex.
a
rev.‘
na
trouxe
da
ilha
de
Ceilão,—
um
calvario
aberto
em
uma
só
peça
de marfim,
com
24
figuras
em
alto
relevo,
da
altura
de
0
in,10,
dividido
em
sete
quadros,
cada
um
dos quaes representa
os
passos
de
Chris
to,
—
uma
uma imagem
do
Bom
Pastor,
também
de
marfim,
sobre
monte
da
mes
ma substancia,
onde
figuram
pastando
muitas
ovelhas,
e
no
baixo d’
elie
em ca
vernas
as
imagens do
Apostolo
S.
Pedro,
de
S.
Jeronymo, e de
Santa
Maria
Magda-
lena.
São
também
notáveis
em
uma
des
tas
salas
o
gabinete
particular
do
insigne
Prelado
e
a
sua
variada,
escolhida
e
vo
lumosa
bibliotheca,
qual
convém
ao
filho
dislioclo
da
Universidade,
que
pela
sua
dignidade
pessoal,
pelo
seu
saber,
pela
sua
erudição,
e
pela
sua
eloquência
illus-
trou
o
claustro,
a
Academia
e
o púlpito,
e é
hoje
pelos
mesmos
titulos
um
dos
mais
respeitáveis
Prelados
da
Egreja.
Fallecinientu».
—
No
dia
15
falleceu
n
’esta
cidade a
snr.a D. Catharina
Can
dida
do
Loreto
Maia,
viuva
do cirurgião
João da
Costa
Maia.
—
Acaba
de
fallecer
também n
’esta
ci
dade
o
filho
roais
novo
do
snr.
major
Joaquim
de
Simas
Machado.
O finado
era
alumno
do
collegio
militar,
d
’
onde tinha
vindo
a
ferias.
Ao inconsolável
pae
os
nossos
pesames.
Ambulâncias
carlistas. —
(Lê-se
no
«Direito»).
—O
ill.
“
’
° snr.
Manoel
José
Vieira
da
Rocha entregou-nos a
quantia
de
123$770
reis
para
as ambolancias
car-
listas,
cuja
quantia
com 926$570 reis
que
por
varias
vezes
entregou
até
ao
dia
12
de fevereiro
do
corrente
anno,
faz
reis
l:050$340.
0
mesmo
snr.
entregou-nos
mais
22$990
reis
para
os presos
carlistas
produclo
de
uma
subscripção
que
para
o
rnesmo
fim
se
promoveu
em
Braga.
Instrucção
publica
—
Em 12
do
corrente
foram
efLctuados
os
seguintes
despachos,
referentes
ao districlo
de
Bra
ga:
Antonio (padre)
Manoel
de
Oliveira—
provido,
por
ires
anoos, na
cadeira
de
ensino
primário
de
Villa
Nova
de
Fama-
licão.
João
José
Garcia
—
provido, por
tres
annos,
na cadeira de
'Cervãe»,
concelho
de
Villa
Verde.
Joaquim
Rodrigues
de
Azevedo—
pro
vido,
por
tres
annos.
na
cadeira
de
Apu-
lia,
mncelho
de Espozende.
Jo<é
Antonio
Oliveira
Babosa—
provi
do,
por
tres
annos
na
cadeira de PeJra-
bido,
concelho
de
Fafe.
Manoel Gonçalves
Amado
—
provido,
por
tres
annos. na
cadeira
de
Villa
Cova,
concelho
de
Barcellos.
Maria
Joanna
Leite
—
provida,
vitalicia-
mente,
na
escola
de
meninas
da
Feira
No
va,
freguezia
de
Santa
Maria
dos
Ferrei
ros,
concelho
de
Amares.
Bibliotliecas. —
Em tolas
as
biblio-
thccas
publicas
francezas
ha
mais
de
sele
milhões
de
volumes.
Só
a de
Paris
tem
1.150:000
volumes impressos
e
80.000
manuscriptos.
A
Áustria
possue
2
500:000
volumes
nas
suas bibliothecas
;
a
Allemanha,
3.350:000;
a
Inglaterra.
1.775:000;
a
Italia 4.150:000;
e
a
Rússia
860:000.
Noticia*
agrícolais.—
Os
lavrado
res
continuam a
nutrir
as
mais
gratas
esperanças
O
anno
vae
correndo
com
bons
auspicios,
e
os
homens
experientes
confiam em
fartas
colheitas
Os
adagios
agrico-
las dizem—
anno
de
nevão,
anno
de muito
pão.
O
ultimo inverno
foi
abundante
em
neves,
e
preparou
e fertilisou
as
terras.
Dizem
ainda
os
mesmos
adagios—Janeiro
geoso. Fevereiro
nevoso.
Março
molhinoso.
Abril
chuvoso,
Maio
ventoso,
fazem
o
an
no
formoso.
Os mezes
já decorridos
tem
tido
em
geral
essa
feição. Veremos
ago
ra
se
em Abril vem as
aguas
mil
coa
das
por
um mandil.
Este mez
é
consi
derado
como
a
chave
do
anno
agrícola.
Se elle correr
favoravel
é
de
esperar
a abun-
dancia.
E
’
certo
porem,
que
os
fructos
da
terra
estão
sujeitos
a
tantos
perigos,
que
só
depois
da
colheita
se
pode
formar
juizo
seguro,
diz
o
«Conimbricense».
Indultos.
—
Foram comprehendidos
no
perdão
da
semana
santa
os
seguintes
indivíduos
condemnados
em
diversas pe
nas:
Indulto
completo
—
Antonio
Duarte
o
Raio
e
Rosa
Fraga
d
’
Anadia;
Antonio Ma
chado
de Sousa
e
Catharina
de
Jesus,
dos
Açores;
Francisco
Valente
de
Mattos,
de
Estarreja;
João
Custodio
de
Moreira.
Ma
mede
Joaquim
Manhoso
e
Joaquim
José
Rodrigues,
de
Lisboa;
João
Ferreira
dos
Santos,
da
Louzada;
Joaquim
da
Costa,
de
Alcobaça.
Commutações
—
■
Clementina Gonçalves
Costeira,
dos
Arcos
da
Vai
de
Vez,
dois
annos de
prisão
n
’
utn anuo;
Henrique Pe
dro,
de
Lisboa,
8
annos
de
trabalhos
pú
blicos
em 2
annos
de
prisão,
Joaquim
Antonio
Galhada,
do
Porto,
um
anno
de
prisão
em
seis
mezes,
José
Gaude.ncio,
d
’
Anadia,
3
annos
de
degredo
era
6
me
zes
de prisão,
José
Leite,
de
Celorico
de
Basto,
quatro
annos
de degredo
em
3
annos
8
mezes
de
prisão,
Manoel
Alves,
de
Lisboa
3
annos
de
degredo
em
2
an
nos
de prisão.
Os
meetíngs.—
No
importante
perió
dico
de
Ponla
Delgada,
A
Civilisação,
le
mos as
seguintes
linhas:
Tendo
sido
inelficazes todos
os
esfor
ços
da
opposição
no
parlamento,
para
derribar
do
poder
o
ministério,—
e
sen
do
cada
vez
maior
a
sua ambição de
fe
licitar
este
paiz,
gerindo
os
negocios
d
’
el-
le,
uniu
se
a uma
fracção
extra-parla-
mentar,
para ver
se
assim
consegue
a
sua
eterna
aspiração
por
meio
de meetings, o
primeiro
dos
quaes
se
effectuou
a 19
do
mez
proximo
findo,
no
salão
do
Casino
Lisbonense.
Pretendiam
os
inimigos
do
governo,
mas amigos
do
bem
publico,
le»ar
a
effei-
to
outros
no
Porto,
Braga e outras
cida
des.
Em
Braga,
como
nas
mais
cidades,
é
o
partido
hislorico
que
toma
a
parte
mais
importante
'nestes
comícios,
—o
par
tido
que
menos
confiança
merece
aos
ca
tholicos; porque
é
o
que
professa
as
idéas
mais
avançadas,
e
por
conseguinte
o
que
mais se
empenha
em
deschristianisar
o
reino
fidelíssimo,
o
que
menos
cura
dos
verdadeiros
interesses
do
povo.
Dizia-se
que
em
Braga
se
pediria
a
liberdade
de
cultos.
E atrevem-se
a
pedir
a
liberdade
de
cultos
os
que não
cessam
de
perseguir
o
catholico !
!
!
E*as-ia mubterrnneo.—
O Pariz
sub
terrâneo
conta
actualmente
624
kilome-
trns
de
canos
de
esgoto;
ha
a
concluir
350
kiiometros. Acabados
estes
trabalhos,
as
vias
subterrâneas
medirão
974
kilome-
Vos,
isto
é
243
léguas,
ernquanto que
as
rbas
não
medem
mais
do
que 860
kilo-
melros,
ou
215 léguas.
Esta
differença
procede
de
que
as
ruas
que
medem
mais
de
vinte
metros
de lar
gora,
teem ou hão-de
ler dois
aqueduc-
tos.
£“crtugiizes
falleeidos.
—
Desde
20
a
22
de
março
proximo
pasmado
fal-
leceram
no
Rio
de Janeiro, victimas
da
febre
amarella,
os
seguintes
súbditos
por
tuguezes:
Caetano
Ferreira da Rocha,
42
annos
casado;
Domingos
Fernandes,
37
a.,
c.;
Antonio
Alves
Martins,
30
a.,
c.;
Frao-
ctsca
Ferreira
da
Silva,
28
a.,
c.;
João
Cardoso
Pereira,
28 a.,
c.;
Joaquins
de
Sousa,
54
a.,
c.;
Manoel
Ayres
Moreira,
33
a.,
c
;
Manoel
Gomes,
56
a.,
c.;
Ma
noel Antonio
Dias,
23
a.,
solteiro;
Joa
quim
da
Rocha;
Antonio
Correia,
18 a.,
s.;
João
Ignacio Freias, 20
a., s.;
Ma
noel
dos
Santo-.
25
a.,
s.;
Joaquim
Dias
da
Fonseca,
23
a.,
s
; Manoel
Fagundes,
24
a.,
s.;
Diogo
Pereira,
29
a., s.;
Al
fredo
José
de Azevedo
Barros,
14
a.;
Adão
Antonio
de
Figueiredo,
14
a,;
Jo
sé
da
Silva,
27
a.,
s.;
Antonio José
de
Oliveira,
23
a..
s.;
Manoel
Joaquim
Al
ves
de
Castro, 23
a.,
s.;
Manoel
Pereira
Relva,
19 a.,
s.;
Francisco
Ferreira Sal-
les, 13
a;
Antonio
Castro
do
Amaral,
23
a.,
s.;
João
Correia
da
Motta,
39 a., s
;
Rodrigo
Pinto
da
Ctinba,
16
a.;
José
Ao-
tonio
Fernandes,
12
a.;
José,
15
a.;
Ca-
tharina
Maxima,
20
a.,
s.;
Faustina Can
dida,
7
a.;
João
Silveira
de
Bittencourt,
19
a., s.;
Augusta
de
Jesus
Maria,
43
a.,
c.; Luii
Antonio
de
Lima,
40
a.,
c.;
Manoel
José
Pereira
52
a
,
c.;
João
da
Rocha, 21
a.,
c.; Bernardo
Paschoal,
32
a.,
c.; Manoel
Barbosa,
44
a.,
c.;
Caftano Fdippe, a.,
c.;
José
Ferreira
de
Andrade,
27
a., s.;
Américo
Antonio
de
Magalhães
Telles, 15
a.;
Manoel
Joaquim
da
Rocha,
26
a.,
s.;
Bernardino
de
Oli
veira, 19
a.,
s.; Antonio
José da
Siha
Cunha.
18
a
, s.;
José Carneiro
Barbosa,
44
a.;
Manoel
J
aqoim
Martin»,
34
a.,
s.;
Augusto
César
Soares
Pinheiro
15
a.; Miria
Fdomena,
27
a.,
s.;
José
Ma
ria
Gomes,
14 a.;
Antonio
Rodrigues,
15
a.;
Joaquim
Gomes, 30
a.,
s.;
Justino
Pimenta
Capella,
27
a.,
s.;
João
R
ári
da
Silva,
25
a.,
s.;
Alexandre
Ferreira
da
Encarnação,
22
a.,
s.;
Lticiano Antonio
de
Mendonça, 18 a.,
s.;
J.
Monteiro,
29
a.,
s.;
João
Correia Lima,
22
a.,
s.;
João
Pires
da Silva, 49
a.,
s.;
Francisco
Mar
tins Dias,
12
a.;
Antonio Joaquim
Fer
reira 14
a.; Agar,
filha
de
Marta
de
Sei-
xas,
6
a.;
Manoel
Fernandes
de
Pinho,
8
a.;
Manoel
Ayes da Fonseca,
53 a.,
c.;
Custodio
José
dos
Santos,
46
a.,
c.;
Luiz
Coelho,
51
a.,
c.;
Antonio
Moreira,
21
a
,
c.; Francisco
Augusto
de
Almei
da,
31
a.,
c.;
Maria
Cordeiro, 48
a.,
c
;
Sitviua
Fernandes de
Freitas,
26
a.,
c.;
Joaquim Teixeira, 33
a.,
c.;
José
Fer-
naudes
Braga,
16
a.;
Augusto
José,
29
a.,
s.;
Custodio
Pereira,
27
a.,
s.;
Joa
quim
Fernandes,
14
a.;
Antonio
Logro
de
Faria,
14
a.;
Raymundo Pinto. 28
a.,
s.;
José
Dias
de Azevedo,
22
a.,
s.;
An
tonio
Soares
Pereira
de
Almeida,
37
a.,
s.;
Sebastião
Pinto
Ferreira,
18
a.,
s.;
Manoel
Ferreira
da
Costa,
22
a.,
s.; An
ua
Bento
de
Mello,
30
a.,
s.;
José
Ro
drigues
Alves,
19 a.,
s.;
Manoel
de
Pai
va
Ribeiro,
26
a.,
s.;
José Gomes,
24
a
,
s.;
Custodio
João
Correia,
11
a.;
Julio
do
Amparo
Pinho,
8
a.;
Rosalina,
filha
de
João Nunes
da
Moita,
2
a.
No
mesmo
periodo
igualtnenle
fallece-
ra
oa
mesma
cidade,
de
diversa
moléstias,
os
seguintes
portuguezes:
.
Joao
Soares,
30
annos, casado,
José
Joaquim
Bastos,
35
a., c.;
Vicente
Fer
reira,
24
a.,
c.;
Mariana
de
Jesus,
33
a.,
c.;
João
Nunes
de
Castro
Júnior, 42
a.,
c.;
José
Affonso
Fagundes.
12
a.;
Ay
res
Moreira
Barbosa.
14
a.;
Manoel
Fran
cisco
Aresfonde,
14 a.;
Joaquim
Alves
da Costa,
12
a.: Manoel
de
Oliveira
Bra
ga.
20
a.,
s.;
Carlos
Augusto
de
Cam
pos
Soares,
22
a.,
s.;
Antonio
Pereira
de
Carvalho,
15
a.;
José
Joaquim
da
Silva
Brandão,
23
a.,
s.;
Antonio
José
Pinho
Carvalho
38
a.,
s.;
Antonio
Gomes
dos
Santos,
25
a.,
s.;
Maria
Ignacia
da Trin
dade,
25
a.,
s.;
Antonio
da
Silva
Pros-
ca,
22
a.,
s.;
Maria
da
Conceição,
30
a.,
c.; Raphael
Antonio
Ribeiro,
39
a., c.;
Antonio
José
Lourenço
Guimarães,
27
a.,
s.;
Jtilia
Augusta
Pitta,
59
a
,
c.;
Bal-
thazar
José
Ferreira Leite, 39
a.,
c.;
Joa
quim
Pinto
do Couto,
54 a.,
s.;
José
Garcia
da
Cunha,
35
a.,
s.;
Albetlina Jo-
sefitiha
Alves Cabral, 56
a.,
c.
—
Em Pernambuco
lambem
falleceram,
desde
II
a
26
de
março,
os
seguintes
por
tuguezes.
João Lourenço, 22
annos,
solteiro,
Luiz Caetano
Borges,
64
a.
casado;
Fran
cisco
Luiz
Pereira,
35
a.,
c.;
João Fran
cisco
de
Oliveira,
64
a.
viuvo;
Theodo-
ra
Francisca
do Espirito Santo,
87
a.
v.;
Antonio
Tavares
Ledo,
35
a.
c.;
Anlonio
Borges,
30
a.
c.
—No
dia
22
de março
falleceu
oa
Bahia
o
portuguez Carlos Alberto
Pereira
Falcão.
Acha-se
aberta
no
escriptorio
da
ad
ministração
deste
jornal
uma subscripção
para
prover
á
sustentação
de
duas
se
nhoras,
filhas
de
paes
illustres
e outr
’
ora
abastados,
reclusas
no
convento
de
Jesus,
da
cidade
de
Aveiro,
no
qual
se
vae
sen
tindo
quasi
absoluta falta
de
meios.
-71
’
111
11
I»m
r
t
rci>
SECÇÃO
DE
COMUNICADOS
Snr.
redaclor.
Peço-lhe
o
favor
de
inserir
no
seu
acreditado jornal
a
seguinte
Declaração.
Tendo
lido
em
o
u.°
5
do
jornal
O
Espreilador,
que
se
publica
n
’
esta
cidade,
o meu
nome
n
’
uma
lista
de
pretendentes
para irmãos
da
confraria
do
Bom
Jesus
do
Monte,
declaro
que
não
assignei
tal
lista
nem
ao
menos,
fui
consultado
para
isso.
Braga
19
d’
abril
de
1876.
Joaquim
José
Vieira
da
Rocha.
MADRID
15.
—
Bolsa
da
tarde
(cotações
ofliciaes)
—
Hispanhol
interno
a
16,25;
di
to
externo
a
16,50
;
bilhetes
hipotheca-
rios
103;
bonds
do
lhesooro
a
59,50
;
cambio
sobre
Londres
a
48,50
;
dito
sobre
Paris
a
5.06.
Depois
de
fechada
a
bolsa vendeu se
a
16,25,
e
para
o
fim
do
mez a
16,30.
MADRID
17.
—
Diz
o
«Chronista» que
o
conselho
de
ministros,
sob
a
presidên
cia
do
rei,
se
occupou
do
orçamento
do
Estado
e
da
quentão
de Cuba.
O
governo mandou
abrir
delegações
de
iuscripção
para
o
engajamento
de
16:000
voluntários,
com
destino
ao
exercito
de
Cuba.
PARIZ 17.—Na
eleição
complementar
para
deputados
por
Sainl
Amand,
depar
tamento
do
Cher,
o
candidato
conserva
dor
Saint
Sauveur,
obteve 5:240
votos,
o
candidato
republicano
Rollet
5:149
e
Char
les
de
Indéan
1:974.
Ficou
empatada
a
eleição.
MADRID
18.
—
Os
jornaes
madrilenos
pedem
a
suppressâo
dos «fueros»
nas
pro
vincias
do norte.
PARIZ
17.
—
As
eleições
complementa
res
de
hontem
realisaram-se
em
toda
a
parte
com
perfeita
tranquilidade.
O
mi
nistro do interior,
Ricbard,
representará
hoje
Pariz.
EXPEDIEYTE 1H
ADMIXISTKA-
çAo.
Rogamos
a
todos
os
nossos
assignan-
tes
em
divida
de
suas
assignaturas,
o
fa
vor
de
mandarem
o
quanto
ames
satisfa-
zel-as,
pois
com
o
atraso
em que
alguns
se
acham
nos
causam
grandes
enbaraços,
aquelles
aunde
não
temos
corresponden
tes,
podem
fazel-o
por
meio
de casas
ban
carias
ou
vales
do
correio.
Os
nossos
correspondentes
nas
seguin
tes
localidades
são
:
Lisboa, o
revd.0
snr.
José
Feliciano
Coelho
dos
Reis—
Hospício
do
Sacramento.
Porto,
o
snr.
José
Carlos
das
Neves
—
rua
das
Flores.
Vianna
do Castello,
o snr. Francisco
José
d’
Araujo
Júnior.
Guimarães,
o
snr.
José Anlonio
Tei
xeira
de
Freitas
—
Livraria
Internacional,
a
S.
Damaso.
Covilhã,
o
snr.
Luiz
Antonio
de
Car
valho
Todos
estes
snrs.
estão
munidos
de
recibos
devidainenle
assignados.
Assignaturas
recebidas
Rio
de
Janeiro
(Niclheroy).
—
João
Lo
pes do
Nascimento
Guimarães,
até
11
de
outubro
de 1876
Porto
(Fanseres).
—
Padre
Beinardó
Moreira
d
’
Almeida,
até
3
de
junho
de
1876.
Villa
Verde.—
Domingos
Anlonio
d’
A-
raujo,
até
20
de
maio
de 1876.
—
Revd.
0
abbade
de
Novogilde, até
31
de
dezembro de
1876.
Melgaço.
—
Luiz
Vicente
Gomes
Pinhei
ro,
até
19
de
novembro
de 1875.
Aguas
Santas.
—
Padre
Bernardino
da
Costa Araújo,
até
15
d
abril de
1876.
Vianna
do
Castello
—
João
Joaqium
Pe
reira,
até
19 de
setembro
de
1876.
Prado.—
Anlonio
Joaquim
da
Rocha
Moreira,
até
30
de junho
de
1876.
—Revd.
‘
ni1 arcipreste
de
Villa
Verde,
aié
31
,d
’
agosto
de
1876.
—
Manoel
Joaquim
d’
Araujo
e
Almeida,
até
13
de
junho
de 1876.
—
José
Luiz Ferreira,
até 15
de
julho
de
1876.
Cabeceiras.
—
José
Máximo
de
Carvalho
e
Sousa,
até
19
de
julho
de 1876.
Russas.—
Padre
José
Antonio
Rodrigues,
até
31
de
dezembro
de
1876.
Caminha.
—
D.
Manuela
Ribeiro
de Tei
xeira,
até
15
de
outubro
de
1876.
Sabugal.
—Revd.0
abbade
de
Sorlelha,
até 15
d'agosto
de 1875.
ultiíhos
rs
Li cR .unAs da
.
IGEAtlA HAVAS
PARIZ 14.
—
Como
dissemos
a
folha
of-
ficial
publica
o
movimento
prefeitoral,
com-
prehendendo
47
prefeitos.
Apenas
9
são
collocados na
disponibi
lidade.
Os
restantes
são mudados
de
prefei
tura.
Um
despacho
oflicial de
Argel, da
tado
de
12,
diz
qne
o
geoeral
Catteret
apesar
de
encontrar
viva
resistência,
‘
ba
teu
a
tribu revoltosa.
Hontem
á
noite
caiu
abundante
neve
em
Paris.
Em
Gelte
e
Bourdeus
também
lem
ne
vado
muito,
receiando-se
pela
agricultura
e
principalmente
pelas vinhas.
BERLIM
14.—Os
jornaes
allemães
ata
cam
vivamente
a
Rússia.
VIENNA 13.
— A
Áustria
e
a
Rússia
consideram
inaceitáveis
as
condições
pro
postas
paios
insurgeuies
da
Herzegovina
e
sustentam
lealmente
a
obra
de
pacifica
ção
BELGRADO
13.
—
A
sociedade
servia
de
Omladina
promoveu
uma
demonstração
contra
o
consulado
de
Belgrado.
Os
manifestantes
atiraram
pedras
para
o
consulado.
O
cônsul
pediu
uma
satis
fação
ameaçando
abandonar
Belgrado.
O
governo
servio apressou-se
em
dar
a
satisfação
pedida.
MADRID
13.
—O «Diário Hispanhol»,
periodico
ministerial,
diz
que pessoas
as-
sás
bem informadas asseguram
que
o
go
verno
hispanhol
não propoz
nem
podia
propor
o
restabelecimento
da
concordata
de
1851,
cujo artigo
l.°
é
contrariado
ao
artigo
11
do
projecto
constitucional.
O
supremo
tribunal
de
justiça
regeitou
o
lecurso
de
Pastor,
coodemnado
á
morte
por
ler
disparado
sobre
o
rei
Amadeu.
Pastor
evadiu-se
em
tempo
do
Saladero,
ignorando-se
o
seu
paradouro.
NOVA CARREIRA
Joaquim
José
de
Barros,
se
leiro,
no
largo
dos
Penedos,
par
ticipa
ao
respeitável
publico,
que
principia
com
uma
nova
carrei
ra
entre
Braga
e
Garrazedo, to
das
as
terças
feiras
e sabbados,
a sair de
Braga
ás
3
horas
da
tarde,
e de
Garrazedo
ás
6
ho
ras
da
manhã.
Os
bilhetes,
ven
de-se
em
Braga
em casa do
an-
nunciante,
em
Garrazedo
em
ca
sa
do
snr.
Manoel
de Andrade.,
Preços
: de
Braga a
Garraze
do,
e
vice-versa.
.
.
.
.
160
rs.
<3098;
NOVO
HORÁRIO
Narciso
José Marques,
d’
esta
cidade,
faz publico
que
continiía
com
as
suas
dili
gencias
diarias
para
Guimarães,
Fale,
La-
meira,
Gaudarella,
Arco
e
Cavez,
e
desde
o
dia
21 do
corrente
fica
saindo
ás
5
ho
ras da
manhã
em
direcção
a
Cavez
e
de
tarde
ás
2
horas
só
para
Guimarães.
Preços,
os
já
annunciados.
Braga,
19
de
Abril
de 1876.
(3099)
Narciso
José
Marques.
José
Antonio
de
Sousa
Leite Carneiro,
faz
publico
que
abre
uma
carreira
d
’esta
cidade
a
Garrazedo,
ás
terças
feiras
e
sab
bados,
a
sair
d'esla
cidade
ás
3
horas
da
tarde
e
de Garrazedo
ás
5
horas
da
ma
nhã.
Preços
de
ida
e
volta
140
rs. Ponte
do Bico, á
ultima
hora, 100
rs.
Os
bilhetes
estão
á
venda
em
casa
de
Francisco
Freitas de Carvalho, ma do
Conselheiro
Januario.
(4000)
Banco
da
Povoa
de
Varzim
Por
ordem
do
exem.
0
snr.
presidente
da
assembleia
geral
são
convidados
cs
srs.
accionistas
a
reunirem-se
extraordinaria
mente
na
casa
do
mesmo
banco,
no
dia
29 do
corrente,
pelas 10
horas
da
manhã,
afim
de elegerem
um
director e
substitu
tos.
,(4001)
BKÇUUUQ
Mathias
Dias
da
Fonseca,
negociante
matriculado
no
tribuual
do
commercio
d
’
es-
ta
cidade, declara,
que
o
seu
nome
não
figura,
nem
figurará
em
nenhuma
letra
co
mo
acceitante
sacador
ou
endossante
e
por
isso
se
alguma
for
apresentada
com
tães.
condições,
é
falsa.
(3097)
ALV1ÇARAS
Perdeu-se
no
domingo 16 do
corrente,
uma
medalha
d
’
ouro
em
forma
de
escudo
coro
a
inicial—
C.
—
,
tem
dous
retratos
dentro,
sendo um
de senhora,
e
outro
de
bomem.
Dão-se
alviçaras a
quem
a en
tregar
no
largo de
S. Francisco,
no
escrip-
lono
da
Companhia
Viação
do
Minho.
VIVHO VERDE PAKflCLEAR
Na
rua
de
Santo
Alonio,
das
Traves
sas,
u.°
15,
e
rua
do
Campo,
n.°
20,
acha-se
á
venda vinho
verde
particular,
e
bons
petiscos
para
os amadores d
’esle
ge-
nero,
tudo
com
aceio
e
limpeza
e
por
pre
ços
muito
rasoaveis.
(3096)
João
«le
Lemes
SEROES
D
’ALDEIÁ
Um
vol.
nitidamente
impresso,
600
rs.
Pelo
correio,
630
rs.
Na Livraria
de
Ernesto
Chardron
—
Edi
tor
—
Porto
Pelo juizo
de
direito
d
’
esta
comarca
e
cartorio
de
Motla,
a
requerimento
de
Jose-
fa
da
Encarnação,
viuva,
filhos,
noras e
gemos,
Antonio d
’Aguiar, Bento
d
’
Agoiar
e
mulher,
Maria.
José
d
’Aguiar
e
mulher
Ignez
Gramita,
Maria
da
Encarnação
e ma
rido
Manoel
Machado,
Rosa
da
Encarnação
e
marido
Manoel
Carvalho,
filhos,
nora,
genro
e
neta,
que
ficaram
de
Ignacia
da
Encarnação,
viuva, José
Margalho
e
mu
lher
Maria
Pacheco,
Maria
Grawalhe,
Gra
nula,
filha
de
Francisco
Margalho,
menor
púbere, representada
por
sua
avó etuto-
ra,
Maria
Gramita,
e
todos
do
logar
da
Falia,
da
freguezia
de
S.
Martinho
do
Bispo,
da
comaica de Coimbra,
que
correm
edi
los
pelo
praso
de
60
dias
a contar
de
6
do
corrente,
pelos
quaes
chama
e
cila
o
reo
Anlonio
José
Alves
Vicente,
mora
dor
que
foi
n
’
esta
cidade,
e
hoje
ausente
em
parle
incerta
no
império
do
Brazil,
e
representado
n
’
tste juizo
por
seu
tutor
Joa
quim
José
Gonçalves
Loureiro,
e o
cura
dor
adlitum
o
exc.
mo
dr.
Francisco
Xavier
de
Sousa
Torrts
e Almeida,
os
quaes
que
rem
promover
a
habilitação
nos
autos
de
libello
de
petição
de
herança,
que
mo
vem
contra
o
ausente,
e
a
qual chamam
os
habililandos
Antonia
Maria de
Pereira
do
Lago, viuva,
da
freguezia
de
S.
Julião
do
F
reixo,
João
Alves
Vicente,
viuvo.
Luiz
Vicente
Correia
do
Lago,
Anna
Maria
Perei
ra
do
Lago,
da
fraguezia
do
Salvador
do
Souto,
o
revd.
0 José
Alves Vicente
Cor
reia
do
I
ago,
Rosa
Maria
Pereira
do
La
go
e
marido
Domingos
José da
Silva
Ca
ridade
da
freguezia
de
Vicloiinodos
Piães,
Marianna
Angélica
Correia
Vieira,
viuva,
e
seus
filhos
Antonio
Vicente
Lobo
e
João
Vicente
Lobo
e
mulher
Candida
Zeferiua
de Lima
Calheiros,
da
freguezia
de
Re-
botdões,
todos
da
comarca
de
Ponte
do
Lima,
a
qual
citação
edital
tem
de
ser
accusada
em
a
auiiencia
do
dia
8
do
fu
turo
mez
de
junho,
pelas 9
horas
da
ma
nhã
no
tribund
d’
ellas,
situado
no.
largo
de
Santo
Agostinho,
d
’
esta
cidade,
cOm
oflerecimentos
dos
artigos,
e
verem
os
ha-
bilitandos
e curadores
assignar
o
termo
de
duas
audiências
para
os
contrariarem,
debaixo da
peoa
de
revelia
e
lançamento'
e
seguir
a
acção
os
seus
devidos termos
as
quaes
audiências
se
costumam
fazer
io
das
as segundas
e
quintas
feiras
de
cada
semana
náo
sendo
dia
santificado
ou
feria
do,
porque
o
sendo
se fazem
nos dias
im-
medialos.
(3093)
O abaixo assignado,
declara
que
nada
deve
por
l<t>as,
por
elle
firmadas,
tanto
çon.o
aceitante
como
indossante,
quer
n
’
esta,
cidade
quer
fóra d
’
ella,e
uão
firmará,
quando
uão
seja elle
propriamente
o apre-
sentante.
Prevmem-se
pois
as
exc.
mas
direcções
de
bancos,
companhias,
agencias
e
parti
culares,
que
não
descontem
letra
alguma
que
lhe
seja
apresentada por
terceiro,
pois
que
ficam
sendo consideradas
falsas.
Bragj
12
de
abril de
1876.
(3091)
João
da
Costa
Palmeira.
VENDA
DE
CASAS
Vende-se
uma
casa
feita
de
novo,
sita na
rua
das
Aguas
n.°
91;
po
de-se
vêr
desde
as
9
horas
da ma
nhã,
até
ás
3
da
tarde. Trata-se
na
rua
dos
chãos
n.°
13
(3086)
c
o
z®
a
x
LLími IÍE BUEUE.Y
NORDDEUTSCHER
LLOYD
NOMES
DOS
VAPORES
D
’ESTA
COMPANHIA
Hohenzolern —
Hohenstaufen
Salier
—
Habsburg
—Hansa
America
—
Hermann
—
Weser
Rhein-
Main
—
Donau
—
Mosel
Neckar
—
Oder
Kron
Prinz Fr. Wdhelm
Graf
fíismark
General
Werder
Sperber
Carreira
mensal
Para
Pernambuco,
Bahia,
Rio de
Janeiro,
Monlevideu
e
Buenos-Ayres
Os
paquetes
que
a
Companhia
eslá
empregando
na
carreira
do
Brazil
sãojodos
de
grande
lotação,
tendo
logares
para 170 passageiros de
primeira
classe
e
750
de
terceira.
São de grande velocidade,
e
o
serviço
esta-se
fazendo
com
toda
a
regularida
de,
pelo
que
vae adquirindo
uma
boa
e
bem
merecida
reputação.
Os
preços
das
passagens são
muito
rasoaveis,
como
se
póde
verificar
pela
tabel-
la
que
se
acha
patente
nas
agencias.
Sendo as passagens
pugaa no Porto ou uns sub-ageneiaa da pro
vineia,
o
transporte do passageiro a
tLishoa pelo eantinho de ferro
è
por eonta da
Companhia.
Estes
paquetes
são
notáveis
pelos
seus
modernos
aperfeiçoamentos
e
explendidas
accommodaçôes
para
passageiros
de
todas
as classes.
Eslão
já
contractados
ccsinheiros
e
creados
portuguezes
para
estes
paquetes.
Aos passageiros
de
terceira
classe é
fornecido grátis
pela
Companhia,
cama,
cobertor,
uteocilios
de
mesa,
e
além
de ser
a
comida
á
porlugueza
teem
vinho
duas
vezes
por
dia.
A
bordo de
cada
paquete lia
um
medico
que
é
obrigado
a
prestar
seus
serviços
graiuilameute
aos
snrs.
passageiros, assim como
são
fornecidos todos
os
medicamen
tos
necessários.
Quaesqucr
informações
cu
bilhetes
de
passagens
podem
obter-se
dos
agentes
Rawes
*fc
C.
a
,
rua
de
S.
Francisco n.°
4, 2
0
andar
—
Porto
—
e
em
Braga
ao
agente
Ricardo
Malheiro
Dias, na
thesouraria
do Banco
Mercantil,
ou
largo de
8.
Miguel
O
Anjo
n.°
20.
(6*)
Venda
de bens
de raiz em
S. Thia
go
de Carreiras, concelho de
Villa Verde.
No dia
20
do
proximo
mez
d’
Abril,
ao
meio
dia,
no
adro
da
egreja
parochial
de
S.
Thiago
de
Carreiras
do
concelho
de
Villa
Verde,
tem
de
arrematar-se
o
campo
do Rio,
o
campo
do
Arieiro,
e
a
leira
da
Veiga,
situados
na
mesma
freguezia,
e
per
tencentes
ao casal
em
liquidação
do
falleci-
do exc.
mo
Manoel
de
Magalhães
d
’
Araujo
Pimentel, isto
por
deliberação
da
commis
são
liquidataria
do
mesmo
casal.
Braga
29 de
Março
de
1876.
Henrique
Freire
de
Andrade
Manoel
Luiz
Ferreira Braga
João
Evangelista
de
Sousa
Torres e
Almeida.
(3058)
Ballimore—
Berlim
—
Chio
Leipzig
—
Braunsch
weig
Num
berg
—
Fr
an
kfurl
—
Ha
n
-
nover--
Koln
—
Strassburg
Adler
—
Falke
—Mowe
—
Reiher
Schwalbe—
Schwan—
Strauss
Albatross
x
O
ti
ti
x
ti
!■
ti
■d
ti
1WÁ
IWMilAIW
i
4,
RUA
DOS
CAPELLISTAS,
4
g
r
®
[
Vulgo
Fonte
da
CarcovaJ
Theophilo
Santiago,
photogra-
2
pho, tira
retratos
pelos
syslemas
mais
modernos
e
aperfeiçoados,
®
garantindo
a
perfeição
do
traba-
lho, todos
os
dias,
das
10
horas
w
da
manhã
ás
3
da
tarde,
mesmo
«r
com
os
dias
innevoados.
(3014)
Nova
Companhia
de
Seguros
DOURO
Be Fogo e marítimo
Agente
em
Braga
—
Ricardo
Malheiro
Dias,
Banco
Mercantil,
ou
Largo
de
S.
Miguel
O
Anjo,
n.° 20.
(3090)
Vende-se
na
Povoa
de
Lanhoso
e
lo
gar
d
’
Arrifana
o
casal
denominado
d
’
«Alem»
com
todas
as
suas
pertenças,
livre
de fôro
ou
penção.
Dirigir-se
ao
proprietário
alli,
ou
nos
Chãos
de
Baixo,
n.°
6.
(3055)
Manoel
Ignacio
da Silva Braga
Com
estsvbeEecimeiíto
de mercea
ria
e
cera
11
—
PRAÇA
DE ALEGRIA—11
BBAGA.
Tem á venda bolacha doce.
.
.
.
a
120
»
miúda
.
.
.
a
120
»
»
D
Luiz.
.
.
a
180
D
í
ingleza.
. .
a
180
»
agoa
e
sal.
.
a
180
»
requife..................
.
a
160
doce
de
cbá.
.
.
.
.
a
200
(3084)
paciências,
....
.
a
240
ATTENÇÁO
No
largo
de
D.
Gualdim
n.°
1
casa
de
José
Maria
Torres
Machado
vende-se
milho
branco
a
580,
e
550
reis
a
reta
lho,
por junto
á
abatimento,
pelo
mesmo
preço
se
vende
nas
casas
do
annuncian-
te
na
ponte
de
Prado.
(3087)
SIBEIRO
CIRURGIÃO
BENTISTA
APPROVADO
PELA ESCOLA MEDICO CIRÚRGI
CA
DO
PORTO
Largo
do
Barão
de
S.
Martinho,
n.°
5
BRAGA.
Faz
tudo
quanto
diz
respeito
á
sua
arte
e
continúa
operando
gralis,
pobres
e
soldados.
(3092)
i
m
ii
—«•
t
aummnin
u
n
ir»
Vende
papeis
pinta-
'g
dos
para guarnecer saltas,
£
lindíssimos
gostos,
a prin-
3
cipiar
em
80
reis
a
peça.
"
&
Vende
olio, tintas
e
vernizes
para
pinturas
de
casas,
tudo
de
boa
quali-
dade.e
preços
muito
resu
midos.
Vende
cimento roma
no
para vedar
aguas,
ges
so
para
estuques
de
ca
sas,
tudo
de primeira
qua
lidade.
(Z*)
%
ESGOLA
AMBRKANA
Extrai,
cura
e
conserta
os
dentes ca
riados,
colloca
dentes
artificiaes
com
per
feição.
Presta-se
a
chamados
fóra
da
cida
de.
Consullorio,
Campo
de
Sanl’
Ant
’a
n.°
I,
das
8
da manhã
ás
5
da
tarde
(3051)
BRAGA : «'YPOGRAPHIA
LUSITANA — 1876.
Parte de Comércio do Minho (O)
