comerciominho_19101876_557.xml
- conteúdo
-
4.° ANNO 1876
FOLHA
COMERCIAL
RELIGIOSA
E HOTICIOSA
NUMERO
557
,-;a^^fe8^«y<i^;v*ig^Biaawww
K?w»a«aaMBSx^^
Assigna-see
vende-se
no
escriptorio do
editor
e
proprietário
’ost
Maria
Dias
da
Costa, rua
Nova
n.°
3
E, para onde
deve
s
r
dirigida
todas
correspondência franca
de
porte.
==
As
assi-
gnaturas
são
pagas
adiantadas;
assim
como
as
correspondên
cias
de
Interesse
particular.
Folha
avulso
10
rs.
P<JJ®M<CA-S
2S
ÁS
TERÇAS,
QUINTAS
E
SABBADOS.
P
reços
:
Braga,
anno
1^609
rs.
«.Semestre 850
rs.=-ProvHt-
I
cias,
anno
2&000
rs e
sendo
duas
3&600
rs.»»Seniestre 1&Ò50
I
rs.=6rai»/,
anno
3&600 rs.-=Semestre 1&900
rs.
moeda
forte,
I
ou
8&000
reis e 4&500 reis moeda fraca.
«--An
núncios
por linha
|
20
rs.,
repetição
10
rs.
Para
os
assignantes
20
”
/
6
d’
abatimento.
•
•kra^;ÍHmã^^wwâCTS!^l
c<^nrw»WMMrâwrw»rif^rrrâit«rit^
sam
a
—
çnsr
a
-
fkik
%
»s
e
»
e
ÍRJTU85UI
A
nossa posição
na
imprensa
está
des
de
ha
muito claramente acentuada.
Nos
sofismas,
nas
aífirmações
gratuitas
com
que
inseosatamente
pretendem
illa-
quear-nos,
só
conhecemos
a
má
vontade
que
nos
teem
os
adversários.
O
trilho
que até
hoje
havemos
segui
do,
é
o
que
continuaremos
a
seguir.
O
nosso
procedimento
pauta-se
pelos
dicta-
mes
da
consciência,
que
em nós
podem
iníintamenle
mais
que
todas
as paixões,
de
quaesquer
natureza
que
sejam.
Que
nos
importa
a nós que
das
opi
niões
que
sustentamos,
discorde
um
ou
outro,
ou ainda
muitos
indivíduos9
Cada
qual
procure
demonstrar
do
me
lhor
modo
possível
a
bondade
das doctri-
nas
que
professa.
E
’
o que
pela nossa
parte
temos
feito.
Se
no
decurso
deste grato
apostolado
tem
apparecido
um
adversário
que
leal
mente
quiz,
ou
queira,
discutir
cotnnosco,
acceilâtnos
e
acceitaremos
a
discussão.
Mas
entre
a
discussão
e
a
altercação
banal
medeia
um abismo.
Queremos
aquella,
como
productiva
e
util;
regeitamos
a
segunda,
como
esteril
<e
ignóbil.
Na
justa
em
pró
dos
nossos
princi
pios
e
das
nossas
crenças,
só
temos
um
movei
impulsivo,
só
aspirámos
a
uma
re
muneração:
o
movei
é a
voz
do
dever,
o
prémio
é
a
satisfação
do
haver
cum
prido
os
preceitos
d
’
esse
dever.
No
programma
do
«Commercio
do
Minho»
não entram
as
ambições
políticas,
nem
as
aspirações
a
sinectiras
rendosas.
Vivemos
uma
vida
trabalhada,
modesta,
mas
independente.
Podem,
pois,
os
nossos
adversários
exercitar
a
sua
loquacidade,
sempre
agra
davel
e
primorosa;
na
certeza
de
que a
malbaratam
infrucsuosamente.
No
partido
regenerador,
assim
como
em
todos
os
partidos
do
actual
estado
de
coisas, havemos
de louvar
o
que fôr
lou
vável, e censurar o
que
fôr
digno
de
cen
sura.
Temos
concluído.
EÀZUTI1BA
CoJSejjão
Mratarenae «Se S.
Jo
sé.
—
Sabemos
que
este
novo estabeleci
mento
iitlerario,
auspiciosamenie
inaugu
rado
na
rua
do
Anjo n.°
20, d
’
esta
ci
dade,
abrirá
desde
o
dia
1.°
do
próximo
mez
as seguintes
aulas:
Aliemão
e
Hebraico
—Dr.
João Manoel
Corrêa.
Italiano
e
Grego
—
Dr.
Patrocínio
da
Costa.
Commercio
—
João
Xavier
Alves
d
’
Arau-
jo
e
Zeferino Mo>aes
e
Moita.
Haverá,
lambem,
aula
de
canto, piano,
rebeca, flauta,
etc.,
por
professores
igual
mente
habilitados.
Além
das
aulas
de toda
a
instrucção
secundaria,
preleccionadas
por
hábeis
pro
fessores,
de
que
o publico
já
tem
conhe
cimento, accrescem,
de
novo,
as
acima
indicadas,
para
cujo desempenho
estão de
par
nos
leccionistas
das
respectivas
disci
plinas
os
requisitos
indispensáveis
para
a
habilitação
dos
alumuos.
A
aula
de
Commercio,
tão
duplamente
precisa,
pela
absoluta
falta
de
ensino
d
’es-
te
genero,
e
pela
necessidade
que
ha
de
se
estudar um
ramo
que
offerece commo-
das
e
avantajadas
utilidades,
é
um
grande
melhoramento,
para
elogiar
o qual
não
temos
expressões
de adequada
valentia.
De
ha
muito que
sentíamos
a
urgente
necessidade
d
’um
collegio que
satisfizesse
ao
ensino
primário
e
secundário,
na
ver
dadeira altura
das
provas íinaes;
resulta
do
sempre
tão
desejado,
mas
nunca
rea-
lisado
nos
lyceus
com a
distribuição
do
ensino
consoante
a
portaria de
5
d
’
outu-
bro
de 1872.
Eil-o agora;
e
em
tal
altura
que
não
deixa
nada
a
desejar.
A
quasi
todas
as
aulas
tem
affluido
estudantes
em
numero
superior
a
toda
a
expectativa.
Saudamos
o progressista
e
inexcedivel
melhoramento
que
o
collegio
tomou,
es
perando
publicar
brevemeote
o numero
dos
alumnos que
frequentam
as
diversas
disciplinas
do
curso
dos
lyceus.
Na
secção
dos
annuncios
vão designa
das
as
disciplinas
ensinadas,
e
o
nome
dos
professores
que as
ensinam.
Fatleeitm-nío.
—
Em
a
noite
de
17
para
18
succuinbiu,
tendo
recebido
todos
os
sacramentos,
victima
d'uma
febre
ty-
phoide,
o
joven
Antonio
Martins
Jacome,
negociante
de pannos
no
rua
do
Souto.
Este
simpathico
mancebo,
cuja
morte
lan
çou
na maior
consternação
a
sua
mãe,
e
irmã,
contava
apenas
26
annos.
Tinha
ficado orfão
aos 7
annos,
por
falleciinento
de
seu
pae
Domingos
Martins
Jacome,
honrado
negociante.
O
finado
conservou-se
sempre
na
com-
nanhia
de sua mãe,
D.
Rosa Maria
da
Luz,
a
quem
ajudava
no
referido
mister.
Era
bom
filho,
e
dotado
de qualidades
ião
apreciáveis
quanto
são
hoje
raríssimas.
Deus,
que o
chamou para
a
companhia
dos anjos,
ter-lhe
ha
dado
o
prémio
das
virtudes
que
o
enobreceram
durante
a sua
curta
existência
terrena.
A
’
desolada
mãe,
e
saudojsa
irmã
en
viamos
cordeaes
pesames,
e
imploramos
para a
alma
do
finado
moço
os
suífragios
dos
leitores.
O
finado
foi
hontem
conduzido
para
o
templo
dos
Terceiros, onde
hoje
tem
officios,
antes
de
ser
conduzido
para
o
cemiteno.
©íxxBÉfi»
ts-aiSSesoBaciS,—Um
macaco
comia
uma
espiga
de
milho,
em
uma
ro
ça;
caindo-lhe
um
grão
no
buraco
do
pau,
em
que
eslava,
foi
pedir ao
lavrador
um
machado,
para
tirar
o
seu
grão
de milho.
Macaco
ao
lavrador:
—
Homem,
dá-me
o teu machado, que
ro
partir
o
pau,
para
tirar
o
meu
grão
de milho.
Lavrador:
—
Não
dou
o
machado.
Macaco
ao
rei:
—
Rei,
manda o
homem
me
dar
o
seu
machado,
para
partir
o
pau. e
eu
tirar
o
meu
gão
de
milho.
Rei:
—
Não
mando.
Macaco
á rainha:
—
Rainha,
dá
oo
rei,
porque
o rei
não
quer
mau
lar
o
homem
me
dar
o
seu
ma
chado,
para
eu
partir
o
pau,
e
tirar
o
meu grão de
milho.
Rainha:
—
Não dou
no
rei.
Macaco
ao
rato:
—
Rato,
roe
o
fato
da
snr.
a
rainha,
porque
a snr.
a
rainha
não
quer
dar
no
rei,
o
rei
não
quer
mandar
o
homem
me
ffloass j
ROMANCE
BRAZILEIRO
VOLUME
I
EE
O
Purgatorio-trigueiro.
[Continuação]
A
interessante
moça
passeou
durante
alguns
momentos
por
entre
suas
flores;
examinou
o
estado
de
seus
arbustosinhos
mais
queridos;
emfim chegou-se
a
uma
roseira,
e
colheu
um
botão
de
rosa.
Tinha
colhido a
sua imagem.
Entrou
depois
no
caramanchão,
e
re
clinou-se
negligentemente
em
um
banco
de relva
:
aproveitando
a
inclinação
d
’
es-
se
bello corpo,
e
ajudados
pelo
impulso
dos
zéfiros,
os
cabellos
da meça
derra
maram-se sobre
ella.
Quem
a
visse
então
debaixo
d
’
aquelle
tecto de flores, reclinada
em
um
leito
côr
de esmeralda,
com
seu
seio
e
seu
collo
cobertos
peias
longas
madeixas quasi
ne
gras,
com
seu
comprido
vestido
azul
ce
leste
agitado
pelas
auras,
com
seu rosto
tão
bello
como
surgindo
d
’
entre
aquella
chusma
de
aneis
de madeixas,
a
julgaria
talvez
uma
encantadora
fada,
ou
tomal-a-
liia
pela
visão
de
um
sonho.
A
moça
parecia
esquecida
de
si
pró
pria
na posição
qtie
tomara,
quando
um
raio
do
sol
que
acabava
de
nascer,
veio
reflectir
sobre
seu
rosto.
Então
ergueu-se,
e
olhando
como
em
despedida
para
suas
flores,
sahiu
do
cara-
narinas
cedendo
ás vezes
a
um
ardor
na
tural,
se
dilatavam com
força;
tinha
os
lábios
eroticos,
e
riquíssimos
dentes;
a
bocca
um
pouco
grande
mas
engraçada;
abaixo
de
seu pescoço
garboso
e
acima
de
seus
seios
pequenos
e
palpitantes,
nem
de
leve
se
desenhavam
suas
clavículas;
cintura
delgada,
braços
grossos
com
per
feição
torneados,
mãos
lindíssimas
e
pés
de brazileira,
completavam
os encantos
d
’essa mulher.
Começava
ella
então
a
engordar, nada
porém
havia
perdido
da
elegancia
de
suas
fôrmas;
ao
contrario
,
estava
mais
elegante
ainda:
afta
'e
graciosa,
cada
posição
que
seu corpo
tomava
tinha
um
encanto
par
ticular,
cada
um
de
seus
movimentos
ac-
cendia
um
desejo
perigoso;
seu
olhar
era
ás
vezes um
desafio,
uma
provocação
;
seu
sorrir quasi
sempre
uma magia
poderosa,
sua
voz
uma
harmonia
que
ficava
no co
ração
para se
ouvir
sempre
ainda
mesmo
ausente
d
’ella
:
*a
voluptuosidade
e
o
ar
dor
estavam
derramados
em
toda
essa mu
lher,
que
deveria
ler
sido
e
era
ainda
objecto
de
cultos
perigosos.
Sobretudo, Marianna
sabia
que era bei
la,
e
se
ufanava
de
sel-o
:.
quando
um
homem
se chegava
a
ella,
havia
de pa
gar-lhe
por força o
seu
tributo
de
admi
ração,
porque
Marianna
lh
’o
pedia
com a
provocação
dc
seus
olhos,
e se
o
homem
resistia
ih’
o
ordenava
com
a magia
de
s<
u
sorrir,
e
emfim
lh'o
impunha
com
a
har
monia
de
sua
voz.
Viuva
ha
tres
annos,
julgara
com
sua
vaidade
de
bella,
que
as
vestes
de
luto
não
faziam sobrésahir
seus
encantos; e
um
simples
lencinho
preto,
que
ás vezes
lhe
ornava
o
collo,
era
menos
um
signal
de
viuvez, do
que
um enfeite
que
a
lor
nava
dobradamente
interessante:
aquelle
lencinho
prelo parecia
estar
dizendo
«sou
livre...
pódem
dizer
que
me
atuam».
Marianna
era
íinalmenle
a
menina
dos
manchão,
e
pouco
depus
desappareceu
pela
pequena
porta
por
onde linha
vindo.
O
anjo
acabava
de
entrar
no
Ceo.
Cândido
immoveR
silencioso,
e
em
ex-
tase,
havia
acompanhado
com
seu
olhar
magnético
aquella
mulher
angélica
em
todos os
seus
movimentos.
Vendo-a desap
parecer, exhalou
um
suspiro
longo
e do
loroso,
que
talvez
desde
muito
suffocava
no coração; e
emfim
pronunciou
vagaro
samente,
com
enlevo
indisivel. e
arras
tando-se
por
cada
uma sillaba, um
no
me,
só
um
nome,
como
se
esse
nome
fosse
um
himuo
completo,
e
em
cada
uma
de
suas
siliabas
achassem
seus
lábios
mel
liflua
doçura.
Elle
disse
pois
baixinho
e
preguiçosa
mente
:
—Celina.
—
EM
A
tia
de Celina.
Celina
acabava
de
entrar
na
sala
para
entregar-se
a
seus
estudos
de
musica,
que
ella
amava
sobre
tudo,
quando
sua
tia
veio
correndo
para
ella,
e
com
uma
ex
plosão
de
alegria
infantil
exclamou abra
çando-a
:
*
—
Celina!
eu
sou
feliz...
immensamen-
te
feliz
!...
A
Bella
Orfã
deixou
se
levar
por Ma
rianna
até
o
sofá,
onde se
sentaram jun
tas
;
a
sobrinha
muito
admirada,
e
a
tia
rutilante
de
jubilo.
Marianna era
uma
d
’
essas mulheres
que
ainda
são moças
aos
quarenta
an
nos
: contava ella
então
trinta
e
seis,
di
zia
que
linha
trinta;
e
julgal-a-hiatn
com
vinte
e
cinco:
era
um verdadeiro
tipo
das
bellezas
dos
tropicos
: tinha
os
cabellos
longos
e
negros
como
o
azeviche,
os
olhos
grandes,
pretos
e
tão
brilhantes como
o
sol
do
Brasil
;
o
rosto
perfeitamente
bem
talhado,
e
de
uma
còr
morena
muito pro
nunciada
;
o
nariz
era
bera
feito,
e
suas
olhos
de
seu
velho
pae,
e a amiga
e
com
panheira
da
Bella
Orfã.
—Celina.
eu
sou
feliz!...
immensamen-
te feliz!...
tinha
ella
já
tres
vezes
excla
mado
depois que se
sentara no
sofá
ao
la
do
de
sua
sobrinha.
—
Mas
porque?
..
o
que
ha então,
mi
nha
tia?...
Ficou
Marianna
pensando
alguns instan
tes; depois
abraçou,
e
repetidas
vezes
bei
jou
a
Bella
Orfã,
e
disse:
—Olha...
por
isto;
porque
muitas
ve
zes
nós
precisamos
abrir
o
nosso
cora
ção
a
alguém
que
juntamenle
comnosco
chore
nossos
pezares,
e
frua
nossos
pra-
zeres,
é
que
te
eu
tenho
dito
mil
vezes,
que nós
nos devemos
amar
como
duas
ami
gas,
ou
melhor
ainda,
como
duas irmãs
que
se
amem
muito:
para
que
estes
no
mes
de
tia
e
sobrinha
?...
chama-me
Ma
rianna.
como
eu te
chamo
Celina.
—
Senhora...
—
Sim.
.
fiquemos
n
’
isto,
continuou
Ma
rianna
beijando
de
novo
Celina
;
eu
nun
ca
mais
te
hei de
responder
quando
me
chamares
como
até agora
—
minha
tia.
—
E
’
s
muito
mais
moça
do
que
eu,
mas
lambem
pódes
olhar-me,
não
sou
nenhu
ma
velha,
e
somos
ambas
bonitas.
—Pois
sim ;
eu
prometto.
—
E
agora
o
que
é
que
queres
saber?...
—
Porque
se
julga
minha
tia
tão
feliz.
—
Não
respondo.
—
Ah
!...
perdão
!...
—
Pois
pergunta
de
novo,
disse
a
viu
va,
rindo-se.
—Porque
te
crês
tão
feliz,
Marianna?...
—
Escuta
:
para
responder-te
d
’
aqui
a
um
instante,
eu
preciso
perguntar-te
uma
coisa:
juras
faliar-me de coração?...
—
Sem
duvida.
—
Pois
bem
:
Celina,
sabes
o
que
é
amar...
amar
um
homem
que
não
é
nos
so
pae,
nem
nosso
irmão?...
(Continua)
dar
o
seu
machado,
para
eu
partir
o
pau,
e
tirar
o
meu grão
de milho.
Raio:
—
Não
rôo.
Macaco
ao
gato:
__
Galo, come
o rato,
porque
o
rato
não
quer
roer
o
fato
da
snr.
a
rainha,
a
snr/
rainha não
quer
dar
no
rei,
o rei
não
quer
mandar
o
homem
ma
dar
o
seu
machado,
para
partir o pau,
e
eu
tirar
o
meu
grão
de
milho.
Gato:
—
Não
como.
Macaco
ao
cão:
—
Cão,
morde
o
gato,
porque
o
gato
não
quer
comer
o
ralo,
o rato
não
quer
roer o
falo
da
snr.
a rainha,
a
snr.a
rainha
não
quer
dar
no
rei,
o
rei
não
quer
man
dar
o
homem
me
dar
o
seu
machado,
para
eu
partir
o
pau,
e
tirar
o
meu
grão
de
mdho.
cão:
—
Não
mordo.
Macaco
ao
pau:
—
Pau,
bate
noção,
porque
o
cão não
quer
morder
o
gato,
o
gato
não
quer
comer
o
rato,
o
rato
não
quer
roer
o
fato
da
snr.
a
rainha,
a
snr.
a
rainha
não
quer
dar
no
rei.
o
rei
não
quer
mandar
o
ho
mem
me
dar
o
seu
machado,
para
eu
partir
o
pau, e
tirar o
meu
grão
de
mi
lho.
Pau:
—
Não
bato.
Macaco
ao
fogo:
—
Fogo,
queima
o
pau, porque o
pau
não quer
bater
no
cão.
o
cão
não
quer
morder
o
galo,
o
gato
nao
quer
comer
o
rato,
o
ralo
não
quer
roer
o
fato
da
snr.a
rainha,
a
snr.
a
rainha
não
quer
dar
no
rei,
o
rei
não
quer mandar
o
homem
me
dar
o
seu
machado,
para
eu
partir
o
pau,
e
tirar
o
meu
grão
de milho.
Fogo:
—
Não
queimo.
x
Macaco
á
agua:
—Agua,
apaga
o
f«go, porque
o
fogo
não
quer
queimar
o
pau,
o
pau
não
quer
bater
no
cão,
o cão
não
quer
morder
no
gato,
o
gato
não
quer
comer
o
rato,
o
rato
não
quer
roer
falo
da snr.
a rainha,
a
snr.
a
rainha
não
quer
dar
no
rei,
o
rei
não
quer
mandar
o
homem
me
dar
o
seu
machado,
para
eu
partir o
pau,
e
tirar
o
meu
grão
de milho.
Agua:
—
Nao
apago.
Macaco ao
boi;
—
Boi,
bebe
a
agua,
porque
a
agua
não
quer
apagar
o
fogo,
o fogo
não quer
queimar
o
pau,
o
pau
não
quer
bater
no
cão,
o cão
não
quer
morder
no
gato, o
gaio
não
quer
comer
o
rato,
o
rato
não
quer
roer o
fato da
snr.
a
rainha,
a
snr.
a
rainha
não
quer dar
no
rei, o
rei não
quer
mandar
o homem
me
dar
o
seu
ma
chado,
para
eu
partir
o
pau,
e
tirar
o
meu
grão
de
milho.
O
boi
foi
beber
a agua,
e
a
agua
gri
tou:
não
me
bebe,
que
eu
vou
apagar
o
logo...
e
o
fogo
grilou:
não
me
apaga,
que
eu
vou
queimar
o
pau...
e
o
pau
gri
lou: não
me
queima,
que
eu
vou
bater
no
cão...
e
o
cão grilou:
não
me
bate,
que
eu
vou
morder
o
gato...
e
o
gato
grilou:
não
me
morde,
que
eu
vou
comer
o rato...
e
o
rato
gritou:
não
me
come,
que
eu vou
roer
o
fato
da
snr.a
rainha...
e
a
snr.
a
rainha grilou:
não
me
róe
o
falo,
que
eu
vou
dar
no rei...
e
o
rei
grilou:
não
me
dá,
que
eu
vou
mandar
o
homem dar
o
machado
ao
macaco.
E
o
h.tnem
deu
o
machado,
e
o ma
caco
partiu
o
pau.
Mas
indo
tirar
o
grão
Não
pôde-o
recuperar:
Com
a
mão
presa
na
fenda
Lá
ticou
a
macaquear...
(A
moral
d’
esle
conto
é
a
seguinte:
a
maçonaria
é
o
maoaco, o
grão
de milho
a
opa
das
irmandades,
depois
os
recursos,
as
prisões,
e
outras
travessuras
do
ma
caco).
—
«Apostolo»,
do
Rio
de Janeiro.
Sskâduv
de
—
Nos
íins
de
j'dho
saiu
de
Loanda
o
missionário
Boavenlura
dos
Santos,
antigo alumno
do
seminário
de
Sernache,
dirigindo-se
pelo
Ambriz
e
Dembo
até
ao
Gongo,
tencio
nando
no
regresso
vir
pelo
rio Zaire,
vi
sitando
todas
as
povoaçoes
até ao
poncto
da
partida,
a
do
Ambriz. Esta
missão
é
das
mais
arduas,
pelas
difiiculdades
e
pe
rigos
dos
caminhos,
iudole
dos
povos,
e
carência
de
viveres;
mas
aquelle
obreiro
evangélico
ia
muito
animado,
e
n’
uma
car
ta
d’
elle
que
vimos
diz:
«Não
me aterram
os
perigos,
e sinto-me
cheio
de
coragem
ao
ponderar
as
palavras
do
Apostolo
S.
Paulo
—
omnia
possum
in
coque
me
confor
tai.
Consta-nos
que
no
dicto
seminário
es
tão
promptos
mais
seis
Padres
missioná
rios
para irem
para
Macau
o
Timor,
pre
cedendo ou
acompanhando
o snr.
Bispo
D.
Manuel
Ennes,
que
já
recolheu
a
Coim
bra
de
tomar banhos na
Figueira,
e
que
dizem
se
propõe
a
sair
com
brevidade
para
Macau,
d
’onde
temos noticias
alé
íins
de
julho,
continuando
o estado
economico
e
da
fazenda
publica
em
desgraçadíssimo
eslado,
receiando-se
alé
que
faltasse
di
nheiro
para
pagar
á
guarnição militar,
e
que
alguma
grave
insubordinação
d
’
ahi
'
resultasse. Os
negocios
religiosos
não
cor
riam
ião
mal.
Em
9
do
dicto
mez
saira
para
a
grande
ilha de
Hainam
o missio
nário
Padre
Garcez.
com
dois
companhei
ros
padres
chinas,
todos
vestidos á
chi
—
neza.
Vão substituir um só
Padre
francez,
que
d
’alli
retira;
pelo
ultimo
accordo
resti
tuiu aquella
ilha
e
outros extensos
terri
tórios
á
jurisdição
da
diocese
de
Macau.
Em
novembro
proximo
irão
ires
pa
dres
portuguezes
e
um chinez,
reforçar
a
missão
de
Timor,
onde
ha
mais
de
2:000
chinas,
alguns
já
casados
com
timores
de
Dilli,
á
cathequese
dos
quaes
se
dedica
o
sacerdote
chinez.
A
’ custa
do
seminário
de
Macau
esta
vam-se preparando todas as
alfaias,
ima
gens,
retábulos,
altares,
etc.
para
ornar
o
interior do
novo
templo que
estão
erigin
do
em
Dilli,
capital
de
Timor, para su
bstituir
uma
cabana
ou
palhoça
que até
agora
servia
de
egreja,
e
na qual
quasi
nada
havia
para
serviço
do
culto.
O
zeloso
snr.
Deão
M.
L.
de
Gouveia,
governador
do bispado
de
Macau,
combi
nara
com
o
digno
governador
de
Timor
mandar
este
levantar
o
corpo
da
egreja,
e
aquelle
fornecer
todos
os
utensílios
e
decorações
interiores.
Tudo
deve
estar
pronipto
em
novembro
pafa
acompanhar
os
diclos
missionários.
A
egreja
nova,
que
será bella
e
espa
çosa,
é
dedicada
a
Nossa
Senhora
da
Con
ceição,
cujo
mysterio
é
representado
por
uma
bella estatua
feita
ha
annos
em
Ma-
ndla,
onde
trabalham
perfeilamente
em
es-
culpturas
e
imagens
religiosas. Terá
cin
co altares
e o
quadro
da
capella-mór
ires
metros
e
um
terço
d
’
a!tura,
representando
Nossa Senhora Annunciada,
por
ter
sido
em
25
de
março
ultimo
o dia
em que
foi
lançada
a
primeira
pedra do
templo.
Os
outros
quadros
medem
dois
metros
e
60
centímetros
de alto
e
são:
a
Cea
do
Senhor,
Sancto
Antonio,
Sancta
Iza-
bel
Rainha
de
Portugal e
S.
Francisco
Xavier.
No
altar-mór
haverá
mais
duas
esta
tuas,
S.
Pedro
e
S.
Paulo,
que
já
estão
encommendadas
em
Manilla.
No
extincto
recolhimento
de
Sancta
Clara,
em
Macau,
havia um
collegio
de
educação
para
meninas
d
’antiga fundação,
sob
o
titulo
de
Sancta
Rosa
de
Lima.
Requereram á camara
os
prineipaes
mo
radores
de Macau,
que
fosse
parte
do
edi
fício
concedido
para
aquelle
collegio
conti
nuar
sob
a
direcção
das
irmãs
de
caridade
francezas,
sobre
o
que favoravelmente
in
formou
o
governador
de Macau.
O
governo
de
Portugal,
porém,
inde
feriu
a
peiição,
com
o
pretexto de
serem
estrangeiras,
preferindo a
ignorância
ao
en
sino
por
estas,
não
lh o
fornecqndo
por
outras
nacionaes.
Ao
mesmo
tempo que
isto
faz,
tejn
o
mesmo governo
nomeado
e
conserva
vários
professores
nos
lyceus
do
reino estrangeiros,
e
até
protestantes
e
judeus.
Ha
por
toda
a
Asia
e
Oceania, nas
co
lónias
da
Inglaterra,
de
França,
da
Hcs-
panha
e
da Hollanda,
institutos
ensmantes
das
irmãs
de
caridade
e
d
’outras
corpora
ções
religiosas, não
só
tolerados,
mas
até
protegidos
e
subsidiados
alguns
pelos
res-
pectivos
governos
europeus, incluindo
os
protestantes.
Nas
colonias
portuguezas,
on
de
tudo
é
miséria
e
vergonha
no
tocan
te
á
instrucção, mesmo
onde
não
falta de
lodo,
não
se
quer
facilitar
meios para
que
ella
se
promova.
Chamam
fanaticos
aos
catholicos;
quando
realmente
não
ha
maior
fanatismo
nem
de
peior
especie
do
que
este,
da
parle
dos
homens
que
contínua
mente
apregoam
a
instrucção
como pri
meira
necessidade social.
EEosas no inverno. — O
«Petit
Mar-
sellais»
publica a seguinte
receita
para
se
obterem
rosas
no
inverno:
Qundo
no
tira
do
outomno
flores
cem
as ultimas rosas,
cortae
os
bo
tões
no
momento
em
que
vão abrir
e
sel-
lae
hermeticamente
a
baste
com
cera;
en-
cerrae
em
seguida
cada
botão
de
rosa
em
um
cartuxo
de
papel
grosso
e
bastante
lar-'
go
para
que
a
llôr
não o toque;
collae
a
extremidade
do
cartuxo,
de
modo
que
o
ar
não
possa
ahi
penetrar
e
suspendei
esses
cartuxos
n
’um retabulc bem
escu
ro.
No
inverno, quando quizerdes
rosas
desfazei
o
cartuxo,
cortae
a
extremidade
que
foi
sellada.
queimae-a
á
chamma
de
uma
vela,
collocae
a llôr em
agua
fria e
duas horas
depois
tereis rosas
da mais
incontestável
frescura.»
Trõsê©
«Ss-aesaa
marítimo.— A
ca
nhoneira
La
Pique, armada
em
Toulon
por
uma
companhia
do
Senegal,
acaba
de
passar
por
uma
cruel prova.
Em
segui
da
a
uma
viagem
eíTcclnada
no
interior,
subindo
os
rios
Soloum
e
Cazamence,
a
tripulação
foi
atacada
d’
uma
forte epide
mia
de
febre
remittente
biliosa,
acompa
nhada
de numerosos
casos
perigosos.
A
invasão
da
moléstia
foi
muito
rapi-
da.
De
Bi homens
a
bordo, 36 foram
ata
cados
nos
tres
primeiros
dias,
sendo os
outros
lambem
victimas
da
epidemia
logo
em
seguida,
á excepção
de
11
a
quem
o
mal
poupou.
D’
estes,
felizmente, só
um
morreu.
O período
agudo
terminou;
comtudo,
um
cerio numero
de
marinheiros
e
M.
de
Sagazan,
segundo
oflicial.
devem entrar
em
França
como
convalescentes.
Asceíssãí»
as» Arorat,
—
Escrevem
de Titlis
(Georgia)
ao «Times»,
que
um
tourisle
inglez, M.
Bryce,
fez
no
mez
pas
sado
a
ascensão
do monte
Ararat,
pico
isolado,
situado a
13
léguas
tFErivan,
na
província d
’Aberbaidjan, e
que
é,
depois
do
monte
Elbrouz, a mais
alta
montanha
do
Caucaso.
O
Ararat
tem
5:350 metros
d
’
altnra.
Nas
nossas
cordilheiras da
Europa,
ne
nhuma
montanha
altinge similhante
eleva
ção.
No
dizer
dos
arménios d
’Erivan,
o
Ara
rat
é
inaccessivel;
crêem
também
que
a
arca
de
Noé,
que,
segundo
o
Genesis,
pa
rou
alíi
depois
do
diluvio,
se
acha
ainda
no
seu
cume.
Ao
pé
do
Ararat
corre
o
Aras,
aflluente
do
Kour.
Este rio,
do
qual
Virgílio
disse
que não supportava
uma
pente,
Pontem
indignatus
Araxe,
é
atra
vessado
hoje
por
tres
pontes
de
pedra.
Os
cosacos
que
formavam
a
escolta
de
M.
Bryce recusarain-se a
segnil-o,
e
elle
teve,
por
consequência,
de
percorrer
sósinho
os
últimos
mil
melros,
para
che
gar
á ponta
extrema
do
Ararat.
Ir nempre ipelo mata seguro.—
A
mãi
de
Melanchton,
uin dos
mais
famo
sos
discípulos
de
Luthero,
havia
sido
ar
rastada
por
seu
filho
e
o
havia
seguido
na
falsa
reforma
lulherana.
Estando
em
artigo
de
morte,
mandou
chamar
o
refor
mador,
e,
naquelle
momento
supremo,
o
interrogou
solemnemente:
«Meu
tilho.
diz
ella
por
conselho
teu
abandonei
a
Egreja
Catholica,
afim
de
seguir
a
nova
religião.
Vou
comparecer
na
presença
de Deos,
e
te
conjuro
por
Deos
vivo,
pa-a
que
me
digas,
sem
nada
me
occullar,
em
que lé
devo
morrei.»
Melanchton
abaixou
a
cabeça e guar
dou
silencio
por
momentos;
o amor
tilial
luctava
em seu coração
contra
o
orgulho
do
sectário.
«Minha
mãe,
respondeu
elle,
emlim,
a
doutrina
protestante
é
mais
com-
moda;
a
doutrina
catholica é mais
segu
ra.n>
Se
pois
a
religião
catholica
é
mais
se
gura,
necessário
é
abraçal-a, e
sobre
tu
do,
não
a
deixar para
seguir
a
menos
se
gura.
Este raciocínio
de simples
bom
senso
foi
o que
obrigou
el-rei
Henrique
IV a
fazer-se
catholico.
Celebrava-se
em
S.
Dyonisio uma
con
ferencia
sobre
religião,
em
presença
de
el-rei
e
de
toda
a
sua corte.
Eram
con-
troversistas,
de
uma
parle, muitos theo-
logos
catholicos,
e
da
outra
os
ministros
Duverdier,
Morias,
Salette
e alguns
ou
tros.
«El-rei,
refere
o
historiador
Pereíixe,
vendo
que
um dos ministros
não se
atre
via
a
negar que
pudesse
haver
salvação
na
religião
catholica,
tomou,
a
pat.vra
e
disse:
«Como
assim? eslaes
de
accordo
em
que
póde
haver
salvação
na
egreja
roma
na
?»
O
ministro
respondeu,
«que não
du
vidaria, comtanto
que
se
vivesse
bem.»
—
«E
vós,
senhores,
disse
el-rei
aos
doutores
catholicos, pensaes
que
poderei
salvar-me
permanecendo
protestante?»
—
«Pensamos,
senhor,
e
vos
declara
mos
que,
lendo
conhecido
a
Egreja ver
dadeira,
eslaes
obrigado
a entrar
nella,
e
que
não
ha
salvação
para
vossa
alma
no
protestantismo.»
A
isto
replicou
o
rei
mui
judiciosa
mente,
dirigindo-se
aos
ministros:
«A
pru
dência
exige que
eu
pertença
á
religião
dos
catholicos
e
não
á
vossa
porque,
per
tencendo
á daquelles
j/ne
salvo segundo
elles,
e
segundo
vós
mesmos
dizeis,
e
pertencendo
á
vossa
me
salvo,
segundo
vós
dizeis,
mas
não
segundo elles dizem;
a
prudência
pois
me
manda
ir
pelo
mais
seguro.
»
íi
btos
”
Tutaii.
—
Os
jornaes
radicaes
fizeram ha
pouco
muito
barulho
por oc
casião
de
um
refugiado
hespanhol,
cha
mado Tutau,
que
compareceu perante
o
tribunal
du
Mans
(França),
accusado
de
roubo.
Todos
os
gaiteiros
se
apressaram de
injuriar
os
carlistas,
que
se
tornavam
in
dignos da
hospitalidade
que
lhes
concedia
a
França
republicana.
Ora,
o
dito
Tatau
compareceu
perante
o
tribunal
a
5 de
ou
tubro,
e
fui
condemnado
a
dous
mezes
de
prisão
e
a
expulsão
do
território
fran
cez,
mas
em lugar
de
carlista
sahiu
um
repu
blicano.
«Eu,
disse
elle,
não
me
apresentei
a
ninguém
como
capitão
carlista,
mas
sem
pre
como
capitão
republicano,
porque
sou
capitão
republicano.
»
Por
esta
occasião
o
presidente
do
tri
bunal
prestou
uma
homanagem
indirecta
aos
refugiados carlistas.
Tromba «Fagna.—
Em
data
de
4
escrevem
da
Covilhã
a
uma
folha de
Lis
boa
a seguinte
lugubre
noticia:
«A
povoação
do
Sarzedo,
d
’
esle
con
celho,
que
fica
em
uma
das
eminências
das
faldas
dos
montes
Herminios,
por
pou
co que não
foi
submergida
por
uma trom
ba
dagua que
hontem
alli
caiu. Informa-
me
meu
irmão
Jusliniano,
que
alli
tinha
jdo,
e
eslava
hospedado
em casa do
nosso
amigo
Francisco
Mesquita
que
pelas
19
horas
da
manhã
se
apresentou
um
es-
pect
culo
tremendo.
Pedras
com
peso
des-
communal,
e
que
não
poderiam
ser
movi
das
por
4
ou
5
juntas
de
bois,
eram ar
rojadas
com
violência
pela
corrente,
des
pedaçando
tudo
quanto
se
lhe
oppunha;
algumas
casas
íoram
derrubadas
e
os
ha
bitantes
fugiram
espavoridos,
sendo
ainda
victimas
uma
mulher
e
uma creança.
A
maior
parle
d’
aque!la
gente,
especialmen
te
meu
irmão
e a esposa
e
creada
do
snr.
Mesquita, que
furam
salvos
milagrosamen
te,
na
occasião
em
que
lambem
eram
ar
rojados
com
outras
pessoas, estiverem n’
um
perigo
imminente
por
mais de
uma
hora.
Além
da
peida
dessas
duas
victimas
e
de
alguns
edifícios
que foram
derrubados,
houve
grandes
e
incalculáveis
prejuízos
nas
propriedades
uiraes,
‘que
ficaram
de
todo
despidas
de
fructos.
Mulher rica. —
Morreu
em
Paris,
quasi
que
ignoradamente,
uma
mulher,
que
passava
pela mais
rica
proprietária
d
’aquella
capital.
A
sua
tortuna
immobiliaria
sómente
em
Paris
elevava-se
a
4.590
000$U00
reis.
Tinha
umas
trinta
propriedades
nos
bairros
mais
aristocráticos
da
capital;
o
que
mais
surprehendia
porém
era a
activi-
dade
e
vigilância com
que
ella
adminis
trava
tudo,
sem
o
auxilio
do
mais
humil
de
caixeiro.
Fosse
por
avareza
ou
por
paixão
ou
amor
ao
trabalho,
certo
é
que
fazia
via
gens
de dezoito horas,
e
isto
todos os
dias
tendo
apenas
tempo
do
comer
muito
apressadamente.
Pisava
incessantemente as
ruas
da
ca
pital
com
um
vestido
de
burel,
feito
a
seu
modo,
e
quer
chovesse
ou
fizesse
sol
caminhava
desembaraçadamente,
curvada
mais
pela
fadiga
do
que
pela
idade.
Pou
quíssimas
vezes
alugava
um
carro.
Esta
mulher
era
viuva
de
um
emprei
teiro,
que
enlrára
em
Paris
de
tamancos.
Fizera
construcçóes
sobre
terrenos
que
então
valiam
1^800
réis
e
hoje
valem
iéis
270(500.
Era
sordidamente
avara
esta
mulher;
tinha,
porém,
qualidades
que
ofluscavam
a
sua avareza.
Morreu
aos
69
annos,
sem
ter
gosa-
do
um
momento
da
vida
esplendida que
lhe
proporcionava
a
sua
riqueza.
ssíiçla
de
coimumm
A.
iraaas»
caridade.
Não
é
entre
as gaias
e expiendores
do
mundo
que
se
encontra
essa
mulher
forte!
Não.
Não
é
nos thealros
e
saiões
recreati
vos,
que
a
nobreza
e
aristocracia
da alta
sociedade
sustentam,
que
nós
encontrare
mos
aquella
heroina
da
fé
e
da
abnega
ção
!
Nao,
por
certo.
A
irmã
da
caridade,
cuja
missão
é
to
da
evangélica,
vive
só bemfazendo
na
terra!
Sim,
vive só
por
Deus
e
para
Deus!
Ella
passa
uma
vida
trabalhosa
e cheia
d
’espinhos,
na
esperança
de
colher
uma
palma
de
gloria,
que
será
eterna!
Como
é
bella
!
como é
grande
!
como
é
imponente
e
magestosa
esta
instituição
do
Christianismo
!
!
!
Vêde,
e
admirae
seus
eífeitos
maravi
lhosos
nessas
campanhas
e
guerras
san
grentas,
onde
ellas
com
valor
inaudito,
correm
carinhosas
ás victimas do
fero
e
logo!
Ide
a
esses
hospitaes,
onde
ellas
se
acham
ao
serviço
dos enfermos,
e
con-
templae
essas
dignas
filhas do
céo
em seus
meigos
e
amorosos
attractivos,
com
os
seus
irmãos
indigentes
e
enfermos
!
Observae-a
junto dum moribundo,
que
expira,
e attendei
áquellas fervorosas
sup-
plicas,
que
ella
de
joelhos
com
as
mãos
erguidas
e
as
lagrimas
nos
olhos,
próxi
ma
á
cabeceira
do
leito,
e
ao
pés
d’
mn
crucifixo,
dirige
ao
Altíssimo
pela
alma
de
seu
irmão,
que
está
prestes
a
dar
contas
da
sua
vida
ao
Auctor
da
existência
!
Oh
!
como
é
significativo
e
pathelico
este
qua
dro
!...
O
ministro
do
Senhor
ora,
e
a
irmã
da
caridade
ora
também!
Que
felicidade
para
a
alma que
vae
passar
á
mansão
dos
justos,
ter
junto
a
si advogados
tão
di
gnos
para a
rectidão
d
’
um
Juiz
Supremo!
E
ainda não
param
aqui
tão
heroicos
feitos dessas
discipulas
da
Cruz!
Itna-
gtnae
uma
noite
frigidíssima
d'inverno,
a
horas
avançadas
em
que
tudo
repousa
n
’
tim
profundo
silencio,
e enlrae
n
’um
d’
esses
hospitaes
em
que
ellas
estão
ao
serviço
dos
doentes,
que lá
a
encontra
reis
velando
entre
os
irmãos
enfermos,
consolando
e
animando
o doente
pobrinhho
que
gçine;
e d
’esle
modo
arrostando
com
o
rigor
dTitna
estação
desapiedada
sem
comtudo
se
deter
no
cumprimento
d’
uma
missão
toda
d’
amor
por
Jesus.
Além
d’
isso
nas casas, a que
acima
nos
referimos,
cujo
serviço
lhe
é
confiado,
observae a
boa
ordem,
aceio,
regularidade
e
economia de
despeza
que ellas
levam
a
esses
pios
estabelecimentos
de
caridade.
Mas
qual
será
a
rasão,
que
as
obriga
a
tantos
sacrifícios?
Qual será
o
princi
pal
motor
de
tanta
dedicação
desinteres
sada?
Qual
o
íim
a
que
expiram?
Qual
a
recompensa
que
esperam?
Ah
!
os
princípios
são
justos
e
verda
deiros,
os
meios louváveis
e generosos,
e
os
íins sublimes
e
maravilhosos
!
Fun
dadas
no
Cbristianismo
e
acalentadas
por
uma
religião
santa
buscam
assim
a
gloria
eterna.
Sim,
a
irmã
da
caridade
deveria
ser
o
ente
idolatrado da
sociedade!
Ella é
o
verdadeiro
tipo
da
mulher
christã.
Despida
de
todas
as
vaidades do mundo,
renun
ciando
a
todos
os
divertimentos
e
prazeres
do
século,
e
trajando’
um
humilde
habito,
coberta
com
uma
modesta
touca,
eis
a
irmã
da
caridade,
que
tão
úteis
e
rele
vantes
serviços
presta
a
Deus
e
á
socie
dade
!
Ella deixa os
gosos
e
commodilades
que
possue
no
seio
da
familia,
deixa
a
patria querida para ir
onde
a
chama a
voz
do
seu
Divino
Mestre.
Não
trilha
ou
tro
caminho senão o
da
Cruz; porque é
consagrada
toda,
em
sua
carreira
mortal.
|
á observância
firme
a
que
é
impellida
pelos
vehemenles
desejos
do
coração
de
Jesus,
Despresae,
verdadeiras
heroinas,
todas
essas
loucuras
do
século
e perdoae
a
es
ses
loucos
desvairados,
que
vos
movem
uma
guerra
sem tregoas.
Um dia
virá
em
que
el
es
conhecerão
o
que
são
e
o
que
valem.
Orae
por
elles,
porque
elles
não
sabem
o
que
fazem.
Esta
é
a
lição
do
Divino
Mestre.
Caminhae
e
caminhae
sempre até
que
a
Providencia
destoldando o
escuro
hori-
sonte, que
vos
encobre
o
azul
do firma
mento,
vos
faça
ãpparecer um dia
de
ro
sas,
quej
raiando
sob
a
influencia
bené
fica
d
’
um
sol, que
anune,
fecunde
e
vi
vifique,
vos
conceda
dias
mais
venturosos
e
felizes.
*
*
*
UliflMOS TELEGRlflflAM
EJA.
Atí
E » Cl
< SI iVAS
VIENNA
14
—
A
Rússia rejeitou
o
ar
mistício
de
6
meses
e
pede
nova
mente
que
seja
imposta
aos
belligeranles
um
ar
mistício
de
6
semanas
voltando
assim
as
propostas
apresentadas á
Turquia,
pela
Inglaterra
e
apoiadas
pelas
grandes
potên
cias.
P
a
RIS
15
—O
chanceller
da
Rússia,
príncipe
Gorstchakoff,
rejeitando
a
propos
ta
da
Turquia
para
o
armistício
de
6
me
ses,
o qual
segundo
elle
não
prodtisa
uma
paz
durável,
expõe
a
impossibilidade
de
obrigar
a
Servia
e
o
Montenegro
a conti
nuarem
por
longo
tempo
na
posição
critica
em
que
se
acham.
Faz observar
que
a
Europa
durante
tão
longo
praso
de
ins
tabilidade
soffreria
graves
transtornos
fi
nanceiros
e
commerciaes.
Termina
disendo
que
o
armistício
por
6
semanas
poderá
ser
acceite
se
a marcha
das
negociações
demonstrar
a
sua
necessidade.
Corre
o boato
da
existência
de um
tra
tado
secreto
entre
a
Rússia
e
Italia,
asse
gurando
a
Italia
em
certas
eventualidades
a
annexação
de Treme
e Tyrol.
MADRID
14
—
0
general
Martinez
Cam
pos
chegou
a
Madrid
e
assistiu
ao
conse
lho
de ministros,
no
qual se
discutiu
o
plano
da
próxima
campanha
de
Cuba.
0
general
deve embarcar na
segunda
feira
em
Santander
para
aquella
ilha.
PARIS,
14
—
Foram
desmentidos
os
boatos
relativos
á
projeclada
abdicação
do
imperador
Alexandre.
Informações
parti
culares de
Constantinopla
dizem
que
a
Sublime
Porta, «as
explicações
dadas
aos
embaixadores,
se
mostrou
muito
concilia
dora.
Pede
que
as
potências
nomeiem
commissarios
encarregados
de
delimitar
as
posições
dos
exercitos belligerantes.
Accei-
tará
e
armistício
tão
depressa
estejam
no
meados
os
commissarios,
como
ellas
ac-
cordarem,
e
sem
pôr
nenhuma
condicção
expressa.
Expõe
os
quatro
pontos, que
hontem
telegrafamos,
como
os
únicos
que
poderão
assegurar
a
eflicacia
do
armistí
cio,
impedindo
a
repetição
de
desagrada
vas
incidentes.
Em
consequência
das
ex
plicações
trocadas
entre
os gabinetes
das
potências,
parece
que
será
acceite
o
pe
dido
da
Porta
Otlomana
para
que
sejam
nomeados
commissarios.
Em
tal
caso
aos
embaixadores
em
Constantinopla
seria
com-
metiido
esse
encargo.
LONDRES 14
—
Os
telegrammas alle-
mães
para
os
joinaes
ingleses
continuam
sendo
inquietadores. Segundo
o
«Times»
os credores
,
da
Turquia
embargaram
em
Anvers
292
canhões
destinados
ao
exer
cito ollomano.
Não
ha
ainda
nada
de
po
sitivo
sobre
o
acolhimento
que as
potên
cias fiseram
ás proposta^
da
Turquia
pa
ra
o
armistício.
Assegura-se
comtudo
que
algumas
potências
estão
dispostas a ac-
ceital-as.
0
«Times»
diz
que
o
czar abdi
cará
se
o partido
da guerra
triunfasse.
MADRID,
16
—
0
«Imparcial»
diz
que
Sagasta
declarou
aos
seus
amigos
que
se
o
seu partido
fosse chamado
aos
conce
lhos
da
coroa
começaria
por
declarar
que
governaria
segundo
os
princípios
da
cons
tituição
de
1869
a
qual
trataria
de
pôr
em
execução
pelas
vias
legaes.
0 bispo
Minorca
publicou
outra
circu
lar
ordenando
aos
mestres das
escolas
primarias
que não
admitiam
filhas
fa-
nnlias
protestantes
e
d
’
oulros
cultos
dissi
dentes.
ROMA,
14.
0
jornal
«Lmnbadia»
diz
que
o
gover
no italiano prevenido
de
que
entre
os
pe
regrinos
hespanhoes
vinham
muitos car-
listas
('analisados
capases
de suscitarem
desordens
os
manda
vigiar
de
perto.
Os
postos
visinhos
do
Vaticano
foram
refor
çados
por
varias
companhias
de
linha,
ag-
Igregados
ao
caslello
de
Santo
Angelo.
0
«Direito»
diz.
que os
peregrinos
teem
excitado
a
curiosidade, especialmente pe
los chapéus
que
usam os
padres,
mas
que
tudo
se
tem
passado
em
tranquilidade,
mantendo-se
os
peregrinos
antes
modestos
que
provocadores.
S.
PETERSBURGO,
15—
As
propostas
do
armistício
de
6
meses
sem
accordo
pré
vio
áoerca
de
garantias
que
devem ser
dadas
aos christãos
não
pode
convir
á
Rússia;
semilhantes
propostas
teem aqui
causado
irritação
ainda
augmentada
pela
linguagem
da
imprensa
inglesa,
cheia
de
odioe
malevolência
para
com
a
Rússia.
Um
armistício
mais
curto e
as
condições da
paz
explicadas
talvez
seja
acceite
LONDRES
16
—
0
«Times» diz
que
sómente
a Allemanha
pôde
impedir
ã
guer
ra.
Uma
palavra
de
Bismark
deteria
o
czar.
0
«Times»
suggere
a
ideia
de
alliança
entre
a
Inglaterra
e
a Allemanha.
WASHINGTON
16
-Desde que
a
Hes-
panha entregou
Twed
ás
auctoridades
da
republica
estão
enlaboladas
negociações
para um
tratado
de
extradicção
entre os
Estados-Unidos
e
a
Hespanha.
S.
PETERSBURGO
16
—
A Inglaterra
e
a
Rússia
negoceiam
em armistico
até
31
de
desembro. Noticias
de
Livania
disem
que
a paz
será
um facto
se
a
Inglaterra
concorrer
com
a
Rnssia
para
a
garantir.
ROMA;
16
—
0
Papa
recebeu
na
igreja
de
S.
Pedro
600
peregrinos
hespanhoes
e
100
bobvianos;
cada
caravana
condusia
o estandarte
da
província.
Um dominica
no
de
Rama
levava
um
estandarte da
ba
talha
de
Lepanto.
O
Papa
chegou
á
igreja
de S.
Pedro
ás
12
horas
e
20
minutos
da
tarde
acom
panhado
por
19 cardeaes,
incluindo
o
ar
cebispo
de
Pariz
e
numerosos
prelados;
os
peregrinos saudaram
o
Papa
com
mui
tos
vivas,
apesar
das
recommendaçôes.
O
reverendo
arcebispo
de
Granada
pronunciou
em
hespanhol
um
extenso
dis
curso,
(aliando
da inquebrantável
devoção
de Hespanha
para
a
coroa
da
igreja
ca-
tholica
e
a
necessidade
que
o
papa
tem
do
poder
temporal.
O
Papa
respondeu
em
italiano
a
Cons
tata
que pela revolução
é
privado
do
po
der
temporal,
mas
que
a Providencia
Di
vina lhe
assiste.
Fallou dos
esforços
revolucionários
de
Hespanha
e
outros,
aflirmando
que
a
re
volução
não
conseguiria
arrancar
as po
pulações
á
sua
fé,
cujo
penhor
são
estas
peregrinações.
Em seguida
o
Papa
desceu
do
throno,
atravessou
o
meio
da
multi
dão
pedindo-lhe
que
não
aclamasse.
A
multidão
agitou
os
lenços;
os
guar
das
nobres
empregaram
esforços
para
o
cortejo
passar.
O
Papa
entrou
nos
seus
aposentos
de
pois de resar
em
voz
alta.
asradecimeitos
WWW®
A
viuva,
filhos
e
parentes
do
fallecido
snr.
José Joaquim
d
’
Oliveira,
não
poden
do
agradecer
pessoalmente
a
todos
os
illm.
os snrs. que
acompanharam,
e
assis
tiram
aos
oflficios
do
mesmo
fallecido,
o
fazem
por
este
meio,
protestando
a
todos
o
seu
eterno
reconhecimento.
Braga 18 de
outubro
de
1876.
(4371)
Manuel
Antonio
d’
Oliveira.
Pelo
juiso
de
direito
d’esta
comarca
e
cartorio
de Pessa, se annuncia
que no
dia
29
do corrente
pelas
10
horas
da
ma
nhã,
á
porta do
tribunal
judicial
se
tem
d
’
arrematar
os
moveis e bens seguintes:
—
duas
caixas
de
pinho
velhas
avaliadas
em
480
rs.; uma
égua preta,
avaliada
em 9$000
reis;
uma
porca
de
creação
avaliada
em
2$000
reis;
o
campo
chamado
da
Coura,
sito
na
freguezia
de
Priscos, desta co
marca,
o
qual
pruduz
pão,
e
vinho,
que
se
acha
avaliado
em 220$000 reis;
um
campo,
sito na
freguezia
de
Tadim,
junto
ao eido
do
executado
Domingos Ribeiro,
o
qual
produz
pão
e
vinho,
e
acha-se
ava
liado
em
520^000
rs.;
uma
morada
de
ca
sas
sobradadas
e
eido
junto,
que
produz
pão, vinho,
laranja,
azeite,
silo
na
dita fre
guezia
de
Tadim, avaliado
em
520$000
reis
;
um
pedaço
de monte chamado
de
Guilhe,
situado
na
dita
freguezia
de
Ta
dim,
avaliado
em
2í$000
reis.
Todos
os
referidos
bens
se
rematam
por
força
de
execução
que José
Antonio
da Cunha Mo
reira
d
’
esta cidade
promove
contra
Domin
gos
Ribeiro
e
mulher
da dita
freguezia
de
Tadim.
(4372)
Pelo
juiso
de
direito
desta comarca
e
cartorio
de
Pessa,
no
dia
22
do
corrente
mez,
pelas
10
horas
da
manhã,
á
porta
do
tribunal
da l.a
instancia
sito
no largo
de
Santo
Agostinho
d
’
esta
cidade,
se ha
de arrematar
e
entregar
a
quem
mais
der
e lançar
os
créditos
e
direitos aclivos des-
criptos
no
inventario
a
que
se
procede
por
fallecimento
de
José Lourcnço
Dias,
mo
rador
que foi na freguezia
de
Sequeira,
d
’
esta
comarca,
e
porisso
toda
a
pessoa
que
quizer
lançar
póde
comparecer
no
di
to
dia
hora
e
local.
(4364)
Pelo
juiso
de
direito
d
’
esta
comarca
e
cartorio
de
Esrneriz,
no
dia
29
do
cor
rente
mez
pelas 10
horas
da
manhã, na
rua
Direita
da Cruz
de
Pedra,
d
’
esta
ci
dade,
e
casas
da
morada
do
depositário
José
da
Silva
Rocha,
se
tem
de
arrema
tar
com
o
abatimento
da
quarta
parte
os
seguintes
moveis
e objectos:
13
baçouras
de
piaçá
pequenas,
avalia
das
na
quantia
de
147
rs. 99
garrafas de
vidro
com
vinho
fino
de
differentes
qua
lidades,
avaliadas
na
quantia de
ll$880 rs.,
e
outros
objectos,
que constam
dos
edi-
taes,
e
tudo
penhorado
a
Narciso
da
Cu
nha
da Silva
Braga,
e
mulher
Narcisa
Gonçalves
Galvão,
d
’
esta
mesma,
na
exe
cução que
lhes
move
José Gomes
de
Sá,
negociante
n’
esta
mesma, e
porisso
toda
a
pessoa que
quizer lançar
póde
compa
recer
no
dito
dia,
hora
e
local.
(4365)
A
Agencia
d'Annuncios Portuense
Ku»
«le ».
Pedro, n.° 3®,
andar
O
annuncio,
cuja utilidade
é geralmen
te
reconhecida
em
Portugal,
mas
não
tan
to
ainda
como
nos
paizes
estrangeiros,
adquire
dia
a
dia
maior
importância
e
tenta
emancipar-se
da
rotina
das
columnas
do
jornal,
do
aviso
da
esquina
cu da
carta
de
recommendação.
EíTectivamente
que
decessila
o
hospe
deiro,
o
commerciante,
o artífice, o
pro-
ductor
em
fimfim?
Ser
conhecido
do
pu
blico,
cuja freguezia
ha
de
disputar pela
melhoria,
depois
de
conhecidos
os seus
productos.
Conseguintemente,
torna-se
necessário
fazer
bem
publico,
o mais
publico
possí
vel,
a
exislencia
do
hotel,
da
casa
de
modas,
do
estabelecimento
fabril,
d»
espe
cialidade
em
qualquer
ramo.
N’esta
época
de
movimento
nenhum
meio
se
presta
mais
a
este fim
do que o
caminho
de
ferro.
Nas
estações acotove
lam-se
os
viajantes
e
os
wagons
enchem-
se
de
pessoas
de
todas
as
classes,
com
especialidade nos
caminhos
de ferro
do
Douro,
Minho
e
Povoa,
os
primeiros
por
ligarem
povoações
importantes,
em
me
nos contacto
ainda
com
o
Porto,
o
se
gundo
pela muita
gente
que
aíílue
áquel-
la
praia
na
estação
de
banhos.
Levada
d
’esta ideia,
a
Agencia
de
An-
nuncios
Portuense,
que tem
concessão
ex
clusiva
de collocar
annuncios
nos wagons
d
’estas tres
vias,
apresenta
ao
publico
um
meio d’
annunciar
os seus
estabelecimentos
e
os
seus
productos, por modicos
preços,
abrindo uma
assignatura
por
tempo
deter
minado
com
as
condições
abaixo declara
das.
AiiEiiincinseiii 3 oarrungens sle ca
da n
ui
a
dan líitíiits férreas in
dicadas.
Per
mez
......................
600
reis.
O
annuncio
occupa o
espaço
d
’
este
pros-
pecto.
A
impressão
do
annuncio
(509
reis
em
preto
e
1$000 rs. em côres) é
paga
separadamente,
quando
o
snr. Assignante
não
queira
mandar
fazer
a
impressão
por sua
conta,
ou
não
prefira
que
o
annuncio
seja
manuscripto.
Os
snrs.
assignantes que
queiram
o
annuncio
em
mais
carruagens
pagarão,
par
cada um
a
maior,
50
reis
por
mez.
O
pagamento
da mensalidade
é
adian
tado.
Deseonta
Aos senhores
que
publicarem
annuncios
ou communicados
por
intervenção
da
mes
ma
Agencia,
em
um
jornal,
sendo
d
’
elle
assignante
o
que
annuncia
25
porcento.
Não
sendo
assignante
10
p.
c.
Ao
que
fizer
a
publicação
em
quatro
jornaes, seja
ou
não
assignante
25
p.
c.
Aos
que
annunciarem
ou
publicarem
communicados
em
seis
jornaes
do
Porto,
Lisboa
ou
províncias,
sejam
ou
não as-
signantes
30
p.
c.
O
desconto
é
sobre a importância
dos
recibos
dos
jornaes que
serão
presentes
ao
annunciante.
O
preço
d
’annnncios por
6
mezes
ou
um
anno
tem
maior
abatimento
que
será
previamente
justo com
a
Agencia.
Ainda
que
a
publicação
seja
feita
em
mais
do
que
um
jornal,
é
sufficiente
en
viar uma
só
copia,
mencionando
n
’
e'la
o
numero
de
vezes,
jornaes
em
que
deve
ser
publicada,
nome,
morada
do annunciante
e
declaração
dos
jornaes
de que
é
assi-
gnanle.
N.
B.
Na
administração
d
’
esle
jornal
em
Braga,
rua
Nova
n.° 3,
d
’
acordocom
a
gerencia
d'Annuncios
Portuense
e
sob
as
condições
da
mesma,
se
recebem
igual
mente
annuncios
para
serem
transmittidos
logo
para
o
Porto,
ou onde
convenha.
No
dia
20
do corrente
ás
10 horas
da
manhã
na
rua
Nova
de
Sousa
n.°
37,
vende-se
em
leilão,
differentes
moveis,
rou
pas generos
de
mercearia,
quinquilharias,
estantes,
balcão
e mais utencihos,
perten
centes a
loja de
mercearia.
(4373)
•>
■^wai
xfzwassi&ai&acunai^^
a^ja
-KL-j^sa^mv» ?•■•
COLIAGÍO
BRACARENSE
DE
S.
JOSÉ
Rua
«lo
Anju,
n.°
99.
N.’
esle
novo
estabelecimento
ba
lecciona-
ção
das
seguintes disciplinas,
pelos
profes
sores
:
Instrucção
Primaria,
José
Valerio
Ca-
pella.
Portuguez do 1.°
e 2
°
anno,
padre
Manuel
Ribeiro
de
Castro,
e
padre
José
Maria Rodrigues.
Rbelorica,
padre
Manuel Ferreira Mar-
nôco
e
Sousa.
Francez,
João
José
Aives
Xavier
de
Araújo.
Conversação
franceza,
idem.
Latim
e
Latinidade,
Dr.
João
Manuel
Correia.
Inglez,
idem.
Allemão,
idem.
Hebraico,
idem.
Desenbo,
João
José
Alves
Xavier
de
Araújo
G»ego,
Dr.
Patrocínio
da
Costa.
Italiano,
idem.
Geometria,
Alferes
Zeferino
Moraes
e
Motta
Mathematica,
Dr.
Patrocínio
da Costa.
Inlroducção,
idem.
Philosophia,
Dr.
Manuel
Messias Men
des
Fragoso.
Geographia
e
Historia,
idem.
Commercio,
João José
Alves
Xavier
d
’
Araujo,
e
Alferes
Zeferino
Moraes
e
Moita.
O
preço
de cada uma d
’
estas
discipli
nas
é
de
1
*
000
reis
por
mez,
á exce-
pção
de
Malhemalica
e
Inlroducção
que
é
de 1
*
500
rs.,
e
a
de
Commercio
que
será
de
2
*
000
rs
Haverá,
além
d
’estas
disciplinas,
aula
de
Canto.
Piano,
Hebeca,
Flauta,
etc.,
de
duas
licçôes
por
semana,
a
200
rs.
por
cada
licção.
Os
alumnos
que
se
matricularem
de
pois
do
mez de
outubro
pagarão,
além
da
quantia
estipulada,
mais
dez
por cento
por
cada
mez
atrazado.
(4369)
Arrematação
A
Meza
da
Santa
Casa
da
Misericórdia
d
’esta cidade
faz
publico, que
no dia
24
do
corrente,
pelas
10 horas
da
manhã,
terá
logar
na
ante-sala
das
sessões
da
mesma
Santa
Casa
a
arrematação
dos
fo
ros,
censos
e
pensões
em
generos
ven
cidos
no
S. Miguel
do
corrente
anno,
pertencentes
á mesma
irmandade
e
ao
Hos-
vital
de
S.
Marcos,
que
administra,
sob
as
condições que
serão
patentes
no
acto
da
arrematação.
Braga
17
de
outubro
de
1876.
O
Provedor,
(4367)
Manuel
Juslino
Marques
Murta.
A
R 55 E
M A
T A Ç
W
No
dia
22
do
corrente
mez
d
’outuhro
pelas
10
horas
da
manhã,
no
tribunal
das
arrematações
judiciaes
no
largo
de
Santo
Agostinho
d
’
esta
cidade
se
tem
de
proceder
á arrematação de
duas moradas
de
casas
designadas
pelos
n.
os
29
e
30,
unidas
uma
a
outra,
sendo
uma
de
dous
andares,
situadas
na
rua
de
S. Vicente
d
’
esta
mesma
com
seu
quintal
e
poço
que
ambas
formam
um
só
prazo
avaliadas
am
bas.
com
abatimento
de
todos
os
encargos,
na
quantia
de 959,5350
rs.
Mais
uma
ou
tra
morada na
referida
rua.
com
suas
per
tenças designada
pelos n.
ts 67
a
67
B,
e
pelo
lado
da
rua
de Santa
Thereza,
outr
’
ora
da
Hispanha,
tem
os n.
cs
9,
10,
II,
12
e 13, com
seu
quintal e
poço,
avaliadas
com
abatimento
de
lodos
os
en
cargos
na
quantia
de
2:397^500
rs. E
bem
assim se
tem
d
’
arrematar
toda
a
mobilia
e
utencilios da
loja,
que
foi
do
fallecido
Sebastião
Ramos Barros
Pereira,
isto
por
força
dos
autos
de
falência. Toda
a
pes
soa
que quizer
arrematar,
póde compare
cer
no
indicado
dia,
hora
e
logar.
Os
administradores,
TEIXEIRA «fe MESQUITA,
levam
ao conhecimento do
publico
que
a
carrei
ra
estabelecida entre Braga
e
a
Povoa
de
Lanhoso,
que
até
aqui
partia d
’esta
ci
dade
ás 3
da
tarde,
fica
partindo
desde
o
dia
20 do
corrente
ás
2,
e
o carro
da
manhã
conlinúa
a sabir
ás
mesmas 6 ho
ras
da
manhã.
Os
bilhetes
vendem-se
no
mesmo
escriptorio
do
bem
conhecido
Ri
beiro Braga
e
na
Povoa
de
Lanhoso
em
casa
do
Pelúcia.
Preços dentro
e
fóra
160
reis.
Braga
17
de
outubro
de
1876.
Pelos
annuncianles=7O7>eíro
Braga.
(4368)
Anlonio
Manuel
Ayres
d’
Oliveira
Bernardo
José Fernandes
Carneiro.
(4358)
Ãõs
ARTÍSTÃK
E
AOS
CAI
XEIROS
Na
rua
do
Carvalhal,
n.°
4,
lecciona-
se
Instrucção
Primaria,
Portuguez
e
Fran
cez,
ás
horas
que
forem
mais
convenien
tes
aos
leccionandas.
CARREIKA
D1ARII
Antonio
Garcia,
de
Villa
Verde,
faz
publico
que
continua
com
sua carreira
diaria
entre
esta
cidade,
Villa
Verde
e
Pico
de
Regalados.
Preços e
horas os
mesmos. O seu
escriptorio
n
’esta
cidade
é
em
casa
do
snr.
Manuel
de
Barros,
La-
toeiro.
Esquina
do
Chãos
de
Baixo
n.°
13.
Villa
Verde
17
de setembro
de
1876.
(4366)
Anlonio
Garcia.
Custodia
de
Faria,
da
freguezia
de
Ruilhe,
declara
para
todos
os
eífeitos
le-
gaes
e
jurídicos,
que
vae
propôr
em
jtiiso
uma
acção
de
separação
contra
seu
mari
do Antonio Martins
da
Costa,
dos
Quin-
laes
de Baixo,
freguezia
de
Tadim;
e poris-
so
previne
a toda
e
qualquer
pessoa que
não
faça
contrato
algum
com
o
dito
seu
marido,
isto
quer
por
leiras,
ou
por
as-
signados
particulares
—
; porquanto
desde
já
declara
que tudo
é
feito
com o
ma
ligno
intento
de
a
fraudar
e
reduzir
á
ultima
miséria
—
e por
isso
nuilo
e
sem
elfeito
algum.
E
para
que
ninguém
alie
gue
ignorância,
se
faz
a
presente
declara
ção
para
prevenir
os
incautos.
Freguezia
de
Ruilhe
10
de
outubro
de
1876.
(4356)
Custodia
de
Faria.
o w
tl
0)
.2
£ g
-2
ASYLO
DE
D.
PEDRO
V.
Não
se
tendo
verificado
a
eleição
do
conselho de Direcção,
no
dia
15
do
cor
rente
por
falta
de
numero
legal
de
bem-
feitores,
fica
a
mesma
transferida
para
o
dia
22
do
mesmo,
como
dispõe
o
§
unico
do
artigo
12 do
estatuto.
Braga
16
de
outubro
de
1876.
O
2.°
Secretario,
(1370)
(R-275)
Gonçalves
Lima.
m
—
t
i
~
j
~
i
nn»T«MiH,
L
i.
II H
mm
Araújo
Ribeiro,
do
campo
de
D.
Luiz
1.°
n.°
1,
taz
publico
que
despediu
os
seus
empregados,
Custodio
Augusto
Duar
te Costa,
e
Álvaro
Augusto
Leite Ribeiro,
e
previne
a
todas
as
pessoas
que
não
se
responsabilisa
por
qualquer
divida
que
os
mesmos
façam.
Braga
1
de
outubro
de
1876.
NOVO
HORÁRIO
Jaquim
Alves Vinagreiro,
leva
ao
co
nhecimento do
respeitável
publico
que
o
seu
carro
que
desta
cidade
sae
para
a
Povoa
de
Lanhoso ás
3
horas
da
tarde,
principia
a sahir
desde
o
dia
15
em dian
te
ás
2
e
chega
á
Povoa
ás
4
da
tarde.
Braga
12
de
outubro
de
1876.
(4357)
Joaquim
Alves
Vinagreiro.
Tendo-se
desencaminhado,
ao
abaixo
assignado,
entre outros
papeis
de
impor
tância
o
bilhete
de passagem
para
o
Rio
de Janeiro
da
Companhia
Franceza,
po-
risso
pede-se
a
quem
o
achasse
de
o en
tregar
em Braga em
casa
dos
snrs.
Al
meida
&
Pereira,
em Caldellas,
ao
Rev.°
Reitor,
em
Villa
Verde
em
casa
do snr.
José
Joaquim
Peixoto,
que
receberão
al-
viçaras.
Pois
as
providencias
já estão
da
das.
Braga
20
de
setembro
de
1876.
Antonio
Pires
da
Costa
Arraes.
(4312)
Retratos baratos — A
1 $000
rs.
a
dúzia.
4-RUA BIOS CAPELIimS-4
(V
ulgo
F
onte
da
C
arcova
)
Theophilo
Santiago,
photographo,
tira
retratos
pelos
systemas
mais
modernos
e
aperfeiçoados,
garantindo
a
perfeição
do
trabalho,
todos
os
dias, das
10
horas
da
manhã
ás
2
da
tarde, mesmo com os
dias
innevoados.
(4343)
Z&.
’
EEO18.A
Aluga-se
a
casa
n.°
48 da rua
dos
Chãos
de
Baixo,
de fronteira
com a
hos
pedaria
hespanhola.
Tem
dois
andares
elle-
gantes
de rica
esquadria,
boa
loja
e
gran
de
armazém.
x
Para
tratar,
na
mesma. (4341)
CIRUHOIÃO MEXTISTA
APPROVADO
PELA ESCOLA MEDICO-CIRURGI-
CA
DO
PORTO
Largo
do
Barão
de
S.
Martinho
n.°
5
BIUGA.
Faz
tudo
quanto
diz
respeito
á
sua
arte
e
continua
operando grátis,
pobres
e
soldados.
(22
AI-IJA8
AUCAUEA®-eASO-3KAS
DAS
PEDRAS.SALGADAS
Empregadas
com o mais
grão successo,
depois
mais de
40 annos por a maior parte
dos
médicos
por
curar
a chlorosis (fluxo
branco)
doança das mancebas
filhas e to
das
as moléstias chloróticas. Eis aqui a
opinião
dos mais eminentes médicos
que as
tem experimentado
:
I
«
Depois 35
annos
que exerço a medicina,
«
tenho reconhocido a este medicamento
«
(Pilulas de Blaud)
vantagems incontesta-
«
veis
sobre todos os outros ferreos e eu
«
o
miro
como o melhor anti-chlorótico. »
D
*
- DOUBLE, ex-présidente
da Academia
de
Medicina.
«De todas
as preparações ferreas que
«
nos
hão dado bons resultados no trata-
« mento das affeições
chloróticas, as
pilu-
«
las de Blaad parece-nos devem estar na
«
primeira fila. » — Diccionario wiiv. de
Medicina,
t.
n,
page 99.
Como
prova
da authenticidado,
nome do
inventor
estâ gravado sobrejwE®!»
7/71
cada
pílula como aqui junto
Depositos: Paris,
8, r.Payenne.^SggP
Em Lisboa,
snr. Barreio, Lorelo n.v
-ò—
0
leciuni
^
ta
,
João
José Vieira
da
Silva,
mudou
o
seu
estabelecimento
de
mercearia,
que
tinha na
rua
Nova
de
Sousa
n."
50,
para
a
mesma
rua
n."
52,
(4362)
Na
rua
do
Anjo
n.°
II
ensiya-se
a
língua
franceza
por
a
quantia
mensal
de
800
reis,
paga
adiantada. (4336)
~AT7ENÇJ<>
Na
rua
de
D.
Peílro V
n.°
37,
ven
dem
se
caixas
propiias
para
deposito
de
azeite.
f
ç4363)
Premiadas
na
Exposição
de
Vienna
em
1873.
Estas
aguas
que
a
analyse
e
experiên
cia
tem mostrado
serem das
primeiras
da
Europa,
aplicam-se
com
vantagem
em
mui
tas
moléstias,
mas
os seus
eífeitos
mais
notáveis
são: nas
moléstias
de
estomago,
bexiga,
ulceras
chronicas
e
moléstias
de
pelle.
A Companhia
só
garante
a pureza
das
aguas
vendidas
nos
seus
depositos,
ou
nos
estabelecimentos
que
se
sortirem
dos
rnestnos.
Deposito
principal
no
Porto—
B. T.
de
Mesquita
Montenegro.
R.
de
D.
Maria
2?
n.°
30.
Braga
—Antonio
Alexandre Pereira Maya.
R.
dos Chãos.
(4324)
Vende-se
um
feiton em bom uso,
e
uma
parelha
de
cavallos
com
os
seus
ar
reios
competentes
lambem
em
bom
es
tado,
fieis
ao
trabalho
e
com todas
as
qualidades
boas;
quem
perlender
comprar
falle
na
rua
de
Sapateiros,
n.°
3.
(4361)
Aluga-se
na
rua
da Ponte
uma
morada de
casas apalaçada,
com
quintal
e
poço
; e
bons
cõmmodos
para
urna
familia.
Quem
perlender
alugal-a
queira
dirigir-
se
á
mesma
rua,
casa
n.°
58
C.
(4309)
Para
o Rio Grande
do
Sul
A
barca
— MINERVA,
■—
sahi-
al
^
tl
Outubro ;
para
car-
ga
e
passageiros
tracla-se
com
Antonio
Luiz
Gomes
Lima, rua
do
Príncipe
n.°
305,
Porto.
(4345)
URA
GA: TYPOGRAPHIA LUSITANA — 1876.
Parte de Comércio do Minho (O)
