comerciominho_19081876_532.xml
- conteúdo
-
i:
ANNO
1876
FOLHA
COMMERCIAL
RELIGIOSA
E NOTICIOSA
NUMERO 532
JE®
SUJES
BE
Ãsáigna-see vende-se
no
escriptorio do
editor
e
proprietário
Joti
Marra
Dias
da
Costa, rua
Nova
n.
’
3
E,
para
onde
deve
»er
dirigida
toda
a
correspondência franca
de
porte.
=
As
assi-
gnaturas
são
pagas adiantadas;
assim
como as
correspondên
cias de
Interesse particular.
Folha
avuiso
10
rs.
ÂS
TERÇAS,
QUINTAS
E
SABBADOS.
P
reços
:
Braga, annoljgOOO rs.^Semestre 850
rs.^ZYom-
cias,
anno
2&000
rs
e
sendo duas 3^600
rs.—
Semestre
lS05ti
rs.=ó
’
rasi/,
anno
3&600
rs.
—
Semestre
1&900
rs.
moeda
forte,
ou 8&000
reis
e
4^500
reis
moeda fraca.—
Annuncios
por linha
20
rs.,
repetição
10
rs.
Para
os
assignantes
20
®/
0
d
’
abatimento.
S^àeÊíãi
BKAG.A-SABIHDO
19
DE
AGOSTO
Reappareceu
de
novo
no Porto
a
crise
bancaria,
que ha
tres
mezes
ainda tanto
pânico causára
n'aquella praça.
Era
previsto
que assim
aconteceria,
porque
o
mal
não
estava
extinclo,
como
muitos
julgaram,
mas apenas
aitenuado.
As
medidas
que
em maio
ultimo
fo
ram
tomadas
para remover
o perigo
que
a
todos
pareceu
imrninente,
não
passaram
de
paliativos
de
momento,
sem
que»
de
fôrma
alguma
altiogissem
ás
causas
da
crise, que por
isso
mesmo
ficou
subsis
tindo,
apesar de latente.
Não se
debellaram
essas
causas
e con
sequentemente
os
seus
efleitos
haviam
de
reapparecer
cedo
ou
tarde.
Verdade
é
que
nem
todas
ellas
são
de
naturesa a
poderem
ser
removidas
de
promplo;
mas
ainda
assim
quem
duvida
que
muito
se
poderia
ter
feito
no
sentido
de
eviiar
futuros
desastres,
se
por
ventura
a
crise
passada
houvesse
despertado
algum
empenho
em
quem
póde
fazer
alguma
coisa
?
Um
nosso
collega
do
Porto,
n
’
um
substancioso
artigo
sobre
o
assumpto,
enu
mera
entre
as
causas
productoras
da crise
as
seguintes
que
segundo
o
nosso
enten
der
são
na
verdade
as
que
de
longe
tem
vindo
preparando o
estado
em
que
nos
achamos.
«São ellas,
diz
o
Primeiro
de
Janeiro,
o
luxo
immoderado
e
imprudente;
uma
certa
sornma
de
necessidades, hoje
impe
riosas,
que hontem
nem
sequer
nos
lem
bravam;
certo
prurido
de enriquecer
de
pressa
e
com
pouco trabalho;
a
tendencia
para
a
agiotagem,
para
o
espirito
de te
merárias empresas,
para
abandonar
o
ve
lho
caminho
da
economia,
do
trabalho
modesto
mas
persistente,
e
do
contenta
mento
da
honrada
profissão
que
se
exerce
em
inleiresa
e
consciência».
Realmente
são
estes
males de
gravida
de,
e
ninguém
póle
duvidar
um
momento
do
muito
que
hão
concorrido
para
a
ruina
do
credito
conímercial,
que
agora se
ma
nifesta.
Mas
estas
causas
são
em
si
já
uma
consequência,
de
ha
muito
prevista
pelos
que
pensam rnaduratnente,
e
que
agora
apenas
surge
como
um
aviso,
ainda
salu
tar,
do
tremendo
futuro
que
nos
aguarda,
se
por ventura
não
meios
para
o prevenir.
A sociedade,
voltando
as costas
ao
Christo,
deixou-se
impregnar
de
seosualis-
mo,
que
lhe
trouxe
o
luxo,
o
egoismo,
a
ambição,
em
sutnma
todos
os
vicios
que
a
vão
minando
e destruindo
nos
seus
diflerentes
modos
de
ser.
Portugal
foi
lambem
airastado
por
este
delino,
e
os
resultados
começam
agora a
apparecer.
luvenlou-se
uma
sciencia
com
que se
procurou
combater o
reinado
social
do
Christianismo
E
como de
ordinário
acontece
sermos
punidos
pelos
mesmos meios,
por
onde
peccamos,
eis
que
a
tal
sciencia
se
de
clara
impotente
para remover
os
males,
semeados
peias
suas
próprias theorias.
Não
faltará
talvez
quem
julgue, que
estas considerações
não vem
ao
caso, tal
vez.
No
momento
em
que se pede, o
qne
se
deseja
é
simplesmente
um
remedio
que
atalhe
de
prompto
o
mal.
Pois
bem;
venha
e>se remedio,
mas
o
mal
subsistirá;
e
cedo ou tarde,
pelo
ca
minho
que
tomamos,
elle
reapparecerá
de
novo,
porque
os
germens
lá
ficam,
para
um
dia
reproduzirem
nov.os
fructos.
Em
quanto
que subsistirem
as
mesmas
causas,
é
natural,
forçoso
até,
se
lhe si
gam
os mesmos
efleitos.
-------------------------------------------
O
Ktftnaeo do .VKiiiho.
Vae
acalmando,
felizmente,
o
pânico
que
ha
alguns
dias
impera
nesta
cidade,
e
que a
lautos ha
trazido
sobresaltados.
O
Banco
do
Mmho,
o
primeiro
e
mais
antigo
estabelecimento
bancario
das
provín
cias,
tem
arrostado
incólume
a
actual
crise,
satisfazendo
plenissimameme
os
seus
com
promissos,
a
ponto
de que,
algumas
pes
soas
que
d
’
elle tinham
levantado numera-
no,
voltaram
a
tíeposital-o
n'aquelle
banco.
Podemos
afiançar que
o
Banco do
Mi
nho
está
habilitado
para
pagar
qualquer
credito
aos
credores
qoe
o exijam:
alem
d
’
isso
vimos
vários
cavalheiros,
entre
os
quaes
citaremos o
snr.
Manoel
Joaquim
de Faria,
um
dos
maiores
capitalistas
da
província,
os
quaes
se
apresentaram
n
’a-
quelle
banco,
oflerecendo
os
seus
fundos
e
as
suas
próprias
firmas
para auxiliar a
gerencia
no
levantamento
de
quaesquer
se
empregarem
osporamas.
no
caso
de
por ella
não
pode
rem
ser
satisfeitas
de
prompto.
E’
d
’
esperar que
os
depositantes
e
portadores de
notas
se
convençam
de'que
o
alarme
levantado
por alguns impruden
tes
e nimiamente
meticulosos
não
tem
fundamento
rasoavel.
-
—- -------
A
Hentinelln.
Visitamos
o
museu
Bourbon
em Nápo
les.
Entrando na sala
n.°
2,
o
nosso
bra
ço
esquerdo
tocou
por
acaso
uma
armadu
ra completa callocada
perto
da
poria.
Ou
viram-se
sons,
simiihanles
ao choque ue
um
corpo
rigido
sobre
o
metal.
Suprehen-
dido
e
procurando
cornprehender,
nossos
companheiros
pararam,
olhos
fitos
so
bre
a
armadura:
ella não
era
digna
d
’
at-
tenção,
apezar
da sua antiguidade. Gros
seira
e sem
ornamentos,
devia
ter perten
cido
a
um
simples soldado.
O
capacete
era
similhanle
áquelles
que
os
nossos
por
ta
machados
ou sapadores
do
corpo de
engenheiros
chamam
spucaro na
cabeça»
e
de
que
se
servem
nos
sítios.
O ferro
da
lança
descançava perto
do
horabro
mas
o
pau
não
existia:
apenas
havia
um
peJaço
enegrecido.
Um
napolitano
chegou-se
para
nós
e
disse:
«E
’
a
sentinella
de
Potnpeia.»
Es
tas
palavras
excitaram a
nossa
curiosida
de.
De
pergunta
em
pergunta chegamos
a
saber
o
que
vou contar.
Na
armadura
do
museu Bourbon
acha-
se
ainda
o
esqueleto do
soldado
que
estava
de
sentinella
diante
da
casa
da
guarda,
em
79
da
era
christã.
Ha
desoito
sécu
los
que
este
homem
está
fechado
dentro
d
’
esle
ferro.
Ao
menor
choque
os
ossos
do
esqueleto
batem,
agitando
se,
no
enve-
loppe
matalico;
este
arruido
secco
foi
a
causa de
termos parado.
Depois
de
ter
considerado
esta
arma
dura, pensamos
no
soldado
que
ella
en
cerrava.
Elle
linha certamente
nascido
tta
Cam-
pania.
Guerreiro
de
Tilo,
estava
de
guar
nição
em
Pooapeia.
A
sua
morte
é
um
testemunho
da
sua
bravura
e
do
seu
res
peito
pela disciplina.
Alguns
annos
antes
do
seu
fim
trági
co,
elle
devia
ter assistido
ao
tremor
de
terra de
que
Seneca
nos
deixou
a
dis-
ctipção
[de
Qucest.
nat., liv. VI,
chap.
Prompeia,
em
volta
da qual as
cos
tas
de
Sorrenlo
e
das
Stabias
por
um
lado
e
a
praia
de
Herculanum
do
outro
formam
um
golfo
risonho,
foi
destruída
por
um
tremor
de
terra
qne
teve
legar
no
inverno.
Foi
a
5
de
fevereiro,
sob
o
consulado de
Regulus
e
de
Virginius,
que
a
Campania
foi
devastada
por
este
violento
abalo
de terra.
Os
pompeianos
aterrados
abandonaram
a
sua cidade
e
retirqraro
a
guarnição;
roas
alguns annos depois
para
alli
voltaram,
e
fizeram
sahir
uma
cidade
nova
das
ruinas
da
antiga.
Este
pobre
soldado
tinha certamente
tornado
paia
Pompeia
havia
pouco
tempo,
quando
foi coilocado
de
sentinella
a 23
de
novembro
de
79, anno
primeiro
do im
pério
do
Tito.
O
tempo
estava
magnifico,
o
sol
inun
dava
a
cidade,
e
os
habitantes
felizes
e
Iranqutllos
occupavam-se
dos
seus
negocios
e
dos
seus prazeres.
O
soldado
estava na
sua
guarita
olhan
do
ao
redor de
si
com esta
negligencia
que
tão
bem
conhecem
as sentinelias.
Por
uma
hora
depois
do
rueto
dia,
o
Vesuvm fez ouvir
de
repente
terríveis
rou
cos.
Torrentes
de
cbaramas
e
enormes
pe
dras
se
precipitaram
sobre
os
campos;
montanhas
de cinzas
e pedras
ioflamma-
das
sepultaram
em
alguns
instantes
Sla-
bias,
Oplonlo,
Retina,
Herculanum
e
Pom
peia.
O
dia
tinha
desapparecido,
a
monta
nha
fazia
ouvir
horríveis bramidos, a
ter
ra tremia
e
os
habitantes
honorisados
fu
giam
de
todas
as
partes.
Plinio,
que
comtnandava
a
esquadra
em
Messina,
coneu
a
Retina
para
socor
rer
os
soldados que
alli
estavam de guar
nição.
Mas,
repellido
pelo
flagello,
cada
vèz
mais
terrível,
abordou
a
Siabias. En
trou
na
casa
de
seu
ami^o
Pomponiano,
tomou
o
banho,
ceou
tranquillamente,
de
pois
entregou-se
ao
somnu.
Com
tudo
o
tempo
urgia,
em
volta
da
casa
tu
lo
se
enchia
de
cinzas,
e
as
paredes
oscillavam.
Pomponiano
acordou Plinio,
e
ambos
se
guiram
a
multidão
que
fugia
para
a
praia.
Mas
o
nnr
estava
por
tal
maneira
agita
do
que
foi
impossível
embarcar.
Então
corre<am
para
o
campo.
Plinio
pediu agua
fria
e
bebeu
dous
copos Uma
nuvem
de
enxofre,
percursora
das
chamrnas,
envol
veu
o
desgraçado;
levou
as
mãos
á
cara
e
cahiu
morto.
Este final
é
contado
d’
outro
modo
pe-
F©
SE1T
ffl
.w
HISTOKIA a>’UM KESCOxVSSECÍ»®
V
[Continuação]
O
fim
d
’
uma
vida
alegre.
Depois
de
acompanharem
o
cura
até
á
porta,
Jacques
e Mathurin
tiveram
a
curio
sidade
de
olhar
na
direcção
da
casa
do thio
Lajoie,
que se
achava
a
alguns
cem
me
tros d’
alli.
N
’
aquelle
momento,
a
criada
do
velho
rendeiro
sabia
muito
sobresaltada
da
casa,
e
corria
na
direcção
da
casa
do
medico.
Pouco
depois,
descobriram
no
limiar
da
porta
o
obreiro
Baplista,
que
parecia
es
perar
com
impaciência
a
vinda
d
’alguem,
e
viram
entrar
duas
ou
tres
pessoas
que
a
esta
distancia
lhes
era
diflicil
reconhecer,
—porque
começava
a
anoitecer
mui
sensi
velmente,
—
e
que,
além
d
’isso,
não
lhes
pareceram
pertencer
á aldeia.
—
Ha
ahi
alguma
coisa
de singular,
disse
Jacques.
—
Sem
duvida
o
thio
Lajoie
está
mais
doente,
disse
Mathurin.
E
’
certo
que
a
sua
«iada
se
dirige
para
casa
do
medico.
Ba
plista,
que
é
o
seu
mais proximo
herdei
ro,
como
é
seu
sobrinho,
espera
pelo
grão.
Mas
desejaria
saber
quem
entrou
para
sua
casa.
—
Parece-me
que
não
são
d
’
aqui.
—
Serão
esses
Solidários
de que
o
snr.
cura
nos acaba de
fallar
?
—
Quem sabe?!
—
Sim, Jacques, são
Solidários;
que
vieram
acompanhar
Baptista.
Julgo
qne
isto
não
corre
bem para
esse
pobre
Lajoie.
—
Eis
ahi
o
doutor
Tirsang
que
vem
a
toda
a
pressa.
Oh
1 sempre
ha
alguma
coisa.
—Se
informássemos
o
snr.
cura
do
que
se
passa,
Mathurin.
—
Mas
bem
sabes
que
acabam
de
o
des
pedir
para
sempre.
E
’
verdade,
disse
Mathurin
trislemen-
te;
comtudo
é
custoso deixar morrer
um
christão
sem
a
assistência
d
’
um
cura.
—Que
queres?
Se
é
vontade
do
thio
Lajoie,
é
livre,
e demais
entre
nós
não
se
está
certo
do
que
depois
succede.
—
E
’
justamente
porque
se
não
está
que
não
seria
mau
tomar
as
suas
precauções.
—
Oh
!
oh
!
Deus
é
bom
;
não
se
resol
verá
a
fazer soffrer
um excellente
homem
que
tanto
fez
rir
os
outros.
—
Não,
seriamente,
Jacques
não acre
dito
que
seja
a
proposito
zombar
em
si
milhanle
circumstancia.
O thio
Lajoie
zombou
do
bom
Deus
durante toda
a sua
vida;
não
matou
nem
roubou,
que
eu
saiba,
pelo
menos,
mas
deu
muitos
maus
exemplos
e
temo
bastante
que
nem
sem
pre
proporcionaria
a
paz
nas
famílias
com
as
bonitas
lições
que
dava aos
mancebos
e
as
aventuras
de
que se
gabava
em
casa
do
snr.
Poussabore. Ves,
se
eu
vivesse
como
o
thio
Lajoie.
não
gostaria
de
mor
rer
sem
pôr
em
ordem
os
negocios
da mi
nha consciência.
—
Ah!
Mathurin,
falias
como
os
que
vão
á
missa
todos
os
domingos.
—
Declaro-te
Jacques,
que
ha
uma
ho
ra,
sinto-me
bastante
convertido
;
Baptis-
la,
Saitout,
Tirsang, que
fallaram
d’um
modo tão
diverso,
acabaram
por
me
faze
rem
acreditar
que
o snr. cura
poderia
ter
razão.
Que
queres
Jacques
?
E
’
verdade
que
não uso
muito
da
religião,
mas,
quanto
ao
essencial,
reconheço
que
a
religião é
uma
boa cousa.
—
Bom!
vaes
bem.
Continuando
assim,
morrerás
nos
hábitos
d’um
capuchinho.
—
Sempre
gracejas,
Jacques;
mas,
na
verdade,
não
é
azado
o momento
para
gra
ças.
No
receio
do
que
poderá
vir
a
acon
tecer,
vou
prevenir
o
snr. cura.
Mathurin
Jpartiu,
e
Jacques
dirigtu-se
para
a
sua
casa,
rindo
do
que
chamava
a
beatice
do seu antigo
companheiro,
mas
menos
alegre
que
do
costume.
Alguns
minutos
mais
tarde,
o
bom
cura
repassava
preçipitadamente
deante
das
mo
destas
casas
de
Jacques
e
Mathurin,
e
ia
jater
á
porta
do
pobre
Lagoie.
O
obreiro
Baplista
veio
a
esle
apello.
—
Sois
vós,
snr.
cura?
—
Sim
Baptista,
sou
eu.
Como
vae
o
nosso
caro
doente
?
—
Muito
inai,
snr. cura.
—
Posso
vel-o?
—
E
impossível.
O
snr.
Tirsang
está
cá;
prohibiu
que alguém
lhe fallasse,
por
que
a
menor commoção
poderia
matal-o.
—
Então
está
muito
mal?
—
Assim,
assim...
—
Deixae-m’
o
vêr
por
um
momento.
Irei
com
prudência.
Mandou-me
chamar
esta
manhã;
pedia-me
que
voltasse á tar
de;
a
minha
vista,
como
vêdes,
não
po
derá
surprehendel-o.
—E’
inútil
snr.
cura;
ha prohibição
do
medico.
(Continua)
los professores,
qoe
não
veem
em
Plinio
senão
o
naturalista,
e que
o
fazem morrer,
observando
o
fenomeno
sobre
a
borda
da
cratera.
Elle
morreu
querendo
salvar
os
seus
soldados.
Plinio
Novo,
sobrinho
e
filho
adopti-
vo
d
aqueile
de
quem
acabamos
de foliar,
stava
em
Messina.
Elle
pintou
a
catas-
e
rofe
d
’
um
molo
surprehendente.
Ha d
’
el-
l
e
duas
grandes
carias
dirigidas
a
Tácito.
,'Epit.
16,
e 20,
liv,
6.)
'■
Recordamos
uma d
’
estas cartas
para
provar o
horror
da
situação
e
fazer
real
çar
a
dedicação
do
nosso
soldado:
«A
nuvem
precipita-se
sobre
a terra,
envolve
o
mar,
occulta
a
nossos
olhos
a
ilha
de
Caprera que
ella
cerca
e
faz-nos
perder
de
vista
o
promontorio
de Messi-
<ia.
M
nlia
mãe supplica-me, ordena-me
que
procure
um
meio para
me salvar.
Ella
me
demonstra
que
isso
é
facil
na
minha idade;
mas
que
ella,
pelo
contra
rio, sobrecarregada
d
’
annos
e
pela sua
corpulência, não poderia seguir-me;
que
eila
morreria
contente,
se
não
fosse
a
causa
da
minha morte
Eu
declarei-lhe
que
não
havia
para
mim
salvação
senão
com
ella;
peguei-lhe
pela
mão,
e
obriguei-a
a
acompanhar-me.
Ella
cedeu
com
pezar,
aííligindo
se por me
retardar.
«Ja
a
cinza principiava
a
cahir
sobre
nós
ainda
que
em pequena quantidade.
Voltei
a
cabeça
e
vi
por
detraz
de
mim
um
fumo espesso
que
nos
seguia,
espa
lhando-se
sobre
a
terra
como
uma
torren
te.
Ernquanto
ainda
se
via,
gritei a
mi
nha
mãe:
Deixemos
a
estra
la,
a
multidão
opprime-nos.
Apenas
nos
tínhamos
desvia
do
é
que as
trevas
segmentaram
a
um
ta!
ponto
que
se
poderia
julgar
estarmos
n
’uma d
’
estas
noites
escuras
e
sem
luar,
ou
em
um
quarto
ás
escuras.
Só
se
ou
viam
lamentações
das
mulheres,
os ge
midos dos
meninos,
e
os
gritos
dos
ho
mens.
Um
chamava
por
seu
pae, o
ou
tro
por
seu
filho,
ou pot
sua
mulher:
não
se reconheciam
senão
pela
voz.
Ha
via-os
a
quem
o
medo
da
morte
fazia
invocar a
mesma
morte.
Uns
imploravam
o
soccorro
de
Deus;
outros
criam que
o
não
havia
e
consideravam
esta
noite
co
mo a
ultima,
como
a
noite
eterna
que
devia
engolir
o
universo!...
e
eu. conso-
lava-me
de
morrer
exclamando:
o
universo
morre
r»
A
erupção
durou
tres
dias.
Dion
Cas-
sitis conta
que
os
espíritos
espavo<idos
julgavam
vêr
gigantes
agitar-se no
cahos,
com
os
olhos erguidos
para
o
ceu, que
se
parecia
como
sombrio
veo
da
morte;
os
homens
pallidos
e
trémulos
imaginavam
que
uma immensa
mortalha
embrulhava o
cadaver
do mundo.
As
cinzas
foram
levadas
pela
tempesta
de
até
ao
Egyijto
e
a
Syria.
Todas
as
cidades desappareceram.
Casa, que tinha
devastado
Spartacus;
Veseris,
testemunha
da
dedicação
de
Dicius,
ficaram
sendo
um
montão
de
ruinas
informes.
Comludo
quasi
todos
os
habitantes
de
Pompeia
chegaram a
fugir
da
cidade,
pois
que
as
escavações
só teem
feito
descobrir
um pequeno
numero
de esqueletos.
Só
o
quartel
dos
soldados
não foi
abandonado.
O
poder
da
disciplina
roma
na
tinha
relido
os
homens
da
guarda
em
seu
posto.
A
sentmella
estava
em
pé
na
soa
guarita,
encostada
á
lança.
Quizemos
visitar
este
posto
dos
soldados
d’
outro
tempo,
que
deram uma
tão
gran
de
lição
aos
soldados
dos
nossos
dias.
O
quartel
dos
soldados
foi
desentulha
do
em
1794.
Apresenta
um
recinto
des
coberto,
um
jardim
occupa
o
centro.
Es
te
recinto
está
cercado
de porticos e
fe
chado
por
uma
serie
de
quartos
ao
rez
do
chão.
As
columnas
são
doricas,
can-
neladas
do
meio
para
cima,
pintadas
de
vemelho
e
pouca
aperfeiçoadas.
As
pare
des
e
as
columnas
estão
cobertas
de ins-
cripções
populares,
de
nomes
proprios,
de
maus
desenhos representando
gladiado
res,
soldados,
navios,
e
meninos.
Estes
desenhos,
feitos por
soldados
de
marinha
(classiarii)
que
estavam de
guarnição
em
Pompeia,
pareciam-se,
se
me
não
engano,
com
estas
figuras
infanlinas
que
apresen
tam
as
paredes
dos
nossos
collegios,
das
nossas
praças
publicas
e
dos
nossos
cor
pos
da
guarda.
,
Em
um
dos
quartos,
que
era
a
pri
são,
descobriram
se
quatro
esqueletos
cu-
jis
pernas
estavam
apertadas
em
uma
grande
machina
de
ferro.
A
esquerda,
era
o
quarto
do
centurião,
chefe
dos solda
dos;
elle
não
os
quiz
abandonar. Perto
do
esqueleto
do
centurião
appareceram
duas
tigelas
e
uma
salvazinha
de
prata.
Diante
da
porta
estava
o
esqueleto
do
cavallo ricamente
apparelhado.
Teria
sido
facil
ao
centurião fugir
a
cavallo,
mas
elle
perferiu
morrer
com
os
seus
solda
dos
conservando-se
no
posto
da
guar
da.
Ao
redor
da
porta
poderam
contar-se
37
esqueletos
de
soldados,
reconhecidos
pelas
suas
armaduras.
Os
seus
quartos
encerravam
um
grande numero
d
’
armas
que
compõem
agora
um trofeu
no
mu
seu
real
de
Nápoles.
Notam-se
uma
corne
ta
de
cobre,
seis
flautas
de
marfim e
ura
capacete
era
que
está
gravada
a
ruiria
da Troia. Este centurião e
soldados
te
riam
podido
fugir
como
os
habitantes
por
que
d
’estes
últimos
não
se
contaram
na
cidade,
é de
notar,
senão
170 mor
tos.
Um
grande
numero
morreu
nos cam
pos.
A
guarnição compunha-se de 50
ho
mens
ao
mais,
o
resto
da
tropa
occupa-
va
as
cidades
visinhas: Stabias,
Hercula-
num, Retina,
Oplonte,
Tegianom,
Tau-
rania.
A
sentinella
vigiava
na
sua
guarita,
aonde
ficou
desde
o
dia
23
de
novembro
de
70
até
20
de
ab'il
de 1794.
Ejutão,
sempre
na
sua
armadura,
este
soldado
foi
posto
perto da porta
do mu
seu
Bourbon.
Se
os
soldados
napolitanos
do
nosso
tempo
tivessem
berdado as
vir
tudes
de
seus paes,
Garibaldi não
se
te
ria
apoderado
de
Nápoles
com
4
homens
e
um
cabo
de
esquadra.
As ruínas
de
Palmyra,
de Babylonia,
de
Roma
e
d
’
Athenas
detem
os
nossos
passos
e fazem-nos meditar.
Ora
pois,
esta
armadura
grosseira,
que
serve
de tu
mulo
a
este
soldado
desconhecido,
mer
gulha-nos
n’
oma
meditação
ainda
mais
pro
funda.
Não
é
o
tempo
qoe
calca
aos pés
os
impérios
e
uos
mostra
a nossa
fragi
lidade;
é
um
homem
simples
sem
duvida,
estranho á
filosofia,
desconhecido
do
mun
do,
e
que,
por
dever,
conservou
o
seu
lugar
em
presença
da
morte.
Se o
paga
nismo
pode
produzir
um
tal
fenomeno,
que milagres
não
produziria
o chrisuanis-
tno
inspirando
a
disciplina militar
e
es
clarecendo-a
com raios
divinos ?
A
’ sombra
da
cruz,
os
nossos
exér
citos
seriam
invencíveis!
/
Univers.]
General
Anibert.
GAZETILHA
Rogsa Senhora
<ln Piedade.—
Eaz-se
ámanhã
na
capella
de
Gtiadalupe
a
festividade
de
N.
Senhora
da
Piedade.
Chuva.—
Na
madrugada de
ante-hon-
tem
caiu
sobre esta cidade
ura
fortíssimo
pé
d
’
agua.
Hontem
de manhã
continuou
a
chover
abundantemente,
o
que
traz
satisfeitos a
lodos, que
teceiavamos
as
tristes
conse
quências
da
demorada
estiagem
que
tem
havido.
Louvemos
a
Deus.
Sovena
-
-Começou
hontem
nos
Re
medios
a
novena do
Puríssimo
Coração
de
Maria.
A
crise.—A
assembleia geral
do Ban
co
Commercial
desta
cidade
reune
no dia
21,
segunda
feira,
afim
de
resolver
o
que
fur
conveniente
aos
interesses
d
’aque!le
estabelecimento.
Foram
na
quinta-feira
apresentadas
em
sessão
do
Tribunal
do
Cornmercio
da
ci
dade
do Porto
as
moratórias
requeridas
pelo
Banco
do
Porto,
e
Carmo,
Sobrinho
à C.a
O
tribunal
tomando das
mesmas
conhe
cimento
nomeou
para
juiz
cotnmissario
da
moratoria
requerida
pelo
Banco
do
Porto,
o
jurado
commercial,
o snr.
Augusto
Cé
sar
Ribeiro
da
Fonte,
e
para
credores
fis-
caes,
os
snrs.
João
do
Rio
Júnior
e
José
de
Sousa
Machado;
e
para
juiz
commissa-
rio
da
moratoria
requerida
por
Carmo,
So
brinho
&
C.a.
o jurado commercial,
o
snr.
José
Pereira
Cardoso
Júnior,
e
para
cre
dores
fiscaes
os
snrs.
Domingos
Josè
dos
Santos
Lage e Sebastião
José
Vasques.
Ante-honlem
reuniu
a
assembleia
geral
do
Banco
do
Porto,
sob
a
presidência
do
snr. Adriano
Machado,
servindo
de
se
cretários
os snrs.
Rodrigues
de
Freitas
e
Carlos
Augusto
Paes.
O
snr.
presidente
expoz
em
breves
palavras
o
motivo
da
reunião
que
cons
tava
das
cartas
convocatórias
e
declarou
que a
coberto
da
lei
podia
hoje
a
assem
bleia
discutir
placidamente
os
seus
inte
resses
sem
receio
algum,
porque
a mora
toria
requerida
impedia qualquer
procedi
mento
que pozesse
em
risco
a
abertura
da
fallencia
ao
mesmo banco.
Depois
de
acalorada
discussão,
resolveu-
se,
sob
proposta
do snr.
Ferreira
Mou-
tinho,
notnear
uma
commissão
especial
para
fiscalisar
os negocios
do
Banco,
até
que
em
nova
reunião,
prestes
a
convocar-
se, seja
eleito
o corpo
gerente.
A
com-
mis-ão
ficou
composta
dos
snrs.:
Lourenço
da
Silva
Pereira
de
Magalhães,
José Gas
par
da
Graça
e
Antonio
José
Peixoto
(POliveira.
Sociedade Democrática Recrea
tiva.—
Procedeu-se
ha
dias
á eleição
dos
cavalheiros
que
tem
de
assumir
os
difife-
rentes
cargos
n
’aquella
sociedade,
ficando
eleitos
os
seguintes:
—
para
presidente
da
assembleia
geral
Fernando Castiço,
vice-
presidente
Antonio
José
Gonçalves
Braga,
secretários
Manoel
Iguacio
d
’
01iveira
Braga
e
Manoel
Bento
de
Carvalho.
Para
directores
—
presidente
Bento
Lou
renço
da
Conceição,
vice-presidente
José
Pinto
Barbosa,
l.°
secretario
João
Baptis-
ta
d
’Araujo
Pereira,
2.°
secretario
João
Lopes
de Sequeira,
thesoureiro
Francisco
José
Pinho:
directores
José
Ferreira
Airo
sa,
Antonio
José
Pereira
Mattos,
José
An
tonio
Alves
Pereira,
Francisco
Alves
Pi
nheiro,
José
Vicente
Alvares
Moita,
Ma
noel
Gonçalves R
Sobrinho,
Antonio Gon
çalves
Moutinho,
Francisco
José
de Frei
tas
Braga, Antonio
J.
Alves
Vieira,
Pedro
J.
Pereira,
Manoel
J.
G.
da
Rocha
e Joa
quim
Ferreira
Barboza.
Para
membros do
concelho
Fiscal,
os
snrs.
Ignacm
de
Barros L'ma,
José
Maria
Gomes Bello
e Manoel
José
Fernandes
Pe
reira.
Serviço do exercito.—
Por
despa
chos
do
Supremo
Tribunal
Administrativo
publicado
no «Diário
do Governos de
14
do
corrente,
foram
declarados
sujeitos
ao
serviço
do
exercito,
entre outros,
ou
man
cebos
pertencentes
aos
seguintes
concelhos
desta
província:
Districto
de
Vianna
do
Castello—Con
celho
de
Ponte
do
Lima:
Francisco,
filho
de
Pedro
José
da
Gama, da freguezia de
Brandara.
João,
filho de
João
Francisco
de
Assis,
da
freguezia
de
Cepôes.
Domin
gos.
filho
de
Francisco
Rodrigues
Antunes,
da freguezia
de
Refoms.
Concelho
de
Villa
Nova da
Cerveira
—
Francisco,
filho
de
João
Manoel
Gon
çalves, da
freguezia
de
Covas.
Maximino,
exposto,
da
freguzia de
Sandiães.
Concelho
dos
Arcos
de
Valle
de
Vez
—
Francisco,
filho
de
Manoel
José de Araú
jo,
da
freguezia
de
Cendufe.
Antonio,
fi
lho de
Antonio
José de
Amorim,
da
fre
guezia
de Miranda.
José,
filho
de Manoel
José
Antunes,
da
freguezia
de
Prozello.
José
filho
de
Antonio
de
Araújo,
da
fre
guezia
de Rio Frio.
Concelho
de
Ponte
da Barca
—
Antonio,
filho
de Manoel
José
de
Amorim,
da
fre
guezia
de
Bravães.
Domingos,
filho
de
João
da
Costa,
da
f<egueizia
de
Villa Ver
de.
Concelho
de
Vianna
de
Castello—Fran
cisco, filho
de
José
Esteves
Rocha,
da
freguezia
do
Montaria.
José,
filho
de
Ma
noel
Martins
Santo
Amaro,
da
freguezia
de
Nogueira.
Antonio,
filho de
Maria
Ro-
za,
da
freguezia
de
Serreleis.
Por
despachos do mesmo
Supremo
Tri
bunal,
ficaram
isemptos
do
serviço
do
ex
ercito,
entre
outros,
os
mancebos
perten
centes
aos
seguintes
concelhos:
Districto
de Vianna
do
Castello
—
Con
celho
de
Ponte
da
Barca:
Antonio,
filho
de
Francisco
Joaquim
Alves
da
Luz,
da
freguezia
de
Britello.
Concelho
de
Villa
Nova
da
Cerveira:
Antonio,
filho
de
Jacintho
de
Miranda,
da
freguezia
de
Menlrestido.
Notieias
tlieatraes.—
A
companhia
dramalica
da
insigne
actriz
Emilia
Ade
laide,
vem
dar
ao
theatro
de
S. Geraldo
duas
recitas, a
primeira
das quaes
se
effectoará
hoje
com
o
drama Claudia.
A’
manhã
sobe
á
scena
o
drama
To
cadora
de
harpa,
vertido
pelo
snr.
E.
Biester.
Tnniulog de Senta
Cruz «le
Coimbra.
—
Consta
ao
«Tiibuno
Popular»
que
o digno
director das
ob
as
publicas
dera
ordem
para
que
se
proceda
aos
re
paros
necessários
nos
tumulos
de
D. Af-
lonso
Henriques
e
de
D.
Sancho
I,
duas
obras
primas
que
ornamentam
a
capella
mór
do
magestoso
templo
de
Santa Cruz,
e
que
o
tempo
e a falta
de
cuidado
dei
xaram deteriorar
em
parte.
Ineendios
em tisboa.—
De
terça
para
quarta-feira
houve
nada
menos
de
7
pequenos
fogos
em
Lisboa.
Os
prejuisos
são
avaliados entre
um
e
dois
contos de
reis.
Malta de ratoneiros.—
Refere
um
nosso collega
vimaranense
que na
fregue
zia
de
Guardizella
e
outras visinhas
existe
uma malta
de
larapios,
talvez
em
numero
de
18,
que
alrevidamente
noite
e
dia
in
festa
os
caminhos,
e
assalta
as
casas
me
nos
prevenidas,
pondo
em continuado
sus
to
aquelles
povos.
Em
S.
Pedro d’
Azurez, também
se diz
haverem assaltado
uma
casa de
lavrado
res
á
luz
do
dia,
aproveitando
a
occasião
em
que
os
donos
se
distanciaram
para
os
seus mistéres.
A
duração
das noites—A
dura
ção
das
noites na maior
parte
dos
pontos
do
globo,
desde
o
Equador
até
á
ilha
de
Melville, é a
seguinte:
Em
Hespanha
a noite
mais
comprida
é
de
13
horas, a
mais
curta
de 8
Em
Cayeoa e
Pondichery,
a
mais
com
prida
é
de
12;
em
8.
Domingos,
13;
em
Isfan de
14;
em
Paris,
Dijon
e
Carcaso-
na,
de 13;
em
Arras
e
Dublin
de
16;
em
Copenhague
e Riga,
17;
em
Slockol-
mo
de
18;
em
Droemtem
e
Noruega
de
20;
em
Ulea
e
Bothuia
de
21;
em
Bor-
neo
de
22;
em Eucatikiles, a ausência
do
sol
dura
consecutivamente
32
dias,
no
cabo
Norte,
47.
em
Wordhems,
66.
Na
ilha
de Melville
falta o
sol
totalmente
durante
102
dias.
IjíHta
euriosa.—
Lêmos
na «Corres
pondência
de
PortugaG:
E
’
realmente
admiravel
o
numero
de
estudantes
que frequentam
as
vinte
uni
versidades
da Allemanha.
Eis
uma
curiosa
lista
que
tiramos
de
um
jornal
francez,
com
relação
ao
ultimo
anno
lectivo:
Universidade
de
Strasbourg
720
estu
dantes.
Berlim 1824.
Bona
724.
Breslau 1087.
Fribourg 341.
Goettingen
991.
Graiz
930.
Halle
989.
Heidelberg
53í.
lena
442.
Innsprock
633.
Kiel
199.
Koenigsberg
623.
Leipzig
2947.
Marbourg
409.
Munich
1145.
Munsler
472.
Praga
1844.
Tubingen
827.
Vienna 3228.
Total
dos estudantes
que
frequentas
as
vinte
universidades
20909.
Victima
do raio.—
Era
Bragança
desencadeiou-se
no
dia
10,
pelas
4
horas
da
tarde,
urna fortíssima
trovoada.
Pas
sou
breve
mas
deixou
memória
funesta
de
si,
fulminando
um
guarda
da
alfandega,
que se
entretinha
a
ver
malhar
o pão
atraz
do
quartel
de
cavallaria.
A
morte
foi
insianlanea.
Um
sargento
de
cavallaria,
que conversava com
o
in
feliz
guarda,
nada
mais
padeceu
que
o
susto.
O
cadaver
caido
um
pouco
sobre
o
lado
esquerdo estava
completamente
ne
gro
e
com uma
leve
escoriação
na
testa.
Como
tivesse
tirado
a
fardela, via-se-lhe
a
camisa
despedaçada,
assim
como
uma
das
botas.
Appnreciniento de cadaver.—
A
tres
kilometros
de
Mafra appareceu do
mingo
passado
um
cadaver
em estado
de
putrefacçào.
Veriticou-se
que
linha
sido
posto
alli,
mas
ignora-se
quem fosse,
e
se
o
fado
envolve
um
crime.
Trazia
falo
de xadrez
claro
e
nas
algi
beiras
enconlroti-se-lhe
o
seguinte:
um
par
de
luvas
cinzentas,
uma
caixa para
iusforos,
outra
com
uma
boquilha
para
charuto,
uma
argola
com
tres
chaves e
figa,
parecendo
uma
das chaves ser
de
trinco,
e
uns
papeis
era
branco. Nas
meias
tinha
as
iuiciaes C.
A. S.
Q.
Usava bi
gode
e
pera.
llorrnrisa.—
Em
Vimioso,
a
6
lé
guas
de
Bragança,
perpetrou-se
no dia
10
um
crime que
testifica a
mais
insólita
malvadez
Estava
um
guarda
da
alfandega
n’oma
taverna,
quando
lhe
appareceram
duas
creanças
com
recado
de
seu
pae,
a
pedir-
lhe
o pagamento
d
’
uma
divida. O
guarda
respondeu-lhes
tão
desabridamente, que
as
creancitas
sairam
da
taverna
espavoridas,
abraçadas uma á outra. N
’essa
occasião o
guarda
fôra
tomar
a
espingarda
que
linha
encostada
a
um
canto.
A
pequena
dis
tancia,
engatilhou,
apontou
e
desfechou.
A bala
expellida
ecerion nas
creanças,
atravessando-lhe
os
craneos. Estava
satis
feito
o
seu
instincto
feroz.
As
creanças
tinham caído
mortas!
Algumas
pessoas, que
viram
esta
scena
de
horrível
covardia
e
ferocidade,
queriam
logo punir
o
malvado,
e
foi
muito diffi"
ml
âs
auctoridades
livrarem-no da
popula
ção
indignada
por
um
crime
tão
atroz.
0
réo
está
preso.
Afogaiioa.
—
Aule-honlem,
diz
o
«P.
de
Janeiro» de
17,
afogou-se
no
rio
Dou
ro,
proximo
ao Senhor
de
Além,
Manoel
da Silva
Ferreira,
natural
de
Lavos, con
celho
de
Felgueiras
Era
caixeiro
do snr.
Nicolau
Joaquim
d
’Araujo,
morador
á
rua
da Ferraria,
d
esta
cidade,
e
tinha
ido
com
outros
indivíduos
á
romaria
da
Serra
do
Pilar.
Na
volta
fôra
banhar-se.
Quan
do
pouco
depois
se deu
pela
sua
falta,
um
banheiro
que
presta
os
serviços
do
seu
mister
no
sitio
referido
mergulhou,
mas
já
uão
encontrou
o
afogado.
Até
ante-houtein de
tarde
não
tinha
ap-
parecido
o
cadaver.
—
Também
na
segonda-feira
se
atirou
ao
rio
Douro, no
logar da
Ribeira
do
Ab-
bade.
em
Valbom,
um
tintureiro
da
rua
do
Heroísmo.
Se
tioha
ideias
de
aíogar-se,
realisou
o
intento.
O
cadaver appareceu
ante-hootem
na
Viella
do
Rego
Lameiro,
sendo
dado
á
sepultura
depois de
levan
tado
o
auto
competente.
Navio á. agua. —
Foi
lançado
ás
aguas
do
Minho,
em
Caminha,
um
hiale
deno
minado
«Valladares
IV»,
propriedade
do
snr.
José
Maria
Valladares,
d’
aquella
villa.
Distincção
merecida.—
O
Oserva-
tore
Romano
consagrou,
diz
o
excellente
diário—Rome—
na sua
primeira pagina a
epigraphe
seguinte,
em
honra
do Santo
Padre,
para
celebrar
o
30.°
anniversario de
sua
exaltação
ao
Pontificado
:
MICHAEL
ANGELORUM
PRINCEPS
ARCIS
VATICANO CUSTOS
TE
SEPTENIS
E
COLURUS
ROMA
VOCAT
TE
ROMA ALTUM CORDE PREMENS DOLOREM
ROGAT
UT
LFRN/EA.M IIYORAM
QL
’.E
TOT CLADIS URBI 1NTUL1T
ET
GRAV1ORA MINATUR
IN IMA
TARTARA
PELLAS
ALITER
IIIC
DIES NUNQUAM
NOBIS
OPTANTIBUS
ILLUCISCET
LOETUS
Antoine
Angelini
de
la
Comp.
de
Jesus.
Um
monumento
a
Pio IX..—
Uma
associação
catholica
comprou
na
Saboya,
no
valle
de
Aosla,
uma
montanha
dos
Al
pes,
de
uns
32,000
pés
de elevação
que
está
como
atalaya
ou
sentinella
no
centro
de
outras
montanhas
de
menos
elevação
e
apresenta
um
aspecto
imponente.
Os que
compraram
esta
montanha
não
a
compraram para
si;
compraram-a
para
a
Europa,
para
o
mundo
inteiro, para
a
Egreja;
baptisaram-na
com
um
nome
gran
de,
bello
e
encantador,
que
faz
pulsar
o
coração
com
enlhusiasmo
;
chamar-se-ha:
A
montanha de
Pio
IX,
e
no
seu
cume
se
construirá
um
sumptuoso monumento,
digna
recordação
de Pio
IX,
de
suas glo
rias,
de
suas
penas,
de
seu
triunfo,
de
seu
pontificado.
Este
monumento consistirá
em
uma
rotunda,
coroada
com
uma
estatua
collos-
sal
da
Santíssima
Virgem
Immaculada, na
qual
se
poderá
celebrar
o
Santo
Sacrifí
cio,
e
lerá
esta
inscripção:
—
A’
mãe
de
Deus, proclamada
por
Pio
IX
infallivel,
o
universo
calholico.
Grandes
eíTeitog de pequenas
eausas.
—
Lê-se
no
«Apostolo»,
magnifico
diário
religioso
do
Rio
de
Janeiro
:
Eis
um
interessante
artigo
que
encon
tramos
no
Almanach
Brazileiro Illustrado,
diz
a
«Boa
Nova»
do
Pará
:
«Vèdes
aquelles
immensos
navios
que
sem
velas
sulcam
rapidamente
os
Oceanos,
e
communicam
aos
mais
remotos
climas
os
benefícios
da
industria,
do commercio,
da civilisação
?
Tudo aquillo
é
movido
por
simples
gotinhas
de
agoa dilatadas
pelo
ca
lor.
«Quem
não
admira
o
poderio
espan
toso
da imprensa
que
funda
ou
desmoro
na
civilisações,
espalha
entre
os povos
a
ordem
ou
a
desordem,
a
concordia
ou
a
guerra,
a
moralidade
ou
a
corrupção?
«Pois
tudo se
reduz
a
uns
lypos
que
um
humilde
operário
ageita no
seu com-
ponidor.
«Esta
fortaleza altiva
com suas
gros
sas muralhas,
com
seus baluartes
e
ca
nhões
temerosos,
está
reduzida
a
um
mon
tão
de
ruinas.
Sabeis
o
que
produziu
es
te
vasto
destroço?
Um
punhado de
polvora
escondido
em
«ma
mina
!
Uma
cidade
opulenta
e
de
grosso
trato
incendeia-se
toda
inteira,
co
mo
Chicago...
Foi
um
fosforo
arremessado
3
um canto
de
um armazém por mão
des
cuidada
ou
perversa
!
«Aquelle
exercito
poderoso
abala
elec-
trisado,
avança,
derrota
o
inimigo,
salva
a patria
e
assegura-lhe
com a
victoria,
largos
annos
de
prosperidade. Foi
tudo
isso
devido
a
um
pouco
de
ar movido
pe
la palavra
—
Avante
!
sahida
dos
lábios
do
general,
no
momento mais
critico
da pe
leja.
«Uma
horrenda
epidemia
propaga-se,
devasta numerosas
populações:
a
morte
com
passo
fatal
percorre
paizes inteiros,
ceifando
milhares
de
viclimas.
Sabeis
o
que
é?
São
átomos
impalpáveis,
iníinita-
menle
pequenos,
espalhados, por
misterio
so influxo,
nos
ares
e
absorvidos
pela
res
piração.
«Uma
faisca
electrica
espedida
da
nu
vem escacha uma arvore
secular,
desmo
rona uma
torre
altíssima,
e,
concentra
da em
um
fio
pelo
esforço
da
industria,
leva
o
pensamento
do homem
com
a
ra
pidez
do
raio,
de uma
a outra
extremida
de
do globo,
e
conchega
os
laços
da
so
ciedade
entre
as nações.
«O
que
ha
ahi
mais
diminuto
que
es
te
inseclo,
munido
de
uma trombasinha
imperceptivel,
e
na
ponla
d
’essa tromba-
sinhaum
ferrãosito,
e n’
esse
ferrãosito
uma
gotinha
microscópica
de
veneno !
uma
mor
dedura d
’
esse
inseclo
dá
a
morte!
Uns
pedaços
de
vidro
em
um
instru
mento
chamado
teslescopio
põem
o
ho
mem
em
estado
de
devassar
as profunde
zas
do
céo,
descobrir
novos
mundos,
cal-
cular-lhes
as
orbitas, e estender
os
domí
nios
da
sciencia
pelos
espaços
sem
limites
da
creação.
Sempre
immensos
effeilos
re
sultados
de
causas
minimas!
«O
mesmo
se
passa
no mundo
moral.
Uma
simples
palavra,
um
bom
conselho,
uma
curta
oração,
um
pensamento
colhi
do em fugitiva
leitura,
dão
muitas
vezes
direcção
nova
a
uma
vida
inteira,
decidem
dos
eternos
destinos
de
uma
alma,
de
mi
lhares
de almas,
creadas
á
imagem
e
si-
milhança
de
Deus
!»
DESPEDIDA
O
doutor D.
Victorino
da
Conceição
Teixeira
Neves
Rebello,
tendo de
retirar-
se
para
sua
casa,
mais
breve
do
que
ten
cionava,
despede-se por este
meio
das
pes
soas
que
o
visitaram
durante
a
sua esta
da
n
’esta
cidade,
e a todas
pede desculpa
de
o
não
ter feito
pessoalmente.
UETIMOS
TELEGK 1HHAS DA
AGEVÍ1A
SIAVAS
MADRID
14.
—
Diz
o
«Imparcial»
que
o
representante
de
Hespanha
em
Washin
gton
será
subtituido, vindo occupar
em
Madrid
outro
posto importante.
O
cambio
sobre
Londres
ficou
hoje
a
48,20.
LIM
a
,
4.
—
Prado
tomou
posse
da
pre
sidência
da
republica
do
Pertí
Em
21
de
julho
foi
nomeado
o
seguinte
minis
tério:
presidência
e
justiça, Areve-;
estran
geiros,
José
Garcia;
guerra,
Bostamante;
íasenda,
Aronibar;
interior
Benavides.
MADRID,
16
—
0
núncio
Simeoni
par
tiu
para Astopa,
na Biscaya.
A
subscripçào
dos
bilhetes
bypolheca-
rios,
serie
interna,
attiogiu
a
cifra
de
400
milhões
de
pesetas.
Canovas
deve
regressar
da
Granja
den
tro
de
3
dias.
Posada
Herrera
presidente
do
congres
so
visitará
a
ex-rainha
Isabel
em
Santao-
der.
BELGRADO,
16
—
Despoioreitetch
com
os voluntários
de
seu
cominando bateu
tiontem
os
turcos
proximo
de
Petrovatz,
na Bosnia.
Continuam
chegando a
Belgrado
nume
rosos
voluntários
russos.
Parece
certo
que
a
Servia
acceitará
a
abertura
das negociações
para a
paz,
quan
do
teotiam
por
base a
manutenção
do
statu-quo
ante-bellum, mas
que
continuará
energicamente
com
a
guerra
se
a Turquia
pertender
impor-lhe
qualquer
sacrifício.
LONDRES, 16
—
A
mensgem
da
rainha,
ao
encerrar-se
o
parlamento, lastima
que
fossem
mlruciuosos os
esforços
de
Ingla
terra
para
faser
terminar
a
guerra.
Aceres-
centa
que
aproveitará
a
primeira
occasiào
de
oflerecer
a
mediação.
Os
montenegrinos
bateram
os
turcos
em Podgoritza.
O
«Times»
publica
um
despacho de
Athenas
em
15,
disendo
que a
recusa
da
Turquia em
consentir
nas
reformas
pedidas
pelos
cretenses
excitou
grande
agitação
na
ilha de
Creta.
A insurreição parece estar
tmminen-
te.
PERNAMBUCO, 14—Seguio para
a
Europa
o paquete
inglez «Guadiana»
da
mala
Real.
expediente
da
administra
ção
.
Os
nossos
correspondentes
nas seguin
tes
localidades
são:
Porto,
o
snr.
Carlos
das Neves &
So
brinhos
—
rua
das
Flores.
Vianna
do
Castello,
o
snr.
Francisco
José
d
’Araujo
Júnior.
Guimarães,
o
snr.
José
Antonio
Tei
xeira
de Freitas
—
Livraria
Internacional,
a
S.
Damaso.
Covilhã,
o
snr. Luiz Antonio
de
Car
valho
Todos
estes snrs. estão
munidos
de
recibos
devidamente
assignados.
Assignaturas
recebidas
Arco.
—Padre
Francisco Teixeira
Fal
cão e
Abreu, até
31
de
janeiro
de
1877.
Prado.—Padre
José
Luiz
Ferreira,
até
15 de
janeiro de
1877
Alcongosta.—Joaquim
Trislão
Simões,
até
19 de
julho
de 1877.
Mogadouro.
—
Padre
Hygino
Rodrigues
Patricio,
até
15
de
junho
de
1875.
Seroache
do
Bomjardim.
—
Padre
José
Antonio
Falcão,
até
30
de
junho
de
1877.
BANCO
COMMERCIAL
DE
COIMBRA.
Sociedade anenyma
de
responsabilidade
limitada.
Resumo
«lo aetivo e
passivo em
31 de julho de 1876
Aetivo
Acções
de
Bancos
e
Com
panhias..........................
16:911^000
Acções
para
emitlir.
.
1.700:000^000
Agencias
..........................
7:9083573
Caixa...................................
25:0793'115
Despezas
d
’
installação. .
1.6273569
Casa
forte
.......................
4953 455
Empréstimos
a
Camaras
Municipaes.......................
31:8103366
Empréstimos
hypothecarios
24:6133836
Empréstimos
s. penhores.
12:9303006
Letras
em
carteira
.
.
.
281:1313937
Moveis
e
utensílios.
.
.
.
1:6993215
Valores
depositados.
.
.
.
3:7823240
Créditos...................................
7/3243906
Accionistas
.....
12:1963000
Contas
correntes
....
38:7043154
Diversas
contas
devedoras
.
4:8283'242
2
171
0423514
Passivo
Capital
................................
2.000:0003000
Credores
de
valores
deposi
tados
..................................
3:7823240
Depósitos
á
ordem.
. .
64:3103906
Depositos
a
praso.
.
.
82:1783323
Devedores
e
credores ge-
raes
...................................
12:6103887
Fundo
de
reserva.
.
.
.
1:000301)0
Ganhose perdas.
.
.
.
5:2023448
Dividendos
apagar.
.
.
1:9573710
2.171:0423514
Banco Commercial de
Coimbra,
12 de
agosto de
1876.
Os
gerentes.
Manoel
dos
Santos
Júnior.
José
Barbosa
Lima.
J.
Melchiades
Ferreira
Santos.
(256)
(4232)
sem
medicina,
pur
gantes
nem
despezas
com
0 uso da
delicio
sa
farinha de
saúde,
DU
BARRY
de
Londres.
S7
annos d’invariavel suc«es®«
5
Toda
a
moléstia
acaba
cora 0
uso
da
deliciosa
Revalesciére
du
Barry
que
tor
na
a
dar a
saude,
a
energia,
a
boa di
gestão
e
0
somno.
Cura
as
indigestôe,
(dispepsia)
gaslrica,
gastralgia,
flegmas,
arrotos,
flatos, amargor na
bocca,
pnui-
tas,
nauseas,
vomilos,
irritações
intesti-
naes,
diarrhea,
dizenleria,
cólicas,
tosses
asthma,
falta
de respiração, oppressão,
con
gestões,
mal
aos
nervos,
diabelhe,
debi
lidade,
todas
as
desordens
no
peito, na
garganta,
do
alito,
das
bronchiles,
da be
xiga,
do
figado,
dos
rins,
dos
intestinos,
da
mucosa,
do cerebro e
do
sangue.
75:000
curas
entre
as quaes contam-se a do
du-
que
de
Pluskovv
da
exc.
ma
snr.
a
marqueza
de
Brehan,
dos
doutores
Manoel Saens
de
Tejada
da
Universidade
de Cordova
etc.
etc.
Certificado
do
celebre
dr.Rudolph
Wur-
zer
:
Bonn,
19 de
Julho
de 1854.
Esta
ligeira
e
agradavel
farinha
é
o
melhor
absorvente;
ao
mesmo
tempo
nu
tritiva
e
restaurante
substitue
admiravel
mente
toda
a
medicação
em
muitas
doen
ças.
E
’
de
grande
utilidade,
sobre
tudo
nas
renitências
habituaes
do
ventre,
bem
como
nas
diarrheas,
aflecçôe
’ nos
rins
e
na
bexiga, na
pedra,
irritações,
inflamações,
e
caimbras
da
uretra,
e
bexiga,
nos
aper
tos
e
hemorroides
bem
como nas enfermi
dades
pulmonares
bronchiles,
na
tosse
e
consumpçào.
Tenho
a
convicção
que
a
Re~
valesciére du Barry tem
a
propriedade
pre
ciosa
de
curar
as
moléstias
hecticas.
Dr.
Rud.
W
urzer
membro
de
muitas
socidades
scientiticas.
Seis
vezes
mais
nutritiva do que
a car
ne sem
esquentar,
economisa
cincoenla
vezes
o
seu
preço
em
remedios.
—
Preços
fixos
da
venda
por
miudo
em toda
a
pe
nínsula
:
Em
caixas
de folha
de lata,
de
*
/*
500
; de
kilo
800
rs
; de um
kilo,
13400
reis;
de 2
*
/,
kilos,
33200
reis;
de 6
ki
los,
63400
reis,
e
de
12
kilos,
123000
reis.
Os
biscoitos
da
Revalesciére
qne se po
dem
comer
a
qualquer
hora,
vendem-se
em
caixas
a
800
e 13400
reis.
O
melhor
chocolate
para
a
saúde
é
a
RevaleHeière
elioeolatada |
ella
res-
titue
0
appettile,
digestão,
somno,
energia
as carnes
duras
ás pessoas,
e
ás
creanças
e
mais
fracas,
e
sustenta
dez
vezes
mais
que
a
carne,
e
que
0 chocolate
ordinario,
sem
esquentar.
Em
paus,
ou em
pó
em
caixas
de
folha de
latadelO
chavenas,
500
reis
;
de
24
chave
nas,
820
reis;
de
48
chavenas, 13400
;
de
120
chavenas,
33200
reis,
ou
25 reis
cada
chavena.
DAHIiY DU
BARRY «fc
C.
a
-Pla-
ce
Vendòme,
26,
Pariz
;
77
Regent
Street
Londres
;
Valverde, 1,
Madrid.
Os
pharmaceuticos,
droguistas,
mer-
cieiros,
etc.,
das
províncias devem
diri
gir
os
seus
pedidos
ao
deposito
Central
;
snr.
Serzedello
&
C.
a
Largo
do Corpo
Santo
16,
Uisboa,
(por
grosso
e miudo)
;
Carlos
Barreio, rua
do
Loreto,
28;
Bar
rai
&
Irmãos,
rua
Aurea,
12.
Porto,
J.
de
Sousa
Ferreira &
Irmão,
rua da
Ba
nharia
77
;
de
bequeira
;
J.
Pinto
;
Desí-
ré
Rahir
;
Coimbra,
V.
Botelho
de
Vas-
concellos
;
Aveiro,
F.
E.
da
Luz
e
Costa,
pharm.;
Bareelloa,
Ramos,
pharm.
j
Draga,
Pharmacia
Maia,
rua
dos
Chãos,
Pipa
óc
Irmão,
rua
do
Souto,
Domingos
J.
V.
Machado,
praça Municipal.
Figueira,
Antonio
Vieira,
pharm.;
Guimarftes,
A J.
Pereira
Martins,
pharm.
;
Pena-
ílel,
Miranda, pharm.
;
Ponte do Uma,
A.
J.
Rodrigues Barbosa,
pharm.
;
Po
voa do
Varzim,
P.
Machado
de
Oli
veira,
pharma.
;
Vianna do Castello,
Aflonso
e
Barros,
droguistas;
Villa
do
Conde,
A. L.
Maia
Torres,
pharm.
ESPECTACULOS
Companhia
dramatica
portugueza de
Emilia
Adelaide
Pimentel
Sabbado
19
—
O
drama
—
Claudia.
Domingo
20—
O
drama
—
Tocador
de
harpa.
Preços,
os
marcados
nos
programmas
já
distribuídos.
AGRADECIMENTOS
Tendo
fallecido
n
’esta
cidade
no
dia
12
do
corrente
mez
d
’
agosto
0
meu
sempre
chorado
marido
Bernardo
Dias
Lima,
e
não
me
sendo
possível
agradecer
a
todos
o&
excellentissimos
snrs.
que
espontaneamen
te
tiveram
a
bondade
de
assistir
no
dia
13
do
corrente
no
templo
dos
Congrega
dos
ao seu
officio
de
presente.
Protesta
a tão
alta
fineza
0
seu
eterno
reconhe-
menlo.
(4241)
D. Rosa
Joaquina
d
’
Oliveira
Lima.
ANNWOIOS
Atlenção
para o novo estabeleci
mento que
se
acha na rua de
S. Marcos n.°
14,
d
’
esta
cidade.
Acaba
de se abrir
ao publico
na
supra
dita
rua, um estabelecimento,
no
qual
se
encontram
os
gtneros
seguintes
:
Vinhos
finos
do
Porto,
champagne
em
garrafas
e meias,
cognac,
licôres,
genebra
fokin,
conservas
francezas
e
inglezas,
ditas
de
tomates,
mostarda
em
pó,
chocolate
faispanhol
superior,
sal refinado
c
muitos
outros
objectos proprios
d’esle
estabele
cimento.
Também
se
fazem
presuntos
de
fiambre
para
se
vender
por
500
reis
cada
459
gram-
inas.
N
’
este estabelecimento
também se
acha
um
grande
sortido
de
tabacos.
Todos
estes
generos
se
vendem
por
preços sem
competidor.
(4237)
(INCORPORADA
POR CARTA REAL)
LINHA
QUINZENAL
DE
PAQUETES
A
VAPOR
Entre Braga e
1’ovoa do Varzim
Narciso
José
Marques,
d
’esta
cidade,
faz
publico
que
desde
o dia
21
do
cor
rente
em diante
principia
a
sua
carreira
diaria para
a
Povoa
do
Varzim e
vice-ver-
sa.
Sae
de
Braga
ás
10
horas
da
noite
e
chega
á
Povoa ás
4
da
manhã
e
volta
ás
3
da
tarde
e
chega
a
Braga
ás 9
da
noi
te,
tendo
demora
de meia
hora
em
Bar-
cellos, tanto
na
ida
como
na
volta.
Os
bilhetes
vendem-se
em
sua
casa
na
rua
de
S.
Marcos,
n
0 8
e
na
Povoa
na
sua
casa, largo tfAriosa.
Preços
:
dentro 600
rs.
e fora 500.
A
cada
passageiro é-!he
concedido
10
kiios
de
bagagem
gratuita
e
os excedentes
a
20
rs.
Braga
18
de
Agosto
de
1876.
(4238)
Narciso
José
Marques
Incripções
cTassenlamento.
Vendem-se algumas na
loja
do
Cacha-
puz,
Largo
de
S.
Francisco,
n.°
6.
(4239)
Precisa-se
de
um
rapaz que
tenha
al
guma
pratica
de
drogaria.
No
escriptorio
(1
’esta redacção
se
dão
esclarecimentos.
(4210)
Empregadas
com o mais
grão successo,
depois
mais de 40
annos por a maior parte
dos
médicos
por curar
a chlorosis (fluxo
branco)
doança
das mancebas
íilhas e to
das
as
moléstias chloróticas.
Eis aqui a
opinião
dos
mais eminentes médicos que as
tem experimentado :
« Depois
35
annos
que exerço a medicina,
«
tenho reconhocido a este medicamento
«
(Pilulas
de
Bland) vantagems incontesta-
«
veis sobre todos os outros ferreos e eu
«
o miro como o melhor anti-chlorótico. »
D'
DOUBLE,
ex-présidente da, Academia
de
Medicina.
«De
todas as preparações ferreas que
Ís
nos
hão dado bons
resultados no trata-
«
mento
das
afleições
chloróticas, as pilu-
«
las de
Blaud
parece-nos
devem estar na
«primeira fila. » — Diccionario unir. de
Medicina, t.
u, page 99.
I
Como
prova da authenticidade,
0
nome do
inventor está gravado sobref?Of,«í/Jj
a
cada
pílula como aqui junto
■
Depositos: Paris,
8, r. Pauenne.
E
Etn
Lisboa,
snr.
Barreto
Lorêto,
n
“
iS
—
3
(270
*
)
Linda
vivenda em Braga
Vende-se
a
pequena
quinta
de
S. Vi
cente,
a
Intiis,
toda morada
sobre
si,
com
entrada
peLs
ruas do
Conselheiro
Janua-
rto
n.°
97,
e
rua
Nova
da
Senhora A
Branca,
livre
e
alodial,
com
casas
para
a
rua,
e
dentro,
boa
agoa,
pomar,
latadas,
boita.
e
dous
campos
lavradios, boa
eira,
coberto,
cortes,
etc.
etc.
Para tratar na mesma,
com seu
dono,
João
Manuel Pereira.
(4224)
ACÇÕES
Compram-se
acções
do
Banco
do
Mi
nho,
no
largo de
S.
Francisco,
n.°
9,
lo
ja
de
sola.
(4235)
Para
S. Vicente, Pernambuco, Bahia, Rio de Janeiro,
Montevideo
e Buenos-Ayers
Acceitando
lambem
passageiros
de
3.
a
classe
para
SANTOS
e
RIO
GRANDE
DO
SUL
com
trasbordo
no
Rio
de
Janeiro
PAQUETES
A
MINHO.
... 28
de
Agosto
TAGUS.
.
.
.
13
de
Setembro
GUADIANA
.
.
29
de Setembro
PREÇOS
SAIR
DE
LISBOA
DOURO. ...
13
de
Outubro
MONDEGO.
.
.
28
de
Outubro
ELBE
.
.
. .
13
de
Novembro
COMMODOS
Cada
paquete d’
esta coiiijtaiihia
leva
a
bordo
criados
e cozinheiros
portuguezea para
commodidade
dos
passageiros
de
todas
as
classes.
Sendo as
passagens
pagas
na
Agencia
Central
no
Porto
ou
em
qualquer
Agencia
proiincial,
a
conducção para
Lisboa
é
por
conta da
Companhia.
A
bordo os passageiros teem grátis
cama, roupa de cama, co
mida
feita
por coBíitheiros portujjsiez.es, vinho dtitu vezes por dia,
asaiatencia medica, serviço de criados e outras despezas.
A
EXPERIENCIA
de
mais
que um
quarto
de
século
tem
feito
com
que
os
pa
quetes
d
’esta
companhia
(a
mais
antiga na carreira do Brazil)
sejam
conhecidos
pela
regularidade,
velocidade
e
segurança excepcional;
além
d
’
isso
pela
limpesa,
boa
or
dem,
bom tratamento e
accommodações
a bordo,
e
pelos
melhoramentos
mais
moder
nos tanto
para
a hygiene
como
para
a
commodidade
dos
passageiros.
ISTO
É
COMPROVADO
pela
grande
concorrência
que
teem
de
passageiros
e
pelos
agradecimentos
de mais
de
mil e cem passageiros
d’
entre
elles
feitos
por
es-
cripta como
consta
de
documentos
archivados
em
varias
agencias.
SÀO ESTES
OS
PAQUETES
preferidos
pelo Governo
Inglez
para
a
conducção
das
suas
malas
do
correio,e
por este
serviço
recebe
a
companhia
um
importante
subsidio.
TIVERAM
ESTES
PAQUETES
a
honra
de
conduzir
Suas
Magestades
o
Impera
dor
e
Imperatriz do Brazil,
como
lambem
S.
A.
o
Infante
D.
Augusto.
TODAS AS
INFORMAÇÕES
e
bilhetes
de passagem
podem
ser
obtidos
no
POR
TO
na
AGENCIA CENTRAL,
rua
dos
Inglezes.
23;
o
agente
GUILHERME
C. TAIT;
e
nas
províncias
nas agencias e
correspondências
estabelecidas
em
todas as
princi-
paes
cidades
e villas.
Agente
em
Braga o snr. João
Manoel
da
Silva
Guimarães,
Rua
do
Souto.
ALCATRÃO
BARBERON
Único
que contém todos os princípios balsâmicos
e aromalicos de
Alcatrão
de
Noruega.
Nos
fortes
calores
e
nas mudanças de estação, impede que a agua se corrompa : é uma bebida hvgie-
nica
e preservadora de moléstias epidemicas.
— Dóse : uma colherzinha n’um copo d’agua
accrescentada
a bebida ordinaria. — Preço 400 reis.
1LCJTRÍ0
RECONSTITUINTE
BARBÇRON.
c»™
chlorhydrophosphato de cal.
Qonsumpção,
moléstias
do
peito,
tísica,
anemia,
dyspepsia,
rachitismo,
molestlaa dos
ossos,
das mulheres
e
das
crianças. —
Preço
:
500 reis.
ELIXIR
FERRUGINOSO BÂRBEROH.
Cem chlorhydrophosphato
de ferro. —
Recon-
stitue o sangue
sem
causar
o
estomago. Muito agradavel,
digestivo
e
tonico.—
Preço
: 800
r’
.
FOGO
BARBERON
PÃRâ.
08
ÇH/LLOS.
o
ferro candente
esjR
destruir
o
peilo.
Êxito infallivel e facil applicação. — Preço : 950 reis.
Depositos
: BARBERON & C», en ChâtilIon-sur-Loire (Loiret), França. Em
Lisboa,
o
snr.
Barreto,
r.
do
Lorêto,
n.°
28
—30.
(23
4r)
is
de SARR«5e
A
Cura
segura
e prompta dos rheumastismos
agudos e
chrouicos, como
egualmento
da gôta, lombago, sciatica,
etc.,
etc. — Preço : ■ ■ • reis.
—
!
tieralmente basta
un frasco.
Depositos :
em Pas-ix,casas dos
S" D
orvaui
.
t
et C‘,
e
P
hiupp
B
I.
k
.-
vmvuk
e
<>;
|
etn Lisboa, Sr B
auhbto
.
rua
do Loreto. 28 e 30.
Hygieniea infallivel y preservativa; absolutament»
a
unicaque
cura sem lhe juntar
mais nada. Vende-
se
nas principaes pharmacias do mundo. Exigir a
instrucçâo
do uso. (50
anos
de exíto.JPiris, casa do
íny^B^MagentailSS. Liaboa,
8'Barreto
Loreto 28 a 30.
t-s
co
Vende-se a
casa
n.°
1,
na
enlra-
da
da
rua
de
D.
Pedro
V. Foi
construída,
ha dois
annos.
tem quin
tal
e
poço
e
excellentes
commodos.
Tra-
cta-se
do
seu ajuste
na
rua
de
S.
Viclor
n.°
50.
(4218)
’
Precisa-se
de
um
no estabelecimento
de
sola
de
Jo^é
Francisco
d’Araujo
Gui
marães,
rua
dos
chãos
n.°
48,
ainda mes
mo
com
pratica
de
outro
qualquer
ne
gocio.
lambem
se
precisa
d’um rapaz
sau
dável
de
15
annos
para
cima.
(4234)
Os
bilhetes
continuam
a vender-se nos
seus
antigos
escriplorios
em
Braga,
em
casa
de
Antonio
Joaquim
Loureiro,
rua
Nova
n.°
2,
e
na
Povoa
em
casa
de
Joa
quim
Peixoto,
ao
Rego.
Braga
11
de
Agosto
de
1876.
O
gerente
(4228)
Antonio
Joaquim
Lureiro.
FLUIDE
IATIF »
E
JOHES
Por suas
propriedades beneficas, goza
este
pro-
ducto
de alta
e merecida reputação. Suaviza e
ama
cia
a
pelle, allivía as irritações causadas pelas
mu
danças
de
clima, pelos banhos do mar, impressões
desagradaveis do vento ou do calor, etc, etc.
I
Uma
simples applieaçSo faz desapparecer as ra
chaduras das mõos e dos beiços.
Preço 6õ0 reis.
'
PARA
OS CUIDADOS
00
TOUCADOR
É
muito
digno de ser recommandado ó
Sab-Jo
latir,
que
possue
todas as propriedades suavizan-
tes
do
Fluido,
e um aroma delicadíssimo.
Preço 500 r",
23,
Boulevart
des
Capucines,
Paris,
De
Fronte da entrada
do Grand-.lotel.
S
Fabricante de
Escovas Inglesas Perfumeria, Loja
B
de papel, Objetos
de Fantasia, Estojos diversos,
|
Cutelaria, Artigos
de Luxo, Luvas, etc.
Deposito
em
Lisboa,
snr. Barreto,
Lorêto
n.®
28-30
(26
•)
Torquato
Ribeiro,
de
Gnimarães,
de
combinação
com
a
Nova
Companhia
Via
ção
Portuense,
annuncia
a
sua
carreira
diaria
de
Braga
ao
Arco,
com
mudas
em
Guimarães
e
Fafe;
saindo
de
Braga
para
o
Arco
ás
5
horas
da
manhã,
e
do
Arco
para
Braga
ás
4
da
manhã.
Preços:
De
Braga
ás
Taipas
160
reis.
De
Braga
a
Gnimarães
240
réis.
De
Braga
a
Fafe,
480
réis.
De
Braga
á
Pica,
540
réis.
De
Braga
á
Lameira,
640
réis.
De
Braga
a
Gandarella,
740
réis.
De
Braga
ao
Arco,
840
reis.
Cada
passageiro
tem
10
kiios
de
baga
gem
grátis.
Escriplorios:
No
Arco,
em
casa
do
snr.
José
Bento
Pacheco,
em
Fafe,
em ca
sa
do
snr.
José Maria
Antunes, em
Gui
marães,
em
casa
de
Francisco
José
de
Sou
sa Guimarães,
campo
do
Toural n.°
4
e 5
e
em
Braga
em
casa
de
Domingos
Alves
Pereira,
praça
do
Barão
de
S.
Martinho.
(4236)
Linimento
BOYER-MICIIEL
para
caval-
'
los.
t.izentlo ar. vezes de toco e não deixando .
vcLi.-ius du
sc.ll emprego M1CIIBJ.. phani."’.-
ceutico
etn
Atx.(n;i
Proveuça) Franca. —
Preço
l.iiiitt
rnisJ—Em
Lisboa
o
snr. Barreio,
Loreto, n "28 — 30. (25,)
-.a
—
úi*
Hl
i
U
R
.W
—
r— . va
—■«■■i
r
«Wi
BANCO
COMMERCIAL
DE
•
BRAGA
Sociedade
anonyma
de responsa
bilidade
limitada
José Antonio
Duarte
Pregueiro
&
Irmão
annunciam
ao
publico
que
além
da
car
reira
diaria
que tem
entre
Braga
e
Povoa
do
Varzim
ás
4
horas
da
manhã,
estabe
lece
outra
desde
o
dia
16
do
corrente
inclusivé
a
sahir
de
Braga
ás
10
horas
da
noite
e
chega
á
Povoa
ás
4
da
ma
nhã,
sai
da
Povoa
para
Braga
ás
2
ho
ras
da
tarde,
e
chega
ás
8.
Õ
serviço
é
feito
com
bom
gado
o
carros como
a
ex-
periencia
o
tem
mostrado
aos
annos
que
tem
carreira
estabelecida
para
a Povoa.
Por
deliberação
do conselho
fiscal
são
convidados
os
snrs.
accionistas
d
’este
ban
co
para
a
reunião
extraotdinaria
da
as-
sembléa
geral
que
a
requerimento da
di
recção
terá
logar
no dia
21
do
corrente
pelas
1!
horas
manhã,
na
casa
do
ban
co, afim
de
resolver
o
que
fòr
conve
niente
aos interesses
do
mesmo
banco.
Braga
16 d
’
agosto
de
1876.
O
vice-Presidente,
Jeronymo
da
Cunha
Pimenlel.
VENDA
DE
CAbAS
Vende-se
uma
morada
de
casas,
sitas
na
rua
da
Cruz de Pedra,
entre
o
prédio
pertencente
á
snr.a
D.
Maria
Lobo
e
a
casa
do
snr. padre
Antonio
Veiga.
Está
conslruida
de
novo,
e
tem
dois
andares
e
uma
boa
loja
e
quintal.
Para
tractar,
dirigir-se
a
Gabriel
José
Vieira
da
Silva,
rua
Nova,
n.°
1.
(4230)
PIANO
Vende-se
um
piano
bom
pa
ra
estudo.
Quem
pertender
di
rija-se
a
esta redacção.
(4200)
BRAGA
; TYP0GRAPHIA LUSITANA — 1876.
Parte de Comércio do Minho (O)
