comerciominho_15081876_530.xml
- conteúdo
-
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T-y*rim
-
miaimmnu
i
n
bii
Tr,«aaa>
rg4MSBaMw
at*jgggg
Assigna-see
vende-se
no
escriptorio do
editor
e
proprietário
Joti
Maria
Dias
da
Costa,
rua
Novan.’3E,
para
onde
deve
«er
dirigida
toda
a
correspondência
franca
de
porte.
=As assi-
gnaturas são
pagas
adiantadas
;
assim
como
as
correspondên
cias
de
Interesse
particular.
Folha
avulso
10
rs.
--------
rm~rnr«nMnrnnBB«MÍBmiiiin7Mii
----------- -------------------------
'--- ----
—itrarnlr
1’
UBI.íCJL-S
E
ÁS
TERÇAS,
QUINTAS
E
SABBADOS.
P
reços
: Braga,
annol^OOO
rs.=Semestre
850
rs.^Provín
cias,
anno
2&000
rs
e
sendo
duas
3&600
rs.
—
Semestre
1&050
rs.=firazil,
anno
3&600
rs.
—
Semestre
1&900
rs,
moeda
forte,
ou
8§000
reis
e
4$500
reis
moeda
fraca.
—
Annuncios
por linha
20
rs.,
repetição
10
rs.
Para
os
assignantes
20
®|
8
d
’
abatimento.
BK1G1-TERÇA-FEIRA
1S UE
AGOSTO
A
imprensa
que
consagra
os
seus
ex-
forços
á doctrinação
do
povo,
á evauge-
lisaçào
da
verdade
nas
suas
variadas
ma
nifestações,
cumpre
missão
altíssima, de
importância
ião
manifesta, quanto
incal
culável.
Está
infinitainente
afastado
d’
essa
es
fera
o
jornalismo
faccioso;
rastejam
pelo
diâmetro
opposto os
pamiletarios que
teem
a
penna
alugada
ás
mais
ruins
causas,
e
que
todos
os
dias
e
a
toda a
hora
do
«lia
servem
á
multidão ignara
e
facil
far
tes
dozes de
vírus
peçonhento,
propinadas
em
taças
de
ouropel.
Que vantagens proporciona
ao
bem
pu
blico
o
jornal
meramenle
creado
e
sus
tentado
para defender
um
corrilho
polí
tico,
para
dizer
—amen—a
todas
as
affir-
mações
dos
seus
asseclas, e
por
lodos
os
meios
falsear
a
verdade
para
cohonestar
com
os
interesses
de
facção
todos
os
ac-
tos,
todos os
desmandos,
todos
os
crimes
até,
d
’um
membro
ou
membros
seus,
mas
de
que
é
solidaria
a
facção
collectiva
?
Que
benefícios
advéeui á
moralidade
e
ao
bem-estar
dos
povos,
da
lucla
vergo
nhosa,
degradante, ridícula
quando
menos,
ferida
entre
duas
parcialidades
políticas
adversas,
na
disputa de
interesses mes
quinhos,
com
prejuiso
do
bem
geral?
Que
tem
a ganhar
o
chefe
de
familia,
que
lucros aulere
a
mocidade
inexperta,
com
esses
papelejos
corruptores,
com
es
sas
publicações
que
se
intitulam
de
recreio
e
que
não
são
mais
que
sepulcros
dealba
dos
na
apparencia,
e
comidos
de
vermes
no
interior
?
E
’
,
porém,
uma
verdade
amarga:—
quanto
mais
fiivola,
e não raro
aberta
ou
disfarçadamente
desmoralisadora
é
a
lei
tura
do
jornal
barato,
ou
do
livreco
de
lilteraluia
ligeira;
maior é
o
auxilio
que
o
nosso
povo
—
ainda
mal!—
presta
ás
em-
prezas
respectivas,
—
verdadeiros focos
de
infecção
que a
pouco
e
pouco
vae
expul
sando
para
longe
o
oxigénio
vivificante,
e
infiltra
na
alma
a
«seiva
da
morte»,
apro
priando
a
expressão
de
Byron.
E’
realmeute
um
facto
contristador.
Quando
vemos
tão
frequentado
o
bal
cão
social,
onde se
barateiam
essas
dro
gas
corrosivas
de
tudo
quanto
ha
sagra
do
no
homem
e
para
o
homem;
e
ao
mes
mo
tempo
vemos abandonado,
ermo,
o
recinto
onde se
evangelisam
os
princípios
do
honesto
e
do
justo:
—
quasi
nos
con
vencemos
de
que
o
dia
anhelado
da
re
generação
está ainda
mui
longe;
que
e»ta
noite
de
luar
d
’
uma
pseudo-civihsação
ca
da
vez
se
entenebrece
mais,
e
que
o
in
dica
lor
do
quadrante
emperrou
quando nos
apontava,
como
grata
miragem,
o
apro-
pinquar-se
da
madrugada.
Mas
deixemos-nos
de figuras,
e diga
mos
a
verdade
inteira
e
em
toda
a
sua
nudez.
Não
é
profundamente
pungiliva
essa
criminosa
iudifferença
com
que
a
maioria
dos
catholicos
do
nosso
paiz
olha
para a
imprensa que defende os
interesses
reli
giosos,
e
diffnude
os
verdadeiros
prioci-
pios sociaes?
Pois
não
vemos
nós
que
o
jornalis
mo
catholico é
o
que
ahi
vive era
menor
numero,
lido
por
algumas
centenas
de in
divíduos;
emquauto que
todos
os
dias
se
multiplica
o
jornalismo político,
que
conta
por
milhares
e
mdhares
os
seus
subscupto-
res
?
Pois
não
é
do
dominio
de
todos
que
a
maior
parte
das
publicações
d
’
interesse
geral,
nomeadamente
as
religiosas;
o
jor
nal
moralisador, e
o
livro
que
fôrma
o
coração
e
o
espirito pela
doctrina
sã
e
civilisadora; não
é
dominio
de
lodos,
re
petimos, que
essas
publicações
estão vo
tadas
a
um
quasi
completo
despreso?
Não
é
verdade
que
as
emprezas que
tomam
a
peito
a
diflusão
dos
bons
jornaes
e
dos
bons
livros,
são as
que
teem
a loc-
lar
com maiores
e
mais
repetidas
dilli-
culdades
?
E’
indispensável,
pois,
que
os
catholi
cos meditem
n
’
estas
verdades,
e
desterrem
esse
indiflerenlisino
vergonhoso
pela
im
prensa
que
defende as
soas
crenças
e
os
seus
verdadeiros
interesses.
Se
tios
fallecer
o
auxilio
dos
nossos,
vãmente
o
esperaríamos
dos
contrários.
Alijú
IO
d’
agosto <ie 4850.
(Du
nosso correspondente).
Diflicil
é
a
tarefa
de
ser
corresponden
te
d
’
um jornal,
quando
se
vive
afastado
dos
grandes
centros.
Os
assumptos
são sempre
poucos
e
muito
menos
são
ainda,
quando o
cará
cter
do
jornal
é
religioso
como
este,
e
impede
por
consequência
muitas
vezes
de
apreciar
factos,
ainda
que
com
imparcia
lidade.
Referindo
os
mais
notáveis
e
fa
zendo
quantw
em
nós
couber
para
não
fugir
do
vosso
programma, que seguis
cotn
dignidade,
cremos
ter
comprido
o
nosso
dever,
com
quanto
não
seja perante
os
leitores,
ao
rnenos
para
com
a
nossa
consciência.
O
vosso
periodico
tem
por
titulo
«Com-
meicio
do
Minho»
—
folha
commercial, re
ligiosa
e
noticiosa.
Nenhum
outro
titulo
lhe
cabia
tanto
a
proposito;
pois
não
conheço
jornal
mais
util
do
que
aquelle
que
advoga
os
interesses
comnoerciaes,
refere
noticias
satisfazendo
a
curiosidade
dos leitores,
e
pugna
pela
religião
em
que
fomos
embalados.
E’
uma
publicação
que
serve
para
todos, qualquer
que
seja
a
idade ou
a
condição.
—
Alijó,
terra
outr
’ora
de
grandes en-
thusiasmos
políticos,
de
reuniões,
de
soi-
rées,
sentou-se
á
sombra
do
seu annoso
olmedal,
e
descançou
das
lides
do
passa
do.
As
senhoras
subsiituiratn
as
toiletles
pela
costura,
e
os
homens
entenderatn
que
o
viver
sob
a
atmosfera
social
das
eras passadas
não
compensava os
fructos
do
trabalho
grangeados
no
seio
da
tran-
quillidade.
Caminha,
pois,
Alijó
alegre,
florescente
e
afanosa
na
cultura'das
suas
productivas
te'rras,
mas
despida
de
todos
os
preconceitos
políticos.
—
Fetejou-se,
no
domingo 6,
a
Ima
gem
do
Senhor
dos
Passos,
que
aqui
in
vocam
com
o
nome
da
de
Senhor do
An
dor,
na
sua
capeila
erecla
a
poucos
me
lros
da
villa.
No
sabbado
de
noite
houve
sermão
e
procissão
de penitencia.
O
sermão
foi
pregado
á
porta
da
ca-
pella
antes
da
procissão. O orador,
que
foi
o
revd.
0 Ga<par
de Celleirós,
falloti
sobre
os
sacramentos,
mostrando
que
é
por
elles
que o
homem
se aproxima
do
Todo
Poderoso,
e
adduziu
vários exem
plos históricos,
provando
que
grandes
pec-
cadores
alcançaram
o
perdão
dos
seus
crimes
por
meio
da
penitencia.
Sobre
estes
dois
assumptos
dissertou
larg.mente;
mas
a
historia
soflreu
muito
e
o
portuguez
andou
pelas
ruas
d'amar-
gura.
Terminado
o
sermão,
saiu
a
procis
são
que
percorreu as
ruas
principaes
da
villa. Era
bastante
numerosa
a
concorrên
cia.
As janellas achavam-se
quasi
todas
il-
luminadas
e
algumas
d
’
ellas
adornadas
de
damas alijosenses.
O
cortejo
era
aberto
por
duas alas
de
irmãos
de
differentes
irmandades
com
to
chas
acesas; em
seguida iam
alguns
pe
nitentes
vestidos
de
branco,
sobraçando
alavancas enormes; depois
seguia-se
o
Se
nhor
dos Passos
no
seu
andor
e
fechava
o
religioso
séquito
uma
banda
de
musica
da villa
de
Favaios.
A
procissão,
que
correu
na
melhor
ordem,
recolheu
por volta
das
11
horas
da
noite
á
egreja
matriz.
Apraz-nos
ver
estes
aclos
religiosos.
Debalde trabalha
a
impiedade
pura
riscar
dos
nossos corações
a
crença em Deus.
Nascemos
com
ella,
com
ella
havemos
de
morrer.
Folgamos
de
ver
a
concorrência
dos
fieis
que
assistiram
a
esta
solemnidade,
e
só
temos
a
reptovar
a
tal
penitencia
d
’ala-
vanca
que
mais
parecia
uma
mascarada
ridícula
do que
quem
queria
alcançar
o
perdão
das
suas
culpas.
O
vestuário
dos
penitentes
era
em ex
tremo
exquisito.
Vestiam uma
camisa
de
mulher;
uma
corda
lhes
ligava
a
cintura;
uma
toalha
d
’
agua
ás
mãos
lhes
cingia
a
cabeça,
e
em volta «ia
toalha
uma
madre-
silva; e
os
pés descalços.
Uns
sobraça
vam
alavancas,
outros
empunhavam
cru
cifixos.
Cremos
hrmemente
que
os
taes
peni
tentes
não
iam
muito contrictos,
mas
que
iam
de boa
fé;
lamentamos,
porém,
que
taes
usos
não
estejam
completamente
ba
nidos,
e
substituídos
antes
por
uma
boa
confissão
e algumas horas d
’
oração
ao
pé
do
santuário.
O nosso
povo
é
bastante
respeitador
d
’
antigas
tradições, e
esta
celebre
peniten
cia
data
já
d’
outros
tempos.
Dave-se-lhe
dar
toda
a
desculpa.
Per
doe Deus,
porém, a
quem
é a causa
da
falta
de
instrucção
nas classes baixas
da
nossa
socieJade.
No
domingo
houve missa
solemne, ser
mão
e
procissão.
Não
assistimos;
cons
ta-nos,
porem,
que
a
missa, a
grande
instrumental
pela
filarmónica
alijosense,
fôra
bem
desempenhada.
A
procis-ão,
que
se
com;.unha
de
tres
andores,
muitos anginhos,
irmandades,
confrarias
c
alguns membros de
differen-
HISTORIA
« l ?I IHSCGAÍilXIDO
IV
Onde
Jacques
e Mathurin
tomam
um
bom
partido.
[Continuação]
—
A
este
respeito,
interrompeu
Jacques,
Mathurin
vos
dirá,
snr.
cura,
que
só re
peti
o
que
ouvi,
e
o
que li
nas folhas
do
snr.
Roussaboire
e
o
doutor
Tirsang.
—
E
consiste
n
’
isso
tudo
o
que
vos
auc-
torisa
a
fallar
do
objecto
em
questão
?
—Sim,
disse
Mathurin.
E
mais
ainda:
Baptista
sabe
tudo
o
que
se
lè nos
aleliers
;
o
snr.
Saitout
não
é
nenhum
imbecil,
o
snr.
Tirsang
do mesmo
modo;
além
d
’is-
so
os
jornaes
são
escriplos
por
altas
per
sonagens
de
Paris
que
estão
ao
alcance
das
coisas.
—
Mas,
íinalmente,
que
dizem
do
Syl-
labus ?
—
Que é
uma
machina
de
guerra
que
vae
fazer perturbar
a
sociedade,
uma
cons
piração
do Papa
e
dos
curas,
e
que
somo
nós
outros,
pobres
trabalhadores, que
va
s
mos soffrer
tudo isto.
—
E acreditae-o,
Mathurin?
—
Ora essa
!
snr. cura,
só
acredito
a
metade,
sobretudo
depois
que
vimos,
eu
e
Jacques,
que
a
esse respeito
os
que
fal
iam tanto
nunca
leram
o Syllabus.
Mas
como
não
ha
fogo
sem
fumo
e...
—Nãoé
própria
essa comparação.
Quan
do
vedes,
dos
vossos
campos
la
ao
longe
na
vertente
que
encima
o
pequeno
bos
que,
quando
vedes
o
fumo
que
sae
da
cha
miné
da
vossa
casa,
estaes
certos
que
o
fogo
arde?
—
Conforme,
senhor
cura. Quando ha
mais
fumo,
não
é
quando
o
fogo
arde
mais:
ordinariamente
é
o
momento
em
que
o
fogo
vae
acender-se
e
arder.
—
Justamente,
o
fumo
indica,
que
ha
logo
ou
que
começa
a
aleiar-se.
Bem
!
o
mesmo
acontece
com
o
Syllabus, do
qual
sei
que
se
começam
a
occupar
muito
na
parochia, posto
que
ha
já
perto
de
onze
annos
que
elle
se
publicou.;
— Onze
annos!
clamaram ao mesmo
tempo
Jacques
e
Mathurin.
—Onze annos,
meus
amigos,
replicou
o
cura,
porque
data
de
8
de
dezembro
de
1861,
e estamos
no
íim
d
’
outubro
de
1865,
não
é
assim?
—Julgava
que
era coisa
nova,
disse
Mathurin.
—
Nova
como
vêdes.
—
Porque
será
quejainda
agora
se
fal
ia
d
’
elle
?
—E
’ porque
então
não
havia
o
mes
mo
interesse que
hoje.
—
Que
interesse
póde
haver?
—
Um
triste
interesse,
o
de
suprimir
a
religião. E
é
porque o
fumo
que
se
faz
ou
o
rumor
que
ouvis
não
indica
que
o
Papa
fizesse fogo, mas
que
se
procura
aleal-o
contra
elle
e
a
religião.
—
E
’
isso,
como
sempre
o
disse; quan
do
se
quer
inalar o
cão,
berra-se
que es
tá
damnado.
—
Perfeitamente,
Maturin,
é
impossí
vel
empregar
melhor
o provérbio.
—
Portanto,
observou
Mathurin
;
é
pre
ciso
que
haja
coisas
muito
extraordinárias
no
Syllabus,
para
que se digam
tantos
hor
rores.
—
Mais
do
que
no
Cathecismo
ou
no
Evangelho
isso
não,
meus
amigos
!
—
E’
muito!
disse
Jacques.
—
E’
isto
mesmo,
meus
amigos.
Quereis
ler
comigo
esse
famoso
Syllabus?
—Senhor
cura,
disse
Mathurin,
é
o
que
desejávamos
pedir-vos.
—Estou
á vossa
disposição,
meus
ami
gos
!
—
Ao
menos,
disse
Mathurin,
dir-nos-
heis
ahi
verdadeiramente,
o que
elle é.
Confiamos
em
vós,
snr.
cura.
—
Não
vos
enganarei,
eslae
certos
d
’is-
so.
—
O snr. Tirsang
diz
que
vós sois
um
malvado,
replicou
Mathurin, rindo-se,
para
fazer
passar mais
facilmente
o que
desconfiava
n
’
esta
observação.
—
E
porque
não
viria
o
snr.
Tirsang
fal
lar
a
este
respeito
em
minha
casa
com-
vosco?
—
Desejaes
que
lh
’
o
proponhamos,
snr.
cura
?
—
|De
certo,
disse
Mathurin.
E
po
deis
também
convidar
de
minha
parte
os
snrs.
professor. Poussaboire,
Baptista,
to
dos
os
que
quizerdes.
tando
homens
co
mo
mulheres;
não
desejo
mais
do
qne
ex-
plicar-me
com
toda
a
gente
a
respeito
do
Syllabus.
Quantos
mais
vierem
estarei
mais
contente,
e
ver-se-ha
com
facilidade
se
o
Syllabus
é
esse
monstro
que
vos
causa
esse
ar
de tão
assustados,
e com
cujo
no
me
se
procura
tão
perfidamente alboro-
tar
o
bom
povo
contra
os
curas,
o
Papa
e
a
religião.
—
D’
accordo,
snr.
cura.
—
D
’
accordo,
meus
amigos.
Domingo
proximo, vespera
de
Todos
os
Santos,
não
será possível
nem
no
dia
seguinte.
Deixe
mos
isso
para
o
outro
domingo, depois das
vesperas,
e
assim
nos
reuniremos
em
quan
to
for
necessário.
—
Muito
bem
snr.
cura,
disseram
ao
mesmo
tempo
Jacques
e
Mathurin.
(Continua)
--------------
~
vvv;
ctários,
e
então
declaramos
que
por estas
constituições
eram
fulminadas não
só
as
associações
maçónicas
estabelecidas
na Eu
ropa,
senão
também
todas quantas
exis
tem na
America
e
nas
demais
regiões
do
orbe.
Não
foi
pois
sem
grande admiração
que
vimos que,
havendo
sido
levantados,
por
auctoridade
Nossa e desígnios
atti-
nentes
á
salvação
dos
transviados,
os
in-
terdictos
a
que
estavam
sujeitos n
’
esse
paiz
algumas
egrejas
e
Irmandades,
com
postas
em
grande
parte
de
membros
da
Maçonaria,
se
tomasse
d
’ahi
occasião
para
divulgar
que
a
sociedade
maçónica
exis
tente n
’essas
regiões
estava
excluída
das
condemnações
Apostólicas,
e
que,
por
con
seguinte,
podiam
tranquillamente
os
mes
mos
sectários
fazer
parte
das
pias
Irman
dades
christãs.
Quanto,
porém,
taes
asserções
distam
da
verdade
e
da
Nossa intenção,
bem
cla
ramente
o
estão
demonstrando
não
só
os
actos
que
acima
temos
referido,
senão tam
bém
a própria epistola
que
em
data
de
9
de
Fevereiro
de 1875
escrevemos
ao
Se
reníssimo
Imperador
d
’
esse
Estado,
na
qual,
promettendo-lhe
Nós
que
seria
revogado
o
interdicto
lançado
a algumas egrejas
des
sas Dioceses,
logo
que
Vós.
Veneráveis
Irmãos
Bispos
do
Pará
e de
Olinda,
então
detidos
em injusto
cárcere,
fosseis
restituí
dos
á
liberdade,
comtudo
ajuntamos
es
ta
reserva
e condição,
a
saber,
que os
membros
da
maçonaria
seriam
removidos
dos
cargos
que
occupavam
nas
Irmanda
des. E o
motivo d’esta
nossa
resolução
não
teve
nem
podia
ler
outro proposito
senão,
satisfeitos n
’esta
parte
os
desejos
do
imperador
e
restabelecida
a
Iranquilli-
dade
dos
ânimos,
offerecermos
ao
governo
imperial
a
opportunidade
de
restituir
ao
antigo
estado
as
pias
confrarias,
expurgan
do-as da
infecção
maçónica,
e
de
concor
rer
assim
para
que
os
membros da
seita
condemnada,
movidos
pela
Nossa
clemen
cia
para
com
elles,
tratassem
de
se apar
tar
do
caminho
da
perdição.
Entretanto,
para que
em
assumpto
tão
grave,
não
possa
pairar
duvida
alguma,
nem
haver
logar
a
illusão
alguma,
Nós
não
omittimos
n
’esta occasião de novamen-
le
declarar e
confirmar
que
as
sociedades
maçónicas,
quer
as
que
existem
n
’
esse
paiz,
quer as
que
existem
em
qualquer
outra
parle
do
mundo, sociedades
que
muitos,
ou
illudidos
ou
embusteiros,
aflir-
mam só
terem
em
mira
a
utilidade
e
o
progresso
social,
e
o
exercício
da
mutua
beneficencia, acham-se proscriplas e
ful
minadas
pelas
constituições
e
condemna
ções
Apostólicas,
e que
lodos
os
que
des
graçadamente se
alistarem nas
mesmas
seitas
incorrem
ipso
fado
em
excommu-
nhão
maior
reservada
ao Romano
Pontí
fice.
Desejamos,
porém, vivamente,
Vene
ráveis
Irmãos, que
ou
por
vós
mesmos,
ou
por
vossos
cooperadorcs,
admoesteis
os
fieis
a respeito
de
tão
perniciosa peste,
e
vos
esforceis
por
conserval-os immunes
de
sua
influencia,
lançando
mão de
todos
os
meios
ao
vosso alcance.
E
com
não
menor
solicitude recommendarnos
ao
vos
so
zelo
que,
pela
prégação
da
palavra
de
Deus
e
por
opportunas instrucções,
cui
dadosamente
se
ensine
a
esse
povo
chris-
tão
a
doutrina
religiosa
;
pois
bem
sabeis
a
grande
utilidade,
que
d'essa
parte
do
sagrado
ministério,
quando
bem desempe
nhada,
resulta
para
o
rebanho
christão,
e
quando
negligenciada,
os
gravíssimos
da-
mnos
que
se
seguem
para
o
mesmo.
Além
de tudo
quanto
temos
aqui
tra
tado, somos
ainda
forçados
a
deplorar
o
abuso
de
poder
da
parte d
’
aqnelles
que
presidem
ás
referidas
Irmandades,
pois,
como
chegou
ao
Nosso
conhecimento, cha
mando
tudo
ao
seu
arbítrio,
atrevem-se
a
usurpar
um
direito
indébito
sobre as
cousas
e pessoas
sagradas,
e
sobre
o
que
é
da
ordem
espiritual,
de
modo
que
os
Sacerdotes e
os
próprias
Parochos,
no
exer
cício de
suas
funcções,
ficam
totalmente
sujeitos
ao
poder
d
’elles.
Facto
este
que
não
só
se
oppõe
ás
leis
ecclesiasticas, se
não
lambem
á
própria
ordem
constituí
da
em
sua
Egreja
por
Nosso
Senhor
Je
sus
Ghristo
;
pois
não
fôram os
leigos
pos
tos
por
Jesus
Ghristo
para
reitores
das
cousas
ecclesiasticas,
mas
devem
para
sua
utilidade
e
salvação
estar
sujeitos
a
seus
legítimos
Pastores,
limitando-se,
cada
um
conforme
o
seu
Clero,
e
sendo-lhes
ve
dado
ingerir-se
n
’aquellas
cousas
que
fô
ram
por
Jesus
Ghristo
confiadas
aos
sa
grados
Pastores.
Assim
pois,
nada
reconhecemos
mais
necessário
do
que
exigir
se
conforme
á
ordem
recta
os estatutos
das
ditas Ir
mandades, e
que
tudo
o
que
n
’
elles
ha
les
repartições,
saiu
pelas
5
horas
da
tar
de,
percorrendo o
mesmo
itinerário
da
vespera.
A
’s varas
do
pallio
pegavam
al
guns
cavalheiros
d
’
es>ta villa, e
a
Custodia
era
leva
lo
pelo
revd.0
reitor
da
freguesia,
seguindo-se
a competente
banda
de
musi
ca,
e
fechando
a
ceremonia
religiosa
uma
força
de
infanleria
13,
commaudada
por
um
alferes.
Recolheu
pelas
7
e
meia
horas
da tar
de,
tendo
tudo
permanecido
sempre na
melhor
ordem
e
socego.
—
Partiu,
ha
dias, para
Espinho
a
uso
de
banhos o
snr.
doutor
Roberto
de
Ma
galhães,
um
dos
cavalheiros
mais
distin-
ctos
d'esta
villa.
Este
snr
,
que
por
ve
zes
aqui
tem
sido
presidente
da
camara
e
desempenhado,
as funcções de
juiz
de
direito,
é
filho
do fallecido
snr.
Viscon
de
da
Ribeira
e
irmão
do
sor. visconde
d
’
Arriaga
Fazemos
votos
para
que
S.
Ex.
a
colha
bons
resultados
dos
banhos
e
regresse
á
sua
quinta de
Alijó
livre
de
todos
os
seus
incommodos.
—
Consta-nos
que
parte
no
dia
18
do
emente
para
a
sua casa de Trancoso,
e
em
seguida
se
dirige
á
praia
de
Espi
nho,
onde
tenciona
passar
a
epocha
de
banhos,
o
sor.
João Ribeiro,
labelliào
d
’
es-
te
concelho,
moço
tralavel
e bem
educa
do.
Desejamos-lhe
boa
viagem
e
agradavel
passatempo.
—
E
’
amanhã
aqui
dia de feira, que
consta
de
diflerentes
geueros,
e
é
uma
das
mais
abundantes
d
’e»les
sitios.
E’men
sal.
—
Atida
em construcçâo uma
ca»a
que
tem
de
servir
para
a estação trlegrafica,
funccionando
por
emquanto
o
telegrafo
n
’
uma
sala
da
camara.
Fica
com
boas
pro
porções.
Até
brete.
C.
M.
------ ----------------------------------
EncycJica
do Santo
Padre S
*
io
IX
no
Episcopado brazileiro
AOS
VENERÁVEIS
IRMÃO OS BISPOS DO IM
PÉRIO
DO
BRAZIL
PIO
IX,
PAPA.
Veneráveis
Irmãos,
saude e
bencão
Apos
tólica.
As
perturbações
que
n’estes
últimos
annos
se
originaram n
’
esse
Império, pro
vocadas
pelos
secretários
da
Maçonaria,
que
se
haviam
insinuado
nas
pias Irman
dades
christãs,
assim
como
Vos
arrasta
ram,
Veneráveis Irmãos,
a
ura
grave
con-
flicto,
parlicularmente
nas
dioceses
de
0-
linda
e
de
Belém
do
Pará,
assim
tam
bém,
como
sabeis,
sobremodo
Nos magoa
ram
e
aflligiram
o
coração.
Pois
não
era
possível
que
víssemos
sem
dôr
aquella
per
niciosa
e
pestífera
seita
corrompendo
sur-
rateiramente
as
referidas
Irmandades,
e
decaídos
em
misera
condição, pela
funes
ta
sementeira
da
sizania
super-semeada,
aquelles
pios
institutos
estabelecidos
afim
de
promover o
sincero espirito
de
fé
e
de piedade.
Por
isso,
em
desempenho
do nosso
car
go
Apostolico,
e
impellidos
pelo
amor
pa
ternal
que
votamos
a essa
porção do re
banho do
Senhor,
entendemos
que
sem
de
mora
se
fazia
mister accudir
com
o
re-
medio
a esse
mal,
e
assim
por
nossas let-
tras
de
29
de
Maio
de
1873, dirigidas
a
Ti,
Venerável
irmão
Bispo
de
Olinda,
levantamos
a
voz
proíligamlo
tão
deplorá
vel
perversão
machinada
contra as Irman
dades
christãs, procedendo
todavia
com
tal
brandura
e
clemencia
para
com
os mem
bros
enganados e
illudidos
da
seita
maço-
nica,
que
por
tempo
conveniente
suspen
demos
a
reservação
das
censuras
em
que
haviam
incorrido,
e
isto
afim
de
que
apro
veitando-se
elles
de
nossa
benignidade,
detestassem
os
erros
e
abandonassem
as
conóemnadas
assembléas
de
que
faziam
parte. Demais
nós te
havíamos
ordenado,
Venerável
Irmão
Bispo de
Olinda,
que
se
passado
aquelle
espaço
de tempo,
se
não
houvessem
elles
arrependido
supprimisses
e
declarasses
supprimidas
as
referidas
Ir
mandades,
e
outras
íntegralmente
estabe
lecesses,
conformes
ao
fim
primitivo
de
sua
instituição,
admitlindo
novos
irmãos,
immunes
de
todo
o
virus
maçonico.
Além
d’
isto,
na carta
encyclica
dirigi
da
em
1
de
novembro
de 1873
a
lodos
os Bispos
do
orbe
catholico,
applicando-
nos,
em
desempenho
do
nosso
cargo,
a
premunir
todos
os
fieis
contra
as
artes
e
insídias
dos sectários,
abertamenle
cha
mamos,
por
essa
occasião,
á
memória
dos
fieis
as
constituições Pontifícias
publica
das
contra
as
perversas
sociedades
dos se
de
irregular
e
incongruente
n
’
esta
parte
se
reforme
convenientemente
segundo
as
leis
da
Egreja
e
a disciplina
canónica.
Para
attingir
este
fim,
Veneráveis
Irmãos,
at-
tendendo Nós
ás relações
que
existem
entre as
mesmas
Irmandades
e
o
poder
civil
relativamenle
á
constituição
e
admi
nistração
d’
ellas na
parle
temporal,
have
mos
opportunamente
ordenado
ao Nosso
Cardeal
secretario d’
Eslado
que
se
enten
da
com
o
governo
imperial,
e de
accordo
com
elle
se
esforce,
por
conseguir
os de
sejados
effeitos.
Confiamos
que
sobre
es
te assumpto
o
poder
civil
ha
de
unir
cui
dadosamente
os
seus
esforços
aos
Nossos,
e
com
instancia
supplicamos
a
Deus,
de
quem
procedem
todos
os
bens,
se
digne
de
promover
e
auxiliar
com
sua graça
es
ta obra que
interessa
á
paz
da
religião
e
a sociedade
civil.
Afim de
vêrmos
realisados
estes vo
tos,
juntae
Vós
também
Veneráveis
Irmãos,
as
Vossas
preces ás
Nossas,
e
em
penhor
do
Nosso
sincero
amor
recebei
a
Bênção
Apostólica
que
a
Vós,
ao
Clero
e
Fieis
confiados
a
cada
um
de
Vós
mui
affec-
tuosamente
vos
outorgamos no Senhor.
Dada
em
Roma,
junto
a
S. Pedro, no
dia
29 de
Abril
de
1876,
anno
30.° do
Nosso
Pontificado.
PIO
IX,
PAPA.
6AZETILHA
Falleciinento
—
Entregou
ante-hon-
tem
a
alma ao Creador, o
distincto
mé
dico-cirúrgico
d
’
esla
cidade, o snr.
Anlo-
nio
Fernatides
Cortez
Vieira.
Era
cavalheiro
geralmente
bemquisto,
e
peritíssimo
na
sua
profissão.
Durante
o
cholera
que
grassou
em
Lisboa,
no
reina
do
do
sempre
saudoso
monarcha
D.
Pedro
V,
prestou
o
finado
relevantissimcs
servi
ços
para a extiocção
dkiquelle
llagello,
pe
lo
quaes
fui
pelo
mesmo
soberano
conde
corado
com
a
medalha da
Torre
e
Espada
do
Valor,
Lealdade
e
Mérito.
0
seu cadaver foi
hontem
conduzido
para
o
B.
templo
de
Santa
Cruz,
onde
ámanhã
tem
oflicio% sendo
em
seguida
transportado
para
o
cemitério.
rtoubo.
—
loformam
nos
que
em
a
noi
te
de
anle-hontem
os ratoneiros
penetra
ram
na
casa
n.°
16,
da
rua
dos
Pellamcs,
cujos
inquilinos
estavam
ausentes,
e
lim
param
d
alli
tudo
quanto
acharam.
Os
ladrões
entraram
por
uma
janella,
que
por
descuido
ou esquecimento
tinha
ficado
aberta.
N.
Senhora «la Abhatlin
*
—
Feste
ja-se
hoje
a
imagem
de
N.
Senhora
da
Abbadia,
oa
sua
capella
erecta
no
largo
do
Castello.
—
Na
Sé
ha
pontifical
e
dç
tarde
sae
a procissão
em
volta
do
templo.
Jlais
festividades.
—
Tem
hoje
logar
na
capella
da
Senhora
a
Branca
a
festivi
dade
de
N.
Senhora
das
Neves.
Houve
hon
tem
vesperas
solemnes.
e
hoje ha
missa
a
instrumental
e
sermão.
—
Festeja-se também
na
rua de
Inlias
a
devota
imagem
do
Senhor
das
Anciãs.
Hontem á
noite
houve arraial,
que
foi
mui
to
concorrido
Novena.—
Começa na
sexta
feira,
na
capella do recolhimento
das
Convertidas
a
novena
do
Puríssimo
Coração
de
Maria,
havendo
praticas
antes
de
principiar.
A Borboleta.—
Está publicado
o
n.°
22
deste hebdomadario de litteratura, col-
laborado
por escriptores distinctos.
Monumento da
Smxnaeiilada Con
ceição
no
monte Santeiro, subúr
bios de
Braga.
—
No
dia
27,
ultimo
domingo
do
corrente
Agosto,
tem
de
se
celebrar
solemnemente
a
festa da
Virgem
Immaculada.
0
nosso
SS.
Padre
Pio
IX,
o
Gran
de, dignou-se abrir
em favor
da
obra
do
Monumento
o
Thesouro
da
Egreja
;
e,
a-
létn
d
’
outras
graças,
concedeu
indulgên
cia
plenaria
a
todos
os
fieis, que
bem
confessados
e
commungados,
visitarem
de-
votamente,
desde
as primeiras
vesperas
de
sabbado
até
o
pôr
do
sol
do
ultimo
domingo
d
’
Agosto,
o
templo
do
Real
San-
ctuario
do
Bom
Jesus
do
Monte,
e
a Sa
grada
Imagem
de
Maria SS.
no
monte
Sa-
meiro,
orando
segundo
as
intenções
desi
gnadas
por
Sua Santidade.
Para
facilitar
aos
fieis
a
consecução
d’esta
preciosa
graça,
se
fará
no
mesmo
templo,
pelas
7
horas
da
manhã,
no
do
mingo,
uma
visita
publica
e
solemne,
e lo
go
seguirá
uma procissão
de
preces, ou
clamor,
para
o
Monumento,
onde
se
fará
a
visita
e se cantarão
as
Ladainhas
Lau-
retanas,
terminando com
o
sermão
préga-
do
pelo revd.®
padre
João
Rebello.
Depois das
10 horas,
se
cantará
na
egre-
eja
do
Bom
Jesus
uma
missa
solemne
com
exposição
do
SS.
Sacramento, e
sermão
pelo
mesmo.
Fieis
portuguezes devotos
de
Maria
!
Não queiraes
desaproveitar
estas
copiosas
graças,
nem
deixeis
passar
esta
occasião
de
teslimunhar
á Augusta
Padroeira
de
Portugal
os
sentimentos
de
vossa
pieda
de e
gratidão!
Vinde
implorar
Sua
po
derosíssima
intercessão,
para
que
faça
ces
sar
as
amarguras da Santa
Egreja,
e
os
males
da sociedade.
Degpaehog
judiciaes. —
Bacharel
Antonio José
Pinto da
Costa
Rebello, juiz
de direito, transferido do
1.°
districto
cri
minal
da
comarca
do
Porto
para
a de
Penafiel—aposentado, como requereu,
com
o
ordenado
de
réis
600^090
e
as
hon
ras
de
juiz
de
segunda
instancia.
Bacharel
José
Freire Falcão, Francis
co
Bernardo
da Costa
e
Almeida
e
Anio-
nio
Joaquim
Simões
de
Carvalho-nomea
dos
substitutos
do juiz
de
direito
da
co
marca
de
Almeida,
para
servirem
pela
or
dem
por
que
vão
nomeados.
Bacharel
Antonio
de
Amorim
Soares
de
Azevedo,
João
Manuel
Pinheiro
de
Al
meida
e
João
da Silva
Vieira— idem
da
comarca
de Amares,
e
pela
mesmaordem.
Antonio
Joaquim Monteiro
de
Andra
de
e
sá,
Fernandos
da Fonseca
Mesqui
ta
Castro
e Sólla,
José
Diogo
Martins
Car
valho
e
bacharel
José
de
Andrade
Figuei
redo
—
idem
da
comarca
da
Figueira
de
Castello
Rodrigo,
e
pela
mesma
ordem.
Carlos
Antonio
de
Gamboa
Piruenlel,
bacharel
José Maria
de Lacerda, Antonio
Adolpho
de
Seixas
e
Vasconceilos
e
João
Luiz
de
Souto
Brandão
—
idem
da
comar
ca
de
Meda,
e
pela
mesma
ordem.
Bacharel
Manuel
da
Cruz
Aguiar,
ba
charel
Eduardo
Augusto
Pereira
de
Maga
lhães
Mello
e
Campos,
Manuel
Luiz
Agos
tinho
e
Antonio
Joaquim
da
Fonseca
—
idem da
comarca
de
Pedrogão Grande,
e
pela
mesma
ordem.
Jacinto
Manuel
Arruda.
Antonio
Car
los
de
Mendonça,
Francisco
Manuel
de
Rezende
e
João
Baptista
do
Amaral
Vas
conceilos
—
idem
da comarca
da Povoação,
e
pela
mesma ordem.
João
Baptista
de
Lima
Sampaio,
se
gundo
substituto
do
juiz
de direito
da
comarca
de Alijó,
exonerado,
por
ter si
do
nomeado
juiz
ordinário
do
julgado
de
Favaios,
da
mesma
comarca.
Bacharel
Francisco Carneiro
da
Veiga
Cabral
e
Sampaio,
nomeado para
o sobre
dito
cargo
de
substituto.
Antonio
de
Mendanha
Arriscado,
pri
meiro
substituto
do
juiz
de
direito
da
co
marca
de Barcellos,
exonerado,
como
re
quereu
.
José
Joaquim
de
Faria
Machado,
no
meado primeiro
substituto
do
juiz
de
di
reito
da
sobredita
comarca.
Antonio
José Forte
de
Sá,
nomeado
quarto
substituto
do
juiz
de
direito
da
sobredita
comarca.
Bacharel
Jeronytno
Augusto
Pacheco
Pereira
Leite,
primeiro substituto
do
juiz
de
direito
da comarca de Paredes,
exo
nerado
como
requereu.
João
José
de
Souza
Machado, nomea
do para
o sobredito
cargo
de
primeiro
substituto.
Bacharel
João
Coelho
Villas
Boas
e
Sá,
terceiro
substituto
do
juiz
de
direito
da
comarca
de
Vianna
do
Castello,
exo
nerado,
como
requereu.
<l!sra
gig«is
*
t«scra.
—
Trata-se
em
França
de
canalisar
o
Sena
de fórma que
Paris
fique
transformado n’
um
porto de
mar. Esta
empreza
que
certamente
vae
collocar
a
grande
capital
de França
n’
uma
posição
vantajosissima, parece
muito
pró
xima
da
sua
realisação.
Teem-se
já
feito
bastantes
estudos
n
’es-
te
sentido,
e
tudo
aconselha
a
que
se
pro
ceda
á
grandiosa
obra.
0
espirito
de
emulação
tem
excitado
os
allemães,
e pretendem
lambem
as
honras
marítimas
para
a
sua capital.
0
canal
com
tal fim
projeclado,
que
será
16
kilometros
mais
curto
que
o
de
Suez,
está
orçado
em
15
milhões de
lhalers.
Sinistros Nãarítinios.—
Uma
tem
pestade
causou
numerosos sinistros em
as
costas
de
Inglatena.
Telegrafam
de
Dundee,
em
data
de
4,
ao
«Evenmg
Steudard»;
Entre
Aherdeen
e
Peterhead,
o barco
de
pesca
«habella
sillerss
perdeu-se
a
a
grande distancia
de
terra
e
morreram
tres
bomens.
No
porto
de
Wick,
uru
barco foi ar
*
remessado
violentamente
contra
o
caes;
todos
os
homens
que
o tripulavam,
pude
ram
salvar-se
á
excepção
do
dono do
barco
que
morreu.
Durante
o
dia,
avistou-se
outro
barco
a
íluctuar
a
uma milha de
Wich.
Sup-
põe-se
que
toda
a
tripulação se
afogou
A
«Susana»
virou-se
na
altura
de Freserber,
e
morreram
sete
homens
da
tripulação.
Afinal
soube-se
da
perda
de
tres
ou
tros
barcos,
e
varias
lanchas
ficaram
sem
as
redes
que
lhes
foram
roubadas
pelo
mar.
Um
lelegramtna
Sout-Phieldes
aonuncia
ao
mesmo
jornal
que
entraram
no Tajen
quatorie barcos
de
pesca
depois
de
terem
soflrido
um
temporal
medonho.
Participam
que
o
«William
e
Souza»,
foi
encontrado
de
quilha
para
o
ar. A
sua
tripulação
componha
se
de
seis
homens.
—
A
direcção do «Lnriam
Vesites»
aca
ba
de
publicar
a
seguinte
estatística
dos
sinistros
marítimos
durante
o
mez de
junho
findo,
concernentes a
todos
os pa
vilhões:
Navios
de
vela
perdidos:
21
navios
ingleses,
12
francezes, 9
noruegueses, 5
allem.ães,
2 italianos,
um
hespanhol, um
grego,
10
hollandeses,
um
portuguez,
um
russo,
um
da republica
argentina,
13
pa
vilhões
desconhecidos.
N
’
este
numero
es
tão
comprehen
lidos
9
navios
suppostos
perdidos
por
falta
de
notícias.
Barcos
a
vapor
perdido
*
;
3
americanos,
2
ingleses, 2
franceses,
2
hollandeses,
2
pavilhões
desconhecidos. Total
II.
A
’
caridade publica.—
Maria
The
reza
de
Carvalho,
recolhida
no
convento
das
Convertidas,
tendo-lhe
sido
aconselhado
o
uso
de
banhos
de
caídas,
por causa
dos
seus
padecimentos, implora
o
soccotro
das
almas
caridosas
para
conseguir
adoplar
o
conselho
da
medicina.
.A’
earidnde publita.—
Indicamos
ás
almas
caritativas
o infortunado
Joaquim
da
Silva,
que
foi
jornaleiro,
e
que
actual-
mente
se vê
na
impossibilidade
de
ganhar
os
meios
para
a
sua
subsistência.
Mora
na
rua
de
S.
Thiago,
n.°
6.
A
’
caridade.—
Pede-se
ás
almas
ca
ritativas
soccorram
uma
pobre
velhinha,
entrevada
com um schirro
na
cara,
mo
radora
em
Guadelupe
n.°
6.
Retrates
cio Smr. S9. Tíirjuel II.
—
Os
retratos
uhimamente
chegados
e
pró
prios
para
album
grande,
vendetn-se
no
escriptorio da
administração
d’
este
jornal.
Preço
de
cada
um
300
reis.
MINERALOGIA
BE PORTUGAL
1.
°
QUADRO
DAS MINAS CONCEDIDAS DE
1836
ATÉ AO FIM
DE
1875
Provinda
de
Traz-os-Montes
Dislricto
de
Bragança
—
Concessões
de
finitivas
de 1836
a
1852. 6;
diplomas
de
descoberta
legal
de
1852
a
1875,
29;
concessões definitivas
de
1852
a
1875,
8;
total
das
concessões
definitivas,
14;
con
cessões
annulladas,
8;
minas
que tiveram
2.
a
concessão
definitiva,
3.
Districto
de Villa Real
—
Diplomas
de
descoberta
iegal
de
1852
a 1875,
19;
con
cessões
definitivas
de
1852
a
1875,
7;
total
das
concessões
definitivas,
7.
Província
do
Minho
Dislricto
de
Braga
—
Diplomas de
des
coberta
legal
de 1852
a
1875,
3.
Dislricto
de
Vianoa
—
Diplomas
de
des
coberta
legal
de
1852
a
1875,
4.
Dislricto
do
Porto
—
Concessões
defini
tivas
de 1836
a
1875,
3;
diplomas
de
des
coberta
legal de
1852 a
1875,
17;
total
das
concessões
definitivas, 25;
concessões
annnladas,
7;
minas
que
tiveram
2.
a
con
cessão
definitiva,
3.
Provinda
da
Beira
Alta
Dislricto
de
Aveiro
—
Concessões
defi
nitivas
de
1836
a
1852,
3;
diplomas
de
descoberta
legal
oe
1852
a
1875,
27;
concessões
definitivas
de
1852
a
1875,
16;
total
das
concessões
definitivas,
19;
concessões
annulladas,
3.
Dislricto
de
Coimbra
—Concessões
de
finitivas
de
1836
a
1852,
6;
total
das
concessões
definitivas,
6;
concessões
annul
ladas,
6;
minas
que
tiveram 2
a
concessão
definitiva, 1.
Dislricto
de
Vizeu
—
Diplomas
de
desco
berta
legal de
1852 a
1875,
16;
conces
sões definitivas
de
1852
a
1875,
12;
to
tal
das concessões
definitivas,
12,
conces
sões
annulladas,
3;
minas
que
tiveram
2.
a
concessão definitiva,
3.
Provinda
da
Beira
Baixa
Dislricto
da
Guarda
—
Diplomas
de des
coberta
legal
de
1852
a
1875,
5;
conces
sões
definitivas
de
1852 a
1875,
3;
total
das
concessões
definitivas, 3;
concessões
annulladas,
I.
Districto
de
Castello
Branco—
Conces
sões
definitivas
de
1836
a
1852,
1;
di
ploma
de
desco-berta
legal de
1852
a 1875,
7;
concessões
definitivas
de
1852
a 1875,
1;
total
das
concessões
definitivas;
2;
con
cessões
annulladas,
1.
Provinda
da
Estremadura
Districto
de Leiria
—
Concessões
defini
tivas de
1836
a
1852, 5;
diplomas de
descoberta
legal
de
1852
a
1875,
11;
total das concessões
definitivas, 16
con
cessões
annulladas,
4.
Districto
de Santarém
—
Diplomas de
descoberta
legal de 1852
a
1875, 4:
concessões
definitivas
de
1852
a
1875,
1;
total
das
concessões
definitivas, 1;
con
cessões
annulladas,
1.
Dislricto
de
Lisboa—
Concessões
defi
nitivas
de
1836 a
1852,
2;
diplomas
de
descoberta
legal
de
1852
a
1875, 41;
concessões
defnutivas
de
1852
a
1875.
25;
total
das
concessões
definitivas, 27;
concessões
annulladas,
2;
minas
que
tive
ram
2.
a
concessão
definitiva,
1.
Provinda
do
Alemtejo
Districto
de
Portalegre
—
Diplomas
de
descoberta
legal
de
1872
a
1875,
20;
concessões
definitivas,
9.
Dislricto
de
Evora
—Concessões defini
tivas
de
1836
a
1852, 1;
diplomas
de
descoberta
legal
de
1852
a 1875,
36;
con
cessões
definitiva
*
de 1852
a
1875,
24;
total das
concessões
definitivas, 25;
con
cessões
annulladas,
2.
Districto
de
Deja
—
Concessões
definiti
vas
de
1836
1852,
2;
diplomas de
desco
berta legal
de
1852
1875,
211;
conces
sões
definitivas de
1852
a
1875,
136;
to
tal
das
concessões definitivas,
138;
con
cessões annulladas,
18;
minas
que
tiveram
2.
a
concessão
definitiva,
4.
Provinda
do
Algarve
Dislricto
de
Faro
—
Concessões
definiti
vas de
1836
a
1852 1;
diplomas
de
des
coberta
legal de
1852
a
1875,
11;
con
cessões
definitivas
de
1852
a
1875,
4;
to
tal
das
concessões definitivas,
5;
conces
sões
annulladas,
1;
minas
que
tiveram
2.a
concessão
definitiva,
1.
Total
das
concessões
definitivas de 1836
a
1852,
35;
diplomas
de
descoberta
legal
de
1852
a
1875,
507;
concessões
defini
tivas
de
1852
a 1875, 274;
total
das
concessões definitivas,
309;
concessões
an-
tiulladas,
57;
minas
que
tiveram
2.a
con
cessão
definitiva,
16.
Vejamos
agora
como se repartem
as
minas
entre
os
diversos
minérios.
O
mes
mo
quadro
indica
a
superfície
total
das
concessões
definitivas actualmente
validas:
2.
°
QUADRO
DAS MINAS QUE TEM
CONCES
SÕES
DEFINITIVAS ACTUALMENTE
VA
LIDAS
Provinda
de
Traz
os
Montes
Districto
de
Bragança
—
Cobre,
1.
es
tanho,
7;
ferro;
!•
total,
7;
superfície
em
hectares,
1711,8163.
Districto de Villa
Real—
chumbo,
5;
estanho,
2;
total;
7;
superfície
em
he
ctares
396,5890.
Provinda do
Minho
Dislricto
do
Porto
—
Carvão,
4;
chum
bo,
2;
antimonio,
6;
estanho,
4;
ferro,
4;
manganez.
1;
total,
21;
superfície
em
hectares,
1849,6750.
Provinda
da
Beira
Alta
Districto
de
Aveiro
—
Carvão,
2; cobre,
6;
chumbo.
8; total, 16;
superfície
em
hectares,
2810,7530.
Districto
de
Coimbra
—
Carvão,
1;
total,
1;
superfície
em
hectares,
340,3760.
Dislricto
de
Vizeu
—
Chumbo,
9; cobre
e
chumbo,
1;
estanho,
2;
lotai,
12;
super
fície
em
hectares,
786,3404.
Provinda
da
Beira
Baixa
Dislricto
da
Guarda
—
Chumbo,
1;
es
tanho,
1;
total,
2;
superfície
em
hectares,
119,8750.
Districto
de
Castello
Branco
—
Chum
bo,
1;
total,
1;
seperficie
em
hectares,
43,9000.
Provinda
da
Estremadura
Distrito
de Leiria—
Carvão,
2;
carvão
e
feno,
5;
asfalto,
2; ferro,
3;
total,
12;
superfície
em
hectares, 21342,8560.
Districto
de
Lisboa—
Cobre.
1;
chumbo,
4;
ferro,
6;
manganez
6;
ferro
e
man
ganez,
9; total, 26;
superfície
em hecta
res,
1483,8813.
Provinda
do
Alemtejo
Districto
de
Portalegre
—
Cobre,
2;
chumbo,
5;
manganez,
2;
total,
9;
super
fície
em
hectares,
537,1170.
Districto
de
Evora
—
cobre,
14;
antimo
nio,
2; ferro,
7;
total,
23; superfície
em
bectares
1998,6690.
Dislricto
de
Beja
—
Cobre,
9;
chumbo,
5;
ferro,
1;
manganez, 76:
ferro
e man
ganez.
31;
total,
122; superfície em
he
ctares, 6722,4026.
Provinda
do
Algarve
Districto
de Faro
—
Cobre,
3;
antimo
nio,
1;
manganez,
1;
total,
5;
superlicie
em
hectares,
523,8575.
Total
—
Carvão,
9;
carvão
e
ferro.
5;
asfalto,
2; cobre, 36;
chumbo,
40;
cobre
e
chumbo,
1; antimonio, 9;
estanho,
16;
ferro,
22;
Manganez,
86;
ferro
e
manga
nez,
40;
total,
266;
supeificie
em
hecta
res, 40697,302a.
Estes algarismos
parecem
indicar
uma
situação
mineira
das
mais
prosperas
para
?ortugal.
Inlelizu.ente,
vê-se
do
seguinte
quadro
que
os
brilhantes
resultados
pro-
raettidos
são
como
om
effeito
de
miragem
e
que
das
266
minas
inscriptas
no
quadro
precedente,
ha
só,
em
ultima
analyse,
35
que
estão
realmente
em
exploração.
3.
°
—
QUADRO DO ESTADO DOS
TRABALHOS
D’EXPLORAÇÁO
NO FIM DO ANNO DE
1875
Provinda
de
Traz-os-Montes
Districto
de
Bragança
—
Exploração pou
co
activa,
8; ausência
de
trabalhos,
I;
total
9.
Districto
de
Villa
Real—
Principio
de
exploração,
2;
exploração
activa,
1;
explo
ração
pouco
activa,
4;
total
7.
Provinda
do
Minho
Districto
do
Porto—
Principio
de
explo
ração,
10;
exploração
activa,
3;
explora
ção
pouco
activa,
1;
ausência
de
trabalhos,
7; total
21.
Provinda
da
Beira
Alta
Districto
de
Aveiro
—
Principio
de
ex-
aloração,
2;
exploração
activa,
6;
ausên
cia
de
trabalhos,
4;
total
16.
Dislricto
de
Coimbra—Exploração acti
va,
1;
total
1.
Dislricto
de
Vizeu
—
Principio
de
explo
ração,
4;
exploração
pouco
activa,
5;
au
sência
de trabalhos,
2;
total
12.
Provinda
da
Beira
Baixa
Districto
da
Guarda
—Principio
de
ex
ploração,
1;
exploração
pouco
activa,
1;
total
2.
Districto
de
Castello
Branco
—Ausência
de
trabalhos,
1,
total
1.
Provinda
da
Estremadura
Districto
de
L°iria—Exploração
activa,
1;
ausência
de
trabalhos,
11; total
12.
Districto
de
Lisboa—Principio
de
ex
ploração,
3;
exploração
pouco activa,
15;
ausência
de
trabalhos,
8;
total
26.
Provinda
do
Alemtejo
Districto
de
Portalegre
—
Principio
de
exploração,
1;
exploração
pouco
activa,
3;
ausência
de
trabalho
*
,,
5;
total
9.
Districto
de
Evora
—
Principio
de
ex
ploração,
1;
exploração
acli
v
a,
4;
explo
ração
pouco
activa,
11; ausência de
tra
balhos,
7;
total
23.
, Districto
de
Beja—
Principio
de
explora
ção,
24;
exploração
activa,
18;
exploração
pouco
activa. 62;
ausência
de
trabalhos,
18;
total
122.
Provinda
do
Algarve
Districto
de Faro—Exploração
activa,
2;
exploração
pouco
activa,
1;
ausência
de trabalhos,
2;
total
5.
Total
—
Principio
de
exploração,
48;
ex
ploração
activa,
35;
exploração
pouco
activa,
117;
ausência
de
trabalhos,
66;
total
266.
Este ultimo
quadro
mostra que
a
in
dustria
extractiva
está
a
inda
muito lon
ge de
attingir
o
desenvolvimento que
de
veria
ter
n
’
um
paiz,
onde
as
riquezas
do
solo
são
tão
numerosas.
E
’
pteciso,
com-
tudo,
accrescentar,
mas
isto
em nada
al
tera
esta
conclusão,
que
alem
das
minas
que
acabamos
de
enumerai,
ha
ainda
131
que
tem
registro
feito
e
as formalidades
continuam
para
a
obtenção
de
diploma
da
descoberta,
e
32
que
teem actualmente
o
mesmo
diploma
ou
titulo de
concessão
provisória
annullado.
—(Jornal
do
Commer
cio,
de Lisboa).
ÚLTIMOS
TKLEGH VMMAS BA
AGENCIA
IIA
A'AS
PARIS
12
—Telegraminas
de
Constan
tinopla
disem
que
o
sultão
Mourad
tem
melhorado
consideravelmente.
Corte
boato
que
Ristilch,
presidente
de
ministros
na
Servia,
respondendo
ás offertas de me
diação,
declarou
que sómente
tratará
com
a
Turquia,
quando
elles
estiverem
sob
os muros de
Belgrado.
Um
. despacho
de
Lord
Derby,
de
9 de
Agosto,
dirigido
ao
embaixador
inglez
etn
Constantinopla,
diz
que
o
governo ottoma-
no
não
deve
permittir
que
na
Servia
se
jam commetlidos pelo
exercito
turco
as
barbaridades
praticadas
na
Bulgaria
cuja
repetição
seria
mais
desastrosa para
a
Tmquia
que
uma
batalha
perdida.
O ex
ercito
otromano
vai
necessariamente
pro-
seguir nas hostilidades.
MADRID
12
—
Os
mini
*
tros
partem
to
dos
hoje
para
a
Granja,
onde
amanhã
sob
a
presidência
do
rei
devem
celebrar
um
importante
conselho.
Os
ministros
regres
sam
a
Madrid
na
segunda-feira.
SASDE
A
TODOS
sem
medicina,
pur
gantes
nem
despezas
com
o
uso da
delicio
sa farinha
de
saúde,
DU
BARRY
de
Londres.
annos dPinvaritsvel swecesso
3
Depois
das adessiões
de
muitos
mé
dicos
e
de
vários
hospilaes,
ninguém
po
derá
duvidar
da eflicacia d’esla
deliciosa
farinha
de saude
que
cura
as
indigestões
(despepzias)
gastrica, gastraigia
,
llegma,
arrotos,
ventos,
flatos,
amargôr
na
bocca,
pituitas,
nauseas,
vomitos,
irritação
intes
tinal,
diarrea,
dizenleria
, cólicas,
tosse,
alhsma,
falta
de
respiração,
oppressão.
con
gestões,
mal
aos
nervos,
diabethe,
debili
dade,
todas
as
desordens
no
peito,
na
gar
ganta,
do
alito, das
bronchiles,
da
bexi
ga,
do
ligado,
dos
rins,
dos
intestinos,
da
mucosa,
do
cerebro
e
do
sangue.
75.000
curas
entre
as quaes
contam-se
a
de
S.
S.
o
Papa,
do
duque
de
Pluskow,
da
ex."
13
snr.
a
marqueza de
Brehan,
do
doutor
Manoel
Saenz
de
Tejada, da
Universidade
de
Cordova,
etc.
etc.
Cura
72.448.
Cadiz
3
de
junho
de
1868
Não posso
fazer
menos de manifestar
a
vv.
s.
as
os
hellos
resultados
que obtive,
administrando
o
seu
chocolate
de
Revales-
ciére
á minha
senhora. Havia
muitos
ân
uos que
padecia
inlensissimas dores in
testinas,
e
insomnias
pertinazes
;
graças
a
este
surprehendente
especifico
ficou com-
pletamenle
restabelecida.
Ficando
reconhe
cidos,
aproveito
esta
occasião
para
demon
strar
a
consideração
com
a
qual
o
distin
gue
o seu
attento
venerador
—
V
icente
M
oyano
.
Cura
69.718.
Ticheville
(Orne)
20 de
março
de
1867.
Achando-me
peifeitamente
com
o
uso
que
fiz
durante
certo
lapso
de
tempo
da
Revalesciére,
lenho-a
administrado
a
varias
pessoas,
ás
quaes
produziu
inestimáveis
efleitos,
em
particular
modo
n
’aquelles que
padeciam
de
hydropesia.
Tres
d
’
esles
cu
raram
completamente.—A
tosse produzida
pot
uma
constipação desappareceu
instan
taneamente
e
lambem
produziu
os
mesmos
resultados
nas moléstias
da retenção
de
orina
e
das
moléstias
de
estomago,
afas
tando
de
qualquer
indivíduo
a
hypocou-
dria.
P
adre
L
angevin
.
Seis
vezes
mais
nutritiva do
qtie
a
car
ne
sem
esquentar,
econotnisa
cincoenlj.
vezes
o
seu
preço
em
remedios.—
Preços
fixos
da
venda
por
miudo
em toda
a
pe
nínsula
:
Em
caixas
de
folha
de lata,
de
1
/i
kilo,
500
; de
*
/,
kilo
800
rs
;
de
una
kilo,
1^400
reis; de
2
*
/,
kilos,
3$200
reis;
de
6
ki
los,
6$400
reis,
e
de
12
kilos,
12^000
reis.
Os
biscoitos
da
Revalesciére que se
po
dem
comer
a
qualquer
hora, vendem-se
em
caixas
a
800
e
l$400
reis.
O
melhor
chocolate para
a
saúde
é
a
Kevaleseière choeolatada,
ella
res-
titue
o
appettiie,
digestão,
somoo, energi»
as
carões duras
ás
pessoas,
e
ás
creanças
e
mais
fracas,
e
sustenta
dez
vezes mais
que
a
carne,
e
que
o chocolate ordinário,
sem
esquentar.
Em
paus, ou
em
pó
em
caixas de
folha
de
lata
de
10
chavenas,
500
reis;
de
24
chave
nas,
820
reis;
de 48
chavenas,
l$400
;
de
12U
chavenas,
3$200
reis, ou
25
reis
cada
chavena.
BAKKY
BU
B1RHY A
C.
*
-Plá-
ce
Vendòme,
26,
Pariz;
77
Regent
Street
Londres
;
Valverde,
1,
Madrid.
Os
pharmaceulicos,
droguistas,
mer-
cieiros,
etc., das
províncias
devem
diri
gir
os
seus
pedidos ao
deposito
Central
;
snr.
Serzedeilo
&
C.
a
Largo
do
Corpo
Santo
16,
Lisboa,
(por grosso
e miudo);
Carlos
Barreio,
rua
do
Lorelo,
28;
Bar
rai
& Irmãos,
rua
Aurea,
12.
Porta,
J.
de
Sousa
Ferreira
&
Irmão, rua
da
Ba
nharia
77
;
de
Sequeira
;
J.
Pinto
;
Desí-
ré
Rahir;
Coimbra,
V.
Botelho
de
Vas-
concelios
;
Aveiro,
F.
E. da
Luz
e
Costa,
pharm.;
Bareello»,
Ramos,
pharm.;
Braga,
Pharmacia
Maia,
rua
dos
Chãos,
Pipa
&
Irmão,
rua
do Souto,
Domingos
J.
V.
Machado,
praça
Municipal.
Figueira,
Antonio
Vieira,
pharm.
;
Guimarães,
A.
J. Pereira
Martins,
pharm.
;
Peno-
fiel,
Miranda,
pharm.
;
Ponte do lim».
A. J.
Rodrigues
Barbosa,
pharm.;
Po
vo»
do
Varzim,
P.
Machado de
Oli
veira,
pharma.
;
Vianna
do
Castello,
Allonso
e
Barros,
droguistas;
Villa
do
Conde,
A.
L.
Maia
Torres,
pharm.
AGRADECIMENTOS
Lourenço
da
Cunha
Velho
Sotto-Maior,
e
seus paes
o
barão e baroneza
da
Re
torta,
agradecem
por
este
meio
a
todos
os
illm.ls
e
exm.°
s
snrs.
e
snr.
as
as
mui
tas
e
signihcanles
pravas
de
considera
ção
e
amizade
que
lhes
dispensaram
por
occasião
da
infermidade,
fallecimento
e
en
terro
de sua
sempre
chorada esposa e
nora
D.
Carlota Elvira
Carneiro
Coutinho
de
Vilhena,
e
bem
assim
a
todos os revm.
os
ecclesiasticos
que
se
dignaram
assistir
gra-
luitamente
aos
oíTicios
íunebres.
A
lodos
protestam
o
seu
eterno reco
nhecimento
e
gratidão.
(254)
(4222)
ANNUNOIOS
Já
se
acham
á venda
:
O
I.°
fascículo
da
Historia
ecelesiastiea
pelo
Padre
Rivaux.
O 1
.°
volume
de
BALMES
O
Protestantismo
comparado com
o
Catholicismo.
Ol.°
fascículo
do
Curso de
Religião
pelo
Padre Sehouppe.
Ainda
se
recebem
assignaturas
na
li
vraria
de
EUGENIO
CHARDRON.
(4209)
BANCO DA
COVILHÃ
A
Direcção
annuncia
que
o
dividendo
do
l.°
semestre
do corrente
anno
é
de
3
0(0
ou
35000
rs.
por
acção,
e
princi
pia
a
pagar-se no
dia
17
do
corrente.
Na
Covilhã,
Sede
do
Banco;
no
Porto,
Caixa
Filial;
em
Lisboa,
em
casados
snrs.
Cus
todio
e
Silva;
em
Braga, em
casa
do
snr.
João
Manuel da
Silva Guimarães.
Na
occasião
do
pagamento
do
dividen
do eotregar-se-hão as
acções
definitivas
em
troca
dos
respectivos
títulos proviso-
rios.
Covilhã,
10
d'agosto
de
1876.
José
d
’Amorim
Vaz
de
Carvalho.
A.
Baptista Alves
Leilão.
(4221'
LLOTD BE
BREtIE.V
NORDDEUTSCHER
LLOYD
NOMES
DOS
VAPORES
D’ESTA COMPANHIA
Hohenzolern —
Hohenstaufen
Salier
—
Ilabsburg
—
Hansa
America
—
Hermann
—
IVesrr
Rhein
-
Main
—
Donau
—
Mosel
Neckar—
Oder
Kron
Prinz
Fr.
Wilhelm
Graf
Bismark
General
Werder
Sperber
Carreira
mensal
Para
Pernambuco,
Bahia,
Rio de
Janeiro,
Monlevideu
e
Buenos-Ayres
Os
paquetes
que
a
Companhia
está
empregando na carreira do
Brazil
são
todos
de grande
lotação,
tendo
logares
para 170 passageiros de
primeira
classe
e
750
de
terceira.
São de
grande veloeidade,
e o
serviço
esla-se
fazendocom toda
a
regularida
de,
pelo
que
vae adquirindo
uma
boa
e
bem
merecida
reputação.
Os
preços
das
passagens
são
muito
rasoaveis,
como
se
póde
verificar
pela
tabel-
la
que
se
acha
patente
nas
agencias.
Sendo
aí pagíagens
pagas no Porto ou nas »ub-agencia» da pro
vineia,
o
transporte do passageiro a Lisboa
pelo eaminho de ferro
è
por
eonta da
Companhia.
Estes
paquetes
são
notáveis
pelos seus
modernos
aperfeiçoamentos
e
explendidas
accommodações
para
passageiros
de
todas
as
classes.
Estão
já
contractados
cosinheiros
e
creados
portuguezes
para
estes
paquetes.
Aos
passageiros
de
terceira
classe
é
fornecido
grati»
pela
Companhia,
cama,
cobertor,
utencilios
de
mesa,
e
além
de
ser
a
comida
á
porlugueza teem
vinho
duas
vezes
por
dia.
A
bordo
de
cada
paquete
ha
um
medico
que
é
obrigado
a
prestar
seus
serviços
gratuilamente
aos snrs. passageiros,
assim
como
são
fornecidos
lodos
os
medicamen
tos
necessários.
Quaesquer
informações ou
bilhetes
de
passagens
podem
obter-se
dos agentes
Baweg
«fc
C.a,
rua
de
S.
Francisco n.°
4,
2
o
andar
—
Porto
—
e
em
Braga
ao
agente Ricardo
Malheiro
Dias,
na
thesouraria
do
Banco Mercantil,
ou
largo
de
8.
Miguel
O
Anjo
n.°
20.
(42!
4)
Povoa do Varzim
Antonio
Ferreira Bago, faz
publico
que
desde
o dia
14 inclusive
em
diante
come
ça
a
sahir
uma
diligencia
diaria
entre
Villa
Nova
de Famalicão
e
Povoa
do
Var
zim, que sae
de
Villa
Nova ás
2
1/2
da
tarde,
em
combinação
com o
horário
do
caminho
de ferro
do
Minho
;
tendo os
passageiros
de
sahir
de
Braga
no
com
boio
da
1
h.
37
m.
da
tarde.
Os preços
são os
já
annunciados
para
a
carreira
de
manhã.
Os
bilhetes
vendem-se
em
Braga
no
Escriptorio
da
Companhia
Viação
do
Mi
nho.
(4219)
Ballimore—
Berlim
—
Chio
Leipzig—
Braunschweig
Nurnberg—
Frankfurt
—Han-
nover
—
Koln—Slrassburg
Adler
—
Falke
—Mowe
—
Reiher
Sch
ivalbe—
Schwan
—
Strauss
Albatross
EDITAL
O
escrivão
de
fazenda
do
Concelho
de Bra
ga
etc.
Faz
saber,
em
cumprimento
do
artigo
133
do
regulamento
da
contribuição
in
dustrial,
que
pelo
presente
edital
são
con
vidados
os
indivíduos sujeitos
á
dita
con
tribuição
que
não
pódem
formar
grémios
por
serem
menos
de
sete,
a comparece
rem
perante
elle no dia
18
do
corrente
mez,
nos
paços
da
Camara
d
’este
concelho,
afim
de
ahi
resolverem
por
maioria
o
que
se
lhes
oíferecer
da repartição
das
collectas,
a
saber:
8
horas
da
manhã:
A
dellos,
8.
a
classe
—
albardeiros,
7.
a
clas
se-alugadores
d
’objectos,
funerários,
ar
mações
d
’
egreja
—
botequins
com
sorvetes,
4. a
classe—carvão
por
miudo,
7.
a
classe
—
cereaes,
mercador,
7.
a—
cerieiros.
5.a
clas
se
—
correeiros,
com
estabelecimento,
6.
a
classe
—
cal,
areia
e
tijolo,
6.
a
classe—cera
em
bruto,
mercador, 6.
a
classe.
A
’s
9
horas
da
manhã
Escultores,
6.
a
classe—estalagens
de
guardar
ammaes,
7.a
classe—esteiras
finas
7.
a
classe—
estancias
de
madeira
—ferrado
res,
7.
a
classe
—
ferragens
novas,
mercador
5. a
classe
- fundição de
ferro,
mestre
e
di-
rectores
de fabrica,
hospedarias,
4,
a
classe
—
guarda-livros,
5.
a
classe.
A
’
s
10
horas
da
manhã
Latoeiros,
fabricantes,
7.
a
classe
—
leite,
vendedor, 8.a
classe—livros,
vendedor.
6.
a
classe
—
marceneiros,
5.
a
classe
—
músicos,
7.
a
classe—
ourives,
mercador
e
fabricante,
5.
a
classe
—parteiras, 8.
a classe
—
photo-
graphias,
6.
a
classe.
11
horas
da
manhã
Pintores,
mestres,
6.a
classe
—
relogios
usados,
mercador,
7.
a
classe—
salga
de car
ne,
estabelecimento
de,
surradores
com
es
tabelecimento,
7.a
classe
—
pentieiros,
7.
a
classe
Typographias,
empresários,
7.
a
clas
se
—
vidraceiros, 6.
a
classe—
tintureiros,
7.
a
classe
—vinhos
finos,
5.
a
classe.
2
horas
da
tarde
Officiaes de
correeiro,
8.
a
classe
—
de
fogueteiro,
8.
a classe
—de
sebeiro,
8.
a
clas
se
—
corlidor,
8
a
classe.
Para
que
chegue
ao
conhecimento
de
todos
se
passou
o
presente
e outros
para
serem
aflixades
nos logares
do costume.
Repartição
de
Fazenda
do concelho
de
Braga,
14
d
’agoslo
de 1876.
(4231)
Antonio
da
Costa
Moraes.
VENDA
DE CASAS
Vende-se
uma
morada
de
casas,
sitas
na
rua
da Cruz
de
Pedra,
entre
o
prédio
pertencente
á
snr.
a
D.
Maria
Lobo
e
a
casa
do
snr.
padre
Antonio
Veiga.
Está
construída
de
novo,
e
tem
dois
andares
e uma
boa
loja e
quintal.
Para
tractar,
dirigir-se
a Gabriel
José
Vieira da
Silva,
rua
Nova,
n.°
1. (4230)
NOVO
HORÁRIO
Joaquim
José Cerqueira e
José
Anto
nio
Marques,
íazem
publico
que
os carros
que
d
esta
cidade
saem
para
Ponte
do
Li
ma depois
da
chegada
do
Comboio
da
noi
te, principiam
a sahir
no
dia
15
do'
cor
rente
ás
3
horas
da
tarde,
chega
a
ÍPonte
ás
7,
sae
de
Ponte
para
Braga á
1
hora
da
tarde
e
chega
a
Braga
ás
6.
Preços
:
de
Braga
a
Ponte
e
vice-sersa
500
rs.
Braga
14
de
Agosto de
1876.
O gerente
(4229)
Francisco
Pereira
Leite
e
Castro.
José
Antonio
Duarte
Pregueiro
&
Irmão
annunciam
ao
publico
que
além
da
car
reira diaria que
tem
entre Braga
e Povoa
do
Varzim
ás
4 horas
da
manhã,
estabe
lece
outra
desde
o
dia
16
do
corrente
inclusivé
a
sahir
de
Braga
ás
10
horas
da
noite
e
chega
á
Povoa
ás
4
da ma
nhã,
sai
da Povoa
para
Braga
ás
2
ho
ras
da
tarde,
e
chega
ás
8.
O serviço é
feito
com
bom
gado
o
carros
como
a
ex-
periencia
o
tem
mostrado
aos
annos
que
tem
carreira
estabelecida
para
a
Povoa.
Os
bilhetes
continuam
a
vender-se
nos
seus
antigos
escriptorios
em
Braga,
em
casa
de
Antonio
Joaquim Loureiro,
rua
Nova n.°
2,
e
na
Povoa
em
caaa
de
Joa
quim
Peixo,
ao
Rego.
Braga
11
de
Agosto
de
1876.
O
gerente
(4228)
Antonio
Joaquim
Loureiro.
Linda
vivenda em Braga
Vende-se
a
pequena
quinta de
S.
Vi
cente,
a
Infias,
toda
morada
sobre
si,
com
entrada pelas
ruas
do
Conselheiro
Janua-
rio n.°
97, e rua
Nova
da
Senhora
A
Branca,
livre
e
alodial,
com
casas
para
a
rua,
e
dentro,
boa
agoa, pomar,
latadas,
horta, e
dous
campos
lavradios,
boa
eira,
coberto,
cortes,
etc.
etc.
Para
tratar
na
mesma,
com
seu dono,
João
Manoel Pereira.
(4224)
Banco
de Ponte do Lima
Compram-se
acções
d’
este
Banco
que
tiverem
o
desembolso
de
5
libras, a
2,
no campo
de
Sant
’Anna,
n.°
70.
(4225)
Vende-se
a
casa
n.°
1,
na entra-
íiiijL
da
da
rua
de
D.
Pedro
V.
Foi
^“-^^construida,
ha
dois
annos,
tem quin
tal
e
poço
e
excellentes
commodos.
Tra-
cta-se
do
seu
ajuste
na rua
de
S.
Victor
n.°
50.
(4218)’
PIANO
Vende-se
um
piano
bom
pa
ra
estudo. Quem
pertender
di
rija-se
a
esta
redacção.
(4200)
braga
:
typographia
lusitana
—
1876.
Parte de Comércio do Minho (O)
