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-
4.°
ANNO 1876
FOLHA
COMMERCUL RELIGIOSA
E NOTICIOSA
NUMERO
517
Assigna-see
vende-se
no
escriptorio do
editor
e
proprietário
Josi
Maria
Dias
da Costa,
rua
*
Nova
n."
3
E,
para
onde
deve
«er
dirigida
toda
a
correspondência
franca
de
porte = As
assi-
gnaturas
são
pagas
adiantadas
;
assina
como
as
correspondên
cias
de
Interesse
particular.
Folha
avulso
10
rs.
KJ®
JÈL- SS ES
ÁS
TERÇAS, QUINTAS
E
SABBADOS.
P
reços
:
Draga,
anno
1^600
rs.=Semestre
850
rs.=Pro«.'in-
cias,
anno
25000
rs
e
sendo
duas
35000
rs.—
Semestre
15050
rs.=Brazil,
anno
35600 rs.=Semestre
15900
rs.
moeda
forte,
ou
85000
reis
e
45500
reis
moeda fraca.=Annuncios
por
linha
20
rs.,
repetição
10 rs.
Para
os
assignantes
20
®/
0
d
’
abatimento.
A qvtrstão
de Byzvucio.
BKAGA-
SABBAOI» fiS
í»K
JULHO
As
Irmãs hospitaleiras
e o Hos
pital de S. Hnreos.
Em
nome
da
imprensa
de
que
somos
membros,
em
nome
da pobresa
enferma,
em
nome
da
humanidade,
não
podemos
deixar
de
consignar solemnemente
nas
co-
lumnas
do nosso humilde
jornal
um
voto
de
louvor
aos
cavalheiros
que
compõem
a actual
Meza
da
Misericórdia
e adminis
tradores
do
Hospital
de
S. Marcos, espe-
cialisando
aquelles
d
’
oade
partiu a
inicia
tiva
de
chamar-se
as
Irmãs
Terceiras
Hos
pitaleiras
para
o
serviço
dos
doentes
re
colhidos
«'aquelle pio
estabelecimento.
Lembrança
abençoada
de
Deus
e
dos
homens
loi
esta,
embora estultos
precon
ceitos
e
o
movei
mesquinho
de
vis
inte
resses,
que
em
toda
a
pai
te
soem
rebe
lar-se
contra as
mais
aleis
e
salutares
re
formas,
tenham
querido
abocauhal-a
soez-
meote.
Ainda
bem
que
os
praguentos
e
os
ambiciosos que
tanta
guena
surdamente
moviam a essas virtuosas
senhoras,
já vão
emrnudecendo
em
vista dos ados
de
su
premo
desinteresse
e subida
dedicação
por
ellas
sempre
e
inalteraveimenle
praticados.
E
’
que
o
império
da
calumnia é
efe-
mero,
e
desvanece-se
perante
os
repleo-
dores
da
verdade
como
as névoas,
que
co
roam
os
montes,
ao
madrugar
d’um
sol
de
primavera.
O
exemplo
dado
pelo
Hospital
de
Bra
ga
vae
fructiíicando,
felizmeute.
Pouco
tempo
tem
decorrido
ainda
desde
a
entrada
das
Irmãs
Hospitaleiras
para
o
nosso
hospital,
e
já
o
de
Guimarães
adoptou
igual
medida,
que foi levada a
efíeito
no
principio
d
’
este
mez.
Alli,
se
gundo
nos
informam,
o
digno
Provedor
dá áquellas
senhoras
atribuições mais
am
plas
do
que as que
teem as
que se
acham
no hospital
de
8.
Marcos
A
commissão
adminisli
adora
do
Asylo
de
S.
José
de 8.
Lazaro
lambem adoptou
a
mesma
medida,
e
já
hoje
toda
a
admi-
uistiação interna d
’aqueila humanitaria
instituição
está
entregue aos cuidados
e
sollicilude
inexcediveis
das Irmãs
Hospita
leiras.
Os
melhoramentos internos que
aquelle
asylo
ha
tido,
são
prova
incon
cussa
da
sua
excellente
admitiisiração,
do
que
nós
mesmos
podemos dar teslimtmho.
Aos
cavalheiros
que
compõem a
Meza
da
Santa
Casa
da
,Misericordia
bradaremos:
avante!,
e
não
parar
no
caminho ence
tado
das
reformas.
Todos,
amigos
e
ini
migos,
tem
os
olhos
íitos
em
vós:
é
ne
cessário
satisfazer
a
uns
e
outros.
Aquel
les
que
vos
reelegeram
não
esperam
só
de
vós
o
acabamento das
obras do cemi
tério.
Para
satisfazerdes
a
todos,
é
oe
cessario
que
reali-eis
as
suas justas
espe
ranças,
uma
das
quaes
é
que
entregueis
todo o
regimeu
interno
do
hospital
ás
Ir
mãs
Hospitaleiras,
afim
de que
aquelle
es
tabelecimento
possa
ser
bem
regulado
e
pofciado
moral
e
economicamente. E
para
isso
ninguém
mais
iduneo
do
que
essas
prestantes
e
beaemeritas
senhoras.
Elias
já
não
tem
outra
familia
mais
do
que
a
pobresa,
e
particularraenté a
pobresa
en
ferma.
Não
vos
pareça que
uma
senhora
é
demasiadamenle
debil
para
tomar
sobre
si
tão
pesado
encargo.
Em pequena
escala
já
tendes
o
exem
plo
nas
diu$,
casas de
caridade
que acima
referimos;
mas
se
*
vos
resta
alguma
duvida,
aconselhamos-vos
que
altenteis
era a
no
ticia
que
sobre
o
hospital
do
Rio
de
Ja
neiro
transcrevemos
n
’
este
jornal
u
’um
dos
n.
os
passados. Alli
vereis que
n
aquelle
vastís
simo
estabelecimento
e numerosas
filiaes e
dependentes
ha
250
empregados,
que
obe
decem
directaraente
a
uma senhora a
qual
só
recebe
ordens
do
Provedor.
O
impe
rador
que
alli vae amiudadas
vezes,
é
d’el!a
que
recebe
todas
as
informações
concernentes
ao
estado do
estabelecimen
to,
e
sempre
a tem
louvado
pela
boa
or
dem
da
sua
gerencia
e
pelos
melhoramen
tos
alli
sempre
em augmento.
E’ esta uma
boa
resposta aos
caluumiadores
Jas
Irmãs
Hospitaleiras,
aos
quaes
provocamos
a
que
nos
desmintam,
se
podem.
Os
dignos
mezarios
da
Mi
ericordia
devem,
pois,
seguir
este
poderoso
exem
plo, em
beneficio
de
todos,
e
para
au-
gmeulo
e
prosperidade
do Hospital
de
S.
Marcos.
I
[Continuação]
E’ a
historia
do passado, será
a
do
futuro.
O
muodo
quiz
riscal-a
para o
esquecer;
mas
Deus
a
escreverá
de
novo
para que a
verdade
não falte
no
mundo.
Assim se
appresenta
a
questão
de
Byzao-
cio;
assim
ella
se tem
apresentado
des
de
todo
o
tempo entre
Deus
e
o
homem;
assim
por
uma
serie
de
catástrofes,
ella
tem
caminhado
para
a
sua
resolução
de
finitiva
cuja
hora
não
é conhecida, e
po
de
lardar
muito
tempo.
A
humanidade
ie
presenta
e
toraa
a
representar
perpelua-
mente
um
velho
drama
mui
conhecido:
a
exposição
e
as
peripécias,
sempre
as mes
mas,
snrprehendera
todavia perpetuamen-
te
a
sua
espera, porque
ella esquece per
pétuamente
a
lição
que d
’
elh
deve tirar.
Mas
que
importa
!
E
’
necessário
que
o
pensamento
de
Deus
entre n’
este
duro
cérebro
e
que o
raio ahi
grave o
seu
no
me
que
o
orgulho
quer
abolir.
E’
nessario
que
o
mundo
aprenda
o
calhecisttio
e
a
historia, duas
cousas
con
cordantes que
elle
não
sabe,
graças
a
tantos
sábios
que
pretendem
estudal-as
e
sabei
as
para
elle.
sem
duvida M.
Spuiler
estaria
prompto,
no
espaço
de
oito
di«s,
a
fazer utn
relatorio
sobre
a
histo
ia
uni
versal,
que
seria
approvado
pela
maioria
das
duas
camaras,
se
M.
Waddmgton
o
desejasse.
Mas
a
historia
conelue
que
Deus
é
Deus,
e
M.
Spuiler
pensa
que,
por
agora,
Deus
é
M.
Gambelta.
Deus
quer
que
a
historia
acabe
por
ter
rasão.
A
historia
revela que
Byzancio
tem
o
seu
destino
assim
como
Roma.
Foi alli
que
Conslantino,
o
ultimo
imperador
of
licial
do
paganismo,
obteve
o
titulo des
de
boje
etu
diante
caduco
de
soberano
pontífice
dos
deuses.
Os deuses tinham
morrido
e não
tinham
pontífice;
mas os
últimos
romaoos
queriam que
elle
*
fossem
vivos,
e
a
política
de
Conslantino
cotn-
tiieileu
o
erro
fatal de
conservar utn
ti
tulo
que devia aniquilar. Seus
filhos
acharam-no
nos
archivos
do
império
des
locado e limitado.
Este
foi
o
principio
da
heresia
imperial,
mãe
ou madrasta
de
to
das
as
outras
heresias.
D’
alli os
longos
combates
de
Byzancio,
seus
sacrilégios
e
suas
continuas
traições
ao
muodo latino.
Byzancio
é
a cidade
natal
do
anli-papado.
Ella
mata
os
bispos fieis
e
os
substitue
por
aduladores
do imperador
que
se
tor
nam promptatnente
traidores.
Ou
é
o
im
perador
ou o patriarcha,
que
se
levanta
contra o
Papa,
e muitas
vezes
são
ambos
ao
mesmo
tempo.
Por
estas
perversidades
encabrestadas
e
renascentes, a
historia
hy-
zaurina
é
a
mais vergonhosa do
mundo.
Finalmente
o
império morreu,
apezar
do
deus
e dos
homens.
Debalde
os
exerci
tes
catholicos
tinham
oíferecido
a
luz
e
a
victoria
a este
poder
embrutecido,
ines
gotável
em
solistas,
infecundo
em
tudo
o
mais,
e
qua
não
podia
produzir
mais
nem
homens
de
guerra
nem homens
<1
Estado.
Diante
dos
turcos,
os
byzantmos
tinham
tido
medo
de
Goldofredo
de Bouillon
e
de
S.
Luiz,
enviados
de
Roma.
Elles
te
miam,
mais
depressa
o
turbante qne a
lliiara!
O
turbante
entrou,
e,
de
momen
to
tudo
acabou.
Nós
tornaremos
a
vêr
es
tas
cousas.
Estava
ordenado
a
Israal
de
não
deixar
subrislir
o Amaleicila
na
terra
prometti-
da. O
povo
da
verdade
recebeu
a
mesma
prohibição.
Elle
deve
combater o
erro,
arroinal-o,
proseie
*
el-o
e
oppôr-lhe
sem
cessar
as
armas
pacientes
e
o
direito
eter
no
da
vercade.
O
mundo latino tiansgre-
diu esta
lei.
Elle
permittiu
que se
lhe
propusesse
o
erro
de
Byzancio,
alli dei-
xcu-o
gabar-se,
engodou
ic
e
viu
sem
ter-
tor
periclitar
seus
destinos.
Chegou
piora-
pta
mente
o
dia
em
que
Ltilbero,
renova
dor
a
tantos
respeitos
dos
costumes
e
das
doutrinas
de
Byzancio,
dedicado
como
el
la
so
atiti-papa
futuro,
qualquer
que
elle
fosse,
tendo
quebrado
dtíiniiivamente
o
feixe catholico, póde
dar
o
grito
byzan-
tino:
O
Turco
antes
que
o
Papa!
Á lu-
cla
foi
longa,
ruas
ella
devia
«er eterna
e
não
o
loi.
Debalde
se
descobriu
que
a
estruclura
política
do
catholicismo
tinha
recebido
um
golpe
mortal.
Os
homens
de
acoramedação
abundavam
por
todas
as
partes,
propondo
seus
pados
de
traição.
A
Europa
lazia-te
byzaotina,
embora
ella
devesse
morrer.
Desue
hoje
em
diante
os
JS?
O Sâ^ BK ES TST K 1#®
HISTORIA
W’UU desconhecido
H
O
professor.
[Continuação]
Durante
esta
bella
tirada,
Jacques
fi
zera
a
Mathurin
mais
d
’
um
signal,
que
significava
:
Hein
!
como
falia
bem
!
Hem
1
como
é
sabio!
Mathurin que
conservava
um
pouco
mais
de
sangue
frio,
e
que
proseguia
a
sua
ideia
de
conhecer
o
Syllabus,
disse
então
:
—
Julgo
bem
que
tendes
rasão,
senhor
melre.
Mas
somos
n
’isto justamenle
dois
Jacques,
quando
tivestes
a
honra
d
’
en-
trar
comnosco
em
conversa. Dizia
a
Jac
ques
que
desejava
bem
conhecer
esse Syl
labus,
esse
monstro
de
que
toda
a gen
te
falia,
e
de
quem
Jacques
me
fez uma
tão
terrível
descripção.
Jacques
dizendo-
me que
não
lera
a
famosa
peça, pro
punha
consultar
acerca
d
’
islo
o
cura
;
mas
advertiu-me
muito
prudenlemente que
o
snr.
cura poderia
facilmente
não nos
ex
plicar
o
assumpto
tal
qual
é,
porque
é
interessado
na
questão.
Foi então que
nós
'os
avistamos.
Não podíamos
encontrar
hm
homem
mais
capaz
de
nos instruir.
A
estas
palavras,
Nicolas-P
ancracio-Isi-
lima
junta
do
concelho
municipal.
Até á
vista.
—
Até
á
vista,
senhor professor.
III
O
doutor
Tissang.
—Ahi
está,
compreliendeste
Jacques?
disse
Mathurin
depois
que
Saitout
se
li
nha ido
embora, começo
a
acreditar
que
todas estas pessoas
que
bradam
contra
o
Syllabus
e
que
nos
fazem
d
’
esle
monstro
uma
descripção
tão
terrível
nunca
o
leram
ou
o
viram.
—
N
’este
ponto,
d
’
ccordo, Mathurin,
mas
os
de
Paris que
escrevem
para
os
jor-
naes
e
que
são
sábios,
esses,
de
certo
que
o
conhecem,
e
se
faliam d
’
elle
como
o
fa
zem,
é
porque
vêem uma assustadora
raa-
china
de guerra
contra
a
sociedade
e
ci-
vilisação.
Vamos
agora
lallar
a
M.
Tis
sang,
que
estudou
em
Paris,
e
que
é
utn
malicioso,
mais versado
que
Saitout,
que
talvez
não
saiba
tanto
como
diz
o
seu
nome.
—
Ah!
eil-o
que
entra
para
casa
do
pa
dre
Lajoie. Parece
que
não
vae
muito
bem,
e
que
não tem
vontade
de
rir
na
hora
em
que
está,
elle
que
era
o
cha
mariz
de
todas
as
partidas.
—
Era
utn
d
’
aquelles,
ajuntou
Jacques,
que
não
tinha
tristeza
e
era
bem
nomea
do
!
Quando
estava
era
casa
de
Poussa-
boire
e
fallava contra o Papa,
os
bispos
doro-Saitout,
que
cruzára
o
braços
segun
do
o
seu
costume,
se
endireitou
com um
ar
de
satisfação
visivel.
—
Então,
snr.
professor, proseguiu Ma-
thurin,
com certeza
tendes
lido o
Silla-
bus
?
—
Eu?
nada.
—
Portanto
fallaes
como
se
o
livesseis
lido
!
—Sei
do
que
trata,
basta-me isso
;
não
tenho
tempo
para perder
em
decifrar
es
se
latim
barbaro
e
incompiehensivel.
—
Ainda
não
o
traduziram
para
fran-
cez
?
—
Sim, mas isso é
aborrecido;
basta
conhecer
bem
dois
ou
tres artigos
para
se
comprehender
o
resto. Fallei
ainda hon-
tem
a
este
respeito
cora
o
snr.
doutor
Tissang. Felizmente
a
religião,
a
verdadei
ra
religião
de
Christo
não
é
responsá
vel
por
sirailhantes
aberrações,
ajuntou
Saitout
com
um
ar
gracioso
que
indica
va
assaz
que se
não
inquietava
mais
da
religião
de
Christo
do
que
da
leitura
do
Syllabus,
—
Desejava
comtudo
conhecer
bem a
coisa,
disse
Mathurin.
—
Fallou
do
snr.
Tissang
! exclamou
Jac
ques.
Acreditaes
que elle
tenha
lido
o
Syllabus
?
—
D
’
accordo, disse
Saitout
um
pouco
agoniado.
Podeis
pergunlar-lh
’
o
;
não
le
nho
o prazer
de
fallar
mais algum
lem-
po
comvosco,
porque
o tnaire me
espera
para
a
redacção
do
processo
verbal
da
ul-
e
curas,
frades
e
freiras,
fazia-nos
rir
a
bandeiras
despregadas.
Que
bello
sugeito
!
—
Eu,
disse
Mathurin, não
gostava
mui
to
das
suas
maneira,
e
sou
de
parecer
que
excedia
bastante
nos
seus gracejos,
sobretudo
deanle
das
creanças
e
rapari
gas.
—
Oh
!
oh
! não
é
preciso
ser
muito
de
licado.
Digo
que o
padre Lajoie
era
ura
bom
vivente,
um
excellente
filho,
que
faz
rir
um
montão
de
pedras,
e que
sabia
be
ber
e
comer
como
nenhum.
—
Isso
é
verdade; lambem
tinha
uma
barriga!
e
um
rosto
avermelhado!
Não
é
d
’
amirar
que
tivesse
um
ataque
com
similhante
regra.
Emquanto
que
uma pes
soa
é
nova,
bem
vae
;
mas
com
os
seus
sessenta
e
cinco
annos,
devia-se
moderar
um
pouco.
—
Oh
!
curta
e
boa,
dizia
elle,
e
depois
de
mim
o
fim
do mundo.
—
Hum!
o
fim
do mundo...
quando
se
morre,
nem
tudo
acaba.
—
Ah
!
isso
é
que
se
não
sabe.
La
joie
não
se
inquietava
nada
com
isso.
Quando
se
morre,
tudo
acaba,
dizia
elle,
engulindo
o
seu
copo
de
vinho,
e ria
com
tanto
gosto,
depois
de
ler
feito
estalar
a
sua
lingua,
que
bem se
via
que os
ser
mões
do
snr.
cura
não
lhe
faziam muita
impressão.
—
Portanto...
—
Portanto, Mathurin,
é
como isto. Que
queres
?
não, era
supersticioso.
(Ctnlinúa}
seus
reis
queriam
reinar
por
elles mes
mos
e
não
por
Jesus Chrislo.
Seduzidos
por
estes
miseráveis chefes,
os
povos
pe
ia
sua vez
atraiçoavam
o
glorioso
destino
catholico.
Elles
supportaram
cousas
que
teriam
revoltado
seus
pies.
Ainda
que o
Turco
se
conservasse
orgulhosamente
á
parte, a
infidelidade tinha
para
o
seu thro-
no
na
família
christã, a
sua
presença
e
mesmo
a
sua
alliança
estavam aceites.
A
Inglaterra
protestante pendurava
nas
ver
gas
dos
navios
como piratas,
os
missio
nários
que
Roma
enviava
ao Japão.
E
a
Hespanha
catholica
e
a
França
christianis-
sima
não
deixavam
de
a
olhar
como
irmã.
Ouiras
velhas
contas
se
hão
de
regular
de
prompio
entre
o
Christo
e
as
nações
que
o
apostataram.
Porque
tudo se
pagará!
O
baptismo
do
Japão,
isto
era
a
Chi
na
começada
e
talvez
conquistada
para
Jesus
Christo;
toda
esta
immensa
região
estava
ligada
a
Europa
ainda crente.
Em
dous
séculos,
quantas
cousas
podiam
nas
cer d
’
alli
!
Hoje
por
culpa
da
Europa,
esta
conquista
está offerecida
ao
erro rus
so
que
já
emprehendcu
e
leva bem adian
tada.
Ha
dous
séculos,
a
Rússia ainda
não
existia;
ella não
era senão a
Moscovia.
Foi
a
Europa
separada
do Papa
que
fez
da
Moscovia
o
que
ella
é
e que
lhe
pre
parou
uma
sede em
Byzancio.
Pelo
mesmo
tempo
começava
a
apon
tar
a
Prussia.
Ella nascia
de
um
roubo
saciilego
feito
á
catholicidade.
Ella appare-
ceu
mui deptessa
formada
sob
a
asa
ira-
munda
e calva
de
Voltaire
negociando
a
morte
de
uma
nação catholica,
a
Poló
nia.
O
Papa
aonunciou anathema
aquelles
que
quizeram
receber
o
eleitor
na
famiba
dos
soberanos. Mas
que importavam
os
anathemas
do
Papa
aos
soberanos
d’
este
tempo
’ Elles
só
lhe
achavam
vantagens
e
ptazer.
N’
esle
tempo
Carlos Hl,
rei
de
Hespanha,
desfazia
a
Hespanha,
Luiz
XV,
rei
de F<auça,
desfazia
a
França. Havia
ura
rei
de
Nápoles
que
desfazia Nápoles,
um
rei de
Portugal,
que
desfazia Portugal,
um
imperador
d
’
Austria
que
desfazia
a
Áustria.
Todos
empregavam o
mesmo pro
cesso,
todos
atacavam
o
Papa,
lodos eram
mais ou
menos vassallos
de
Voltaire,
ad
miradores
e
até
discípulos de
Rousseau.
Neslè rebanho
de cabeças
coroadas, dous
tinham
mais
juiso
que
os
outros,
e
não
incensavam
Voltaire senão
para
se servir
d
’
elle.
Uma
era
Frederico,
o
outro
Ca-
therina
da
Rússia,
ambos
grandesas
do
século;
ambos papas
em seus
paizes
bar
bares,
papas
de
dous corpos de
guarda,
e
tratando pessoal
e
reciprocamente
o
seu
papado
com
a
estima
que
elles
lhe
mere
ciam,
despresaudo os
seti
’
povos,
o
seu
sacerdócio
e
a
Deus,
professando
o
des-
preso,
espalhando-o
por
toda a
parte,
e
populares
sobretudo em
França
por causa
d
’
este
exemplo.
Esta
historia
é
nossa visinha, quasi
contemporânea;
não
se carece senão
de
pronunciar
os
nomes
para
descrever
e
ca-
racierisar
as
cousas.
Ò
ultimo
século,
to
do
cheio
de
infidelidade
formidável,
viu
angmentar
na
mesma
proporção
os
.ini
migos
da
Egreja
do
Christo
e
os
da
Fran
ça;
e
a
França,
sob
o impulso
do
mes
mo
espirito
de
erro,
que
ella
propagava
no
mundo
‘perdeu
a
primeira
ordem.
Ella
tinha
sido
a
primeira
porque
ella
era a
mais
catholica:
a
sua
supremacia
datava
das
crusadas
e
sobrevivia
pela
soa
virtu
de.
Ella
ambicionou
ser
a
mais
impia
e
a
guerra de
1870 verificou
esta gloria,
resultado
de
um
trabalho
de
cem
annos.
A
justiça!
quem
accusará
as
represálias
de
Deus?
E
o
trabalho
coolinua,
e
o
bra
ço
de
Deus está
sempre
levantado
!
E
’
a
nação
scismatica.
aqueila
que,
guardando
o
nome
de
Christo,
abjura
a
sua Egreja
e
se
declara
sua
inimiga,
a
nação
anliponútical
por
essencia,
que
se
annuocia
para
castigar
a
Europa
'
infiel,
e
para
vingar
Deus.
[Continua]
GAZETILHA
Em rasão
do abatimento do
preço postal para os jornaes, a
importância
das assignaturas
do «Commercio
do
Minho», para
fóra da cidade,
é, desde o l-°
de
julho do anno corrente
em
diante
de
2$000 reis por anno.
Os snrs.
assignantes
que já
tenham pago
alguns dos mezes
seguintes
á
data
referida, serão
devidamente compensados
no
acto de
reformarem
a assigna-
Pânico
em Jerusalem.—
Os
jor
naes
inglezes
publicam
uma
carta
de
Je
rusalém,
com
data
de
o
de
junho,
que
dá
alguns
promenores
sobre
o
pânico,
que
se
espalhou
na
Palestina
ao
saber-se
a
noticia
da
deposição
do
sultão
Abdul
Aziz.
Propalou-se
o
boato
de
que
os
chris-
tãos
iam
ser
assassinados
d’alli
a
pouco.
O
susto
foi tal
que
mesmo alguns
ju
deus e
mahometanos
que
se encontravam
nas
ruas,
tomaram
tudo
quaoto
possuíam
com
o
fim
de
se
retirarem
da
cidade.
A população christã
levantou
barrica
das
nas
casas,
armada o
melhor
que
po
dia
com
quanto
encontrava
á mão,
e
a
julgar
pela
altitude
desconfiada dos
mus-
sulmanos,
todas
aquellas
precauções
não
deixavam
de ter
a
sua
rasão
de ser.
O
perigo
desappareceu
ante
a
firmeza
das providencias
adoptadas
pelas
auctori-
dades
militares,
mas não
se
acredita
que
tenha
passado
de
todo:
suppõe
se
que
foi
apenas addiado.
Sáveis.
—
O
rio
Minho
produziu
este
anno
immensa
quantidade
de
sáveis.
Só nos
postos
fiscaes
de
Caminha
e
Seixas
foram
dados ao manifesto
cerca
de
81:000,
o
que
tem
sido
de
grande
sa
tisfação
para
pobres
e ricos.
Abjuração.—
O
capitão
João
Ro-
mualdo
da
Silva,
da cidade
de
Piranga,
que
foi
iniciado
na
maçonaria,
antes de
morrer
fez
publica
renuncia
da
seita,
e
recebeu
os
sacramentos
com
demonstra
ções
mui
sinceras
de
arrependimento.
Quanto
é
verdade
que
na
hora
da
morte
nenhum
catholico
se
faz
maçon,
e
muitos
maçons
tornam
ao
seio
da
Egreja
Catholica.
CominisaSea
de exames flnaes.
—
A
commissão
que
tem
de
funecionar
no
Porto,
Villa
Real e
Bragança
é
com
posta
dos
seguintes
senhores:
Mesa
de
portuguez
—
Presidente,
Manoel
Joaquim Penha
Fortuna,
professor
no
lyceu
de
Braga; José
Simões
Dias,
idem
no
de
Vizeu;
Manoel
Alves
de Castro,
idem
no
de
Braga.
Mesa
de
francez
—
Presidente,
José Joa
quim
Rodrigues
de
Freitas,
lente na aca
demia
polytechiiica;
Eugênio
Fernandes
da
Silva,
professor no
lyceu
de Vizeu;
José
Henriques
Pinheiro, idem
no
de
Bragan
ça.
Mesa
de
inglez
e
allemão
—Presidente,
Luiz Antonio
Pinto
de Aguiar, professor
no
lyceu
do
Porto;
Álvaro
Cesar
de
Al
meida
Navarro,
idem
no
de Braga;
Anlo-
nio
Hermano
Roeder,
idem
no
Lisboa.
Mesa
de
latim,
e latinidade
—
Presiden
te,
dr.
Damasio Jacintho
Fragoso,
lente
na
universidade;
João
Manoel
Moreira,
pro
fessor
no
lyceu
de
Braga;
Gaspar Alves
de
Frias de
Eça
Ribeiro,
idem
no de
Coimbra.
Mesa
de
rnathematica
e
desenho
—
Pre
sidente,
dr.
José
Joaquim
Pereira
Falcão,
lente
na universidade;
dr.
João
José de
Antas
Souto
Rodrigues,
idem;
Henrique
de
Macedo
Pereira
Coutioho,
lente
na
escho-
!a
polylecbnica
;
José
Miguel
de
Abreu, pro
fessor
de
desenho
na
universidade.
Mesa
de
inlroducção
á
historia natu
ral
—
Presidente,
dr.
Albino
Augusto
Giral-
des,
lente
na
universidade;
dr.
Manoel
Paulino
de
Oliveira,
idem;
Eduardo
Augus
to
David
e
Cunha,
professor
nu
lyceu
de
Vizeu.
Mesa de
geografia
—Presideute, dr.
An
tonio
Bernardino
de
Menezes,
lente
na
uni
versidade;
Julio
Celestino
da
Silva,
pro
fessor
no
lyceu
de
Braga;
Miguel
Moreira
da
Fonseca,
idem
nas
aulas
secundarias
de
Laroego.
Mesa
de
filosofia
—
Presidente,
dr.
José
Augusto
Sanches
da
Gama,
lente
na
uni
versidade;
Clemente
Pereira Gomes
de
Carvalho,
professor
no
lyceu
de
Aveiro;
Alfredo
Teixeira
Pinto
Leão,
idem
no
do
Porto.
Desastres nos Estados-Unidos.
_
O
telegrafo
Iransmiltiu-nos
ha
dias
a no
ticia
de
um
terrível
furacão
nos
Estados-
Unidos,
que devastou
um
districlo
que
os
telegrmmas
chamavam
dubilativamente
Jour.
Esclarecem-nos
a
esse
respeito
os
jor
naes
inglezes.
O
cyclone
foi
no lowa me
ridional.
Destruiu
a
aldeia
de
Roshdale,
causou
avarias
oo
caminho
de
ferro
cen
tral
e
derrubou
muitas
casas
em
Burlin
gton
com
muitas perdas
de
vidas.
Na
guerra
contra
os
iodios
um
ciliciai
americano,
Custer, caiu
n
’
uma
emboscada,
e
foi
morto
juntamente
cora
seus
dois
ir
mãos,
seu
cunhado,
utn
sobrinho,
17
of-
ficiaes,
e
293
soldados.
—
[D.
da
M.J
fflaeau.—
As
noticias
d
’
alli
alcançam
a
13
de
maio:
As províncias
estavam
em
perfeito
es
tado
de
trauq
úillidade.
tura,
e
no caso de não quere
rem
continuar findo
o praso
indicado
nos recibos,
ser-lhes-
ha
enviado o
jornal
por
tempo
equivalente á
differença.
Therezintias.
—
Festeja-se
ámanhã
na capella
do
convento
das
Therezinhas
a
Imagem
de
N.
Senhora
do
Carmo,
na
fôrma dos
annos
anteriores.
Falleeimento.—
Falleceu
ha
dias
na
freguezia
de
Perre,
ptoximo
de
Vianna do
Castello,
o
extremoso pae
do
snr.
Manoel
José
Rey,
que
este
anno
concluiu
o
curso
theologico.
em
o
seminário
de S.
Pedro,
d
’esta
cidade.
Damos
sentidos
pesames
ao
nosso amigo.
Deggrafa
lamentável.—
Utn
pobre
lavrador
que
na
tarde
de
ante-hontem
an
dava
a
enxofrar
uns
vinhedos
ahi para
os
lados
de
S.
Pedro
de Maximinos, caiu da
arvore
abaixo,
e
tão
falalmenle
que
falle
ceu
pouco
depois.
A
Benta do Areal.—
Foi
na
quarta-
feira
recolhida
á
cadeia
a
tal
nigromante
do
Areal,
d.e
cuja
industria
temos
por
ve
zes fallado.
Foi
presa na
occasião
em
que exhibia
as
suas
feitiçarias a nada
menos de
20
mulheres
e alguns
rapazes.
O
’
desgraçada
bruxa,
que
vaes á
vela
!
Reetifleaçffo.
—
A
festividade
do SS.
Sacramento
no
Salvador,
que
dissemos
ter
de
fazer
se
no
dia
16,
será
feita
no
dia
20
do
proximo
mez
d
’
agosto.
O
lobo.—
(Conto
de
Schmid).
—
João
era
um
rapaz
muito
embusteiro
e
amigo
de
pregar
petas;
guardava
um
rebanho
de
carneiros
no prado
de
um bosque. Que
rendo
divertir-se
um
dia
com uma
nova
cbauç»,
poz-se
a
gritar
com
todas
as
for
ças:
—Oh
lobo!
oh
lobo!
—Os catnponezes,
que
o
ouviram,
acudiram
de
lodos
os
la
dos
do
bo<que
com
roçadoiras
e paus;
porém,
depois
de
inúteis
averiguações,
re-
tiraram-se
e
o
malicioso João
ria-se
d
’
el-
les.
No
dia
seguinte
houve
os
mesmos
gri
tos
de:
—
Oh
lobo
!
oh
lobo
!
—
Acudiram
amda
os
camponrzes,
mas
em
muito
me
nor
numero que
no
dia
antecedente.
Na
da
encontrando,
menearam
a
cabeça
e
se
retiraram, dizendo
que
não
voltariam
ou
tra
vez.
No
terceiro
dia,
um
lobo
acommetteu
efleciivamenlc o
rebanho
de
João,
e
este
poz
se a
gritar
desesperadamente:
—
Soccorro
!
soccorro
!
Oh
lobo !
oh
lobo
!
Assim
bradava
o
infeliz:
nem
um
só
homem
se
meebeu,
nem tãopouco
nin
guém
se
tncommodou
com
aquelles
gritos
de alarma.
Debandou-se
o
rebanho
todo,
fugindo
para
a
povoação;
mas
o
pobre
João
que
não
era
tão
ligeiro como
os
carneiros,
foi
apanhado
pelo
lobo,
que
o fez
peda
ços
e o
devorou.
Explosão.—
No
dia
10,
de
manhã,
por volta
das
10
horas,
houve
uma
gran
de
explosão
de
fogo
e
polvota,
oa
fabrica
do
snr. José
de
Lemos, pyrotechnico,
mo
rador
na rua
do Medico,
das
Caídas
de
Visella.
Segundo
refere
o
correspondente
do
«Imparcial»
foi
tal
a detonação
produzida
pelo
incêndio, que
todos
os
habitantes
e
banhistas
ficaram
assombrados, correndo
depois
ao
local
do
sinistro.
A
casa onde
se
achava
estabelecida
a
fabrica
foi
pelos
ares,
e
calcufa-se
o
pre-
juiso
em
mais de 300^000
reis.
Felizmente
não
ha
víctimas
a
lamen
tar,
pois
que
só
a
mulher
do
fogueteiro
e
uma
filhinha
soflreram
algumas
queima
duras
de
pouca
importância.
Visita
regia.—
O
rei
e
a
rainha
da
Grécia
chegaram
a
Paris
ás
9
horas
e
meia
do
dia
7.
Suas
magestades
sahiram d
’
Athe-
nas
ha
dois
mezes
aproximadamente,
para
irem
a
Copenhague.
O
rei
da
Grécia
é
filho
de Christiano
IX.
Logo
que
chegou
á
Dinamarca,
o
jo
*
en
rei
foi
atacado de
uma
febre
tifoide,
vendo-se
obrigado
du
rante
muito
tempo
a
não
sahir
do
seu
quarto.
Agora
está completamente
resta
belecido.
E
’
a
primeira
vez
que
a
rainha
sua
esposa
vae a
Paris.
Depois
do
seu
casa
mento
parece
que
ainda
não
sahiu
do
pe
queno reino
da
Grécia.
O
rei
Jorge
é
alto,
magro,
de figura
distiucta,
bigode
e
cabello
louros.
Tem
apenas
30
annos.
A
rainha
é
filha
do
grão-
duque Constanlino
Nicolaievitch.
A
joveo
rainha
foi
encontrar
em Paris
sua
mãe,
a
gran-duqueza
Olga.
Os reis
da
Grécia
veem
acompanhados
de
seus
quatro
filhos O
mais velho, du
que
de Sparta,
tetn 8 annos.
A filha
mais
velha, priuceza
Alexandra, tem
6
annos.
Suas
magêstades
foram residir
para
o
ho
tel
de
Bristol.
O
governador
visitando
ultimamente
a
canhoneira
«Tejo»
notou
com
satisfação
que
o
estado
do
navio e
de
soa
guarnição
eram
excellentes,
reconhecendo
se
a
pon
tualidade
com
que
o
serviço
é
feito,
junto
á
maior
observância
dos
preceitos de dis
ciplina;
o
que
tudo
torna
recommendavel
o
commandante
Costa
Cabral,
os
seus
of-
íiciaes, e
praças
da
guarnição,
que,
zelo
sos
no
cumprimento
das
ordens
superio
res,
são igualmente recommendaveis
pelo
exemplar
comportamento
durante
a
sua
estação
n
’
aquella
província.
—
Tiveram
licença
de 6
meses
para
vi
rem
tratar-se
ao
reino,
os
snrs.
Luiz
Au
gusto de
Mancellos
Ferraz, juiz
de
direito
da
comarca
de
Macau.
Jerooymo
Pereira
Leite,
coronel commandante
do
corpo
de
policia
e
Francisco
Ferreira
de
Miranda,
alferes
da
guarnição
d’
aqoella
província.
Emitia
Adelaide. —
A
companhia
dramatica
d
’esla
insigne
actriz,
que
anda
em
digressão
artística
pelas
províncias,
vem
ao nosso iheatro
dar duas recitas
extraor
dinárias,
que
se
eflecluarão
nos
dias
17
e
18
do
corrente.
As peças
escolhidas
são
os
dramas
Magdalena.
do
snr.
Pinheiro Chagas,
e
o
drama
Claudia,
traducção
do
snr.
Rangel
de
Lima.
O
drama
Magdalena
está
distribuído
assim
:
Magdalena,
actriz
—
snr.
a D.
E.
Ade
laide.
D
Ludovina
—
snr.
a
D.
Gertrudes.
Elisa
—snr.a
D. Margarida.
Narcisa
—
snr.a
D.
J.
Amélia.
D.
Victoria
—
snr.
a
D.
Felicidade.
Guiomar
—
snr.
a
1).
Eugenia.
Joanna,
creada da estalagem
—
snr.
a
D.
Amélia.
Alberto
de Magalhães,
escriplor
drama-
tico—
snr.
Maggiolli.
Arthur
da
Silveira
—
snr.
Álvaro.
Valenlim de
Andrde
—
snr.
Torres.
D.
Barruncho
—
snr.
Costa.
Baymundo—snr.
Dias.
Patrício—snr. Barreio.
Padre
Maurício—
snr.
Mattos.
Frederico
—
snr.
Mello.
Gtacomo Allegria
—
snr.
Camillo.
Papas
Pios.
—
Tem
sido
costume
que
grande
parte
dos
Papas
tomem
uma
denominação,
a
qual
exprima
mais
ou
menos
um
attribulo divino
ou
alguma
vir
tude
christã.
Taes
são
os nomes Urbano,
Clemente,
Benedicto,
Jnnocencio,
Pio.
O
primeiro
Papa, que
tomou
o
nome
de
Pio,
occupou
a
cadeira
pontifical
de
an
no
142
ao
anno
150.
Como
quasi todos
os
primeiros
Papas,
foi
mártir,
e
depois
canonisado.
Sua
festa
celebra-se
no
dia
11
de
julho.
O
segundo
Papa d
’
esse
nome foi
Eneas
Sylvius,
eleito
em
1458.
Um
das
homens
mais
sábios
de
seu século,
luctoti
muito
contra
o
poder
civil,
e
morreu
em An-
cona
quando
fazia
esforços
para
reunir
os
príncipes chrislãos
da
Europa
contra
os
Turcos.
Pio
111
passou sobre o
throno
ponti
fício
como
uma
sombra
santa.
Falleceu
vinte
e
um
dias
depois
da sua
eleição.
Pio
IV,
cardeal
de
Medieis,
foi
eleito
em 15
de
dezembro
de
1559.
Foi
um
pontificado
glorioso
por
muitos
titulos.
Deu
todo
o
vigor
ás decisões do Concilio
de
Trento
por
sua bulia
de
26
de
janeiro
de
1561. Este
Papa
falleceu
assistido
por
dous
santos
;
S.
Carlos
Borromeu
e S.
Filippe
Nery.
Pio
V
succedeu
a
Pio
IV
em
1576.
Manteve
pela Egreja
o
mesmo
zèlo
que
sustentava
quando
simples
Bispo
e
Car
deal.
Foi
durante
o
seu
pontificado
que
foi
alcançada
sobre
os
Turcos
a
celebre
batalha de
Lepanto.
Viveu
e
morreu
co
mo
santo.
Foi
o
ultimo
Papa
canonisa-
do.
Seu
corpo
repousa
em
Santa
Maria
Maior,
em frente
á magnifica
capella
Borg-
hese.
A
instructiva
e
edificante
historia
J
’
este
Papa,
foi escripla
por
Mr.
de Fal-
loux.
Pio
VI
(Braschi).
subiu
á cadeira
pon
tifícia em 1775,
após
Clemente
XIV, is
to é,
em
tempos
diflicilimos,
precursores
da
revolução
franceza.
Era
necessário
á
frente
da
Egreja
um
chefe
tal
como
Pio
VI,
grande,
nobre, bom,
e
paciente
até
o
martírio
;
póde-se
com
razão
chamar
o
venerável
Pio
VI,
não
somente
um
con
fessor,
mas
ainda
um mártir.
A
revolu
ção
o
tira
violentamenle
de
Roma
na
es
perança
de
que,
deslocado
e
depois as
sassinado
o
chefe da
Egreja,
esta
se
dis
solvesse.
Este
Papa
morreu
com
eifeito
longe
de
Rotna,
arredado
do
sacro
Colle-
gio,
então
disperso;
foi em Valença,
na
França revolucionaria,
que
elle
adormeceu
no
seio
de
Deus.
Pio
VII
(Bernabé Chiaramonte),
foi
ulB
protesto
contra
os
planos
da impieda
de.
Circumstancias
exordinarias
permitti-
ram
aos
membros
do
sacro
Collegio
a
sua
reunião
em
Veneza,
e
ahi
foi
eleito o
successor
d
’
aquelle
Papa
que
a
revolução
suppunha
que
seria
o ultimo.
Foi tam
bém
um
pontificado
longo
e
doloroso,
por
causa
da
luda
com
Napoleão
I,
que
che
gou
a
ter
o
Papa
em
captiveiro.
Pio
VIII
(Castiglione),
santo e
piedoso
Cardeal,
pouco
durou
n
’
este
mundo.
Apoz
vinte
mezes
de
Pontificado,
deu
a alma
a
Deus.
Pio IX,
successor
de
Gregorio
XVI,
é
o actual
Papa.
A
historia
dirá
que
o
seu
pontificado
foi
um
dos
mais
gloriosos
pa
ra
a
Egreja.
Velho
e
sem grandes
recur
sos
materiaes, tem-se
erguido
gigante
an
te
o
cezarismo
e
ante
a
revolução.
E
’
res
peitado
mesmo
pelos
reis protestantes
e
hereticos.
A
Virgem
Mãe
de
Jesus
Chris-
to,
de
sua
especial
devoção
o
proteje.
E
’
já
um
santo.
—(A. B.)
<> logar
do
repouso.—
Dizendo
al
guém
a
S.
Pedro
de Alcantara
que
mo
derasse
as
suas
demasiadas
penitencias,
o
santo
respondeu:
«N'este
mundo
não
ha
de
haver
allivio;
porém
em
chegando
ao
ceo,
pretendo
estender
a
capa, e
dei
tar-me
a descançar.»
—(A.
B.)
Ubito.
—
Falleceti
ha dias
o prior
de
Santo
Estevão
da
Ribeira,
arcebispado
de
Evora.
Os
jesuítas.
—
Escreve «EI
Mensaje-
ro
del Pueblo»,
de
Montevideu
:
«Cremos
que
será
lido
com prazer
o
seguinte
extracto
de
uma
carta
publicada
por
um
periodico catholico
de
Londres,
em
vista
da
posição
do
seu
auctor,
que
é
uma
pessoa
de
bastante
capacidade,
e
que
tendo
sido
protestante
toda
a
sua
vi
da, entrou no
catholicismo
por
convicção;
diz assim
:
«Não
me
atreveria a incommodar
Vm.
se
não
houvera
encontrado
algumas
pes
soas
que
não apreciam
os
jesuilas.
«Sendo
um convertido
como sou, emais
ainda,
tendo
sido
um
postulante
durante
seis
mezes
sob sua
direcção,
quero
mani
festar
meus
sentimentos
ácerca d’elles.
Na
Inglaterra
costumamos
fallar dos
homens
segundo
os achamos, e
portanto
direi
como
tenho
achado
os jesuítas.
«Tendo
tido
relações
com
jesuilas
de
varias
nações,
todos
me
hão
parecido sá
bios,
cavalheiros,
aclivos
e
caridosos, prin
cipalmente
com
os
pobres
e
os
enfermos,
e
sobretudo,
catholicos
sinceros.
Quanto
mais
os
tenho
tratado, tanto mais
me
as
sombro
dos
absurdos
propalados
contra
elles nas egrejas protestantes
e
em
vários
livros
e
publicações
por
pessoas
ignoran
tes
e
prevenidas.
De nenhum
modo
posso
expressar
melhoa-
meus
sentimentos,
que
repelindo
estas
palavras
de
um
eminente
escriptor
:
«O
odio
contra
os
jesuítas
não
é
uma
virtude
chrislã,
e
se
pode
consi
derar
um
grito
de
alerta
!
n
’aquellas
ex-
dressões do
nosso
Divino
Salvador
:
«Vós
sereis um objecto
de
odio
para
todos
os
homens
por
causa
do
meu
nome.»
Retrato
«ie Grant,—
Um
espectador
que
assistiu
á
abertura da
exposição
da
Philadelphia,
faz
a
seguinte
descripção
do
retrato
de
Grani
:
«Grande
Deus! Este
Grant
!
Como
el
le
está
mudado
!
Similhante
a
unia
arvo
re
que
o
raio feriu
no
meio da
sua for
ça
e
de
seu
esplendor?
A
sua
casca
des
pedaçada
e
denegrida
causa
asco
á
vista,
como
uma chaga
nojenta
no
meio
de
uma
verdura murcha.
Tal
parece
Grant hoje:
as
suas
feições
desfiguradas,
e
o seu
ar
sombrio
causam
pena.
Desde
que
elle
se
declarou
perseguidor
da
Egreja
catholica,
a
cólera
de
Deus feriu-o
em
sua
força,
ani-
quillou
suas
esperanças,
augmentou
a
sua
feialdade.
Similhantes
a estes
blasfemadores
de
Deus que,
sobre
o
seu
leito
de
morte,
ar
rancam
os
vermes
que
devoram
anlecipa-
damente
o
seu
cadaver
ainda
vivo.
Grant
passa o
seu
tempo
a aífastar
de
si
os
es
candalos
medonhos
da
sua
administração.
Este
Cezar
morto
antes
de
ter
nascido,
desfeito
antes
de
existir,
passa
seus
dias
e
suas
noites
a
desvias
d elle
estes
fan
tasmas sinistros
que
o
attrahem
e
o
ator
mentam.
Instrucção
primaria
—O
«Diário»
publica
os
seguintes
despachos:
José
Fiúza
Pinto
—
promovido,
por
tres
annos,
na
cadeira
de
ensino
primário de
Arcozello, concelho
de
Ponte
do
Lima.
Marcellino
da
Encarnação
Rodrigues,
professor
vitalício
da cadeira de
Santa
Com-
ba
da
Villariça,
concelho
de
Villa
Flor
—
transferido
para
a
cadeira
de
Bemlhevae,
no
mesmo
concelho.
Maria
Amalia
Teixeira—
promovida,
por
tres
annos,
na
escola
de
meninas
de
Nos
sa
Senhora
dos
Anjos
do
logar
de
Agua
de
Pau,
concelho da Lagoa,
ilha
de
S.
Miguel.
Maria
das
Dores
Gameiro,
professora
vitalici
da
escola
de Proença
a
Nova
—
transferida para
a
escola
de Monsanto,
concelho
de
Torres
Novas.
Maria
da
Conceição
Figueiredo
Gui
marães,
professora
vitalícia
da escola
de
meninas
da
cidade
da
Guarda
—
apresentada
com
o
vencimento
annual
de
43$000
rs.
Sanfragos da Jlendeza.—
Refere
o «Diário
da
Manhã»:
«Chegaram
hontem
a
Lisboa
no
re
bocador
«Caçador»
o
capitão
e
14
tripu
lantes
do
vapor inglez
«Mendoza»,
naufra
gado
no dia
7
do
corrente,
ao
norte
do
Cabo
de S.
Vicente por
efleito
de
cerra
ção.
Ia
de Newport
para
Marselha
com
carregamento
de carvão.
Não
se
sabia
o
destino
de 10
homens
de
tripulação que
se
tinham
salvado
em
uma
lancha.
«Pois
no
dia
7
de
julho,
ás
9
horas
da
noite,
arribou
a
Sagres
um escaler
com
cinco
marinheiros,
que
declaram
pertencer
á
tripulação
do
vapor
inglez «Mendoza»,
capitão
VVay,
que
se perdeu
a
35
milhas
para
o
norte
do
cabo de
S.
Vicente,
indo
de
CardifT
para
Marselha
com
carvão.
Igno
rava-se
o
destino
de
mais
19
pessoas
que
iam a
bordo.
Foi
o
director da alfânde
ga
de
Faro
quem
transmittiu
ao
governo
esta
noticia.
«Por
conseguinte,
d’
estas
duas
noticias
se
vê
que só
se
não sabe agora o
desti
no
de
5
dos
tripulantes.»
Cura do delirium treiuena.—
Depois
dos
trabalhos
práticos em
1870
pelo
snr.
Zwicke
para
o
tratamento
do
«delirium
tremens»
por
meio
do
hydralo
de
chloral
e
apresentados
no
congresso
medico
de
Graz
o
dr.
Hermann
Jelineck
publicou
algumas
observações
chimicas
muito
notáveis
ácerca
da
cura
d
’
esta
mo
léstia
por
meio
de
chloral,
com muito bom
resultado.
Por
eausa
do
nariz. —
A
um
man
cebo residente
em
Paris,
o
snr.
Filippe
Chenaux,
e
que estava
para
casar
recen-
temenle,
nasceu
um cravo
em
o
nariz, que
o
incommodava
bastante.
Um
amigo
aug-
mentou-lhe o
mal
dizendo
:
—
Toma
cuidado,
esses
males
degene
ram
frequentemente
em
infecções
perma
nentes,
envenenando-se
toda
a
gente n
’um
raio
de
vinte
metros
em
torno
de
si.
Dias
depois,
o
snr.
Chenaux,
sempre
doente,
tomou
uma
carruagem
que
man
dou
seguir
para
a
praça
da
Magdalena.
Durante
o
caminho
teve
de
assoar-se....
Horror
!
um
cheiro
insupportavel
en
cheu
a
carruagem,
um
cheiro
tal
que o
cocheiro
voltou-se
e
disse
ao
freguez:
—Oh
! com
a
breca
!
E um
tal
cheiro
de
empestar
!
—
E
’
verdade
1 gemeu o
snr.
Chenaux.
E,
aterrorisado, exasperado
pensando
no
rompimento
de
seu
casamento,
deu
or
dem ao
cocheiro
para
se dirigir
para
a
pon
te
da
Concordia.
Aqui,
depois
de
ter
dei
xado
um
bilhete
na carruagem,
trepou
ao
parapeito
e
precipitou-se
no
Sena.
Foi
logo salvo por
dois
barqueiros.
Conduzido
á
estação,
deram-se
as
neces
sárias
explicações, e
então
o
cocheiro
lhe
contou, ás
gargalhadas,
que
o
cheiro
de
que fallára
provinha
de
uma
pipa
de im-
mundicies
que
o
embaraço
na
viação
obri
gara
a seguir atraz
da
carruagem.
—
E
eu que
accusava
o
meu
nariz,
o
meu
pobre
nariz,
exclamava
o
sr.
Chenaux
retirando-se.
Itnubo
de um banco.—
De Syracu-
sa
escrevem
em data
de 18 do corrente
á
«Gasela de
Nápoles»
:
Provavelmente
o
telegrapho
já
vos
com-
municou
o
desfalque
de
um
milhão
e
duzen
tos
mil
francos
que foi descoberto
na
cai
xa
do
banco
nacional.
Domingo
á
noite
chegava
de
Roma,
sem
que
ninguém o
esperasse,
um
inspeclor
central
do
banco
para proceder
a-uma
ve
rificação
rigorosa
na
caixa.
No
dia
seguinte,
muito
cedo,
o
ins
peclor
dirigiu-se
ao
banco,
anxiliado
nas
suas
operações
pelas
aucloridades
judiciaes
e
pelos
agentes
e
funccionarios da segu
rança
publica.
0
director,
o
caixeiro
e
todos
os
ou
tros
foram
fechados
nos
escriptorios
que
foram immedialamenle cercados por
cara
bineiros,
guardas
de
segurança
publica
e
milicianos a
cavallo.
A verificação
da
caixa
e
as
outras
ope
rações
duraram até ás duas
horas
da ma
drugada
;
pelas tres
horas,
o
director
e
caixeiro
foram
conduzidos
algemados para
a
cadeia.
Não sei se os
dois
culpados
fizeram
declarações
ou
se
persistem,
como
se
afir
ma,
em
allegar
que
em
a
noite
de domin
go
se
commetteu
alli
um roubo.
Mas,
á
parte
as
difíiculdades
e
a
quasi
impossibi
lidade
que
ha em
abrir
a caixa
de
um es
tabelecimento
como
o
banco
nacional, o
que depõe
contra
elles, é
a
vida
desre
grada
e
dispendiosa que
ambos
levavam.
0
director
pertence
a
uma
familia
re
mediada
de
Génova.
E’
rapaz,
conta
de
trin
ta
a trinta
e
cinco
annos de
edade,
e tem
maneiras
distinctas. 0
caixeiro
é
da
mes
ma
edade,
natural
de Catane,
e
deixa
mu
lher
e
filhos
na
miséria.
A
caixa
que
hontem
suspendia
as
ope
rações
de
desconto,
abriu-se
esta
manhã
á
hora
do costume.
A
’ caridade.
—
Pede-se
ás
almas
ca
ritativas
soccorram
uma
pobre
velhinha,
entrevada
com
um
schirro
na
cara,
mo
radora
em
Guadelupe
n.°
6.
Retratos do
Snr. B. Miguel II.
—
Os retratos
ultimamente
chegados
e pró
prios
para
album
grande,
vendem-se
no
escriptorio
da
administração
d’
este jornal.
Preço
de
cada
um
300 reis.
ÚLTIMOS
TEI
í
EGRAMMAS
BA
IGEMIA
IIAVAS
VERSALHES
11
—
A
camara
dos
depu
tados
discutiu
hoje
a
questão
da
nomea
ção
das
rnaires.
O
ministro
do interior,
Marcere,
poz
a questão
de
confiança.
Gam-
bella
combateu
o
projecto.
A
camara re
jeitou
a
proposta
do
addiamento
da
dis
cussão
defendida
por
Gambeta.
O
artigo
primeiro
do
projecto
abrogando
a
lei
dos
rnaires
de
1874 foi
approvado
por
grande
maioria.
A
camara
discutirá
amanhã
os
outros
artigos
sobre
os
quaes
existe
o
desacor
do.
BELGRADO
11, ofiicial
—
As
tropas
que
avançam
pela
Bosnia,
occuparam
Zournik
depois
de
um
combate
em
que
os
turcos
tiveram
209
mortos.
A
margem
direita
do Drina
está
completamente
livre
dos
turcos.
Os
servios que
operam
na
Bulgá
ria
fiseram
um reconhecimento
até
Win-
din
cuja
guarnição turca
se
refugiou
na
cidadella.
As
populações
insurrecionados
ormam
a
guarda
avançada
dos
exercilos
servios.
P
a
RIZ
11
—
A
«Presse» insere
um te-
egramma
de
Triéste
d
’boje,
disendo:
Savalls,
21
officies
carlistas,
230
gari-
baldinos,
desembarcados
na
Dalmacia,
fo
ram
internados
pelas
aucloridades
austría
cas.
M
a
DRID
11
—
0
congresso
approvou
o
projecto
de
lei
e
regulamento
da
divida
publica;
amanhã
será
discutido
o
projecto
de
lei
relativo aos
fueros
das
províncias
Vascongadas.
Martinez Campos,
commandaote
em
chefe
da
Catalunha,
os
governadores
civil
e
militar
de
Gerona,
o
prefeito
de
Perpi-
gnan,
os
cônsules
hespanhoes
de
Perpi-
gtiam e
Portevendre,
vários
empregados
superiores
e
o
conselho de
administração
reunidos
n
’um
banquete
no
tunnel
de
Ba-
letres,
terrilorio
francez,
da
linha
do
ca
minho
de
ferro
de
Barcellona
á
França
levantaram
brindes
á
França, á paz,
ao
rei
de
Hespanha
e
á
companhia
do
dito
ca
minho
de
ferro.
MADRID,
7
«Imparcial»
diz
que a
junta
dos
hespanhoes
possuidores
de
títu
los
da
divida
publica,
projecta
dirigir
uma
exposição
ao
senado,
pedindo-lhe
que
não
approve
o
regulamento
da divida approvada
pelo congresso.
MADRID,
13.— A
primeira
operação
dos
fundos
hespanhoes
internos
regulou
a
13,23
e 13,22.
MADRID,
13—O
congresso
rejeitou
por
182
votos
contra
35
a
emenda
do
de
putado
Fiori,
pedindo
abolição
immediata
de
todos
os
previlegios da
Byscaia.
Brevemente
serão
anuunciados
leilões
mensaes
de
tres
milhões
de
pesetas
para
compra
de
titulos
para
julho
e
agosto.
O
pagamento
dos
titulos
e
juro
da
divida
que
represente
cinco
coupons
vencidos
está
cal
culado
que
começará
em
1
de
julho
de
1877.
Semeoni
vae
para banho
de
Cestona,
na
Byscaia.
D.
Izabel
e
suas
filhas parti
rão
no
dia
24
do
corrente
para S.
João
de
Luz
e
Outanêo.
A
esquadra ingleza
partiu
de
Vigo,
ignora-se
para
onde.
VERSALHES,
12—A
camara
dos
depu
tados
aprovou a
lei
dos
rnaires.
O
tribunal
correcional
absolveu
o
de
putado
radical
Rouvier,
accusado
de
ul-
trage
á moral
publica.
Os
debates
não
provaram
que
Rouvier
fosse
o
auctor
dos
factos incriminados.
CONSTANTINOPLA.—
Official.
Os
ser-
vios
e
montenegrinos
entraram
em
Nom-
bazar
e
Sienitza;
foram
despersados.
NEW-XORK,
12—
D.
Carlos
de
Bour
bon
e
o
seu
séquito
visitaram
hontem
a
exposição de Philadelphia.
BELGRADO 13—Ofiicial—A
situação
do
exercito
não variou. Os
dois
partidos
conservam
as
mesmas
posições.
Apenas
tem
havido recontros
insignificantes.
A
noticia
da
tomada
de
Zaitckar
pelos
turcos
é
inexacta.
MADRID
13—
Nos
centros
oíliciaes
con
firma-se
a
noticia dada
pela
«Corresponden--
cia»
hontem á noite
de
que depois
de
votado
o
orçamento
pelo
senado começarão
os
leilões
públicos
mensaes
a
partir
de
julho
corrente
com
tres
milhões
de
reales
cada um
para
amortisar
a
divida
publi
ca.
SAÚDE
A
TODOS
sem
medicina,
pur
gantes
nem despezas
com
o
uso
da
delicio
sa
farinha
de.
saúde,
DU
BARRY
de
Londres.
©1
anno» d’invariavel suceesso
5
Toda
a
moléstia
acaba
com
o
uso
da
deliciosa
Revalesciére
du
Barry
que
tor
na
a
dar
a
saude,
a energia,
a
boa
di
gestão
e
o
somno.
Cura as
indigestõe,
(dispepsia)
gaslrica,
gastralgia, flegmas,
arroios,
Patos, amargor
na
bocca,
puni-
tas,
nauseas,
vomilos,
irritações
inlesti-
naes,
diarrhea,
dizenteria,
cólicas,
tosses
asthma,
falta de
respiração,
oppressão,
con
gestões,
mal
aos
nervos,
diabethe,
debi
lidade,
todas
as
desordens
no
peito,
na
garganta,
do
alito,
das
broochites,
da
be
xiga,
do
figado,
dos
rins, dos
intestinos,
da
mucosa,
do cerebro
e
do
sangue.
75000
curas
entre
as
quaes
contam-se
a
do
du
que
de
Pluskow
da
exc.
nia snr.
a
marqueza
de
Brehan,
dos
doutores
Manoel
Saens
de
Tejada
da
Universidade
de
Cordova
etc.
etc.
Certificado
do
celebre
dr.Rudolph
Wur-
zer
z
Bonn,
19
de
Julho
de
1854.
Esta
ligeira
e
agradavel farinha é
o
melhor
absorvente;
ao
mesmo tempo nu
tritiva
e
restaurante
substitue
admiravel
mente
toda
a medicação em
muitas
doen
ças.
E
’ de
grande
utilidade,
sobre
tudo
nas
renitências
habituaés
do
ventre,
bem
como
nas
diarrheas,
affecçõe
’
nos
rins
e
na
bexiga,
na
pedra,
irritações,
inflamações,
e
caimbras
da
uretra,
e
bexiga,
nos
aper
tos e
hemorroides
bem
como nas enfermi
dades
pulmonares,
bronchites,
na
tosse
e
consumpção.
Tenho
a
convicção
que a
Re~
valesciére
du
Barry tem
a
propriedade
pre
ciosa
de cutar
as
moléstias
hecticas.
Dr.
Rud.
W
urzer
membro
de
muitas
socidades
scientificas.
Seis
vezes
mais
nutritiva
do
que
a
car
ne sem
esquentar,
economisa
cincoenla
vezes
o
seu
preço
em
remedios.
—
Preços
fixos
da
venda
por
miudo
em toda
a
pe
nínsula
:
Em
caixas
de
folha
de
lata,
de
l
/i
kilo,
500
; de
*
/
3
kilo
800
rs
;
de um kilo,
l$40G
reis; de 2
1
/l
kilos,
3$200
reis;
de 6
ki-
los, 6$400
reis,
e
de
12 kilos,
12$000
reis.
Os
biscoitos da
Revalesciére
que
se
po
dem
comer
a
qualquer
hora,
vendem-se
em
caixas
a
800
e
l$400
reis.
O
melhor
chocolate
para
a
saúde
é
a
Revnleseière
eboeolatada;
ella
res-
titue
o
appettite,
digestão,
somno,
energia
as carnes
duras
ás
pessoas,
e
ás creanças
e
mais
fracas, e
sustenta
dez
vezes
mais
que
a carne, e
que
o
chocolate ordinário,
sem
esquentar.
Em paus,
ou
em
pó
em
caixas de
folha de
lata
delO
chavenas,
500
reis;
de
24
cháve
nas,
82Q
reis
;
de
48
chavenas,
l$400
;
de
120
chavenas,
3$200
reis,
ou
25
reis
cada
chavena.
BARRY
1H BARRY «» C.a-Pla-
ce
Vendòme,
26,
Pariz
; 77
Regent
Street
Londres;
Valverde,
1,
Madrid.
Os pharmaceuticos,
droguistas,
mer-
cieiros,
etc.,
das
províncias devem
diri
gir
os
seus
pedidos
ao
deposito
Central
;
snr.
Serzedello
&
C.a
Largo
do
Corpo
Santo
16,
ILisbea,
(por
grosso
e
miudo)
;
Carlos
Barreio,
rua
do Loreto,
28;
Bar
rai
&
Irmãos,
rua
Aurea,
12.
Porto,
J.,
de
Sousa
Ferreira
&
Irmão,
rua
da Ba
nharia 77
;
de
Sequeira
;
J.
Pinto
;
Desf-
ré;
Rahir
;
Coimbra,
V.
Botelho
dè
Vas-
concellos
;
Aveiro,
F.
E.
da Luz
e
Costa,
pharm.;
Boreeílos,
Ramos,
pharm.;
Braga,
Pharmacia
Maia,
rua dos Chãos,
Pipa
&
Irmão, rua
do
Souto,
Domingos
J.
V.
Machado, praça
Municipal.
Figueira,
Antonio
Vieira,
pharm.;
GuimaríM,
A.
J.
Pereira
Martins,
pharm.
;
Pen#-
fiel,
Miranda,
pharm.
;
Fonte do Lima.
A.
J.
Rodrigues
Barbosa, pharm.
;
Po-
va« do Vorzim,
P.
Machado
de
Oli
veira,
pbarma.
;
Vianna
do Cagtello,
ASonso
e
Barros,
droguistas;
Villa do
Conde,
A.
L.
Maia
Torres,
pharm.
Antonio
Garcia,
de
Villa
Verde,
faz
pu
blico
que
o
seu carro que
d
’esta
cidade
sae
ás
3
horas
da
tarde
em
direituia a
Villa Verde,
principia a sair desde o dia
18
do
corrente
em
diante
ás
4
horas
da
tarde
de
Braga
em direitura
ao
Pico,
e
Tice-versa.
Braga 14
de
julho
de
1876.
{4164)
Antonio
Garcia.
NOVO
HORÁRIO
Torquato
Ribeiro
&
C.a
annunciam
ao
publico
que
principiam
as suas carreiras
diarias
de
Braga
a
Visella
do
dia
11
in
clusive,
sae de
Braga
às
5
da
manhã
e
chega
ás
9
a
Visella,
e
de
tarde
sae
de
Braga
ás
2,
chega
ás 6
a
Visella
e
vice-
versa.
De
Vizella, sae
ás
3
da
manhã,
che
ga
a
Braga
ás
8,
e
sae outro
carro ás 6 da
manhã,
chega a
Guimarães
ás
7
e
meia
e
demora
em
Guimarães,
e
sae
á
timache-
grndo
a Braga
ás
4
da
tarde.
Tem
muda em
Guimarães
tanto
na
ida como
na volta.
Preços
:
de
Braga
a
Guimarães
240,
a
Visella
400
reis e
vice-versa.
De
Visella
a
Guimarães
160,
a
Braga
400
reis.
Escriplorios
: em
Braga
em casa de
Domingos
Alves
Pereira,
praça
do
Barão
de
S.
Martinho
n.°
1.
Em
Visella
em
ca
sa
de Emindo
Pereira da
Costa,
largo
da
Lameira
casa
do
correio.
(4156)
Companhia Edificadora e Indus
trial Bracarense.
Sociedade
anonyma de responsabi
lidade
limitada
São
convidados
cs
snrs.
accionistas
a
reunirem-se
em
Assembleia
Geral
ordiná
ria,
no
dia
17
do
corrente pelas
10
ho
ras
da
manhã,
no
escriptorio
d
’esta Com
panhia
—
Campo
de
SanfAnna,
71,
para
os
íins
designados
nos
artigos
27-28
dos Esta
tutos.
O
secretario do
Conselho Fiscal
José Pinte
Barbosa.
Estancia de iVIadeira
A
Companhia
Edificadora
e
industrial
Bracarense
continua
a ler
á
venda
no
seu
armazém
da
Nova
Praça da Feira
do
gado
grande
porção
de
madeira,
por
preços
com-
modos.
Qualquer
requisição
deve
ser
diri
gida
ao
escriptorio
da
Companhia,
Campo
de
SanCAnna,
n.°
71
D.
.
(4157)
IIORCELLAS
HE
u-XRNE
E
DE
DOCE
Iguaes
ás
d
’
Arouca,
dtfce
de
travessa
e
de
calda
de
muitas
qualidades.Faz-se
nesta
cidade
na
tua
do
Souto
n.°13
A,pri
meiro andar.
(4148)
MwõiiS
PREÇOS
REDUZIDOS
AGna
e
concerta
pianos, e toma
conta
da
afinação
dos
mesmos
por mez.
Dirija-se
a
José
Maria
da
Costa,
rua
Nova,
n.°
51
(loja
de
vinhos).
(4150)
Quem
perdesse
uma
maota
do
pescoço
falle
n
’
esla redacção.
(INCORPORADA
POR CARTA REAL)
LINHA
QUINZENAL
DE
PAQUETES A
VAPOR
Para
S.
Vicente, Pernambuco, Bahia, Rio de
Janeiro,
Montevideo
e Buenos-Ayers
Acceilando
lambem
passageiros
de
3.a
classe
para
SANTOS e
RIO
GRANDE DO
SUL
com
Irasbordo
no
Rio
de
Janeiro
PAQUETES
A
SAIR
HE
LISBOA
MONDEGO.
ELBE
.
.
MINHO. .
.
28
de
Julho
.
13 de
Agosto
.
28
de
Agosto
PREÇOS
COMMODOS
Cada
paquete iS’eHta eompanhia
leva
a
bordo
criados e cozinheiros
portuguezes
par»
commodidade
dos
passageiros
de
todas
az elazzes.
Sendo
as
passagens
pagas
na
Agencia
Central
no
Porto
ou
em
qualquer
Agencia
provincial,
a
conducção para Lisboa é
por
conta da
Companhia.
A.
bordo
os pnsaageiros leem grátis caina,
roupa de camn, co
mida feita por
cosinheiroM
portuguezes, vinho duas vezes por dia,
assistência
medica,
serviço de criados
e outras despezas.
A
EXPERIENCIA
de
mais
que
um
quarto
de
século
tem
feito
com
que
os
pa
quetes
d
’
esta
companhia
(a
mais
antiga
na
carreira
do
Brazil)
sejam
conhecidos
pela
regularidade,
velocidade
e
segurança
excepcional
;
além
d
’
isso
pela limpesa, boa
or
dem,
bom
tratamento
e
accommodações
a bordo,
e pelos melhoramentos
mais
moder
nos
tanto
para
a
hygiene
como
para
a
commodidade
dos
passageiros.
ISTO
É
COMPROVADO
pela
grande concorrência que
teem
de
passageiros
e
pelos
agradecimentos
de
mais
de
mil
e cem
passageiros
d’
enlre elles leitos
por
es-
cripta
como
consta
de
documentos
archivados
em varias agencias.
SÀO
ESTES
OS
PAQUETES
preferidos
pelo Governo
Inglez
para a conducção
das
suas
malas
do
correio,e
por
este
serviço recebe
a
companhia
um importante
subsidio.
TIVERAM
ESTES PAQUETES
a
honra
de
conduzir
Suas
Magestades
o
Impera
dor
e
Imperatriz
do
Brazil,
como
também
S.
A. o
Infante
D.
Augusto.
TODAS AS INFORMAÇÕES
e
bilhetes
de
passagem
podem
ser
obtidos
no POR
TO
na
AGENCIA CENTRAL,
rua
dos Inglezes.
23; o
agente
GUILHERME C. TAIT;
e
nas
províncias
nas agencias e
correspondências
estabelecidas
em
todas
as
princi-
paes
cidades
e
villas.
Agente
em
Braga
o
snr.
João
Manoel
da
Silva
Guimarães,
Rua
do
Souto.
Companhia Edificadora e
.ndus-
trial
Bracarense.
Sociedade
anonyma cie
responsit-
bilidade
limitada.
São convidados os
snrs. accionistas
d
’es-
ta
Companhia
a
effectuar
a
7.
a entrada
de
5
por
0|0
ou
l$250
reis
por
acção
nos
dias
10
a
15
do
corrente
mez
de
ju
lho
oo
escriptorio
da
Companhia,
campo
de
Santa
Anoa
n°71
D.
2.°
andar,
das
10
horas
da manhã
até
ás
2
da
tarde.
Braga
11
de
julho
de 1876.
Os
direclorés,
José
Alves
de
Moura
Francisco da Silva
Araújo
(4160)
João
Carlos Pereira
Lobato.
Banco
Commercial de
Guimarães
Almeida
&
Pereira,
agentes
d
’
este
Ban
co,
principiam
no
dia 1Ó
do
corrente
a
pagar
todos
os
dias
não
santificados
o
di
videndo
do
primeiro
semestre
do
corrente
anno
1$300
por
acção.
Braga
8
de
Julho
de
1876.
(4154)
VENHA
BE
CASAS
Vende-se
uma
casa
feita
de
novo,
sita
na
rua
das
Aguas
n.°
91;
po
de-se vêr desde
as
9
horas
da ma
nhã,
até
ás 3
da
tarde.
Trata-se
na
rua
dos
chãos
n.°
13
(3086)
Aluga-se
ou
vende-se
a
casa
n.°
1,
na entrada
da
rua
de
D.
Pedro
V.
Foi
construída,
ha
dois
annos, tem
quintal
e
poço
e
excel-
lentes
commodos.
Tracta-se do
seu
ajuste
na
rua
de
S.
Victor
n.°
50,
e mostra-se
todos
os
dias
das 5
horas
da
tarde
em
diante.
'
(4144)
I
TAGUS.
.
.
i
GUADIANA
.
|
DOURO. . .
13
de
Setembro
29
de Setembro
13
de
Outubro
CIRURGIÃO RENTISTA
APPROVADO PELA ESCOLA MEDICO-CIRURGI-
CA
DO PORTO
Largo
do
Barão
de
S.
Martinho
n.°
5
BRAGA.
Faz
tudo
quanto
diz
respeito
á
sua
arte
e
continúa
operando grátis,
pobres
e
soldados.
(22
■
—
)
y%p»
SALA
E
ALCOVA
Precisa-se
alugar
sala
e
alcova,
de
frente,
decentemente
mobiladas,
em casa
de
familia
capaz.
Informações
em casa dos
snrs.
Almeida &
Pereira.
(1153)
Casa para alugar
Arrenda-se
uma na
rua
do
Anjo
n.°
20.
com
commodos
para
gran-
(jg
fafn
j|ia
.
p
ara
tratar
roa
de
S.
Lazaro
n.°
4,
ou
rua
de
S.
Marcos
n.°
5.
(4126)
Para
os
engenheiros,
pharmaceuticos,
médicos,
dentistas,
professores
e
outras
pessoas
que
desejarem
obter
o
diploma
de
doutor
on
de
bacharel
de
uma
universida
de
estrangeira.
Dirigir
carta registada
a
Medicus, 13,
praça
do
Rei,
Jersey. (In
glaterra.)
Casa para alugar
Aloga-se
uma morada de
casas
com
dous
andares
e
aguas furtadas,
e
poço,
si
ta
na rua
de
S.
Domingos,
n
0
6
A
e
6
B,
construída
de
novo; quem
a pertender
dirija-se
á
rua
de
S.
Victor
n.°
13.
(4162)
õiSêlõ
Deseja-se
fallar
aos
herdeiros
de
Ma
nuel
José
da
Silva Braga,
para
negocios
de
seu
interesse;
podem
dirijir-se
ao
Ban
co
Mercantil.
Aluga-se
na
rua
de
Santo
Antonio
das
Travessas,
a
casa
n.°
16,
reconstruída
de
novo,
com
saida
para
a
nova
rua,
e
coro
commodos para
numerosa
familia.
(4161)
yctioáiLÃo
O
professor
da
Associação
Catholica
d
’
es-
ta
cidade,
lecciona
em
Inslrucção
Prima
ria,
Portuguez,
Francez
ou
Philosophia.
Vae lambem
a
casas
particulares.
Re
side
na
rua
da
Cooega
n.°
99.
(243)
(4142)
ESCOLA. ÃMERLCAKA
Consultorio,
Campo
de
Sant’Anua
n.c
1,
das
7
da
manhã
ás
7
da
tarde
(4136)
Parte de Comércio do Minho (O)
