comerciominho_14111876_567.xml
- conteúdo
-
Assigna-see
vende-se
no
escriptorio do
editor
e
proprietário
Joti
Maria
Dias
da
Costa,
rua
Nova
n.’
3
E,
para
onde
deve
«er
dirigida
todas
correspondência
franca
de porte.
■=
As
assi-
gnaturas
são
pagas
adiantadas
;
assim
como
as
corresponden-
áft»
de
Interesse
particular. Folha
avulso
10
rs.
SSL.E«Cz^.-^S
E3S
ÁS
TERÇAS,
QUINTAS
E
SABBADOS.
P
reços
:
Braga,
anno
1^000
rs.«=Semestre
850
rs.-=-Proo»n-
cias,
anno 2&000
rs
e
sendo
duas 3S600
rs.—
Semestre
1&050
rs.=Br«;t/,
anno
3S600
rs.—
Semestre
1&900
rs. moeda
forte,
ou
8^000
reis
e
5^500
reis moeda
fraca.
—
.mnuncios
por
linha
20
rs-.,
repetição
10
rs.
Para
os
assignantes
29 d
e
d
’abatimento.
WtiaÍBrawMrâarêwM
iB
iw^^
«»».
mnm
—
T
£íE-
mwl
^r
i
wrinw~
õi
F
*‘‘
"rjirir --w.
Completam-se
hoje dez
annos
depois
que um dos mais
dolo
rosos
acontecimentos
veio co
brir de lucto
a nação portugue
sa.
Em igual dia de
1866 o Se
nhor D. Miguel de Bragança
acabára
de esgotar o
calix
da
amargura
servido
pela injustiça
e
pelos
erros
dos homens, e
subiu á Bemaventurança para
ahi
receber o
prémio das vir
tudes, de
que o Omnipotente o
havia
adornado,
e
das quaes
tao
bem
cuidára durante a sua
peregrinação atribulada.
E’ este,
pois, um dia de lucto
para
os portuguezes
que
tanto
o
amavam, e
que tão d’elle eram
amados.
Legitimistas
! cumpramos
o
pungente dever que nos impõe
a nossa saudade
inextinguivel,
as
nossas
recordações magoa
das,
a
nossa fé inquebrantável.
A
agudeza da amargura que
nos
vae n
alma, minora-a, dul-
cifica-a
uma
prece.
A
prece
transforma em or
valho consolador as gottas de
chumbo
que a mágoa instilla no
coração.
Pelo Rei-Martir as mais ar
dentes orações da nossa alma.
CONVITE.
Por
não ser
possivel
no
dia
14,
devem celebrar-se, no
pro-
ximo sabbado, 18, solemnes
exequias
para sufragar a
alma
do
Senhor D.
Miguel de Bra
gança.
De
manhã haverá
na egreja
escolhida
para este
acto, a do
hospital de S. Marcos, missas
geraes, e por 10 horas missa
solemne, e
no
fim
«Libera me».
São
por
este
meio convida
dos
os rev.
os
sacerdotes e ami
gos
do Augusto Finado a
toma
rem parte n’esta fúnebre com-
memoraçãò.
---
-------
—
_~M
——FuTuiTifl-ln-----—
—
~ —... ■ ■
■
-
@
©ardeall Antonelli.
O
telegrafo
acaba
de
anntinciar-nos
uma
triste
noticia.
0
Cardeal Anlonelii
cessou
d
’existir.
Este
nome
illustre
passou
a
ser
do
domínio
da
historia
Estão
quen
tes
ainda
suas
cinzas,
e o
juízo
dos
ho
mens
é
prematuro
sobre
a sua
vida.
Pen
se
cada
um
como
quizer
a
respeito
d
’
este
homein
notável;
o
que
ninguém
póde
con
testar-lhe
é
que
o
Cardeal
Anlonelii foi
um dos maiores
e
mais
admiráveis
vultos
d
’este século.
Traçar
a sua biografia
equivale
a
es
crever,
a
momentosa
historia do meado
do
século
XIX,
do
gloroso
pontificado
de
Pio
iX.
Quem
tentaria
uma
tarefa
d
’
esta
ordem
na
epoclra
actual?
Sobre tudo
quem
o
ou
saria
fazer
nas
apertadas
column^s
de um
jornal?
Diremos
pouco;
a
historia
impar
cial
dirá
muito,
e
esse
muito
será
pouco
cem
referencia ao
assumpto.
Para
nós os
contemporâneos
do
ex
ti
neto
estadista
os
factos
estão
presentes;
nós
os
vimos
pas
sar
ante
nossos
olhos,
e
com
assombro
vemos desapparecer
da
scena
do
mundo
esse
homem
extraordinário,
cujo
corpo
bai
xou
ao
sepulchro,
e
cuja
alma
foi
arreba
tada
á
mansão
dos
justos,
onde
no
seio
de
Deus
receberá
o
prernio
do
seu
inces
sante
lidar.
O
Cardeal
Antonelli
não
se
tornava
no
tável
por
um
nascimento illustre;
viera
el
le
ao
mundo
em
berço
demasiado
humil
de
para
que
o
biografo
tenha que
prece
der
a sua
historia
da
historia
esquecida
e
talvez
inglória
de seus
maiores.
Terracina
ou antes
Sennio proximo
d’
esta
cidade
foi
sua
patria,
e
viera
á
luz
do mundo a
2
d
’abril
de
1806.
E
Egreja
oppressa ao seu
nascimento
tica espoliada
e
insultada
quando o
Juiz
supremo
chama
ao
seu
indefactivel
tribunal
o
secretario
d
’
Estado do
Vigário
de
Jesus
Christo.
Com
pletara
elle
70
annos
a
2
d’
abril,
qne
passou
ha
pouco,
e
esta
vida,
que
não
é
das
mais
longas, é
todavia para admi
rar
em um homem
<|iie
nos
ultiinos
30
annos teve
sobre
seus
hombros
o
mais
oneroso,
difficil e angustiado dos
cargos.
Custa
a crer
como
se
póde
aturar
tão
lon
go
tempo,
e
sem
duvida
ainda
ninguém
resistiu
tanto
á força
do
trabalho,
á
con
centração
do
espirito
e
á
violência das
ma-
guas.
Como
poderá
imaginar-se
adequada
mente
o
labor
de
um
homem,
como
An-
lonelli,
collocado
no
eminente
logar,
ro
deado
de
occupações,
de
negocios,
solici
tações,
cuidados
e àfllicções
!
Não admira
que
elle
succumbisse
hoje
aos
70
annos,
e
depois
de 30 de
um
trabalho
ímprobo;
o
que
faz
pasmar
é como
pôde
resistir
tanto
tempo,
conservando
inalterável
o
seu
bom
senso,
o
sangue
frio
necessário,
e
a tenacidade,
que
o
tornaram
cele
bre.
Recebera
Antonelli
a sagrada
ordem
de
presbytero, quando
já
Gregorio
XVI
presidia
á
Egreja
de Deus;
os
seus
bri
lhantes
estudos
no seminário
de Roma
e
o
seu
talento
excepcional
chamaram sobre
o
joven
ecclesiastico as
vistas
do Pontí
fice. Quando
Gregorio
XVi
falleceu
já
An-
lonelli
linha
sido
suh-secrelario
d
’
Estado,
lhesoureiro
dos
Estados
pontifícios,
e
era
ministro
da
fazenda.
Sobe ao
throno
pon
tifício
o
immortal
Pio
IX,
e o
favor
que
Antonelli
obtivera
juncto
do
seu predeces
sor,
continua
e
progride
com
o actual
Pon
tífice.
Fui elle um dos primeiros
Cardeaes.
que
Sua Santidade nomeara
e
no
consis-
lorio
de
12
de
julho
de
{847,
era
Anio-
nelli
proclamado
Cardeal
diácono.
A
epocha
era
adaptada
para que
o
re
cente
cardeal
exercesse
toda
a
sua
energia,
actividade
e
taleulos.
Pio
IX
acaba
de
subir
ao throno
no
meio
do
applausos
do mundo inteiro e
dos
ardentes enthusiasmos
dos
romanos.
An
tonelli
linha
40
annos;
reunia
á madure
za
de edade
a
enegia
de
um
lalenlo, cons
ciente
do
que
valia. Pio IX confiava
plenamenle
n
’elle
e
o
incumbia
dos
ne-
gois
mais
árduos.
Ninguém
era
mais
affa-
vel
do
que
o brilhante
Cardeal;
ninguém
se
mostrava
mais
conciliador;
mas
tam
bém
ninguém
era
mais
resoluto,
energico,
indomável
e
tenaz.
Assim
á
frente
do
mi
nistério
das
finanças
era
de
uma
activida-
de
pasmosa;
presidente
do
con-elho
d
’Es-
lado estudava
a
sua
epoca,
as
suas ne
cessidades,
as
suas
reclamações, e
pro
curava
attender
a
tudo
por
meio
de
re
formas
tão
sensatas,
quanto
patrióticas.
Membro
da
commissão
do estatuto
pre
parava
uma
constituição
com
as
formas
li
beraes para
reger
os
estados
que
a
Di
vina
Providencia
havia
confiado
aos cui
dados
immediatos
do
Venerando
Chefe
da
Egreja
universal.
A
epocha
de
1847
a
1849
foi tão
cheia
de
acontecimentos,
que
sur.cederam
com
urna rapidez
vertiginosa,
que
seria
impos
sível
em
um
breve
artigo
repassal-os
se
quer
pelos olhos
do
leitor.
Em
Roma
os
ministérios
succederam
rapidamente
uns
aos
outros; todos
os
seus
membros
foram
impotentes
para
conciliar
os
deveres
inhe-
rentes
ao
cargo
de
ministros
do
Rei
de
Roma e
Pontífice
Supremo
da
Egreja
universal,
com as
urgências imperiosas
de
uma demagogia
infrene.
Assim
succ-.iinbi-
ram
Gizzi, Ferrelti
e
Bofonli; e
Antonel
li
que
lhes
succedeu,
animado
aliás
de
um
espirito
de
conciliação
e
dedicação
aos
principios
liberaes,
não
ponde manter-se
no
poder
e
houve que
ceder
o
logar
ao
celebre
Mamiani.
poeta
brilhante
e
filoso
fo de
transição,
que
com
o
Abbade
Gio-
berli imaginaram
a mais
admiravel
das
utopias
filosóficas,
em que
a
razão,
o
sen
timento,
a
sciencia
e
a
fé
tinham quinhão
eguai
e
egual
importância.
Mamiani,
cuja
política
e o
caracter
eram
mais
que
suspeitos,
cujas ligações
com
Leopardi,
e
Marrini
os tornavam
mi
nistro
imposssivel
do Summo Pontífice,
teve
ao
menos
a
lealdade
de
se
reconhecer
insustentável,
e
Pio
IX
recorreu
a
um
ho
mem
de grande
habilidade
e
plena
confian
ça,
para
formar
o
ministério
Este
homem
era
Peiligrino
Rossi.
lamentável
victima
dos
sicários.do
liberalismo
iinpio
e
san
guinário.
Como
é
sabido.
Rossi
foi
asssassina-
do
aos
olhos
do
Príncipe
reinante
em
Ro
ma,
o
Papa;
e
Antoneili,
cujo
espirito
medilava
havia
mezes
muito seriamente
14
F0U1ETÍI
•_ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _
D1L
J.
M.
BE KACEDÔ.
ROMANCE BRAZILEIRO
VOLUME
I
VI
Visita
de
gratidão.
[Continuação)
Salustiano
cumprimentou
primeiro
a
Ce
lina,
sorrindo-se
da
surpreza
que
acaba
va de
causar,
e
depois
aproximou-se
de
Anacleto
e de
Marianna, que
se
haviam
levantado para
recebel-o.
—
Desculpe
minha
nela,
disse
Anacle
to.
ella
contava
vér entrar
uma
pessoa
por
quem anciosa
espera.
Celina
olhou
para
seu
tutor
com
in-
disivel
gratidão.
—
Eu
o comprehendi
logo,
respondeu
Salustiano
;
não
me
posso
julgar
tão
feliz,
que merecesse
vêr
sua
bella
neta
correr
alegremente
para
receber-me.
—
Ora...
disse
Marianna.
Anacleto
e
Celina
não
disseram
nada.
Sentaram-se
os
quatro
e
começaram
a
conversar sobre
objectos
indifferemes.
Um observador,
que
examinasse
aquel-
las
quatro
personagens,
leria muito que
estudar n
’ellas;
e
se entrasse
no
coração
de
cada
uma
acharia
alli um
novo exem
plo
d
’
essa
superfície enganadora
e
falsa,
com
que
a
educação
e
a
sociabilidade
es
condem
ás
vezes
sentimentos
opposlos,
e
interior
má
vontade.
A
conversação
de
Salustiano,
que
ás
vezes era mesmo
agradavel,
quasi
sem
pre
perdia
muito
por
sarcastica e
vene
nosa;
não
poupava
nem
a
ironia
nem
o
epigramma
Elle
olhava
com
paixão e
in
teresse para Celina
;
com
presumpção
e
orgulho
para Marianna;
com
indifferença
para
Anacleto.
O ancião
o tratava
com
apparente
civi
lidade;
mas
havia
sensível
frieza
em
suas
maneiras.
Celina
tinha
os
olhos
embebidos
em
seu
avô:
parecia
estar
vendo
n
’
elle
o
seu
defensor;
e
como
que
fazia
de
couta que
Salustiano
não
se
achava
na
sala.
Marianna,
á
força
de
habilidade,
conse
guia
fazer
desapparecer
todas
essas
som
bras,
e
derramava enchentes
de
luz
de
seu
espirito
no
meio
d
’aquelie
grupo
:
trata
va
Salustiano
com
indisivel
bondade; e
sustentava
quasi
só
lodo
pezo
da
conver
sação.
No
entretanto
era
.Marianna, quem
alli
mais
aborrecia
o
presumido
mancebo
Esta
scena
era a
mesma,
que
se
re
presentava
todas
as
vezes,
em que
Sa
lustiano
vinha
visitar
aqueila
familia,
o
que,
a
miúdo, succedia.
Havia,
devia
de haver
por
tanto
um
misterioso
motivo,
que
desse
áquelle pre-
sumpçoso
mancebo
a
força
necessária
pa
ra
se
impôr alli
de
modo
tão
insolilo.
Baleram palmas.
—
Agora
é
sem
duvida
ella,
disse
Ana
cleto
;
vae
recebel-a
Celina.
A
menina
dirigiu-se
á
porta.
—
E
quem
é
ella?...
perguntou
Salus
tiano.
—
Oh
senhor!
descance...... .
respondeu
Marianna;
não
se
incommode....
é
apenas
uma
velha.
'
—
Ainda bem;
tornou
Salustiano
rin
do-se:
fazia-se
necessário
aqui
para esta
belecer
um
contraste.
A’
porta
da
sala
appareceram
então
uma
velha
e
um
moço
:
Irias e Cândido.
Salustiano
com
um
sorriso
insolente,
e
com
uma
luneta
ainda
mais
insolente
obser
vava
os
recem-chegados,
que
viçram
tomar
assento.
Conversou-se
sobre
o
acontecimento
da
vespera.
Irias
tinha
tomado
por
sua
conta
fazer
o, elogio da Bella
Orfã
e
relatou
o
caso
com
enlhusiasmo
e
gratidão.
Quando
che
gou
ao
íim
Salustiano
dirigiu-se
a
Cân
dido,
e
perguntou
:
—
E
o
senhor
o
que
fazia?
—
Elle?...
queria
lançar-se
contra
a
ca
nalha,
que
me
insultava,
e
o
teria
cer
tamente
feito,
se
eu
o
não
agarrasse
com
minhas
mãos
de ferro......
porque
eu
sou
velha....
uma
pobre
velha,
disse
Irias
es
tendendo
suas
mãos
compridas,
magras
e
nervosas
; mas
lenho
força.
—
E
quando
a
senhora
o
não
susteve
mais,
o qne
fez
o
senhor?...
—Quando
ella
me
não
susteve
mais,
disse
Cândido,
que
havia
córado
até
a
raiz
dos
cabeiios
;
já
um anjo benefico nos ti
nha
salvado,
e
eu
comprehendi
logo,
que
para
não
ser
indigno
d’esse
soccorro,
de
veria
não
descer
até
a
canalha...
—Porque
aliás...
interrompeu
com
seu
sorriso
maligno Salustiano.
—
Porque aliás,
tornou
Cândido
resen-
lindo-se;
eu
faria
o
que
faz
o
homem
de
brio.
—
E o
que
é,
que
faz
o
homem
de
brio?...
—
Pois
o
senhor
não
o
sabe?!!! per
guntou
Cândido
com
accénto
muito
signi
ficativo.
Salustiano
córou
por
sua
vez.
‘
Anacleto
interrompeu
os
dois
mance
bos.
—
Ora
pois,
disse
elle
;
agradeçamos
ao
ceo
esse
insignificante
acontecimento,
sobre
a
marcha impavida
da
revolução
e
suas
consequências
funestas,
emprehendeu
que
só
havia
um
meio
de
salvar
os
dias
do
Grande
Pontífice,
a
fuga
immediata.
Os preparativos
da
saída
do
Papa
foram
feitos
sob
a
sua direcção e
Pio
IX
mi
lagrosamente
fugiu
por
entre
os
assassi
nos,
e
se collocou
sob
a
protecção
do
ca-
valheiroso
rei de
Nápoles.
O
drama
pa-
thetico
d
’esta evasão
e
do
encontro do
Venerado
Fugitivo
com
o
illustre
Cardeal
está
na
lembrança
de
todos.
Em
Gaela
foi
Antonelli
nomeado
se
cretário
d
’
eslado,
e
então
começou
para
elle
essa
esplendida
carreira,
que
paira
so
bre
todos
os
acontecimentos
contemporâ
neos. e
veio
terminar
nos
crepes
fúnebres,
que
hoje
guarnecem
a
hasilica,
destinada
a
receber
seus
restos
mortaes
e
a
encotn-
mendar
sua
alma
á
misericórdia
do
Juiz
Máximo.
Desde
então
a
sua
sorte
ligou-se es-
Ireitamenle
á do
Grande
Pontífice, e
dif-
licil
é
separar
a historia
do
ministro
da
historia
do
Soberano.
Este.
Vigário
de
Jesus
Christo,
collo-
cado
acima
de,
todos
os homens,
deposi
tário
das
graças
e
de
todos
os
poderes,
inspirado
sobrcnaturalmente
nas
suas
re
soluções sobre
pontos
de
fé
e
de
moral.
é
o
Anjo
tutelar,
cujas
azas
immensas
se
estendem
sobre,
a
terra
e
cobrem tolos
os homens;
aquelle
é
o
braço
poderoso,
o
instrumento
apropriado,
o
intermédio
se
guro,
por
meio
d.o
qual essas
soberanas
resoluções
são
transmittidas
a
toda
a
par
te.
Antonelli
é
o
conselheiro
fiel,
o
ami
go
intimo,
o
depositário
inviolável,
que
informa,
avisa,
conferencia,
e
guarda
o
que
o
Papa
lhe
communica,
coníia
e
or
dena.
A
missão,
que
na ordem
da
Provi
dencia,
foi
reservada
ao
Cardeal
Antonelli
é
uma
das
mais assombrosas,
que
se
acham
registradas
nos
annaes
da
historia
do
mun
do.
Que
trabalho
aspérrimo!
que
lidar
im-
menso
! quantas
angustias devoradas
no
silencio!
que
immensidade
de negocios,
que
passavam
pelas
suas
mãos
1
que
mul
tidão de
pessoas,
com
que
teve
de
tra-
clar !
que
espantoso
numero
de
nomes
que
elle
sabia!
que
diversidade
de
assum
ptos
!
que
variedade
de
conhecimentos
!
que
pasmosa
força
de
intelligencia,
e
que
poderosa força
de vontade
foram mister
para
dar
expediente
durante tão
prolonga
do
periodo
a
tudo
quanto
lhe
coube
re
solver,
despachar
e
estudar.
O
Cardeal
Antonelli,
como
todos
os
homens
eminentes,
foi
assumpto
dos
juí
zos
mais
encontrados,
das
apreciações
mais
conlradictorias,
dos
conceitos
mais
opposlos.
Para
os
exaltados
que
se
appellidam
de
liberaes, e
são os
maiores
inimigos
da
liberdade,
o
Cardeal
Antonelli
era
um
obstáculo,
que
se
tornava
preciso
remover;
e
para
conseguir
tão
damnado intento na
da
se
poupou,
e o
punhal
acerado
do
en
viado
das
sociedades
secretas
passou
so
bre
a
túnica
purpurada
do Principe.
Para
os
liberaes
moderados ou
que
se
intitulam
assim a politica
tenaz
e
reni
tente
originou os maiores
léntamens
da
já
que
nos
trouxe
a
vossa visita:
desde
muito
que conheço
a
nossa boa
visinha,
mas
nunca
tinha lido
o
prazer
de
encon
trar-me
com
o
senhor.
—
E
’
meu
lilho
adoptivo,
respondeu
Irias;
esteve
muito
tempo
fóra
da
terra,
e
ape
nas
ha
dois
mezes
voltou á
velha
casinha,
onde
foi creado.
—
Mora
pois
em
sua companhia?...
—
Sim...
occupa
o
nosso
pobre
solão.
Celina
olhou como admirada
para
Cân
dido,
que
fez
um
movimento
de
desagra
do
ouvindo
as
ultimas palavras
de
Irias.
—
Admiro-me
de
o não
ter
visto
ain
da,
disse
Marianna.
—
Passa os
dias
fóra
de
casa
traba
lhando,
minha
senhora, e
quando se
reco
lhe é
já
noite
fechada.
—
O
senhor
é
operário?...
perguntou
Salustiano.
—
ínfelizmente
não.
respondeu Cândido,
sou
escrevente
de
advogado.
—
Seja
o
que
fôr,
disse
Anacleto,
é
um
homem
que
trabalha,
e
por
consequência
digno
de
nossa
amizade.
A
conversação
continuou
algum
tem.-
po ainda;
quando
em
fim
a
velha
e
o
moço
se
ergueram
para sahir,
Anacleto
disse:
—
Senhora
Irias, nós
somos
conheci
dos
velhos;
quanto
ao
snr. Cândido,
de
claro,
que
simpalhisei
muito
com
elle,
e
revolução,
e
entregou
a
cidade
eterna
ás
mãos
de
um
Principe -ambicioso
e sem
escrúpulos.
Para
os
apaixonados
dos
governos
ab
solutos,
uma
politica
mais
energica,
uma
resistência
melhor
encaminhada,
leria
pou
pado
estas
grandes
calamidades.
Diflicil,
senão
impossível,
é
formar
um
juiso
seguro
e
imparcial
acerca
da
politi
ca
do
homem
eminente, cuja
perda
hoje
deploramos.
A
Divina
Providencia,
que en
caminha
os successos
do
mundo
para
a
realisação
dos
grandes
fins, que
se
acham
determinados,
permitte
e
consente as
gran
des catástrofes
para
que
sempre
se
mos
tre
a
grande
e
imperecível
vitalidade da
Egreja.
Os
escândalos são necessários;
mas
ai
d
’
aquelles,
por
quem
o
escândalo
vem
ao
mundo
!
A
occupação
de
Roma
e
os
aclos
cor
relativos, practicados nos
últimos
annos,
sáo o
máximo
dos
escândalos. Ai
d’
aquel-
les
que
os
promoveram,
favoreceram,
e
realisaram
!
O
Cardeal
Antonelli entre
os
estadistas
modernos
e
até
entre
todos
os
conheci
dos
na
historia
antiga
e
moderna é
um
dos
maiores
vultos,
que
se
conhecem.
Por
vezes
a sua
extrema
habilidade
e
summa
perspicácia
deixou
desnorteados
os
estadistas
mais
notáveis de
todas
as
nações.
Na
sua
posição
excepcional
elle
teve
que
iuclar
só
contra todos,
e
de
vencel-os
ou
ao
menos
deixai-os
immoveis.
Não
pôde
obstar
a tudo,
nem
superar
todas
as
dif-
lieuídades,
porque
a
hora
das
t
evas
tem
o
seu
logar
.assignalado
no
velver
dos
sé
culos.
Comtudo o seu
nome
está
indelevel
mente
escripto
ao
lado
de
Pio
IX,
e
nin
guém
póde
expungir
aquelle
sem
riscar
este
ultimo
Concorreu
elle
sem
duvida,
salvas
as
inspirações
próprias
do
Maguanimo
Pontí
fice,
para
os
actos magestosos d’
este
ex
traordinário
pontificado,
e
por
isso
o
seu
nome
fica
gravado
com
leiras
de
ouro
nas
paginas
mais
brilhantes
da historia
con
lemporanea.
Ha
cousas
que
o
collocam
acima
de
lodo
o
elogio;
a
sua
virtude,
o
seu
sa
ber, a
sua
dedicação sem
reserva
á
Au
gusta
Pessoa
do Inclyto
Pontífice
e
á
cau
sa
sem
parallelo
da
Egreja
catholica
ro
mana.
E na
fé
de
Jesus
Christo,
é
sob
as
bênçãos
do
seu
Vigário
que
o illustre
Car
deal
se
desprendeu
dos
laços
que
o
liga
vam
á
terra.
Devemos
pois
crer
que
após
tão
trabalhosa
vida
tenha
para elle
raiado
fulgurante
a
aurora
do
sabbado.
Descance
em
paz.
CONDE DE
SAMODÃES.
GAZETILHA
A.
duquezn de
Aosta.—
No
dia 8
falíeceu
a
snr.
a
princeza
Maria duqueza
de
Aosta,
esposa
do
principe
Amadeu,
irmão
de
S.
M.
a rainha,
e
que
alguns
mezes
foi
rainha
d
’Hespanha.
o
quero vêr
assiduamente
n
’
esta
casa.
So
mos
visinhos...
seremos
bons amigos.
*
VII
Uma hora
da
vida passada.
Conceda-se
agora
um
olhar
sobre
o
pas
sado...
Era
'uma
d
’essas
beilas
noites
de in
verno
dos
paize-s tropicaes,
onde
para
ven
cer
o
frio,
é
de
sobra
o
movimento
e
a
lã.
A
cidade do
Rio
de
Janeiro
estava
em
suas
horas
de
poesia:
a
modesta
fada
do
valle
tinha
sobre
sua
cabeça
a
lua
cheia
e
graciosa que
a
inundava
de
luz ;
o
or
valho
noclurno
molhava-lhe
as
tranças;
em
redor
d
’elia
animava-se
a sua
nature
za opulenta
e
variada;
e
a
seus
pés
dor
mia
tranquillo,
resonafido apenas,
seu
mar
de
aguas
verde-claras,
que
simulava
então
um lago
de
perilampos.
A
natureza
estava
em
festa:
os
ho
mens
tinham
também
a
sua.
Ouvia-se
o
ruido
de
um saráo;
mas
não
era
no centro
da
alegre
cidade,
era
no
mais
mimoso
de
seus
arrebaldes.
O
que Kavia
de
mais bello,
de
mais
primoroso
e
rico
na
cidade
do
Rio
de
Ja
neiro,
tanto
pessoal
como
material
se
ãchava reunido
em uma
elegante
casa
no
Botafogo:
dava-se esplendida
festa;
im-
Era
princeza
muito
virtuosa e
de
gran
de
caridade.
A
corte toma
luclo
por 30
dias.
I3»ogrufia,—
Informa-nos
um amigo
que
o
snr.
Alberto
Pimentel
está
a
es
crever
a
biografia
do
finado
Joaquim
Ja
nuário
de Souza
Torres
e
Almeida,
filho
do
snr.
conselheiro
Torres e
Almeida.
Conversío
«l’um rei.
—
Da
«Civil-
tá
Callohca»,
de Roma,
traduz o «J.
da
Manhã»
um
documento
importante.
Tra-
cla-se
nada
menos
que
da
conversão
secreta
ao catholicismo
do
czar
Alexandre,
filho
de Paulo
l.°
Quando
Alexandre
se
preparou
a di
rigir-se á
Italia
para
assistir
ao
congresso
de
Verona,
manifestou o
desejo
de
visitar
Roma.
A
sua
tendencia
para
o
catholicismo
era
suspeitada na
sua familia, e
a
impe
ratriz
mãe
receiava
que
um
entretenimen
to
com
o
Santo
Padre
determinasse
seu
filho a
entrar no
grémio
da
Egreja.
Pe
diu-lhe
com
instancia
que
não
fosse
a
Roma.
O
imperador
Alexandre,
sempre
cheio
de
deferencia
por
sua
mãe,
promel-
teu-lh
’o
e
cumpriu
a
sua
palavra.
Em
1823,
Alexandre
enviava
ao
Santo
Padre um
de
seus
ajudantes
de
campo,
o
conde
Michaud,
para
lhe
exprimir
sua
firme
vontade
de
fazer
cessar
o
scisma
de
encaminhar
todos
os
seus
vassallos
para
o grémio
da
Egreja
Catholica.
Pedia
qne
um theologo
fosse
designado
para
conferenciar
secretamente
com
elle
na
sua
volta
de
S.
Petersburgo.
A morte
que
o
fez parar
na
estrada
de
Crimeia
não
lhe
permittiu dar
andamento«a
este
pro-
jecto.
Alexandre,
já catholico
de
coração,
passando
por
uma
cidade
onde
se
achava
um
convento
de
dominicanos,
admiltiu
á
sua
^usencia o
prior
e
disse-lhe
que
o
esperasse,
á
meia
noite,
ua
pequena
porta
do
convento. O imperador
apresentou-se
só
pela
noite
negra,
fez-se conduzir
á
egreja
e
pediu
que
fosse
exposto
o
San
tíssimo
Sacramento.
O prior
obedeceu.
De joelhos
ao
pé
do
altar,
Alexandre
orou
algum
tempo
e
pediu
a
bênção.
O prior
deu-lh
’
a
e
voltando-se
depois de ter
re-
collocado
o Santíssimo
Sacramento
do
ta
bernáculo,
viu
o
imperador prostrado
com
a
face contra
a
terra
e
os
degraus do
altar
banhados
com
as
suas lagrimas.
O
principe
ergueu-se,
agradeceu
ao
prior
e
retirou-se
com o
mesmo
segredo
*
por
on
de
tinha
entrado.
Outrn.
—
Annuncia-se
a
conversão
de
M.
George
Homer
Tempson,
inspector
geral
das
finanças
dos
Estados-Unidos,
em
primeiro
em S.
Paulo,
hoje
em
San
ta-Fé
(Novo
México).
Recebeu
o
baptismo
no
dia
8
de se
tembro
e
a
confirmação
das
mãos
de Mgr.
Ireland,
coadjuctor
de
Mgr.
Grace,
bispo
de S.
Paulo
de
Minnesota.
A vida
e «t
enaiinlio «le ferro.
—
Lê-se
n
’
uma folha
allemã:
A
vida
é
uma
viagem
a
vapor
no ca
minho
de
ferro.
A
morte é
um descarrilamento.
O
matrimonio,
um
choque
de
dois
trens.
’
*
O
somno
a
passagem d
’um
tunel.
porta
pouco
conhecer
a
origem d’
ella
:
o
essencial
é
saber
que
havia
uma
festa.
A
casa
brilhantemente
illuminada,
os
tentando
riqueza
immensa
e
luxo
desme
dido,
era,
apesar
de
vasta,
pequena
para
a
multidão
que
a pejava.
O
jogo,
a
dansa
e
a
musica
exerciam
alli
o
seu
império
em
salas
diversas,
e
sobre
vassallos
diíferentes.
Aquelles
a
quem a
edade
ou
o estado
affastava
do
amor, e
emfim
os
poucos
de
todas
as
edades
e
estados
que
eram
es
cravos
da mais
terrível
paixão,
prestavam
vassalagem
ao jogo.
Os
outros
todos
corriam
para
as
salas
de
dansa
e
musica:
lá
estava
a
mulher.
Haviam
sobre
cem
ainda
muitas
se
nhoras.
O
estrangeiro curvava-se
gostoso
sob
o
poder
d’essas
vistas
ardentes
jogadas
pe
los
olhos
negros
das
Brasileiras
: alli o
Ára
be
lembraria baixinho
suas
canções
aos
olhos
das
gazellas...
Mas
no
meio
d
’
essas
mulheres
todas
entre
mais
de cincoenta
virgens
beilas
em
todo
fulgor
de verdes
annos,
com
todo
in
teresse de
sua
intacta pureza,
de
sua
qua-
si
angélica
innocencia, ainda assim levan
tava
sua
cabeça
de
rainha
uma
senhora,
que
era
já
casada,
e
que
não
se
podia
dizer
menina
como ellas.
Alta,
elegante,
extremamente
bemfei-
ta,
de
cabellos
e
olhos
negros,
côr
mo
Um
negocio,
a
passagem
d'uma
ponte.
O
destino,
o
machinista
que
nos
leva
sem
dizer-nos
uma
palavra
ao
termo
da
viagem.
Memorin
protlirjioaí».—
Existe
em
Gleinitz,
na
Suécia,
um
*
tal
David
Rosen-
feld,
que
tem
25
annos
e
uma
memória
invejável,
se
é
<jue
não
mentem
como
os
seus
collegas
americanos
os
jornaes
alle-
mães.
David
sabe
de
cór
e
salteados
36
vo
lumes
in
folio,
qne
constituem o
Talmud.
A
sua memória
extraordinária
altraiu
já
a
altenção
de vários personagens
e
rendeu-liie
a
honra
de
ser
admiltido
á
presença
do
principe
arcebispo
de
Praga
e
do
chanceller o
snr.
de
Bismark.
—
(P'.J
Desterroa ma Hispana».—
Conti
nuam as
prisões e desterros,
diz ao
«Dia-
rio
Popular»
o
seu correspondente de
Ma
drid.
O
snr. Casariego,
que
fazia parte
da
esquadrilha do
Cantabrico,
foi
conduzido
debaixo de prisão
de
Santana
para
San-
i
lander.
O
snr.
Moscoso,
major
do
regi-
I
mento
de
Saboia,
foi
desterrado
para
Avi-
la. Em
Valência
e outros
pontos
foram
exonerados dos
seus
commandos
vários
brigadeiros.
M
ssím
izosi
i»js.oBtiiisa.—
O
snr.
dr.
José
Joaquim
Richoso, que foi
vigário
ge
ra!
em
Portalegre,
abjurou
a
religião
ca-
lliohca
para
seguir
a
seita
anglicana.
Vale
bem mais
um
dos
protestantes
qne en
tram
na
Egreja
Catholica,
do que
tolos
os
padres
catholicos
que
entram
para
o
protestantismo.
Aquelles
fogem
do
erro
para
abraçar
a
verdade,
estes
fogem da
verdade
para
abraçar
o
erro.
Os
primei
ros
são
conduzidos
pela
virtude,
os se
gundos
pelo
vicio.
Um
bãHgso «le
E
jbsjíz
.
—
Mgr.,
o
bispo
de
Linz
(capital
da alta
Áustria), pronunciou,
por
occasião
da
sa-
gração
do
principe-arcebispo,
primado
da
Allemanha,
o
discurso
seguinte,
que foi
mui
notado
nos círculos prussianos:
«A
Sé
primacial
já
não
faz
parte
da
Allemanha. O
inonarcha
a
quem
devia
pertencer
este
império, foi
expulso d’
Al-
lemanha.
No
paiz
d
’
onde
é
originário
o
imperador
protestante
actual,
reina
uma
grande
perseguição contra
a Egreja.
O
logar
em
que
nos
achamos
(a
ba
sílica
de
Salzbourg)
é
muito
mageslosa.
o acto a
que
procedemos é
mui
augusto
para
que
podessemos
pronunciar palavras
de
inimisade
ou
alimentar
pensamentos
de desferra; mas
nós
fazemos
parte
da
nação
allemã,
falíamos
a
lingua
allemã
e
não
obstante
queremos
conservar-nos
au
stríacos.
Oremos
antes
de
tudo,
como filhos
fieis
da nossa
patria,
como
vassallos
de
dicados
á
nossa
illustre casa
archiducal,'
que
Deos nunca
entregue
o nosso
paiz
ao
kulturkampf.
Oremos
também
com
o
nosso
primeiro
pastor,
o
primado
d
’
Alle
manha,
que
a
situação
d’
este
paiz
mude
depressa
para
bem
de
todos».
CandeiniUfiio.
—
O gerente
da
folha
franceza
a
«Tribuna»
republicana
e
impia.
foi
condemnada
a
3
mezes
de
prisão
e
4:000
francos
de multa
por
ultrajes
á
re
ligião
catholica.
Também
o
gerente
do jornal
«Os
I)i-
rena,
lábios
grossos
e
bellos
dentes,
os
tentava
uma belleza
especial
:
havia em
seus
modos
uma
mistura
de
segurança e
nobreza, que impunha
rsspéito
e admira
ção; de
voluptosidade
e
ardor,
qne des-
$
aliava
lascivos desejos:
era
uma
belleza
co
mo
que
selvagem
e
perigosa:
essa
mulher
tinha
sobretudo
um
olhar
insolente,
uma
voz
melodiosa,
e
um
andar
provocador.
Trazia
ella os
cabellos
primorosamente
penteados
e
ornados
com
uma
preciosa
borboleta
de
brilhantes;
rosetas
das mes
mas
pedras nas
orelhas,
e
o
collo
côr
de
jambo nú,
para
melhor
ostentar
sua
per
feição
; seu
vestido
era
de
seda
côr
de
Izabel,
e
adivinhava-se
emfim
dois
peque
nos
pés
prezos
em
sapatinfios
de
selim:
tinha
na mão
direita
um
ramalhete
de
vio
letas,
e na
gola
do vestido
mestno
junto
da
axilla,
um
cravo
rajado, qne
exprimia
um não sei
que
de
provocadora
graça.
Não
era
uma
incógnita
:
a
assembleia
toda
conhecia
o
seu
nome
e
respeitava-o:
tão
encantadora
como
honesta
contenta
vam-se
com
admiral-a.
(Continua)
iyttazi
v«<:.y.z?
t*g«acft lar^varf R
i
KM
ibp
reitos
do
Homem» foi
condemnado
em
5:000
francos
de
multa
por
diffafnáção.
Alta
e
merecida recninincn-
dnção.
—
D’
uma
bellissima
eirctflar tio
ex.
‘
n0
e rev.'"
u
snr.
bispo
d'Attgra,
re-
commendando
varias pbrás
religiosas
edi-
toradas
pelo
snr.
E.
Cliardron,
'transcre
vemos
o
seguinte
Pfepipdb rélereaté
a
a!
giimas
dás
formosíssimas
producções
tio
nosso estimado
e
preclaro amigo,
padre
Sen-
na
Freitas:
«As
obras
do
mifito
rév.°
snr.
Padre
Senna
Freitas;
intituladas
—
Ab
presby
!
erio
e
no
Templo.
4
religião
ante
a
política,
Pio
IX.
Os
Lazaririas
—
são
dignas
de
se
adqtiTirem,
por
prestarem
leitura
amena,
e proclamarem as
verdades
religiosas
com
tal
dedticção
e
força
lógica
que
se
lhe
não
pode
resistir.
São
estas
obras
dignas
de
todo
o
apreço
para todo o
Catholico,
e
mui
principal
mente
para
os
d
’esta
dioce
se,
de
que
é
natural
o
seu
andor,
e
que
muito
a
honra
com
o
seu
privilegiado
ta
lento,
vasta
erudição,
e
acrysoladas
virtu
des»
.
Novo
apparelho «le navegação
nerea.
—
Um
aeronauta
inglez
inventou
um
novo
apparelho
para
este
fim,
sem gaz
nem
globo.
Consta
de
dois
planos
em
forma
de
le
que,
sujeitos
com uma
cauda,
como
Se tra
tasse
d’
um cometa
Quanlo
ao
apparelho,
se
acerta
distan
cia o
aereonauta
sobe
á
barquinha, cor
tam-se
as
amarras
e
aquelle
põe-se em
mo
vimento
em
direcção
horisontal
com
a rapi
dez d
um
passaro.
8
*
<srdt
*
«lo
steamer
«Sowtheru
Etell»». -
Um
despacho
de Nova
Orleans,
dirigido
aos
jornaes
de
New-York
de 12
de
outubro,
dá
os
seguintes
pormenores
sobre
a
perda
d
’este
sleamer.
Houve
numerosas
victimas
no
incêndio
d’
este
navio.
Entre as
pessoas
conhecidas
que
pere
ceram,
cilam-se:
Williau
von
Phnl,
Droz,
miss
Gannie
O
Connor
e
uma
outra
se
nhora.
todas
de
Baton-Rouge;
Franks,
de
Port-Hudson,
Langum;
um
empregado
cha
mado
Franks;
o
dono
do
hotel e
seus
ad
juntos.
Suppõe-se
que
todos
os
que
dormiam
na ré do
navio
pereceram
nas
ehammas.
A
carga
comprehendia
entre outros
ar
tigos cerca
de
800
bailas
de algodão.
O
barco
era
novo
e
valia
45:000
doll
rs.
Acrescenta-se
ao
numero
das
vicimas
as
pessoas
seguintes:
um
padre
catholico
cujo
nome
se
ignora
mas
que
exercia
o
seu
ministério
em
Bayon-Sara;
A.
C.
Grif-
fith, George Thomas,
priíneimeiro
steward
de
Louisville
(Kentuchy);
Gastave
Davis
e
Luiz
Tom,
guarda
de
bordo.
Estes
quatro
últimos
quizeram-sc
no
rio,
passo
que
von
Phul,
Droz,
Grillilh
e
o
padre
catholico
pereceram
nas
cham-
mas.
BeH.agtrc no cainintto
de
ferro.
—
O
comboyo
do
correio
que
s
guia de
Lisboa
para
esia
cidade
chegou
sexta-feira
ás
Devezas
com
um
grande
atrazo.
O
comboyo
que
vinha
de
Lisboa
ao
chegar
á
estação
de
Albergaria,
bateu
de
encontro
ao
que ia d
’esta
cidade
para
a
capital,
resultando
do
choque,
ficar
bastan
te
ferido o
maebinista
e
um dos
passa
geiros
lambem
soffreram
leves
contusões.
O
comboyo
ascendente conduzia
mui
to
gado
cavallar
e
bovino,
ficando
uma
parte
ferida
e
outra
morta.
Os
prejuízos
que
a
companhia
soífreu
com
este
lamentável
accideule
foram
avul
tados,
pois
ficaram alguma
das carruagens
despedaçadas
e
as
machmas muito
damni-
ficadas
—
(«Palavra»).
NlneEaado
«Je
pedm.
—
Nos
terrenos
da
quinta
das
Torres
Altas,
do
snr.
João
José
Pacheco, a
poucos
kilometros de
Setúbal,
foi
achado
um machado
de
pe
dra.
Parece
diz
a
«Gazeta
Selnbalense».
não
ser
este
o
primeiro
specimen
que
por
alli
se
tem
achado
d’
esses
restos
da
in
dustria
do
homem
em
longiquas edades.
Existiu
talvez
naquelles
lugares
uma es
tação
humana
contemporânea
da
que
se
presume
ler
havido no
sitio
da
Pena,
que
fica
proximo
de
Setúbal,
na
encosta
da
Serra
de
S.
Luiz.
.
Os
homens
dos
campos chamam pedras
de
raio
a
esses
instrumentos
de
pedra,
so
bretudo
quando
são
ponteagudos
e
de
côr
amarellada.
O machado apresenta
no
seu
maior
comprimento
e
largura
uma
superfície
de
12
por 9 centímetros,
com
a
espessura
de
4
centímetros.
A
extremidade
que
devia
embeber
no cabo
tem
6
centímetros de
largo. A
parte
anterior
termina
em
chan
fro
curvilíneo,
que
acaba
em
gume
afiado,
mostrando
ter
tido
muito
pouco
uso.
Tan
to
o
chanfro, como
o
gume, estão muito
regularmente executados
e
similhantes
in-
leiramente
aos
dos machados
ordinários.
As
faces
mais
estreitas,
superior
e
inferior,
têein
manchas escuras
e
lustrosas,
fazen
do
suppòr
que
se
usára
d
’aquelle instru
mento
sem
ter
cabo,
e
por
isso
se
en
sebara na
parte
onde
assentam
os
de
dos.
.VIorte
e
enterro ele útnn irmã
hospitaleira.
—
D
’um jornal
de
Lisboa
transcrevemos
o
seguinte
:
Hontem
pelas
3
horas
da
tarde
saia
da
capella
de
Nossa
Senhora
do
Carmo,
em
Belem,
no
palacio'
da
sr.
a
condessa
do
Lavradio
um
caixão
preto
com uma
cruz
branca,
levando
em
cima
uma
vi
çosa
corôa de
flores
escolhidas. Seis
ir
mãos
da
benemerita
irmandade
de
Nossa
Senhora
das Dores,
precedidos
pelo
pai
nel,
e
numeroso
pessoal,
pegavam
ás
ar
golas;
adiante
caminhava
o
reverendo
prior
e
vários
ecclesiasticos
e
sacristas
das
ireguezias
de Belem
e Ajuda, e
atraz
se
guiam
duas
a
duas,
quatorze
irmãs
hos
pitaleiras
(conhecidas por
irmãs
de cari
dade
portuguezas) seguidos de numerosa
concorrência
de
povo, entre
o
qual
se
notavam
algumas
senhoras
distinetas-d'a-
quella
localidade.
Durante
o
extenso transito
da
capella
ao
cemiterio
da
Ajuda,
pergufitava-se
quem
era
aquellla
defunta
seguida
com tanto
respeito
e
amor,
e
quando
se
respondia
ser
a
irmã
Cruz,
poucos
olhos
ficavam
enxutos,
poucos
lábios
deixavam
de
mur
murar
uma
prece.
E
deviam
n
’o
fazer,
pois
a
irmã
Cruz,
uma
das
irmãs
mais
antigas
.da
congre
gação,
ainda
ha
pouco
tempo
rapariga
viçosa,
sadia,
morria
aos
29
annos, exhaus-
ta
de
forças
completamente
gastas
noún-
cansavel
desempenho
da
sua
tão
traba
lhosa
como
sub
ime
missão.
Reunindo
no
mais
alto
grau
o
amor de
Deus
e
do
proximo
junto
a
uma
perfeita
abnegação
de
si
própria,
observante
da
sua regra
nas
minimas
cousas
até
ao
ultimo
suspiro,
tratando
a
todos
os
doentes
com
desvelo
extraordinário,
mas
digna
imitadora
do
Divino
Mestre,
amando
os
pobres
acima
de
todos,
chegando
a
perder
47
noites
seguidas
á
cabeceira
de
um
doente,
sem
que se
lhe
ouvisse
uma
queixa,
as
forças
faltaram-lhe
gradualmente
e
a medicina
declarou-a
perdida.
Então
a
irmã
Cruz
pensou
só
em
pre
parar-se
para
a
grande
viagem
que
tinha
a
lazer,
encarando
a
morte
com
a
sere
nidade
cmn
que
os
justos
a
encaram.
O
começo
da
vida
e
nada
mais.
Mudada
pela
solicitude
dos superiores
de hospício
em
hospício
procurando
assim
alliviar-lhe
o
soflrimento,
quando sentiu
aproximar-se
o
fim,
pediu
que
a
transpor
tassem
para
o
de Belem,
o
que
se
fez
im
mediatamente.
—
«Aqui
comecei
a
minha
vi
da»—
dizia
ella
ao
segundo
dia
d
’
alli
se
achar;
—
«aqui
perdi as
minhas
forças,
aqui
venho
acabar.
E
assim
foi.
N
’
aquelle
hospício
feliz
em
possuir
tal
lhesoiiro
acabou
a
irmã
Cruz
os seus
dias
no
domingo
3,
ás
9
horas
da
manhã
de
pois
de uma
prolongada
e
penosissima
agonia
de
quatro
dias
chegando por
vezes
a
parecer
morta.
Contar
os
seus
últimos
momentos
não
nos pertence,
além
d’isso
encheria
paginas e
paginas,
só sabemos
que
aquella
bemaventurada alma
anhelava,
sem
impaciência,
comtudo
em
voltar
ao
seio
de
Deus.
Quando
lhe
escapava
um
grito
de
ago
nia
atrocíssima
vinha
logo
um
sorriso e
uma desculpa. Soflrimento
e
amor
foi a
sua
morte
coroando
uma
vida
exemplar.
Por
isso
não
espanta
a
ternura
com
que
aquelle
corpo
tão
querido,
foi
apenas
no
caixão
coberto
de
flores
que
30
horas
de
pois
estavam
tão
frescas
e
viçosas
como
quando
acabadas
de
eolher,
por
isso
tanta
e
tanta
gente
entrou
n
’aquella
capella
a
orar,
junto
do
caixão
aberto
em
quanto
alli
esteve.
Por
isso tantos
irmãos
de
Nossa
Senho
ra
das
Dôres
e
outros
que
o
não
eram
deixaram
os
seus trabalhos
e
afazeres
pa
ra transportarem
voluntariamente
aquelle
corpo
á sua
ultima
morada,
por isso
o
reverendo
prior
e
mais sacerdotes e
acoly-
tos a
quizeram acompanhar
até
á
cova,
cantando
as encommendações
do
estyo
com
verdadeira
commoção
por
isso;
emfim,
no
cemiterio
homens,
mulheres
e
creanças,
antes
de
se
fechar
por
ultima
vez
o
cai
xão,
disputavam
ás
irmãs
as
flores
que
co
briam
o
corpo
guardando-as
como
relíquia
d
’
aquella
em
todo
o
sentido
verdadeira
ir
mã de caridade.—S.
BARHT
»«
«Ss
C.a — Pia-
ce
Vendòme,
26,
Pariz;
77
Regent
Street
Londres;
Valverde,
1,
Madrid.
Os
pharmaceuticos,
droguistas,
mer-
cieiros,
etc.,
das
provincias
devem
diri
gir
os seus
pedidos
ao
deposito
Centrai
;
snr.
Serzedello
&
C.
a
Largo
do
Corpo
Saulo
16, ILisbtóí», (por
grosso
e
miudo);
Carlos
Barreto,
rua
do
Loreto,
28;
Bar
rai
&
Irmãos,
rua
Aurea, 12.
Por»»,
J.
ie
Sousa
Ferreira
Irmão,
rua
da
Ba
nharia
77;
de
Sequeira
;
J.
Pinto
;
Desí-
ré Rahir;
Coisixttr»,
V.
Botelho
de
Vas—
concelíos
;
Aveix-o,
F.
E. da
Luz
e
Costa,
phartn.
;
ISaroelSos,
Ramos,
pharm.;
iJJrag»,
Pharmacia
Maia,
rua
dos
Chãos,
Pipa
à
Irmão,
rua do
Souto,
Domingos
J.
V.
Machado,
praça
Municipal.
Figueira,
Anlonio
Vieira,
pharm.;
duimarftea,
J.
Pereira
Martins,
pharm.
;
t
‘ena-
&el,
Miranda,
pharm.
;
Ponte
do í.iMta,
A.
J.
Rodrigues
Barbosa,
pharm.
;
II
a
®-
«a»
VntrKíwí,
P.
Machado
de
Oli
veira,
pharma.
;
Ví.-simi»
«1® Caatolío,
Aftonso
e
Barros,
droguistas;
Villa d®
Comde,
A.
L.
Maia
Torns
pharm.
II.WIOS
TíXEGKAMTEAS EA
ÀKEU
’1.4
1I4VA9
MADRID 10—
A
expensas
e
com
as
sistência
de
vários
amigos
de
Amadeu
de
Saboya
celebrar-se-hão
amanhã
as
exequias
em
honra
de
sua
fallecida
esposa
a
duque-
za
de Aosla.
O
ministro
dos
estrangeiros
respondendo
no
senado
aos
ataques
do
gene
ral o
marquez
de
Havana
declare
u
que
era
pouco
parlamentar
atacar
o governo
quando
elle está
fazendo
os
maiores esfor
ços para
salvar
a
integridade
de
Cuba;
o
ministro
da
guerra
approvou
as
palavras
dos
seus
Cullegas.
Devem partir
para
Cu
ba
2:000
soldados que brevemente serão
seguidos
por
outros
2:000.
PARIS.
10.
—
Cliandordy
foi
nomeado
e
acceitou
a
missão
de
delegado
especial
francez
na
conferencia
em
Constantinopla
a
qual
é
provável
que
se
retina
dentro de
13
dias.
O
czar
chegou
hontem
a
Moscow.
ROMA, Itt. —
Provavelmente
será
o car
deal
Luiz
Belio
Piemontez
quem
substi
tuirá
Antonelli
Estão
em
vias
de
accordo
as
diflicuIdades
surgidas
entre
a
Baviera
e
o
Vaticano.
■lâfâB
À
TôW
sem
medicina,
pur
gantes nem
despezas
com
o
uso
da
delicio
sa
farinha
de
saúde,
DU
BA
KR
Y
de
Londres.
«sanosi
d’inv»rtavel ««««emso -
3
Depois
das adessiões
de
muitos
mé
dicos
e
de
vários
ho^pitaes,
ninguém
po
derá
duvidar
da
etlicacia
d’
esta deliciosa
farinha
de
saude
que
cura
as
indigestões
(despepzias)
gastrica,
gastralgia
,
fíegma,
arrotos,
ventos,
flatos,
amargôr
na
bocca,
pituitas,
natiseas,
vomitos, irritação
intes
tinal,
diarrea
,
dizenteria,
cólicas,
tosse,
athsma,
falta
de
respiração,
oppressâo.
con
gestões,
mal
aos
nervos,
diabelhe,
debili-
pade, todas
as
desordens
no
peito,
na
gar
ganta,
do
alito,
das
bronchites,
da
bexi
ga,
do
ligado,
dos
rins,
dos
intestinos,
da
mucosa,
«lo
cerebro
e
do sangue. 73.000
curas
entre
as
quaes
contam-se
a
de S.
S.
o
Papa,
do
duque
de Pluskow,
da
ex.
ma
snr.
a
marqueza
de tírehan,
do
doutor
Manoel
Saenz de Tejada,
da
Universidade
de
Cordoya,
etc.
etc.
Cura 72.448.
Cadiz
3
de
junho
de
1868
Não
posso
fazer
menos
de manifestar
a
vv.
s.
as
os
bellos resultados
que
obtive,
administrando
o
seu
chocolate
de
Revales
ciére á minha senhora. Havia
muitos an
nos que
padecia
inlensissimas
dores
in
testinas,
e
insomnias
pertinazes
; graças
a
este
surprehendente
especifico
ficou com-
pletamenle
restabelecida.
Ficando
reconhe
cidos, aproveito
esta
occasião
para demon
strar
a
consideração
com
a
qual
o
distin
gue
o
seu
attenlo
venerador
—
V
icente
M
oyano
.
Cura
69.718.
Ticheville
(Orne)
20
de
março
de
1867.
Achando-me
perfeitamente
com
o
uso
que
fiz
durante
certo lapso
de
tempo
da
Revalesciére,
tenho-a
administrado
a
varias
pessoas,
ás
quaes
produziu
inestimáveis
elfèitos,
em
particular
modo n’
aquelles que
padeciam
de hydropesia.
Tres
d
’estes
cu
raram
completamente.
—
A
tosse
produzida
por
uma
constipação
desappareceu
instan
taneamente
e
lambem
produziu
os
mesmos
resultados
uas
moléstias
da
retenção
de
orina
e das
moléstias
de
eslomago,
afas
tando
de
qualquer
indivíduo
a
bypocon-
dria
P
adre
L
angevix
.
Seis
vezes
mais nutritiva do que
a
car
ne
Sem
esquentar,
economiza
cincoetila
vezes
o
seíi preço em
reinedios.—
Preços
fixós
da
venda
por
miudo
em
toda
a
pe-
□insula t
Em
ca-ixas
de
folha
de
lata,
de
kilo,
300
;
de
*
/, kilo
800
r§
;
de ura
kilo,
l$400
reis;
de 2 */.,
ki.ios,
3$2Ó0 reis;
de
6
ki-
los,
6$400
reis,
e
de 12
kilos,
125000
reis.
Os
biscoitos
da
Revalesciére
que
se
po
dem
comer
a
qualquer
hora,
vendem-se
em
caixas
a
800
e
f$400
reis.
O
melhor
chocolate
para
a
saúde
é a
HlcvreleHcièrc cHoewlntadla;
ella
res-
titue
o
appetlite, digestão,
somno,
energia
as
carnes
duras
ás
pessoas,
e
ás creanças
e
mais fracas,
e sustenta
dez
vezes
mais
que
a
carne,
e
que
o chocolate
ordinário,
sem esquentar.
Em
paus,ouetú
pó
em
caixas de
folha
de
lata
de
10
chavenas,
500
reis;
de
24
chave
nas,
820
reis;
de
48
chavenas,
1$400
;
de
120
chavenas,
3$200
reis,
ou
25
reis
cada
chavena.
ESJITES
BE
3«
»KAS
Pelo
juizo
de
direito
d
’esta comarca, e
cartorio
de
Pessa,
e
a
requerimento
de
Rosa Lopes,
viuva, e
Maria
Lotirenço
D
as,
da
freguezia
de
Sequeira d
’
esta
comarca,
correm
éditos
de 30
dias
a
contar
do
dia
4
do
corrente
mez
de
novembro citando
e chamando
todas
as
pessoas
incertas
que-
se
julgarem
com direito, jus,
acção
ou
hypotheca
ás
propriedades
Seguintes
:
Uma morada
de
casas,
no
logar
da
Agra,
e
suas
pertenças
e campo
junto;
o
campo
chamado
de Cabeçalhas,
sito
no
mesmo
logar,
o
campo
d
’Abbadessa,
sito
no
mesmo
logar;
o campo
da
Casa
Ve
lha, no
logar
do
Pinheiro
de
Baixo;
uma
leira,
no
logar
da Nogueira, de
m
lio
e
lenha;
um
pedaço
de
terreno
sito
no
Mon
te
Solto,
e
pertenças
do
dito
logar
da
Nogueira, todas
sitas
na
freguezia
de
Se
queira,
propriedades
que
foram
arremata
das
com
Iodas
as
suas
pertenças
eguaes
e
servidões,
nos
autos
de
inventario
a
que
se
procedeu
por
íallecimenlo de
José
Lou-
renço
Dias,
morador
que
foi
no dito
lo
gar
da Agra,
e
que
seu
producto
se
acha
depositado
no
respeclivo
cofre
geral
d
’
es-
te
juiso,
e
para
que
dentro
d
’
aquelle
pra
*
so
e
com
mais duas
audiências,
que
ser
lhe
lem
de
assignar
no
dia
7
do
proximo
mez
de
dezembro,
a
fim deduzirem
aquel
le seu
direito,
e
hoje
sobre
o
producto
depositado,
e
no
qual se
lem
de
occu-
par
a sobredita
citação
edital,
e
cujas
au
diências
se
costumam
fazer
todas
as se
gundas
e
quintas
feiras
de.
cada
semana,
pelas
10 horas da
manhã
no
tribunal
d
’el-
las
largo
de
Santo
Agostinho,
d
’esta ci
dade,
não sendo
dia
santo
ou feriado,
porque
o
sendo
se
fazem
nos dias
irnme-
diatos,
com
a
pena
de lançamento,
e
de
julgarem todas
as propriedade
livres
e
desonoradas
e
expurgadas
de
todo
e
qual
quer
onus
ou
hypotheca,
que
pesem
so
bre
as
mesmas.
(4415;
Pelo
juiso
de
direiteito d’
esta
comar
ca
e
cartorio
de
Moita,
pende
uma
acção
de
separação de
pessoa
e
bens
a
reque
rimento
de
D.
Guiotnar
da
Costa
Pereira
de
Vilhena Cominho, moradora
na
rua
do
Souto
d’
esta
cidade,
contra
seu marido
Duarte
Guilherme
Ferreri
de
Gusmão,
mo
rador
n'esta
mesma,
a
qual
foi
destribui-
da,
e
accusada
a
citação
ao
reo
na
au
diência
do
dia 9
do
corrente,
e
que
para
todos
os
eíleitos
do
artigo
1225
do
Cod..
Civ.
se
faz
o
presente
annuncio. (44j6)j
ED1TO3 30 MIAS
Pelo
juiso
de
direito d
’esta
comarca
e
cartorio
de
Pessa,
e
a
requerimento
de
José
Bernardo
Fernandes,
e
mulher,
An
gelina
Carneiro,
e suas
irmãs
Maria
Joan-
na
Fernandes,
Joaquina
de
Jesus
Fernan
des,
Emilia
Fernandes, Petronilia
Fernan
des,
e
Gracinda
Fernandes,
todas
soltei
ras
de
maior
edade,
da
freguezia
de Bru-
nhaes,
da
comarca
da
Povoa
de
Lanho-
so,
e
suas
primas
Maria
Custodia
da
Cruz,
solteira,"de
maior
edade,
da
mesma
fre
guezia,
esua
irmã
Igiíacia
Theresa
da
Cruz»
e
marido
José Fernandes,
da freguezia
de
Rossas,
da
comarca
de
Vieira,
correm
édi
tos de
30
dias
a
contar
do
dia
4
do
cor
rente
mez,
pelos
quaes
chama
e
cita
to
das
as
pessoas incertas
que
se
julgarem
jcom direito
jus
e
acção ao
expolio que
ficou
dc José
Joaquim
Fernandes,
falle
cido. e
morador
que
foi
no
campo
de
SpnfAnna, da
freguezia de S.
Victor,
des
ta
cidade,
na
qual
herança
se
querem ha
bilitar
os
requerentes,
cuja
citação
edital
se
tem
de
accesar
na
audiência
do
dia
7
do
futuro
mez
de
desembro
pelas
10
ho
ras
da
manhã,
no
tribunal
d
’
ellas,
sito
no
largo
de
Santo
Agostinho
d
’
esta
mesma,
que
se
costuma
fazer
todas as
segundas
e
quintas
feiras
de
cada
semana, não
sen
do
dia
santo
ou
feriado,
porque
o
sendo
se
fazem nos
immediatos,
na
qual
se
tem
de
oílerecer
os
competentes
artigos
de
habil
tação
e se
lhe
tem
de
assignar
o
termo de
2
audierfcias
para
contrariarem
debaixo
da
pena
de
revelia
e
de
lançamen
to,
e
assim
seguir
os
mais
termos.
(4414)
UlHílTItTif/ÕJS
No
dia
19
do corrente
pelas
9
horas
da
manhã
á
porta
do
Celleiro
da
Senho
ra
A
Branca,
tem
de
proceder-se
á ar
rematação
das
medidas
que
se
pagam
á
mesma
Irmandade,
vencidas
no
S.
Miguei
deste
anno.
Braga
13
de
novembro
de 1876.
O secretario
—
João
Ferreira
Monteiro
(4118)
Por
ordem
da
mesa
administradora,
da
irmandade
de
N.
Senhora
da
Ajuda
e
S
Sebastião das
Carvalheiras,
terá
logar
no
dia
19
do
corrente,
ás
10
horas
da ma
nhã,
á
porta
da
mesma capella,
a
ar-
remação
da
cobrança
das
medidas
e
foros
vencidos
uo
S.
Miguel do
corrente
anno.
O
secretario
—
A.
Domingues
Alvim.
(4419)
-----
—
rm»iTTT-
—
i»iwmwi>
iium
^
ih
-
mi
—i
■
i~
mir
i
No
dia
26
do corrente
mez
pelas
10
horas da manhã, na
praça
publica
no
lar
go
de
Santo
Agostinho
d
’
esla
cidade
se
tem
de
arrematar
10
acções
do
Banco
Commercial
d’
esta
mesma,
pertencente
á
massa
fallida
de
Sebastião
Bamos
Barros
Pereira,
negociante
que foi n
’
esla
mesma
com
a declaração
de
que
fica
a conta
do
arrematante
o
promover
os
lituios
do
di
to
Banco
visto
terem
se
desencaminhado.
Quem
quizer
lançar
nas
mesmas
queira
comparecer
no
local
dia
e hora.
Os
administradores,
Antonio
Manuel Ayrcs
d
’Oliveira
Bernardo
Joté
Fernandes
Carneiro.
(4417)
Pelo juiso
de
direito
desta comarca
e
cartorio
de
Ribeiro,
e
a
requerimento
de
Anna
Joaquina
Ribeiro, da
freguezia
de
Adaufe,
desta
comarca, corre
uma
acção
de separação
de
pessoa
e
bens
contra
seu
marido
Antonio
José
Ferreira,
do
logar
do
Pinheiro,
da
mesma freguezia,
a qual
foi
distribuída
em
audiência
do
dia
13
do
corrente,
e
isto
para
dar cumprimento
ao
artigo 1225
do
Codigo Civil,
se
faz
o
presente
annuncio.
(4421)
BANGO
COMMERCIAL
Dbf
BRAGA.
A
Direcção
do
Banco
Commercial
de
Braga
convida
lodos
os
seus
credores
a
se
reunirem
na casa do
mesmo
Banco
pelas
dez
horos
da manhã
do
dia
18
do
corrente
mez,
afim
de
serem
ouvidos
so-
hre
a
moraloria
por
elle
requerida.
Biaga
10
de
novembro
de
1876.
Os
Direclores
Luiz
Antonio
da
Costa Braga.
Manuel
José
da
Costa
Guimarães.
Jgão
Evangelista
de S.
Torres e
Almeida.
(287)
_________ ______
con
URGENCíA
Para
interesse
da
Snr.
a
Antonia Maria
Marques
de
Carvalho,
deseja-lhes
fallar
Bernardo
José
Vieira
da
Cruz,
na
rua
do
Souto
d
’esta
cidade,
n.°
16.
A.
’
HOHLA
Aluga-se
a casa
n.°
48
da
rua
dos
Chãos
de
Baixo,
de
fronteira
com a
hos
pedaria
bispanhola.
Tem
dois
andases
ele
gantes
de rica
esquadria,
boa
loja
e
gran
de
armazém.
Para tratar
na
mesma.
(4378)
Vende-se
uma
morada de
casas de
dous
andares, sita
á
entrada da
rua
do
Anjo,
n.°
39.
Quem
a
pre
tender
falle
na
mesma.
(4405)
y;
;.
h
.
t
-. r -.■■'^fr.y • in^^rris' yuMigyyyx rygrwaKTSgygyK». rggaffiw<»WK3?r^^^v^)Tg?^^^CTa^^c
HOGG, Pharmaceutico, 2, rua de Gastiglione, Pariz, unico preparador.
Debaixo
desta forma especial a pepsma he posta •mtciramente ao abrigo do contacto
do
ar;
desta
maneira este precioso medicamento nem se altera nem perde as suas proprie
dades,
e a
sua efficacia
lie então certa.
As
Pjlulas de Hoog
são de trez preparações diflerentes:
1»
PÍLULAS DE HOGG com pepsina pura,
contra as máes digestões, as azias,
os
vomitos e outras
affecções especiaes do estomago.
2
“ PÍLULAS
DE HOGG com pepsma unida ao
ferro reduzido pelo hydrogenio,
para as affecções
do estomago complicadas de fraqueza geral, pobreza de sangue, etc., etc.:
são egualmehte muito
fortificantes.
3®
PÍLULAS DE HOGG com pepsma unida ao iodureto de ferro inalterável,
para
as doenças escrofulosas, lymphaiicas e syphiiiticas, na phthisica, etc.
A
Pepsina
pela sua
união ao ferro e ao iodureto de ferro modifica o que estes dois
agentes
preciosos tinham de muito excitante sobre
o estomago das pessoas nervosas ov
irritáveis.
As Pílulas
de Hogg
vendem-se somente,em frascos triangulares,
nas principaes pharmacias.
Deposito
em
Lisboa. „ ,„r. c. G. Barr<-1<> — n " 28 e 30 — Loreto.
(34
.1
o
z
3»
xa: x
LLOTI)
BE BESEMtENí
NOBDi
i
EUTSCI
í
ER
LLOYí)
NOMES
DOS VAPORES D
’
ESTA
COMPANHIA
H
henzolern
—
Ifohens'aufen
Sal
ier
—
Ilabsbu
rg—Ha n
sa
America
—
Hermann
—
PPescr
Rhein
-
Main—
Donau
—Mosel
Ncckar—
Oder
IGoii
PrinzFr.
Wdhelm
Gra[
Bismark
General
Werder
Sperber
'
Carreira mensal
Para
Pernambuco,
Bahia,
Rio
de
Janeiro,
Monlevideu
e
Buenos-Ayres
Os
paqxieles
que a
Companhia
está
empregando
na
carreira
do
Brazil
são
todos
de
grande
lotação,
lendo
lugares
para
170
passageiros
de
primeira
classe
e
750
de
terceira.
«le
grntírle
e
o
serviço
esta-se
fazendo
com toda
a
regularida
de,
pelo
que
vae
adquirindo
uma
boa
e
bem merecida
reputação.
Os
preços
das passagens são
muito
rasoaveis,
como
se
póde
verificar
pela
tabel-
la
que
se
acha
paieole nas
agencias.
taiido a» p«Hna(je»s pugns no S’orto 051 nns sub-iujenciiis da pro
víncia, o transporle do
a
Ejisfooa pelo eaminlso de
ferro
è por
contu ali
*
C/OcaipttnSaía
..
íÀsles
paquetes
sào
nela
veio
pelos
seos
modernos aperfeiçoamentos
e
esplendidas
accoramodãçòes
para
pas«ag
*
ii
<
s
de
todas
as
classes.
Estão
já
coiitractados
cosinheiros
e
creados
porluguezes
para
estes
paquetes.
Aos
pas»ageirus
de
tercvira
classe é fornecido
grátis
pela
Companhia,
cama,
cobertor,
uteuciíios
de
mesa,
e
além
da
ser
a
comida
á
porlugueza
teem
vinho
duas
vezes
por
dia.
A
bordo
de
cada
paquete
lu
um m dico
que
é
obrigado
a
prestar
setis
serviços
gratubame.uie
aos
snrs.
passageiros,
assim
como
são
fornecidos
todos
os
medicamen
tos
necessários.
Quaisquer
informações
bilhete-
de
passagens
podem
obter-se
dos
agentes
Rawet
C.%
rua
de
S.
Francisco
n.°
4.2°
andar—Porto
—
e
em
Braga
ao
agente
Ricardo
Malheiro
Dias,
na
thesouraria
do
Banco
Mercantil,
ou
largo
do
Barão
de
S.
Martinho
<>.°
27.
(4408)
P
IL
U L.AS
dê
Proto’
Carbonato de
Ferre
DOI)'BL
i
inalterável
AUD
Empregadas
com
o
mais grão
successo,
depois
mais
de 40 annos por
a maior parte
dos
médicos por
curar a chlorosis
(fluxo
tranco)
doança das
mancebas filhas e to
das as
moléstias chloróticas. Eis aqui
a
opinião
dos
mais eminentes médicos que as
tem
experimentado
:
«
Depois 35
annos
que
exprço a medicina,
«tenho
reconhocido a este medicamento
«
(Pilulas de Blaud)
vantagems incontesta-
« veis
sobre todos os outros ferreos e eu
«
o miro como o melhor anti-chlorótico. »
Dr
DOUBLE, ex-présidente da Academia
de
Medicina.
<i De todas
as preparações ferreas que
« nos
hão dado bons resultados no trata-
«
mento das affeições chloróticas, as pilu-
«
las de Blaud parece-nos devem estar na
«
primeira
fila.
» — Diccionario
univ. de
Medicina,
t. n, page 99.
1 Como
prova da authenticidado, o
nome do
inventor está gravado sobre
cada
pílula como aqui junto
Depositos:
Paris,
8, r.Payenne.
Em
Lisboa,
snr.
Barreto,
Loreto
Lecciona-se
o
curso
da
lingui
france
za
na
rua
do
Anjo
n.°
11,
desde
as
6
ho
ras
da
tarde
ate
ás
7,
pela
quantia
de
800
reis
mensaes,
pagos
adiantados. (4412)
Vende-se
duas
casas
: uma
no largo
da
Porta Nova
n.e
15,
outra
na
praça
d
’Alegria
n
0
20.
Trata
se
na rua
da
Ponte
n.°
24.
(4398)'
Ballimore
—Berlim—
Ohio
Leipz ig—
Brau
nsch
weig
Nurnberg
—
Frankfurl
—
ílan-
nover—
Koln
—
Slrassburg
Adler
— Falke—Mowe
—
Bei/ier
Schwalbe
—Schwan
—
Strauss
Albatross
Para
os
engenheiros,
pbarmaceulicos.
médicos,
dentistas,
professores
e outras
pessoas
que
desejarem
obter
o
diploma
de
doutor
ou
de
bacharel
de
uma
universida
de
estrangeira.
Dirigir
carta
registada
a
Medicus,
13,
praça
do
Rei,
Jersey.
(In
glaterra.)
(31
77-)
3>E
C'AV5>IJ.IKOS
E
PETE9t»DEO
Rua
das
Aguas
n.°
93.
Acabam
por
chegar a
este
estabeleci
mento
candieiros
modernos,
de
todos
os
gostos
e
tamanhos, e
de
diflerentes mo
delos,
proprios
para meza,
parede,
teclo
e com
aza
para
mão.
Preços
muito
com-
modos.
(4413)
Retratos
baratos
—
A
1$000
rs.
a
duzia.
4—
Wl k DOS
CAPEIstMSTAS—4
(V
ulgo
F
onte
da
C
arcova
)
Theophilo
Santiago,
photographo,
tira
retratos
pelos
syslemas
mais
modernos
e
aperfeiçoados,
garantindo
a
perfeição
do
trabalho,
todos
os
dias,
das
10 horas da
manhã
ás
2
da
tarde,
mesmo
com
os
dias
innevoados.
(4343)
I
FLUIDE
IATIF
K
JONES'
Por
suas propriedades beneficas, goza este pro-
ducto de alta
e merecida reputação.
Suaviza e ama
cia
a pelle, allivia as irritações causadas pelas mu
danças
de
clima, pelos banhos
do
mar,
impressões
desagradaveis do
vento ou do calor, etc, etc.
Uma
simples applieaçlto faz desapparecer as ra
chaduras
das mõos
e dos beiços. Preço 630
reis.
PARA
OS
CUIDADOS
D0
TOUCADOR
É
muito digno de
ser recommandado ó
Sabão
latir,
que
possue todas
as
propriedades suavizan-
tes
doFluide,eumaroma
deiicadissimo.Preço500r>
23, Boulevart
des
Gapucines, Paris,
De Fronte
da
entrada
do
Grand-Hotel.
,
Fabricante de Escovas Inglesas Perfumeria, Loja
de
papel,
Objetos de Fantasia, Estojos diversos,
Cutelaria, Artigos
de
Luxo, Luvas, etc.
Deposito
em
Lisboa,
snr. Barreto,
Lorèto
n
0
28
—
30
(26
*
)
COMPANHIA DOS
BANHOS
IJ1C
VISELLA
Sociedade
aiionysna, reH|>v
*
iiMi«hili.
dade
Eiataitad»
A
direcção
d
’esta
companhia,
aimuncia,
para
os
fins
convenientes,
que
o
accionis-
ta,
o
exm.°
snr.
conde
de
Villa
Pouca,
<l
’esta
cidade,
declarou ter-se-lhe
desenca
minhado
o
titulo
provisorio
n.°
89,
repre
sentando
10
acções.
Passados
30
dias,
contados
da data
d
’este
annuncio,
ser-lhe-ha
passado novo titulo,
ou
entregue as
respeclivas
acções,
não
ha
vendo reclamação
de terceiro.
Guimarães
10 de novembro
de
1876.
Os
Directores,
Antonio
José
Ferreira
Caídas
Joaquim
Ribeiro
da
Costa
288)
Antonio
Peixoto
de
Muitos
Chaves
CQ
ESCOLA
AMOICANA.
Consultorio
a
toda
a
hora, tanto
de
dia como
de
noite
Rua
do
Campo
(antiga
Porta
de
S.
Francisco)
n.°
22.
(4332i
z
s
z:
o
milKGIÃO
DEfVTISTA
APPROVADO
PELA ESCOLA MEDICO-CIRURGI-
CA
DO
PORTO
Largo do
Barão
de
S.
Martinho
n.°
5
braga
.
Faz
tudo
quanto
diz respeito
á
soa
arte
e
continúa
operando
grátis,
pobres
e
soldados.
(
36-H-)
TiTWnnimrwj
—
— na—iw—
nm n— ■■iiiMrw
*
BRAGA, TYP0GRAPE1A
LUSITANA—18 "6.
Parte de Comércio do Minho (O)
