comerciominho_12081876_529.xml
- conteúdo
-
Assigna-see
vende-se
no
escriptorio do
editor
e
proprietário
José
Maria
Dias
da
Costa,
rua
Nova
n.
’ 3
E,
sara
onde
deve
»er
dirigida
toda
a
correspondência franca
de
porte.
=As assi-
gnaturas são
pagas
adiantadas
;
assim
como
as
correspondên
cias
de
Interesse
particular.
Folha
avulso 10
rs.
Á.S TERÇAS,
QUINTAS
E
SABBADOS.
|
P
reços
:
Draga,
anho
1^600
rs.-=>Semestre850
rs.«=J¥oi’»n-
H
cias,
anno
2&000
rs
e
sendo
duas
3^600
rs.
—
Semestr?
1&0B0
j
j
rs.=Brazil,
anno 3&600
rs.=Semcstre
1&900
rs.
moeda
forte,
'■
|
ou
8^000 reis
e
4í>500
reis moeda fraca.=Annuncios
por
iinha
11
20rs.,
repetição
lOrs.
Para
os
assignantes
20 % d’
abatimenío.
ÍnHMM^AÍWVMmnMVKRãvÍãnMNBMãxMÚNÍt^ÍMÍÍB>ÍHÍã>n)iãuiSw^SwC
*Õ!iÍM^«itf&
im.lG.l- SABE3AR» S®
SSE
AGOSTO
Estão
ameaçadas
de
suppressâo
algu
mas
dioceses uo
continente.
São-nos
de lodo
desconhecidas
as
ra
zões
que
podem
motivar
esta
medida;
e
por
mais
que procuremos
conhtC
“
l-as, ape
nas
se
nos
mostra
corno motivo
o
desejo
revolucionário
de
restringir,
o
mais pos
sível,
a
acção
da
Egreja
no
seio
dos
povos.
De
fado
nada
ha
plausível
que
possa
justificar
a extineção
de
dioceses,
que
a
piedade
de
nossos
fieis
maiores
erigna,
e
á
maior parte
das
quaes
estão
ligadas
tradições
venerandas.
Resistiram
algumas
d
’ellas
ao
furor dos
barbaros;
e
depois
de
terem allrontado o
fanatismo
dos moores,
vêem-se
agora
ameaçadas
de
destruição
por
um
governo
catholico
!
O radicalismo
em
França também pro
põe
a
extineção
da collegtada
de
S.
Diniz,
verdadeiro
padrão
de gloria para
aquella
nação...
Entre
nós
porém não
se
necessita
que
os
radtcaes
vão ao
poder,
para
qoe
a
Egreja
solha.
O
governo
não
póde
iovocar
em
seu
favor
a
razão
de
economias
porque
se
es
tão
fazendo
pelos
differeotes
ministérios
despezas
avultadas.
E se
essa
rasão
prevalecesse,
deveria
ella
determinar
primeiro
que tudo
a
sup-
pressão
d
’
alguns
districlos
administrativos,
que,
sendo
bem
mais
pesados
ao
thesouro
do
que
as dioceses, bem
melhor
se
po
deriam dispensar.
A
despesa
que
o
governo
faz
cora
a
Egreja
em
Portugal,
é
das
que
menos
avultam
nos
orçamentos
do
Estado.
E e^sa mesma,
assim
limitadíssima,
como
é,
não
representa
mais
do
que
uma
pequenissima
restituição do
muito que
o
poder
civil
lhe
tem
usurpado,
e
continua
usurpando
a
titulo
de
desamortisaçào.
E
’
mais um
desengano
este
para
aquel
les
que
ainda
acreditam
na
sinceridade
com
que
íoi
votada
essa
lei
iniqua,
por
isso
que
tende
a
esbulhar
o
proprietário
legitimo
do qae é
seu,
e
contra
sua
ex
pressa
vontade.
Em
promessas
não
são
escas-os
os go
vernos,
quando se
tracta
d
’
este
assumpto.
Mas
quando se
chega
á
realidade,
fa
zem
como
no
caso
presente, limitam
o
pessoal
da
Egreja,
reduzindo-o,
cortam-lhe
em
seus
poucos
vencimentos,
supprimem
os
estabelecimentos
de
piedade,
tudo
a
titulo
de
economias.
E
ao
mesmo
tempo
que isto
se
faz
com
a
Egreja,
augmentam-se
os
funcciona-
rios
civis,
despeude-se
dioheire ás mãos
largas
com
paradas
de
luxo, e
gastam-se
eintim
soramas consideráveis
em
outras
coisas
que
bem
se
dispensavam.
Bepetiraos;
não
se diga
que
se
suppri-
mem
antiquíssimas
dioceses,
porque assim
o
pedem as economias
do thesouro.
A
Egreja não
está
obrigada
a
pagar
escandalosos
esbanjamentos.
Se
é
necessário
ecotmmisar,
comecem
as
economias
por
onde
devem
começar
Supprimam-se
alguns ministérios,
por
isso
que
a
experiencia
tem
mo-trado
por
vezes,
que
um
só
ministro
pó
te
bem
ge
rir
os
negocios
de
duas
e
até
de
tres
pastas.
E
d
’ahi
para
baixo
quanto resta
ainda
de supérfluo
que
muito
bem póde
ser
eli
minado
?
Ou
persuadir-se-ha alguém
que
os
po
vos
precisam
menos
de
quem
os
governe
espirilualmente,
do
que de
quem
os
ad
ministre
civilmenie?
Assim
o
parece,
porque
quando se
tracta
de
supprimir
as
dioceses,
é
que
se
augmenla o
numero das
comarcas.
Verdade
é
que
o
governo
foi
conse
quente,
porque
por cada egreja
que
se
deslroe,
é
necessário
se
edifique
uma
dú
zia
de
cadeias...
----- .M
est
-wse
m
ei.
Per
fas et nefas.
E’ de
boa
fonte
a
noticia
de
que,
nos
projectos
do governo
italiano
contra a
Egreja,
occupa
um
grande
logar a
parte
íiscal.
Dinheiro
e
dinheiro
e
mais
dinheiro
foi
o
que
se
disse
que
era
preciso
para
fazer
guerra
ao inimigo;
para
a
guerra
á
Egre
ja é
necessário
não
tres,
mas
cem
vezes
dinheiro
e
sempre
dinheiro.
E’
conhecida a
decisão
do
ministério
democrático
a respeito dos
arcebispos
e
bispos
d
’aqnella
península.
Trata-se de
lançar
aquelles
prelados
um
imposto
de
13-20 por
100
sobre
as
esmolas
que
elles
recebem
do
Soberano
Pontífice,
como
subvenção
ás
necessida
des
dos
pobres
despojados
e
cujos
bens
foram.,
liquidados:
isto
importará
a
con
fiscação
da
esmola,
pois
que
a
mão
car
nal e
rapinadôra
do
fisco
abrange
com
a
mesma
facilidade
o
que
é
dos
pobres
e o
que
é
de Deus.
Atlirmam que
esta
decisão será segui
da
de
outras
não
menos
brutaes.
Também
chegará
a
sua
vez
aos
car
deaes;
far-lhe-hão
pagar
imposto
sobre
o
o
que
o
Santo
padre
lhe
concede
para
prato
á
custa
da
caridade
calholica
; de
pois
darão
assalto
aos
rendimentos
da
Da
taria apostólica,
e
aos
de
todas
as
con
gregações e chancellarias
romanas;
nada
escapará.
Seguir-se-ha
depois
o
Dinheiro
de
S.
Pedro
e
na
falta de
possibilidade
de ave
riguar
o total
do
producto desse dinhei
ro,
suppÕe-se
um minimo
ou um
máximo
de
milhões sobre
o
qual
se
exigirá
por
fas
ou
por
nefas
13-20
0|0.
O
que
é
certo
é
que isto
não
lembra
ao
diabo.
Snpponhamos
que
o
Papa
lhes dizia:
passem
vomecês muito
bem.
Também
iriam
os
snrs.
governadores
da
Italia
impor-
lhe
tributos
ás esmolas
que
recebe
e
dá?
Li...
ber..
da...
de
!
OZETILEÁ
Proeintiãa <ie S. Eourenço.—
Saiu
ante-hontem,
pelas 6
horas
e
meia da
maohà,
a
procissão de
S.
Lourenço,
que
esle
anno
se fez
com
pompa
excedente
á
dos
anteriores.
Abria
o
préstito
uma
banda
de musica.
Seguiam-se
treze confrarias, a
irmandade
de
S.
Pedro
de
Maximinos,
a
irmandade
de
N.
Senhora
da
Ajuda
e
S.
Sebastião
das
Carvalheiras,
e
a
commuoidade
dor
or-
lãos
de
S.
Caetano.
Entre
as
duas
alas
ia
grande
numero
de
anginhos
conduzindo
emblemas
allusivos
á
festa,
e
os
andores
de
S.
Lourenço
e S.
Sebastião.
Depois
do
pallio,
s-b
o
qual
era
pelo
rev.°
parocho
de
S.
Thiago
levado
o
S>nto
Lenho,
seguia
a
banda
regimental
e
uma
força
de
infauleria
8.
O
juiz da
festividade era
o
ex.m0
co-
nego
Antonio
Francisco
Pereira
d
’Almeida
Coutinho,
digníssimo
reitor
nos
Órfãos. A
despeza
da
cera que
levava
a
communidade
d
’este collegio,
foi
feita
a expensas
do
mesmo.
Esta
procissão
que
vulgarmente
se
de
nomina
de
S.
Lourenço,
por
ser
Lita
ria
madrugada
do
dia em
que
a
Egreja
rssa
■1
’
aquelle
glorioso
santo
e
a
sua
imagem
ser
conduzida
ern
andor
na
mesma,
é
propriamente
o
cèrco
de
S.
"ebastiào
que
anoinlmenie
sae
em
virtude
d
’
om
voto
antiquíssimo,
feito
em
1579,
e por
de
terminação
do
arcebispo D.
Fr Agostinho
de Jesus,
por
esta
cidade
ter
sido,
pela
protecção
d
’
aquelle
inclyto
raartyr,
pre
servada do terrível
íligello
que
assolou a
nossa
pátrio.
Cumprindo
as
determinações
da
S.
C.
dos Ruos,
recommendadas
pelo
ex
rao
e
revd.
“
lu
snr.
arcebispo
coadjutor,
f.j
este
o
primeiro
anno
conduzida
em
ardor
a
imagem
grande
de S.
Sebastião,
indo,
co
mo acima
dissemos,
o
Santo
Lenho
debai
xo
do
palio,
afim
de
ter
as
genuflexões
e
adorações
devidas.
Recolhida
a
procissão
á
capella
de S.
Sebastião
das
Carvalheiras
deu
se
princi
pio
á
missa
solemne,
subindo
por essa
occasião
ao
púlpito
o
joveo
e
talentoso
ora
dor,
padre
Constaritmo
Ferreira
d’Almei-
da,.
que
pronunciou
um
magnifico
sermão.
—
Ante-hontem
abateu,
no
logar
das
Sele Fontes,
uma
mina
que
se
andava
a
fazer
para
abastecimento
das
aguas
d esta
ctdr.de,
ficando
sottenado
um
infeliz
operaiio
e
contusos
alguns
outros.
SLT
O
ES
TSr S M®
MfiSTGSSIA
BESCOSHE(!1DO
IV
Onde
Jacques
e
Mathurin
tomam
um
bom
partido.
[Cunlin
uaçàu]
lustallados
commodameme
perto
do
lar
onde
ardiam
dois
ou
tres
grandes
mo
lhos
de lenha
miuda
crusados
uns sobre
os
outros
e que
se
empurravam
á
medi
da
que
se
consumiam, o
cura
tomou
a
palavra.
—
Prepara-se,
disse
elle.
alguma coi
sa
de
grave
e
bem
aterradora
na paro-
chia.
Jacques trocou
com
Mathurin
um
ges
to
que
dizia mui claramente: Vês?
o
cu
ra
vae
fallar-nos
da
coisa
sobre
que
tí
nhamos
necessidade
de
o
interrogar.
—
Não
sei,
proseguiu
o
cura,
se
ou
vistes
já
fallar
d’
«ma
sociedade
que
ainda
ha
pouco
se formou
na
Bélgica
e que
ago
ra
se
estende
por
França;
esta seita abo
minável
bade-nos
trazer
muitas
infelicida
des. Chama-se
Sociedade
dos
Solidaiios.
Os
que d
’ella
fazem
parle,
concertam-se
para
não
fazer baplisar
os
seus
filhos,
para
não
se
casarem
na
egreja,
e
enlerraretn-
se
sem
nenhuma
ceremonia
religiosa.
—
Então
são como
os cães,
interrompeu
Mathurin.
—
Quasi
o
mesmo,
disse o
cura.
—
bem
entendo
—disse
Jacques
por
sua
vez,
não
se
deve
pertencer
á
tal
socie
dade.
—
Tendes
razão,
Jacques,
muitíssima;
mas
eis
ahi
aonde
conduzem
as doutrinas
d
’
aquelles
que se chamam espíritos
fór-
les
e
livres-pensadores.
Porque, numa
palavra,
se
a
religião,
como dizem,
só
é
boa
para as
mulheres
e
creanças,
e
ain
da...
porque
pedir
as
orações
dura
pela
creança
que
acaba
de nascer?
porque
não
se
contentar
com
o
casar
ueatile
do
snr.
maire ? E
se,
quando
se
more,
tudo
aca
ba,
para
que
dtverttr-se
em
fazer
cantar
orações
pelo
padre
sobre
o
cadaver
do
defuncto?
iudo
isto
é
inleiramente
muni,
e
até, se
a
religião
não
é
verdadeira,
tu
do
isto
é
do
mesmo
mudo
ridículo;
con
vinde n’
isto.
—Sim,
disse
Jacques;
mas»,
postoque
não
me
faça
melhor
rapaz
do
que
qual
quer
outro,
e
que,
não lenha
na
mesma
conta
todas as
vossas
ceremonias—
sa-
beii-o
snr.
cura,
fallo-vos francamente,—
Deus
me
livre
de não
ser
casado
na
egre
ja
e
pensar
que
me enterravam como
um
cao,
sem
que as
turres dessem
si-
gnal por
mim,
sem
que
se
lançasasse
agua
benta
no
meu
esquife
e
que
me
nao
acom
panhavam
ao
cemiterio
pedindo
ao
bom
Deus
por
mim.
—
isso prova,
Jacques,
que
não
sois
tão
mau
rapaz
como
o
julgaes,
disse
o
cura
rindo...
Mas
para
voltar
ao
assumpto,
sei
que
ha na
aldeia
visinha
alguns
So
lidários
vindos
da
Bélgica
e Paris
que
empregam
todos
os
seus
esforços
para
chegarem
a
ter
um
enterro civil.
—
O
que
é
um enterro
civil,
snr.
cu
ra
?
perguntou
Mathurin.
—E
’
precisamente
um enterro
sem
ce-
remonia
alguma
religiosa,
sem
que
se
vá
á
egreja
e
sem
padre.
—Que,
um
enterio
de
cão?
e
por
que
se
chama
enterro
Eivil?
—
E
’
porque
se chama um
casamento
civil
aquelle
que
se faz na
presença
do
snr.
maire.
—
Ah
!
é
o que
elles
entendem
por
civil?
exclamou
Mathurin. Já
começo
a
comprehender
o
que
se entende
por
ci-
vilisação.
A
civilisação
é
ser
casado
e
enterrado
civilmenie.
Pobre
civilisação
a
d’
elles
!
—
O
que
é
certo,
meus amigos,
re
plicou
o
cura,
é que
os
Solidários
dese
jariam
bastante
ter
nVste
paiz um
,
es
cândalo
d
’
esla
ordem.
Esse
pobre
Baplis-
ta,
o
sobrinho
do thio
Lajoie,
íoi,
bem
o
sei, alistado
na
sua sociedade.
Sabem
por
elle
que
Lajoie
está
doente.
O
snr.
Tirsang,
que
não vê senão
o
corpo
nos
seus
enfermos
—
posso
dizel-o
bem
alto
sem
lhe
fazer injustiça,
pois
que
o
diz
a
quem
o
quer
ouvir,
—
favorece,
sem
d’
isso duvidar,
como
me
persuado,
os
desígnios d’
esses
homens.
O
desgra
çado
Lajoie,
que
se
não
julga
tão
mal,
fechou-me
a
sua
porta.
São
capazes
de
lhe
fazer
assignar
um
escripto
em que
declare
ser
enterrado
civilmenie. Vêdes
agora
o
escandalo
de
que
a
parochia
es
tá
ameaçada.
Pobre
Lajoie
! Eslava
tão
bem
disposto
esta
manhã,
com o
pensa-
samento
das
contas
que
tinha
de
dar
a
Deus.
Fazendo-lhe acreditar
que
não
se
acha
perigosarnente
enfermo,
são
capazes
de
o
induzirem
a
muitas
loucuras
Ao
pronunciar
estas
palavras
o
bom
cura não
poude
deixar
de chorar
;
era
uma
dòr
pungiti
a
a
d’e-le
bom
velho,
que
via
perder-se sem
podt
r
salval-a,
uma
das
almas
que
lhe
tinham
sido
confiadas,
e
chorava
por
esse
homem,
de
quem
se
tinha
recebido,
—
como
era
notoiio
—
maus
diclerios
e
grosseiras
chalaças.
Houve
um
momento
de
silencio, de
pois
do
qual,
por
um
signa!
de
Jacques,
Mathurin
decidiu
se
a
fallar
do assumpto
que
tanto
os
preoccupara
havia
uma
hova.
—
Snr.
cura,
disse
Mathurin,
o qoe
acabaes
de
contar-nos
me
dá
ainda
maior
vontade
de
saber
o que
pensaes
d
’
uma
coisa
que
me
atormenta
constantemenle
desde
que
Jacques
me
fallou
d’
ella,
—
Então
o que
é,
meu
caro
Mathu
rin?
—
Sabeis,
snr. cura,
o
Syllabus.
—Ah!
o
Syllabus?
"
•
—
Parece
que é
uma
terrível coisa.
—
E
quem
vos
disse
isso?
—
Ob
!
senhor
cura,
foi
Jacques,
o
pri
meiro,
depois
Baptista,
depois
o
snr.
Sai-
tout,
e
depois
o
snr.
Tirsang.
—
Então o
que
vos disseram?
—
Ah! coisas
de
fazer
arripiar
os
ca-
bellos.
tCoilinúa)
triotas,
e
lhes
recommendaes
que
tomem
parte
na
iucta
heroica
que
sustentamos
contra
a
barbaria
do
Crescente.
Oh
!
inil
acções
de
graças
vos
sejam
dados,
ho
mem
illustre,
que
comprehendeis
tão
bem
as
torturas
da
oppressão
!
$erá sem
egual
a satisfação
com
que oó<
receberemos em
nossas
fileiras
nossos
dignos
irmãos
de
Italia,
cujo
coração
tanio
bate
pela
causa
do
direito
e
da
justiça,
pelo
bem
da
li
berdade
e
pelo
respeito
ás
sãs
liberda
des.
O
direito
está
comnosco
! Por
isso
triunfaremos
de
nosso
secular
inimigo,
d
’esse oppressor
que
até
as
grandes
po
tências
reconhecem
ser o
inimigo
de
lo
do
o
progresso
e
de
toda
a
reforma: n’
uma
palavra,
nós triunfaremos
do
implacável
inimigo
da
civilisação
e
da
sociedade
mo-
deina.
Depois
de
havermos
dado
a
liberdade
á
Servia,
á Bulgaria,
á
Bosnia e á
Her-
zegovina,
não
crearemos
embaraços á
Eu
ropa
por
no-sa
constituição política,
por
que
seguiremos
os
conselhos
da
Europa;
mas
por
todos
os
meios
e
á
custa
de
iodos
os
sacrifícios queremos
sacudir
o
jogo
aborrecido,
jugo infernal dos otto-
uianos.
»
Liberdade
«le
funil.—
Diz
o
cor-
correspondeme
do Rio de
Janeiro
para
o
«Commeecio
do
Po
lo»
com
data
de
10 de
julho
p-oximo
passado.
«Ao
Isthmo
de Pauamá
linha
chega
do
uma
emigração
de
frades
hespaohoes
franciscanos
e
capuchinhos
todos
ca<lista-
(sic). Destinavam-se
ao
Perú;
mas
o
mo
do
porque
alii
foi
recebida
a
vanguarda
composta
de dezeseis
frades
e
vinte
cinco
leigos,
recolhidos
presos
á
prefeitura
ape
nas
chegados
a
Calháo,
talvez fize-se os
outros
mudar
de
intento. Não
se com-
prehende
essa
maneira
de entender
a
li
berdade.»
Isto
diz
o
correspondente
do Brazil,
e
sem
preâmbulos
só
lhe
lemos
a
expli
car
que
essa
bberdade que
elle
irão
com-
prebende
é
a
liberdade de
funil,
vindo
a
tocar
o
largo
para elles
e
o estreito
pa
ra
os
outros,
e
não é só
por
lá
que
se
v
ê
isto,
pois
é
cousa
qoe
se
está
vendo
por
ahi
a
cada
passo.
Ha
lá
e
cá, certa gentinha
que
quer
a
liberdide
de assuada, de
offensa
e
do
insulto,
(para elles
já
se
entende
e
se
alguém
lhes
quizer
pagar na
mesma
moe
da,
potre
d
’elle
que
se
verá
perseguido
por
leis,
auctoridades
e
tudo quanto
ha
em
nome
da
tal
liberdade.
—
(Palavra.)
Sinistro marítimo. —
Diz
o
«Dia-
rio
Espanol»
que
abalroaram
os
navios
ioglezes
Dorunda
e
Dinorah.
Este
ultimo
submergiu
—
e.
perecendo
dez
homens.
Acrescenta
o
mesmo
jornal
que
o
capitão
e
dois
marinheiros
do
Dinorah
foram
sal
vos
pelo
vapor
ingltz
Slag,
que
os
con
duziu
a
Gib altar.
Meio
}>nri» canheeer oa vinhos
falsificados.
—
Eis
aqui
um
meio
simples,
barato
e
ao
alcance
de
todos,
para
co
nhecer
os
vinhos
falsificados, que
tanto
abundam
nos nossos tempos e
n
’
estas
tet
ras,
onde se
requer
estomago de
avestruz
para
tragar,
sem
prejuiso
da
saude,
al
gumas
drogas
vinícolas
que
nos
impin
gem.
Tome-se
um frasiuinho
que
contenha
mais
ou
menos
um
cálice
de
vinho.
Ta-
pe-se-lhe
a
bocca
com
o
dedo indicador,
volte-se
para baixo e
mergulhe se
n
’oma
bacia
de
agua
de
modo
que
fique
inteira-
meute
coberto.
Espere-se
que
torne
a
fi
car
completamente
tranquilla a
agua
pos
ta
em
movimento ptla
submersão
do
fras-
quinho
e
da
mão,
e
retire-se então
o
de
do
que
tapa
a
bocca
do
mesmo,
deixando
ficar
este
iinmovel
por
espaço
de
dez
mi
nutos.
Embora
a
agua
exerça
alguma
pressão
sobre
o
vinho
que e
*
tá
por
cima,
não
chega
a
desalojal-o
do frasco;
é
cotniudo
assás
forte para
que
a
allracção
absorva
todas
as substancias
estranhas
ao
mes
mo vinho.
Retirado
o
frasco
ao
cabo
dos
dez
minutos,
operação
em
que
é
preciso
tomar
a
tapar-lhe
a
bocca
com
o
dedo,
ver-se-ha o
Chateau
Laíitte,
ou
outro
qualquer
vinho
precioso,
que
te
nha
custado
6$000 ou
Í0$!J00
réis
a
gar
rafa,
transformado
n
’
uma
beberragem
abo
minável,
tendo desapparecido
para
mistu-
rar-se
com
a
agua
todos
os
ingredientes
addicionados,
como
assucar,
substancias
colorantes,
etc.
Pelo contrario,
se o
vi
nho
não
é
adulterado,
nenhuma
alteração
experimenta
com
a
pressão
da agua, con
servando
incólumes
as suas boas
quali
dades.
lAngungein «l«s flores. —
Vejamos
uma
explicação
nova
da linguagem
das
ílores:
Dia
3:
—
Portuguez,
entrados
6
—
dis
tinctos
2
approvados
2,
reprovados
2
:
francez,
entrados
6—distinclo
1,
appro
vados
4,
reprovado
!:
—
latim,
entrados
6—approvados
4,
reprovados
2: geogra
phia,
entrados
6
—approvados
3,
reprova
dos
3:
inuoducção,
entrados
6-
approva
dos
5,
reprovados
1.
Dia
4
:
—
Portuguez,
entrados
6
—
appro
vados
:
francez,
entrados
6
—
distinctos
2,
approvados
4
:
latim,
entrados
6
—
distin-
cto
1,
approvados
4, reprovado 1
:
alle-
mão,
entrado
1
—distincto;
geographia,
en
trados
6—
approvados
3
t reprovados
3:
philosoplua,
entrados 6
—approvados
: in-
troducção,
entrados
6
-distincto
1.
ap
provados 4,
reprovados
1
Collegio
«le N. Senhora da Con
ceição, em JLisboa.—
Este
collegio
es
tabelecido
na
rua
Direita
da
Esperança,
o.°
224,
em
Lisbra,
e
de
que
é
director
o
sor.
Joaquim
Lopes
Carreira
de
Mello,
gosa justa
e
incontestavelmente
dos
maio
res
créditos como
um dos
melhores
do
paiz.
A
gerencia
deste
collegio
está confia
da
ao
snr.
João
Baptista
Ferreira,
sobri
nho
do
snr.
Carreira de Mello,
e
cavalhei
ro
muito
illustrado.
A
regeiiçia dos
estudos
está
a
cargo
d'um
professor allemão,
o
mais
competen
te,
auctorisado
por
bom
serviço interno
nos primeiros
collegio?
estrangeiros.
Não
só
os
preparatórios
para
os
es
tudos
superioies,
mas
um
curso
de
com
mercio
completo
acharão
os
alumnos
n
’este
estabelecimento.
O
ensino
pratico das
sciencias
nato-
raes
é
auxiliado
com gabinetes
de
íisica
e
chimica,
muito
desenvolvidos,
e
com
um
excellente
museu
de historia
natu
ral.
Fmalmeute,
o
collegio
possue
todos
os
eslabelecmeutos
parciais
auxiliares
do
ensino,
que
devem
lazer parte
integrante
d
’
um
estabelecimento
d
’
e*
ta
ordem.
Os
exames
leem
sido
f.lizes
e distin-
ctos.
O
edifício, que
é
proprio,
fui
conven
to,
e
tem
na
capital
outro
egual
applicado
ao
ensino
particular.
Estas
indicações
bastam
para
que
re-
commendemos
aos
paes
de
família
o Col
legio
de
N.
Senhora
da
Conceição.
Buello
singular. —
Ha
poucos
dias,
escreve
a
«Gazeia
da
Beira» foi
provoca
do
na
villa
de
Caslendo
um
antigo escri
vão
ifaquelle
julgado,
pelo
que
convidou
o
provocador
a
um
duello,
sendo
a
arma
escolhida
um
cacete. O
escrivão
eia
ja
velhote,
e
o
adversario rapaz
novo.
Estabeleceram
as
condições
do
duello,
e
e
combmaram
que
este
seria
sem
tes
temunhas
O
rapaz, «por
prevenção»,
pediu
a
um
amigo
um
rewoher,
e
o
velho
es
crivão
convidou
quatro
amigos
para
o
acompanharem.
Chegados
ao
logar
aprasa-
do, o
rapaz,
que
esperava
encontrar
só
o
velho,
viu este
com
quatro
latagões
armados
de
varapáus,
e
sentiu
pouco
de
pois
o eíleito
d’
estes
no
costado,
e por
forma
tal
que
cahiu
por
morto.
N
’
esle
estado
perguntaram
os compa
nheiros
do
escrivão
se
deviam
acabar
o
desgraçado,
ao
que
elle
lhes
objectou
que
não
lhe
esqueceria
mais
a
sova
do
velho.
i
?oi
n
’
esta
occasião
que
o
rapaz
se
levan
tou,
e
armando-se
de
rewolver, fez
iodos
os
esforços,
dando
ao gatilho,
por
disparar
sobre
os seus
aggressores,
mas,
ou
ignorân
cia,
ou
esquecimento,
o
rowolver
não
dispa
rava,
porque tinha
no
seu logar o
guarda
vi
da.
Desesperado,
iança-se
ao
velho
escrivão,
e
despede-lhe
com
o
rewolver
repetidas
pancadas
sobre
o
craneo,
a
ponto
de
fu-
rar-lh
’
o
com
o
gatilho
de
rewolver,
e
ao
estampido de
dois tiros
que
este
deu,
fu
giram
os
valentões,
companheiros
do
ve
lho,
e
este,
a
muito
custo
poude
chegar
a
sua
casa, aonde
nos
consta
haver
já
allecido.
O
rapaz
evadiu-se,
diz-se
porem
que
ficou
em
perigo
de vida.
Mensagem.
-Lê-se
em
varas
folhas
estrangeiras
a
seguinte
mensagem
que
não
produzirá
a
fa'or
dos
servios
sympa-
thias
na
Europa
catholica,
altenla
a
pes
soa
a
que
é
dirigida:
«A
juventude
da
Servia,
da
Bulgaria,
da
Bosnia
e
da
Herzegovina,
ao
Úlustre
José
Gtribaldi,
o
protector
dos
opprimidos
do
Oriente.
Nossa
Senhora «la Boa Víorte.
—Tein
ámauhã
logar na
egreja
do
Colle-
gto
a
fesia da
SS.
Virgem,
que
sob
a
in
vocação
de
N.
Senhora
da
Boa
Morte
se
venera
ii
’aq<ielle
templo.
Be
manha
tem
missa
a
instrumental,
e
de
tarde
sermão
e
Te-Deum.
Fallecimento.—
0
«imparcial»,
de
Guimarães,
iraiismille-nos
a
dolorosa
no
ticia
do
lallecimento
do
snr.
Miguel
José
Teixeira
Mascarenhas,
nosso
presado
ami
go
e
antigo
redactor
d
’aquella
folha.
O
snr.
Mascarenhas
faileceu
em S.
J-uão
da
Foz,
onde
tinha
ido
procurar
alivio
aos
seus
pertinazes
soflrimemos.
Era o
finado
um
cavalheiro
distinclo
e
um
escriptor
de muno
merecimento.
Publicou
algumas
obras de
liueratura
e
foi
redactor
de
vários
periódicos,
onde
sempre
sustentou
os
créditos de
polemista
aprecia
vel.
Ao
seu
filho
Gaspar
Teixeira de
Sonsa
Mascarenhas
e
aos nossos
coilegas
do
«Im
parcial»
enviamos
cumprimentos
de
pêsa
mes
Chegada.—
Na quarta-feira
chegou
a
esta
cidade
e
seguiu
ptra a
de
Guima
rães
o
nosso
particular
amigo
e
collega
o
ex.
mo
dr.
Custodio
Velloso.
Carta.
—
Um
nosso
assignaute
envia-
nos
a
seguinte
carta,
cuja
publicação
nos
pede:
Li
ha
tempos
no
jornal
que v.
redige
um
artigo
referente
ao
abuso
de
entrarem
ncs
templos
algumas
mulheres
que
para
alii
conduzem
á
cabeça
ou
na
mão os
açafates
e
cantaros
onde
trazem
os legu
mes
ou
o
leite
que
veem
vender
á
praça.
Foi
justíssima
a
queixa
de
v.,
e
torna-se
indispensável
que
as
providencias
se
não
façam esperar.
No
domingo
passado observei
no
tem
plo
dos Terceiros
o
crescido
numero de
açafates
e
cantaros
de
leite
alii
acumula
dos,
a
ponto
de,
além
da
irreverencia,
causarem
grande
incommodo
a
quem en
trava
para
para
a
egreja,
<>u
d
elia
saía.
Isto
é
intolerável.
E
’
multado
o
in
divíduo
que
passe
por
cima
dos
passeios
nas
ruas,
levando cantaros
ou
açafates
á
cabeça,
e
consente-se
este
abuso
sem
no
me,
no
templo
do Deus
Vivo!!
Pedimos
providencias.
i4S«»«s»»ria.—
Na
próxima
terça-feira
faz-se
em Santa
Marlha
de
Bouro
a
toma
ria
de
N.
Senhora
da
Abbadia.
Já tem
para
alii
caminhado
grande
numero de
ro
meiros,
na
maior
parte
gente
do
campo.
Nomeação.
—
O
nosso
amigo
Francis
co
Antonio
do
Valle,
distinclo
professor
na
comarca dos
Arcos
de
Val-de-Vez,
foi
nomeado
pagador
das
obras
districiaes de
Vianna
do
Castello.
Óbito
—
Falleeeu
no
Porto
o
snr.
dr.
Antonio
Ferreira
Giião,
antigo
deputado
e
professor
na
escola
polytechuica,
e
uma
das
grandes
illu-trações
d
’
aquella
cidade.
Catechrse
popular.—
Por
causa
da
festividade
da
Senhora
da
Boa-Morte,
que
tem
logar
no
domingo
na
egreja
das
Úr-
sulinas,
é
transferida
para a
terça
feira
a
catechese
popular.
Exames
fluaes.
—
Continuamos
a
pu
blicação
tio
resultado
dos
exames
linaes
a
que
se
está
procedendo
no
liceu
d
’
esla
cidade
:
Dia
27:
—
Portuguez,
entrados
8,
que
que
foram
approvados:
francez,
entrados
7
—
approvados:
latim,
entrados
3
—
appro
vados
2,
reprovados
3
geographia,
entra
dos
6—approvados
3,
reprovados
3: geo
metria,
entrados
22
—
approvados
16,
re
provados
6.
Dia
28
:
—
Portuguez,
entrados
8
—
ap
provados
7,
reprovado
1
:
Lancez,
entra
dos
6
—
distinctos
2,
approvados
3,
repro
vado
1:
latim,
entrados 6
—
approvados
3,
reprovados
3:
geographia,
entrados
4
—
approvados
:
geometria,
entrados 23
—
approvados
24,
reprovado
1.
Dia
29
:—
Portuguez,
entrados
8
—
dis
tinctos
2,
approvados
6: francez,
entra
dos
6
—
distinclo 1, approvados
5:
latim,
entrados
6—
approvados
4,
reprovados
2
:
geographia,
entrados
5—approvados
4,
re
provados
I
mathematica,
entrados
23—
approvados
21,
reprovados
4.
Dia
1
:
—
Portuguez,
entrados
6
—dis-
1
tincto
I, approvados
3,
reprovados
2:
fran
cez,
entrados
7
—
distinctos
1,
approva
dos
3,
reprovados
1:
latim,
entrados
6
—
approvados
4,
reprovados
2:
geographia,
entrados
6
—approvados
3.
reprovados
3;
mathematica,
entrados
23—approvados.
Dia 2:
-
Portuguez,
entrados 6
—
ap
provados
.
francez,
entrados
6
—
approva
dos
3.
reprovado
1:
latim,
entrados
6—
approvados
3,
reprovados
3
:
geographia,
entrados
6
—
distinclo
I,
approvados
4,
re
provado
i:
mathematica, entrados
17—
approvados
15,
reprovados
2.
A
vós,
o
grande
patriota
italiano,
o
maior
homem
de
nosso
século,
a vós o
porta
bandeira
da
independência
e
da
li
berdade,
uossos
votos
e
nosso
reconheci
mento.
Tocado
de
nossas
desgraças,
appellaes
para lodos
os jovens
animados
do
génio
da
liberdade;
dirigis-vos
a
vossos compa
Diz
certo
observador
que
um grande
numero
de
plantas
podem
fornecer
pro
gnósticos cerios
em relação
ao
estado
atmosférico,
e,
por
esta
razão,
podem
ser
olhadas
como
seguro
dos
barómetros.
Qoando a
flor está
complelamente
de
sabrochada,
póde-se
estar
certo
que
não
choverá,
senão
d
’
ahi
a
muitas
horas.
Se a pequnena
flor
está
metade
fecha
da
o tempo
é
geralmente
chuvoso;
se
el
la
está
toda
fechada
e
se
involve
em
seu
calix
o
viajiote
deve
levar
o
capote
que
é
o
mais
seguro.
As
differentes variedades
do
trêvo con-
trahem
sempre
as
suas
folhas
quando
se
aproxima
a
tempestade;
é
Lto
que
fez
chamar
a
esta
planta
o
barometro
do
campo
A
tulipa,
e
muitas
outras
flores
coloridas
de amarello, fecham-se
todas,
antes
da
chuva.
Certa
especie
de
axdas
selvagens
dobra
suas
folhas
antes
da
tem
pestade.
O
ébano
das
montanhas
e
geral
mente
as plantas
sensitivas
seguem
os
mesmos
habites.
Historia
eeelesinHtica,
pelo pa
dre
Hivotix.
—
Lê-se
na
«Nação:»
Va
mos
hoje
annunciar
ma's
um
optimo
li
vro,
editado
pelo
snr.
Ernesto
Chradron.
E’
o
tractado
de
Historia
Ecclesiasli-
ca,
pelo
Padre
Rivaux,
e
traduzido
em
portuguez
pelo
snr.
Francisco
Luiz
de
Sea-
bra.
Julgamos
dever
citar
o
nome
do
tra-
ductor,
para recommendar
a
obra:
o
sur.
Francisco
Luiz
de
Seabra
não
traduziria
obra
que
não
fosse
boa,
e
do
mérito
da
traducção,
falia
por
nós
o
seu
nome,
já
bem
conheci
lo
especialmente
depois
da
versão,
sem
duvida
magnifica,
do
Cuhecis-
ino
de
Guillois.
Não
nos
dispensaremos,
comludo, de
dizer
que
o
Padre Rivaux
é
director
do
seminário
maior
de
Grenoble,
e
que
o
seu
tractado
de Historia
Ecclesiastica
já
conta
seis
edições
em
França,
e
que
tem
a
approvação
do
sor.
Bispo
de
Greno-
ble.
D’
esta
obra
diz
o
snr. Serres,
Vigário
Geral
de
Leão,
e
camarista
de
Pio
IX:
«Apraz-me
dar
um
bom
testemunho
de
louvor
á
historia
do
Padte
Rivaux.
«A
excellente
doutrina
que
contém,
e
o
melhodo
simples
e
claro
cora
que
está
escripta, não
podem
deixar
de
faci
litar
um
estudo,
que
é
tão
essencial
aos
ministros
da
palav
a,
e ião util
a
todos
os
que amam
sinceramente
a
Egreja ro
mana.
«Kolgarei,
pois, de
vêr admittido este
livro
nos
seminários,
e
em todas
as
ca
sas
de
educação,
onde
se venera
a
nossa
sancta
religião.»
Nós
diremos
com
snr.
Serres:
folga
ríamos
de
vêr
admittido
este
livro
em
toilas
as
casas
de
educação.
Não
o
vere
mos tavez.
porque
a
educação
não e»iá
entre
nós
na
altura
em
que
devia
estar;
mas
ao
menos
seja
elle
adiuiitido
nos
se
minários,
e
estudem-n
’
o
os
Padres,
pois
tirarão grande
proveito da
sua lição.
A
traducção
já
entrou
no
prelo.
PrecatiçGes n
tomar. —
E’
preciso
ter
summo
cuidado
com
o
regímen
ali
mentício
n
’
esla
epoca,
diz
nm
jorpal
fran
cez
em
revista
especial.
Tudo
o
que
é
carne,
caça,
pesca,
salgadeira,
altera-se
muito rapidamente,
se
não
ha
o
devido
cuidado
e
conslitue
de
per
si
um perigo
serio
Os
legumes,
as
fructas
teem
também
os
seus
inconvenientes,
muitas
veses
pou
co
conhecidos.
Um
legume
celebre n’
este
ponto,
é
o
feijão.
Em
quanto
é
bastante
novo
para
ser
comido
com
a
casca,
não
ofíerece
grande
perigo;
mas
quando
envelhece,
e
a
pelle endurece,
é
então
necessário
mui
to
cuidado. A
pelle dura e
coriacea
pode
produsir
nos
intestinos
uma verdadeira
irritação
que
por
veses
chega a
faser
ver
ter
sangue. O «pmée»
de
feijão,
de
on
de
aquella
casca
indigesta
é
excluida,
oão
ollerece
perigo
algum.
O
melão
tem também
reputação
mui
to
antiga
pelos
eífeitos
desastrosos
que
causa
no ventre.
Em dose
moderada,
se
está
bem
maduro,
nada
ha
a temer;
mas
se
não
está
bastante
maduro,
se
se come
até
muito
peito
da
casca
e
se
se
come
com
excesso,
dá-se
uma
verdadeira
in
digestão
intestinal
que
preciso
atalhar
a
tempo.
As
ameixas
merecem
ainda
melhor
a
sua
má
reputação, tanto
mais
que
não
é
fructa
que
se coma
tantas vezes
oo
es
tado
de maduresa
incompleta.
As
ameixas
verdes
são
uma
das
causas
mais
frequen
tes
das
dysenterias
de
verão;
e
muitas
veses
a
sua
acidez
produz
na superfície
dos
intestinos
escoriações
que
chegam
a
verter
sangue e
que
se
tradusem
|
’°
r
uma
dysenteria
mais ou
menos
grave
com
a
qual
se
não
deve
brincar.
Alem
d
’
i-so, todas
as
outras
fructas,
quando
estão
verdes,
podem
ler os
mes
mos
inconvenientes.
Deve
prestar-se
toda
a
attenç
o
a
isto
e
só
comer
fructas
madu
ras.
Se
mesmo
com
as
fructas
maduras
se
sentir
algum incommodo, ha
uma
pre
canção
que dá
todas
as
garantias
que
se
podem
desejar;
é
mandar
coser
as
fructas.
O
assucar que
se
lhes
accresceota,
cor-
rige-lhes
o
acido,
e
a
cosedura
mata
os
germes
impalpáveis
de
moléstias
que pn
dessem
conter,
quer no
interior
quer
á
superticie.
E’
principalmente
n
’este caso
que tem
rasão o proloquio;
—
«o
fogo
tu
do
purifica.»
O
que vae na Philaclelpliia.—
A
exposição
portugueza.
—
Deixando
para
mais
tarde
as
apreciações
lado
d
esta
exposição,
eu
Main-Building
e
fallar-lhe
industrial
portugueza.
O
Main-Building,
o
edifício
mais
con
corrido
e
admirado pela
natureza
dos
pro-
duetos
que
n
’elle
se
expõe,
tem fórma
de
um
parallelogrammo,
medindo
1:876 pés
de
comprimento
por
464
de largo.
E
’
to
do
construído
de
ferro
e
vidro.
Entrando
pela
parte
principal,
sem
me
deixar
fascinar
pela
perspectiva
brilhante
da
nave
centrai, tomo a
primeira
rua
lat-
teral
á
direita,
e passando
sem
reparar
peias
republicas
argentina
e
Peruana,
vou
buscar
uma
outra
rua,
que
atravessa
o
Japão
na
qual
descubro a
pouca distan
cia
o
escudo
e
bandeira
de
Portugal.
A
nossa
exposição
está
cercada
pelas
de
Tunis,
ilhas
Sandwiches,
Hespanha,
Turquia
e
Egyplo.
O
pequeno
espaço
de
que
Portugal
dispunha,
o mau
estado
das
vitrines ve
lhas e deterioradas, a
enorme
quantidade
de proluctos,
tudo
contribue
paraj
nos
cercar
de
obstáculos.
As
difficuldades
suscitadas
pelas
alfan-
degas
constituíam
um
embaraço
constan
te.
As
queixas
levantadas
contra
os
ri
gores
e
vexames
das
casas
íiscaes
são
geraes.
Uma
hesitação
constante
no
systema
geral
de
administração tornava mais
sen
síveis
estes
factos.
São
fáceis de
prever
as
perplexidades
dos
estrangeiros,
aggra-
vadas
pelas
difficuldades
da lingua,
da
lei
e
dos
costumes
americanos.
Com
grande
diffkuldade
se
obteve
da
Turquia
uma
cedencia
de parte
do
terre
no
que
lhe
eslava reservado,
o
que
nos
foi
verdadeiramente
util.
Occtipa
assim
a
nossa
expo-ição
dois
espaços
de fórma
reclangular, separados
por uma rua.
As
decorações
da
secção
portugueza
são
extremamente
modestas.
N
’
este
ponto
as
nações
de
primeira
ordem
discorda
vam.
emquanlo
que
a
Inglaterra,
a
Alle-
inanha
e França
adoptavam
a
maxima
simplicidade
nas
decorações, o
Brazil, a
Hespanha
e
õ
Egyplo
levavam
a
osten
tação
até
o
limite.
A
America
deixoti-se
também
seduzir pelas
apparencias
de
vitrines
esplendidas,
que distraem
a
allenção
do
espectador
em prejuízo
do objecto
expos
to.
O
preço
das
vitrines
elevou-se
a
5:000
e
I2:0(JO
libras.
O
espaço
primitivo
da
nossa
exposi
ção
tem
ao
fundo
a
parte scientifica
e
artística
que
se
compõe
dos
trabalhos
da
commissão
geodesica,
dos instilulos
de Lis
boa
e
Porto,
da imprensa
nacional,
casa
da
moeda,
livros,
photograplua,
trabalhos
em
mármore,
um
quadro de
Sequeira,
a
exposição
Lallemant
e a
ourivesaria.
No
restante
espaço
estão
os
vidros
da
Mari
nha Grande
em
vitrine
especial,
aos
la
dos
as
louças
de
bairo.
Em
seguida
as
sedas
e
selins
do Porto,
a lavaria
e flo
res
artiíiciaes.
Este
espaço
é
fechado
por
3
pudicos,
formados
por
vitrines
;
nas
dos
lados
estão
expostas
as
fazendas de
lã,
linho
e
algodão;
á frente
as
se
las
de
Cordeiro
e
Ramires,
os
chapéos
do
Ro
xo,
Maia
e
Silva
e
Costa
Braga.
Ao
meio
da
rua,
que
separa
este
es
paço
que
nos
foi
cedido,
estão
habil
mente
dispostos
os
trabalhos
da
associa
ção
commercial
do Porto,
de
notável
per
feição.
Veste
ultimo
espaço
estão
collocados
nas
vitrines
da
esquerda
e
ao
fundo
os
produclos
minérios
e
inateriaes
de
cons
irucção,
em
frente
os produclos
chiinicos
e
aguas
mineraes.
Ao
meio estão
dispostas
as
louças
de
Vista
Alegre
e
Sacavem
e
os magníficos
trabalhos
photographicos
de
Carlos
Rel
vas.
Nas
faces
oppostas das
vitrines
late
—
raes está
disposto
o
calçado
de
um
lado,
■a
ferragem e
folha
branca
do
outro.
Eis
a
disposição
geral
da
secção
pot-
sobre
0
resul-
vou
entrar
no
da
exposição
tugueza,
que,
se em
absoluto
se
perde
perante
a
magnificência
das
grandes
na
ções,
relalivamente
considerada
é
muito
significativa,
porque
prova
que
0
nosso
paiz
trabalha
e
progride.
A
nossa
exposição
tem
um
cunho
es
pecial,
porque
representa
a
nossa
industria
tal
como ella
é,
em
todas
ou
quasi
to
das
as
suas
manifestações
e
desenvolvi
mentos.
A
prova
evidente
do
nosso
progresso
está
no
acolhimento
constanlemente
lison-
geiro
que
os nossos
productos
tem
encon
trado
em
julgamento.
Philadelphia
n
’esta noite
prepara-se
pa
ra
a
celebração
da
grande
festa
do
cen
tenário;
por
toda
a
parte
se ouvem
0
som
dos tambores,
0
estampido
dos
tiros
e
bombas,
coisa
muito
do agrado
dos
ame
ricanos.
Esta
noite
ha
grande
procissão
ás
9
Horas
á
luz
dos
archotes
;
estão
convida
das todas
as
commissões
e
jurys
da
ex
posição,
corporações
civis
e
militares,
etc.
etc.
Fallar
lhe-hei
d
’estas
festas e
retoma
rei
logo
que
possa
0
fio
das
minhas
ob
servações
a
respeito da
secção
portugue
za,
exposta
com
simplicidade
e
absolu-
tamente
privada
das
galas
do
eslylo.
ÚLTIMOS TFLEGK
tiU.UlS BA
AGK.VCIA
MAVAS
PARIS
8—
Disem
os
últimos
telegram-
mas
que
os
servios
evacuaram
Zanchar.
Despachos
de
oiigem
ottomaoa
aonuociam
outras
vantagens
dos
turcos
em diversos
pontos.
Não
se confirmam
os
boatos
de
negociações
das
potências
para
um
armis
tício.
VERSAI HES
8
—Na
camara dos depu
tados
disculiu-se os
subsídios para os
re
fugiado»
liespanhoes.
A
commissão
do
orçamento
propoz a
reducção
do
credito
e
suppressão
dos
sub
sidio
a
partir
de
setembro
e
que
seja
paga
pelos
fundos
secretos a
despesa
fei
ta
com
0
comboio
especial
que
condusiu
--------
._j
ac-
no
credito
pois
que
ignorava
se
tolos
os
refugiados
terão re
gressado ao
seu paiz
em
setembro.
O
pro-
jexto
da
commissão
toi
approvado
por
350
votos
contra
61.
SEMLIM
8
—
-E
considerada
muito
gra
ve
a
situação
da Servia.
Diz-se
que
0
prín
cipe Milau está disposto
a
negociar
a
paz
mas
que
0 ministério
quer
continuar
a
lula
a
todo 0
transe.
A
guerra
continuará
pois,
se
0
minis
tério
se
conservar.
SEMLIM,
8
—As
tropas
turcas
apode-
raram-se de
todo
0 valle
de
Tímock.
VERSALHES,
8
—
Decazes,
responden
do
a
Proiist,
da
esquerda,
disse
que
a
humanidade
obriga
o
governo francez
a
não
entregar
os
carlistas á
justiça
hes-
panhola.
A
proposito
de
uma
interrupção
de
Pomelle,
accrescentou
que
0
governo
ape
nas
entregou
os caoionaes
de Cartagena
sobre
quem
recahia
0
direito
de
extradi
ção.
Proust
recordou
a
recepção
sympathí-
ca
feita
a
D.
Carlos
por
certas
auctori-
dades
Irancesas,
aieda
que
os
carlistas
não
eram
belligerantes
reconhecidos.
Cens
orou 0
precedente
gabinete
e
sus
tentou
a
necessidade de supprimir
os
sub
sidio»
aos
cai
listas
a
contar
de
setembro
proxim
o.
LONDR
e
S
8
—
Houve
hoje
viva
dis
cussão
na
camara
dos
deputados relativa
mente
ao
«Bi|l»
ácerca
d.a
compra
de
ac
ções
do
Canal
de
Suez.
Os
ministros repelliram
a
accusação
de
lerem
favorecido
a
especulação e
buscam
justificar
a
parte
política
da
transação.
Vários
deputado» fallaram
das
atroci
dades
commeltidas
pelos
turcos
na
Bul
gária.
Burck
leu
uma caria
do
commíssario
inglez,
Baring,
ao ministro
britânico
em
Constantinopla,
contando
as
crueldades
commetidas
na
Bulgária, e
conlessaodo
que
foram
destruídas
60
aldeias
e
assinados
12
mil christãos.
subsídios para os
re-
(■rçamento
propoz
a
L).
Carlos.
O
ministro
declarou
não
ceitar
a
leducção
BANCO
BA
COVILHÃ.
Balanço
em
3
1
de
1876.
Aetivo
Accionistas
.......................
Lettras
descontadas
e
receber...................
a
Julho
de
7:8003000
416:597^113
Effeitos
depositados
.
Caixa
..................................
Agencias no paiz.
. .
Ditas
no
estrangeiro.
Empréstimos
s.
penhores
Ditos
em c/c
cura
caução
Papeis
de
credito.
.
.
Devedores
Moveis
e
Despezas
geraes.
utensílios
. .
d
’inslalação.
.
Passivo
reserva.
.
.
a
pagar
.
.
l.°
semestre
Capital
.
Fundo de
Dividendo
Dito
do
1876.
.
Depositante»
á
ordem
Ditos
a
praso
.
Credores
de
effeitos
deposi
tados
........................
Devedores
e
credores.
Contas
interinas.
Lettras
a
pagar ....
Ganhos
e
perdas
....
12:0003000
28:32(53128
21:3353237
6:3673369
147:2843540
237:5533990
7:6003310
15:5263656
2:0393114
2:7743032
908:2053089
750:00
*
3000
2:3703601
1 ;6673600
de
.
22:5003000
15:9863402
92:9403710
.
12:0003000
3:2263923
3o35
1
o
1:1903280
6:2873058
908:2053089
Covilhã
4
de
agosto
Os
Directores
Baplisla
A.
Leilão,
d'A.
Vaz
de
Carvalho.
de
1876.
4.
Resumo
Banco Commercial, Agricola e
Industrial le
Villa Real, em
31
de
julho
de
1876.
do
activo e passivo
Activo
Caixa,
dinheiro
existente
Letras descontadas
e a
rece
ber.........................
Letras
caucionadas
.
.
Obrigações a
receber.
.
Empréstimos sobre
penhore
Operações
a
longo
prazo
Papeis
de
credito
.
.
Contas
correntes
com
gara
ntia
........................
Agentes
Agentes
Diversos
Moveis
e
Despezas
de
installação
Acções,
prestações
a
receber
no
paiz
.
.
no
estrangeiro
devedores
.
utensílios
.
Passivo
Capital
do Banco. . .
.
Deposito
á
ordem 24:11038
Deposito
a
prazo 47:3
Letras
a
pagar
.
Fundo
de
reserva
.
Dividendos a
pagar.
Ganhos
e
perdas.
.
do
17:2173552
650:4673381
34:4503000
9:5733555
2:7883135
14:3113802
15:4293120
15:7093294
96:315-3874
36:489^074
1:6953617
5753600
2:50(13970
6:6603000
904:2133974
.
800:0003000
174
103376
71:4213250
.
.
5:4013(92
.
.
.
4:5003000
. .
.
5:7633750
.
.
17:1273582
904:2133974
Villa
Real,
3
de
agosto
de
1876.
Os
gerentes,
João
Pinto
Ferreira.
Agostinho
José
da
Cosia.
SAÚDE
A
TODOS
sem
medicina
pur
gantes
nem
despezas
com
o
uso
da
delicio
sa
farinha
de.
saúde,
BU
BAHRY
de
Londres.
Sí
unnoM d’ínvariavel sueeeaao
2
Saude
a todos
pela
deliciosa
Ilevalescié-
re
Du
B
arry
,
que
cura
as
indigestões (dis-
pepzia) gastrica,
gastralgia,
flegma,
arro
tos,
amargor
na bocca,
pituilas,
nause>s,
vomitos,
irritações
intestinaes,
diarréa,
desenteria,
cólicas,
tosse, asthma,
falta
de
respiração,
opressão,
congestões,
mal
aos
uervos,
diabelhe,
debilidade,
todas
as
de
sordens
no
peito,
na garganta,
do
alito,
das
bronchites,
da
bexiga,
do
ligado,
dos
rins,
dos
intestinos,
da
mucosa,
do
cerebro
e
do
sangue.
75:000
curas,
entre
as
quaes
contam-se
a
de
S.
S.
0
Papa,
do
duque de
Pluskow,
da
exc.
ma
snr."
marqueza
de
Brehan,
do
doutor
Manuel
Saenz de
Teja
da da Universidade
de
Cordova,
etc.
etc.
Certificado
do
dr.
Manuel Saenz de Te
jada,
doutor
da
faculdade
medica
e
cirur
gica,
lente
da
Universidade
livre
de Cor
dova,
medico
em
proprio
e
do
caminho
de
lerro
de
Merida a
Sevilha,
etc.
Certifico
:
Que
com uso
da
lievalescié-
obtive
na
minha
clinica
varias
curas
s
em
alguns
clien-
re,
em
moléstias
gravíssima
tes
residentes
n
’
esta,
cidade,
lembraudo-
me
0
de
D.
Fiiippe
Zappina
empregado
pu,
blico,
hoje
administrador
da
alfandega
d-
Manila
nas
ilhas
Filippioas,
a
de
D.
Amelie
Gomes,
casada
com
um
chefe
do exercito»
a
qual
continua
a
melhorar
com
o seu
uso;
de D.
Ramon
Alonzo,
rapaz
de
vinte
annos
qoe
soffria
havia
alguns
mezes de
uma
moléstia
de peito
de
muita
gravidade.
E
para
íazer
constar
em
toda a
parte,
a
assigno
em
Cordova
em
13
de
outubro
de 1873.
1873.
Seis
sem
Dr.
Manuel
Saenz
de
Tejada.
vezes
mais
nutritiva
do
que
a
car-
esquentar,
econoniisa
cincoenla
seu
preço
em
remedios.—
Preços
venda
por
miudo
em
toda
a
pe-
ne
vezes
o
fixos
da
ninsula
:
Em
caixas
de folha de
lata,
de kilo,
500
;
de kilo
800
rs
; de
um
kilo,
13400
reis;
de
2‘
/t
kilos,
33200
reis; de
6
ki
los, 63400
reis,
e
de
12
kilos,
123000
reis.
Os
biscoitos
da
Revalesciére
que se
po
dem
comer
a
qualquer
hora, vendem-se
em
caixas
a
800 e
13100
reis.
O
melhor
chocolate
para
a
saúde
é
a
Revaleiseière
ehocolatuda; e||a res_
litue
0
appeitite,
digestão,
somno,
energia
as
carnes
duras
ás
pessoas,
e ás
creanças
e
mais
fracas,
e
sustenta
dez
vezes
mais
)ue
a
carne,
e
que
0
chocolate
ordinário,
sem
esquentar.
Em
paus,
ou
em
pó
em
caixas de
folha
de
laiadelO
chavenas,
500
reis;
de
24
cbave-
;
de
48
chavenas,
I34OO
;
de
nas,
820
reis;
<'
*
"
'______ ,
12o
chavenas, 33200
reis,
ou
25
reis
cada
chavena.
ISARUl Í>U BARKYACJ-Pla-
ce
Vendòme, 26,
Pariz;
77
RegeiH Street
Londres;
Valverde,
1,
Madrid.
Os
pharmaceuticos,
droguistas,
mer-
cieiros,
etc., das
províncias
devem
diri
gir
os
seus
pedidos
ao
deposito
Central •
snr.
Serzedello
&
C.
a
Largo
do
Co
l(>o
Santo
16,
Lisboa,
(por
grosso
e miudo)
;
Carlos Barreio,
rua
do Loreto, 28;
Bar
rai
&
Irmãos,
rua
Aurea,
12.
1'orí»,
J.
de
Sousa
Ferreira
&
Irmão,
rua
da
Ba
nharia
77;
de
Sequeira
;
J.
Pinto; Desí-
ré
Rahir;
Uoinabra,
V.
Botelho
de
Vas-
concellos
;
Aveiro,
F.
E.
da
Luz
e
Cosia,
pharm.;
BareelloK,
Ramos, pharm.;
Braga,
Pharmacia
Maia,
rua
dos
Cbàòs,
Pipa
óc
Irmão,
rua do
Souto,
Domingos
J.
V.
Machado, praça
Municipal.
Figueira,
Antonio
Viena,
pharm.;
ftuimarfteg'
A J. Pereira
Martins,
pharm.;
Pen»-
íSel,
Miranda,
pharm.
;
Ponte Lima,
A.
J.
Rodrigues
Barbosa,
pharm.
;
Po
voa
do Varzim,
P.
Machado
de
Oli
veira, pharma.
;
Vianna do Uastell»,
Affonso
e
Barros.
droguistas;
Villa do
Conde,
A. L.
Maia
Torres
pharm.
AGRADECIMENTOS
Antonio
Alves
dos
Santos
Cosia,
sum-
mamente
reconhecido
a
todos
os
iilro.
os
e
exm.
os
snrs.
que
lhe
dispensaram
a
hon
ra
de assistir
aos
responsos de
gloria
que
por
alma
de
sua
querida filha,
Julia
Amé
lia
Alves
Costa,
tiveram
logar
na
tarde
do
dia
2
do
corrente
na
capella
de
S.
Mi
guel,
vem
por
este
meio
agradecer-lhes
tão
distincto
obséquio
e
protestar a to
los
0
seu
mais
vivo
reconhecimento e
profun
da
gratidão.
(252)
(4216)
H
WH
W
H
1).
Angélica
Maicelina
Salgado
Carnei
ro,
D.
Carlola
Guelhermina
de
Sonsa
Ri
beiro,
D.
Maria
Aogelma
Salgado de Ná
poles,
e
marido,
D.
Pedro de
Nápoles,
em extremo
penhorados
para com
lodo&
os
exm.
u‘
snrs.
esnr.
as
qoe
por
occasião
do íallecimento
de
sua
sempre
chorada
mãe
e
avó,
se dignaram
ciirnprimenial-ns,
agradecem
por
este meio,
protestando
a
to
*
dos
a
sua
gratidão
indelevel.
(4206)
Lourenço
da Cunha Velho
Sotio
Maior,
e
seus
paes
0
barão
e
baroneza
da
Re
torta,
agradecem
por
este
meio
a
lodos
os
illm.''
5 e
exm.
(iS
snrs
e
snr
as
as
moi
tas
e
signihcantes
prwas
de considera
ção
e
amizade
que
lhes
dispensaram
por
occasião
da
infermidade,
fallecimcnlo
e
e»-
terro
de
sua
sempre
chorada
esposa
e
nora
D.
Carlola
Elvira
Carneiro
Coutinho
de
Vilhena,
e
bem
assim
a
todos
os revm os
ecclesiasticos
que se
dignaram
assistir
gra
tuitamente
aos
officios
fúnebres.
A
todos
protestam
o
seu
eterno
reco
nhecimento
e
gratidão.
(4222)
ANNUNCIOS
O
conselho
administractivo
do regimen
to
d
’
infanteria
8, faz publico,
que
no dia
2o
do
corrente,
por
11
horas
da
manhã,
e
na
salla
das
sessões
do
mesmo
conselho,
tem
de proceder
á
arrematação
de
42I8
kilogrammas
de
palha
centeia,
para
reno
vação
das
enxergas
do mesmo corpo.
Quartel
em
Braga,
11
de
agosto
de
1876.
Bernardo
Osorio.
(4226)
Alferes
secretario.
EB3TA1,
V
escrivão
de
fazenda
do
concelho
de
Bra
ga,
ele.
Faz
saber,
em
cumprimento
do
artigo
109
do
regulamento
da
contribuição in
dustrial,
que,
pelo
presente
edital
são
con
vidados
todos
os indivíduos
sujeitos
á
di
ta
contribuição,
a
comparecerem
nos
pa
ços
da camara
d
’
este
concelho, a
fim
de
constituírem
o
grémio
de
que
fazem
par
te.
e
procederem
á repartição do
contin
gente
constante
da
lista,
que no
acto se
rá
entregue
a
cada
uma das classes nos
dias abaixo
designados;
a
saber:
Para
o
dia
14
do
corrente
mez ás
9
horas
da
manhã:
Açougues,
emprezarios
5. a
classe;
Agencias
indeterminadas
7.a
classe;
Bufarinheiros
com
e
sem
cavalga
dura,
7.
a e
8.
a
classe;
Alfaiates
de
medi
da,
6.
a
classe;
Agentes
de
Bancos.
4.a
classe;
Barbeiros
mestres,
7.a
;
Botequins,
6.
a
; Algodão, mercador
ou
fauqueiros
de
tecidos,
5.
a
classe.
Para
o
mesmo
dia
ás
2
horas
da tar
de
: Advogados,
5.
a
ciasse;
Boticários,
6.
a
classe;
Caixeiros
de
balcão
e de
escriptorio
ou
de
fóra 8.
a
e
7.a
classe;
capellislas sem
mo-
das,
7.
a
classe; Chapéus,
mercador
ou
fa
bricante,
5.a classe;
Coiros
por
meudo.
mercador,
6.’
classe;
Confeiteiros,
7.
a
clas
se;
Costureiras, 8.
a
classe.
Para
o
dia 16
do
corrente
ás
9
horas
da
manhã
:
Directores
de
Bancos
e
Com
panhias,
3
a
classe;
Escreventes
de
car
tório
8.
a
classe;
Estalajadeiros,
6.
a
clas
se,
Ferro,
fabricante
d
’
objectos
de peque
nas
dimensões,
7.
a
classe;
Funileiros
com
estabelecimento,
7
a
classe;
Instrumentos
de
cordas, fabricante, 8.
a
classe.
Para
o
mesmo
dia
ás
2
boras
da tar
de
:
Lã,
mercadores
de
tecidos,
5.
a
clas
se;
Lã
em
bruto,
mccador,
7.
a
classe;
Médicos
e
cirurgiões,
5.
a
classe;
Merceei
ros
5
a classe;
Mestres
d
’
obras,
pedreiro
ou
carpinteiro
6,
a
classe;
Professores
de
Instrucção
Secundaria, 7.
a
classe.
Para
o
dia
17
ás
9
horas
da
ma
nhã
: Os
tfficiaes
de
diflerentes
artes
e
officios:
Alfaiates,
Batbeiros,
caiadores,
car
pinteiros,
Ferreiros,
Funileiros,
Encader
nadores, Latoeiros,
Marceneiros,
Taman-
queiros.
Pintores,
Ourives,
Penteeiros,
Pe
dreiro
*
,
Sapateiros,
Surradores,
e
Sombrei-
reiros,
todos
de 8.
a
classe.
Para
o mesmo
dia
ás
2
horas
da
tar
de:
Ourives
fabricante,
7
a
classe;
pedreiros,
G.
a
classe; Sapateiros
fabricantes. 7.a
classe;
Serigoeiros,
7.
a
classe; solicitadores
6.
a
clas
se;
Tabacos,
vendedores
por
miudo e
por
grosso,
8,
a
e 6.
a
classe;
Tendeiros,
7.a
classe;
Vendeiros
ou
taberneiros,
6.a
classe.
Para
que
chegue
ao
conhecimento
de
lodos
se
passou
o
presente
e
outros
para
serem
affixados
nos
logares
do
costume.
Repartição
de
Fazenda
do
Concelho
de
Braga,
9 d
’agosto
de
1876.
(4223)
Antonio
da
Costa
Moraes.
Linda vivenda
em Braga
Vende-se a
pequena
quinta
de
S.
Vi
cente,
a
Inflas,
toda
morada
sobre
si,
com
entrada
pehs
ruas
do
Conselheiro
Janua-
rto
n.°
97,
e
rua
Nova
da
Senhora
A
Branca,
livre
e
alodial,
com
casas
para
a
rua,
e
dentro, boa
agoa,
pomar,
latadas,
horta,
e
dous
campos
lavradios,
boa
eira,
coberto,
cortes, etc.
etc.
Para
tratar na
mesma,
com
seu
dono,
João
Maouel
Pereira.
(4224)
MAU
REAL
IN&LIZA
(INCORPORADA
POR CARTA
REAL)
LINHA
QUINZENAL
DE
PAQUETES A
VAPOR
Para
S.
Vicente, Pernambuco, Bahia, Rio de
Janeiro,
Montevideo
e Buenos-Ayers
Acceitando também passageiros
de
3.
3
classe
para SANTOS
e
RIO
GRANDE
DO
SUL
com
trasbordo
no
Bio
de
Janeiro
PAQUETES
A
SAIR
PE
LISBOA
MINHO.
.
.
TAGUS.
.
.
GUADIANA
.
28
de
Agosto
13
de
Setembro
29
de
Setembro
PREÇOS
DOURO.
.
MONDEGO.
ELBE
.
.
COMMODOS
13
de
Outubro
28
de
Outubro
13
de
Novembro
Cada paquete <8
’e«ta companhia
leva
a
bordo
criailos e
eoainheii-oa
portugiiezea
para
commodidade
dos passageiros
de
ioslns
as
classes.
Sendo as
passagens pagas
na
Agencia
Central
no
Porto
ou
em
qualquer Agencia
provincial,
a
conducção
para
Lisboa
é
por
conta
da
Companhia.
A bordo
os passageiros
teem grátis eiiiiiu, roupa de cama, co
mida
feita
por cosinlietros portuguez.es, vinho duas vezes por dia,
assistência medica, serviço de criados e outras despezas.
A
EXPERIENCIA
de
mais que
um
quarto
de século
tem
feito
com
que
os
pa
quetes
d
’
esta
companhia
(a
mais
antiga
na
carreira
do Brazil)
sejam conhecidos
pela
regularidade,
velocidade
e
segurança
excepcional;
além
d
’isso pela
limpesa,
boa
or
dem, bom
tratamento
e
accommodações
a bordo,
e
pelos
melhoramentos
mais moder
nos
tanto
para
a hygiene
como
para
a
commodidade
dos
passageiros.
ISTO
É
COMPROVADO
pela
grande
concorrência
que
teem
de
passageiros
e
pelos
agradecimentos
de
mais
de
mil
e cem
passageiros
d
’
entre
elles
feitos
por
es
cripta
como
consta
de
documentos
archivados
em
varias
agencias.
SÀO
ESTES
OS
PAQUETES
preferidos
pelo Governo
Inglez
para
a
conducção
das
suas
malas do
correio.e
por este
serviço recebe
a
companhia
um
importante
subsidio.
TIVERAM
ESTES PAQUETES
a
honra
de
conduzir
Suas
Magestades
o
Impera
dor
e
Imperatriz
do
Brazil,
como
também
S.
A.
o
Infante
D.
Augusto.
TODAS AS
INFORMAÇÕES e
bilhetes
de passagem
podem
ser
obtidos
no
POR
TO na
AGENCIA CENTRAL,
rua
dos Inglezes,
23;
o
agente
GUILHERME
C. TA1T;
e
nas
províncias
nas
agencias
e
correspondências
estabelecidas
em
todas
as
princi
paes
cidades
e
villas.
Agente
em
Braga
o
snr.
João
Manoel da Silva
Guimarães,
Rua
do
Souto.
o L W
■ — *
—
i
■ii
.ajl
Farrnaoia
de
HOGG, í!, rue de Castiglione, Paris ■.Unico proprietário).
di
UIGADOS
FRESCOS i
DI
BAGALAO
de
Prescripto por
todos os
médicos e empregado com o mayor succeso E
contra
:
as
enfermidades do
peito, aflciçôcs eserofu-
losas,
tosses ehronicas, rliciimatismox,
magreza
crianças, das impigeiues,
fluxos hrancos,debilidade^;ci
*
al,
este., et
e.
Agradavel
e
facil de tomar.
—Desconfiar das falsificações.
Exigir-se-ha
a marca da Fabrica juntó que encobro
a
capsulo de
cada frasco de feitio triangular, e a firma
HOGG
e Cia, que devera achar-se sobre
o rotulo.
Deposilos
nas principaes Pharmacias e em
ILisboa, nas casas
de B
abreto
,
rna (to
ILorcto,
2S
e
$0.
z
X
zevedo
e
Filhos, B
arrai
.
e
I
rmão
;
em
Porto.
nas
*
casas
de
A
lbano
A
bílio
A
ndrade
,
S
ouza
F
erreira
e
I
rmão
,
J
osé
P
into
; em
t
oimbra.
Salvador
F
erraz
.
to
BÁSICO
»A
COVILHÃ
A
Direcção
annuncia
que
o
dividendo
do
1.°
semestre
do
corrente anno
é
de
3
0(0
ou
3á000 rs.
por
acção,
e
princi
pia
a
pagar-se
no dia
17
do
corrente.
Na
Covdhã,
Sede
do
Banco;
no
Porto,
Caixa
Filial;
em
Lisboa,
em
casa
dos
snrs.
Cus
todio
e
Silva;
em
Brasa,
em
casa
do snr
João
Manuel da
Silva
Guimarães.
Na
occasião
do
pagamento
do
dividen
do
eotregar-se-hão
as
acções
definitivas,
em
troca
dos
respeclivos títulos
proviso-
rios.
Covilhã,
10 d’agosto
de
1876.
José
d’Amorim Vaz
de
Carvalho.
A.
Bapti-la Alves
Leitão.
(4211)
Banco de Ponte do
Lima
Compram-se
acções
d
’
este
Banco
que
tiverem
o
desembolso
de
5
libras,
a
2,
no
campo de SanfAnna,
n.°
70.
(4225)
kilogrammas
de
bagagem,
sendo
pagos
os
excedentes a
20
rs.
por
cada
um.
Os
bilhetes
vendetn-se
no
Escriptorio
da
Companhia
Viação
do
Minho.
Braga
24
de
agosto
de
1876.
(4205)
Bernardo
José
Pereira,
(o
Franqueira)
mestre
de
carruagens,
faz
publico
que
ninguém
desconte
letras
com
o
seu
no
me,
sem
que tenham
o
reconhecimento
por
Tabelião
feita
na
presença,
ou
que
elle
seja
o
portador
da
letra,
quer
como ac-
ceitanle,
sacador
ou endoçante
para o
des
conto,
e
do
comrario
a
reputará
como
falça.
Braga 7
de
agosto
de
1876.
Bernardo
José
Pereira
Franqueira.
(4210)
Os
abaixo
assignados,
desejando
suf-
fragara
alma
de
seu
sempre
chorado
pae,
irmão
e sogro,
o
Visconde
de
S. Laza-
ro,
com
uma missa
resada
ria
egreja
da
Ordem
Terceira
de S.
Francisco,
d
’
esta
cidade, no
dia
14
do corrente
pelas
8
horas
da
manhã,
rogam
a
todas
as
pes
soas
da
sua
amisade
e
relações,
e
do
fal-
lecido,
o
obséquio
d
’assistirem
áquelle
re
ligioso
acto,
e
desde
já
a
todos
protestam
o
seu eterno reconhecimento.
Braga
9
d
’
agosto
de
1876.
D
Gabriella
Baio
D.
Adelaide
Baio
de
Paiva
D.
Angélica
Ba>o
João
AMonio
Baio
Miguel
José Baio
f).
Maria
Raio
Ferreira
D.
Anna
Baio
Pereira
Manuel
José
Baio
João
de
Paiva
de
Faria
Leite Brandão.
(233)
(4220)
Vende-se
a
casa
n.°
1,
na
entra-
da
rna
de
D.
Pedro
V.
Foi
construída,
ha dois
annos,
tem
quin
tal e
poço
e
excellentes
commodos.
Tra-
cta-se
do
seu
ajuste
na
rua
de
S.
Victor
n.°
50.
(4218)’
Povoa
do Varzim
Antonio
Ferreira Bago,
faz
publico
que
desde
o
dia
14
inclusive
era
diante
come
ça
a
sahir
uma
diligencia
diaria
enlre
Villa
Nova
de
Famalicão
e
Povoa
do
Var
zim,
que
sae de
Villa
Nova ás 2
1/2
da
tarde,
em combinação com o
horário
do
caminho
de
ferro
do
Minho ;
tendo
os
passageiros
de
sahir
de
Braga
no
com
boio
da
1
b.
37 m.
da
tarde.
Os
preços são
os
já annunciodos
psra
a
carreira
de
manhã
Os
bilhetes
vendera-se
em
Br.ga
no
Escriptorio
da
Companhia
Viação
do
Mi
nho.
(4219)
Nova
carreira para a Povoa do
Varzim
Antonio
Ferreira Bago,
faz
publico que
desde
o
dia 6
inclushè
em
diante,
come
ça
a
sahir
de
Braga para
a
Povoa
do
Varzim,
indo
por
Villa Nova
de
Famalicão,
uma
carreira
diaria
que
sae
de
Braga
pa
ra
a
Povoa
ás
6
horas
e 24
minutos da
manhã,
e
regressa
da
Povoa,
percorrendo
o
mesmo itinerário
as
2
da
tarde
;
haven
do n
’
este serviço
combinação
com
o
ho
rário
do
caminho
de
ferro
do
Minho.
Os
preços
são
:
dentro 606
rs.
e fóra
540
rs., islo
para
os
passageiros de
3.
a
classe
no caminho
de
ferro
;
pois
que
os
de l.a
e
2.
a
pagarão a
diflerença
a
maior
d
’eslas
classes.
São
concedidos
a
cada
passageiro
10
OECLAKAÇé
Rodrigo
d
’Oliveira,
faz
publico
que
pa
ra
lodos os
efleilos,
de
hoje
em
diante
se
assigna
Bodrigo
d'Oliveira
e
Sousa.
Aluga-se
ou
vende-se
uma
mo
rada
de
casas
feita
de
novo,
sita
na
rua
de
Sania
Marga
rida
ou
rua
nova
da
Senhora
A
Branca.
Para
tratar,
largo
de
N.
S.
A
Branca
n.#
4
e
5.
(4207)
PIANO
Vende-se
um
piano
bom pa
ra
estudo. Quem pertender
di
rija-se
a
esta
redacção.
(4200)
Bernardo
José
Fernandas
Carneiro,
de
clara
que
desde
o
dia
31
de julho
etn
diante
deixou
de
ser
seu
empregado,
no
armazém
de
vinhos,
Francisco
José
Fer-
nandes,
o que
previne
os
seus freguezes
para
os
devidos
efleilos.
(4201)
-rw
-
.
-
---■iiMi
iiiil
iíT-n
’
niiiiiiiMMiiiww»-«
*
^"
lllW
^
BRAGA
: TYPOGRAPHIA LUSITANA —
1876.
Parte de Comércio do Minho (O)
