comerciominho_11031876_467.xml
- conteúdo
-
Assigna-see
vende-se
no
escripiorio do
kmtor
e
proprietário
José Maria
Dias
da
Costa,
rua
Nova
n."
3 E,
para
onde
deve
ser
dirigida toda
a
correspondência
franca
de
porte.=As
assi-
gnaturas
são
pagas
adiantadas
;
assim
como
as
correspondên
cias
de
Interesse
particular.
Folha
avulso
10
rs.
ÁS
TERÇAS,
QUINTAS
E
SABBADOS.
P
reços
:
Braga, anno
1^600
rs.=Semestre
859
rs.^Prom-
cias,
anno S$400
rs.
e
sendo duas 4^000
rs.-»Semestre
Í&259
rs.=Braztl,
anno
3&G00
rs.=Semestre
l§900
rs.
moeda
forte,
ou 8&000 reis e
4$500
reis
moeda
fraca.«=Annuncios
por linha
20
rs.,
repetição
10
rs.
Para
os
assignantes £0
**/,
d
’
abatimento.
JBIIAGA— SABBWO 2 8 í>E
MABIÇ®
lamiJreg,
3 de ISSas-ço de ÍSÍO.
[A’
redacção
do
«.Commercio
do
Minho*/
As
folhas
d
’
aqni,
segundo
as commu-
nicações
de
Paris,
dizem
que
D.
Carlos
vtm
para
Inglaterra—e
não
admiraria
que
a
estas
horas
elle
tenha
desembarcado
ern
algum
porto das
prayas
Inglezas.
Dizem
lambera,
que elle
vem
aqui
«pagar
as
suas
dividas»,
e outras
cousas
assim,
que
to
das creio
falsas.
A
vinda
para
este
refugium
peccato-
rum,
(festa
vez não
me
parece
voluntária.
Pois
elle
não
quereria
ir
para
a
Suissa,
para a
Italia, para
a
Allemanha;
>ó
a
porta
da Bélgica das
continentaes,
lhe
li
caria
aberta,
mas, naturalmente,
não
ha
via
de
querer
ir
para
um
pequeno
paiz,
tão
peito
da
Prussia,
e onde
—
sendo
co
roo
uma
aldeia,
na
sociedade das
nações,
havia
de
estar
muito
roais
exposto a ser
observado
e
incommodado,
etn
seus
movi
mentos,
e
procedimentos
quaet-quer.
De
resto,
como
eti
disse
a
seu
Avô
D.
Car
los
V,
em 1834,
quando,
em
Perlsmoutb,
a
bordo
do Donegal, que
ahi
o
trouxe,
rne
perguntou,
onde
conviria que
fosse?
Eu
lhe
respondi
;
Que,
apesar
de
tudo,
era
em
Londres
que poderia
estar
mais
livre
e
á
sua
vontade.
E
tomou
o
meu
conselho.
A.
R. SARAIVA.
SJosasSsreg,
5 3 «Se fevereiva <áe
5376.
(A
’
redacção
do
«Apostolo*.')
I.
—
Ha
poucos
dias,
o
Times,
n
’
um
d
’
aquelles
artigos
vaidosos,
onde, exabun-
danlia
cordis,
tianspira,
ás
vezes,
um
tan
to
imprudente
o
urgulho
Britânico,
di
zia
(em
um
de seus
directivos)
como
de
passagem,
e
como
cousa
que
estava
na
ordem
regular
dos
acontecimentos
previs
tos. qne
«no fim
d
’
este
século,
ern
toda
probabilidade,
a
Inglaterra
havia
de
estar
senhora
de quasi
toda
a
superfície do
Glo
bo.
»
Os
acontecimentos
que,
desde
o
prin
cipio
do
mesmo
século
temos
visto,
tor
nam
probabilissitna
a
realisação
(Faquella
basotia;
realisação
qoe
a
Inglaterra,
se a
cousa
vem, como
é
mui provável,
a ve-
reficar-se,
qne a
Gram-Brelanha
deve
prin
cipalmente
agradecer
ás
lonvuras da
Pe
nínsula
Ibérica,
e
sobre
tudo
ás
de
Por
tuga!
e
do
Brazil; que,
se
tivessem
um
pouco
de
juizo.
estavam
talhados
pela
Pro
videncia
para
disputarem
á
Inglaterra
tão
orguihosa
perteução.
O
espirito
servil, porém,
dos
«liberaes»
(isto
é
Liberangas)
de
Hispanha,
e
mais
ainda
de
Portugal
e
Brazil,
ajoelhados
an
te
o
Bezerro-de-ouro
que
tem
seu
templo
e
santuário
nas
margens
do
Tamisa,
dei-
xáram
se caplirar
pelas
blandicies
da
Se-
rea
Britânica
e
da
Maçonaria,
e
destrui-
Tatu
a
base,
o
fundamento
do
Poder,
que
uru
pouco
de
juízo,
de
génio,
e
de
pa
triotismo
verdadeiro,
houvera
tornado o
competidor—
aão quero
dizer
o
rival
—
do
predomínio
Inglez.
Os fundamentos
que
nossos
heroicos
antepassados
haviam
lançado,—
descobrin
do,
dominando,
christianizando,
civilizan
do,
o
maior
e
melhor
das
margens
e
das
ilbas
do
Atlântico
; com o
extenso e
ri
co senhorio
que possuímos
ainda
nos
ma
res
e
terras
do
Oriente;
juntos
á
mais
vantajosa
posição
geogiaphica
do
Reino
Unido
de
Portugal,
Brazil
e
Algarves
;
com as
extensissimas
(e
quasi
ad
inftni-
tum
extendiveis)
Possessões
Africanas,—
tudo
offerecia
o
mais esplendido,
e ma
gnifico
fundamento para
um
Estado,
em
physicas
proporções
quasi,
ou
de tudo,
var
e monopolizar,
o
dos mares, e
do
com
mercio
marítimo
do
mundo.
Não
levo
a
mal
á
Inglaterra
o
assim
olhar
por
seus
interesses
(se
eu
fôsse
Ing
;
ez faria
outro
tanto), salvo
quando
o
faz.
por
violência,
injustiça,
ou
fraude,
como
na
infame
Quadrupla
Alliança
de
1833;
nas
usurpações
escandalosas
per
petradas
na
índia
;
no apoio,
animação,
e
soccorro
dados
a
Garibaldi
e
ás
usur
pações
Italianas,
immoraes,
traidoras,
e
sa
crílegas.
A.
R. SARAIVA.
(Continúa)
sem
igual.
A
maçonaria,
o
materialismo,
o
egoismo, o
liberangoismo,
a
baixa
adu
lação
á
Inglaterra,
deram,
com
tudo
is>o
em
Paotana;
reduzindo
Portugal
a
uma
casa
de
Orates,
e
o
Brazil
a
uma
gorda
vacca.
de
que a
Inglaterra
goza
a
nata
e
a
melhor
manteiga
do
leite.
Quando
Portugal
(que
então
significa
va
o
Reino
com
suas
Possessões—de fa
cto
se
uão
ainda
de
nome—
o
Reino
Uni
do
de
Portugal,
Brazil
e
Algarves,
com
seus oulros domínios)
suppriu,
principal
mente,
a
Eoropa do
primeiro
dos
melaes
preciosos
durante
<>
século
XVIII, mine
ravam
no
Brazil os
Portuguezes
e
Bra-
zileiros
(Portuguezes
todos
então);
extra
bia-se
o
rico
metal,
espalhava-se
gradual
mente
pelo
mundo,
augmentando
o sup-
priraento
d
’
esse
tão essencial
meio
circu
lante e
representante
de todos
os
valores
(physicos
e
commerciaes).
Não
se
preci
sava
então
nem a
industria,
nem
o
tra
balho,
netn
mesmo
o
capital
Britânico, pa
ra
produzir esses
eífeitos;
Portugal
e
o
Brazil
(que
eram
um)
eram
ricos
e
res
peitados
—
e
cubicados
infrlizrnenle
I
Veio
o
reinado
dos
Roevidos,
D.
Ro
drigo
—
de
quem
meu
Pae
dizia,
um
dia,
a
nm
seu
parente
d’
elle
D
Rodrigo:
—
«Pelo
coração
do
senhor
I).
Rodrigo,
po-
«ria
a
minha
cabeça
;
pela
sua
cabeça
não
«punha
cmco-reis.»
O
Conde
do
Funchal,
Embaixador
era
Londres
longo tempo
De
pois
Palmella,
que,
como
titulo
tje
Embai
xador,
fazia
em
Londres
quasi
de
Vice-
Rei
de
Portugal
; e
já
seu
pae,
D.
Ale
xandre
de
Sousa,
tinha
sido
também
ou
tro
membro
da
Roevidade
na
Diplomacia
Portngueza.
Em
1827,
o
Conde de
Villa-
Real
(Roe-vides
por
affinidade)
foi
man
dado Embaixador
para Londres,
para
sub
stituir
Paltnelía.
Este,
em
vez
de
obede
cer
ás
ordens
da
Regente,
a
Senhora
D.
Isabel
Alaria, óão
quiz
deixar a
Embai
xada
(seu
vice-reiaado
e
mandou
a
Vien-
na
o
dito
Conde
de
Villa-Real,
para
es
coltar
e
espionar
o
Senhor
I).
Miguel,
em
sua
jornada
de
Vientra
para
Portugual
no
principio
de
1828.
Durante
esse
fatal reinado
Roe-vides,
fez-se
logo
o
Tratado de
1810,
por
onde
se
entregou
virtualmente
á
Inglaterra
o
commercio
e
influencia no
Brazil
;
e
se
preparou
a
destruição
do
magnifico
Im
pério
Lusitano
ou
Luso-Brazileiro
;
cujo
embrião
a
Inglaterra,
que
vê
ao
longe,
temia
viesse,
como
podia,
e
devia,
vir
a
dispo
lar-l
be
o
domirtio
absoluto dos
ma
res,
que
ella
affecla
e
na
realidade
quasi
possue
já.
Acabada
a
guerra
Peninsular,
a
nossa
boa
alliada,
a
Inglaterra,
começou
a
mos
trar-se
muito
solicita
pelo
regresso da
Familia
Real
Portngueza
para
a
Europa;
^qoe
fim,
que
objecto
tinha
esse
interes
se?
Hatia
quem
insinuasse,
o perigo
que
a
iodepeodeiieia
de
Portugal
corria
de
ser
unida
á
Hispanha,
se
o
Sobe>ano
e
sua
Familia
continuasse
a
permanecer
no
Bra
zil.
D.
João
VI
não
desejava
regiessar
á
Europa;
achava-se
muito bem
na
Améri
ca,
onde
estava
de
todo
aclimatado.
Pre
parou-se
então,
pela
revolução
de
1820
a
23;
que
gosava das
sympathias
Inglezas,
corno
bem se
mostrou
depois,
e
qua
iè-
ve por
uma
de
suas
consequências
o
fa
vorito
resultado,
de
afastar
do Bazil o
Soberano
e
Familia
Real
Portngueza,
que
alli
a
poderiam
consolidar
o Império.
Ao
mesmo
tempo,
a
cooducla
escandalosa
e
estouvada
de
Fernames
Thouiaz
e
Com
panhia,
para
com
os
Depositados
Brazt-
ieiros
no Congresso
de
1821,
dando
logar
a
separação
do
Brazil,
e
destruição
do
Rei
no
Unidade
Po
tugal,
Brazil
e
Algarves;
era
agoa
de
rosas
em
que a
Inglaterra
se
lavava
;
ao
ver
assim
suicidar-se
o
Esta
do que,
muito mais
até
do que a
Fian
ça,
podia
vir
a
ser-lhe
rival
ao
império
que
ella
zelava e
mais
estimava
conser
--- —
—«T
iiTi
a»
i
írsatA* da
Cairidlad®
O
que
abaixo
transcrevemos
do
«Com
mercio
de
Lisboa»,
jornal
insuspeito, pa-
rece-nos
vir
de
molde
a
desfazer
qualquer
apreciação
menos
justa,
que
porventura
possa dar-se
contra
uma
instituição
aliás
tão proíicua em
obras
de
caridade.
Amigo redactor.—
Eu
sou
d’
aquelles
li
beraes, que entendem
que
a
base
de
to
dos
os
bons
princípios
e das
melhores ins-
titu
ções
que
ligam
as
sociedades,
é
a
verdade
e a
justiça. Só
sobre
taes
f
ases
é
a liberdade
que
eu
quero
-e
que
eu
de
fendo.
Ha
todavia
quem,
mal
cotnprehenden-
do
a
genuína
significação
de
taes
princí
pios,
os
julga
irreconciliáveis
com os
laços
do
christianismo,
e
principalmente
do
ca-
tholicismo, e
com
todas
as
instituições
le
vantadas
sob
a
Cruz,
nas
tnaximas
da ca
ridade
e
du
amor
do proximo.
Em
tão
manilesto
erro, impressionado
com
os
falsos
juisos
que
se
aventam
sobre
a instituição
das
irmãs
da caridade
portu-
guezas
em
Lisboa,
confesso, que
não
foi
sem
alguma
repugnância,
que,
cedendo
a
uma
imperiosa
necessidade,
eu
tive
de abrir
as
portas
de
minha casa
aos
serviços
d’
a-
quella
instituição,
para
me
soccorrer
na
grave
doença,
que
acaba
de
arrebatar
uma
pessoa da
minha
familia.
A
minha surpresa,
porém,
ante
o
mo
do verdadeiramente
edificante,
como
ob
servei
ser
a
conducta
das
irmãs
da
cari
dade, o
seu excessivo
e inquebrantável des
interesse,
a
sua
invejável
e
exemplar
virtu
de,
a
sua
solicitude
caritativa,
subiu de
ponto,
tanto
quanto
é a verdadeira
admi
ração
e
o
entranhado
respeito,
que
boje
professo
por
es^as
cresturas
de Deus,
que
em seu
nome
espalham
com
tanta profu
são
a
crença
e a
fé,
o
amor
do proximo
e
a
sã
caridade,
em
benefícios,
que
se
não
descrevem,
mas
que
se
experimentam
com
o
reconhecimento
e
com
o
applauso
de
lodos
os
mais
intimos sentimentos
d
’
alma.
Dizendo
isto,
coiuo
homem verdadei
ramente
liberal,
como
sinceio
amante
dos
progressos
sociaes
e
dos mais
santos
in
teresses da humanidade,
os
factos
a
que
me
refiro
me
constituem,
como
homem
de
bem,
no
dever
de
protestar contra
ea-
lumniosas insinuações, que
se assacam
ahi
contra
as
irmãs
da
caridade
portuguezas;
calumnias
filhas
sem
duvida
da
má
fé
ou
da
ignorância.
E
’
este
o
unico
meio
de
significar
áquella
instituição
o
reconhecimento que
lhe
devo,
por mim
e em
nome
da minha
familia,
já que
os
preceitos
a
que obede
cem
aquelias irmãs não
consentem
que
lhes
retribua
de
outro
modo
os
serviços
e
cuidados,
as vigílias
e
a
caridade,
que
lhes
devemos.
Rogo-lhe,
snr.
redactor,
que publique
esta
carta,
é
assim
praticará
um
acto
de
justiça,
e
penhorará
quem
é
De
v.
etc.
.
Manoel
Pedro
Gomes de
Carvalho.
-------------
----------
Meinento Iwmo
quia pulvis
es
et
in
pulverem
rever
teris.
Eis
as
solemnes
e
tocantes palavras
com .que
a
Egreja
faz
ver
ao
homem
a
sua
humildade.
Que
é
o
opulento
da
terra,
o
no
bre,
que
vi-.e
em
sumptuosos
palacios
e
passa
a
vida
em
meio
de
prazeres
e
fo
lias,
cheio
de
ouro
e
coberto de
luxo?
Pó.
E
que
é
o
proletário,
o
mendigo,
o
miserável,
recostado
em
duas
palhas,
co
berto
de
andrajos
e
sem
um
naco
de pão
para
alimentar-se?
Pó.
Nivelam-se
assim
perante
Deus
todas
as
classes,
não
ha
gerarchias,
nem
distinc-
ções,
netn
nobresa,
nem posições.
Ha
o
homem,
o
homem,
que
é
pó,
e
que
em
pó
hade
tornar-se.
Nada
mais expressivo,
nada
mais
ca
paz
de
nos
tocar
no
intimo
coração do
que
as
palavras
da
egreja.
pronunciadas
por
um
sacerdote,
que
lança
sobre
nos
sas
cabeças
um
pouco
de
cinza.
Assoberba-se
o
orgulhoso,
e
despresa,
olhando
sobranceiro,
o
desgraçado
que
se
roja a
seus
pés implorando uma
esmola
;
mas
entra no
templo,
e
ante
a
face divi
na
esquece
os
prazeres,
as
mundaneidades
que
o
prendiam
á
terra,
concentra
o
es
pirito
e elevando
os
olhos
a
Deus
aperta,
sem
pejo,
em
fraternal
amplexo,
o
infeliz,
que
ha
pouco
menospresava.
Ali
não
ha rixas,
nem
o
iios;
o
homem
vê
no
seu
similhante
um
irmão,
e
lodos,
bem-dizendo
o
seu
Creador-,
amain-se
mu-
luamente.
Oh!
quão
grande
és
tu,
religião!
quão
sublime
te
apresentas
a
nossos
olhos
!
Que
contraste
!
Ainda
ha
puco
tudo
eram
divertimen
tos,
tudo
galas e
alegria;
o
homem
rir
e
brincava
em
meio
de
mil
ledos
folgares,
e
parecia-lhe
—
triste
illusão!
—
enlevado’
e
cheio de
enthusiasmo,
que
tocara
o
zenith,
o
siipra-summum
da
felicidade.
Imaginava
da
leira
um
Eien,
e
embe
bido-
nos
prazeres,
julgava
se
ditoso.
Mas,
nm
momento
após,
o quadro
é
bem diverso.
Já
se
não
ouvem
os
cantos
de
jubilo,
que
ha
pouco
eccoavam
no
espaço;
já
não
brilham os
rostos
com
o fulgor do enthu-
siasmo,
nem
se
veem
os
purpúreos
ves
tidos
de
gala com
que
ha
pouco
todos
se
cobriam.
E
que se
esvaeceram
as
illusões,
e
o
homem,
já
desvendado,
vê
a
realidade, e
cotnp
-n
tra-se
do
seu
nada.
W
Hoje,
em
vez
do
brilhantismo
do
ouro,
está
a
negrura
dos
crepes
;
em
vez
da
alegria
que
transparecia
nos
sèmblanles,
vê-se
a tristeza
estampada.
Chauia-nos
a
Egreja
á
penitencia.
Lá
dentro,
no templo,
o
homem,
do
brando
o
joelho
sobre
a
dura
iagea
da
na
ve,
e
levantando
as mãos
aos
ceus,
cho
ra
contriclo
os
seus
delidos
e
implora
de
Deus
um
raio
da
sua
infinita
misericór
dia.
E’ o
que
nos
cumpre
a
todos
fazer.
E
’
mister
purificarmos
no
crysol
da
penitencia
a
alma das
nodoas
que
a
man
cham.
E’
preciso
expiar
os
nossos
crirm s e im
plorar
o
perdão
de
Deus.
Ao
templo,
pois
:
caiamos
de joelhos
aos
pés do
ministro
de
Deus
e
sincera
mente
conlrictos
e
debulhados
em
lagrimas,
curemos
ahi
as
nossas
feridas,
com
firme
proposito
de
emenda.
Porque
o
mundo
é
cheio
de
enganos,
a vida
um
momento,
e
além
da
campa
espera-nos,
ou um
futuro
de
fecidade
eter
na
e
gozos
indizíveis,
ou
um
tempo
mlinito
|de
penas
e
tormentos.
—
«Atalaia»
BTOTICIAS
ESTRAlíCtEIKAS.
Vae-se
aclarando
o
mistério
que
tem
velado
as
causas
da defecção
dos
carlistas.
Uma
carta
que a
«Nação»
publica,
e
que
em
seguida
transcrevemos,
vem
em certo
modo
confirmar
as suspeitas
qoe
ha
dias
deixamos
entrever
ifeste
logar.
No
entanto
diremos
que
vamos
fazer
a
sua transcri-
pção,
mas
com a
precisa
reserva.
Daremos
em
seguida
as
proclamações
do
snr.
D.
Carlos.
Segue
a
carta:
Hoje,
4
de
março.
Não
fazem
w.
ideia
do
qoe soffro
quando
considero
o nosso
magnifico
exer
cito
de
50:000
homens, que
não lendo
perdido
uma
só batalha,
desappareceu
com
as
suas
50:000
espingardas,
mais
de cem
peças
d
’artilheria,
etc.,
etc.,
e
o
que mais
me
mortifica
é
não
ter
aquelle
exercito
sido
vencido
em
boa
lide,
mas
pela trai
ção
de
quasi
todos
os
liberaes
que
tinham
passado
para
o
campo
carlista,
até
dos
que
estavam
comendo
á
mesa do
rei
ca-
tholico,
do
rei
magnanimo,
do
rei cava
lheiro,
que
não merece
uma nação
tão
fi
dalga
em
outro
tempo,
mas
hoje
tão
cheia
de
traidores,
que
se
vendem
por
um
pu
nhado
de
ouro,
perdendo
honra,
fidalguia,
consciência,
alma e
quanto
bom
aprecia
vam
os
antigos
guerreiros,
como
indispen
sável para
serem
temidos
e
respeitados
por
leaes
campeões.
Depois da
deffecção
do.
.
Cabrera,
dos
Polos,
Aguirres,
Radas,
e
Casos,
segui
ram-se
outros
dos
quaes
por
emquanto
nomearemos
Berris,
antigo
maçon.
E
o
que
é
mais
estiveram,
prepararando
e
ali
mentando
a
traição ao
lado do
monarcha,
sentados
á
sua
própria
mesa.
Mogrovejo,
chefe
de
estado
maior general,
Berris,
ministro
da
guerra,
e Iparraguirre,
secre
tario
regio,
o
venderam
infamemente,
e
ao
seu
formoso
exercito,
sem
dar
um
ti
ro,
e
só
Ldzarraga, o
marquez
de
Vai-
despina,
Caserla,
Perula
e poucos
mais
lhe
permaneceram
fieis,
entrando
com
elle
em
França,
n
’
essa
nação
que
tanto
con
tribuiu
para a ruina
do
partido
carlista.
Como
são admiráveis os
juizos
do Se
nhor
! Como
se
comprebende
que um
rei,
que
á
frente
de
um
exercito
pouco
nu
meroso,
porém
obediente,
leal
e christão,
que
abandonára seus paes
e
mulheres
pa
ra
defender
a
Religião de Jesus
Christo
;
que
um
rei
que
bondosamente
tratava
os
seus
muitos
adversários
prisioneiros,
te
nha
sido
vencido
pelo
seu
antagonista,
á
Irente
de
um
exercito,
numeroso
sim,
po
rém......
mas
basta,
humilbemo-nos
ante
os
decretos
da
Providencia...
Proclamações
de
D. Carlos
a
Voluntários
!
As
ultimas
operações militares
obriga
ram-nos a retirar
de
cidades
e posições
importantes
d
’
estas
províncias.
Mas, es
magados
pelo
numero, déstes
sanguino
lentas
provas do vosso
valor.
Não
posso
pactuar
com
o
inimigo,
por
que
não
seria
digno.
Não
quero
por
ago
ra
continuar
a
guerra
: amo-vos
muito
para que
permuta
que
se
derrame inutil
mente
uma
só
golta
do vosso
sangue,
e
por
isso
resolvi
deixar
a
Hispanha.
O exilo
adverso não
diminue
a
no
breza
do
emprehendimento
nem
empana
os
heroicos
feitos
praticados
para
a
levar
a
bom
termo.
Fostes dignos
soldados
de
minha
raça
real,
e
fostes
lambem dignos
das
faça
nhas executadas
comvosco
durante
a
prR
meira
campanha.
Os nomes
das
nossas
vi-
clorias estão
insculpidos
em
lettras
scin-
tillantes
em
nossa
immortal
historia.
O
meu
orgulho
d
’bispanhol
cresce
á
vista
do
vosso
valor,
e
o
meu
coração
de
rei
sen
te-se
reconhecido
a
tanta
abnegação
e
sa
crifícios.
Estou
vencido,
mas
não
rendido.
Mantenho
inteiros
e
intaclos
os
meus
direitos,
e, involto
na
minha
bandeira,
sempre
me encontrareis
promplo
a
sa
crificar
a
minha vida
pela
felicidade d’His-
panha.
Vosso
rei e general,
CARLOS.
Val-Carlos,
28
de
fevereiro de 1876».
Hispanhoes
!
Desejoso
de
deter
hoje
a
eflusão
de
sangue
renunciei
a
continuar
uma
lucta,
gloriosa,
é
verdade,
mas por agora
este-
ril.
Se
sou
constrangido
a
ceder
á
força
das
circumstancias.
nem
o
meu coração
enfraqueceu,
nem
a
minha
fé
está
abala
da,
e guardo
intactos
os
meus
direitos
da
legitimidade
em
Hispanha.
Diante
da
gran
de
superioridade
do
numero, e mais
ain
da,
diante
dos
soífrimentos
dos meus
fieis
voluntários,
contra quem
tudo
se
tinha
conjurado,
é
uma
necessidade
para
mim
metter
a
espada
na
bainha.
Seguindo
as
tradicções
da
minha
familia
conhecerei
o
caminho do
exilio, mas
nunca
poderei
pres
tar
me
a
Convenções deshonrosas e
des-
leaes,
contrarias
á
dignidade
de
quem
tem
como
eu
a
consciência
do
que
significa
e
do
que representa.
Conheceis os
princípios
sagrados
que
simbolisa
a
minha
bandeira
sem
macula.
—
Durante
que eu
os
sustentava
com
mão
firme,
á
testa
dos
meus
batalhões,
vi
cair
uma
monarchia
estrangeira e
a
republica
implantada
na
nação
bispanhola,
e
posto
que
o
succes’
O
não
tenha
coroado
meus
esforços
não
é
uma
rasão
para
que
o
po
der
de
nossos
inimigos
se
enraize,
por
que
as
obras
da
revolução
estão
destina
das
a
morrer
pela
obra
mesmo
da
revo
lução.
A
minha
bandeira
fica
pois
enrolada,
até
que
Deus fixe para
a
Hispanha Catho
lica
e
monarchica
a
hora
suprema da
re-
dempção que
não
póde fallar
de
estar
mar
cada
nos
designios
da
Providencia,
depois
de
cumpridos
tantos sacrifícios.
Hoje,
co
mo
sempre,
tenho
fé
na
obra
da
salva
ção,
para
a
qual
esta
Providencia
me
destina,
hoje,
como
sempre,
estou
prom
plo
a imolar-me
pela
minha
Patria,
que
amo
com
amor
ardente
e
á
qual
devo
tudo.
Vosso
Rei,
C
arlos
.
Paris,
1
de
março
de
1876.
AO MEU
EXERCITO
Pizando
de
novo o
solo estrangeiro,
e
com
o
coração
ainda comovido
por vos
sos
dolorosos
adenses,
creio que
o
meu
primeiro
dever
é
dirigir
uma palavra ami
ga
áquelles
que
foram
meus
companheiros
de
armas.
Testirnunha
de
vossa
coragem
heroico
em
os
dias
do
triunfo
e
da
vos
sa
abnegação,
mais
heroica
se
é
possível
na
hora
da
adversidade,
nunca
a
cara
lembrança d
’
aquelles
que
me
foram fieis
até
ao
ultimo momento
se
poderá
apagar
de
minha
alma.
Todas
as
emprezas
que sonhava
em
minha
primeira
mocidade nas
terras do
exilio, eu
pensava
que
as
poderia
fazer
com
a
vossa
ajuda,
vós
as
tendes
cum
prido.
Montejurra,
Somorrostro,
Abarzuza,
Ornieta,
Lacar
e
tantos
nomes já
illuslres
são
outros
tantos
passos
feitos
por
vós
no
caminho
da
gloria,
e
gloriosamente
segui-
dos
por
vossos
irmãos
de outras
provín
cias.
Desprovidos de
tudo a
vossa
con
stância
supriu
a
tudo
e
nunca
em
face
de
vossos
adversários
tendes
contado
o
numero,
nem
medido a
desproporção
dos
nossos
recursos
para
chegar
á
victoria.
Se
uma
fé tão
valente,
uma
tão
no
bre
resignação
se
teem
tornado
infructife-
ras,
não
desanimeis.
Fazei
como
eo
em face da
desgraça
e
cheios
de
confiança
no
Deus
dos
exér
citos,
tornae-vos
dignos
do
nome
que
ten
des
adquirido,
e
esperae
sempre
nos
des
tinos
de
uma
patria
que
entre
os
seus
mais
humildes
filhos conta hoje homens
como
vós.
Descendentes d
’
estes
antigos
hispanhoes
que
á
sombra
do altar
e
do
throno
occuparam
um
tão
alto
logar
na
historia,
será
sempre
para
mim uma
glo
ria
que a
desgraça
nunca
apagará
o
ter
estado
a
vosso
lado, do mesmo
modo
que
a
grande dór
é
hoje
o
ter
de
separar-
me
de
vós.
Vosso
rei
e
general,
C
arlos
.
Paris,
um
de
março
de 1876.
Villariniio
da
Castanlieira, 9 de
março
de
1996.
(Do
nosso
correspondente).
Consta-nos,
por
informações
de
pessoa
digna de
lodo
o
credito,
que
o grande
patarata
Roque
11,
vulgo
Moraes
Neves,
nos
havia
abocanhado
o
nosso
credito
de
correspondente
imparcial
e consciencioso
n
’
um
papelucho immundo,
que
sob
o
ti
tulo
de
«Partido
Liberal»
se
publica
n’
al-
guma
espelunca
de Coimbra,
e
que
é
o
orgão
auctorisado,
do
Ir.*.
Otto, ou fal
tando
profanamente,
Almeida da
Cunha.
Este
pelitrapo das
lettras,
o
vosso Ro
que
11,
quiz
pôr-nos
pecha
n
’
um
jornal,
onde
aturam
os
seus
dislates
e
despau-
terios
pela
mesma
rasão
que
na
egreja
se
não prohibe
a
entrada
aos
gaiatos.
A ejaculação hibrida
appareceu
no
«Partido
Liberal».
E
’
uma
empada,
como
são
todas
as
d
este
escrevinhador,
n
’
a-
quella
linguagem
meada
de
ervilhaca,
de
que
falia
o
nosso
epico.
O
publico
d
’estes sítios,
que
conhece
a fundo
a
capacidade
d
’
este
parasita
da
nossa iitteratura,
poz
logo
o
dedo
no
pe-
chelingue
de
reputações,
e
persuadiu
se
com
um
grande
escriptor inglez,
que
um
ini
migo
invejoso
é
um
mal
necessário.
Nós
bem
o
podíamos
chacinar, mas
lemos
mè-
do
que
a
larantula
esmagada
nos
espada
ne
lama,
que
nos
suge.
Bem
basta
ao
escarav
elho ter
de
ali
mentar-se
toda
a vida na
immundicie.
Tam
bém
o
nosso
braço
se cança
de
fustigar
enxovêdos
acarrentados
ás
ucharias
da
to-
leima.
Deixemolo ao
parasita
revolver-se
no
lodaçal
em
que
se
espoja,
e
lamente
mos
apenas
as
irreverências
á
grammati-
ca,
que
se
dóe
amargamente de
vêr
im
pune
a
reincidência d
’este desentranhado,
que
já
por
varias
vezes
convertendo
a
penna etn
fueiro
a
tem
abolado
de
chu
çadas,
como
podíamos
provar
se
analisás
semos
qualquer
dos
escriptos
que
appa
recem
no
«Partido
Liberal»,
com
a
sua
firma
acreditada.
(E apesar
de
tudo
serão
do
esgalracho
?)
Mas
não,
não
desceremos
a
este
papel
inglorio
de
endnar um
ignorante
d
’
esta
laia,
e
contentar-nos
hemos
com recom-
mendar
aos
paes de
familias
de
Carrasêda,
que
não
mandem
seus
filhos
á
escola,
emquanto
a
rege
ura
rapazêlho
falto
de
habilitação,
ainda
que
inchado
e
pedante.
Este
conselho
alguns
mais
bem
avisa
dos
já
vão
pondo em
pratica, porque até
nem
me
quero
fazer
cargo- das
cousas...
que do
mestre-escola
dizem,
porque
a
se
rem
verdadeiras,
só
na
África
devia pa
rar
já.
Emquanto
a
alguns,
que
n
’este
conce
lho
fazem côro com
este
gôso,
não
lhes
ligo
consideração,
supposto
que
d
’
elles po
derá dizer
bonitas
cousas,
que
envergo
nhariam
a
moralidade
publica;
mas
o
des-
preso
é
o
que
merecem
estes
analfabetos
secundários,
porque
o
sapo
também
se es
maga
com
o
tacão
da
bota.
A
uns
e
outros
applicamos
uma
quin
tilha
de
D Francisco
Manuel
de
Mello,
para
que
fiquem
sabendo
o
profundo
des-
preso
que
nos merecem,
todas
as
vezes
que
o mastim
de
Belver
sair
a
abocanhar
no
«Partido
Liberal»
a
nossa reputação,
que
mercê
de
Deus, continua
incolutne
e
bem
acceile
para
todas as
pessoas
de
bem.
Eis
como
fallava
já
D.
Francisco M.
de
Mello
no
seu
tempo
:
Vejo
lambem
os
mosquitos
Tamaninos
um
por
um
Muito
vãos dos
seus
esp
’
ritos,
Não
valem
nada,
os
malditos,
E
andam
sempre,
zum,
znm,
zurn.
M.
Almeida
Barbosa.
GAZETILHA
Lauapereiine.—
Expõe-se
boje
na
egreja
das
Therezinhas,
e
segunda-feita
no
Collegio.
Nova
capella. —
Vão
brevemente
principiar
os
trabalhos
para
a
construcção
d’
uma
nova
capella,
no
logar
onde
foi
a
degolação
do
Martyr
S.
Victor,
e
que
vulgarmente
denominam
S.
Viclor-o-Ve-
lho.
O
finado
conego
José
Narcizo
da Costa
Rebello
deixou
para
este
fim
a
quantia
de
400$00l>
reis, que
seo
irmão,
barão
da
Gramosa,
também
já fallecido, elevou
a
600,5000
reis.
Acha-se
constiluida
uma
commissão,
a
qual,
tendo-se
já
cotado
sobre
si,
ten
ciona
fazer
um
peditorio
para
custear
as
despesas da
nova
capella,
que
dt-verá
ficar
com capacidade bastante
para
poupar
os
moradores
d
’
aquellas
redondesas
ao
sacri
fício
de
virem
ouvir missa
á egreja
de
S.
Victor,
que
fica
a
não
peqnena
distan
cia.
São
dignos
de
louvor
os
membros da
referida
commissão
iniciadora
da
construc
ção
da
nova capella,
que
além
das
com-
modidades
que
offerecerá aos
habitantes
d
’
aquelle bonito
bairro,
vae aformosear
a
estrada d
’
esta
cidade
ao
saoctuario
do
Bom
Jesus
do
Monte.
Conferencia.
—
A
’
manhã
o
snr.
di-
rector
espiritual da
Associação
Catholica
faz
na casa
da mesma
uma
pratica
aos
associados.
Começa
ás 7
horas
da
tarde.
Correeção merecida.—
Chamamos
a
attenção
dos
leitores
para
a
correspon
dência
que
de
Villariniio
da
Caslanheira
nos
envia
o
nosso
esclarecido
collabora-
dor
A. Barbosa,
cavalheiro
de
provadis-
simo
talento
e
de
variada
inslrucção.
E’
forte, porém merecidisstma, a
cor-
recção
que
o
uosso
amigo
inflige
ao
par-
voalho Boque
11,
criançola
tão
soberana
mente
insignificante,
que
se
não
descobre
nem
a
olho armado.
Oxalá
que lhe
aproveite
a
lição.
missa
«le «reqnieni».—A
missa
de «requiem»,
que,
para suflragar
a
al
ma
do
snr. João
Joaquim
de
Carvalho
Braga,
manda
dizer
a
Direcção do
Asylo
de
D.
Pedro
V,
será
dieta
no dia
13,
e
não
11
como fui
annuuciado.
Catequeze.—
A
’
manhã,
pelas
3
horas
e
meia
da
tarde,
coulinúa
no
templo
do
Collegio
das
Ursulinas a
calequeze
popu
lar
promovida
pela
Associação
Catholica.
Anniversario
fúnebre.—
O
ex.
rao
snr.
dr.
José
Maria Rodrigues
de
Carva
lho
ollereceu
ao
Asylo
de D Pedro
V
a
in.-cripção
n.°
122,479,
do
valor
nomi
nal
de 100$000
reis
para
commemorar
o
anniversario
do
fallecimento
de
seu
sau
doso
irmão
João Joaquim
de
Carvalho
Braga.
Miniatroa
maritimoa.—
Um
jornal
francez
publica
a
estatistica
seguinte
dos
sinisiros
marítimos
acontecidos durante
o
mez
de
janeiro
de
1876,
respectiva
a
to
das
as
bandeiras:
Navios de
vela
perdidos:
27
navios
inglezes, 14
americanos,
13
francezes,
6
allemães,
5
norueguezes,
4
austríacos, 2
dinamarquezes,
2
hispanhoes,
2
gregos,
3
italianos, 2
hollandezes, 2
russos,
1
portuguez,
13
de
bandeiras
desconhecidas.
Total 96
N
’
este
numero
comprehende-se 19
na
vios
suppostos
perdidos,
por
falta
de
no
ticias
d’
elles.
Navios
a
vapor
perdidos: 2
vapores
in
glezes,
2
hispanhoes,
1
alleraào,
um
ame
ricano,
1
diuamarquez,
1 italiano,
1
sue
co.
Total
9.
A
coroa «I®
Inglaterra.—
O
mine-
ralogista
Fennant
acaba
de
fazer
o
inven
tario das
pedrarias que
adornam
a
corôa
de Inglaterra.
A
corôa
pesa 1 239
grammas;
distin
guem-se o
enorme rubin
que
Pedro, o
Cruel,
deu
ao príncipe
Negro,
e
que
Hen
rique
111
trazia
na batalha
de Arincourt;
uma grande safira,
16
safiras
mais
peque
nas,
11
esmeraldas,
4
rubins, 1:363
bri
lhantes, 1:273
rosas, 147
diamantes,
14
enormes
perohs
em
fórma
de
pera,
e
fi
nalmente
273
outras
de
menor
volume.
A
corôa
de
Portugal também possuia
joias
preciosas, mas
parece que
n’
estes
tempos
de liberdade
muitas
e
das
mais
valiosas
usaram
da
liberdade de
mudar
de
senhor,
e
que
outras
nas
viagens
conti
nuaram
a
viajar.
A
nós lembra-nos
que
a
imprensa
já
em
tempo
fallou n
’
isto,
e
até
nomeou
as
fugitivas,
e
algumas
circumstancias
da
íuga.
8ão historias que
o
tempo
faz esque
cer,
mas
que
permanecem
escriptas,
diz
o
«C.
da
Tarde».
Hygiene publica.—
Em Inglaterra
trata-se
tanto
a
sério
da
solução
do
pro
blema da
hygiene
publica,
que
o
dr.
Ri-
chard-on
apresentou
ao congresso
das
sciencias
sociaes
de
Brighlon o
plano
de
uma cidade
hygienica
a
que
se
deveria
dar
o
nome de
Hygienopolis.
Traçada,
construída
e
sustentada
em
harmonia
cotn
os
mais
rigorosos
princí
pios
de
hygiene,
cornpor-se-ia
de
2:900
casas
edificadas
sobre
4
mil
acres
de
ter
reno
e
poderia conter 109:000 habitantes,
isto
é,
25:000
por
acre.
No
projecto
faz-se
escolha
do
terreno,
atlende-se
á
construcção,
á
ventilação,
ao
abastecimento
de
agua; o
aoctor
combina
tudo
de
modo
que
a
moilalidade
não
ex
cederia
a 8
por
cento.
Como
é
natural,
o
dr.
Richardson che-
gr
a
fixar as
horas
de
dormir, de
co
mer
etc.
Suqne
«le Edimbourg
—
E
’
espe
rado
em
Lisboa
o
duque de Edimbourg,
quarto
filho
da rainha
Victoria.
Tem
o
posto
de
capitão
de marinha
e
parece
que
vem
tomar
o
cominando
de
uma
das
fra
gatas da
esquadia
ingleza que
chegou
um
dia d
’
esles
ao
Tejo.
Ao
a Diário «lo Commercio».—
Diz-nos
o
nosso
excellente
collega
do
«Diário
do
Commercio» que
o
mesmo
jor
nal
nos
tem
sido
lodos
os dias enviado.
Não
pomos n’
isso
a
minima
duvida; o
que,
porém,
sob
nossa palavra
d
’
honra
podemos
affirmar é
que
n’esta
redacção
apenas
se
recebeu
uin n.°
dos primeiros
do
«Diário»,
e
neohum
mais.
Não
nos
causa
isto
estranhesa,
porque
sabemos
muito
bem como é feito
o serviço
dos
correios
portuguezes.
Agradecemos
a
delicadeza
do
nosso
presado
collega.
Jury.—O
jury
dos
exames
dos can
didatos ao magistério
primário
n
’
este
dis
tricto
é
composto
dos
seguintes
snrs.:
Presidente
—Luiz
da
Costa
Pereira,
com-
missario
dos
estudos.
Vice-presiflente—
Manoel
Joaquim
Penha
Fortuna,
professor do
lyceu.
João
Dias
de
Araújo.
Carlos
Augusto
Pinheiro
de
Almeida,
Francisco
José
de Araújo
e
Sá.
Manoel
Alves
de
Castro.
João
Luiz
Correia
Júnior.
Maria
José
Soares
Pinto.
Anna
Maria
de Sousa.
Maria
Emilia
da
Costa
Maia.
Siatetnn
métrico francez.—
A
so
ciedade
technica
imperial
russa,
acaba de
estudar
a questão
do
sistema
métrico
fran
cez.
O
relatorio
lido
na ultima
sessão
pre
sidida
pelo
principe Koutehoubey,
conclue
a
favor
da
introducção,
na
Rússia,
das
medidas
decimaes
hoje
acceites
em
toda
a
parte,
excepto
n
’
este
paiz
e
na
Inglater
ra.
O
relator,
o snr.
Nobel,
diz
que
o
povo
russo poderá
habituar-sfe
á
reforma muito
facilmente,
visto as
medidas
russas não
diíferirem
muito
das
francezas;
aconselha
a
fazer-se
ensinar
as
novas
medidas
nas
escolas e publicar brochuras acompanha
das
de
quadros
explicativos.
Concluiu se
a sessão por
se
nomear
uma
commissão
especial
encarregada
de
estudar
a
questão
sob
o
ponro de vista
da
opporlunidade
da
reforma
e
dos
dos
meios de
a
pòr
em
pratica.
Theatro.
—
A companhia
hispanhoia
leva
ámanhã
á
scena o
drama
intitulado
A
aldeia
de
S.
Lourenço,
ou
Simão
o ve
terano
e
a
comedia
Casa
de
campo.
eptimi»
pnblicnção.—
Noticia
um
jornal
que
o
nosso
distincto
collaborador
e
amigo, o
exc.
m0
D.
Miguel Solto-Maior,
vae
dar á
estampa
a
Egreja
Triunfante
no
Concilio do
Vaticano, obra
traduzida
e
ac-
crescentada
por
este
notável
escriptor
ca
tholico.
Ordens.
—
S.
exc.
a
revd.Illa
confere
hoje
ordens
de
diácono
e
presbítero
na
capeila
do Paço.
Sermões.—
A
’manhã,
assim
como
em
todos
os
domingos
da
Quaresma, tem
de
haver
na
capeila
do
Paço
missa
cantada
pelo
exc.
mo
vice-reitor
do
Seminário
de
S.
Pedro
e
no
fim
sermão pregado
por um
alumno
do
mesmo
seminário.
E
’
oradr
ámanhã
o
nosso
presado
amigo
Manoel
José
da
Silva
Bacellar,
moço distincto
e
muito
intelligenle.
A
estes
aclos assistem
todos
os
semina
ristas e
estudantes
do
curso
superior
theo-
logico.
E
’
de
incontestável
vantagem
para
os
qoe
se
destinam
ao estado
ecclesiastico,
a
medida
que
o
sabio
Prelado
acaba
de
to
mar.
aioença.—
Tem
passado
mui
incom-
modada,
na
sua
casa
dos
Arcos,
a
virtuosa
esposa
do
nosso
collega
e
amigo,
o
ex.
m
°
M.
Marinho
de
Sousa
Barros.
Fazemos
vo
tos
ao ceo pelo
prompto
restabelecimento
da
enferma.
As maç»M.—
(Conto
de
Schmid).
—
Certa
manhã
descobriu
José da
janella
da
sua
casa,
qne
dava
para a
horta
do
seu
visinho,
uma
grande
quantidade
de
for
mosas
maçãs
espalhadas
na
relva.
Desceu
o
mais
prompto
que
poade;
introduziu-se
no
pomar,
arraslando-se
como
a
cobra
por
um boeiro;
apanhou
muitas
maçãs
com
que
encheu
os
bolsos.
Mas
apparece
o
dono,
corre
para
elle
com
um pau
na
mão;
José
dirige-se
para
o
mesmo
sitio
por
onde
tinha
entrado;
mas,
oh desgraça 1 os
bolsos
cheios
de mação
fizeram
o
ladrão-
sinho
mais
gordo,
e
por
isso
ficou
enta
lado
no
boeiro
sem
poder
sequer
mexer-
se.
Teve
que
restituir
as
maçãs
rouba
das,
recebeu
uma
severa reprehensão
por
causa
do
roubo,
e
os
outros
rapazes, que
souberam
do
caso,
chamavam-lhe
o
furta-
ciaçãs.
—
(Exlr.)
fPortiiguezM fallecidos.
—
Falle
—
ceram
no
Rio
de
Janeiro, desde
7
a 10
de
fevereiro
ultimo
os
seguintes
subdjtos
reira,
16
a.,
s.;
Francisca
Candida,
25
a.,
solteira; Manoel
Lopes
Romeiro,
38
a.,
c.;
Ermelinda
Medeiros, 20
annos,
solteira;
Maria
de
Santo Christo
Medei
ros,
24
auoos,
c.;
Manoel
Duarte,
21
a.,
s.; Antonio
José
Borges,
47
a.,
s.;
João
Pinto
Barboza
Júnior, 17
a.,
s.;
Joaquim
Rodrigues
de
Brito,
36
a.,
s
,
Domingos
Antonio
Pereira,
49
a.,
c.; Antonio
Ma
noel Fernandes, 32
a.,
s,;
Antonio
Soa
res,
25
a.,
s.;
Manoel
José
de Araújo,
22
a.,
s.;
Clandino
de
Souza
Ferreira,
28
a.,
c.;
Joaquim
Ribeiro da
Silva,
23 a.,
c.;
Anlonio
José
Martins,
14
a.,
José
Ferreira
Júnior,
36
a.,
e.; Thereza
Emi
lia,
30
a.,
viuva; Joaquim
Gonçalves
Cou
to,
26
a.,
s.;
Alexandre
Borges
de
Mene
zes,
25
a.,
s
;
Joaquim
Correia,
32
a ,
s.
Annnncios
curiosos.
—
Em
uma
carta
da
Philadelphia
dirigida
a
um
jor
nal
de
Madrid,
encontra-se
os
dois
se
guintes
annuncios
que
se
publicaram
ut
limamente
no
«New-York
Herald»:
(Jm
cavalheiro
de
idade regular, boa
posição
e
circurnstancias
remediadas,
de
seja
relacionar
se, para
contrahir
matri
monio,
com
uma
senhora
distincta
e
bem
educada,
de
prendas
estimáveis, netn
alta
nem baixa,
branca,
de
23
a 27
annos
de
idade,
boa
presença
e
disposição
ama-
vel.
Ao
mesmo
tempo
deseja
as
melhores
informações.
A
resposca
ha-de
ser com-
pletamente
confidencial. Dirigir-se
ao
«Grande»,
officina
do
«New-Herald».
—
O
segundo
diz:
Uma senhora
de
27
annos,
orphã,
e
oascida
no
oeste,
deseja
contrair
matrri-
monio, E’
dotada
de
prendas
estimáveis
e
é
muito
formosa.
Dirigir-se
a
«Fidelida
de»,
otlicioa
do
«New
Herald».
Caehinibos.
—Tem-se generaiisado
muito o
uso
dos
cachimbos. Empregam-
se
par,i
o
seu
fabrico
diõerentes
substan
cias.
Os
mais ordinários
são
feitos com
teira
argillosa.
Os
mais
caros são
de
am-
bar.
Também
são
muito
apreciados
os
fa
bricados
com espuma
do mar,
magnesile
Os
de
porcellana
são
os
mais
usados
na
Allemanha.
Também
se
fazem
de
madei
ra,
preferindo-se
o
buxo,
de
marfim,
de
prata, etc. No
oriente
o
tubo
do
cachim
bo é
longo
e
flexível
e
termina
em em
bocadura de
ambar.
Por
esta
forma,
o
fumo
do
opio, do
tabaco,
e
de
outras
substancias
odoríferas chega
á
boca
mui
fresco
e
agradavel.
A
Allemanha,
Hollanda,
Inglaterra
e
França são
os
paizes
que
fabricam
maior
numero
de
cachimbos.
Em
Santo
Omer,
em França,
ha
duas
fabricas,
que empre
gam
mais
de
1
000
operários,
e
qoe
produzem
por
anno
mais
de
30
milhões
de
cachimbos, que
não
valem
menos
de
7.000
000
fracos.
6
operários
podem
fa
bricar
1:000
cachimbos
por
dia,
escreve
o
«Conimbricense».
Estabelecimento thermal de
Vizella.
—
Até
que
íinalme»te,
diz
o
«Jornal
de Cuima<ães»,
está
removido
um
dos
maiores
obstáculos
que
podia
embara
çar,
por
muito
tempo, a
companhia
na
realisação
do
seu
humauilario
intento.
Com verdadeiro
jubilo
soubemos
que
os
donos
dos
terrenos
destinados
ao
pro-
jectado
estabelecinto
se
accordarain
com
a
companhia
para
a
sua
cedencia,
e
que
esta
se
effecluou
nos
termos
mais
rasoa
veis
para
uns
e
outros.
Ainda
bem
que
assim
foi,
por
qoe
mais
cèdo também
veremos
levantar-se
aquelle
importantíssimo
edifício,
que
in
contestavelmente
ha
de
prestar grandes
benefícios
á
humanidade
e
cobrir este
paiz de
gloria
por
possuir um
estabeleci
mento
que
em
nada
desmerecerá
dos
me
lhores
que existem nos
paizes
mais
civi-
lisados.
E’
digna
de
todos
os
emboras a
com
panhia
pela
energia
e
actividade
que
tem
dedicado
aos
seus
trabalhos,
e
digna
tam
bém
de
toda
a
prolecção
dos
poderes pú
blicos
para
ultimar
quanto
antes este
grandioso
melhoramento.
Noticia»
«le
Macau.—
O
«Jornal
de
Macau», de
12
de
janeiro
ultimo,
publica
o
seguinte:
pikatekia
.
—
Foi
atacada
por
piratas
na
proximidade
de
Macau,
uma
pequena
lorcha
chineza,
que
vinha
de
Luichao,
e
depois
de
saqueada
foi
abandonada.
A
canhoneira chineza «Cbienjuie»,
encon
trando
a
embarcação roubada,
trouxe-a
a
Macau.
Comta-nos
que
dois dos
tripulantes
lançaram-se
ao mar
e morreram
afogados.
Tres
outros
ficaram
queimados
com
pol-
portuguezes:
Joaquim
José
Fernandes
Pereira,
39
annos,
casado;
Miguel da
Silva
Ferreira.
21
a.,
solteiro;
Avelino
da
Co-ta
Olivei
ra,
13
a.;
Joaquim Dias
da
Rocha, 20
a.,
s.; Canulo
Ribeiro,
23
a.,
s.;
Ma
noel
de
Almeida,
28
a., c.;
Francisco
José
da
Silva,
53
a.,
c.,
Antonio
José
Gonçalves,
18 a.,
s
;
José
Rodrigues
Mo-
principalmente
na
presente
épocha
do fim
do
anno
china.
hongkong
—Com
prazer
trancrevemos
do
«Ilongkong
Times»
a
patriótica
carta
que
appateceu
n’
aquelle
jornal
do
dia
6
do
corrente.
Eil-a:
«Snr.
redactor
do
«Hongkong
Times
».
Senhor!
O redactor
do
«Chinese
Mail»
parece
ignorar que
Macau
pertence,
tan
to
pela
lei
consuetudinaria
como
pelo
di
reito
da
conquista,
á
corôa
de
Portugal,
desde
que os portuguezes
não
só
expul
saram
as
autoridades
chtnezas
de
Macau,
mas
conquistaram
em
combate
leal
a
pe
nínsula
até
o
forte
de
Passaleão, .3
mi
lhas
distante da
porta
do
cerco,
que
foi
arrasada
até
os
alicerces,
com
as
suas
muralhas
(vide
«China
Mail,
Hongkongg
Begister
e
Friend
of
China»
de
agosto
e
setembro
de
1849).
Desde aquelle
tempo
o
pagamento
de
500
taeis
que
os
portuguezes
faziam
an-
nualmenle
ás aucloridades
provinciaes
des
de
a
occupação
em
1557,
foi
cessado
e
sobre
isto
foi
enviada
a
Caulão
uma
par-
ticipação
pelo
conselho
do
governo,
que
então
empunhava
o
sceptro
governativo,
na
falta
do
governador, que
foi
morto
traiçoeiramente
por
ordem
de
Siu.
então
vice-rei
de
Cantão, tres
dias
antes
da
Con
quista.
O
redactor
do
«Chinese
Mail»
tam
bem
diz
que
«não
será
de
grande
valia
a
pequena
força
que
Portugal
poderá
enviar
contra
a
China.»
Tenho
de
lhe
dizer que Portugal
pó
de
mandar
uma
força
muito
maior
do
que
a
de
5:000
homens,
apesar
do
esta
do
da
nossa
fronteira
que
está
critico
em
consequência
da
guerra
fartricida na
Hes-
aanha,
mas os
portuguezes
pendam
que
esta
força
é
sufliçiente
para contender
com
o
exercito
chinez,
muitas
mais
quan
do
para
transporte
por
terra,
para
incen
diar
cidades,
e
pequenas
escaramuças,
po
de-se
obter
o
serviço
dos
chinas
por
um
preço barato, graças
á
falta do
orgulho
nacional que é
desconhecido
no
Reino
do
Meio.
Se
o
redactor
do
«Chinese
Mail»
é
uma
excepção
da.
regra,
eu lhe
recom
rnendaria
que
empregasse
antes
a
sua
energia
em
evitar a
catastrophe
do
que
menospresar
o
valor
d
’
uma
força
corapos
ta
de
gente
que nunca foi
derrotada,
ape
sar
de
que
muitas
escaramuças
tiveram
ogar
durante
os
tres
séculos
da occupa
ção
de
Macau.
Agradecendo-lhe
pela inserção d
’estas
inhas.
sou
seu
obediente
servo.
D
’
Aguilar Street,
Hongkong,
5
de
ja
neiro
de
1876.
yokohama
.
—
Chegou
a
esta cidade a
corveta
china,
de
lostrucção
«Yaog-Wa.
Como é
o
primeiro
navio
de
guerra
chinez
que
se
apresentou
n
’
essas
aguas,
os
chinas
residentes
n
’esse
paiz
espera
vam
a
sua
chegada
com anciedade.
A corveta
tem
a
bordo
30 estudan
tes,
aspirantes
e
guardas marinhas
que
seguem
o
curso
d
’estudos
da
navegação
e
outros
ramos
de
scieucias
necessárias
para
serem
bons
ofliciaes de marinha.
Cursaram
os
estados
em
inglez
cujo
idio
ma
faliam
correntemente.
A
marinhagem
é toda
chineza,
e
não
ha
um
só
euro
peu
a
não
ser
o
capitão
e
o insiructor.
vora.
Seria
muito
conveniente
que
as
nos
sas canhoneiras cruzassem,
de
quando em
quando,
nas
proximidades
de
Macau,
ULTinOS
TELEGRAMMAS E5A
AGENCIA
HAVAS
MADRID
8.
—
O
«Imparcial»
diz
que
o
ministro
dos
estrangeiros
dirigiu
ao
gover
no
francez
energicas
reclamações
ácerca
da recepção
feita
a
D.
Carlos
pelo
prefei
to
dos
Baixos
Pyrinens.
Nadaillac
estaca
com
fardamento
de prefeito
quando
rece
beu
o
Pretendente.
O
embaixador
hispa-
nhol
em
Pariz,
marquez
de
Molins,
pedira
para
Madrid
que
se
sollicitasse do governo
da
França
a
expulsão
do
território
fran
cez
dos
republicanos
hispauhoes
alli
resi
dentes.
A
«Gaceta»
diz
que o
rei recebeu
em
Vitoria
um
acolhimento
enthtisiasla.
Insere
também um
decreto
authorisando
a
regressar
a Hispanha
os
voluntários
car
lislas
emigrados
para
França
depois
do 1
0
de
fevereiro
findo,
devendo
os
chefes
apre
sentar o
juramenl#
perante
os
cônsules
hespanboes.
São
excepluados
d
’
esta
medi
da
<
s
ministros;
deputados, alcaides,
juizes,
notários
e
empregados
civis
de
D.
Carlos
Respondendo
no
congresso
a
um
discurso
de
Pidal,
ultramoulano,
o
presidente de
ministros
Canovas
qualificou
de
faccioso
aquelle
discurso
e
rebateu energicamente
todas
as
accusações
do deputado
ullramon-
tano.
DADRID
9.
—
Canovas
tem
sido
felici
tado
por
muilos
deputados
em
consequên
cia
do
seu
discurso
de
bontem
no
congres
so, defendendo
calorosamente
a
monarchia
liberal.
O
rei
parte
hoje
para
Bilbao.
PABIZ
7. — Apesar
da
opposição
de
Grevy e
Jules
Simon,
os
deputados
re
publicanos
da esquerda
sob
proposta
de
Gambetta
reunidos
com
os
da
extrema
esquerda
approvaram
a
resolução
de
apoiar
unicamente
um gabinete
homogeneo
que
queira
administrar
o
paiz
em
sentido
tir-
memente
republicano
e
em
conformidade
com
o
espirito
da
constituição
e
a
vontade
nacional.
VERSALHES
8.
—
Oacioda
transmissão
dos
poderes
da
assembleia
nacional
ás
no
vas camaras
realisou-se
sem
incidente
al
gum.
Dufaure
disse
que
o
presidente
da
re
publica
o
encarregára
de
declarar que
com
ajuda
de
Deus
e
concurso
das
duas
cama
ras
governaria
em
conformidade
com
as
leis e
para
honra
e interesse
do
paiz.
O
senado
procede
á
tiragem
á
sorte
das suas
mezas. A'manhã começará
a
verificação de
poderes.
Jules
Grevy
foi
eleito
presidente
provisorio
da camaras
dos
deputados,
qua
s
por
unanimidade.
SECÇÃO
DE COMMUMIC1DOS
No
dia
14
do corrente
tem
de
ser
jul
gado
no
tribunal da
Povoa
de
Lanhoso,
Narciso Rodrigues
Neves,
natural
da
fre
guezia
de
Fonte
Arcada
d
’
este
concelho,
pelo crime
de
morte
na pessoa
de
Mar
cos
Anlonio
de
Barros, d’
esta
mesma
fre
guezia,
cuja
morte
se
deu
no dia
8
para
9
de
março de
1874.
Logo
que se
verifi
cou
o
fallecimento,
o criminoso
fugiu,
e
lendo
a mulher
do
mesmo criminoso con
corrido
para
animar
seu
marido
a
prati
car
este
crime,
esta
foi responder
ao
tri
bunal,
mas
a
pedido
de algumas
pessoas
que se
empenharam
para
com
todos
os
jurados; estes
poseram
a
mulher
na
rua.
Ha
mezes
deu
entrada na
cadeia d'es-
ta
villa
o
referido
Narciso
Rodrigues,
para
ser
agora
julgado:
elle
mesmo
se
entre
gou
á
pri>ão,
mas
só
depois
de
estar
tu
do
prompto
com
empenhos
para
este
cri
minoso
ser
posto
na
rua.
Consta
que
os
exc.,no8
snrs.
drs.
juiz
de direito
e
delegado, já estão
ao
facto
de
todos
estes passos.
Ha
na
freguezia
de S.
Marlinho
de
Travassos
um certo
indivíduo
que
pede
muito
e
muito para
que
este
criminoso
seja
absolvido,
o que
não queremos
es
perar.
Este
criminoso
que
agora tem de
se
julgado,
já
é ti lo
e havido
por espancador,
pois ,já
em
tempo
lhe
deram 20000
réis
para
dar
a
morte
a
um
homem,
e
de
fa
cto
se
prestou
a
fazei-o
deixando-o
por
morto:
este
homem
era
da
freguezia de
S. Gens
e
logar
de Calvos.
Tudo
isto
cons
ta
dos
papeis
do
processo.
Esperamos
pela
decisão do
tribunal.
«
* #
BANCO
MERCANTIL BE BRAGA
SOCIEDADE
ANONYMA DE RESPONSABI
LIDADE
LIMITADA
Resumo
do
Aclivo
e
Passivo
d
’
esle
Banco,
em
29
de
Fevereiro
de
1876.
Capital
social
....
1.200:0)00000
Capital
actnal
(I ,
a
emissão)
600:0000000
Capital
realisado.
.
.
.
480:1000000
ACTIVO
Accionistas.............................
119:9000000
Caixa..................................
22:2400270
Letras
descontadas,
tomadas
e
a
receber
.......................
207:0870931
Empréstimos
sob
penhor .
167:4590410
Operações
a
longo
praso.
8
0
460890
Valores
lluctuantes
.
.
.
63:1010050
Créditos
com caução
.
.
75:3210275
Devedores
no
paiz
e
no
es
trangeiro
............................
118:7890561
Effeitos
depositados
. .
.
97:2590000
Despezas
de
installação
.
3:7050933
Moveis
e utensílios.
.
.
.
6350695
Despezas
geraes ....
1:1630513
884:7040528
PASSIVO
Capital...................................
600:0000000
Fundo
de
reserva.
.
.
.
9190127
Reserva
para
decima
.
.
1:4500360
Credores
d
’
efleitos
deposi
tados..................................
97:25)0000
Deposites:
a
praso fixo
109:7530433
á
ordem
53:0150520
162:7680953
Letras
a
pagar......................
1:1180568
Credores
no
paiz.
.
.
.
Dividendo
de
1875
.
Lucros
e
perdas:
Saldo
de
1875
l:430$882
Lucros
deste
anno
3:830$862
13:308$176
2:607$600
5:281$744
884:704$528
Braga e
Banco
Mercantil
29
de
Feve
reiro
1876.
Pelo
Banco
Mercantil
de
Braga
Os
directores,
J>sé
Joaquim
Lopes
Cardoso.
João
da
Costa
Palmeira.
Resumo
do activo
e
passivo do
Banco
Commercial, Agrícola e
Industrial
de Villa Real, em
29
de
fevereiro
de
1876.
Aetivo
Caixa,
dinheiro
existente
.
Letras
descontadas
e
a
rece
ber ..............................
Letras
caucionadas
Obrigações
a
receber.
.
Operações
a
longo
prazo
.
Papeis
de
credito
.
Contas
correntes
com
gara
ntia
..............................
Afentes
no
paiz
.
.
.
Agentes
no
estrangeiro .
Diversos
devedores.
.
Moveis
e
utensílios
.
.
.
Despezas
de
installação
Acções,
prestações
a receber
16:614^694
632:994$057
35:564$000
2:889$198
6:428$535
13:151$802
15:429$120
1I:O54$294
96:429$753
55:397$432
4:721$570
575$600
2:50
u
$970
9:
o
70$000
903:32!
$025
Passivo
800:000$000
Capital
do Banco.
.
.
■
Deposito
á
ordem
16:400$535
Deposito
a
prazo
51:022$874
67:423$409
Leiras
a
pagar
.
.
Diversos
credores
.
Fundo
de reserva
.
Dividendos
a
pagar.
Ganhos e perdas.
.
5:258$898
3.53(»$020
4:500$000
6:8I2$1OO
15:796$6I8
903:321
$023
Villa
Real,
3
de
março
de 1876.
Os
gerentes,
Agostinho
José
da
Costa.
João
Pinto
Ferreira.
TBBÃTRO
DE
Coigijianhia tli-anuatica hiapanhola
sob a
direcção do onr. J
ohú
Rodi-cguez
ScpuIveda.
Domingo
13
de
maiço.
O
drama
de
grande
espectsculo
era
actos
e 1 prologo:
o
A
AS.OEIA BIE S. EOUKEWÇ»,
SSJSÃO
»------- -
A comedia ern
A
C.1SA
OU
VE'ff
ERA
1 acto:
85 E CAVSFtó.
iiiiímms
O
general de brigada
Plácido
de
Abreu
e
sua
iilha
Maria
Adelaide
de Abreu,
agra
decem
as
provas
de aflectuosa
consideração
que
receberam
de
muitas
pessoas
d
’
esta
cidade
por occasiâo
do fallecimento
de
sua
esposa
e
mãe
Maria da
Graça
de
Abreu,
e
protestam
o
seu
reconhecimento
e
viva
recordação.
Similbantes
provas
de
benevolencia
fo
ram
muito
apreciadas,
por
isso
que não
se
fizeram
convites,
nem
outras
quaesquer
demonstrações
que denegassem
a
maior
hu
mildade,
como
tinha
sido
muito
expressa
mente
recommmdado
por
quem
Deus
cha
mou
á
sua presença.
(3016)
«a
®
«
ím
t
Precisa-se
d’
um
caixeiro com pra
tica,
de
drogaria.
Quem pretender
dirija-se
a esta
redacção, em carta
fechada.
(3027)
IBi
(INCORPORADA
POR CARTA REAL)
Venda
de acções da Companhia
Geral
da
Agricultura das Vi
nhas
do Alto Douro.
No
dia
17
do
corrente
ao
meio
dia,
na
Caixa
Filial
do
Banco
do
Minho,
na
rua
das Flores,
tem
de
arrematar-se
on
ze
acções
da
Companhia
Geral
da
Agri
cultura das
Vinhas
do
Alto Douro,
per
tencentes
ao
casal
em
liquidação do falle-
cido
Manoel
de
Magalhães
d
’Araojo
Pimen-
tel; isto
por
deliberação
da
commissão li
quidatária
do
mesmo
casal.
Braga
9
de
março
de 1876.
Henrique
Freire
d'Andrade
Manoel
Luiz
Ferreira
Braga
João
Evangelista
de Sousa
Turres e
Almeida
(3028)
car-
Officina
de
carruagens
Largo
<!e S. Erairaeiisco
Antonio
Ferreira,
com
cflicina
de
ruagens
na
Companhia
Viação
do
Minho,
faz
publico que tendo
contractado
com
a
mesma
Companhia,
trabalhar
por
sua
conta
na
mesma
officina, alii
se
encarrega
de
qualquer
obra,
tanto
nova
corno
de
con
certos,
por preços muito
rasoaveis.
Espera
que
o
publico
se
ulilise
dos
trabalhos
de
sua
arte,
pois que
já
lera
da
do
provas,
não
só
da
barateza,
mas tam
bém
da
préfeição
e
segurança
d
esse
tra
balho,
pelo qual
se
responsabilisa.
(3029)
Pncisa-se de
um
rapaz
com alguma pra-
ctica
de
negocio
de
tabacos.
Quem
se
achar
nos casos
queira
dirigir-se
á
Tabacaria
Portuense,
rua
do Carvalhal
o.
os
35
e
35
A,
tendo
bom
comportamento
faz-se-lhe
orde
nado
quanto
mais
breve
melhor.
(3030)
DICCIONARIO
POPULAR
BSésíos-Sco,
geograplkíeo,
■itytliol<»<jico, biographieo,
artisti-
co,
blbliograpbieo ©
litterario
POR
UMA
SOCIEDADE
DE
MOMENTS IÍE
EETtffíaAâ
CONDIÇÕES DA ASS1GNATURA
O
formato
do
S>ieciunar»a
Popular
é in-quarto
a
tres
coiumnas.
O
typo
é
miu
do,
como
o de
todas
as
obras
d
’
<
ste
ge-
oero
e
o
papel
da
melhor
qualidade.
A
obra
é
distribuída
em
fascículos
de
16
paginas
ou 48 coiumnas com
a
sua
com
petente
capa.
Cada
fasciculo
custará
100
rs.
Etauí
publicado o
faseie»»lo EA.
O
porte
do
correio
é á
custa,
da
empre-
za,
de
modo
que
os
assignantes das
pro
víncias
e
ilhas adjacentes
só teem
de
pagar
100
réis
por
cada fasciculo
como
guantes
de Lisboa e
Porto.
As
assignaturas
das
ilhas
são
radas
moeda
forte.
os
assi-
con«ide-
ser
diri-
Tola
a
correspondência
deve
gida
ao
escriptorio
da
empreza
do Diccio
nario
Popular—
Rua da
Alalaya,
173—
Lis
boa.
THEATRO
DE
S. GERALDO
São
convidados
os
snrs.
accionistas
d
’
esle
theatro a
comparecerem
no
salão
do
mesmo,
no
dia
12
do
corrente,
ás
12
ho
ras
da
manhã,
a
íim
de
elegerem
nova
direcção
e
bem
assim tratar
do
arrenda
mento
dos
camarotes
n.°
17
de
2.
a ordem
e
8
da
l.
a
e
procederem
ao
mais que
seja
necessário,
em
conformidade com
os
esta
tutos.
Braga 8
de
março
de
1876.
Visconde
de
Pindella
J.
Freire. '(3026)
(195)
CAIXEIRO
LINHA
QUINZENAL
DE PAQUETES
A
VAPOR
S.
Vicente, Pernambuco, Bahia, Rio de Janeiro,
Montevideo e Buenos-Ayres
Acceitando
também
passageiros de
3.a
classe
para
SANTOS
e
RIO
GRANDE
DO
SUL
com
trasbordo
no
iiio
de
Janeiro
GUADIANA
.
.
28
de
Março
DOURO.
...
13 de
Abril
MONDEGO.
.
.
28
de
Abril
PREÇOS
pasjuete
«S’esta
companhia
leva
a
bordo
«n-ãadoB
e ce-siubeiros
poi-tuginezea
para
commodida
dos
passageiros
de
todna as
elasaes.
Sendo
as
passagens pagas
na
Agencia
Central
no
Porto
ou
em
qualquer
Agencia
provincial,
a
conducção para
Lisboa
é
por conta
da
Companhia.
A
bordo os passageiros
teem grátis cansa, roupa de caiu», co
mida festa
per
cosinbeiros portugasezes,
viulao «Suas vezes por dia,
assistência setedica, eerviço de criados e esstras despezas.
A
EXPERIENCIA
de mais
que um
quarto
de século
tem
feito
com
que
os
pa
quetes
d
’esta
companhia
(a
mais
antiga
na
carreira
do
Brazil)
sejam
conhecidos
pela
regu
aridade,
velocidade
e
segurança
excepcional
;
além
d
’
isso pela limpesa, boa
or
dem,
bom
tratamento
e
acconiodações
a
bordo,
e pelos
melhoramentos
mais
moder
nos
tanto
para
a
hygiene
como
para
a commodidade
dos passageiros.
ISTO
É
COMPBOVADO
pela
grande
concorrência que
teem
de
passageiros
e
pelos
agradecimentos
de
mais
de
mil
e
cem
passageiros
d
’
entre
elles
leitos
por
es
cripta
como
consta
de
documentos
archivados
em varias agencias.
SÀO ESTES
OS PAQUETES
preferidos
pelo
Governo
Inglez
para
a
conducção
das
suas
malas
do
correio,e
por este serviço recebe
a
companhia
um
importante
subsidio.
TIVERAM
ESTES PAQUETES
a
honra
de
conduzir
Suas
Magestades
o
Impera
dor
e
Imperatriz
do
Brazil,
como
também
S.
A.
o
Infante
D. Augusto.
TODAS
AS INFORMAÇÕES
e
bilhetes
de passagem
podem
ser
obtidos
no POR
TO
na
AGENCIA
CENTRAL,
rua
dos
Inglezes, 23
; o agente
GUILHERME
C.
TAIT;
e
nas
províncias
nas
agencias
e
correspondências
estabelecidas
em
todas as
princi-
j
paes
cidades
e
villas.
.
Agente
em
Braga
o snr.
João
Manoel
da Silva
Guimarães,
Rua
do
Souto.
DECLARAÇÃO
Antonio
Rodrigues
Ribeiro,
(Testa cidade
de
Bragih decla
ra
que n d.i
deve
a
pessoa
al
guma
de quaiquer
pr;?ça
do
rei
no.
Quem
se
julgar
seu
credor
queira
apresentar
suas
contas
dentro
do
praso
de
8
dias,
a
con
tar
da
data
d
esta
deciaração,
que
faz
publica
para
os
devidos
effeitos.
Braga
11
de
M
j
rço
de
18
76.
Antonio Rodrigues Ribeiro.
Quem
quizer
comprar
uma morada
-
de
casas
de
dons
andares,
com
seu
■
quintal,
designada
pelo
n.°
47,,
si
tas
no
logar
da
Senhora
A
Branca,
d
«si-
cidade,
póde
Ll!ar
com
Bernaroo
da
Cu
nha
Pinto
Barbosa,
solicitador
de
Causas,
morador
ua
rua
Formosa
d
esta
mesma,
nue
está
auclorisado para liatar
da
sua
venda.
(196)
(3019;
Vende
se
uma
morada
de
casas
so-
bradadas
sitas
na
Travessa
Nova,
Carvalheiras,
d’
esta
cidade,
de
signadas
com
o
n.°
1 e
1
A.
Quem
pre
tender,
póde
fazel-o
em
carta
1
chada
diri
gida
á
redacção
d
’este jornal,
com
as
ini
ciaes
J.
J.
L.
(3021)
A
foram-se
ou
vende-se
Quatcrze
terrenos
com
30 palmos
de
frente
e
170
p.
de
fundo,
na rua
Nova
da
Senhora
A
Branca.
Para
tratar,
á
rua
do
Conselheiro
Januario,
n.°
97,
com
seu
do
no
João
Manoel
Pereira.
(3013)
SAIR
DE
LISBOA
ELBE
.
.
MINHO.
.
NEVA
. .
COMMODOS
28
13
de
de
de
Maio
Maio
Junho
s
T
a
v
ao abaixo
assignado,
mestra
«Artistas»,
qne
alguém
pro-
que esta
banda
se
acha
de-
Constando
da
banda
dos
cura propalar
sorgauisada,
declara
que
isso
não
passa
de
um
boato
insidioso,
e
que
ella
contit.úa
a
ftinccionar,
ainda com mais
numeroso
pessoal
do
que
até
hoje tinha, bem
como
o
abaixo
sssignado
continúa
sendo
o
mes
tre
da
mesma.
(3024)
Lourenço
José
Moreira.
Monle-pio
de
S. José
Por
ordem
do
ill.
mo snr.
presidente
da
Direcção
são
convidados os
snrs.
socios
que estiverem
nas
circuiustancias
e
quei
ram
concorrer
ao
concurso
para o
logar
de
escripforario,
dirigindo
suas propostas
em
carta
até
ao
dia 13
do
corrente:
os
livros
acham-se
patentes
em casa
do
snr. Anto-
tonio
Pereira
da
Silva Braga,
para
os
que
pretenderem,
poderem
examinar.
Braga 8
de
março
de
1876.
O
secretario,
Manoel
Antonio
Pereira.
(3023)
Na
rua
Nova
do Becco,
n.°
8,
troca-se
a
30
libras
um
rico
saucluario.
A
cruz
é
de
pau
preto,
a
imagem
de
rearíim
e
os
accessorios
de
prata.
(3020;
Vende-se uma
morada
de
casas
si-
3
‘
;;L
lua(^3
,,a
rua
da
Ponte,
com
o
n.
tt
Vê-se
das
3
ás
4
da
tarde.
Quem
a
pertender
falle
com
Antonio
dos
Santos
de
Azevedo
Magalhães.
(2981)
mZMiMttSUAttMMMKiSOMtMMMMMGNFJUKMWnS
braga
:
typogsaphia
lusitana
—
1876,
Parte de Comércio do Minho (O)
