comerciominho_10101876_553.xml
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-
jgOl
k.° ANNO 1876
FOLHA CONIMERCIAL RELIGIOSA E HOTICIOSA
NUMERO
5Õ3
Assigna-see
yende-se
no
escriptorio do
editor
e
proprietário
.'
oa
«
Jfarífl
Dias
da
Costa,
rua
Nova
n.°
3
E,
para
onde
deve
r«ar
dirigida
toda
a
correspondência
franca
de
porte.
—
As
assi-
yaaturas
são
pagas
adiantadas
;
assim
como
as
corresponden-
'iaa
de interesse
particular. Folha avulso
10
rs.
ÁS
TERÇAS,
QUINTAS
E
SABBADOS.
P
reços
:
Braga,
anno
1^600
rs.
—
Semestre
850
rs.^ Provín
cias,
anno
2&000
rs e
sendo
duas
3&600
rs.
—
Semestre
l&OBO
rs.=5razi/,
anno 3&60.0
rs.=-Semestre
1&900
rs.
moeda
forte,
ou
8^000 reis
e
4&500
reis
moeda fraca.=Annuncios
por
linha
20rs.,
repetição
10
rs.
Para
os
assignantes
29 ®/
5
d
’
abatimento.
—TEKÇI-F
êij
;
A
80
E>E
OUTUBRO
®
Maçoísisstio avaliado por «stsa
ministro
{sroteetonte.
«
We
have
not
to
deal
only
wi-
themperors,
princes and minis-
ters;
there
are
the
secret
socie-
ties—an
clement
which
we
must
take
into
consideration
—
which,
at the
last
momeat,
might
baffle
all
your
arrangements
;
which ha
ve
agents
everywhere
—
-which
have
reckless
agents
;
which
countenan-
ce
assassination;
and
which,
if
necessary
could
produce
a
mas
sacre.
»
Eis
o
texto
de
parte
de
um
discurso
importante,
qual
é
aquelle
que
definindo
a
situação
do
governo
britânico
em
face
da
actual guerra do
Oriente,
proferiu
lord
Beaconsfield,
ministro
d’
aquelle prolestan-
tissimo
paiz.
Ninguém
de
boa
fé
accusará
lord
Bea
consfield
de
reaccionario
e
papista,
elle
que professa
uma
religião
inconciliável
com
aquella
que
tem
por
mais
acérrimos
ini
migos
os
maçons
de todos os
matizes
;
elle
que
é
primeiro
ministro
do
governo
de
um paiz
onde
a
maçonaria
ás
escan
caras
e
ruidosamente
se
exerce
e pro
fessa,
a
ponto
de
fazerem
que
o
herdei
ro
do
throno
empunhe
o
malhete
do
grão
mestrado.
Mas
como
o
facto
de ser
protestante
não
isentou
lord
Beaconsíiel
de
ser
honrado
e
franco,
veio,
quando
o
bem
de
seu
paiz
reclamou,
demonstrar
o
peri
go
das sociedades secretas,
dizendo-nos
o
que
já sabíamos:
«Elias,
leem
agentes
se
cretos
em
toda
a
parte,
com
o
aspecto
de
assassinos
que,
quando
necessário, não
duvidarão
mesmo
excitar
um massacre»
(which
have agents
everywhere
—
which
have
reckless agents;
which
countenance
assassination,
and which,
if
necessary
could
produce
a
massacre.)
Ora
se
um
sectário
d
’
uma
religião
com
que
mais
se
coaduna
a
maçonaria
faz d
’
ella
uma apreciação
tal,
que
crédito
nos
não
deve merecer
a
apreciação
que
da
mesma
faz
—
condemnando-a
—
o Doutor
supremo
e
infallivel
da
Egreja?
E
o
honrado
ministro
não
receiou
sa
crificar
consideração
alguma
para
dizer
a
verdade:
vem e
dil-a,
embora custe
aos
malvados
e
pedantes
que fazem
consistir
toda
a
sua
gloria em
terem
maior
ou
menor
numero
de
graos
na
geringonça
dos
Ires
pontinhos.
E
não
se
desenganarão
ainda
aquelles,
que
de
boa
fé
se
agremiam
na
tenebro
sa
sejta,
do
papel
que
para
hora opportuna
lhes
está
reservado
?
Não
se
desenganarão
que,
engrossando
com
suas
pessoas e coop-
peração
tão
infames
sociedades,
concorrem
para
um
cataclismo social,
mais
tarde
ou
mais mais
cedo,
previsto
e
realisado
?
Ella
tem
agentes
em
toda
a
parte
(which
have
agents
everywhere..)
que
tem
o
aspecto
de
assassinos
!
E
tem
;
vêmo!-os
em
todos
os
ramos
da
sociedade e
com
um
fervor tenaz
na
propaganda
do
êrro,
da
devassidão e
de
quanto
mao
pode difundir-se
para
triunfo
de Satanaz.
Entre
nós,
paiz macaqueador
de
quan
to vae
lá
por
fóra
de
nefasto
e
ruim, acha
a
negregada
seita
adeptos
famosos
e pro
pagadores
estrenues.
Exemplo
:
o
«Jornal
do
Commercio»,
e a
mais
papeiuchada li-
beranga
que
guerreando
incessantemente
a
Egreja
e
seus
ministros
representam
um
papel
logico e
em
harmonia
com
os
prin
cípios que
defendem.
A
guerra
contra
o
justo,
contra
a
virtude,
contra
a
fonte
de toda a verdade
e
sabedoria
só
póde
partir
d
’
onde
imperar o
vicio, o
èrro,
a
mentira
e
a
ignorância.
Mas
por cá,
onde
sempre
se
está
prom-
pto
a
macaquiar
o
mal,
porque
não
se
ha-
de imitar o
que lá
por fóra
se-pratica
em
reacção
a
esse
mal?
Porque
nos
não
congregaremos
em
força e numero
para
resistir
á
onda do
vicio,
propagando
as
sãs
doutrinas,
exemplicando
as
boas
obras
pela oração publica,
pelas
peregrinações
e
toda
a
ordem
de manifestação
legal
co
mo
se
nos
está
dando
exemplo
da
Fran
ça
da
Allemanha,
de
todo
o
mundo
em-
íim,
e
até
agora
da
própria
Hispanha?
Não,
senhores.
Apenas
raros escripto-
res
catholicos,
cuja abnegação
nos man
tém
na
brecha,
não
cessamos
exforços
pa
ra
desmascarar o
êrro.
Temos
poucos
meios
de
fazer acces-
sivel a
todos a
nossa
limitada
imprensa
;
n
’
esta
parte
leva-nos
vantagem
descotn-
munal
a
revolução
maçónica,
e
levará
em
tudo
se
a
nossa
indolência
não
se
dis
sipa
para
reagirmos
com mais
energia.
Não
seja
só
mister
que
do
seio
do
pro
testantismo
venham, para abrir
os
olhos
aos
incautos,
apreciações
que
a
força
da
insuspeição
torna
mais
dignas
de
crédito
a
par
de
nossos
exforços
parcos
de acção
e
energia.
J.
MACHADO JÚNIOR.
------------------------------------------------------------------------------ --
U
ssb
discurso fuisebre.
Lemos
no
«Diário
do
Commercio»,
de
Lisboa
:
Só
agora
podemos
dispôr
de
alguns
mi
nutos
para
os
consagrar
á
leitura
<Ie
um
celebre
discurso
do
snr.
dr.
Eduardo
Maya,
pronunciado
á
beira
da sepultura
e
diante
do
cadaver
do
suicida
José
Fon
tana.
Tínhamos
reservado
o numero
da
«Democracia», que
o
publicou,
porque
al-
tendendo
aos
méritos
do
auctor,
já
espe
rávamos
que
saisse
disparate.
Não
nos
soííre
pois
o animo
que
não
registremos
alguns
pontos
curiosos
do
ce
lebre
medico,
que
prohibe o
vinho a
quem
usa
do
aconito,
e
lh’o
receita
puro
da
sua
taberna.
Diz o
illustrado
philosopho
:
«Eu
con
sidero
que
o
suicídio
é
não
sómente
um
direito,
mas
até
um
dever».
E
como
corolário
:
«O
direito
á
vida
é
o
primeiro e
mais
sagrado
de
todos
os nossos
direitos,
e
o
dever
de
conserval-a
o
primeiro
emais
sagrado de
todos
os
deveres».
Agora
veja-se
como
o
illuslre
philoso
pho
aprecia
o
fado :
«O
seu
suicídio
(de Fontana)
foi tal
vez
um
exemplo
de
abenegação
e
coragem,
em
vez
de
ser
exemplo de
ingratidão
e
cobardia».
E.-..
philosophia
redonda:
«O
suicídio
é uma
cobardia».
E
que
tal
?
!
Pois
não
pára
aqui
o
famoso republi
cano :
«E
o
espirito?
E
’
a
essencia
mesma
do
movimento,
é
a
sua
forma,
é
o seu
typo».
Este
-espirito
com
forma
cheira
a
bola.
Mas
escutem,
escutem.
O
celebre
matriolisla
continua
n
’
esta
torrente
caudalosa!
«O espirito
(de
Fontana)
está
sobre
nós,
anima-nos,
dá-nos
coragem
; está
aqui
ao
pé
de
nós, escuta-nos, applaude-nos,
dá-
nos
animo,
chora
comnoscoe
ama
comnos-
co.
Esse
sentimento
do
amor
humano
que
em
nós
existe
é
o
seu
espirito
;
essa as
piração
para
o
bem,
que
a
todos nos
anima,
é
ainda
elle.
Essas
virtudes,
essas
paixões, essas
necessidades,
esses
deva
neios
são
o
espirito
de
José
Fontana».
Irra
!
A
desgraçada
humanidade
não
ti
nha
comsigo
cousa
alguma
espiritual
I
Jo
sé
Fontana
reuniu
tudo
quanto
fez
o
Crea-
dor.
Veja-se
como
a philosophia
do
ilius-
tre
philosopho
republicano-humoeopatha
do
Arco da Bandeira,
em
um
abrir
e
fechar
d’
aquella
boquinha de
oiro,
dymnamisou
o
espirito
de
Fontana
pelas
virtudes,
paixões
e
necessidades
de
lodo
o
mundo
!
Se
al
guém é
com
o
uso
de
tal dymnamisação
atacado
de uma
dôr
de
barriga,
por
exem
plo,
que
será
do
espirito
transmigranle do
snr.
José
Fontana?!
«E
o
corpo?»
pergunta o
grande
philo
sopho
dos
tumulos
e
do
armazém
de
vinhos
do Porto.
«E
o
corpo?!
cuidaes
que
vae
sumir-
2
FOLHETIM
BI?.
J.
M.
DE
MACEDO.
ROMANCE
BRAZILEIRO
VOLUME
1
l
O
Ceo-côr-de-rosa.
'
[Continuação]
Pensamos
haver
dito
bastante
para
que
se
comprehenda,
com que excesso
era
amada
essa
moça
:
e
como
não
pretendemos
fazer
côro
com
a
multidão,
que
a
incen
sava
com
lisonjas
tão
exageradas,
e
pou
ca
importância
damos
a
esses
exaltamen-
tos
populares,
que,
tantas
vezes,
basta
um
leve
sopro
para
de
todo apagar,
ou
mesmo
dar-lhe
direcção
absolulamente
op-
posla
;
vamos
dizer,
o
que era
ella
em
realidade,
e do
que
com
justiça
se
lhe
devia;
e
se
no
correr
d
’
esta
historia
usar
mos
repelidamente
de
alguns d’
esses
epi-
thetos mencionados,
será
porque
o
povo
á
força
de repetir
os
nomes
de
sua
es
colha,
acabou
por generalizal-os
de
tal
mo
do,
que
só
por
elles
eram
bem
conheci
dos
os objectos
que
nomeavam.
Força
é
agora
partir
de mais
longe.
Deus
legou
aos
homens
pensamentos
grandes,
importantes,
e
sagrados
: em
sua
passagem,
de
padecimentos
para
elle,
e
de
salvação
para
nós,
em
sua
passagem
por
este
mundo,
dizemos,
cada
passo
que
deu,
cada
acção
que
fez,
cada palavra
que
pronunciou,
foi
uma
lição
de
virtude
an
gélica,
uma
amostra
do
caminho
do
Ceo,
um
pensamento
de
santidade;
e
o
cum
primento
de
cada
um
d
’
esses
pensamen
tos
é
o
emblema,
o
mote
de cada
classe
da sociedade;
entre
elles, se fosse possí
vel
dar-se
mais
belleza
a
uma
do que
a
outras
ideias
do
Espirito
Divino,
seria
um
dos
mais
sublimes
e
diíficeis
—a
caridade
—
E
os
missionários
rfessa
virtude
angélica
são
especialmente
os
médicos.
A
medici
na
é
o
sacerdócio
da
caridade.
O
negociante
de receitas,
aquelle
que,
mercê
de
seu
titulo,
anda
por
ahi
cu
rando,
se
póde,
os
seus
doentes,
tendo
em
mira
sómente
o
podre
interesse
;
que
só
presta o
seu
conselho a
troco
de
ouro;
que
morde
nos outros
médicos,
como
em
concorrentes que
lhe
diminuem
o
ganho
;
esse,
que
não
comprehende
o
gemer
d
’
al-
ma
da
humanidade; que
não
sabe,
o
que
é
o
solfrimento mal
gemido,
as angustias
aba
fadas
do
homem
pobre
;
esse,
que
em-
quanto
receita
com
a
mão
direita,
tem
já
a
esquerda
estendida
para
receber
dinhei
ro
;
esse,
que
define
a
medicina
—
sómen
te um
meio
de vida
—
;
esse,
que
não
entende,
que
a
religião de Jesus
Christo,
a
nobreza
de
sua
sciencia,
e
a
honra
do
seu
coração
lhe marcam
o
posto
ao
pé
de
quem
geme,
e
não
unicamente ao
pé
de
quem
paga ;
esse.......
é apenas
um
mercador
de
receitas.
Mas
aquelle,
que,
no
exercício
da
me
dicina,
não
faz distincção
entre
rico
e
po
bre,
e
vê
só indivíduos, que
de
seus
cu-
dados
carecem
;
aquelle
que
combale
as
enfermidades,
disputando
contra
a
morte
dia por
dia,
hora
por
hora,
instante por
instante
o
campo
da
vida
;
que invade
corajoso
a atmosfera
da
peste
;
que se
ex-
)õe
com
marcial
bravura
ao
contagio
mor
tífero,
respirando
aqui
ar
miasmalico
e
envenenado, banhando-se alli
em
suor
fé
tido
e
peçonhento, para
caridoso
levar
soc-
corros
a
infelizes,
de
quem
sabe
não
re
ceberá
um
ceitil;
aquelle
que
nem
mes
mo
desanima,
n’esse
viver
trabalhoso,
an
te
o monstro,
que
tantas
vezes
fere o
coração
do
medico
—
a
ingratidão
—
;
que
laciente
se
amolda
á
impertinência
da
in
fância,
ao
capricho
da
velhice,
e
ao
pu
dor
da
virgindade;
que
não
conhece
no
lomem
só
os
padecimentos
da
matéria;
que
entende
e
falia
também
o
idioma
da
sensibilidade,
o
eloquente
dizer
da
alma
;
aquelle
que tem
na cabeça a medicina
jara
curar,
nas mãos
metade
do
ouro,
que
recebeu
do
rico
para espalhar
sobre
a
miséria
da pobreza;
*
nos
lábios
conso-
ações
salutiferas
para
com
ellas
abrandar
os
tormentos
do
infeliz;
e
no
coração
uma
sepultura
para
elernamente
encerrar
os
segredos
das
-famílias;
esse sim... esse
é
medico.
E
se
acaso
se
orgulha
de
sel-o,
tem,
a
sobras,
razão para
orgulhar-se.
Nobre,
alta,
importante,
solemme
mis
são
é
essa!...
e
essa
missão
tinha
sido
cumprida
á
risca
pelo
Dr. Paulo
Angelo.
A
vida
de
Paulo
Angelo
fóra
uma
lon
ga
historia
de
filantropia
e
caridade: com-
prehendendo
perfeitamente
o
ministério
do
medico,
não
se
arredara
nunca em ne
nhum
de seus
passos
da
linha
de
proce
der,
que
lhe
cumpria
seguir. Dias
e
noi
tes
gastára
elle
em
fazer
bem,
ou
em
preparar-se para
fazel-o
a
seus
similhan-
tes;
porque
de dia
eram
suas
horas
vo
tadas
á
observação,
e
ao
cuidado
de
seus
enfermos;
e
de
noite
estudava, estudava
sempre;
pois
que
jámais
pensava
ser
suf-
licieniemente
sabio:
havia reconhecido,
que
assim
como
o
homem
moral,
o
homem
íisico
é
lambem
um livro
immenso,
em
que
sempre
se
acham
segredos novos
pa
ra
interpretar
;
e
que
lendo-se
mesmo
de
continuo
até
a ultima
hora
da
vida,
ainda
assim
não
se
tem
lido
bastante,
ou
antes
nunca
se
chega
á
sua
pagina
derradeira.
Moço
ainda, desposára
elle
uma
mu
lher virtuosa
e amavel ; e
o
Ceo abençoan
do
sua
união,
lhe
fez
presente
de
uma
fi
lha,
que
deveria
fazer
o
encanto
de
sua
velhice
:
occupou-se
desvelado
em
sua
edu
cação;
possível
e
muito
lhe
fôra
preparar-
lhe uma
herança
elevada,
porque
medico
habil
e
afamado,
exercia
uma
clinica
vas
ta e
rendosa
;
quasi sempre porém
meta
de
do
estipendio
do
rico
ficava
debaixo
do
travesseiro
do
pobre.
No
entanto
se seus
cofres
permaneciam
vazios, as bênçãos
do
povo
choviam so
bre
Paulo
Angelo,
e
sua
família;
pois
que
sua
esposa
obedecendo
á
própria
índole,
e
seguindo
os exemplos
que
lhe
elle
da
va,
cumpria
também
a
santa
virtude
da
caridade,
com
essa
graça
no
bem-fazer
com
esse
segredo
de
ser beneficente
qua
si
brincando,
de
que
sómente
são
capa
zes
as
mulheres;
e
sua
pequena filha
amamentada
com
o leite
da
virtude,
em
balada
no
berço
da
benelicencia,
era
um
galante
cherubim,
de
quem
Deus
modelá-
ra
o
coração,
e amor
o rosto.
(
Continua)
se,
que
vae
desapparecer,
que
vae
anni-
quillar-se?
Não!
uma
parte,
a
maior
par
le
está
aqui !
A
’manhã,
depois,
brevemen
te,
podeis
dizer
como
do corpo
de
Chris-
to:
ressuscitou,
não
está
aqui!
«A
’
manhã,
depois,
d
’aqui a
pouco,
po
dereis
procurar
dentro
em
vós
este
mes
mo corpo que
agora
se
acha aqui
;
pode
reis
procural-o
dividido
em
mil
partículas
n
’
esle
ar
que
respiramos,
nas
arvores
que
ornam
este
recinto,
nas
(lores
que
as
en
feitam
e
cujos
perfumes
suaves
nos
em
briagam
os sentidos
;
podereis
procural-o
nas
pedras
da
sepultura,
na
terra
que
vae
enchel-a,
em
toda
a
parte, nos
corpos
so-
lidos,
nos corpos
líquidos,
nos
corpos ga-
zosos,
organisando
novos
seres,
dando
vi
da
a
novos
organismos».
Depois
de
tantas torturas
porque
passou
a
alma
penada
do
snr.
Fontana,
dá-lhe
o
snr.
Maya
ao
corpo
baldões
infinitos
!
Eis
o
corpo
do
infeliz
feito
measma
no
ar
que
respiramos,
feito
oidium
nas vides,
feito
borboleta
nas
flores, feito
bixinho
de
conta
nas
pedras
da
sepultura,
feito
lombriga
terresVe
na
terra
que o
ha
de
cobrir,
feito
enguia
nos
corpos
líquidos,
feito
micodermas
nos
corpos
gazosos
(cor
pos
gazosos
!),
organisando
novos
seres
como
a
salamandra,
dando
vida a
novos
or
ganismos,
como
ás
faces
rosadas
d
’
um
bem
amado
!
!
Que
mais se
carece
para
fazer
a
repu
tação
de
um sabio?
Dizem
grandes
sábios,
como
Collin,
Milneedward
e
Claude
Bernard,
que
não
ha
sciencia
mais
cheia
de
maravilhas
e
de
mysterios
do
que
a
phisiologia:
o
snr.
Maya,
pela
theoria das
desdobrações ex
plica
tudo
!
Feliz
mãe
que
te
deu
á
luz.
OOTH.O,
Abert«am
dma aialias no
Setinimt-
río «1» *4. Pedro.—
Por
10
horas
da
ma
nhã
d
’ante-hontem
efTeciuou-se,
pela
se
gunda
vez n
’
esta
cidade,
a
abertura
so-
lemne
das
aulas
do
Seminário
Conciliar
de
S.
Pedro.
Finda
a
rnissa
do
Espirito
Santo,
ce
lebrada
na
capella
do
Paço
pelo
virtuoso
e
illnstrado
padre
João
Rebello,
vice-rei-
tor
do
seminário,
s.
ex.
a
revdm.
a
o
snr.
arcebispo
coadjutor
entoou
o
himno
Veni
Sande
Spirilus,
e
no
fim
recitou
a ora
ção
Deus
qui
carde,
etc.
O
decano
dos
professores,
o
snr. co-
nego
Martins,
ajoelhado
aos
pés
de
s.
ex.
a
revdm.
a e
com
a
mão direita
sobre
os
Evangelhos
leu
a
profissão
de
Fé,
a
qual
todos
os
ontros
professores
juraram
nas
mãos
do venerando
prelado.
Terminada
esta
ceretnonia,
a
banda
de
musica
que se
achava
no
pateo
do
pala-
cio
archiepiscopal
rompeu uma
peça,
e
continuou
acompanhando
s.
ex.
a revdm.
a,
que
se
dirigiu
á
sala
da
Relação
Ecclesias-
tica,
seguido
por
todos
os professores,
reitor,
vice-rcitor,
prefeitos, communidade
do
seminário,
grande
numero
d
’
alumnos
externos
do
mesmo
e
mais
pessoas
que
tinham
assistido
aos
ados
precedentes.
En
trado
o salão, o
snr.
arcebispo
tomou
as
sento
n’
uma
cadeira
d'honra
cofocada
no
plano
superior
ao occupado
pelos
profes
sores
do
curso trienal.
Em
seguida
o snr.
dr.
padre
João
Manoel Correia,
professor
de Theologia
Moral
(2.®
anno),
sentado
no
centro,
leu a oração
de
Sapientia,
em
la
tim.
a
qual
foi escutada
com
a
devida al-
tençào.
No fim
da
leitura,
s.
ex.
a
revdm.
a
foi
do
mesmo
modo
que referimos
acompanha
do
aos
seus
aposentos,
onde
conversou
al
guns
minutos
com
os
professores,
dignan
do-se
depois
vir
despedir-se
d’
elles até
á
porta
do
salão
dos
Retratos.
Sieasflraçi».
—
Das
obras
em
conslruc-
ção
na
rua
da
Cruz
de
Pedra,
para
a
fa
brica
de serragem
pertencente
á
Compa
nhia
Edificadora
bracarense,
cairam
na
tarde
do
dia
6
quatro
operários,
tres
dos
quaes
ficaram
muito maltractados
e
um
em
perigo de
vida.
»t»bito.—
No
dia
6
do
corrente
falleceu
no
Porto
o
snr.
Francisco
Gomes
Moniz,
um
dos
redactores
do
«P.imeiro
de
Ja
neiro».
Era
ianda
moço,
e
gosava
de
geraes
simpathias.
Cumprimentamos
os
nossos
colle«as
d
’
aquella
redacção.
«A
Vígíia».
—Recebemos
o
n.°
2
d’este
periodico
litterario
que
vê
a
luz
na
cidade
da
Virgem.
Contém
prosas e
versos
de
Amélia
d
’A.,
Sousa
Moreira,
Firmino
Pereira,
Teixeira
de
Carvalho,
Leite
de Vascon-
cellos,
e
outros
escriplores
conhecidos.
Peix»
monstruoso.—
No
logar
do
Hospitalet
da
província
de Reus
(Hispa-
nha)
foi
apanhado
um
enorme
peixe,
um
verdadeiro
cetáceo
pelo
seu
tamanho.
Parece
que
vindo em perseguição
de
um
bando
de
atuns,
entrou
n
’
umas
redes
preparadas
para
a
pesca
d
’
este
peixe.
Ao
vêr-se
preso
fez
alguns
movimentos
brus
cos e
rompeu
uma
boa parte
do
appare-
Iho, por
onde se escaparam
todos
os
atuns.
Os
pescadores
surprehendidos
com
este
inesperado
acontecimento,
desancoraram
as
lanchas,
arrojaram-se
denodadamente
sobre
o
monstruoso
animal
e
sustentaram
com
elle
uma
arrojada
lucta
que
durou
mais
de
uma
hora.
As suas
dimensões
eram
tamanhas
que
foi
mister
impellil-o
para mar
largo,
com
o
fim
de atacal-o
com
exito, sendo
morto
a
golpes
de
ar
pão.
O
mar
n
’
uma
extensão
de
muitos
me
tros,
ficou
tinto
de
sangue.
Eepois
de
muitos
esforços
o
animal
foi
arrastado
para
terra.
Ninguém
pôde,
mes
mo
os
mais
experimentados
em
coisas
de
mar,
dizer
o
nome
do
monstruoso
peixe,
pois que
pela
sua
fôrma
especial
e
por
seu
tamanho
é
completamente
desconheci
do
no
Mediterrâneo.
Para
formar
uma ideia de
sua
grandeza
basta
dizer que
pesava
uma
duzentas
ar
robas;
só
o
figado
pesou trinta arrobas.
O
animal
foi
cortado,
e
a
sua
carne,
que
parece
saborosa,
posta
á
venda.
A
cabeça
do grande monstro
do
mar
é
col-
lossal:
os
olhos
são
do tamanho
de
um
ovo
de
pato.
Emigrnção 5»iwpanfinta.—
As car-
tas
de
.Argel
calculam
em 37:000
o
nu
mero de
emigrados
hispanhoes,
que n’
es-
tes
últimos nove
inezes tem
aportado alli
em
busca
de
trabalho,
Ccmversões
ssra
A5lemnsaSa
«.—
An-
nuncia-se
a
conversão
do
barão
Clemente
du
Ducker,
que
entrou
para
a
Egreji
ca-
tholica
em
Roedinghausen
na
Westphalia
e
M.
Ernesto
de Kranc
Matina,
alferes
do
4.°
regimento
de couraceiros.
Este ul
timo
declarou
a
sua
saída
do
protestan
tismo
no
tribunal
do circulo
de
Warendof
e de
abraçar
o
catholicismo.
M.
de
Kranc
é
sobrinho
de
outro
convertido.
M.
For-
cade
de
Blaix,
conselheiro
do
supremo
tribunal
de Turin.
Hi apenas
dois
mezes
que
o
príncipe
Carlos
de
Solms Braunfelds,
abjurou
o
protestantismo na hora
solemne
da
morte.
A
iibií
vrrHiirio do saar. eo»«
*
e
de
Chairnbord.
—
Celebrou-se
no
dia
29
do
passado,
em
Paris,
por uma
rnissa
dita
em
Saint-Germain-du-Prés,
o
56.°
anni-
versario
natalício
do
snr.
conde
de Cham-
bord.
Foram
numerosíssimas
as
pessoas
que
assistiram.
Em
muitas
cidades
de
França
foram
feitas
preces
igualmeme
no
mesmo
dia
e
peio
mesmo
objecto.
JUosífriííjio.—
No
Rio
de
Janeiro
sa
be-se
por
telegramma
enviado
do
Rio
Grande
que
o brigue
brazileiro
«Santa
Ri
ta»
perdeu-se totalmente
no
dia
29
de
agosto
na
ponla
de
Castilhos,
com
o
leme
quebrado.
Pouca
carga
foi
salva.
A
tripulação
está
em
Montevideu,
e
o
capitão
ficou
em
Castilhos.
Este
navio
saiu
de Paranaguá
para
o
Rio
Grande
a
22
d’
agoslo.
Estreitas
vbsímíusís
da palas
*
.
—
Lê-se na
revista
scienlifica
do
Siécle:
«A
eslrella
polar
tem
perto
de
si
uma
companheira
facil
de
examinar,
e
conhe
cida
de todos os
astronomos;
mas
era
possível que tivesse
mais
duas
visinhas,
e
assim
o
faria
crêr
uma
carta
dirigida
por
M.
Ad.
de
Boe
a
M.
Le Verrier.
Em 1869. M. de
Boe
observava
a
po
lar
em
Anvers
com
uma
excellente
luneta,
que se
acha
agora
nos
observatorios
de
Touiouse,
e
pareceu-lhe
verificar
que,
além
da
companheira
conhecida,
existiam
outras
duas
muito
mais
próximas
e
muito
mais
fracas.
,
A
sua
distancia
seria
apenas
de
3
a
4
segundos
d
’arco,
e
poderiam
ser
classifi
cadas
entre
as
estrellas
de
12.
a
a
13.a
gran-
desa,
isto
é.
entre
aquellas
que
mal
se
perceberam
com
as
melhores
lunetas.
M.
de
Boe
não
logrou
tornar
a
vêr as
suas
duas estrellas
com
um telescópio,
que
na verdade
não
era
de
construcção
muito
perfeita.
Escreveu
ao padre
Secchi,
pe
dindo-lhe
que
fizesse
a
observação
com
os instrumentos
do
collegio
romano,
mas
o
sabio
jesuita nada
viu
bem determi-
do.
N
’este
anuo,
M.
Ad.
de
Boe,
havendo
outra
vez
ás
mãos
um
bom instrumento,
tornou
vêr
as
suas
duas
estrellas;
pediu
então
a
um de
seus
amigos,
o
barão
Octa-
ve
Vae.
Eribon,
que
faz
observações
no
seu
íastello,
a
duas léguas
de
Envers,
com
excellentes instrumentos,
que
inves
tigasse
também
por
sua
parte, e
as
obser
vações
foram
concordes.
Tomaram-se
todas
as
precauções
para
evitar as
illusões
frequentes
quando
se
tra
ta de
tão
pequenos
astros,
as
lentes
fo
ram
voltadas
em
differentes posições,
em
pregaram
se muitas
amplificações,
e
Sem
pre
os
mesmos
pontos
fracos
se
achavam,
cada
um
no
seu
logar.
Perguntar-se-ha
como
duas estrellas,
embora
tão
pequenas,
poderam
escapar
aos
observadores,
nas
proximidades
dum
dos astros sobre
os
quaes
as
astronomos
dirigem
o
mais
das
vezes seus
instrumen
tos.
E
’
possível que
taes
estrellas
estejam
sujeitas
a
mudanças
de estado periódicas
ou
a
movimentos
que
nem
sempre
se
dei
xam
perceber.
Ainda
que
assim
fosse,
só
a
fixação
d
’
estas
estrellas
na
direcção da
linha
fictícia
designada
pelo
nome
de
ei
xo
do mundo,
teria
por
si
um
grande
mérito.
Noticias
«le
Amtares.—
Escrevem
d’
aquelia localidade ao
«Commercio
Por-
luguez»:
Portugal é
um
paiz
essencialmente
agrí
cola,
e
como
este
ramo de
industria
é
o
nosso
braço
direito,
julgamos
ser
de
necessidade
fallar
da agricultura
e
sua
in
dustria,
sem
escutarmos
aquelles
que di
zem
ser
hoje
mania
da
epocha
tractar
de
tal assumpto.
Amares
tem,
como
já
disse,
valles
ri
quíssimos.
Sua
industria
agrícola,
até
ao
dia
de hoje,
tem
sido,
com pouca
difíe-
rença,
a mesma
que era
ha
dez
annos
a
esta
parte;
e
assim
se
teem
conservado
terrenos
com
matto,
de
onde
poderiam
sahir mananciaes
de
riquezas
de
um solo
todo
producente
como
é este.
A
Sociedade
de
Viticultura
projecla
cul
tivar
a
encosta
de
um
moute,
com
vinha
escolhida,
seguindo o
syslema
do
snr.
La
pa,
para
servir
depois
de
modelo
e
vêr
se os
systemas
tão
apregoados
darão
o
resultado
desejado
na
província
do
Mi
nho.
Se
o resultado
for
regular,
mais tarde
será
o
vinho
de Amares conhecido
lá
fóra,
como
hoje é
a
excellente
laranja
d
’estes
sitios.
—A
multiplicação
das
laranjeiras
aqui
é
feita
de
alporques; plantação
menos
se
gura
do
que
aquella
que
é feita
de
plan
tas
sahidaá
do mergulhia. Esta
faz-se,
cor
tando
o
tronco
da
laranjeira
de
4
a
6
pollegadas
acima
do
enxerto.
O
tronco
lan
ça
vergoteas
quê
no
segundo
ou
terceiro
anno deverão estar desenvolvidas,
a
pon
to de
se
lhe
poder
fazer
um
combro
de
terra em
volta,
cuja
altura
não
excederá
cinco
polegadas
á
parle
superior
do
tronco,
e
depois
vae-se
accumlando
esta
terra
á
medida
que
se cortam
os
ramos,
e mer
gulha-se
o todo.
Este
ramo
de
industria,
ainda
desco
nhecido
n’
este
concelho,
havia
bom
resul
tado,
visto
os
alporques serem poucos
e
de
um
preço
elevadíssimo.
E
’
por
falta
de arvores
que
se
não
leem
multiplicado
as
laranjeiras
e que u
seu
commercio
é
em
menor
escala
—
A
chuva não
tem
deixado
fezer
as
vindimas.
O
nosso
vinho
verde
este
anno
foi
mais
tardeiro
na
sua
maturação;
e
em
partes não
amadureceu
bem,
ficando,
como
dizem,
outomnado.
—
No
dia
29
para
30
do
mez
passado
houve
aqui
um
forte
vendaval,
acompa
nhado
de
chuva,
que
fez
muitos
estragos:
arrancou
arvores,
quebrou
outras, deitou
por
terra muitos milhos
e uvas.
Em
Vil-
la-Verde
aconteceu
o
mesmo,
e
as
vin
dimas
para
lá, na
maior
parle,
estão
por
fazer.
Quem
enxofrou,
colhe
quasi
o
mes
mo vinho
que
no anno
passado,
e
os
que
não
enxofraram
esperam
pelo
anho que
vem
para
colherem
tanto
como
o seu
vi-
sinho,
que não
se poupou a despezas e
trabalhos.
Mais
vaie
tarde
que
nunca.
—
Tem-se
vendido
algumas
pipas
de
vinho
novo;
seus
preços
tem
sido
de
14$000
a
18(3000
réis.
Este
anno
deve-se
pagar
bem.
porque
para
os
lados
da
Barca
e
Arcos
ha
muitíssimo
pouco.
Quem
não
enxofrou
não
colhe
um
terço
do
anno
pas
sado.
—
O milho
n
’estas
ultimas feiras
subiu
um
pouco;
o
preço
do
alqueire
regula
de
500
a
350
réis.
Explosão.—
No
dia
6
pelas
3
horas
e meia
da tarde
deu-se
na
fabrica
de
fun
dição
do
Ouro,
no
Porto,
pertencente ao
snr.
Luiz
Ferreira
de
Sousa
Cruz
uma
explosão
na
caldeira
que
toca
o
maquinismo
da
fa
brica.
A
caldeira
estava
a
trabalhar
sob
a
pressão
de
quatro atmosferas,
força
infe
rior
á
que
ordinariamente
supporta,
visto
que,
para
dar
movimento
á
ventoinha
da
fundição,
é
elevada
sempre
á
pressão
de
seis atmosferas.
Tinha
acabado
de se pôr em movi
mento
a
ventoinha
quando
succedeu
re
bentar
uma junta
do cilindro da
machina,
que era
separado
da
caldeira;
e
tendo
de
parar-se
com
o
vapor,
para dar
logar
á
repartição
da
junta
do
cilindro,
o
foguei
ro
esqueceu-se
de
abrir
as
valvulas
e
o
vapor
que
não
tinha
por
onde
respirar,
produziu
a
explosão.
A
caldeira
estava
montada
fóra
do edi
fício,
n
’um
barração especial,
no
intuito
de
prevenir
qualquer
eventualidade. Ainda
assim,
e por effeito
do vacuo
produsido
pela
explosão,
as
duas
paredes
que
es
tavam
na
direcção
em
que
rebentou
a
caldeira
cairam
para
a
parte
de
dentro,
ficando incólume a
armação
do
centro
as
sim
como
todo
o
maquinismo que alli
se
abrigava.
Os fragmentos foram
arrojados
a
dis
tancia
de
150
metros,
e
os tijolos d
’
uma
chaminé,
que
ha
pouco
tempo
se
conclui
rá,
varejaram
os telhados
e vidraças
das
casas
no
perímetro
de
300
a 400
metros
do
logar
da
catástrofe.
Esta deplorável occorrencia occasionou
a
perda
de
tres
vidas, afora
os
ferimen
tos
mais
ou menos
graves
em
quatro
dos
operários.
Uma
das
victimas
foi
João
da
Silva,
o
pregoeiro, morador
ao Carvalhido,
que
trabalhava
n
’essa
occasião
dentro
da
fabrica,
e
morreu
instantemente.
Outro
foi
Joaquim
Rumilo,
que
pouco
sobreviveu
ao
desastre.
Também
uma
pobre
mulher
de nome
Anna
Massaroca.
moradora
na Arrabida,
recolhia
da
cidade
de cobrar
505000
reis
que
o
marido
lhe
mandara
do
Brazií.
Mal
diria
ella,
tão contente
com
o
seu
thesou-
ro,
que
era
portadora
talvez,
do
dinheiro
para
o seu
enterro! Quando
chegava
de
fronte
da
igreja
de Lordello
recebeu
um
estilhaço
da
chaminé,
que
a
prostrou
ins
tantemente
morta.
Dentro
da
fabrica
achava-se
o
proprie
tário,
que
nada
soffreu,
assim
como
o
fo
gueiro,
que estava proximo
da caldeira.
O
fogueiro,
fòra
recotnmendado
ao do
no
da
fabrica
pelo
trabalhador
João
da
Silva,
que morreu n’
este
desastre,
e
se
gundo
informações
do
snr.
Cruz
é
um
homem
habilitado
para
aquelle
serviço,
ten
do
exercido
igual
mister
por
espaço
de
6
annos
na
fabrica
Aurificia.
Posto
que
o
machinismo
não
soífresse
estragos,
os
prejuízos
ainda
assim
estão
calculados
em
cerca
de 6:0005000
reis.
Pouco
depois do
sinistro
o
snr. ad
ministrador
do bairro Occidental
appareceu
no local,
acompanhado
dos
cabos
de
po
licia
de
Lordello,
prestando
os
serviços
que
o
caso
requiria.
A
caldeira
era
da força
de
20 caval-
los.
Eloubo
n
bnrsSw.—
Escrevem
de
Marselha,
com
data
de
29
de
setembro:
Tracta-se ainda de
averiguar
quem
fo
ram
os ladrões
audaciosos
que
roubaram
os
35
mil
francos
a bordo
do «Pei-Ho»,
das
Massageries
Maritimes.
As
suspeitas
cairam
logo
sobre
um
empregado
que
vi
rara
sair
do
navio
a
hora
indevida e
que
voltara
na
occasião
da
chamada
da
par
tida,
isto
é
uma
hora
pouco
mais
ou
me
nos
antes
de
levantar
ferro.
Este
empre
gado
foi
posto á
disposição da
justiça
que
vai
ver
se
pode
faser
luz
no
meio
d’
este
negocio
todo
misterioso.
O
primeiro
grupo
de
30
mil
francos
pertencia a
mr.
Estrongin
de
Postré
que
está em
relações commerciaes
muito
se
guidas
com
Bombaim
e
Calcuttá.
O
se
gundo
grupo
de
5
mil
francos tinha
sido
confiado
á
companhia
por
mr.
Moirene,
negociante
de
chapéus.
Desnecessário
é
diser
que
a
companhia
os
embolsará.
Este
roubo
trouxe
á
memória
o
ne
gocio
do
«Quirinal»
em
que
foi
roubada
uma
somma
importante de
que
houve
as
sassínio
a bordo
e
de que
os
ladrões
ma
taram
o
marinheiro
de
guarda.
Nunca
foi
possível
descubrir
os
culpados.
InsforisiaçweH
ia»te>!-e.iass»«
*
4es.
—
Os
«Debates»
dão
interessantes
informações
a
respeito dos
honorários
dos médicos
nos
Estados-Unidos:
Uma
visita
simples
a
um
residente,
diz
elle,
2
dollars;
a
um
residente, 5
dollars;
uma
visita
a
bordo
de
um
navio
durante
o dia
5,
dollars; durante
a
noite,
20
dollars;
um
parto
ordinário, 50
dolla
rs;
com
complicação,
100 dollars; amputação
de
um
braço
50 dollars;
de uma perna,
100
dollars,
etc.
Estes
preços
não
são
no
entanto
senão
um
mínimo: podem
ser
augmenlados
se
gundo
a importância dos
casos,
á
discri
ção
do
medico,
e
no
aviso
impresso
no
alto
da
labella
avisa-se
os
clientes de
que
a
conta
lhes
será
apresentada
todos
os
me
ses
ou logo
que
o
tratamento
esteja
con
cluído.
Este
systema,
introdusido
por
um
medico
belga,
agrada
muito
aos
médicos
e
não
parece
desagradar aos
enfermos,
que
sabem
de
antemão
e que terão
de
pagar,
á
parte
a
questão
um tanto
obscura
da
discrição do
medico.
Não
tractei
de
informar
se os
preços
são
os
mesmos para
as
doenças
ou
para
as operações
brancas
e
para
as
negras;
mas
é
claro
que
uma
perna
ou
um
bra
ço
preto
vista
a
desigualdade
manifesta,
deve
ter
preço
diverso.
lUanuseripto
precioso.—
A biblio-
theca
nacional
de
Pariz
acaba
de
adquirir
um
manuscripto
muito
precioso
de
Denis
Papin,
o
illustre
sabio
que
primeiro
com
provou
o
uso
que
se
podia
faser
de
vapor
como
força
motriz.
O
dito manuscripto
intitula-se
o
Tra-
ctado
das
operações
sem dor.
O
auclor
examina
os
differentes
meios
que
seria
pos
sível empregar
para
adormecer
a
sensibi
lidade
dos
doentes
e evitar-lhes
a
dor
das
operações.
Todas
sabem
que
Papin, desanimado
com
os obstáculos
que
se ponham
ás
suas
descobertas,
na
medicina,
se
dedicou
á
physica.
O
manuscripto
de
Papin é
de
1871.
Abandonando
a
Allemanha
para
voltar
á
França,
deu-o
a
um
velho
medico,
o
dr.
Boerner,
seu
amigo,
que
fôra o
úni
co
a
alental-o
sempre.
Em
ultimo logar,
aquelle
manuscripto
caiu
nas
mãos
do
pas
tor
Laku, professor
nos
arredores
de
Mar-
bury,
que
acaba
de
faílecér,
e
o herdeiro
vendeu-o
á
bibliotheca por
um
preço
con
siderável.
A
reywMící»
d© ^fexico.—A
repu
blica
do
México
conta
actualmente
uma
população de
8:787:238
habitantes.
A
capital
do
México
tem
683:337
al
mas,
e
a
cidade
Gabico
909:000.
Tem
muitas
cidades
de
290:000,100:000
c
30:000
habitantes.
TelegraioissiHS «le
Hjisbaa.—
LIS
BOA
7.
—
Partiu
para
o
Porto
o
snr.
Eu
gênio
Correia,
governador
de
Macau.
O
comboyo
n.°
1,
da
linha
do
norte,
colheu
no
kilometro
1008
um
carro de
bois
matando
o
carreiro
e um boi.
Declaram-se
notáveis oscillações
no
nu
merário
e
transacções.
O
movimento
finan
ceiro
é
animado,
por
causa da
apparição
dos
maiores
capitalistas
nos
centros
com-
merciaes.
Entre
esses
capitalistas
distin
guem-se
parlicularmente
os
snrs.
viscon
des
de
Porto
Covo,
da
Bandeira,
Carregoso,
e
Seixas.
Verifica-se
no
dia
25
do
corrente
a
re
cepção da 3.
a prestação
das
obrigações
re
lativas
á
4.
a
serie
do
empréstimo
para
os
caminhos
de
ferro
do
Minho e Douro.
O
empréstimo
de
1:900
contos
destina
do
a melhoramentos
no
Ultramar
é
con-
trahido
por meio
de
obrigações
de 905000
réis,
a
juro
de
5
por c.
ao
anno,
amor-
tisarveis em cada semestre,
na
importância
de
70
contos.
Chegou
o
snr.
marquez
de
Orovio.
Consta
vir encarregado
de missão
política
para
o
ministro
hespanhol.
Falleceu
repentinamente
no
largo
do
Conde
Barão
o
snr.
Gomes
Leal,
l.°
ofi
cial da
alfandega,
pae
do
poeta
do
mesmo
nome.
Por
ordem
do
governo
foi
transferida
para
segunda-feira
a
partida do
vapor
«Benguela»,
da
carreira
de
África.
Passaram
a
ser
classificadas
estradas
de
2.
a
ordem
as seguintes:
de
Vizella
a
En-
tre-os-Bios,
de
Villa
do
Conde
a
Santo
Thyrso,
de
Amaranle
a Villa
do
Conde
por
Santo
Thyrso,
de
Amarante
a
Viiia
Meã,
de
Paredes
a
Louzada.
O
«Diário»
traz
a
relação
de
varias
mercês
honoricas,
os
despachos
já
conhe
cidos,
e
mais
o
seguinte:
Pelo
ministério
da
justiça,
despacho
concedendo
licença por
trinta
dias
ao
de
legado
do
procurador
regio
na
cormarca
de
Barcellos.
Pelo
da
marinha:
portaria
de
louvor
ao
facultativo
Figueiredo Magalhães.
Venderam-se
na
Bolsa
os
seguintes
tí
tulos
:
Inscripções,
46,71;
acções, da
Com
panhia
Credito
Industrial,
105000;
fundos
hespanhoes,
11,99.
--------- ------------------------------ -
—
UI.TIMOS mEGRAOAS
»A
AfâEXCIA
HAVAS
BELGRADO
4. —
Passaram
por
Klidovo
na
Hungria,
em direcção á
Servia. 609
cossacos,
com
os
competentes
cavallos.
Começaram
a
aflluir
numerosos
volun
tários
da
Allemanha.
Chegaram
hoje
50
prussianos
e
bavaros.
VIDDIM
4.
—
Marcham
8:000
turcos
sobre
Negotin,
que
está
occupada
por
6:000
servios com artilheria.
MADRID
5.—
Está
decidido
officialmen-
te
que
em
breve
partem
para Cuba
6
na
vios de
guerra,
conduzindo
cerca
de
5
000
homens
de
reforço.
Dizem
diversos
perió
dicos
que
a
consulta
escripta
dada
por
Alonso
Martinez,
antigo
ministro
da
justi
ça,
aos
protestantes
a proposito
do
espi
rito
do
artigo 11.°
da
constituição
de
1876
é
favoravel
ás
pretenções
dos
protestan
tes.
Partiram
de
Mahon
para
Roma
300
peregrinos. Crê-se
que
as
cortes
se
abrirão
no
fim
do
corrente
mez.
LONDRES
5.—
-A
diplomacia trabalha
iara
obter
um
armistício
ou
tregoa
de
um
mez,
qtie
seria
acompanhado
de
garantias
para
a
sua observância.
O
«Times» diz
que
em
presença
do
armamento da
Rússia
a
Inglaterra
consultará
unicamente
os
seus
interesses,
pois
que
não admitle
a
occu-
pação
sem
prévio
accordo
das
potências.
PARIZ
5
—A linguagem de
Orloflf,
em
baixador
da
Rússia,
é
muita pacifica. Acre
dita-se
que
a Rússia
não
emprehenderá
cousa
alguma
isoladamente.
Até agora
ain
da
não
se
accordoti
na
questão
da
confe
rencia
europeia.
Apenas
se tractou
do
ar
mistício.
A
«Gacela
de
Augsburg»
perten
de
que a
saude
do
czar
se
aggravou
aponto
de
causar
inquietação.
VlENNx 3
—Uma
communicação
da
embaixada
turca
declara
que
a
Porta
se
opporá
á
passagem
de
navios
das
potências
atravez
ao
estreito
de
Darnellos, e
que
se
se
pretender
empregar
violência
contra a
íurquia
o
sulão
e
membros do
governo
trasladar-sehão
para Andrinopla.
MADRID
6.
—
O
ministro
da fazenda
profecia
reunir
a
alfandega de
S. Sebas-
lian
á
de
Irua,
encarregando
de
receber
as grandes
quantidades
de
mercadorias
os
empregados
de administração
militar.
Dizem
que
foi
um
sargento
que
fizera
parle
das forças
communaiistas
de
Pariz
que
facilitou a
entrada dos
insurgenles
cubanos
na
villa
de
Tunis
e
a
surpreza
do
principal
corpo
de
guarda;
ainda
assim
os
insurgenles
tiveram
bastantes
feridos.
RIO
DE
JANEIRO
6.—O
Brazil
insiste
nos
seus
protestos
apresentados em
15
de
julho
contra
o
contracto
celebrado pelo
governo
do
Paraguay
com
alguns
dos
seus
credores
inglezes,
mantendo
a
prio-.
ridade dos
seus
direitos
no
pagamento
de
indemnisação
da
guerra.
Segue
viagem
para
o
norte
e
Europa
o
paquete
francez
«Mondeza»,
das
Massageries
Marítimos,
de
França.
MADRID
7
—O
«Imparcial»
narra
uma
scena
passada
entre
os
peregrinos
do
com
boyo
descendente
para
Madrid
ao cruzarem
os
outros
comboios
a
estação
de
Valia-
dolid.
Os peregrinos
romperam em vivas
á
Virgem Maria,
á
religião, ao
Papa
e
a
D.
Carlos.
Os
passageiros
do
comboyo
descendente
chacotearam-nos
e
ouve troca
de
ameaças
terríveis
e
apupos
entre
os
passageiros
dos
comboyos
até
á
partida
dos
peregrinos
dos
quaes
290
são
padres
aslurianos.
O
ministro
inglez
Layard
e
sua
esposa
visitaram
o
rei.
ROMA
6
—
Chegaram
200
peregrinos
hespanhoes.
PESTH
6
—
Sendo
interpellado
na
ca-
mara
dos
deputados
o
presidente
do
con
selho, este declarou que
era
unanime
o
accordo
das
potências;
disse
que
a
Rússia
tomou medidas
para
impedir
a passagem
dos
voluntários
da
Hungria;
que
do
futu
ro
recusará
conceder
as licença
que
lhe
sejam
pedidas
pelos officiaes e
soldados.
BASCO NII.VI5O
Resumo
do
Activo
e
Passivo em 30
de
Setembro
de
1876.
Activo
Caixa :
existência
em
metal
Agencias
no
paiz:
Saldo
de
vedor
em
metal.
.
.
Papeis
de credito.
Acções
de
c.
própria
.
Hypothecas de raiz
.
Letras
em
liquidação
. .
Remessas
em
»
Empréstimo
sobre
penhores
Letras
descontadas
. .
152:8775309
118:3805733
78:1715333
64:8005000
78:8885914
9:6675728
17:0125127
15:3325130
700:7325744
Letras
a
receber
....
64:9475829
Saques
e
remessas
de
n.
c.
103:4635206
Saques
e
remessas
das
agen
cias
..........................................
4:7745904
Agencias
no
estrangeiro.
.
78:439-5083
Contas
correntes
garantidas
872:422^254
Edifício
do
Banco..
.
.
23:8285833
2.385:761^347
Passivo
Capital
..............................
Fundo
de reserva.
Reserva para
decima. .
Notas
a
recolher
.
. .
Depositantes
á ordem.
Ditos
em
conta
corrente.
Depositos
a
praso.
Dividendos
a
pagar
Credores
no paiz
. .
.
Agencias
no
estrangeiro
.
Agencias
no paiz
.
Letras
a
pagar
.
.
.
Saques
e
remessas
das
agencias:
....
Saques
e
remessas
de
n. c
Lucros
suspensos •
.
.
Ganhos
e perdas .
.
.
600:0005000
129
0005000
7«800$990
4:0375300
16
939-5223
89:416^607
1320:4075525
1:1595160
62.5965346
9:5765474
3:5905279
6:2005000
81:3325327
12:5145614
16:9605060
42:3215430
2.385:7615347
Braga,
Banco
do
.Minho
4
d’
Oiitubro
de
1876.
Os
GERENTES.
Manoel
Simões
Braga.
Francisco Casimira
da
Cruz
Teixeira.
BISIO
MEUaCAiSTIIi
SJE BRA6A
SOCIEDADE
ANONYMA DE
RESPONSABILIDA
DE LIMITADA
Resumo
do
activo
e passivo
d
’este
Banco
em
30
de
setembro
de
1876.
Activo
Accionistas
........................
8:4005000
Caixa
...................................
37:5285087
Leiras
cambiaes.
.
.
.
11:2285670
Letras
descontadas,
toma
das
e
a
receber
.
.
.
230:7345342
Empréstimos
sob
penhores
251:0005333
Créditos
com
caução
.
.
116:0395422
Operações
a
longo prazo,
com
hypotheca
. .
.
17:514-5923
Devedores
no
paiz.
.
.
117:6845818
Agencias
no Reino
e
Ilhas
25:1115868
»
»
Estrangeiro.
.
5:3685645
Acções
de
conta
própria
.
26:2305009
Valores
íluctuanles.
.
.
51:3155590
Efleitos
depositados
.
.
41:1305900
Despezas
d
’
installação
.
.
4:8365569
Moveis
e
utensílios.
.
.
1:6595180
Gastos
geraes
ecommissões
2:3185637
948:3915486
1=
=
=S
=3
=
=
Passivo
600:0005900
9195127
1:4505360
158:3935481
16:6175147
.
3:8275000
115 4195670
41:1505000
6975850
9:9145851
Capital...................................
Fundo
de
reserva .
. . .
Reserva
para
a
decima
.
.
Depositos
a
praso
fixo.
»
á ordem.
. .
Dividendos
a
pagar
.
.
Credores
no
paiz
.
.
.
Credores
d
’
efíeitos
deposita
dos
...............................
Letras
por
pagar.
.
.
.
Lucros
e
perdas.
.
.
.
948:3915486
Braga
6
de
Outubro
de
1876.
Os
Di
redores,
João
da
Costa
Palmeira.
José
Antonio
Rebello
da
Silva.
Resumo
do activo e passivo do
Banco
Commercial,
Agrícola
e
Industrial
de Villa Real, em
30
de
setembro de
1876.
Activo
Caixa,
dinheiro
existente
.
Letras
descontadas
e
a
rece
ber ..............................
Leiras
caucionadas .
.
.
Obrigações
a
receber.
.
.
Empréstimos
sobre
penhores
Operações
a
longo
prazo
.
Papeis
de credito
.
,
.
Contas
correntes
com
gara
ntia
..............................
12:0375788
646:5965930
35:7545000
2:6015234
3:6325000
14:1885052
15:4295120
13:8385'294
Agentes
no
paiz
.
.
.
Agentes
no
estrangeiro
.
Diversos
devedores
.
Moveis
e
utensílios
.
.
.
Despezas
de
installação
Acções,
prestações
a
receber
97:3295101
34:649-5490
3.9065300
5755600
2:50i)5970
6:6605000
889:6985828
Passivo
Capital
do
Banco.
.
.
.
800:0005000
Deposito
á
ordem 12:9935969
Deposito
a
prazo
40:3705091
53:3645060
Leiras
a
pagar
....
2:2385210
Fundo
de reserva
....
4:5005000
Dividendos
a
pagar.
.
.
.
4:1275300
Ganhos
e
perdas.
.
.
.
23:4695038
889:6985828
Villa
Real, 3
de outubro
de
1876.
Os
gerentes,
Joaquim
José
d'Oliveira
Guimarães.
João
Pinto
Ferreira.
SAUDE
A
TODOS
sem
medicina,
pur
gantes
nem despezas com
o
uso
da
delicio
sa
farinha
de
saúde,
DU BARRY
de
Londres.
airnnos
d’invariavel sueeesao
5
Toda
a
moléstia acaba
com
o
uso
da
deliciosa
Revalesciére
du
Barry
que
tor
na
a
dar
a
saude,
a energia, a boa
di
gestão
e
o
somno.
Cura
as
indigestões
(dispepsia)
gastrica,
gastralgia,
ílegmas,
arroios,
Ralos,
amargor
na
bocca,
pitui-
tas,
nauseas,
vomitos,
irritações
inlesti-
naes,
diarrhea,
dizenteria,
cólicas,
tosse»
asthma,
(alta
de respiração, oppressáo,
con
gestões,
mal
aos
nervos, diabethe,
debi
lidade,
todas
as
desordens
no
peito,
na
garganta,
do
alito,
das bronchiles,
da
be
xiga,
do
íigado,
dos rins, dos
intestinos,
da
mucosa,
do
cerebro
e
do
sangue.
75
000
curas
entre
as
quaes
contam-se
a
do
du
que
de
Pluskovv
da
exc.
ma snr.
a
marqueza
de
Brehan,
dos
doutores
Manoel
Saens
de
Tejada da
Universidade
de
Cordova
etc.
etc.
Certificado
do celebre dr.Rudolph
Wur-
zer
:
Bonn,
19 de
Julho
de
1854.
Esta
ligeira
e
agradavel
farinha é
o
melhor
absorvente
;
ao
mesmo
tempo
nu
tritiva
e restaurante
substitue
admiravel
mente
toda
a
medicação
em
muitas
doen
ças.
E
’ de
grande
utilidade,
sobre
tudo
nas
renitências
habituaes
do
ventre,
bem
como
nas
diarrheas, aíTecções
nos
rins e
na
bexiga, na
pedra,
irritações, inflamações,
e
caimbras
da
uretra,
e
bexiga, nos
aper
tos
e
hemorroides hem
como
nas enfermi
dades
pulmonares,
bronchiles,
na
tosse
e
consumpção.
Tenho
a convicção
que
a
Re~
valesciére du
Barry
tem
a
propriedade
pre
ciosa
de
cuiar
as moléstias
hecticas.
Dr.
Rud.
W
urzer
membro
de
muitas
socidades
scientificas.
Seis
vezes
mais
nutritiva
do
que a
car
ne
sem
esquentar,
economisa cinceenla
vezes
o
seu
preço
em
remedios.
—
Preços
fixos
da venda por
miudo
em
toda a
pe
nínsula
:
Em
caixas
de
folha
de
lata,
de,
*
/
4
kilo»
500
; de i/i
kilo
800
rs
;
de um
kiio,
15400
reis;
de
2
*
/j
kilos, 35200
reis;
de
6
ki-
los,
65400
reis,
e
de
12 kilos,
125000
reis.
Os
biscoitos
da
Revalesciére
que
se
po
dem
comer
a
qualquer
hora,
vendem-se
em caixas
a
800
e
15400
reis.
O
melhor
chocolate
para
a saúde
é
a
S&evaleseière
e3a®eoIwta«ÍR
?
ei
la
res-
titue
0
appettile,
digestão,
somno, energia
as
carnes
duras
ás pessoas, e
ás
creanças
e
mais
fracas,
e
sustenta
dez
vezes
mais
que
a
carne,
e
que
0
chocolate
1
ordinário.,
sem
esquentar.
Em
paus,
ou
em
pó
em
caixas
de
folha
de
latadelO
chavenas,
500
reis;
de 24 cháve
nas,
820 reis;
de
48
chavenas,
15400;
de
120
chavenas,
35200
reis,
ou
25 reis
cada
chavena.
HASiKY
BABBT
*
€.
‘
~Pla.
çe
Vendòme,
26, Pariz;
77
Regent
Street
Londres;
Valverde,
1,
Madrid.
Os
pharmaceulicos,
droguistas,
mer-
cieiros,
etc.,
das
províncias
devem
diri
gir
os
seus
pedidos
ao
deposito
Central
;
snr. Serzedello
&
C.
a
Largo
do
Corpo
Santo
16,
Ujisboa»,
(por
grosso
e
miudo);
Carlos
Barreio, rua
do Locelo,
28;
Bar
rai
&
Irmãos,
rua
Aurea,
12.
Porto,
J.
de
Sousa
Ferreira
&
Irmão,
rua
da
Ba-
haria
77;
de
Sequeira
;
J.
Pinto
;
Desf-
ré
Rahir
;
©oimfera, V.
Botelho
de
Vas-
concellos
;
Aveiro, F. E.
da Luz
e
Costa,
phartn.;
BareeEío»,
Ramos,
pharm.;
Braga,
Pharmacia Maia, rua
dos
Chãos,
Pipa
&
Irmão,
rua do Souto,
Domingos
J.
V.
Machado,
praça
Municipal.
Fijjíieis
*
»,
Automo
Vieira,
pharm.
;
Guimarãea.
A.
J.
Pereira
Martins,
phartn.
;
?en«-
fSel,
Miranda, phartn.
;
Pont»
do
Um».
A.
J.
Rodrigues
Barbosa,
phartn.;
Po-
voa do Varzim,
P.
Machado de
Oli
veira,
pharma.
;
Vianna
do ©rastell»,
Afionso
e
Barros,
droguistas;
TííAa d«
t?oitde,
A.
L.
Maia
Torres,
phartn.
AGRADECUEElíTOS
D.
Maria Filomena
de
Araújo
Vascon-
cellos
Athaide
e
Alvim,
D.
Guilhertnina
Maxima
Lobo
de
Vasconcellos,
D.
The-
reza Filomena de Mello
Falcão,
João
de
Mello
Falcão e
Antonio Maria Leite
Pe
reira,
na
impossibilidade
de
o
fazarem
pes
soalmente,
agradecem
por
este
meio
a
todas
as
pessoas das
suas
relações
e
ami-
sade,
que
os procuraram
dispensando-lhes
seus
obséquios
por
occasião
do fallecimen-
to
de seu
presado
e
innocente filho
e
sobrinho,
protestando
a
todas
sua
gratidão.
(4346)
iâíssHâáiáMJá
.‘
K&á .sá
A
abaixo
assignada
agradece
por
esta
fórma,
por
o
não poder
fazer
pessoalmen-
te, a todos os
revd.
nu
'
8
snrs. ecclesiasli-
cos
e
ex.
“
ias
famílias,
que
se
dignaram
cumprimental-a
por
occasião da
chegada
de
França
do
seu
sobrinho,
o
padre Jor
dão
de
Mello
Falcão,
e
a
lodos
protesta
a
sua
gratidão.
Braga
6
de
Outubro
de
«876.
Guilhermina
Maxima
Lobo
Falcão.
(4340)
D. Maria
Julia
da
Costa
Araújo,
suas
filhas, D.
Maria
Felizarda
do
Soccorro
e
José
Ferreira de
Magalhães,
agradecem
por
este
meio
a
todos
os
cavalheiros
eexra.
mas
snr.
as
que
os
cumprimentaram
por
occasião
do
fallecimento
de seu
sempre
chorado
marido,
pae
e
cunhado
o
snr.
José
Julio
da
Costa
Araújo.
(4348;
ANNUNCIOS
DINHEIRO
A
JURO.
Quem
pretender até
á
quantia
de
800$
a
i:000$000
reis a juro de
5
por
cento
livres,
sobre
hipotheca
e
fiadores
idoneos,
n
’esla
redacção se
diz
quem a
tem.
(4345)
José
Duarte
Pregueiro
&
Irmão,
fazem
publico
por
esta
fórma,
que
continuam
com a
carreira
diaria
entre
esta
cidade
e
a
Povoa
do
Varzim.
principiando no
dia
15
do
corrente
a
sair
de
Braga
ás
6
horas
da
manhã,
e
vice-versa
ás mesmas
horas. O
carro
que
d
’
esta
cidade
saía
para
a
Povoa
ás
8
horas
da
manhã,
suspenderá
no
mesmo
dia
15.
Braga
9
d’
outubro
de
1876.
José
Duarte Pregueiro
ã
Irmão.
(4347)
ASYLO
DE
D.
PEDRO
V
E’
convocada
a
assemblea
geral
dos
bemfeilores
para
o
dia
15
do
corrente,
pelas
11
horas
da
manhã,
para
se
proceder
á
eleição
do
Conselho de direcção, que
tem
de
servil
no corrente
anno ecconomi-
co,
na
fórma designada
no
n.°
3.°doart.
17
do
respeclivo
estatuto.
Braga 8
de
Outubro
de 1876.
O
secretario,
Magalhães
Júnior.
ARREMA
TAÇÂO JUDICIAL
No dia
22
do
corrente
mez
de Outu
bro,
pelas
10
horas
da
manhã,
á
porta
do
Hospital
de S.
Marcos,
d
’
esta
cidale de
Braga,
aonde se
acha a
botica
do
dito hos
pital, se
tem
de
arrematar
vários
quadros
e
painéis
com
differentes
gravuras
e
pin
turas
de
muito gosto
e
outros
mais
objec-
tos
de
moveis,
e
livraria,
arca
de
ferro
e
bem
assim
os
bens
immobiliarios
de
raiz
e
rendimentos
da
quinta
denominada
da Tor
re
situada
nos
limites
das
freguesias
de
S.
Martinho
e
S.
Thiago
de Candoso,
da
co
marca
de
Guimarães,
arrendada
a
dois
cazeiros,
com
casas
próprias para
os
di
tos,
e
senhorio,
com
jardim e pomares
de
frutas
de
todas as
qualidades,
com
agoa
de
bica
e tanque,
a
maior
parte
tudo
fe
chado
e
tapado,
que
produz
pão
e
vinho,
que
comprehende
campo
da
Casa,
campo
do
Pombal,
Leira
Boa,
tres
leiras
juntas
á casa,
campo
da
Seara,
campo
das
Mou
ras,
campo
de
Vinha
Velha,
leira de
Tor-
rique,
dois
campos
de
Farrique
e
Seagoa,
um
grande
pinhal
com
carvalhos,
deveza
de
Sepa,
pinheiros,
e
terra
de matto
com
todas
as
suas
pertenças,
a
maior
parte
fo-
reira
a
Jeronymo
Vaz
Nápoles
e
mulher,
da
cidade
de
Guimarães, e
parte
alludial,
que se
acha
avaliada com avatimenlo
do
ioro
e
laudemio
na
quantia
de
4:858$000
rs.,
uma
sorte
de
matto
com
carvalhos,
denominada
a
sorte
dos
Passinhos,
ava
liada na
quantia
de
23$200
rs.,
uma
ou
tra
sorte
de
matto
com
carvalhos,
deno
minada
de
Messas,
no
monte
da
Senhora,
avaliada na
quantia de
44$000
rs.,
uma
outra
sorte
de
matto
e
carvalhos, denomi
nada
d
’
Agoa
Nova,
avaliada
na
quantia
de
33$200
rs.,
cnjos
bens
são
arrematados
aelo
inventario
de
maiores
a que
se
pro
cedeu
por
fallecimento
do
revd.®
Antonio
Joaquim
Nunes
d
’
Abreu,
abbade
que
foi
da
freguezia
de
Moure.
da
comarca
da
Povoa
de
Lanhoso,
e
uitimamente
residiu
n
’esta
cidade
de
Braga,
para
com
o
seu
rroducto se
satisfazerem
os
legados
e
mais
desposições
do
fallecido
testador,
e
direito
de
transmissão,
cujos
valores
cons
tam
dos
éditos
e
inventario
pendente
no
cartorio
do
escrivão
Esmeriz.
Como
um
dos
testamenteiros
Bernardo
da
Cunha
Pinto
Barboza.
(4344;
Juros
de
inscripções
do
2."
se
mestre
de
1876.
Pelo
presente são
convidados os
pos
suidores
de
inscripções
com
assentamento
na
Junta
do
credito publico,
que
pretende
rem
receber
os
juros
do
2.°
semestre
de
1876,
pelo
cofre
central
d’este
districto
a
apresentarem
na
Repartição
de
Fazenda
do
mesmo,
até
o
dia
25
do
corrente
mez
as
relações
respectivas,
sendo
uma
por
cada
semestre
descriptos
os
nomes
e
ap-
aellidos conforme os
assentamentos
ou
per
tences
das
mesmas
inscripções,
e
bem
as-
assim,
pela
ordem
numérica
dos
titulos
sem
o
que
não
poderão
ser
acceites.
Os
possuidores
de
coupons
que
também
quizerem
receber
os
juros
pelo
referido
cofre
deverão apresentai
os
na
mesma
re
partição,
a
fim
de
serem
convenientemen
te relacionados.
Repartição
de
Fazenda
do
districto
de
Braga
6
d’
Outubro de
1876.
O
Delegado
do
Thesouro,
(4342)
Henrique
Francisco
Bizarro.
a
.
’
mosga
Aluga-se
a
casa
n,°
48
da
rua
dos
Chãos
de
Baixo,
de
fronteira
com a
hos
pedaria
hespanhola.
Tem
dois
andares
elle-
gantes
de rica
esquadria,
boa
loja
e
gran
de
armazém.
Para
tratar,
na
mesma.
(4341)
Para
o
Rio
Grande
do
Sul
A
barca
—
MINERVA,
—
sahi-
rá
até
25
d
’
Outubro
;
para
car-
ga e
passageiros tracta-se
com
Antonio
Luiz Gomes
Lima,
rua
do
Príncipe
n.®
305,
Porto.
(4345)
LECIONI
ô
TA.
Na
rua
do
Anjo n.°
11
ensina-se
a
lingua
franceza
por
a
quantia
mensal
de
800
reis,
paga
adiantada.
(4336)
VINHO VERDE, VEE1IO,
puro,
por
pipa.
Vende-se
na
quinta
do
Barrai,
em
Semelhe.
(4338)
Linimento BOYER-MICHEL para
caval-
los, fazendo as vezes de fogo
e não deixando
vestígios do
seu
emprego M
ichel
,
pharma-
ceutico
em
Aix
(na
Provença) França. —
Preço
1,000
reis.—Em
Lisboa
o snr.
Barreto,
Lorelo,
n.°
28
—
30.
f25
,)
Reunião de credores,
São
convidados
todos
os
credores da
massa
fallida
de
Antonio
José
Pimenta
Gonçalves,
viuvo.
d
’
esta cidade,
a
reuni
rem-se
no
dia t4
do
corrente
mez
pelas
10
horas
da
manhã,
na
casa
do
tribunal
commercial,
d
’
esta
mesma, situado
no
largo
de Santo Agostinho,
para
lhes
se
rem
{apresentadas as
contas
que
da sua
administração
vae prestar
o
administrador
da
mesma fallencia
abaixo
assignado.
Braga
6
de
outubro
de
1876.
Manoel
Antonio
da
S.a
Pereira
Guimarães.
(4339)
MUITA ATTENÇÂO
deposito de
biscoitos de Valonçgo
í
—
Largo
da
Lapa
—
1
Estes
biscoitos
são
muito
recommen-
daveis
tanto pela
qualidade
das
farinhas,
perfeição
porque
são
feitas,
como
pelo
seu
baixo
preço em
relação
a
qualidades.
Preços
porque
são
vendidos
:
B
iscoito
valonguense,
kilogramma
280
Tosta
doce
>
280
Biscoito
maçarão
280
Bolacha
doce
280
Biscoito
Brazileiro
D
300
Dito
imperial
Bolachinha
de
araruta
330
D
340
Tosta
azeda
(4331)
190
CAIXEIRO
Pertende-se
um,
com
habilitações
com-
merciaes,
para
uma
TABACARIA.
Quem
se
achar
nas
condições
dirija-se
ao
encarregado
da
administração
d
’
este
jor
nal.
(4328)
MUDANÇA
Rodrigo
d’
Oliveira
e
Sousa,
mudou
o
seu
armazém
de
vinhos
da
casa
n.°
19,
da
rua
do
Alcaide,
para
a
casa
n.°
11,
da mesma
rua
;
onde
continúa
a
servir
bem
os
seus
amigos
e
freguezes
com
bons
vinhos,
assim
como
com optimos petiscos.
(4326)
Aluga-se
na
rua
da
Ponte
uma
jtitík.
morada
de
casas
apalaçada,
com
quintal
e
poço
;
e
bons
commodos
para uma
familia.
Quem
pertender
alugal-a
queira
dirigir-
se
á
mesma rua,
casa
n.®
58 C.
(4309)
Tendo-se
desencaminhado,
ao
abaixo
assignado,
entre
outros
papeis
de
impor
tância
o
bilhete
de passagem
para
o
Rio
de
Janeiro
da
Companhia
Franceza,
po-
risso
pede-se
a
quem
o.
achasse
de
o
en
tregar
em
Braga
em
casa
dos
snrs.
Al
meida
&
Pereira,
em Caldellas,
ao
Rev.°
Reitor,
em
Villa
Verde
era
casa
do
snr.
José Joaquim Peixoto,
que
receberão
al-
viçaras.
Pois
as
providencias
já
estão
da
das.
Braga 20
de setembro de
1876.
Antonio
Pires
da
Costa
Arraes.
(4312)
Dinheiro
a juro
A
meza
da
confraria
de Santo
Ama
ro
da
Sé,
d’
esta
cidade, tem, da
mesma
confraria,
a
quantia
de
632$560
rs.;
quem
pretender
até
esta
quantia
a
juro,
de
5®/8
ao
anno
dirija-se
com
requerimento
á
meza, mencionando
boa
hipotheca
e fia
dores,
ou
falle
ao
seu
procurador
no
lar
go
do
Paço
n.°
3.
(4333)
E*
&
£
o
'
-s
.«
o
Vende-se
a
casa
n.°
1, na
entra-
1".jW
da
da
rua
de
D.
Pedro V.
Foi
áiL^conslruida,
ha
doisannos,
tem
quin
tal
e
poço
e
excellentes commodos.
Tra
cta-se
do
seu ajuste
na
rua
de
S.
Viclor
n.° 50.
(4218)’
Para
os
engenheiros,
pharmaceuticos,
médicos,
dentistas,
professores
e
outras
pessoas
que
desejarem
obter
o
diploma
de
doutor
ou
de
bacharel
de
uma
universida
de
estrangeira.
Dirigir
carta
registada
a
Medicus,
13, praça
do
Rei,
Jersey.
(In
glaterra.)
(31
-n-)
ISQQEA
AMSBJQANA
Consultorio
a
toda
a
hora,
tanto
jde
dia
como de
noite.
Rua
do
Campo
(antiga
Porta
de S.
Francisco)
n.°
22.
(4332)
BRAGA
: TYPOGRAPHIA
LUSITANA — 1876.
Parte de Comércio do Minho (O)
