comerciominho_10021876_455.xml
- conteúdo
-
4
ANNO
1876
FOLHÃ
AQJGIOSA
t
ilOHCiaS
NUMERO 455
Assigna-se e
vende-se
no
escrip
torio
do
emtor
e
proprietário
José Alaria
Pias
da
Costa,
rua
Nova
n.” 3
E,
para
onde
deve
'
ser
dirigida
toda
a
correspondência
franca de
porte.=As
assi-
gnaturas são
pagas
adiantadas;
assim
como
as
correspondên
cias
de
Interesse
particular.
Folha
avulso
10
rs.
23L-SÍ
ss
ÁS
TERÇAS,
QUINTAS
E.
SABBADOS
P
reços
:
Braga,
anno
1 gg
600
rs.=Semestre
8õ0
rs.==Prot>tn-
cias,
anno
2<§>400
rs.
e sendo duas
4^000
rs.=Seinestre
l$â56
rs.=2?razri,
anno
4&400 rs.=Semestre
2&300
rs.
moeda
forte,
ou
IO5SOOO
reis e
o$500
reis moeda
fraca.=Annuncios
por
linha
20
rs.,
repetição
10
rs. Para
os
assignantes 10
3
/
6
d
’
abatimento.
BRASA-«JUBATA-FEIESA
1®
HJE
fiíVERFAR»
liontlres, ®5 de
jasieira de
18*®.
(A
’
redacção
do
«
Commercio do
Minho*}
Recebo
agora
mesmo,
á
noite, 0
Com
mercio
do
Minho 447,
de
20
d
’este
janeiro,
e
n
’
elle
leio,
primeiro,
0
excellen-
te
artigo
editorial,
respondendo
a
não
sei
que
accusações
ou
censuras
que não
sei
quem
lhe
quer
fazer,
por
ter
dado
logar
em
suas
honradas
colutnnas
a
certos
ar
tigos
meus,
e lambem
a
alguns
do
snr.
Sentia Freitas.
^Porventura, a
responsabilidade
do
que
eu
escrevo
assignado,
se
não
com
as
letras
todas
do
meu nome inteiro,
com
0
bastan
te
para
se
conhecer
que
é meti,
pertence
ao Commercio
do
Minho?
^Ou
queriam
que,
era cousa
que
não
implique
perigo
judicial
para
0
jornal,
elle me
fechasse
a
porta,
e
me
pespegasse
algum
bofetão,
como
fez
um
snr
da
Nação,
que
não
quiz
publicar
a
adresse
da
grande
comrais-
são
catholica
ingleza,
ao
Summo
Pontífi
ce,
em
1871
—0
que
fez
que
eu
tivesse
de
recopial a,
e
mandal-a
ao
Campeão
das
Província,
que
honrada
e
cortezmea-
le
a
publicou?
Pois a
traducção
da
tal
adresse,
com
0
cuidado
e
exactidão
ne
cessários,
não
era
cousa
de
pouco
traba
lho,
nem
obra
para
ser
feita
decentemen
te
por
qualquer
serrafaçal
ou
esfolador
da língua
ingleza !
Ao
mesmo
tempo, 0 tal
senhor
sus
pendeu-me então,
para
meu
castigo
de
um
grande
crime,
a
remessa da Nação,
que
me
tinha
sido
remettida,
desde
a
sua
instituição
(sob meus
auspícios)
era
1848.
Sei
e
conheço
as
ridículas
causas
de si-
milhanles loucuras
e
procedimentos,
que
então se
praticaram
em
meu
desabono,.e
em prejuiso
irreparável
da
causa legitima
e
nacional
—
como
se
for
preciso,
demons
trarei
com
documentos
irrgfragaveis
á
ri/tS
Lembrem-se
os
senhores
que
desejem
etntrepicar
comigo,
que
n
’
este
quarto
on
de
estou
escrevendo,
está
um
immenso
armazém
de
papel
:
pois,
desde
4849,
in
clusivamente,
(sem
fallar
de antes
d
’
isso)
ainda
não
recebi
uma carta,
ou
bilhete,
oti
papel,
mesmo
á
primeira
vista
insignifican
te,
que não
esteja
abi
chronologica
e
al-
fabetiermente
classificado;
e
que
não
te
nho
eseripto
uma
linha
de
que não
tenha
copia exacta,
atino
por
anno,
mez
por mez,
dia
por
dia,
exactamente
enfileirados.
Lem
brem-se,
que
de boa
mente
deixarei
ler
e
examinar
tudo a
quem
quizer,
sem 0
me
nor
susto
de
que
isso
me
desacredite,
ahi
se encontre
intriga
ou
me
faça
vergonha.
N
’unca
fui
á
sorrelfa
á
Allemaoha,
al-
legar
escondidamente,
e
onde
não houves
se
contradictor,
razões
de
cabo
de
esqua
dra
e
argumentos,
contra
os
desejos
e opi
nião
de toda a
grande
maioria
legilimista
ou
nacional
—
fazendo
n
’
isso,
duas
vezes,
0
maior
prejuiso
á
causa
legitima,
princi-
paltneme
da primeira
vez.
Apparecôrão
as
provas
quando
seja
preciso
ou
convenha.
Quem
sacrificou
cincoenta annos
(exac-
tamente
até hoje),
da
sua
vida,
e
um
tra
balho
immenso,
cujas
provas
irrefragaveis
aqui
estão
á
roda
de
mim,
e
que
sem el-
las
se
não
accredilaria
;
sem
jamais
ter
pedido
cousa
alguma
ou
graça,
e
que
está
vivendo
principalmente
do
seu
trabalho
ainda
agora,
póde
fallar
desaffogado
—
tanto
mais
que não
aspira,
nem
póde
aspirar,
a
cousa
alguma
senão
á
sua
iadependencia
e
reputação
de
honra.
jVenham-me
agora
cantar,
«que
divido,
ou
quero
dividir
0
Partidos
—^Que
t
Par
tido»?...
Nos
1-gilimistas,
que
0
são, não
conheço partido;
conheço
sitn a nação
le-'
gilima
—
0
Portugal
legitimo—-os
portuguezes
legitimas
e
verdadeiros.
‘
Partido, são
os
de
generados
(que
ainda
faliam
portuguez, Deus
sabe
como!),
que
foram
ajoelhar ante
0
príncipe que os
renegava—
e
até
açoitava
a
muitos
nas
praças
do
Brazil;
que
rece
beram
e
acceitaram
de
joelhos a
carta
^al
forria
que
0
mesmo
açoitador,
com 0
seu
chalaça,
mandou
aos
seus
escravos
e
devo
tos
;
que
beijaram
0...
0
annel
ao
«rústi
co
Bretão»
do
padre
José
Agostinho,
por
lhes trazer
do Brazil 0
honroso
presente.
São
os
que
da
Cruz
dos
Maroiços,
do
Vouga,
do
Porto,
uns fugiram
logo
para Inglater
ra
no Belfort,
outros
desembestaram
a
correr
pelo
Minho
fóra,
sem paragem
se
não
em
Gallisa ;
são
os
que depois
volta
ram, escoltados
por
lodos
os
ladrões
e
va
gabundos
da
Inglaterra,
da
França,
da
Bél
gica,
do
Inferno,
e
trazidos
pelo
marido
da madrinha do
Mindello
que
aqui
foi
dignamente
baptisado
em
vinho,
ha
sema
nas,
fôratn
despejados
na
praia do
seu no-
tne
—
0
qual,
valha a
verdade,
por
sua coo-
dticta
des
te
então
até
hoje
nunca
desmen
tiram
;
são
os
que
não
tendo
podido
ex
pulsar
0
rei
legitimo,
e
opprimir
a
nação
legitima,
não
obstante
os
muitos legítimos
erros
e
despropósitos
commettidos,
vieram
escoltados
pelas
duas
primeiras
nações
da
Europa,
e
outra que não
é
somenos,
fe-
licitar-nos
com
0
«divinal
syslerna
que
fe
lizmente
nos
rege»,
e
ao
mesmo tempo,
nos
degrada,
nos
rouba,
nos desmoralisa,
nos
desbonra,
e, 0 que
peior
é,
nos
torna
ridículos
1
A
respeito da
celebre
accusação,
que
0
dizerem-se
veidades—aspetas
sem
duvida
—
corno
as
que
acabo
de
esboçar,
«divide
os
legitimislas», pergunto:—
^Devera
estes
ir,
moie-pecudum
. e
de olhos
fechados,
a
traz
do
primeiro
artificioso
intrigante, ou
-
t-n»nm
ii
iiM
ii
-n
—
-~i'wn-rT-n~vnn.»ii nir
iTm*
-
~i----
I
W'
—
i
"T1"
íiii
intrigantes,
que subrepliciamente
se
apre
sentem
allegando
poderes
occullos
ou
d
’
al-
gibeira
?
Se
é
tão
grande essa
ic
portancia
de
não
dividir
os
legitimislas,
e
que a
esse
principio
se
devam
fazer
todos
os
sacrifí
cios;
segue-se, que
alé o
grande
nume
ro,
a
maioria,
lerá
de ceder
a
uns
poucos
de
teimosos
de
uma
communidade,
que
não
queiram
ceder
elles
da
sua
parte á maio
ria.
Será
como
quando
um
jurado
00
dois
aqui,
teimando
em
não
ceder
á
opinião
dos
outros
10
ou 11,
obrigam
esta
a ceder
áquella
para
pôr
fim
á
questão.
Temos
aqui
visto
exemplos
d
’isso.
Basta
por
hoje.
Boas noites.
A. R.
SARAIVA.
Idem 3 de
fevereJs-a.
,
Acabo,
agora
mesmo,
de
receber
uma
carta
da
extrema
fronteira
mesmo
de Fran
ça,
entre Bayona
e
Irun,
datada
de
hon-
tem,
e de
pessoa
da
maior
capacidade,
e
bem
informada,
onde
me
escreve,
a
res
peito
de
noticias
da
guerra
visinha,
0 se
guinte:-
—
«
—
2
de
Fevereiro,
—«Grandes
batalhas
se
estam
dando
esles dias
era
todas
as
linhas
carlistas.
Nas
que
ham
lido
logar
na
província
de
Guipuzcoa,
as
perdas
dos
Affonsinos
não
baixam
de
2590
homens.
«Etn Navarra
lambem
temos
tido
van
tagens
notáveis.
«De
Biscaya
e
Alava
não
ha
noticias
certas.
As
que
correm
não
sana
adversas.
Com
tudo,
eu
temo muito,
porque
estamos
pelejando
um
contra
cinco,
e
temo
que
se
esgotem
as
nossas
munições.
«P.
S.
Hoje
se
darám
batalhas
qnasi
decisivas
na
fronteira
de
Navarra.
Sei
de
certo
que
os
Alíonsinos
foram
derrotados
SEIF
S.W
Um
amigo
communica-nos
0 seguinte
artigo
do
revd.
0
padre
Ramiére,
da Com
panhia,
publicado
nos «Eludes»,
que
é
ver
dadeiramente
admiravel
por
sua
claresa,
precisão
e
rigor de
lógica.
O
LIBERALISMO
CÀTHOLiao.
Entre
as
mil
formas
que
reveste 0
Pro-
teo
do liberalismo,
ha
uma
pela
qual tan
to
se
approxima da
verdade
que
não
raro
consegue
confundir-se
com
ella
:
queremos
fallar
do
liberalismo
calholico.
Não
convirá
depôr
ârmas,
em
frente
d
’
um
inimigo
que
paia
nós
caminha
com
ramo
de
oliveira
na
mão? Deus
nos
de
fenda
de tal
;
porque
as
exterioridades
se-
ductoras
com
que
se
acoberta
mais
peri
goso
0
tornam
ainda.
Uma
hipothese
fará
comprehender a
gra
vidade
d
este perigo
e
justificar
0
zèlo
com
que nos
julgamos obrigado
a
com
bater
0
liberalismo calholico.
Supponha-
mos
que
no
momento da
grande
rtacção
religiosa
que
assigoalou
os
primeiros
an
nos
da Restauração, se reuniram
os che
fes
da
seita anti-christã
para
em
commum
planearem
os
meios
com
que
desaffrontar-
se
da derrota
soflrida.
Um
d
’elles,
ornais
habil
e
mais
perverso
de todos,
dirigiu
aos ouir<
s este
discurso
: «Enganarao-oos
todos.
A
guerra franca
que
acabamos
de
fazer
á
Egreja,
longe
de
destruil-a, ser
viu
só
para
purificai
a.
Torna
a
erguer
altares,
reforma
os quadros
da
sua
mi
lícia, restabelece
as
suas
antigas
institui
ções
e
readquire
0
antigo
prestigio
no
es
pirito
dos
povos.
Cumpre
mudar
de
ta-
ctica
; e
para
mais
seguramente
vencer,
importa
crear
auxiliares
nas
fileiras
dos
nossos
inimigos. Busquemos
utn
êrro
tão
especioso
que
seduza
os
mais fervorosos
ebristãos,
e
tão
contrario
á
tradicção que
os ponha inevitavelmente
em
lucla
com a
auctoridade
encarregada
de conservar
0
deposito
da
mesma ;
um
sistema
cujo fim
apparente
seja
restituir
ao
Calholicismo
a
popularidade,
e
cujo
effeilo
real
seja que
brar
0
vinculo
da
unidade; sistema
que
abraçado
por
sacerdotes
e
leigos
zelosos
em
arrebanhar
os
dissidentes,
arraste
ao
scisma
os
seus
mais ardentes campeões
e
lance
no coração
dos
demais
fermento
amargo
de
desconfiança
e
dissabor
;
dou
trina
emfitu
que,
favorecendo-nos
todos
qs
princípios,
não
nos
dè
mais
trabalho
do
que
deduzir-ihe,
em
theoria
e
em
pratica,
as
inevitáveis
consequências.»
Se no conciliábulo
dos
inimigos
da Egre
ja
se
houvesse
proposto
tal programtna,
não
haveria
sido acceito
entre
enlhusiai-
mos
como
a
potentissima
de
todas
as ma
chinas
de
guerra que
játnais
fóra
empre
gada para
desmantelar
as
fortalesas
da
Ci
dade
Santa
?
Pois
bem,
0
liberalismo
calholico
é
precisa mente
a
realisação
d
’
este
prograrn-
ma.
Por
nenhum
homem
foi
feito
0
calcu
lo
que
acabamos
de
formular;
rnas
com
certesa
foi
concebido
pelo
immortal ini
migo
de
Jesus
Christo,
pelo pae da
men
tira,
0
infernal
inventor
de
todas
as
he
resias.
Quanto
aos
calholicos
liberaes, não
po
demos consideral-os
senão
como desgra
çadas
victimas
das
próprias
illusões.
Não
só não
duvidamos
da
rectidão
primitiva
das
suas
intenções,
senão
que n
’ella
encontra
mos
0
motivo
principal que
nos leva
a
de
testar
0
seu
êrro.
Sim,
é porque
elle
de
nós
afasta
os
nossos
mais
valentes
e
de
dicados
defensores,
porque
transvia
bel-
lissimas
iutelligencias
e
os
corações
mais
generosos,
porque
infiltra
0
seu
veneno
nas
entranhas
da*
sociedade
christã
;
é
que
julgarnos
com
Pio
1X,
este êrro
como
a
mais
assoladora
de
todas
as
pestes
;
Pes-
tem
perniciosissimam
(I).
Combatendo
a
todo
0
transe 0
liberalismo calholico,
bem
longe
de
faltar
a
respeito
e
amor
devidos
aos
calholicos liberaes,
julgamos
daxjhes
a
mais
solida
e
eífiçaz
prova
da
nossa He-
dica.ção.
Além
d
’
isso,
nada
mais
fazemos
que
acceder
ao
convite de
muitos
d
’ell«s, era-
prehendendo
tratar
a
fundo
a
questão
que
nos
separa.
Ao
passo
que
os
nossos pre
cedentes artigos
por
uns
eram
acolhidos
com parabéns
benevolentes
até
á
exage
ração,
a outros
inspiravam
criticas,
se
menos agradaveis, não
menos tileis;
e
d
’am-
bos
os
lados
nos
incitavam
a
esgotar uma
controvérsia
que
já
vae
demasiado
longa
Se
esle artigo
não
satisfizer
plettamenle
a
estas
duas
classes
de leitores,
não
será
por
culpa
nossa.
I
SHstorici
e
exjposiíçâio tla questão.
As noções
preliminares
expostas
no
nos
so
primeiro
artigo
(janeiro
de
1874)
hão
de
ler
convencido
os
nossos
leitores
de
que,
sob
uma
nova
denominação,
0
libe
ralismo
oppõe
á
doutrina
catholica
um
êr
ro
muito
velho. Desde
a
sua appariçào
no
mundo,
0
Chrislianismo,
que
é
a
divini-
sação
da
humanidade
pelo
Homem
Deus,
leve
que medir forças com
um
inimigo
que
venceu
sem
poder
destruir,
—
0 paga
nismo,
isio é
a
adoraçao
que
a
humanida-
(1)
Breve
do
Santo
Padre
á
«Corres
pondência
de Génova» de
26
de
fevereiro
de
1872.
Mgr.
de
Ségur
na
sua
Homena
gem
aos
jovens
calholicos
liberaes,
e
0
p.e
Al,
nq
fim da
obra
intitulada
:
Vnii
et
le,
Faux
en
malière
d’
autorité
et
de
liberlé.
transcrevem
muilas
palavras
recentes
da,
Santa
Sé,
onde
0
liberalismo
nos
é
apon
tado
corno
um
dos maiores
perigos
da
Egreja
na
época
presente.
de
se
decretava
a
si
mesma,
com
mais
ou
menos
refleciida
consciência
do
seu
crime.
Esta
idolatria
que
se
terminára
por
se
personificar
nos
Cesares
romanos,
longe
de
depôr as
armas quando
Constantino
a
derribou
do
throno,
sabiu
lo.o
a
terreiro
para
tirar a desforia.
Desde
então,
ainda
não
correu
século
era
que
se
não
baja
es
forçado,
com
mais
ou
menos
exito,
por
conseguir que,
por
meio
das
heresias
e
do
sensualisino,
p>e'aleçam
0
orgulho
da
rasão
e
a
intemperança
da
cubiça contra
a
íé
e
moral
christãs.
Mas
principal
nenle
na
ordem
política
é
que 0
paganismo
re-
nascente
letn
protiado
em
reconquistar
um
poder
que
lhe permitte
alargar
a
sua
so
berania
por
todas
as
otilias
esferas.
Bem
0
tem
conseguido.
Byzancio
primeiro,
a
mais tarde
a
Allemanha
foram lheatros
das
suas
primeiras
vistorias
;
r
r>as
á
Fran
ça
é
que
estava
reservado,
r
pessoa do
indigno
neto
de
S.
Luiz,
Filippe
0
Bello,
0
conferir
ao
cesarismo
pagão
0
priíneir^.
triunfo
duradouro
e
começar
a
grande
apr>
ç2
tasia
dos
povos
christãos.
Quatro
ser
levou
o«movimento
a
desenvolver
se,
ó
Da
.
rou
no
fim
do
secolo
ultime
com
*
a
pro
clamação
solerane
da
queda
de
Jes
u"
s
Qj
ís..
to
e
da
emancipação
da
socieda A
na.
Mas
então,
triunfando,
tu>
({(.
p
1
'
tna
0
paganismo
:
de
monar
c!iia
C
f
’
ahi
fôra,
iaz-<e
demagógico
no
j'
cesarismo
veto
sentar-se
0 .
i
ibera
|is
'
o
N
fundo,
como
já
vimos,
0
êrro
é
0
’
mo:
a
substnotçao da
auctOfidade
divina
pe 0
humano
orgu.ho.,
Emquar.to
durou
a
infancia
dos
povos,
consentiram
elles
era
curvar
a
cabeça
a-,
jug0
d
-
Uis
monard
e
adorar a
huina
fli(|ade na
soa
a
mas
chegados
á
e
dade
adulta,
já
cão qui-
zeram
este
juço,
e
cada homem
pretendeu
adorar-se
a ri
mesmo.
O
anli-christianis-
mo
recebeu
cora
isto
0
seu
ultimo
aper
feiçoamento.
r
[Continua]
na
fronteira
de
Navarra
e
Guipuzcoa,
com
perda
de
tnais
de
cinco
mil
homens;
porem
a
divisão
Delatre,
com
15
mil homens,
veio
pelo Baslan
até
Elizondo
e
Dancha-
rinea,
isto
é,
até
á
fronteira
de
França
e
de
Navarra.
Alli
será
hoje a
tremenda;
cujo
resultado
communicarei
a
v.»
Eis ahi
noticias
importantes,
de
todo
fidedignas.
A. R.
SARAIVA.
—
—
—
------
--
—«
1 •«—
—
—
-
—
Noticias tUMiapanh».
Lèmos
n
’um
jornal
liberal
portuen
se
:
(.Começaram
as
operações no
norte
com
algumas
vantagens
para
as tropas
que
se
dizem
liberaes,
mas
essas
victorias
al
cançadas
custaram
immensas
baixas
aos
affonsioos.
Os
carlistas
apoiados
nas
soas
fortificações,
algumas
das quaes são for
madas
pela
naturesa,
baterarn-se
como
bra
vos
leões
e
mostraram
ao
inimigo
os
re
cursos
de
que
dispõem.
As
perdas
soflridas
pelas
tropas
libe
raes
foram
importantíssimas,
havendo
trin
cheiras
em
que
ficaram
mais
dé
50
mili
tares
mortos
e
companhias
de
que
não
escapou
um
único
soldado.
Entre
os
mortos
conlam-se
muitos
oíficiaes
dislin-
ctos
e
de
patente
superior.
Os
affoosinos
também
se
bateram
des-
limidamente,
e
para
se
fazer
uma
ideia
do
valor d
’estes
militares transcreveremos
o
seguinte
periodo de
uma
carta
relativamen-
te
ao
combate de
Arratzain :
«O
regimento
de
Luchana,
diz
a
refe
rida
carta,
teve
só
á
sua
parte
14
offi-
ciaes
mortos
e
33
feridos ou
contusos,
e
era
soldados
só uma
companhia
teve
45
baixas.
A
lucta
era
táo
tenaz
que
nos
batíamos
corpo
a
corpo
e
a
peito
desco
berto,
e
que
em
cima
de aós
caíam
não
só
as
granadas
como
os
pedaços
de
ro
cha
que
os
carlistas
nos
arremessavam.
Houve
soldado que,
cercado
por quatro
carlistas
e desalmado,
não
tendo
outra
ar
ma,
lhes
cuspia
na
cara.
Das
tres
com
panhias
de
voluntários
que foram
ao
assal
to,
e
de
que
eu
fazia
parte,
só
voltaram
1
capitão,
um
tenente
e
50
soldados...»
Na
tomada
do
rednclo
de
Santa Bar
bara
rompeu
o
fogo
ao amanhecer
do
dia
3
e
se
não
viesse
era auxilio
dos
sitian
tes
o regimento
de
Aragão
e
reserva
de
Madrid
de
certo
que não
seria
ainda
to
mado
aquelle
forte.
As
perdas soflridas
n'este
combate
também
foram
grandes
che-
gan
io-se
a
bater
á
baioneta
catada.»
O
mesmo
jornal
noticiando,
fundado
n’
om telegramma.
a
suspensão
das ope
rações
em
o
Noite,
facto
qne
o
telegrarn-
raa
atlribue
ao
temporal,
escreve
o
se
guinte
:
«Nós
prevíamos
este
desfecho,
funda
dos
no
silencio
do
nosso
correspondente,
que depois
da
tomada
de
Valmaseda,
re-
ducto
de
Santa
Barbara
e
entrada
em
Eli
zondo,
nos
deixou
de
communicar
as
de
mais novas
que
circulavam
em Madrid
por
ter
a
certeza,
que
ellas
não
tinham
o
me
nor
fundamento,
e
que
as
tropas
affonsi-
nas
deixaram
de
continuar
a
alcançar
vi
ctoria sobre
os
carlistas.
Se
fosse
permittido
ao
telegrafo
dizer
tudo,
de
certo
que
se
accrescentaria
não
ser
só
por
causa
do
temporal
que
se
sus
penderam
as
operações,
mas
sim
porque
ò
plano
dos
generaes
aflonsinos
foi con
trariado
pelos
de
D.
Carlos,
e
collocada
parte
das
tropas
liberaes
em
uma posição
áliás
critica,
não
podendo
operar
de
com-
mum
accordo,
além
de luctarem
com
a
falta
de viveres
por os
carlistas,
depois
de
os
lerem chamado
para
o
interior,
lhe
cortarem
as
communicações.»
Registrando
estas
preciosas
palavras
do
«Jornal
da
Manhã»,
passemos
aos
tele-
grammas
qoe
aproveitamos
do
«Univers»
e
do
«Monde»:
Hendaya
30
de
janeiro,
ás
7
horas
e
20
minutos
da
noite.
—Na
batalha
d
’hon-
tera,
a
divisão
aflonsista Morales
de
Los
Rios,
que
atacou
as
posições
que
cercam
as
baterias
d’
Arratzaio,
teve
800
homens
fóra
do
combate,
entre
elles 200
mortos
sendo
um
d
’
elles,
entre
outros,
o
coro
nel
do
regimento
do Rey.
O
coronel
Ola-
zabal
foi
ferido,
assim
como
muitos
outros
chefes e
oíficiaes. Os
batalhões
de
Lucha
na
e
do Rey
soffreram
muito.
Durante
a noite
esta
mesma
bateria de
Arratzain,
que tinha sido disputada, ati
rou
sobre
S.
Sebastião
300
granadas
que
causaram
muitas
victimas
e
grandes
es
tragos.
Ao
mesmo
tempo
numerosos
feri
dos
chegam
á
cidade,
vindo
do
campo de
batalha.
Reina
grande
desanimsção
eotre
os
li
beraes
guipuzcoanos.
Moriones
está
em Gue-
taria.
—Idem
30,
ás
8
horas
da
noite.
—
O
inimigo
deu
principio
a
um
movimento
ameaçando
a
Biscaya
por
Villa
Real
e
Guipuzcoa
por
Arlaban.
Occupou
Villa
Real
e Salinas,
abandonadas
por
nossas
forças
sem
combate e
sem
perda
de
canhões
nem
de
material.
O
ataque
é
geral no
Norte.
—Idem
31,
ao
meio
dia.
—
Confirmo-vos
a
victoria
de
ante-ho<itern.
Cinco
compa
nhias
navarras,
duas
goipnzcoanas
e
uma
partida
de
Muguerza, deram
com
um
Ím
peto
irresistível muitas
cargas
á
baioneta.
O
inimigo
bateu
a
final
etu
retirada,
perseguido
pelos carlistas
até
as
portas
de
S.
bebastião.
E
’
falso
que
Tristany,
.
Jaurieta
e
Iri-
bas
se
tenham
submeltido.
■
—
Idem,
1
de
fevereiro.
—
Emquanto
que
o
corpo do
exercito
de
Blaoco
ameaçava
Estella,
um
rápido
movimento
de
con
centração
em
volta
de
Pamplona
foi
ope
rado pelo corpo
de
exercito
de
Primo
de
Rivera
e outras
forças.
Uma
parte
dirige-
se por
Huarte,
e
chegou
a
Zubtri.
O
seu
fim
é
evideotemente chegar
á
fronteira
de
Urdax
O
brigadeiro
carlista
Larunda,
chefe
da
esquerda
extrema
dos
carlistas,
só
póde
oppôr
alguns batalhões ao inimigo
; o
mon
te
Velate
foi
posto
em
estado
de
defesa
por o
general
Castella,
e
alguns
•
reforços
foram
conduzidos
pelo
general
carlista
Ca-
vero.
Dizem
á
ultima
hora que a
divisão
carlista chegara
a
Elisondo.
Por
toda
a parte
os
sinos
annunciam
no
paiz
carlista
a
brilhante
victoria
alcan
çada
pelo exercito real.
Viva
Carlos
VII
!
HENDAYA,
2
—
Effecluou-se
antehon-
tem
nm
importante
desembarque
do car
tuchos
e
provisões
de
guerra.
O
general Carasa,
com
o
grosso
das
forças
do
seu
comraando
tomou
posições
perto
de
Zornoza ;
está era coratnunica-
ção
com
outros
batalhões.
S.
JOÃO DA
LUZ,
2.—As
tropas
libe
raes
rodeiam
Vera,
Lesaca
e
Echalar,
on
de
os
carlistas
parece
oppor
resistên
cia.
Martinez
Campos
estabeleceu
o
seu
quar
tel
general
em San-Esteban.
O general
Blanco
marcha para
Yanci
e
montanhas
de
Goizueta.
Não
se
assignala
nenhum
movimento
de
Moriones.
As baterias
carlistas
de
Ar-
ratzaio
continuam
a
atirar
sobre
San
Se-
bastian.
MTTE
O
MAR
Dize,
ó mar,
de que
me
falias
N
’
esses
campos teus d
’
anil
Aonde
o asul
do
firmamento
Reflete
encantos
aos mil?
Dize,
ó
mar?
diz porque
cantas
?
Meu
coração
não
levantas
A
recordar
meu
Setdior
?
Eis-me,
eia,
sus
!
afinemos
Na
mesma
lyra
e
cantemos
As
glorias
do
Senhor
!
Dize, ó
mar,
de
que
me
falias
N
’esse
rouco
mugir
leu?
No
cachão
que
se
deslisa?
No
terrível
escarceu
?
Que
dizes
na
branda
espuma
Nas
ondas
que
uma
a
uma
Se
vem nas
prias
romper,
No
crepúsculo
que
apaga
O
seu
fulgor oa
tua
vaga
Quando
vejo
o
sol morrer?
Que
me
dizes
quando
ferves
Em
borrasca
asustador?
Quando
os
ventos
te
encapellam,
Quando
ra
’
incutes
terror?
Que
me
dizes
quando
a
brisa
As
mansas
ondas
deslisa
Na
tranquilla
viração?
Quando
o luar te
pratêa
E
nos
teus
campos
senaêa
De branda
luz
um
clarão
?
Que
dizes,
mar,
no
rochedo
Que
musgoso
eu
vejo
erguer
A
dura
fronte
entre
as
vagas
Que
sobre
elle
vem
ferver?
Nos
baixos
que
em
ti
s
’escondem
Nos
ventos
que
só
respondem
Aos
cantos
do
pescador
?
Que me
diz
o
teu
peixinho,
A
tua
balêa
e
golfinho,
Senão
gloria
ao
Creador
?
Só
Deus falia
na
infinita
Extensão
dos
campos
dos
teus!
Falla-me em
Deus
a
riqueza
Que
escondes
aos
olhos
meus!
Lá
em
teus
abysmos
fundos,
Lá
nas
praias
d*outros
mundos
Que
banhas
com
o
fluxo
teu
;
Nas
preciosas
pescarias
Onde
encontra
pedrarias
Thesouros
que
Deus
te
deu
!
SUBSCKKPÇÃO
E’
digno de toda a attenção
o barbaro
exemplo
gue estão
dando os
liberaes affonsinos
contra
os prisioneiros carlistas.
Em casa do snr. Manoel José
Vieira
da Rocha,
rua do Souto,
se
recebem todas
as esmolas
com que as almas compassivas
queiram minorar o
estado tris
te
d’aquellas victimas da santa
causa
da religião e do direito.
S.
João
de Deus.—
Disem-nos
que
este
anno
não
estará
exposto
ao
publico
o
hospital
de S. Marcos,
no
dia
de
S.
João
de Deus,
como
era de
costume.
Não
achamos
mal
entendida
esta
resolução
da
Mesa, aconselhada pela
prudência,
e que
tende
a
evitar
muitos
abusos que
por
aquella
occasião
se
davam.
.
«A
Borboleta».—
Com
este
titulo
vae
publicar-se
n
’
esta
cidade
ura novo
jornal,
cujo
primeiro
n.°
devera
sair a
publico
nos
princípios
de
março
proximo.
Consta-nos
que
será
exclusivatnente
litte-
rario
e
noticioso.
Drdean
Terceira
de S.
Frnneis-
jeo.—
O
Detinitorio
da
V.
O.
Terceira
de
S. Francisco,
d
’esla
cidade,
convida os
Irmãos
da
mesma
a
reunirem-se
em
Junta
geral
na
salla
da
secretaria da
Ordem,
na
seguoda-feira, 14
do
corrente,
pelas
3
ho
ras
da
tarde.
«O
Matrimonio».
—
Já
está publica
do
o
segundo
volume
d’
esta
obra
editada
pelo
snr.
Teixeira
de
Freitas,
livreiro-
editor
em Guimarães,
da
qual
diremos
opportunamente
na
secção de
Livros
e
Impressos.
Dialogo.
—
Dois amigos se
encontra
ram
e
um
diz
ao
outro:
—
Como
estás tu; não morreste?
—
Não.
—Como!
estavas
tão
doente
a
ultima
vez
que te
vi!
—
E
’ certo,
porém
salvei-me.
—
Como
fizeste?
—
Devo-o
a
uma
casualidade....
meu
medico
cahiu
doente.
Tratado
de
aritlimetie» e wis-
tema-metrieo-deeimal.
—
Vae
publi-
car-se
um «Tratado
de arilhmetica
e
sis-
tema-metrico-decimal,
para
uso dos
alum
nos
das
escolas
dTnstrucção Primaria
e
Cotntnercial»
composto
pelo snr. Gaspar
L. d
’
A.
C.
Paul,
moço
estudioso e intel-
ligeute.
Assigna-se
no
escriplorio
da
adminis
tração
d'este
jornal.
O
annuncio
vae
no
logar
competente.
Chnva.
—
Graças
a
Deus! Começou
ante-liontem
a
cair
copiosa
chuva,
e pro-
mette
continuar.
Oxalá
que
assim
seja.
Tranaeripção.—
Os
versos
que
hoje
damos
na secção
de
Lilteralura,
são tran-
scriptos
da
«
Civilisação
», excellente
jornal
que
vê
a
luz
publica
em Poma Delgada.
«A
Esperança».—
Recebem-se
assi-
gnaturas
para
o
novo
diário
religioso,
que
com
o
titulo de «A
Esperança»
vae
pu
blicar-se
em Lisboa, no
escriplorio
da
administração
do
«Commercio do
Minho»,
na
pharmacia
do Hospital e
na
Livraria
Catholica,
rua
do
Souto.
Cirande
desgraça.—
Na
freguezia
de
S. Paio
de Merehm,
n
’
uma
casa
próxima
da
fabrica
de
papel
de Ruães
e
onde
se
forjavam
objectos
para
a
mesma
fabrica,
deu-se
ante-hontem
um
desastre
que
teve
consequências
fataes.
'Estando
um indiví
duo
a
preparar
imprudenlemente uns
ti
ros
de
dynamite
para
matar
peixes
no
rio,
E
’
voz
de
Deus
a
lua
vaga
Quando
estalla
e
dá pavor
E’
voz
de
Deus
o
rnurmurio
Que
falia
falias d
’
amor!
E
’
a
voz
de
Deus
a
tormenta
Quando
medonha
rebenta
Ao
reboar
do
trovão
!
E
’
voz
de
Deus...
irritado
Como o
é
de
Deus...
aplacado
O
sopro
da
viração
!
C. /.
R.
trxsxtBtBOi
iMntfVMmnm&B
mummnsiu ■
i
j
i
hhiib
——
aroam
UZETILHÃ
junto
da fornalha
afira
de
abreviar
o
ser
viço,
feito
durante
as
horas
do
almoço,
aquelle
perigoso
material
fez
explosão,
da
qual
resultou
ficarem
duas
pessoas
instan
taneamente
mortas e
feridas
quatro,
que
vieram
para
o
hospital
de S.
Marcos,
e
entre
estas
uma
em
estado
mui
grave.
Este desastre
não
se
deu
na
fabrica,
qne
nada
soffreu
porque
a
explosão
foi
a
distancia
d
’
esta,
nem o
curioso
serviço
era
para
a
mesma
!
Que
esta
grande
desgraça
sirva
ao
me
nos
de exemplo
para os
imprudentes,
que
ignoram
as
consequências
que
se
podem
dar
d
’
esta matéria
infiammante.
Um
earamento rwsso.
—
Assistimos
hontem,
diz
o
«Constitucional»
de
Pariz,
ao
casamento
da
senhora de
Abaza
e
do
príncipe
Leon
Oiouzofl,
enviado
da
Rús
sia
junto
da
Santa
Sé.
Nada
ha
que
mais
impressione
do
que
um
casamento
russo
Ao
prestigio
da
so-
lemnidade
accresce
da
parte
dos
assisten
tes
um
recolhimento
mistico.
Os
esposos
apresentara-se
no
meio
da
capella
;
o
arcipreste
espera-os
e
recebe-os;
durante
todo
o
tempo
da
ceremonia,
con
servam-se
de
pé em
presença
do
Evange
lho
aberto
diante
d'elles
sobre
uma
estan
te
ornamentada
e
dourada.
O
officiante
abençoa
duas
corôas
de
ou
ro,
com
fórma
de
corôas
reaes
:
a
desti
nada
á
noiva tem
a
imagem
da
Virgem,
e
a
do
esposo
a
de
S. José.
São
collocadas
um
pouco
de
tempo
por
cima
das
cabeças
dos
noivos,
sustentadas
por
indivíduos
con
vidados
de
proposito.
Segue-se
a
troca
dos
anneis;
depois
de
os
ter
abençoado,
o
sacerdote
entrega-os
aos
esposos
que
os
trocam
tres
vezes,
pas
sando-os
mutuamente
pelo
dedo.
Só
á
ter
ceira
vez
é
que
ficam
com
elles.
Os
esposos,
depois
de
terem
tomado
pe
quenos
cirios
ornados de flores
de
hran-
geira, recebem
das
mãos
do
ofiiciante
uma
laça
de
vinho
misturado
com
agua
cada
um
d
’
elles
deve
provar tres
vezes
a
beberagera
abençoada.
Feito
isto,
o
sacerdote
une as
mãos
dos
esposos
e
cobre-as
com
a
estola;
depois
aoda
ties
vezes
com
elles
em
volta
do
evan-
l
ho.
Cantam-se
em
seguida
algumas
orações,
no
fim
das
quaes
o
ofiiciante
diz
aos
espo
sos
que
se
abracem.
Trocam
então
um
beijo
que
se
chama
o osculo
de
paz,
e
a
ceremonia
está
con
cluída.
Entre
Ponte
«le* lima
e a Barca.
—
Já
começaram
os
estudos
do
caminho
de
ferro
de
via
reduzida
entre
Ponte
do
Lima
e
a Barca.
na
linha
de
Vianna
a esta
villa.
Bailes
«Be mascaras. —
Teem
sido
extraordinariamente
concorridos
os
bailes
de
mascaras,
no theatro
de
S.
Getaldo.
Certatiienie
que
isto
não
molhará
desgos
tos
á
empresa.
Para
o arelaivo.—
Um
papel,
a
que,
com
toda a justiça,
podemos
cbamar=
“
rea-
lejo
de
patacoadas=,
dá-nos
em
o
seu
ultimo
n.°
a
seguinte
preciosidade,
a
qual,
com
a
devida
venia
da
grani
tnatica
etc.,
passamos
a
aferrolhar
no
archivo:
«Um
deputado,
que,
como
engenheiro,
tinha
assignado
os
pareceres
da
junta
con
sultiva
d
’obras
publicas
contra
a
concessão
do
ramal
de
Cacilhas,
acaba
agora
de
apoiar
a
concessão
!
!
é
homem
de
cren-
sa!
registre-se
o facto,
como
sigual
cara-
cterisco
da
moralidade
da maioria!!
que
boa
gente
representa
os
povos !!!
é digna
de
louvor!
merece
um
Plimpson».
Tableau.
..
Aimla
a
explosão no poço Ja-
bin.—
Um
telegramma
dá
os
seguintes
promenores ácerca
da
explosão,
que
noti
ciamos
em
o
n.°
antecedente:
Na
explosão
do
poço
Jabin
das
minas
de
Saint
Etienne
ficaram
soterrados
216
operatios
mineiros.
Apesar
de
lodos
os
exforços
apenas
poderam
ser
retirados
da
mina
24
operários
ainda
vivos
e 26
mor
tos. Todos
os outros
ficaram
debaixo
das
galerias
desmoronadas
e
estão
perdidos.
D.
Joaquim Elio.
—
A
’
cerca d
’este
illustre
varão ha
pouco
fallecido,
escreve
o
correspondente
da
«Palavra*:
D. Joaquim
Elio
y
Espelela,
membro
de uma
das mais
aristocráticas
famílias
de
Hespanha,
e nascido
em
Navarra,
come
çou
a
sua
carreira
na
guarda real
de in-
fanteria
na
qual
tinha
a
patente
de coro
nel
do
exercito
á
morte
de
Fernando VII.
Com este
emprego
passou
a
servir
D.
Carlos
V
e
fez
toda
a
passada
guerra
civil,
emigrando
para
França
com
o
de
marechal
de
campo
em
1839.
O
conde
de
Montetnolin
(Carlos VI)
promoveu-o
a
te
nente
general,
e
depois
de
não
poucas
vicissitudes
Elio acompuhou
o
seu
rei
á
desgraçada
conspiração
de
S.
Carlos
de
la
IJapita
em 1860,
onde
caiu
prisioneiro
juntamente
com
elle,
sendo
sentenciado
á
morte, sentença
que
lhe
indultou
Iza-
bel
II
por motivos de
alta
política,
e
pe
la
mediação
de
seu
antigo
companheiro
e
atnigo
o defoncto
general
O
’
donne!l.
Emigrado
de
novo,
ainda
qne
volunta
riamente,
apresentou
se
a
D.
Carlos
VII,
cuja
fortuna
seguiu
com
perseverança,
e
que
por isto
e
por sua
lealdade
o
elevou
á
gerarchia
de
capitão
general
do exer
cito.
Não
obstante
seus
annos
e
sua
altera
da
saude,
montou
a
cavallo
no
princiqio
da
presente
campanha,
prestando
á
cau
sa
a
que
sempre
se
consagrára
notáveis
serviços
e
principalmente
o
de
auxiiial-a
com a auctoridade
que
lhe
davam
sua
lar
ga
historia,
sua
importância
e
elevada
posição.
Soldado
valorosíssimo,
com esse valor
frio e
sereno que
vê o perigo
de
frente
sem que se
lhe
contraiha
um
musculo
do
rosto,
general
entendido
sobre tolo
o
genero
de
guerra
que
fazem
os
carlistas
nos
terrilorios
do
Norte
em
que
quasi
sempre
operou;
se
desde a sua
juventude
não tivesse
sido
apathico
em
demasia,
fi
guraria
talvez
no
numero
dos capitães no
táveis que a Hespanha tem
produzido.
Bom
calholico,
perfeito
cavalheiro
e
homem
de
provada
honradez,
o
general
Elio era
como
um
resto
d
’
qtiel!a
severa
e
acerrimamente
monarchica
aristocraciachri-
stã
de
que
por
desdita
já
existem
poucos
exemplares,
sendo n
’
isto tão
firme
o
seu
amor
á
tradição
que sempre ficava
atraz
na
arte
das
manobras
politicss
por
não
querer
transigir
com
o
que
chamava
mi
sérias
dos
nossos
tempos.
O
seu
principal defeito
consistia
em
querer
dirigir
só
aquillo
para
que
sempre
foi
pouco
apto,
a
política
do
seu
partido,
o
que
lhe
grangeou
não
poucas
inimiza
des,
ás
vezes
justificadas
por
parte
de
homens
de
mérito
que o
viam
engolphar-
se
em
caminhos
sem saída;
assim
como
o
seu
caracter
leal
e
cavalheiresco
e
a
sua
perseverança
lhe
valeram
a
afleição
de
muitos
e
o
respeito de todos.
Apezar
de
suas
faltas, que
algumas
vezes
prejudicaram a
causa que
sempre
defendeu,
D.
Joaquim
Elio deixa
um
no
me
puro
e
um
alto
exemplo do
modo
como
devem defender-se
os
principio^
que
se
sustentam
e
soffrer
as
contrariedades
que
proporciona
a
agitada
vida da
polí
tica
em
nossos
tristes tempos.
Escolham.—
Pesguntára
um
sugeilo
a
Arislipo
qne
mulher
devia
escolher
para
casar-se.
—
Não
sei,
respondeu:
formosa,
é
trai
ção
certa;
feia,
desagrada;
pobre,
aruina;
e
rica,
quer
ser
obedecida.
Veja
você
qual
lhe
convém.
Soeiedadew
proteetvraa
de ani-
maes.
—
Nos
fins
do
anno
1872
existiam,
que
se
soubesse,
23o
sociedades prolecto-
ras
de
animaes, a
saber:
em
Inglaterra
46,
Estados
Unidos
36,
Suissa
33,Prus-
sia
25,
Austro
Hungria
22,
Mecklem-
bourg,
16.
Irlanda
7,
Escócia 6,
colonias
inglezas
5, França
4, colonias
francezas
2,
Rússia
6,
Hollanda
4,
Bélgica
3,
Bavie
ra
3,
Saxonia
3,
Sueoa
e
Noruega
3,
Cidedes
Livres
2,
Baden
1,
Hesse, Reos-
se
1. Wumtemberg
1,
e
Dinamarca
1.
Tempestade.—
Dizem
de
New-York:
Reina
violenta tempestade
sobre
as
costas
do
Atlântico.
As
communicações
estão
interrompidas
entre
New-Yo<k
e
Washington.
0
vento
em New-York, attinge
a
ve
locidade
sem
exemplo
de
66
milhas
por
hora.
Os
desastres
são
immensos.
Retratos.—
Vendem-se
no
escriptorio
da
administração d
’
este
jornal
retratos
do
snr.
D. Miguel
II, pelo
preço
de
300
reis.
TRIBUTO WE CtBATlDlO.
0
abaixo
assignado,
tendo
sido
accom-
mettido
por
uma
gravíssima
enfermidade,
que, esgotados
quasi
lodos
os
recursos
da
medicina, o
deixára
sem esperanças
de
vida;
vem
por
este
meio
faser
um solemne
protesto
da
gratidão
de
que
está
possuído
para
com
o
ex.
m°
snr.
Manoel
Joaquim
Rodrigues
Valle,
o
qual
com
inexcedivel
dedicação
e
nunca
desmentida
intelligencia
lhe
restituiu
o
que, depois
da
honra,
mais
presa
no
mundo
—
a
vida.
Francisco
Marques.
SECÇÃO
DE
COMMUKICADOS
Eafe lã «le janeiro de
1$9G.
Tendo,
por
varias vezes,
ouvido
Paliar
em inspecções escolares,
nunca
tive occa
sião
d’
avaliar
o
seu
devido
merecimento
;
hoje
porém, estou
inleiramente
conven
cido
de
que
as
inspecções
escolares
são
de
muitíssima
utilidade,
ou
antes,
uma
necessidade
para
o
progresso
da
instruc-
ção
popular.
Coube-me
nas
qhimas
inspecções,
a
honra
de
assistir
á
inspecção
d
’
uma
escola
n
’
este
concelho,
onde
tive
logar
de
observar, com
satisfação,
as
interessantes
perguntas
que
se
faziam
aos
meninos,
e
a
diligencia
e
vontade
com que
estes
se
esforçavam
pa
ra
responder a
ellas.
Honra
seja
feita
ao
exm.°
snr.
gover
nador
civil
de
Braga
pela
acertada
escolha
que
fez
do
digno
inspector
d’
este
distri-
cto,
o
il|m.° snr.
Joaquim
de
Abreu
Viei
ra
Peixoto,
que,
em
desempenho
da
sua
nobre
missão,
interrogava
os
meninos com
a
maior
affabilidade,
ciaresa
6
inexcedivel
polidez,
infuadindo-lhes
o
amor da
inslruc-
ção,
e
fazendo-lhes
ver
á
evidencia
os
bens
que
d
’
ella
lhes podiam provir,
a
ponto
tal
que
os
meninos ficavam
como
encan
tados
e
ardendo
em desejos
de
continuar
com
a
maior
assiduidade
e
applicação
na
sua
gloriosa
carreira
:
o
que também
mui
to
agradou a
todos
os
assistentes,
como:
o
rev.°
parocho,
regedor,
juiz
eleito
e
mais
pessoas
amantes
e
em
extremo interes
sadas
na educação
e
mslrucção
da
moci
dade.
Tudo
bem
claramenle
prova
que o amor
da
instrucção
vae
fazendo
grandes
progres
sos
entre
o
povo
portuguez,
e
coroando
os
desejos
e
exforços
de
todos os
gover
nos,
especialmente
do
actual.
E
para que
o
publico
possa
ler
conhe
cimento
das
boas
acções
que
muilo
en-
nobrecem
a
quem
as
pratica,
peço,
sur.
redactor,
a
inserção
d
’estas
linhas,
betn
dignas d
’
uma
penna
melhor
aparada,
no
bem conceituado
jornal
que v.
dignamente
redige ;
pelo
que
lhe
ha
de
ficar
nsuiio
obrigado
Um
seu constante leitor.
EXPEDIENTE » V ADMINISTRA
ÇÃO.
Os
nossos
assignantes
do
Por
to
e
Vianna e seus
districtos,
po
dem
desde
já
pagar
suas
assig-
naturas
aos
nossos
estimáveis
correspondentes
nas
mesmas
ci
dades
os
ill.
mos snrs.
Jose
’
Car
los
das
Neves,
rua
das
Flores,
Porto, e
em
Vianna
a
Francisco
Jose’ d
’Araujo
Júnior,
em
po
der
de
quem
se
acham
os
com
petentes
recibos
devidamente
assignados.
BANCO
COMMERCIAL
DE
BRAGA.
Resumo
do
balanço
do
Banco
Commercial
de
Braga
em
3 de
janeiro
de
1876.
Aetivo
Acções, prestações a
receber
110:9955000
Dinheiro em
caixa.
.
.
.
110:508^169
Leiras
descontadas
e
a
receber 886:2175088
Empréstimo
sobre
penhores.
165:411^385
Comas
correntes
com
garan
tia.........................................
1.302:4245644
Agentes
no
paiz
e
estrangeiro.
596:6235722
Titulos
e
papeis
de
credito.
207:158^355
Diversos
devedores.
.
.
•
65.8235829
Despezas
de
installação.
.
5:0005000
Moveis
e
utensílios.
.
.
.
1:8075500
3.451:971^692
Passivo
Capital.................................
1
000:0005000
Obrigações..........................
1.483:4615628
Depositantes...........................
204:0585828
Agentes
no
paiz
e
estrangeiro 329:1345339
Diversos
credores.
.
.
.
104:2795916
Leiras
em
deposito.
Letras
a
pagar.
.
Notas
em
circulação
.
29:4515105
.
110:7755455
.
124:1505000
50:0005000
Fundo
de
reserva.
Reserva
para
prejuisos
even-
tuaes
.
..... ...................
3:000500
Dividendos
a
pagar.
. .
.
10:6585410
Ganhos
e
perdas.
.
.
.
3:0025011
3.451:971^692
Braga
5
de
fevereiro
de 1876.
Os
Directores
João
Evangelista
de
S.
Torres
e
Almeida.
Manoel José
da
Costa
Guimarães.
theatbo
DE
S.
(ilRAliií)
QUINTA-FEIRA
10
DE
FEVEREIRO
BA!LE
DE
MASCARAS
Está desde
já
aberta
uma
assigoatura
de
camarotes
de
l.a
e 2.
a
ordem
nas
se
guintes
condições:
Desde
domingo
Magro
inclusivé,
até
terça-feira
de
Carnaval
—
ou
4
bailes,
réis
65000.
Avuls»
Camarotes
de
l.
a
e
2
a
ordem,
desde
quarta-feira
2,
até
domingo
Magro,
exclu-
sivé, 1
$000 réis.
Desde
domingo
Magro
inclusivé
até
ter
ça-feira
de
Carnaval,
2$000
réis.
A
empresa
apresentará
pela
segunda
vez
n
’
esta
'
cidade
no domingo e segunda
de
Carnaval,
as
apparatosas
e
mui applaudidas
quadrilhas
infernaes,
não
se
poupando a
despesas
para
que
sejam
executadas
o
mais
brilhanlemenle
possível.
Damas
decentemente
mascaradas
tem
entrada
graiis
até
ás
9
horas.
Principia
ás
8
horas.
SAUDE
A
TODOS
sem
medicina,
pur
gantes
nem
despezas
com
o
uso
da
delicio
sa
farinha
de saúde,
DU
BARRY
de
Londres.
99 auan»» d’iiivariavel
snecess®
1
Nenhuma
enfermidade
resiste
á
de
liciosa
Revalesciére
que
cura
as indiges
Iões
(despepzias)
gaslrica,
gastralgia,
fle,
gma,
arrotos, amargor
na
bocca,
pituitas-
nauseas,
vomitos,
irritação
intestinal,
diar-
rhea,
dizenteria,
cólicas,
tosse,
athsma,
fal
ta
de
respiração,
oppressão,
congestões,
mal
aos nervos,
diabethe,
debilidade,
todas
as desordens no
peito,
na garganta,
do
alito, das
bronchiles,
da
bexiga,
do
fíga
do,
dos
rins,
dos
intestinos,
da
mucosa,
do cerebro
e
do
sangue,
75:000
curas
en
tre
as
quaes
contam-se
a
de
S.
S. o
Pa
pa,
do
duque
de
Pluskow,
da ex.
ma
snr.
a
marqueza
de
Brehan,
do
doutor
Manuel
Saens
de Tejada
da Universidade
de
Cor-
dova,
etc. etc.
Mr.
Livingstone,
celebre
explorador
da
África
central,
no seu
relatorio que
fez
á
Sociedade
Real
Geográfica
de
Londres
so
bre
a
sua
viagem
diz
:
«Os habitantes
da
província d’
Angola
«parecem
gozar
uma
grande
fellicidade,
el-
«les não
precisam
nem
médicos
nem
pur-
«gantes, o
seu
principal
alimento
sendo
a
«.Revalesciére
que Du
Barry
trouxe
em
«Europa,
veem-se
isentos
das
moléstias,
«e
a
tisica
pulmonar,
escrophulas,
empin-
«gens,
câncer,
febres,
diíliculdade
de
eva-
'cuar,
diarrhea,
etc.,
etc.,
são moléstias
«completamente
desconhecidas,
como
lam-
«bem
desconhecem
as
bexigas,
o
sarain-
«po,
etc.»
Certificado
do
Dr.
Manuel
Seans
de
Te
jada,
doutor
da
faculdade
Medica
Cirúr
gica,
lente
da
Universidade
livre
de
Cor-
dova,
medico
em
proprio
e do caminho
de
ferro
de
Merida
a
Sevilha,
etc.
Certifico:
Que
com
o uso
da
Reva
lesciére,
obtive na minha clinica
varias
cu
ras
em moléstias
gravíssimas
em
alguns
clientes residentes
n
’
esta
cidade,
lembran
do-me
0 de
D. Filippe Zappina
emprega
do
publico,
hoje
administrador
da
alfan-
dega
de
Manila
nas
ilhas
Filippinas, a de
D.
Amélia
Gomes,
casada
com
um
chefe
do
exercito,
a
qnal
continua
a melhorar
com o
seu
uso;
de
D.
Ramon
Alonzo,
rapaz de
vinte
annos
que
soffria
havia al
guns
mezes
de
uma moléstia de
peito
de
muita
gravidade.
E
para
fazer
constar
em
toda
a
parte,
a
assigno
em
Cordova em
13
de
outubro
de
1873.
Doutor Manuel Saens
de
Tejada.
Seis
vezes
mais
nutritiva
do
que
a car
ne sem
esquentar, economisa
cincoenla
vezes
o
seu
preço
em
remedios.
—
Preços
fixos
da
venda
por
miudo
em
toda
a
pe
nínsula
:
Em caixas
de
folha
de
lata,
de
*/*
kilo,
500
;
de
</, kilo
800
rs
;
de
um
kilo,
l$400
reis;
de
2‘
/, kilos,
3$200
reis;
de
6
ki
los,
65100
reis,
e de
12
kilos, 125000
reis.
Os
biscoitos
da
Revalesciére
qtie
se
po
dem
comer
a qualquer
hora, vendem-se
em
caixas a
800
e
15400
reis.
O
melhor
chocolate
para
a
saúde
é
a
Revaleseiere
ehoeolatada5
ella
res-
titue
0
appettite,
digestão, sotnoo, energia
as carnes
duras
ás
pessoas,
e
ás
creanças
e
mais fracas,
e
sustenta
dez
vezes
mais
que
a
carne,
e
que
0
chocolate
ordinário,
sem
esquentar.
Em
paus, ou
em
pó
cm
caixas
de
folha
de
latadelO
chavenas, 500
reis;
de
24
chave
nas,
820
reis;
de
48 chavenas,
15400;
de
120
chavenas,
35200
reis,
ou
25
reis
cada
chavena.
BAllítV
DU BASIKY
oft
C.a
—
Pla-
ce
Vendòme,
26, Pariz; 77
Regem
Street
Londres
;
Valverde,
1,
Madrid/
Os
pharmaceuticos,
droguistas,
mer-
cieiros,
etc.,
das
províncias
devem
diri
gir
os
seus
pedidos ao
deposito
Central
;
snr.
Serzedello
&
C.
a
Largo
do
Corpo
Santo
16,
H.«sb«a,
(por
grosso
e miudo);
Carlos
Barreio, rua
do
Lorelo,
28;
Bar
rai
& Irmãos, rua
Áurea, 12.
Porto,
J.
de
Sousa
Ferreira
&
Irmão,
rua
da
Ba
nharia
77;
de Sequeira;
J.
Pinto;
Desí-
ré
Rahir;
Coimbra,
V.
Botelho
de Vas-
concellos
;
Aveiro,
F.
E.
da
Luz
e
Costa,
pharm.;
Dareelloa,
Ramos,
pharm.;
Braga,
Pharmacia
Maia, rua
dos
Chãos,
Pipa
&
Irmão,
rua
do Souto,
Domingos
J.
V.
Machado, praça
Municipal.
Figueira,
Antonio
Vieira,
pharm.;
Cuímarães,
A.
J.
Pereira
Martins,
pharm.
;
Pena-
fiel,
Miranda,
pharm.
;
Ponte
«Io
lima,
A.
J.
Rodrigues
Barbosa,
pharm.
;
Po
voo
do
Varzím,
p.
Machado
de
Oli
veira,
pharma.
;
Vianna
do
Castello,
Aflonso
e
Barros,
droguistas;
Villa do
Conde,
A.
L.
Maia
Torres, pharm.
AGBADECIMEITOS
Anna
do
Carmo
da
Rocha
Veiga,
José
da
Rocha
Veiga e
suas
filhas
Maria
das
Dores
da
Rocha
Veiga
e
Amélia
Augusta
da
Rocha
Veiga,
não
podendo
agradecer
pessoalmente
como
desejavam a
todos
os
ill.mos
e
exc.mos
snrs>
e
stl
r.
as
qne
se
dig
naram
cumprimenlal-os
por
occasião
do
fallecimento
de
seu
querido
irmão
0
revd.
0
Manoel
Joaquim
da
Rocha,
conego
da
Sé
Primaz,
bem
como a
todos
os
snrs.
sacerdotes
que
se
dignaram
dizer
mis
sa
e
assistir
gratuitameale
aos
oflicios
de
sepultura, que
tiveram
logar
na
capella
de
S. Geraldo,
da
Sé,
a
19
de
janeiro
ultimo,
assim
como
ás
irmandades
que
tiveram
a
bondade
de
acompinhar
0
cadaver
ao ce
mitério, fazem-no
por
este
meio, significan
do
a
todos 0
seu
indelevel
reconhecimen
to
e gratidão eterna.
(2967)
Pedro
José
Pereira,
sens
filhos,
e
Ben
to José de
Castro,
Alexandre
José Ferrei
ra
Braga,
Maria
de
Jesus
Moreira
e Bento
José
Ferreira
Braga,
não
podendo agra
decer
pessoalmente
como
desejavam
a
to
das
as exc.mas
snr.as
e
ill.
mns
e exc.
mos
snrs.
que
se
dignaram
cumprimental-os
por
oc
casião
do
fallecimento
de sua
muito presada
esposa,
irmã
e
thia
Rosa
Maria
Moreira
Pereira
e
bem assim
a
todas
as
pessoas
que
lhe
fizeram
a
honra
de assistir
aos
oflicios
fúnebres
e
acompanhar
0 cadaver
até
ao
cemiterio,
0
fazem
d
’
este
modo,
protestando
a
todos
0
seu
profundo
reco
nhecimento
e
sincera
gratidão.
E
egualmen-
le
agradecem aos
muilo
revd'.
0
’
sacerdotes
que
tiveram
a
bondade
de
celebrar
missa
e
assistir
ao
funeral
gratuitamente. (2953)
Maria
José
Gomes
Ferreira
e
Maria
do
Carmo
Gomes
Ferreira,
na
impossibilidade
de
o
fazer
pessoalmente,
agradecem
de
lo
do
0 coração
a
todas
as pessoas
que
se
dignaram
cumprimental-os
e
assistiram
aos
oflicios
que
tiveram
logar na egreja
dos
Congregados,
pela
alma
de
seu sempre cho
rado
primo
padre
Antonio
José
Gomes
Fer
reira.
Egualmente
agradecem
aos dignos
mem
bros
qne
compoema
musica dos
snrs. Pai
vas, pela
fineza
de
gratuilamente
fazerem os
ditos
oflicios
a
grande instrumental.
(2959)
«rareaste.
í
nw
vâ*.
Monte-pio de S.
José
Para
dar
cumprimento
ao
art.
0
41
e
seus
§§
do
nosso
estatuto,
são
convidados
os
socios
do
Monte-pio
de
S.
José,
a
reuni
rem
se,
na
rua
do
Souto casa
n.“
4
A,
no
salão
da
Associação
Commercial no
domin
go
13 do corrente
peias
2
horas
da tarde
afim
de
lhes
ser
apresentado o
relatorio
e
contas
do
anuo
findo, e
proceder-se
á
elei
ção
da
gereucia
do
presente anuo.
Todo
o
socio
que
queira ver
e examinar
as
contas
da dita
associação,
póde
dirigir-
se
ao
stu escriptorio,
campo de
Sant
’
An-
aa,
das 8
horas
da manhã
até
ás
4
da
tarde.
Braga
9
de
fevereiro
de
1876.
O
L°
secretario
(2971)
José
Antonio
1’
eixoto
Braga.
Pelo
juiz
commissario
da
massa fallida
de Sebastião
Ramos
de
Barros
Peieira,
ne
gociante
que
foi n
’
esta
cidade,
se
annun
cia
que
no
dia
13
do
corrente
se
tern de
arrematar
diversas
fazendas
e
objectos
da
dita
massa fallida,
cuja arrematação
hade
ter
logar
no
dia indicado
pelas
10
horas
da
manhã
na
casa
que
foi do
dito
fallido.
Escrivão
m
*
km
^
specto
Freitas.
O
(2969)
procurador
do
Curador
Fiscal
Paulino
Evaristo
da
Rocha
S
S
»
51
s
s
s
••
s
4.
&
»
>
&
V
Tractado
de arithemetica
e
systema-metrico-deci-
mal para
uso
dos
alumnos das
Escolas
d
’
In-
strucção
Primaria
e
Commercial,
seguido
d
’
um
Quadro
de
pezos
e
medidas
e
d
’
uma
Tabella
de reducção
das medidas
de
sèecos
e
líquidos
de
todos
os
Concelhos
do
Reino
e
ilhas
adjacentes
COMPOSTO
POR
Almeida
Maia,
chapeleiro,
rua
do
Sou
to,
44,
tendo
observado que
seu
collega
e
primo
Jesé
Luiz
d
’
Alroeida, se
dá ao
trabalho
de
mandar
os seus empregados
espionar
os
do
annunciante.
quando
estes
conduzem
fazenda
a
casa
J’
a!gura
freguez,
proceder
que
de
certo só
terá
o
fim
de
con
verter
os
seus
empregados
em
policia,
pre
vine
o
de
que
despensa
taes finezas,
não
só
porque
confia
plenamenie
na
benigna
Ín
dole
do
publico,
uma porque
já
algum
em
pregado
do
aimunciante
confundiu,
pelos
desconhecer,
presumidos
policias
com
indi
víduos
que
tentavam assaltal-o.
(2970)
Almeida
Maia.
ptEceixa
o
M
CD
o
■i
—1
P
m
-
7
«“
A
*rH
CtJ
~
w
w
o
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3
O
o
$
CZ2
e
£
S,
®Õ
<3
S
s
£
ÇS
<3
&.M
00
S
GRAARI’ BFPOSITO
BE
MACHI
NES
BK
COSTURA
DE
c-
CS
v_-
*“
Con8truhl«8
por
II. J. Petit, de
^1-ux.ellas
43
—
Praça
de
Carlos
Alberto—14
PORTO.
N
’este
estabelecimento
encontra-se á
venda
um
grande
sortimento
de
maehi-
nas
«ie
costura
para
familias, costurei
ras, alfaiates, estofadores,
chapeileiros,
sa
pateiros,
correeiros
—
«Ie
bordar,
execu
tando
admiravelmente
toda
a
qualidade
de
bordados
a
branco
e
côres,
em
relevo
etc.;
DE
CRAVAR
CALÇvDO E
DE
LAVAR
ROUPA.
Garante-se
a
perfeição
e
duração
de
to
das
as
machinas.
Facilita-se
o
pagamento
e aprendisagem.
Ensina-se
a
trabalhar
graiuitamenle
e
facilita-se
o
pagamento
em
prestações.
Ha
sortimento
de
algodões,
linha,
lãs
e
sedas
para
bordados
e
costura,
.assim
co
mo
todos
os accessoiios
e
peças
sobrese-
lentes
para
as
diversas
machinas.
Tem
deposito
em Braga,
em
casa
dos
snrs.
Almeida
&
Pereira.
(29ò8)
D.
Rosa Clara
de
Lima,
moradora
na
rua
dos
Chãos,
d
’esta cidade,
faz
publico
que
no
inventario
orfanologico
a
que
se
está
procedendo
por
fallecimento
de
seu
irmão
José Maria
Lima
da
Silva,
negociante
de
couro
e
solla,
que
foi da
mesma rua,
e pendente
o
alludido
inventario
no
cartó
rio
do
snr.
escrivão
João
Marcos
d
’Araujo
Ribeiro,
por
deliberação
tomada
em
Con
selho
de
Família,
que teve
logar
no
dia
3
do
corrente
mez
de
fevereiro; foi a
an-
nnnciante
como em
posse
e
cabeça
de
ca
sal proindiviso, auclorisada
legalmente
a
receber
todas
as dividas
activas,
fossera
da proveniência
que
fossen,
e
outros
quaes
quer
dividendos,
direitos
e
acções
que
ao
casal
devidos
fossem,
o
que
assim
faz
pu
blico
para
os
fins
convenientes.
O
solicitador,
(2966) João
Baplisla
Pereira
da
Silva.
Gaspar
L. d’ A. C. Paul.
Este
tratado
é
dividido
era
4
partes :
A
l.
a
trata
das
noções
preliminares da
ari-
thraetica,
da
numeração,
das
operações
funda-
mentaes,
suas
difierentes
provas e
taboadas
réspectivas,
da
dizima simples
e
periódica
e
das
fraeções.
A
2.
’
trata
das
noções
geraes
do
Systema-
melricQ-decimal,
suas
difierentes
medidas,
tabel-
las
de conversão
das
medidas
antigas
ás
moder
nas,
methodo
de
operações
abreviadas
e
simples
para
saber
o
preço
das
diversas
unidades
mé
tricas,
sabido
o
das
antigas,
tabella
comparativa
das
medidas antigas
de capacidade
dos vários
Concelhos
do Reino
e
ilhas
adjacentes
com
as
modernas
e problemas de uso
commura
A
3.a
trata
das
potências
e extraeção
das
raizes.
A
4.*
trata
das
razões
e proporções,
regras
de
tres,
de juros
simples
e
compostos,
dos
des
contos,
do
praso
raedio
ou
commura
do
paga
mento,
de
liga,
de
companhia,
de
perdas
e
ga
nhos,
sobre
os
papeis
de credito, de
falsa
posi
ção,
regra
conjuncta
e
de
cambio e
taboa
das
moedas
de
cambio
das
Praças
mais
Commer-
ciaes
das
diversas
nações.
Cada uma
das
varias
regras
é
seguida
de
ex
emplos
explicativos
e
no
fim
de
quasi
todas
as
secções
ha
exercícios
graduados e promíscuos
para
a
applicação
das
regras
precedentes.
Em
vista
por consequência d
’
esta
synopse
é
facil
avaliar
a
utilidade
d
’esta
obra,
não
só
para
os
alumnos
dlnstrucção
Primaria
e
Com
mercial,
mas
para
todas
as
pessoas;
porque
as
regras
que
n
’
ella
se
apresentam
estão descri-
plas
de
tal
sorte
claras
e
simplificadas,
que
mes
mo aquelles
que
não queiram
dar-se
ao trabalho
de
estudar muitas
theorias
arilhemelicas,
terão
n
’
esta obra
um
auxiliar
para
resolver
pratica-
menle
quaesquer
duvidas
que
se suscitem
nos
usos
communs
da
contabilidade,
n
’
esle
caso
es
pera
o
auctor a
coadjuvação
do publico.
Preço
por
assignatura
600
reis
Avulso.....................SOO
»
Sociedade
anonyma <8e responsa-
bilidade limitada
São
convidados
os
snrs.
accionistas
d
’
es-
le
Banco
a
reahsarem
a
quinta
e
ultima
arestação
de
20
p.
c.
cu
10$000
rs.
por
acção
desde
o
dia
20
até
29
de
fevereiro
roximo,
em Braga
na
sede
do
Banco,
e
no
Porto na
agencia
Praça
de
D.
Pedro
n.°
22.
A
este
mesmo
aclo
serão
trocados
os
tilulos
provisorios
por um docuraento de
clarando
cuia
snr.
accionista
se
deseja
as
suas
acções,
ao
portador,
ou
averbadas,
devendo
n
’
este
ultimo
caso
indicar
lam
bem o
nome
da
pessoa
ou
pessoas
a
quem
se
deve
fazer
o
averbamento.
Braga 26
de
janeiro
de
1876
Pelo
Banco
Mercantil
de
Braga
Os
directores
José
Antonio
Rebello
clã Silva
João
da
Costa Palmeira
8)
José
Joaquim
Lopes
Cardoso.
Companhia
Geral
Bracarense.
No
dia
21
do corrente
principia
a
pagar-se,
no
escriptorio
da
Companhia,
o
dividendo
do
anno de
1875,
á
rasão
de
5
p.
c.
ou
l$250
reis
por
acção.
O
pagamento terá logar,
sómente,
ás
segundas,
quartas
e
sextas
feiras
seguintes,
desde
as
10
horas
da manhã
até
á
l
da
tarde.
Braga,
4
de
Fevereiro
de
1876.
Os
directores
da
Companhia
Geral
Braca
rense.
Henrique
Freire
d'Andrade.
[2964]
José
Ferreira
de
Magalhães.
GARRAFAS
VAS1AS
Vende-se
no
Hotel
Real
garrafas
va-
sias,
ditas
de champagne,
ditas
de
co-
gnac,
botijas
de genebra,
vasias.
Preços
eommodos.
Quem
as pertender
dirija-se
ao
Hotel
Real.
(2957)
Companhia
Edificadora e Indus
trial
Bracarensc.
CHAPELMHA
Banco
Mercantil de
Braga
Sociedade
nnonyina
de z-espaisga-
bilÊtSade liciaitada
Pievinem-se
os
poucos
snrs.
accionis-
tas
d
’este
banco,
possuidores de
acções,
apenas
com
a
primeira
entrada,
de
que
es
tas
lhes
serão
annuladas nào
lendo
satis
feito
a
importância
da
2.a prestação
e
ju
ros
respeclivos
até
ao
dia
15
do
corrente,
em
conformidade
com
as
disposições
do
artigo
17
e sens
§§ dos
Estatutos,
pela
execução
do
qual
a
direcção
é
a
unica
e
iuimediatamente
responsável
para
com
o
banco,
como
inandalaria
d
’este e
que por
tanto
fará
cumprir
na
sua
integra.
Pode
efíectuar-se o
referido
pagamento
nos
seguintes
locaes
:
Em
Braga
—
no
edifício
do
banco,
rua
Nova
de
Sousa
n
0
19.
I
No
Porto
—
na
sua
agencia,
praça
de D.
Pedre
n.°
22.
Braga
e
Banco
Mercantil
1
de
Feverei
ro
de
1876.
Por
ordem
da
Camara
Mu
nicipal
do
concelho
de Aveiro,
se
faz
publico
que
todos
os ne
gociantes,
que
quizerem concor
rer
á
dita
feira, farão
ao
arre
matante
do
abarracamento,
Ma
noel Antonio Loureiro
de
Mes
quita, até
ao
dia
15
de fevereiro
futuro,
a
necessária
requisição
da
barraca,
designando
os
lanços
que
pertendem,
sob
pena
de
que
o
nào
fazendo
até
ao
indicado
dia
não
póde
o
mesmo
arrematante
ser
obrigado
a
fazel-as.
Secretaria
da
camara
muni
cipal
de
Aveiio,
~9
de
janeiro
de
187G.
O
ESCRIVÃO DA CAMARA
Paulino
Aprigio Pereira
Mendes
(2949)
BANCO DE
VIANNA
2
J/t
p.
c.
ou 26300
por
A
direcção
convida
os
senhores
accio
nistas
a
fazer
a
quinta
entrada
de
5
por
°[
0
ou
1250
por
acção
nos
dias
15
a
25
do
cor
rente
desde
as
10
horas
da
manhã
até
ás
2
da
tarde
no
escriptorio
da
companhia
no
Campo
de
SanCAnna
n.°
71
D
—
2.°
an
dar.
— Braga 4 de
Fevereiro
de
1876.
Francisco
da Silva
Araújo
João
Carlos
Pereira
Lobato
José
Alves
de
Moura.
(179)
(2965)
Precisa-se
d’
uma
de
50
annos,
pouco
mais
ou menos,
para fóra da
cidade e
casa
particular.
Para
informações
n
’esta
redacção.
(2963)
PADRE
SENNA
FREITAS
da
26—
Rua
do
Souto
—26
(Junto
á
rua
de
Jano)
Recebeu
em gostos
modernos
um
bom
sortido
de
chapeos
de
seda
ede
feltro,
para
homem,
menino
e
senhora.
Bonels
em vá
rios
gostos,
para
homem e
meninos,
que
tudo
vende
mais
barato
que
em
qualquer
outro
estabelicimento.
Fabrica,
concerta
e
põe
na
moda
cora
perfeição,
qualquer
chapeo
que
esteja
nás
circumslancias.
(2945)
Pelo Banco Mercantil
de
Braga
Os
directores
Joaquim
Lopes
Cardoso
da
Cosia
Palmeira
Dividendo
de
!
acção,
pagam-se
á
vista
dos
tecibos
pro
visorios
dos
snrs.
i
.
as
ultimas
entiadas
n
’
esta
agencia.
Braga
1
de
fevereiro
de 1876.
(2955)
Antonio
José
Alves
de
Castro
E
O
HOMEM
DA
CARTA
(Anatyse
erítiea
missiva
clirigititi pelo
bm
-.
Fmifs
ao
bs
*.
cosascllaeiro
Cas-«9wac»
de Menezes, dtiyinissisno
presádente do eonservatorio
Bramatieo <lo Rio de Janeiro)
acciooistas
que
fizeram
José
João
(180)
José
Antonio
Rebello
da
Silva.
ALUGA-SE
uma casa
decente
e
com-
jããl
m
°da
no
aluguel,
até
ao
S.
Miguel,
rua
j
e
[). Pedro 5.°
Para
tratar
em
Inflas,
canto
da
rua
No
va
da
Senhora
A Branca.
(2962)
ARREMATAÇÃO
No
dia
20
do
corrente
tem
de
ser
ar
rematada
a
casa
n.°
71,
71
A,
71
B,
e
71
C,
na
rua de
S.
Victor,
foreira
á
mi
tra,
com
ó
foro
de
575
réis.
Tem
lojas,
armazem-sdb-lòjas, e
tem
dois
andares,
com
bons
comuioiios,
bom
quintal,
e
poço
com
agua
e
tanque,
pertencente
a
Bernar-
dino de
Araújo
Carvalho
Reis.
(2960)
OFFERECIDO
AO
CONSERVATOR1O
DRAMATICO
do
rio
de
janeiro
Está
á
venda
no
escriptorio
da
«Pala
vra»,
e
na
Livraria
Portuense
de
Manoel
Malheiro, rua
do
Almada,
121
a
123.
Rua Nova de Sousa
n.°
5.
José
Antonio
Gomes
Ferreira,
suc-
cessor
do
LOUREIRO,
tem
grande
por
ção
de
latão
e
cobre
velho
proprio
para
fundição,
que
vende
por
preço
barato.
BRAGA
:
TYPOGRAPHIA LUSITANA
—
1876.
Parte de Comércio do Minho (O)
