comerciominho_09031876_466.xml
- conteúdo
-
Assigna-see
vende-se
no
escriptorio do
editor
e
proprietário
Josi
Maria
Dias
da Costa,
rua
Nova
n.*
3
E,
para
onde
deve
ser
dirigida toda
a
correspondência
franca
de
porte.
—
As
assi-
gnaturas
são
pagas
adiantadas; assim como as
correspondên
cias
de
Interesse
particular.
Folha
avulso
10
rs.
A.-S
ES
ÂS
TERÇAS,
QUINTAS
E
SABBADOS.
P
reços
:
Braga,
anno 1^600
rs.=Semestre
850
rs
=i>rovin-
ctas,
anno
2&400
rs
e
sendo
duas 4&000
rs.=Semestre
DV5S
rs.=Brazil,
anno
3&600
rs.=Semestre
1&900
rs.
moeda
forte
ou
8&000
reis e
4&500
reis moeda fraca.«=Annuncios
por
tinha
20
rs.,
repetição lOrs.
Para
os
assignantes
Í0
»/
0
d
’
abátiniei’
to
BR.4KA-0Ci!XTA-F:«:iK4
9
E9E
MARÇO
Sobre
o acabamento
da
guerra
carlista
publica
o
«Monde»
um
magnifico
artigo,
qoe
não
damos
hoje
aos
nossos
leitores
por
ser
um
pouco
extenso.
As
considerações
alli
feitas
são
dignas
de
ser
meditadas,
principalmente
pelos
nossos
adversários
de
boa
fé,
qoe
ainda
teem
a
ingenuidade
de
acreditar
nos
be
neficies
do
revolucionarismo
triunfante.
A
realeza hispanhoia, diz
o
articulista,
succumbe
menos
perante
a
insufficiencia
das
soas
forças
do
que
em face
da hos
tilidade
da
Europa monarehica.
Qoem ha
’
hi
que
ouse
contestar
esta
verdade
?
Oxalá
que
nos illndamos,
porém
quer-
nos
parecer
que
a protecção
tacita
ou
declarada
que
as
potências
europeias
teem
prestado
á revolução
n
’esta
conjonctura,
talvez
cedo
produzirá
resultados
bem
fu
nestos.
Sobre
o
mesmo assumpto
oiçamos
a
voz auctorisada
do
sabto
Luiz
Veuiilot:
A
derrota
de
D.
Carlos
creou
um
novo
perigo para
a
França
e
oão
dá
a
paz
a
Hispanha.
Este
desgraçado
paiz
está
es
gotado,
mas
as
facções triunfantes
alli
sa
berão
achar ainda
sangue.
Póde-se confiar
no
seu
genio.
No
presente,
os maus
dias
de
D.
AlTonso
vão
principiar. As mãos
que
lhe
pozeram
a
coroa
sobre
a
cabeça
bastarão
para
quebrar
o
fio
que
reune
os
fragmentos.
Ella cairá da
sua
cabeça
tão
depressa
como lhe
foi
posta,
mas em
peior
estado.
A
raonarchia
hispanhoia
mor
reu,
ha
já
muito
tempo.
Beceiamos
ter
nos
enganado,
como
o.s
mesmos
carlistas,
sobre
o
verdadeiro
caracter
dos
esforços
que
eiles
fizeram durante
o reinado
ou
antes
durante
a
vida
da
rainha
Izabel.
Eiles
queriam
refazer a'
monarchia;
mas
Deus,
mais
severo
para com
esta
cousa
outr
’
ora
tão
grande
e
que
se
fez
tão
in
fiel,
parece
ter
’
unicamente
querido
que
ella
não
tivesse
sepultura:
ella
morreu,
e
o
seu-
cadaver
dispersado
nào será
leco-
Ihido
sobre*a
terra
aonde
ella
•appareceu
com
tanto brilho.
A
cruz
immortal adoT-
naiá
os
restos
de
seus humildes
e
heroi
cos
defensores,
ella
não
dirá
o
logar
em
que
a
monarchia caiu. E’
mais
longe
qu.
este
século,
foi
em outra
parle
que
sobre
os
campos
de batalha,
mostrar-se-hão
com
um
gesto
vingador,
desviando
o
rosto,
os
logares
reprovados,
os logares
de
intriga,
d
’arnbição,
d
’heresia e
de
prazer.
Foi
alli
que
a
monarchia morreu
1
deixando
o
campo
livre
a
vis
e
ineptos
histriões.
Alli
se
elevam paiacios,
tribunas,
theatros
de
orgulho
e
de
luxutia.
Já
alli
existem
as
ruirias,
alli existirão
os
pantaoos.
Aqui
foram arrastadas
as
pompas reaes,
aqui
caiu
o raio e
a
morte
chegou.
Foi
aqui
que
os
reis
escutaram
a
lisonja
dos
cor-
tezãos, julgaram-se
deuses,
e
que
os
cor-
lezãos
se
tizeram
traidores
e
adularam
os
povos para
os
corromper, da
mesma
sorte
que
tinham
corrompido
os
reis.
Esperamos
que
Deus
será
clemente
para
com
as
mul
tidões
abusadas,
atraiçoadas
e
castigadas
Ellas
terão
um
tumulo
oa
historia, um
tumulo
que
dominará
a
cruz,
pela
qual,
sentindo
as
abjurações
passageiras,
tantos
christãos
de
coraçao
teem
querido
morrer
fieis
ás
maxtmas
de
seus
avós. Esperan
a
cruz
alli
onde
se
darão
as
batalhas,
e
nào
recieis
nunca
que aquelles
qne
morreram
á
sua
sombra possam
ser
vencidos.
Estes
taes
renascerão.
Deus
os
reconhecerá,
e
dará
á
sua
posteiidade
o
preço
do
seu
sangue.
Mas
não
procureis
o
logar
dos
políticos
perversos,
que
se
armam
contra
a justiça,
a
verdade e
a
honra,
e
que
tra
ficaram
com
o
sangue
derramado.
Que
importa
o
seu
triunfo!
eiles
só
triunfaram
para
morrer
eternamenle.
Honrae
aquelles que
morreram
pela
justiça.
Disse-se-lhes:
Eis
rqui
as
leis de
vossos
paes,
eis
aqui a cruz,
eis
aqui
o
altar,
eis
aqui
o
bem;
e
acolá
está o
mal
que
se
levanta
contra o
bem
Eiles
ou
viram
esta voz, conheceram
qne
lhe
di
ziam
a
verdade,
deram
a
sua vida. A ver
dade
vive
d
’
estes
holocaustos,
e
eiles
vi
verão
com
a
verdade.
Os
outros
são
os
vencedores, mas
estes
vencedores
morrerão
á
sua
vez
e
a
verdade
tantas
vezes venci
da
lhes
sobreviverá.
Os
carlistas
foram destruidos,
os ca
tholicos
estão
vivos.
O
sangue
christão
corre
sobre
a
terra,
elle
é
inextinguível.
Deus
o
faz
reapparecer
no
momento
op-
portuoo.
Da
raça
dos
carlistas,
cujo
oome
poderá
ser
abolido,
nascerão
homens
que
tornarão
a levantar
a
bandeira
de
Deus.
Nossos
paes
christãos,
a
quem
se
deram
e
que
perderam
tantos
nomes de
guerra,
não
vivem
eiles em nós
que
o
somos?
E
se
o
nome christão podesse se.-
abolido,
de
que serviria
a
nossos
filhos
o
viver?
Quando
não
houverem
mais
christãos,
nem
mais
nações
christãs
no
mundo, o
mundo
durará
pouco
e
nós
seremos
vingados.
Não
lastimamos
os
carlistas
d
’
Hispa-
oha.
Mortos
pela
verdade
e
pela
justiça,
eiles
ganharam
a
sua
immorlalidade.
Quanto
a
nós,
francezes, que
susten
tamos
desfallecendo
o
mesmo
combate, a
nossa
sorte
é
menos
feliz.
Os
carlislas
eram
os
guardas
da
nossa
fronteira,
e o
terreno
em
que
eiles
já
não
existem será
dentro
em
pouco
occupado por
um
inimigo.
Desgraçados
d
’
aquelles
que
vendem
as
na
ções!
Deus verificará estes
despojos
que
serão
achados
cheios
de
sangue.
NOTICIAS
ESTRAKO EIRAS
O «Monde»
de
2
do corrente
publica
as
seguinles
communicações
officiaes rela
tivas
á
entrada
de
D.
Carlos
em
França
:
O
commandante
em
Arnéguy
recebeu
ás
11
horas
da
noite
de
liontem
a
carta
que
segue:.
Val-Carlos,
27
de
fevereiro
Ao
general
-commandante
da
divisão
de
Bayonna.
«Vencido
pela
fortuna
adversa,
S.
M.
el-rei
Carlos
VII,
meu
augusto
amo, resol
vido a
não
prolongar
uma
lucta
pela qual
a
Hispanha
soflreria
sem
proveito
para
a
sua
causa,
pede
á
França
a
sua
generosa
hospitalidade.
Por
ordem
de
S.
M.,
tenho
a
honra
de
informar-vos que
o
rei,
escoltado
por
al
gumas tropas
fieis,
atravessará
a
fronteira
pela
ponte
de
Arnéguy,
ámanhã
ás
9
ho
ras
da manhã.
Recebei
etc,
Antonio Lizarraga.
Val-Carlos,
27
de
fevereiro.
A
.1/
o
general
commandante
da
divisão
de
Bayonna.
Tenho
a
honra
de
vos
pedir
queiraes
informar-me
se,
entrados
em
França.
Sua
Magestade
o
Rei,
os
gejaeraes,
chefes
e
officiaes do
exercito real
podem
conser
var
suas
espadas
e
seus
cavallos.
O
general,
chefe
d
’
estado
maior,
Lizarraga.
O
correspondente
da
«Palavra»,
depois
de
fallar
circumslanciadaraenle da
termina
ção
da
guerra,
escreve:
O
que
pódem
dizer
alto
os
carlistas
em
honra
da
causa que defenderam,
e
em
abono
de
sua
perseverança
e
sua
honra
política
é
que
é
mui raro
no
mundo
o
especlaculo
de
sair
de
seus
Estados
um
Irei
vencido
pela
revolução
a quem
seguem
livre
e
espontaneamente
dez
mil
soldados,
modelos
de
honra
e
de
lealdade,
e
nunca,
salvo
com
seu
avô
Carlos
V,
succedeu
que
tão
grande multidão
siga
um
príncipe que
nada
póde
oíferecer-lhes,
e
que,
em
sum-
ma,
não
passou
da
cathegoria
de
preten
dente,
pelo
que o
hão
servido
até
sem
perceber
soldo.
Esses
dez
mil
homens, que
não
são
menos
os
que
entram
em
França,
em
differentes
grupos
e
com
o
mesmo
D.
Car
los
que
levava
cinco
mil, se compoem dos
batalhões
castelhanos,
dous
navarros,
al
gumas
companhias vascongadas,
suas guias
e
sua
escolta pessoal,
e
forças
valência
-
nas e
aragonezas,
isto
é, de
gente
que
pessoalmente
nenhum
interesse
tem
na
questão
dos
foros.
Sem
que
eu
saia
de
minha costumada
reserva,
inclinando-me
a
este
ou
áquelle
partido
politico, consignarei
para
concluir
que,
no
meio
do
egoismo que mina
esta
sociedade,
consola
ainda
ver
multidões
compactas
que,
depois
de
se
sacrificar
pelo
triunfo
de
uma
causa
que
julgam
justa
e
de
principios religiosos
e
políticos
muito
combatidos,
sabem
resignar-se,
inspiradas
em
nobres
sentimentos
de
fê
e
lealdade,
a
perder
de
vista
o
solo
da
patria
e a sof
frer
todo o
genero
de privações,
e
isto
quando
lhes
consta
que apresentando-se
ás
auctoridades do governo são
bem
re
cebidas
e
por
ninguém
molestadas.
Levado
pelas circumstancias
a
suspen
der
uma
lucta
inútil
que
a
Hispanha
con
tinuaria
a
soffrer
sem
proveito
para
a cau
sa, orei
Carlos
VII entrou
voluntariamente
em
França
a
28
de
fevereiro, ás
10
horas
da
manhã,
escoltado
por
suas
guardas
e
por
uma
divisão
inteira,
composta de
tropas
de
Castella,
Canlabria,
Gandesa,
Valência
e
Asturias.
Na
vespera
pela
tarde,
orei
havia
man
dado
prevenir
o
general
commandante
da
divisão
de
Bayona.
Antes
de
passar
a
fronteira,
as
tropas
reaes
postadas
na
es
trada
de Val-Carlos
até
Arnéguy,
pres
taram
as
honras
militares
ao
rei e
accla-
maram-n
’o
enthusiaslicamenie. Depois,
quebrando
as
armas
no
solo
da
pairia,
seguiram
D.
Carlos
para a
terra
do
exilio.
Na
ponte
de
Arnéguy
o
rei
foi
rece
bido
pelo snr.
Hertz,
sub-prefeito
de
Mau-
leon,
e
comJusilo
em
carruagem
a
esta
cidade,
onde o
snr. de Nadaillac,
prefeito
de
Pau,
veiu
transmiltir a
S. M. as
dis
posições do
governo
francez
a
seu res
peito.
O
acto
de
que
a
ponte
de
Arnéguy
foi
theatro
é
uma
pagina
commovedora
da
historia
contemporânea. Verilicou-se esse
acto livremente
e
em
presença das
auc
toridades
civis e
milhares
da
França,
que
dão
testemunho
d’
elle.
Os
direito»
do rei
ficaram
inteiros.
D.
Carlos
deixou
a
Hispanha
sem
ser
cons
trangido
a
isso.
Não
entregou
suas
ar
mas
nem
aos
aflonsinos
nem
á
França.
Depois d
’
uma
lucta
heroica,
depol-as vo
luntariamente, reservando assim
o
futuro
que
lhe pertence.
MINISTÉRIO
DOS
NEGOCIOS
ECCLE-
s
I
a
STICOS E
DE JUSTIÇA
Direcção
geral dos
negocios
ecclesiaslicos
l.a
repartição
Despachos
effecluados
nos
mezes
de
dezem
bro
de
1815,
e
fevereiro de
1876.
Dezembro
de
1875
O presbytero
Manoel
Martins
da
Silva
—
apresentado,
precedendo
concurso
documen
tal,
na
egreja
parochial
de Santo
Estevão
do
Couto
de
Esteve,
do
concelho
de
Se-
|ver,
diocese
de
Vizeu.
Declarado
sem
efleito
o
decreto
de 15
de
Janeiro
ultimo,
pelo
qual
se
fizera
ao
mesmo
presbytero
Manoel
Martins da Sil
va a
mercê
da
apresentação
na egreja
pa
rochial
de
Nossa
Senhora
da
Graça
de
Fragosella,
da
mesma diocese.
Fevereiro
de 1876
O
presbytero
Antonio
Gomes
Pinheiro
parodio
collado
na
egreja
de
Nossa
Se
nhora da
Conceição
de
Caria, da diocese
da
Guarda
—
ap.
,
pr.
conc.
documental
na
egreja
parochial
de S.
Pedro
de Ver-
delhos,
da
mesma
diocese.
O
presbytero
Antonio
Ignacio
de
Carva
lho
e
Silva ap.
.
pr.
conc.
documental
na
egreja parochial
de
Santa
Catharina
dé
Sitimos,
do
concelho
de
Alcácer
do
çal
diocese
de
Evora.
O
presbytero
Antonio
José Nunes da
Gloria
—
ap.,
pr.
conc.
documental, na
egreja
parochial
de
Nossa Senhora
da
Con
ceição
da Mexilhoeira
Grande,
do
conce
lho de
Villa
Nova
de Portimão,
diocese
do
Algarve.
O
presbytero
Antonio
Pires
—
ap
pr
conc. documental,
na
egreja
parochial
dê
Santa
Mana
Magdalena
do
Seixo de
Côa,
do
concelho do
Sabugal,
diocese
da
Guarda.
O
presbytero
Bernardo
de
Vasconcellos
Monterroso, parocho
collado
na
egreja pa
rochial
de
Santa Cruz
do
Jovim, na
dio
cese
do Porto—
ap.
,
pr.
conc.
documen
tal,
na egreja de Santa
Maria de
Penha
Longa, no concelho
de
Marco
de Canave-
zes,
da
mesma
diocese.
O
presbytero Cazimiro
Gonçalves
da
Cunha
—
ap.
,
pr.
conc.
por
provas
publi
cas,
na egreja
parochial
do
Espirito
San-
to
de
Paradella,
do
concelho
de
Taboaço
diocese
de
Lamego.
’
O
presbytero
Francisco
Capado
Tava
res
da
Silva—ap.
,
pr
conc documental,
na
egreja
parochial
de
Nossa
Senhora
da
Conceição
do
Rosmaninhal,
do concelho
deldanba
a
Nova,
diocese
de
Castello
Bran
co.
O
presbytero
Francisco
Freire
de An
drade,
parocho
collado
na
egreja
de
S.
Do
mingos
de Parada,
da
diocese
de
Pinhel
<*p.
,
pr
j
conc.
documental,
na
egreja
parochial
de
Nossa Senhora
de
Assumpção
do
Rochoso,
do
concelho
e
diocese
da
Guarda.
O
presbytero
João
Alves
Moreira
Bran
dão,
parocho
collado
na
egreja
de
S.
Mar-
tinho
de
Avessadas,
da
diocese
do
Porto
--
ap.
,
pr.
conc.
documental,
na
egreja
parochial
de
Santo
André
de
Villa
Boa
de
Qmres, do
concelho
de Marco
de Canave-
zes,
da
mesma
diocese.
O
presbytero
João
Antonio
Margaiido
—ap.
,
pr.
conc.
por
provas
publicas,
na
egreja
parochial
de
Nossa
Senhora
do
Rosário
do
VaUe
de Figueira,
do
conce
lho
da
Pesqueira,
diocese
de
Lamego.
O
presbytero
João
Baptista
Carneiro
de
Carvalho,
parocho
collado
na
egreja
de
S.
Ihiago
da
Carvalhosa,
diocese
primaz
de
Btaga
ap.
, pr.
conc.
documental,
na
egre
ja
parochial
de
Santa
Eúlalia
da
Palmei
ra,
do
concelho
de
Santo
Thvrso,
na
mes
ma
diocese.
O
presbytero
José
Lira
da
Conceição
Oliveira
—
ap.
,
pr.
conc.
por provas
publi
cas,
na
egreja
parochial
de
Nossa
Senho
ra
do
Rosário
dà
Marinha
Grande
do
con
celho
e
diocese
de
Leiria.
O
presbytero
José
Rodrigues
Caetano
—
ap. ,
pr.
conc.
por
provas
publicas,
na
egreja
parochial
de
S.
Pedro
da
Ramella,
do
concelho
e
diocese (ia
Guarda.
O
presbytero
Manoel
Alves Ferrão—
ap.,
pr.
conc.
documental,
na
egreja
parochial
de
Santa Marinha
de Oliveira
do
Cunhedo,
do
concelho
de Penacova, diocese
de Coim
bra.
O
presbytero
Manoel
de
Jesus
Rafael,
parocho
collado
na
egreja
de
Nossa Senho
ra
da
Conceição
de
Sever,
da
diocese
de
Lamego
—
ap.,
pr.
conc.
documental,
na
egreja
parochial
de
Santa
Maria
Magdale-
na
de
Nagozello,
do
concelho
da
Pesquei
ra,
da
mesma
diocese.
O
presbytero
.Manoel
Sanches
de
Pina
—
ap.,
pr.
conc.
por
provas
publicas, na
egreja
parochial
de
Nossa
Senhora
da An-
nunciação
de
Vide
entre
Vinhas,
do
con
celho
de
Celorico
da
Beira,
diocese
da
Guarda.
O
presbytero
.
Roberto
Antonio
da
Sil
va,
parocho
collado
na
egreja
de
S.
Mar-
tiriho
de
Anta,
da diocese
primaz de
Braga
—
ap.,
pr.
conc.
documental,
na
egreja
pa
rochial
do
Salvador
de
Monçós,
do
con
celho
de Villa Real,
da
mesma
diocese
primaz.
O
presbytero
Tiiomaz
José
de
Carva
lho
—
ap.,
pr.
conc.
documental,
na
egreja
parochial
de
S. Marlinho do Outeiro,
do
concelho
de
Vianna
do
Castello,
diocese
primaz
de
Braga.
O
presbytero
Albino
José
Frotas—ap.,
pr.
conc.
documental, na egreja parochial
de
Nossa
Senhora das Brotas,
do
concelho
de
Mora,
diocese
de
Evora.
O
presbytero
Antonio
Julio
da
Rocha
—
ap.,
pr. conc. documental,
na
egreja
parochial
de
S.
Miguel
de
Gondufe,
do
concelho
de
Ponte
do
Lima,
d.ocese
pri
maz
de
Braga.
O
presbytero
Antonio
Ribeiro
Homem
da Costa—ap.,
pr.
conc.
por
provas
publi
cas,
na
egreja
parochial
da
Santíssima
Trindade
da
villa
das
Lages,
na
ilha
do
Pico,
diocese
de
Angra.
O
presbytero Augusto
Carlos
de
Mello,
bacharel
em theologia e
parocho
collado
na
egreja
de
Nossa
Senhora
das
Neves
da
Relva,
na
ilha
de
S.
Miguel
—
ap.,
pr.
conc.
documental,
na
egreja
parochial
de Nossa
Senhora
da
Saude
ue
Arrifes,
do
conce
lho
de
P.mta
Delgada,
diocese
de
Angra.
O
presbytero
Angu-lo Eduardo
Paes
Moreira,
parocho
collado
na
egreja
de
S.
Marlinho de
Fajões,
da
diocese
do
Porto
—
ap.,
pr.
conc.
documental,
na
egreja
paro
chial
de
Santa
Maria
d
’Arrifana, do
con
celho
da
Feira,
da
mesma
diocese.
O
presbytero
Bernardo
Antunes
dos
Reis,
parocho
collado
na
egreja
de
Santa
Maria
de
Covas,
da
diocese primaz
de Braga—
ap.,
pr.
conc.
documental,
na
egreja
paro
chial
de
S.
João
Evangelista
de
Athães,
do
concelho
de Villa
Verde,
da
mesma
dio
cese.
O presbytero
Clemente
da
Cunha,
pa
rocho
collado
na
egreja
de
S.
Pedro
de
Parada,
da
diocese
primaz
de
Braga
—
ap.,
pr.
conc.
documental,
na egreja
parochial
de SantTago
da
Infesta,
do
concelho
de
Coura, da
mesma
diocese.
O
presbytero
João
Chrysostomo da
Vei
ga
—
ap., pr.
conc.
documental,
na
egreja
parochial
de
S.
Mamede
da
Castanheira
do
Vouga,
do
concelho
de
Agueda, diocese
de
Aveiro.
O
presbytero
João Lourenço
dos
San
tos—ap.,
pr.
conc.
documental, na
egre
ja
parochial
de
S. João
Baptisla
de
Quin-
tella,
d> concelho
de
Mangualde,
diocese
de
Vizeu.
O
presbytero
Joaquim Antonio
Ferrei
ra,
parocho
collado
na
egreja
do Menino
de
Deus do
Pereiro,
da diocese
de
Pinhel
—
ap.,
pr.
conc.
documental,
na
egreja
pa
rochial
do
Santo
Antonio
de
Bouça Cova,
do
concelho
e
diocese
de
Pinhel.
O presbytero
Joaquim
Gomes
Freire
da
Silva
—ap.,
pr. conc.
por provas
publicas,
na
egreja
parochial
de Santa
Catharina de
Villa
Facaia,
do
concelho
do
Pedrogão
Grande,
diocese
de
Coimbra.
O
presbytero
Joaquim
Teixeira
Pires,
parocho
collado
na
egreja
de
Nossa
Senho
ra
das
Neves
de
Viilarinho
dos
Freires,
do
arcebispado
primaz
de Braga
—
ap.,
pr. conc.
documental,
tia
egreja
parochial
de
Santo
Adrião
de
Cevêr,
do
concelho
de
Santa
Martha,
diocese
do
Porto.
O
presbytero
José.
Antonio
de
Barros
e Castro—ap.,
pr.
conc.
documental,
na
egreja
parochial
<le
S.
Cosme
e
Damião
de
Az
re,
do concelho
dos
Arcos
de
Val
le de
Vez,
diocese
primaz
de Braga.
O
prcsiytero
José
Manoel
Pereira
de
Amorim
—
ap.,
pr.
conc.
documentai,
na
egreja
parochial
de S.
Marlinho
de
Gan
dra,
do
concelho
de
Ponte
do
Lima, dio
cese
primaz
de
Braga.
O
presbytero José
Joaquim
Pereira
Abranches
—
ap.,
pr.
conc.
documental,
na
egreja
parochial
de S.
Bartholomeu
de
Al
deia das
Dez,
do
c ncelho de
Oliveira
do
Hospital,
diocese
de
Coimbra.
O
presbytero
José
Maria
Valenlim—
ap.,
pr.
conc.
documental,
na
egreja
parochial
de
S.
Miguel
de
Antas,
do
concelho
de
Penedono,
diocese
de
Lamego.
O presbytero
Manonel de Almeida
Dias
Costa,
parocho
coILdo
na
egreja
de
Santa
Eulalia
de
Baiões,
da
diocese
de
Vizeu,
ap.,
pr.
conc.
documental,
na
egreja
parochial
de
S.
Miguel
da
Bodiosa,
do
concelho
e
diocese
de
Vizeu.
O
presbytero
Manoel
Antonio
Gonçal
ves,
parocho
collado
na
egreja
de
Santa
Maria
de
Castro
Laboreiro
—ap.,
pr.
conc.
documental,
na
egreja
parochial
de
Santa
Maria de
Cubalhão,
do concelho
de
Melga-
ço,
diocese
primaz
de
Braga.
O
presbytero
Manoel
Antonio
de Moraes
—
ap.,
pr.
conc.
documental,
na egreja
pa
rochial
de
Santo
André
e
S.
Miguel
de
Barroças
e
Taias,
do
concelho
de
.Monção,
diocese
primaz
de Braga.
O
presbytero
Manoel de Freitas Ribeiro,
—
ap.,
pr.
conc.
documental,
na
egreja
pa
rochial
de
Santo
André
de
Friande,
do
concelho
da
Povoa
de
Lanhoso,
diocese
primaz
de Braga.
O
presbytero
Manoel
Gonçalves,
paro
cho
collado
na
egreja
de Santo
André
de
Ardãos
—
ap.,
pr.
conc.
documental,
na
egreja
parochial
de
S.
Vicente
da Chã,
do
concelho
de Montalegre,
diocese
primaz
de
Braga.
O
presbytero
Manoel
Marques
da
Silva
Correia,
parocho
collado
que
foi
na
egre
ja
de
No<sa
Senhora da
Conceição
de
Al
deia
Nova,
da
diocese
de Pinhel—ap.
pr.
conc.
documental,
na
egreja
parochial
de
Santa
Maria
de
Almoster,
concelho
de
San
tarém,
diocese
de
Lisboa.
O
presbytero
Manoel
Tavares da
Silva
—
ap.,
pr.
conc.
documental,
na
egreja
pa
rochial
de
S.
Carlos
de
Falaunços,
do
con
celho
de
Vouzella.
diocese
de Vizeu.
O
presbytero
Manoel
Pinto
de
Almei
da
Pedroso
—
provido
na
serventia
vitalícia
da
thesouraria
parochial
da
egreja
de
Nos
sa Senhora
da
Misericórdia
de
Bellas,
da
diocese
de Lisboa.
O ordinando Antonio
da
Graça
Ribeiro
—
provido
na
serventia
vitalícia
da
thesou
raria parochial
da
egreja
de
Nossa
Senho
ra
da
Graça,
da
villa
de Arez,
da
diocese
de
Portalegre.
3T
iE
«J
A.
SE
TI
TI
Oui,
cest
la tie. Aprés
le jour,
la
nuit
livide.
VICTOR
HUGO.
Anjo
ridente,
fugiste!
Eis-me
sem
rumo, perplexo
!
Sem
ver
no
céo
um
reflexo
quem
é
qne
á lucta
resiste?
Tenho a
meus
pés
a
voragem;
n’
ella
aberto
o
precipício:
por
mais
que
envide
a
coragem,
pende
a
fronte
ao
sacrifício.
Qoe
maguas
pungem
min
’alma
hoje, que,
em
trevas.
assiste,
sceptica,
pavida,
triste,
ao murchecer-se
da
palma
qoe
me enlaçaste
na
fronte!
Sem
o
almo
allivio
do
choro
succutnbo
ao ver,
no
horisonte,
sumirem-se
as
nuvens
d
’
ouro.
Oh!
quanto
a
existência custa,
se
é,
como
as
penas,
sombria,
dédalo
escuro,
sem
guia,
1
entre a
incertesa
qoe
assusta
I
A
’
luz succede
o
sol posto...
após o
riso,
a
amargura...
após
um
sonho,
um desgosto...
0
luto
após
a ventura
!...
Puro
anjo,
que
me
eras guarda,
voaste
ás
regiões
do
infinito
1
Porque
é
que
teu
riso
tarda
em
dar
conforto
ao
proscripto
?
!
Porque
legaste
o
martírio
a
quem
te enviava
homenagem,
como aos
bafejos
da aragem
eflluvios
doces
o
lírio?!. -
Quando
anhelava
a
bonança,
o
amor,
a
patria,
um
abrigo,
vaga
impiedosa
rné
alcança
como
d
’
um
crime
um
castigo?
Terei
por
éden
um
horto
?
só
negra
dòr
que
me
acoite?
escolhos em vez
de
porto?
por
guia,
as
trevas
da
noite?!...
E
’
pois
batel
a
afundir-se
o
meu
sonhado
futuro?
nas dobras
densas
do
escuro,
astro
poente, a esvair-se?!...
A
crença, firme na
imagem
a
quem
meu
seio
inda
exora,
será
fictícia
miragem,
sonho
mentido
da
aurora?!
Ai,
astro
do
meu
deserto
!
sem
li... o
mundo
é um
ermo!
a
desventura,
sem
termo
!
o porvir,
natifragio
certo
!
a
vida...
vela sein
rumo,
flor
debtl
em
cerro
agreste,
errante floco
de fumo,
sob
o
rugir
do
nordeste
!
Sem ti...
a angustia se
agita
junto
ao
templo
do
passado,
em
que
um
asilo
sagrado
procurei
contra
a
desdita
!
E
’
mais
a
mais,
o
tormento
!
Brame
em
furia a
tempestade!
Que
assombro
atroz
I
que
anciedade,
sem
ter,
sequer,
um
alento!
Mas
hoje que,
ao
transe
duro
do
supplicio,
se aniquilla
a
vida,
a
esp
’rança,
o futuro,
e
o
seio
cansa
e
vacilla,
seja um
teu
sorriso,
ó
bella,
do
atro
abfsmo
entre
os horrores,
astro
iriado de
alvores
entre o
furor
da
procella.
Porto,
março
de
1876.
M.
M
GAZETILHA
Eauispei-eaiae.
—
Expõe-se
hoje
na
egreja
de
Nossa
Senhora
da
Penha.
.Puríida.—
Partiu
para Lisboa,
onde
o
chamava
o
seu
dever
de
deputado,
o
exm.°
snr. Alves Passos.
Explosão
<le dynamite.—
Um
jor
nal
de
Vienna
annuncia
uma
explosão
de
dynamite
em
uma
mina
perto
de
Kladeó,
que
teve
consequências
desastrosas.
Mais
de
trinta
operários
(içaram
sepul
tados,
e
ás
ultimas
noticias
constava
te
rem
sido
desenterrados
dez
cadáveres
e
tres feridos gravemente.
Nove
ao
a.
—
No
dia
10
do
corrente
mez
principia
a novena do
pauiarcha
S.
José,
na
egreja
do
convento
dos
Remedios.
Aproveitável.
—
Utn
viajante
com
prou
em
Paris
250
grammas
de
assucar.
Quando
chegou
a
casa
verificou
que
era
falsificado
com varias
drogas
que
abonam
o
peso.
Passou
lhe
pelo
espirito
uma ideia.
Vae
ao
esciiptorio
da
redacção
d’um
jor
nal e
manda
publicar
o
annuocio
seguin
te
:
«F...
chegado
ha
dias
de
Paris,
par
ticipa
ao
mercieiro
que hontem
lhe vendeu
250
grammas
de
assucar
falsificado
qoe
se
até
ámanhã, ás
4
horas
da
tarde,
não
tiver
recebido
em
sua
casa
250 grammas
de
assucar,
legitimo,
lhe
publicará o no
me n
’
este
mesmo
jornal.»
No dia seguinte
pela
manhã
recebeu
oito
cartuxos,
contendo
cada
ura
250
grammas
de
magnifico
assucar.
Todos
os
mercieiros
fãlciíieavam o
as
sucar,
e
temiam
ver
o
seu nome
em
let-
tra
redonda.
AisiS»
dl© O
Pedro
V. —
A
Direc
ção
do
Asilo
de
D
Pedro
V
resolveu
suf-
fragar
com
uma
missa,
celebrada
na
egre
ja
do
Hospital
de
S
Marcos,
no
dia
11
do
corrente
pelas
11
horas
da
manhã,
a
al
ma
do
sempre
lembrado
bemfeitor
d
’
este
pio
estabelecimento
João
Joaquim
Je
Car
valho
Braga
;
e
por
este
modo
convida
os
que
se
dignarem
assistir
áqoelle piedoso
acto
para
o
templo e
hora
acima
designa
dos.
—
o
secretario
da
Direcção,
—
Antonio
José
Per.eira
de
Magalhães
Júnior.
bons portuguezes.
—
A’s
moe
das
e
ouro,
que
começaram
a
girar
no
reinado
de
el-rei
D.
Manuel
com
valor
de
4$000
reis
chamavam n
’a quelle
tempo
—
Portuguezes
—
Tinham
estes
Portuguezes
de
uma
parte
a
cruz
da
ordem
de
Christo
com
a
lettra
:
ln hoc
signo
vinces:
da
ou
tra
o
escudo
real
coroado
com
as
lettras
seguintes:
Primus
Emanuel.
R
P.
A.
V.
A.
D.
G.
e
outro
letreiro
que
diz:
G.
C
N.
E.
A. P
I.
que
são
os
titulos,
que
aquelle
rei
tomou,
a
saber Pese
Porluga-
liae
A
Algarbii,
cilra,
el
ultra
África
Do-
miminus
Guineae
: e
senhor
do
commercio
conquista,
e
Navegação
da
Elhiopia,
Azia,
Pérsia,
Índia
Lavrou-os
lambem
el-rei
D.
João
III
com o
mesmo
valor
e
com
o mesmo
pe
so
de dez oitavas
menos
um
quarto:
ago
ra,
pela
bondade
do
ouro
valeriam apro-
ximadamente 20$000
rs.
Também
el-rei
D.
Manuel
bateu
Por
tuguezes
de
prata
com valor
de
400
rs.
meios
Portuguezes
e quartos
de
portuguezes
com
os
mesmos
cunhos
e
lettras.
D’
estes
Portuguezes
nasceram
os
cru
zados
chamados velhos.
E®ngevB«la«le.
—
Morreu
ha dias
na
freguezia
de
Negreiros,
concelho
de
Bar
cellos,
ura
indivíduo
chamado
João
Ner-
veiro,
tendo
de
edade
103
annos
e achan
do-se
no
pleno uso
de todas
as
suas
fa
culdades.
Ainda
oão
são
passados
cinco
annos
que
casou
cora
uma
mulher
octo
genária, que
ainda
vive.
O
manancial.—
(Conto de Schinid)
—
Um
dia
em
que
fazia
muito
ca-lor
foi
Carlos
ao
campo.
Tinha
andado
e
corri
do
muito,
linha
as
faces
incendidas e
ar
dia
em
sede.
De
repente
viu-se
junto
de
um manancial que
á
sombra
de uma
azi-
nheira, brotava um fio
de
agua
pura
e
cris
talina.
Precipitou-se
imrnediatamente
sobre
agua
fria como
gelo;
mal
tinha
bebido
d
’
el-
la,
caiu
logo
sem
sentidos.
Lá
se
ergueu
como
poude
e
chegou
doente
a
casa
de
seus
paes,
com
uma
febre
ardentíssima
e peri
gosa.
—
Ai!
dizia
elle
suspirando
no
seu
leito
de
dòr;
ao ver aquelle manancial,
quem
diria
que
continha
veneno
tão
ter
rível
?
Seu
pae,
ouvindo-o,
lhe
disse:
—
Não
foi
o
manancial
de
agua
pura
e
saudavel
quem
causou
a
tua
enfermidade;
foi
sim
a tua
imprudência
e
a
tua
ancia
de bebel-a.—(Extr.)
Jornaea actualmente gíubliea-
tios
ai® I&eino Unido
—
Publicatn-se
1:642
repartidos
da
maneira
seguinte:
In
glaterra
Londres,
520;
províncias,
956
—
1:276.
Pariz
de
Galles,
57;
Escossia,
152;
Irlanda,
138;
ilhas,
19.
Jornaes
diários
em
Inglaterra,
98;
paiz
de
Galles,
2;
Escossia, 16;
Irlanda,
19;
e
ilhas,
1.
Em
1816
publicavam se
em
Inglaterra
só
651
jornaes.
Vê-se,
pois,
um
grande
progresso
no
jornalismo
desde
então
para
cá.
Emigração.
—
No
anuo
de
1875
a
emigração
do
districto
de
Coimbra
tomou
proporções
extraordinárias.
Para dia
poder
ser
avaliada,
publica
o
Conimbricence
o
movimento nos
últimos
6
annos.
Em
1870
emigraram
273,
em
1871,
466;
em
1872,
673;
em
1873,
720;
em
1874,
654;
era
1875,
1:319.
A
de
1875
foi
fornecida
pelos
differen-
tes
concelhos na
seguinte
escala
descen
dente;
—
Caotanhede
258,
Soure2!7,
Coim
bra
130,
Figueira
120,
Pendia
113,
Mi
randa
do
Cravo
106, Louzã
101,
Peuaco-
va
78,
Montemór
53,
Condeixa
36,
Mira
31.
Oliveira
do
Hospital
21,
Tahoa 20,
Poiares
17,
Goes
7,
Arganil
5,
Pampi-
nho^a 2
Compaaaliia
Carris de ferra d»
Braga.—
No
Banco
Commerctal
desta
ci
dade
estará
em
cobrança
de
2
a
5
de abril
proximo
a
segunda
prestação d
’
esta com
panhia,
a
qual
é
de
20
por
cento ou
10$000
réis acção.
E’ãsratr»H
cbb
»
Jlaeau,—
Uma
carta
que
hontem
recebemos
d
’aquella possessão
noticia
que foi atacada
por
piratas,
proxi
mo
de Macau,
uma
lorcha
chineza,
sendo
abandonada
depois
de
saqueada.
Uma
ca-
íihooeira
chineza
encontrou
a
embarcação
roubada
e
levou-a
para
o
nosso
porto.
Dois
dos
tripulantes
lançaram-se
ao
toar
e
morreram
afogados
e
mais
tres
foram
quei
mados
com
polvora,
diz
o
«Diário
de
No
ticias».
Notieias
agrícolas.
—
Dizem
de
Cas
tello
Branco
que
ha
mais
actividade
'nos
Campos
de
pois
das ultimas chuvas,
e
que
as
searas
se
vão
desenvolvendo
regular
mente,
lendo
se
já
cortado
alguns alcáce
res
de
centeio,
para
se
darem ao
gado
bo
vino
de
mistura
cóm
a
palha.
As
nascentes
d
’
agua
a
ioda estão fracas.
As
pastagens,
no
entanto, melhoram
de
estado.
O
gado
tem
subido,
especialmente
o bovino,
valendo
tres
a
quatro
moedas,
cada
junta
de
bois.
ESiblioUieca
para
uao
sbii
-
s
.
eceleisiasíi©®».
—Urna
empreza
respeitá
vel
pelas
pessoas
que a
compõem,
e
peio fuá
a
que se
destina,
vai
publicar
uma
biblio-
tbeca
para
uso
dos
snrs. ecciesiaslicos do
paiz,
faz
ndo
verter
para
a
nossa
lingua
as
obras
m<is
importantes
escriplas
era
lín
guas
estrangeiras,
que
nos
nossos
tempos
se
têem
publicado
sobre sciencias
eccle-
siasticas.
Esta
empreza,
segundo se
nos
assevera,
tem o consenso
e
"approvação
dos
ex.
mos
e
rev.
mus
snrs.
Bispos
do
Rei
no:
consta-nos
que uma das
suas
pri-
meirãs
publicações
será
a
versão
da
histo
ria
ecclesiaslica
(filosófica) de
Alzog.
Recom
mendamos
ésta
bibliotheca,
não
só
ás
pes
soas
a quem
é
principalmente
dirigida,
mas também
aos
homens
do
século
que
desejarem profligar
com
justo
desprezo
as
balasfemias
e
calumoias
desses
bandos
de
gárrulos
indecentes
e
ignorantes
que
se
aninham
na
imprensa
liberal,
desde
o
Jornal do
Commercio
até
ao
Diário
lllus-
Irado.—(«B.
Publico»),
Canhão
monstro.—
No
castello
dos
Dardanellos
na
Turquia
existe
um
canhão
monstro
que
se carrega
com
trezentas
li
bras de
polvora.
E
’
ião
uiil
quanto
enor
me
e
até
hoje
só
uma
vez
foi
ulil
a
al
guém.
Eis
a
historia:
Um
alfaiate,
perse
guido
por dividas,
ia
cair
oas
mãos
dos
seus
credores
quando
de
repente se
lem
brou
de
refugiar
se
dentro
da
peça:
pôz
em
pratica
a
sua
idéa,
e
achou-se
tão bem
dentro
do celebre
canhão
que viveu
lá
mui
tos
dias,
sem
que
os
seus
perseguidores
o
podessem encontrar
não
suspeitando
o
sin
gular
esconderijo que
elle
buscára.
Apologia
«S
o
Chr iationiaitno. —
0
snr.
Ernesto
Chardron
começou
a
pu
blicação
do
tomo
II
da
Apologia
do
Chris-
lianismo,
traducção do ex.
:n
°
snr.
Francis
co
de
Azeredo
Teixeira
de
Aguilar
,
conde
de
Samodães.
Aviso aos
recraitailos. —
Era
Fran
ça, como
em Italia,
como
entre
nós,
e
cremos
que
por toda
a
parle
os
mancebos
recrutados,
para
fugirem
ao
serviço
mili
tar,
empregara
muitas
vezes
meies
de
que
lhes
resulta
a
morte,
que,
digam
o
que
disserem,
é
o
peior
recrutamento
a
que
a
humanidade
está
sujeita.
Eis
um facto
de que
dá
conta
um
jor
nal
francez:
Um
tal
Delprete,
recrutado,
antes
de
se
apresentar á
junta
de
inspecção
do
seu
regimento,
de
guarnição
em
Vercéil,
tor
mou
uma
porção
de
tabaco,
talvez
para
produzir
certa
palpitação
do coração
ficti-
cia,
que o
isentaria
do
serviço
militar.
Passadas
doas horas expirava,
no
meio
de
dôres atrozes.
—
(«C. da
T».)
U1LTKMOS 'fflíEEKRAMMAS IDA
ACEACIA ÍSAVAS
PARIZ
6
—
E
’
conhecido
o
resultado
de
49
escrutínios.
E’
o
seguinte
:
29
re
publicanos,
14
booapartistas,
2
legitimis-
tás
e
4
constituciooaes.
Tisard,
Spuller.
Decazes
e
Farey
eleitos
por
Paris.
Na
entrevista
realisada
entre Casimir
Perier e
Juíes
Simon,
este
ultimo cotridou o
pri
meiro
a
fazer
conces.-ões.
PARIZ 6.
—
Perier
insiste
em
pedir
duas
pastas
para
a
esquerda.
BERLIM 6.
—
O partido
nacional
libe
ral
pede a
revisão
da
constituição
em
sen
tido
conservador.
PARIZ
6.
—O
marqtiez
de
Montaignac
demittiu
se,
a
fim
de
facilitar as
negocia
ções
minisleriaes.
A
demissão
ainda
não
foi
acceite.
Espera-se ámanhã
a
solução
da
crise.
Crê-se que
entrarão
Jules
Simon
e
Doclerc
para o ministério,
etn
seguida
ao
escrutínio
eleitoral.
MADRID
6
—Parece
que
o
primeiro
turno
da
mensagem
será
discutido
por
Sar-
doal,
o
segundo
por
Castelar
e
o
tercei
ra
por Sagasta,
propondo-se
tercear
Ulloa,
Pidalrnoyano
.e
Romero Ortiz.
MADRID
7.
—
Foi
lido
no
congresso o
projecto
de
resposta
á
mensagem
que
fe
licita
o
monarcha.
Na
quarta-feira come
çará
no
supremo
tribunal
a
discussão
dos
autos
relativos
ao
processo
do
bispo
de
Urge!.
ROMA
6.
—
Na
abertura
do
parlamen
to
italiano
o
discurso
da corôa
manifesta
regosijo
pelas
relações
cordeaes
que
existem
com
as
potências
estrangeiras
;
diz
que
se
espera restabelecer
o
equilíbrio
com
o
au-
gmento
dos
impostos;
ptosegue na
revi
são
do
tratado
aduaneiro
de
accordo
com
a
França
a
Suissa
e a
Áustria
;
espera
que
'
se
conclua
um
novo
tratado que
acarre
tará vantagens em
extremo
rasoaveis,
ex
tensivas
aos
produclos
italianos
e
respei
tando se
a
livre
troca;
serão
apresentadas
leis
de
organisações
judiciaria,
de
instruc-
ção
popular,
de
reformas
íiscaes
e
de
ad
ministração
;
mostra
a
satisfação
pelos
pro
gressos do
exercito
e
pelas
visitas
dos
imperadores
da
Áustria
e
Allemanha
qne
■vieram
consagrar as
boas
relações
exis
tentes;
alludindo
á
insurreição
da
Herze-
govina, participa
que
as
negociações
das
potências
garantem
a
integridade
do
im
pério
turco
e
teem
por
tim
pacificar
o
Oriente,
e melhorar
a
sorte
dos
cbrislãos;
diz
que
o
sultão acolheu
favoravelmente
taes
propostas;
accrescenla
que
a
Italia
cumprirá
os
deveres
de
grande
potência,
mantendo
a
paz,
desenvolvendo
a
prospe
ridade,
exercendo
influencia
e assegurando
o
respeito
e a
confiança
das nações.
MADRID
7.
—EI
-rei,
depois
de
assistir
ao
«Te-Deum»
que
teve
logar
em
Logro-
nho,
visitou
a
Espariero.
Diz-se
que
o
go
verno
tomará certas
deliberações
com
re
ferencia á
guerra,
aos
presuppcstos
fóros,
ao
pessoal
militar
e
civil,
e
ao
como
apre
sentará
ás
camaras
o
projeclo
relativo
á
constituição.
Parece
que
Ulloa
empregará
o
primeiro
turno
de
discussão do
projec-
to
constitucional,
sustentando qne está
vi
gente
a
constituição
de
1869.
H.
Brovvn,
membro
da
opposição
liberal
no
parlamen
to
inglez,
assistiu
hontem
ao
congresso.
A
commissão
respediva
presenteou-o
com
alguns
exemplares
da
constituição
e
do
legulamento
do
congresso.
0
deputado
Se-
dano
perguntou
ao
governo,
e
se
em
con
sequência
do
recebimento
feito
por Nadai-
lac a
D.
Carlos,
era
occasião
de
serem pe
didas
explicações
ao
gabinete
francez.
0
ministro
do
estado
disse que
não
consta
va
a tal
respeito
noticia
alguma
oflicial,
mas
que
velaria pela
honra
da
Hispanha.
Um
periodico
político
dando
como
certo
o
dito
recebimento
pede
a
tran-ferencia
do
rnarquez de
Moiins.
A
«Gaeeta»
publica
um
decreto
recommendando
o
cumprimento
da
declaração
addicional
ao
convénio da
extradicção
entre
a Hispanha ea
Bélgica.
BANGO
COMMERCIAL
DE
BAGA.
Resumo
do
balanço
do
Banco
Commercial
de Braga
em
29
de
fevereiro
de
1876.
Actãvo
Acções,
prestações
a
receber
99:9455000
Dinheiro
em
caixa.
.
. .
129:5255696
Leiras
descontadas
e
a
receber
963:5775383
Empréstimo
sobre
penhores.
175:6375970
Contas
correntes
com
garan
tia........................................
1.339:0505909
Agentes
no
paiz e estrangeiro.
561:7995266
Titulos
e
papeis
de
credite.
216:5755755
Diversos
devedores.
.
.
.
54
3095459
Despezas
de
installação.
.
5:0005000
Moveis
e
utensílios.
.
.
.
1:8075500
3.451:9715692
Passivo
Capital
......................................
1
000:0005000
Obrigações
................................
1.514:0435223
Depositantes
...........................
255:5215868
Agentes no
paiz
e
estrangeiro
385:2295601
Diversos
credores.
Letras
em
deposito. .
Letras
a
pagar.
.
.
Notas
etn
circulação
.
Fundo
de reserva.
.
Reserva
para
prejuisos
luaes
...................
Dividendos
a
pagar.
.
Ganhos
e
perdas.
.
.
.
110:6765826
.
.
25:0165025
.
.
62:0895347
.
.
127.2955000
.
‘
.
50:0005000
even-
.
.
3:000500
.
.
4:8335030
.
.
9:5245018
3.547:2285938
Braga
4
de
março
de
1876.
Os
Direclores
João
Evangelista
de
S.
Torres
e
Almeida.
Manoel José
da
Costa Guimarães.
BANGO
DA
COVILHÃ.
Sociedade
anonyma
de responsa
bilidade
limitada.
Balanço
em
29
de
fevereiro
de
1876.
Capital
S.W0O:O-3»5í9»O.
7.a
emissão
750
contos—
7:500
acções
de
100$000
reis.
Activo
Accionistas................................
10:4005000
Lellras
descontadas
e
a
receber .............................
457:9625115
Efleitos
depositados
.
. .
12:0005000
Caixa.
32:2605041
Agencias
no
paiz.
.
.
.
38:0065762
Ditas
no
estrangeiro.
.
.
5:9125014
Empréstimos
s.
penhores.
151:1335330
Ditos
em c/c
com
caução.
470:5845741
Devedores
e
credores.
.
.
29:2665498
Papeis
de
credito.
.
.
.
7:6005310
Despezas
d
’inslalação.
.
•
2:73950
>2
Moveis
e
utensílios
.
.
.
1:9535114
919:8175937
Passivo
Capital...................................
750:0005000
Fundo
de
reserva.
.
.
.
2:3705601
Dividendos
a
pagar
.
.
.
3:2665800
Depositantes
á ordem.
.
.
36:5465522
Ditos
a
praso
.......................
Credores
de
efleitos
deposi-
106:9255567
tados..................................
.
12:0005000
Lettras
a
pagar
.......................
1
0505850
Ganhos
e
perdas
....
7:6575617
919:8175957
Covilhã
29
de
fevereiro
de 1876.
Os
Direclores
José
d'Amorim
Vaz
de
Carvalho.
A.
Baplista
A.
Leilão.
THEaTBO
DE
s.
mo
Couipmihía
drnisiatien hisptsnholt»
sob a
direcção do anr, José
Rodriguez
Sepulveda.
Domingo
12
de
março.
O
drama
de
grande
espectaculo
em
3
ades
e
1
prologo:
A
AEDEIA
»E s. LOrr.EAÇO,
ou
SI.VJÃ0
O VETERAEO.
A
comedia
em
1
aclo:
A
CASA
ME CAMPO.
AGRAMECIME1VTO E EJESPEíSIMA
Manoel
Joaquim
Alves Passos,
já
qua
si
restabelecido
dos
seus
incommodos
de
saúde,
agradece
cordealmente
aos
seus
ami
gos
e
pessoas
de suas
relações
o
cuida
do que tomaram
pelas
suas
melhoras
; e
tendo
de
se
retirar
para
Lisboa,
onde
o
chama
o
seu
dever
de
deputado, a
todos
offerece n
’aquella
cidade
o
seu
pouco
prés
timo.
Pede
desculpa
de não
poder
pessoal
mente
apresentar
estes
agradecimentos
e
despedidas.
MESPEUIMA
Jeronymo
da
Cunha
Pirnentel
não
po
dendo
agradecer
pessoalmente
a
todas
as
pessoas
das
suas
relações
e
amisade, que
o
honraram
com
os
seus
cumprimentos
durante
os
poucos
dias
que
aqui
esteve,
recorre
a
este
meio,
protestando
o
seu
ieconhecimento,
e
oflerecendo
os
seus
ser-
rvços
na
capital.
AGHOBcnraios
O general
de
brigada
Plácido
de
Abreu
e
sua
filha
Maria
Adelaide
de
Abreu,
agra
decem
as provas
de aflectuosa
consideração
que
receberam
de
muitas
pessoas
d’
ésta
cidade
por
occasião
do
fallecimento
de
sua
esposa
e
mãe
Maria
da
Graça
de
Abreu,
e
protestam
o
seu reconhecimento
e
viva
recordação.
Sirnilbanles
provas
de benevolencia
fo
ram
muito
apreciadas,
por
isso
que
não
se
fizeram
convites,
nem outras
quaesquer
demonstrações
que
denegassem
a
maior
hu
mildade, como
tinha
sido
muito expressa
mente
recornmendado
por
quem
Deus
cha
mou
á
sua
presença.
(3016)
O
reitor
de
Lavradas,
José
Antonio
da
Silva
Almeida,
vem
consignar
um
protes
to
de reconhecimento
indelevel
para
com
lodos
os
seus
presadissimos
collegas
e
de
mais
cavalheiros
que
o
obsequiaram
por
occasião
do
funeral de
seu
sobrinho,
no
dia
primeiro
do
corrente.
A
lodos
a
sua
gratidão.
(3025)
■:
Jà,
ú
»!Í
*3,
sáííu
Vende
se
uma
morada
de
casas
so-
;
a
bradadas
sitas
na Travessa
Nova,
i^-^das
Carvalheiras,
d
’
esta
cidade, de
signadas
com
o
n.°
1
e
I
A.
Quem pre
tender,
pó
le fazel-o
em
carta
fechada
diri
gida
á redacção
d’
este jornal,
com
as
ini
ciaes J.
J.
L.
(3022)
BANDA
DOS
ÀilTISTÃS
Constando
ao
abaixo
assignado,
mestre
da
banda
dos
«Artistas»,
que
alguém
pro
cura
propalar
que esta
banda
se
acha
de-
sorganisada,
declara
que
isso
não
passa
de
um
boato
insidioso,
e
qne
ella
continúa
a
funccionar,
ainda
com
mais
numeroso
pessoal do que
até
hoje
tinha,
bem
cotno
o
abaixo
assignado
continúa
sendo
o
mes
tre
da
mesma.
(3024)
Lourenço
José
Moreira.
Monle-pio
de
S.
José
Por
ordem
do
ili.mo
snr.
presidente
da
Direcção
são
convidados
os
snrs.
socios
que estiverem
nas circurastancias e
quei
ra.n
concorrer
ao
concurso
para
o logar
de
èscriptorario,
dirigindo
suas
propostas
em
carta
até
ao dia
13
do
corrente: os livros
acham-se
patentes
em
casa
do snr.
Anto-
lonio
Pereira
da
Silva
Braga,
para
os
que
pretenderem,
poderem
examinar.
Braga
8
de
março
de
1876.
O
secretario.
(3023)
Manoel
Antonio
Pereira.
Na
roa
Nova
do
Becco,
n.° 8,
troca-se
a
30
libras
um
rico
sancluario.
A
cruz
é
de
pau
preto,
a
imagem
de
marfim
e os
accessorios
de
prata.
(3020)
THEATRO
DE
S.
GERALDO
São
convidados
os
snrs.
accionistas
d’
este theatro
a
comparecerem
no
salão
do
mesmo,
no
dia
12
do
corrente,
ás 12
ho
ras
da
manhã,
a
tim de
elegerem nova
direcção
e
bein
assim
tratar
do arrenda
mento
dos
camarotes
n.°
17
de
2.
a
ordem
e
8
da
l.
a
e
procederem
ao
mais
que
seja
necessário,
em
conformidade
com
os
esta
tutos.
Braga
8
de
março
de
1876.
Visconde
de Pindella
J.
Freire.
'(3026)
Pelo
juizo
de
direito
d
’
esta
comarca
e
car
tório
doe<crivão
Esmeriz,
correm
éditos
de
30dias a
citar todas
as
pessoas inserias que
se
julgarem
com
algum direito ou hypctheca
sobre
a
bouça
denominada
do
Ouleiral,
sita
na
freguezia
de
Adande,
arrematada,
por
José
Peixoto,
pedreiro,
da
mesma
fre
guezia
na
execução
movida por
José
An
tónio
Lopes
Maia,
da
dita,
contra Maria
da
Conceição
Oliveira, da
mesma,
e
boje
re
sidente n
’
esta
cidade.
Por
isso
quem
se
julgar
com
algum
direito,
póde
deduzil-o
no
dito
cartorio,
sobre
o
produto
em
de-
)osito,
deniro
dos 30
dias
que
estão
a
cor
rer
ou
na
segunda
audiência posterior
a
elles
qne hade ser
assignada
em
23
do
corrente
por
10
horas
da
manhã.
O solicitador,
(3022)
Manoel
Joaquim
Antunes.
Mez Novíssimo
do
Coração
de
Jesus
O
mais
completo,
que
ha
em
lingua
portugueza,
para
por
elle
se
fazer
exercí
cio
do
mez
de
Junho
consagrado
ao
SS.
Coração
de Jesus.
O
prodncto
liquido
d
’esta
edicção
é
applicado
para
a
construcção
de
uma
ca
pella.
Um
volume
de
323
paginas.
Venide-se no
Porto
nas livradas
de
Ja-
ciniho
Antonio
P.
da
Silva,
e
na
de
Ma
galhães
e
Moniz.
—
Em
B»aga
no
escripto
rio
1
’
este
jornal,
e
nas
livrarias
Catholica
e
Germano,
na
rua
do
Souto.
Preço...................................
409
réis.
A
Via CHRISTÀ
POll
O?
Traducção
de
Carlos
José
Caldeira,
com
um prologo.
Vende-se
nas livrarias
Catho
lica
e
Lavado,
em
Lisboa;
Chardron e
Ca
tholica
no
Porto.
Preço
120
rs.
Aforam-se
oh
vende-se
Quatorze
terrenos
com
30
palmos
da
frente
e
170
p. de
fundo,
na
rua
Nova
da
Senhora
A Branca.
Para
tratar,
á
:ua
do
Conselheiro
Januario,
n
0
97,
com
seu
do
no
João
Manoel Pereira.
(3013)
Quem
quizer
comprar
uma
morada
de
casas de
dous^
andares,
com
seu
quintal,
designada
pelo
n.°
47, si
tas
no
logar
da
Senhora
A Branca,
d
’esta
cidade,
póde
fallar com
Bernardo
da
Cu
nha
Pinto Barbosa,
solicitador
de
Causas,
morador
na
rua
Formosa
d
’
esta
mesma,
que
está
auctorisado
para
tratar da sua
venda.
(3019)
Tabacaria
por
tuense
Ruit <lo Carvalhal n.os 35
e 35 A
BRAGA
Abriu-se
hontem, 6
do
corrente,
este
grande
deposito
de
tabacos
de
todas
as
fa
bricas
do Porto
e
Lisboa,
laes
como
Xa-
bregas,
Lealdade,
Santa
Apolonia,
Nacio
nal,
Portuense,
Manilha
e
Fidelidade.
Grandes
descontos
aos
snrs.
estanqueiros
Os
snrs.
consumidores
particulares te
rão
n
’
este
estabelecimento
rapé
e
todos
os
mais
tabacos
por
preços
que não
encon
tram
em
outra
parte.
(3018)
Carreiras diarias
Teixeira
&
Mesquita,
da
rua
da
Sé,
fa
zem
publico,
que
desde
o
dia
7
do
cor
rente
mez
de
março,
as
suas
diligencias
que
trazem
para
a Povoa
de
Lanhoso,
Cruz
de
Real
e
Penedo,
principiam
a
sahir
de
Braga
para a
Povoa
de
Lanhoso
ás
6
ho
ras da
manhã
e
2
da
tarde,
volta
ás
7
ho
ras
e
para a
Cruz
de
Real
e
Penedo
ás 7
horas
da
manhã
e
volta
ás
11.
Os
preços
os
mesmos
já
annunciados.
Os
bilhetes estão
á
venda em
Braga
no
bem
conhecido Bibeiro
Braga,
praça
do
Barão
de
S. Maninho,
e
no Penedo
na
an
tiga
estalagem
de
Manoel
José
Rodrigues.
(3017)
SEM
COMPETIDOR
EM PBEÇOS
CHAPELARIA
BRACAREMSE
44—Rua do Souto
(meio
da rua)—
44
Este
estabelecimento
acaba
de
receber
um
variadíssimo
sortimento
de
cbapeos
de
seda
e
de feltro
ou
castor, para
homem
e
menino
;
bonets
para
ditos,
de
seda, casi
mira
e montagnac.
Também
fabrica,
concer
ta
e
põe
á
moda
todo
o
chapeo
que
disso
seja
susceplivel.
O
annunciante
convida
o
respeitável pu
blico
a
certiíicar-se
do
que
avança.
(2996)
COMPANHIA
CARRIS
DE
FERRO
DE
BRAGA.
Soeiedade annnyma de responsa
bilidade
limitada.
São
convidados
os
snrs.
accionistas
a
entrarem
com
a
segunda
prestação
de
20
por
°/0
ou 1(^000
rs.
por
acção,
nos
dias
2
a 5
de Abril de
1876,
no
Banco
Com-
mercial
de
Braga,
e no
Porto,
na
Caixa
do
mesmo
Banco,
rua
das
Flores
n.°
148.
No
acto
do
pagamento
é
indespensavel
a
apresentação
dos
titulos
provisorios,
e
na
mesma
occasiâo serão entregues
os
estatu
tos.
Braga
1
de
Março
de
1876.
O
gerente,
(188)
Nuno
José
Vtllaca.
(3012)
Eeonomiea
pinhorista
Sociedade
anonyma
de
responsabilidade
limitada
capital
.
.
.
.
300:000^000
Rua
Nova
de
Sousa
n.°
9
BRAGA.
Deu
principio
ás
suas
operações no dia
1.»
de
março,
empresta
dinheiro
sobre
ouro,
prata,joas,
papeis
de
credito,
cereaes,
rou-
T*pas, moveis,
ferramentas,
finalmenle
sobre
todo
e
qualquer
objecto
de
valor.
Recebe
pequenas quantias
em deposito
a
praso
ou
á
ordem,
abonando
juros
aos
depositantes.
Estará
aberta
todos
os
dias
inclusivé
os
sancliíicados
desde
as
9
ho
ras da
manhã,
até
ás
10
da
noite.
A
commissão
liquidataria
do casal
do
fallecido
snr.
Manoel
de Magalhães
d
’Arau-
jo Pimentel.
tendo
resolvido
vender
as
quintas
de
Santo
Adrião, a
de Passos
e
a
das
Latinhas ou
Ribeira,
e
bem
assim a
casa
do
Campo
de
Santa
Anna,
tudo
sito
n
’
este
concelho,
convida
as
pessoas
que
pretenderem
quaesquer
d
’esles
bens
a
di
rigirem
a
qualquer
dos
signatários
as
suas
propostas
em
carta
fechada
dentro
de
vin
te
e
cinco
dias.
Braga
21
de fevereiro de
1876.
Henrique
Freire
d
’
Andrade
—
Manoel
Luiz
Ferreira
Braga
—
João
Evangelista
de
Sousa
Torres
e
Almeida.
(2999)
II»S
1‘AHA I»
A
’ loja
—Cachaptu—
Acaba
de
che
gar
um
sortimento
de
bombas
de
differen-
tes
feitios,
e
que
pódem
funccioear
perfei-
lamente
até
30"
de profundidade.
(2980)
Ao
commercio e a quem
convier.
Manoel
José
de
Campos e
Rodrigo
d
’01iveira,
com
suílicientes
conhecimentos
e
pratica
da
pequena e
grande
velocidade
nos
caminhos
de
ferro,
e
correspondentes
d’
algumas
casas
commerciaes
do
Porto,
promptificam
se
a
expedir
ou
receber
toda
a
sorte
de
mercadorias,
—
o
que
será
feito
com maior
cuidado
e
zêlo.
Não
só
rece
bem
mercadorias
para
as
diUerentes
terras
do
reino,
como
também
para
o
estrangei
ro,
tudo mediante
urna
pequena commis
são.
Para
commodidade
e vantagem
das
pessoas
que
se
queiram
utilisar
do
seu prés
timo, achar-se-ha
todos
os
dias
um
dos
annunciantes,
na
estação
do caminho de
ferro,
desde
as
8
horas
da
manhã
até
ás
6
da
terde.
Recebe-se
qualquer
encommenda
na
rua
do
Souto,
n.°
44,
l.°
andar.
Braga—
fevereiro
de
1876.
(2991)
BSCQL
A
AMBRICARÂ
Extrai,
cura
e
conserta
os
dentes ca
riados,
colloca dentes
artificiaes
com
per
feição. Presta-se
a
chamados
fóra
da
cida
de.
Consultorio, Campo
de
Sant
’
Anoa n.°
1, das
8
da
manhã
ás
3
da
tarde
(2910)
PIANO
Vende-se
um
proprio
para
ensino
por
13$300
rs.
na
rua
da
Cruz
de
Pedra
n.°
6.
(2993)
26
—Rua
do
Souto
—
26
(Junto
á
rua
de
Jano)
Recebeu
em
gostos
modernos
um
bom
sortido
de
chapeos
de seda e
de
feltro,
para
homem,
menino
e
senhora.
Bonets
em vá
rios
gostos,
para homem
e
meninos,
que
tudo
vende
mais
barato
que
em qualquer
outro
estabelicimento.
Fabrica,
concerta
e
põe
na
moda
com
perfeição,
qualquer
chapeo
que
esteja nas
circumstancias.
(2943)
PÍLULAS
DE
GU1B0U11T
Especifico
contra
as
tosses catarrhos,
brochites
etc.
Injecção Janin
Efficaz
contra
todas
as
purgações.
Qua
tro
annos
de
existência e
de
seguro
resul
tado.
__________
Especifico contra
a tosse
Xarope
Peitoral
Seitz
Este
xarope
preparado
unicamente
de
vegetaes,
é
o
melhor
especifico
contra
as
tosses
rebeldes,
crónicas
e
convulsivas,
rouquidões,
catarrhos,
aslhma,
escarros
san
guíneos,
e finalmenle
em
todas
as
affec-
ções
do
peito.
Injecção Bichai
Cura em
seis
dias
todas
as
purga
ções.
Unguento
anti-dartroso
O
mais
precioso
para
fazer
desappare-
cer
todas
as moléstias
cutaneas,
como
era-
pigens,
ozagre,
sarna,
eczema,
e
todas as
comichões
ou
prurido
que
sobrevem
á
pel-
le.
Elixir
Americano
São tão
prodigiosos
os
effeitos
produ-
sidos
por
este
elixir,
que
é
sem
duvida
superior
a
todos
d
’
esta
naluresa. Impede
a
carie,
conserva
o
esmalte dos
dentes,
communica-Ihe
une
magnifico
brilho,
for
tifica
as
gengivas,
e
destrôe
o
mau
chei
ro da bocca,
antes
que
lhe
dá
um
enex-
cedivel
aroma
e
suavidade.
E
’
muito ulil
fazer
uso d
’
este
elixir
para
um aturado
aceio
e
preservar
as
do
res
de
dentes.
Porto—
Pharmacia
central
rua de
San
to
Antonio
227.
Braga—
Na do
hospital
de
S.
Marcos.
Aveiro—
Na
do
sr.
Moura
rua
da
Ve
ra
Cruz.
(2997)
GRAOt:
REPOSITO BE
MACHI-
B7AS miERA
DE
Construi ttam
por II. J.
*®®
Uruxellas
13
—
Praça
de
Carlos
Alberto—14
PORTO.
N
’
este
estabelecimento
encontra-se
á
venda um
grande
sortimento
de
inaelii-
naa costura
para
famílias, costurei
ras,
alfaiates,
estofadores,
cbapeileiros,
sa
pateiros, correeiros—
<le
bortlar,
execu
tando
admiravelmente
toda
a
qualidade de
bordados
a branco
e
côres,
em
relevo
etc.;
DE
CRAVAB
CALÇ
a
DO
E
DE
LAVAR
ROUPA.
Garante-se
a
perfeição
e
duração
de
to
das
as
macbinas.
Facilita-se
o
pagamento
e
aprendisagem.
Ensina-se
a
trabalhar
gratuitamente
e
facilita-se
o
pagamento
em prestações.
Ha
sortimento
de
algodões, linha,
lãs
e
sedas
para
bordados
e
costura,
assim
co
mo
todos
os
accessorios
e
peças
sobrese-
lentes
para as
diversas
maehinas.
Tem
deposito
em
Braga,
em
casa
dos
snrs.
Almeida
&
Pereira.
(2968)
Joaquim
José
de
Barros,
largo
dos
Pe
nedos
n.° 23,
faz
publico
que
além
dos
carros
que
linha
lem mais
um
bonito
ca
leche
novo e
de
bom
gosto,
que allnga
ga
por
preços
commodos, e
bom gado.
(3011)
Cântico ao Sagrado Coração de
Jesus, para canto e piano ou
orgão,
pelo Padre M. M. de
Aguiar, poesia pelo
Padre
M.
J.
Martins.
A’
venda
em
casa do
snr.
F.
José
de
Paiva,
rua
Nova,
n.°
17,
e
na
Livraria
Ca
tholica,
rua
do
Souto.
Preço.......
120
rs.
Vende-se
uma morada de
casas
si-
tuada
na
rua
da
Ponte,
com
o
n.
a
.
Vê-se das
3
ás
4
da
tarde.
Quem
a
perlender
falle com
Antonio
dos
Santos
de
Azevedo
Magalhães.
(2981)
LITHOGRAPHIA
9
—Rua
d» Campo — 9
M.
J.
F.
d
’Oliveira,
satisfaz
com
promp-
tidão
e
nitidez
lodo
e qualquer
trabalho
pertencente
á
sua officina: estampas
em
gra
vura
e
a
creion,
chromo-lilhographia
map-
pas,
etc.
(2978)
hh
IIE
WIIIIS
DO
ALTO
DOUEO
®A
CASA
DE VII.ILA Í*®ICA
RUA
DO
SOUTO
N.°
13-Braga.
N
’
este
armazém
se
encontram
a
retalho
as seguintes qualidades
de
vinhos
enga
rrafados
:
s
Vinho
tinto
de
meza.
(sem
garrafa)
130
»
8
8
»
190
»
Lagrima
....................................
200
s
Branco
de
meza
........................
210
»
tinto
de
meza
fino.
.
.
.
270
» de
prova
secca.........................
300
t>
Malvasia
de
2.
a
.........................
360
»
»
velho
...............................
400
»
Malvasia,
Bastardo
e
.Moscatel
a
300
»
Roncão
....................................
700
»
Alvaralhão...................................
360
»
Velho
de
1834
....
600
»
a
retalho
para
meza
30
e
8C1,
0
quartilho,
tinto,
e
branco
120.
Responde-se
e
garante-se
a
pureza
e
boa qualidade
de
todos
estes
vinhos,
po
dendo
todo
e
qualquer
consumidor
man-
dal-o
experimentar
por
meio
de
qualquer
processo
chymico.
■
(N*)
Corographia
portugueza
E’
c
1
íí
padre Antonio
Carvalho
da
Costa
Acha-se quasi
esgotada
a
nova
edição
d
’
esta apreciada
obra
;
alguns exemplares
que
ainda
restam
vendem-se
por l$300
rs.
(3
volumes),
em
casa
do
editor
na
rua
No
va, n.° 3
e
no
Porto
na
rua
dos
Caldeirei
ros
n
0
39.
Na
mesma casa vende-se a
grammatica
portugueza
por
José
Vallerio
Capella,
ap-
provada
pelo conselho
superior
d
’
instrucção
publica.
Preço
120
reis.
Mais
se
vende
na
mesma
casa
uma
ma-
china
de
pautar
papel.
O
professor
em
artes,
lettras
e
scien-*
cias,
membros
do
clero
e
magistrados,
lo
do
o
medico,
cirurgião,
dentista
e
artista,
que
desejem
obter
o
titulo
e
diploma
de
doutor
ou
bacharel
honorário,
pódetn
di
rigir-se
a
Medicus, rua do
Rei,
46,
em
Jersey
(Inglaterra).
(2992;
BRAGA
i
TYPOGRAPHIA
LUSITANA
—
1876.
Parte de Comércio do Minho (O)
