comerciominho_08071876_514.xml
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-
4.°
ANNO 1876
FGLHÀ
COMERCÍÀl
hELIGiOSA
E HQTICIOSA
NUMERO
514
Assigna-se
e
y.ende-se
no
escriptorio do
editor
e
proprietário
José
Maria
Dias
da
Vosta,
rua
Nova
n.
’
3
E,
para
onde deve
«er
dirigida
ioda
a
correspondência
franca
de
porte.
=
As
asei
*
gaaturas.
são
gagas adiantadas;
assina como
as
corresponden-
■•
cias
de
iníerés^ç.particular.
Folha
avulso
10
rs.
ÁS
TERÇAS,
QUINTAS E
SABBADOS.
^KwccnuMíi;
P
reços
:
Draga,
anno
1^600
rs.^Semestre 850
rs.^Pmnn-
cias,
anno
2&Í00
rs. e
sendo
duas
4&000
rs.
—
Semestre
lii
’50
rs.=Sra5í/,
anno
3&600
rs.
—
Semestre
lô900-rs.
moeda
forte,
ou 8&000
reis
e 4&500 reis moeda fraca.—
An
núncios
por
iinhà
30
rs., repetição
10
rs.
Para
os
assignantes
$0
»/
a
d?abaíim.e.
r
t
o.
■tísêãaaúwwããããuãÉãããsiãíssíi^
BBâàl-l$A9tS 1S>0
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H.
1tt®o Q'
■
h^a
a£n
j.
ág~rjan5es
tãrobení
teiíi
’
suas epocàs
ifiílerentes
no período
da
sua
duração.
Desde
a
sua
formação
e desenvolvimen
to
que constituem
a
sua infancia,
até a
sua
decadência
e
ruína
<jue
são
a
sua ve
lhice,
seguem
a
ordem
natural
das coisas
segundo a
qual
as
diflerentes
lãses se
succedem.
No
homem
são
as
doenças,
que
affectan-
do-lhe
o
corpo
e
o
e-pirito,
lhe
trazem
a
morte.
Nos impérios e
nações também
ha
suas
enfermidades,
que
arruinando-lhes
a
vida,
e
consumindo-lhes
as
forças,
lhes
prepa
ram
a dissolução
e
a
ruioa.
Esta
enfermidade
é
principalmente
a
descrença
religiosa.
Todos
os
povos,
nos
períodos
da
sua
infancia
e
virilidade,
são
essencialmente
religiosos.
Seja
embora
qual
fòr
a
sua
religião,
o
certo
é,
que
todos
baseam
no
senti
mento
religioso
a
vitalidade
que os
cara-
clerisa
no
peiiodo
mais
bello
de
sua exis
tência, em
que
a
histoúa
lhes
oíferece
uma
das
suas
paginas
d
’ouro
pa<a n
’
eilas
serem
registrados
os
fastos
da
sua gran
deza.
Foi
assim
na
historia
antiga
o
império
romano,
que
tendo
feito
grandes
coisas,
e
depois
de
haver
oííuscado
o
mutilo
com
o
renome
de
suas
armas
e o
esplendor
de
suas
glorias,
só
entrou
na
decrepitude,
quando
os
seus
deuses
começaram
a
ser
esquecidos
e
despn-sados.
E
não
menos
o
são na
historia
mo
derna as nações,
que,
havendo
sido
em-
laladas
pelo Christianismo,
a
cuja
sombra
se
tornaram
gigantes,
se
tem
depois
dei
xado
entiervar
peio
vii
us
letiferodo
alheia-
mo
e
da
negação
religiosa.
Embora
as
suas
bellesas
materiaes,
pro
gredindo
sempre,
pareçam
fazel-as
remoçar
co
r»
um
novo
brilho,
embora adornadas
com
as
falsas
leutejoulas
dos
prazeres,
simulem
uma
vida
nova,
tudo
é
efemero
e
vão.
São
ruínas
com
pinturas.
A velhice
vae-lhes roubando
as
forças;
e
os
arrebiques ria
ia>civia
não
chegam
a
encobrir-lhes
as
faces rogadas,
não
menos
pelos
estragos
do
vicio
do
que
pelo
de
correr
dos
séculos.
Portugal
está
n
’este
caso.
Quem
ignora
o que
fomos,
quando
a
bandeira
das
Quinas
simbolisava
a
fé
que
animava
os
braços
dos
que a
defendiam?
js^Jfuem
desconhece
as
nossas gloriael
nesses
tempos,
em
que
a cruz
precedia
a
marcha
de
nossos
exercilos?
Portugal
foi
um
povo d
’
heroes,
mas
unicamente
quando
toi
lambem
um povo
de
crentes.
Hoje...
está
na
sua
decrepitude.
Sem
fé
quasi,
e
sem
crenças,
acha-se
prostrado
nesta
lethargia
da
indiíTerença,
que
nos
velhos
é
o simploma
d
’uma
morte
próxima.
Caminhamos a
passos
largos
para
a
nossa
completa
ruina,
se não procuramos
renascer
para
a
religião,
que
íirmou
a
nossa
independência,
elevando
nos
á
cathe-
goria
de
nação
de
primeira
ordem.
Está
puis
em
nossa
mão
o
remedio.
Podemos
rejuvenescer,
mas
é-nos
ne
cessário,
como
condição,
voltarmos
ao
sentimento
religioso,
que
fez
heroes
nos
sos
antepassados.
Se
o
não
lizermos em
quanto
é tempo,
tanto
peior
para
nós
porque
a
nossa
ruioa
é
inevitável.
azzí-.r^.utKa^xj^ztjnnBtrT 44"
~in"ir-nr-r
i r~
tutittiimu
nu
n>rw m
MINISTÉRIO
DOS
NEGOCIOS
ECCLE-
SIASTICOS
E
DE
JUSTIÇA
Direcção
geral
dos
negocios
ecclesiastiços
1.
a
Repartição
Por
portaria
de 1
de
julho'
de
1876
se
declara aberto
concurso,
para
provi
mento
das
seguintes egrejas parochiaes:
Arrifana
(Santa
Maria},
concelho
da
Feira,
diocese
do
Porto.
Cqrapilo
(Nossa
Senhora
da
Purificação),
concelho
de
Aguiar
da
Beira,
diocese
de
Vizeu
Castro
Vicente
(S.
Vicente),
concelho
de
Mogadouro,
diocese
de
Braga.
Folhada
(S.
João
Baptista),
concelho
de
Marco
de
Canavezes,
diocese
do
Porto.
Salamon
le
(S. Gens),
concelho
de Viei
ra,
diocese
de
Braga.
Sebal
Grande (S. Pedro), concelho
de
Condeixa
a
Nova, diocese
de Coimbra.
Thaide
(S.
Miguel),
concelho
da
Povoa
de Lanhoso,
diocese
de
Braga.
Valle
de
Azares
(Nossa
Senhora
da
Consolação),
concelho de
Celorico da
Bei
ra, diocese
da
Guarda.
Agradecimento.
A
Direcçáo
do
Collegio
da Regeneração
Viade
(Santa
Maria),
concelho de
Mon-
talegre,
diocese
de
Braga.
GAZETILHA
Em
rasão do abatimento do
preço
postal
para os jornaes, a
importância das assignaturas
do «Gommercio do Minho», para
fóra
da
cidale, é, desde o l‘°
de julho
do anno corrente em
diante
de
2^000 reis por anno.
Os snrs. assignantes que já
tenham pago alguns dos
mezes
seguintes á data referida, serão
devidamente compensados no
acto
de
reformarem a
assigna-
tura,
e
no caso de não quere
rem
continuar findo o praso
indicado
nos
recibos, ser-lhes-
ha enviado o jornal
por tempo
equivalente
á
differença.
SSt&sar.
—
O
bisar
a
que
se
procedeu
no
jardim
do
campo
de
Saúl
’Anna, em
beneficio
do
collegio
da
Regeneração,
ren
deu
a
quantia
de
805$340
reis.
A
commissão
p
f
omotora
do
basar
era
composta
das
ex.'
nas
snr.
aS
:
viscondessa
de
Piodella,
D.
Carlota
Adelaide
Menezes
Pindella.
pj
G
a<cia
Pinlella,
D.
Anua
EI-
vira
de
Freitas,
D.
Maria
Candida
Falcão
Cotia
Menezes,
D.
Atma
Borges
Falcão,
D.
Maria dos
Prazeres
Lobo,
D.
Maria
do
Carmo
Falcão,
D.
Francisca
Casimiro
Pi
nheiro,
D.
Amaíia
Pinheiro
Turres,
D.
Maria
Brigida
Bersane
Lene
Perry,
D.
Leouor
Faria
Machado;
e
dos
ex."los
snrs.
di.
Antonio
Maiia
pinheiio
Torres,
Al
fredo
Pasmos,
Miguel
Araújo.
Ado.lpho
Pi
mentel
e José
Firmino
da
Costa
Fre
tas.
Uma
anónima
d’esta
cidade
entregou
a
titulo
de
prenda,
a
quantia
de
50$000
reis.
Esta boa
acção
foi
praticada
com
tal
es
pirito
de
caridade,
que
a
generosa
bem-
feitora
prohibiu
que
por
qualquer
modo
se
divulgasse
o
seu
nome-
Só
Deus
saberá
recompensar
condigna
mente,
tanto
os
promotores
d
’
esta
fe>ta
da
caridade,
como
as
pessoas
que
para
ella
coucoireram.
agradece
em
nome
de,
todas
as
asvladas
a
ex.
“
v*
commissão promotora
do Rasar
em beneficio
do
mesmo
Collegio;
á-
se-
-nhoras.»^
cavalheiros
que
para
elle
con
correram
com
suas
prendas;
ao
ex.
‘
no
co
ronel
dlníanteria
8,
que
do melhor
grado
consentiu
que
a
banda regimental
tocasse
no
jardim publico,
onde
se
eífectuou
o
basar,
e
aos
membros
da
mesma
banda,
que
por
tudo
se
tornaram
dignos
dos
maio
res
louvores.
Para
umas
e
outros
impetram
as
bên
çãos
do
Eterno
Dispensador
de
todas
as
graças.
SagrnçÃo.
—
O
ex.
mo
e revd.
,no
snr.
arcebi.-po
coadjutor
sagrou
anle-hontem
cincoenta
pedras
d
’ara.
A
ceremonia
fez
se
na
capella
do
Paço.
IZeps-eaetaíaçíío.—
Os
carteiros
<1
'es
ta
cidade
representaram
;io
snr.
direi
tor
geral
dos
coireios,
afim
de
que
lhes
seja
augmentado
o
ordtnrdo.
Os
motivos
que
para
isso
os
peticioná
rios
allegam:
—
<>
angmento sempre
cres
cente
dos
alugueis
de
casas,
a
càresa
dos
generos
alimenlicios
de
primeira necessi
dade,
o
augmento
de
serviço
triplicado
desde
a
inauguração
do
caminho
de
ferro,
e
a
exiguidade
dos
vencimentos
que
acttnl-
mente
leem
—
devem
ser
tomados
em
con
sideração,
e
porisso
é
de
esperar
que
se
jam attendidos.
Xrnatindade da
H®isei«icorsJia.
—
Procedeu-se
hontern
á eleição
da
Meza
da
Real
Irmandade
da
Misericórdia,
ikando
reeleita
a
Meza
actual.
Exereiciog jprair»
escrever
com
perffeíçáo. —
Fomos
brindados
com
um
exemplar
desta
obra
calligraíicr,
proprie
dade
dos
snrs.
Antonio
Ruiz
A
Filho.
E
’
em verdade
um sistema engenhoso
e
preferível
a
qualquer
outro
pda
sua
ex
trema
simplicidade.
E
’
composto
de
8
planos,
cuja
expli
cação
é
como
segue:
no
I.°
mostra
os
7
traços
frindamentaes
da
escripta,
as
lettias
que
podem
f.izer-se
com
elles,
e
a
forma
ção
das restantes
feltras
do
alfabeto:
o
2.°
çotiiém
o
traslado
dos
ex»rcios
pró
prios parao
movimento
da
mão.
o
3.
e
apre
senta Iodas
as
leltras
do
alfabeto
inter
caladas
em
traços
para
auxiliaf
e
tornar
bem
expedito
o
mesmo
movimento:
o
4.°
e
a.°
são
dedicados
ás
maiuscidas:
o 6
0
offerece
as
letlras
maiusculas
Cniinusculas
formando
nomes:
<»
7.°
e
8.°
c
nslam
da
esçiipla
cursiva
própria
para o
exercício
e
inteiro
aperfeiçoamento
do aliimno.
Por
estas
indicações
podem
os
leitores
S?
O
SN®
a^auK
*.v3>axa
HISTáMKIA
1»JESC®SHECÍ»O
I
Onde
se
véem
Jacques e
Malkurin
muito
assustados.
[Contin
uaçào]
Tudo
isto
não esclarecia
nada
a
Ma-
thurin,
que portanto
acabou
por
compre-
hender
que
Syllabus
não
era
general,
mas
que
era
ainda
peior
do
que
isto,
uma
especie
de
monstro
que
ia
devorar
a
so
ciedade,
e
contra
quem
não
era
muito pa
ra
ligar
todas
as
forças
sociaes,
uma
gran
de
palavra
que
Baptista
gostava
de
re
petir.
—
Sim,
disse
por (im
Baptista, eis
ahi
o
que
o
Papa
pretende,
com
os
seus
bis
pos
e
curas.
Mas
—e
proferiu
n’
este
logar
urna
grande
jura
de
que
é
inútil
manchar
o
papel
—
mas
chegarão
ao fim.
A
palavra
ha
de
fallar,
meus
amigos,
eu
vos
respondo
por
isso.
Saber-se-ha
pôr
os curas
na
ra
zão. Encerrar-se-hão
em
suas
egrejas
e
sacristias,
e,
se
fôr
preciso,
queimar-se-
hão
lá dentro. Somos
os
filhos
de
93,
de
1830,
de 1818
e
de 1871.
Que
venham
e
se
verão
bonitos
brincos
•
—
Poder-se-hia vir
ahi!
disse
Mathu-
rin.
—
Julgas
que
será preciso?
ajuntou
Jac
ques.
—
E
’
muito
possível,
respondeu
Baptis
ta,
é
muito
provável,
e
nos
riremos
bem.
Ahi
onde
o
obreiro
Baptista
promettia
rir
bastante, Jacques e
Mathurin
viam
que
o
assumpto
é
só
de
tremer.
Sem
serem
da
primeira
força
na
his
toria,
sabiam
muito
bem
pelo
ter
ouvido
contar
aos
velhos
que
passaram
os
dias
da
grande
Revolução, que
quando
se
pre
tende
chegar
aos
padres
e
aos homens
que
praticam
seriamente
a
sua
religião,
ha
muitas
coisas
que
vão
mal.
Sabiam
que
a‘
quelles que
se tornaram
proprietá
rios
e
que
foram livres
da
corvea
e
do
dizimo,
foram
opprimidos
d
’impostos
du
rante
vinte
annos,
e
que
o
sangue
mais
puro
dos campos
se
derramára,
durante
vinte annos,
em
todos
os
campos
de
ba
talha da
Europa
e
em
cruéis
guerras
ci
vis.
Sabiam
que
durante
os mais
terríveis
annos
da
Revolução,
no
mesmo
momento
em
que
os
padres,
os
nobres
e
lambem
os
filhos
do povo
sabiam
por
milhares
ao
cadafalso,
eram fuzilados,
afogados,
assas
sinados,
a
miséria
reinava
nos
campos,
que
estes
já
não
eram
cultivados,
ninguém
eslava
certo
de
não
ver
repartir
pelas
re
quisições
as
suas
fracas
colheitas
penivel-
mente
amontoadas.
Elles,
que só
pensavam
precisamente
em
encher
os seus
celleiros
e augmemar
a
extensão
de
seus
campos,
não
podiam
ver
com
bons
olhos
recomeçar
revoluções
tão
terríveis.
Mathurin,
menos
corrompido do
que
Jacques,
estremecia
com
a
ideia
de ver
fazer
mal
a
pessoas
pacificas
e
não
po
dia
resolver-se
a
acreditar
tão
feio
o
que
lhe
diziam
;
Jacques,
que
não
vira
desde
logo
as
consequências
prégadas
pelos
seus
jornaes,
achava
que
as
coisas
poderiam
facilmente ir
muito
longe
Quando
o
obreiro
os
deixou
disse
Ma
thurin
:
—
Então,
Jacques,
que
pensas
d
’
isto?
—
E
’
realmenle verdade
—
Isto
não
anuncia
nada
bem.
—
Mas
também,
porque
começou
o
Pa
pa?
Para
que
precisava
de
declarar
guer
ra
á
civijisaçâo?
—E
’
verdade.
—
Que
a deixasse
tranqnilla:
assim
co
mo
os
outros
o deixam
socegado.
—
Oh!
deixa-se-a
tranqnilla,
replicou
Mathurin;
não
sei
se
é
verdade,
mas
diz-
se
que
lhe roubaram
os
seus Estados,
e
que
acabou
pelo encerrar no unico
pàla-
cio
que
lhe
restava.
—
Por
que
já
tinha
começado,
a
lançar
o analhema
na
civifisação
moderna
e
no
progresso.
—
Ah!
se
começou,
não digo
mais
nada.
—
Começou,
Mathurin,
é
verdade.
—Comtudo
ainda fica
por saber
se
te
ve
razão,
ou sem-razão.
—
Por
exemplo...
—
Não ha
exemplo.
Conta,
Jacques,
entre
nós,
falíamos
francamente.
O
as
sumpto é
bastante
serio,
não
é
assim
?
e
o
perigo
é
muito
grande,
para
que
tra
tássemos
como
creanças,
que
teern
medo
sem
saber
porque.
Ora
bem;
francamente,
conheces essa
famosa
peça
do
Papa
que
põe
os
vossos
jornaes
em
tão
grande
có
lera,
e
a
respeito
da
qual
Baptista
só
fal
ia de
guerra
e
revolução? Tens
lido
oSvI-
labus?
—
Declaro-le
que
não o li.
Para
mais,
é
em
latim.
(Continua)
julgar
das
vantagens
que
este
novo
me-
thodo
ollerece.
Recommedamol-o
aos
snrs.
professores
d
’eusino
primário.
Capella
de S. Victor-o-Velho.—
Nota
das
quantias
recebidas para
a
re-
construcção
d
’e>ta
obra,
e
que se acham
depositadas
nas
casas
bancarias
d
’esla
ci
dade:
Transporte
das
verbas
já
publicadas
n
’esle
jornal
806$840
Antonio
Ignacio
Marques
50$000
Antonio
Lourenço
d’
Araujo
Braga 4$500
llenrijue
Carlos
Freire d’
Andrade
(engenheiro)
-
4$500
Antonio
Joaquim
Moreira
4$500
Utn
anonymo
a pedido
do
brazilei
ro
Salgado
4$509
Manoel
José do
Rocha
Vellozo
9$000
Liquidação
do
legado do
conego
José
Narciso
da
Costa Rebello 150$000
■
Sommã
'
1
033^840
Continua
a
publicar-se
a
relação
das
verbas
recebidas.
Pensamentos.—
A
caridade
é
o
sol
das
riquezas; faz
com
que ellas
se
não
corrompam.
Lma
boa
lição é prata; um
bom
exem
plo
é
ouro.
Ninguém se
entristeça
com os
aconte
cimentos
d
’
este
mundo,
porque
ninguém
sabe
o
bem
que
Deus
tirará
d'elles.
A
amisade
é
para
a
estima
o
que
uma
flor
é
para
a
haste.
A
festa dos enpellos. —
No
dia
2
teve
logar
em
Coimbra
a
solemnidade
dos
doutoramentos.
«Abria o
préstito
a
guarda de archei
ros
de
grande
uniforme;
seguia-se
a
cha-
ramella.
depois
os
lentes
das
differentes
faculdades
e
convidados
especiaes,
e
por
tim
os
doutorandos,
Bernardino
Machado,
levando á
sua
esquerda
o
seu padrinho,
o
snr.
Fontes,
e
Gonçalves
Guimarães
com o
snr.
Barjoua.
Fechava
o préstito
o
snr.
reitor,
o
visconde
de
Villa
Maior
no
meio
dos decanos
das
faculdades
de
theo-
logia
e
direito
O
snr.
reitor
viera
expressamente
para
assistir a
este
acto,
de
Lisboa,
onde
se
achava
ha
dias.
Leram
os
discursos
allusivos
a
esta
ceremonia,
ornados
com
os
seus
capellos
e
de
borla
na cabeça,
os
snrs.
drs.
Julio
Augusto
Henriques
e
Francisco
Augusto
Correia
Barata,
que
expozeram
os
mere
cimentos
e
brilhante
carreira
académica
dos
novos
doutoies.
Em seguida
o
lente
de
prima,
decano
e
director
da
faculdade
de
lilosoíia,
o snr.
visconde de
Monte-São,
leu
um
discurso
allusivo
aos
requisitos
exigidos
pelos
estatutos
da
universidade,
para
a
admissão
ao
grau
de
doutor;
fez
notar
quanto
era honroso
o
cargo do
ma
gistério,
referiu
os
merecimentos
dos
dou
torandos,
e
não
se
esqueceu
de
fallar de
uma
maneira muito
digna
dos
dois
minis
tros,
que
tinham
vindo
honrar
esta
so-
leronrdade
Lembrou
o
alto
e
merecido
conceito
em
que
é
tido
o
snr.
Fontes,
sendo
o
seu nome
lido
como
o
do
pri
meiro
estadista
de
Portugal,
e
disse fioal-
mente
que
o
snr.
Fontes
era
por todos
estimado,
e
que
se
tinha
alguns
inimigos
políticos,
por
certo
os
não
linha
pessoaes.
Referin-se
também
ás
excellentes
reformas
que
o
snr.
Barjona
tem
feito,
dizendo
que para
o tornar
grande
bastava
a
da
abolição
da
penna
de
morte
dos nossos
codigos
civis,
a
reforma das
cadeias,
a
do
codigo
do
processo,
etc.,
etc.,
etc.
Terminou
o
snr.
Visconde
tornando
os
novéis doutores
com
a
borla,
annel
e
li
vro,
symbolos
da
corda,
fraternidade
e
sciencia.
Concluiu
esta
pomposa
ceremo-
nia
académica
com
os
abraços
aos
seus
collegas.
Nos
doutoraes
assistiam
45
doutores
de
capello.
As
tribunas
da sala
grande
estavam
embellesadas com damas
de
vis
tosas
e
elegantes «toilettes».
Na
teia da
sala
estavam
ainda
muitas
senhoras
que
já
não couberam
nas
tribunas,
muitos
con
cidadãos
e
amigos
dos
doutoiandos».
O
macho.—
(Conto
de
Schmid).—
Apanharam
dois
ladrões
um
macho,
e le
varam-no
para o
ioterior
d
’um
bosque.
Pozeram-se
alli a
deliberar
sobre
o
preço
porque
de
*
iam
vendel-o,
e
sobre a
quan
tia
que
tocava
a
cada
um.
Suscitou-se
disputa
entre
elles,
vieram
ás
mãos, fe
riram-se
e
encheram-se
de
sangue.
No
maior
ardor
da
contenda,
chegou
um
terceiro
ladrão,
pé
ante
pé;
deu
um
pulo,
montou
sobre
o
macho
e
poz-se
ao
largo
sem
ser
visto
pelos outros, que,
quando
deram
por
isso, já
o
animal
ia
muito
looge
para
poderem
alcauçal-o;
se
guiram-no
tristemente
com
a vista.
Então
um
d
’elles
exclamou:
—
E
’ bem
certo
o
que
diz
o
provér
bio: «Agua
o deu,
agua
o
levou».
—
(Extr.)
Morte
dos perseguidores da
Egreja.—
Haveis
de
lembrar-vos,
diz
um
correspondente
de Roma para
a
Lfnion,
que
o Santo
Padre
em
seu
discurso
á
deputação
catholica internacional,
a
22
de
Março,
mencionou
um livro
em
que
se
descreve o desgraçado
fim
de
todos
os
perseguidores da
Egreja
desde
Herodes
e
Pdatos
até
Cavour,
Ratazzi
e
Bixio.
Podemos
obter
um
exemplar
dessa obra;
é um grosso volume
de
800
paginas,
im
presso
em
Madrid,
devido á penna
sabia
e
convencida
de
D.
Manoel
Carvonero
y
Sol y
Meras.
O
livro
é
precedido
de
pre
facio
posihurno
do
illuslre
Bispo de
Ha
vana,
e
tem
por
titulo:
Fim
desastrado
dos
porseguidores
e
inimigos
da
Egreja,
desde
Herodes
o
grande,
até nossos
dias.
Esse
livro
foi dedicado
a
Victor
Ma
noel
II
rei
da
Sardenha, e
a
dedicatória
é
esta:
A
S.
M.
Victor
Manoel
II,
rei
da
Sardenha.
O
mundo
comprehenderá
e a
consciên
cia
de
Vo>sa
Magestade
dascobrirá a
ra
zão
por
que
vos
dedico
esta
obra.
Leia
e
medite
Vossa
Magestade
essas
paginas
da
historia,
emquanto
eu
peço
a
Deus
que
illumioe
Vossa
Magestade,
afim
de
que
o
seu nome
não
augmente
aquelle
funesto
cathalogo.—
Manoel
Caiboneru
y
Sol
y
Meras.
—(«Apostolo»
A
primeira
ceiu:nunhão.—
A pri
meira
communhào!
Oh!
que
transportes
para
uma
alma
chrislã!
como
não
deve
estremecer
de
jubilo
o
coração
que
vae
converter
se
em
templo
da
Trindade
San
tíssima
I
Que
torrente
de
graças
sobre
essa
Ironte que
se
volve
para
o
aznl
de
céo,
d
onde
o
astro
luminoso
desce
em
tios
d
ouro
á
habitação do
homem
e
o
mimoso
planeta
da
saudade
surge
á
noite
com
o
seu
cortejo
de
eslrellas!
A primeira
communhão
!
A
vez
primeira
em
que
a
ionocencia
engrinaldada
com
brancas
rosas,
vae
do
brar
os
joelhos
ante
o
Monarcha
dos
mo-
narchas
!
O conchego
da
creatura
ao
seu
Creador;
a
admissão ao
banquete
dos
an
jos;
a
participação
das
alegrias
do
céo!
A
primeira
cotnmuohão
!
Deus
aproximando-se
das
crianças,
que
sempre
tivera
á
seo
lado;
a
divindade hon-
ranlo
a
humanidade:
o
infinito consorcian
do-se
com
o contingente;
o
immenso
des
cendo
até
ao
limitado;
a
luz
procurando
a
treva;
aquelle
que
o
céo
não
póde con
ter,
asylando-se
no
peito
de
uma
crian
cinha
!...
.Maravilha
sublime
!
Mysterio
profun-
Chegae-vos,
mocidade, açucena gentil
que
o
vendaval
da
descrença
ainda
não
dobrou
na
sua
passagem; chegae-vos
á
sa
grada
mesa.
O Senhor
está
presente,
ado-
rae-o,
é
Elle o Cordeiro
que
apaga
os
peceados
do
mundo.
Agnus
Dei
qui
lollit
peccata
mundi. A
sua
presença
santifica;
a
sua
mão abençoa; a
sua
vóz
convida
e
arrebata.
Ide,
que
Elle
vos
chama
como
outr
’
ora:
—
Deixae
que
os pequenos
se
approximem
de
mim:
—
Sinile
párvulos
vènire
ad
me
Ide,
que Elle
se vos
oflereee
ua
hós
tia
consagrada,
como
um
manjár celeste,
dizendo:
—
Comei-o,
este
é
o
meo
corpo.
—
Hoc
est
enim
cor
pus
meuni.
Todas
as
vossas
enfermidades
serão
curadas.
—
Omnis
morbus
hoc
remedio
ex-
linguitur.
Elle
vos amará
consiantemente
porque
sois
limpos
de
coração.
—
Exigit
extremam
mundittiem.
Ide,
como
os
meninos
hebreus
espar
gindo
flores
e
palmas
aos
pés;
como
os
Macabeos
confessando
em
altas
vezes
a
sua
divindade;
como
os
córos
angélicos
en
toando
seus
louvores.—•
Laudate
pueri
Dom
i num.
Ide,
e
tornareis
com
a
alma
repassa
da
de
jubilo,
acercados
de
bênçãos,
e
ar
rimados
ao
bordão
da
fé,
com
que
fareis
a
vossa
peregrinação
da
terra
ao
céo.
Saocta
Religião,
só
tu
és
o
verdadei
ro
consolo
dos
aHlictos,
o Jordão purifi
cador
dos
nossos
crimes,
a
escada
Jacob
por
onde
nossos aflectos sobem
ao
céo,
a
estrella
rutilante
que nos guia
no
ca-
mino
da
petfeição,
a
nossa
unica
esperan
ça
e
a
nossa
verdadeira
felicidade
!
A.
M. DOS
REIS.
(«Almanach
Brazileiro»).
Miséria em Sova York,—
Lemos
no «Eco
de
Cordoba»:
Não
obtaute
os
multiplicados
auxílios
que
as
sociedades de
caridade
distribuem
em
Nova
York,
em
todas
as
estações
do
anno,
chegou
a
ser
tanta
a miséria
pu
blica
na
cidade,
que começa
a
assustar
com
razão
aos
homens
pensadores.
O
grande
numero
de
enterros
de
crian
ças
occorridos
no
mez
passado,
deve-se
em
sua
maior
parte
á
falta
de
alimenta
ção
conveniente,
e
são
vários os casos
era
que
ao apresentarem-se os
visiladores
da
infancia
em
algumas casas,
offerecendo
enviar
médicos
e
remedios
para
as
crian
ças
enfermas,
tem
recebido
de
suas
mães
as
seguintes
respostas:
«O
menino
morre
por falta de
alimen
to,
não
tenho
outra
cousa
a
dar
lhe
se
não
pão
e
agoa.»
Ou esta
outra:
«Hoje
não
temos
comido nada,
os
mé
dicos
dizem
que
se
dê
ao
menino
leite,
arroz
ou
caldo
em
abundancia, e
não
po
demos
procural-os; em
casa não
ha
comi
da
alguma».
Neste
ponto
é
que
desejaríamos
ver
os
recursos
que
a
inventiva
americana
ponha
em
pratica,
para
encher
tanto esloraago
vazio
e cobrir
tanto
corpo
despido.
PrognostieuH.—O
a
famado
astro-
nomo
de
Perigneux
insere
os
seus
pro
gnósticos
e
observações
n’um
jornal
de
Pariz.
Diz
elle:
Os períodos
de
1.°
a
4
e
de 24
a
31 serão bons,
principalmente
no
sul
e
salvo
uma
ou
outra
borrasca.
Ventos
equa-
toriaes
dominantes,
radiação
solar
viva
e
variações
bruscas.
O
periodo
de 5
a
23
será mais
agi
tado,
com
o
tempo variavel,
tempestuoso.
A
’
guas
nas épocas
emitas,
nomeadamente
no
sul,
alternados
com
ventos polares
e
equatoriaes.
Temperatura
menos
elevada
no
conjun-
cto.
De
12
a
23
alguns
dias de calor
ardente.
Variações
bruscas
e
noites
fres
cas.
As
borrascas
devera
verificar-se
espe
cialmente
a
5,
9,
II,
14, 19,
21,
23
e
25.
Saraivas
nas
épocas
criticas.
Sinistros,
cheias,
e
um
julho,
íinaltneti-
te, mais
accidentado
que
o
extincto
ju
nho.
Assassinato.—
Consta ao
«Commer
cio
de
Penaíiel»
que
em
um
dos dias
da
semana
ultima
fôra
assassinado
um
capa
taz
das
obras
do caminho
de
ferro
do
Douro,
proximo
á
Regoa,
por
nome
Ao-
tonio
Ribeiro
Soares,
casado,
da
freguezia
de
S.
Pedro
de
Croque,
do
concelho de
Penaíiel,
deixando
mulher
e tres filhos
menores.
Incidente.—
Na
linha de
Moodane,
Saboya,
deu-se
ultimamente
um
incidente
de
bastante
importância.
O
terreno
abateu n
’um
extensão
de
50
metros
e
avalia-se
2
mil
metros
cúbicos
a
quantidade
de terra,
que
cahiu
em
cima
da
via
ferrea.
Não
houve
desgraças
pessoaes,
mas
a
circulação
teve que
ser
forçosamenle
in
terrompida
perto
do
túnel
de
Sorderetles.
Duas
pontes
ficaram
completaraente
ob
struídas,
o
serviço dos
passageiros
teve
que fazer-se
por
transbordo.
Duzentas mil
niaehinai.—
Cal
culam
os
estadistas
que aclualmenle
func-
cionam
em
todo
o
globo,
umas
duzentas
mil
machinas
de
vapor
de
toda a
espe-
cie,
com
uma
força
total
de
12.099:000
cavallos
de
vapor,
equivalente
á
força
mus
cular
de
100.000:000
de
homens.
Crime
em
Madrid.—
Hontem,
diz
o
«Imparcial»
de
segunda-feira,
pouco
de
pois
das
cinco horas
da
tarde,
um
solda
do
de
arlilheria,
chamado
Germati
Virlla-
ba,
perpetrou um
duplo
crime
na
casa n.°
6
da
rua
da
Victona.
Acha-se
alli
estabelecido
um
alfaiate
de
quem
o
soldado
de
que
nos
occopa-
mos havia
sido
dependente
muitos
annos.
Auctorisado
com
intimidade
que
por
esta
circumstancia
lhe dispensavam
os
donos
da
casa, visitava
os
com frequência,
e
hontem,
na
occasião
de
se
achar
na
pra
ça
dos
Tuicos
o
cheíe
da familia,
encon
trando-se
sua
esposa
acompanhada
apenas
de
uma
criada,
entrou
nos
aposentos
in
teriores
onde
a primeira se
occupava etn
preparar
uma
chavena
de
chá.
Convidado Virllaha
a
tomar
o
chá
já
prompto
a
sua
resposta foi
atirar-se
á
se
nhora
e
fazer-lhe
dois
graves
ferimentos
com
um
rewolver, e
outros
ires
em
se
guida
com
uma
arma
branca,
sendo
os
primeiros
no
pescoço
e
no
parietal
di
reito,
e
os
restantes
no
hombro.
Ao
ruido
das
detonações
e
aos
gritos
da viclima
accudiu
a
criada
que
horrori-
sada do quadro
que se
lhe
offerecia á
vista,
saiu
á
janella
de
casa
a
pedir
soc-
corro,
em
quanto
que
o
artilheiro
espan
tado talvez
da
sua
própria
obra,
iãsia
saltar
os
miolos
a
si
mesmo
com
outro
ti
ro
de
rewolver.
Todos
estes
acontevimentos se passa
ram
ião
rapidamente
que
os
visinhos
e
transeuntes,
assim
como
as
auctoridade
subalternas
que
ouviram
os
primeiros
ti
ros,
quando
conseguiram
intervir,
encon
traram
o
cadaver
do
suicida
e
o
corpo
quasi
a expirar
da
sua
victitna.
Esta
foi
condusida
immediatamente pa
ra
a
casa
de
soccorro
da
rua
de
Precia-
dos
onte
esta
madrugada
offerecia
pou
quíssimas
probabilidades
de escapar.
Tempestade
em
França. —
Escre
vem
do
Issoire
ao
Donitor
de
Puy
de
Dome:
Quinta-leira
passada,
nina
tempestade
tnedonha
caiu
sobre
o
talje
de
Eau
Mere
e
a
saraiva
produsiu
estragos consideráveis
nas
comtnuuas
de
Brenal
«
Vtrrenne.
No
mesmo
dia,
utna
tempestade
idên
tica rebentou sobre
a
communa
de
Satut
Elienne
sur
Usson,
e
a
saraiva
detHruiu
utna boa
parte das^colhêilas;
a
queda
da
pedraça
foi
seguida
de
uma
tromba
de
agua
que
lambem
causou
estragos
de muita
consideração.
No
sabbado,
houve
em
Issoire
uma
tormenta
temerosa
na
occasião
mais
ani
mada
do mercado.
No
mesmo
dia
caiu
um
raio
em
Saint
Bebei,
a
alguns
passos de
um
rapaz
e
de
uma
rapariga
que
estavam carregando
um
carro
de
herva.
O
rapaz
foi
atirado
por
terra
e perdeu
os
sentidos.
Quando
vol
tou
a
si,
sentiu a
boca
táo
secca
que á
falta
de
agua
a
refrescava
com
terra;
es
tava
alem
d
’isso
em
tal
estado
de
La-
quesa
que,
para o
levarem
a
casa,
tive
ram
que
amarrai-o ao
carro.
A rapariga
«ião
soílreu
ne<n
sentiu
incommodo
al
gum.
Defesa
iuteressex culhtili-
co8.
—
Teve
ultirnamenie
logar
em Lyão,
França,
uma reunião
de
jurisconsultos,
cuja
iniciativa
linha
sido
tomada
pelos
redactores
da
«Revista
Catholica» das
ins
tituições
e
do
direito, resolvendo-se
o
pro
vocar
a
formação,
em todos
os
tribunaes
de França,
um
conselho
de
consulta pa
ra
a
defesa
Jos
interesses
reigilosos.
E
’
um
excellente
pensamento,
o
qual
não
poderia
deixar de se applaudir.
Portuguezeg
fallecidos. —
Em
10
Manuel
de Almeida
Cabral,
38
annos; Ma
nuel
Taveira, 34
;
Manuel do
Amaral
de
Mello,
22
; José
Joaquim Gomes,
22;
An
tonio
José
da Silva,
33
;
Julio
Martins
Go
mes
Braga,
20;
Antonio
José
Pereira,
44
;
João
José
da
Costa
Rebello,
55
;
Ma-
theus Thomaz
de
Bittencourt,
53
;
Libama,
filha
de
João
Roberto
da
Camara
2
1|2.
Em
11—
Manuel
Ferreira
Bastos
Coe
lho,
40;
Antonio
Moreira
da
Cunha,
23;
José
Joaquim
Fernandes,
13
;
Joaquim
Mo
reira
da
Silva,
26;
Alberto
Rodrigues
da
Costa,
14;
Manuel
José
Vieira,
60;
An
tonio
Lopes,
25
;
José
Gonçalves
Carva
lho,
34
;
Bento
de
Souza,
35
;
Antonio
Pi
nheiro,
50;
Manuel
Thomaz
dos
Santos,
28
Em
12
—
Manuel
Joaquim
Marques,
22;
José
Lopes
Rezende,
16 ; Amélia
Luiza
Rebello,
86.
Em
13 —
Antonio
Corrêa
de
Araújo,
29;
Antonio
Julio,
22
;
Manuel
Nunes
Tavares.
57,
Antonio
de
Sousa,
23
;
Antonio,
filho
de José
Joaquim
Alves,
12
; Antonio
José
dos
Santos
Cunha,
41
;
Joaquim
Alves
dos
Reis,
50
;
Antonio
da
Rocha
Ferreira,
46.
Em
14
—
José
Teixeira
da
Mottta, 18;
Sophia
Amélia
Dias,
25
;
Joaquim
Fran
cisco
Nunes,
39;
Pedro
Joaquim
Nogueira,
23
; José
Rodrigues, 27.
Cabo
submarino,—
Consta que
sob
a
direcção
de M.
Pouyer-Querlier,
antigo
ministro
da
fazenda,
e
actualmente sena
dor, se está formando
no
Havre
uma
so
ciedade
para
a
collocação
e
exploração
de
um novo
cabo
transatlântico franco-ame
ricano.
O
ponto
d
’immersão
será
em
Brest.
ExpottiçAo
«eientifiea.—
A
socieda
de africana
d
’
Alemanha
acabo
de
organi-
sar
uma
nova
expedição scientilica
á
Áfri
ca, dirigida
por
M.
Edouard
Mohr,
que
dei
xou
Hamburgo
a
19
de
junho.
O
império
Allemão
concorreu
para
es
ta em preza
com
a
subvenção
de 30:000
marcos.
SECÇÃO
DE
COMaromCADOS
Uma
boa
obra.
Já
não
é
só
a
formosa
capital
do
Mi
nho,
a augusta
Braga,
que
chama
pelas
benemeritas
e
piedosas
filhas
de S.
Fran
cisco, para
as
casas
de
benelicencia
q
ue
possue!
i
--
wá
—
çyi
Já
não
estão
só
no
hospital
de
S.
Mar
cos,
no
asylo
de
S. José,
e
Hospicio de
Santa
Margarida,
em
Braga,
as
irmãs
hos
pitaleira
!
Já
não
são
só
(na
província
do Minho)
os
doenlinhos
do
hospital
de
S.
Marcos,
os
inválidos
do
asylo
de
S.
José,
e
os
ha
bitantes
na
cidade de
Braga,
que
expe
rimentam
a
efficacia
d
’
uma santa
institui
ção !...
Também
a
cidade que
se
ufana
com
a
gloria de ter
sido
berço
da
monarchia
poriujjçeza,
pediu
e
clamou as
irmãs
hos-
pitaleiras
.^i^piãs^
de
caridade
portuguezas);
e ellas,
obdientes'
ás
regras
de
sua
ordem,
lá
seguiram
caminho
(Taquejla cidade
a
fun
de
cumpiTrèm
a
sna hugusti
51
missão
!
Foram
chamadas
para
o
hospital
da san
ta
casa
da
Misericórdia
de
Guimarães,
on
de,
segundo
nos
informam,
váà
wxrmar
a
totalidade,
ou
quasi,
do
pessoal
'
interno,
activo, d’aquell<j
pTtresPrhehtClrúento.
Ignoramos
o
modo»
jtomo
ánlèíiormen-
te
era
alli feito
o
servido aos enfermos;
não
sabemos mesmo;
»
grso>
do
mérito
e
qualidades pessoaes
drT5j;ft»em|wos
que
for
mavam
aquelle
corpo
^dffiddvia
não
'pode
mos
deixar
de
testimunhar
aqui
um
vcl^
to
de
louvor
á
actual
meza
administrado
ra,
que
tão
bem
soube
comprehender
a
utilidade
de
tão
acertada
resolução.
O
fim
é
justo!
o
pensamento
é subli
me!
e
a
obra
é santa e
humanilaria
!
Igualmente
pedimos licença para
men
cionar
respeitosamente
e
em
especial
o
nome
do
exm.®
snr.
barão
de
Pombeiro,
actual
provedor da
Misericórdia,
a
quem
coube a
subida honra
de
levar
a
etfeito
esta
proveitosa
medida.
Os
nossos
cordeaes
louvores
ao
exm.®
snr.
barão
de
Pom
beiro,
e
oxalá
sua
ex.
a
seja
plenamente
satisfeito
de
tão
glorioso
passo.
Não
se
limitou,
a
mesa
gerente,
á
en
trega
só
d
’este
ou
d
’
aquelle
logar no
hos
pital,
ás
senhoaas
irmãs;
mas sim
entre
gou
lodo
o
serviço
interno
ás ditas senhoras,
sendo
isto
muito ^Snuito
louvável
:
e,
pa
ra
prova
de
tudo,l
(
esperamos
que,
os
vi-
maranenses,
dentro
em
pouco
nos
infor
marão,
bemdizendo-se
a
si
proprios.
Os
resultados
a
esperar
dos
trabalhos
d
’
aquellas
iucapsaveis
senhoras,
são
abo
nados
pelos ji
qçonhecidos
nos
estabeleci
mentos
em
que
se
*
encontram
em Braga;
e,
principalmente,
no
hospital
de
S.
Mar
cos, onde
estão
já ha
mezes.
Attestam-no
os
seus
proprios
actos
de
que
é lestimunho
o
publico
bracarense,
e
os
doentes
do
hospital,
que,
reconhe
cidos, imploram
do Altíssimo
bênçãos
co
piosas
para
aquellas
que
são junto
do
lei
to
em
que gemem, seu
unico
alivio
e
meigo
conforto no
meio
de
seus soffri-
mentos.
Ha
nobres e
generosos
corações
em
toda
a
parte:
e,
porisso,
a
virtude
ha
de
encontrar
lambem
sempre
mais
ou
menos
imitadores!...
um
coração
bem
formado
é
sempre
fecundo
em
boas
obras
!
e,
a
re
ligião
do
Martyr
do
Golgotha,
dá-nos
ain
da
abundantes
casos
de
maravdhosos
pen
samentos,
que
só
ella
poderia
inspirar.
O
Christianismo não
morre
! e,
nas
pa
ginas
aureas
d
este
grande
livro,
encon
tram-se,
não
raras
vezes,
encantos de
ver
dadeiro
entliusiasmo
religioso!...
Vêde co
mo,
aquellas
heroinas
da
fé.
depois
de
renunciarem
ao mundo
e
suas
gallas,
dei
xam
família
e
patria
para
serem
levadas,
por
mistico
baixel,
tal é—a
Caridade,
—
em
demanda
de
seguro
porto.
Consagradas
a
Jesus,
são
incansáveis
no
serviço
de Deus
e
do
proximo.
Observêmos
como
ellas,
as
chamadas
irmãs
hospitaleiras, são
mandadas
de
ter
ra
em terra
e
de
povoação
em
povoação,
para
exercerem
o seu
sublime
ministério,
onde
se
encontram,
qual
delicioso
e
vasto
jardim,
colhendo
mimosas
e
odoríferas
flo
res
com
que
formam
a delicada
e
itnmar
cessivel
grinalda
que
um
dia
lhes
ornará
a
fronte!...
N
”
este
jardim,
que
ellas
tão
acliva
e
cuidadosamente
cultivam,
encon-
tram-se
misteriosas
flôres,
com
signiíica-
ção
de
perfeita
magia!..
Com
o
que deixamos
dito,
n
’estas
mal
coordenadas
linhas,
não perlendemos fa
zer a
apologia
dar
virtuosas
e
dignas
fi
lhas
de S.
Francisco
; mas
sim
patentear
a
nossa
sincera
veneração
para
com uma
obra
tão
santa,
e
meritória,
como
a
de
que acabamos
de
fallar.
A
acquisição
das
senhoras
irmãs
hospi
taleiras,
para
os
estabelecimentos
de
cari
dade,
foi
uma
boa
obra;
e que
Deus a aben
çoe,
cobrindo
de
gloria
eterna
a
quem
a
pratica
na terra,
é
o que
do
coração
mui
to
desejamos.
Dias
Ribeiro.
Eamolag recebidas
por
oecasião da
romaria
de
S. Torquato.
A
mesa
da
irmandade
de
S.
Torquato
(subúrbios
de
Guimarães)
em presença
de
varias pessoas
procedeu
á contagem
do
dinheiro
de
promessas
e
esmolas
do mes
mo santo,
e
encontrou-se
a
importante
somma
de
2:185085
rs.
E
em seguida
pesando
a
cêra
de
promessas,
se
viu
se
rem
12
arrobas,
sendo
4
em
um
só
cirio;
calculado
por
400
reis
o arratel
tem
o
valor
de
153009
reis, perfazendo
uma
somma
de
2:338085 rs.
A
’lém
d
’islo
um cordão,
alguns
brin
cos e varios outros objectos
d
’
ouro,
e
uma
grande
quantidade
de
mortalhas.
Uma
pessoa presente
:
(41
aI)
Antonio
Marques
dos
Santos.
Irmandade
de S. Thiago de
Sam-
priz, no eoneellio da Barea.
Tendo
a
irmandade
da
SS. Trindade,
erecta
na freguezia de S.
Thiago
de
Sam-
>riz,
do
concelho
da Barca,
obtido
liceu
ça
do
exm.°
e
revm.°
snr.
D.
José,
Ar
cebispo
Primaz,
por
seu despacho
de
26
d
’abril
de
1864,
de
poder
adrniltir nas
‘
reguezias
do
arbebispado
para
irmãos
aquellas
pessoas
que
o
solicitem,
rece-
aendo
a
esmola
que
lhes olferecer,
podem
aquelles
snrs.
ecclesiaslicos
que
se
dignarem
continuar
a
admittir
para
irmãos,
requi
sitar
as
Cartas
Patentes,
de
que
preci-
zam,
a qualquer dos actuaes
mesarios:
Domingos
Francisco d’
Oliveira,
secretario;
l?rancisco
Pereira,
lhesoureiro;
Francisco
José
Cerqueira
e
Antonio
José
de
Sousa
Pereira, encarregado da
admissão,
—
pelo
correio
da
Barca.
Sampriz.
Os
mesmos
agradecem
a
todos os re
verendos
parochos
e
ecclesiasticos
que
os
leem
coadjuvado,
e
cujos
nomes
são
os
seguintes
:
Reitor
de Mazedo;
parocho
de
Sega-
dães;
reitor
de
Santa
Maria
de
Bouro
e
radre
Antonio
d
’
Almeida;
reitor
de
Caba
ços;
reitor
de
S. Martinho
de
Sande;
rei
tor
de
S.
Clemente
de
Sande
e
padre
Jo
sé
Custodio
Pereira
Pinto;
reitor
d
’
Espi-
oho;
abbade
de
S.
Pedro
d
’Este;
abbade
de
Gondomar;
reitor
de
S.
João
de
Brito;
reitor
de
Ronfe;
abbade
de
Estãores;
rei
tor
d
’Antime; parocho de Figueiredo;
pa
rocho
de S.
Vicente
de
Penso; abbade
de
S. Cosme
do
Valle;
abbade
de
Telhado;
prior
d
’
Ariosa;
abbade
de
Mazarefes;
reitor
de
Fragoso;
reitor
de
Palme;
reitor
de
Al-
dreu;
abbade
de
Santa
Maria
de
Galegos;
abbade
de
Villa
Chã; abbade do
Bico;
ab
bade
de
Mozellos;
reitor
de
Monsul;
—
e
aos
reverendos
padres
José
Luiz
de
Bar-
ros,
de
S.
Mamede,
concelho
de
Valença;
Manuel
Amonio
da
Silva
Vellares,
de
La-
pelle;
Januario
Luiz
Pereira
da
Silva,
de
Villa
Nova
de
Sande;
Manuel Balthazar
Leite
Ribeiro,
capellão
do
Senhor
do
Mon
te;
Caetano
José
da
Cruz,
capellão,
e
Ben
to José
da
Cruz
Barros,
da
Senhora
do
Porto;
Miguel
de
Novaes
Rebello,
do
Ri
beiro;
José
Damião,
de Capareiros;
José
Antonio
Coelho,
de
Anhe;
Manuel Affon-
so
Corrêa,
de
Forjães;
Bernardino
José da
Costa
Araújo, e João
Rodrigues,
de Santa
Maria
de
Prado;
e
Bento
Nicolau
Caídas,
de
Cerdal.
ULTIUOS TEEEGR4.MWAS
DA
AGENCIA
HAVAS
MADRID
4
—
0
projecto de conversão
da
divida
de
Hespanha,
lido
no congres-
por um
deputado,
foi
enviado
á
çommis-
são
dos
orçamentos.
Crê
se
que
ella
não
o
tomará
em
consideração.
A
commissão
da
divida
publica
não
tomará
decisão
al
guma antes
de
receber
a communicação
do
resultado
dos negociações
pendentes
em
Pariz.
Varios
offieiaes
que
serviram
no
exercito
de
D.
Carlos
partiram
para
a
Servia.
VERSALHES 4
—
A camara de depu
tados
rejeitou
a
proposta
de
Marcou,
ra
dical,
para
que
fossem
processados
os
au-
tbores
do
golpe de
Estado de 2 de
de
zembro
de
1851;
em
seguida
rejeitou lam
bem a
proposta
de
Dulaur,
bonapartista,
para serem
processados
os
authores da
re
volução
da
4
de setembro
de
1870.
PARIZ
4
—
A
esqudra
fcanceza de
evo
luções sahiu
hoje
de
Touloo com
direcção
a
Tunis.
O
governo
francez
prohibiu
o
o recrutamento
de
voluntários
e
subscrip-
ções
em dinheiro
a
favor da
Servia.
VERSALHES
4.—0
conselho
de mi
nistros
celebrado
hoje, occupou-se
espe
cialmente
das noticias relativas ao
Orien
te.
Resulta
de
todas
as
informações
rece
bidas
que
a
política de
abstenção
e
de
não
intervenção
absoluta
tem
grande
pro
babilidade
de
ser
adoptada
e
praticada
pe
lo
conjuuclo de
todas
as
potências
euro-
peas com
respeito
a
complicações orientaes;
esta
política
é
a do governo
francez que
presistirá
em
melhorsl-a
exclusiva
e
in
variavelmente.
MADRID
5
—
O
congresso
continuou
hoje
a
discussão
do
orçamento das recei
tas.
Canovas
disse
que
a
Hespanha
deve
supportar
os
sacrifícios
que lhe
são
pe
didos para
pagar as
suas
dividas.
LONDRES
5
—Resulta
do
conjuncto
dos
despachos
recebidos
pela
agencia
Ha-
vas
Reuter
e
informações
enviadas
aos
jornaes
ingleses
pelos
seus
corresponden
te»,
que
as
tropas
turcas
forçaram a
fron
teira
a
Este
da Servia
e
que
as
tropas
servias
passaram
as
fronteiras
turcas
a
Sul
e
Leste.
As
tropas
do
Montenegro
também já
transposeram as
fronteiras
turcas
do
su
doeste.
A
Áustria
mobolisou
uma parte
do
seu
exercito.
PARIS
6
—
Morreu
esta
madrugada
Ca-
simiro
Perier.
SEMDIN
6.
—
Asseguram
de
boa
fon
te
que
não
ha
nenhum
combate
importan
te depois
do
triunfo
dos
turcos
em
Zar-
tchar.
MADRID,
6
—O
senado
approvou
to
das
as
disposições
com
o
caracter legisla
tivo
do
ministro
da
fasenda
desde
1873,
por
consequência
o
privilegio
do
hypolhe-
cario
está
ratificado.
Resumo
do
activo
e
passivo
do
Banco
do
Minho em 30
de
Junho
de
1876.
Activo
Caixa:
existência em
metal. 179:6430
27
»
»
em
notas.
45:047000
’
apeis
de
credito.
.
.
. 91:892088
Acções
de
c.
própria
.
.
64:800000
lypothecas
de
raiz
.
.
.
55:564007
.etras
em
liquidação
.
.
.
9:667028
letnessas
em
»
...
17:012027
imprestimo
sobre
penhores
.
17:262090
..eiras
descontadas
.
.
.
878:925080
jetras
a receber
....
27:198046
Saques
e remessas
de
n.
c.
67:208008
Agencias
no
paiz
....
130:543022
Agencias
no
estrangeiro.
.
134:855014
Contas correntes
garantidas
1249:063076
idificio
do
Banco..
.
.
22:819038
2.991:506051
Passivo
Capital...................................
600:000000
?undo de
reserva.
.
.
.
30
000000
leserva
para
prejuízos
even-
tuaes
...................................
50:000000
)ita
para
garantia
de divi
dendos........................................
40000000
Jita
para decima
....
6
*
000000
Notas em
circulação
.
. .
93:045000
depositantes
á
ordem.
.
.
169
347041
Jepositos
a praso.
.
.
1410:726058
dividendos
a
pagar
.
.
.
1:388016
Credores
no
paiz
....
392
753036
Agencias no
estrangeiro
.
.
65:756030
Agencias
no
paiz
.
. ,
.
5:699010
Letras
a
pagar
....
9:955074
Saques
e
remessas
das
agencias:.......................
70:487016
Ganhos
e
perdas
....
46:3460
70
2.991:506051
Braga,
Banco do
Minho
4
de
Julho
de
1876.
OS
GERENTES.
Manoel
Luiz
Ferreira
Braga.
Domingos
José
Soares.
Resumo
do
activo e passivo do
Banco
Commercial,
Agrícola
e
Industrial
de
Villa Real, em
30
de junho de
1876.
Activo
Caixa,
dinheiro
existente
.
19:525068
Letras
descontadas
e
a
rece
ber
...................................
666:769042
Letras
caucionadas .
.
.
35:154000
Obrigações
a
receber.
.
.
8:452090
Empréstimos
sobre
penhores
3:206085
Operações
a
longo
prazo
.
14:43
Papeis
de
credito
. .
.
15:42!
Contas
correntes
com
gara
ntia
.
. .
.>
.
.
15:70
Agentes
no
paiz
.
.
.
Agentes
no
estrangeiro
.
Diversos
devedores
.
.
;
Moveis
e
utensílios
.
.
.
Despezas
de
installação
Acções,
prestações
a
receber
91:183056
34:945012
9:299^336
575000
2:500070
6:660000
923:843^475
Passivo
Capital
do
Banco.
.
. .
800:000000
Deposito
á
ordem
16:907035
Deposito
a
prazo
58:176013
75:084^348
Letras
a
pagar
....
4:017037
Fundo
de
reserva ....
4:500000
Dividendos
a pagar.
.
.
.
2:857000
Ganhos
e
perdas.
.
.
.
37:3830
90
923:843075
Villa
Real,
3
de
julho
de
1876.
Os
gerentes,
Joaquim
José
d
’
Oliveira
Guimarães.
Agostinho
José
da
Costa.
João
Pinto
Ferreira.
SAÚDE
A
TODOS
sem
medicina,
pur
gantes
nem
despezas
com
o
uso da
delicio
sa
farinha
de
saúde,
DL
BARRY
de
Londres.
97
annos «Tinvariavel sueeesso
2
Saude
a
todos pela
deliciosa
Revalescié
re
Du
B
arry
,
que
cura as
indigestões
(dis-
jepzia) gastrica,
gastralgia,
flegma,
arro
tos,
amargor
na
bocca, pituilas,
nauseas,
vomitos, irritações
inteslinaes.
diarréa,
desenteria,
cólicas,
tosse,
aslhma,
falta
de
respiração,
opressão,
congestões,
mal
aos
nervos,
diabelhe,
debilidade,
todas
as
de
sordens
no peito,
na
garganta,
do
alito,
das
bronchites,
da
bexiga,
do
ligado,
dos
rins, dos
intestinos,
da
mucosa,
do
cerebro
e
do
sangue. 75:000
curas,
entre
as
quaes
contam-se
a
de
S.
S.
o
Papa,
do
duque
de
)luskow,
da
exc.
ma
snr.
*
rnarqueza
de
Irehan,
do
doutor
Manuel Saenz de Teja-
da da
Universidade
de
Cordova,
etc.
etc.
Certificado
do
dr.
Marruel
Saenz
de
Te-
_
ada,
doutor
da
faculdade
medica e
cirur-
jica,
lente
da
Universidade livre de
Cor
dova,
medico
em
proprio
e
do
caminho
de
ferro
de
Merida
a
Sevilha, etc.
Certifico:
Que
com
uso
da
Revalescié
re,
obtive na
minha
clinica
varias
curas
em
moléstias gravíssimas
em
alguns
clien
tes
residentes
n
’
esta,
cidade,
lembrando-
me
o
de D.
Filippe
Zappina empregado
pu,
blico,
hoje
administrador da
alfandega
d-
Manila
nas
ilhas
Filippinas,
a
de D.
Amelie
Gomes, casada
com
um
chefe
do exercitoa
a
qual
continua
a melhorar com o
seu
uso;
de
D.
Ramon
Alonzo, rapaz
de
vinte
annos
que
soflria
havia
alguns
mezes
de
uma
moléstia
de peito
de
muita gravidade.
E
para
fazer constar em toda a parte,
a
assigno
em
Cordova
em
13
de
outubro
de
1873.
Dr.
Manuel
Saenz de
Tejada.
Seis
vezes
mais
nutritiva
do que
a car
ne
sem
esquentar,
economisa
cincoenta
vezes
o
seu
preço
em
remedios.—
Preços
fixos
da
venda
por
miudo
em toda
a
pe
nínsula
:
Em
caixas
de
folha
de lata,
de
*
/
4 kilo,
500
; de
4
/
2
kilo
800
rs
;
de um
kilo,
1000
reis;
de 2
*
/
2
kilos,
3000
reis;
de
6
ki
los,
6000
reis,
e
de
12 kilos, 12000
reis.
Os
biscoitos
da
Revalesciére
que
se
po
dem
comer
a
qualquer
hora,
vendem-se
em
caixas
a
800
e
1000
reis.
O
melhor
chocolate
para
a saúde
é a
Revaleaeière
ehoeolattula;
ella res-
titue
o appettile,
digestão,
somoo,
energia
as
carnes
duras
ás
pessoas,
e
ás
creanças
e
mais
fracas,
e
sustenta
dez
vezes mais
que
a carne,
e
que
o chocolate ordinário,
sem
esquentar.
Em
paus,
ou
em pó em
caixas
de
folha de
lata
de
10
chavenas,
500
reis;
de
24
chave
nas,
820
reis;
de
48
chavenas,
1000
;
de
120
chavenas,
3000
reis,
ou
25
reis
cada
chavena.
BARRY
DU BARRY
C.
a
—
Pla-
ce Vendòme,
26,
Pariz
;
77
Regent
Street
Londres
;
Valverde,
1,
Madrid.
Os
pharmaceuticos,
droguistas,
mer-
cieiros, etc.,
das
províncias
devem
diri
gir os
seus
pedidos ao
deposito
Central ;
snr.
Serzedello
&
C.
a
Largo
do
Corpo
Santo
16,
Uisboa,
(por
grosso
e
miudo);
i
Carlos
Barreio,
rua
do
Lorelo,
28;
Bar
rai
& Irmãos, rua
Aurea,
12.
Porto,
J.
t
de
Sousa
Ferreira
& Irmão,
rua
da
Ba-
nharia 77
;
de
Sequeira
;
J.
Pinto
;
Desí-
ré,
Rahir
;
Coimbra,
V.
Botelho
de
Vas-
concellos
;
Aveiro,
F.
E.
da
Luz
e
Costá,
pharm.;
Bareelloa,
Ramos,
pharm.;
Braga,
Pharmacia.
Maia,
rua
dos
Chãos,
Pipa
&
Irmão,
rua do
Souto,
Domingos
J.
V.
Machado, praça
Municipal.
Figueira»,
Antonio
Vieira,
pharm.
;
Gniuiar&eii,
A.
J.
Pereira
Martins,
pharm.
;
Pena-
fiel,
Miranda,
pharm.
;
Fonte
do
Lima,
A.
J.
Rodrigues
Barbosa,
pharm.
;
Po
voa
do Vnrzim,
P.
Machado
de
Oli
veira,
pharma.
;
Vinnna do
Castello,
Aflouso e
Barros,
droguistas;
Villa de
Conde,
A.
L.
Maia
Torres
pharm.
(INCORPORADA
POR CARTA REAL)
AGB1DECIMENT0S
José
Antonio
dos Santos
Coelho,
ne
gociante
na
rua
do
Souto
d
’
esta
cidade,
tendo
sido
procurado
por
seus
amigos
na
grande enfermidade
porque
passou ullima-
menlo
e
de
qoe
ainda
não
está plenamen-
le
restabelecido,
agradece
por
este
meio
desde
já
as
muitas
provas
de
considera
ção
e
interesse
que
por
elle
tomaram
as
pessoas
de
suas relações
e
promette
pes-
soalmenle
ir
dar
a
cada
uma
seus
agra
decimentos,
logo
que
o
permitia seu es
tado
de saude
;
protestando
desde
já
a
to
dos
seu
muito reconhecimento
e
eterna
gra
tidão.
Braga
3
de
julho
de
1876.
(4133)
José
Antonio
dos
Sontos
Coelho.
Maria
Brigida
Berssane
Leite
Perry,
não
lhe
sendo
possível
agradecer
pessoal
mente a
todos
os
illm.
08
e exm.
JS
snrs.
e
exm.as
snr.as
que
se
dignaram
cumpri-
mental-a
por
occasião
do
fallecimeuto
do
seu
sempre
chorado
filho
João
Berssane
Leite
Perry,
e especialmente
aos exm.
os
e
revm.
ns snrs.
Directordo
Collegio
do
Es
pirito
Santo,
mestres
e
alumnos
do
mes
mo
Collegio,
e
a
outros
illustres
cavalhei
ros
que
lhe fizeram
a
subida
honra
d’
acom-
panhar
o
cadaver
até á
gare
do
caminho
de
ferro
;
vem
por
este
meio,
desempenhar-
se
d
’
urn
dever
tão
sagrado, e
protestar
a
todos
eterno
reconhecimento
e
gratidão.
Braga
4
de
julho
de
1876.
Maria
Brigida
B.
Perres.
LINHA
QUINZENAL
DE PAQUETES
A
VAPOR
Para
S.
Vicente, Pernambuco,
Bahia, Rio de Janeiro,
Montevideo
e
Buenos-Ayers
Acceilando
também
passageiros
de
3.3
classe
para
SANTOS
e
RIO GRANDE
DO
SUL
com
trasbordo no Rio
de
Janeiro
PAQUETES
A
DOURO.
...
14
de Julho
MONDEGO.
.
.
28
de
Julho
ELBE
....
13 de
Agosto
PREÇOS
SAIR
DE
LISBOA
J
.MINHO.
.
.
.
28
de
Agosto
TAGUS.
...
13
de
Setembro
GUADIANA .
.
29
de
Setembro
José
Antonio
Pereira
Neves,
D.
Presci-
liaoa
de
Jesus
Maria
Pereira
Nenes,
Abel
Maria
Coelho
Neves,
agradecem
aos
exm.
os
snrs.
e
exm.
as
snr
38
que
se
dignaram
cutn-
primen(al-os
por occasião do
fallecimeuto
de sua
muito prezada
sobrinha,
prima,
e
u>ãe,
Maria
Pereira
dos
Santos
Neves,
pe-
o
que
lhes
tributam
eterna
gratidão.
Braga
4
de
julho
de
1876.
(41409 José
Antonio
Pereira
Neves.
ANNUNOIOS
Banco
Commercial, Âyricola e
Industrial
de
Villa
Beal
(Soeiedntle
aiienjnin de
ireaponsa-
bilidade
limitada)
A
gereucia
annuocía qoe no
dia
10
do
corrente
cotneça
o pagamento do
dividen
do do
l.°
semestre
do
corrente
anno,
na
rasâo
de
3
Q[0,
cu
í$a00
reis
por ac
ção.
Em
Villa
Real,
na
sede
do
Banco;
e
no
Porto,
Braga,
Lisboa,
Vianna.
Goarda,
Vizeo,
Guimarães,
Caminha,
e Faie,
nas
agencias
do
mesmo
Banco
n
’
estas
locali
dades.
Banco
de Villa
Real,
5
de
julho
de
1876.
Joaquim
José
d
’
Oliveira
Guimarães
João
Pinto
Ferreira
Agostinho
José
da
Costa.
(4149)
MÀ®
O
professor
da
Associação
Catholica
d’
es-
t*
cidade,
lecciona
em
Instrucção
Prima
ria,
Portuguez,
Francez
ou
Philosophia.
Vae lambem
a
casas
particulares
Re
side
na
rua
da
Cooega
n.°
99.
(4142)
convida
desde
já por este
meio,
a
reiini-
rem-se
nos
paços
da
camara
do
mesmo
concelho
nò
dia
10
de
Agosto
ás 10
ho
ras
da
manhã,
para
alji
se
construírem
em
grémio, e
procederem
á
partilha
dos
contingentes
que
lhe
forem
designados
e
constarem
das
listas,
que
n
’
esse acto
lhe
lião
de
ser
entregues
pelo
dito
escrivão.
Os
que
forem
menos
de
7 em
cada
classe
e
ordem
de terra
comparecerão
no
mesmo
dia
para
ahi
resolverem,
na presença
do
dito
escrivão,
o
que
tiverem
por
conve
niente.
Os
grémios
da
cidade
ha de
o
mes
mo escrivão
annuncial-os
para
outros
dias.
E
para
que
chegue
ao
conhecimento
de
todos
se
passou
o
presente
e
outros
para
serem
aflixados
nosdogares
do
costume.
Braga',
‘l^çjé
julho
de
1876
O
presidente
das
juntas,
lyrimD
o'-
J
pjose
,Jogquim
d Araújo
Correta.
i
(242) J4
146)
LívSÁtilA
CÁTHOUGÃ-
COMMODOS
Caía
pnqwete «Testa
eompaMhis»
leva
a
bordo
criados e
eoBissIieiroa
portuguezea
para
commodidade dos passageiros
de
todos as
classes.
Sendo
as
passagens pagas
na Agencia Central
no
Porto
ou
em
qualquer
Agencia
provincial,
a
conducção para
Lisboa é
por
conta
da
Companhia.
A
bordo os passageiros teens grátis ramn, reupa de eanaa,
eo-
miaSa feita
p«s-
cosinlteiros portvagstezes, vinho duas vezes par dia,
assistência
suediea, serviço de criados e outraà despesas.
A
EXPERIENCIA
de
mais que um
quarto
dé
século
tem
feito
com
que
os
pa
quetes d’
esta
companhia
(a mais
antiga
na
carreira
do
Brazil)
sejam
conhecidos
pela
regularidade,
velocidade
e
segurança
exCepciohal
;
além
d
’
isso pela
limpesa,
boa
or
dem,
bom tratamento e
accommodãções
a bordo,
e
pelos melhoramentos
mais
moder
nos
tanto
para
a
hygiene
como
para
a commodidade
dos
passageiros.
ISTO
É
COMPROVADO
pela
grande concprrencia
que
teem
de passageiros e
pelos
agradecimentos
de
mais
de
mil
e
cem passageiros
d
’
entre
elles
feitos
por
es-
cripta
como
consta
de
documentos
archivados
em
varias agencias.
SÂO ESTES
OS
PAQUETES
preferidos pelo
Governo
Inglez
para
a
conducção
das
suas
malas
do correio,e por
este serviço
recebe
a
companhia
um
importante
subsidio.
TIVERAM
ESTES
PAQUETES
a
honra
de
conduzir
Suas
Magestades
o
Impera- ;
dor
e
Imperatriz
do
Brazil,
como
também
S.
A.
o
Infante
D.
Augusto.
TODAS
AS
INFORMAÇÕES
e
bilhetes
de passagem podem
ser
obtidos
no
POR
TO
na
AGENCIA CENTRAL,
rua
dos Inglezes,
23;
o
agente
GUILHERME
C. TAIT;
e
nas províncias
nas
agencias
e
correspondências
estabelecidas
em
todas
as
princi-
paes
cidades
e vlllas.
Agente
em
Braga
o snr.
João
Manoel
da Silva
Guimarães,
Rua
do
Souto.
«•STB-PIO I5E S.
Esta
Direcção faz
saber aos
íocios,
que letido
sé
de
dar
cumprimento
ao
arti
go
41
§
l.°
dos
Estatutos,
resolveu,
em
vista
da
nova
orgaoisação
dada
a
escri-
pturação
d
’este Monte-pio,
que
os
livros
e
contas estivessem
patentes
por oito
dias
desde
uma
ás
ditas
horas
da
tarde,
no
escriptorio,
campo
de Santa Aon», n.°
44,
a
principiai'
no
dia
8
do
corrente;
aíim
dos
socios
os
poderem
vêr,
e
querendo,
levarem
comsigo
alguém
mais
qoe
os
es-
claressa.
O
Presidente
da
Direcção,
Manuel
Joaquim da
Silva
Areo.
(4143)
PREÇOS
REDUZIDOS
Atina
e
concerta
pianos,
e
toma
conta
da
afinação
dos
mesmos
por
mez.
Dirija-se
a
Jo;é
Maria
da
Costa,
rua
Nova,
n.0
31
(loja
de
vinhos).
(4150)
Aluga-se
ou
vende-se
a
casa
n.°
1,
na
entrada
da
rua
de
D.
Pedro
V.
Foi construída,
ha
dois
annos,
tem
quintal
e
poço
e
excel-
lentes
commodos.
Tracta-se
do
seu
ajuste
na
rua
de
S.
Victor
n.°
50,
e
mostra-se
todos
os
dias
das 5
horas
da
tarde
em
diante.
(4144)
SALA
E
ALCOVA
Precisa-se
alugar sala
e
alcova,
de
frente,
decenlemenle
mobilada,
em
casa
de
familia
capaz.
Informações
em
casa
dos
snrs.
Almeida
&
Pereira.
(4153)
As
juntas
dos repartidores
do
concelho
de
Braga,
etc.
A
Maçooinia
e
o>
Jesuítas
500
rs.
A
Egreja Trium^hante
600
>
,ic
Estudos dd
ílheologia
e
Moral
800 >
Breve
Calhecismo
do
Sylabus
1(10
»
Amar
a
Deus
éa minha
vida
240
»
Caminho
da
salvação
200
»
O
Dia
feliz
120
»
Memorial
das virgens
Christãos
200
»
Entretimentos
do
coração de
voto
300 >
O
Amigo da
juventude
ou
Bio-
graphia
de
João
Joaquim
d
’Alineida
Braga
160
n
A
’
venda
na Livraria
Catholica
n.°
10
Rua
do
Souto
Braga.
(4147;
Faz
saber
que
as matrizes
das
contribui
ções
industrial e
de
rendas
de casas e
sumpluaria
relativas
ao
anno
de
1875
hão
de
estar
patentes
por
espaço
de
10
dias,
para
quem
as
quizer
examinar
e
contra
el-
las
reclamar
o
que
tiverem
a
bem
de
sua
justiça
;
por
isso,
os
contribuintes
poderão,
dentro
do mesmo praso
':
1.
°
=
Solicitar
do
regedor
da
fregue-
zia
as
notas
impressas
que
ao
mesmo
fo
ram
remmettidas,
das
quaes
constam
os
factos
sobre que
tem
de recair
a
contri
buição
industrial,
as
colleclas
da
de
ren
das
de
casas
e
sumpluaria
de cada
contri
buinte
collectado,
e
os
fundamentos
sobre
que
podem
versar
as
reclamações
dos
mes
mos
;
e
bem
assim os
dias
em que
hão
de
ser
resolvidas
pelas
juntas
as
ditas
re
clamações,
e o
prazo
em
que d
’
estas
de
cisões
podem
interpor
recurso
para
o
Con
selho
de
Dislricto
;
2. °
—
Examinar as
ditas
matrizes
na
re
partição
de fazenda d
’esle
concelho
du
rante
aquelle
prazo
de
dez
dias,
que
hão
de
correr de 18
a
22
e
de
24
a
28
do
cor
rente
mez
das
9
horas
da
manhã
até ás
3
da
tarde
;
3.
°—Apresentar
dentro
do
mesmo
pra
so as
reclamações
que a
lei
lhe
faculta,
ou
ao
regedor
de parochia ou na
repartição
de
fazenda do
dito
concelho.
As
reclamações
devem
ser
individuaes,
feitas
em
papel
sellado,
e
sellados
todos
os
documentos
com
que
forem
instruídas.
Outro
sim
se
faz saber
aos
contribuin
tes
collectados
na
contribuição
industrial
por
oflicios,
artes
profissões
ou
industrias
exercidas
em terras
de
6.
a ordem
(aldeias)
cujas
taxas
estão
sujeitas
a
repartição,
que
o
escrivão
de
fazenda
d
’
este
concelho
os
BANCO DO DOUDO
Sociedade
immijma de responsa
bilidade
limitada.
No
dia
8
do
corrente
começar-se-ha
a
pagar
o
dividendo
do,
primeiro
semestre
de
18/6.
a
rasão
de
3^000
reis
por
acção.
Em Lamego em
casa
do
Banco;
no
Porto
em
casa
dos
snrs.
José Duarte
de
Oliveira
&
C.
a
; em
Braga
em
casa
do
snr.
Manoel
Bento
de Carvalho
e em
Guima
rães
em
casa
do snr.
Manoel
Antonio
de
Almeida,
agentes
do
mesmo
Banco.
O
pagamento
faz-se
todos
os
dias
uteis
das
W
horas
da
manhã
ás
2
da
tarde.
Lamego
5
de
julho de
1876.
Os
direclores,
(4143)
Visconde
de Guedes
Teixeira
Miguel
Moreira
da
Fònseca.
MORCELLAS
DE vARNE, E
DE
DOCE
Iguaes
ás
d
’
Arouca.
doce
de
travessa
e de
calda
de
imitas
qualidades.
Faz-se
n’esta
cidadt)
na
rua
do
Souto
n.°
13
A, pri
meiro
andar.
(4148)
Éditos
de
60
dias
Pelo
juizo
de
direito
d
’esta
comarca
e
carrorio
de
Freitas
correm
éditos de 6)
dias
a
citar
toda
e
qualquer
pessoa
in
seria
que
se
julgue
com
direito
e
acção
á
herança
ou
espolio
do
fallecido
Luiz
Diogo
Leite,
natural
da
freguzia
de
Avel-
leda,
d
’
esia
mesma
comarca,
e
fallecido
na
cidade
de Pernambuco,
em
viagem,
qne
da
cidade
da Bahia, império
do
Brazil,
fazia
para
este remo
de
Portugal,
ctijadita
ci
*
tação
se
ha
de
accusar
na 2.
a
audiência
fin
do
o
dito
praso
que
vem
a
ser
no
dia
3
do
proximo futuro
mez
de
agosto pelas
9
horas
da
manhã
no
respectivo
tribunal
judicial,
desta
mesma
comarca
e
ahi
vfir-
llies
marcar o
prazo
de
duas
audiências
a
toda
e
qualquer
pessoa
inseria
que
se
jul
gue
com
algum
direito
e
acção
á
dita
herança,
para
dentro d’
elle
deduzir
todo
o
seu
direito
sob
pena
de revelia
e
lança
mento.
Pois
tudo
que
fica dito,
foi
reque
rido
na
habilitação
que
por
esta
comarca
corre
a
requerimento de
João
Leite
e
mu
lher
Anlonia Lourença,
proprietários
e
mo
radores
na
dita
freguezia
de
Avellada,
na
qualidade
de
paes
e únicos
e universaes
herdeiros
do
dito
fallecido
seu
filho
Luii
Diogo Leite.
O Solicitador,
(4152)
Paulino
Evaristo
da
Rocha»
su<
Parte de Comércio do Minho (O)
