comerciominho_07091876_540.xml
- conteúdo
-
Assigna-see
vende-se
no
escriptorio do
editor
e
proprietário
Íosí
Maria
Dias
da Costa,
rua
Nova
n."
3
E,
para onde
deve
«er
dirigida toda a
correspondência
franca
de porte.
=As
assi
naturas
são
pagas
adiantadas
;
assim
como
as
correspondên
cias
de
Interesse
particular.
Folha
avulso
10
rs.
p
<
jbuica
.-
s
ÁS
TERÇAS, QUINTAS
E
SABBADOS.
P
reços
:
Draga,
anno
1^600
rs.
—
Semestre 850
rs.
—
Provín
cias,
anno
2&000
rs
e sendo duas
3&600
rs.
—
Semestre
1$050
rs.=#nzsi/,
anno
3$600 rs.—Semestre
1&900
rs.
moeda
forte
ou
8$000
reis
e
£$500
reis
moeda
fraca.
—
Annuncios
por
linha
20
rs.,
repetição
10
rs.
Para
os
assignantes 20
fl/
0
d
’
abatimenlo.
SITEJIUHO
Causou-nos
dolorosa
impressão
a
no
ticia
dada
por
alguns
jornaes—
de
que
por
ordem
da
municipalidade de
Coimbra
se
vae
proceder á
demolição
do
contento
de
Santa
Cruz
d
’
aquella
cidade.
Accrescenta-se
que
o
intuito
que
os
edis
da
rainha
do
Mondego
teem
em visia,
realisado
este
acto
vandalico,
é
procede
rem
á
construcção
d
’
um novo
edifício ca-
marario.
A
lactica
denuncia-se
nimiamente
se-
diça,
e já não
logra
illudir
ninguém.
Realise-se,
pois,
mais essa
profanação;
consucama-se
mais
essa
barbaridade
sem
nome,
para
vergonha
de
nós
todos.
Fique,
todavia,
indelevelmente
gravado
o
nosso
pr
>lesto,
que é
leito
em
nome
da
religião
que
professamos,
em
nome
do
amor
ardente
que todos
os
verdadeiros
portoguezes
votamos
á
nossa
patria.
Destruam
essas preciosas
relíquias,
le
gado
sacrosanto
dos
nossos
maiores;
pas
sem
a
vara
de
ferro
do
vandalismo
sobre
tudo
o
que
perpetue de
geração
em
ge
ração
a
gloriosa allirmaliva
de
que
fomos
um
povo
privilegiado.
Accentue-se
bem
—que
em pleno
século
XIX
voltou
á
patria
do
grande AÍIonso
Henriques
a
ominosa edade
de
ferro.
O
que
não
conseguireis
destruir
é
o
altisono
pregão
da historia,
que
vos
con-
demnará
no seu
tribunal
incorruptível.
Demoli, fazei
ruinas
o
que,
ainda
no
meio
da
vossa
incúria,
do
vosso
despreso,
ahi
atesta
a
nossa
passada
grandeza.
Não deixeis
pedra
sobre
pedra
i/esses
magestosos
monumentos,
que
eram
outros
tantos
padrões
de
gloria
para
Portugal,
para
esta
pequenina
courela
de terra,
que
fez
o
assombro
de
todo
o
mundo.
Ao
menos
sois logicos,
sois
coberen
tes.
A
verdade
e
o
êrro,
a
luz
e
as
tro
vas,
não
podem
coexistir
n’
um
só
meio.
E
vós
sois
o
êrro.
E
vós
sois
a
treva.
----------------
.
—
i.
■■■!
*
—-------------------------------
Saldado, Padre,
.Vl«aisírado.
Debaixo
d
’
esla epígrafe publicou
o
«Univers»
o
discurso
que
o
general
Barry
pronunciou
por
occasião
dos
prémios
aos
alumnos
dos
Irmãos
das
escolas
christãs.
E’
do lheor
seguinte:
Meus
queridos
meninos,
Snr.
prefeito,
Meus
senhores—
Devo
pensar
que muitos
d
’
entre
vós
se
perguntam
n
’
este
momento
como
é
que,
a
um
general,
a
um
homem
d
’
espada,
foi
reservada
a
honra
de
pre
sidir este
anno,
a
uma
sociedade
escolar,
toda
local, toda
municipal, a
um general
extranho
a este
paiz
aonde
foi
arremes
sado,
por
assim
dizer, pelos
azares de
sua
carreira,
e
onde não
póde
invocar outro
direito
de
cidadão
alem
dos
vínculos
d
’
af-
feição
que
o
unem
a
estes
bellos
paizes
por
tres
annos
d
’
habitação.
Esta
honra,
facilmente
o acreditareis,
não
a
procurei, nem
ambicionei.
A
au
sência
do Bispo,
presidente
natural
des
tas
festas
de
familia, uma
outra
presidên
cia
que
o
snr.
prefeiio
acceitou
na
dis
tribuição
dos
prémios
do collegio,
a
au
sência
do
presidente
do
município
de Per-
pignan,
laes
são
os
motivos
que
fizeram
com
que
se
pensasse
em
mim,
e
me
fo
ram
allegados
com uma
obsequiosa
insis
tência,
para
que
eu
procedesse,
por
assim
dizer,
por
delegação
preíeiloral,
á
abertu
ra
d
’
esta
solemnidade.
E
apresso-me
em
dizer-vos,
meus
que
ridos
meninos, que
se acceitei
esta
mis
são
extranha
a
minhas funcções, é
porque,
por
uma
parte,
me
proporcionava
a
occa
sião
d’
agradecer
publicamente
a
estes
ex-
cellenles irmãos
os
cuidados tão
dedicados
como
eruditos
e
conscienciosos
que,
de
boa
vontade,
querem
tomar
dos
filhos
de
nossos
soldados,
com inteira
e
unanime
satisfação
dos
paes
e
dos
commandantes
dos
corpos,
e, por
outro
lado,
é
porque
vos
amo,
e
a
vossos
mestres,
estes
filhos
do
povo,
como vós,
estes
modelos
de
abnegação,
de modéstia e dedicação,
fazen
do
o
bem
pelo mesmo
bem,
e
occultando,
debaixo
de
seu ingrato
vestido, com
os
mais
elevados
e
delicados
sentimentos,
corações
capazes
das
mais bellas e
magna-
nimas acções (applausos);
é
por isso
que
eu amo
a
vossa instituição
tão
fecunda,
tão
popular,
tão
eminentemente
fran-
ceza,
á
qual
toda a
França
chris-
tã
e
honesta
soube
render,
ainda ha
pou
co,
plena
justiça,
nas
homenagens
tão
brilhantes como
espontâneas
prodigalisadas
á
memória
do
venerando,
e
nunca
assás
chorado,
irmão
Phiiippe,
a
quem o
re
conhecimento
publico
elevou repentinamen-
te,
do
fundo
d’
uma
escola
christã,
ao
nu
mero
dos
grandes
homens
da
patria.
(Ap
plausos
e
bravos.
J
Amo-vos,
porque
educados
sobretudo
christãmente,
prometíeis
ao
Estado
bons
cidadãos,
e
ao
exercito
bons
soldados;
amo-vos
ainda,
e desejaria
não
ter que
dizel-o,
mas
digo-o
com
a
dôr
n
’
alma.
porque
no vosso
proprio
paiz,
na
vossa
própria
cidade,
não
viveis
senão
de
sub
venções
d
’
o/ficio;
vós sois
desherdados
pe
lo
errro
dos
tempos,
pela ingratidão, in
tolerância
e injustiça dos
homens!...
(
Bra
vos
e
applausos
prolongados).
E
é
esta,
não
deveis
ignoral-o,
vosssa
eterna
honra,
e
é
isto
o
que
ainda
vos
altrahe
todos
os
carações
honestos e
jus
tos.
Mas
animae-vos, queridos
meninos,
animae-vos, irmãos
tão
dignos
e
tão
me
recedores, o
reino
da
injustiça
não
póde
durar
sempre; o
tempo
e a força da
ver
dade
vos irarão
espíritos
que,
sem
duvida,
andam
sómenle
desgarrados;
vós
vivereis,
nas
mesmas condições
de
vossos
visinhos
das
escolas leigas,
não
tendo
no
porvir
com elles
outras
rivalidades
mais
do
que
as
luctas
fraternaes
e pacificas
da
intelli-
gencia,
do
trabalho,
dos
melhodos
e
dos
resultados
Tenho
por
garantia,
do
que
acabo
d
’
alfirmar-vos,
a
presença
do
pri
meiro
magistrado
do
departamento,
que
vos
ama
lambem,
não
o
duvideis,
e vos
promelleu,
ifuraa
outra
reunião,
justiça
egual
para
todos
[o
snr.
prefeito
fez
um
gesto
d'adhesâo);
lenho
por
garantia
as
declarações
publicas
do
governo
que
aca
ba
ainda
de
testimunhar
aos
irmãos
da
doutrina
christã
a
sua
estima
e
sytnpathias,
confiando-lhes
as classes
da
escola
dos
fi
lhos da
tropa,
récecentemenie
creada
em
Rambouillet;
tenho
sobretudo
por garantia
as
sympathias
e
o
concurso
ou
coopera
ção
segura
do
chefe do
poder,
n’
este
nobre
e
glorioso
soldado,
chefe
de
todos
nós,
cujos
sentimentos catholicos
e
piedade
não
podem
já
ser
postos
em
duvida
com
o
seu
patriotismo.
(Applad-
sos.)
Tende,
pois,
plena
e
inteira confiança,
ao
menos
no
presente.
Vós
não tendes
esquecido
como
e
porque mãos,
depois
de longos
dias
d
’
eclipse
e
de lucto,
fos
tes
restituídos
á
.vida.
Uma
outra
mão vos
saberá defender ainda e
não
vos
abandonará.
[Applausos.
E’
verdade!)
Deixae-me dizer-vos ainda,
meus
que
ridos
meninos,
que
se
me
tenho
sentido
sempre
allrahido
por
uma
sympalhia
pro
funda
para
com vossos
dignos
mestres,
tão
modestos,
tão
obscuros,
mas
ao
mes
mo
tempo
tão
úteis,
é
porque
existe
en
tre
elles
e
nós, entre
o irmão
da
doutrina
christã
e
o
soldado, ponclos d
’approxima-
ção
e
analogias
admiráveis.
Um
vinculo
moral
formado
pelo
que
ha de
mais
no
bre
na
natureza
humana,
isto
é
o
espi
rito
de
dedicação
e
de
sacrifício,
e
o es
pirito
de
disciplina,
une
mysteriosamente
o
nosso
destino
commum.
Que
honra
e
que
proveito
aufere
ifesle
mundo
da carreira
injurias
e
estas
injustiças;
pergunto
de
que
lado
está
a tolerância
e
o
liberalismo;
de
que
lado
estão
os
verdadeiros liberaes
’
e
tenho
o
direito
de
declarar,
com
toda
a
convicção,
que
elles
náo estão
onde
se
pensa.
[Applausos,
sensação).
Tenho-vos
fallado
da
união
tão
salutar
e fecunda
do
magistrado,
do
soldado
e
do padre
para
a
conservação social;
de
monstrei
vos
o
Padre
e
o
soldado
unidos
pelo
mesmo
espirito
de
dedicação,
de sa
crifício e
de
disciplina:
deixae-me
termi
nar
este
longo
arrazoado
e
pôr
termo
a
vossa justa
impaciência,
citando-vos
um
mui recente
verediclunt
da
magistratura
franceza,
que
é
a mais
beila
homenagem
que póde
render-se
a
nossos
queridos
con-
greganistas.
Eis
como
se
exprime
a
sen
tença
proferida
n
’
estes
últimos dias,
pelo
Tribunal
de
Nancy
contra
o
jornal
Pro.
grés de
VEsl,
que linha diffamado
os
ir
mãos
das
escolas
christãs:
«Attendendo, disse
o
tribunal,
que
ao
prejuízo
material
e
evidente
resultado
do
ataque
de
que elles são
objecto
se
juneta,
para
os
irmãos, a
dôr,
facil
de compre-
hendes
de
verem
calumniar
suas
inten
ções e
seus
actos,
quando, nãõ
contentes
de
dar
todos
os
dias
o exemplo
das mais
modestas
virtudes
e dos mais penosos
sa
crifícios,
mostravam,
ha pouco,
com
peri
go
de sua
vida, como,
no
meio
de
nos
sas
discórdias
civis
e
das
desgraças
da
guerra
comprehendem
e sabem
cumprir
seus deveres
de cidadãos;
Attendendo
a
que
os
irmãos
das
es
colas
christãs
teem
uma
existência
legal
pois
que são
auctorisados
pelo artigo
109
dos
estatudos
da
universidade
de
França,
era
data
de
17
de
março
de
1808, e
que
n
uma
epocha
em
que
as
classes elevadas
reivindicam
para si,
com
grande
razão,
a
liberdade
do
ensino,
os
magistrados
falta
riam
á
sua
missãos
se
não
circumdassem
de
sua
imparcial
solicitude homens
pie
dosos,
dedicados
e
humildes,
que
assegu
ram
ás classes
populares
este
duplo”
e
inapreciável
beneficio,
permittindo-lhes
no
meio
da
mais
leal
e
util
concorrência
escolher
os directores
e
educadores
de
seus
filhos; o tribunal condemna
o
gerente
do
jornal
em
quatro mil
francos de
perdas
e
damnos
e
na
inserção
da
sentença
em
cinco
numeros
do
jornal.»
Agora, meus
queridos
meninos,
ve
rificando
com
alegria
vosos
progressos
e
o
uivei
sempre
crescente
do
ensino
em
vossa escola,
vamos
ter
a
satisfação
de
vos
distribuir
as
palmas
e coroas
que
ha
veis
merecido, e
que deveis,
ainda
este
anno,
á
generosidade
infatigável,
porque
é
christã,
d
’
um
certo
numero
de
vossos
con
cidadãos.
(
O
snr.
presidente
do
tribunal
civil
e
diversas
pessoa»
felicitaram
calorosamente
o
general.
Applausos
prolongados
e
repelidos
em
toda
a
asssitencia).
das
armas
o
simples
soldado,
obscuro
e
ignorado,
que
expõe
sua
vida
a
cada
ins
tante
á
ordem
de
seus
commandantes
e
em
cumprimento de
seu
dever?
Que hon
ra
e
que
proveito
aufere
o
pobre
irmão
das
escolas
christãs d
’uma existência
toda
consagrada
ao
duroe
por
vezes ingrato
tra
balho que
sabeis?
Que ambição,
que
vanta
gens,
que recompensas,
que
gosos
espera
elle
do preço
de
seus
serviços?
Elle
vive
e
morre
ignorado
do
mundo,
que
nem mes
mo
sabe
o seu
nome,
feliz por ter
de
sempenhado
bem
sua
tarefa
e
não
espe
rando na
terra
a
sua
recompensa;
e
al
gumas
vezes também,
quando
sôa
a
hora
das grandes
dedicações,
sabe
affronlar
e
encontrar
a
morte
nos
campos
da
bata
lha
para
curar
e
salvar
seus
semelhantes.
/
Vivos
applausos )
Vède,
meus
amigos,
ha
em
nossa
so
ciedade
franceza
uma especie
de trilogia
que
eu
chamarei
providencial,
e
que
pa
rece
cimentar
como
uma
indissolúvel
com-
munidade d
’ideias,
d
’intenções
e
de
fim:
denominei-a o
soldado, o Padre e
o
ma
gistrado
(estou
certo
que
o
meu
anngo,
o
presidente
Picas,
aqui
presente,
não
me
desmentirá).
Em
quanto
estas
tres
forças
sociaes estiverem
unidas
e
abraça
das
em face
da
destruição
e
da
revolu
ção,
nada
ha
a
temer
pela
sociedade. (Ap
plausos.)
.
O
que
faz a
segurança,
o
bom
succes-
so
e
a
duração
das
esmolas
dos
irmãos,
é
ser
o
ensino
religioso a
sua base
fun
damental
e
como
que
o
prefacio obriga
do
de
toda
a
instrucção.
Como
oulr
’ora
na
familia
como
hoje ainda
nas
famílias
christãs,
antes
de
se
aprender
a
ler
apren
de-se
a
orar
a Deus,
aprende-se
a
mo
ral, não a moral scientiíica
e
independente
que
conduz
o
hominem
directamente ao
abysmo
do materialismo, mas
a moral
do
Evangelho,
a
moral do
Christo,
a
beila e
simples
moral
do
calbecismo
e
da
Egreja
calholica.
(Bravos
)
E
é
assim
que
vossos
queridos
mes
tres
instruem
e
preparam
ao
paiz
e
á
sociedade homens
respeitosos
pelo
princi
pio
da
aucloridade
e
das
leis,
homens
dis
ciplinados
sem constrangimento,
homens
de
dever
e
dedicação,
em
uma
palavra
homens
uteis
e nunca
perigosos; e,
por
outra
parte, estae certos
que
estes
homens,
que
estes
bons cidadãos
saidos
das
mãos
dos
pobres
irmãos
ignorantinos,
aprende
ram
d
’
elles
e
sabem
ao
menos
tanto
co
mo os
outros.
Provam-n
’
o
lodos
os
dias,
em
todos
os
concursos
e em
todas
as
cir-
cumstancias.
Provam,
pois,
e
tem
sempre
provado
que se póde ir á
missa,
mesmo
á
confis
são,
e
ser
um
homem
instruído,
livre
e
digno;
que
se pode
amar
e
respeitar
a
religião
e
seus
ministros
sem deixar de
ser
um bom
cidadão;
que
se
póde,
quando
se
é
catholico,
preferir
sem
ser
um ignoran
te,
a
leitura
de
Chaleaubriand,
de
Ber
ryen.
de
José
de
Maistre
e
de
Donoso
Cortês
á de
Victor
Hugo,
de Michelet,
de
Renan
de
George
Sand;
que
se
póde
submetter-se
livre
e
silenciosamente,
em
todas as
questões
de
fé
e de
consciência,
ás
decisões
infalliveis
do Vigário
de
Jesus
Christo,
ao
Chefe
venerando
da
cathoh-
cidade, sem deixar
de
ser um
bom
fran
cez;
em
fim,
que
se póde morrer tão
glo-
riosamenle
no
campo
da
batalha,
entoan
do
o hymno francez
e
catholico
do
Sa
grado
Coração
como
cantando
a
Marselhe
za
(Applausos
prolongados, e
bravos
enér
gicos.)
Se as
ceusas
são
realmenle
assim,
se
isto
são verdades
inconcussas,
se
está
de
monstrado
que
se
póde
ser
de
seu
tempo
e
á
altura
de
todo
o
progresso moderno,
continuando
a
ser-se
bom
catholico,
n
’uma
palavra, se
se
póde
amar
e
servir util
mente
seu
paiz
por
caminhos
diflerentes
ou ainda oppostos,
pergunto
então
porque
estes
odios,
estes
gritos
de
guerra,
estas
FABTE OFFIClJlIi
MINISTÉRIO
DOS
NEGOCIOS
ECCLE-
SIASTIGOS
E
DE
JUSTIÇA
Direcção
geral
dos negocios ecclesiasticos
l.
a
Repartição
Aviso
declarando
aberto
concurso para
provimento
das
seguintes
egrejas
parochiaes:
Abbassas
(S.
Pedro;, concelho
de
Villa
Real,
diocese
de Braga;
Almodovar
(Santo
Ilde-
fonso),
concelho
de
Almodovar,
diocese
de
Beja
; Gloria
(Nossa
Senhora),
concelho de
Aveiro, diocese
de Aveiro;
Mafra
(Santo
André),
concelho
de
Mafra,
diocese
de
Lis
boa
;
Papiztos
(S. Miguel),
concelho
do
Carregai,
diocese
de
Vizeu;
Pavia
(S.
Pau
lo),
concelho
de Mora,
diocese
d
’
Evora;
Satira
(Nossa
Senhora
da Natividade),
con-
celho
de
Montemór-o-Novo,
idem
;
Varzea
de
Goes
(S.
Pedro),
concelho
de
Goes,
dio
cese
de
Coimbra.
OOTIUíl
Sersí
esrível?
—
Escreve-nos
dos
As
cos
ura
nosso
amigo:
Diz-se
por aqui a
meia
bocca,
que
al
guém
anda
trabalhando
para
fazer a
junc-
ção
<bs duas
freguezias
de.que
se compõe
a
villa,
extinguindo
a
de
S.
Paio.
E
’
um absurdo
de
tal
ordem
que
me
custa
a
crer.
Anexar
doas
grandes
freguezias,
para
perfazer uma
só
de mais
de duas mil al
mas
e
com
bastantes
looges,
é
o
que
se
não
comprehende
a
não ser
que
se
pre
tenda
erigir
n
’
esta
terra
um
bispado.
Repito;
eu não
creio
tal
noticia;
mas
corno
ella
se repete cotn bastante
insis
tência,
será
bom
o
prevenir
o
animo
es-
clarecidissimo
de
s.
exc
a
revd.ma o snr.
arcebispo
coadjutor,
para
que
a
sua
boa
fé
não
seja
illudida
era
prejuiso da reli
gião.
Fallarei
mais d’espaço
sobre
o
assum
pto,
se
vir,
que
elle
tem
visos
de
reali
dade.
JUoHisn Sealsar» da
Boa Memó
ria.-—
Na fórma
dos
annos
anteriores
fes
teja-se
no
domingo, na
Sé
a
devotíssima
laiagem
de
N.
Senhora
da
Ba
Memória
Ha
missa
cantada
e
sermão.
Faiteeimento
—
Falleceu
na
Povoa
do
Varzim,
onde
linha
ido procurar
alivio
aos
seus
padecimentos,
o
snr.
Manoel
Joaquim
Antunes,
sollicitador
que
foi
o
’es-
ta
cidade.
Era
cavalheiro
digno
de estima,
e
bem-
quisto.
a
T
®m«4sçã».
—
O
«Diário
do
Governo»
de
4-
publica
um decreto
nomeando
corn-
rnissario
dos
estudos
e
reitor
do
lyceu
d’
esla
cidade,
o
snr.
dr.
Antonio
Mana
Pinheiro
Torres.
SíSaaSaeir®
«Se S. 5
*
e«3ro.
—
Recebe
mos
de
uma
anónima
2$25í) reis
para
o
Dinheiro
de
S. Pedro,
quantia
a
que
será
remettido
ao
seu
destino.
SeSEos
«S»
torreia
—Determinou
a
direcção
geral
dos
correios que
tanto
os
sellos
de
franquia
como
as
estampilhas
do
imposto
do
sello só
possam
ser
expedidos
em
sobrescriplos
fechados,
pagando
o
por
te
das
cartas.
Os
sellos
ou
estampilhas
que
se,
aprseotarem
cintados
ou em
so
brescriplos
abertos
não
terão
seguimen
to.
C«jia
vesslts de
Santa Cruz, de
Coimbra.—
Já
se anda
procedendo
á
de
molição
d
’este
convento,
á qual
nos
re
ferimos
o
’
outro
logar.
Lêmos
no
«Conimbriceose»,
que
mesmo
agora
recebamos:
O
estúpido
vandalismo
da
demolição
do
convento
de
Sania Cruz, devido á
tei
mosia
do
snr.
dr.
Lourenço d
’Almeida
e
Azevedo, e
da
camara
de
que é
presi
dente,
já
começa
a
dar
victimas
para
o
cemiterio
!
Hontem
um dos
pedreiros, que
anda
vam
a
demolir
o
alto
do
magesloso
edi
íicio,
ein
frente
para
a
praça
8
de
Maio,
desabou
d'alli,
e
veio
fazer-se
em
peda
ços
na
calçada
!
Era
do
Tovim
e deixa
mulher
com
4
filhos;
e
além
d’
isso a
viuva
fica
gravida.
Vamos!
prosiga
o
vandalismo!
Um
ho
mem
de
mais ou
de
tnenos
não
faz
falta
!
—
Já
depois
de
escripta
esta
noticia
caiu
outro
pedreiro, que
andava
a
traba
lhar
na
demolição
du
convento
de
Santa
Cruz.
Teve,
porém,
a
felicidade
de
cair
para
0
interior
do
ediíicio.
Se
resvala
para
fóra
ia
fizer companhia
ao
pedreiro
já
motio.
Esta
obra
é
amaldiçoada,
não
póde
deixar
de
ser!
1K.
Senhora
de
BíazaretSi.—A
CX-
pensas d
’
alguns
devotos
festeja-se
hoje
e
ámanhã
a
Imagem
de N.
Senhora
de
Na-
sareth,
erigida
no
arco
da
Porta Nova.
Hoje
tem
alvorada
e
corrida,
e
á
noite
será
o
arco
illuminado,
e
haverá
no
largo
da
Praça
um
basar
de
prendas
locan
do
em
quanto
esle
durar,
uma
banda
de
musica.
Colíeyia do Espirito
Santo.—
Esle
excellente
collegio
apresentou
n
’este
anno
para
exame
d
’
inslrucção
primaria
31
alum
nos, ficando
todos
approvados
e
tres com
distincção.
Para
instrucção
secundaria 56,
a
saber:
—Porluguez
e
rhetorica,
7,
—3
distinctos e
4
approvados:
francez,
27,—
11
distinctos
e
16 approvados:
inglez, 9,-2
distinctos
e
7
approvados:
latim
e
lalinidade,
6,
—
ap
provados: geografia
e
historia,
3
—
approva
dos:
desenho
(l.a
e
2.
a
parte),
4,-3
ap
provados
e
I
addiado.
Total:
16
distinctos,
39
approvados
e
1
só
addiado.
Administrador <Io
ooneelíio.
—
■Tomou uovamenle
posse
d
’
este cargo
o
snr.
dr.
Cardoso.
Cosstrâbw
tçõas.
—
Vae
no logar
com
petente
um annuncio
respectivo
á
cobran
ça
das
contribuições industrial,
pessoal
e
sumptnaria
do anno
de
1875,
a
qual
prin
cipia
no
15
do
corrente
e
termina em
15
d
’
outubro
proximo.
Administrador
de Villa
Verde.
—
Em
substituição
ao
snr.
Antonio
de
Padua
Ferreira
d
’
Abreu,
que
exercia
o car
go
de
administrador
do
concelho
em
Vil
la
Verde,
loi
nomeado
o
substituto,
o
snr.
José
Joaquim
Ribeiro.
Juix ordinário da Sé. —
Pediu
a
demissão
de
juiz
ordinário
do
julgado da
Sé,
cargo
para
que
linha
sido
nomeado,
0
snr.
dr. Joáo
d
’
Oliveirã
Penha
Fortuna.
Descoberta
importante.
—
Lemos
no
«Jornal
da
Noites:
E
’
com
o
maior
prazer
que
registamos
hoje
um
importante
descobrimento
scien-
tifico,
devido
a
um
portuguez,
cujo
nome
é
já
entre
nós
conhecido
na
sciencia
e
no
serviço
publico,
mas
que
dentro
em
pou
co
gozará
de
universal
reputação,
se,
co
mo
é
de
esperar,
experiencias
officiaes
e
decisivas,
confirmarem
os
resuliados
obti
dos
pelo
paciente
investigador.
Ó
snr.
Pedro
Carlos
d
’
Aguiar
Cravei
ro Lopes,
capitão
da
fragata, e
aclualmen-
te director
geral
das
obras
publicas
da
província
de
Moçambique
acaba de
inven
tar
um
systema
isolador
das agulhas
ma
gnéticas,
que as torna
complelamente
in-
(lifferenles
á
approximação
das
massas
de
ferro,
resolvendo
assim
um
problema que
interessa
directamente
á
navegação,
e
mui
to
principalmeme
á
dos
navios
conlruidos
de ferro,
cujas
agulhas
são
sujeitas
a
des
vios, que
muitas vezes são
íataes
ás
em
barcações,
e que
leem
causado
grandes
perdas
de
vidas
e
fazendas.
O
sistema
isolador,
cujo
segredo
igno
ramos,
e
que
é
valiosa
propriedade
do
inventor
foi
ensaido
em
Moçambique
a
bor
do
do
vapor
de guerra
«Sena»,
dando
re
sultados
complelamente
em
harmonia
com
os
cálculos do
snr.
Craveiro
Lopes.
O
vapor «Sena» é
todo
de
ferro,
e
o
desvio
que
com
as
agulhas
usuaes
se
da
va
sempre,
desappareceu
lotalmente,
o
que
elfeclivamente
se
verificou
muitas
vezes
durante
a
viagem
de experiencia,
fazendo
amiudadas
comparações
com
a agulha pa
drão.
Provou-se,
pois,
que
a
marcha
do
navio
não
influiu
na agulha
isolada
pelo
novo systema,
o
que já
é
resultado uti
líssimo,
e
dispensa
os
cálculos
e
observa
ções que
repelida
e
cuidadosamenie
se
fa
zem
a
bordo
dos
navios
de ferro,
a
fim
de
reclificar a
direcção
marcada pela agulha.
Approximaram-se, depois,
grandes
mas
sas
de ferro
até
se
acharem
em
contacto
com
o
systema
isolador,
e a
agulha
não
apresen
tou
a
menor
variação,
conservando-se
in-
differente
no
meio
de
muitas
experiencias
perante
as
quaes
o
mais incrédulo
teria
que
reconhecer
a
efiíicacia
do invento.
Julgamos
que
o snr.
Craveiro
Lopes
vai
apresentar
ollicialmente
uma
memória
ácerca
desta
descoberta
que
tanto
o
hon
ra,
e
que
tem
sido
objecto
de
locubrações
de
muitos homens
de sciencia
de
todas
as
nações.
Para
o
paiz
lambem é
lisongeiro
o
fac
to,
e
é
obrigação da
imprensa
divulgal-o
com
elogio,
para
satisfação
de
quem bem
mereceu
da
hamanidade,
e
incentivo
dos
que
labutam
nas
arduas
tarefas
da
sciencia.
Savio misterioso. —
Em Mussere,
18
milhas
ao
sul
da
ilha
de
Chilonar
na
costa
de
Moçambique
districlo
de Sofala,
appareceu
o
casco
de
uma
embarcação
que
parece
ter sido
armada
em
Cutler. O
cas
co
muito
enterrado
na
areia
mostrava
es
tar
ali
encalhado
ha
muito
tempo.
O
sitio
do
naufragio
é
inteiramente
ermo.
Não
ha
noticia
deem
tempo
algum
terem
sido
vistos
os tripulantes.
Arrecadaram-se
vários
objectos
que
ain
da
existiam
a
bordo
todos
avariados.
Não
se
encontrou
indicio
algum,
ou
documen
to,
de
quem
haviam
sido os
tripulantes
d
’
esla
embarcação
abandonada
em
tão
lon
gínquas
paragens,
nem
de qual
fosse
a
sua
nacionalidade.
Entre
os
salvados encontram-se
os
se
guintes
artigos
:
12
barris
com
vinho
marca
S.
N.
1
dilo
com
marca
S.
Sen.
1
Caixa
de
azeite
engarrafado
marca
L Lu.
G
L
D.
105
garrafas
de
cerveja,
chapéus
de
sol,
sapatos,
retalhos
de
fazendas
de
al
godão,
etc.
Pereíjs-innçSo
ao
Sameiro.—
Ten
do
saido
com algumas
inexactidões
a
des
cripção
que publicamos
no
nosso
jornal,
transcrevemos
da
«Semana
Religiosa
Bra-
carense»
o
seguinte:
A
festa
em
honra
da
Immaculada
Con
ceição
de
Maria e
peregrinação
ao
mon
te
Sameiro,
foi
na
realidade
imponente
e
magestosa
este
anno.
Foi uma
festa
ver
dadeiramente
calholica
e
religiosa.
Alli
não
houve
o
arraial
nem
a
illuminação visto
sa, nem
tão
pouco
se
ouvia
o
estourar
dos
morteiros,
e
o
tanger
das
violas e
dos
tambores,
que
costumam
annunciar
as
festas
do
nosso
Minho,
porém
que
tudo
islo
ordinariamente
nada tem
de
religioso;
mas
em
troco,
viam-se
centos
de pessoas
acercando-se
dos
confessionários,
e
depois
chegarem
á
meza
santa
da
Communhão
cheias
de
fervor
e
respeito.
Alli
não
se
viram
as dansas,
nem
se
ouviram
as
can
tigas
ás
vezes
pouco
edificantes
dos
ro
meiros,
mas
viase
uma devota
peregrina
ção,
e ouviam-se
os
cânticos fervorosos
dos
piedosos
peregrinos.
Na
egreja
não
se
ouviu
lambem
a
or-
chestra
mais
theatral
do
que
sagrada,
que
desgraçadamente
tem
logar
era
quasi to
das
as
nossas
primeiras
solemnidades,
mas
ouviu-se
o
magesloso
canto-chão,
figurado
e
acompanhado
ao
som
mavioso
do
orgão,
e
magislralmenle
executado
por
um
gran
de
numero
de
ecclesiasticos,
o
que
deu
incontestavelmente
aquella
solemnidade
um
caracter
particular
tão
magesloso
e
subli
me,
que
a
muitos
que
não
eram
padres,
mas
homens
sérios e
entendidos,
lhes ou
vimos
dizer,
que
isto
era
mil
vezes
prefe
rível
a
toda
e
qualquer
musica, por
mais
escolhida
que
fosse.
Executou-se o programma annunciado.
Logo
pela
manhã,
depois
da communhão,
que
fui
numerosíssima,
formou-se a
de
vota
procissão,
saindo
do
templo
do
Bom
Jesus
do
Monte,
e
dirigindo-se
ao
monte
Sameiro,
e
ahi,
lodos
ajoelhados,
cantaram
a
ladainha,
no fim
da
qual
leve
logar
o
sermão
pregado
pelo
revd.
0
padre João
Rebelio,
o
qual
fez
vêr
quanto
estas
pe
regrinações,
sendo
feitas
com
o
verdadeiro
espirito
como
esta,
deviam
ser
agradaveis
a
Deus,
e quanto
nos
devíamos
consolar
em
vêr
n
’
este
século
d’
indifl'erença
tanta
gente
vindo
de
longes
terras,
passando
incommodidades,
expondo-se
ás
vaias
dos
Ímpios,
só
para
darem
ao
mundo
inteiro
uma
prova
de
que
no
meio
da
geral
in-
differença,
ainda
fia
alguém
que
tem
fé
viva,
sincera
e
eíiieaz.
As
lagrimas
borbulharam
dos
olhos
de
iodos,
e
ajoelhados
no
fim
aos
pés
da
Estatua
da
Virgem,
supplicavam
as
bên
çãos
de
Maria
para
todos
elles,
para
suas
famílias,
para
Portugal,
para
a
Egreja
e
para
o
Papa.
Depois
das
10
horas,
exposto
na
egreja
do Bom
Jesus o
Sanctissimo
Sacramento,
cantou-se
Tercia solemne
por
um
grande
numero
de
ecclesiasticos
da
irmandade
de
S.
Pedro,
presididos
pelo
seu
muito
digno
presidente
o
exc.m“
snr. conego Coutinho,
e
lambem
digno
membro
da
commissão
do
Sameiro.
Logo
em
seguida,
celebrou missa
o
muito
revd.
0
padre
José
Luciano
Gomes
da
Costa,
digníssimo
secretario
da
Camara
Ecclesiastica,
a
qual,
como
dissemos,
foi
cantada a
canto-chão,
figurado
e
acompa
nhado
a
orgão.
Era
uma
musica
própria
da casa de
Deus,
pois tinha a mageslade
conjunctamente
com a
simplicidade
que
caracterisam
o
proprio
Deus.
Aqui
lodo
o
que
assistisse,
julgar-se-hia
na
casa
de
Deus, ao
passo
que quando outras
musi
cas
se
ouvem,
mais
parece
estar-se
n
’um
theatro
do
que
no
templo.
A
’
tarde, depois
de
cantadas
vesperas,
subiu
ao
púlpito
o
revd.0
padre
João
Re-
bello Cardoso
de
Menezes,
e
tomando pa
ra
lliema
—
Levavi oculos
meos
in
montes
unde
veniel
auxiliam
mihi=,
mostrou
que
a
erecção
d’
este
monumento
em
honra
da
Immaculada
Conceição
de
Maria, era
um
acto
de
fé
e
de
crenças
religiosas,
neces
sário
n
’
este
século
d
’
indiflerença
e des
crença,
para
atlestar
aos
vindouros
que
ainda
n
’
este século
havia
catholicos
since
ros,
e
que como
os
dos primeiros,
esta
vam promptos
a
derramar
seu
sangue
pela
religião
santa
que
temos
a honra
de
pro
fessar,
e
que
elle deve
vir
attrahir
sobre
estes
povos
as
bênçãos
de
Deus
e de
Maria
Sandíssima.
Terminado
o
sermão,
cantou-se
o so
lemne Te-Deum
diante
do
SS.
que
ainda
eslava
exposto
no throno,
e
com
a
bênção
do
Sacramento,
terminou
esta
funeção
ma
gestosa e
toda
repassada
d
’
uncção
e
pieda
de, e
com
ella
este
dia
que
ficará
para
sempre
gravado
na
memória
dos
que
tive
rem
a
dita
de
o gosar.
Todas
as
esmolas
que
se
recebem, quer
sejam
entregues
ao
thesoureiro,
ou
lança
das
nas
caixas, são applicadas para
a
con
tinuação
das obras
do
Monumento.
As
despezas
da
funeção
e
extraordiná
rias
teem
sido
e
conlinúam
a
ser
feitas
pelos
membros da
commissão
respecliva.
Prognostico.—
A
’
cerca da
saude
e
probabilidade
da
duração
de
S.
S.
Pio
IX
diz
um
jornal o
seguinte:
«Parece-nos curioso
o
seguinte
prognos
tico,
que
publica
um
medico
n
’
um
folha
de
Roma,
ácerca
da
compleição
pbysica
de
Pio IX.
O
papa,
diz
o
doutor, gosa
de
saude
excellente
e
nada
ameaça a
sua
vida.
No
Sacro
Collegio
ha
príncipes,
por
exemplo o
cardeal
secretario
do
estado,
que
teern
uma doença
caracleristica,
orgâ
nica,
cujas
consequências
são
inevitáveis
mais
cedo
ou
mais
tarde.
O
pontífice,
porém,
não
lern
doença
alguma.
Todos
os
orgàos
estão
sãos
e
vigorosos.
Tão
forte
é
o
seu
temperamento,
que
póde
afiirmar-
se
que
o
venerando sacerdote
póde viver
ainda
10
ou
15
annos
mais. Deve
pre-
sencear
ainda
uma
longa
serie
de acon
tecimentos
e
sobreviver
a
todos
os
cardeaes
que
o
rodeiam
Todos
os
soberanos
rei
nantes
e
os
vinte
cardeaes
mais
proximos
do
papa
pela
sua
edade,
morrerão
talvez
primeiro
do
que
esto.
A
sciencia
nào
pô
de
provar
nem
eliminar
certos
accidentes
que
accomnietteu)
a
velhice
e
cortam
até
de
repente
o
tio
da
mocidade,
póde
só-
meute
determinar
com
certeza a»
condi
ções
vitaes
do
homem,
e
era
Pio
IX
es
sas
condições
asseguram
10
ou
15
annos
de existência.»
CardeaE AntoneSíi.—
Uma
corres
pondência
de
Paris
para
um jornal
do
Porto,
fallando
ácerca
da saude
do
cardeal
Antonelii
diz
o
seguinte:
«O
mau estado
du
saude
do
Cardeal
Antonelii
dá senos
cuidados
aos
seus
ami-
E
’
infeiizooente
certo
que
o
illustre
se
cretario
de
estado
que,
durante
um
quar
to
de
século,
dirigiu a
diplomacia
apos
tólica
está
nas
peiores
condições physicâs.
Elle
supportou
por muito
tempo
a
gotta
que
o fazia
soílrer
cruelmente
e
que
to
davia
não
tinha
caracter ameaçador;
mas
ha
alguns
tuezes
atacou-o
uma nova
doen
ça que,
eai Roma,
por
causa
da
humi
dade
da
temperatura
produz
soffrimentos
terríveis
e
raras
vezes
perdoa
quando
se
apodera
de
pessoas
muito
idosas
e
cança-
das
peio
trabalho
iíitellectual.
Antonelii
tem
uma
doença
nervosa
que lhe
causa
cri
ses
muito
dolorosas,
principalmeme
quando,
contra as rccommendações afiecluosas
dos
seus
médicos,
do
papa
e
dos
seus fami
liares,
quer
entregar-se
ao
trabalho.
Ulti-
maraente
porfiando
em
ir ao
gabinete
do
papa
para
fallar-lhe
de
um
negocio
im
portante, caiu
n’
um
delíquio
em
presença
de
Sua Santidade. Depois d
’
esla
crise
es
tá
consideravelmente
abattido
e
cae
por
vezes
em
defino.
Pio IX
fui
visitar
o
illustre
doente
que
mal
o
reconheceu.»
Vatuos
arehivando. —
O «Paiz»,
orgão
dos hisloricos,
papel,
e ficção
que
conta
um
bora
numero
de
leitores
e
cor
religionários
tonsurados
(!),
noticiando um
incêndio
que
houve
no
dia
23 na
egreja
de
Sauite
Margarite,
em
Paris,
começa
assim:
«.Incêndio
d
’
uma
egreja.
—
E’
raro,
mas
«ainda
apparece
de
longé
em
longe,
FE-
«LIZMENTE »
!!!
Isto
dispensa commentarios.
Por
varias
vezes
lemos
alludido,
e
ain
da
ha dias
alludimos
em artigo
direclivo,
ao
que os
catholicos
teem
a
esperar
do
partido
histórica,
se
um
dia
empolgar
o
poder,—quod
Deus
avertat.
O
que
oos
espanta,
o
que
nós
lamen
tamos,
é
que
ainda
haja
catholicos,—e
até
parochos
!
—
que
militem
nas
falanges
de
tal corrilho.
Mais
«í3ii 5»»catliío.=:0
«Diário
da
Manhã», lambem historico,
escreve
o se
guinte:
«Aviso
aos
paes
de
familia.
«Estão
em Braga
sete irmãos
da
cari-
«dade
portuguezas do
hospício
do
snr.
«padre
Beirão, que
vão alli
organisar um
«outro ninho
como o que
existe
em
8.
«
Patrício.
«Cautela.»
Esia
nova,
é,
como
se vê, escripta
ao
som
dos
eslallinhos,
e
chancellada
cotn
o
carimbo triangular.
Que
ratões que
são
os taes
hisloricos
!
Aova
claHsiílcafã» dau
eaniar-
e«s.—
O
«Diário»,
publica o
decreto
da
no
va
classificação
das
comarcas.
Eis
o mappa
respectivo.
l.
a
CLASSE
—Abrantes, Agueda,
Alem-
quer,
Amarante,
Anadia,
Angra
do
He-
i
u,
-zi
«ngogcsB» •-7J-' 'anar .ZB».-.rtr.
nas
roistno,
Arcos
de
Valle
de
Vez,
Aveiro,
Barcellos,
Beja,
Braga,
Bragança,
Castel-
lo
Branco,
Certã,
Chaves,
Coimbra.
Co
vilhã,
Eivas,
Estarreja,
Extremoz,
Évora,
Fafe,
Faro,
Feira,
Figueira
da
Foz,
Fun
chal.
Fundão,
Guarda,
Guimarães
Horta,
Lamego,
Leiria,
Lisboa,
Loulé,
OlDeira
de
Azemeis,
Penafiel,
Peso
da
Regua,
Pom
bal,
Ponta
Delgada,
Ponte de
Lima,
Por
talegre,
Porto,
Santarém,
Santo
Thyrso,
Setúbal,
Silves,
Tavira,
Thomar,
Torres
Novas,
Torres
Vedras,
Vale
Passos,
Vianna
do
Gastello,
Villa
Nova
de Fatnalicão,
Villa
Real,
Villa
Verde,
Vizeu,
Vouzella.
2,
a CLASSE
—
Alcobaça,
Alijó,
Almada,
Argaoil,
Armainar,
Caídas
do
Rainha,
Canlanhede,
Ca>taxo,
Ceia,
Celorico
de
Basto,
Cintra,
Felgueiras,
Gouveia, Ida-
nha a
Nova,
Lagos,
Louzada,
Mafra,
Man-
gualde,
Marco
de
Canavezes,
Mirandelia,
Moticorvo,
Monção,
Monlalegre,
Monte-
tnór-o
Velho,
Moura,
Odemira,
Ovar,
Pa-
jedes,
Piiihel,
Ribeira
Grande,
Santa Com-
badão,
Sinfães.
Sourã,
Tondela,
Trancoso,
Volença, Vdla
de
Conde,
Villa
Franca
de
Xira.
3.
a
CLASSE
—
Alcácer
do
Sal,
Aldeia
Gallega
do
Ribatejo,
Almeida,
Amares,
Ancião,
Arouca,
Baião,
Benavente,
Cabe
ceiras
de
Basto, Caminha,
Castro
Daire,
Celorico
da
Beira,
Cuba,
Figueira
de
Cas-
teilo
Rodrigo,
Fornos
de
Algodres,
Fron
teira,
Gollegã,
Ilha
do
Pico,
Ilha
de
San
ta
Alaria,
Ilha
de
S.
Jorge,
Louzã,
Mação,
Macedo
de
Cavalheiros,
Mêda, Melgaço,
Mertaça, Miranda
do
Douro,
Mogadouro,
Moimenta
da
Beira,
Nua,
Oihão,
Oliveira
do
Hospital,
Ounque,
Paredes
de
Couta,
Pedregáo
Grande,
Penacova,
Penella,
Pon
ta
Sei, Ponte
da
Barca,
Porto
de
Moz,
Povoa
de
Lanhoso, Povoa
de
Varzim,
Povoação,
Redondo,
Reguengos
de
Mon-
sarás,
Rezende,
Sabugal,
Santa
Cruz.
S.
João
da
Pesqueira,
S.
Thiago
do
Cacem,
S.
Vicente,
Satam,
Serpa,
Tábua,
Vieira,
Villa
Franca
do
Campo,
Villa
Nova
de
Foscôa,
Villa
Nova
de
Ourem,
Villa
No
va
de
Portimão,
Villa
Pouca
de
Aguiar,
Villa
da
Praia
da
Vicloria,
Vinbaes.
Teleyi-animim
<le
laisbtm.—LIS
BOA
4.--0
«Diário»
publica
o
seguinte:
Decreto
mandando
que o
snr. João
de
Andrade
Corvo
reassuma
as
fuocções
de
ministro
dos negocios
estrangeiros
e
in
terino
dos da
marinha.
Na
bolsa íizeram-se
hoje
as
seguintes
traosaeções: Obrigações
dos
caminhos
de
ferro
do
Minho
e
Douro,
4.a
serie,
90000;
ioscripções
de
assentamento 48,89;
obri
gações
prediaes 910400.
—
Foram
approvadós
os
orçamentos
das
camaras
raunicipaes
de
Villa
Nova
de
Fa
malicão
e
Sabroza.
Foi
nomeado
administrador
do
conce
lho
de
Peniche o
sor.
Bento
Joaquim
Pi-
mentel
de
Canalho.
A
junta
geral
do
districto
de
Vianna
do
Castello
foi
auctorisada
a
reunir
hoje
extraordinariamente,
a
fim
de
discutir
o
regulamento
do
corpo
de
policia
civil.
A
direcção
do
Banco
Luzitauo
annun-
cia
a
reunião
ila
assembleia
geral
para
o
dia
12
do
corrente;
diz
mais
ter
o
seu
balanço
rigorosamente elaborado até
31
de
agosto,
o
qual
se
acha
patente
aos
accioi.istas.
(,'rime
«niiSitar.
—
Deu-se
ha
dias
no
quartel
de amlheria
de Belem
uma
la
mentável
occorrencia
que
um
jornal
de
L>sboa
relata
do
modo
seguinte;
O
clarim
Francisco,
d
apellido
o
«Bon-
gaa
não
comparecera
duas
noites
segui
das
á chamada
do recolher,
e
o
cabo
n.°
15
deu parte
do succedido
ao
commandan-
te
respectivo.
Não
sabemos
se
o
clarim
foi
ou não
castigado,
o
que
sabemos porem
é
que
no
dia do
enterro
do
snr.
Sá
Vargas,
ao
re
colher
do
funeral,
dissera
ironicamente
ao
ao
cabo
que
o
denuncíára:
Fomos
hoje
a
um
funeral,
e
não
tardará que
no
regi
mento
haja
outro.
Com
eíieito,
o
clarim
tratou
de faser
o
dito
verdadeiro,
e
puuco
antes do
toque
de
alvorada
de
sabbado
correu
sobre
o
cabo
com
um
rewolver que
comprara
na
'espera,
disparando-lhe
á
queima
roupa
dois
tiros
que
felizmenle não
lhe
acerta
ram.
O
cabo escondeu-se
e o
clarim
com
a
cabeça
perdida
por
não ter
conseguido
rea-
iisac
a sua
vingança,
voltou
o
rewolver
con
tra
si
e
disparou
um tiro
por
debaixo
do
queixo.
A
morte
recusava-se porem
obstinada
mente
a servir
os
projectos
do
clarim;
e
a
bala furando-lhe
o
queixo
apenas
o
dei
xou
ferido,
mas
não
rnortalmeote.
Um
soldado
impedido
do
regimento,
<}ue
correu
ao estampido
dos
tiros, en
controu
o
rewolver
por
terra
e
querendo
levantal-o
fel-o
com
tanta
infelicidade,
que
o
rewolver
disparou-se
ferindo-o
no
peito.
Questão
de
sorte.
Este
apanhou-o
que
es
lava
destinado
para
outro.
Os
dois feridos
foram condusidos
para
o
hospital
militar
onde
ficaram em
trata
mento.
A
VIB&FJI NKAHIA
I SIM ACIJI, A-
Í>A JK
MOSSA MÃE.
Ao
meu
Ex.
mo
Amigo
Padre
Manoel
Joa
quim
Martins.
(Á BEIRA-JIAR)
Era
nós
a
Virgem
Mãe
de
Deus
e
nossa
cuidado
tem:
a
nossas
dores
tolas
alivio
dá,
inspira-nos
amor,
o
santo
amor de Deus
sublime
e
puro,
que
a
Deus
nos
liga
vivo,
e
ao
céo
conduz,
livrando-nos
do sempiterno
honor.
Virgem
Puríssima
nas
faz humildes
castos
e
santos
com
seu santo
amor,
graças
nos dá,
lambem
nos
dá
a
vida,
tudo
nos
dá,
o
bem
a
paz,
a
luz.
O
mar,
o
céo,
a
terra,
o ar
e
tudo
bemdizem
sempre
a
Saneia
Mãe
de
Deus,
hymnos
lhe
fazem
e
lhe
dão
louvores
humildes
sempre,
como
lhe
dão
os
céos.
A
onda,
mansa
ou
brava,
que
Qa
praia,
se estende
em
flocos
d
’alva,
fria
espuma,
bemdiz
a
Virgem
Sancta
Immaculada
a
Mãe
de
Deus
e
nossa
Mãe,
Senhora,
Rainha
do
mondo,
nossa
salvadora,
auxilio
nosso
e
nossa
advogada.
Povoa
do
Varzim
—
Agosto—1876.
Manoel
Augusto
de
Mendonça.
SECÇÃO DE COMMMICÃDÕr
Banco
Mercantil de
Braga.
Soeietla.Ie
anonymn
«Sn
n-espaatsabi-
lidade
limitada
ES.
A.
O
Tendo
nós
visto
publicado
em
uma
fo
lha
de
Guimarães
O
Imparcial
n.° 369,
de
5
do
corrente,
um
telegramma
do
corres
pondente
d
’
aqtielle
periodico
n’
esta
cidade,
no qual
se
titubèa
que
o
banco
de
que so
mos
directores
está
em
riscos
de
soffrer
um
desaire,
depois da moratoria,
e
sendo
absolutamente
falsas
todas
aquellas
insi
nuações,
aqui
protestamos
contra
ellas,
como
sendo
sem
fundamento,
aleivosas
e
arbitrarias.
Afíirmamos
além d
’
isso
que
o
mesmo
banco
não
se
tem
aproveitado
da morato
ria,
concedida
pelo
governo
e
que
conti-
núa
com
as
suas
operações, regulares
como
até
aqui.
Braga
e
Banco
Mercantil
6
d
’
agoslo
de
1876.
Pelo
Banco
Mercantil
de
Braga,
Os
Directores
José
Antonio
Rebello
da
Silva.
João
da
Casta
Palmeira.
UliTIMOS
TEI
j
EGKAMMAS
»
a
AfiEVtl
A
M iVAS
MADRID
3.
—
Nenhuma
familia
hespa-
nhola
emigrou
de
Mahon
nas
Bileares
pa
ra
Alger
por
causa
da
intolerância
religio
sa;
o
governo
respeita
a
liberdade
das cren
ças.
Se
as
companhias
dos
cominhos
de
ferro
o
solicitarem,
a guarda
civil
hespa-
nhola
acompanhará
os
viajantes.
MADRID
4.—
BoLa
da
Tarde
—
Cota
ções
officiaes—
Interior
12,12;
exterior
13,15.
Bolsitn
da
manhã-
—
Sem
operações
—
Pri
meira
operação
na
bolsa
13.00.
PARIZ 2
—
A Servia
repelle
as
exigên
cias
rigorosas
da
Turquia
relativas
á
paz,
e
prepara-se
para pioseguir
a
campanha
de
inverno. Os
turcos
operaram
a
sua
juneção
e
renovam o
ataque
contra
Ale-
xinatz.
MADRID
2.
—
Foi
fixada
para
o
dia
11
de
novembro
a
abertura
de
uma exposição
de
vinho»
era
Madrid.
O
jury
será
composto
de
hespanhoes
e
vários
estrangeiros.
Resumo
do
activo
e passivo
do
Banco
do
Minho
em 31 de Agosto
de
1876.
Activo
Caixa
:
existência
em metal. 65:0730236
»
»
em
notas.
76:8270500
Papeis
de
credito.
.
.
.
111:3290138
Acções de
c.
própria
.
.
64:8000000
Hypothecas
de
raiz
.
. .
64:0240836
Letras
em
liquidação
.
.
.
9:6670728
Remessas
em
»
...
17:0120127
Empréstimo
sobre
penhores
. 15784:0130
Letras
descontadas
.
.
.
818:3370502
Letras
a
receber
.... 32:1590216
Leiras
vencidas
a
receber.
33:1660154
Saques
e remessas
de
n.
c. 55:8230790
Agencias
no
paiz
....
118:4530300
Agencias
no
estrangeiro.
.
197:9790884
Coutas
correntes
garantidas
1.065:9130462
Edilicio
do
Banco..
.
.
24:5980432
Passivo
2.770:9500435
Capital.............................
Fundo
de
reserva.
Reserva
para
prejuízos
even-
tuaes
.........................
Dita para
garantia
de
divi
dendos
.........................
Dita
para
decima
.
.
.
Notas
em
circulação
. .
Depositantes
á
ordem.
Ditos
em
couta
corrente.
Deposilos
a
praso.
.
Dividendos
a
pagar
.
.
Credores'
no
paiz
.
.
.
Agencias
no
estrangeiro
.
^etras
a
pagar
.
Saques
e remessas
das
agencias
:
....
Ganhos
e
perdas
.
.
.
600:0000000
30
0000000
50:0000000
40:0000000
7
«8000000
93:0450000
45
8440225
97:8680638
1408:3084478
1:2870160
271.0820969
12:9230600
4:4330425
78:3990716
29:9570224
Banco
do
Minho
em
Braga,
31
d’
Agos-
to
de
1876.
OS
GERENTES.
Francisco
Casimira
da Cruz
Teixeira.
Manoel
Luiz
Ferreira
Braga.
SAIVCO
JIEfeCANíTBKj »E
BHAGA
SOCIEDADE
ANONYMA DE RESPONSABILIDA
DE LIMITADA
Resumo
do
activo e passivo
d
’este
Banco
em
31
de
agosto
de
1876.
Activo
Accionistas
........................
Caixa
...................................
uetras
descontadas,
toma
das e a
receber .
.
.
imprestimos
sob
penhores
Créditos
com
caução
.
.
Operações
a longo
prazo
.
Caixa Filial
.......................
Agencias
no
Reino
e
Ilhas
» »
Estrangeiro.
.
Acções
de
couta
própria
•
Valores
fluctuantes.
•
.
Lffeitos
depositados
. .
lespezas d
’
installação
.
.
Moveis
e
utensílios.
.
.
Gastos
geraes
e
commissões
8:4000000
38:9230015
238:5240112
253:1830685
120:4900189
Í2:1820H6
114:6460204
24:9020810
10:0570090
26:2500000
51:3150590
41:1500000
4:7490064
8910380
1:7130103
947:3820158
Passivo
Capital................................... 600:0000000
?
undo
de
reserva
....
9190127
leserva
para
a
decima .
.
1:4500360
Deposilos
a
praso
fixo.
.
155:3370981
»
á
ordem.
.
.
23:3210092
Dividendos
a
pagar
.
.
.
3:8450000
Credores
no
paiz
.
.
.
3
2550479
Credores
d
’
elfeitos
deposita
dos
..................................
41:1500000
Diversas
contas
credoras
.
109:9620712
Letras
por
pagar.
.
.
.
6150394
Lucros
e
perdas.
.
•
.
7:5250013
947:3820158
Braga
5
de Setembro de
1876.
Os
Directores,
José
Antonio
Rebello
da
Silva.
João
da
Costa
Palmeira.
BANCO
DA
COVILHÃ.
Balanço
em
31
de
Agosto
de
1876.
Activo
Accionistas
...
5:4000000
Lettras
descontadas
e a
receber...
412:6040939
Efleilos
depositados
.
.
.
12:0000000
Caixa.
.......
29.5510996
Agencias no
paiz.
.
. .
28:2490680
Ditas
no
estrangeiro.
.
.
9:3200480
Empréstimos
s.
penhores.
155:2210325
Contas
correntes
c.
caução.
216:2690615
Moveis
e
utensílios
.
.
.
2:0390114
Despezas
d’
mslalação.
.,
.
2:77
40032
Contas
interinas.
. .
.
2240985
Papeis
de
credito.
. .
.
7:6000310
Devedores
geraes.
.
.
.
15:8790366
897:1350842
Passivo
Capital
...................................
750:0000000
Fundo de
reserva.
.
.
.
2:3700601
Dividendos
a
pagar
.
.
.
12:6620600
Depositantes
á ordem.
.
.
11:8100727
Ditos
a
praso.......................
98:2190965
Credores
de
effeitos
deposi
tados
.........................................
12:0000000
Devedores
e
credores.
.
.
1:2900203
Lettras
a
pagar ....
3700180
Ganhos
e perdas
....
8:4110566
897:1350842
Covilhã 1 de
setembro
de
1876.
Os
Directores
A.
Baptista
A.
Leilão.
J.
d
’A.
Vaz
de
Carvalho.
S
á
SDE
ã
todos
sem
medicina,
pur
gantes
nem
despezas
cora
o
uso
da delicio
sa
farinha
de
saúde,
2.770:9500435
DU
BARRY
de
Londres.
39
«Basiws *
I ’
inva>ríaveI nm«se»»s»
3
Depois
das
adessiões
de
muitos
mé
dicos
e
de
vários
hospilaes,
ninguém
po
derá
duvidar
da
ellicacia d
’
esla
deliciosa
farinha
de
saude
que cura
as
indigestões
(despepzias)
gastrica,
gastralgia
,
flegma,
arrotos,
ventos,
flatos,
amargôr
na bocca,
piluitas, nauseas,
vomitos,
irritação
intes
tinal,
diarrea,
dizenteria,
cólicas,
tosse,
athsma,
falta
de respiração,
oppressão.
con
gestões,
mal
aos
nervos,
diabethe,
debili
dade,
todas
as
desordens
no
peito, na
gar
ganta,
do
alito,
das
bronchites,
da
bexi
ga,
do íigado,
dos
rins,
dos
intestinos,
da
mucosa,
do
cerebro
e
do
sangue.
75.000
curas
entre
as
quaes
contam-se
a
de S.
S.
o
Papa,
do
duque
de
Pluskow,
da ex.ma
snr.
a
marqueza
de
tírehan,
do
doutor
Manoel
Saenz
de
Tejada,
da
Universidade
de Cordova,
etc.
etc.
Cura
72.448.
Cadiz 3
de
junho
de
1868
Não
posso
fazer
menos de
manifestar
a
vv.
s.
as
os belios resultados
que
obtive,
administrando
o
seu
chocolate
de
Revales
ciére á
minha
senhora.
Havia
muitos
an
nos
que
padecia
iutensissimas
dores
in
testinas,
e insoiuiiias
pertinazes
; graças
a
esie
surprehendeute
especiíico
íicou
com-
pletamente
restabelecida.
Ficando
reconhe
cidos, aproveito esta
occasião
para
demon
strar
a consideração
com
a
qual
o
distin
gue
o
seu attento
venerado:
—
V
icente
M
oyano
.
Cura 69.718.
Ticheville
(Orne)
20
de
março
de
1867.
Achando-me
perfeitamente
com
o
uso
que fiz
durante
certo
lapso
de
tempo
da
Revalesciére,
tenho-a
administrado a
varias
pessoas,
ás quaes
produziu
inestimáveis
effeitos,
em particular
modo
n
’
aqueiles
que
padeciam
de
hydropesia. Tres
d
’esles
cu
raram
coriipleiamenie.
—
A
tosse
produzida
por
uma
constipação
desappareceti
instan
taneamente
e
lambem produziu
os
mesmos
resultados
nas
moléstias
da
retenção
de
orina
e das moléstias
de
eslomago,
afas
tando de
qualquer
indivíduo
a
bypocon-
dria.
P
adre
L
angevin
.
Seis
vezes
mais
nutritiva
do
que a
car
ne
sem
esquentar,
economisa cincoenla
vezes
o
seu
preço
e:n
remedios.
—
Preços
lixos
da
venda
por
miúdo
em
toda
a
pe
nínsula
:
Em
caixas
de
folha
de
lata,
de
l
/
i
kilo,
500
;
de
i/i
kilo
800
rs
;
de
urn
kilo,
10400
reis;
de
2
kilos, 30200
reis;
de
6
ki
los,
60400
reis,
e
de
12
kilos,
120000
reis.
Os
biscoitos
da Revalesciére
que
se
po
dem
cotner
a
qualquer
hora,
vendeni-se
em
caixas
a
800
e
10400
reis-.
O
melhor
chocolate
para a
saúde
é
a
t&evaleaeièrc
els®colata«!l»
$
ella
res-
titue
o
appettite,
digestão,
sotntm,
energia
as
carnes
duras
ás
pessoas,
e
ás
creanças
e
mais
fracas,
e
sustenta dez
vezes
mais
que
a
carne,
e
que
o
chocolate
ordinário,,
sem
esquentar.
Em
paus,
ou
em
pó
em
caixas
de
folha
de
latadelO
chavenas,
500
reis;
de
24
chave
nas,
820
reis;
de
48
chavenas,
l$400; de
420
chavenas,
3$200
reis,
ou
25
reis
cada
chavena.
B1BR1
»U
IUHIU
C.
a
—
Pía-
ce
Vendòme,
26;
Pariz;
77 Regent
Street
Londres;
Valverde,
1, Madrid.
Os pharmaceulicos, droguistas, mer-
cieiros,
etc., das
províncias
devem diri
gir
os
seus
pedidos
ao
deposito
Central
;
snr.
Serzedello
&
C.a
Largo
do
Corpo
Santo
16,
ILisboa,
(por
grosso
e miudo)
;
Carlos
Barreto,
rua
do
Loreto,
28;
Bar
rai
&
Irmãos,
rua
Aurea,
12.
Doríe,
J.
de
Sousa
Ferreira &
Irmão,
rua
da
Ba
nharia
77
;
de
Sequeira
; J.
Pinto
;
Desí-
ré
Rahir
;
Coimbra,
V.
Botelho
de
Vas-
concellos
;
Aveiro,
F.
E.
da
Luz
e Costa,
pharm.;
Stareellos,
Ramos,
pharm.;
Braga,
Pharmacia
Maia, rua
dos
Chãos,
Pipa
& Irmão,
rua
do
Souto,
Domingos
J.
V.
Machado, praça
Municipal.
Figueira»,
Antonio Vieira,
pharm.
;
Cuimaráes,
A.
J.
Pereira
Martins,
pharm.
;
Peno-
fflel,
Miranda, pharm.
;
Pontíi
do
Lim»,
A.
J.
Rodrigues
Barbosa,
pharm.
;
Fo-
vou
do Varzim,
P.
Machado
de
Oli
veira,
pharma. ;
Viazana
do
Castello,
Afionso
e
Barros, droguistas;
Villa de
Co»de,
A.
L.
Maia
Torres,
pharm.
LINHA
QUINZENAL
DE
PAQUETES
A
VAPOR
Para
S. Vicente, Pernambuco, Eahia, Rio de Janeiro,
Montevideo
e
Buenos-Ayers
Acceitando
também
passageiros
de
3.
a
classe
para
SANTOS
e
RIO
GRANDE
DO
SUL
com
trasbordo
no
Rio
de
Janeiro
PAQUETES A SAIR
DE
LISBOA
No
dia
12
do
corrente
mez
de
Setem
bro,
pelas
11
horas
da
manhã,
na
rua
de
Santa
Catharina. n.
cs
126
e
128,
da
cidade
do
Porto,
ha
de
arrematar-se
uma
grande
porção
de
guarda-soes
de
seda,
lã
e
paninho,
em
diíferentes
lotes; varas d’a-
ço
e
junco,
bengalas,
peças de
fazenda
e
mais
objectos
proprios para o
fabrico de
guarda-soes,
castiçaes, torneiras
e
outros
objectos
de
latão;
diflerentes
tornos
e fer
ramentas
de latoeiro, e
finalmente
trinta
acções
da
Companhia
União Popular
Pe
nhorista:
isto
pelo
processo
de
fallencia
de João Vieira de
Mello
(hoje
fallecido),
de que
é
escrivão
Ferreira
Pinto. (4270)
Sobaluga-se
uma
casa
de
dous
andares
construída
de novo com
bellas
vistas,
si
ta
á entrada
da
rua
de
S.
Domingos
da
Tamanca.
Trata-se
do
ajuste
com
João
Augusto
da
Cunha,
em Braga.
(4274)
Na
rua
do
Becco, n
0
8,
troca-se
a
di
nheiro
um
rico
santuario.
A
cruz
é
de
pau
preto,
e
a
imagem
de
marfim
com
accessorios
de
prata.
(4268)
BOM
VINHO
AGRADECIMENTOS
TAGUS.
.
.
GUADIANA
.
DOURO.
.
•
Antonio
José
Gonçalves
e
sua
mulher
Maria
Magdalena
da
Silva,
summamente
penhorados
para
com todas
as
ex.
mas
snr.
as
e
snrs
que
os
visitaram
no
lãllecimento
de
sua
sogra
e
mãe,
testimunhando
sua
amisade,
vão
por
este
meio
protestar
a
todos
seu
eterno
reconhecimento
e
pro
funda
gratidão.
ANNUNCIOS
EBITAI
í
Antonio
Vieira
d'Araújo,
recebedor
da
co
marca de
Braga,
por
S.
M.
El-Rei,
que
Bues
Guarde.
Faço
saber,
que
o cofre
da
recebedo
ria
d esta
comarca
se
achará
aberto
para
a
cobrança
das
contribuições
Industrial
Pessoal
Sumptuaria
do
anno
de
1875
por
espaço
de
30
dias
a
principiar
no
dia
15
do
corrente
mez
de
setemhro,
e
findar
em
15
d
’
outubro
proximo
futuro.
Passado
este
prazo
pagarão
os
remis
sos
mais
3
p.
c.,
ou
a
quota
fixa
de
40
réis
para
a
Fazenda
Publica.
Outro
sim
faço
saber,que
para
maior
com
modidade dos
contribuintes
estará
aberta
a
recebedoria
todos os
dias,
ainda
mesmo
os
santificados,
desde
as
9
horas
da ma
nhã
até
á
noite.
Braga
6
de
Setembro
de
1876.
O
recebedor,
(4275)
(263)
Antonio
Vieira
de Araújo.
ARMAZÉM
Na
rua
da
Cruz
de
Pedra
n.°
Gl,
ha
para
alugar
uma
boa
loja,
que
será
prefe
rida
para
servir
d
’
armazem.
E
’
muito
pró
xima
á
nova
rua
—
Avelino
—
que
vae
para
a
Estação
do
Caminho
de
Ferro.
Trata-se
no
escriptorio
d
’esta
redacção.
NOVO
HORÁRIO
José
Antonio
Duarte
Pregueiro & Ir
mão,
fazem publico
que
desde
o
dia
10
do
corrente
inclusivè,
mundam
a
sua
car
reira que tem
entre
a
Povoa
do
Varzim ás
4
horas
da
manhã,
para
as
5.
Braga
6
de
setembro
de
1876.
(4279)
BOM
VINHO
Vende-se
as
pipas
na
adega
da
casa
da
Deveza
em
Adaufe.
Quem
perlender
diri
ja-se
á
mesma.
(4250)
.
13
de
Setembro
II
MONDEGO.
.
29
de
Setembro
II
ELBE
.
.
.
13
de
Outubro
||
MINHO.
.
PREÇOS
COMMODOS
28
de Outubro
13 de
Novembro
28
de Novembro
Caita
paquete
companhia
leva
a
bordo
criados e
eosinheiros
portuguezea
para
commodidade
dos passageiros
de
todas as
classes.
Sendo as
passagens pagas
na
Agencia
Central
no Porto
ou em
qualquer
Agencia
proiincial,
a
conducção para
Lisboa
é
por
conta
da Companhia.
A
bordo
os passageiros teem grátis cama, roupa de cama, to-
mida feita
por cosinheiros portuguezes, vinho duas vezes por dia,
assistência
medica, serviço de eriados e outras despezas.
A
EXPER1ENCIA
de
mais
que
um
quarto
de século
tem
feito
com
que
os
pa
quetes
d
’
esta
companhia
(a
mais
antiga
na
carreira
do Brazil)
sejam
conhecidos
pela
regularidade,
velocidade
e
segurança
excepcional
;
além
d
’isso
pela
limpesa,
boa
or
dem,
bom
tratamento
e
accommodações
a
bordo,
e
pelos
melhoramentos mais moder
nos
tanto
para
a hygiene
como
para
a commodidade
dos
passageiros.
ISTO É
COMPROVADO
pela
grande
concorrência
que
teem
de passageiros
e
pelos
agradecimentos
de mais de
mil
e cem
passageiros
d
’
entre
elles
leitos
por
es-
cripta
como
consta
de
documentos
archivados
em
varias
agencias.
SÀO
ESTES
OS
PAQUETES
preferidos pelo
Governo
Inglez
para a
conducção
das
suas
malas do correio,e por
este
serviço
recebe
a
companhia
um importante
subsidio.
TIVERAM
ESTES
PAQUETES
a
honra
de conduzir
Suas Magestades
o
Impera
dor
e
Imperatriz
do Brazil, como
também
S.
A.
o
Infante
D.
Augusto.
TODAS
AS
INFORMAÇÕES
e
bilhetes
de
passagem podem
ser
obtidos
no
POR
TO na
AGENCIA CENTRAL,
rua
dos Inglezes,
23;
o
agente
GUILHERME
C. TA1T;
e
nas
províncias
nas
agencias
e
correspondências
estabelecidas
em
todas
as
princi-
paes
cidades
e
villas.
Agente
em
Braga
o snr.
João
Manoel da
Silva Guimarães, Rua do
Souto.
ESTABELECIMENTO
DE
LOTEBiAS
AFIANÇiDA
NO
GOVEKNO
CIVIL
00 PORTO
DE
imw
mora
m
um
H>25
—
JEBAÍSS
Et
Sí
g
B
PORTO.
N
’
este estabelecimento
satisfaz-se
com
pontualidade todas e
quaesquer
encom-
mendas
que
sejam
feitas, de
bilhetes
ou
fracções
para
quaesquer ioterias,
vindo
acompanhadas
do
respectivo
importe
em
valles
ou
estampilhas
do
correio.
Remette-se
no
fim
das
extracções
as respectivas
listas
dos
prémios;
e
fornece-se
fazenda
para
revender
nas
províncias,
proporcionando-se
vantajosas
commissões.
Além
dos
bilhetes
inteiros,
meios,
quartos,
oitavos
e
decitnos,
ha
um
variadís
simo
sortido
de vigésimos,
quadragésimos,
cautelas
de
l$200,
600.
500,
300,
250,
130,
100
e
40
réis;
e
bem
assim
:
dezenas
de
cautelas
de
400,
1$000,
3$000,
(>$000
e
12$000;
e
collecções
especiaes
de
50
numeros
diíferentes,
de
2$000,
5$000,15$000
e
30$000
rs.
Acceitam-ge
desde já
eneomniendas para a Grande
Iioteria
que
na
forma dos
mais annos deve extrair-se no proximo futuro
mez de
Dezembro e
cujo capital dos prémios que se
distribuem é de dois mil
eento
e dois
contos e quatro centos mil réis
III
(4277)
Mademoiselle
Nathalie, venant
d
’
Anvers
désire
parler
a
Monsieur
Baptista Gonçal
ves
Vieira,
ou
a
Monsieur
José
Thomaz
d
’
Aquino.
Rua
de
Santo
Antonio,
118
—
Porto
(4278)
Alugam-se os
altos
da
casa
n.°
22,
da
rua
do
Campo,
com
excellentes
com
modos
para
uma
numerosa
familia.
Quem
os
pretender
dirija-se á
mesma.
(4261)
Armas
de
caça
e
rewolvers,
á loja do
—
Cachapuz
—
acaba
de
chegar
um
bom
sortimento.
(4247)
Vende-se
ás pipas
na
casa da
Eira
Ve
lha
em
Crespos.
(4271)
Aluga-se
na
rua
da
Ponte
uma
morada
de
cazas
apalaçada,
com
qU
i
n
ta]
e
poço ;
e
bons
commo
dos
para
uma
familia.
Quem
pretender
aluga!-a
queira
dirigir-
se
á
mesma
rua,
caza n.°
58
C.
(262)
—(4269)
Vende-se
a
casa
n.° 1,
na
entra
da da
rua
de
D.
Pedro
V.
Foi
construída,
ha
dois
annos,
tem
quin
tal
e
poço
e
excellentes
commodos.
Tra-
cta-se
do
seu
ajuste
na
rua
de
S.
Victor
n.°
50.
(4218)’
Quem
pertender
um
altar
para
dizer
missa,
falle
na
rua
de
S.
Marcos
n.°
33.
(4259)
Praticante de
pharmacia
Precisa-se
d
’um
para
Guimarães
na
pharmacia—
Martins,
que tenha
pelo
me
nos
dous
annos
de
boa
pratica
pharmaceu-
lica
e
bons costumes.
Quem
estiver
nas
circumstancias
dirija-se
ao
mesmo,
ou
ao
snr.
Alvim, á Porta Nova—
Braga. (4258)
CIHIKGIÃO
DE.VfISTA
APPROVADO
PELA
ESCOLA MEDICO-CIRURGI-
CA
DO PORTO
Largo
do
Barão
de
S.
Martinho
n.°
5
BRAGA.
Faz
tudo
quanto
diz
respeito á
sua
arte
e continua
operando
grátis,
pobres e
soldados.
(22
tt
)
BRAGA
:
TYPOGRAPHIA LUSITANA—
Parte de Comércio do Minho (O)
