comerciominho_06071876_513.xml
- conteúdo
-
Assigna-se
e
vende-se
no
escriptorio
do
editor
e
proprietário
J
oíí
Maria
Dias
da
Costa,
rua Novan.
‘
3E,
para
onde
deve
ter
dirigida toda
a
correspondência
franca
de
porte.
=
As
assi-
gnaturas
são
pagas
adiantadas
;
assim
coroo
as
correspondên
cias
de
Interesse
particular.
Folha
avulso
10
rs.
a
.-
s
is
ÁS
TERÇAS,
QUINTAS
E
SABBADOS.
P
reços
:
Draga,
anno
1^600
rs.-^Semestre
850
rs.=Protun-
cias,
anno
2&Í00
rs
e
sendo
duas
Í&000
rs.-
“
Semestre
1&250
rs.=A‘
razi/,
anno
3&600
rs.=Semestre.
Í&900
rs.
moeda
forte,
ou
8&000
reis
e
4&500
reis
moeda fraca.—Annuncios
por
linha
20
rs.,
repetição 10
rs.
Para
os
assignanles
10
»/0
d
’
abatimento.
iw^ÍH^4^âTMOTÍMnrwiiniwíir^ir^TÍnl^^^
BRAGA
—
<?UIATA-FE2KA
fi ME
JULHO
A
questão do Oriente.
Existe
ha
annos,
e
debale-se
entre
al
gumas potências
da
Europa
uma questão
melindrosa,
<|ue nos
parece
ser
de
molde
para
promover
uma
cof
íbgrtçào
geral:
queremos
referir-nos
á
quentão do
Oriente,
a
qual
entrou
em
uma nova fase
pelos
últimos
acontecimentos,
que vem
de
ter
logar
em Constantinopla.
Nós
abstraindo
de
caracter
político
d’
esla
questão,
limilar-nos-hemos
a
eoca-
ral-a sob
o aspecto religioso,
que
é
o
que
sustenta
em
armas
os
christãos
de
Bosnia
e
da Herzegovtna,
indignados
con
tra
o despotismo turco.
Realmente,
custa
a
crer
que a
política
christã
da
Europa,
que
tanto
se
uiana
de
civilisada,
concorra
para
que em
pleno
século
IX
se
conserve
o
ultimo
vestígio
da
barbarie
—a
conquista
das
hordas
asia-
licas, contra
as
quaes
lactaram
os
povos
na
idade
media,
disputando-lhes
palmo
a
palmo o
terreno
invadido.
Contra
as
hordas
dos
Sarracenos
com
bateram
gloriosamenle
os
christãos dou
tras
eras,
animados
pelos
seus
monarchas.
que
fundaram
as
nacionalidades
sobre
os
destroços
dos
barbsros.
Ainda
podemos
re
cordar
com
ufania
o
exemplo
heroico
da
fundação
da
nação
portngneza,
que
accla-
mou
o
seu
primeiro
rti
no
campo
da
ba
talha
depois
de
desbaratados
5
reis
mou-
ios
,
e
da conquista
d
’
este
formoso
patz,
que
eslava
em
seu
poder.
Nesse tempo
de
crenças
mais
arrei
gadas,
e
de
fé
mais
S'lida todos
á
porfia
procuravam
dilatar
o
Evangelho
de
Jesus
Christo,
vencendo
em
gigantescas lucias
os
seus
inimigos,
saídos
dos
desertos
da
Arabia
para
infestar
os
paizes
christãos:
hoje
aquelies,
que
por dever
lhes
incumbe
o
sustentar
e
dilatar a
religião
do
Cru
cificado,
pois
que
nas
suas
mãos
estão
os
destinas
dos
povos,
e
reside
o
poder
au
clorictario,
gastam
todas
as
suas
forças
em
combater
o poderio calholico
romano,
que
vae
beber
todas
as
suas
inspirações
a
um
Ancião venerando,
chefe e
cabeça
visivel
da
Esposa
de
Jesus Chústo.
Hoje
contemplamos
com
assombro
o
insulto
soêz,
e
o
baibaro assassinato
dos
cônsules
em
Salonica,
e
as
naçõ>.s
con
tentam
se
com
pedir
uma
satisfação
muito
pequena
para
um crime
tão
enorme:
ve
mos o
escandalo
de
tres
milhões
de
tur
cos
governarem
sobre
quinze
milhões de
chrisiàos,
os
quaes estão
soBréndo
vexa
mes
de
toda
a
ordem, que
os
fazem
con
siderar
como
escravos
d
’
aquelles
barbaros
sem
lei
nem consciência.
E
a
Europa
estacionaria,
mantendo
coro
a
sua
vergonhosa
fraqueza este
es
tado
de
cousas,
que
nos
faz
recuar
aos
tempos, em
que
os barbaros
invadiram
o
coração
da
Europa,
e
conira
os
quaes
os
Papas
combateram
em
piol
da
causa
da civilisação,
á
qual prestaram
relevantes
serviços,
como de
ninguém,
que
seja
ver
sado
na
historia,
podem
ser
desconheci
dos. Mas se
considerarmos,
que
a
Euro
pa
d
’
hoje
já
não
é
a
d’
outras
eras,
em
que os
povos
se
erguiam
em
massa
tanto
para combater
o
feudalismo,
qu-
pretendia
esmagal-os,
como
para
ir
mesmo procurar
os
inimigos
do
nome
christão,
e
reduzil-os
á
fé
de
Chiislo,
está
explicada
a
indiffe-
reuça,
com
que
hoje se assiste
ao
espe-
ctaculo, que
dá
uma
nação,
onde
o
pu
nhal
do
assassino
é
o
supremo
arbilrio
do>
destinos dos
povos.
O
revoluciooarismo
europeu,
que
hoje
predomina
ein
quasi
todas
as
nações,
con
tenta-se
com
que
o
Sultão
da
Turquia
prometia
introduzir a
revolução
nos
seus
estados, sob apparencias
de
reformas,
mas
não
altcnta
que
a
uuica,
a
verdadeiia
reforma,
que
devia
fazer,
era
a conversão
d
’aquelles
barbaros á
fé
de
Jesus
Christo,
era
a
abjuração
solemne
dos
monstruosos
erros
do
mahometismq.
Essa
sim,
que
era
a verdadeba
refor
ma,
cora
que
lucrava a
causa
da
civiii-
saçào,
e
se punha um
termo
interminá
vel
questão,
que
ora
se agita na Europa,
que
impassível
a>siste
aos
horrores
d
’uma
nação,
que
ainda
professa
a
religião
do
Alkoráo
de
Mahomet.
Com
a
introducção
du
Calholicismo
na
Turquia
rehabilitava-se
a
mulher,
o
que
d
’
ouua
fôrma
se
uão
pode fazer, ainda
que
supprimam
esse
ergástulo
infame,
chamadp o Serralho,
porque
fóra do Ca-
tholicismo
a
mulher
uão
encontra
como
sua medianeira, e
intercessora,
e
exem
plar
de
virtuues
eximias
a
Virgem .Mãe
de
Deus.
Benemeriías
seriam
por
tanto
as
nações
mais
de
peito
interessadas
coai
a
questão
do
Oriente,
se
fizessem
ver
ao
Sultão,
que
a
primeira
reforma a
Lzer
era a
in
trodução
da
verdadeira
religião de
Jesus
Christo nos
seus
estados,
pois
que
attrairia
sobre
si
o
favor
da
p-
puiação christã,
que
se
acha
dissirninada
por todo
o
míperio.
Continuaremos
o
’este
assumpto,
se
o
espaço
nol-o permittir.
M.
ALMEIDA
BARBOSA.
A
necessidade
que
lodo
o
clero
tem
de
fazer
exercícios
espirituaes
é
uma
coi
sa
de
primeira
intuição.
Qual
a
rasão
em
geral
por que
o
homem
se
perde?
é
porque não
pensa
seriamen-
te
em
cenas
verdades.
Desolalione
deso-
lata
esl
omnis
terra,
quia
nullus
esl
qui
recogitel
corde,
diz
o
Propheta.
E
se
isto
tem
applicação
a
todo
o
homem,
com
mais
rasão
ainda
ao
padre.
Logo
o
meio
de levantar o clero
é
obrigal-o
a
pensar
seriamente
em
sua
alta
missão,
e
em certas
verdades
eternas que
ás vezes
as paixões
fazem
esquecer.
Ora eis
aqui
o
que
são
os
exercí
cios
espirituaes
para o
clero.
Aqui
nos
exercios
os
padres
por
pou
cos
dias
retirados
um
pouco
do
buíicio
do mundo,
debaixo
da direcção
d
’utn
padre experimentado
vão pensando
seria
mente
em
verdades
que
já
sabiam,
mas
que
talvez
as
paixões
ou os
négocios
do
mundo quasi
lhes haviam
feito
esquecer,
se
não
de
todo
oblitterar.
E
pensando nes
tas
verdades
necessariamente
se
hão
de
compenetrar
d
’
ellas, e
assim
d
’esta
medi
tação séria
abençoada
por
Deus,
deve
for
çosamente
resultar
a
refórma
e
o me
lhoramento do
clero. ,
Mas
se
é
verdade,
como
é,
o
que diz
o
Espirito
Santo
por
ísaias
e
Oseas
que
tal
o
sacerdote
tal
o
povo
—
os
exercícios
espirituaes
do
clero não são
sómente
o
meio
de
levantar
o
clero,
são
também
o
meio
de reformar o
povo.
Logo
por
uma
consequência
lógica dos
principros
que
acabamos d’
estabelecer
e
demonstrar,
os
exercícios
espirituaes
do
clero
são
o
melhor
bem
que
se pó
fe
fa
zer ao
clero
e
ao
povo.
Portanto
com
o
maior
prazer
annun-
ciamos
que
alguns
padres
do
concelho
de
Barcellos
lendo pedido
a
competente
au-
ctorisação
e
licença ao Exm.°
e
Revm.®
Snr.
Arcebispo
coadjutor que
da
melhor
boa
vontade
a
concedeu,
abençoando
a
pretensão
dos
respeitáveis
ecclesiasticos,
e
tendo
além
d
’isto
pedido
licença
á
au-
ctoridade
civil
para
obviar
a
qualquer
sus
peita
menos
justa,
se
reuniram em
exer
cícios
espirituaes
por
dez dias na
fregue
zia
de
Ballogães
debaixo
da
direcção
do
rev.®
padre
João
Baptista
Meli.
Deus
se
digne
abençoar
tão
santos
e
salutares
exercícios.
Braga, Seminário Archiepiscopal,
3
de
julho
de
1S76.
P.
e
João
Rebello
Cardoso de
Menezes.
Ipprovitçào
<1<»
Cnleehismo de
c;
uíiioíH
D.
Pedro
Maria
de
Lacerda,
por
mercê
de
Deus e da
Saneia
Sé
Apostólica,
Bispo
de
S.
Sebastião
do
[lio
de
Janeiro.
Aos
que
esta
lerem
saúde
em
o
Se
nhor.
Foi
com
grande
prazer
de nosso
co
ração,
que
recebemos
em
mimo
a
traduc-
ção
portogueza
dos
quatro
tomos
do
Ca-
tecbismo
do rev.®
padre
Gnillois,
que
aca
ba
de
ser
publicada
na
cidade
do Porto
pelo tucansavel
zelo
do
snr.
Chardon.
Não
lemos
senão
alguns
trechos d’esta
edição
portueme
da
obra
do
digno
cura
da
dio
cese
de
Maus em
França;
mas
não
era
mister pi
rcorrel-a
toda
para
fazermos
jui-
zo
do
merecimento de
tal
Cath>>chi
*
mo.
A
razão
é,
porque
sabemos
muito
bem
que essa
obra
ha
sido repetidas
vezes
im
pressa
em França,
e
traduzida e
publica
da
na
Italia,
como
tambein
de
mais
uiria
vez
na
Allemanha,
apezar
dos primorosos
catechisuios
que ha
tfesses
paizes.
Além
d
’isso nós
mesmo
por
vezes
temos
lido
essa
obra
em
diflereaits
edições
oiiginaes,
começando
pela
primeira,
que
appareceti
em
França.
AS
CALMAS ME S. LOLKEXÇO
Na
margem
direita
do
rio
Tua,
e
a
pequena
distancia
da
sua
confluente
exis
tem
umas
aguas
thermaes,
conhecidas
pe
lo
nome
de
Caídas
de 8. Lourenço,
per
tencentes
ainda ao
concelho
de
Carraseda
d’
Auciães.
O
nome
é obscuro
lá
fora, por
que
o
estado
inculto,
em
que estas
aguas
existem,
assim
o
permittem,
mas
a
af-
fluência
de
banhistas
principalmente
de
Traz-us-Montes, é
alli
numerosa
a
experi
mentarem
os
miríficos effeitos
d'estas
aguas
utedicinaes
na
cura
de
muitas
moléstias.
Nada
favorece
a
concorrência
dos
ba
nhistas,
porque
até
o
caminho,
que
a
el-
las
conduz,
é
péssimo,
e
comludo
desde
junho por diante não
cessam de
serem
concorridas por
muitas
pessoas,
que
re
conhecem
a vantagem
d
’
estes
banhos.
Os
quartéis
pela
maior
parle
são
pés
simos,
e
na
maior
afluência
tornam-se
incapazes
de conter
tamanha
multidão,
e
Aioda
mais
diremos,
que
a
primeira
edição
fraoceza
<Je
Gnillois
foi
o
primeiro
catechtsmo,
pelo
qual
Nós
lemos
e
estu
damos
com maior
desenvolvimento
e mais
explicações
a
saneia
Doutrina
Christã,
cu
jos
elementos
havíamos,
aprendido
de
nos
sos
Mestres
no
Rio
de Janeiro
e
nos
ce
lebres collegtos
dirigidos
em
Minas
Geraes
pelos
digno
*
padres da
Congregação
da
Missão
de
S.
Vicente
de
Paulo.
E
o
rnesroo
a
quem
devHnos
o
conhe
cimento
<io
Catechismo
de
Gnillois
foi um
Padre
lazarisla
da
casa
antiga
de Rilha-
f<.||.'s
em
Lisboa,
e
utn
dos
doas funda
dores
da
mencionada
Congregação
no
Bra-
zil,
cujo
primeiro estabelecimento
foi
oa
Serra
do
Caraça,
província de
Mnas
Ge
raes.
E
oh
!
quanto
para
Nós
é
doce,
quanto
venerável
a
recordação
d
’
ess'e apos-
tolico
varão,
tFesse
fiel
de
S.
Vicente
de
Paulo,
d
’esse inclyto
B
spo
de
Mrriaona,
o
exc.
“
*
10
snr.
D.
Antonio
Ferreira
Viçoso,
ha
pouco
fallecido
em
cheiro
de
san.,li fa
de,
segundo
huraanameute
podemos
jul
gar
e
lodos julgamos.
Foi
nos
annos
de
1843
e
1846
que
conhecemos, lemos e
relemos o
Cateehis-
mo
óe
Guillois;
quando
no decurso
d
’
es-
ses
annos,
que
já tão
longe
vão,
tivemos
a
ventura
de
ainda
bem
moço
e
como
clérigo
familiar
acompanhar a- S.
Exc.
a
Rev.
‘"
a
em
algumas
de
suas
apostólicas
jgero
BJMMSTrfiiSjií
um tanque
espaçoso,
onde cae
a
agua
em
abundancia
d
’uma
bica, é
o
que
serve
pa
ra
o
uso dos banhistas,
chegando
haver
até
difficuldades
no
maior
aperto,
para
to
dos
tomarem
banho.
Este
estado
de
incúria,
em
que
exis
tem
estas
aguas
thermaes,
que
bem
ap-
proveitadas
e
convenientemente
explora
das
seriam
muito
mais
concorridas,
é
de
plorável,
e
de
certo que a
camara
mu
nicipal
de Carrazeda
se
não pode
eximir
á
culpa
d
’esie
abandono,
porque
com
al
guma
despesa,
que
fizesse
em
melhorar
as
condições
d
’
esles
banhos,
preparava
uma
fonte
de
receita,
visto
que podia
depois
exigir
de
cada
banhista
um
tanto,
á
si-
tnilhança do
que se pratica
n
’
outras par
les,
onde as camaras
concorreram
com
a
sua
iniciativa
a
introduzir
os
melho
ramentos
necessários
para
que
os
banhis
tas
sejam
bem
servidos, e
encontrem
to
das
as
commodidades precisas,
e
que
tor
nam
o
uso
dos
banhos
deleilavel.
Com
não
grande
despesa
podia
a
cama-
rt|
de Carraseda d
’
Ançiães mandar
edifi
car
habitações
commodas
e
decentes,
e
construir
dous
tanques
em óptimas
con
dições
para
o
uso
dos
banhistas,
e
assim
crearia
uma
fonte
perenne
de
receita,
e
melhorar-se-hiam
estas
caídas,
rpaxime
se
a
isso
accrescentassemos
a
construcção
d
’
u-
ma
boa
estrada,
que
a
ellas
conduzisse,
pois
que a
aclual
é
em
alguns
pontos
quasi
intransitável,
mas
é
sina
da
nossa
provín
cia o
pagar
grossas
contribuições
em
di
nheiro
e
o
tributo
de sangue,
e
ler
es
tradas,
e caminhos,
que nem
tal
nome
merecem,
mas
antes
o de carreiros
e
ata
lhos
onde
o
viandante
transita
exposto a
mil
perigos.
Oxalá
que
estas
ideias
de
melho-
mento
das
caídas
de
S.
Lourenço
achas
sem
écco
no
animo
da
illm.®
camara
de Carraseda d
’
Anciães,
pois
que
com
is
so lucraríamos lodos,
e
a
camara
nada
leria
a
perder,
vendo
a
satisfação
com
que
os
seus
munícipes
acolheriam
taes
van
tagens,
que
nos
proporcionasse.
Não
queremos
com
as
ideias,
que
aqui
aventamos,
censurar
ou
menoscabar
d
’algum
modo
os
caracteres
dos cavalhei-
I
ros,
qué
compõem
a
aclual
camara,
mas
entendemos
que
seriam
refórmas
e
me
lhoramentos,
que
acarretariam
para
a ca
mara
gloria
e
proveito,
porque
veria
de
pois
engrossar
o
rendimento com a, ainda
que
módica,
collecta
dos
banhistas.
Fo
ram-nos
suggeridas
estas
considerações
«currente
calamo» por occasião
d
’
uma
vi
sita
que
fizemos a
uma
familia
respeitá
vel,
que
aqui
se
achava a
uso
de
ba
nhos,
e
onde
tivemos
occasião
de
vêr
o
grande
atraso
e
desmasêlo,
em que es
tas
caídas
se
achavam,
havendo
áliás
ópti
mas
condições
nalnraes
para
se introdu
zirem
os
melhoramentos
necessários
tanto
para
commodidade
dos
banhistas,
como
para
credilo
d
’
estas
aguas,
que
a
medi
cina
reconhece
como
iguaes
ás
de
Bem-
saude,
Vidago
e
outras
famigeradas.
Caídas
de
S.
Lourenço,
22
de
junho
de
1876.
M.
ALMEIDA BARBOSA.
visitas
pastoraes,
de
septe
mezes
cada
an
no,
ao
Sol
e
ao
Norte do
bispado
de
Ma-
rianna.
Bons
tempos
!
E
que
de
sauda
des
ainda
boje
sentimos!
E
quanto
bem
n>
’
S
faz
a
recordação
das
virtudes,
que
vimos
practicar
então,
como também
du
rante
largos
annos,
que
moramos
no
pa-
lacio
episcopal d’
esse
Bispo,
tão
manso
e
tão
humilde
de
coração!
!
Oh
!
virum
ineffabilem:
nec
labore
viclum
nec morte
vincendum
1
Pois
é
a
esse exímio
Prelado
que
de
vo o
conhecimento
do
Catechismo
de
Guil-
lois, que então
constava
apenas
de dotis
tomos,
e
passou
depois
a
ser
de
quatro
muito
mais
volumosos.
Conhecemos
pois
a
obra,
e
somos
de parecer,
que
ella
ho
je
bem
poderia
servir
de
excellente
Com
pendio
de
Theologia
Dogmatica
e Moral
e de
Liturgia
theorica
e
pratica;
além
de
ser
um
reperlorio
de
interessantes
epi
sodios
da
Historia Sagrada
e
Ecclesiastica,
e
de
beilos
rasgos de virtudes
practicadas
pelos
Sanctos,
e
pelos
homens
veneráveis
da
Sancta
.Madre
Egreja
catholica
roma
na.
E
ainda
podemos
ajunctar,
que
todas
as
principaes
verdades
da
tilosoíia
ahi
são
tractadas,
como
também
com
desenvolvi
das
razões
são
refutados
muitos
dos prin
cipaes
erros
modernos
relativos
á
religião,
á
tilosotia
e
á
sociedade
civil.
E
por
tu
do
isso é que
tiós
mesmos ha
pouco
tem
po na
segunda
edição
de
nosso
livrinho,
que
intitulamos
—Cartilha
Catholica.—
Ilave
mos
recommendado
a
traducção portugue-
za
do
Catechismo
de Guillois, impresso
no
Porto
pelo
snr.
Chardron,
e
ainda ago
ra
a
recommendamos
encarecidameute
a
nosso
clero
e
povo
fiel.
O
que
vai
dito não
quer
dizer,
que
o
Catechismo
de
Guillois
tenha
a
primazia
sobre
todos
os Catechismos,
nem
que
sua
aucloridade
eguale
a
do
Catechismo para
os
Parochos,
feito
por
ordem
do
Sagra
do
Coucdio
Tridentino,
e
composto
por
exímios
theologos
e escripto
em
puríssi
ma
latinidade
(de
que
ha
versão em
por-
luguez),
nem
a
do
Catechismo
do
sapien
tíssimo
Venerável
Cardeal Bellarmino,
que
o escreveu
por
ordem
de
uin
Papa.
Na
nossa
mesma
linguagem
portugueza
ha
também
Catechismos
primorosos e
aucto-
risados,
entre
os
quaes
sobresaem
os
gros
sos
volumes
in
4.°
grande
eotn
o
titulo
de—Alma
Instruída
—
de
que
ha
muitas ci
tações
nas
Constituições
da Bahia,
Metró
pole Primacial
do
Brazil.
Mas
lodos
não
podem
comprar
nem
eulender
es<es
primores
de
Catechismos,
e
alguns
são
raros
no
Brazil;
e
com
quan
to u’
elles
haja
princípios para
a
explica
ção
da Doutrina
e
refutação
da
Doutri
na
e
refutação
dos
erros contrários,
com-
tudo
todos
não
são
directamente escriptos
para
o
estado
actual
dos
tristes
tempos,
que
vão
correndo.
E
para
darmos
provas
de
sinceridade
no
juízo
critico,
que
estamos
fazendo, di
remos
que
visto
haver Guillois
feito gran
des
alterações
(além
de
additamentos)
em
sua obra,
como verá
quem
com
a
ultima
edição
comparar
as precedentes,
pensamos
que
se
esse
distinclo
Sacerdote
hoje
vi
vesse,
não
duvidaria
de
fazer nas
suas
explicações
da Doutrina Chrislã
ainda
maior
uso
das
doutrinas
escholaslicas
de
Sancto
Thomaz
de
Aquino,
agora
sobre
tudo que a
Europa
sábia
e
catholica
vol
ta-se
pressurosa
para
os
escriptos
iiumor-
taes
do
Doutor
Angélico.
E
no
que
acabemos
de
dizer,
teremos
nós
diminuído
os
méritos
e préstimos
de
Guillois?
De
certo
que não.
E
assim fran-
cameote
repetimos
os
louvores
dados,
e
ajunctamos,
que
não
só
os
fieis
e
as
fa
mílias
chnstãs,
mas
as
escholas
e colle-
gios,
as
communidades
religiosas,
os
se
minários
ecclesiasticos,
os Parocbos
e
lo
do
o
clero lucrarão
muito
com
a
leitura
d'este
excellente Catechismo
do
rev.°
Pa
dre
Guillois,
onde
ludo
está
explicado
com
clareza
e
ordem,
e
posto
ao
alcance de
lodos,
e
onde
ludo
respira
devoção, dei
xa
na alma
sentimentos
de
doce
piedade,
inspira
desejos
de
ser
bom chrisião,
e
desperta saudades
do
ceu.
E
se
alguém
pensar,
que
exageramos,
dir-lhe-emos:
to-
ma Guillois,
abre
e
lê:
tolle,
lege.
O
snr.
Chardron,
pois
prestou
rele-
vantissimo
serviço
a Portugal,
ao
Brazil
e
a
lodos
quantos
conhecem a língua
portugueza. Nós
o
felicitamos,
ao
mesmo
tempo
que
lhe
agradecemos
o
rico
mimo
que
nos
lez,
enviando-nos
a
traducção
d
’
es-
sa
obra,
que
até
na
execução
lypografica
é
credora
de
applausos e
digna
de
re-
commendação.
Ao
rev.e
traductor
o
padre
Francisco
f.uiz
de
Seabra,
Parocho de
Cacia,
em
Portugal,
damos
os
devidos
parabéns pe
lo
trabalho
da
traducção,
que
tem sido
bem recebida
e
louvada.
Oxalá
suas
oc-
cupações
parochiaes
não
o
privem
de
pu
blicar
novas traducções
de
outras
obras
religiosas,
como tanto
deet
Ministros Chris-
ti
Jesu.
Permitia
Deus
que também se vão
desenterrando
os
riquíssimos
lhesouros
de
doutrina
e de
lusitanismo,
de
que
ha
tantos
primores
em
Portugal,
antigo
Mis-
sionatio,
que
propagou
em
sua linguagem
a
Doutrina
Catholica
nas
regiões
que
suas
náos
iam
descobrindo
para seu Chrislo
e
para
seu
Bei.
Freguezia
de
S.
João
Marcos
da
Vil»
la
de
S.
João
do
Príncipe,
em
Visita
Episcopal,
aos
19
de
março
de
1876,
dia
de S.
José.
f
PEDRO,
Bispo
de S.
Sebastião
do
Rio
de
Ja
neiro.
JESLITA8.
O
’
mes frères,
je
viens
vous
apporler
mon
Dieu,
je
viens
vous apporler
ma
lête
l
V.
Hugo (Chatiraents.)
Quando
o
vento
da
Fé
movia
a
Europa
Como
o
tufão,
que
impelle ao
ar
a
tropa
Das aguias,
que
pousam
no
alcantil;
Do
ziuiborio de
Roma
—a
ventania
O
bando
dos
apost’
los
sacodia
Aos
cerros
do
Brasil.
Tempos
idos!
Extinctos
luzimcntus
!
A
voz
da
calhequese
aos
quatro
ventos
Reboava
dos
céos...
Floria
após
na
índia,
ou
na
Tartaria,
No
Mississipe,
no
Perú, na
Arabia.
A
semente
de=-Deus!
—
O
navio
Maltez,
do Lacio
a
vela,
A
lusa
nau.
as
quilhas de
Castella,
Do Hollandez
a
galé,
Levavam
sem
saber ao mundo inteiro
Os
arautos sublimes
do
Cordeiro,
Os apost’los
da
íé.
Onde ia aquella
náu?=Ao
Oriente.
A
outra?
Ao
polo.
A outra?=Ao
occidente.
Oulra?=Ao
uorte.
Outra=
Ao
sul.
Eo
que buscava?
A Phoca
alem
do
pólo;
O
ambar,
o
cravo
no
iudiano
sólo,
Bellezas
em
Stambul
!
Ouro=na
Australia;
pedras
—
em
Misora
!
«Mentira!»
respondia
em voz
canora
O
filho de
Jesus...
«Pescadores
I...
nós
vamos
no
mar
fundo
«Pescar
almas
p
’
ra
Chrislo
em
todo
mundo
«Com
um
anzol=a
cruz=-!»
Homens de
ferro!
mal
na
vaga
fria
Colombo
ou
Gama um
trilho
descobria
Do
mar
nos
escarcéus,
Um
Padre
atravessava
os equadores—
Dizendo;
«Génios!...
sois
os batedores
Dos esquadrões
de
Deus.»
Depois
as
solidões surprezas viam
Esses
homens
inermes,
que
surgiam
Pela
primeira
vez.
E
a
onça
recuando
s’
esgueirava
Julgando
o
crucifixo.
..
alguma
clava
Invencível
talvez
!
O martírio,
o
deserto, o
cardo,
o espinho,
A
pedra,
a
serpe
do
sertão maninho,
A
fome,
o
frio,
a
dôr.
Os insectos,
os
rios,
as lianas.
Chuvas,
miasmas,
settas
e
savanas.
Harror
e
mais
horror...
Nada
turbava
aquellas
frontes
calmas
Nada
curava aquellas
grandes
almas
Voltadas
p’ra
amplidão...
No
entanto
elles
só
tinham na
jornada
Por
couraça
—a
sotaina
esfarrapada...
E
uma
cruz
—
por
bordão.
Um
dia
a
taba
do
tupy
selvagem
Tocava
alarma...
embaixo
da
folhagem
Rangera
estranho
pé...
O
caboc’lo
da
rede
ao
chão saltava,
A
setta
hervada
o arco
recurvava...
Estrugia
o
boré.
E
o tacapa
brandindo,
a
tribu
fera
De
um
tigre
ou
de
um jaguar
ficava
a espera
Com
gosto
ameaçador...
Surgia
então
no
meio
do
terreiro.
O
Padre
calmo,
santo,
sobranceiro,
O
Piaga
do
amor.
Quantas
vezes
então
sobre a
fogeira.
Aos
estallos
sombrios
da
madeira,
Entre
o
fumo
e
a
luz...
A
voz
do
martyr
murmurava
ungida.
«Irmãos
!
Eu
vim
trazer-vos
—minha
vida
Vim
uazer-vos=Jesus!»
Grandes
homens
!
Apostolos
heroicos
!
Elles diziam mais
do
que
os
estoicos:
<Dôr,=tu
és
um
prazer!
«Grelha, és um
leito!
Braza,=és
uma
gemina!
«Cravo,
és
um
sceptro!
Chamma,
diadema
<O
’
morte,=és
o viver
!»
Outras
vezes
no
eterno
itinerário
O
sol
que
vira
utn
dia no
Calvario
Do
Chrislo
a
santa cruz
Enfiava
de
vir
achar
nos
Andes
A mesma
cruz,
abrindo
os
braços
grandes
Aos
indios
rubros,
niis.
Eram
elles que
o
verbo do
Messias
Prégavain
desde
o
valle
ás serranias,
Do
pólo
ao
Equador...
E
o
Nigára
ia
contar
aos
mares...
E
o Cliimborazo
arremessava
aos
ares
O nome
do
Senhor
!...
CASTRO ALVES.
(Almanach
Brazileiro).
noiva, para
meninas,
etc.,
detalhe
dos
mais
modernos
chapéos,
e todas
as
indi
cações
tendentes
a
modas
;
artigos
de
lit-
teratura,
poesias, etc.
Acompanha
cada
numero d’
este
jornal dois
ou
ires
figuri
nos
bellamenle
gravados
e
illuminados
em
Paris,
e
juntamente
uma
folha
de
moldes
e
debuxos
para
bordar.
—A SCIENCIA
DOS PEQUENINOS (CAR
TEIRA
d
’
um
pae
),
por
Luciano
Cordeiro.
Recebemos
um
volume
d
’
este
livro,
cujos
artigos
foram
primeiramente
publica
dos
no
«Diário
de
Noticias».
Vende-se
nas
principaes
livrarias, por
300
rs.
LIVROS E IMPRESSOS
O INFERNO
DOS CIÚMES, por
H. P.
Es-
crich
—
Versão
de
Cruzeiro
Seixas.
Publicou-se
o
fascículo
n.°
5
d
’
esle
lin
do
romance
editado
por uma
empreza
lit-
teraria
do
Porto,
cujo escriptorio
é
na
rua
do
Almada
n.°
271,
l.°
andar.
—
RECREIO
INFANTIL—
Periodico
ilIllS-
trado,
dedicado
ás
creanças
portugueza
*
e
brazileiras
—Editor
J. H.
Verde,
rua
No
va
dos
Martyres,
8,
Lisboa.
Está
publicado
o n.°
13
d’
este
bello
jornal.
Como
os
anteriores,
o
presente
n.°
contém
artigos
mui
interessantes
e
excel-
lentes
gravuras.
E’
realmenle
uma
publi
cação
digna
de
lodo o
auxilio,
destinada
a cumprir
uma
das missões
mais sim-
palhicas,
qual é
a
instrucção
dos
peque
ninos.
Recommendamol-a
aos
paes de
famí
lia.
CORRESPONDÊNCIA
Vieira, 30 de
junho.
Desde
que
este
concelho
leve a feli
cidade
de
ser
elevado
á
calhegoria
de
co
marca,
é
já
visivel a
sua prosperidade e
augmenio
material
e
moral.
As
aucloridades
que
se
acham
á
testa
dos
seus destinos
teem
cumprido estricia-
mente,
e
d
’
um
modo
para
louvar, os
seus
deveres.
A
justiça
é
administrada
ioteger-
rimamente,
e aquelles dos
delinquentes
em
quem
a
sua
acção
não
tem
recaido,
é porque
se
acham
cuidadosamente
homi-
siados,
ou teem
dado
ás
de
Villa
Diogo.
Compre,
porém,
que
tão
justo
zelo
se
es
tenda
lambem
a
uns
criminosos,
que
não
devem
estar
menos
sob
a
vigilância
das
aucloridades.
Refetimos-nos
aos
jogadores.
Como
todos sabem,
como
mil
vezes
se
tem
dicto,
o
jogo é
uma
praga maldita
que
tem
levado
a
ruina
a
tanlissimas
fa
mílias
e
causado
as
mais lamentáveis
des
graças.
Este
vício
terrível
aclia-se
muito
desenvolvido n
’
esta
terra,
e
porisso
pedi
mos
as
mais
instantes
e
energicas
provi
dencias.
A
ill.
ra3
camara
deve
olhar
attentamente
para
os
interesses
d
’
esta
comarca.
E
’
de
urgente
necessidade
a
immediaia
creação
d’
um
mercado
semanal, e
um
outro
diário
para hortaliças
e
pão. Deve
também
man
dar
ftscalisar
os
talhos
da
carne,
não
só
no tocante
ao
peso,
mas
ainda
na
quali
dade
das
rezes;
isto
afira de
que
os
par
ticulares não se
vejam
na
necessidade
de
se
fornecerem
d
’este genero, hoje de pri
meira
necessidade,
de fóra
da
comarca.
Esperamos
que
as
nossas
leves
indica
ções
serão
tomadas
em
consideração,
para
bem
de
nós
todos.
•
•
•
—
P
ortugal
antigo
e
moderno
,
diccio
-
nario
geográfico
,
estatístico
,
ciioro
-
GRAFICO,
HERÁLDICO,
ARCIII0L0GIC0, CORO-
GRÁFICO
E ETYMOLOGICO
DE TODAS AS CI
DADES, VILLAS
E FREGUEZIAS DE PORTU
GAL
—
por
Augusto
Soares
d’
Azevedo
Bar
bosa
de
Pinho
Leal.
Temos
sobre
a
mesa
o
fascículo
102.
”
do
Portugal
antigo
e
moderno,
com
cuja
publicação auclor
e
editores
estão
pres
tando
ao
paiz
um
serviço
inestimável
0
presente
fascículo
corre de
paginas
641 a
672
do
volume
VI,
e
encerra
im
portantíssimas
noticias
e
descripções
mi
nuciosas.
Recommendar
a
acquisição
d
’
esta
obra,
fructo
de aturado
labor
e
supremos
sa
crifícios
do
seu
auctor,
é já hoje extre-
mamente
occioso.
—
D
iccionario
popular
— HISTORICO,
GEOGRÁFICO, M1TII0L0GIC0, BIOGRÁFICO
AR
TÍSTICO. BIBLIOGRÁFICO
E LITTERARIO,
por
Uma sociedade de
homens
de
lettras.
Está
publicado
o
fascículo
n.°
22.
Com-
prehende
as
folhas
43
e
44
do
vol.
I. A
sua
publicação
é
feita
com
grande
regu
laridade.
—AS
TRAGÉDIAS DE
PARIS,
por
X.
de
Montepio
—
Versão de
Cunha
e
Sá.
Recebemos
o volume
II
d
’
este roman
ce,
editado
pela empresa
das
Horas
Ro
mânticas, cujas
publicações
se
contam
pe
los
dias.
—
JORNAL DAS DAMAS
(Proprietário
e
editor J.
J.
Bordalo —
Redactor
Barbosa
Nogueira).
Recebemos
o
n.°
1
14d’esla
interessante
re
vista
de
litleratura
e modas. unico
jornal
que
se
publica
em
Portugal
dedicado
ás
senhoras,
contendo
a
descripção das
mais
elegantes
loileltes
para passeio,
baile,
visita,
jantar,
GAZETILHA
Festividade
em S. Wninede de
Caniçadn.—
Celebrou
se
no
dia 2
do
corrente
uma
pomposa festividade
a
N.
Senhora
das
Graças,
venerada
na
freguezia
de S.
Mamede
de
Camçada.
Houve de
manhã
coramunhão
aos
meninos,
ssndo
oradores
os
ievd.
os Antonio
Joaquim
Bar
bosa,
parocho
de Escudeiros,
e
Antonio
Bernardino
Gonçalves
de
Campos,
os
quaes
se
houveram
brilbanlemente
Foi celebrante o revd.0
Januario
Mar
tins
Anluoes,
abbade
de Ventosa, acoly-
tando
os
revd.
0
’
João
Baptista
de
Campos
e
Manoel
José
Vieira.
Toda
a
festividade
foi
dirigida
pelo
revd.
0
parocho
da
fregue
zia.
São dignas
de
louvor
todas
as
pessoas
que
tanto
se
exforçaram
para
dar
todo
o
brilhantismo
a
esta
festividade.
Administrador
do concelho.—
Na
ausência
do
digníssimo
administrador
d
’este
concelho,
o
ex.
mo
dr.
Cardoso,
está
exercendo o
cargo
respectivo
o snr. Araú
jo
Correia,
administrador
substituto.
Correspondência
da
Figueira.
—
Com
este
titulo
começou
a
ver
a
luz
publica
na
Figueira
um
novo jornal,
cujos
primeiros
d
.
os
recebemos.
Seja
bem-vindo.
Memórias
contemporâneas. —
Recebemos
um
prospecto
d
’
uma
obra
que
com
este
titulo
vae
publicar
o
snr.
Eduar
do
Tavares,
antigo
jornalista
e
deputado.
Diz-se
no
prospecto
que
esta
obra
constará
de
8
volumes,
que
é
escripta
sem peneoções
lilterarias,
tnas
com
im
parcialidade
e
desafogo.
Oxalá
que assim
seja.
A
macaca.—
(Conto
de Schmid).—
Certa
macaca,
encontrando
aberta
a
janella
do
quarto de
um
rico
avarento,
que
nunca
dava
cinco
reis
a
um
pobre, entrou
e,
vendo-se
á
vontade,
descobriu
uma
caixa
cheia
de
moedas de
oiro
e
prata, que
logo
tratou de
arremeçar
ás
mãoscheias
pela
janella
fóra.
O
povo,
que
logo
deu
por
isto,
co
meçou
a
correr
para
debaixo
da janella
em
grande
chusma
e
disputando
a
sôco
quem
mais
apanharia.
Quando
a
caixa
já
estava
vasia,
asso
mava
o
avarento
ao
cimo
da
rua.
Sobre-
saltou-se,
apenas viu
o
que se
estava
pas
sando
em
freme
da
sua
porta.
Quando
se
aproximava para entrar
em
casa,
com-
prehendendo
tanta
desgraça,
desfez-se
em
imprecações
contra
a
macaca
chamando-lhe
insensata.
Um
visinho
que
o
ouviu,
replicou:
—
De
certo que
é
pouco
sensato
dei
tar
o
dinheiro
fóra, como fez
a macaca;
mas
tel-o
n
’
nma
caixa
sem
que a alguém
aproveite,
nem
mesmo ao
proprio
dono,
é
mais
insensato
ainda.—
(Exlr.)
Estação
telegráfica <le Visella.
Diz
um
nosso
collega de Guimarães
que
já
se
está
procedendo
á
collocação
dos
postes
telegráficos
para
a
estação
telegrá
fica
que vae
estabelecer-se nas
Caídas
de
Visella, e
dentro
em
breve
principiará
a
fonccionar.
Cura de canero.—
O
snr. Scott
par
ticipou em
uma
reunião
medica
em
New-
York
que
descobrira
a
cura
do
cancro,
untando-o
com
pomada de
estramonium
(figueira
do
inferno)
misturada
com
sal
commum.
Esta
untura
repetida
muitas
vezes, car-
bonisa o
cancro
e fal
o
cair
a
bocados.
As
experiencias
leem
dado
excellentes
resultados.
O
Pontificado de Pio IX.—
A
«Voce
delia
Veritá»,
faltando
ácerca
dos
progressos
do
Calholicismo
durante
o
Ponti
ficado
de Pio
IX,
diz
que
'elle
augmentou
a
jerarcbia
ecclesiastica
em todo
o
mundo,
elevou
ao
grau
de
Metrópoles 23
sés
epis-
copaes;
creoit
5
bispados
metropolitas
que
ainda
não
existiam, estabeleceu
de
novo
129
sés
episcopaes,
3
delegações
apostóli
cas.
31
vicariatos
apostolicos
e
14
perfei-
turas
apostólicas.
Festa
da
Rainha Santa Izabel.
—No
dia
6
de julho,
pelas
8
horas da
noite,
sairá
a
Rainha
Santa
Izabel,
pa
droeira de
Coimbra,
do
real
mosteiro de
Santa
Clara,
acompanhada
da
sua
irman
dade,
e
fazendo
a
guarda
de honra
uma
força
militar,
com
a
filarmónica
«Boa
União».
Dirigir-se-ha,
pelas
ruas
Nova
da
Rai
nha,
Sar
gento
Mór,
praça
do
Comtnercio,
Sapateiros,
Tinge-rodilhas,
e praça
8
de
Maio,
á
egreja
parochial
de
Santa
Cruz,
onde haverá
Te-Deum,
cantado
por musica.
N
’
essa
egreja estará
a
Rainha
Santa ex
posta
á
veneração
dos
fieis,
nos
dias
7
e
8.
No
dia
8
á
noite
haverá
fogo preso
no
largo
da
Portagem,
e
Caes,
tocando
a
filarmónica
«Boa
União».
No
dia
9
de
manhã
haverá
a
expo
sição
do
Sacramento,
e
missa
cantada,
por
musica
vocal
e
instrumental.
Prégará
o
revd.
0
padre Angusto Eduardo Nunes.
De
tarde,
peias
5
horas,
sairá
a
Rai
nha
Santa
em
procissão
para
o
real
mos
teiro
de
Santa
Clara,
e
seguirá
pela
praça
8
de
Maio,
ruas
do
visconde da
Luz,
Cal
çada,
Portagem,
Ponte
e
Santa Clara,
acom
panhada
da
sua
irmandade,
e
das
do
cos
tume,
e
meninos orfãos,
que
para
isso
serão
convocados,
a
camara
municipal,
to
das
as
auctoridades
civis
e
militares
que
se
acharem
n
’
esta
cidade,
diz o
«Conim-
bricense».
O
ean-ean.
—
Em virtude
dos
com
petentes
mandados
passados
pelo
juiz
Duf-
li
alguns
agentes
policiaes
de
Nova-York
dirigiram-se
á
casa
da
trigésima
quarta
avenida,
chamada
Opera-House,
durante
o
espectaculo
da
manhã,
e
prenderam
to
do
o
pessoal
d
’
alli,
constante
de
dous
ad
ministradores
da
companhia,
os
snrs. Grey
e
Campbell,
nove
dansarinas
e
cinco
dan-
sarinos,
ao
todo
16
pessoas,
que
foram
conduzidas
em
um carro
á
presença
do
juiz
correccional
na
quinquagesima-setima
rua.
O
motivo da prisão
foi a
immoralida-
de
das
peças representadas
na
referida
casa.
O
programma
do
dia
compunha-se
de
duas
peças
o
Can-can
e
As mulheres
no
banho, em
que
no
dizer dos
ditos
agen
tes,
havia scenas lascivas, passos de
dan-
sa
licenciosos
e
diálogos
obscenos.
Durante
o
interrogatório
do
inspector
.policial
Dicks,
o juiz correccional
exigiu
que
se
désse
uma
ideia
do
modo
porque
era
alli
dansado
o
can-can.
O
alto
func-
cionario
não
se
fez
rogar
:
deslocando-se
todo,
começou
a
dansar,
provocando
a
gargalhada
dos
assistentes.
Com
conhecimento
perfeito
da
causa
condemnou o
juiz
tres
das
mais desen
voltas dansarinas
(Lizzie
Smilte,
Lizzie
Walker
e
Lizzie
Howard)
á
prisão
pres
tando fiança;
cinco
foram
multados,
e
Bel-
a
Florence foi
absolvida
com
a
condição
de
tornar-se
leslimunha
pelo
Estado,
is
to
é,
depor
contra
Grey
e
Campbell.
Confessando
Grey
que
era
o
caixa
da
companhia,
foi compellido a
prestar uma
fiança
de
mil
dollars.
Campbell
sustentou
que
era
completa
mente
estranho
á
Opera
House,
e,
como
não
se
ponde provar
o
contrario,
força
oi
pol-o
em
liberdade
sem
condições.
Final
mente,
os
cinco
dansarinos foram
condemnados
a
dez
dollars
de multa,
ca
da
um.
Retratos
do Snr. D.
Miguel II.
—
Os
retratos
uhimamente
chegados
e
pró
prios
para
albuin
grande,
vendem-se
no
escriptorio
da
administração
d
’
este
joroal.
J
reço de
cada
um
300
reis.
n/nnos
tf
.
legrammas
da
AGIACIA
HAVAS
MADRID
1.
—
O
congresso
tomou
em
consideração
duas propostas
de
lei
pedin-
que
seja nomeada
uma commissão
mixta
de
deputados e senadores,
encarregada
de
reformar
e reorganisar
o
serviço
do
ca
minho
de ferro
em
Hespanha,
e
a
outra
para
que
as
respectivas
companhias dos
caminhos
de
ferro
paguem
ás
famílias
das
victimas
de
qualquer
descarrilamento
75.009
pesetas,
e
35.000
pesetas
ás
pes
soas
que
em consequência de
descarrila
mento
fiquem para
sempre
incapacitadas
de
trabalhar
ou
passem
mais
de
25 dias
enfermas na
cama.
P
a
RIZ
1
—
O
«Tempsi
publica
um
des
pacho
dizendo que as
tropas
servias
passa
ram
a
fronteira ás
4
horas
da
manhã.
O
governo
deteve na
fronteira vários agentes
que
queriam
insurgir
as
províncias
turcas
e
recrutar
voluntários
para
combater
a
Turquia.
PERNAMBUCO
1.
—Está
qnebrado
na
Bahia
o
cabo
submarino
da
costa.
O
ser
viço
segue
comtudo
sem
grande
demora.
NOVAYORK
1
—
Ouro
112
3|8;
trigo
1,30;
petroleo
15
7|8;
cambio
sobre Lon
dres
477 1
18.
AMSTERDAM
1
—
Fundos
portuguezes
51
1|2.
MADRID
3—«O
Cronista»
diz
que
as
juntas
portugueza
e
hespanhola
dos
pos
suidores
de
titulos
hespanhoes recusam
outro
accordo
que
não
seja
a
convenção
dos
possuidores
ingleses.
BERLIM 2—
Assegura-se
que
as
tropas
servias
tomaram
a
olfensiva
devendo
atra
vessar
ámanhã
o rio Drina.
A
folha
ofii-
cial
publica o relatorio do
commandante
da
esquadra
allemã
ácerca das
rixas
entre
marinheiros
em Gibraltar;
afiirma
que
es
sas rixas
não
alteraram
as
boas
relações
entre
a
Allemanha
e
a
Hespanha.
BELGRADO
1
—
O
manifesto
de
guerra
que
acaba
de
ser
publicado,
diz ser
im
possível
que
a
Servia
fique
insensível
pe
rante
os
acontecimentos
da
Bosuia
e
da
Herzegovina
e
dos
preparativos
ameaçado
res
da
Turquia;
e accresceota
que
a
Ser
via
se
vê
obrigada
a penetrar
em
paizes
onde
existe
a insurreição
pira
orgatiisar
e
estabelecer
a
justiça
e a
legalidade
sem
distincção
de
religião,
e
respeitando
a
inte
gridade
da
Turquia.
VERSALHES
3—
A
commissão
do
or
çamento
recusa
approvar
o
credito de 2
milhões
de
francos
pedido
pelo
governo
para
subsidiar
os
carlistas
internados
em
França.
Houve hoje
dupla
interpellação
no
senado
por
Depayre,
da
direita,
e
na
ca
mara
dos
deputados
por
Gambetta,
ácer
ca
do
recente
succedido
ao
concurso
dos
candidatos
na
Eschola
Polytechnica
rela
tivamente
á
composição
do
jtiry,
a
qual
era
aotecipadamente conhecida
de
numero
sos discípulos.
O ministro
declarou
que
houve
indiscrições commettidas
em
pro
veito
dos
educandos
jesuítas
e
prometleu
mandar
proceder
a
um
inquérito
usando
da
mais
completa
imparcialidade.
Na
ca
mara
dos
deputados
levantou-se
vivo
con-
flicto
entre
bonapartistas e
republicanos;
o
presidente
reprehendeu
os
auctores
do
conllicto,
que
qualificou de
escandaloso.
A interpellação
de
Raspail
ácerca
da
carta
do
marechal presidente sobre
a
cessa
ção
das
perseguições
judiciaes p^r
fados
relativos
á
insurreição
coiuinunal,
foi
ad-
diada
por pedido da
esquerda.
PARIZ
3
—
E
’
formalmeale
desmen
tido
o
boato de
que
o
embaixador
hespa-
nhol
o
marquez
de
Molins
haja
pedido
ao
governo
francez
a
expulsão
de
Ruiz Zo-
rilla.
BERLIM
3
—
A
Servia
pediu
ás
potên
cias
interessadas a
neutralisação
do Danu-
jio
a
fim
de
impedir
o
bombardeamento
de
Belgrado; no
caso
contrario
declara
que
collocará torpedos n
’aquelle
rio.
O
príncipe
Millan
chegou
a
Aberinatz.
BUCHAREST
3
—0
discurso
do
princi-
ae
Carlos
declara
que
a
Roumauia
mante
rá
neutralidade
nas
questões servio-turcas.
MADRID
4—O
«Imparcial»
diz
que
a
commissào
regulamentar
da
divina
publica
decidiu
acceitar
as
propostas
da
junta
in-
gleza
dos
possuidores de
titulos
da
divida
hespanhola,
recebidos hontem.
LONDRES
4
—
Bourke disse
na
camara
dos
deputados
que
a Inglaterra
e
a
Alle-
manha
negoceiam
juntas
contra
as
con
tribuições
de
guerra,
impostas
em
Cuba
aos
estrangeiros
alli
residentes.
CONSTANTINOPLA
4.
—
Os
turcos
ba
teram
os
servios
nas
proximidades
de
Ned-
din,
penetrando
na
Servia.
Os
servios ti
veram
talvez
2:000
homens
fóra
de
com-
)ale.
Os
turcos
tiveram
perdas
relativa
mente
diminutas. As
hostilidades foram
rotas
na
fronteira
do
sul
e
leste
do
terri
tório
turco
antes
da batalha.
Em
Weddin
houve
apenas
escaramuças.
Outro
despa
cho
do
campo
turco
annuncia vantagens
obtidas
proximo
de
Zaicas
pelos
turcos.
PARIZ 4—Um
despacho official
servio
diz
que
os
servios
tomaram
o
campo en
trincheirado
de Babina
na
fronteira
sla
—
va.
MADRID
4—No
congresso
foi
lido
o
projecto
emanado dos representantes
das
casas
estrangeiras,
propondo a
amortisação
em
61
annos
da
divida
publica,
pagando
um
juro
anoual.
BANCO
COMMERCIAL
DE
BRAGA.
Resumo do
balanço do Banco Commercial
de
Braga
em
30
de junho
de
1876.
Aetivo
Acções,
prestações
a
receber
31:4705000
dinheiro
em
caixa.
.
. .
98:2945000
^elras
em carteira.
.
.
922:884^014
ímpreslimo
sobre
penhores.
141:804^940
Contas
correntes
com
garan
tia
.........................................
1.355:220^110
Agentes
no
paiz
e estrangeiro.
460:221$
169
Titulos
e
papeis
de
credite.
269:615^290
Diversos
devedores.
.
.
.
121.5345107
Despezas
de
installaçâo. .
5:200(5000
Moveis
e
utensílios.
.
. .
1:7225625
3.407:9215255
Passivo
Capital..................................
1
000:0005000
Obrigações...........................
1.263:7415631
depositantes
...........................
212:0315775
Agentes
no
paiz
e
estrangeiro
367:1065818
diversos
credores.
.
.
.
218:5935470
50:4075485
125:0135912
81:1105000
50:0005000
..eiras
em
deposito,
.eiras
a
pagar.
.
Notas
em
circulação
Fundo
de
reserva.
Reserva
para
prejuisos
even-
tuaes...............................
3:000500
Dividendos
a
pagar.
. .
.
1:527:5620
Ganhos
e
perdas.
.
.
.
35:3885544
3.407:9215255
Braga 3
de julho
de
1876.
Os
Directores
João
Evangelista
de
S.
Torres
e
Almeida.
Manoel José
da
Costa
Guimarães.
SAÍDE
A
TODOS
sem
medicina,
pur
gantes
nem
despezas
com
o
uso da
delicio
sa
farinha
de
saúde,
DU
BARRY
de
Londres.
39
anno
*
d’invariave£ aueeeaso
1
Nenhuma
enfermidade
resiste
á
de
liciosa
Revalesciére
que
cura
as indiges
tões
(despepzias)
gastrica,
gastralgia,
fie,
gma,
arrotos,
amargor
na
bocca,
pituitas-
nauseas,
vomitos,
irritação
intestinal,
diar
rhea, dizenteria,
cólicas,
tosse,
athsma,
fal
ta
de
respiração,
oppressão,
congestões,
mal
aos
nervos,
diabethe,
debilidade,
todas
as
desordens
no
peito,
na
garganta,
do
alilo, das
bronchites,
da
bexiga,
do
liga
do,
dos
rins,
dos
intestinos,
da
mucosa,
do cerebro e
do
sangue,
75:000
curas
en
tre
as
quaes
contam-se
a
de
S.
S.
o
Pa
pa,
do
duque
de
Pluskow,
da ex.
ma
sur.a
marqueza
de
Brehan,
do
doutor
Manuel
Saens
de Tejada
da
Universidade
de
Cor-
dova, etc.
etc.
Mr.
Livingstone,
celebre explorador
da
África
central,
no
seu
relatorio
que
fez
á
Sociedade
Real
Geográfica
de
Londres
so-
)re
a
sua viagem
diz
:
«Os
habitantes
da
província
d’
Angola
«parecem
gozar
uma
grande
fellicidade,
el-
«les
não
precisam nem médicos nem pur-
«ganles,
o seu
principal
alimento
sendo
a
«Revalesciére
que Du Barry
trouxe
em
«Europa,
veem-se
isentos
das
moléstias,
«e
a
tisica pulmonar,
escropbulas,
empin-
«gens,
câncer,
febres,
diíliculdade
de
eva-
«cuar,
diarrhea,
etc.,
etc., são
moléstias
«cornpletamente
desconhecidas,
como
tam-
«bem desconhecem as
bexigas,
o
saram-
• po,
etc.»
Certificado
do Dr. Manuel
Seans
de
Te-
ada,
doutor
da
faculdade
Medica
Cirúr
gica,
lente
da
Universidade
livre
de
Cor-
dova,
medico
em
proprio
e
do caminho
de
ferro
de
Merida
a
Sevilha,
etc.
Certifico:
Que
com o uso
da
Reva
lesciére,
obtive na
minha clinica
varias
cu-
ras
em
moléstias
gravissimas
em
alguns
clientes
residentes
n
’esta
cidade,
lembran
do-me
o
de
D.
Filippe
Zappina
emprega
do
publico, hoje administrador
da alfan-
dega de
Manila
nas
ilhas
Filippinas,
a
de
D.
Amélia
Gomes,
casada
com
um
chefe
do
exercilo,
a
qnal
continua a
melhorar
com
o
seu
uso;
de
D.
Ramon
Alonzo,
rapaz
de
vinte
annos
que
soffria
havia
al
guns
mezes
de
uma
moléstia
de
peito
de
muita
gravidade.
E
para fazer
constarem
toda
a
parle,
a
assigno
em
Cordova
em
13
de
outubro de
1873.
Boutor
Manuel
Saens
de
Tejada.
Seis
vezes
mais
nutritiva
do
que
a car
ne
sem
esquentar, economisa
cincoenla
vezes
o seu
preço
em
remedios.
—
Preços
fixos
da
venda
por
miudo
em
toda
a
pe
nínsula
:
Em
caixas
de
folha
de
lata,
de
i
/1 kilo,
500
; de
*
/,
kilo
800
rs ;
de
um
kilo,
15400
reis
;
de 2
4
/t
kilos,
35200
reis
;
de
6
ki-
los,
65400
reis, e
de
12
kilos,
125000
reis.
Os
biscoitos
da
Revalesciére
que
se
po
dem
comer
a
qualquer
hora,
vendem-se
em caixas
a
800
e
15400 reis.
O
melhor
chocolate
para
a saúde
é
a
Revalesciére
ehoeolatada;
ella
res-
titue
o
appettile, digestão, somtio,
energia
as
carnes
duras
ás pessoas,
e
ás
creanças
e
mais
fracas,
e
sustenta dez
vezes
mais
que
a
carne,
e
que
o
chocolate
ordinário,
sem
esquentar.
Em
paus,
ou
em pó em
caixas
de
folha
de
latadelO
chavenas,
500
reis;
de
24
cháve
nas, 820 reis;
de 48
chavenas,
15400
;
de
120 chavenas,
35200
reis,
ou
25
reis
cada
chavena.
B
ARRA
MU
BARRY «£ C.
a
-Pla-
ce
Vendòme,
26,
Pariz
;
77
Regenl
Street
Londres
;
Valverde,
1,
Madrid.
Os
pharmaceulicos,
droguistas,
mer-
cieiros, etc.,
das
províncias
devem
diri
gir
os
seus
pedidos
ao
deposito
Central
;
snr.
Serzedello
&
C.
a
Largo
do
Corpo
Santo
16,
lúsboa,
(por grosso
e
miudo)
;
Carlos
Barreto, rua
do Loreto,
28;
Bar
rai
&
Irmãos,
rua
Aurea,
12.
Porte,
J.
de
Sousa
Ferreira & Irmão,
rua
da Ba
nharia
77
;
de
Sequeira
;
J.
Pinto
; Desf-
ré
Rahir
;
Coimbra,
V.
Botelho
de
Vas-
concellos ;
Aveiro,
F.
E. da
Luz
e
Costa,
pharm.
;
Barcellos,
Ramos,
pharm.;
Braga,
Pharmacia
Maia, rua
dos
Chãos,
Pipa
&
Irmão,
rua
do
Souto,
Domingos
J.
V.
Machado,
praça
Municipal.
Figueira,
Antonio
Vieira,
pharm.;
GnimarSei,
A.
J.
Pereira
Martins,
pharm.
;
Pena-
fle-1,
Miranda,
pharm.
;
Fonte «lo làma,
A.
J.
Rodrigues
Barbosa,
pharm.
;
Po
voa
«to Varzim,
P.
Machado
de
Oli
veira,
pharma.
;
Vianna
do
Cantello,
Aflonso
e
Barros,
droguistas;
Villa
do
Conde,
A.
L.
Maia
Torres
pharm.
AGRADECIMENTOS
Maria
Brigida
B^essane Leite
Perres,
summamente
penhorada
com
os
relevantes
serviços
prestados
pelas
Irmãs
Hospita
leiras
do
Hospício
de Santa
Margarida,
d
’
esta
cidade,
durante
a
gravíssima enfer
midade
de
seu presado
filho,
João
Bres-
sane
Leite
Perres,
junto
de cujo
leito
de
ram
as
mais
evidentes provas de
zelo
e
caridade
inimitáveis;
vem por este
meio
manifestar-lhes
o
seu
eterno
reconhecimento
e
gratidão,
visto
não
lhe
ser
possível
recom
pensar do
modo
que
desejava
e
as
suas
forças
permitliam,
os
seus
serviços,
traba
lhos e
desvelos.
Braga
3
de julho
de
1876.
Maria
Brigida
Bressane Leile
Perres.
José
Anlonio
dos
Santos
Coelho,
ne
gociante
na
rua
do
Souto
d
’
esta
cidade,
lendo
sido
procurado
por seus
amigos
na
grande
enfermidade
porque
passou
ullima-
tnenle
e
de
que
ainda
não
está
plenamen
te
restabelecido,
agradece
por
este
meio
desde
já
as
moitas
provas de
considera
ção
e
interesse que
por
elle
tomaram
as
pessoas
de
suas
relações
e
promette
pes
soalmente
ir dar
a
cada
uma
seus agra
decimentos,
logo
que
o
permitia
seu
es
tado
de
saude;
protestando
desde
já
a
to
dos
seu
muito
reconhecimento
e
eterna
gra
tidão.
Braga 3
de
julho
de
1876.
(4133)
José
Anlonio
dos
Sontos
Coelho.
Os
abaixo
assiguados,
em
extremo
pe
nhorados
para
com
as
pessoas que
se
di
gnaram
visilal-os
por
occasião
do
falle-
cimeuto
de sua
filha
e
irmã,
Leopoldina
do
Soccorro
Tinoco,
não
podendo
em
ri
gor
agradecer
pessoalmente
como
era
seu
dever, veem
fazei
o
por
çste
meio,
protes
tando
a
todos
seu
reconhecimento e
gra
tidão;
especialmenle
a
lodos
os
snrs.
que
fizeram
a
fineza
de
acompanhar
ao cemité
rio
o
cadaver
da
finada.
Braga
30
de junho
de
1876.
Manuel
José
Tinoco d'Azevedo
Mana do
Carmo
Pinto
Ca>olina
do Soccorro Tinoco
Maria
do
Soccorro
Tinoco
Luiz
Maria Tinoco
d
’
Azevedo.
(4131)
Maria
Brigida
Bressane Leite Perres,
não
lhe
sendo
possível
agradecer
pessoal
mente
a
todos
os illm.
08
e exm.
JS
snrs.
e
exm.
as
snr.
a8
que
se
dignaram
cumpri-
menlal-a
por
occasião
do fallecimento
do
seu sempre chorado
tilho
João
Bressane
Leite
Perres,
e
especialmente
aos
exrn
08
e
revin.08
snrs.
Director do
Collegio
do
Es
pirito
Santo,
mestres
e
alumnos
do mes-
mo
Collegio.
e
a
outros
ilhistres
cavalhei
ros
qne
lhe
fizeram
a
subida
honra
d’
acom-
panhar
o
cadaver
até
á
gare
do
caminho
de
ferro
;
vem
por
este
meio,
desempenhar-
se
d
’um
dever
tão
sagrado,
e
protestar a
iodos
eterno reconhecimento e gratidão.
Braga
4
de
julho
de
1876.
Maria
Brigida
B.
Perres.
José
Antooio
Pereira Neves, D. Presci-
liaoa
de
Jesus
Maria Pereira Nenes,
Abel
Maria Coelho
Neves, agradecem
aos
exm.
os
snrs.
e
exm.
as
snr
as
que
se
dignaram
cum-
primental-os
por
occasião
do
fallecimento
de sua
muito
prezada sobrinha,
prima,
e
mãe,
Maria
Pereira
dos
Santos
Neves,
pe-
o
que
lhes
tributam
eterna
gratidão.
Braga
4
de
julho de
1876.
(414'))
José
Anlonio
Pereira
Neves.
Banco
de
Guimarães
Na
sede
do
Banco
de
Guimarães
e
nas
agencias
de
Lisboa,
Porto
e
Braga paga-
se
ás
segundas, quartas
e
sextas-feiras
aos
accionistas do
mesmo
Banco
o
dividendo
de
3
0[0
em
relação ao
desembolso on
2$í00
reis
por
acção,
relativo ao
l.°
semestre
de
1876.
(4138)
CITAÇÃO EDITAL
Pelo
juiso
de direito
d
’
esta
cidade
e
comarca
de
Biaga,
e
cartorio
do
escrivão
Ribeiro,
correm
éditos
pelo
praso
de
60
4ias
a
contar
desde
16
de
junho
do
cor
rente
anno
em
diante,
a citar
toda
e
qual
quer
pessoa
incerta
que
se
considere
com
direito
e acção, a
tim
de
contestar a
ha
bilitação
requerida
por
João
Carlos
Emi-
lio
de
Sousa,
casado
com
Maria
Augus
ta,
moradores
na
rua
da
Ponte
d
’
esta
ci
dade, e
seu
irmão
Manuel de
Sonsa Oli-
■veira,
casado
com
Francisca
Rosa
de
Je
sus,
moradores
na
cidade
de
Vianna
do
Castello,
e
Luisa
Mana
de
Oliveira,
ca
sada,
e
aoctorisada
por seu
marido
João
Manuel
d
’
Oliveira,
moradores
na
mesma
rua
das
Agoas
d
’
esta cidade,
aquelles
dous
primeiros,
na
qualidade de
filhos,
e
únicos
universaes
herdeiros
de
seu
fallecido
pae
Manuel
Anlonio
de
Oliveira,
e
esta
ulli-
ma
por
si,
e
na
qualidade de
berdtira de
sua fallecida irmã
Anna
Maria
d
’
Oiiveira,
moradora
que
foi n
’
esta
mesma
cidade,
alim
de receberem a
herança
como
um
dos
herdeiros
instituídos
do
padre
Bento
José
dos
Santos,
fallecido em
Pindamonhaoga-
va,
Império
do
Brasil,
cuja
citação
tem
de
ser
accusada
na
2.
a
audiência
posterior
aos
60
dias
dos
éditos
no
dia
21
do
fu
turo
mez
d
’
agosto,
pelas
9
horas
da
ma
nhã no Tribudal
Judicial,
collocado
no
lar
go
de
Santo Agostinho
d
’
esta
cidade,
e
ahi
se
tem
de
offerecer
os
competentes
artigos de
habilitação
e
assignar-lhe
o
ter
mo
de
2
audiências
para
contestar,
ou op-
porem o
que
tiverem,
sob
pena de
rebelia
e
lançamento.
Como
procurador,
O
solicitador=Bernardo
da
Cunha Pinlo
Barbosa
(4139)
BANCO COMMERCIAL DE
COIMBRA
Sociedade anonyma
de responsa
bilidade
limitada
A
começar
no
dia
3
do corrente
em
diante
(ás
segundas,
quartas
e
sextas-fei
ras)
pagar-se-ha
aos
snrs accionistas
d’
es-
le
Banco,
na
séde do
mesmo,
na
sua
fi
lial
em
Mangualde,
e nas
suas
agencias
do
Porto,
Lisboa,
Braga
e
Vianna,
o
dividen
do
relativo
ao
primeiro
semestre
de
1876,
de
1$300 reis
por
acção.
Ficam
prevenidos
os
snrs.
accionistas,
de
que
para
o
recebimento
do
mesmo
te
rão
de
apresentar as
suas
acções
devida
mente
averbadas.
As
relações
impressas
entregam-se
na
secretaria
do
Banco
e
nas agencias
acima
indicadas.
Coimbra,
1
de
Julho
de
1876.
Pelo Banco
Comtnercial
de
Coimbra
Os gerentes,
Manuel
dos
Santos
Júnior
José
Borbosa
Lima.
(4137)
Aluga-se
a casa
n.°
9
A
e
9
B,
da
rua
de
S.
Sebastião,
com
grandes
commodos
para família;
tem
poço
com
boa
agoa,
quintal,
grande
terreiro
e
boas
lojas,
e
serve
para
uma grande
offi-
cina
de
segeiro.
Trata-se
na
rua
da
Cruz
de Pedra,
n.
“
90,
com J.
A.
C.
Mo
reira.
(4141)
BAWO
MERCANTIL IJE BRAGA
Sociedade
anonyma de responsabilidade
limitada
Está
aberto
em
todas
as
segundas,
quar
tas
e
sextas-feiras,
desde
as
10
horas
da
manhã
até
á
1
da tarde
o
pagamento do
dividendo
das
suas
acções no 1,°
semes
tre
do
corrente
anno
a
razão
de
3
0|0
com
relação á
época
das
entradas,
ou
l$400
rs.
por
cada acção,
em
Braga
na
casa
do
Banco,
e
no
Porto
na
Caixa
Fi
liai.'
Braga
3
de
julho
de
1876.
Pelo
Banco
Mercantil
de
Braga
Os
directores,
José
Anlonio
Bebello
da
Silva.
Juão
da
Costa
Palmeira.
BANCO
COMMERCIAL DE
BRAGA
Sociedade
aisonyma
de responsa
bilidade limitada
A
Direcção
armuncia que
o dividendo
do
primeiro
semestre de
1876,
é de
3
0|0
ou 1$300
reis
por
acção
da
l.
a
emissão
e
l$310
rs.
para a
da
2.a
O
pagamento
terá
logar
na
Thesoura-
ria
do
referido Banco
ás
segundas,
quar
tas
e
sextas-feiras
das
10
horas
ás
2
da
tarde,
começando
no
dia
5
do
corrente.
Os
snrs.
accionistas
residentes
no
Por
to
podem
receber
na
sua
Caixa
Filial,
nos
mesmos
dias
e
horas.
Braga
3
de
julho
de
1876
Substituição
de recrutas
Ha
homens
para
assentar
praça
com
documentos
legaes,
afiançados conforme
as
ordens
do
Ministério
do
Reino.
Preços commodos para
o
districto
de
Braga.
No
Largo
de
S.
Paulo
n.°
8.
(4092)’
(232)
Arrematação
Na freguezia
de
S.
Miguel
de
Frós-
sos,
pelas
duas
horas
da
tarde
do dia
nove, junto
da
egreja,
se
tem de
proce
der
em
praça
voluntária,
para
pagamentos
de
dividas
illegitimas,
á
arrematação
de
12
moradas
de
casas
com
seus
quintaes
e
poços,
separadamente,
incluindo
a que
é
habitada
pela
Exm.
a
1).
Maria
José
d
’
Agonia
Graça,
viuva,
que
ficou
do
Dr.
Ricardo
José
da
Silva Lisboa;
bem
como
de
dous
cairos descobertos
de
quatro
to
gares
cada
um.
(4122)
Companhiv Edificadora e Indus
trial
Bracarense.
Sociedade
annonyma
de
responsabilidade
limitada.
São
convidados
os
snrs.
accionistas
de
esta
Companhia
a
effectuar
a 7.
a
entrada
de
3
por
U|0
ou 1(5230 reis
por
acção
nos
dias 10
a
15
do
.corrente
mez
de julho
no
escriptorio
da
Companhia,
campo
de
San
ta
Anna
n.°
71
D
2.°
andar,
das
10 horas
da
manhã
até
ás
2
da tarde.
Braga
1
de
julho
de
1876.
Os
directores,
José
Alves
de
Moura
Francisco
da
Silva
Araújo
(4127)
João
Carlos
Pereira
Lobato.
Faz-se
publico
que está
aberto
o
pa
gamento
do
ditidendo
d
’
este Banco
relati
vo
ao
l.°
semestre
de
1876,
na
razão
de
3
0|0
ou
3$000
reis
por
acção,
todas
as
terças,
quintas
e
sabbados,
desde
as
10
horas
da
manhã
até
á 1
da
tarde.
Os
snrs.
accionistas
residentes
no
Porto,
podem
receber
os seus dividendos
na
Caixa
Filia!
do
mesmo
Banco,
n'aquel
la
cidade.
Braga
30
de junho
de
1876.
Os
Gerentes
do
Banco
do Minho,
Francisco
Casimiro
da
Cruz
Teixeira.
Manuel Luiz
Ferreira Braga.
(4128)
Pela
Direcção do
Correio
de
Braga
se
faz publico,
que
no
dia
10
do
corrente,
pelas
10
horas da manhã,
tem
de
andar
em
praça
a
conducção
das
malas,
cm
car
ro
ou
cavalgadura,
entre esta
Direcção,
e
a
estação
do caminho de
ferro,
por
is
so
quem na
mesma
quizer
lançar,
póde
comparecer o
’
est
Direcção no referido
dia
e
hora indicada.
Braga
1
de
julho
de
1876.
O
Director,
João
Anlonio
d'Oliveira
Braga
OHAonrMu»'.-'.
r
»
*
»
»
MOV
:
kkj
ui
n
m
—
i
»
BANCO
DE
PORTUGAL
Faz-se
publico
qúe
no Banco
do
Mi
nho,
está
aberto
o
pagamento
do
dividen
do
do
Banco
de Portugal
com
referen
cia
ao i.
u
semestre de
1876,
na
razão
de
3
OI
q
ou
15$0C0
reis
por
titulo
de 5
ac
ções
todos,
os dias
não
santificados
des
de
as 10
horas
da manhã
até
ás 3
da
tar
de.
Braga 30
de
junho
de
1876.
Os
gerentes
do Banco do Minho,
Francisco Casimiro
da
Cruz
Teixeira.
Manoel Luiz
Ferreira
Braga.
(4129)
Alluga-se
a casa
n.°
125,
sita
na
rua
da
Boa-Visla;
tem
boas
lojas,
quintal
e
poço.
Os
per-
tendentes
queiram
dirigir-se
á
casa
n.°
113,
em
a
dita
rua.
(4125)
THESOURl)
DO
SACERDOTE
Acha-se
já
á
veoda
a importantíssima
obra
Theaouro «lo
Saeer«lote,
escri-
pta
pelo
sabiop.
eJ.
Mach
e
vertida
e
am
pliada
pelo
padre
Manuel
Ferreira
Marno-
co
e
Sousa.
As
requisições
devem
ser
feitas
á
casa
Chardron,
editora,
—Porto
e
Braga.
Preço...............
2^400
rs.
.
CIRURGIÃO
UESTISTA
APPROVADO
PELA ESCOLA MEDICO-CIRLRGI-
CA
DO PORTO
Largo
do
Barão
de
S.
Marlinho
n.°
5
BRAGA.
Faz tudo
quanto
diz
respeito
á
sua
arte
e
continúa operando
grátis,
pobres
e
soldados.
(22
■£)
VENDA
DE
CASAS
Vende-se
uma
casa
feita
de
novo,
sita
na
rua
das
Aguas
n.°91; po
de-se vêr
desde
as
9
horas
da
ma
nhã,
até
ás 3
da
tarde.
Trata-se
na
rua
dos
chãos
n.° 13
(3086)
Para
os
engenheiros,
pharmaceuticos,
médicos,
dentistas,
professores
e
outras
pessoas que
desejarem obter
o
diploma de
doutor
ou
de
bacharel
de
uma
universida
de
estrangeira.
Dirigir
carta
registada
a
Medicus,
13,
praça
do
Rei, Jersey.
(In*
glaterra.)
braga
:
typographia
lusitana
—
1876.
Parte de Comércio do Minho (O)
