comerciominho_06041876_478.xml
- conteúdo
-
47
ANNO
1876
FOLHA
COMMERCIAL
RELIGIOSA
E
HOTICIOSA
NUMERO
478
Assigna-see
yende-se
no
escriptorio
do
ebitor
e
proprietário
Joxi
Maria
Dias
da
Costa,
rua
Nova
n.°
3E,
para onde
deve
ser
dirigida Iodas
correspondência
franca
de
porte.=As
assi-
gaaturas
são
pagas
adiantadas
;
assim
como
as
correspondên
cias
de
interesse
particular.
Folha
avulso
10
rs.
TERÇAS, QUINTAS
E
SABBADOS.
ÁS
P
reços
:
Draga,
anno
1^600
rs.=Semestre
850
rs.=Pro®:n-
cias,
anno
2&400
rs. e
sendo duas
4&000
rs.=Semestre
lâ250
rs.=Brazil, anno
3&600
rs.=Semestre
1&900
rs.
moeda
forte,
ou
8&000
reis
e
á$o()0
reis moeda fraca.=Annuncios
por
linha
20
rs.,
repetição
10
rs.
Para
os
assignantes
?0 »/
#
d
’
abatimento.
MMamm<iaanBiãwnMiaÍMMM»uaw«
■*ii^™KSíC»iaS5SxsHS.w1<
SR4UÂ-QEK.YTA-EEIRA
«
BB
ABRIL
Ao
alaíisioB democrata
e aog luc-
tadores.
«Se
a Egreja
fosse
apenas,
segundo
o
seu
instituto
espiritual,
uma
sociedade mys-
tica,
desatada inteiramente
dos
vínculos
da
terra,
não seria para temer»,
etc.
Lemos
isto
na
«Lucla»
(o.°
139)
tendo
por baixo
a
assignatura
do
tributteiro
de
mocrático
«Laliuo
Coelho»
em
lettras
gor
das.
Uma
«sociedade
compõe-se
de
ho
mens»
(é
provável).
Ora
urna
sociedade
de
homens
«desatada
inteiramente
dos
vínculos
da
terra»,
havia
de
ter
sua
graça
!
E contintía:
«Assim
era
a
Egreja
pri
mitiva
(!?),
a
Egreja
apostólica,
a
Egreja
intemerata
de
lodos
os
vícios
e
paixões
que
costumam
deslusir
e afear,
pela
fra
queza
natural
da humanidade,
as
asso
ciações
mundanas».
O
auctor,
esquecido
de
ter
escriplo
estas
palavras, que
nos
não
atrevemos
a
chamar
hypocritas,
mas
que
bem
o
pare
cem,
accrescenta
logo
abaixo
o
seguinte
que
abertamente
contradiz
o
precedente:
«Mas
a
Egreja,
apesar
de sua
divina
in
stituição, se
é
confraternidade
myslica
de
fieis,
é
também
necessariamente
(sic)
con
gregação
de
homens
que
não
despiram
no
baptismo
as
maculas
da
carne
e
as
im
purezas
do
coração».
Mas
eotão...,
se
«necessariamente»...,
como
affirraaes
mais
acima
que
«assim»
não
«era
a
Egreja
primitiva,
ruas
que
era
intemerata
de todos os
vícios
e
paixões»?
Para
vos
escapardes
á contradição,
de
duas
uma;
ou haveis
de
aflirmar
que a
tal
Egreja
primitiva
não
era
composta
de
homens,
ou
que
a
Egreja
actual
não
é
a
verdadeira
Egreja,
uão
é
assistida
pelo
Espirito
Santo,
faltaram-lhe
as
promessas
de
Christo,
não
é
santa,
n
’
uma
palavra;
o
que,
bem
sabeis
que
seria
negar
um
doiima
calholico;
e vós
d
’
esta
vez
não
pegastes
da
pentia
resolvidos
a
isso.
Muilo
peio
c
nlrario
!
Mas
como
mais
facilmente
se
apanha
um
mentiroso
do
que
um coxo,
e
como
Deus
quos
vuld
perdere
dementat,
permitliu
a
Providencia
que
vos
atraiçoasse
a memória e
que desseis
eslenderele.
Se a
lição
vos
aproveitasse
!
Também
o
snr. Latino
Coelho,
se
a
«Lucta»
falia
verdade,
inflamado
em
zelo
santo,
em
zelo
verdadeiro
pela pureza
do
Chrislianismo,
pelos
interesses,
peia
honra
e
bom
nome
da
Egreja
Catholica
Apos-
iica
Romana,
fulmina
desassombrado
com
palavras mais
«arrogantes»
certamente
que
as empregadas
na
«bulia
In
coena
Domim»
os
«desasisados procedimentos
com
que
os
zelanles
da Egreja
(falsos,
por suppos-
to,
pois
que verdadeiros
só
os
democrali-
co-ibetico-Zcdúws e
companhia
urbana:
por
outra,
—
só
coelhos
e
loureiros),
que
são
os
seus
mais
infatigáveis
inimigos
e
per-
tmbadores
(as pessoas
que
lem
a
paciên
cia
de
nos
ler
nunca
ouviram
fallar
d’
a-
quella chistosa
fabula
do
bom
Lafonlaine
em
que o
lobo
procura
desacreditar
os
cães
perante
as
ovelhas,
alim
de
as
per
suadir
que os
despeçam
do
rebanho
—
os
taes
«zelanles»?),
e
que
estão
buscando
a
cada
passo
divorciar-se
da civilisação,
e
da
liberdade
(ora
vejam
!)
e
tornala in
conciliável
com
a
soberania temporal»
(?l)
Confessamos
o
nosso
peccado,
mas
este
final,
que
tomamos
a
«liberdade»
de
su
blinhar,
não o
percebemos
por
mais
vol
tas
que
lhe
tenhamos
dado.
E
esta
«li
berdade»
que
aqui
tomamos,
quem
sabe
se
será ella
das inconciliáveis
com
a
so
berania
temporal!
—
Quem
sabe!—
(B.
P.)
Um
titubeante,
que
claudica
in
duas
parles!
um
moderado
que
se
quer
conser
var
n
’um
meio
que
não
existe
entre
dous
extremos que se
tocamj!
um
desgraçado
que
vult
et
non
vult,
como
aquelle
piger
de
que
nos
falia
a
Escriptura
!
um
pobre,
de
vista
curta, que
gosta
de
accetider
uma
vela
a
S. Miguel,
e
outra
mais
pequena
ao
bicharoco
da
sua
peauha
I
nada
mais
triste
nem
mais
digno
de lastima. Foi
o
sentimento
que
nos
occorreu ao
lermos
ha
dias
no
folhetim
de um
jornal
de
Coim
bra
:
«Fizeram
muito
(!) Luthero e
Voltaire
:
desanuviaram
a
razão
humana
(?); mas
lam
bem
crearam
um
immenso
mal:
não
sub
stituíram
a
fé
que
apagaram.
A'
tyran-
nia
da aucloridade
segtiiu-se
a
anarchta
ia
razão
individual
:
os
desvios da
razão
tu
multuaram
a
consciência.
Dahi
a
lucla
das
aspirações
illimitadas
com
os
meios res-
trictos;
as
paixões
em
combaie
com
as
contrariedades;
o desespero
protegido
pela
fraqueza
(?)
;
a vida
ameaçada
pela
morte.»
Com
effeilo
não esteve
má
a
desanu-
viadela
!
E
como
«fizeram
muilo»
os
dous
heroes
!.,.
Só
uma
pergunta
ao
snr.
O.
T.
do
«Conimbricense»:
Satanaz
não
faria
mais
com
o
seu
non serviam
transcendente
?
O
mesmo
auctor,
fallando
do
suicídio,
e
condemoando,
não
sabemos
bem
porque,
o
castigo
infligido
ao
«cadaver»
do
suici
da,
—
castigo
que se
não
«destroe»
de
to
do
«este
flagello»,
tem
com
tudo
a
pre
ciosa
virtude
de o
reduzir
a
mínimas pro
porções
(a
historia
faz
fé),
accrescenta
di
zendo
alguma
coisa
com
geito,
inas
ca-
hitido
em
parte
na
mesma
pecha
que já
acima
lhe
notamos
:
«Que
fazer?
«Amoldar
a
vida
nova
ao
tnachioismo
novo (?)
«Egualar
quanto
possível as
condições
com
os
direitos
(?).
«Fundar o
socialismo
do
Evangelho.»
isto
no
Conimbricense.
o
mais terco
ini
migo,
quiçá,
das ordens
religiosas
em
Por
tugal,
tem graça!—
Que
as
ordens religio
sas sejam a
mais
brilhante,
a
mais
com
pleta
e
talvez a
unica
realisação
do
ver
dadeiro
e
rigoroso
socialismo evangélico
no
seio
da
humanidade,
em
nossos
tempos,
parece
nos
diíficil
haver
quem
se
atreva
a
negal-o
com
algum
fundamento.
«E
sobre
as
desigualdades
inevitáveis
e
as
catastropbes
naturaes,
levantar
a
phi-
losophia
do
livro
de
Job,
doce
consolação
do
ioforttioio,
balsamo
suavíssimo
das
fe
ridas
do
coração
humano,
orvalho
do ceo
que
refresca
os
ardores
das
paixões
da
terra.»
Bello
!
muito
bem
I
magnifico !
Porque
não
hade
ser
assim
sempre
?...
Não
falíamos de
estylo; falíamos
de
ideias.
Qoanto
ao
estylo,
para
que
veja
o
sr.
O.
T. em
quão
pouca
conta
(relativameo-
te
fallando,
se
entende),
é
elle
tido
por
nós,
sem nos
importarmos
de o
abaixar,
e
só
para
melhor
sermos
comprehendidos,
vou
fazer-lhe
a
pergunta
por
outra
forma,
se
menos
académica,
não
menos
fiança,
e
mais popular: —
Porque
hade
s.
s.
a
dar
sempre
tuna
no
cravo eoutra
na
ferradura
?
(B.
P.)
NOTICIAS
estrangeiras
.
O
freto mais
importante
recentemente
occorrido
na
polilica
hispanhela,
é
a
sub
stituição
de
Dnran
y
Lira,
na
pasta
da
marinha,
pelo,
almirante
Anlequera.
Parece
que
o
ministro
da fazenda
tem
em viela pagar o juro
dos
consolidados
internos
a
vencer
1
0|0
em numerário e
2
0|Q
em
titulos
deferidos
e
os últimos 3
coupons
serão
pagos
com
desconto
d<
50
0|0
em
consolidados.
Se
este
projecU
lòr
por
diante parece-nos
que
talvez
st
não
cumpra
o
pagamento
de
1 0|Q
em
dinheiro,
por
quanto
a
receita
não
chega
para satisfazer
os
encargos do
thesouro.
Falla-se
de
algumas
failencias
em
con
sequência
da
liquidação
d
’este
mez na
Bolsa,
effeilo
da
grande
baixa
dos
valores
públicos.
Desperta
grandemenle a
attenção nos
círculos
políticos
de Paris
o
projeclado
casamento da filha
do conde
de
Gontaut-
Biron,
embaixador
de
França
em
Berlin,
com o
snr. de Taileyrand-Perigord,
tenente
do
segundo
regimento
de
hulanos
da
Prus-
sia.
Este
enlace causa
sensação,
não
só
por
ser
ofíicial
prussiaoo
o
noivo,
mas
também
porque, nascido
em
França
no departa
mento
de
Oise,
passou
á
Allemanha
ha
10
annos
e
se
naturalison
prussiano,
re
negando
a sua nacionalidade
franceza. Ao
rebentar
a
guerra
entre
a
França
e
a
Prus
sia
era
addido
militar
á
embaixada
da
Prussia
em
Roma,
e
sollicilou
entrar
em
campanha
aggregado
ao
eslado-maior
do
general
Manteuffel.
Parece
que
eflecliva-
mente
tomou
parte
muilo activa
na
guer
ra,
indicando
os
chateaux
do
seu
depar
tamento
natal
mais
aptos
para satisfaze
rem
as
requisições
prussianas.
A
opinião
publica
franceza
mostra-se
muilo
hostil
a
esle
casamento
e ao
em
baixador
francez que deu
o
seu
consen
timento
E
’
muito provável
que
o
conde
de
Goniaut-Biron
deixe
de
representar
a
Fran
ça
em
Berlim,
sendo substituído
pelo
con
de
de
Saint-Vabier.
Um
jornal
publica
os
seguintes
porme
nores
sobre
a recente
tentativa
revolucio
naria
em
Kragujevatz,
na
Serbia:
E
’
um
estudante,
por
nome
Slepich,
que teve a
iniciativa
da
manifestação
de
senrolando
a
bandeira
vermelha,
e
levan
tando,
com
toda
a
força
da voz,
o
grito
de
«Viva
a republica». Mas apenas proferi
ra
esie
grito
enlbusiasta
foi
morto
com
um
agente
da policia.
A
multidão,
que
assistiu
a
este
drama
e
que
pouco
participara
do
enlhusiasmo
da
victima,
ficou
de
tal
modo
impressionada
com
o
tim
imprevisto
de
Slepich,
que
ne
nhuma
das
testemunhas d’esta
scenas
ou
sou
arrancaf
das
crispadas
mãos
do
estu
dante
a bandeira,
evacuando,
no
meio
de
grande confusão,
a
praça.
Duvida
se se
Slepich
foi
o
author,
ou
simplesmente
o
instrumento
da
manifesta
ção.
Todavia;
uma
carta
de
Belgrado
diz
que,
uma
syndicaucia
aberta
para
desco
brir
a origem
do
negocio
conduziu
á
sup-
posição
de
que
o
plano
da
manifestação
emanava
dos comités
insurrecciouaes
da
Internacional
de Londres
e
de
Zurich.
GAZETILHA
lausperetine.
—
Expõe-se
hoje
no
magestoso templo
des
Congregados.
MirundellA,
30
tle março de
ISíO.
—
(Correspondência
d
’
esta secção
de
noticias).
A
nossa
posição
de
correspondente
nos
colloca
no
dever
impretertvel
de
comba-
ler
a
lodo
o
transe umas
certas
argui
ções,
que
sabemos
se
fazem
a
um
cava
lheiro
do
concelho de Carrazeda,
o
exra.®
snr.
Almeida
Barbosa.
Atlribuem-lhe
a
pa
ternidade
d
’
estas
correspondências
;
quan
do é
certo que o
mencionado
snr.
nada
iem
contribuído
para
que
ellas
vejam
a
luz
publica,
e
está
inuocente
das
accu-
sações
que
lhe
fazem,.
..não
obstante
os
delractores não ousarem
piovar-nos
a
fal
sidade
do
que
havemos
escriplo
em
prol
da
opinião
publica.
Escusam
portanto os
modernos
censo-
es
do
concelho
de Carrazeda culparem
o
innocente,
e
exaltarem
o
vicioso,
—
que
nós
estamos
sempre na
brecha
para profligar
o
seu
louco
intento,
e
não deixaremos
passar
nenhum
dos
seus
actos
ofliciaes
sem
os
expormos
á consideração publica,
e
lhes
infligirmos
o
conceito,
com
que
os
rece
bemos,
na
certesa
de
qoe
applaudiremos
tudo o
que
mereça
louvor, e
nos
pareça
digno rfbomens
que
sabem
presar a
sua
reputação
de
cavalheiros
e
empregados
pú
blicos.
Por
agora
cumpre-nos
pôr
a
salvo
das
calumuias
dos
detractores
a
reputação
e
os justos
créditos,
de
que
gosa
o
snr.
Al
meida
Barbosa.
—
Muito
pouco
assumpto
temos
para
esta correspondência,
no
entanto
forceja
remos
por
preencher
dignamenie o
nosso
oflicio
de
cfirooisla
d
’
estas
localidades.
—
Consta-nos
com solidos
fundamentos
qoe
passada
a
Paschoa
veem
para
o con
celho
de
Carrazeda
os
missionários apos
tólicos,
entre
os
quaes
avultam
os
nomes
do padre Manuel
Couto,
director da
mis
são,
podre
Manuel Dias,
e
padre
Agosti
nho,
pregadores
infatigáveis,
e
oradores
sagrados
de
solida
insti
ucção,
e
zelosos
pela
sabação
das almas.
Dizem-nos
que
vão
missionar
para
Bel-
vêr, uma
das
povoações
mais
ordinárias
do concelho de
Carrazeda,
podendo
evan-
gelisar
em
povoações
mais importantes
do
mesmo
concelho.
Não
concordamos
com
a
escolha
da
localidade,
se
bem
que
nos
asseguraram
do
«eu
bom
acolhimento,
e
da
concorren-
que
alli
ha
de
affluir
de
todas
as
partes
circumvisinhas,
a
ouvir
a
palavra
inspira
da
dos
zelosos missionários.
Nós,
que
já
tivemos
a
dita
de
os
ou
vir,
não
nos
cansaremos
nunca
de
rece
ber
as suas
sabias
instrucçôes,
e
de
es
cutarmos
attentamente
a
palavra
facil
e
corrente,
que
moldada
nos preceitos
do
Evangelho,
lhes eflue
espontaneamente
e
vae
callar
no
animo
dos
ouvintes.
Quem
nos
dizem que
anda
muito
as
sustado
com
a
ida
dos
missionários
para
o
concelho
de
Carrazeda,
é
o
immortal
Neves, mestre-escola interino da cadeira
de
Carrazeda,
e
de
mais
a
mais
porque
se
dá
a
coincidência de elles irem
para
a
po
voação,
d
’onde
elle
é
natural.
lanto
este
assusto
o
traz
já
desorien
tado.
que clamou
no
«
Partido
Liberal»
que
era
impossível
no XIX
século
apparecer
em
publico
a
figura negra
d
’
um
lazarista
ou
jesuila,
depois
dos grandes
progressos,
de
que
se
ufana
o
século
!
!
Na sua
ignorância
crassissima confun
de
qualquer
sacerdote secular
com
os
la-
zaristas
e jesuítas,
aos
quaes
procura
mor
der
no calcanhar,
e
ua
sandalia.
Disse
lambem
como desfôrço
á
vinda
dos
missionários
para alli,
que
prepara
para
essa
occasião a representação do dra-
«Os
Lazaristas»
e
qoe
promette
estar
sem
pre
de
atalaia
para não
permittir
que
os
missionários
nas
suas
prédicas
ataquem
a
sociedade actual,
ou
appltqnem
a
doutri
na
do
«Syliabus»
do
immorlal
Pio
IX,
aonde
fulmina lodos os
êrtos
modernos!
fia de
ser
curioso!
Pobre louco!
Nós o que mais
pedimos
e
implora
mos
da
Misericórdia
Divina,
é
que
se
di
gne
compadecer-se
d
’
esta
alma, e
a
faça
converter
á
soa
divina
graça
por
inter
médio
d
’
estes
zelosos
missionários
de
quem
nós
temos
a
esperaç
serviços
relevantissi-
mos
prestados
á
cansa
da
Religião
e
da
sociedade,
tão
profundamente
corrompida
até
ao
amago
por
theoaias
dissolventes
e
dele
terias
D
’
aqui
enviamos
os nossos
cordeaes
parabéns
aos
dignos
e
inlelligenles
Missio
nários,
a
quem
agouramos
auspiciosa
co
lheita
de fructos
espirituaes, na
missão
pro-
jectada
do
concelho de
Carrazeda
;
que não
desanimem,
é
o
que
nós
mais imploramos
da
Providencia
Divina,
porque
sempre
os
acompanha
copiosa
abundancia
de
graças
e
favores
do
ceo.
—Para
concluir
esta
co
rrespohdencia,
vamos
faliar
do
tempo,
á
mingua d
ou-
tro
assumpto,
que
mais
desperte
a
cu
riosidade
dos
leitores.
Ha
8
dias
que
estamos
debaixo
d
’
um
violento
temporal
de vento
e
chuva,
e
frio
também,
que
já
é
improprio
da estação,
em
que
ha
pouco entramos,
a
qual
nos
pintam
os
poetas
como
a
mais linda
e
encantadora,
qualidades
estas,
que
não
lhe
conhecemos
ainda
á
primavera actual. No
entanto,
a
agricultura
agradece
vivamen
te esta
invernia, porque já
se
ia
definhan
do
com tão
longa
sécca.
Deus
amerceou-
se
de nós,
e
mandou
as
aguas
regar
os
campos,
e
oxalá
permitia
também
que
as
arvores
fructifiquem
para
a
agricultura
se
erguer
do
abatimento
e
decadência,
em
que
jaz,
e
por
sna
vêz
ir
animar
o
commer
cio
e
a
industria,
que
são
as
verdadeiras
fontes
da
riqueza
e
prosperidade
dos
po
vos.
Desculpem-nos
os
leitores benevolos
esta
tirada
importuna,
mas
não
fazem
ideia
do
grande
pauperismo
que
reina
oa
clas
se
mais
baixa
do povo
de
Traz-os-Mon-
tes
1
Podemos
comparal-o
ao
da
província
do
Algarve,
e
para elle
pedimos as
vis
tas
carinhosas
do
governo,
que
tão
sabia-
mente
attendeu
á
crise
medonha
que
atra
vessou
esta
ultima
província.
Por
hoje ficamos por
aqui:
volveremos
a
íailar
d
’
este
assumpto,
porque
não
jul
gamos
a
matéria
esgotada.—Heitor.
Eneerrameíita
titis côrtes.—
Pela
1
hora
da
tarde
do
dia
2
de abril de
1876,
reunidos
na
sala
da camara
ele-
ctiva
os
dignos
pares
do
reino
e
os
se
nhores
deputados
da
nação
portugueza,
s.
ex.
a
o
snr
marquez
d
’
Avila
e
de
Bola-
ma,
presidente
da
camara
hereditária,
to
mou a
presidência,
e
sendo
já
presentes
os
exm.
os
sors.
ministros
da
corôa
de
clarou aberta a
sessão.
S. ex.
a o
snr.
presidente
do
concelho
de
ministros,
leu
o
seguinte:
«Sendo
chegada
a
época
em
que
tem
de
encerrar-se
as côrtes
geraes
ordinárias
da
nação
portugueza,
e
occorrendo
cir-
cumstaticias
que
me impedem
de
assistir
a
esta
solemnidade:
hei
por
bém
deter
minar
qne
a
sessão
de
encerramento
se
effectue
ámanhã 2
do
corrente
mez
de
ab ii pela
uma hora
da
tarde,
na
sala
das
sessões
da
camara
dos
senhores
deputa
dos
da
nação
portugueza,
reunidos am
bos
os
corpos
collegisladores,
sob
a
di
recção
do
presidente
da
camara
dos dignos
pares
do
reino, e
que
por mim
assistam
á
dita
sessão
os
ministros
e secretários
d
’
estado,
que
compõem
o
actual
ministé
rio,
devendo
o
presidente
do
conselho
de
ministros
lèr
no
principio
da
sessão
este
decreto,
declarar
segnidamente
etn meu
nome
encerradas
as
côrtes
geraes ordim?-
lias,
e
remeiter
depois copias
do
mesmo
decreto a
uma e
outra
camara
para
fica
rem
depositados
nos
seus
archivos.
«O
presidente
do
conselho
de
minis
tros,
etc.»
Knstrueção primaria.—
Despachos
de
1
do
corrente.
-
Carlos
Augusto
Rodrigues,
promovido
á
propriedade
da cadeira
de ensino
primá
rio de
Redondello, concelho
de
Chaves.
Domingos
(padre)
Rodrigues
da
Silva,
promovido
á
propriedade
da
cadeira
do
Souto,
freguezia
de Nogueira
da
Rege-
doura,
concelho
da
Feira.
João
Augusto
de Figueiredo, provido,
por mais ires
annos,
na
cadeira
de
Quiaios,
concelho
de
Figueira
da
Foz.
Manuel
Rodrigues
Francisco,
provido,
por
mais
ires annos,
na
cadeira
de
Po
voa
do
Concelho,
concelho
de Trancoso.
Pedro
Antonio
Vieira,
promovido á
propriedade
da
cadeira
de
Covas,
conce
lho
de
Boticas.
Maria
Libania
Fagundes,
promovida
á
propriedade
da escola
de meninas
da *il-
ía
da
Praia
da
Victoria,
ilha
terceira.
^eirseguições
nn Polonia.—
O
jor
nal
«Germauia»
confirma
a
noticia
da
de
portação
dos
capuchinhos
de Labroczyin,
perlo de
Varsóvia,
e
de se
ter
fechado
o
seu
convento.
O
pretexto
apresentado
para
isto
é
a
prisão
de
uma
mulher
por
tadora de
correspondências
dirigidas
d
’
esle
convento.
O «Correio
de
Posen»,
falia de
gran
des
soffrimenlos
soflridos
pelos
sacerdotes
deportados
para
a
Sibéria e
no
interior
da
Rússia,
por
causa
da
mudança
conti
nua
da
sua
residência. Nào os deixam
demorar
em nenhuma
parte
senão
pouco
tempo, afim
de
os
privar
dos
meios
de
ganhar
a
sna
vida,
pelo
trabalho,
e
de
uma
ceria
influencia
para
com
as
pessoas
que
os cercam. Para conseguir
isto
as
aucloridades
antes
da
chegada d
’
estes
ec-
clesiasticos
ao logar
da
sua
nova
residên
cia,
representam-nos
como
tratantes
e
la
drões.
Apesar
d
’
estas
infames
caluranias,
es
tes
deportados
chegam
deolro
em pouco
a
inspirar
aos
habitantes
o
respeito
que
lhes
é
devido.
As
missas
são
o
seu
unico
recurso
;
mas
como
ellas
são
severamente
prohibi-
das
a
todos
os
sacerdotes
catholicos
sem
excepção,
são celebradas
ás
escondidas
na
sua
habitação.
Quando
um
d
’
elles
morre,
o
enterro
é
feito
por
um
pope russo.
Assim
foi
sepultado
ultirnameote
o
abba
de
Kanovowskí
em
Spatk. Seus
compa
nheiros
de
infortúnio
viram-se
privados
da
faculdade
de
lhe
dar
uma
sepultura
ca-
tholica.
Novos
detalhes
apparecem
ao
publico,
relativamente a
conversão chamada espon
tanea
dos gregos unidos.
Os
agentes
da
policia,
levam
de
casa
em casa
o acto
d
’
es-
ta
conversão,
ameaçando
com
a
prisão
e
com
a
Sibéria
aquelles que
a
não
assigna-
retn.
Publicações.—
Temos
em
nosso
po
der
algumas
das
publicações
ultimamente
feitas,
e
das
quaes
diremos
de
espaço
na
secção
própria. Entre
essas
mencionare
mos
:
—
Portugal
antigo
e
moderno,
por
Pi
nho
Leal
(Fase.
96.
u
)
—
A
Egreja
triumphante,
—
Versão
de
D.
Miguel
Sotto-Mayor.
— O
Estandarte real,
romance
de
M.
Pereira
Lobato
(Fas.
l.°
e
2.°)
—
O
Amor
dos
amores,
por
H.
Perez
Escrich
(Fas.
12.)
—
O
Douro
lllustrado,
pelo
visconde
de
Villa
Maior. (Fase.
11
e
12.)
SubeeripçAo
—
tem
continuado a
da
reconstrucção
da
capella
de
8.
Victor-o-Ve-
Iho.
Simão
Duarte
d
’Oliveira
....
Visconde
de Margaride
..............
Commendador
Manuel
José
Go
mes Braga
............................
Antonio
de
Faria
Araújo Ribeiro.
Henrique
Catlos
Freire
d’
Andra-
de
(engenheiro).....................
Maltiias
Dias
da
Fonseca.
.
.
.
Francisco Antonio
d
’
Aranjo
Reis
Anonymo.......................................
Cotilinúa
aberta
a
subscripção.
500000
180000
90000
90000
40300
40300
40300
40300
Anniverunrio. —
No sabbado,
8
do
corrente,
pelas
9
horas
da
manhã,
tem
de
celebrar-se
urna
missa
e
responso
cantados
na
egreja
do
convento
dos
Remedios,
pe
la
alma
do
rev.°
padre
Marlinho
Antonio
Pereira
da
Silva,
por ser o
dia
do
anui-
versario
do seu
fallecimento.
Roga-se
aos
associados
do
SS.
Coração
de
Maria
e
aos
amigos do
finado
a
sna
assistência,
para
darem
mais
um
publico
testimunho
da
veneração
que
consagram á
memória
do
finado.
Arendes
t»mbo. —
A
«Correspondên
cia
de
Coimbra»
chama
ao
«Diário
de
No
ticias»
«jornal
imparcial
edigno»
(V.n.°
13).
O
«Conimbricense»
que
hontem
recebemos
assegura ao
dito
«Diário» que
«continue
a
gozar
dos
mesmos
créditos
que
até
hoje.»
Se
os
dous
jornaes
adversos
fossem
in
clinados
ao
epigrauima,
diríamos
que...
Co
mo
nos
parece
que
não
são,
arcades
ambo;
e
junto
ao
incolor,
fazem
Ires.
Ha
dias
o
tal
incolor
dizia
n’
um
mes
mo
n.°
que
a
guerra
carlista
em Hispanha
«era ateada pela
ignoiancia
e
pelo
fanatis
mo»;
e
que
em
Jedo,
capital
do Japão,
ha
actualmente
10:000
publicações
diarias»
(sic!—
dez mil !
Que
guelas
!)
E
’
tão
verdade
a
primeira
como
a se
gunda
asserção.
O que
também
é
muito
verdade
é
serem
as
doutrinas anti-carlisias.
ou
liberaes,
as
que
produzem os
horren
dos
crimes
de
cuja
narração vem
salpica
da
todos
os
dias a
dita folha.
E
senão
diga-nos
porque
será
que
nas
províncias
Vascas
é
immensamente
menor
o
numero
dos
crimes
do
que
tio resto da
Hispaoha,
e alguns
nem
sequer
alli
são
conhecidos
—
o
suicídio e
infanticídio,
por
exemplo
?
I
jíçõq
de
grainauatiea.
—
O
citado
collega
estendeu-se
em
vinte
e
quatro hi-
dropicas
linhas para
n<>s
dar
urna
lição
de
grammatica,
de
que
sabe muito,
ex-offlcio.
Sentimos, porém,
qne
os
generosos
ex-
forços
do
mestre
fossem
lotalmente
infru-
ctiferos,
e
alé
um
lanto
prejudiciaes
ao
discípulo.
Escreve
o
citado collega:
«Lá
(na
escola
para
onde
o
citado col
lega
nos
despacha/
hão
de ensinar-lhe
«lambem
que
lhe
significa a elle
ou
a
ella,
«e
por
isso
nunca
póde
concordar
com
ibombas
que
está
no
plural.
Esta
razão
bas-
«lava
para
não
poder
entender-se
que
o
idivisarmos-lhe o
olhar
terno
se
referia
a
«boinbas,
pois
n
’
esse
caso
era
preciso
em
«vez
de
estar
escriplo
divisarmos
lhe,
es-
«lar
divisar-mos-í/ies.»
Ignorávamos
tudo
isso,
excepto
que
di
visarmos
se
escreve
com
hyphen
;
no
entan
to...
ipse
dixit.
Agora,
espatifada
assim
a
nossa
igno
rância,
vamos
arriscar
uma
observação
ao
mestre.
Diz-nos
o
citado
collega
que
lhe
signi
fica
a
elle ou
a
ella.
Muito
bem.
Mas
um
dos
períodos
do
mestre
está redigido
d
’
este
modo
:
«Irado, tremulo
de
raiva,
fulo,
arremes-
«sa-nos
umas
bombas,
que
ao
estalarem
«sobre
a
nossa
cabeça,
nem
ao
menos
ti-
«vemos
o
gosto
de
LHE
ver
o
fumo».
Esclareça-nos
o
mestre.-
de
quem,
ou
de
que
procede o
fumo?
Se
lhe
significa
a
elle
ou
a
ella,
é
claro
que o
fumo
pro
cede de
bombas,
que
estão
no
singular,
se
gundo
a opinião
do
citado collega.
Não mandamos o mestre
para
a escola;
preferimos
mandal-o
para
a
Cochinchina.
A
eauve.—
(Conto
de
Schmid)—
Dois
artistas, José
e
Bento, que
viajavam
jun
tos,
passaram
perto
de
uma horta situada
fóra
e
não longe
de
uma
aldeia.
'•
—
-Olha,
olha
disse José,
que
bellas
que
são aquellas
couves,
nunca
as
vi
ta
manhas.
—
Hom'essa!
respondeu
Bento,
que
gostava
de fazer
suas ponderações;
eu
na
da
encontro
de
notável
n
’estas
couves.
N
’oulra
viagem
que fiz vi
uma
que
era
muito
maior;
sim
segurameote
que era
maior
que
aquella
casa
que
acolá
está.
—
Isso
será
demais,
homem
!
replicou
José
que
era
caldeireiro.
Mas
emfiin
vá;
o
que
eu
sei
é
que
já
trabalhei
n
’
um
cal
deirão que
era
bem
maior que a
egreja
d
’
este
povo.
—
Que
éo
que
dizes?
exclamou
Bento;
e
não
me
dirás
para
que
era
esse
gi
gante
dos
caldeirões
?
—
Para
cozer
a
tal
couve
que
tu viste,
replicou José.
—
Já
te
comprehendo,
meu
amigo,
res
pondeu
Bento
envergonhado
e
confuso;
tu
ordinariamente
não
mentes;
fallasle-tae
i/esses
termos para
f;
zer-me
ver
o ridí
culo da minha
mentira
e
que
sou um
verdadeiro
ponderador.
—
(Extr.)
Caídas de Visella.—
Mais
um me
lhoramento
tem
logar
este
anno
n
’
aquella
localidade,
pois
que
no
dia
19 d’
esle
mez
tem
de
se
abrir
a
casa
de
saude,
filiai
da
do
Porto,
que
dois
cavalheiros
de
Guima
rães,
nao
se
poupando
a
despezas,
conse
guiram
montar
com
lodos os confortos
presciiptos
pela hygiene.
A direcção
le-
cbnica
d
esle
estabelecimento,
está
a
cargo
do
bem
conhecido
facultativo
o
snr.
José
Joaquim
Pimentel
Lobo.
Com
este
novo
melhoramento,
grandes vantagens
devem
tirar
os
doentes,
por
isso
que
enconlia-
rão
as
maiores
commodídades
e
toda
a
qualidade
de
banhos
que
a
sciencia
pre
screve
e indica.
A
h
«obras.
—
Estes
reptis,
que tanto
medo
e
repugnância
inspiram
a
quasi
to
da
a
gente,
tem
dado assumpto
desde
re
motos
tempos
a
crenças
supersticiosas
e
erros
absurdos,
ialvez
concorra para
a
geral
aversão
que o
povo
tem
a
este
ani
mal,
a
pinlura que
Moysés
faz represen
tando
o peccado
ou
antes
a
tentação,
na
figura
de
uma
serpente.
O
vulgo attribue
ás
cobras
a
faculda
de
de magnetisar
com
a
vista
os outros
animaes.
Esta
crença
depende
do
s-gum-
te. Estes
animaes
não tem
palpebras,
e
os olhos
sempre
abertos
parecem
olhar
em
todas
as
direcções. E’ por
isso,
qtie
a
vista
das cobras
fascina
e intimida,
e
pa
ra
qualquer
lado
que
caminhemos, está
sempre
fixa
em
nós.
O
peccado
e
tentação
são
bem
symbolisados
na
serpente,
porque
o
reptil
abjecto, vil
e
repugnante,
escon
dido
por
entre
o
mato,
com
o
corpo
es
corregadio
a
enroscar-se
e
euleiar-se
sobre
as
suas
victimas,
representa
bem
o
pecca
do
e
o
crime
a
tentarem
e
assaltarem
a
virtude
e
felicidade.
Não
admira
por
tanto,
que
as
cobras
assustem
e
aterrem
os
pequenos
e limidos
animaes
que
procuram fugir-lhes,
ator-
doando-os
e
paralysando-lhes
o movimen
to.
O
homem
também
sente
ruuilas
vezes
uma
impressão
que
o
incommoda,
com
o
olhar
de
certas
pessoas,
que
tem
os
olhos
grandes
e
salientes
e
a
vista
fixa.
Senti
mos
assim
urna
especie
de fascinação
des
agradável,
a
que
é
difficil
resistir.
Um
dos
erros
mais
grosseiros é
acre
ditar,
que
as
cobras
procuram as mulhe
res,
as
vaccas, as
cobras
e
as
ovelhas
pa
ra
mamarem.
O
prejuízo
do
vulgo chega
a
ponto
de
aflirmar,
que
se
tem
encon
trado
nos
curraes
estes
reptis
debaixo
das
vaccas
sugando-lhes
o
leite,
e
que
para
enganar
a cria,
em
quanto
mama
na
mãe
que
derme
mette
a
ponta
da
cauda
na
boc
ca
do
filho,
para
elle
chupar
!
Não
é
acreditável
semelhante
supposi-
ção.
Se
a
cobra
mamasse,
devia
pertencer
á
classe
dos
mammiferos;
devia possuir
tetas
próprias
para
alimentar
òs
filhas,
e
ser
dotada
de
organisação
muito
diflerente.
Devia
dar
á
luz os
filhos vivos,
e
não
seria
ovipara.
Mas
prescindindo
destas
considerações;
se
a
cobra
por
uma
espe
cie
de
goiodice
tentasse
mamar,
enganan
do
tão
astuciosamenle
a
intellígencia
pre
vidente
da
mãe
e
o
instincto
não
menos
admiravel
do
filho,
não
o
poderia
fazer,
porque
a
falta
de
lábios
e
a
disposição
anatonica
da
língua
não
lhe
pertniiliatn
chupar
na
teta.
O
encontro
das
cobras
nos
curraes
explica-se,
porque
vão
ahi
bus
car
a
temperatura
mais elevada,
qtie
o
ca
lor
do
gado
e
dos
estrumes
proporcionam
nestes
lugares.
—
(«Conimbricense»)
<3
«Manifesto
da
ojsgsoisieçãa
Iiis-
torica-reforminitn..
—
Lê-se
no
Hem
Publico:
Na
quarta
feira
(28)
publicam
o
Dia-
rio
Popular,
orgão
oflicial
dos
reformistas,
a
Democarcia,
orgão ciliciai
dos
republi
canos,
e
o
Paiz,
com o
mesmo oflicio
entre
os
hisloricos,
um Manifesto,
ou cou
sa
que
o
valha,
em
que
declaram
ter
sa-
hido
da
camara por
se
não
ler
admiltido
a
sua
proposta
á
discussão,
e
não
se
ter
nomeado
a
cornmis-ão
para
ir
procurar
nas
secretarias
se
haveria
docutnenlos
que
auclorizassem
uma accusaçào
criminal
con
tra o
ministério.
Absurdo
em
si
mesmo,
tanto
que,
se
podesse
admittirse
em
jurispru
dência,
mesmo
liberal,
a
mais
absurda
das
jurisprudências,
ninguém
se
poderia
con
siderai
seguro
na
sua
pessoa
e
bens
ab
surdo
como
pretexto,
porque
isso
mesmo,
e
mais
do
que
isso
fizeram
cs
hí-toricos
e
regeneradores,
porque
fraudolentamente
empalmaram
aos deputados
catholicos,
quan
do
lá
tiverem
alguns,
os
seus
direitos,
sen
do
o
mais
recente
na discussão
da
desa-
mortisação
dos
bens
da
Igreja.
Entre
as
assignaturas
dos
14
está
a
do
sor.
Conde
de
Bertiandos,
que
não
duvidou
etnpare-
Ihar-se
com
as
dos homens
inimigos
ran
corosos
da
Religião
e
Igreja
Catholica
!
Consultaria
s.
ex
a
sua
conciencia
antes
de
fazel-o
?
E’
impossível.
Preparemo-nos
para
assistirmos
aos
tra
balhos
públicos,
pois
que
os
secretos
que
coriem pari
passu,
não
nos
é
d,do
vel-os,
e
só
poderemos
presentil-os,
para
uma
nova
janeirinha,
com
todos
e muito
mais
aggravados
males
para
o
paiz,
e
para
os
particulares,
da
primeira
em
1868.
As
oppozições
querem
o poder, querem
trans
torno
geral,
e
a
victoria
total
da
revo
lução por
meio
da
violência,
e
esta
exerci
da
por
elles;
e
para
isso
obedecem
com
cega
submissão
ás
ordens
que
veem
de fó
ra.
Se
quizessem unicamente
o
triunfo
to
tal
da
revolução,
não
se
agitariam
tanto,
porque
o
actual
ministério
trabalha
n
’
isso
com
zelo e assiduidade,
mas quer
conse-
guil-o
com
astúcia
e vagar
qua
os
con
servadores
costumam
pôr
nas
suas
obras
de
destruição.
Por
a
pressa
dos
opposicionislas,
vão
reunir-se
amanhan
(2
d
’
abril) meelings
no
Porto,
Braga,
Villa
Beal,
e
não
sabemos
onde
mais, para
pedirem
o
mesmo
que
pediu
o
d
’
aqui,
e
cuidar
efficazmente
em
gene»alisar
a
agitação
para
terem
os
solda
dos promptos
e
disposjos
para
o
assalto
gerai.
Quando
elle
vier
os
catholicos
nada
mais tem
a
fazer
do que
cruzar
os
bra
ços,
e esperar
os
conlecimenlos,
quaesquer
que
elles
sejam.
E’
a
justiça
de Deus
que
passa
para
amontoar
as
ruínas
do
qne
está
sobre
as
do
que
esteve;
e limpar
o
terre
no
para
as
novas
edificações
que
a
sua
Misericórdia sem
duvi
la
prepara
nos
tem
pos
vindouros.
O
que
ahi
está
não
presta;
e
o
que
hade
vir
pelas
arruaçai
lambem
não
póde
prestar.
Mas
em
quanto
não
che
ga
o
que
se
fragua
nas
chafaricas
de
fó
ra
para
se
pôr
aqui
em
pratica,
devemos
pedir
a
Deus
que
afaste
de
nós
as
desgra
ças
que
nos
ameaçam,
se
essa
fôr a
sua
vontade que,
qualquer
que
seja,
será
para
nosso
maior
bem.
Sangria no MSexieo.
—
Eis
a
respei
to
da
sangria
no
México
um
esclarecimen
to
bastante
curioso
dado
por
Hurberl
Ho-
we
Bancreft.
Os médicos
de
uma
tribu
mexicana
praticam
a
sangria de
um
modo muito
original.
O
paciente
conserva-se
de
pé, mas
a
20
passos
do
dóuior,
e
este
criva-o
de
frechas,
até
que
a
ponta
d
’
uma d’ellas
te
nha
aberto
uma
veia.
Asieâoctas.—
Um
indivíduo
muito
en
fatuado
com os
nomes,
sob
enomes e
appel-
lidosde
sua família,
foi á
noite
bater
á
porta
de
uma
hospedaria,
para
algum
quarto.
O
dono
do
hotel,
perguntando
quem
era,
ouviu
urna
longa
lista
de
nomes;' e
per
suadindo-se
qu
estes nomes
correspondiam
a
outras
tantas
pessoas,
respondeu
que
não
tinha
quartos
para
tanta
gente.
O
pobre
homem
leve
de
passar
a noite
na
rua
a
pensar
nos
seus
pergaminhos
e
brazões.
=Um
medico
apaixonado
por
umas
das
suas
doentes,
decidiu-se
a
escrever-lhe
uma
carta
de
amor,
e
deixou-a
sobre
a mesa.
A criada
vendo que
o
doutor
deixara o
papel
sobre
a
banca,
entendeu
que
era
uma
receita,
e
mandou
a
para
a
bulica.
No
dia
seguinte,
o
medico
indo
fazer a sua
visiia,
ficou
pasmado,
quando
a
criada
lhe
devolveu
a
carta
com
a
seguinte
nota.
Não
encontro
nada d’
isso
no meu
formulário.
—
Era
a
resposta
do
farmacêutico.
=Um
sujeito,
encontrando
uma
senho
ra
do
seu
conhecimento,
censurou
o
mau
gosto
do
vestido
que ella
trazia,
dizendo
que parecia
de
fazenda
velha.
—
Assim
será,
respondeu
a
senhora;
o
meu
vestido
não
será
bonito,
mas
as
suas
palavras
ainda
são
mais
feias.
A’ caridade publica.—
Imploramos
a
caridade
publica
para
uma
infeliz
mu
lher,
que
se
acha
com
unia
doença
que
a
impossibilita
de
prover á sua
subsistência
e muito
avançada
em
annos.
Mora
na
Tra
vessa
de
S.
Vicente,
n."
4.
IJtTISKOS
TELECRAUHAS BA
ASEBfCIA
HAVAS
PARIS
3.
—
Os jornaes
republicanos
atacam
fortemente
o
clero
accusando-o
de
invadir
o dominio
civil
e
violar
a
concor
data.
A
esquerda
da
camara
resolveu
con
vidar
o
governo
a
restituir
aos
conselhos
municipaes a
eleição
dos
maires.
RAGUSA 2.—Ho uve novo combale
en
tre
os
insurgentes
e
as
tropas
turcas
em
Graliovo,
Bosnia.
LONDRES,
3.—Corre
o
boato
de
que
o
gabinete retira
a
proposta
para
titulo
da
imperatriz
das
índias,
para
a rainha.
NEW-YORK,
2.
—
O
presidente
Grani
está
doente.
Os
médicos
cão
o
largam.
Bolsa
de
Madrid
—
Hespanhol
interno
16,80
externo,
16,80; bilhetes
hypotheca-
rtos falta;
bonds
do
thesouro,
58,20
cam
bio
sobre
Londres,
58
50;
dito sobre
Pa
riz,
5.60.
Depois
de
fechada
a
bolsa
os
fundos
hespanboes
internos
regularam
a
16,80
a
dinheiro,
e
a
16,92
para
o
fim
do
mez.
No
bolsim
da
tarde
os
fundos
hespa-
nhoes
internos
regularam
a
16,70
a
dinhei
ro,
e
a
16,85
para
o fim
do
mez.
MADRID
3.
—
Diz-se
nos
círculos
finan
ceiros
que
o
snr.
Salaverria
augraentará
o
desconto
nos
vencimentos
do
clero
e
dos
empregados
públicos
de
20
a 25
p. c.,
segundo
as
suas
cathegorias;
elevará
o
or
çamento
a
750
milhões
de
pesetas;
sub
stituirá
os
bilhetes
hypothecarios
da
divida
fluctuante
por
outros
pagaveis
pelo
banco
de
Hispanha;
os
coupons
vencidos
desde
1874
seão convertidos
em tilulos de
3
p. c. consolidados, e
os
pagaveis
em
julho
de
1876
receberão
1
p. c.
em dinheiro
e
3
p. c.
etn
titulos
de
divida
diferida.
O
ministro
de
obras
publicas
leu
no
senado
um
projecto
de lei
tendente
a
dar
ás
futuras
linhas
ferreas
uma
subvenção
igual á quarta parte das
despesas de
con-
strucçã
),
quando
estas
não
excedam a 240
mil
pesetas
por
kdometro;
no caso
con
trario
concederá
sómente
uma
subvenção
de
69
mil
pesetas
por
kilometro
em
con
formidade
com
a
lei
dos
caminhos
de
ferro
de
1870.
VERSALHES
3.-0
senado
approvou
unanimemente
e
sem discussão
a
lei
de
le
vantamento
de
estado de
sitio.
O governo
pedirá
que
os
refugiados
carlistas
não
sejam
enviados
em
massa
pa
ra
Algeria,
mas
somente
em
proporção
qne
possa assegurar-lhes
o
trabalho suílicien-
te.
ROMA
3.—
No
consistorio
de hoje o
papa
nomeou
o
padre
Gomes,
bispo de
Se-
gurbe,
o
bispo Feroandez
para
Segovia,
e
outros
para
Irlanda'
e
Áustria
e
nomeou
cardeal
metisenhor
Beranso
Frangellin.
MADRID 4.
—
O
«imparcial
diz
que
o
governo
projecta
converter
em
consilidado
ao
tipo
de
50 p.
c.
os
tres
coupons
ven
cidos.
Emitlirá
dois
mil
milhões
de
bilhetes
hypothecaiios.
Fará
um empréstimo
no
ban
co Hespanhol,
que
cobrará as
contribui
ções
durante
29
annos.
A
divina
deferida
servindo
para
pagar
dois terços
de
coupons
será
recebida
no
thesouro
em
pagamento
das obrigações
dos
particulares.
LONDRES 4.
— A
camara
dos
lords
re
jeitou
a
moção
pedindo
á
rainha
para
não
acceitar
o
titulo
de
Imperatriz
das
ín
dias.
WASHINGTON,
3.
—
O congresso
de
cretou
instauração
do processo
contra
Be-
llinap ministro
da guerra.
RIO
DE
JANEIRO
1.
—
Cambio
sobre
Londres
25,
idem
sobre
Pariz
3,81.
EXPEDIKSTTE
Çî.
Rogamos
a
todos os
nossos
assignan
tes
em
divida
de
suas
assignaluras,
o
fa
vor
de mandarem o quanto
antes
satisfa-
zel-as,
pois
com
o
atraso
em
que
alguns
se
acham
nos
causam
grandes
enbaraços,
aquelles
aonde
não
temos
corresponden
tes,
podem
fazel-o
por
meio
de
casas
ban
carias
ou
vales
do
correio.
Os
nossos
correspondentes
nas seguin
tes
localidades
são:
Lisboa,
o
revd.
0
snr.
José
Feliciano
Coelho
dos
Reis
—
Hospício
do
Sacramento.
Porto,
o
snr.
José
Carlos
das
Neves
—
rua
das
Fiores.
Vianna
do
Caslello,
o
snr.
Francisco
José
d
’Araujo
Júnior.
Guimarães,
o
snr.
José
Antonio
Tei
xeira
de
Freitas
—
Livraria
Internacional,
a
S.
Damaso.
Covilhã,
o
snr.
Luiz
Antonio
de Car
valho
.
Todos
estes snrs.
estão
munidos
de
recibos
devidamente assignados.
â TODOS
sem
medicina,
pur
gantes
nem despezas
com
o uso
da
delicio
sa
farinha
de.
saúde,
DU
BARRY
de Londres.
ST tintiu»
d’invariawe! sucoesso
5
Toda
a
moléstia
acaba com
o
uso
da
deliciosa
Revalesciére
du
Barry que tor
na
a
dar
a
saude,
a
energia,
a
boa
di
gestão
e
o
somno.
Cura
as
indigesiõe,
(dispepsia)
gastrica,
gastralgia,
flegmas,
arrotos,
flatos,
amargor
na
bocca,
puui-
tas,
nauseas,
vomitos,
irritações
intesli-
naes,
diarrhea,
disenteria,
cólicas,
tosses
asthma,
(alia
de respiração,
oppressão,
con
gestões,
mai
aos
nervos,
diabethe,
debi
lidade,
todas
as desordens
no
peito,
na
garganta,
do
alito,
das
broochites,
da
be
xiga,
do
ligado,
dos
rins, dos
intestinos,
da
mucosa,
do
cerebro
e
do
sangue.
75
000
curas
entre
as
quaes
contam-se
a do
du
que
de
Pluskow da
exc.
raa
snr.
a
tnarqueza
de
Brehan,
dos
doutores
Manoel
Saens
de
Tejada
da
Universidade
de
Cordova etc.
etc.
Certificado
do
celebre
dr.Rudolph Wur-
zer
z
Bonn,
19
de
Julho
de
1854.
Esta
ligeira
e
agradavel
farinha
é
o
melhor
absorvente;
ao
mesmo
tempo
nu
tritiva
e
restauiaote
substitue
admiravel
mente
toda
a
medicação
em
muitas
doen
ças.
E
’
de grande
utilidade,
sobre tudo
nas
renitências
habiiuaes
do
ventre,
bem
como
nas diarrheas,
affecçõe*
nos
rios
e
na
bexiga,
na
pedra,
irritações,
inflamações,
e
caimbras
da
uretra,
e
bexiga,
nos
aper
tos
e
hediorroides
bem
como
nas
enfermi
dades
pulmonares,
bronchites,
na
tosse
e
consumpção.
Tenho
a convicção
que
a Re
valesciére du
Barry
tem
a
propriedade
pre
ciosa
de
cuiar
as
moléstias hecticas.
Dr. Rud.
W
urzer
membro
de
muitas
socidades
scientificas.
Seis
vezes
mais nutritiva
do
que
a
car
ne
sem
esquentar, economisa
ciucoenla
vezes
o seu
preço
em remedios.
—
Preços
fixos
da
venda
por
miudo
em
toda a
pe
nínsula :
Em
caixas
de
folha
de
lata,
de
*/*
kilo,
500
; de
kilo
806
rs
;
de um kilo,
l$400
reis; de
2
*/2
kilos,
3^200
reis;
do
6
ki
los,
6$400
reis,
e
de
12
kilos,
12^000
reis.
Os
biscoitos
da
Revalesciére
que
se
po
dem
comer
a
qualquer
hora.
vendem-se
em caixas
a
800
e
l$400
reis.
O
melhor
chocolate
para
a
saúde
é
a
RevaíeBeièr®
choeolatad»$
ella
res-
titue
o
appetlite,
digestão,
sotano,
energia
as
carnes
duras
ás
pessoas,
e
ás
creanças
e
mais
fracas,
e
sustenta
dez
vezes
mais
que
a
carne,
e
que
o
chocolate
ordinário,
sem
esquentar.
Em
paus,
ou
em
pó
em caixas
de folha
de
lata
deiO
chavenas,
500
reis; de
24
chave
nas,
820
reis;
de
48
chavenas,
1^400;
de
120
chavenas,
3$200
reis,
ou
25 reis
cada
chavena.
EAKKY
E>U
tBAS&SAY
«fe
C.a
—Pla-
ce
Vendòme, 26,
Pariz; 77 Regent
Street
Londres;
Valverde,
1,
Madrid.
Os
pharmaccuticos,
droguistas,
mer-
cieiros,
etc., das províncias
devem
diri
gir
os seus
pedidos ao deposito Central
;
snr.
Serzedello
&
C.a
Largo
do
Corpo
Santo
16,
Ujisfewa,
(por
grosso
e
miudo)
;
Carlos
Barreio,
rua
do Loreto,
28;
Bar
ra!
&
Irtnãos, rua
Aurea,
12.
2?®rta,
J.
de Sousa
Ferreira &
Irmão,
rua
da
Ba
nharia
77;
de
Sequeira
;
J.
Pinto
;
Desí-
fé
Rahir;
Coimbra, V.
Botelho
de
Vas-
eoncellos
;
Aveiro,
F. E.
da
Luz
e
Costa,
pharm.;
ESureelIoa,
Ramos,
pharm.;
Draga,
Pharsiacia
Maia,
rua
dos
Chãos,
Pipa
&
Irmão,
rua
do
Souto,
Domingos
J.
V.
Machado,
praça
Municipal.
Figueira,
Antonio
Vieira,
pharm.
;
SuimarSes,
A.
J.
Pereira
Martins,
pharm.
;
Pena-
fiel,
Miranda,
pharm.
;
Ponte «lo Iiisna.
A.
J.
Rodrigues Barbosa,
pharm.;
Pa-
v©a
elo Vurziasa, P.
Machado
de
Oli
veira, pliarma.
;
Vianna
du
Canteilo,
Aflonso
e
Barros,
droguistas;
Villa d®
Conde,
A.
L.
Maia
Torres, pharm.
ÀGBÃDECIMEITOS
Angélica
de
Vasconcellos,
Jeronyrao
Pimentel,
e
Maria
Gracinda
da
Luz
Tei
xeira
Marinho Falcão
de Vasconcellos,
im
mensarnente
penhorados
pe
!
as
muitas
pro
vas
de
consideração
e amisade
que
rece
beram
de
todas
as
pessoas, que
os
cum
primentaram
durante
a
doença
e
por
oc
casião
do
fallecimento
do
seu
innocente
filho e neio,
Jor^e
da
Costa Pimentel,
a
todos
agradecem
ião obrigantes
finezas,
protestando-lhes
seu
eterno
reconhecimen
to.
Domingos
José
Alves
Braga,
D.
Maria
Julia,
João
Bapiista
Gomes
da
Silva.
D.
Maria
do
Carmo, João
Baplista
Lopes.
João
Baptista
Gomes
Ferreira,
Simão
José
Go
mes
Ferreira,
João
Henrique
Pereira
Pi
nheiro,
e
José
Candida
Pereira
Pinheiro
;
não
podendo
agradecer
pessoalmenie
a
to
das
as
pessoas
que
se
dignaram
assistir
ao funeral de
sua
chorada
irmã,
cunhada,
sobrinha
e prima,
que
teve
logar na
egre
ja da
Ordem
Terceira
oo
dia
26 de
mar
ço
passado,
vem
por
este
meio
agradecer-
lhes
seu
eterno
reconhecimento
e
grati
dão.
(3069)
ÉDITOS
DE 30
DIAS
Pelo
juiso
de
direito
d
’
esta
cidade,
car-
lorio do
escrivão
Freitas,
e a requerimen
O
2E»
A.
W
S-Z
Z
IXO1C»
ME
BREHEJÍ
NORDDEUTSCHER
LLOYD
HOHENZOLLERN...
3:100
tonel.
HOIIENSTAUFEN...
3:100
»
HAPSBURG...
SALIER.
......
3:100
tonel.
3:100
»
Carreira
mensal
Para
Pernambuco,
Bahia, Rio
de
Janeiro, Montevideu
e
Buenos-Ayres
O
segundo
paquete
d
’esta
Companhia
a
sahir
n
’
esta
nova
carreira
é
o
«Salier»
de
3:100
tonelladas
de
Lisboa
em
10
d
’
abril
para
os
portos
acima mencionados.
Estes paquetes
já
tão
acreditados
na carreira que
a
Companhia
tem
sustenta
do
durante
alguns
annos
entre
Bremen
e
Nova-York,
vão
lendo
em
Portugal
a
pro
tecção
que
merecem,
pois
teem
os
mais
modernos
aperfeiçoamentos
e
explendidas
ac-
commodações
para passageiros
de
todas
as
classes.
A
bordo
de
cada
paquete
ha
um
medico
que
é
obrigado
a
prestar
seus
serviços
gra
tuitamente
aos
snrs.
passageiros,
assim
como
são
fornecidos
todos
os
medicamentos
necessários.
Também tem
cosinheiros
e criados portuguezes.
Quaesquer informações ou bilhetes
de passagens podem
obter-se
dos
agentes Eíawea
«fe
C.
a
,
rua
de
S. Francisco
n.° 4,
2
°
andar—Porto
—
e
etn
Braga
ao
agente
Ricardo
Malheiro
Dias,
na
thesouraria
do
Banco
Mercantil, ou
largo
de
S.
Miguel
O
Anjo
o.°
20.
(6*)
to
de
Rosa
Maria
de
Jesus,
solteira,
do
logar
de
Louredo,
fieguezia
d’
Aveleda,
d
’
es-
ta comarca
—correm
éditos de
30
dias
a
contar
de
24
de
março
ultimo,
a
citar
José Lourenço
Dias, morador
que
foi
no
logar
da
Agra,
freguezia
de
Sequeira,
e
ora
ausente
em
parte
incerta,
para na 2.
a
audiência
d
’este
juiso,
findo o
praso
dos
éditos,
vêr
accusarse-lhe
a
citação,
e
na
mesma
reconhecer
sua
firma
e
obrigação
constante
da
lettra
porque é
demandado,
sob
pena
de se
haver a
acção
por
con
fessada,
e
seguir
o
processo
seus termos
regulares
conforme
dispõe
o
artigo
1085
e
outros
do
God.
Coram.
A
2
a
audiência em
que
se
ha
de
ac-
cusar
a
citação
é
no
dia 27
do
corrente
mez,
pelas
9
horas
da
manhã
no tribunal
judicial,
situado
no
largo
de
Santo
Agos
tinho,
d’esla cidade.
Braga 1
d
’abril
de 1876.
(3071)
O
solicitador
—
Torres.
CATAÇÃO
EDITAL PO» 30 Í»1AS
Pelo
juiso
de
direito
d
’
esta
comarca
de
Braga,
e
cartorio
do
escrivão
Freitas,
correm
éditos
pelo praso
de
30
dias,
a
requerimento
de
João
Esteves
de
Amo-
rim
Barbosa,
da
freguezia
de
Palmeira,
a
citar
B.
Antonio
de
Noronha
Menezes,
ho
je
ausente
em
parte
incerta, para
na 2.a
audiência,
do
expediente
do
juiso
com-
mercial,
passados
os
ditos
30
dias,
se ha
de
accusar
a citação
e
assignar-lhe
5
dias
para
comparecer,
e
na
l.
a
audiência
se
guinte
fallar a
acção
do
iibelio
commer-
cial
que
aquelle
lhe
move,
para
paga
mento
de
uma
letra
di
terra
datada
de
23
de
dezembro
de
1865
do
capital
de
200$000
rs.,
e
juros
commerciaes
;
e
as-
signar
termo
de
confissão,
ou
negação
de
sua
firma,
sob
pena de
se
haver por
con
fessada,
como dispõe
o
artigo
1086
do
Cod.
Comm.
;
e
quaudo
compareça, con
fesse a
firma,
mas
negue
a»
obrigações,
prestar
a
garantia
ordenada
no
artigo
1087
do
citado
codigo,
e assignar-lhe
o
tertuo
de
tres
audiências
para
contrariar
;
com
a
pena
de
rebelia,
e
lançamento;
cuja 2.*
aodiencia,
ha
de
ter
logar
no
dia
4
do
proximo
futuro
mez de maio
pelas
9
ho
ras
da
manhã,
no
tribunal
judicial,
col-
locado
no
largo
de
Santo
Agostinho
d
’
es-
la
cidade; uão
sendo
feriado,
ou
santifi
cado,
porque
sendo-o,
será
no
dia
imme-
diato.
(3072)
NOTO
AMIÃZBM
DE
VINHOS
Na
esquina
da
rua
do
Coelho
está aber
to
um
novo estabelecimento
de
vinhos
ma
duro
e
verde
de
superior
qualidade,
a
re
talho
e
engarrafado, a preços
favoráveis,
pertencente
a
José Luiz
da
Costa
&
C.a
(3073)
3tx^^«c
>yr*m^yFw^;"rzTO
r-.cigg-y^.
>
r
«
h V b
óá tíL
v
PRIMEIRA
E ANTIGA RORIZ
I CASA FELIZ
9
NA
QUINTA DE RORIZ
5
fort
©
JOSE
’
I.
FERREIO RORIZ
PORTO
1*0 KTO
1
-
RUA
DAS
FLORES
-
3
3-SUA
DAS FLORES-1,3
(
junto
à
egreja
da
misericórdia
)
C®.?II’IiA
E
VENDE
In8®rsi3ç3es»
«le
assentamento
(JUNTA
Ã
EGRAJA DA MISERICÓRDIA)
1
SORTE
GRANDE
5.000J000
•
Loteria
da Santa Casa da Misericórdia de
?
Lisboa
Extracção
a
10
de Abril
•
t
9
FORNECEDOR
DA CASA REAL
DEFÔSITO
CENTRAL,
RU
DAS
FLORES,
35
37
E
39
0
proprietário
annuncia
aos
seus
freguezes,
e
ao
publico,
que
em todo
o
sabão
fabricado
na
sua
fabri
ca,
e
que
na
mesma se vender,
ou no
Deposito
C
cm
-
tral,
se
fará
o
desconto
de
6
por
cento
sobre
os
pre
ços
estabelecidos,
de
uma
caixa
para
cima.
Satisfaz-se
com
promptidão
qualquer
pedido
que
seja feito
do
di
to
genero,
tanto
d
’
esta
cidade
como
das províncias
e
se
garante
a
sua
boa qualidade.
Sistas
<9e
eoKjiOEis
VJ
síwh
de divida
externa
Titulas
taiHpauIioes
internos
Ditos
externos
Coupons
dos ditos
já venci cios.
so-
Sacca,
toma
leiras
e
dá
cartas
de
credito
bre
Lisboa
e
diversas
praças
estrangeiras,
e
se
encar
rega
de
compra
e
venda de titulos de
divida
publica
nas
mesmas
praças.
JOSÉ
IGNACIO
FERREIRA
RORIZ
AFIANÇADO
NO
GOVERNO CIVIL
DO PORTO, NA
CONFOR
MIDADE
DO EDITAL DE 28
DE JULHO DE 1860
Tem
á
venda
no
seu
estabelecimento
bilhetes
intei
ros
a
5'3000
rs.—Meios
ditos,
a
2$600
—
Quartos,
a
!$300
—
Oitavos,
a
680
—
Cautellas
de
500,
250
e 130
rs.
0
mesmo
satisfaz
com
promptidão todas
e
qnaesquer
encommendas
que
lhe
sejam
feitas
das
províncias,
ain
da
que
sejam
em
grande
quamidade,
e
vindo
acompa
nhadas
do
seu
importe
em
vales
dos
correio
;
e
no
fim
da
extracção
remette
a
lista
dos
prémios
aos
seus
freguezes,
mas
quando
a
não
recebam
em
tempo
com
petente
lerão
a
bondade
de
a
requisitar.
(8*)
«
-Tg
^9
I
A
EGREJA
TRIUMPHÁNTE
NO
COVCILIG 1)0 VATICANO
Traducção
do
Exc.
mo
Snr. D.
Miguel
Solto-Mayor..
Um
volume
com
uma
bella
capa
lyto-
graphada
a
côres
em
que
se
representa
o
brasão
das
arm.s
pontifícias.
Pi eco.......................
600
reis.
A
’
venda
na
LIVRARIA
PORTUENSE,
de Manuel
Malheiro, editor,
rua
do
Alma
da
121
a
123
Lisboa e Braga
nas
LI
VRARIAS CATHOLICA,
e
outras.
Arrematação
A
commissão
encarregada
da
recons-
trucção
da
capella
de
S.
Victor-o-Velho,
faz
publico, que,
não
tendo
apparecido li
citantes
á
ariemaiação
da
respectiva
obra
de
pedieiro,
segundo
o
annuncio
de
15
de março ultimo, abrirá nova
praça
no dia
9
do
corrente
mez,
pelas
10
horas
da
ma
nhã na casa do
presidente
da
mesma com
missão.
Base
da
licitação
900^000
reis.
O
projecto
e
condições
estão
patentes
em
casa
do
snr.
Anlonio
Joaquim
Fernan-
des Braga,
na
rua
Nova
de
Santa
Cruz.
Braga
5
d
’
abril
de 1876.
O
presidente
da
commisssão,
Anlonio
Sanlos
d'Azevedo
Magalhães.
(3074)
NOVO
HORÁRIO
João
Baptisla
da
Portella,
leva
ao co
nhecimento
do
publico
que
o
carro que
sae
da
Portella
para
Braga ás 6
horas
da
manhã
principia
a
sahir
desde
o
dia 5
do
corrente
inclusivé
ás
5 horas
da
ma
nhã,
e
chega
a
Braga
ás
8.
Braga
3
de abril
de
1876.
(3067)
João
Baptisla
Fernandes.
19
—
Rua
do
Carvalhal
—
21
Chilas
largas
a
90
reis,
pepcq.es
a
100
reis,
e
percaes
côr
de
café
e prelos
com
rodas
de
côres que
eram
de
210
rs.
a
120
rs.
(3066)
VINHO
Vende-se
o
vinho
da
adega da
quinta
de
Real
em
S.
Jeronimo.
Quem
o
preten
der
póle
dirigir-se
á
mesma
quinta.
(3059)
Torquato
Ribeiro &
C.a
fazem
publico
que
os seus carros
que
Irazem
de
Braga
para
Guimarães
ás
6
horas
da
manhã
e
2
da
tarde,
ficam
sahindo
desde
o dia 6
de
abril
inclusivé
ás
5
horas
da
manhã
e 2
da
tarde,
e
de
Guimarães
para
esta
cida
de
ás
5
da
manhã
e
1
da
tarde.
Os
preços
e
escriplorios
os já
anntin-
ciados.
(3068)
VENDA
DE PROPRIEDADES
No
dia
oito
do
proximo
abril
pelo
meio
dia
na
casa
numero
29
do
Campo
de
D.
Luiz
l.°,
tem
de arrematar-se
as quinta-
dilas
de
Santo
Adrião,
a Ja Picota,
ea
da
Ribeira
e
suas pertenças
sitas
nos
subúr
bios
d’
esta
cidade
e
freguezia
de
S.
La-
zaro; a
quinta
de
Paços
e
suas
perten
ças, sita
na
freguezia
de
S.
Victor
;
e
a
casa
n.°
48 do campo
de
SanUAnna;
per
tencentes
ao
casal
do
fallecido
exc.
ni
°
Manoel
de
Magalhães
de
Araújo
Pimentel
;
e
isto
por
deliberação
da Commissão
li
quidatária
do
mesmo
casal
Braga
20 de
Março
de
1876.
Henrique
Freire
de
Andrade
(3048)
Manoel
Luiz
Ferreira
Braga
João
Evangelista
de
Sousa
Torres
e
Almeida.
DENTISTA
Acha-se
n’
esta
cidade
domiciliado
no
largo
dos
Penedos,
n.°
17, onde
residirá
até
ao
dia
15 d
’
abril,
o
dislincto
dentis
ta
mr.
Germano
Cortes,
habilitado
legal
mente
era
diflerentes
academias
e
escolas
d
’
instrucçâo
superior da
Europa
e designa-
damente
pela
Escola
Medico-Cirurgico
do
Porto.
Todas
as
operações
da sua arte
são
executadas
segundo
os
mais
modernos
e
profícuos
processos da
arte
dentaria,
pos
tos
já
em
pratica
pelos
mais
abalisados
professores
da
Europa
e
da
America
In-
gleza.
Essas
variadas
operações,
taes
como
extracção
de
dentes
ou
raizes,
limpesa
das
dentaduras,
chumbagem,
orificações,
collo-
cação
de
um
ou
mais
dentes,
até
den
taduras
completas
ariificiae^,
qoe
podem
ser
guarnecidas
em
ouro
com
esmalte
ou
sem
elle,
ou
com
base
de
caulchou;
—
de
platina
(ouro
branco)
com
esmalte
ou
sem
elle,
ou
com
cautcbout;—de cautchout
com
ret
de
platina
no
interior;
e
final
mente
de
cautchout.
Serão
executadas
com
lodos
os exquisitos
e
primores da
arte,
conforme
os
ultirnos
inventos,
e
seus pre
ços
serão
os
mais
diminutos
do
seu
es
tabelecimento
no
Porto.
Com
relação
ás
curas
das
enfermida
des
da
bocca
e
collocaçã»
dos
obturado
res,
seus
preços
serão
convencionaes.
Tem
também
á
venda elixires
curati
vos
e
preventivos,
calmantes,
opiatas,
pós,
escovas,
etc.
Recebe
das 9
da
manhã
até
ás
7
da
tarde.
Opéra gralis
aos pobres.
(3065)
(204)
ED5TAÍ.
A
camara
do
concelho d’Espozende,
faz
publico
que
no
dia
15
d’abril proximo
futuro, pelas
11
horas
da
manhã,
terá
logar,
nos
paços
do
concelho,
a
arrema
tação
por
licitação
verbal
das
obras
do
lanço,
da
estrada municipal
n.°
29,
com-
prehendido
entre
as
Almas do
Amparo
e
a
rua
da
Apulia
na
extensão
de
1816.m
08,
sendo
a
base de
licitação
a
quantia de
2:050^000
reis.
O
projecto
e
condições
estão
patentes
no
Paço do
concelho
todos
os
dias
não
sanctiíicados
desde as
9
ho
ras
da
manhã
ás
3
da
tarde.
Espozende
24
de
março
de
1876.
O
presidente
da
camara,
(3064)
Delfino
de
Miranda.
Aforam-se
ou
vende-se
Quatorze
terrenos
com
30
palmos
de
Sente
e
170
p.
de
fundo,
na
rua
Nova da
senhora
A
Branca.
Para
tratar,
á
rua
do
Conselheiro
Januario,
n.°97,
com
seu do
no
João
Manoel
Pereira.
(3013)
MfâW
Quem vier
a
esta
redação
declararão
nome
e
naturalidade
do indivíduo
que
no
dia
13
do
eorrnnle,
junto
á
estação do
Pinheiro,
do
caminho
de
ferro
do
Minho,
etn
Campanhã,
foi
apontado
de
ter
apa
nhado
um
porte-monet
com
uma
quantia
superior
a
200$000
rs.,
receberá
uma
boa
gratificação.
(3043)
Venda de
bens de raiz em S. Thia-
go
de Carreiras, concelho de
Vdia
Verde.
No
dia
20 do
proximo
mez
d’
Abril,
ao
meio
dia.
no
adro
da
egreja
parocbial
de
S.
Thiago
de
Carreiras
do
concelho
de
Viila
Verde,
tem
de
arremalar-se
o
campo
do
Rio,
o
campo
do
Arieiro,
e
a
leira
da
Veiga,
situados
na
mesma
freguezia,
e
per
tencentes
ao
casal
em
liquidação
do
falleci
do
exc.mo
Manoel
de
Magalhães
d
’
Araujo
Pimentel,
isto
por
deliberação
da
commis-
são
liquidataria
do mesmo casal.
Braga
29
de
Março
de
1876.
Henrique
Freire
de Andrade
Manoel
Luiz
Ferreira
Braga
João
Evangelista
de
Sousa
Torres
e
Almeida.
(3058)
ARMADOR
João Baptista
Ribeiro
5®
—
rua Nova—55»
Participa
aos
seus
amigos
e freguezes
que
o
seu
estabelecimento
se
acha
augmen-
tado,
com
grande
porção
de
damascos
para
forrar
egrejas,
cortinas
bordadas,
etc.
Riquíssimos
vestidos
para
anjos,
em nu
mero
muito
abundante;
o
mesmo
em
corti
nados
pretos
para
enterros,
tendo
para
os
mesmos
ura
dos
melhores
carros'
etiera-
rios.
Faz
caixões
e hábitos
de
lonos
os
preços,
seja o
mais rico
que
lhe
que..am
encommendar, promptifieando-se
conto
é
do
seu
costume,
a
desempenhar
tudo
o me
lhor
possível
e
por
preços
muito
baratos.
No
mesmo
estabelecimento
se
vendo
uma eça
com
tudo
que
lhe
pertence,
em
muito
bom
estado.
(3037)
Vende-se
na
Povoa
de
Lanhoso
e
le
gar
d
’Arrifana
o
casal
denominado
d
’
«Alem»
com
todas
as
suas
pertenças,
livre
de
foro
ou
penção.
Dirigir-se ao
proprietário alli,
ou
nos
Chãos
de
Baixo,
n.°
6.
(3055)
Venc
le-fe
uma
morada
de
casas
si-
tuada
na
rua
da
Ponte,
com
o
n.°
1.
Vê-se
das
3
ás 4
da
tarde.
Quem
a
pertender
falle
com
Antonio
dos
Sanlos
de
Azevedo
Magalhães.
(2981)
Parte de Comércio do Minho (O)
