comerciominho_04031876_464.xml
- conteúdo
-
4."
ANNO
1876
FOLHA
CONtWffifiClAL
RELIGIOSA
E
NOTICIOSA
NUMERO
464
Assigna-se
e
vende-se
no
escriptorio
do
editor
e
proprietário
José
Maria
Dias
da
Costa,
rua
Nova
n.’
3
E, para
onde
deve
ser
dirigida toda a correspondência franca
de
porte.=As
assi-
gnaturas
são
pagas
adiantadas
;
assim como as
correspondên
cias
de
Interesse
particular.
Folha
avulso
10
rs.
ÁS
TERÇAS,
QUINTAS
E
SABBADOS.
P
reços
:
Braga, annolJOOO
rs.=SeKiestre
850
rs.=Provtn-
cias,
anno
2&Í00
rs
e
sendo
duas
4&000
rs.=Seinestre
1&250
rs.=j?r«zt/,
anno
3&600 rs.=Semestre
1&900
rs.
moeda
forte,
ou
8&000
reis e
Í&500
reis moeda fraca.=Annuncios
por
linha
20
rs.,
repetição 10 rs.
Para
os
assignantes 30
9
/0
d
’abatimenlo.
C3
Londres,
«9 de
Janeiro de iSI».
—a S de
Fevereiro s
(A
’
redacção
do
«Apostolo».)
çConclusão)
III.
— Copiei,
n
’
uraa
de
minhas
ulti
mas
cartas,
com
verdadeira
satisfação,
uma
communicação
telegráfica
de
um
Deputa
do
Francez
a
D.
Carlos,
dizendo,
que
o
Marechal
Mac-Mahon
lhe
tioha
promettido
e
assegurado,
que
se não
violaria mais
da
parle
da
França
a
neutralidade
entre
os belligerantes
no
Norte
da
Hispanha
(como
se
tinha
tão
escandalosamente
vio
lado
com
favorecer Martinez
Campos em
Catalunha,
para
a
tomada
de
Seo d
’Ur-
gel).
Eis
aqui
porém,
como
a
mesma
Se-
maine
de
Bayonne
(papel
muito
conscien
cioso
e
de optimos princípios)
mostra
que
a
promessa
do
Marechal
sa
executa
;
e
d’
esta
escandalosa
conniveocia
com
a
re
volução
Hispanliola,
accusa
a
influencia
do
Duque
Decazes
:
«Tolosa
3 de Fevereiro.
—
Ternos
a
pro-
•va
de
que
o
Governo
de
Madrid
zomba
da palavra
do
Marechal
Mac-Mahon,
Duque
de
Magenta
;
como
zomba
de
tudo,
quan
do
se
trata
da França
nas
mãos
de... M.
o
Duque
Decazes.
A’
hora em
que
escre
vo,
as
iropas
Aflonsinas
violaram
a
neu
tralidade
Franceza,
oos Aldudes e
em
Penha
Plata,
etc.»
—
-Referem-se
depois
es-
pecifieadamenle
os
factos,
de como
os
Af-
fonsioos
entram
e
sahem, atiram
de
den
tro
da
fronteira
para fóra,
atiram
de
fó
ra
sem
lhes
importar
que
as
balas
vão
ferir
em
França,
etc., etc.
Uma
vez
dito
que
Decazes
é
Liberanga,
não
se
precisa
dizer
mais
para
caracterizar taes
liberda
des
e
procedimentos
;
principalmente
saben
do
elle,
que
tudo
quanto
laça
ou
deixe
fazer,
em
tal
sentido,
terá
a
plena
ap-
provação
de
todo o liberanguistno
e
de
toda
a
maçonaria na
Europa.
BRAU.1-SAEB
W0
A DE
MAKÇO
A
propoaito «lo duello político ul-
timaniente ferido
em Iiisboa.
Nada
caracterisa melhor
uma
epoca
do
que
os
costumes
que
n
’
ella
vigoram.
Desgraçadamenie
a
que
imos atraves
sando
tem a
este
respeito
assumido
fei
ções
taes,
que
poucas
haverá
na
historia
que
a
excedam em
desmoralisação.
Quando
por
toda
a
parle
se vê o
cri
me
no
seu
apogeu, sem
respeito
nem
á
moral, nem
ás
leis,
como
que chega
a
receiar-se
do
future
que
espera
a
sociedade.
A
relaxação
de
costumes,
que
de
dia
para
dia
mais se
vae
manifestando
nas
difiereutes
camadas
sociaes,
a
perda de
certos sentimentos
de
dignidade
própria,
o
rebaixamento
moral
do homem,
que
es
quecendo
a
nobresa
de
sua origem,
desce
até
á
ultima
degradação,
taes
são as
con
sequências,
que
por
uma
serie
ininter-
rompida
de
factos
se
manifestam
como
corollario
do
esquecimento
de
Deus.
Quasi
não
ha
dia
em
que
a
imprensa
não
registre
d
estas
scenas,
que
pela
fre
quência
com
que
se repetem,
apenas
des
pertam
a
attenção
quando
as
circumslan-
cias
ou
posição
d’
aquelle
que
as
pratica
lhes
augmenta
o
escandalo.
Está
n
’este crsoo tão
celebrado
duello
que
ha
pouco
teve
logar entre
dois
dos
nossos
deputados.
Que
esperanças
podem
dar
estes dois
paes da
patria,
qne
assim
não
trepidaram
ante a perpetração
de
um crime,
que a
moral
reprova
e
as
leis
condemnatn?
Um
duello!
E
ficaram
por
certo
bem
lavados
na
sua
honra
estes
dois
senhores
que
a
confiaram
ao gume
de
duas
espadas
sem
ponta
!
O
'ridículo
era o
remedio
que
certo
jornal,
dos
mais
sisudos,
aconselhava
para
os duellistas.
Parece-nos
a
proposito,
mas casos
ha
em
que
a comedia
póde
degenerar
em
tra
gédia,
e
o
ridículo
n
’estes casos
não
se
ria
adquado.
Porque
é
que
as
auctoridades
não
cum
prem
com o
seu
dever,
fazendo
cair
so
bre os
apaixonados
do
duello todo o rigor
das
leis?
N
’
este
sentido
desejávamos nós
que
to
da
a
imprensa
fizesse uma
cruzada,
pois
é
na
realidade
um
escandalo,
que
o crime
se
commella
impunemente,
mas
bem maior
o é
por
certo,
que
haja
quem
publicamente
o
esteja inculcando
por
meio
de
encom-
mendados
elogios.
Como
é
possível
que
a moralidade e
os
bons
costumes
se
conservem
entre
o
povo
rude,
que,
pouco
habituado
a
dis
cernir
o
vicio da
virtude,
procura
no
exemplo
que
lhe
vem
do
alto
a
melhor
norma
de
seu
proceder?
Póde
dizer-se que
um
duello é
um
duplo
assassinato.
E
não
é
lavando
as
mãos
no
sangue
do
seu
simiíhante, que
não
poucas
vezes
acontece
ser
o proprio
cffendido,
que
se
lava
a
honra
manchada.
Não
é
praticando
um
crime
que
o
homem
hade
provar
a
nobresa
de
seu
caracter.
Infelizmente
o
duello
presentemente
passou
a
ser
uma
mania,
que
a
falta
de
sentimentos religiosos
tem
ido
espalhando
na
sociedade.
E
ainda
bem
que
eiles
entre
nós
quasi
nunca
passam
de
uma
brincadeira.
Em todo
o
caso
é
de necessidade
que
se
faça
parar
este
escandalo,
e
para
isso
desejáramos
que
se
não
fizesse
vista
grossa
para
os
criminosos,
como acaba
de
acon
tecer.
-------
—----------------------------
IV.
—
Aqui se
abriu
hoje
o
Parlamen
to,
indo
a
Rainha
em
pessoa
fazer
na
ceremonia
um oflicio-de-corpo-presente—
e
eu
apostaria,
sem
temor
-
de
perder, que
Sua
Magestade
(um
tanto—ou
um mui
to
—de comédia)
de
boa mente
se
dispen
saria
da
farça.
Começava-se
porém,
no
baixo povo,
a
murmurar
com
pouca
mo
deração,
porque S.
M.,
ollimamente,
ap-
parecia
tão
pouco
em
publico,
vivia tão
retirada,
passava tanto
tempo
fóra
de
Londres,
etc.
Outra
cousa
porque
o
bai
xo
povo
também
murmurava
—
e
no
meu
modo
de
ver
sem
razão—
é
porque,
ten
do
morrido ultimameote,
na
Escossia,
es
tando
lá S.
M.,
o pai
do
criado
fiel que
foi
do
Príncipe
Alberto,
e agora
é d
’e>la
Rainha,
por
nome
John
Broun;
S.
M.,
por
bondade
de
coração
para
com
o
fiel
Servidor
do
seu
defunto
Marido,
e
d
’
elh
própria,
e
da
Familia,
foi
as-istir
ao
en
terro
do
velho,
acompanhando
a
pé
o fu
neral,
por
uma
distancia,
parece,
consi
derável.
Gritavam então gentes
do
povo,
e
escreviam
os
papeis de baixa
classe,
que
S.
M.
só
ao povo
Inglez
não
queria
apparecer,
não
vinha passar
a
season
(o
tempo
da
sessão
do
Parlamento
em
Lon
dres),
e
com
isso altrahir
gente
de
fóra
á
capital
;
fazer
que
se
dessem
festas,
bailes,
soirées;
dar
ella
levées
(correspon
dendo a
nossas
beija
mãos
de
compri
mento)
;
apparecer
nos
theatros
alguma
vez, etc., etc.
A
’ vista
do
que
(sem
du
vida
por
conselho
prudente
do
Imperan-
te
colleclivo,
o
Primeiro Ministro
e
o
Ga-
iinele),
resolveu
S.
M.
ir
abrir
esta
Ses
são
do
Parlamento,
e
hoje
foi,
não
dei
xando,
assim,
de
ser
uma
especie
de
no
vidade e
fazer
certa
sensação.
—
S.
M.
costumava
ler ella
mesma,
0
seu
alheio,
ou não-seu
discurso
; e
recor
do-me,
que
era na
imprensa e
na
so
ciedade,
um
thema de
nota
e
d
’elogio,
o
garbo
e
desembaraço,
e
voz
clara
com
EuHET
HM
Deus
e
da
Egreja,
e proteja
os
direitos
religiosos
como
os
outros
direitos.»
Ac-
ceite
o liberalismo
fraccatnente
este
prin
cipio,
admitia
lhe
todas
as consequências
praticas,
e
cessaremos
de o
aggredir.
Mas
então
renuncie
a
reclamar
para
o
êrro
direitos
políticos
iguaes
aos
da
verdade.
São
absolutamente
incompatíveis
eslas
duas
pretenções.
Para
qne os catholicos
sejam
completamente
livres
no exercício dos
seus
direitos
religiosos,
para
que
a
observan-
cia
das
leis
de
Deus e
da
Egreja seja
preservada
e
livre
de
lodo
o estorvo pela
prolecção
do
Estado,
cumpre
evidente
mente
que
o
Estado
saia da neutralida
de
a
que
o
liberalismo
o
condemna. Não
pode
proteger
a
um
tempo
os
direitos
re
ligiosos
do
operário
chrislão que quer ob
servar
o
repouso
do domingo
e
a
liberda
de
do
proprietário
impio
que
faz da
vio
lação
d
’
esle
dever
a condição
do
salario
;
cessa
de
garantir
os
direitos
sagrados
que
tem
o
filho
baptisado
a
uma
educação
christã,
se
dá
livre
curso
aos
promoto
res
da
educação
alhea. Não
venha
por
tanto
dizer-aos
o
liberalismo
que
repelle
unicamente a coacção;
não,
que
os
seus
princípios
arrastam
necessariamente
á
op
pressão
das
almas
;
e
é
porisso
que nun
ca
serão
acceites
pela
Egreja,
mãe
das
almas,
e
encarregada
por
Jesus
Chrislo
de lhes defender
a
liberdade.
VII
Acabamos
portanto
com
ess
’
outro
equi
voco
igualmente
odioso,
por
meio
do
qual
os
liberaes
representam
os
seus
adversa-
rios
como cegos
defensores
do
poder
ar
bitrário
e
da
escravidão
nacional.
Ainda
n
’este
ponto,
refutara
já
Lacordaire,.
ha
quarenta
annos,
as
deelamações
sofisticas
que haviam
de
entreter
a
polemica
libe
comprehender
a
Montalembert,
sempre
ena
morado
d
’esta falsa
liberdade.
«Estás
bem
persuadido,
lhe
escrevia
elle,
de
que
a
li
berdade
de
imprensa
não
é
a
opprrtssão
das
iotelligencias
honestas
pelas
intelli-
gencias
perversas,
e
que
Deus,
acurvando
lodos
os
espíritos
á
auctoridade
da
Egre
ja,
nao
fez
pela
liberdade
real da
huma
nidade
mais
que
os
escriptos
de
Lulhero,
de
Calvioo,
de
Hobbes,
de
Voltaire?
Es
tá
para li
suíTiciente demonstrado
que
a
liberdade
de
imprensa
não
será
a ruma
da
liberdade europea
e
da
litteratura
?»
Se
aquelle
a
quem
estas
linhas eram
dirigidas
as
tivesse
com
mais
frequência
presentes ao
espirito,
ter-se-ia
poupado
a
injustiça
de
que
se
loruou
culpado
apre
sentando
a
doutrina
tradiccional
da Egreja
como
inimiga
da
liberdade.
A
unica li
berdade que esta
doutrina reprova é
a
liberdade
da
tirania.
Ella não
pede
ao
poder
civil
que
empregue
a força
mate
rial
para
impor
a
íe
aos descrentes.
O
que
pede
é
que,
numa
sociedade
que
tem
a
felicidade de
possuir
a
unidade
de
crença,
nao
seja peimíltido á
mentira
aba
lar esta
unidade
e
arrancar
a
fé
ás
almas
fracas
com
a
seducção
dos
seus
sofismas.
Não
dá
ao
poder civil
o
direito
de de
finir
a
verdade,
nem
de
dirigir-se
nas
questões
de
doutrina;
mas
porque
a
mis
são d
’este poder
é
defender
os
direitos
sociaes,
porque,
nas sociedades
constituí
das
chrislãmeute,
a
doutrina
catholica
pos-
sue
uma
existência
social,
o
poder
deve
defendel-a
como
ao
bem
commura
de
to
dos
os
membros
da
sociedade.
Esta obri
gação
é
em
tanta maneira
racional que
o
liberalismo
é
obrigado
a
reconhecel-a
pelo
menos
em palavras:
«O
que
deve
mos
pedir
á
força
publica,
ao
Estado,
diz
Monlalembert,
é
que não estorve,
nem
deixe
estorvar
a
observância
das
leis
de
O
LIBERALISMO
CATHOLICO.
[Continuação]
VI
N
’esta
mesma
palavra
de
liberdade
ain
da
ha
outro
equivoco
contra
o qual
não
devemos
cansar
de
protestar.
Quando
os liberaes
argumentam
con
tra
a
doutrina
catholica,
suppõem
sem
pre
que
se
trata
entre
eiles
e
os
adver
sários
d
’
uma
questão de
coacção,
mas
em
realidade
trata-se
d’
uma
questão
de
defeza
Porque
repelle
a
Egreja,
em
principio,
a
liberdade
de
imprensa
e
a liberdade
de
consciência
entendida
no
sentido
liberal?
Porque
são
instrumentos
de
oppressão
;
da
mais
iniqua
e
fuoesta
de
todas as
op-
pressões,
da
oppressão
das
almas
fracas
sob
o
jugo
duplamente
ignominioso
da
mentira
e
da
immoralidade.
E
’
sabido
co
mo,
antes
da
abolição
da
escravatura,
os
traficantes
de
carne
humana
procediam
na
busca
dos
objectos
d’
este
infame
trafico
Offereciara ás
tribus
embrutecidas
da
Áfri
ca bebidas
alcoólicas de que
ellas
são
tão
avidas,
e,
em
troca
estes
desgraçados
entregavam
os
seus
sinailhantes
e
não
ra
ro
até
os
proprios
filhos.
Não
traz
com-
sigo
a
liberdade
de
imprensa
um
trafico
mais
deshumano
ainda,
pois
qué
em
vez
de
se
exercer
nos
corpos,
embriaga
as
almas
para
as lazer
escravas
dos
douto
res
da
mentira?
E
’
o
que
perfeilamente
conprehendera
Lacordaire
quando
foi
con-
demoada
pela
encyclica
Mirari vos
a
li
berdade
de
imprensa
sustentada
no
«Fu
turo»;
é
o
qne
elle
forcejou por
fazer
ral.
Escrevia
elle
ao
seu
amigo,
na
carta
que
acabamos
de
citar:
«A
encyclica
do
Santo
Padre
não
encerra a
doutrina
que
repelles
cora
tanto
borror.
Nâo
se
trata
de
ser
partidário
do
imperador
Nicoiau
ou
inimigo
da
liberdade
do mundo
e da
Egre
ja.
—
Em
que
discrepamos
nós,
escrevia
elle
poucos
dias
depois (3
de
fevereiro
de
1874)?
Em
coisa nenhuma,
a
não
ser
que
hajas
imaginado
gratuitamenle,
por
uma
estranha
preoccupação,
que
Roma
condemnava
a
liberdade
em
si
mesma,
e
nada
desejava
tanto
como
ver
collocarem
os reis a
religião
de
pés
e
mãos
a
ti
dos
n
’
um
corpo
de guarda
aos
seus
palacios.»
A
eloquência
do P.
Lacordaire
não
bastou
para
desarraigar
dos
catholicos
liberaes
esta
imaginação.
E
-lhes
uma realidade em
tanta
maneira
evidente,
que
d
’ella fazem
base
para
a classificação
dos
sistemas
apresentados
para
regularem
as
reiações
da
Egreja
e
do
Estado.
N
’
uma
irola
cui
dadosamente
elaborada,
com
a
qual
Mots-
lalemberl
quiz
explicar e
justificar a sua
desgraçada
formula
da
Egreja
livre
no
Es
tado livre, assim
se
exprime
: «Pergun
tamos
se,
no
estado
aclual
do mundo,
haverá
meio de
imaginar
uma
situação
di
versa
das
quatro
seguintes:
Egreja
livre
em
paiz
livre;
Egreja
escrava
em
paiz
escravo
(Rússia, etc.);
Egreja
escrava
em
paiz
livre
(Suécia,
Portugal,
Piemonte);
Egreja
livre
em
paiz
escravo.»
Se
estas
quatro
soluções
fossem verdadeiraroente
as
únicas
que
o
problema
comporia,
não
se
poderia
regeitar
a
primeira
que
é
a
solu
ção
liberal,
sem
acceilar
a
quarta:
«Egre
ja
livre em
paiz
escravo»,
como formula
da
doutrina
tradicional
da
Egreja
Calho-
lica.
[Continua]
que
Ella
lia o
Discurso
da
Coroa.
Al
guma
estranheza
hoje
me fez,
por
tanto,
quando
vi
que
Ella
mandara ler
o Dis
curso da Sua
coroa pelo
seu
Chauceller
Mor,
estando
Ella
presente.
No discurso,
além
das palavras
ta-
belliôas
de
amizade
com
todas
as
Potên
cias,
etc.
figuram
os
negocios
da
Turquia
s
Herzegovina
(sobre
os
quaes
parece,
que
a
Porta
acceita
os
conselhos
dados em
a
Nota
d
’Andrasse, —
adoptada
pelas
ou
tras
grandes
Potências)—
figura,
logo
de
pois (e
com razão—pois
foi
golpe-de-mes-
tre)
a compra
das
Acções
do
Canal
de
Suez,
que,
digam
o
que
quizerem,
vem
a
fazer virtualmente o
Egypto
vassallo
da
Inglaterra,
em vez
de
Constantinopla
—e
elle
se verá. Uns
bicos
d
’
obra
na
China,
e na
Península
Malaga,
onde
a
Inglaterra
ha
de
engrossar
as
raizes
subliz
que
já
por
lá
deitou,
e
lançou
novas
—ou
novos
fios
de
têa
—
não
d
’
araoha
(não
tão
frá
geis)
—
que
por
lá vae
tecendo,
até
que
chegue
o
tempo
e
occasião
própria
de
passar
a
mosca.—
Agradece-se
á
Providen
cia
a
boa
saude
do
Principe
de
Galles,
que
foi representar
á índia
uma
sobera
nia
de
entrudo —
mas
que
os
vassallos
côr-
de-cobre
tragam
como
se
fosse
genuina.
Vem
depois
os
esforços
humaníssimos
da
Inglaterra
para
pôr
fim
á
escravatura
dos
negros,
porém
mancipando-os
pouco
a
pouco
á
gram-Bretanha
; e
avassalando
a
África,
em
devido
tempo,
toda
inteira,
ou
quasi,
á
Inglaterra
—
inclusive
Angola
e
a
Zambezia
(que
Portugal
quer
excluir
de
seu
dominio
á
força
de liberanguismo
to
lo).
Pede finalmente
S.
M.
os
cumqulbus
necessários
ao
serviço
do
Estado.
—
É
aca
ba
a
peça.
A.
R.
SARAIVA.
Londres,
f 3 de fevereiro de 1830.
0
que
dizia
o
correspondente
do
Ti
mes
qoe
está
com os
carlistas,
escreven
do
sobre
o
ataque
de
29
de
Fevereiro
aos
fortes
carlistas
:
—
.«que Moriones
Unha
man
dado
por
mar
a
Guetaria 5:000 homens,
etc.»,
acha-se
reclificado
depois
pelo
cor
respondente
de
S.
Sebastião,
que
estando
na
praça,
melhor
sabia
o
que
alli
se
pas
sava.
Lá
se
verá,
que
Moriones
enviou
a
Guataria,
não 5
mil,
mas
15
mil homens.
E
assim
os
carlistas qoe tiveram
de
aban
donar
o
sitio de
Guetaria,
tiveram
razão
bem
sofficienle
para
isso.
Com
grande
in
teresse se esperam
noticias
ulteriores
da
lucta.
*
A. R. SARAIVA.
Noticias d’lIiBpanha.
Os
telegrammas
e
os jornaes
liberaes
continuam
dizendo
que
a
guerra
está
ter
minada
e
que
D.
Carlos
VII
se
dirigia
a
Bolonha
para
ahi
embarcar
para
Ingla
terra.
Seja
assim.
Pouca repugnância
senti
mos
em
acreditar
o
que
tão
repelida
e
insistentemente
nos
dizem.
No
entanto
hão
de
permiltir-nos
que,
emquanto
não se
faz toda
a luz, vamos
archivando
alguns
documentos
para
a
his
toria
da
guerra
carlista.
0 primeiro
que
hoje
damos,
encontra-
mol-o
no
«Monde»
do
dia
de
25.
E
’
uma
correspondência
concebida
nos
seguintes
termos:
«A
luta
é
renhida,
mas
não
está
tu
do
perdido, ainda
falta
muito.
0
que
met-
te
nojo,
são
os
vossos
jornaes,
que
exage
ram
tudo.
Estella
rendeu-se
mas
não
vos
dizem
que
nós tornamos
todo
o
Baztan.
Vera
rendeu-se,
mas
graças
a que
Mar-
tinez
Campos
passou
e repassou
vinte
ve
zes
a
fronteira
e
foi
do
território
francez
que
atacou as nossas
forças.
Elle
acampou
no dia
9
em
pleno meio
dia
perto
de
Sera
sobre
o
território
fran
cez.
0
duque
Decazes
o
negará,
mas
isto
foi
visto
por
toda
a
gente.»
0
«Diário
do
Commercio»,
jornal
libe
ral
de
Lisboa,
publica
uma
revista
muito
interessante
de
que
exlrahimos
o
seguinte,
que
também
merece
ser
archivado,
alten-
ta
a
sua
procedência:
«Vejamos pois
corno
se
contradizem
as
próprias
folhas
liberaes.
Diz
uma das
folhas
semi-oíficiaes
do
governo
de
Madrid
:
As forças
a
que
passou
revista
D.
Car
los
em
redor
de Tolosa,
ascendiam a
25
batalhães;
porém
com
o
que se
esperava,
retiraram-se
sem
offerecer
resistência
em
direcção
de Belanna
e
Segura.»
Então
se
as
forças
de
D.
Carlos
se
-,
et
iraram
sem
resistência,
como
foi
que
3e
u
o
combate
para
a
entrada
victo-
de
D.
Aflonso
?
Quando
se
men-
a
1
Uca
tiu
;
quando
se
disse
que
Tolosa foi
to
mada.
ou
quando se
diz
que
foi
abando
nada
?
Os
carlistas
batem-se,
ou
os
car
listas
fogem ?
Dizem também
as
folhas
:
«As
tropas
de
Marlioez
Campos
tem
occupadas
todas
as
posições
para
evita
rem
a
entrada
dos
carlistas
em
Fran
ça.»
Logo ;
ou
as
tropas
de
Marlinez
Cam
pos
não
leem
taes
posições
;
ou
se as
teem
os
carlistas
não
entram
em
França,
e
por
conseguinte,
nem
são
verdadeiras
as no
ticias
de
que
elles
se
refugiam n
’
aquelle
paiz,
nem
as
que
dizem que
se
apresen
tam ao
cônsul
hispanhol
em
Bayonna.
Em
que
ficamos?
Ora
se
as
forças
de
D.
Carlos
estão
cercadas,
e
tudo está
acabado
porque
D.
Carlos
se
encontra
abandonado,
como é
que
o
orgão
semi-ofificial do
governo
de
Madrid nos diz
:
«Chegam
já
a
3:000
o
numero
de
bai
xas
que
tem
tido
o
exercito
carlista
en
tre
mortos,
feridos
e prisioneiros, desde
que
começaram
as operações.
O
numero
dos apresentados ascende
a
1:000.»
Ora,
disse
a
mesma
folha
ha um mez:
«Segundo
os
dados
mais positivos
as
forças
de
que
D.
Carlos
pode
dispor
são
45:000
a
50:000 homens
de
tropa
arre
gimentada.»
Se
assim
se
passam
as
coisas
hoje,
e
se
as
forças
de
D.
Carlos
eram
ha
um
mez 45:000
homens,
tendo
de
baixas
e de
apresentados
uma
diminuição
de
5:000
ho
mens,
restam-lhe
40:000.
Como
está
pois
abandonado
D.
Carlos,
se
tem
atraz
de
si
40:000
homens?
Ora
parece-nos curioso
dizer
aqui,
que
até
ao
dia
l.° de
janeiro,
entre
mortos,
leridos,
apresentados,
indultados,
dispen
sados
ou
prisioneiros
carlistas, pelo
exer
cito
liberal,
desde
o
1.® d
’abril
de 1873,
segundo
as
folhas do
governo
sommavam
um
milhão
dois
mil
duzentos
e
trinta
e
cinco
homens
:
o
que
quer
dizer
que
D
Carlos
teve
um
exercito
maior
do que
o
exercito
da
Bussia
ou
da Prussia
! !
I
E’
melhor
acabar
este
sistema
de
fal
sificar
noticias.
O proprio
governo
de
Ma
drid
lucraria
mais se
nos
dissesse
:
«Tendo
os
carlistas mudado
de
linhas,
forçoso
é
que
o
governo
mude
de
plano.
Houve
recontros
que
foram
fataes
aos
liberaes,
outros
que o
foram
aos
carlis
tas;
mas
as
circumstancias
são
quasi
as
mesmas
em
que
eslavamos ha
um
mez.»
E
se
o
governo
o
não
diz,
devemos
nós
dizel-o,
muito
mais quando
vèmos que
a
guerra
não
está
terminada,
e
que
já
se
preparam
as
coisas
para o
regresso
de
D.
Aflonso
a
Madrid.
Isto
é
que
é
positivo,
porque
não
se
admitte
duvida
alguma
nos
factos
averi
guados.»
As
ultimas
noticias
referem-se
ainda
á
saida
de
D.
Carlos,
que
dizem
ter
che
gado
a
Pau.
O
«Jornal
da
Manhã» refere
que
ainda
se
não
apresentaram 3:000
carlistas
que
se
acham
espalhados
pelas
montanhas,
e
não
se
inclina
a crer
que
o
carlismo
aca
be
emquanto
existir
a
Navarra
e
as
Vas-
congadas.
Alludindo
á
terminação
da
guerra
es
creve
:
«Estavam
tão
bem combinadas
as
coi
sas,
que
os
affonsinos
não
poderam
apri
sionar
nenhum
chefe
carlista,
nem
mes
mo
soldado,
e
os
que
teem
em
seu
po
der
solicitaram indulto,
tendo
os
mais
im
portantes
passado
para
França.
E
’
um
enigma que
mais
tarde
será
decifrado.»
Também
nós esperamos a decifração
de
muitos
enigmas,
sobre
que
o
tempo
nos
esclarecerá.
COBRES PONDENCIA
As
noticias
de
Hispanha,
ultimamente
chegadas,
teem
demonstrado
que
o
odio
não
está
extincto ainda no
coração
de
al
guns
indivíduos
que
blasonam
de
liberaes,
de
homens
que
consideram
e
apregoam
a
liberdade
de
consciência
com
uma
acqui-
sição superlativa.
São
por
aqui
frequentes
agora
as allusões
malévolas, os dicterios,
a chufa
soez.
No
dia
21 de
fevereiro
corrente pelas
7
horas
da
tarde,
um
tal
Pinho,
prenda
que
nos
veio
de
Coimbra,
teve
a
audacia
de
entrar
na
loja
do
artista
B. O.
Ma
chado,
da
rua
da
Rainha,
d
’
esta
cidade,
e
onde
se
reúnem
pessoas
de
todas
as
clas
ses
e opiniões
e
alguns
cavalheiros
dos
mais
pacíficos
para
lerem
a
«Nação»,
jor
nal
que
alli
se acha,
teve
a
audacia o
dito
snr.
Pinho,
repito,
de
apresentar-se
no
indicado
estabelecimento,
e
perguntan
do
se
era
alli
o
club
dos
miguelistas,
de
injuriar
as
pessoas
presentes
com
os
epi-
thetos
de
brutos
e
burros
e
com
outras
amabilidades que
se
não
fóra
a
boa edu
cação,
caracter
doce do
dono da
loja,
e
o bom
senso
dos
indivíduos
presentes,
ter-se-ia
dado
algum acontecimento lamen
tável.
O
snr.
B.
O.
Machado
reflectiu
aos
circumstantes
que
alli
não
era
logar
para
questões
e
convidou-os
a
sairem
para
a
rua.
Aqui fez-se
um
agrupamento
bastante
considerável
no
qual
se altercava
muito
e
se
foi
propalando
arteiramente
que
se
queria
desfeitar
um
liberal;
e acudiram
então
alguns
liberaes
mal
informados,
fal
tando
já
em
escangalhar
tudo.
Ora
bem:
o
estabelecimento do
snr.
B.
0.
Machado,
decente
e
com
certo
aceio
é
uma
loja
onde
entram
e
são
recebidos
com
o
mesmo
carinho
e respeito pessoas
de todas
as
classes
e
partidos,
e
o
patrão
é
acredor
da
benevolencia
que
lhe pro-
digalisam.
E
o snr.
Pinho
como
não
foi
alli
para
fazer
a
barba
nem
cortar
o
ca-
bello,
mas
só
insultar
pessoas
pacificas,
bom
será
que
não
volte
lá;
os
diplo
mas
de
associações secretas
ás
quaes se
vangloria
de pertencer,
não
teem
alli
ca
bimento
nem
acceitação
alguma.
Alli
não
ha
clubs
de
qualidade
alguma,
nem
so
ciedades
secretas;
é
um
estabelecimento
publico
e nada
mais.
Peço-lhe,
snr.
redactor,
a inserção
des
tas
linhas no
seu interessante periodico.
Guimarães
24
de
fevereiro
de
1876.
X...
GAZETILHA
Lausperenne.—
Expõe-se
ámanhã
na
egreja
da
Misericórdia.
S*rocísHi»<»
de einzre.—
Não
saiu
a
procissão
de
Cinza,
que dissemos dever
ser
feita
na
quarta
feira,
em
consequência
do
mau
tempo
que
fez
na
vespera
e ainda
na manhã
d
’
esse
dia.
Parece-nos
que foi
um
pouco
apres
sada
a
decisão
do
Defioitorio
da V.
O.
Terceira
para
que
ella
não
saisse,
porque
a
tarde
esteve
lindíssima
e
as
ruas nnbam
enchugado.
Santa
JSurit* Magdalena.—
Foi
ante-hootem
reconduzida procissionalmente
para a
capella
de
S.
João
da Ponte
e
d
’
alli
para a
da Falperra,
onde
se
venera,
a
milagrosa
Imagem
de
Santa
Maria
Ma-
gdalena.
Toques
de incendia.—
Pelas
10
horas
da
manhã
de
quarta-feira
deram as
torres
sigoal de incêndio,
manifestado na
chaminé
da
cosinha
do
hotel
da
Vista
Alegre,
nas
Carvalheiras.
Ardeu
parle
da
chaminé,
sendo
insignificante
o
prejuiso.
—
Na madrugada
d
’
hontem
ouviram-se
também
toques
de
incêndio
que
tinha
pe
gado
na
mansarda
d’
um
prédio
da
rua
da
Sé.
Também
não
leve
consequências
la
mentáveis.
Fallecimento.
—
Deu-se
hontem
á
sepultura, no
cemiterio,
o cadaver
da
snr.a
D.
Maria
da
Graça
Portugal
d
’
Abreu,
esposa
do
snr.
Plácido
d
’
Abreu.
Outro.—
Falleceu
ha
dias
na
cidade
de
Guimarães
o
ex.
ra0
snr. Antonio
José
de
Meira,
primo
em
primeiro
grau
dos
ex.
mos viscondes
de
Lindoso.
Lausperenne
na Sé
e no
Paço,
—
Começou
na
quarta-feira
o
sagrado
Lau-
sperenne
na
Sé,
onde
nas
duas
tardes
houve
vesperas
e
matinas a
instrumental.
O
throno
esiava
ricamenle
adornado
e
cercado
de numerosas
luzes.
Foi
a
primeira
vez
que
o
anteparo
e
as
primeiras
columnas appareceram
illu-
minadas a
gaz,
apresentando
um
eíleito
excellente.
Alguns
dos
proprios
indivíduos
que
viram
com estranhesa
esta
bem
acer
tada
medida
do
snr.
arcebispo
coadjutor,
e
que
não
dão
nada
por
inovações,
não
só
ficaram
completamente
desenganados,
mas
até
são
agora
de
opinião que
se
deve
augmentar
o
numero
dos candelabros.
Ain
da
bem.
Pois
vão
ver
lambem
realisados
os
seus
desejos;
porque
nos aflirmam
que
brevemente
chegarão,
procedentes
da
Fran
ça,
mais
alguns,
que
já
hão
de servir
para
as
noites
da
Semana
Santa.
—
Hontem
começou
o
Sagrado
Lauspe-
renne
na capella do
Paço,
a
qual
se
acha
inleiramente
restaurada
e accrescentada
com
um
novo
coro, tendo
entrada
pelo
jar
dim,
e seis
tribunas
com
grades.
Para
tornar
mais
brilhante esla
solemnidade
o
snr.
arcebispo
coadjutor
ordenou
que
alli
se
cantasse
nas
duas
tardes
vesperas
e
matinas
alternadas,
sendo
a
orchestra
a
mesma que
funccionou
na
Sé.
E
’
esla
a
primeira
vez
que
a
presente
geração
presenceia
matinas
solemnes
na
capella
do
Paço,
isto
além
d
’um
caso
ex-
cepcional
em
1833.
A
nova rua das Travessas»—•
Tracta-se
de alinhar defiuilivamente
a
nova
rua
que
parte da da
Sé
até
ao
campo
de
S.
Sebastião,
e
mais tarde tem
de
pro-
longar-se
para
o
norte
até
ao
largo
de
Santo
Agostinho.
O
alinhamento
que
estava
marcado para
esta
rua
não
podia
ser
mais
irregular,
pois se
fosse
feito em
linha
recta
iria
ter
minar
á
rua
dos
Biscainhos.
Ora
preferir
a
rua
dos
Biscainhos
ao largo
de Santo
Agostinho,
onde
fica
um
dos
templos
mais
magestosos
da
cidade,
onde desembocam
duas
ruas,
cortado
por uma
estrada
e
que
dá
entrada
para
o
campo
de
D.
Luiz
I e
Praça Municipal,
seria
bem pouco
acertado.
Se a nova
rua fosse
eflectivamente
des
embocar
nos
Biscainhos,
não
sabemos
por
onde
deveria
ficar a
entrada
para
a
Praça
Municipal,
a
menos
que
se
pretenda
fazer
uma
outra
praça
do
lado
poente do
edi
fício
da
camara,
o
que
demandaria
fabu
losas
despesas,
além
d
’
outros
inconvenien
tes,
como
de
ficar
parte
da
rua
dos Sa
pateiros,
parte
da
rua
do
Campo
e
Porta
de
S.
Francisco
no
mesmo
estado
vergo
nhoso
em
que
as
vemos.
Ainda
até
hoje não
podémos
atinar
com
as
vantagens
ou causaes
de
similhante
alinhamento.
Dizem-nos
que
o
actual
vereador
das
obras,
o snr.
Castiço,
tem
instado
com
os
seus
collegas do
município
para
que se
reforme
esse alinhamento,
vindo
a
nova
rua
terminar
no
largo
de
Sinto
Agosti
nho,
para o
que
se está
já
fazendo nova
planta.
Louvamos
muito
o
nosso
amigo,
snr.
Castiço,
e
pedimos-lhe que não
desista
do
seu empenho.
Companhia dramatiea
higpa-
nhola.
—A
companhia
dramatica
hiàpa-
ohola
procedente
do
real
conservatorio
de
Madrid,
debaixo
da
direcção
de
D. José
Rudriguez
Sepulveda,
advogado,
publicista
e
litterato, deputado
ás
côrtes
em 6
le
gislaturas,
resolveu
fazer
uma viagem
de
recreio
pelas
principaes cidades
da
nobre
nação
portugueza,
sendo
a
primeira
qne
escolheram
a
formosa
cidade
deBraga,
on
de
debutará
ámanhã.
5.
Não nos
occuparemos
do
mérito
artís
tico
das
actores
nem
das
excellentes
e me-
ralisadoras
peças
que
tencionam
pôr
em
scena.
Só
de
passagem
e
ao
correr
da
penna
diremos,
que
esta
companhia tem
traba-
Ih.nlo
nos primeiros
colisseus
da
penínsu
la,
contando
em
seu
seio
actores
e
aclri-
zes
laureados.
E
’ juntamenle
considerada
como uma
das
primeiras
companhias
his-
panholas.
O
eSpectaculo
de
amanhã
consta do
drama
em 4
actos,
de
S. Larra, intitulado
Bemaventurados
os
que
choram,
e a
come
dia
em
1
acto
Mal
de olho.
Espera-se
grande
enchente.
Caminha de ferro
do ÍTIinho.—
No
17.°
lanço,
comprehendido
entre
Vilia
Nova
da
Cerveira
e Chamosinhos,
os
tra
balhos
tanto
de
terraplenagens
como
de
obras
de
arte,
correm
com
toda
a
activi-
dade,
havendo
já
construídos
quinze
aque-
duelos
importantes
e
de
differentes typos.
Em
breve
proceder-se-ha
também
á
abertura
do
cavouco
para
a
ponte
de
Cam
pos,
achando-se
já
proximo
do
local da
mesma
construção
muita
cantaria
e
a
ma
deira
preciza
para
a
respecliva
estacada.
Cwra da
seiatica.—
O
doutor
Pre-
ty,
diz
um
jornal
francez,
conta
que
depois
de
ter
tentado
em
vão
em si
proprio
to
dos
os remedios
usados
em casos
taes
pa
ra
uma
sciatica
de
que
solina
ha
seis
me-
zes,
notou
certo allivio
uas
dores
sempre
que
comia,
e
decidiu-se
então
a
fazel-o
tan
tas
vezes
quantas
as
dores
o
apoquentas
sem.
Succedeu-lhe
isto
a
miudo
doze
vezes
em
vinte
e quatro
horas,
e
sentiu
sempre
allivio
e
a
cura
fez
no
espaço
de
dez
me
ies
pouco
mais
ou
menos.
Este
tratamen
to
também
deu
bom
resultado
em
mais
dois
casos
idênticos.
O
auctor atlribue
este
feliz
resultado
ao
desenvolvimento
do
calor,
em
consequên
cia
da
absorpção
dos
alimentos.
Novo
matadouro.
—
Como
ha
tem
pos
annunciamos,
tracta se da
construc-
çào
d
’
um
matadouro
publico n
’esta
cida
de,
e
cone
que brevemente
se
vae
dar
principio
aos
seus
trabalhos.
Não
nos
pa
rece
conveniente
encetar-se
novas
obras,
e
de tal
dispêndio
e
magnitude,
quando
tantas
e
tantas
estão
apenas
principiadas
e
requerem
prompta conclusão.
Também
não
approvamos
a
escolha,
que
se
diz
es
tar
feita,
do local
de S.
João
da
Ponte,
para ahi
construírem
o
matadouro.
Já
em tempo
dissemos
algumas
pala
vras
sobre
a
escolha
do
local,
e
brevemeo-
te
voltaremos
ao
assumpto.
Publieações.
—
Recebemos
as
seguin
tes
publicações
:
—
O
Douro
Illustrado,
redigido
pelo
visconde
de
Villa
Mayor
(Caderneta
6.
a
e 7.
a
)
—
Portugal
antigo
e moderno,
de
Pi
nho
Leal
(Fascículo
n.“
94.")
—
De
Lisboa
ao
Cairo
—
Scenas de via
gem
pelo
visconde
de
Benalcanfor.
—
Os
Filhos
do
capitão
Grani
(Vol.
n.)
—Dicionário
Popular, por
uma
socie
dade
d
’
homens
de
lettras.
(Fase.
13.°)
—
Impressões
da
natureza,
por
Augus
to
Luso
da
Silva.
—
A
vida
christã, por
Guisot.
De
todas
diremos
d
’
espaço.
Correspondências
do
reino
e
ilhas adjacentes e posta interna
que deve
prineipiar a ter vigor
em
fi
de julho
proximo
futuro.—
Cartas
até
15
gratnroas
25
rs.
e
sempre a
dobrar
por
cada 15
grammas.
Não sendo
franqueadas
por
meio
de
sellos,
05
réis.
Jor
naes
políticos,
Interarios
sciennficos
e
in-
duslriaes
cintados
atéòO
grammas
2
1/2
réis,
subindo
sempre 2
réis
e
meio
por
ca
da
50
grammas.
Impressos
cintados:
Até
50
grammas
5
réis
e
sempre
a
dobrar
por cada
50
gram
mas: manuscriptos cintados
20
rèis
por ca
da
50
grammas:
correspondências estran
geiras recebidas
de
Hespanha,
qualquer
que
seja
a
sua
procedência,
não
transmittida
em
conformidade
com
as
convenções
pos-
taes vigentes.
Catlas:
por
cada
15
grammas
200
réis;
periódicos
e
outros
quaesquer
cintados,
gravuras,
litografias
ou
fotografias 20
rs.
por
cada
15
grammas.
Cartas:
10Ô
réis
por
cada
15
grammas;
amostras
de fazendas
cintadas
40
rs.
por
ca
da 15
grammas:
recebidas
da
America
do
sul
ou
para
ali
expedidas
por
barcos
movidos
a
vapor,
nacionaes
ou
pertencentes
a
empre-
za
não
subsidida
peles
governos
estrangei
ros,
com
os quaes esteja
ou
venha
a
ser
regulado
por
convenções
que
ajuste
o
trans
porte d
’
esla
correspondência.
Cartas:
80
rs.
por
cada
15
grammas;
periódicos
e ou
tros
quaesquer
impressos cintados,
gravu
ras,
litografias
10
réis
por
cada
50
gram
mas,
amostras
de
fazendas
40
réis por
ca
da
50 grammas
e
cartas
50
réis
por
cada
15
grammas.
Periódicos
e outros
quaesquer
impressos
cintados,
gravuras
etc.—
20
réis
por cada
50
grammas.
Correspondências
registradas
para
o
reino
e
ilhas
adjacentes; prémio
fixo
do
registo,
100
réis. Correspondências ex
portadas,
nacionaes
ou
estrangeiras
—10
rs.
cada carta
ou
maço
de
impressos
e
amos
tras
de fazendas—
10
réis.
Incidente comiso.
—
Uma
d’estas
noites
a
representação
dos
«Danichefi»,
no
theatro de
OJeon,
de
Pariz,
conta
o
«Petit
Jornal», foi
assinalada
por
um
incidente
bastante
cotnico.
Estava-se
no
primeiro
acto,
no
meio
da
grande
scena,
em
que
Anna
se
arrasta
sup-
plicante
aos
pés
da
viuva
inflexível;
um
es
pectador
dos
camarotes
da
terceira
ordem
commovido
e
exaltado
com
aquella situação
não
ponde
deixar
de
testemunhar,
por
uma
exclamação
saida
do
coração,
a
sua indi
gnação
contra a
barbaridade
implacável
da
condessa:
Ah!
ladra!
exclamou
elle
com
o
accento
de
um
homem
que
assite
a
um
drama
real.
Todos
os
espectadores
desataram
a
rir,
mas
nunca
se ouviu
exclamação
mais
sin
cera.
Obraa
pwblicas.—
Foram
concedidos
os
seguintes
subsídios:
De
521$000
réis á
camara
municipal
do
Alandroal
para
a
con-trucção
do
lanço
da
estrada
do
Alandroal
a
Nossa
Seohora
do
Rosário,
entie
os
perfis
n.
os
76
e
118;
De
183^500
réis
á
do
Freixo
d
’
Espa-
da
á
Cinta,
para
a
estrada do
Corvo a pon
te
do
Auter;
De
15(J$900 réis
á
de
Villa
Viçosa,
pa
ra
a construcção
da
estrada
de
Villa
Viço
sa
a
S.
Romão,
entre
Casas
Altas
e a
quin
ta
das
Cebolas; e
de 708$480
réis
á
de
Mar-
vão,
para
a
estrada
municipal
de
Marvão
á
estrada
real
d’
Evora
á
fronteira,
eotre
Mar
vão
e
a
ponte
da Pipa.
—
A
comtnissão
internacional de enge
nheiros
portuguezes
e
hespanhoes
assignou
o
termo
do
accordo
sobre
o
ponto de
li
gação
na fronteira
do
caminho
de
ferro
da
•Beira
Alta.
—
No
2
o
trimestre
do
anno
ecooomtco
corrente
dispendeu-se
nas obras
da
barra
do
Douro
a
quantia
de
3:565$668
réis.
E
desde
o
principio dos
trabalhos
até
30
de
setembro
de
1875
120:365^437
réis.
—0
snr.
João
Frncisco
Cardoso
dos
Santos;
conductor
de
2
a
classe,
foi
trans
ferido das obras
da
penitenciaria
para
a
ca
mara
municipal
de
Lisboa.
Portuguezes
falleeidos.
—
Falle-
ceram
no
Rio
de Janeiro
desde
2
a
6
de
fevereiro
os
seguintes
súbditos
portuguezes:
Manoel José Machado.
40
annos, soltei
ro;
Bernardina
dos
Santos
Costa,
65
a.,
viuva;
Luiz Pereira, 30
a.,
s.;
Serafim
José
dos
Santos,
40 a.;
s
;
Gerlrudes
Angélica
de
Macedo,
83
a.,
v.;
José
Martins
Leonar
do,
33 a.,
s.;
José
da
Rocha,
26 a.,
s.;
Ma
noel
Luiz Cardozo,
20
a., s.;
Joaquim
Gon
çalves
Tavares de
Souza,
21 a.,
s.;
Anto
nio
Vieira
Fernandes, 30
a.,
s.;
José
Fer
reira,
22
a.,
s.;
Manoel
Abbade,
35
a.;
s.;
Manoel
Maria
23
a.,
s.;
Antonio
Gomes da
Costa.
40 a.,
casado;
José
Antonio
de
Mi
randa,
36
a.,
s.;
Joaquim
Antonio
Correia,
39
a.,
s.;
José
do
Nascimento
Fonseca,
50
a.,
s.;
Bazilio
da
Silva,
21
a.,
s.;
Anto
nio
de
Souza
Garrido
Júnior,
15
a.; André
Coelho
Dias Barboza,
16
a.;
João
Pinto
Ri
beiro,
27
a., s.,
Antonio
José
Pereira,
44
a.,
s.;
José
Fernandes,
24 a.,
c.;
Manoel
dos
Santos, 26
a.,
c.,
Luiza
Candida,
21
a.,
c.;
Maria
do
Rosário,
23
a., s.;
Ma
noel
Vieira,
25
a.,
s.;
Rosa
da Gloria
Oli
veira,
a.;
José
de
Souza,
32
a.,
s.;
Manoel
Jacintho,
31
a.,
s.;
João
José
da
Maia, 32
a.,
s.;
Antonio
Maria
Gomes,
27
a.,
s
;
Bemardino
Ferreira
da Silva,
50
a.,
s.;
João
Antonio
de
Azevedo,
15
a.;
Maria
Jo
sé,
a,,
s.;
Luiz
Caetano
Mendes,
42
a.,
c.;
Jacintho
de
Souza,
35
a.,
s.;
Benedi-
cto
Gomes
Ferreira,
22
a.,
c.;
Silvano
Francisco
Marques,
18
a., s.;
Antonio
Joa
quim
Valerio,
36
a ,
s.
Xoticias
diversas.—
Um
horroroso
incêndio
destruiu
a fabrica
de
Wodren,
Estados-Unidos.
Suspenderam
os
seus
tra
balhos
centos
de
obreiros
As
pedras che
gam
a
5000,000
dollars.
—
Foi
na
quarta-feira installada
a
com-
missão
de
geografia, creada junto
do minis
tério da
marinha.
—
Na
freguezia
de
Villar
do
Monte,
e
outras
próximas, do concelho
de
Ponte
do
Lima,
tem
morrido
mais
de
40
juntas de
bois!
Não
se
conhece
a
moléstia.
Asseve
ram
alguns
proprietários
d’aquellas
fregue-
zias
que
muitos
bois
têm
sido
encontrados
mortos
nos
montes
onde
vão
pastar,
e
ou
tros
nas
côrtes
depois
de
recolherem
do
pasto.
—
O districto
de
Vianna
produziu
em
1875,
2:237
milheiros
de laranja,
776
de
limão,
1.358:251
decalilros
de
vinho
de
uvas, 11:582
de
vinho
de
maçãs,
8:039
de
aguardente
de
bagaço,
839
de
aguar
dente de
diversas
fructas.
—
Os salmões
em
Vianna
teem
tido
compradores
a 9$000
réis,
como preço má
ximo.
—
Em
Olhão
descobriu-se
um
cemiterio
romano
do
tempo
dos
primeiros
impera
dores.
,
—
Nas
demolições
feitas
para
a
recons-
trucção
do
edifício
do
governo
civil
de
Fa
ro
leem
sido
encontrados
alguns
mármo
res
e
cantarias
atlestando
remota
antigui
dade.
—
O
Valerland de Vienna publica
a
se
guinte
carta
que D.
Carlos
tinha
ha
pouco
dirigido
a
sua
mãe,
que
reside
em
Gratz:
«Muito
querida
mãe.
A
hora
das
grandes
luctas se
approxi-
ma;
o
inimigo
avança.
Estou
cheio
de
fé
e
d’
esperança
precisamenle
porque
conhe
ço
a
desproporção
das
forças.
Se
formos
vencedores,
será
isso
obra
de Deus. O
mo
mento
presente
é
o mais
grave
de
toda
a
campanha.
As
legiões
inimigas
vão
cair de todas
as
partes
sobre
nós,
e
leremos
de
passar
por
angustias
terríveis;
mas a
fé,
eu
o
es
pero,
duplicará
as
nossas
forças; Deus
não
nos
ha
de
desamparar.
Se
vos
chegarem
más noticias
do
nosso
campo, não
vos
afllijaes.
Pelo
contrario
orae,
mãe
rauiio
querida,
orae
muito; as
vossas
orações
poderão
mais,
que
todas as
potências
in-
fernaes.
Tranquillisae
os
nossos
parentes
e
amigos,
e
convidae-os
a
orar
lambem
a
favor
da nossa
causa.
Eu
acabo
agora
de
dar
ordem
ao
nosso
capellão-mór
para
fazer preces
publicas pe
lo
triunfo das
nossas
armas.
Nós
temos
poucos
recursos,
mas
lemes
a firme
reso
lução
de combater, de
combater
sempre;
o
resto
depende
da
vontade
de
Deus.
Crêde
na
afTeição
ineffavel,
com que
beija
as
vossas
mãos
—
O
vosso
filho
obedi
ente—
Carlos.
—
No
dia 26
do
mez
proximo
mez
par
le
do
Rio
de
Janeiro
para
Philadelphia
o
imperador
do
Brazil D.
Pedro
II.
—
O
snr.
ministro
da
fazenda
auctori-
suu
a
nomeação
de
104 guardas
a
pé ex-
iraornarios,
2
a
cavallo
e
30
remadores,
distribuídos
pelos
dislridos
fiscaes do
mo
do
seguinte:
Para Lisboa
40
guardas
a
pé
e
30 re
madores
Chaves
54
guardas
a pé.
Valença
30
guardas
a pé.
Barca
d
’Alva
12
gnardas
a
pé
e
2
a
cavallo.
Aldeia
da
Ponte
6
guardas a
pé.
Idanha a Nova 4
guardas
a
pé.
—
No
dia
26
de Janeiro
ultimo
naufra
gou
no
canal
de
S.
Vicente
da
província
de Cabo
Verde
a
lancha
«Carlos»
perecen
do seis dos
seus
sete
tripulantes
e 4
passa
geiros.
Vinha
de
Santo
Antão,
contra
a
opinião
do
seu
antigo
mestre,
que
por
jul
gar
impossível
vencer
o
muito
mar
que
fa
zia,
se
despediu
sendo
mettido
outro
em
seu logar.
O
dono
da lancha
Luiz
José
Mathias,
que
n
’
ella
vinha
de
passagem foi
uma
das
victimas.
Parece
que
á sua
tei
mosia e imprudência em
querer
que
a
lan
cha
se fizesse
de
véla,
sem que
o
tempo
o
permittisse
se
deve
o
ler
havido
10
vi
ctimas.
T
j
HEATBO
DE
S.
HHLDII
Companhia drasnatica hispanhola
sob
a
direcção
do snr. José
Rodriguez
Sepulveda.
Domingo
5
de
março.
O
drama
em
4
actos:
BEMAVENJTUHADOS
OS QUE
CHORAM.
A
comedia
em
1
acto:
U1I,
DE
OEHO.
SAuDE
A
TODOS
sem
medicina, pur
gantes
nem despezas
com o uso da
delicio
sa
farinha
de saúde,
DL
BARRY
de
Londres.
31
annos d’invariave! sueeesso
3 Depois
das
adessiões
de
muitos
mé
dicos e
de
vários
hospitaes,
ninguém
po
derá
duvidar
da
eflicacia d
’
esta
deliciosa
farinha
de
saude
que
cura
as
indigestões
(despepzias)
gastrica,
gastralgia
,
ílegma,
arrotos,
ventos,
flatos, amargôr
na bocca,
pituilas,
nauseas,
vomitos,
irritação
intes
tinal,
diarrea,
dizenteria,
cólicas, tosse,
alhsma, falta
de
respiração,
oppressão.
con
gestões,
mal
aos
nervos,
diabelhe,
debili
dade;
todas
as
desordens
no
peito,
na
gar
ganta,
do
alito,
das
bronchites, da
bexi
ga,
do
fígado,
dos
rins,
dos
intestinos,
da
mucosa,
do
cerebro
e
do
sangue.
75.000
curas
entre
as
quaes contam-se a
de
S.
S.
o
Papa,
do
duque
de
Pluskow,
da
ex
ma
snr.
a
marqueza
de
Brehan, do
doutor
Manoel
Saenz
de
Tejada,
da
Universidade
de Cordova,
etc.
etc.
Cura
72.448.
Cadiz
3
de
junho
de
1868
Não posso
fazer
menos
de
manifestar
a
vv.
s.
as
os
bellos
resultados
que
obtive,
administrando
o
seu chocolate de
Revales
ciére
á
minha
senhora.
Havia
muitos
an
nos
que
padecia
intensissímas
dores
in
testinas,
e
insomnias
pertinazes
; graças
a
este
surprehendente
especifico
ficou com
pletamente
restabelecida.
Ficando
reconhe
cidos,
aproveito
esta
occasião
para
demon
strar
a
consideração
com
a qual
o
distin
gue
o
seu
attenlo
venerador
—
V
icente
M
oyano
.
Cura
69.718.
Ticheville
(Orne) 20
de
março
de
1867.
Achando-me
peifeitamente
com
o
uso
que
fiz
durante
certo
lapso
de tempo
da
Revalesciére,
tenho-a
administrado
a
varias
pessoas,
ás
quaes
produziu
inestimáveis
efleitos, em
particular
modo
n
’
aqnelles
que
padeciam
de
hydropesia.
Tres
d
’estes
cu
raram
completamente.
—
A
tosse
produzida
por
uma
constipação
desappareceu
instan
taneamente
e
lambem
produziu
os mesmos
resultados
nas
moléstias
da
retenção
de
orina
e
das
moléstias
de
eslomago,
afas
tando
de qualquer
indivíduo
a
hypocon-
dria
P
adre
L
angevin
.
Seis
vezes
mais
nutritiva
do
que a
car
ne
sem
esquentar,
economisa
cincoenla
vezes
o
seu preço
em remedios.
—
Preços
fixos
da
venda
por
miudo
em
toda
a
pe
nínsula
:
Em caixas
de
folha
de
lata,
de
*/
4
kilo,
500
; de
1
/
4
kilo
800
rs
;
de um
kilo,
1$400
reis
;
de 2
*/,
kilos,
3^200
reis
;
de
6
ki
los,
6$400
reis,
e
de
12
kilos,
12^000
reis.
Os
biscoitos
da
Revalesciére
que
se
po
dem
comer
a
qualquer
hora,
vendem-se
em caixas
a
800
e
1^400 reis.
O
melhor
chocolate
para
a
saúde
é
a
Revaleseière
ehoeolatada«
ella
res-
titue
o
appettite,
digestão,
somno,
energia
as
carnes
duras
ás
pessoas,
e
ás
creanças
e mais
fracas,
e
sustenta
dez
vezes
mais
que
a
carne,
e
que
o chocolate
ordinário,
sem
esquentar.
Em
paus, ou em
pó
em
caixas
de folha
de
latadelO
chavenas,
500
reis;
de
21
chave
nas, 820
reis;
de
48
chavenas, l$400;
de
120
chavenas,
3$200
reis,
ou
25 reis
cada
chavena.
BARRI
DU
BARRA
«fc
C.
a
~Pla-
ce
Vendòme,
26,
Pariz;
77
Regent
Street
Londres;
Valverde,
1,
Madrid.
Os
pharmaceuticos, droguistas,
mer-
cieiros,
etc.,
das
províncias
devem
diri
gir
os seus
pedidos
ao
deposito
Central
;
snr.
Serzedello &
C.
a
Largo
do
Corpo
Santo
16,
Idsboa,
(por
grosso e
miudo)
;
Carlos
Barreio, rua
do
Lorelo, 28;
Bar
rai
& Irmãos, rua
Aurea, 12.
Porto,
J.
de
Sousa
Ferreira
&
Irmão,
rua da
Ba
nharia
77;
de
Sequeira;
J.
Pinto;
Desf-
ré
Rahir;
Coimbra,
V.
Botelho
de
Vas-
concellos
;
Aveiro,
F. E.
da
Luz
e
Costa,
pharm.;
Bareellos,
Ramos,
pharm.;
Braga,
Pharmacia
Maia,
rua
dos
Chãos,
Pipa
<5c
Irmão,
rua do
Souto,
Domingos
J.
V.
Machado, praça Municipal.
Figueira,
Antonio
Vieira,
pharm.
;
SulmnrãM,
A.
J.
Pereira
Martins,
pharm.
;
Pena-
fiel,
Miranda,
pharm.
;
Ponte
«Ia
Uima,
A.
J.
Rodrigues Barbosa,
pharm.
;
Po
voa
do Varzim,
P.
Machado de
Oli
veira,
pliarma.
;
Vianna do Castello,
Aflonso
e
Barros,
droguistas;
Viila do
Conde,
A.
L.
Maia
Torres,
pharm.
ÃGIULBICIMEJrTOS
José
Antonio
Alves, coin
estabelecimen
to
d
’ourivesaria
no
largo
do
Paço,
d
’esta
cidade, achando-se
quasi
restabelecido
da
gravíssima moléstia
de
que
está
convales
cente,
vem por
este
meio,
em
quanto
o
não
póde
fazer d
’
outra
fórma,
agradecer
a
todas
as
pessoas
que
durante
o
seu
esta
do
de
penúria o
visitaram,
em
andaram
saber
de
sua
pessoa, mostrando por esta
fór
ma
o
quanto se
interessavam
pela
sua
saude—
e
em
especial
áquelles
seus
intimos
amigos
que nunca
o desacompanharam
nas
horas
mais
criticas
de
sua
moléstia,
ani
mando
o
sempre com
palavras
de
consola
ção e
amisade,
entrando
n
este
numero
o
exc.
”
°
snr.
Manoel
Marques
da
Silva Pe
reira,
seu
facultativo
assistente,
pelo gran
de
zelo
e
actividade
que empregou
em
seu auxilio,
bom
modo
e
carinho
com
que
sempre
o
escutou—
assim
como
nunca
po
derá
esquecer
os
importantíssimos
serviços
que
lhe
prestaram
a
snr.
a
D
Custodia
Ma
ria
de Faria
Peixoto
e marido
o snr.
Ve-
nancio
José
da
Silva Rego,
em
casa de
quem foi
tratado,
pois
diga-se
com
ver
dade,
a
snr.
a
D.
Custodia empregou
todos
os
meios
que
estavam
ao
seu
alcance,
para
que
nunca
faltasse
nada,
sendo
ella
quem
sempre
lhe
ministrou
os
remedios
e
tudo
o
mais
—
soflrendo
tudo
com
a
maior paciência,
amor
e
caridade, como
que
fosse
propriamente
sua
mãe:
a
todos
pois,
agradece
em extremo
penhorado,
pro
testando-lhes o
seu
mais
vivo
e
profundo
reconhecimento,
fazendo
votos
ao
ceo
para
que
nunca
lhes sejam
pagas
taes
visitas.
Braga
27
de
fevereiro
de
1875.
(3007)
José
Antonio Alves.
ANNUN0I0S
Prevenção.
João
Nepumeceno
da Rocha
Leite
Bran
dão,
da
freguezia
de
Godiuhaços,
do
con
celho
de
Villa Verde,
declara
e
pievioe
por este meio
a
todas
e
quaesquer
pes-
soas
que
tiverem
contractos
com
soa
mãe,
D.
Maria
da
Conceição
de
Paiva
Leite
Brandão,
ou
com
alguns
de seus filhos,
o
não
tenham,
sob
pena
de
nullidade,
e
repular-se
invalido, porquanto
em
juizo
se
questionam partilhas.
(3014)
Joaquim José
de
Barros, largo
dos
Pe
nedos
n.°
23,
faz
publico
que
além
dos
carros que
tinha
tem
mais
um
bonito
ca
leche
novo e de
bom
gosto,
que
alluga
ga
per
preços
commodos,
e
bom
gado,
(3011)
Cântico
ao Sagrado Coração de
Jesus,
para
canto e piano ou
orgão, pelo Padre M. M.
de
Águiar, poesia pelo Padre M.
J. Martins.
A
’
venda
em
casa
do
snr.
F.
José
de
Paiva
rua
Nova,
n.°
17,
e
na
Livraria
Ca
tholica,
rua
du
Souto.
Preço................
120
rs.
COMPANHIA
CARRIS
DE
FERRO
DE
BRAGA.
Sociedade anoiiynin de
responsa
bilidade
limitada.
São
convidados
os
snrs.
accionistas
a
entrarem
com
a
segunda
prestação
de
20
por
°/
0
ou
10$000
rs.
por
acção,
nos
dias
2
a
5
de
Abril
de 1876, no
Banco
Corn-
mercial
de
Braga,
e
no
Porto,
na
Caixa
do
mesmo
Banco,
rua
das Flores
n.°
148.
No acto
do
pagamento
é
indespensavel
a
apresentação
dos
títulos provisorios,
e
na
mesma
occasião
serão
entregues os
estatu
tos.
Braga
1
de
Março de
1876.
O
gerente,
(188)
Nuno José Villaca.
(3012)
Alexandre
José
Alves,
participa
aos
seus
amigos
e
freguezes,
que já
concluiu
a
sua loja
de
barbear,
na
rua
do
Souto
n.°
52,
onde
se
encontram
todas
as
com-
modidades
indispensáveis
a
um
estabele
cimento
d
’
esta
ordem
;
porquanto
tem
um
pessoal
composto
de
hábeis
empregados,
peritos
em
tudo
que
diz
respeito
á
sua
arte
e
promptos a
servir
os
respeitáveis
freguezes
com
a
maxima limpeza
e
bom
agrado.
(3008)
Alexandre José
Alves.
Companhia
Edificadora e Indus-
tnal
Bracarense
Durante
a
Quaresma
e
até
nova
alte
ração nos
preços
das
carnes,
resolveu
a
direcção
supprimir
a
classe
de
carne
sem
osso.
Braga 28
de
fevereiro
de
1876.
O
fiscal
(3010)
Marques
Murta.
A companhia Carris
de
Ferro
de
Braga
Sociedade
«nonynia de responsa
bilidade
limitada
Annuncia,
que
lendo
findado
o
praso,
para
a
primeira chamada
de
20
p.
c.
e
faltando
alguns
snrs.
accionistas
por
faze
rem
as
suas
respectivas
entradas,
foi
de
liberado
pelo
digníssimo
Conselho
Fiscal,
prorogar
por
mais
30
dias,
o
praso
da
dita
chamada
que
findarão
em
20
do
pro-
ximo
março.
Previnem-se,
pois, assim
os
snrs.
ac
cionistas,
que
até
áquella
data,
não
fize
rem
a
entrada
de
suas
acções,
que
cahi-
rão
na
pena
do
Comisso
disposto
no
art.
9-°
e
seu
§
3.°
do respeclivo
Estatuto.
O
gerente
(3004)
(186)
Nuno
José
Villaca.
BANCO
DE
VILLA REAL
Vende-se
grande
porção
de
acções
d
’
es-
te
estabelecimento
ou
trocam-se,
cumvindo,
por
propriedades
urbanas
ou
de
raiz.
Para
tratar-se
de
seu
ajuste,
em
carta
fechada
com
as
iniciaes
A. S.
P.
ao
escriptorio
da
administração
d
’
este
jornal.
(2984)
MALA
SEAL IIGlHi
(INCORPORADA
POR CARTA REAL)
LINHA
QUINZENAL
DE
PAQUETES
A
VAPOR
Para
S. Vicente, Pernambuco, Eahia, Rio de Janeiro,
Montevideo
e Buenos-Ayres
Acceitando
também
passageiros
de
3.a
classe
para
SANTOS
e RIO
GRANDE
DO SUL
com
trasbordo
no
Bio
de
Janeiro
PAQUETES
A
NEVA
....
13
de
Março
GUADIANA
.
.
28
de
Março
DOURO.
.
.
. 13 de
Abril
PREÇOS
Cada jjfííjuete d’
esta coEiipanbia
leva
a
bordo
criados
e eoaiitíseiroB
portuguezea
para
commodida
dos
passageiros
de
tcilua
as classes.
Sendo
as
passagens
pagas
na
Agencia Central
no
Porto
ou
em
qualquer
Agencia
provincial,
a
conducção
para
Lisboa
é
por
conta
da
Companhia.
A
bordo
os passageiros teem grátis
cama, roupa de cama, co
mida
feita
por
cosinheiros poi tuguezes, vinho
duas vezes por dia,
assistência
medica, serviço de criados e outras despezas.
A
EXPER1ENCIA
de
mais
que um
quarto
de
século
tem
feito
com
que
os
pa
quetes
d
’
esta
companhia
(a
mais
antiga
na
carreira
do
Brazil)
sejam
conhecidos
pela
regu
aridade,
velocidade
e
segurança
excepcional
;
além
d
’isso
pela
limpesa,
boa
or
dem,
bom
tratamento
e
accomodações
a
bordo,
e
pelos melhoramentos
mais
moder
nos
tanto
para
a hygiene
como
para
a
commodidade
dos passageiros.
ISTO
É
COMPROVADO
pela
grande
concorrência
que
teem
de passageiros
e
pelos
agradecimentos
de
mais
de
mil
e
cem
passageiros
d’
entre
elles
feitos
por
es-
cripta
como
consta
de
documentos
arehivados
em
varias
agencias.
SÀO ESTES
OS
PAQUETES
preferidos
pelo Governo
Inglez
para
a conducção
das
suas
malas do correio,e por
este
serviço
recebe
a
companhia
um importante subsidio.
TIVERAM
ESTES
PAQUETES
a honra de
conduzir
Suas Magestades
o
Impera
dor e
Imperatriz
do Brazil, como também S.
A.
o
Infante
D.
Augusto.
TODAS AS INFORMAÇÕES
e
bilhetes
de
passagem
podem
ser
obtidos
no
POR
TO
na
AGENCIA
CENTRAL,
rua
dos Inglezes,
23 ; o
agente
GUILHERME
C. TA1T;
e nas
provincias
nas
agencias e correspondências
estabelecidas
em
todas
as
princi-
paes
cidades
e villas.
Agente
em
Braga
o snr.
João Manoel
da
Silva Guimarães,
Rua
do Souto.
Ao
commercio e a quem convier.
Manoel
José
de
Campos
e
Rodrigo
d
’
Oliveira,
com
suílicientes
conhecimentos
e
pratica
da
pequena
e
grande
velocidade
nos
caminhos
de
ferro, e
correspondentes
d
’
algumas
casas
commerciaes
do
Porto,
prompiificamse
a expedir
ou
receber
toda
a
sorte de
mercadorias,
—
o
que
será
feito
com
maior
cuidado
e
zêlo.
Não só rece
bem
mercadorias
para as
diflerentes
terras
do
reino,
como
também
para
o estrangei
ro,
tudo
mediante
uma
pequena
commis
são.
Para commodidade
e
vantagem das
pessoas
qoe
se
queiram
utilisar
do
seu
prés
timo,
achar-se-ha
lodos
os
dias
um
dos
annuncianles, na
estação
do
caminho
de
ferro,
desde
as
8
horas
da manhã até
ás
5
da
terde.
Recebe-se
qualquer
encommenda
na
rua
do
Souto,
n.°
44,
1.°
andar.
Braga
—
fevereiro
de 1876.
(2991)
A
commissão
liquidataria
do
casal
do
fallecido
snr.
Manoel
de
Magalhães
d
’Arau-
jo
Pimentel.
tendo
resolvido
vender
as
quintas
de
Santo
Adrião,
a
de
Passos ea
das
Latinhas ou
Ribeira,
e
bem
assim a
casa
do
Campo de
Santa
Anna,
tudo
sito
n
’
este
concelho,
convida
as
pessoas
que
pretenderem
quaesquer d
’estes
bens
a
di
rigirem
a qualquer
dos
signatários
as
suas
propostas
em carta fechada
dentro
de
vin
te
e
cinco
dias.
Rraga
21
de
fevereiro
de
1876.
Henrique
Freire
(1
’Andrade
—
Manoel
Luiz
Ferreira
Braga—
João
Evangelista
de
Sousa
Torres
e
Almeida.
(2999)
PIANO
Vende-se
utn
proprio
para
ensino
por
13$500
rs.
na
rua
da
Cruz
de
Pedra
n.°
6.
(
2995)
SAIR
DE
LISBOA
MONDEGO.
.
.
28
de
Abril
ELBE
.
. . . 13
de
Maio
MINHO. ...
28
de
Maio
COMMODOS
«RUA
l)i
:s.
MARCOS,
N.
5.^
n
Vende papeis
pinta
dos
para
guarnecer
sallas,
lindíssimos
gostos,
a
prin
cipiar
em 80 reis
a peça.
Vende
olio,
tintas
e
vernizes
para
pinturas
de
casas,
tudo
de
boa
quali-
dade.e
preços muito resu-
midos.
®
—
—
------
Vende
cimento
roma-
no
para
vedar
aguas,
ges-
g
so
para
estuques
de
ca-
g
sas,
tudo
de
primeira
qua-
lidade.
(
Z
*)
Ô
Vende-se
uma morada
de
casas
si-
tuada
na
rua
da
Ponte,
com
o
n.°
ÁsLSftgi.
Vè-se
das
3
ás4
da
tarde.
Quem
a
pertender
falle
com Antonio
dos Santos de
Azevedo
Magalhães.
(2981)
V
PÍLULAS
DE GUIBOURT
Especifico
contra
as
tosses
catarrhos,
brochites
etc.
Injecção Janin
Efficaz
contra
todas
as
purgações. Qua
tro
annos
de
exislencia
e
de
seguro
resul
tado.
__________
Especifico contra a tosse
Xarope
Peitoral
Seitz
Este
xarope
preparado
unicamente
de
vegetaes,
é
o melhor
especifico
contra as
tosses
rebeldes,
crónicas
e
convulsivas,
rouquidões,
catarrhos,
asthma,
escarros
san
guíneos,
e finalmente
em
todas
as
affec-
ções
do
peito.
Injecção
Bichat
Cura
em
seis dias
todas
as
purga
ções.
Unguento
anti-dartroso
O
mais
precioso
para
fazer
desappare-
cer
todas as
moléstias
cutaneas,
como
em-
pigens,
ozagre,
sarna,
eczema,
e
todas as
comichões
ou
prurido
que
sobrevem
á
pel-
le.
Elixir
Americano
São
tão
prodigiosos
os
eífeitos
produ-
sidos
por este
elixir,
que
é
sem
duvida
superior
a
todos d
’
esta
naturesa.
Impede
a
carie,
conserva
o
esmalte
dos dentes,
communica-lhe
urc magnifico
brilho,
for
tifica
as
gengivas,
e
destrôe
o
mau
chei
ro
da
bocca,
antes
que
lhe
dá um
enex-
cedivel
aroma e
suavidade.
E’
muito util
fazer
uso
d
’
este
elixir
para
um aturado aceio
e
preservar
as
do
res
de
dentes.
Porto
—Pharmacia
central
rua
de
San
to
Antonio
227.
Braga—Na
do
hospital
de
S.
Marcos.
Aveiro
—
Na
do
sr.
Moura
rua
da
Ve
ra
Cruz.
(2997)
MUDANÇA
Francisco
José
de
Paiva,
mudou
o
seu
es
tabelecimento
de
musicas
e
instrumentos
e
tudo pertencente
á mesma
arte,
que
tinha
na
rua
de
Santo Antonio
das
Travessas,
n.°
18,
para
a
rua
Nova
de
Sousa,
n.°
17,
e
par
ticipa
aos
mestres,
professores
e
amadores
de
musica,
que
este
estabelecimento
boje
se
acha
monido
de
muitas
musicas
para
piano
e
mais
instrumentos,
assim como
muitos
instrumentos
dos
melhores
ando
res,
e
boas
cordas para
os
ditos
instru
mentos e
tem
todos
os
accessorios
per
tencentes
á
mesma
arte,
e
se
encarrega
de
encoinmendas
d
’este
genero.
(2972)
Rua Nova
de Sousa n.°
5.
José
Antonio
Gomes
Ferreira,
suc-
cessor
do
LOUREIRO,
tem
grande
por
ção
de
latão
e
cobre
velho
proprio
para
fundição,
que
vende
por
preço
barato.
(2951)
LITHOGRAPHIA
1 —
Kua
d» Camjto — 9
M.
J. F.
d
’
Oliveira,
satisfaz
com promp-
tidão
e
nitidez todo
e
qualquer
trabalho
pertencente
á
sua
officioa: estampas
em
gra
vura
e
a
creion,
chromo-lilhographia
map-
pas,
etc.
(2978)
A
’
loja—Cad«B[[»«z—
Acaba
de
che
gar
um
sortimento
de
bombas
de differen-
tes
feitios,
e
que
pódem
funccionar
perfei
tamente
até
30
“
de profundidade.
cowaa. o
fbio
Caloriferos
ou
fogões
d’
aquecimento
pa
ra
salas,
quartos,
etc.;
vendem-se
na
loja
C
achapuz
.
(2980)
BRAGA
:
TYPOGRAPHIA
LUSITANA
—
1876.
Parte de Comércio do Minho (O)
