comerciominho_01081876_524.xml
- conteúdo
-
Assigna-see
vende-se
no
escriptorio do
editor
e
proprietário
Joti
Maria
Dias
da
Costa, rua
Nova
n.
*
3
E, para
onde
deve
•er
dirigida
toda»
correspondência
franca
de
porte.=As
assi
naturas
são
pagas
adiantadas
;
assim
como
as
correspondên
cias
de
interesse
particular.
Folha avulso
10
rs.
ÂS
TERÇAS,
QUINTAS E
SABBADOS.
P
reços
:
Braga,
anno
1^600
rs.-=Semestre
850
rs.=Prot>»»-
cias,
anno 2&000 rs
e
sendo
duas
3^600 rs.
—Semestre
1S050
rs.=Braul,
anno
3&600
rs.—
Sfemestre 1&900
rs. moeda forte,
ou
8&000
reis
e
4&500
reis
moeda
fraca.
—
Annuncios
por
linha
20
rs.,
repetição
10
rs.
Para os
assignantes
20
°/0
d
’
abatimento.
BRAGA-
TfRÇA-FKIBA 1 »E
AGOMTO
Pater,
dimitte
illos;
non
enim
sciunl
quod
faciunl.
A
invocação
do
sagrado
texto,
feita
por
Aquelle
que
attribuia
aos seus
verdugos
e
insultadores
a
ignorância
do
que
diziam
e
faziam,
é
a
mesma
qoe á
priori
nos
sugere
quando
os
modernos
fariseus cos
pem
no que ha
de
mais
sagrado
e
vene
rando
toda
a
bílis
de
seu
fel
nauseante
e
corrompido.
Mas
se
aitentarmos qoe
a
pertinácia
e
teimosia
d’
estes
fariseus
toma
as
propor
ções
de
uma
lucta
em
que a
sciencia do
mal
é
evidente,
regeitando-se
toda
a
no
ção
de emenda
e
arrependimento
mesmo
em
presença da
clara
demonstração
da
verdade
e
do
bom
conselho, então
hemos
que
luctar
também.
Está
de
cá
a
rasão
e a
justiça,
armas
poderosas
contra
que
são
impotentes
controvérsias
solistas
por
mais
bellas
na
apparencia
de
fôrma
e
es
tilo;
com
elles
lemos
a
segurança
do
triun
fo,
nem
a causa
por que
pugnamos
jámais
deixou
de
o
ler,
e lerá
sempre, quaoio
mais
se
pela baiba
se
n««
depara
um
genio
tacanho
e
rachitico
como
o
produ-
ctor
de
necedades
do
jaez
das
de
um
li
vro
que
ahi
acaba
de
ver
a
luz, ao
qual
o
seu
auclor,
homem
das
arabias,
chama
Caricaturas
em
prosa.
Esla
obra
noiavel
(porque
ao mal lam
bem
cabe
certa
notoriedade)
é
mais
um
especimen de
garrulice
estúpida
e
infame
que
surgiu
como
excrescencia
immunda
dos
prelos.
As
cinzas
de
Vohaire, d
’
esse
pedante
imnorial
que
mais
aviltou
a
obra
de
Gn-
temberg
sujando
com
o
producto
de
seu
engenho
esquentado
os
prelos
de
seu
tem
po,
hão
de
'•evolver-se
na
jazida
em
que
param
ao
assomar
d
’
eslas
obrasirihas
ana-
xarfas
e
repletas
de
podridão
dos
filhotes
imprudentes
da
sua
escola.
Porque
Vol-
laire
linha o
mérito
da
maldade,
era
uma
celebtidade má,
mas
uma
celebridade,
em
quanto
que
estes
nés-nés
seus
macaquea-
dores
nem
ailingir
sabem
ao
fim
a
que
miram.
E
vejam-se
as
Caricaturas
em prosa.
O
auclor
acordou
um dia
com
a
ma
nia
da
celebridade. Lobrigou
atravez
do
rnas
neblosidades
vermelhas
que
se
erguiam
de
Paus
e Alcoy
no
reinado
da
communa
—
uma
gloria
a
seu ver
apetecível;
e
co
meça
de
extravasar
necedades e
infamias
em
certa
imprensa
onde
ellas
são
contingente
harroonico
e
coherenle.
Aqui
dava-se
uns
ares
de parvoioha modéstia
subscrevendo
as
tagarelices
com
um
pseudónimo
não
de
todo
deslocado porque
um
Verim
só
pôde dar
verrina.
Agora
então
despe
a
mascara e
depara
se-nos
com
o
nome
do
baptismo,
cujas
aguas
parece
terem-o
lus
trado
pouco;
vem
trazido
á
soga
pelo
já
tristemente
celebre
Guerra
Junqueiro,
e
apresenta
o.
informe
e bodeguento
pastelão
das
Caricaturas.
Uma
critica
a
semelhante
obra,
que
está
de
todo
abaixo
d
’
ella, não
a
fará
ninguém
que
busque
o nivelamento
de
cer
to
decoro
a
que
não
altingem
sandeus
que
produzem aquillo.
E
’
por
isso que a
carta
anteprefacial
do
apresentante
se
encarrega
d
’essa
mis
são
descarregando
cacholetas
desapiedadas
sobre
o
craneo
do
apresentado
Luiz de
Andrade.
Com
effeito
o
Guerra
Junqueiro da
introducção
epistolar
não
é
ou
parece
o
mesmo da «Bênção
e
o
Bispo»;
e
a me
nos
que certas
aspirações
ventricolas
já
não
destituídas
de
alcance
tinham
operado
a
transição
de
ideias
que
o
leva
a
jul
gar
do
calholicismo cousas
inteiramenle
res
peitáveis e
ideias
sublimes
e
grandiosas
—a
apresentação
feita
como
está
serve
de te.
commendar
á expectação
publica
a
acquisi.
ção
de
elixires
odorificos que
neutralisam o
fortum nauseante
a que
tresanda
o
livreco
E
realmente
Luiz
de
Andrade
não
me
rece
ser
mais bem
tratado.
O
commelti-
mento
arroga
miragens
de
aniquilar
o
calholicismo! Isto é
de
u<n
bojo
esbora-
cado que está pedindo
remendagem
cor-
recliva,
e
o
cicerone
bem lhe
acode
com
ella.
E
’
curioso
o
sistema de
se
descarapu-
çarem
para envergar as
carapuças
em
ca
beças
alheias,
e
Luiz
de
Andrade
tenta
isto
descrevendo
os
tartufos.
Quer
deslocar
tudo,
mas
por
mais
que
empenhe
os
ex-
lorços
não
se
descarapuça
nem
aos
seus
congeneres.
Se
é
assim
que
se
pretende
aniqui
lar
o
calholicismo,
que
bem
lhe
fazem,
como
dáo
contingente
para
o
seu
robus
tecimento.
Átomos
pequeníssimos, para
apontar
o
que
ha
de
mais
sério
e
grave,
ensaiam
a garrulice faceta
que
só tem
apoio e
reprodução
em
algum
papelucho apologé
tico
de
quanta
immundice
moral
ahi
im
pregna
a
alhmosfera
litteraria.
Venda-os
a
cegueira
d
’uma
gloria
bas
baque para
não
eucbergarem
a
grandiosi
dade
e
altura do
alvo
aonde
as
pachu-
chadas
miseráveis
são
impelidas,
mas
onde
não
chegam
porque
os
latidos
chocarrei-
ros
de
mastins
tão
insignificantes
não
eccoam
além
do
tremedal
onde
estanceiam.
Não
tem
sido
para
summidades
revo-
liflMhiarias
>e
em
campo
mais accessivel
á
persuasão
detmelhor
exilo
a
lucta-s
por
que
ante
Deu^d^noral
e
o direito'que
o
caiholicisinp
sirobojisa,
baqueia
sempre
o
maior^polentado
do
mundo
que
se
ar
roje a
in^Bsur
contra
o
sagrado
colosso.
Se
com
elementos
de
maior
alcance para
explorar
as
massas
ignaras
se
não
tem
conseguido
mais que
o convencimento
do
erro
e
da
fraqueza,
o
que
poderão
con
seguir
as
infames e
picarescas
pachucha-
das
do
primeiro truâo tiranele
que
ahi
se
arrogue
fumaças
de
critico
e
reforma-
mor?—
A
irrisão
—
o
despreso!
E
d’
estes
está
bem
coberto o
auctor
das
Caricatu
ras
em
prosa.
Mas apraz
nos
crer
que
virá
um
dia
que
ilucidada
a
rasão
por
um
raio
de
luz
divina
elle
se
convença
da
triste
figura
que
íaz produzindo
esse
acervo
de
oece-
dades
e
calumnias
contra
a
instituição
respeitável,
onde
então
oxalá
se
achegue
contriclo
e
arrependido,
afim
de
entrar
no
caminho
de
onde
anda
exiraviado. Isto
lhe
desejamos,
e
que
Deus
lhe perdoe.
i.
MACHADO JÚNIOR.
---------------
uLgB
eo
a<g!2-
—
-------------------------
Londres, 8
de Maio de 1890.
(A'
redacção do
<
Apostolo».]
(.Conciusãoj
Seguin-se
o
Marquez de Ripon, a
quem
o
Cardeal
Arcebispo
convidou
a
dizer
al
gumas
palavras
de sympalhia
com este
grande movimento
de
promover
a
educa
ção
mais elevada entre
os seus
correligio
nários.
A
mui
notável
circumstancia
de
ler
o
Marquez
de
Ripon
occupado
ainda
tão
recenlemenle
o
logar que
agora
oc-
cupa
o
iPedreiro»
Príncipe
deGalles, que
hontetn
sahiu
de Lisboa
(onde
foi
dar
um rega-bofes
á
tal
pedreirada
Portugue-
za,
e
mais
uma
occasião
de
aviltarem
a
l
*
atria,
que
era nobre
antes
de
cahir-lhes
nas
mãos,
ou
mais
verdadeiramente
an
tes
que
a
maçonaria,
ajudada
pela
Ingla
terra,
nos
quadrupla-aUiançasse),
fará
que
os
leitores
do
Apostolo
estimarám
de
ler
por
inteiro
o
que n
’esla
occasião disse
um
homem
tão
importante
e notável;
que
soube atirar
á
rua
com
o
malhete
e
ri
dículos
pendrucalhos
maçónicos,
que
o
futuro
Rei (de
copas
ou
constitucional]
de
Inglaterra,
não
se envergonhou de
apanhar!collegios se
encontrassem
reunidos
em
do
chão,
ou
antes,
deixar
lhe
pendurassem
ao
pescôço.
Disse
o
Marquez
—
«Todas
as
coisas
grandes
têm
pequenos
comêços.
E
sçndo
cousa
proverbial
que
«más
hervas
crescem
depressa» fillweeds
grow
apacej, uma
carvalha,
pelo
contra
rio, cresce
mui
devagar, é incapaz
d
’
a-
quelle
rápido
desenvolvimento.
Ora,
aqui
se
plantou
modestamente
uma
bolota
n
’
es-
te
migalho
de
terra
de
Kensinghlon.
Foi
pequena
em
si.
Poderá,
e
ha
de
provavel
mente,
crescer
de
vagar;
mas
lenho
boa
esperança,
isso
não
obstante, de
que,
em
seu devido lempo, d
’
ahi
ha
de
sahir
uma
robusta
carvalha
de educação
e
inslruc-
ção
n’esle
paiz.»
Acrescentou,
«que
par
ticipava
cordialmente
nas
expressões
do
nobre
Duque,
e
da
sua
parte
seria
indis
crição
dar
conselho;
mas
entendia,
que
uma
importante
maneira
de
ajudar
o
Col
legio,
seria
o mandar-lhe
estudantes.
Que
a
educação
e
a
instrucção
da
gente
ca
minhava
hoje
a passos
largos,
e
os
Ca-
thólicos
deviam ir
com a
edade,
a
não
quererem
abandonaras
posições
que
podem
occupar
no
paiz.
«Que o
nobre
Duque
muito
bem ti
nha
dito,
fatiando
dos
estudantes
como
fundadores,
e
muito
elles
tinham
a
fazer
proseguindo
seus
estudos
com
espirito
no
bre.
Mas
outra
cousa
lhes
cumpria
qual
era,
lembrarem-se,
que
eram
nào
só
es
tudantes
mas
Calhólicos.
Deviam
servir
de
prova
á
Nação,
de
que
não existe
an
tagonismo,
entre
a
sciencia
ou alta cultu
ra
e a
religião.
Deviam
provar, que os
Calhólicos
não
eram
ignorantes, e
que
o
s^er,
a
instrucção
completa,
não
eram,
caiuio
nesciamente
muitos
imaginavam,
cou
sa
incompatível
com
a
submissão
perfei
ta
aos
preceitos
e
regras da
Fé
Catholi-
ca.
Deviam
mostrar aos
que
vêem
as
cou
sas
tão
estreilamente, que
eslám
em
uma
illusão
pasmosa
; e
n
’
isso fariam
ao
mes
mo
tempo
á
Egreja
um grande
serviço.»
Este
discurso
do
Marquez de
Ripon
ia
ganhando em
força
mais
e
mais
á
me
dida
que
elle ia
fallando;
de
sorte
que
lhe
altrahiu
uma
explosão
de
applausos
dos
ouvintes,
prmcipalmente
quando
o
ora
dor,
de
maneira
a
mais
emphática,
a
mais
energica,
rebateu
a
ideia
popular
na
Inglaterra,
de
que
os Calhólicos
leem
mêdo
e
tremem das
altivas
ou
profundi
dades
da
cultura
inlelleclual.
Eis
ahi,
pois,
um ex-Grão-Meslre
da
Maçonaria
que
supponho
vae fazer
com
paixão
aos
Ganganellis
e
aos
Bius-Bran-
cos
ou Prelos,
que lá no
Brazil,
parece,
dam
as
cartas á
maçonaria,
tão
pigmea,
quão
ridiculamente
presumpçosa.
O
Cardeal
Arcebispo,
ao
concluir
os
procedimentos,
disse
ainda
muitas
e
mui
to
grandes
cousas,
em
breves
palavras.
Fez
notar,
como
lodos
os
Bispos Ingle-
zes
se
achavam
presentes
a
esla
interes
sante
soiemnidade,
á
excepçào
de
dois
que
estavam
fóra
do
paiz,
e
de outros
Ires
que
por
doença
ou por
necessidade
de
seus
deveres
episcopaes,
nao
podéram
concor
rer
com
a
sua
presença. Falíou
com de
vido
elogio
aos
Calhólicos
que
generosa
mente
haviam
ajudado
ao
estabelecimen
to
da
Instrucção.
Fez
justiça
á diligencia
ao
zèlo, aos
sacrifícios
do
Reitor
e
Dire
ctor
do
Collegio, a
quem
principalmente
se
deve
a
instituição,
e
a etleiluação
d
ei-
la, a
escolha
dos
excelientes
professores,
etc.
Depois
d’
islo
pediu
Sua Eminência
ao
audilorio,
que
relleciissem
nos
seguintes
factos
e
diíierença das
circumstancias
ho
je
e
ha
cem
annos.
Como
ha
um
sécu
lo
não
existia
nem
o
Collegio
de Ushaiv,
nem
o
de
Saint
Edmonds,
nem o
d
’
Oscoí,
etc.
(os
mais antigos
dos
agora
existen
tes)
;
finalmente não
havia
na
Inglaterra
um
só
Collegio
Calhólico.
Hoje,
pelo
con
trario,
havia
doze
collegios
de primeira im
portância.
E
acrescentou,
que
se
estes
uma
só
cidade,
comporiam
uma
Universi
dade
que
nada
teria
que invejar
em
scien
cia
e
capacidade
a
qualquer
das
duas
Pro
testantes
existentes
de
Oxford ou
de
Cam-
bridge
(falia
da
reunião
dos collegios,
por
que
de reuniões
taes
de
diversos
colle-
gios
consistem
as
duas
Universidades
Pro
testantes
mencionadas).
Parece-me
que
para uma
folha
tal
co
mo
o
Apostolo,
a
relação
que
deixo
es-
cripta da
importante
instituição
Calhólica
do
Collegio
Universitário de
Kensingion
deve
conter
muito
e
vivo
interese.
II
—
O
assumpto,
em
si
assás
insignifi
cante
quanto
ao
effeilo
governativo
(no
qual
nada
muda
ou
altera),
da
addição
do
titulo de
Imperatriz
da
Índia á
Rainha,
tem
dado
aqui
logar
a
muiia
controvérsia
No
meo
entender,
é
ridiculo
fazer
tanto
barulho
com
uma
cousa,
a
qual
no
que
respeita
á
efTecliva
authoridade
real
de
sua
Mageslade,
se
reduz
a uma
simples,
Voas,
et
prcelerea
Nehil.
A.
R. SARAIVA.
—
— —e»
---------
Coimbra
88 de julho
(Do
nosso
correspondente».
Tem havi lo
socego, depois dos
tristes
acontecimentos
do
dia
22,
de
que
lhe
de»
parte.
No dia
25
realisou-se
o
enterro
do
homem
que
fôra
fusilado.
Foi
feito
pelos
estudantes,
que
acompanharam
o
cadaver
até
ao
cemiterio,
pegando
ao
seu
caixão
ires
artista
*
e
ires estudantes.
Este
acto
fui
concorridissimo
e
imponente.
Era a
mandestação
de
quinto
todos
estavam
in
dignados
contra
a
barbaridade das
descar-
gas.
Hontem
houve
na
Associação
Commer-
cial
um
grande
meeting
para
protestar
contra
o
procedimento
da
auctoridade.
O
protesto,
que
está
muito
bem
feito
e
é
a
narração
fidelíssima
dos
aconteci
mentos
é
como
segue:
SENHOR!
Enlutados
por
um crime
monstruoso,
nós,
os
vossos
fieis
súbditos,
pedimos
respeitosamente
a Vossa
Mageslade
Justi
ça
e
Prolecção.
Senhor
!
No
dia 21
de
Julho
de
1876,
alguns
estudantes
de preparatórios,
quasi
todos
de
menor
edade,
perturbaram
a
ordem
publica em
Coimbra,
apupando
um
pro
fessor
examinador,
sem que
se désse
pas
so
algum
da
parte
das auctoridades com
petentes
para
o
restabelecimento
do
soeê-
go-
No
dia
22,
desde
as
dez
da
manhã
até
ás
quatro horas,
ora
junto
ao
Lyceu,
ora
no trajeclo
do
Lyceu
ao
largo
da
Feira,
continuou
a
assuada,
conservando-
se
sempre
indifferentes
as
autoridades
a
quem
incumbe
velar
pela
boa
política.
Animados
pela
impunidade,
os
estudan
tes
voltaram
na
tarde
d’
esse
dia,
posto
que
em
muito
menor
numero,
a
appare-
cer
no
seu
habitual
logar
de
reunião
—
o
largo
da
Feira.
Achavam-se
então
alli
bastantes
habitantes da
cidade
em
grupos
pacíficos
e
algumas senhoras
passeavam
n
’
essa
localidade.
Pouco
tempo
depois en
trava
no
largo
um
destacamento
de infan-
teria,
que,
sem
provocação
nem
aviso,
deu
uma
carga
de
baionetas
sobre
um
grupo
que
occupava
as escadarias
da
Sé,
havendo
vários
e
graves
ferimentos.
Conservou-se
o destacamento
de
posse
não
disputada
da
platafórma
da
escadaria,
em
quanto que
o
povo
contemplava
com
mudo
espanto
os auctores
de
tão
covarde
agressão.
Algumas
pesoas
dirigiram-se
n
’esse
momento
ao
governo civil para
protestar
legalmente
contra este
acto
inqualificável,
e
vários
grupos de curiosos
reuniram-se
na
rua
Larga.
Foi
então
qoe
o
destacamento,
com-
inanlado
pelo
tenente
José
Duarte
Car
valho,
desceu
a
escadariv
da
Sé,
e,
de
pois
de
alguns
momentos
de
hesitação
no
centro
do
largo,
subiu
deliberadamente
peia
rua dos
Loyos, no
meio
de
um
po
vo
que
estava
considerando
com innocente
curiosidade
as
suas
evoluções.
Chegaram
emfim
á
rua
Larga,
e
ahi,
sempre
sem
provocação
e
sem
aviso,
acomeltem
á
baioneta
calada
o
povo
iodistinctamente,
que
foge
espavorido
etn
todas as
direc-
ções
sem
offerecer
resistência
alguma.
En
tão
a
força
faz
alto,
e
íriamente,
á voz
do
seu
commandanle,
lança
uma
descar-
ga
moitifera
aos
fugitivos.
Entre as
vi
climas,
cabe
Joaquim
dos
Santos
com
o
craneo
varado
por
uma bala!
Joaquim dos
Santos
era
um
pobre
ne
gociante,
homem
honesto e
laborioso,
ge-
raimeote
estimado
por
todos os
que
o
conheciam
de
perto,
e
que
á custa
do
seu
humilde
e
continuo
trabalho
sustenta
va
mulher
e quatro
filhos,
que
agora
ficam
ao
desamparo.
Senhor!
E
’ junto
a
vós
que,
na
hora
da
an
gustia
e
do
soffimento,
occorrem
os
vos-
sos
fieis
súbditos,
procurando
a
protecção
que
elles
nunca
deixaram
de
merecer.
Senhor
!
O
sangue
do
.vosso povo
foi
crimino-
,amente
derramado
pelas
armas
a
quem
se
couíiára
a
defeza
nacional,
e
um
pro
fundo
luto
desceu
ao coração
de
todos
que
se
sentiram
assim
cruelmenle
amea
çados
nos
seus
direitos
e nas suas
liber
dades.
Pedimos
Justiça
p<do
alternado
inaudito
de
que
fomos
victimas,
e
pedi
mos
que se
afiaste
de
nós
essa
ameaça
de
oppressão
e tyrannia
que lemos
em
lettras
de fogo
nos
fosilamentos
da
roa
Larga
etn Coimbra
e
em
lettras
de
san
gue
no
cadaver
de
Joaquim
dos
Santos!
Protestamos
contra
essas
armas
fratri
cidas
que
não
sabem
proteger
os
nossos
irmãos
em África,
na
Asia,
e
na Ame
rica,
e
que
sómente
se
exercitam a
man
char
o
solo
da
patria
com
o
sangue
de
seus filhos
innocentes
!
Lamentamos
a actual
organisação
do
exetciiot,
que
torna
possíveis
estes
acon
tecimentos
desastrosos.
Lamentamos
que
a
inslrucção
publica
se
conserve
algema
da
a
velharias
qne
leem
paralysado
em
Portugal
ioda
actividade
«cientifica,
que
despem
as
mais
altas
occnpações
do
es
pirito
de
tola
a
sua
dignidade,
e
que
em lugar
de
fazerem
da
nossa
nação um
indivíduo
ulil
e
aclivo
oa
grande familia
dos
povos
progressivos, a deixam
como
um
cadaver
inerte arrastar
atraz
do car
ro
de
triunfo
em
que as nossas irmãs
da
Europa
caminham
aos
altos
destinos
da
civilisação
!
Cahem as
instituições em
volta
de
uós.
Decrépitas, carcomidas,
já
se
não podem
segurar:
novas
ideias
vão
deslocando
as
antigas,
e,
depois
de
en
trar
no
molde
em
que
estas
estavam
á
vontade,
fazem-o
estalar
com
a força
ir
resistível
do
seu
crescimento.
E
’
em
vão
que
se
procura
conservar
eteroamenie
as
mesmas
fôrmas,
passa
o
seu
momento
ulil,
e
a
instituição que foi
a
gloria
e
o
beneficio
dos
nossos avós,
perpetuada,
vem
a
tornar
se
o
nosso
escandalo
e
a
nossa
oppressão.
Senhor!
Protestamos
contra
todas
as
causas
próximas
ou
remotas
que
produziram os
attenlados
da
noite
de
22
de
julho
de
1876
em
Coimbra !
Protestamos
contra
o
procedimento
inaudito
de
culposa
negligencia
e
de
co
varde
agressão
que
chamou
a
indignação
publica
sobre
as
auctoi
idades
de
Coim
bra
!
Protestamos
contra
o
arbítrio
que en
trega as
nossas
vidas
á
mercê
d
’
um
fe
roz
sicário
!
Protestamos
contra
as
tentativas
que
porventura
se
façam
para escudar
os cul
pados
do
merecido
castigo!
Protestamos
emíim
contra
essa
Ordem
que,
por
onde
passa,
deixa
o
desespero
de
orfàos
e
viuvas
soluçando
em
volta
de
cadaveres
ensanguentados, e
pedimos
Jus
tiça,
Justiça
e
Justiça!
—
Os
exames
de
Malhematica
estão
ain
da
suspensos.
O sor.
Albtijuerque,
apesar
de
ser
convidado
por
lodos
os
seus
colle-
gas
a
regressar aos
exames,
não
volta.
GAZETILHA
Procissão.
—
Fez-se
no
domingo, con
forme
o
ptogramma
que
resumidameule
dêmos,
a festividade
de Corpus
Christi
em
S.
Lazaro.
A egreja
achava-se
deslumbranlemente
decorada.
O
orador
foi o snr.
padre Joaquim
Antonio
de
Barros,
que pronunciou um
breve,
mas
brilhantíssimo
s
a
rmào.
Depois
das
6
horas
saiu
a
procissão,
que
não
chegou
a percorrer
todo
o
itine
rário,
em
rasão
de
começar
a
chover
quan
do
ella
estava
ainda
a organisar-se.
Quasi
todos os
anginhos,
que
eram
em
numero
de
70
e
o
mais ricamente
vestidos, não
poderam,
pelo
motivo
referido,
abrilhantar
a
procissão,
que
seguiu
composta
das
ir
mandades
e
confrarias erecias
na
egreja
parochial
e
nos
templos
dos
Congregados,
S.
João da
Ponte
e
Santa
Justa,
e
da
irmandade
de
S.
Tbomaz
e communidade
dos
otfaos
de
S.
Caetano.
Em
seguida ao
palio
ia
uma
numerosa
guarda
d
’
honra,
precedida
da banda
res-
pectiva.
Louvamos.
—
Admiram-se
alguns
se
nhores,
talvez
excesstvamenie
nervosos,
de
ter
sido
reforçada
a
guarda do
lyceu,
durante
os exames
a que
allise
está
pro
cedendo.
Pois
nós
só
temos
a
louvar
as
aucto-
ridades
que
tomaram
essa
medida
preven
tiva,
—
tanto
mais
que
sabemos
que um
cavalheiro
d'esta
cidade
recebeu
alguns
telegrammas,
onde
se
dizia
que
um
certo
numero
de
indivíduos
tencionava
vir
ao ly
ceu fazer
chinfrim,
promovendo
arruaças
aos
examinadores.
Gostariam
que
se
repelissem
n'esta
ci
dade
as deploráveis
occorrencias
de
Coim
bra??...
Hiouiarm.—
Teve
logar
no
sabbado
e
no
domingo
a
romaria
de
Santa
Marlha,
no
monte
da
Falperra,
que
foi
bastante
concorrida.
Com
satisfação,
e
oão
pouca
surpreza,
lemos
a
dizer
que não
houve
a
mais
pe
quena
desordem.
A
policia
era
feita por
um
piquete
de
cavallaria
e
por
uma
íorça
d’
infanteria
8.
Juntar.
—
Os
empregados na
reparti
ção
da
fazenda,
d
’
esta
cidade,
deram
hon
tem,
na
cêrca
do
extmcto
convento
de
Tibães
um
esplendido
jantar
em
honra
do
ex.
in
°
snr.
Henrique
Francisco
Bizarro,
delegado do
thesouro.
Administrador
do
eoncellio.—
Consta-nos
que
está
nomeado
administra
dor
do concelho,
d’
esta
cidade,
o
ex.
mo
snr.
José
Borges
Pacheco
de
Faria,
da
casa
de
Infias.
Aovena.—
Começa
hoje
a
novena
de
S. Louienço,
na
capella
das
Carvalheiras.
Pwrtíd».
—
Parte
por estes
dias
para
Roma
o
nosso
presadissimo
e
particular
amigo
padre
Senna
Freitas,
um
dos eccle-
siasticos
por
todos
os
tilulos
mais
respei
táveis
do
paiz.
Roquiee... d’
arrcmba. —
Tivemos
conhecimento,
ainda
que
indireclo,
d
’
u-
ma
publicação
periódica,
que
acaba
de
vêr
a
luz
da
publicidade
em
Carrazeda
d
’
An-
ciães.
.
não
dizemos
bem, porque
a
sua
impressão
é
feila
n
’
uma
tipografia
do
Por
to,
e
a
data
é
de
Carrazêda...
Viram
já
uma
cousa
tão
disparatada?
Intitula-se
o
«Século»,
para
mostra
de
que
até
no
titulo
são
plagiários
os
seus
redactores.
Mas
desde
o
momento
em
que
declaremos
aos
leitores
os
seus
nomes,
não
estranharão
que
tal
publicação
se
avanta-
ge
tanto
na
asneira, porque ainda
estão
frescas
as
gratas
recordações
que n
’
esta
cidade
deixou
um
dos
seus
redactores
(?),
conhecido
pelo
nome
de
Roque II,
e
col
lega
do
Roque
I
nas
lides
jornalísticas.
Quando
julgávamos
que
Roque
II
se
fòra
sepultar
no
olvido, d
’
onde
nunca
houvera
saido
para
fazer
tão
triste figu
ra,
como
a
que
fez quando
se
quiz
aba
lançar
a
jornalista
e
lilterato
de
mão
cheia,
eis
que
nos
apparece
ultimamenle
cavai
gado
no
seu
«Século»—
turbilhão
de
as
neiras,
que
golfam
d’
aquella
cabeça
tres
loucada,
e
da
de
mais
alguns
indivduos,
dos
quaes
urn
já
se
acha
suspenso
e
em
breve
demittido
d
’
um
emprego
publico,
no
qual
dera
evidentes
provas
de
emprega
do
que
não
sabia
cumprir
com
os
seus
deveres
Fazendo
estas
considerações,
cumpri
remos
um
dever
prevenindo
o
publico
ácerca
das
ultimas
demonstrações
de
in
capacidade,
que
acaba
de
dar
Roque II,
vulgo Moraes
Neves,
para
empresas
de
tal
magnitude
como
a de jornalista,
á
que
elle
se
abalança
ultimamenle
com a
publicação
d
’
um
jornal,
onde
escreve
co
mo
lemma
da
sua
bandeira
:
liberdade
igual
para
lodos
etc.,
quando
se
lhe
per
guntarem
a
definição
da
liberdade,
este
parasita
da nossa
litleratura
a
não
sabe
rá
dar.
Dos
outros
redactores
não
temos
co
nhecimento.
mas aíigura-se-nos
serem
ca
pacidades
vulgaríssimas,
mormenle
empa
relhadas
em
camaradagem
com
Roque
II,
postoque
tenhamos
rasão
para
lamentar
que
um
padre
(!)
entre
também
na
tare
ia
inglória
de
difundir
o
progresso
e
a
civilisação
do
século
XIX
pelo orgão
do
papelucho
parvo
intitulado o
«Século»,
saí
do
lá
das serranias
transmontanas,
onde
a
civilisação
não
tem
chegado
nem
ainda
só
pela
tradição.
Hegistando
esta
publicação
do
parvo-
nez Roque II,
desejamos-lhe
longos
dias
de vida
nas
profundas...
inferi,
que
é
o
logar
proprio
para
publicações d’
esla
jaez.
Venha
mais
esta eructação
do
Roque
transmontano,
que
tanto
honra
a
patria,
que
o
viu
nascer.
Ficamos
de
atalaia
para
annunciar
aos
leitores
as
bellesas,
que
se
encontram
a
flux
no
jornal
de
mestre
Roque II, que
afinal
viu realisados
os
seus
ardentes
sonhos de
botar
jornal,
como
tanto
desejava.
Au
rèvoir.
Ineendio
na
Povoa
de Varzim.—
Um
pavoroso
incêndio
reluziu
a
cinsas
um
dos
novos
prédios
que estavam
em
conslruc-
ção
no
largo
dos
Banhos
da Povoa
de
Varzim.
Manifestou-se
o incêndio
pela
meia
nou-
te
de
27
para
28
de
julho, e
taes
pro
porções tomou,
que
os
recursos
promtos,
ainda
que
os
houvesse,
o
não poderiam
extinguir.
Fômos
testemunha
d
’
esta
scena
ater
radora,
e
em
breves
traços
tentaremos
descrevei a.
O
edifício,
prêsa
das
chammas,
está
col-
locado
a
uma
esquina,
fazendo
frente pa
ra
duas
ruas,
e
com
as
suas
traseiras
so
branceiras
a
uma
casa pequena,
ainda
lam
bem
em
construcção.
Muitas
causas
concorreram
para
que
o
incêndio
tomasse
proporções
assustadôras,
sendo
as
principaes
achar-se o
prédio
ain
da
cheio
de
cal,
e
os
oleos
e
tintas
ain
da
de
fresco.
Em
menos
de
10 minutos
o
edifício
tornou-se d
’
um
effeilo
deslumbran
temente
atterrador
:
as
frentes
golphavam
chammas
pelas
suas
16
janellas,
e as
trazei-
ras
de
lado
' do
sul
pelos
buracos
ainda
abertos
da construcção lançavam
ao mes
mo tempo labaredas
de
fogo.
Este
espectaculo
durou
meia
hora,
ítié
que
o
incêndio
lambendo
com as
suas
lín
guas
de
fogo
o
travejame^ífí,
fez
vir
a
terra
com
um
estrondo
ald^BmUfOso
o
teclo
do
prédio,
arrastando
comsigo
o
►centro
do
edifício
com
7
janellas
e
part^nas
tra-
zeiras.
A
esta
queda
bem
como
a
não
haver
venio
se
deve
a
fortuna
de
se
não
com-
municar
o
incêndio
á casa fronteira,
igual
mente
nova
e
a
todo um
quarteirão
de
prédios,
dos
quaes
alguns
pertencem
a
in
divíduos
d
’esta
cidade.
Os
recursos
chegaram
tarde,
pouco
antes
de desabar
o
edifício,
comparecen
do
as
duas
pequenas
bombas
—
a
da
villa e
da
estação
do
caminho de ferro,
as quaes
ainda
assim
prestaram
grandes
serviços,
localisando
o
incêndio
e
refrescando as
rumas,
no
que
se
occuparam
toda
a
nou-
le
e
quasi
iodo
o
dia
28,
recolhendo
ás
5
horas
da tarde.
Pede
a
verdade
se
diga
que
durante
o
sinistro
se
ouvia
uma
berraria
infernal
do
mulherio e
dos
poveiros, sem
que
se
pres
tassem
a
irem
por
agua
para
extinguir
o
incêndio,
lalvêz
porque
esta
gente
afeita
mais
a
luclar
com
o
elemento
liquido,
tremeu
deante
do
aspecto
medonho, que
appresentava
o
elemento
do
fogo.
Cabe-nos
elogiar
o
modo
como
se
hou
veram
os
banhistas,
que
foram
os que
primeiro
accudiram
ao
local
do
sinistro, pres
tando
todos
os
soccorros,
que
podiam
mi
nistrar,
em
quanto
as bombas
não che
gavam.
Não
houve desgraças
a
lamentar,
por
que
na
casa
não
dormiam
os
operários.
Os
prejuízos
são avaliados
no
excedente
a
3
contos.
Ijyeeu
nneíonnl.—
Os
exames
leitos
até
hoje
tem
dado os
resultados seguin-
tesz
Dia
27=Entraram
a
portuguez
8,
fi
cando
todos
approvados
:
a
francez en
traram
7,
—
approvados
:
a latim
5,—2
ap
provados
e
3
adiados
;
a
geographia
6.-
—
3
approvados
e
3
adiados
:
a
mathemali-
ca
22,—16
approvados
e
6
adiados.
Dia
28=Eolraram
a
portuguez
8,
fi
cando
7 approvados
e 1
adiado
:
a francez
6,-2
distinctos,
3
approvados
e 1
adia
do
:
a
latim
6,-3
approvados
e
1
adia
do
:
a
latim
6,-3
approvados
e
3
adia
dos
:
a
geographia
4,—
approvados
:
a ma-
lhematica
25,-24
approvados
e
1
adiado.
Dia
29=Enlraram
a
portuguez
8,
fi
cando
2
distinctos
e 6
approvados
:
a
francez,
6
—
1
distincto
e
5 approvados
;
a
latim
6,—
4
approvados
e
2
adiados
;
a
geographia
5,—
4
approvados e
1 adia
do
:
a
mathematica
25,—
21 approvadose
4
adiados.
Os
exames d’
introducção
aos
tres
reinos
da
natureza
começam na
quinta
feira.
A
uto
baronieti'».—
Toda
a gente
conhece
os
barómetros
mais usuaes,
taes
como
capuchinhos,
cujo
capuz
cae
mais
ou
menos
segundo
o
grau
de
hygrometria
da atmosfera,
tubos
que mergulham
em
um
deposito
cheio
de
mercúrio,
quadren-
tes
com
ponteiro
que
se
desloca
ao gra
do
das variações
da
temperatura.
Apon
taremos
também
um
systema
que
dá
in
dicações
muito mais
exactas
do
que
as
que
havemos citado.
O
apparelho compõe-se
de
um
vaso
de
crystal
fechado
a
esmeril
e
contendo
250
grammas
de
elher
sulforico
ao qual se
acrescentaram
2
grammas
de
chorhylra-
to
de
ammoniaco,
2
grammas de sulfato
c
potassa
e
egual
quantidade
de
camfo-
ra
purificada.
No bom tempo fixo, o liquido
conserva-
se límpido.
Com
o variavel,
as
substancias
em
suspensão
fazem
um
pequeno
movimen
to.
Com
a chuva
segundo
o
grau
de
in
tensidade da
variação,
o
liquido
lorna-se
mais
ou
menos
turvo.
Para
indicar
uma
tormeota, a
agita
ção
degenera
em
turbilhão,
e
o
liquido
quasi
que
cachoa.
A
’
medida
que
a
lem-
pesiade diminue,
a
agitação
cessa.
Fi-
ualraente,
segundo
que
o
vento
vae
so
prar
em
tal
ou
tal
direcção,
as
molécu
las
em
suspensão
agglomeram-se
do
lado
opposio.
Tumultos
em
Coimbra.—O
estu
dante
qne
ficou
com
uma
perna
atraves
sada
por
uma
bala,
por
occasião
dos
tu
multos
havidos
em
Coimbra,
chama-se
Manuel
Francisco
Leitão,
natural
de
Por
to
Ferreira
e
tem
28
annos
de
idade.
Es
tivera
em
tempo
em Evora,
em
casa
do
fallecido
arcebispo
Matta
e
Silva.
ConversAo
de
dois judeus.—
Na
egreja
parochial
de
S.
Andrea
delle Frat-
te,
Sua Eminência
o
Cardeal
Fraochi ce
lebrou
no
d'a
29
de
junho,
uma
interes
sante
ceremonia,
o baptismo
e
confirmação
de
dois
convertidos
da
fé Hebraica.
Um
d
’
elic-s,
era
um
moço
de
30
annos
de
idade,
que desde a
joventude linha
tido
tenções
sérias
de abraçar o
christianis-
mo,
mas
oão tinha podido
realisar
o
seu
intento
por
causa
dos seus
parentes.
O
outro,
era
uma menina
de
19
annos de
idade,
que
ha
tempos
estava
sendo
ins
truída,
e
que
depois
do
baptisto
e con
firmação
é
destinada
a
casar-se
cora
um
marido
catholico.
O padrinho
db
moço
hebreu
foi
o
Príncipe
Giusliniaui
Bandini,
e madrinha
da
joven
baplisada,
loi
a
Signora
Maria
Barbarioi
Casali.
Depois da
ceremonia
o
Cardeal
Franchi
recebeu
os
dois
converti
dos,
recentemeote
baptisados
na
sachris-
lia,
e
deu
a
cada
um uma grande
meda
lha
de
praia,
dirigindo-lhes
algumas
pa
lavras
adquadas
á
occasião.
Promoções
militares. —
Foram
promovidos
a
general
de
brigada
Sousa
Pinto;
a
alferes
de infantaria
3
Judice
Costa;
a
tenente do
8,
Madureira
Ramos;
a
general
de brigada,
Costa
Cascaes;
a
tenente
de
infanteria
Sequeira
Corte
Real,
e
José
de Figueiredo.
Transferidos:
Para
infantaria
3,
o
alferes
Manoel
Es-
teves.
Presente
ao areebispo
de
Cin-
cinnati.
—
No
dia
21
de maio, quinqua
gésimo anniversario
do
revm.
arcebispo
J. B.
Purcell,
offertaram-lhe
os
cathohcos
de
Cincinoati
um
calix
de
ouro,
craveja
do
de
brilhantes
e
amelhystas
no
valor de
800
libras
sterlinas,
e
com o calix uma
patena
lambem de
ouro.
E
’
assim, comsi-
gnaes
de
amor
e
respeito
que
oa
terra
da
liberdade
tratam
os
catholicos
a
seus
bispos.
O
tumulo
de 'tlario.—
Os
jor
naes
de
Nápoles
alíirmam
que
o professor
Mommsen, estuJando algumas
inscripçôes
antiquíssimas
em
Arpinum,
descobrio
o
sepulchro de
Caio
Mario.
Provérbios
afrieanos.—
O
capitão
Burton,
celebre
viajante
inglez,
que não
ha
muitos
aonos foi
cônsul
em
Santos,
uma
de
suas
obras, refere
os seguintes
provérbios
africanos:
De
carangueijo
não nasce
passaro.
Não
se
precisa
de
agua
limpa
para
apagar
fo
go.
A
face
da
terra
é
bonita,
mas
não
é
boa
para
dormir.
O
cachimbo
do
pobre
não
sôa.
Uma
agulha
quente
queima
a
linha.
Um
espinho
não
é
um pedaço
de
madeira,
em
que
dous
se
possam
sentar.
Sem
somno não ha
sonho.
’
Ninguém
se
envergonha
duas vezes.
Desaforo
inqualifleavel.—
Lê-se
na
«Palavra»,
excellente
diário
catholico
do
Porto,
do
dia
29 o
seguinte:
«Descia
hontem
por
volta
das
41 ho
ras
da manhã
a calçada
dos
Clérigos
o
rev.m
°
snr. Padre
Manuel
Joaquim
de
Mes
quita
Pimentel,
e
quando
entrava
na
pra
ça
de
D.
Pedro,
ao
passar
pela
livraria
Moré,
foi
assaltado
e
espancado
por
Fran
cisco
da
Silva
Mengo,
proprietário
da
mesma
livraria.
O aggressor
dirigiu-se
ao
aggredido
do
modo
mais infame
e
cobar
de,
atacando-o
pelas
costas,
sem
lhe
di
zer
palavra,
nem
pedir-lhe
satisfação
al
guma.
O
snr.
Mesquita
Pimentel,
que
passa
alli
com
muita
frequência,
seguia seu
ca
minho
tranquillo
e
pacifico,
e
ia tão des
prevenido
para
a
investida que
inopina
damente
lhe
era feita,
que
só
conheceu
que
era
aggredido
quando
o
aggressor
che
gou
juncto
d
’elle e começou
a
espan-
cal-o.
A
consciência
não
o accusava
de
haver
ofiendido
em
cousa
alguma
o aggressor, e
por
tanto
uão
esperava
soffrer
da
parte
d
’
este
tão
enorme,
procaz
e
escandaloso
insulto.
Esta
acção criminosa
obedece
ao pensa
mento
de
vingança
por
parte
do
proprie
tário da livraria
Moré, em
razão
das
apre
ciações
que
nVsle
jornal
acabam
de
fazer-
se
a
um
livro
obsceno e
pervarsissimo
editado
por
elle.
Esse
livro
foi
oflereci-
do
e
enviado
a esta
redacção,
ou
por
elle
ou
por
outra
pessoa
interessada
para
ser
por
nós
apreciado,
nem
para
outro
fim
nos
enviam
suas
publicações
os
au-
ctores ou
editores
d
’
ellas.
O malévolo, insolente
e
cobardissimo
editor,
qqe
nunca
ousaria
proceder
de
egual
modo
para
com
outro redactor
ou
empregado d’
esla
casa,
escolheu
para vi-
cttma
de
sua
sanha
um ecclesiaslico
inof-
feosivo,
por
todos
os títulos
respeitável,
e
que
elle
bem
sabia não poder
facilmen
te
defeoder-se.
O
snr.
Mesquita Pimentel refugiou-se
n
’
iiroa
loja
próxima,
até
cuja
porta o
ag
gressor
o
foi
espancando,
e
este
retirou-
se
lambem
em
seguida
para
o
seu
esta
belecimento.
A
aggressão
foi
publica
e
presenceada
por
todas
as
pessoas
que
se achavam
n
’aquelle
poncto,
que
é,
mórmente
áquel-
la
hora,
um dos
mais
concorridos
da
cidade.
piotestando
desde
já
contra
o
attenta-
do
de
que
foi
alvo
o
nosso
digno
collega,
limitamo-nos
hoje
a narral-o,
mesmo por
que
são
esses
os
desejos
que
elle
nos
manifesta,
reservando-oos
para
commeh-
tal-o
devidaraente,
mencionando
então
cir-
cumstancias
aggravantes
que
omitlimos
agora.
»
Como membros
da
imprensa,
protes
tamos
com
toda a
energia
contra
o
pro
cedimento
inqualificável
do
snr.
Francis
co
da
Silva
Mengo.
e
pedimos
providen
cias
para
este desaforo
sem
nome.
«í>a
Deaberdadog».—
Previne-se
os
snrs.
assignantes
d
’
esta
publicação,
que
os
n.
os
premiados,
além
rio
l.°
volume,
que
já
foi
annunciado são
os
seguintes
:=2.°
vol.
—
2877=3 0
vol.
—
866=4.°
vol.
-
1408.
Os
snrs.
assignantes
que possuam
a
cautela
com
algum
dos
n.°
s
indicados,
po
dem
dirigir-se
á
empresa editora de Be
lem
&
C.a
—Lisboa.
rua
da
Cruz
de Pau,
n.°
26, e
os
d’
esta
cidade
ao
snr.
Luiz
Pinto
Martins,
largo
da
Praça,
n.°
13.
guezia
de
Monsul a imagem
de
Santa
Luzia,
tudo
feito
com
a
maior
pompa
e
esplendor.
Esta
festividade
foi
inaugurada
pelo
revd.9
Albino
José
da
Silva,
socerdole,
que
a uma
vida
irreprehensivel
ajunta
o
maior zelo pelas
cousas
de
Deus.
No dia anterior,
ao meio
dia,
gran
de
numero
de
foguetes,
e
o
troar
dos mor
teiros
annunciavam
aos
moradores
d
’
esta
freguezia
e circumvisinhas
o
começo
da
festividade.
Junto
á
capella
em
um
lindo
palanque,
que para
esse
fim
foi
construído,
estava
postada
a
Philarmonica
do
revd.
0
Manoel
Joaquim
d
’Almeida
Argainha
Júnior,
que
durante
toda
a
tarde
nos
entreteve
com
a
execução
de
lindas
e variadas
peças,
e,
diga-se
a
verdade,
é
a
Philarmonica do
revd.
0
Argainha uma
musica
completa,
tanto
pe
la
dilliculdade
das
peças
que
desempenhou,
como
pela
certeza, afinação
e
ordem
com
que
foram executadas : pena foi
que
não
fosse
apreciada
por
muitos
amadores
d’
es-
la arte.
A
’noite
o souto
de
S.
Thiago
como
se
chama
o logar
aonde
está
erecta
a
dita
capella,
não
parecia
utna
simples
aldeia,
ali
tudo
era
vida.
No
dia
25
pelas 11
horas
começou
a
festa
: cantou
a
missa
o
revd.
0
José Sil-
verio,
da
cidade
de Braga.
A
orchestra
foi
do
revd.0
Argainha,
que
desempenhou
magistralmente
uma
das
missas compostas
por
Badoni.
Orou
o
revd.
0
reitor
da
fre
guezia,
que
mostrou
até
á
saciedade
a
co
ragem,
com
que
a
Santa Luzia
soffreu os
maiores
tormentos
pela
fé
de
Jesus
Chris
to,
esperando
sómente o
prémio
que
por
elles
o
Senhor
lhe
havia
de
dar
no ceo.
Concluída
a
festa,
toda
a
gente
se
es
palhou
pelas
sombras
dos carvalhos
junto
á
capella,
souto
de
S. Thiago
e
egreja,
nas
barracas
juntavam-se
grupos
e
grupos,
e
nas
casas
de
pasto não
havia
mãos
a
medir,
pois
o
povo
era
muitíssimo.
Era
lindíssimo,
era
poético
ver
aquel
le
povo,
como
que
esquecido
dos
labo
res diários
entregando-se
aos
seus
diverti
mentos
innocentes
e
lolgazãos,
e
as
lindas
camponezas trajando os
seus
factos
domin
gueiros
encantando-nos
com
as suas
canções
tão
alegres
e
tão
festivas.
Pelas
duas horas
da tarde
saiu
o
baile
do
rei
David,
objecto
a
que
o
nosso
bom
oovo
liga
bastante
imporiancia.
Pelas
cinco
horas
saiu
a
procissão.
Rompia
o
préstito
a
bandeira de
Santa
Luzia
e
alguns
guiões da
freguezia
;
se
guia-se
um carro
bem
ornado, em
que-
apparecia
um
anjo
e
no
plano
inferior
o
santo
Prectnsor
;
seguiam-se
os
pastores,
e
outro
carro
levando
Santa
Isabel e Zaca
rias,
e
todos
pela
sua
vez
cantavam
ao
som d
’instrumentos
melodiosas canções
;
seguia-se
o
carro
das
virgens,
que
era
im
ponente,
bem arranjado,
no
qual iam
dez
lindas
meninas
cantando ao
som
d
’
instru-
mentos
canções
allusivas
á
festividade
;
seguia-se
grande
numero
de
anginhos
ri
camente
vestidos,
e
um
bonito
andor,
es
treado n
’esse
dia,
onde era
levada
a
ima
gem de
Santa
Luzia;
fechava
a
procissão a
Philarmonica
do
revd.
0
Argainha
e uma
for
ça
d
’
infanteria
n.°
8.
Tudo
correu
na
melhor
ordem
esocego.
Só
temos
um
facto
a
lamentar
;
na
occasião
em
que
a
força
estava
em
uma
varanda
da
casa
do
snr.
José
Joaquim
de
Oliveira,
a
varanda
desabou,
ficando
mal
tratados
e feridos
alguns
soldados.
Não
posso
deixar
de
dirigir os
mereci
dos
elogios
ao
snr.
Lino
Antonio
Vieira,
e
ao
snr.
José
Carlos
da
Motta, estudan
tes
da
eschola Medico
Cirúrgica
do
Porto,
os
quaes
com
o maior
carinho
prestaram
seus
serviços
aos
soldados
applicando-lhes
aquillo
que
a
sciencia
lhes aconselhava.
Afora
este incidente
e
alguns
excessos
praticados
pelos
amadores
de
Bacho,
tudo
correu
bem.
Eia,'pois
joven
sacerdote,
continua
so
branceiro
a
lodosos
desgostos,a
empenhar-
te
n
’
esta festividade.
A
milagrosa
Santa
vol
verá
sobre
li
seus
olhos compassivos, e te
alcançará
do Senhor
força
para
venceres
to
das
as
diíliculdades,
e
fará
chover
sobre
a
lua
vida
as
bênçãos
do
ceo.
Monsul
25
de
Julho
de
1876.
(4198)
Um
anonymo.
A
’
earidiuie.—
Pede-se
ás
almas
ca
ritativas
soccorram
uma
pobre
velhinha,
entrevada
com
um
schirro na
cara,
mo
radora
em
Guadelupe n.°
6.
Retratos do
Snr. I). Miguel II.
■—
Os
retratos
ultimamente
chegados
e
pro
prios
para
album
grande,
vetidetu-se
no
escriptorio
da
administração
d
’este
jornal.
Preço de cada
um
300
reis.
SECÇÃO
DE
COMUNICADOS
Festividade eu» Monsul.
Snr.
redactor.
Peço
a
v.
o
favor
d
’
inserir
em
uma
das
columnas
do
seu
acreditado
jornal as
se
guintes
linhas
:
No
dia
2o
de
julho
festejou-se
na
fre
los,
6^400
reis,
e
de
12
kilos,
12$000
reis.
Os
biscoitos
da
Revalesciére
que
se
po
dem comer a qualquer
hora, vendem-se
em
caixas a
800
e
l$400
reis.
O
melhor
chocolate
para
a
saúde
é
a
Revalesciére
ehoeolatada;
ella
res-
titue
o
appettite,
digestão,
somno,
energia
as
carnes duras
ás
pessoas, e
ás creanças
e
mais
fracas,
e
sustenta
dez vezes mais
que
a
carne,
e
que
o
chocolate
ordinário,
sem esquentar.
Em
paus,
ou
em
pó
em
caixas
de
folha de
lata
deli)
chavenas,
500
reis;
de
24
chave
nas, 820
reis;
de
48
chavenas,
l$400
; de
120
chavenas,
3$200
reis,
ou
25
reis
cada
chavena.
BARRY
»U BARRY <fi!
C.
*
-Pla-
ce
Vendòme,
26,
Pariz;
77
Regenl
Street
Londres
;
Valverde,
1,
Madrid.
Os
pharmaceuticos,
droguistas, mer-
cieiros,
etc.,
das
províncias
devem
diri
gir
os
seus
pedidos
ao deposito
Central
;
snr.
Serzedello
&
C.
a
Largo
do
Corpo
Santo
16,
ILisboa,
(por
grosso
e
miudo)
;
Carlos
Barreio,
rua
do Lorelo,
28;
Bar
rai
&
Irmãos,
rua
Aurea,
12.
Porte,
J.
de
Sousa
Ferreira
&
irmão, rua
da Ba
nharia
77;
de Sequeira
;
J.
Pinto ; Desf-
ré Rahir;
Coimbra,
V.
Botelho
de
Vas-
concellos
;
Aveiro,
F.
E.
da
Luz
e
Costa,
pharm.;
Bareeilos,
Ramos,
pharm.;
Brago,
Pharmacia
Maia,
rua
dos
Chãos,
Pipa
&
Irmão,
rua
do Souto,
Domingos
J.
V.
Machado,
praça
Municipal.
Figueira,
Antonio
Vieira,
pharm.;
GuimnrAea,
A.
J.
Pereira
Martins,
pharm.
;
#
*
ena-
íiel,
Miranda,
pharm.
;
Ponte
do
lima,
A.
J.
Rodrigues
Barbosa,
pharm.
;
Po
vos»
do Varzim,
P.
Machado de
Oli
veira,
pharma.
;
Vianti»
do
Castello,
Afionso
e
Barres,
droguistas;
Villa do
Condo,
A.
L.
Maia
Torres,
pharm.
verno francez
considerando
a
precaria
si
tuação
das
finanças
hespanholas
não
ten
ciona
pedir o
reembolso
d
’essas
despesas
sem
comludo
abandonar os seus
direitos
e
reclamações
ulteriores.
Entretanto
até
hoje
o
governo
não
fez
nenhuma
reclama
ção á
Hespanha.
MAD
h
ID
27
—0
rei,
a
irmã,
Canovas
e
os
ministros da
marinha
e
das obras
publicas
irão
amanhã
para
Santandera
fim
de
receberem
D
Isabel
e
regressarão pou
co
depois
á
Granja
e
a
Madrid.
Vão
ce
lebrar
uma
conferencia
com
o
novo
mi
nistro
da
fazenda,
Barzaoallana,
e
os
dele
gados
dos
possuidores
de
titulos
da
divi
da
publica.
ROMA
26—
0
senado
approvou
o
pro-
jecto
dos depositas
francos,
cuja rejeição
em
15
do
corrente,
ia motivando
uma
crise
ministerial.
BERLIM
26
—
Os
imperadores
do
Bra
sil,
chegaram
a
Colonia
e partiram
á neile
para
Boun.
VIENNA
27—
Os
servios
em
numero
de
4
000 e
com
6
cauhões atravessaram
Tiruock.
Os
montenegrinos
estão
regres
sando
ao
seu
paiz.
Corre
o
boato de
que
os
softas
ulemas
decidiram
pedir
a
ab
dicação
do
sultão
Mourad.
LONDRES
27—
WolíT
inlerpellará
ama
nhã
Disraeli,
tia
camara
dos deputados,
sobre,
se
eoofii
mando-se
a
derrota
dos
servios,
não
crê
opporluuo o
momento
de
propor
a
reunião de um
congresso euro
peu..
VERS.AILLES 28
—Na
camara
dos
de
putados
está-se
discutindo
o
orçamento.
Os bonaparltstas (iseram
notar
que
o
or
çameoto
da
republica
é
mais
elevado
que
o
da
monarebia.
O
ministro
da
faseada
respondeu
que
a
elevação
notada
era
de
vida
ás
culpas
do
império.
VIÊNNA
28
-O
s
periódicos
austríacos
apresentam
como
muito
compromenida
a
situaçao
do
exercito
servio.
CONSTANTINOPLA
27
—
0
governo
ollomaoo
mandou
emitlir
tres
milhões de
libras
eai
papel
moeda com curso
for
çado.
Os
servios
foram
batidos
proxinto
a
No-
vizazar.
Os
montenegrinos também
soffreram
um
revez
nas
proximidades
de
Newesiu-
iimr
ii
mwOTriMil
n
nBi
Mm
tia
MB
a
wi
iiRii
Miwiigvinnwaanii
i
TWfWinriir rwnnn
«BWWBai
Wlí
1
TODOS
sem
medicina,
pur
gantes
nem
despezas
com
o uso da
delicio
sa.farinha de
saúde,
<
DE
BARRY
de
Londres.
'4
5
annOai d’»nvarin>ve5
sueccíisn
2
Saude a
todos
pela
deliciosa
Ilevalescié-
re Du B
arry
,
que
cura
as indigestões
(dis-
pepzia)
gastrica,
gastralgia,
fiegma,
arro
tos,
amargor
na bocca,
pituilas,
nausers,
vomitos,
irritações
inteslinaes.
diarréa,
desenteria,
cólicas,
tosse,
asthma,
falta
de
respiração,
opressão,
congestões,
mal
aos
nervos,
diabelhe,
debilidade,
todas
as
de
sordens
no peito,
na
garganta,
do
alito,
das
bronchiles,
da
bexiga,
do ligado,
dos
rins,
dos
intestinos,
da
mucosa,
do
cerebro
e do sangue.
75:000
curas,
entre
as
quaes
contam-se
a
de
S.
S. o
Papa, do
duque de
Piuskow,
da
exc.
“
ia
snr.
*
marqueza
de
Brehao,
do doutor
Manuel
Saenz
de Teja
da
da
Universidade
de
Cordova,
etc.
etc.
Certificado
do
dr.
Manuel
Saenz
de Te
jada,
doutor
da
faculdade
medica e cirúr
gica,
lente
da
Universidade
livre
de Cor
dova, medico
em
proprio
e
do
caminho
de
fjiro
de
Merida
a Sevilha,
etc.
Certifico
:
Que
com
uso
da Revalescié
re, obtive na minha
clinica
varias
curas
em
moléstias
gravíssimas
em
alguns clien
tes
residentes ii
’esta,
cidade,
lembrando-
me
o
de
D.
Filippe
Zappina
empregado
pu,
blicó,
hoje
administrador da
alfandega
d-
Manila
nas
ilhas
Filippioas, a de
D.
Atnelie
Gomes,
casada
com
um
chefe
do
exercitoa
a
qual
continua
a
melhorar
com
o
seu
uso;
de
D.
Ramon
Alonzo,
rapaz
de
vinte
annos
que
soflria
havia
alguns
mezes
de
uma
moléstia
de
petto
de
muita
gravidade.
E
para fazer constar
em
toda
a
parte, a
assigno
em
Cordova
em
13
de
outubro
de
1873.
Dr.
Manuel
Saenz
de
Tejada.
Seis
vezes
mais
nutritiva
do que
a car
ne
sem
esquentar,
economisa
cincoenla
vezes
o seu
preço
era
remedios.—
Preços
fixos
da
venda
por
miudo
em
toda
a
pe
nínsula
:
Em
caixas
de
folha
de
lata,
de
*
/
4
kilo,
500
;
de
*
/
í
kilo
800
rs
;
de
um
kilo,
l$400
reis; de
2kilos,
3$200
reis; dê
6
ki
ANWNCIOS
Banco
Nacional UAramarino.
Faz-se
publico
que
no
Banco
do
Mi
nho
está
aberto
o
pagamento
do
dividen
do
d
’
aquelle
banco
relativo
ao
l.°
semes
tre
de
1876
na
rasão
de 3
por
cento
ou
reis
2^700
por
acção.
Braga
29
de
julho
de
1876.
Os
gerentes
do
Banco
do
Minho.
Francisco
Casimiro
da
Cruz
Teixeira,
Domingos
José Soares.
(4191)
Na freguezia
de
Adaufe
concelho
de
Braga
e
logar
do
Oiteiral,
vende-se
tres
propriedades
rústicas
a
saber
:
A quinta de
Fontella
e
do
Barrai
e
a
Malta
deCima,
lerras
de 1.
’
qualidade;
lem
matos
e agoas
precizas
bem
avinha
das
e não
lem
onus
que
estorvem
a
sua
venda
de qualidade
alguma.
Quem
as
per-
tender
entenda-se
com seu
dono
na
rua
da
Oliveira
n.°
10,
Braga.
Tarabem
se
vende
as
duas
moradas
de
casas,
de n.°
9,
9
A, e
11
e
11
A
na
rua
acima
da
Oliveira.
(4190)
SOCIEDADE DEMOCRÁTICA
RECREATIVA
Por
ordem
da
Direcção são convida
dos
os
snrs.
socios
para se reunirem
em
Assembléa geral
no
dia
l.°
de
agosto
ás
7
horas
da tarde
para
os fins
designa
dos
no
n.°
6.°
art.°
23.°, e
ai
ligo
29.°
dos
Eslaluios.
Braga 28
de
julho
de
1876.
O
secretario,
Antonio
Pereira
da
Silva
Braga.
(4193)
CARBASEDA
D
’ANCIÃES
Previne-se
o
snr.
Moraes
Neves,
estu
dante
que
foi
no
lyceu
d
’esla
cidade,
e
morador
no
Paul
da Snr.
a
ABranca
n.°
66.
para
que
no
praso
de
20,
dias
da
data
dtsle
annuncio
se digne
mandar
receber
os
objeclos
qne
na
mesma
deixou
depo
sitados
com
certas
condições
e
dignar-se
dár
cumprimento áquillo
a
que
é
obriga
do
sob
pena
de
os
mesmos
objectos
se
rem entregues
á
auctoridade
competente.
Braga
31
de
julho
de
1876.
Marianna
Paiva.
(4194)
IÍI
j
TIMOS
TFI
i
EGR
amuas
ba
awe
.
acia
iiavas
PARIS 24
—
Pensa-se
em
interpellar
DeCases
relalivamente
ás
despesas
feitas
cora o
internamento
dos
carlistas
refugia
dos
em
França.
Crê-se
porem
que
o
go
PREVENÇÃO
AO PUBLICO
Joaquim
Carlos da
Silva
Pereira
an-
nunciou
no
Commercio
do
Minho,
n.°
523,
com
grande
surpresa
do abaixo
assignado,
que
continuava
com
o
seu
estabelecimen
to
de
cera,
na
rua
Nova
de
Souza,
d
’
es-
ta
cidade,
n.° 22, independentemente
do
socio
Manoel
José
de
Souza,
que
é
o
a-
baixo
assignado,
e de
quem,
diz, se
des
ligara,
accrescentando
que
era
completa
mente
estranho
a
qualquer
acto ou con
tracto
do
mesmo.
O
que
o
snr.
Silva
Pereira
d
’
este
mo
do
annuncia
é completamente
falso,
pois
que o
estabelecimento
de
cera,
que
diz
pertencer-lhe, é
exclusivo
do abaixo
as
signado,
como
é
certo
e
sabido,
e
por
tanto
qualquer
acto
ou
contracto,
relati
vo
ao
dito
estabelecimento,
que
faça
o
mesmo
snr.
Silva
Pereira,
não
terá
valor
algum,
será
nullo,
e
poderá
redundar
em
piejuizo
de
pessoas
desprevenidas.
E’
por
isso
que
faço
esta
prevenção
ao publico.
Braga
31
de
julho
de
1876.
Manoel
José
de
Souza.
(4192)
Estabelecimento
de
cera
Joaquim
Carlos
da
Silva Pereira,
com
estabelecimento
de
cera na
roa
Nova
de
Sousa, d
’
esta
cidade,
n.°
22,
faz
publico
que
continua
a
fornecer
a
todos
os
esta
belecimentos
de
bmandades
e
Confrarias,
e
partidos
que
tem,
bem
como
a
todos
os
seus
amigos
e
freguezes,
toda
a
cera
preciza.
independente
do
socio Manuel Jo
sé
de
Sousa,
de
quem
se
desligou,
e
não
responde
por
qualquer
acto
ou
contracto
d’
este.
a
que
é
completamente
estranho.
(4188)
Éditos
de
30
dias
Pelo
cartorio do
escrivão
de
direito
Antonio Carlos
de
Araújo
Mattos,
desta
cidade
e
comarca
de
Braga,
correm
e pen-
-dem
éditos
de
30 dias,
que
(iodam
no
dia
8
do
proximo
futuro
mez
de agosto,
a
chamar
todas
as
pessoas
incertas, que se
julguem
com
direito
á
herança
da falleci-
da
D.
Joaquina
da
Fonseca
Pereira
Gui
marães,
mulher
que
foi
de
Manuel
José
Martins
Tinoco,
da
freguezia
de
Frcal,
da
comarca
d
’Amares,
e
residente
u
’
esta
cidade
de
Braga,
e
assim
contestarem
a
este
a
qualidade
de
herdeiro
universal
da
dita
fallecida
mulher,
e
por esta
institui
do
no
testamento
com
que
a
mesma
fal-
lecera
n
’
esta
mesma
cidade
;
para o
virem
fazer
e
deduzir
no prazo
de
duas
audiên
cias que
se
teem
de
assigoar
no
tribu
nal
judicial
d
’
esta
mesma
depois
do
pra
so
dos
éditos,
sob
pena
de
revelia;
visto
que
pelo dito
cartorio o
dito
marido
da
fallecida promove
os
termos
d
’uma
babili
tação para
averbar
em seu
nome
as
se
guintes
inscripções
da junta
de
Credito
Publico,
averbadas
em
nome
de
sua fal
lecida
mulher,
as quaes
tem
os
seguin
tes
numeros
a
saber
:
do
valor
nominal
de
cem
mil reis
as
seguintes:
—
57
708
-—57:710
—
57:732
—
109:373
—
109
374
—
109:375
—
110:569
—
140:570—
109.372
—
e
do
valor
nominal de
um
conto
de reis
as
seguintes
:
—
22:757
—
35:700
—
61:669
—
64:671-83:609-
83:610
—
94:460
—96:662
—
96:663
—
96:664
—
96:665
—
96
666
—
96:825—
101:505
—101:506
—
101
507.
O
que se
faz publico
para os
devido
*
e
legaes
efleitos
:
cuja
citação
se tem
de
accusar no
dia
14
de
agosto,
proximo
futuro pelas 9
horas
da
manhã
no
tri
bunal
judicial
d
’
esla
mesma
comarca de
Braga.
O
solicitador,
(4187)
Paulino
Evaristo
da
Rocha.
NOVO HORÁRIO
José
Antonio
Monteiro e
Francisco
Jo
sé
Cerqueira,
de
Ponte do
Lima,
levam
ao
conhecimento
do
publico,
que
os
car
ros que
d
’
esla
cidade
saem da
caza
do
Arranjadinho para
Ponte
do
Lima
e
Vian
na
ás
8
horas
da
manha,
principiam a
sahir
desde
o
dia
28
do
corrente
depois
da
chegada
do
comboio
da
manhã
che
gando
a Ponte
do
Lima
a 1
hora da
tar
de
e a
Vianna
ás 5
horas
da
tarde.
Braga
25
de
julho
de
1876.
O
Gerente,
Francisco
Pereira
Leile
e
[Castro,
(1186)
São
transcriptos
do
jornal
o
«Tribuno
do
Povo»,
que se
pu
blica
em Macahé,
império
do
Brazil,
os
seguintes
annuncios,
que
dizem
respeito
á casa com
mercial
do
nosso
amigo
o
snr.
João
Rebello
da
Silva
Braga.
103 Bua direita 103
João Rebello da Silva Braga,
participa
a
seus
amigos
e
freguezes, que
além
do grande
sortimento
que
trouxe da
Côrle,
acaba
de
receber
um
lindo
sorti
mento
de
íezendas,
como
são
nobreza
preta
muito
superior
a
4$000
réis,
lãzi-
nhas
muito
modernas
a 500,
700 réis,
14000,
14200
e
14100
réis,
beija
flôr
a
640
rs..
mariposa
branca
superior
a
600
rs..
dita
de
côres
a
610,
ditas matizada
a
640
rs., chitas
trançadas
a
300 rs.,
ditas
em
precal
a
340,
360
400
réis,
ditas
escuras
muito
superior
320
e
360
rs.,
ditas
preto
e
branco
a
360
rs.,
gran
de
variedade
de
casemiras
de
côres
e
pre
tas,
pannos,
elastecotim,
brins
brancos
e
de
côres
ditos
de
agunal, ditos
para
lençóes,
flanellas
brancas
e
de
côres
e
muitas
outras
variedades
de
fazendas
que
deixa
de
mencionar,
assim
como
grande
novidade
de
armarinho, e
que
vendemais
barato que
em
outra qualquer
parte
por
que compra
só
a
dinheiro.
João
Rebello
da
Silva Braga,
participa
a
seus
amigos e
freguezes
que
tem
sem
pre
um
grande
e
variado
sortimente
de
chapeos
para
homens,
senhoras,
meninos
e
meninas,
assim
como
charutos
nacio-
naes
e
havanas,
cigarros de papel
e
pa
lha
fumo
Daniel,
e que
é
0
unico
agen
te
em Macahé
das
verdadeiras
e
acreditadas
Machinas
de
Singer,
como
pode
provar,
e
que
vende
mais
barato
do
que
em
ou
tra
qualquer
parle, porque compra
só a
dinheiro.
João
Rebello
da
Silva
Braga,
partici
pa
a
seus
amigos
e freguezes,
que
rece
beu
um
grande
sortimento
de
calçado
para
homens,
senhoras,
meninos
e me
ninas,
assim como
um
grande
e
variado
sortimento
de
roupa
feita,
e
chapéos
de
sol
nacionaes e
inglezes,
e
que
vende
mais
barato
do
que
em
outra
qualquer
parte,
porque compra
só
a
dinheiro.
Macahé
17
de
Dezembro
de
1874.
João
Rebello
da
Silva
Rraga,
socio
commanditario
da
firma
abaixo,
declara
aos
seus
numerosos
amigos
e
freguezes
que
deu
sociedade
em
seu
negocio
aos
snrs.
Manoel
Antonio
Nogueira
e
Miguel
José
Vaccani.
a
começar
d
’esta
dacta
em
diante
sob
a
íirma
de
—Nogueira
&
Vaccani
—,
esperando
dos
mesmos
que
continuem
a
dispensar
á
nova
firma
a
valiosa
protec-
ção
com que
0
teem
honrado
até
esta
dacta.
Oulro-sim
:
roga
a todos
os
seus
de
vedores
0
obséquio
de
virem
saldar
suas
contas,
visto
ter
de
retirar-se
temporaria
mente
para a
Europa.
—
Macahé,
15
de Mar
ço
de
1875
Os
abaixo
assignados,
participam
ao
respeitável
publico
e
a
seus amigos
que
se
associaram
ao
snr.
João
Rebello
da
Silva
Braga no
seu
negocio,
sito
na
rua Direi
ta
n.°
103,
girando
de
hoje em
diante
sob
a
firma
de
Nogueira
&
Vaccani
; e
esperam
a
coadjuvação
de
todos
os
seus
numerosos
amigos
e
freguezes,
certos
de
que
se
esforçarão
em
bem
servil-os.
Outro-sim
•
declaram
mais
que
a
fir
ma
abaixo,
presentemanle
nada
deve
n’
es-
la
praça,
nem
na
do
Rio
de
Janeiro.
—
Macahé,
15 de
Março
de
1875.
Fogueira
&
Vaccani.
João
Rebello
da Silva Braga,
preten
dendo
retirar-se
temporariamente
para
a
Eu
ropa,
tem
consciência
de
nada
dever
n’
es-
ta
praça
e
na
do
Rio
de
Janeiro
a
pes
soa alguma :
entretanto
declara
que
se al
guém
for
seu
legitimo
credor
poderá
apre
sentar-se
no
praso
de
30
dias
desta
da
ta,
afim
de
ser
embolsado.
Declara
oulro-sim
que
está
em
liqui
dação
0
negocio
que
com
sua
firma
cor
ria
nesta
praça.
—
Macahé,
13
de
Março
de 1875.
_________
DESPEDIDA
João
Rebello
da
Silva
Braga, tendo de
retirar-se
temporariamente para
a
Euro
pa,
e
não
podendo
despedir-se, pessoal
mente,
de
todas
os
seus
amigos,
como
de
sejava,
0
faz
por
este
meio,
do que
pe
de desculpa.
(4183
Consultorio,
Campo
de
SanCAnna
n.°
1,
das
7
da
manhã
ás
7
da tarde
(4136)
A
Aluga-se
ou
vende-se
a
casa
n.o
1,
na
entrada
da
rua
de
D.
Pedro
V.
Foi
construída,
ha
dois annos,
tem
quintal
e
poço e
excel-
lentes
commodos.
Tracta-se
do
seu
ajuste
na
rua
de
S. Victor n.°
50, e mostra-se
todos
os
dias
das
5 boras
da
tarde
em
diante.
(4144)
»
°5
®
<U
io
5>
13
o“
“
"2
2
o
N
ó
•co
a 5-
a
P
o
£a
«
o-S
~
£
o
—
°
o
o
g
j?
te
®
a
£
s
<5
r
«•5
=
o.
«
fi
«"C
O
tf.
«-5
d-
J
s
&
Para
os
engenheiros,
pharmaceulicos,
médicos, dentistas,
professores e
outras
pessoas
que
desejarem
obter 0
diploma
de
doutor
ou
de
bacharel
de
uma
universida
de
estrangeira.
Dirigir
carta
registada
a
Hedicus,
13,
praça
do Rei,
Jersey.
(In
glaterra.)
Rebuçados peitoraes
balsâmicos.
Uteis
nas
tosses
chronicas
ou
recentes,.
catharros,
coqueluches
e
em
geral
nas
mo
léstias dos orgãos
respiratórios.
Em
Braga pharmacia do
Hospital
de
S.
Marcos.
No
Porto,
pharmacia
«Rica»,
Bomjar-
dim,
370.
(4155)
CIRURGIÃO
DENTISTA
APPROVADO
PELA ESCOLA MEDICO-CIRURGI-
CA
DO PORTO
Largo
do
Barão
de
S.
Marlinho
n.°
5
BR
a
GA.
Faz
tudo
quanto
diz
respeito
á
sua
arte
e
continua
operando
grátis,
pobres
e
soldados.
(22
-77)
VENDA
DE
CASAS
Vende-se
uma casa
feita
de
novo,
MPjH sita
na
rua
das
Aguas
n.°
91; po-
de-se
vêr
desde
as
9
horas
da
ma
nhã,
até
ás
3
da
tarde.
Trata-se na
rua
dos
chãos
n.°
13
(3086)
JOSE
’
DA SILVA FUNDÃO
Com
loja de fato feito
68,
Campo
de
SanCAnna
(lado
de
baixo),
68
F
>arl
’
cipa
aos seus
amigos
e
fre-
guezes,
tanto
d
esta cidade
como
das
províncias
que
tem um
bonito
líl I
e
var‘
a
^°
sortimento
de
fato
fei-
to,
casimiras para
fato
muito
baratas,
cortes
de
calça
a
14500.
24OOO
e
24500 reis;
tudo fazendas
modernas
Guarda
pós de
casimiia
e
de
alpa-
ques
inglezes, roupa
branca,
assim
como
camisas
de
600
reis
para
cima,
ceroulas
de
400 reis
até
800,
de
panno
familiar,
e
meotes,
bonets de
gorgurão
de
seda
e
de
casimira
de todas
as
qualidades,
de
500 rs.
até
800;
manias
de
seda
de
to
dos
os
feitios.
Encarrega-se
de
fazer
qualquer
obra
que
lhe
seja
encommendada,
e prompti-
fica-se
a
ficar
com
ella
quando
não
fique
á
vontade
do
freguez.
(1
*
)
BRAGA
: TYP0GRAPHIA LUSITANA —
18'6»
Parte de Comércio do Minho (O)
