comerciominho_01021876_452.xml
- conteúdo
-
Assigna-see
vende-se
no
escriptorio do
editor
e
proprietário
José
Maria
Dias
da
Costa,
rua
Nova
n.
’
3
E,
para
onde
deve
ser
dirigida
toda
a
correspondência
franca
de
porte.=
As
assi-
gnaturas
são
pagas
adiantadas; assim
como
as correspomien-
ctas
de
Interesse
particular.
Folha
avuiso
10
rs.
«Slltíi
—TERÇA-FEIHV i
FEVEREIRO
Madrid, 8í> de janeiro.
(Correspondência
particular
do
iCommer-
cio
do Minho»
)
Em
meus
telegrammas
communiquei
o
I
rompimento
das
hostelidades,
e
os
movi-
;
mentos cuja
noticia
aqui
pude
obter
de
'
fonte
menos
insuspeita.
Digo
menos
in-
i
suspeita,
porque
sendo
as
únicas
noticias
i
que
podémos
ter em
Madrid,
por via
te-
:
legratica, de origem
liberal,
e
sendo
as
noticias
que
o
governo
manda
publicar
umas
veses
falsas outras
tão
exageradas,
que
complitamente
se
desfiguram,
mal
an
daria
se
me
guiasse
unicamente pela
voz
publica,
pelos
jornaes
ou
pelas agencias.
D
’
este
modo me
refiro
ou
a
noticias
ofliciaes
que
posso
obter
de conduclo
se
guro,
ou
a
cartas
minhas
ou
de
amigos,
de
origem
fidedigna,
d
’
onde faço os
con
venientes
exlractos.
Nos
últimos
dias
vimos em
acção o
grande
plano
tão
fallado
ha
meses.
Com
tão
grande
exito
como
leem
os
liberaes
e
com
tantos recursos, não
será
nunca
para
admirar
que
obtenham
uma
ou
outra
vantagem
mais
ou
menos
real,
mais
ou
menos
importante.
Os
carlistas
além
d
’
is-
to
occupando
muitos
pontos
com
as
suas
avançadas,
que não
são
consideradas
como
linhas
de
defesa,
mas
unicamente como
atalaias,
quando,
atacados
por
forças
mais
consideráveis
teem
por
sistema
faserem-se
fortes
nas suas
posições
fortificadas
em
fótma.
D
’aqui
vem que os liberaes.
quan
do
os
cat
listas
depois
do
costumado
tiro
teio
nas avançadas
retiraram
para
as
suas
posições,
cantam
grande
victoria
dando ao
facto
a
importância
de
um
grande
feito
de
'armas,
quando
elle
não
passa
de
uma
evolução
militar,
que
em nada inílue
na
situação
das
forças carlistas
nem em pre-
juiso
das
suas
linhas
de
defesa.
Todos
sa
bem
que
á
proporção
que
os
liberaes
dei
xam
livre
cm
palmo
de
terreno,
se
des
pregam
das
posições
pequenas
forças
que
vão
mcommodar
o
inimigo
até ás
povoa
ções
aonde
se
alojam.
A
sua
retirada
para
os
pontos
de
defesa
é portanto
uma
me
dida de
prudência
e
não
uma
derrota.
E
’
necessário ter
isto
bem
presente
para
se
não
dar
importância
ás
noticias
de
origem
liberal,
publicadas
para
faser
efleito
no
espirito
dos
que não
conhecem
o
lerreno
nem
a
importância
dos
pontos
atacados.
Para
se
conhecer
bem o
valor
de
um
feito
de
armas
é
necessário
saber-
se
a
importância
do
ataque e das
suas
consequências.
De
S.
Sebastião
communicou o
gene
ral
em
cheíe
do
primeiro
corpo da
esquer
da
ao
ministro
da
guerra
que
as
forças
liberaes
haviam praticado um
ataque
ge
ral
âs
linhas
carlistas da Guipuzcoa,
lo-
mando-lhes as
posições
que elles occupa-
vam
na
estrada
de
Hernani
a
S.
Sebas
tião;
hontem
accrescentaram
a
esta
noti
cia
a
tomada
de
alguns
prisioneiros
e
ar
mas.
Por
pessoas
chegadas
hoje
de
S.
Se
bastião
me
foi
dito
que
o caso
se
passou
de
modo
diverso.
Os
carlistas
fiseram
um
fogo
tão
vio
lento
sobre
S.
Sebastião,
que
grande
parle
das
familias
e
algumas
auctoridades
se
virara
na necessidade
de
se retirarem
Como
o
fogo
sobre
Hernani
abrandára
nos
últimos dias
foi
escolhido
aquelle
ponto
para
se
dirigirem
entre
outros
o
general
Moriones.
Tal
situação
obrigou
o
general a
em-
preheuder
desde
já o
movimento
cotn
o
fim
de
livrar
a
estrada,
e
apagar
alguns
dos
fogos
que
mais
datnno
estavam
cau
sando
á
cidade.
Assim
se procedeu, rompendo
o
fogo
com
duas
peças de 15
situadas
em
H
er-
S"
SJ.SS
ISS
ÁS
TERÇAS,
QUINTAS
E
SABBADOS.
P
reços
:
Braga,
anno
1^600
rs.=Semestre
850
rs.>=Prot>i«-
cias,
anno
2&400
rs
e
sendo
duas
Í&000
rs.=Semestre
1S250
rs.=Brazil,
anno
4$400
rs.=Semestre
2&300
rs.
moeda
forte,
OU10&000
reis e 5&500
reis moeda
fraca. =Annuncios
por linha
20
rs.,
repetição
10rs.
Para
os
assignantes
S0
8
/
9
d
’
abatimento.
dos
nossos
voluntários,
que
as
forças
li
beraes
atravessando
era
desordem
o
valle
de
Llantero,
foram
levados
adiante
das
nossas
baionetas
até
ao
monte
de
San
Miguel,
deixando
grande
numero
de
pri
sioneiros.
armas,
munições
e
o
campo
jun
cado
de
feridos
e cadaveres.
Os
carlistas,
rompendo
por
esta
fórma
a
linha
liberal
tomaram
as
importantes
posições
de
Berron,
assenhoreando-se
as
sim
de
uma
area
muito
mais extensa,
on
de
as
suas
operações
diflicullarão
gran
demente
os
movimentos
liberaes por aquel
le
lado.
Em
Puente
la
Reina
também
conse
guiram
os carlistas
franquear
Sierra
e
ata
car
os
liberaes,
que
responderam
aos
seus
I
fogos
e soffreram
grandes
desastres.
Em-
quanto
isto
se
dava
o
8.®
batalhão
Na
varro
collocado
em
frente
da
povoação
provocava
o
combate,
que
se
empenhou,
e
continúa ainda.
Em
frente de
Pamplona,
Irurzun
e
povoações
imtnedialas
collocaram-se
o l.°
batalhão de
Castella;
o
7.°
Navarro em
Irise
e
Saraza,
o
5.°
em
Oricain
e o
10.°
povoação
por
em
Agoiz
e
Burguete.
Em
todos
estes
pootos
se
fazem
no
vas
fortificações,
multiplicando
assim
as
li
nhas de
defesa.
Também
se
está fortificando a
Ermida
de
Santa
Lucia e o
monte
de
Dos
Herina-
nas.
Acham
se
concluídas
as
fortificações
de
Monte
Jorra
;
em
um
subterrâneo
aber
to
n
’um baixo
estabeleceu-se
utn
grande
deposito
de munições,
á
esquerda
de
Ira-
che.
Em
Estella
tem
tocado
todos
os
limi
tes
do
engenho
e
da
arte
militar
as
for
tificações
feitas.
Agora
estabeleceu-se
nas
plauicies
de
todas
as circumvisiuhaoças,
onde seria
possível operar
a
uma
graude
serie
de
pranchas
<a
crivadas
de
pequenas
lanças
que
formam como
um
ouriço
e
que
fortemente
adherenles
á
nam
impossível
a
passagem,
de
por áquelles
pontos.
Em
frente
ao
reducto
liberal
de
também
se
edificou
um forte
nani
contra a
bateria
carlista
de Antone-|i
nea.
estendendo-se em
lodos
os
pontos
I
possíveis
grandes
forças
para atacarem
as
I
'
trincheiras
em
que
estavam
forças
carlistas
i
no
sitio
chamado Piticar,
e
que
domina
vam
a
estrada.
Estas
trincheiras
eram oc-
cupadas
por
algumas
companhias de cas
telhanos,
que
sustentaram
ainda assim
mui
to
tempo
o
fogo
até
que
foram
mandadas
atirar
para as
posições
fortificadas.
Aban
donadas
assim
aquellas
trincheiras
can
taram os
liberaes
o
seu triunfo,
e
cui
daram
que
o
mesmo
seria
retirarem-se
aquellas
companhias
que
atacar
os
pontos
fortes
e
fase los
abandonar
pelas
tropas
fieis.
Mandou
portanto
Moriones
accommet-
ter
á
uma diversas
posições, qoe fiseram
retroceder
os
affonsinos
com
grandes
per
das,
semeando
a
desauimação
nos pobres
soldados,
que
não
conhecedores
ainda
das
bailas
e
das
bayonetas
carlistas
cuidavam
que
chegariam
e
venceriam.
Assim
frustrada a
tentativa
com
con-
deraveis prejuisos
para
o
exercito
libe
ral,
cresceu
o
fogo
sobre
Hernani,
sendo
atiçadas
algumas
bombas incendiarias,
que
|
destruíram
uma
parte
da
[
.
.
completo.
Moriones
retirou
portanto
para
S.
Sebastião,
pois
que
não
tendo
sido
tão
feliz
como
imaginava,
recebera
noticia
de
que
a
posição
de Guetaria
se
achava
sé-
riameute
compromeitida.
Esta
participação
fôra-lhe enviada
por
Mariné
com signaes
praticados
com
ban
deiras
do
castello
da
referida
povoação,
de
San
Antão.
Immediatamente
o general aflonsino
mandou embarcar
1:300
homens em
dois
vapores
para irem
em
auxilio
de Guetaria,
commandados
pelo
general
Cuadros.
Che
gados alli
de
noite,
não
poderam
desem
barcar
senão
800 homens,
pondo-se em
marcha
sob
o
mando
de
Mariné
a
forçar
a
posição
de Garate,
o
que
conseguiram,
segundo
se
affirma.
Sobre
este
particular
correm
diflerentes
versões.
Disem uns
que
os
carlistas
ti
nham
abandonado
n’
essa
tarde
aquella
po
sição
para
irem
occupar
outra
de
mais
vantagem
com
arlilheria
nova
que
haviam
recebido,
alargando
e
reforçando
as
suas
linhas
com
mais
dois
batalhões;
outros
disem
que surpreheadidos
de
noite
peto
inesperado
ataque,
sustentaram
o
fogo
em
quauto
retiravam
a
sua
arlilheria,
deixan
do
etn
poder
do
inimigo
apenas
um
obuz
que
não
foi
possível
condusir.
Como
quer
que
seja parece
certo
que
Garate
foi
occupado
pelas
forças
liberaes,
I
o
que
não
muda todavia
a
situação
dos
i
carlistas
em
redor
de
Guetaria,
pois
que
Garate
está
entre
outras
posições
que
do
minam
esta,
e
d
’
essas
posições
os
vivos
fogos
contra Guetaria
seguem
sem
inter
rupção.
Reduz-se
poisa
bem
pouco
o
resultado
da
primeira
operação
do
infeliz
general
Moriones. Se
n’islo
está
o
grande
plano,
desgraçado
piano e
desgraçados
liberaes.
E
não foi só
aqui,
que
surgiu
o
gran
de
plano.
Na linha
de
Biscaya
lambem o
general
Loma,
o
desgraçado
general
Lo-
ma,
leve
uma
lição
bastante
sensível.
Pretendendo
assenhorear-se
de
Valma-
seda
eiuprehendeu
um
ataque
etn
diver
sos
pontos
da
linha,
ao
mesmo tempo
que
com
a
sua
arlilheria
jogava
sobre
a
povoação.
Os
carlistas
sustiveram
por muito
tem
po
o fogo a
pé
firme
nas
suas trinchei
ras.
O
enlhusiasmo
dos
voluntários
porém
foi
impossível
de
conter,
porque
em al-
iac
vozes
nediam
o
ataque
á
baioneta.
—-
<
—
—
-
,<
Os
commandantes
carlistas
aproveitando
tiro
que
lançou por terra
o
cavallo
que
ío
faXvel
disposição,
n’
um
momento
montava.
Entregou-se
portanto
aos
que o
“ESEH=E
EE
tirar
os
carlistas
até
as
suas
trincheiras
;
|
bala^.J
tornando
porém
novamente
a
avançar, foi
tal o impeto, foi
tão
grande
o
denodo
Londres,
dia de S. Sebastião
(A’redacção
do tCommercio
do Minho»)
si
cavallaria
de
madei-
de
Cerro,
compacto,
terra
gente
tor-
até,
Ca-
re-
seus
ceres
dueto
blindado,
tendo
a
coberto
os
fogos,
coai
caminhos
secretos,
elevando
a
linha de
ameias
com grandes
escarpas, o
qoe
faz
que sejam
melhor
dominadas
as
ponlerias.
Em
toda
a
extensão
das
linhas
ha
gran
des
fossos
em
todas
as
direcções.
Os
liberaes
começam
a
não occullar
a
importância que
vae
tomando
a orgauisa-
ção
do
novo
exercito
carlista
do
Centro
Cucala e
Marco
de
Bello teem
consegui
do
reunir
grandes
forças.
Estas
forças
teem
já etn
seu poder
grande
numero
de
armamentos.
Consta
que
por
denuncia
feita
por seus
cooductores as auctoridades
de
Valência
fizeram
uma
toraadia
de uns
poucos
de
fardos
com
fazendas de lã
que
eram
des
tinadas
aos
uniformes
dos
novos
voluntá
rios.
Mais
um
acto
de
cobardia
e
malva
dez acaba
de
praticar
o
exercito
liberal.
Proximos
de
Pamplona
tio
sitio
chama
do
Berrio
Plano
constou
que
andava
uma
(guerrilha
carlista,
commandada
por
D.
Ra
fael
Delgado.
O
general
das
forças
libe
raes.
tendo conhecimento
d
’isto raapdou
uma
força para a
perseguir.
Esta
força
Lmbuscando-se
esperou a
guerrilha
que
ia
a
entrar
no
povoado.
O chefe
Delgado
.
adiantando-se
no
momento
eui que sahiam
.
|os
liberaes
do
seu
esconderijo,
recebeu
um
Que
bellesas
!!
1
Y.
A
minha seguinte
carta
ao «Aposto
lo»
merece
ser
lida,
sobretudo
pelos
dois
priucipaes
assumptos;
1.°
a
ideia
que
dá
das
divisões
e
disputas
protestantes,
e
dos
exforços,
que
o
Anglicanismo
faz
para
ver
se
fôrma
uma
lorte
massa
de
«chrislãos»,
não
importa
de
que
qualidade
e
côr,
com
que
venha
afrontar
a
Egreja
Catholica.
Ao
mesmo
tempo,
como
os
homens
sérios
e
conscienciosos,
qual
é
certamente
o
dr.
Pusey,
repugnam
a
sanccionar
com
sua
adhesão
sitnilhaate
sistema.
Em
segundo
logar,
convém
que
se
sai
bam
e
ponderem
mais
as
duas
provas
e
revelações,
dadas
por
testimunha
compe
tente;
das
amabilidades
da
maçanana,
e
de
seu
pouco
escrupulo
a
disp<
r
da
vida
dos
homens.
N
’
um
pape!
de
Bayona, sério
e
geral
mente
bem
informado,
lê-se
o
seguinte,
em
data
de
12
do
cortedte;
bem
que
a
data
seja
um
tanto
atrazada,
como
uão
vi
o
fado em
nenhum
outro
papel,
e
o
mesmo
é
de
importância,
aqui
o
transcre
vo,
com
as
breves
reflexões
que
lhe
faz
a
(olha
franceza
:
«Um
deputado
legitimista
transmittiu
a
D.
Carlos
o
telegramma
seguinte,
que
será lido com interesse:
«As
tropas
aflonsinas
não
passaram pe-
«lo
territorto
francez.
O
Marechal o
de-
«clarou
formalmente
;
ninguém
é
anctori-
«sado
a
duvidar
da
sua
palavra.
Póde po-
«blicar-se
o
presente
despacho.»
«O
mundo calholico»,
(acrescenta
o
jornal) não esperava
outra
cousa
da
leal
dade do
Marechal
de
Mac-Mahon.
Não
é
a
elle
que
podem
ser
imputados
os
erros
commetlidos
peio
governo francez
em
re
lação
á
polilica
hispanhola,
mas
sim
a
es
ses
ministros
fataes,
ou
se
chamem
de
Broglie
ou
Decazes, que,
depois
de
ter
trabalhado
com
todas
as
suas
forças
para
a
ruina
das
esperanças
monarchicas,
não
sabem
como
hão de
fazer
para
se
metle-
rem
no
Senado
creado
por
elles.»
A
França,
onde
proverbialmente
se
diz
que
o
ridículo
mala, parece,
na
verdade,
estar
para
morrer,
ou
já
morta,
d
’essa
mazela
I
Senão
digam-me
:
£ Ha
cousa
mais
ridícula
que
uma
«republica»
onde
o
pre
sidente
da
camara era
um
duque;
o
Mi
nistro
dos
Estrangeiros
hoje
mesmo
ou
tro duque
;
o
mesmo
de Broglie,
que
mi
nistro
foi,
outro
duque;
e
onde
a
assem
bleia
«republicana»
estava
caibrada d
’
ou-
tros
duques,
dúzias
de
marquezes,
condes,
viscondes,
etc.
!
Por outra
parte,
os
re-
i
publicanos
são
patriotas
taes,
que
insistem
i
pela
republica,
que Bismark
declarou
de
sejar
em
França,
para
a
ler
fraca
e
aba
tida
!
I
A.
R. SARAIVA.
A
’
redacçíio do «rApostoKo».
Londres,
9
de
janeiro
de
1876.
I.
—
Encontrei
no
«Times» de 28
de
dezembro
ultimo
uno
curiosissimo,
e
di
rei
mesmo
importantíssimo,
documento
sob
certo
aspecto,
que
não
quero
deixar
sem
sobre
elle chamar
a
attenção
dos
leitores
do «Apostolo»
tanto
mais,
que
é
daquel
as
cousas
importantes
e significativas
que
passam,
frequenlemente,
sem
d
’ellas
se
fa
zer caso,
não obstante
o
muito
que
me
recem.
E’
uma
carta,
assás
extensa,
do
celebre
doutor
Pusey,
leote
de
Hebraico
oa
Universidade
d
’Oxford, protestante
a
seu
modo,
e
tenaz
em
seu
protestantismo,
e
que,
ao
mesmo
tempo, tem
feito o
maior
serviço, talvez,
que
n’
esle
século
se
pres
tou
ao
Calholicismo.
A
este doutor principalmente
se
deve
o
ter-se
erguido,
em 1832 e
1833,
a
cele-
bre
escola qne
desde
logo
tomou
o
seu
iiotne
(Pusetjislas),
e
o
couservou
por
mui
tos
atiuos,
passando
hoje
pelo
de
Rilua-
lislas;
e
que,
desde
seu
nascimento, tem
feito
passar
do
Anglicanisrno
ao
Calholi-
cismo,
perlo,
se
nâo
mais.
de
mil
indi
víduos
do
ciero
Protestante
Anglicano
(e
com
pouquíssimas
excepções
dos melhores
em
talento,
scieocia,
e
moral)
para
o
gré
mio
e
serviço
da
Egreja
Catholica.
E
com-
ludo,
parece,
ou
aotes
é,
mistério
curio
so,
e
onde
não
pode
deixar
de
ver
se
es
pecial desígnio
Providetici.d
que
o
homem
a
quem
se
Ceve
em
grande
parte
movi
mento
e
acontecimento
tão
milagroso,
te
nha
elle
proprio
mantido-se
fóra
do
grémio
da
verdadeira
Egreja!
Lembra-me,
que
o
pio
e
rev.°
Spencer,
o
primeiro
clérigo
protestante
que
aqui se
passou
á
verdadeira
Egreja
em
1829
(sen
do,
logo
depois,
seu
irmão,
lord Althor-
pe,
leito
ministro
da
fazenda—ou
Chan-
celler
do
Exchequer,
como
cá
se
designa
o
cargo),
andou,
depois
da
sua conversão
pedimío
pela
Europa
orações
para
con
versão
de
Inglaterra.
Desde
então
temos
visto
o
facto
patente e
pa<moso, que
aci
ma
apontei,
das
centenas
de
cleri«os
pro
testantes
—
dos
melhores
e
mais
doutos
—
que
tem
vindo para as
fileiras
catholicas.
Ao
menos
por
gratidão,
além
da
carida
de,
nós
catholicos
devemos
pedir a
Deus
pela
conversão
cabal do
doutor
Pusey,
de
cuja
carta
mencionada
vou
fallar.
Para
se
compreheoder
bem
a
verdadei
ra
importância
do
documento
porém,
con
vém
recordar,
que
alguns,
e muitos, e
importantes
membros
da
chamada
Egreja
Anglicana,
em
sua
inveja
e
rancor con
tra
a
grandeza
cosmopolita
da
verdadei
a
Egreja
Catholica
e
Romana,
tem
procura
do
::-r
varias
maneiras
aggregar
ao
An
gíiccdismo
quantas
seitas,
mais
assim
ou
roais
a.-sa
lo,
por esse
mundo
se
chamam
«córistãs»;
para então,
quando
podessem
apresentar
um
considerável
numero
de
chnstãos
furla-côres
nos
dizerem
triunfan
tes
.
«E
agora»?
Com
esse
fim,
aqui
fizeram
vir,
pelo
te-
ipo
do
nosso
ultimo
Concilio,
uma
bis-
paihada
de
varias
côres
e
opiniões,
dos
Estados-Unidos,
das
Colomas inglezas.
etc.,
que
se
reuniram
em
casa
do
«arcebispo»
oe
Canterbory,
e
alli
discutiram
(isto
é
Confirmaram,
suas
divergências,
iTum
sa
lão,
enquanto
o’
oulro
Madama
Arcebispa
de
Canterbory
com
as
outras
poetadas,
esposas
dos
outros
Padres
do
Concilio
(f;
uilas
das
quaes
tinham
vindo
acompa
nhar
os
clericaes
maridos),
discutiam
as
ultimas modas
francesas,
e
os
refrescos
.abundantes
que
não
faltavam
no
palacio
lirchiepiscopal
de
Larúbetb.
0
tal
Concilio
ou
conciliábulo
todavia,
deu
de
tal
sorte
em
agoa de
malvas,
que
tdnguem fez
caso
d
’
elle
;
e, peior
do
que
isso,
das
folhas
protestantes
mesmo,
aqui,
umas
guardaram
silencio
envergonhado
so
bre
a
tal
exhibição
ecclesiaslica
;
outras
tomaram
a
liberdade
de
zombar
e
rir-se
tí
’
eiia
sem
o
mínimo
remorso
ou
ceremo-
nia.
Aqui
ha
dois
ou
tres annos,
se
bem
me
lembro,
(a
data
exata
é
de
menor
im
portância,
e
por
isso
não
perco
tempo
em
ir
verifical-a),
apresentou-se
um
chamado
Arcebispo
de
Syra,
Grego
Scismafico,
com
seu
capeliào
ou
acolytho, trazendo
sua
mitra,
vestimentos,
báculo,
etc. 0 arcebis
po
de
York,
e
outros
prelados anglicanos,
deleitaram
se
cora
a
visita
;
não
houve
festa
que
lhe
não
fizessem
;
ofliciou
pòn-
lificialmente
em
suas
egrejas
e
cathedraes,
apesar
das
differenças
doutriaaes
e
theolo-
gicas
eatre
as
duas
seitas;
não
fez
isso
cbjecção,
fràternisõu-se
completamente,
bas
tou
que
se
concordasse
no
dogma funda
mental
protestante
—Guerra
ao Papa
e
ao
Calliolicismo.
Quando
uliitnameole fizeram
em
Alle-
maniia (não
me
occofre
agora
o
nome
do
logar),
sob
a
presidência do celebre
Dol-
liisger,
utn
congresso
dos
novíssimos «ve
lhos
catholicos»
atlemães
;
e
lá
vieram
gregos
e
americanos
scismáticos,
e até ju
deus,
além
dos protestantes
de todas
as
côres
de
que
a
família
abunda
lá
por
fó-
ra,
lá
foram
também
vários
anglicanos
de
importância,
até
um
ou
dois
«bispos»;
e
lá
oraram
e
discorreram
sobre
a
conveniência
de
reunir
e combinar
tudo quanto,
com
mais
ou
menos
direito,
se
chame
christão,
contra
aquelle
formidável
inimigo
irrecon
ciliável
de
ledas as
heresias,
o
Papa
de
Roma.
Até
me
parece
que
o
proprio dou
tor
Pusey
foi
assistir
á
tal
feira
;
mas
o
caso
é,
que
depois
de
muito
falatorio,
muita
congratulação
pelo ajuntamento bri
lhante,
e
variado
sobretudo,
dissolveu-se
e
despediu-se
afinal
a
assembleia
sem
na
da
concluir
de importante.
Concluindo-se,
d
’ella,
todavia
a
impossibilidade
de
achar
ou
fundar
accordo verdadeiro,
e
uo'dade
religiosa
de
crença,
fóra
da
Egreja
Catho-
lica,
Apostólica
Romana,
a
que, por gra
ça
de
Deus,
temos
a
fortuna
de
perten
cer.
(Continua)
A,
R. SÃRÃIVÁ.
Uniíío do clero.
VII
Vamos
concluir,
e
não
é
sem
tempo,
pois
que
talvez estes artigos
vão já
longe
em
demasia.
A
importância
porém
do
assumpto
exigia
o
espaço
que
tomamos
;
e esta
mes
ma
importância
nos
obriga
lambem,
ain
da
que
com
grande repugnância
da
nossa
parle, a occuparmo-nos
hoje
de
uma
ou
tra
causa
da
desunião do clero.
Mas
que
se
entenda,
que
no que
imos
escrever,
como
em
tudo,
quanto
deixamos
escripto,
temos
mais
em
vista
prevenir
o
que
póde
acontecer,
do
qne condemnar
o
que
não
sabemos
se
acontece.
Ninguém
dirá
por
certo,
a
não
ser
alguém
mal
intencionado,
que
quando
um
amigo
pede a
outro,
que
fuja
do
precipício,
o accuse
por
isso
mesmo
de
se
ler
deixa
do
cair
n
’
elle.
0
nosso
fim
lambem
é
unicamente
precaver
o
clero
conlra
tudo
quanto
possa
ser-lhe
motivo
de
desgraça
e
ruina;
mas
nunca
jámais
accusal-o,
o
que
os
nossos
sentimentos
de
catholico,
e
a
afiéição
que
lhe
votamos
não
consentiriam
lhe
fizés
semos.
Assim
pois
enlenda-se
bem
;
falíamos
do
que
póde
ser,
sem
que
tenhamos
mo
tivos
bastantes
para
que
possamos
affir-
mar
que
ua
soa
generalidade
o
seja.
E
quem
duvidará
de
que
nos largos
limites
desta
possibilidade
tenha
ainda lo
gar
a
simonia?
A
simonia!
é tão
abjecta
a
idéa
tra
duzida
n’
esta
palavra,
que
só
o
pronun
ciai-a,
causa
tédio.
Nao
pretendemos
desenvolver
agora
a
historia
d
’esle
vicio
hediondo,
nem
men
cionar
as
penas
gravíssimas
com que
a
Egreja
sempre
o
fulminou.
Conchegando-nos
ao
que
constilue
o
objecto
principal
d
’
este
artigo,
diremos
apenas,
que
a
simonia
traz
sempre
com-
sigo,
como
uma
das
suas
funestissimas
consequências,
a
desharmonia
e
conseguin-
temente
a
desunião
entre
o
clero.
E
de
feito,
que
cordealidade
póde
ha
ver
n
’
uma
classe, quando
os
seus mem
bros
sao
classificados
em
suas
pretenções,
não
pelos
seus
verdadeiros
méritos,
mas
peio que
cada
um
dá, ou
vai politica
mente
?
0
sacerdote,
que,
encanecido
no
ser
viço
de
Deus
e
da
Egreja,
se
vê
preferido
por
um outro,
unicamente
recommendavel
pelo
seu
dinheiro
ou
pelo
numero
de
vo
tos
de
que
póde
dispôr
n
’
umas
eleições,
não
se
sentirá
justamente
escandalisado
d’
esle
seu
collega,
que para
o vencer
na
legitima
opposição
que
lhe
fazia,
poz
em
alinoeda um
beneficio
ecclesiastico
?
E
sendo
a
política
um
meio
para
o
provimento das
egrejas, por
certo
que
tanto
bastará,
para
que
o
clero, lançan
do-se
nas luclas
partidarias,
se
hostilise
mutuamente,
com
a
esperança
que
cada
um
nutre
de
assim obter melhor
accolhi-
menlo
ás
suas
aspirações.
Mas
não
é
só
isso.
U
ecclesiastico,
que
por
taes
modos
procura
attingir
á realidade
de
um
provi
mento,
lança
sobre
si
uma nodoa,
que
os
inimigos
do
clero procuram
depois esten
der
a
toda
a
classe.
E
esta
por
sem
duvida
que
não
póde
olhar
com bons
olhos
aquelle, que
assim
deu
causa
ao
seu
descrédito.
A
única
folha
de serviços
que
ao cle
ro
é
licito
apresentar como
documento
justificativo
das suas
pretenções,
é
a
do
bom
desempenho
da
sua
missão
sacerdotal.
Munido
com
ella, conlie-se o
clero
á
justiça
e
imparcialidade
do seu
Prelado,
unira
auciondade
ligilima,
para
avaliar
da idoneidade
de
seus
súbditos,
e
verá
quanto
mais
lucra,
do
que
se
tomasse
os
caminhos tortuosos da
politica,
das
bajula
ções
e
do
suborno,
que
nem
ao
menos
são
degráos
bastante
firmes,
para
se
chegar
onde
se
deseja.
Deixemos
ainda
failar
o
illustrado
e
eloquente
escriptor,
por
nós
já
citado.
«Se
o
clero
marcar
valor
ás
coisas
espintuaes,
e quizer
comprar
os
benefícios
ecclesiasticos,
o
clero
está
perdido. 0
sa
cerdócio
judaico desceu o
ultimo
degráo
da
sua desconsideração
publica,
e
da
sua
maior
ruina,
quando
os aspirantes
a
elle
offereceram
sommas enormes aos
impe-
rantes
pagãos
para
o
conseguirem,
quando
estes
dominavam
em
Jerusaiem : o
sacer
dócio
heterodoxo está sem
prestigio,
por
que
as
dignidades
e
benefícios
da
Egreja
são
como
postos
em
almoeda;
e
a
Egreja
Catholica,
que
tem
sempre resist
ido
vi-
cloriosamente
aos
sophismas
dos
philoso-
phos,
e
ás
perseguições
dos
tyrannos,
á
indiflérença
de
muitos
de
seus
filhos,
e
á
má
vontade
de
alguns
governos,
verá
certamente
perder
a
sua
doce
e
benefica
influencia
;
verá
perder
o
respeito
do
seu
culto
;
verá
acabada
a
uião
entre
os
seus
ministros
;
verá
a
mais
triste
desconside
ração
do
seu
sacerdócio
;
verá
approxima-
rem-se dias
ainda
de
maior
tristeza
e
amargura
para
elle,
se
o
monstro
da si
monia
conlinúa
a
fazer
seus
estragos I»
Temos
concluído;
mas
antes que
ponha
mos
o ponto
final,
seja-nos
licito pedir
ao
clero,
para
quem
unicamente
escrevemos,
que
reflicla
um
momento
n
’essas linhas,
que
só
para
bem
e utilidade
do
mesmo
clero
escrevemos.
E
pois
que
já
de
bastantes
pessoas,
tanto
ecclesiasúcas
como
leigas,
temos re
cebido
provas
inequívocas
de
sympathia
pelos
escriptos
que
agora
terminamos,
per-
mitla-se-nos
que
a
lodos
enderecemos
d’a-
qui
os
nossos
sinceros
agradecimentos.
Ao
zelozissimo Prelado d’esta
archi
diocese,
sobre
tudo
eu desejo manifestar
o
meu
sincero
reconhecimento
pelas
sau
dáveis
advertências,
que se
dignou
fazer-
me,
e
que
bem
provam
o
entranhado
affe-
clo
que
em
seu
bondoso
coração
nutre
pelo
clero.
E
ao
valente
campeão
da
Egreja
e
stre-
nuo
propugnador
de
seus
direitos, o
snr.
Bernardino
de
Senna
Freitas,
igualmente
eu
quero
teslimunhar aqui
a
minha
grati
dão
pela
benevolencia
da sua carta,
que
sobre
o
assumpto se
dignou
escrever-me.
Que se
me
releve
o
fazer menção
n
’este
logar
d
’
estas
manifestações
de agrado
que
recebi,
pois
julgo
serem
ellas, ao mesmo
tempo
que
um
argumento
em
favor
do que
expendi,
uma
boa
resposta
dada
a
certos
espirilos
pouco
rellectidos
ou
mal
inten
cionados.
M.
MARINHO.
/
Semana
Rei
igiosa).
LIVROS E
IMPRESSOS
A
CARTA
E O
HOMEM DA CARTA—ANA
LISE
CRITICA DA
MISSIVA DIRIGIDA PELO
SNR. A. ENNES
AO SNR. CONSELHEIRO CAR
DOSO DE
MENEZES, DIGNÍSSIMO PRESIDENTE
DO
CONSERVATÓRIO
DRAM
a
TICO
DO
RIO DE
janeiro
.
Pelo
padre Senna
Fieitas.
Nâo
nos
alargaremos
em encarecimentos
supérfluos para
aguçar
a
curiosidade
do
leitor catholico,
pois
basta
a
despertai-a
o
nome
do
snr.
padre
Sentia Freitas.
Quize-
ramos,
sim,
ter
o
condão
de
fazer
intro
duzir
este
opusculo
uo
gabinete
de
cena
imprensa
e
uo
balcão
de
certos
I.
queulu-
dores
de
iheabos,
que
tanto
se
extasiam
perante
o olímpico
snr.
A
Enoes.
E
a
uos
e outros
diríamos:
vêde como,
á
voz
po-
deiosa
da
verdade,
vingada
por
um
dos
seus mais hábeis
paladinos,
o
vosso
ídolo
amoslra
os
pés
de
barro.
Com
efleilo
é
o que
o
snr.
padre
Sen
na
Freitas
mais
uma
vez
consegue
no
opus
culo
—
A
caria
e
o
homem
da
caria.
Pobre
snr.
Ennes!
Elle
lá
está,
lá se
encherga
atravez das
malhas
da
rêde
que
a
lógica
laboriosa,
a
espaços
ajudada
pelo
senso
coramum,
lhe
teceu...
Mas
tão
depen-
nadinho
que
metie
dó,
ainda aos
mais
des-
caroaveis
1
Pois
até
a
intitijona
da
gram-
inatica
lhe
armou
cilada,
a
elle,
ao
mes
tre, que
chancela
da
redacçào
do
docu
mento
emanado
do
Conservaiorio,
pruhi-
bindo a
representação
dos
«Lazarista»!
E
’
reaimenle
eslai
em
mousão
de mui
negra
infelicidade.
Devemos,
pois,
confes
sar
que
o
padre
Senna
Freitas
é
d’
uma
crueldade
escindaiosa,
e
não
deveria
des
pertar
o
snr.
EiHies
do
sotnno
go-lado
so
bre
o
montão
de
loiros,
que
os
«Laza-
rislas»
do
sobredito
ceifaram
e
ceifarão,
como
é
dos
litros...
Visto
que
os
leitores
já
podem
avaliar
o
assumpto
do
volume
de
que
vimos
fadan
do, resta-nos
dizer que
este
trabalho não
desmente
os
créditos
justamenle
adquiridos
pelo esclarecido
escriptor
padre
Senna
F.eitas,
em
varias
prodticções
que
leui
dado
á
estampa,
antes
os robustece
e
au-
gmenta.
0
annuncio
vae
no
logar
proprio.
Antes
de
passarmos
adiante
vamos
fa
zer
uma
pequena
abservação.
Não
suspeitem
que
nas
humildes
apre
ciações
que,
corrente
calamo,
temos feito n
’
es-
ta
secção,
nos deixamos
cegar
pela amisa-
de
ou
simpalhia
qne
votemos
a
este
e
aquelle
auctor.
N
’este pequeno recinto não
crepila
o incenso
da
lisonja,—iria
corrom
per
o
suavíssimo perfume exhalado
do
ra-
rnilbete
de
nomes
queridos
que
ahi
se en
trelaçam.
Não,
n
’
esle
logar
conhecemos
o
escrí-
ptor
pelos
seus
escriptos, e
unicamente
pelos
seus
escriptos.
Que nos façam jus
tiça.
—PORTUGAL
ANTIGO E MODERNO.
DiG-
CIONARIO
GEOGRÁFICO, ESTATÍSTICO,CIIORO-
GRAFICO,
HERÁLDICO,
ARCIIIOLOGICO,
COItO-
GRAFICO
E
E l YM0L0GIC0 DE TODAS AS CI
DADES, V1LLAS
E FREGUEZIAS DE PORTU
GAL
—
por Augusto Soares
d
’âzevedq
Bar
bosa
de
Pinho
Leal
Distribuiu-se o
fascículo
n.°
91
d
’
este
diccionario,
que
sempre temos
dito
ser
n
ua
das
obras
mais
importantes
e
cu
riosas
que
se
teem
publicado
n
’
esle
paiz.
Contém
as
folhas
19
e
20
do
volume
VII
e
encerra
interessantes
descripções
e
noticias
sob
as
letlras
Ora
até
Our.
—
o
douro
illustrado
—
redigido
pelo
visconde de
Villa
Maior,
reitor
da
Uníver-
siJade
de
Coimbra.
Recebemos
as
cadernetas
n.
os
3
e
4
do
Douro
illustrado
cuja
magnifica
edição,
co
mo
já
dissemos,
está
sendo
feita
pelos
srs.
Magalhães
&
Mooiz. Acompanha
estas
ca
dernetas
duas
bellas
estampas representan
do
Roriz
e
as Bateiras.
A
publicação
é
feita
com
toda
a
regu
laridade.
simsMUE
pçã
®
E
’ digno de
toda
a
attenção
o
barbaro exemplo gue
estão
dando
os liberaes affonsinos
contra os prisioneiros carlistas.
Em
casa
do snr. Manoel José
Vieira
da
Rocha, rua do Souto,
se
recebem todas as esmolas
com
que
as almas
compassivas
queiram minorar o estado tris
te
d’
aquellas victimas da santa
causa
da religião
e
do
direito.
Tiansporle
7$250
Uma
anónima
d
’
esta
cidade
2$250
Custodia
Rodrigues
da
Costa,
de
Saram
il
590
Um
auonimo de
Braga
500
P.
e
Fraocisco
Alves
Morgado,
dc
Espozvnde
2^000
Um
>Lvii:mo
d
’
esta
cidade
440
Somma
12^910
STft&ràca
de
papel
em ES
sbsíws
.
—
Fizeidiii-se
aaie-houtem
os ensaios
d’
alguns
mechanisinos
da
nova
fabrica
de papel
que
oulUora
pertencia
ao
exm.° visconde
de
Ruães
e
hoje
a
uma
companhia,
de
que
este
cavalheiro
e
seu
sobrinho,
o
snr.
Eduardo
Luiz
Ferreira
Carmo,
são
dos
principaes
accionistas.
Estreiaram-se
os
fornos
para
a
ma-
china
a
vapor,
e
a
corvina,
cujos
vo
lantes
foram
lançados
a
differenles
rodas
que
fizeram
trabalhar
alguns
cylindirs
de
hmpesa
do
trapo,
nas
respeclivas
balsas,
o
qual
passou
para
a
operação
de
massa.
A
agoa
era
repuxada
com
muita força,
tanto
para o
serviço
das
balsas,
como
pa
ra
o deposilo,
que
fica a
grande
altura
e
bastante
distancia.
Assistiram
a este
ensaio
o
incançavel
direclor
da
companhia,
o
exm.° visconde
de
Fragozelía,
o engenheiro
da
mesma,
direclor
das
obras
publicas
e
vários
cava
lheiros
d
’
esla
cidade
e
da
do
Porto, aos
quaes
o
exm
°
visconde
de
Ruães
deu
um
lauto
e
variado
jantar.
O
habil
e
dislincto
engenheiro,
o
snr.
Stuith,
que
tem
feilo
adiantar
as
obras
com
intelligeocia
e
segurança
dignas de
todo
o
elogio,
promelte
que
este
estabe
lecimento
fabril,
o
melhor
e
mais
custo
so
do
districto
e
um dos principaes
do
reino,
poderá
fuoccionar
defioilivamente
dentro
em
seis ou
cito
mezes.
Seria
muito
para
desejar que
a
nossa
camara
procurasse
ligar
a
fabrica
de
Ruães
com
a
estrada
d
’esta
cidade a
Ponte
do
Lima,
o
que,
além
de não
ser
mui
dis
pendioso,
era
de grande
utilidade
para
o
publico.
Ai&edoctas.—
A
um
rico
capitalista
perguntou
um
seu
amigo:
—
Quantos
annos
tem?
—Não lh’
o
posso
dizer
com
certeza
;
respondeu
o
interrogado.
—
E
’
possível
que
não
saiba
a
edade
que
tem
?
—Sun,
senhor,
muito
possível:
eu con
to
o
meu dinheiro,
porém
nunca
dou
ba
lanço
aos
meus
annos,
porque
estou
con
victo
qup
não
hei
de
perder
nenhum,
nem
haverá
quem
m
’
os
roube.
=
A
um
rapaz
que
eslava
guardando
umas
cabras
perguntou
um
viajante:
—
Aonde vae
ter
este
caminho?
—
Este
caminho
não vae,
está
quieto.
—
Como
te
chamas
?
—
Era
o
que
faltava
chamar-me
a
mim
mesmo.
Os
outros
é que
me
chamam.
Zangado o
viajante
com
estas
respos
tas
despediu-se
do
rapaz
dizendo-lhe:
—
Adeus,
filho
do
diabo.
—
Adeus,
meu
pae.
—
Ealleceu
no
sabba-
do
passado
o
snr.
padre Antonio
Joaquim
da
Silva
Ferreirinha,
mestre
da
capella
da
Sé.
Contava
81 annos d’
edade.
—
Ealleceu
lambem
a
snr.
a D.
Atina
Joaquina
Gomes
Lopes,
esposa
do
proprie
tário
e
honrado negociante
da rua
dos
Chãos,
o
snr.
João
Baptista
Lopes.
Teve
hontem
pomposos
ofiicios,
sendo
depois
con
duzida
para o
cemiterio,
acompanhada por
grande
numero
de
carros.
Tinha
47
annos
de
edade.
0
epiaeopad»
Baigpnnliol e a
li
g»»r«8atl®
d«
esaltas.
—
A
maioria
dos
,prelados
híspanhoes
teem
mandado
publi
cai
pastoraes,
marcando
a
conducta
que o
clero
c
fieis
das
suas
respectivas
dioce
ses
deve
seguir
nas
próximas
eleições
das
ca
toaras de
deputados.
O snr.
arcebispo
de
Valência,
respon
dendo :
varias
perguntas
que
lhe
fizeram
sobre
a
conducta
que
devem
seguir
os
ca-
tho!ice>
nas
próximas
eleições, exprime-se
da
o-iiiole
maneira:
«E
’
com rasão
que
o
Pootiíice
roma
no,
mestre
infallivel
em
religião
e
em
mo
ral
para
todos
os
catholicos,
condemnou
a liberdsde
de
cultos
nas
proposições
77,
78
e
79
do
Syllabus,
que
muno
bem
co
nheceis.
Nós
respondemos
ás
vossas
perguntas
que,
segundo
entendemos,
os
catholicos
não
devem
votar
pela liberdade
de
cultos;
nem
mesmo
pela
sua
tolerância
;
que
não
cevem
dar
os
seus
votos,
a
candidatos
qne
não
professem
estes
sentimentos,
que
no
interesse
do
catholicismo,
devem
tra
bulhar
por
todos
os
meios
lícitos
e
ho
nestos
para
que
todos aquelles
que
se
sentarem
nas
cortes,
quaesquer que
sejam
suas
convicções
políticas,
estejam
decidi
dos
a
sustentar
a
unidade
religiosa,
por
que
todo
o
verdadeiro
catholico
não
po
derá
obrar
de outro
modo.
E se,
para
conduzir
esta
exótica
e
desgraçada
liber
dade,
qualquer
potência
estrangeira
pio-
curasse impor
a sua
vontade
á
Hispanba,
não
se
deve
perder
de
vista
qne
isto
se
ria
para
interesse
dos
estrangeiros
e
não
nosso,
e
que
a
nossa dignidade, a
nossa
independência,
e
o
nosso
nome
hispanhol
protestam
e
se
revoltam
contra sírnilhan
tes
exigências,
nas quaes não
acredita
mos».
Cursosislade.—
No
departamento
fran-
cez
da Haute
Loire
o
maire
d
um pequeno
município
mandou
affixar
nin
editai
cujos
texto
e
ortografia
são
dignos
de attenção.
diz
o
«J.
da
Noite».
Diz
assim
:
«Le
maire
de
la
com
mune
de
X...
pré-
vieni
ses
habilauts
que
tous
ceux
qui
ont
des
chien
<>ul
des
chienoes il
faul
qu
’
il
soient
muselé,
sans
quoi
ii
sera
jeté
de
la
poison
dans
ies
rues,
dedaos
des
saucisses
et
ii prévient
que
si
Ies
chiens
ou
chien-
nes
ne
mangent
pas
lesdits
saucises
Ies
ha-
bítants
pourront
Ies
manger
pour
pas
que
ça
se
peide,
en
coupant
le
côté
droit
des
saucisses,
lá
ou
ce
qui
esl
ladite
poison
sans
quoi
y
pourrait
s’empoisonoer.
»
Aos
nossos
leitores
a
quem
seja
estra
nha
a
língua
franceza
basta
saber que
o
tal
maire
mandava
pôr
mordaças
nos
cães
e
nas
cadelles,
prevenindo
os donos
de
que
a
não
cumprirem
a
ordem,
se
lançaria
nas
ruas
veneno
dentro
de
chouriços,
ac-
crescenundo
que,
no
caso
de os
n.io
co
merem
os
cães,
os
poderiam
comer
os
moradores
cortando-lhes
o
lado
direito
on
de
estava
o
veneno.
Cá e
lá
más
fadas
ha.
As
nie<laliiMH.
—
As
medalhas
foram
inventadas,
para celebrar
factos
memorá
veis e importantes
e
para
honrar
nomes
iIlustres.
Os
metaes
mais
geraltnente
empre
gados
no
seu
fabrico
são
o
ouro,
a
prata,
platina,
cobre,
bronze,
chumbo
e
estanho.
Chama-se
anverso a face em
que
está grava
do
o
objecio
da
commemoração;
reverso
a
parte
opposla;
legenda
as
inscripções,
e
symbolo
os
emblemas
ace-sorios.
As
mãis
antigas
medalhas
de
que
ha
memória
são
as
de
Géloo,
rei
da
Syracu-
sa,
478
annos
antes
de
Jesus
Ghristo,
e
de
Alexandre
I,
rei
da
Macedonia",
454
an
nos
antes
da
era
christã.
As
mais
bellas
medalhas
da Grécia
são
da
epocha
de
Alexandre,
e
as
de
Roma, do
século
de
Augusto.
Na
edade
media
esta
arte
chegou
a
grande
decadência,
mas
reviveu
com
mui
to
explendor
nos
séculos
XV
e
XVÍ,
prm-
cipalmente
na
italia.
Esl?
industria
tem
progredido
muito
com
os
aperfeiçoamen
tos
da
arte da
gravura.
As
leis
francesas
não peimiltem
o
fabrico
das
medalhas
*enão
na
casa da
moeda.
Isacenãio.
—
Referem
os
jornaes
ame
ricanos que
ficou
reduzido
a
cinzas,
em
consequência
de
um
incêndio,
o
estabeleci
mento
da
companhia
de
machinas
de
cos
tura Wheeler
& Wlisoo,
em
Easl
Bridgéfort
(Connecticut).
Temperai.—Dizem
do
Funchal
que
nos
primeiros
dias
do
passado
houve grande
temporal n
’
aqueila
cidade,
cansando ba-ten
tes
prejuízos
á
agricultura
e
alguns
ás
obras
publicas.
No
porto
quebraram-se
as
amarrações
da
maior
parte
dos navios
n
’
elle
surtes;
e
alguns
foram
á
costa:
uma
lancha
de
vapor
fez
da
quilha
porlaló.
Também
ha
noticias
de
n
’outras
costas
do litoral
da
ilha
se ha
verem perdido
outros
vasos;
feliztneule,
po
rém,
não
ha
perda
de
vidas.
Kstnttatiens. —
Desde
4
le
setembro
de
1870
tem
havido
em
França:
5
vice-pre-
identes
de
conselho
de
ministros,
18
mi
nistros
do interior, sendo
5
interinos,
6
ministros
da
justiça,
1
ministro
dos
cultos,
7
ministros
da
L>zen
la,
G ministros
de
inslrucção
publica,
cultos
e
bellas
artes,
4
ministros
dos
estrangeiros, 6
ministros
da
guerra,
sendo
1
interino.
8
ministros
de
obras
publiess
1
interino,
e
9
ministros
da
agricultura
e
commercm.
—
No
estado
de
Now
York
ha
109
pes
soas,
de
100
annos
para
cima.
D
’
estes
109,
nasceram
35
uos Estados
Unidos, 2 nas
Judias
orientaes,
1
na
Es
cócia,
1
na
Hespanho,
1
no
mar,
1
na
In
glaterra,
G
uo
Canadá,
e
49
na
Manda;
as
20
restantes
não se
lembram
onde
nas
ceram.
Um
como li» muitos.—
Um
qui-
d<nn
que
exaggerava
solemnemenle
a
anti
guidade
dos
seus
pergaminhos,
dizia
a
quem
queria
ouvil-o
que
era
da
mais antiga
li
nhagem.
—
Os
seus antepassados
estiveram
nas
cruzadas?
perguntou-lhe
alguém
—
Não,
respondeu
elle
com
altivez,
não
estiveram
porque
eram
protestantes!
fetsesst
não dssnça on<ile tra»
oh
pés?—
Tens
dançado
muito,
amigo,
per
guntava
um
apaixonado
da walsa
a
outro
que
o
não
era
menos.
—
Assim, assim.
Depois
d’«qu
11a
no
te
que
passámos
em
casa
de
F.,
apenas
dancei
duas
'ezes.
—
Pois
eu,
lhe
volta o
outro,
ainda
te
nho
sido
mais
infeliz,
porque
desde
essa
noite
em
que falias,
só
dancei
o
outro
dia
uma
walsa
com
minha
irmã,
e
depois
d’isso
não
tornei
mais
a
pôr
os
pés
no
chão.
TELEG
ÍSAMMAS
Demos
em supplcmento
para
os
assigíiao-
tes da cidade
os
seguintes
telegrammas
que
nos
enviou
o
nosso
correspondenle
de
Ma
drid.
MADRID, 27.
Romperam-se hontem
as hos
tilidades,
havendo fojo geral
violentíssimo
nas
linhas
de
S.
Sebastião.
Os
carlistas occapam as suas
fortes “
posições
principaes, os
liberaes as
intermediárias de
Hernani,
Lazarte
e Oyarzum.
Sobre
Hernani houve um vi
víssimo ataque.
As posições
principaes teem
sido
mantidas
por
am-bos os
lados.
Mortandade considerável.
Continua o combate.
MADRID, 29.
Qassada
saiu de
Vitoria para
atacar
os carlistas.
Moriones
retirou sobre Gue-
taria,
occupando
Garate.
Os
affonsinos
não podaram
avançar.
Os carlistas sustentam as po
sições
da Guipuzcoa na linha de
Valmaseda.
Loma
retirou.
Duas
cargas á
bayoneta repe
liram
os affonsinos até ás altu
ras de
S.
Miguel.
Os
carlistas romperam
as lin
has
da
Byscaia por
Berron.
Circulam
noticias exageradas
e
infundadas.
EXFEOIESfTK
ISA
ADIHSISTSA-
ÇÃO.
Temos
recebido
varias cartas
de nos
sos
assignantes,
nas
quaes
uns
se
quei
xam
de
não
lerem
recebido
os recibos
de
quantias
que
nos
tem
enviado,
e
outros
ignoram
o
debito
da
assignatura,
por
te
rem
entregue
quantias
a
alguns
de
nossos
correspondentes,
que
o
eram
do
«Futuro»,
e
dos
quies
t>ào recebemos
as
notas
para
a
competente
descarga. Porisso
vamos co
meçar
a publicar
o
nome
dos
cavalheiros,
cujas
assignatnras estão
pagas,
e
espera
mos
que
nos
continuarão
a prestar
a
sua
dedicada
coadjuvação,
servindo isto
tam
bém
de
estimulo
para
os
snr. assignantes
que
se
acham
em
divida,
e
de
aviso
aos
que
satisfizeram
aos correspondentes
aci
ma
referidos.
Amares.
—
Francisco
Antonio
da
Cunha,
até
31
de
dezembro
de
187o.
Bragança
—
Padre
Manoel
dos Santos
Cordeiro,
até
23
de
novembro
de
1875.
Coura.—
Dr.
José
Joaquim
d
’
Antas
Ba-
cellar,
até
31
de
dezembro
de
1876.
Évora.—
Beneficiado J.
J.
Marques
de
Resende,
aié
31
de
dezembro
1876.
Faro.—
Padre
Antonio
José
dos Reis,
até
31
de
dezembro
de
1876.
Lisboa.
—
Ex.
mu
e
Rev.m°
Bispo
Com-
missario
da
Bulia
da
Grosada,
até
30
de
junho
de
1876.
Laulioso.
—Manoel Antonio
Vieira Mar
tins,
at«
20
de
outubro
de
1876,
—
Antonio
J.
de
Carvalho
e
Mello,
até
30
de
Março
de
1876.
—
Bento
José d’Almeid.r, até 22 d
’
abril
de
1876.
Loanda.
—
Exc.
mo
e
Bev.
“
’
Bispo
de
An
gola,
até
30
de
junho
de
1877.
Mirandeda.
—
Manoel
Iguacio
Machado
de
Moraes,
até
15
de
fevereiro
de
1876.
Mertola.—
Joaquim
José
Maiia
Lopes,
até
3o
de
junbo
de
1876.
Mogadouro.
—
Reitor de
Viinioso,
até
13
de
fevereiro
de
1876.
Monção.
—
Manoel
Affohso
Pinheiro,
até
21
de
junho
de
1876.
—
Heitor
de Tacgil, até
31
de
dezembro
de
1875.
—
Padie Manoel Antonio
Rodrigues,
até
29
de
outubro
de 1876.
Melgaço
—
Dr.
Antonio
Augusto
de
Sou
sa
Menezes,
até
31
de dezembro de
1875.
Moncorvo.
—
Manoel
Antonio
Carneiro
de
Magalhães,
até
31
de
dezembro
de
1875.
Ovar
—
Antonio
d
’Oliveira
Martins,
até
19
de
Março
de
1876.
—
Antonio de Sá
Freire
Valente,
até
19
de
março
de 1876.
—
Padre
Francisco
Dias,
até
31
de
de
zembro
de
1875.
Óbidos.—
José
Theodoro
Corrêa
Batalha
até
31
de
dezembro
de
1876.
Porto.—Manoel
Theotouio
Ribeiro
Viei
ra,
de
Castro
Mosteiro,
até
31
de
janeiro
1876.
—
D.
Antonio
da
Natividade,
até
39 de
setembro
de
1876.
—
D
Maria
da
Gloria
Pinto
Pizarro,
até
31
de
dezembro
de
1876.
Peso
da
Regoa.
—Antonio
C.
Vaz
Perei
ra,
até
30
de
junho
de
1876.
Pinhel.
—
João
Ignacio
Carrapatoso,
até
31
de
dezembro
de
1876.
P. de
Varzim.
—
Fr.
Sebastião
de
S.
Luiz,
até
31
de dezembro
de
1876.
—
Abbade
de
Thouguinhó,
até
10
de ju
nho
de
1876.
Prado.
—
Manoel
José
Fernandes
d’AI-
meida.
até
4
de
janeno
de
1876.
—
Luiz
Alberto
Soares
do
Souza
Litna,
até
30
de
janeiro
de
1876.
—
Antonio
Joaquim
da
Rocha
Moreira,
até
31
de
dezembro
1875.
Ponte do
Lima.
—D.
Antonio
Teimo
Me
nezes Motilenegro,
até
19 de
Março
de
1876.
Pico
de
Re-jaladso.—Padre J.
F.
Sousa
Machado,
até
31
de
dezembro
de
1875.
—
Reitor
de
S.
Christovâo,
até
31
de
dezembro
de
1875.
Penedo.
—
Padre
An'onio
Joaquim
M.
Antunes,
até 30
de
junho
de
1876.
Rio
de
Janeiro.—Gabinete
Portuguez
de
Leitura,
até
31
de
dezembro de
1875.
—
Manoel
Gonçalves Salgado
Braga,
até
31
de
Março
de
1876.
Rossas.
—
Antonio
Pereira
dos
Santos,
até
18 de
maio
de
1876.
—
Manoel
José
Viena,
até
22
de
ma.o
de
1876.
—
Abbade
Antonio
J.
Gonçalves
Lima»
até
30
de
junho
de
1876.
Rendufe.
—
Antonio
Luiz
Gomes,
até 31
de
dezembro
de
1876.
Santa
Martha
de
Bouro.—
Custodio
Ma-
noel Parada,
até
31
de
dezembro
de
1875.
—
Parocho
de
Sarainii,
até
21
de
mar
ço
de
1876.
—
Padre
Manoel
Antonio
Fernandes,
até
31
de
janeiro
de 1876.
Terras
de
Bouro.
—
Padre
Jeronymo
Jo
sé
Gonçalves,
até
27
de janeiro de
1876.
—
Abba
ie
João
Manoel
Martins,
até
31
de
dezembro
de
1875.
Thomar.
—
José
Antonio
Falcão,
até
30
de
junho
de
1876.
Villa
Real.
—
Padre
Antonio
Emigdio
até
10
de
janeiro
de
1876.
—
Antonio
José
Fernandes
Aflonso,
até
19
de
julho
de
1875.
Valença.
—
Fr.
João
dos
Desposorios
de
N.
Senhora,
até
10
de
setembro
de
1876.
Vianna.—Padre Francisco Pereira
de
Castro
e
Silva,
até
30 de Junho
de
1876.
—José
da
Costa Barreto
Alpoim
e
Ne
ves,
até
I9deselembio
de
1875.
Abbade
de
Capareiros,
até
31
de
dezem
bro
de
1875.
Vieira.
—Bernardo
Xavier
Vieira d’
A-
zevedo,
até
19
d.i
novembro
de
1875.
—
Abbade
de
Ventosa,
até
21
outubro,
de
1876
Villa
Verde.
—
Domingos
Antonio
d’A-
raujo,
até
20
de
novembro de 1875.
—Abbade
de
Pedregaes,
até
31
de de
zembro
de
1875.
Taipas.
—
Padre
Bento José Rodrigues,
até
7
junho
de
1876.
—
Jatruario
Luiz
Pereira
da
Silva,
até
30
de
maio
de 1876.
DE
QUARTA-FEIRA
2
DE
FEVEREIRO
BAILE
DE
MÁS&tâAS
Está
desde
já
abei
ta uma ?ssigoalura
de
camarotes
de
l.a
e
2.a
ordem
nas
se
guintes
condições
:
Desde
quarta-feira 2, até
terça-feira de
Carnaval
—ou 10
bailes, 8$000
rs.
Desde
domingo
Magro
inclusivé, até
terça-feira
de
Carnaval
—
ou
4
bailes,
réis
6á009.
Avulsa
Camarotes de
l.
a
e
2
a
ordem,
desde
quarta-feira
2, alé
domingo
Magro,
exclu-
sivé. 1
$000 réis.
Desde
domingo
Magro
inclusivé
alé
ter
ça-feira
de Carnaval,
2$000
réis.
A
empresa
apresentará pela
segunda
vez
n
’
esta
cidade
no
domingo
e segunda de
Carnaval, as apparalosas
e
mui
applaudidas
quadrilhas
infernaes,
não
se
poupando
a
despesas
para
que sejam
executadas
o
mais
brilhaoteniente
possíveis.
Damas
decentemente
mascaradas
tem
entrada
grátis
até
ás 9
horas.
Principia
ás
8
horas.
João
Luiz Pipa
e
sua mulher
D.
An
ua
Casimira d'Oliveira
Braga,
Joaquim
Jo
sé
da
Silva Pipa,
e
sua
mulher
D.
Emilia
Candida
Ferreira,
não
podendo agradecer
pessoalmente
como
desejavam
a
todas as
exc mas snr.
as
e
ill.
mos
e
exc.
mos
sins,
que
se
dignaram
cumprimental-os.
por
occ.asião
do
fallecimento
de
sua
muito
pesada
ir
mã
e
cunhada
D. Maria
Julia
dos
Desam
parados
d
’Almeida
Pacheco,
e
bem
assim
a
todas
as
pessoas
que
lhe
fizeram
a
hon
ra
de
assistir
aos
olficios
fúnebres
e
acom
panhar
o
cada
ver
alé
ao cemiterio publi
co,
o
fazem
deste
modo,
protestando
a
todos
o
seu
mui
profundo
reconhecimen
to
e
sincera
gratidão.
E
do
mesmo modo
agradecem aos
muito
revd.
os
sacerdotes
que
tiveram
a
bondade
de
dizer
missa
e
assistir
ao
funeral
gratuitamente.
(2934)
/I75/
ANNUNCIOS
omi
José
Firmino
da
Costa
Freitas,
escri
vão
do
tribunal
do
commercio
de
primei
ra
instancia
n
’
esta cidade
de
Braga
eseu
dis-
triclo,
por
sua
Magestade
El-Rei
o
Senhor
DomLuiz,
que
Deus
guarde,
etc.
Certifico
que
no
processo
de
fallencia
de
Esteves
e
Fi
lhos, negociante
que
foi
na
Villa
dos
Ar
cos
de
Val-de-Vez,
profeiiu
o
tribunal
a
seguinte
Sentença
O
tribunal
Commercial
d'este
districto
etc.
Visto o
requerimento
de
folhas
e
do
cumentos
a
elle juntos em
que
o
requeren
te
Manoel
Maria d
’
Araujo
Pinto,
allega
que
o
réo
Esteves
e
filho, da
villa
dos
Arcos
de
Val-de-Vez,
não
satisfez
as
suas
obri
gações,
sessando pagamentos
e
tetras
que
lhe
loram
apresentadas,
declara
o
mesmo
em
estado
de quebra
desde
o dia
doze
do
corrente
mez.
conforme
dispõem
os
arti
gos
do
Cod.
Cotn.
1123,
1125,
1130 e
1131.
Nomeia
para
juiz
commissario
o
ju
rado
José
Antonio
de
Faria,
e
para
cura
dor
fiscal provisorio
Manoel
José
d
’
Abreu,
d
’
esta
cidade,
que
será
intimado
para
pres
tar juramento
e
entrar no
exercio
dasfunc-
ções
do
seu
cargo
:
ordena
que
sem
perda
de
tempo
se
ponham
os
sellos
na
confor
midade
do
disposto
no citado
Codigo,
ar
tigos
I155e
1158,
expedidas
para
esse
tim
as
ordens
necessárias,
devendo
aílixar-se
a
presente
sentença
por
certidão,
e
se
pu
blique
como
é
de lei.
Braga 28
de
janeiro
de
1876.
Ayres
Frederico
de
Castro
e Solla
Antonio José
Pereira
José
Antonio
de
Faria
Domingos
Pereira
d Azevedo
José
Antonio
Ferreira
Braga.
Está
conforme o
original.
Braga 29
de
janeiro
de
1876.
O
escrivão
do
Tribunal
Commercial
(2948)
José
Firmino
da
Costa
Freitas.
m
oi
iiiii.o
EM
AVEIHO
Por
ordem
da
Gamara
Mu
nicipal
do
concelho de
Aveiro,
se
faz
publico
que
todos
os
ne
gociantes,
que
quizerem concor
rer
á
dita
feira, farão
ao
arre
matante
do
abarracamento,
Ma
noel
Antonio Loureiro
de
Mes
quita, até
ao
dia
lõ
de
fevereiro
futuro,
a
necessária
requisição
da
barraca,designando
os
lanços
que
pertendem, sob
pena
de
que
o
não
fazendo
até
ao indicado
dia
não
póde
o
mesmo
arrematante
ser
obrigado
a fazel-as.
Secretaria
da
camara
muni
cipal
de
Aveiro,
29
de
janeiro
de
1876.
O
ESCRIVÃO
DA
CAMARA
Paulino
Aprigio
Pereira
Mendes
(2949)
Bua Nova, de Sousa n.°
5.
José
Antonio
Gomes
Ferreira,
suc-
cessor
do
LOUREIRO,
tem
grande
por
ção
de latão e
cobre
velho
proprio
para
fundição,
que
vende
por
preço
barato.
(2951)
PBEVEAÇÃO
Antonio
Joaquim
Correia
d
’
Araujo,
de
clina
de
si
a
responsabilidade
dos actos
de
Adelino
Augusto
Alves
Ferreira
que deixou
de
ser
seu caixeiro,
desde
o
dia
22
do
cor
rente.
Braga
24
de
janeiro
de 1876. (2942)
MALA SEAL WLEZA
(INCORPORADA
POR
CARTA
REAL)
LINHA
QUINZENAL
DE
PAQUETES
A
VAPOR
Para
S.
Vicente, Pernambuco,
Bahia, Rio de Janeiro,
Montevideo
e
Buenos-Ayres
Acceilando
também
passageiros
de
3.3
classe
para
SANTOS
e
RIO
GRANDE
DO
SUL
com
trasbordo
no
Rio de
Janeiro
PAQUETES
A SAIR
DE
LISBOA
ELBE
.
.
.
MINHO.
.
.
NEVA
.
.
.
.
13
de
Fevereiro
.
28
de Fevereiro
.
13
de
Mar
ço
PREÇOS COMMODOS
Cada
paquete d’e8ta cwsaBgsaMÍaia
leva a
bordo
eriadcs e
coainlieiroa
portuguezea para
commodida
dos
passageiros
de
to<3»s
as
classes.
Sendo
as
passagens
pagas
na
Agencia
Central
no
Porlo
ou
em
qualquer
Agencia
provincial,
a
conducção para
Lisboa
é
por conta
da
Companhia.
A
bordo
os
paseageiros teesn grátis cama, roeapa «le cama, co
mida feita por
costnlieivos
portugiiezee, vinho
tinao vezes por dia,
assistência
medica, serviço de criados e ©saíras despesas.
A
EXPÊRIENC1A
de
mais
que
um
quarto
de
século
tem feito
com
que
os
pa
quetes
d
’esta
companhia
(a
mais
antiga
na
carreira do
Rrazil)
sejam
conhecidos
pela
regu
aridade,
velocidade
e
segurança
excepcional
;
além
d
’
isso
pela
limpesa,
boa
or
dem,
bom
tratamento
e accomodações
a
bordo,
e pelos
melhoramentos
mais
moder
nos
tanto
para
a
hygiene
como
para
a
commodidade
dos
passageiros.
ISTO
É
COMPROVADO
pela grande
concorrência
que
teem
de passageiros e
pelos
agradecimentos
de mais
de
mil
e
cem passageiros d’
entre
elles
feitos
por
es
cripta
como
consta
de
documentos
archivados
em
varias
agencias.
SÀO ESTES
OS
PAQUETES
preferidos
pelo
Governo
Inglez
para a
conducção
das
<
suas
malas
do correio,e por
este
serviço
recebe
a companhia
um
importante
subsidio.
:
TIVERAM
ESTES
PAQUETES
a
honra
de conduzir Suas
Magestades o
Impera
dor
e
Imperatriz
do Brazil,
como
também
S.
A.
o
Infante
D.
Augusto.
TODAS
AS
INFORMAÇÕES
e
bilhetes
de passagem
podem
ser
obtidos no
POR
TO
na
AGENCIA
CENTRAL,
rua
dos
Inglezes,
23;
o agente
GUILHERME
C. TA1T;
e
nas
províncias
nas
agencias
e correspondências
estabelecidas em todas as princi-
paes
cidades
e villas.
Agente
em
Braga
o
snr.
João
Manoel da
Silva
Guimarães,
Rua
do
Souto.
WIM
B
WÍS
Bernardo
José
Pereira
faz
pnblico
que
vende
a
sua
carreira
que
tem montada
entre
Braga
e
Guimarães e
vice-versa.
as
sim
como vende
mais
tres
carros
desu-
porte
e
uma
vitoria.
Além
da
dita
carrei
ra,
vende
mais
9cavallos com
os
seus com
petentes
arreios.
Quem
quizer
comprar,
dirija-se
á
rua
das
Aguas
n.°
94.
Aluga-se
até
ao
S.
Miguel a
casa
n.°
91
sita
na
rua
das
Aguas,
lem
2
anda
res,
salas
e cosinha
em
separada, com
bons
commodos
para
numerosa
familia
e
tem
baixos
proprios
para
armazém
ou
cochei
ra.
Quem
a
perlender
pode dirigir-se
á mes
ma.
Braga
31
de
Janeiro
de
1876.
(295(1)
Bernardo
José
Pereira.
PADRE
SENNA
FREITAS
A
CARTA
E
O
HOMEM DA
CARTA
(Annlyge
eritiea
«la missiva dirigiila
pelo sr.
Enneg
ao
sr.
conselheiro
Cardoso
de
iílene®es, «lignissimo
presidente
do conservatorio
Bramatico d» Kio de Janeiro)
OFFEREC1DO
AO
conservatorio
dramatico
DO
RIO
DE
JANEIRO
Está
á
venda
no
escriptorio
da
«Pala
vra»,
e
na
Livraria
Portuense
de
Manoel
Malheiro,
rua
do Almada,
121
a
123.
GUADIANA
.
.
DOURO.
.
.
.
MONDEGO.
.
.
28
de
Março
13
de
Abril
28
de Abril
Venda
de bens de raiz
Francisco
José
da
Silva,
morador
n»
largo
da
Sé,
n.°
1,
d
’
esta
cidade,
vende
o
campo
chamado
da
Codeceda,
no
logar
do
Bairro,
freguezia
de Ferreiros,
que
produz
pão,
vinho
e
rnalto,
com
seu estanca-rios
e
o campo
chamado
da Porteila
no
logar
da
Sardinheira,
na
freguezia
de
Sequeira,
que
tarobem
produz pão,
vinho
e
matto,
e
faceia
com a
estrada
Nova.
Esta venda
é
para
pagamento
de
dividas a
que
as
mes
mas propriedades
se acham
hypolhecadas,
sendo
pagas
oo
acto
da
escriplura
de ven
da,
os
créditos
pesam
nas
mesmas
;
e
por
isso
póde-se
contratar
livretnenie
com o
annunciante
a
venda
das
mesmas
proprie
dades,
pois
primeiro
que
tudo
quer
pa
gar
a
quem
deve.
Braga
27
de
janeiro
de
1876.
(2935)
Francisco José
da
Silva.
Banco Commercial, Agrícola e
Industrial
de Villa Beal
Sociedade anonyma
de
resjiesíMabi-
lidade
limitada.
A
gerencia annuncia que
em
26
do
corrente
começa o
pagamento
do
dividen
do
do
2.° semestre
do
anno
p.
p.,
na
rasão
de
L575O
rs.
por
acção;
na
séde
do
Ban
co
em
Villa
Real,
e
nas
suas
agencias
do
mesmo
no
Porlo,
Braga,
Vianna,
Lisboa,
Guarda,
Vireu,
Guimarães, Caminha
e Fafe.
O
dividendo
será
pago
somente em
pre
sença
das
acções
definitivas.
Banco
de Villa
Real,
em
24
de
janeiro
de
1876.
Os
gerentes
João Pinto
Ferreira
(2938)
Agostinho
José
da
Costa.
BANCO MERCANTIL
DE
Sociedade
anonyma de responsa-
biEidade limitada
São
convidados
os
snrs.
accionistas d’
es-
te
Baoco
a
realisarem
a quinta
e
ultima
prestação
de
20 p.
c.
ou
10$000 rs.
por
acção
Jesde o
dia
20
até
29
Je
fevereiro
proximo,
em
Braga
na
sede
do
Bauco,
e
no
Porlo
na
agencia
Praça de
D.
Pedro
o.8
22.
A
este
mesmo
acto
serão
trocados
os
títulos
provisorios
por
um
documento
de
clarando
cada snr.
accionisla
se
deseja
as
suas
acções,
ao
portador, ou
averbadas,
devendo
n
’
este
ultimo
caso
indicar
taro-
bem
o
nome
da
pessoa
ou
pessoas
a
quem
se
deve
fazer
o
averbamento.
Braga
26
de
janeiro de
1876'
Pelo
Banco
Mercantil
de
Braga
Os
directores
José
Antonio
Rebello
da
Silva
João
da
Costa
Palmeira
(178)
José
Joaquim
Lopes
Cardoso.
a
Vende-se
a
quinta
denominada
da
Togeira,
sita
no
logar
de
San-
fefefejwt
ta
Tecla,
da
freguezia
de S.
Vic-
lor
d
’
esia
cidade.
Dão-se
os
esclarecimentos na
rua
do
Souto,
casa
n.°
10.
(177)
(2946)
LECC1ON1STA
Um indivíduo
conopetentemente habili
tado
oflerece
se
para
leccionar
Instrucção
Primaria
e
Latinidade,
por
preços
rasoa-
veis.
Dirigir-se
ás
Palhotas,
n.°
15.
IHESTBA
Offerece-se
uma
para
casa
particular.
Quem
pretender
queira
dirigir-se
á
redac-
ção
d
’
este
jornal
em carta
fechada
com
as
iniciaes
A. P.
C.
(2941)
CHAh.LAiHA
AI
j
MEI
í
IA
26
—
Rua
do
Souto
—26
(Juoto
á
rua
de
Jano)
Recebeu
em
gostos
mo
dernos
um
bom
sorti
do
de
chapeos
de
seda
e
de
fel
iro, para
homem,
menino
e
senhora
Bo-
nels
em
vários
gostos,
para
homem
e
meninos,
que
tudo
vende
mais
baiato
que
em
qualquer
outro
esta-
belicimenlo.
Fabrica,
concerta
e
põe
na
moda
com
perfeição,
qualquer
chapeo
que
esteja
nás
circumslancias.
(2915)
Vende-se
parte d
’
uma
azenha,
no
rio
Cavado.
Trata-sa
na
rua
do Souto,
26.
ATTENÇÃO
Vende-se
um
moinho
de moer á
mão,
em
bom
estado,
moe
ioda
a
qualidade
de
pão.
Quem
perlender
falle na
rua
de 8.
Barnabé
n.°
18
em
Braga.
(2931)
CARTÕES
DE
VISITA
E
DE
CASAMENTO
Imprimen-se n»
alLivraria
Catholica»
DE
Joaquim
José Vieira
da
Rocha,
10
—
Rua
do
Souto
—
10
BRAGA.
Preços:
cada
cento
impressão
e
cartão
branco
liso,
—
400,
440,
450, 550
e
650
rs.
Ditos tarjados para
luto,
impressão
e
cartão,—709
e
750
rs.
(2870)
Nova
fundição
de ferro e
me-
taes
De
Antonio Germano
Cerreirinha
Travessa
de S.
João
—
Braga.
O
proprietário
d
’
esta
oíTicina
funde
to
da
a
obra
de
ferro
e
metal,
de
qualquer
tamanho
e
natureza
que
seja,
assim
como
lambem
faz
memórias
de
ferro
ou
metal,
tudo
pelos
preços
do
Porto,
e
com
a
ma-
xima
perfeição.
braga
:
typographia
lusitana
—
1876.
Parte de Comércio do Minho (O)
