comerciominho_30111875_427.xml
- conteúdo
-
.ȣ.
t >. -v ynwç»^.-
-
wm
.
Assigna-see
vende-se
no
escriplorio
do
eoitor
e
proprietário
José
Maria
Dias
da
Costa,
rua Novan.*3E, para
onde
deve
•
er
dirigida
toda
*
correspondência
franca
de
porte — As
assi-
gnuturas
são
pagas
idiantadas;
assim
como
as
correspondên
cia*
de
Interesse
particular.
Folha
avulso
10 rs.
EF
<J
O
VLM
<SJ
SK
ÁS
TERÇAS,
QUINTAS
E SABBADOS.
P
reços
:
Braga,
anno
1$600
rs.«Semestre
850
rs.«Protn«-
cias,
anno
2^400
rs
e
sendo duas
4^000
rs."=Semestre
1Ô2BC
rs.==#ras:/,
anno
4&400
rs.«Seiucstre
2&300
rs.
moeda
forte
ou 10&000
reis
e
fi&oOO
reis
moeda
fraca.«Annuncios
por
linha
20
rs.,
repetição
10
rs.
Para
os
nssignantes
80 °/0
tCabatimento.
iwriwwêr.
B1CA&
A—TKIiÇ %-FHISA SW I>E
KOVKMBBO
E’
árnanhã um dos dias mais
gratos para os filhos da patria
de
Aífonso Henriques.
Os
seus
primeiros
alvores
recordam-nos o
alvorejar
da
aurora
das nossas liberdades,
que
veio
dissipar o
negrume
d’uma longa
noite de captiveiro,
o
mais
atroz.
O
sol,
que ao reclinar-se no
leito
do
occaso
lhe marca o
ter
mo,
expõe-nos
ante os olhos
ultimada uma
das mais
bellas
pag
nas
da historia loatria.
Quem
ha ’hi que se
não sinta
possuido de
febril enthusiasmo
ao recordar o PRIMEIRO DE
DEZEMBRO DE 1640?
Quem ha
’
hi,
que ao retraçar
na
imaginação
os feitos assom
brosos
d
’
ac;uella epoca não se
orgulhe
de ter
por
berço o in
dómito gigante do occidente ?
Quem
ha ’
hi, que em
face
dos
horrores de que foi cúmulo
a
tirannica
dominação
de Cas-
tella, não sinta redobrar-se-lhe
mais e mais o amor
que todos
consagramos
ao
nosso querido
Po^íugal?I
E’ justo, pois, que o
PRIMEI
RO
DE
DEZEMBRO
jámais pas
se desapercebido para nós. Ou
ante
as aras do Deus Vivo, ou
no lar
*
domestico, demos lou
vores ao Senhor que nos
pro
porcionou
de novo a
liberdade
e
a
independencia, e abendiçoe-
mos
a
memória
dos nossos
maiores que foram o
instru
mento de
que o Eterno se ser
viu para faser em pedaços os
grilhões
do
captiveiro.
Que
nenhum p.ortuguez
deixe
de comparecer ao banquete
do
jubilo,
que nos offerece este
dia faustissimo.
Quer na prospera, quer na
adversa fortuna que esteja re
servada
á nossa amada patria.
não cessaremos de.
bradar, em
quanto
em nossas
veias
existir
uma
gotta
de sangue:
VIVA PORTUGAL INDEPEN
DENTE E LIVRE I
Hadrid SS «le Hovembro.
!
Correspondência
particular do
<
Commer
cio
do
Minho»)
Os
factos
confirmam
plenamenle
a
mi
nha
ultima
correspondência.
Realisou-se
a
transferencia
do
quartel
general
de
Qtiezada
para
Tafalla,
como
lhes
aníinnciei.
EfTeclivarneme,
instigado
o
ge
neral
em
chefe
das
forças
aílonsim.»
pelas
reclamações
de
Pamplona;
e
alietnlendo
a
qoe
o
cerco
d
’
aquella
praça se havia
aper
tado
com
a
occupação
pelos
carlistas
de
differentes
posições
sobre
a
estrada
qoe
conduza
T.sfaH-,
etnprehemleu
libertar
a
praça
por
aquelle
lado,
aproveitai»
lo
a
es-
cacez
das
forças
carlistas
que occupavaai
as
po-ições
ultimam
nle
tomadas.
No
dia
2i
marchou
o
general
Queza-
da
com
grandes
Ibr.as
ei»
direcção
a
Ta-
falla,
uão
podendo
passar
de
Pariza
em
consequência
dos
grandes
ne«oeiros.
Lim
pando
porém
a
athmosfera
seguiu
no
dia
22,
e
marchou
de
combinação
com
as
di
visões
ue
Gofii
e
Espina
sobre
as
por
ções carlistas
perto ue,
Pamplona.
Cotno
porém
as f<rças
carlistas
eram
pequenas
sobre
a
estrada
de
Pamplona,
e
nào
ha
viam
tido
tempo
de
se
furlilicaiem
coo-
venientrmente
abandonaram
os
pontos
nào
fortificados,
sem
comtodo
deixarem
cie
produzir
grandes
per la
*
ao
inimigo.
No
dia
23
lendo
o
general
em
chefe
pemòado
em
P.^iipl
na,
ordenou
a
sabi
da
de
diversas força
*
sobie
as
posições
fortificadas
dos
cailbtas,
pondo-se
elle
pio-
piioá
li
ente
de
uma
columna,
protegido
pelo
vivíssimo
fogo
da
praça
Esta
ex
cursão porém
foi-lhe
adversa,
pois
que
os
carlistas
repelliram
o
inimigo com
o
seu
costumado
denodo,
obngando-o
a
retroce
der,
destruindo
na
remada
as
fortificações
começadas
pelos
carlistas em Viiiaba, Mi
ribalLs,
Huade
e
8.
Christubd.
Estas
nuticias,
que ainda
uão
estão
detalhadas,
considero-as
fidedignas,
puis
que
são
dadas
por
pessoas
insuspeitas,
que
escrevem
de
Miranda.
Logo
que
ha
ja
promenores
d
’
esla
acção,
os
darei aos
leitores
do
«Commercio
do
Minho».
A
recomposiçio
do
gabmrie
é
coisa
de-
finivamerile
assentada.
Canovas
entra
para
a
piesideucia
do
conselho,
como
lhes
dis
se.
Falla-'e
também
em
que
entrará
Tore-
no
para
a
pasta dos estrangeiras.
Os
conselhos
de
ministros
continuam
quasi
permatjenlemenie Um
gravíssimo
boa
to
quasi
que
se
acha
cotilii
mado
pelo
mis
terioso
movimento que
se
nota nas
alia.-
regiões.
E
’
a
complicação do
*
negocios
d«
Hispanha
cum
os
Eslados-Uoidos.
Par
Ce
que
o
rompimento
entre
as
uuas
poten
cias
é
coisa
inevitável.
As
folhas
iuglezas
aqui
recebidas
hoje
dão
grande
força
a
es
la supposição.
O governo
chamou a
Madrid
o
gene
ral
Quezaia, que
ámaitbã
deve
partir
de
Tafalla
para
esla
capital,
afim
de
assisur
aos
conselhos
de
generaes
que
vão
ceie
brar-se para
se
assentar
no
piano
definitivo
de
campanha
contra
os
cai
listas.
—
u
ge-
ueral
Marlinez
Campos
nau
assistirá
estes
conselh
s.
por
te<
de
abreviar
a
su.
partida,
primeiro
á Catalunha
e
depois
ao
Norte.
Ao
passo
qne
os
jornaes
faz
in
tanta
bulha com
a
entrada
de
Qnézada
em Pam
plona,
coisa
que aliás
lem
pouca
impor
tância,
chegam
aqui
outras
noticias,
que
tr:ais
e
mais
animam
os
amigos
da
causa
carlista.
Emquanto
as
columnas
liberaes
ataca
vam
as
posições
carlistas
perlo
de
Pam
plona,
os
carlistas
atacavam
os
fortes
re-
duclos
liberaes
no
monte
Esquinza,
cau
sando
grandes
perdas
á
guarnição;
assim
como
derrotaram
uma
grande
torça
libe
ral
etn
Alzuza,
obrigando-a
a
retirar
qua
si
em
completa debandada.
Outras
noticias
são
conformes
em
que
as
circumstancias
do
exercito
carlista do
Norte
melhoram
consideravelmente.
Hernani
continúr
a
ser
bombardeado,
e
augmeniam-se
as
fortificações
sobre
Irun
e
San
Sebastião.
Em
Arralsain
acabam
os
carhslas
de
construir
uma
nova
bate
ria,
para
a
qual
estão
em
marcha
os
ne
cessários
canhões
de
grande
alcance.
O
snr.
I).
Carlos
continua a
ser
ob-
j'
cio
dos
actos
de
maior
dedicação, respei
to
e
protecção
assim
do
partido
legitimis
ta
francez,
como do
partido catholico
em
toda
a
Europa.
O
governo
de
Madrid
insta
com o
seu
representante
em
França
para
obstar
ao
contrabando de
guerra
e
á
protecção
que
a
França
parece
dar
á
causa
carlista
Apesar porém
das
reclamações
do repre
sentante
de
Hispanha,
o
governo Pancez
nao
pó
le
evitar
que
as
coisas
sigam
como
alé
aqui.
Acaba
de
saber-se.
qne
o
general c.»r-
lista
Losano,
que a instancias
do
coronel
lie-panhol
em
Bayona
foi internado
pelo
governo
francez,
chegou
ao
quartel
real
do
snr
D.
Carlos sem
o
mais
leve
incommodo.
O
ministro
d.i
guerra
carlista recusou
as
condições
em
que
o
governo
aflunsino
pretende
redisar
urna
nova
troca
de
pri
sioneiros,
e
impoz
outras
que
forçosamen
te
serão
acceites,
pois
que
no
campo
dos
factos
o
governo
liberai
não
tem
remedio
senão
abandonar
a
soberba
e
fanfarronice
com
que
pretende
mo
*
lrar
uma
força
que
nao
lem.
O
snr. D.
Carlos
acaba
de
agraciar
o
general
Carasa com
o
titulo
de
conde
de
Viilaverde
O
movimento
do
exercito
carlista
aug
monta
e muito.
Foram
admiltidos
a
traba
lhar
nis
fabricas
de
armas
novos operá
rios
e
no maior
numero
que
el
as
com
portam.
Ali
teem
chegado
agora
diversos
conslructores
franceses
e
aleinàes
que
se
occupam
em
novas fundições.
A
academia
de Vergara Jargou
lambem
a
escalla
da
admissão
de alumnos militares,
melhorando
os
seus
estudos
e
deseitvoiven
do
os
meios da
sua
prosperidade.
Boas
*
esperanças
dão assim os
carli
*
tas
ao
governo
de
D
Aflouao,
de
deporem
as
arm;s
como
pretendem
os
visionários
Que
rem
os
I
ilores
mais
uma prova
?
leiam
pois
o
que
a
uma
folha liberal
relata
um
seu
correspondente
de
Lerin.
Diz
assim
:
«Ha
tres
tardes que
se apresentam
á
vista
d’
esla
povoaçao
alguns
grupos
de ca
valaria
carlista,
voltando
no
dia seguinte,
e
sendo
diambas
as
vezes balidos
pelo
fogo
do
forte
de Casorla
*
e
retirando-se
para
Alio.
<E
’
tal
a
obsecação
de
alguns
carlistas.
que
aqui
mesmo
occorreu
um
caso,
que.
póde
dar
a
v.
idea
d’es
*
a
obsecação.
Uma
familia
mediamente
abastada,
e
que
linha
um
filho nas
fileiras
inimigas,
conseguiu
remil-o
e trasel-o
para
casa
pagando
os
oito
mil
reale
*
'
qne
estão
estipulados.
Com
mui
ta
diílicuiJade
veio
o
fanatico
c
rlisla,
e
il-
iudiiido
a
vigilância
de
*
eus
paes,
deitou-
se
de uma j
nela
a
baixo
e
correu
a
incor
porar-se
aus
seus antigos
companheiros.
Conhecendo
islu o
pae sahiu
em sua
per
seguição,
conseguido
que
seus
soldados
o
detivessem
e
lh
o
entregassem. Regressan
do
a
casa
deu
o
filho
etn
nao
comer,
pas
sando
até
ires
dias
sem tomar alimento e
com
o
pensamento
lixo
de
voltar
a
incor
porar-se
aos seus.
Para
isto
conti
ibue
mui
to,
n
este
e
n
’outios
casos,
a intoleran
cia
de
alguns
e
algumas
mulheres
doipovo
que
quahiicam
us
que
deixam
as
fileiras
carlistas
de
fracos,
cobardes
e
maus
na-
varros.
»
E
’ esla
a
desanimaçáo
que
*
e
diz
exis
tir
entre
os
soldados
de Carlos
VIL
Como
se
concilia
isto com
as
appresentações
a
indulto
que
ahi
estão
cem
veses
multiplica
das
pelo
numero
total
do
exercito
carlista
?
Agora
vejamos
ainda
com
que
facilidade
a
Catalunha liberal,
armada
em
somatens
fez
desapparecer
da superfície da
terra
trin
ta
mil
homens,
armas
de
infanleria
e
ar
tilheria
e
mais
de
l:00í)
cavallos!
Já
tínhamos
noticia
pelos
jornaes
li
beraes
de
800
prisioneiros
feiios em l.a Seo
d
*
Urgel,
que
foram
trocados.
Somam
a
uns
500
voluntários
e
ofliciaes
os
que
nos
leem
dito
os
despachos
do
governo,
que
se
internaram
em
França;
e
que
os
jor
naes
liberaes
se
queixam
de
lerem
escapa
do
á
vigilância
du
governo
francez
;
faita-
nos
saber
o
que
é feito
dos
29:000
homens
pelo
menos
que
ficam
restando.
Eis
pois
o
que
diz
a
folha
oíiicial
do
governo
afionsino para
ims
confirmar
co
mo
os
povos
liberaes
da
Catalunha deram
cabo do
exercito
carlista
:
«O
resultado
de
alguns
somatens
da Ca?
talonha,
diz
a alludida
folha,
foi o
seguin
te,
segundo
as
nossas
noticias:
«O
da
Camujã
pôz
á
di
*
p/sição
da
au-
cloridade
militar tres
homens e
uma
mu
lher.
«O
de
Villabella
apresentou
um
fugi
tivo.
«O
de Riva
aprehendeu
um
confidente
carhsla
<■0
de Aleixar
encontrou
uma boyna
e
dois macinhos
de
cartuchos
Nos
tres dias,
tomaram
parte
n
’
estes
somatens dusenlas
e
sessenta e
seis
povoa
ções.
»
E
’
caso de
se
dizer
«ftaruxEaba
’»
'
Y.
--- --- -
<?«-».
—
-
A B
*ed».<eçix«í
cio a.l
jtogíolo».
Londres,
S
de
novembro de
1875.
I.
^M)
exímio
Semanario
Catholico
de
LondrPs
o
«VVeckly
Regisier»,
o
segundo
papel
periodico
da
nO'sa
eteuça
qne
ap
pareceu
em
Lotmres
depois
da
emanci
pação de 1829,
em
seu
n.°
2
de
aute-
honiem,
gu
d
e
la
semana,
começa
com
razão
na
primeira
columna
por
um
au-
nu"c-o
da
m<iiot e
mais
tianscendenle
im-
i-oi
tancia
;
e como
huaus
toda
razão
de
conliar,
a
semente
de
que
elle
trata pro
duzir
o
f
neto
esperado
—
e
qoe
na
verda
de
já
não
é
lempurão
Vou
copiar
íielmeu-
te
o
mesmo artigo
no
mais
essencial
d
’
elle,
e
aceresceutar
lhe-bei
as
reflexões
neees-arias
paia
dar
verdadeira
ideia
de
sua
impmtancia
a
qozm
não
róde
estar
bem
ao
facto
das
circumstancias
internas
do
Calholicismo na
Inglaterra
actualmenle,
ou por
melhor
dizer,
depois
da
emancipa
ção
mencionada.
*
*
A
condição
do
Calholicismo
em
Ingla
terra
durante os
últimos
46
annos;
as
mudanças
que tem
fedo,
os
progressos do
mesmo
;
os
inconvenientes
sob
qoe
ainda
labora
;
as
faltas
que ainda
lem
sua
mur
cha, sua
consistência,
seu
peso
e
força
natural;
e
as
causas d'isso
tudo,
são
cou
sas muito
puucq
sabidas
lá
por
fó<a
;
e
cá
deutro
mesmo
nào
ha
muilo
quem
as
comprehenda
e
ap>ecie
bem.
De
bem
at-
temirl
as,
com
tudo,
e
tratar-se
persis-
teolemente
de
remedial-as
no
que
o pre
cisem,
depende,
nào
*ó
a
iufioeucia
que
a
crescente
massa
dos
catholicos
póie
ter
na
condição
moral
e
social
d
’
este
paiz
e
suas
immensas
pi-ssessões,
mas
o
que
«leve
e
póde
vir
a
exere
r
nos
interesses
e
progressos
da
religião verdadeira
por
lo
do
o
mundo.
Eis ahi
porque
tanto
caso
faço
d
’
es-
tes
assumptos,
e
do
oiije:
to
que
vou
exa
minar,
em
relação ao
artigo
do «W.
Re-
gister»,
que
traduzo,
e dtz
:
«Existe
em
Scarbaron^h
uma
organi-
sação chamada
Ordem
Calbolica dos
Ir
mãos
Unidos,
que
merece
consideração
mui
ailenta
estie
lodos
nos^u»
correfigiooistas
em
todas
as
parles
do Reino-Unuio.
A
instituição
de
que
se
traia
nasceu
de
uma
falta
que
ba
muilo
lempo
se
laz
seulir
aos
catholicos
da
Gram-Bretanha,
a
fal
ta
de
uinão
em
quasi
nulo,
salvo
no
que.
respeita
a
nossa
santa
fé
directamente.
N
’
isso, é
verdade,
estamos todos
unidos
coaio
nenhuns
ounos
em
todo
o
mundo.
N
”
ÍS'O
temos
todos
literalmente
uma
só
alma,
um
só coração.
Mas
fóra
do
que
é
nossa
religião,
em
matérias
sociaes,
polí
ticas
educacionaes,
falta-nos
o
puxar
dis-
linclamente
todus
juntos
(ive
wanl
des-
linclly pulling
logelher).
«P<
r
falta
d
isso
é
que
em
todas
as
c
Mi
*
as
publicas
ficamos
simplesmente
des
pojados de
nossa
influencia
legitima.
E’
lá
>
flagrante
o
facto
em
si
mesmo
e
em
seus
effeilos,
que
nem
um só membro
calholico
foi
ainda
eleito
ao
parlamento
por
qualquer
constituencia
ingleza,
ou
cir
culo.
E'
com vistas
de
fazer alguma cou-
sa
no
que
contribui
a
remediar
esta
ex
traordinária
anomalia,
que
a
Ordem
Ca
tholica
dos
Irmãos
Unidos
foi
organizada.
Planura-se
a
bolota,
da
qual,
como
arden-
temente
esperamos,
poderá
nascer
e
le
vantar
se
em
seu
tempo
robusta
carva-
lha.
«A
associação
de
que
tratamos
é
em
seu
caracler
es^encialmeole
Sociedade
de
Behetiêencia
;
como
se
acha
orgauisada,
com
o
titulo,
assás curioso
na
verdade,
e
quasi maçonico, de Gran
le
Loja
Proviu
ciai
de
Beuerly,
alt-activamente
apresenta
agora
rnesrno,
uina grande
força de
pairo-
no>
ecclesiasticos,
a
cuja
lesta
se
acha
o
exm.0
e revm.
0
Eduardo
Bigshowe,
bispo
de
Nottingham. o
exm.
0
e
revm.0
James
Chadevick,
bispo
d
’
Hexain
e
Neucastle.
«Mui
de
veras
desejamos
e
esperamos
que
augmenle
e
11
>reça.
Nenhum
calho
lico
na
Inglaterra
devêra
olbal-a como
lo
cal
ou
piovinci.il
—pois
que
a
Ordem
Ca-
iholica dos Irmãos Unidos,
é,
pelo
con
trario,
intentada
p«ra
crear
interesse
be-
oeíico
não
i/este
ou
n'áquelle
bispado
sómen
te,
mas em
todas
as
parles
do
Reino
Unido,
e
em toda
e
qualquer
porção
da
província de
Weslminuer.»
Eis
ahi
. o
arligo,
que a
final
traduzi
todo
inteiro, porque,
ua
verdade,
sua
importância
é
transcendente,
se
do
obje-
cto
resultam,
como
deve.nos
esperar,
os
effeitos,
ião
urgeotenaente
necessários,
que
o
auctor do
mesmo
arligo
concebe,
»ie
accotdo
com
os
prelados q«»e
já
tomam
parle
directa na associação,
e
os
mais
que
não
deixarão
de
a
tomar
—
pois
ho
mens
tão
babeis,
ião
circumspeclos.
ião
orthodoxos,
corno
são lodos
os
prelados
inglezes,
nunca
entrariam
em
coisa
sobre
que
não
estivessem
seguro
*
,
não
só
de
sua
utilidade, mas
de que
não
linha
a
cousa
desapprovaçao
de
Sua
Sanclidade.
Nem
creio
qoe
os
prelados
de__Nultin
•
gham
e
de líexam
e
Neucastle
entrassem
assim
«/aquella
associação
sem
para isso
consultarem
o
Arcebispo
Metropolitano.
0
nome
da
associação
de
«Loja»,
Lo-
dge, o
mesmo
de
que os
maçons
se
ser
vem
(«Ssiin
como
os mercadores,
os
oíli
ci/ies
mecânicos,
etc.),
não
é lambem
ad<>-
ptado,
sem duvida, ao
accaso;
e
ha.
creio,
n
’
isso
algum
íim, que
poderá
ser,
o
inculcar
ao
publico,
qué
uão
é
aos
nome
*
,
mas
ás
cousas
o
ás
intenções,
que
nós
objeclamos
na
lai
praga
da
ma
çonaria.
A
queixa
que
o
redactor
do
«Weekly
Register»
faz,
que
os
catholicos
inglezes
só se
julgam
.
unidos
e
associados
pela fé
e
crenças
da
Egreja,
e
de resto
vivem
co
mo
isolados
uns
dos
outros
(isto
especial
mente
em
relação ás
cousas
publicas),
é
bem
merecida
por
grande
maioria
dos
mesmos
catholicos.
Como
aves
que por
muito
tempo
estiveram
engaioladas
;
e
ao
soltarem-se
quasi
não,sabem
servir-se
das
azas
;
assim
os
catholicos
Inglezes
(não
os
Britânicos,
em
que
entram
os da Irlan
da),
parecem
sentir
ainda
o
effeito
das
peias políticas
e
sociaes,,
que
unn
escravi
dão
moral
de
trezentos
annos
lues
tinha
posto.
Por
outia
parte, -occupados cada
um
^npelente
e
mesmo
devotamente,
com
seus
deveres
religiosos
—
que
altendem
e
cumprem
com
seriedade
e
devoção
mui
to
maiores
que
o
geral
dos
fieis
cm
na
ções
professadamente
catholicas,
—
nem
re
param
o
’
uma
vantagem
immensa
que
lhes
offerece
a
uniformidade
—
a
unidade
—
de
suas
crença
*
,
econsequentes
tendências
moraes
e
religiosas.
Não
vêem,
uão
advertem,
que
se
em virtude
d
’
essa
uniformidade
de
ideias
e
teodencias,
concentrarem
seus
es
forços
e
acção politica,
segundo as
facul
'
dades que
Ibes
garante
a
constituição
(aqui
uma
realidade, e
nãa
um
engano
e
mascara como
nos paizes onde as
tem
nesciameole
adoptado
espúrios),
facilmen
te romperão,
em
virtude
d
’
essa
unidade,
per
mais
do
exercito
muito
mais
numero
so,
mas
discorde, de
sectários
divididos
e
subiividiios
em
centos de
seitas.
Em
cousa
nenhuma
se
manifesta
mais
cl
ar
*
mente
o
eíleito
d’
este
descosido
en
tre
os elementos
da opinião
ou
partido
calholico
na
Inglaterra,
que
no
ficto,
até
vergonhoso,
de
que,
no
íim-já
de
46
ân
uos
de
emancipação
e
liberdade
catholi
ca;
de
25
de
restabelecimento da hierar-
chia
episcopal
regular
ua
Inglaterra,
ainda
não
exista
em
Londres um
papel
«Diário»,
orgâo
dos interesses
de
dois
milhões de
catholicos,
só na
Imglaterra mesmo,
e
que
o
seria de
8
ou
9
milhões,
peio
menos,
no
Keino-Uuido, e
de
mais
qne
o dobro
d
’i"so
em
todas
as
possessões
britânicas
acluaes
!
As differeules
parcialidades
políticas
—
Toris,
Wmgà,
Ridicaes—
te»
m
seu
*
orgãos
quotidianos,
da
manhã
e
da
tarde,
nào
só
um,
ma
*
d
»is
e
tres
;
os
Catholicos
t>ó
teem
orgãos
semanaes,
bimensaes, e
lueusaes
(e
d’
estas
classe-»
tem
o
Torys-
mo, o
Whigismo,
e
o
Radicalismo
abun
dância
bua).
Assim
os
interesses
da
seita,
da
par
cialidade,
da
má
fé
e
d»
mentira
Ire-
queoleinenie,
sào
advogados
e
sustenta
dos conslanlcmente
e
sem
interrupção
ou
esperas;
emquanlo
os
dt
verdade
e
re-
ctidão
teem
de
esperar,
de
um
até dez
ou
doze
dias,
por
uma
llesmemida recti-
lieação,
ou
justificação.
Deixa-se á calinn-
ma, á
desfiguração, á
falsidade,
0
tempo
de
germinar, de
arraigar-se,
(le, crescer,
de
friiclilicar
; e
só
então
é
que
chaga
tardia
a
mão
—
ou
a
voz
—da verdade,
da
boa
fé,
da rectificação.
a
mondar o
ter
reno,
a
remediar
u
mal
—
sem
considera
ção
peia importantíssima
advertência
do
Sero
medicina
piralur
com
mala perlongas
envalicere
moras
—
Medicinas
vem
tardias,
Se.
por
culpáveis
demoras,
♦
Só
chegam
passados
dias,
Ein
logar
de
poucas horas.
Até que
hontem
li
o
arligo
do
«W.
Register» sobre
que
estou
commeiitando
nao
tinha ideia d’este
verdadeiro
progres
so
calholico.
de
qne
espero resultados
transcendentes,
não
>ó
para
o
Catholicismo
aqui,
mas
em
seu
tempo, para
elle
por
e»<8e
mundo
fóra—já qne
o
mesmo
mun
do,
por
alguma
disposição
Providencial,
parece
determinado
a
tomor
em
tudo,
ou
quasi tudo
a
Inglaterra
por
exemplo
e
modelo.
Ella
x
por sua
parte,
se
tem esfor
çado
e
se
esforça
coivtaniemenle
em
em
butir suas
propiias
ideias
e
princípios,
e
sistema
de
governo,
e
religião, em
outros
paizes,
por
interesse
proprio
d
’ella,
não
d
elles:
demos,
pois,
graças
á
mesma
Pro
videncia
Divina,
qoe
aqui
lambem
prepa
ra
eílicaz
antídoto,
contra
o
veneno
que,
abusando
dos
favores
(1
’Ella, e>te
orgulho
so
povo
se
esforça,
ha
meio
século sobre
tudo, em
propinar
á
Europa
e
ao
tuuodo.
Já
nào
é
pequeno
indicio
de que
a
Boi;
dade
e
Sabedoria
Divina
não
«entendem
permittir
á
maçonaria
nossa
senhora
que
d
’
aqui,
apoiada
pelo
protestantismo,
e
no
interesse
d
’
elie,
espalhe e
propit.e
a
salvo
ao
mundo
continental
o
veneno
que
ell
i
efina
em
seus
antros
—
já não
é
pequeno
indicio,
digo,
o
ter
a Providencia,
ao
mesmo
tempo,
introduzido
cá
o
eílicaz
anti
loto,
do
grande
piogresso
calholico,
de
que
enviei as
prova
*
incontestáveis,
ha
tempo
nas
estatísticas
oíliciaes
das
egrejas,
conventos
e
escolas
catholicas., etc., na
Inglaterra
e
Escossia. Encaro
como
con
tinuação
d
’
ésse
favor,
e
como
contra-ve
neno
do
gr
nde
progresso
anli-cálholico
que
a
maçonaiia se
promelte da
infame
occupaçào
de
Roma
pelos
usurpadores
e
da
infamissima
e
descarada abertura
do
«tem
plo»
maçonico
na
Cidade
Eterna
;
da
thea-
tral
inslallação
do
real
pao-de-cabelleira,
o
príncipe
de
Galles,
«a
cadeira
Grão-mes-
tral
maçónica,
esla irmandade
que
se
an-
nuncia
insiituida
em Scarboroogh.
Alé
pe
lo
logar
é
recommendavel
e
de
bom agou
ro
; pois Scarborough
é
o
sitio mais
fa
xionavel
do
Norte
Britânico, é
o
Brigltlon
do
Norte,
onde
no
verão
e outono
prin-
cipalmenie
concorre
e
se
reúne,
a
banhos
de
mar, a recreio,
a
gosar
das
bellezas,
<live«limemos
e
salubridade
do
sitio,
a
flor
da
nobreza,
riqueza
e sociedade
de
Escos
sia
e
Inglaterra
Septemrional.
Até
esta
circumslancias
do
local
é
pois
muito
recommendavel,
e
mostra como
os
catholicos
inglezes,
se até
aqui
se
manti
nham
inutilmente
isolados,
mas não
dis
farçavam
seu catholicismo,
parecem
per
ceber
agora
a
vantagem e necessidade de
dar ao
mundo, e
á Inglaterra
mesmo,
si-
goal
de
sua
vida
aciiva,
importante
e
vigorosa. Vou
observar
com a
devida
cu
riosidade e
interesse
este
assumpto,
e
da
rei
noticia
competentemeute
ao
«Aposto
lo»
do
desenvolvimento
que vá
tendo
a
planta
de que
assim
o
«Weekly
Regisier»
annuncia
a
semente
ou
plantação;
e
cu
jos
fructos a
P.ovidencia
Suprtpia
Lça,
por
sua
Bondade
e
Misericordir,
corres
pondam
a
nossos
desejos
e
ao
interesse
da
Santa
Egreja.
A.
II. SARAIVA.»
(Conlitiuii)
Coimbra
«Be oaovembro
(Do nosso
correspondente;.
Mal posso
pegar
ua
penna para
lhe
escrever, tanto
é
o
frio
que
está
fasendo.
Home:)
appareceram
os
campos
cobertos
de
neve;
e
o
vento
frigidíssimo,
que se
sente,
é
signal
de que
os
cimos
da
seira
da
Lóuzã
esiáo
alcatifados
de
oiveo
lençol.
—
Começaram
hontem
na
Sé
Calhedral
os
trabalho--
de
caipinteria
para
as
exequias
de
J.
A.
d
’.Aguiar,
que
hão
de
ser
uo
dia
11
do mez
que
vem.
Teiemos
muito
que
ver
n
’
esse
dia,
porque
o
partido
regene
rador promove
uma
solemmda
le pompo-
sissima.
Vem
de Lisboa
uma
bateria
de
artilheri»,
um
esquadião
de
cavallaria,
etc.
etc.,
mais
o
Antonio
Maria.
Diz-se
que
vem
o duque de
Coimbra.
Por parte
(Tel-rei e de
D.
Fernando
vem
o
snr.
marquez
de
Ficalho
e
o
de
Pombal.
Diz-
se
que
vein
do
Porto
as
peças
da
eça
e
os
velludos para a
armação.
A
musica
do
uíliuio
é dirigida
pelo sur.
conego Mon
teiro
e
dr.
Iguacio
Bodiigues.
Está
en
carregado
de
faser o
elogio fúnebre
o
lente
theoiogico
dr.
Douato,
a quem,
se
gundo
se diz,
foi
concedida
a
dispensa
de
reger
a
sua
cadeira
por
dois meses,
afim
de
o
poder urgauisar.
—
Continuam
os
distúrbios
nocturnos
pelas
ruas
da cidade,
peitui
bando
o
so-
cego
dos
cidadãos
pacíficos.
Em
algumas
o
barulho
prolonga-se
até quasi
de
ma
drugada,
sendo
impossível
descançar.
Esta
cidade
é
uma
leira
excepcional
;
vê
se
aqui
o
que
não
se faz
em
pa<te alguma,
podendo
diser-se
que
aqui
nào
ha
rei
nem
roca.
E-tas
arruaças
são
feitas
por poucos
artistas
ebiios e
pelos
díscolos da
acade
mia,
que
freqoentemente
promovem
coo-
Ilictos
entre
uns
e
outro-.
Aqui nào
ha
policia
académica
nem
civil.
0
uoico cas
tigo
d
’
esles,
i/esle caso,
deveria
ser
a re
provação
no fim
do
anno,
mas
n
’essa
oc
casiào
appaiecem
as
influencias,
e
a
1a-
pasiada
estróina lá
vae
passando,
sem nada
saber.
Ditosa patria,
que
fôr adminisliaJa
por tal gente
!
—
Os
commbriceoses
tencionam
pedir
ao
sur.
ministro
da
guerra,
quando
aqui
vier,
um
corpo
de tropa
permanente
n
’esta
cidade.
Parece-uos
conveniente,
porque
esta
cidade
póde
destacar
para
as
duas
Beiras,
e
uíilisar
com
esla medida.
—
Está
a
concurso
o
logar
dè
engenheiro
da
camará
d
’esla cidade. 0 ordenado
é
de
600^900
reis.
A
impreusa
.local
é
hostil
a
creação
d'este
logar.
—
Continuam
us
abandonos
de
crean
ças
pelas ruas
da
cidade,
e ás portas
de
alguns
cidadãos.
revistà
Esmasm
Por
absoluta
falta
d
’
espaço
retiramos
uma
carta
que lemos
no «Monde»,
e
des
tinávamos
a
esla
secção,
e
só
daremos
a
seguinte
que
nos
fuiuece
o
nosso
preza
díssimo
collega
du
«Direito»:
«b
’
falso
que
as
commissões
çatholi-
icas
de França
se
reunissem
e
resolves
sem
cessar
toda
a
prolecçào
a
D
Carlos,
como
os
orgãos
da
mentira
anuunciaram
;
uão
só na
França,
mas
lambem
na
Bei
gica,
na
Aílemanha, e
ua
Inglaterra
:
tudo
o
que é
veidadeiramenle
calholico
conti
nua
a
proteger
a D.
Carlos
cada
vez
com
oíais
ardor
e
eílicacia.
E
’
que
os
catholicos
d
’
aquelles
paises
sab.jm
muito
bem
que,
protegendo
D.
Car
los,
protegem o
Catholicismo,
protegem
a
Egreja,
e
a
sociedade,
protegem-se
a
si
mesmos.
Quem
dera
que
enlre
nós
o
partido
legilimista,
o
partido
calholico
assim
o
entendesse.
A
causa
de
D.
Carlos
é
a
causa dos
catholicos, é
a
causa
da
civilisação.
Quatorze
departamentos
franceses
oíle-
receram
a
D.
Carlos
dois
canhões
Krupp
cada
um
ou todos
28, e Portugal
nem
um
!
E
’
que
em Portugal
parece
que
já
não
ha
legilimistas
de
coração,
nem
catholicos
de
convicção
: o
que
mais
ha
é
indifferen-
tistas
e
oxalaleirus.
Que
vergonha
!
0
«Quartel
Real»
publicou
a
c^rta
se
guinte
dingida
por
D.
Carlos a
M.
Lib-
man :
Meu
querido
snr.
Libman,
Pusestes
sob
meus
olhos
o
volumoso
tnasso
das
cartas
^ue
vos
foram
dirigidas
da
França
e
da
Bélgica
desde
a
vossa
ul
tima visita
ao
meu
quartel
real,
e
com
gosto li
estas paginas
commovenles,
dicta-
das
pela
fé
catholica
e
pela
dedicação á
minha
causa.
Confio
á
vossa
solicitude
o
cuidado
de
faser
chegar
a
expressão
da
meu
reconhecimento
a
todas
as
pessoas
que
respondendo
ao
vosso
appello, me
ajudam
com
os
seus
esforços
cu
com
os
seus
sacrifícios;
e
direis
a
M.
Veuillot
quanto eu
aprecio
o
poderoso concurso
que
elle
me
dá
na
brilhante
campanha
que
o
«Univers»
sustenia
por
mim.
Em
contribuiu do
largamente
pata
o
al-
livio
dos
nossos
infelises,
para
os
soccor-
ros
aos
nossos
feridos
e
para
o
eutieti-
mento
de
milhares
de
desterrados
que a
barbara intolerância
dos
liberaes expulsa
de
seus
lares,
nossos amigos
me
porão
na
medida
de
consagrar
todos
os
recursos
de
que
eu
disponho para
o
equipamento
de
novos
batalhões,
e
apressar
a
org.ini-
saçao d
’
este
admiravel
exercito
qoe deve
dar
o
golpe
de
morte
na
revolução.
Vosso
proceder,
e
seu
concurso
ajuda
rão
por
esta
fórma
ao
cumprimento
da
missão
santa
que
recebi de
Deus, com
a
força
e
a
constância necessária
para
a
levar
a
bom
fim.
Vosso
óíhiçoado,
Carlos.»
GAZETILHA
ivie3ade «2»
ImtnaeuladA Con-
ceiçfto.
—
Em
ra ào
de
terem
começado
as
obras
na capella
do Paço
arctnepisco-
pal,
não
é
possivel
ser
feita na
mesma
a
ieslividade.
que,
consoante
o
costume
alli
havia de
ler
logar
;
por
esse
motivo de
terminou
s.
exc.
a
o
snr. arcebispo
coad
jutor que
ella
se
fizesse,
com
a
maior
pom
pa
e explendor,
na
sé,
havendo
missa
can
tada a
grande
instrumental,
exposição
e
sermão,
sendo
por s.
exc.
a
revm.
a
paga
toda a despeza que
costumava
fazer-se
na
capella
do
Paço
O mesmo
exm.0
snr.
para
celebrar
de
um moiio
agradavel
a
Deus
e
a
sua
SS.
Mãe
o
misieiio
da
sua
Immaculada Con
ceição,
manda dar
aos
pobres
90$0d0
rs.,
distribuídos
em
400
esmolas
pela
fó'ma
seguinte
:
Na fieguezia
da
Sé
Primacial,
oitenta
esmolas, sen
Io
vinte
de
500
réis,
vinte
de
200
réis
e
quarenta
de 100
réis.
Na
freguezia
de S.
Victor, igual
nume
ro
de
esmolas
da
mesma
especie.
Na
freguezia
de
S.
Lazaro,
igual
nu
mero
de esmolas
da
mesma
especie.
Na
freguezia
de
S.
Pedro
Maximioos,
quarenta e
oito
esmolas,
sendo
doze de
500
féis,
doze
de
2U0
léis
e
vinte e
qua
tro
de
100
réis.
Na
fiegue.ia
de S.
Thiago
da
Cividade,
trinta
e
duas
esmolas,
sendo
oito
de
500
réis, oilo
de 200
réis
e
dezeseisnle
160
rs.
Os
re\d.
os
parochus
são
os
encarrega
dos
da distribuição
d
’
estas
esmolas.
Visita
«io
jufrÊEeu.—
Nos
dias
26,
27
e
28
visitou
procisciooafmenie as egie-
jas
indicadas
para
alcançar o jubileu do
Anno
Santo
a
confraria
do
SS.
Sacramen
to
de
S.
José
de
S.
Lazaro,
á
qual
se
ag-
gregaram
a
do
Senhor
do
Salvador e
as ir
mandades
de
N.
Senhora
do
Parto
e
S.
João
da
Ponte,
das
Almas
de
S.
Lazaro
e
de
Santa
Justa. Não
obstante
a
chuva,
no
dia
28
foi
graude
a
couconcorrencia
de
fieis.
Recolhida-a
procissão
á
parochial
egreja de
S.
Lazaro, ahi
se
cantou
a
con
clusão do
«Te-Deum»,
e
orações,
terminan
do
com
a
bênção
do
SS., que
se
acha
va 'exposto.
Awa
Ennes.—
Para
vergonha
dos
ca-
iumuiadores
dos
Lazarislas
ufierecemos
os
seguintes
insuspeitos
períodos,
escriptos
pelo
iiberalão
correspoudeule
da
«Corres
pondência
de
Hispanha»,
que
se
acha
junto
do
exercito
liberal
do
Norte,
e que
de
Lo
grono
escreve
para
Madrid ao
aliudido
jor
nal.
«........................................................
.
«Visitei
lambem
a
escola de
menina:»
estabelecida
no
extiocto
convento
de
S.
Francisco,
dirigida
por
Irmãs
de
Caridade
ou Filhas
de
Paulo,
(sic)
Chama
a
atten-
ção
este
estabelecimento,
não
só
pelo
aceio
e
bom
gosto
que n
’
elle
imperam, como
lambem pela esmerada educação
que no
mesmo
recebem
150
meninas
qoe
frequen-
t-wn
as
aulas.
Dirigindo
esta
casa
de
en-
biuo
ha
uma
senhora illustradbsima
e
vir
tuosa,
soror
Siroona
Oroz
de
Mina,
cujos
dinctissi
nos
dotes
são
allamente
conhecidos
e
reputados n
’
esle
paiz,
assim
pelo
ele
mento liberal,
como
pelo
carlista.»
E
mais
adiante
continua
o
mesmo
cor
respondente,
descrevendo
o
novo
hospUal
civil
de
Logrono,
e
diz
:
«Além
do
pessoal
facultativo
compe
tente,
e administrativo
está muito
bem
mon
tado.
Ha
15
Irmãs
da Caridade
para
as>islir
aos
enfermos
e
feridos
em
suas
necessida
des,
e
um
illu-drído
sacerdote,
D.
Pedro
Crisologo
Lopez é o
encarregado
da
assis
tência
espiritual.»
Que
dizem
a isto
os
Ennes?
Progranuna
<Sos festejo»
bio
l.°
de
Slezembro.—
No dia
30
do
corren
te
pelas
8
horas
da
noite
sairá
uma
brilhan
te
tocata,
que
partindo
da
Praça
d
’
Ale-
gria
percorrerá
as
priocipaes
ruas da
ci
dade.
Ao
romper
d’
alva
de
quarta
feira,
l.°
Dezembro,
as torres
com
seus
repiques
fes
tivos,
as
detonações
compassadas
das
salvas
e
o
resoar
harmónico
das
bandas de'
musica,
farão annunciar
aos habitantes
de
Braga
o
raiar
do
anniversario
do
dia
me
moravel
da
nossa indepeódencia
:
igual
manifestação
se
repetirá
ao
meio
dia
e
á
noite.
De
tarde
pelas
3 e
meia
horas
terá lo
gar
na
Sé
Pritnãcial
um
solemoe
Te-Deum,
em
acção de
graças,
precedido
d
’
urna
ora
ção
gralulatoria,
por
tão
fausto aconteci
mento,
pronunciada
pelo
bem
conhecido
e
dislincto
orador
o
revd.0
Marnoco
e Sou
sa.
A
Cominissão
Escolar,
desejando
tor
nar
mais
imponentes
os
festejos
de
tão me
morando
dia,
pede
aos
briosos
biacareu-
ses
se
dignem
mandar
illominar
as
lãclia-
<Ls
de
suas
casas,
pelo
que
se
confessa
muito
grata.
FESTIVIDADE.—
No domingo,
5
de dezembro,
festeja-se no
templo do Salvador, a Imagem
de
S.
Francisco Xavier, como
Padroeiro da Associação da Pro
pagação
da Fé, havendo missa
cantada,
exposição e
sermão de
tarde.
Theatro
—Para commemorar
o
anni-
versano
da nossa
independência
alguns
cu
riosos
lêvam
ámanhà á
scena
uo
Theatro
de
S.
Geraldo
o
drama
3>.
fPBiílippa «le
VilEiena.
Novena «Sa SasiEBtuctilad
a
Cooi-
ceiçâo.
—
Começou
honlem,
havendo
pra
tica,
assim como a
tem
de
haver
nos
tres
últimos
dias
a
novena
da
Conceição
em
rasão
das
obras
começadas na
egre
ja
do
Carmo
não
pode
ler
logar
alli
por
essa causa é
feita
na
egreja do
Popnlo
pelas
3 horas
da
tarde.
E
’
a
As
sociação
Catholica
d
’
esta
cidade.qne
a faz
á
sua
custa.
Anedoetats.
~
Um
sujeito,
por
nome
José
G
rmaoo,
foi
procurar
um
juiz,
de
quem era
amigo,
e
disse
a>
criado
—
Au-
niHicie
ao
snr.
juiz,
que
está
aqui
José
Germano,
que
deseja
fallai-lhè
—O
criado
foi
dentro
e
<lisse=Esla
iá
embaixo
o
ge
nero
humano
que
deseja
fallar
a
v.
exc.
a
—
Puis
due-lhe
que
uao posso
receber
tan
ta
gente.
—
Di/ca
um
cehbre
filosofo
a
seus dis
cípulos
—
A
natureza
dotou-nos
com
dois
ouvid
s
e
com
uma só
bocca.
para
nos
ensinar,
qoe
convém mais
ouvir
do
qne
fallar.
==Gabava
se
um
prelencioso
a
erudito
e
litleraio.
ler
lido
muito
—
Ouvindo
isto,
respondeu
lhe
ura
amigo
—
Nào
sào
os
que
mais
comem
as
pessoas
mais
sadias,
mas
as
que
melhor
digerem.
=
í
>régaudo
um
missionário
oa
presen
ça
de
um
bispo,
o
prelado
adormeceu
pro
fundamente
durante o
sermão.
Queixando-
se u
padre
deste
ficto.
disse-lhe
o
bispo
—
Meu
reverendo,
desculpe-me;
m»s
lembre-
se,
que
>e
eu commetli
uma
falta, o
ver
dadeiro
culpado
foi
o
meu
amigo,
que
me
provocou
o
somno
com
a
sua
predica
su-
purifera.
e
n'esle caso
tenho
eu
mais
di
reito
para
q*
i
ixar-me.
=
Perguntava
om amigo
a
outro—Por
que
te
casaste
com
uma
mulher
surda
?
—
Porque
cuidei
que
lambem
era muda,
res
pondeu
o outro.
Coneurso,—
Acha-se a
concurso
por
espaço
de
30
dias,
a
contar de
20
do
cor
rente,
para
o
provimento
do logar
de
di
reclor
clinico do
hospital
da
Misericórdia
plendor
na
corte,
e
deu-lhe
o titulo
pom
poso
de
fesla dos
deuses
As damas
e
ca
valheiros
que
figuraram
na festa repre
sentavam
as
divindades
da sua
predilecção.
Cada
um
fantasirva o
mais
brilhante
e
extraordinário
vestuário, e assim
assis
tia
ao
banquete
e
ao
baile.
A
rainha
escolheu
o
nome
da
planta
que
era
o
emblema
da
immortalidade,
e
compareceu
com
um
soberbo
vestido
de
côr
roxa,
adornado
com
muitos diamantes.
No
fim
da
lesta
todas
estas
joias foram
distribuídas
generosamente per
sua
dama
a
lodos
os convivas.
A
insígnia
da
ordem
era
uma
medalha
de
ouro,
de
forma oval
esmaltada
de
verme
lho,
com
uma corôa
de
brilhantes,
presa
a
uma íita
côr
de
fogo,
pendente ao
pes
coço
—
(Idem.)
FfTeitox «te fortes impressões.—
E
’
geralmenle
sabido,
que
os
cabellos
po
dem
encanecer
de
ura
dia para
o
outro
depois
de
um grande
susto
ou
de
uma
inlénsissima
dor
uíoial.
Luiz
de
Baviera, chegando
a
conven
cer-se
da
inoocenc.ia da
esposa,
que
havia
mandado
matai
por
vehementeí
suspeitas
de infidelidade,
sentiu
tão
dor,
que
os ca
bellos lhe
embranqueceram
subitamente.
A
barba e
o
cabello
do
duque
de
Brunswch
encaneceram
cm
21
horas,
quando
soube
que
seu
pae
tinha sido
ferido
mortalmen-
le
em
uiua
batalha.
Brizard,
aclor francez,
vollamdo-se-lhe
o
barco
d
baixo
de
uma
ponte
em
uma
excursão
fluvial,
apenas
te
ve
tempo
de
lançar
a
mão
a
uma
argola
de
ferro
de
utn
dos
pilares,
da
qual
ficou
suspenso por
muilo
tempo,
em
perigo
de
vida.
Quando
o
salvaram,
tinham-lhe
em
branquecido
os
cabellos.
O fl.°
de
EJezeaíalíB
**
».
—
Para
com-
memorar
o
anniversario
glorioso
da
nossa
mdependencia,
s.
exc.
a
revm.
a
o
snr.
Ar
cebispo Coadjutor
recoinmendou. por
uma
circular
inseria
na
Semana
Religiosa,
aos
vigários geraes
e
arciprestes
que no
dia
1.u
de
dezembro
mandem
cantar
o
hyrnno
Te-l)eum
Laudamus,
com
exposição
do
SS.
á
bocca
do
sacrano
ou
no
throno,
nas
capilaes
das
suas
comarcas
ou
distri-
ctos
ecclesiaslicos,
e
nas
povoações
mais
notáveis
(Delias.
o»
laAzat
*
—
(Do
Aposlolo.) Ape
zar de lidas
as
prohibiçoes
tinha
de
ir
hoje
á
scetfra
o
drama
iminoral do
snr.
Ennes,
sendo representado
pela
tal
socie-
da-ie
«Letras
e Artes
composta
dos
«pro
prios adores du
theatro
de
S.
Luiz», se-
•gundo
estamos
informados
!
Era
uma caçoada
e
muilo
bem
feita,
cumpre
confessar.
Felizmenle
o
Conservatório
accudiu
a
tempo,
pondo,
embargos
á
ligeireza.
A
recusa
de licença
para
a
represen
tação
foi
justíssima
e
assenta
sobre
prin
cipias
de
moralidade
publica.
Entendemos
pois
que
o
Conservalorio
merece
louvores
por
ler
feito
prohibir
a
exhibi^ão
de semilhanle
escandalo,
tanto
mais
que
elle tinha
por
íim mostrar
aos
Ennislas,
*
que
ha
quem
mande
aqui
além
dns
auctoridades
do
paiz.
O
que
o
Gobo
diz a este respeito
não
vale
nada.
Parabéns
ao snr
conselheiro
Cardoso
de Menezes e á
policia.
Caídas
de
Vísella.
—Já regressou
do
estrangeiro,
onde
havia
ido
em
coip
-
missào
da
companhia
dos
banhos
de
Vi-
sella, o
nosso
particular
amigo e
distin-
clissimo
engenheiro
Cesario
Augusto
Pin
to.
Iníornjam-nos
que
s.
s.
a
tem
prom-
pio
o
relalorio
dos
estudos
cspeciaes
a
que
procedeu
na
sua
vLgem,
e
quebie-
vemenle
o
apresentará.
O
snr.
Cesario
esteve
sabbado
n’
esla
cidade
e
loi
domingo
a
Visella
com os
di
gnos
directores
d
’
aquella
companhia.
{Religião
e Palria.)
Associação
dos gordos.—
Em
Gre
*
gory’
s
Poinl
no
Connectecul
teve
logar
á
reunião
d
’esta associação pela
primeira
vez.
Os
jornaes
americanos
c
utam
promenores
engraçado^
das
f
stas
que
tiveram
logar
por
esta
occaUão,
a
25
d
’
ag<>slo
findo,
e
dos
indivíduos
gordos
que
tomaram
par
le
n
’
ellas.
Foi
preciso
adoplar
providen
cias eotraordinaiias
para
conduzir
ao
lo
cal
da
reunião
os
convivas mais
pesados.
A
sessão
do
club
começou
pela
avaliação
dos
candidatos
novos.
Só
sào
recebidos
como
membros
os
indivi
iuos
que
não
pe-
zem
menos
de 200
libras
(cerca de
184
kilogrammas,
ou
12
arroba^
e
*
meia).
A
reunião
era
numerosa,
e
sem çentar
os
convidados
acliavam-se
reunidos
l^O mem
bros
da
sociedade,
que
representavam cm
globo
quasi
12
tonnelladas
(6^8 arrobas,
ou
9,5
tk,
824.)
A
sua
chegada
a
Gregory’s
Poinl
o
de
Valença,
com
o
ordenado
de
300^000
rs.
e
pulso
livre.
Comgsanhia
viação
«lo
Minlio.—
Desde
1
a
3
do
proximo
dezembro
estará
em
cobrança
a
2.a prestação das
acções
da
Cotnpaohia
Viação
do
Minho.
A
referida
prestação
é
de
20
p.
c.
ou
20$000
réis
por
acção.
Anniversarío. —
Fez
domingo 13
an
nos
a
Sereníssima
Senhora
D.
Maria
Anlo-
nia. 6
a íilha
do
fallecido
Senhor
D.
Mi
guel
de
Bragança.
FaKecísnento.—
O
telegrafo
acaba de
transmittir
para
Portugal
a
seguinte
tristís
sima
noticia
:
«Vienna,
20
de
setembro.
«O
Archidnque
Francisco
de
Este,
Du
que
de
Modena,
morreu
hoje
ás
cinco
ho
ras
da
tarde.»
Trajam
pois de
luto
os
legilimistas
de
lodos
os
paizes.
Francisco
V,
uma
das
mais
nobres
vicfmas
da
revolução,
já
uão
existe!
F.
nós,
como
portuguez^s, mais
que
ninguém
devemos
honrar
a
sua
memona,
orar
a
Deus
pelo
seu
eterno
descanço.
Quando,
em
183i,
a
força
da
quadru
pla
aliança
obrigou
o
Senhor
Dum
Miguel
a
deixar
a
patria,
milhares de
porlugue-
zes
se
viram
forçados
a
ir
procurar
abri
go
era
terra
extrenha.
—
E
Modena
abriu-
nos
generosa
as soas
portas,
como
gene
roso
o
seu
Augusto
Soberano
abria
seu'
cofres,
soccorrendo
com
mão larga
todos
os
emigrados.
Gorvenava
então
aquelle
estado
Fran
cisco IV.
Seu
Filho,
Francisco
V.
soube
conti
nuar
as
bellas iradicções da
sua
casa
e
se
a
revolução
ponde
usurpar-lhe
os
.seus
di
reitos,
uão pnu.ie força
f-o
a
pialicar
ac
ção
que
estivesse
debaixo
da
dignidade
de
mi)
soberano
legitimo,
nem
obstar
a
que
los»e decidido
proleclor
dos
legilimistas de
todos
os
paizes.
Nasceu
Sua
Alteza a
1
de
junho
de
1819
e
casou
a
30
de
março
de
18i2 com
a
Grau-Duqueza
Aldegundes Augusta, irmã
de
Maximrliano
li,
Rei da
^aviera.
D
’este casamento
não
houve
filhos.
Francisco
V
deixa
duas
irmãs.
A
legitima
Rainha
de
França, Maria
Thereza
Beatriz, que
nasceu
a 14
de
julho
de
1817,
e
casou
com
Henrique
V
ern
16
de
novembro
de
1846.
A
Senhora
Dona
Beatriz,
mãe de
Dom
Carlos
VII,
que
nasceu a
13
de
fevereiro
de
1824.
e
casou
em
6
de
fevereiro
de
1847
com
o
Senhor
Dom
João Carlos
de
Bour
bon,
irmão
e
succe-sor
de
Carlos
VI.
Legilimistas,
jodho
em
terra
e
oremos
pelo
eterno
descanço
de
Francisco
V,
Du
que
de
Modena.
—
(Da
«Nação»)
C«Bl?B3e»es
extravagantes.—
Os
anti
gos
Ga lios
mergulhavam
em
agua
as
creanças
recemuascidas,
para as íbrulecir.
—
Faziam
parar
to
ia
a
gente,
para
perguntar
ntfvi-
da
les.
—
Enfeitavam-se
com
pulseiras,
col
lares
e
cintos
d’
uuro.
—Pintavam
os cabel-
Ins
de
escamado,
com-uma
pomada
feita
com
gordura
de
cabra
e cinzas
de faia.
—
Quanto
iam
para a
guerra,
levavam
na
cabeça
uma
especie
de
cabelleira
côr
de
sangue,
que
lhes
dava um
aspecto
feroz.
—
Os
soberanos
e
as
primeiras
mageslades
polvilhavam
o cabello
e
a
barda
com
li
malha
d
ouro,
nós dias
mais
soíemnes
e
festivos.—As
mulheres
concoiriam
a
todas
as assembleias
en»
que
se
tratava
de p
z
ou
guerra.
—
Os
homens
gordos
eram
con-
demnados
a
certa multa
que
variava
na
proporção
da
gordura.
—
Queimavam se
os
cadaveres, e
ao
mesmo
tempo
queimavam
também
as
armas
dos
finados,
os
seus
ves
tidos,
os
seus
cavallos,
e
ale
os
escravo-
e
animaes
que
mais tinham
estimado.
—
«ConimbriceiiSe.»
Cfiaorãu
»8os jwrdins.
—
Esta
planta,
conhecida
também
pelos
nomes de
moncos
de
perú
e
rabos
de
raposa,
cultiva-se
com
frequeucia nos
jardins,
e
pertence
a uma
ordem
curiosa,
as
amaranlaceas,
em
que
figuram
oimas
especies, sendo
as
mais
vul
gares
os marlineles
ou
veludilhos,
bredos,
etc.
Na
antiguidade
esta
planta
era
symbo-
!o
da
irnmportaíidade,
e
ainda
hoje é
o
emblema
da
constância.
As
coròas
tecidas
com
esta
flor
serviam
anligaiuente
para
premiar
os
feitos
heroicos.
Na
academia
dos
jogos
floraes
eram
empregadas
como
recompensas
poéticas. Christina
da
Suécia
instituiu
etn 1653
uma
ordem
de
nobre
za,
que
tinha
por
divisa
e>ta
planta.
E’
curiosa
e
interessante
a historia
e
origem
d
’
esta
inbtitoição.
A
rainha
cristina aproveitou
uma
festa
annual,
que
se celebrava com
grande
ex-
solo
tremia, como
se
um
bando
de
by-
poppotamos
tivesse
entrado
na
cidade.
Ao
jantar
cad>
individuo
occjipa^a
o
logar
de
dous, e
a
meza
tinha
aberturas
se
oi-cir-
culares
adaptadas
á
capacidade
de
cada
um.
Consumiram-se
no banquete
100
al
queires
d’oslrrs,
10
toneladas
de
batatas,
300
libras
de
carpas,
100
libras
d’enguias,
300
libras
de lagostas,
não
contando
mon
tanhas
de
carnes,
v
cca,
carneiro,
anho
e
cação. Só se bebeu
cervea, consummin-
do-SH
umas
30)
pipas.»
—
(Idem).
CnsnlBiho «8e ferro da JliBtlao.—
«Proseguem com
actividade
os
trabalhos
do
lunel
do
Tamel. A extensão
total
do
túnel,
depois
de completo,
medirá
proxi
mamente
950
metros
e
a
galeria
terá
8
pontos
de
ataque,
pois
que,
além
das
duas
boccas
de
entrada
e
sahida,
haverá
o
accessò
por
tres
poços,
em
qne
com
vigor
se
trabalha
noite
e
dia.
como
é
de
uso
e
vantagem n
’
este
genero
de con'struc-
ções.
O
poço
n.
1
(do lado
do
sul)
tem
já
uns
34
melros
de
profundidade,
faltando-
lhe
9
metros
para
o
seu completo
acaba
mento
O
do
meio,
cuja
profundida
le
de
verá
ser
de 52
metros,
já
se acha confec-
cionado
alé
á profundidade
de
27
melros,
e o
do
norie
(poço
n.
u
3) está
prestes
a
chegar ao
seu
termo,
por
ser o
menos
pro
fundo (33
metros)
e
ter
já
31
metros
pre-
íurados.
Quanto
ás
duas
boccas,
a do
sul é
a
mais
alrazada,
pela
pasmosa
abundancia
d’
agua
que
tem
apparecido
na
trincheira
de
entrada
do lunel
e
dificultado
assim
o
andamento
rápido
do
trabalho.
Pela
do
norte
jé
se
entrou
em
galeria
uo
principio
do
passado mez
de
outubro.
O
avanço
medio
por
dia,
desde o
prin
cipio
d’esla
importante
obra,
lem
sido
o
seguinte':
0,36
nu
poço
n.°
1,
0,34
n.
2,
0,36
no
n.
3
e
0.44
na gaí
rio
do
nor
te,
nolando-sp
que
conveniências
de
servi
ço
obrigado
a
interromper
durante
mui
tos
dias
o
trabalho
de
prefuração
da
gale
ria
e,
por
isso,
o avanço
medio
de
0,44
é
com
certesa
bastante
interior
ao
qne
de
futuro
deverá
ser
obtido.»
(Aurora
do
Lima)
SietninaB
*
i<»
de
SiMitaresn. —
Vimos
uma
cana
do
exm.°
e
revm.
0
sor.
dr.
Ma
nuel
Xavier
Pinto
Homem,
dirigida
ao
snr.
Ernesto-
Chardron, na
qual
se
lè
um
trecho,
relativo
ao
«Thesouro
do Sacer
dote»,
obra do
jesuíta Mach,
a
qnal
vae
entrar
uo
prelo traduzida
pelo
revm.0 snr.
padre
Marnoco, qoe
diz
:
«Mande
v.
s.a
para
aqui 59 oo
60
exemplares
para
serem
de.4ribuidos
aos
seminaristas
iheologos.
Conheço já
g
«The
souro
do
Sacerdote»,
porque
possuo
o
ori
ginal
hispanhol
ha
tres
ou
quatro
an
nos.
E
’
um
excellente
livro
e
quasi
indis
pensável ao
padre
»
Grande
reforço
são ás
nossas
as
pa
lavras
auctoris'àUissi(has
do sor.
dr.
Xa
vier
Homem
em
abono
do
«Thesouro
do
Sacerdote».
,
Por
ellas
vêem os
leitores
qye
a
«Pa-
lavra»
só
recornmeóda
obras
de
reconhe
cida
utilidade
e
orthodoxia
e
assim
o
re
conhecem
os
mais
auctorisados
leitores
e
assignantes
do
mesmo
jornal
Ainda
ha
dias
nos escreveu
urn
eccle-
siastico,
dizendo-uos q'ue
havia adquirido
quantas
obras
a
«Palavra»
tem recoinmeti-
dado
e
felicitando-«os
pelos
grandes
ser
viços
que
está
fazendo
este
jornal
á Re
ligião
e ao paiz
coro
a propagação
dos
bons-
livros
Nos
directores
dos
seminários
do
paiz
podíamos
nós
encontrar
grandes
auxiliares
n
’
esta
ellièacissima
propaganda
se
todos
imitassem
o
exm.°
e
revm.0
stir.
Reitor
do
seminário
de Santarém.
Com
isso
lucraria
muitíssimo o
novo
clero,
e
lucrando
elle
lucrar a a
socieda
de,
põis
que
o
sacerdote
instruído nas
verdades
religiosas
sabe
bem pèrsutdir
os
leigos
a
que
se
instruam
nas mesmas
ver
dades
do
modo
por
que elle
se
instruiu,
iodo
beber
nas
mesmas
fontes
em
que
>lle
bebeu
a
agua pura
da
sciencia
da
Religião,
a
mais
importante
de
todas as-
sciencias.
Sabemos
que
o
snr.
Reitor
do
seminá
rio
de
baularem lem
adquirido
para
a
biblrotbeca
do
mesmo
seminário
a maior
parle das
obras estrangeiras
mais
impor
tantes
que a
«Pala«w»
tem
annunciado
e
recommendado
;
mas
não
contente com
isso
aconselha
os
alumnos da
me^ma
ca
sa
que
para
isso, teem meios
a
que
as
adquiram
para
,
si.
A
grande
solicitude,
o
vivissifno in
teresse
que
toma
o
snr.
Xavier
Homem
pela
educação
religiosa
da
juventude
con
fiada
a
seus
disvelos
é signal
inequívoca
de que
dispensa igual
cuidado
e
consi
deração
a
tudo
o
mais
que
requere
a
boa
direcção
d
’
trtn
estabelecimento-
des
tes.
Assim
nol
o
confirmam
os
bons
crédi
tos
que
tem
adquirido
aquelle
seminário
sob
a
regencia
do
mesmo
senhor,
a.con
fiança
que
n
’
dle
merecidamente
deposita
o
exm
0
Cardeal
Palriarcha,
e
a
leitura
que
fizemos dos relatórios
apresentados
nos tres precedentes
annos
pelo dito
snr.
Reitor
ao
snr.
Cardeal
Palriarcha.
Receba,
pois,
o
snr.
Pinto
Homem
nossas
cordeaes
e
sinceras
felicitações.
—
(Palavra).
anurns
a
tuuus
sem
medicina,
pur-I
gantes
nem
despezas
com
o
uso
da
delicio
sa
farinha
de
saúde,
DL
BARRY
de
Londres.
99 annos
d’invariave> sueeessu
5
Toda
a
moléstia
acaba
com
o
uso
da
deliciosa
Revalesciére
du
Barry
que
tor
na
a
dar
a
saude,
a
energia,
a
boa di
gestão
e
o
somno.
Cora
as
indigestõe,
(dispepsia)
gastrica,
gastralgia,
ílegmas,
arrotos,
flatos,
amargor
na
bocca,
pitui-
tas,
nauseas,
vomilos,
irritações
intesti-
naes, diarihea.
dizenteria, cólicas,
tosses
asthma,
falta
de
respiração,
oppressão,
con
gestões,
mal
aos
nervos,
dial^ethe,
debi
lidade,
todas
as
desordens
no
peito,
na
garganta,
do
alito,
das
broochiles,
da
be
xiga,
do
ligado,
dos
rins,
dos
intestinos,
da
oiucosr, do
cerebro
e
do
sangue.
75:000
curas
enire
as
quaes
contam-se
a
do
du
que
de
Pluskow da
exc.'
na snr,
a
marqueza
<Je
Brehan. dos
doutores
Manoel
Saens de
Tejada da
Universidade
de
Cordova
etc.
etc.
Certificado
do
celebre
dr.lludulph
Wur-
zcr
i
Bonn,
19
de
Julho
de
1854.
Esta
ligeira
e
agradavel
farinha
é
o
melhor
ab
orventé;
ao
mesmo
lempo
nu-
liitiva
e
restaurante
sobslitue
admiravel
mente
toda
a
medicação
em
muitas
doen
ças.
E’
de
grande
utilidade,
sobie
tudo
nas
renitências
habiluaes do
ventre,
bem
como
nas
uiarrheas,
affecçôe
*
nos
rins
e
na
bexiga,
na
pedra,
irritações,
inflamações,
e
caimbras
«la
uretra,
e
bexiga, nos
aper
tos
e
heniorroides
bem
como
nas
enfermi
dades
pulmonares,
bronchites,
na
tosse
e
consumpçao. Tenho
a
convicção
que
a
Re-
valescicre
du
Barry
tem
a
propriedade
pre
ciosa
de
curar
as
moléstias hecticas.
Dr.
Rud.
W
uiizer
membro
de
muitas
socidades
scientificas.
Seis
vezes
mais
nutritiva
do que a
car
ne
seui
esquentar,
economisa
cineoenta
vezes
o seu
preço
eni
remedios.
—
Preços
fixos
da
venda
por
miudo
em
toda
a
pe
nínsula
:
Em
caixas de
folha
de
lata,
Ue
‘
/
4
kilo,
500
;
de
kilo
800
rs
;
de um
kno
15RMI
reis;
de 2
í
/
i
kilos,
35200
reis;
de
6 ki
los,
65100
reis,
e de
12
kilos,
125600
reis
Os
biscoitos
da
Revalesciére
qne
se
po
dem
comer a
qualquer
hora vendem-se
em
caixas
a
800
e
15400
reis.
O
melhor
chocolate para a
saúde
é
a
BevaBeMCière
cíiocolHtada
4
ella
res
tituo o
appeitite,
digestão,
somno, energia
as
carnes
duras
ás
pessoas,
e ás
creanças
e
mais
fracas,
e sustenta
dez
vezes mais
que
a
carne,
e
que
o
chocolate ordinário,
se»»
esquentar.
Em paus,
ou
em
pó
em
caixas
de
folha
de
laia
de
10
chavenas,
560
reis
;
de2'i
cháve
nas,
820
reis, de
48
chavenas,
15
*
06
;
de
420
chavenas,
35200
reis,
ou
25
r
eis
cada
chavi.
ua.
RtitKY
DU
BABtttir
& U.a
-Pla-
ce
Veudòuie, 26,
Pariz;
77
Regenl
Street
Londres Valverde, 1,
Madrid.
'
O
puarmaceuticos,
droguistas,
mer-
cieiros,
etc.,
das
provincias
devem
diri
gir
os
seus
pedidos
ao
deposito
Central ;
sn
Serzedello
3c
C.
a
Largo
do
Corpo
«Santo
16,
Lisbo»,
(por
grosso
e
miudo)
;
Ca «.M
Barreto, rua
do
Loteio,
28;
Bar
rai
a: kmãos,
rua
Aurea,
12.
Parlo,
J.
de
S<
us
Ferreira
&
Irmão,
rua da Ba-
libaria
77
,
de
bequeira
;
J.
Pinto
;
Desí-
ré
Hahir;
Uossabris,
V.
Botelho
de
Vas-
concellos
;
Aveiro,
F.
E.
da
Luz
e
Costa,
pharm.
;
iSaireelloa,
Ramos,
pharm.;
SJr«a»,
Pharmacia
Maia,
rua
dos
Chãos,
Pipa
óc
Irmão,
rua
do
Souto,
Domingos
J.
V.
Machado,
praça
Municipal.
Figueira,
Anlonio
Vieira,
pharm.;
Ctuimarãea,
A.
J.
Pereira
Martins, pharm.
;
Pena-
fiel,
Miranda,
pharm.
;
Ponte
d® Lima,
A.
J. Rodrigues
Barbosa,
pharm.
; Po
vo»
do
Varzim,
P.
Machado
de Oli
veira,
pharma.
;
Wiasnna do
©astello,
Aflonso
e
Barros,
droguistas;
Villa
.dc»
Conde, A.
L.
Maia
Torres
pharm.
BKiHôSâSlO
Na
rua de Santo
André n.°
35,
com
pra-se
um
Diccionario
de
Frei
Domingues
Vieira.
Quem
0
quizer
vender falle
na
mes
ma.
ÕOO
?
5 )U0
réis
a
juro
2828
Dá-se
esta
quantia
a
juro
de
5
p.
c.
na
irmandade
das
almas
de
S.
Vicente
d
’
es-
ta
cidade.
Quem d’
ella
precisar
dirija-se
á meza
da
mesma
irmandade,
requerendo
na
forma
do
estilo
e
nomeando
hepolhe-
ca
e fiadores
que
apresenta
para
garantia
da mesma
quantia.
FOGÃO
2829
Vende-se
um
fogão
de
meza
(sem
buracos)
em
bom uso.—
Rua de
8. Miguel
O Anjo,
n.°
33.
3F
Empreitada
1.
a
Parte
Terraplenagens
entre
os
perfis
202
e
260
na
extensão
de
783,83.
2. a Parte
Construcção
de
tres
aqueduclos
de ty
po
u.°
1
e
qpatro
de
typo
n.°
2.
3
a
Parte
Pavimento
entre
os
perfis
202
e
260
na
extensão
de
783,83.
4.
a
Parte
Servidões
entre
os
perfis
202 e
260.
Base de
licitação
da 3.
a
empreitada,
1:9615000
rs.
,4.
a Empreitada
1.
a
Parle
Construcção
d
’um
pontão <!e
nove
me
lros d’
aberlura
sobre
0
Raoha.
2. a
Parle
Construcção
d
’
um
pontão
de
quatro me
lros
d
’
abertura
sobre
o
ribeiro
das
Insuas.
Base
de
licitação
da
4.
a
empreitada,
3
2505000
rs.
'
As
condições
para
a arrematação e
execução
das
obras,
assim
como
a
quanti
dade
de
obra
de
que
se
cuaipõe
cada
par
te
das
empreitadas
acima
mencionadas,
plan
ta,
perfil
longitudinal,
perfis
transversaes,
desenhos
de obra
d’
arte.
cadernos
de
des-
cripção
e
medição
das
obras
acham-se
pa
tentes na
repartição
districtai
de
Obras
Publicas
de
Braga
todos
os
dias
não san
lificados
desde
as
9
da
manhã
ate
ás
3
da
tarde.
Bepartição
districtai
de Obras
Publicas
de Braga,
24
de
novembro
ue
187o.
O
engenhei
0
(2823)
Antonio
Plácido de
Vasconcellos
Peixoto.
Rapaz
para negocio
Precisa-se
de
um
rapaz
com
um
anno
de
lempo
em loja
de
mercearia
para
uma
das melhores
d’esia
cidade
Recebem-se
e
dão se esclarecimentos
n’
esta led^cção.
.2825)
Banco
Mercantil
de Braga
Sociedade
nnonyana de responsa
bilidade
limitada.
São
convidados
os
snrs.
accionistas
d
’
esle
banco
a
fazerem
a 4
a
entrada
de
20
p.
c.
ou
105
Por acção de
1
a
6
de
dezembro
proximo futuro.
Em
Braga no
edifício do
Banco.
No
Porto,
na
sua
agencia,
praça
de
D.
Pedro
n.°
22.
Braga
e
Banco
Mercantil íb
de
novem
bro
de
1875
Pelo
Banco
Mercantil
de
Braga
José
Anlonio
Rebello
da
Silva
João
da Cosia
Palmeira
José Joaquim
Lopes
Cardoso.
(149)
(2827)
ESPECIALIDADE
Alexandre
Casabne, com
estabeleci
mento
de
chapéus
oa
ma
de
Saoto Ao-
lonio,
n.°
90
—Porto.
—
Acaba
de.
abrir
o
'es
ta
cidade
uma
filial,
que
offerece ao
res
peitável
publico
bracaieosê,
uni
liodo
e
variado soilido
de
chapéus,
tanto
pa
a
se
nhora
como para
creança,
lodos
executa
dos
pelos
últimos
figuiinos
parisienses.
Também
tem
á
venda
lul
preto,
flores
e
plumas,
eic.,
eic.
Preços
convidativos
e
fixos.
Recebem-se
encommendas
32—
Rua
do
Soulo
—32
(2806)
Carreira
diari.a
Teixeira
&
Mesquita,
d’
esla
cidade
fa
zem
publico,
que
0
seu
carro
que sai
do
escriptorio
do
Ribeiro Braga
para
a
Povoa
de
Lauhoso
ás
6
horas
da
manhã,
princi
pia
a
sair ás
7,
desde
0
dia
28
do cor
rente,
e
chega
á
Povoa
á*
9
da
manhã
;
e
0
carro
que
sae
ás
2
horas
da
tarde,
continua
ás
mesmas
horas.
Braga
26
de
novembro
de
1875.
2826
Pela
repartição
districtaVde
obras
publicas
de
Braga
*
Faz-se
saber
que
no
dia
15
de dezem
bro,
pelas
11 horas
da
manhã
perante
0
administrador
do
concelho de
Fafe e
d
’
um
empregado
da
repartição
acima
menciona
da
se
procederá
á
arrematação,
por
licita
ção veibal em
basta
publica
das
seguin
tes
empreitadas
da
estrada districtai
n
0
10,
de
Paços de
Ferreira
a
Fafe,
lanço
si
tuado
enire
Fafe
e Silvares.
í.
a
Etnpreilada
1.
a
Parte
Ttrraplcnagens
entre
os perfis
0
e
90 na
extensão
de
!:3()r°,i84
comprebendendo
muros
d
’esptra
aos
atterros
entre
os
per
fis
67
e
68,
76
e
77 no cumprimento de
19,
m
,54.
2.
a
Parte
Couslrucção
de
seis
aqueduclos
de
ty-
po
n.°
1
e
um
de typo n.°
2.
3.
a Parte
Pavimento entre
os
perfis
0
e
90
na ex
tensão
de 1:301,84.
4. a
Parte
Servidões
entre
os
perfis 0 e
90.
Base
de
licitação
de
l.
a
empreitada
2.4345000
réis.
2F
Empreitada
1.
a
Parte
Terraplenagens
enire
os
perfis
90 e 202
na
exlemão
de
1:922,79.
2. a
Parte
Cor.strucção
de
doze
aqueduclos
de
typo
n.°
1
e
um
de
typo
n.°
2.
3.
a
Parle
Pavimento
entre
os
perfis 90 e
202.
4.
a
Parle
Servidões
entre
os
perfis
90
a
202.
Base
de licitação
da
2.d
empreitada,
3.6655000
rs.
VENDA
IMPORTANTE
Vendem-se
as quintas do
Barrai
e
de
Fuod-Villa,
ou
as
do
Paço e
Sandarão
em
grupos
de duas
para
um
lado
e
duas
pa
ra
outro,
por
assim
se ?charem
ligadas
ou
cada
uma
sobre
si,
com
suas
respecti-
vas
pertenças,
conforme
sua
discripção
no
respectivo
inventario,
e
iodas
sitas
na
fre
guezia
de
Semelhe,
soburbios
d’
esta
cidade.
Tratam-se
com
a
excm.
a
gerencia
do
Banco
do
Minho.
x
(2819)
ííilíAZIii
ih'i
ihiih-N
DO
ALTO
DOURO
1>A
CASA.
DE VIKzIzA PDCCA
RUA
DO
SOUTO N.°
15-Braga.
N
’
este
armazém
sc
encontram
a
retalho
as
seguintes
qualidades
de
vinhos
enga
rrafados
:
Vmho
tinto
de
meza.
(sem
garrafa)
150
»
>
>>.190
>
Lagrima.......................................
200
>
Branco
de
meza.......................
210
» limo
de
meza
fino.
. .
.
270
»
de
prova
secca. ....
300
«
Malvasia
de
2.
a
........................
360
»
»
velho..............................400
»
Malvasia,
Bastardo
e
Moscatel
a
500
»
Roucão.......................................
709.
>
Alvatalhão.................................. 560
j>
Velho
de
1854
....
600
»
a
retalho
para
meza
50
e
80,
u
quartilho
unto,
e
branco
120.
Responde-se
e
garante-se
a
pureza
e
boa
qualidade
de
lodos
estes
vinhos,
po
dendo
todo
e qualquer
consumidor
raao-
dal-o
experimentar
por
meio
de
qualquer
processo
chymico.
•
(5]
*
)
Vende-se
uma
morada
de
casas
si-
-.4
t
*
s
na
rua
du
Forno,
com
0
n.°
C0(n
j
o
j
s
andares
e
aguas
furtadas
e
tem
bons
commodos para
qual
quer
farnilia.
Quem perlender
falle
na
rua
de
Gnadalupe,
n
0
2
C.
(2787)
enxeiitos
João da
Costa
Palmeira,
tem
para
ven
der
na sua
quinta
de Santa
Eulalia
de
Tenões os
seguintes
:
Enxertos
de
pereira,
macieira,
Peceguei-
ro
de Amaraole, ameixoeiras de varias
qualidades,
damasqueiros,
nogueiras,
sal
gueiros.
estacas
de choupo
com raiz
e
sem
ella
e
vides,
ludo bom e
preços
rasoaveis.
(2821)
lia
dois
dias
achou-se
uo
campo
de
D.
Luiz
I,
um
annel
de
oiro. Quem
o
peidesse
dirija-se
a
casa do
sur
Anlonio
Alves
Monteiro
Braga..
(2822)
JUBILEU
ÍJO ANJV®
SANiTD
O
Juiz
e
mesarios
da
Irmandade
do
Martyr
S. Vicente,
lem
determinado
sair
com
a
procissão
do
Jubiieu
do
Anno
San
to,
nos
dias
3, 4
e
5
do
proximo
mez
de
dez.
inbro,
pelas
duas
e
mea
horas
da
tarde,
e
n
’
esses
mesmos
dias
também
ha
verá
confessores
para
os
irmãos na
sua
capella
;
por
isso
convidam
todos
os ir- jt
mãos
e
lodos
os
fieis
que
queiram
acom
panhar
a
dita
procissão
a
comparecerem
ua
referida
capella
nos
dias
e
horas
indica
dos.
Braga 26 de
novembro
de
1875.
O
secretario,
Domingos
José
Soares.
A
gente
em OSraga
ANTONIO
JOSE
’
ALVES
DE
CASTRO
31,
Largo
da Senhora
A
Branca,
31
Faz
as
seguinies
operações :
Desconia
leiras
da
terra
e
de
cambio.
Encarrega-se da
compra
e venda de
pa
peis
de
credito.
Recebe
dinheiro
á
ordem
e
a
praso
abo
nando
juros.
Empresta
sobre
penhores
d’
ouro,
pra
ta,
inscripções,
acções
de
bancos e
com
panhias.
Saca
sobre
praças
do
reino e
estran
geiras,
onde
0
Banco lem agencias
(3
*
)
ALMEIDA
& PEREIRA
Largo
do
Barão
de S.
Martinho
n.°
18
Compram
e
vendem
acções
de
todos
os
bancos
e
compa
ihias, e
inscripçõfs
d
’
assenlamento
e
coupons.
(í)
O
professor
em
artes,
lettras
e
scien
cias,
membro
do clero
e
magistrados,
todo
o
medico, cirurgião,
dentista
e
artista,
que
desejem
obter
o
titulo
e
diploma
de
doutor
ou
bacharel
honorário,
podem
diri-
gir-se a
Medicus,
rua
do
Rei,
46,
om
Jor-
sey
(Inglaterra).
(T
*
)
braga
:
typographia
lusitana
—
1875. - É o formato de
-
comerciominho_30111875_427.pdf
Parte de Comércio do Minho (O)