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-
3.’
ANNO 1875
FOLHA
COMMERCIAL RELIGIOSA E NOTICIOSA
NUMERO 415
Assigna-see
vende-se
no
escriplorio
do
editor
e
proprietário
Josi
Maria
Dias
da Costa,
rua Nova n.*
3
E,
oara
onde deve
ser
dirigida
toda
a
correspondência
franca
de
porte.
=
As
assi-
gnaturas
são
pagas
adiantadas
;
assim
como as
correspondên
cias
de
interesse
particular.
Folha
avulso
10
rs.
POSMCA-S
3K
ÁS
TERÇAS,
QUINTAS
E
SABBADOS.
P
reços
:
Braga,
anno
1^600
rs.«Semestre
850
rs.==»Prov»n-
cias,
anno
2&4Ó0
rs
e
sendo
duas
4^000
rs.«Semestre
1&250
rs.
—Brazil,
anno
4&400
rs.
«Semestre
2&300
rs.
moeda forte,
ou.
lOpOOOjejs
e
5-SoOO reis moeda
fraca.«Annuncios
por
linha
20
rs.,
repetição 10
rs.
Para
os
assignantes
20 %
d
’
abatimento.
iànÈiãiiSÍMfií®KíJK^tti^»wiBW»a»e«râiiã«ií
*
dí»s
*
»sesCT«»«^'ttk^^
BE.1G.4-
$
ABBABO
30 »E
OUTUBRO
Aos
nosso».
Ninguém
o
duvida.
A
corrente
dos
acontecimentos
vae
de
dia
a
dia
desdo-
brando-se
ma's
no
grande
circulo
que
pro-
inetle
abraçar.
—Sao
gigantescos
os
ele
mentos
que
se
topam,
tremenda
a
lucta !
A
revolução
acolheu-se
em
muralhas
de
ferro,
edificadas
sobre
alicerces
d’
arèa.
Escora-as
a
ponta
das bayonetas;
suici-
dar
se-ha
no
derradeiro
lance
da
desespe
ração
se
a
nào
matarem
odios
que
agas
tou.
Delxle-se impaciente
e vacilante
no
seio
da
chamma
que
a
envolve,
ruge,
dilata
as
fauces,
estrangula
victimas ;
não
se
refrigera no sangue
que a
escalda,
mas
respira
na
alhmosphera
que a
envenena.
Maldita,
condemnada,
obedece
ao
seu
desuno fatal.
Receberam-n
’a
os
povos
na
cegueira
de
um
defirio,
ha-de
matar-se
na
febre
dos desatinos.
Derroca-se
a
moderna
escola,
ficando
todavia
de
pé,
em meio
das
ruiuas,
o
edifício
secular,
onde
exis
tem
deteriorados
despojos por
emre
silen
ciosos
vestígios
de
um
abandono sinis
tro;
restos
do
passado
que
são
fecunda
seiva
de
auspicioso
futuro.
Tão
graode
como
ella
foi,
é
a
reacçâo
legitima
que a
asfixia
no
apertado
nó
dos
seus
proprios
erros.
Mas lucta !
Quando
livre despótica, quando despó
tica audaz;
absurdo
que
é,
flagello
que
lem sido.
Espectro
da
desgraça
que
se
arrasta
errante
sobre
a
terra
como um
anathema
vivo,
maldito
das
turbas
que sedusiu,
execrado
das
multidões
que
avassalou
!
Mas
vive
ainda!.
Fogo
latente
qoe
se
occuita
na
cinza,
mas
qne
se
se
não
ex
tinguir
pode trazer
uovas
devastações
mais
hutrendas
do
que
hontem,
mais lugubres
do
que
hoje.
0
século
passado
lhe
erigiu
altares,
a
tremenda
lição
lhe
cava
catacumbas.
Ergueu-a do berço a
mão
aventureira
do
condemnado
de
Santa
Helena;
impulsou-a
para
o
abysmo
a
primeira
pedra
que
der
ribou
dos
corucheos
do
Vaticano!
Póde
no
uliimo
arranco
desfazer-se
como a
tempestade
em
raios
impetuosos,
inas
a
torrente
que
se
despenha,
a
lor-
menta
que
se
desencadea,
lem
o
seu
ter
mo fatal.
O cahos
traz
a
luz,
e
a
luz
é
o
dia
d
’
ámanhã.
Quando
esse
dia
chegar,
tem
de
apa
gar
dôres,
mas
reverdecerão
esperanças.
Dôres
que
gemem
!
N.nguetn
zombe
d’
esse
gemido,
que,
deslisado
um
dia
mais,
será
um
hymno
de
triumphos.
Esperanças
que
já
despontam
corno
uma
aurora
de
paz!
Ninguém
as
desdenhe
que
ellas
são
folha
solta do
immeuso
livro
dos
destinos.
Luclar!
Luctar
embora!
Mas
n
’
essa
lucla
haja
o
vigor
da
co
ragem
e
o
animo
do
extremo
esforço.
A
expectativa,
quaudo
não
é
para
re
fazer
alentos,
póde
ser
a
indolência
que
debilita
e mata.
E
o labaro
da
legitimidade
em
Por
tugal,
enrolado ua
tenda
occiosa
do
ve
terano
afadigado,
em
quanto
o
vento
rijo
solta
já
a
bandeira
dos
combales
ao
cla
mor
das
primeiras
victorias,
oão
chama
para
essa
lucta,
nem
o
ancião
que
n
’
ella
representa
as
honrosas
tradições do
preté
rito,
nem
a
nova
geração
que tem nas
mãos
as
glorias
do
futuro.
Na arena
vasta
dormem
uns
sobre
recordações
saudosas,
e
se
negligenceiarn
outros
em
hesitações
cobardes,
ou
em
vi
sões
absurdas
I
Por
que
é
islo?
E
’
porventura
digno
e
cavalbeiroso
esconder
crenças?
Quem
treme
!
Por
que
a
espionagem
vos
apon-
U,
furtaes
o
peito
ao
golpe
inimigo?
E não
vêdes
alem
regar
de
sangue
de
martyres o
caminho que pretendeis
tran
quilos
transpor
ámanhã
para chegardes
ao
topo
que
demandaes ?
Não
vêdes
que
rTesse
caminho
irmãos
qoe
são
heroes,
vos
estendem
os
braços
pedindo
o
vosso
apoio
para
luciarem,
e
a
vossa
força
para
vencerem?
Por
que
lhes
vohas o
rosto?
O
que
haveis
responder
a
quem
áma
nhã vos
chamar
cobardes,
se
vos
não
cha
mar
traidores
?
Responder-lhe-heis
apenas
allegando
a
firmeza das
vossas
crenças
e
a
sinceridade
das
vossas
aspirações?
Essa
firmeza
é
um
dever
da
honra :
essas
aspirações,
sem
que
os
factos
as
justifiquem,
são
um
igois-
iiio
despresivel. Nem
aquella
nem
estas
bastarão
á
grandeza de
tão
renhidas
pu-
gDdS.
Do
fundo
do
antro
onde se
esconde
a
pusiianimidade
e quem
sabe
se
a
especu
lação,
como
que
&áe
uma
voz
tremula
que pretende
justificar-vos
:
«Essa
inércia,
pois,
chama
se
—
prudência,
esta
quietação
chama-se
disciplina,
e»las
placidas
aspi
rações
chamam-se
diplomacia.
Havemos
sem recursos
lançar-nos á
ventura,
su-
bmellendo inoflensivos
o
collo
ao
cutello
vingador?
Não
será
a
unidade
politica
bas
tante
insemivo para que
nos
venham
tra
zer
a
casa
uma corôa
que
estranhos
de
fenderão, leis
que
estrangeiros
hão-de fa
zer
?>
E
quem
vos
assegura
que
quando
além
tremular
o
tropheu
dos vencedores
nao
hão-de
elles abandonar-vos
á
vossa inér
cia
com
um
sorriso
ironico
de
despreso
e
de justo
rescntimenlo
?
Quem
vos
garante
que
esses
mesmos
adversários
que
hoje
vos
cobrem
d
’
aílron-
las
nào
hão-de
aproveitar
esse
resenti-
menlo
para
estabelecerem
novos
abysmos
qoe
vos
detenham
em
vosso
caminho,
so
brepujando-vos
em
uma
derrota
ignóbil?
Porque eslaes
firmes
em
vossos
ba
luartes, qneieis que
vos
venham pedir
ánn-
nhã
a
graça de
receberdes
uma
ne»ga
de
gloria,
e
os
despojos
do
inimigo
que
oão
conquistaste»?
Como
haveis de
vencer
sem
vos
medirdes
no certame?
Oh!
taes
pre-
tenções
sào o
culminante
ridículo,
uma
esperança
imbicil,
uma
pusilaoimidade
ver
gonhosa,
e
indigna
d
’um partido
que
lem
foros
de
honra
e
de
dignidade.
Não
podeis
ainda
arremessar-vos
á
peleja,
não
podeis arrastar canhões
ao
alto
das
nossas montanhas,
nem
tendes
bayonetas
para entrardes
a
ferro
os
mu
ros
das
nossa»
cidades ?
Tel-as-heis
um
dia
quando
o
vosso
heroísmo
for
expres
são
da
vossa
vontade,
quando
vossos ca
pitães
vos
ouvirem
exclamar a
lodos,
uni
dos.
enlhusiastas,
decididos
—
avante!
Quem
armou
os
voluntários
de Car
los
VII?
Quem
os
conduziu
ao
frenesi
da
lu
cta?
A
prudência
que vós
tendes
como
principio absoluto e
invariável?
A
discipli
na
que
»ós
traduzis
no
vosso quasi
in-
differentismo
;
n
’
essa
cadeia
de
ferro,
que
não
letn
força
de
vos
unir
para
a
lucla,
mas
que
vos prende
em
redor
da
pyra
em
que
elevaes sacrifícios
ás
divindades
do
oxalá
?
Unir,
cerrar
as
filas,
que
o
tempo
ur
ge
e
a
causa
santa
o
exige.
Desenrole
a
bandeira
o menos
pusilânime,
e
que
ne
nhum se
aparte
d
’
esse
labaro
que
nos
ha
de
conduzir
a
todos,
quando
soar
a
hora
solemne.
Até
essa
hora,
oflerece-nos
o
inimigo
uma orbita legal
nos
codigos
da
sua
li
berdade.
Dentro
d’
essa orbita
todos
os
partidos
teem
o
direito de viver e
de
se
mostrarem
fortes.
Estejamos
ahi
até
que
o
clarim
nos
annuncie
a voz
do combate,
mas
esteja cada
um
em
seu
posto
de hon
ra
prestes
ao
primeiro
aignal.
Não
é
a
primeira
vez
que
falíamos
ao
partido legilimista
de
Portugal
esla lin
guagem,
cujo
ecco
se
reproduz
no
cora
ção de
todo». Ninguém ha ahi
que
não
oiça
a
voz
do
dever
bradando
alto
á
con
sciência
:
despertar
essa
voz
não é
oflen-
der
direitos,
nem
fazer
imposições
fúteis,
nem
aconselhar
temeridades
funestas.
Ap-
pelamos
para
o
intimo
sentimento
qoe
inspira
a
primeira
palavra
do
brio.
Não
é
um
espirito
irrequieto,
que
se
exalta
boje
por uma união
occiosa
e
des
necessária
;
é
um
coração
dedicado
que
se
expande
lealmente
nas
collisões
em
que
deve
manifestar-se
pelos
interesses
d
’uma
cansa
justa e
abençoada.
Coração
que
lem
sangue
de
martyres
d’
esta
causa,
sangue
que
a
dedicaçào
sincera
levou
já
ao
cam
po
da
peleja,
ofierecido pela abnegação,
entre o
fumo
dos combates,
á
bandeira
tres
v
ezes
santa
de
Deus,
Patria
e
Rei.
Se
tal
dedicação,
se
esta
voz
po>ie
en
contrar
um
espirito
fraco qoe
mal
a
com
prebenda,
respondam-lhe
milhares
de
cora
ções, d aquem
e d
’
alem
Alpes,
que
acom
panham
em
sinceros
votos
e
protegem
com
a
sua
união,
em esforço
e
sacrifícios,
cem
mil
voluntários
da
honra e
do
direito,
que assombram
a
Europa
com
o
prodígio
das
suas
armas.
B.
SENNA
FREITAS
----------------------------------
Importante.
Recebemos,
com
a
maior
satisfação,
da
fronteira
de
França
a
carta
que publica
rnos
em
seguida,
e
que
nos
traz a
mais
viva
esperança
nos
acontecimentos
do
rei
no
visinho.
As
falsidades
que o
governo
de
Ma
drid
manda
despachar
pelos
seus
orgãos,
eslão
suílicieoteiaeoie
desmentidas
no
que
nos
diz
o
nosso
amigo,
que
a
todos os
respeitos é
digno da
mais
ampla
confiança.
Se
a
falta
de
noticias
esfria muitas
vezes
o
enlhusiasmo
dos
que
olham
mais
atten-
tamente
para
o
norte
da
Hispanha.
bem-
dito
Deus,
»em
a
verdade
restabelecida
por
fados ianegaveis
trazer-nos
a
confian
ça,
e
acrisolar-nos a
lé.
Esperamos
que
o
nosso
bondoso
cor
respondente
não
faltará
á
promessa que
nos
faz de
nos
mimosear
mais
algumas
vezes
com
as
suas
apreciáveis noticias.
Eis a
carta
:
Bayonna
20
d
’
outubro.
Hontem
cheguei
de
Elisondo,
tendo
es
tado
tres
dias
em
Tolosa
onde
tive
a
hon
ra
de
ser
admitiido
a
beijar
a
mão
ao
Snr.
D.
Carlos.
Não
posso
descrever-lhe
as
impressões
que
senti
ao
ouvir
pe!
a
pri
meira
vez
as
palavras
de
El-Rei
tão
cheias
de
esperança
e
de
enlhusiasmo
pela
nos
sa
santa causa.
Se
nào
fosse
bastante
a
dedicação
que
lemos
pelos
nossos
prin
cípios
religiosos
e
políticos,
o
trato
d’EI-
Rei,
a
sua
bondade
natural,
e
esta
po
pularidade
io»ejavel
e
sem
igual
que
em
todas
as occasiões
se
revelia
eloquenle-
metile,
bastariam
para gaiantir
um
triun
fo
certo,
aiuda
que
mais
ou
menos
pro
ximo.
Vi
umas
noticias
miseráveis
publicadas
pelo
telegraío
relativamente a
uma
falsa
indisposição
do
clero
contra
o
snr.
D. Car
los.
Posso
assegurar-lhe
meu
amigo, para
que
o
diga
a
todos,
que
taes
noticias
são
uma
calumnia
infame. O
clero como o
povo,
e
o
povo
como
o exercito
vêem
no
Snr.
D.
Carlos
o
unico
homem
capaz de
salvar
a
nossa
infeliz
Hispanha.
Ãtnam-no
como
rei
e
como
homem
pela
sua cora
gem,
pela sua dedicação e peU
sua
vir
tude.
Salutar
exemplo
que
faz
do
exer
cito carlisla
um
frizaute exemplo
de
mo
ralidade
e disciplina,
como
também
ali
menta
a
reciidáo
e a
moralidade
que
dis-
fructarn
estes
povos
em
lodos
os ramos
da
admiuisliaçâo
publica.
Cada
dia lem
o
nosso
exercito
mais
elemento».
Tem
chegado a
Tolosa e
a
Eslella
grande
numero
de
cavallos
para
a
i»os»a
cavallaria,
bem
como
muito
gado
muar
para
a
artilheria
que
se
vae
engros
sando
muito cem
os
produclos
das
nos
sas
fabricas
qne
trabalham
com a
maior
actividãde.
Ha dias
estive nas
linhas
de
Hernani.
Parece
impossível como
ainda
existe
ahi
uma
casa de
pé.
tal é
a
violência
do
fogo
que
faz^m
as
nossas
baierius
sofre
aquella
pequena
mas
importante
povoa
ção
—
Ha
dias
rm
que
se
vêem no
ar
durante horas
cau^ecutivas
quatro
e
cinco
bombas
por minuio.
O»
estrago»
feitos
são
enormes,
e
grande
a
mortandade
dos
li
beraes.
Do
no»so lado
poucas
baixas
tem
havido, altentas
as
vantager
s das
nos>as
foriiíieações.
O
espirito
da
nossa
trepa nào
póde
ser
mais
animador
De
Tolosa
saram
tres
batalhões,
u
n
alavez
e
dois
oa^arros
para
ss
linhas de
Pamplona,
cujo
cerco
é
cada vez
ni
»is
apeaado,
e
onde
o
fogo
sobre
a
cida-
della cresce todos os
dia»
pelo
augmento
da
artilheria
grossa
que
ullimamcnte
para
alli
lem
sido enviada.
Em
Elisondo
também
ficaram dois
ba
talhões,
que
vão marchar
para
E-tella
com
outros
que
ficaram
á
no
te
em
Santo
Es-
teban.
Pelo
que
se
deprehende
do
movimen
to
de
tropas
q
>e
lemos
lido
estes
dias,
ou
se
espeta
que
o
inimigo
nos ataque,
ou alguma
surpresa
se
projecta
O
que
é
certo
é
que
ha
uma actividade
sem
igual,
que
nos
enche
de
confiança a
lo
dos.
Ante-honlem
consta
que
houve
um
en
contro
perto
de
Logrono, no qual
o
ini
migo
recebeu bastantes
baixas
deixando
em
nosso
pouer
uus
30,
segundo
outros
40
prisioneiros. 70
espingardas
e 8
caval-
los, bem
como
dois
cairos
com
pão e
seis
mudas
com
caixas
de
munições.
Em
;
Durango
donde
uos
chegou
a
noticia,
não
havia
ainda
todos
os
promenores
(Tes
te
encontro,
tão
favoiavel
para
as
nossas
armas.
Diz-se
que no
proximo
novembro
te
remos
de
nus
biter
cum o
niíio
AfT>o-
so
em
pessoa.
Deus
o
traga,
para conhe
cer
mais
uma
vez
a
tempera
das nossas
baionetas.
Esta
noticia
espaiha
grande
en-
thustasino,
porque
a
tropa
e
o povo
crê
qoe
se
ferirá
uma
acção decisiva,
e
quiçá
desgraçada para
o
partido liberal, pois
que
se
em
Abaoio
/0:000
homens
tiveram
de
recuar
diante
de
12
000,
hoje
que
o
nos
so
exercito se
acha graudemente
multi
plicado,
nenhum
receio
lemes
de
ser
ata
cados
pelo
exercito
liberal,
mesmo
sendo
tres
vezes
maior.
Então
(hemos
tudo
sem
íartilheria:
hoje
temol-a
e
muita,
e
boa,
e
não
nos
falta
recurso
de
nenhuma
es-
pecie.
Hoje
sigo
para
a
Catalunha
em
servi
ço,
mas
volte,
pois
que
alcancei
passa
gem
para
o
2.°
de
Castilla del
Cid.
D
ali
lhe
escreverei,
e
irei
coutando
o
muito
que
tenho
que
íhe
dizer,
e
a
et>»es
por-
tvguezes
que
me
não
esquecem nunca
nem
esquecerão
jámais,
pela
maneira
co-
mo
me hospedaram. Conto
estar
de
volta
aqui
antes
do
dia
lo
de
novembro.
T.
y
C.
Oa
«TmxaristaB» perante u crútica
<l'um liberal
;
Cunclusào]
Resumo
dos
caracteres
:
Na
religião:
l.°
uma
rapariga
que
to
ma
a
serio
a
vida,
o
dever,
o
sacrifício,
trucção
elementar,
faliam
correctamente
o
francez
e
escrevem
com grande nitidez
calligrafica
e
grammatical.
Estes
resulta
dos
são principalmente
devidos
a
uma
es-
colla
fuudada
n
’
aquella
possessão
pelas
Irmãs
da
Caridade.
Uma
das
cireumstancias
que
mais
con-
tribue
para
falsear
o
critério
porque
sào
geralmente
julgadas
as
Irmãs
da
Caridade
é
supporem alguns dos nossos
íilosofos
que
o
orbe
habitado termina
na
Cova
da
Piedade,
e
que
as
condições
geraes da
hu-
manida
podem
ser calculadas
pelo
que
se
passa
eotre
Garriche
no
extremo
norte
e
o
pontão
de Cacilhas no extremo sul.
Oh
!
não.
Ha
no
vasto
mundo
regiões
habitadas
á que
ainda
não chegaram
sobre
a
aza da
civilisação
nem os eebos
ameni-
sadores
da
filarmónica
União
e
Capricho
nem
os períodos
dulcificantes
da
corres
pondência
de Melicio,
a
quem temos
a
honra
de cumprimentar.
O
que
não
comprehendemos
é
que
egual
direito
seja
denegado
por
parte
do minis
tério
da
justiça
ao
snr.
padre
Pancada,
ul-
limamenle
reprehendido
porque
n’
um ser
mão
preferiu
tantas
frases desagradaveis
para
o
imperador
Guilherme
e
para
o
rei
de
Ilalia
quantas
as
que
o snr.
Ennes
em
pregou
contra
os
Lazarislas e
contra
o
Papa.
Perante
os
juizos
da
critica
e
perante
a
acção
dos
governos
liberaes
um
sermão
é
uma
obra
d
’
arte
exactamente
como
um
folhetim.
Homilias
e
epigrarnmas,
sermões
e
artigos
de
fundos,
ladainhas
e
charadas
teem
absolulamenle
idênticos
direitos
e
i
idênticas
garantias,
como
outras
tantas
'
manifestações
do
pensamento.
A
justiça distnbuitiva
que
dá
ao
snr.
Ennes
uma
busina
e
ao
snr.
Pancada
uma
rolha,
comprpinetle, por via
dos
instru
mentos
que
nos
faculta a
harmonia
das
idéas
e
o
equilíbrio
das
opiniões.
Nas
relações
internacionaes
reconhecer
ás
grandes
potências
que
podem
bombar
dear
Lisboa,
privilégios
jurídicos
denega
dos
a
um
pobre
pontífice
desarmado, é
estabelecer
um
direito
de
força
fatal
ás
nações
pequenas
e
fracas...
e
que
prefere
viver
pobre, curando
os
enfermos,
assistindo aos
moribundos, en
sinando
as
creanças,
acompanhando
as
ex
pedições
militares
e
as
missões
evangéli
cas
aos
paizes
barbaros,
a
viver
em
Lis
boa
com
sua
irmã,
que
é
concubina
d
’
um
estróina
devasso
e
pelintra. 2.®
um
padre
que
nào vae
aos
cafés
nem
aos clubs,
nem
aos
theatros,
que
não toma
remedios
se
cretos
nem
faz eleições,
que se considera
devotado
á
gloria
do instituto
a
que
per
tence
e
que
se
consagra absolutamenlo
á
missão
de
que
o
encarregaram.
No
partido
liberal:
1.° um
velho
guer
reiro
livre
pensador,
sem
critério
scienti-
íico,
que no
íim
da
vida se
desdiz
das
suas
(tyiniões
liberaes
por
medo de
ir
pa
ra
o
inferno.
2.®
uma
senhora
que
diz
a
um
homem
:
Amo
le
por
simples
curiosida
de
dos
sentidos.
3.°
um
joven
que faz
des
pezas á custa
do
dinheiro
da
sobredita
senhora
sua
amante.
4.®
um
declamador
que
furta
um
documento
a um
padre.
A
verdadeira
moralidade
d’
esle
drama,
moralidade
profunda,
é
que
ha
ainda
um
ponto
pelo
qual a
Egreja domina
victorio-
samente a
sociedade
porlugueza.
Esse
pon
to fraco
da
nossa
organisação
liberal é
a
educação
da
mulher.
Qual
é
a
instituição
que
o
Estado
pó
de
pôr
em
frente
da das
Irmãs
da
Cari
dade?
Nenhuma.
Aos
desoito
annos
de
idade a
mulher
porlugueza que
não
en
contra
um
marido e
á
qual
falta
o
apoio
de
um
pae
ou
de
um
irmão,
não
lem
se
não
um
d
’
esles
destinos
licitos;
ser
mes
tra
de
piano
ou
ser
actriz.
N
’
eslas condições
preferir ser
irmã
da
caridade
é escolher
uma
posição
—
não
mais
elevada
porque
o
trabalho
não
lem
cathe-
gorias
—porém
mais
ampla,
com mais
lar
gas
margens
para
o emprego
da
dedica
ção,
do
sacrifício,
de
todas
as
grandes
qualidades
affecluosas,
inslinctivas
no
co
ração
da
mulher.
As
irmãs
da
caridade,
que
os
jornalistas
e
os
oradores
parlamen
tares
portuguezes
folgam
demasiadamenle
em
vituperar,
não
circumscrevern
na
ex-
hibição
pitloresca
das
suas
loucas
nas
ci
dades
civilisadas
a
esfera
da
sua
activida-
de.
Nas
lougiquas
regiões
da
África e
da
ludia,
no
meio das
sociedades
mais
bar
baras
e
dos
climas mais
mortíferos,
aonde
os
rheloricos
mais
expressivos
não
con
sentiriam
por
nenhum
preço
do
mundo
em
ser pessoalmente
os
portadores
da
sua
prosa,
essas
obscuras
mulheres
dedicadas
á
humanidade
representam
para
os
via
jantes
europeus
ludo
quanto
elles
teem
de
mais
caro
ao
seu
coração
;
a
sua
raça,
a
sua
religião,
a
sua familia.
Um
valoroso marinheiro porluguez,
o
commandanle da
canhoneira
«Tete»,
nos
so
prosado
amigo,
crindo
doente
n’
um
hospital
de
Moçambique
viu
ahi
ao
lado
do seu
leito
um
soldado
moribundo
ser
ainda
em
vida amarrado
para
ir
á
cova,
com
os
pés
juntos
e
os
braços cruzados
no
peito,
por
um
degrada-lo
fazendo
no
estabelecimento
as
vezes
de
enfermeiro!
O
mesmo
olíicial levado iFuma maca
de
bordo do
seu
navio
para
<;ulro
hospital
africano,
recuperou
os
sentidos nos
bra
ços
de
duas
carinhosas
e
doces
mulheres,
tão estremecidas,
lào dedicadas
por
elle
como
se
cada
uma
d’ellas fossp
a sua
ver
dadeira
mãe.
E
na
cabeça
de cada uma
d’
essas
mulheres,
voluntariamente
expatria
das
na desolação
da
costa africana,
re
conheceu
elle,
ao entreabrir
os
olhos, as
iargas
azas
d’
aquellas
loucas brancas, sym-
bolus
reaccionarios
apedrejados
pela
ple
be
—
da
sua
patria
—
da sua
patria
que
em
Moçambique
o
entregava
moribundo
á
dis
crição estúpida
Ãde
um
fascinora
condem
-
nado
a
degredo!
Em
Gabou
um
outro
dos nossos anti
gos
e
queridos
amigos,
o
bravo tenente
Antonio de
Sousa
Canavarro,
atacado
(Fu
ma
febre
paludosa,
é
recolhido
na casa
das
missões
francezas,
onde
uma irmã
da
caridade,
nobre
e.
curajosa
mulher,
cu
jos
cabellos
tinham
encanecido
nos
hospi-
taes
de
sangue e
nas
missões
da
China,
o tratou
com
tão
profundo carinho que
d
’
ahi
p
r
diante
esse marinheiro
porluguez
nunca
mais
deixou
de
pagar
aquella
mu
lher o
mesmo
tributo
devido á sua
mãe
ou
á irmã,
mandando-lhe
de
cada
ponto
a
que
chegava
uma
palavra
da sua
re
cordação
e
do seu
reconhecimento.
Na
missão
de
Gabon,
no
meio
de
uma po
pulação
nua,
de hábitos
inteiramente
sel
vagens,
cem
pretinhos
estão
vestidos,
cal
çados,
limpos,
foliando e
escrevendo
cor-
rectamente,
aprendendo
a
grainalica,
a
geografia
e
a
historia.
Em
Macau, onde
ha
poucos
annos
era
ainda proverbial a
ignorância
das
mulhe
res,
todas
as
senhoras
teem hoje uma
ins
loinihrti
2? d’outubro
(Do nusso correspondtnlel.
Começo
esta
correspondência
(que
ha
já muilo
não
lenho
podido
mandar-lhe,
do
que
peço
desculpa)
dando-lhe
a
triste
no
ticia
da
perda d
’
um
dos
maiores
vultos
da
nossa
universidade,
do
talentoso
lente
de
Theologia,
Dr.
Achilles. Sucumbiu
ho
je
a
um
ataque de
sangue,
dos
quaes
já
tinha
tido
muitos, a
uma
violenta
E
’
pisla-
xis O enterro
é
ámanhã
na
sé
cathedral.
Por
esle
motivo
ha
feriado
geral
na
uni
versidade
e
lyceu.
—
Aproposito
de
feriados.
A
’ hora,
em
que
escrevo
estão partindo
para
a
estação
do
caminho de
ferro
os
carros
americanos
repletos
de
estudantes
que
vão
para...
fe
rias
!
Ainda
não
ha
oito
dias
que
vieram
de
ferias grandes,
e
já
voltam
com mais
uns
oito
dias
ou
mais
de feriasinhas
'
e
viva
a
pandiga !
São
as
ferias
dos
Santos,
que
esle
an
no,
em
rasão
da
morte
do
dr.
Achilles
e
d
’uns
feriados
que
pediram,
são
muilo
longas.
Desde a
abertura das
aulas
houve, pois,
seis
lições,
porque a
primeira foi
no
dia
20.
A
nossa
instrucção
vae
ávella!
O
es
tudante
sae dos
lyceus sabendo
pouco
e
dos
cursos
superiores
não
sabendo nada.
Se
não,
digão-nos
o
que
se
póde
aproveitar
com
tantos
feriados,
e
com
o
péssimo
sis
tema
que aqui
se
segue,
principalmente
em
Direito.
O
estudante
não se
desenvol
ve,
não reílecte,
não
pensa
;
decóra
a
se
benta,
como
ella
sae da
litografia,
sem
confrontar
um
paragrafo,
sem
ler
um
li
vro.
E
’
um estudo material,
que esquece
no
dia
seguinte
ao
da
licção.
Isto
não
pó
de
aproveitar.
—
Tem
chovido
muito.
O
rio
Monde
go
engrossou
a
sua
corrente.
—
Pelas ruas
da
cidade
continuam
os
descantes
obcenos
; campea
a
desordem
e
a
embriagez
tumultuosa,
a
mais
completa
falta d
’ordem
e de
policia.
Hontern
ao
fundo
de
Sophia
houve
pancada
de
boiar
a
baixo.
Ante-hontem
ás
10
horas
da
noute
pas
savam
na
Couraça
dos
Apostolos tres
es
tudantes
offendendo por
palavras
a
moral
publica,
Passando
n’
esta
occasião
um
res
peitável cavalheiro,
lente
da
universidade,
foi
atrozmente
insultado.
Alguns
acadé
micos
que
estavam
ás
janellas quizeram
vir
abaixo
dar-lhes
a
correcção devida,
mas
foram impedidos,
para
evitar
conflic-
tos
entre
estudantes,
o
que
é
sempre
feio.
—
Appareceu
hontern
pelas
ruas
da ci
dade
um
cão
damnado,
o
que
aqui
é
fre
quentíssimo,
não
sabemos porque.
Cremos
que
alguns
morrem
innocenles.
REVISTA
ESTRANGEIRA
Escrevem
de
Venta
de Arroiz
ao
«Monde»
o
seguinte;
«Deveis
lembrar-vos, que
em uma
das
minhas
correspondências
vos
disia
que a
situação
da
Hispanha
aífonsista
não
era
tão
agradavel como
nos
quer
faser
acre
ditar
a
imprensa
de
Madrid.
A lei
mar
cial
acaba
de
estabelecer
o
estado
de
sitio
nas
provincias
de Andaluzia, de Madrid,
e
de
Valência.
Esta meiiida
de
precaução,
excessiva
mente
energica,
prova-nos,
e
o
snr.
Gi-
rardin
concordará,
se
é justo e
impar
cial
que o
seu
protegido
D.
Aflonso
não
seja
ião
popular como
elle
crê,
e
que
os
seus
amigos republicanos
hispanlioes
de
todas
as
cores
podem
collocar
em
más
cireumstancias
o
joven mooarcha.
Diz-se
lambem
que
elle deve
chegar
brevemenle
a
Logrono,
cerlameote
para
tomar
o
com
inando
do
exercito
do
Norte.
Pela
minha
parte
aconselho-o
a
que
medite
bem
esta
resolução,
porque
Serrano veio
como elle.
e
foi
obrigado
a
emigrar
para
França ;
a
rainha
Izabel partiu
em
1
<8(i8 para S.
Se
bastião e
não
voltou
mais
a
Madrid
:
quem
nos
diz
que
o
filho
não
será
obri
gado
a
seguir
o
mesmo
caminho
de
sua
mãe?»
—
Sobe
já
a
11:336
o
numero
de
fa
mílias
legitimistas
exiladas
pelo
governo
de
Madrid
depois
do
1
0
de
janeiro.
O
numero
de famílias,
cujos
bens
foram
ar
restados
soiumam
já
12:026.
—
Não
foi
o
snr.
D.
Carlos
que man
dou
meter
em
conselho
de
guerra
o
va
lente
general
Dorregaray em
consequência
do
revez
de
Seo
d
’
Urgel; foi
o general
Dorregaray
que
pediu
ao
snr.
D.
Carlos
para
justificar
o
seu
procedimento
perante
um
conselho de
guerra.
Um correspondente
de
Hispanha
para
a
imprensa
francesa
exprime-se d
’este
mo
do
a
respeito
do
valente marquez
de
Eranl.
«Nada
devemos
diser
alé
que
a sen
tença
seja
proferida ;
mas
estamos
com-
pletamente
convencidos
e
cerios
que
a
alta
e
justa
nomeada
militar do
marquez
de
Eraul
não
soílreiá
com
este
processo,
an
tes
peio
contrario, que o
respeito e con
sideração
de
todos
serão
a justa
recom
pensa dos
grandes serviços
por
elle presta
dos
ao
partido
carlista.»
GAZETILHA
EJica
de
todos os Santos Com-
meinoraçio
«los
Fieis deftmeÉoH —
Na
segunda-feira
próxima
celebra
a
Egre-
ja a
feria
solemne
de todos
os Santos,
e
na
tarde
(Fesse
dia
começam
os
sinos
a
dobrar
ás
vesperas da
commemoração
dos
Fieis
defunctos.
N
’
essa
tarde
e
em
todo
o
dia
seguinte
costuma
ser
grande
a
af-
tluencia
de
pessoas
ao
cemiterio,
para
alli
suffragar
as
almas dos
seus
parentes
e ami
gos,
decorando
com
armações
e
emblemas
simbólicos
os
mausoléus,
catacumbas e
se
pulturas.
A
R.
Irmandade da
Misericórdia
ten
ciona
percorrer
eocorporada
as
roas
do
cemiterio,
pelas
4
horas
da
tarde
do
dia
2,
entoando
o
clero
os
responsorios
e
orações
próprias
d
’
aquelle
acio.
E
’
d’
esperar
que
os
irmãos
d
’
aquella
irmandade
alli
concorram
para
tornarem
mais
imponente
aquelle
acto.
A
qiBesttlo=>La3snri8ta. —
Fomos
honrados
com
um
exemplar
da
Carla
do
padre
Senna
Freilas
ao
ill.
mo
snr.
Gui
marães
Fonseca.
N
’
erie
folheto
diiige-se o
notável eccle-
siastico,
e
nosso
amigo
particular e
hon-
rador,
ao
sor. Guimarães
Fon<eca, apro-
posilo d
’uma
caria
do
snr.
Fonseca,
diri
gida
ao
sur.
B.
Senna
Freitas,
a
qual
ha
tempos
transcrevemos
n
’
este
jornal.
Por
certo
não esqueceram
os
leitores
que
o
sur.
G.
Fonseca
publicou
um
fo
lheto
em
que
pretendia
refutar
a
apre
ciação
do
drama
—
Os
Lazarislas,
feita
por
aquelle
indefesso
escriptor
catholico.
O
folheto,
a
que
nos
referimos,
foi re
cebido
pela
imprensa
liberal,
com
as
lou-
vaminhas
do
costume
;
todavia
alli,
«e
algum
mérito ha,
é
exclusivameote
em
quanto
á
fórma,
e
nada
mais.
Para
uada,
porém,
serviram
as
palmas
do
revolucionarismo
;
pois
é
o
proprio
snr
Fonseca
que
poucos
dias
depois
vem
á
luz
meridiana,
repudiar
proposições nue
tinha aventado
no
seu
opusculo, e
n
Ue
mais poderiam
armar
ao
effeito.
Na
Carta
que
lemos
sobre
a
mesa
o
padre
Senna
Freitas,
uão
visando
a refti-
tar
as asserções contidas
no
malfadado
folheto
do
sor. G.
Fonseca,
responde
a
algumas
frases
da
missiva
dirigida
pelo
snr.
Fonseca
ao
irmão
do
auctor;
pois
que
em
vista
d
’
essa
missiva,
seria
«intem
pestiva, e alé peuco
digna»,
segundo
elle
se
expressa,
a
resposta
que
ao
referido
folheio
tinha
elaborado.
Limitar-nos-hernos
a esta
indicação-
porque,
procurar
encarecer
o
merecimento
dos
escriptos
do
snr.
padre
Senna
Frei,
tas, cotn
tanto
alvoroço acolhidos
no mun-
do
litterario,
seria
superfluidade.
Agradecemos ao
nosso
bom
amigo
o
exemplar
cotn
que
nos
brindou.
Transferencia
de
festividade.
—
Não
tendo
permitlido
o
mau
tempo que
se
reaiisasse
no
dia
17, como
se
annuo-
ciára,
a
festividade
que
n
’
aquelle
dia
ti-
nha
de
ser
feita
no
templo
dos Reme-
dios,
a
expensas
do
ill.
rao
snr.
João
Be-
bello
da
Silva
Braga,
effectuar-se-ha hoje
e
ámanhã,
observando
se o
programma
qoe
aonunciamos.
Hoje
á
noite
ha
iiluminaçao,
fogo
do
ar
e
preso,
tocando
nos
intervallos
duas
bandas
de
musica.
Novidade
litteraria.—
Com
o
ti
tulo
de
«Novellas
do
Minho»
o
nosso
pri
meiro
romancista,
o
sor.
Camillo Caslello
Branco,
vae encetar
a
publicação
d
’
uma
serie
de pequenos
romances
em
que
serão
descriplos
os
costumes (l’
esla bella
pro
víncia.
As tres
primeiras
novellas
da
serie
teem por
titulo:
—
«Gracejos
que
matam»
—«O
commendador»
—
e «O
cego
de
Lan
dim».
Sahitá
um
volume
por mez,
que cus
tará
200
reis.
parte
dos soberanos
europeus
e
christãos!
Obito. —
No
dia
24
do
corrente
entre
gou
a
alma
a
Deus,
a
ex.
m3
D.
Beatriz
Leonor
Rebello Teixeira
d
’Andrade
e Cas
tro,
da
nobre
casa
de
Recobelo,
na
fiegue-
zia
de
Aguas
Santas.
Finada
na.
flor
dos annos,
aquella
gen
til
menina,
allando-se
ás
puras
regiões
da
eterna
Patria, deixou
em
iodisivel
conster
nação
quautos
poderam apreciar a
excel-
leucia
das
qualidades
com que o
Senhor
tão
prodigamente
a
tiuha
dotado.
Qoe o
balsamo
da
resignação
possa
mitigar
a dôr
suprema,
que
o
r
a
punge
a
tliurire
familia
da
finada,
a
quem
cum
primentamos.
A’ cx.
‘na
camara.—
Em
nome
dos
moradores
da
rua
da
Boa-Vista
pedimos
á
ex.
llla
camara
que
se digoe
mandar
desobstruir
algum espaço
d
’
aquella
rua,
lotalmenie
intranzitavel,
afim
de
permitlir
a
passagem
dos
transeuntes,
e
evitar
des
graças
que
por
veses
teem
estado
immi-
nentes.
Ambulaneia
*
carlistas.—
Lê
se
no
«Direito»:
Como
póde
acontecer
que
algumas
pes
soas
que
concorrem
para
esta
tão
carita
tiva
obra
de
caridade
por
intervenção
do
ili.
mo
snr.
Manoel
José
Vieira
da
Rocha,
da
cidade
de
Braga,
duvidem
da
sua
mui
ta
probidade
e
honradez
aqui
publicamos
todas
as
quantias que
o
mesmo sur.
nos
tem
entregado
por
diflerentes
vezes
a
sa
ber
:
3
de
agosto
de
1874
18
de
outubro
de
»
13
de
janeiro
de
1875
19
de
março
de
»
16 de
maio
de
»
22
de
julho
de »
21 de
outubro
de
»
138^470 reis.
1080120
»
2270310
»
77,3810
.
8907<iO »
8806íO
»
780240
»
8080390 »
Som
ma..............
Aquellas
pessoas
que
tem
concorrido
para
esta
boa
obra,
podem
quando
quize-
rem
vir
a
esta
redacção,
onde
se
lhe
franquearão
os
recibos.
Estamos
fiem
cer
tos
que
só
quem
não
conhecer
o
ill.,n0
snr.
Manuel
José
Vieira da
Rocl.a.
é que
poderá
duvidar da
sua
bem
reconhecida
probidade
e
honradez.
O isupecadar
GssálEaerme e Vi-
ctor Manuel,—O
«Monde» referindo-se
a
um
artigo
da
«Republique
Française»
a
proposito
da
visita
do
imperador
Guilher
me
a
Victor
Manuel,
sob
o
ponto
de
vis
ta
político,
diz o
seguinte :
«Desejamos
muilo
que
d
’
esta
vez
a
«Republique
Françaisse»
tenha
rasão,
e
que
nada resulte
da
entrevista
de
Milão.
Bem
sabemos
que
se
a
entrevista do
im-
pendor
Guilherme
e
do rei Victor Manue
desse
algum
resultado, não
seria por
cer
to
em
nada
favoravel
nem
á
Egreja
nem
á
França.»
O
dia l.°de
Bezembro de 1640.
_
Consta
que
a
mocidade
escholastica
bra-
carense
vao
oomcar
utna
conunissão
no
proximo
mez,
para
festejar
solemoemenie
o
dia
em
que
quarenta fidalgos
poaugue-
zes
mostraram
ao
mundo
inteiro
o
que
era,
e
o
que
valia
um
povo
amante
da
patria;
o
dia
em
que
se
hastearam
livre
mente
as
Quinas
portuguezas,
para
nunca
mais
serem
dominadas
por
nação estran
geira.
Era
bom
que
todos
os
bracarenses
se
guissem
o
exemplo
da
nobre
classe,
pa
ra mostrar
que
nào
passa despercebido
um
dia
de tão
verdadeiro
eothusiasmo.
Carta
do Shah
da
Pereia a Pio
IX.
—
0
«Osservatore
Romano»
publica
a
traducção,
segundo
o
texto
persa,
da
carta
que
o
general
Nazar-Aga,
enviado
extraordinário
do
Shah,
da
Pérsia,
entre
gou
a Sua
Sanctidade em
uma
audiência
solenne
verificada
ha dias.
Vamos
repro
duzir
esse
documedlo,
interessante
a
mui
tos
respeitos,
diz
a
«Palavra».
«A
Sua Sanctidade
muito
venerada
e
muito
illustre
o
Papa,
que reveste
um
caracter
de
Messias, elevado como os
ha
bitantes
do
mundo
celeste.
A
graça
do
Senhor
seja
com elle
!
Chegou
ao
nosso
poder,
que
estamos
aramados de
sentimentos
de
sincera
ami
sade,
a
amave!
e
venerada
carta
de
Vos
sa
Sanctidade,
dotado
de
dons
angélicos,
carta escripta na
abundancia
de
sua ami-
sade,
e
que
eslava confiada
a
Sua
Excel-
lencia o
muito
honrado
Arcebispo
Agos
tinho,
dTIeraclea,
que
vós
nos
enviastes
com
algons
presentes,
caros
e
preciosos
testimunhos
e
bellissimas
lembranças,
des
tinados
a
serem
sempre
para
nós
um
mo
tivo
de
augmentar
a
nossa
affeição.
Afim
de
mostrarmos
d
’
um
modo
par
ticular
quão
grande valor e
consideração
concedemos
á carta
e
aos
presentes de
Vossa
Santidade,
assim
como
ao
Arcebis
po
Agostinho,
recebemol-os
em
nossa
pró
pria
imperial
pessoa, e
falíamos
em
pre
sença
de
lodos,
como convinha,
da
ami-
sade
e
da affeição
que
Vossa
Sanctidade
nos
consagra.
Além
d
’
isso, julgamos
necessário, diri
gindo-vos esla carta repassada de
amisa-
de,
significar
vos a
nossa
cordeal
alegria
e a
nossa
profunda satisfação por
esle
teslimuobo
rfamisade e de
sincera
aflei-
Ção
que
Vossa Sanctidade
nos
deu
e
as
segurar
a
Vossa
Sanctidade
que,
—
segundo
os
votos
e
os
benevolus desejos de
Vos
sa
Sanctidade, — os
delegados
da
nação
catholica, bem
como
igualmeote
todos
os
indivíduos
e
particulares
d
’
esta
nação, item
sido,
e
serão
de
futuro
objecto
da
nossa
benevolencia,
e
por
assim
dizer, os elei
tos
depois dos
ministros
do
nosso
alto
império;
e
serão
objecto,
no
mais
alto
grau, de
todos
os
respeitos e
protecção.
Para
augmentar
estes
respeitos,
,
depois do
estabelecimento
(Festas
relações
tão
dese
jadas
por
nós,
foram
por
nós
piomifiga-
das
e
dirigidas
aos
governadores
das
pro
víncias
ordens
formaes
ácêrca dos direitos
protecção e
liberdade
dos
catholicos
rela-
livametite
a
suas
crenças
religiosas.
E
com
efleito
consideramos
os
indiví
duos
d’
esta
nação
catholica
que
são
súb
ditos
do
império
persa
como
um
deposito
conitado
por
Vossa
Sanctidade
á
nossa
guarda,
e,
como
é
natural,
encarregamo-
nos
iuteiramente
do
deposito
que
nos é
confiado
por Vossa
Sanctidade.
Considera
mos outro
sim
a
vossa
pessoa
como
a
maior entre
os
discípulos do
iMessias
(sal-
vè
!)
e
por
esle
motivo
digna
de
venera
ção.
Desejamos
que,
graças
á
pureza
de
vos
so
coração,
não
nos
olvideis
nas
vossas
orações
e
qne
as nossas
relações
com
Vossa
Sanctidade
continuem
sempre
Escripto
no
nosso
palacio
real de Te
*
heran,
no
mez
de
Ribi-oub-Sami
1292
(maio
de
187o).
(Segue
o
sello e
a
assignatura
de
S.
M.
I.
o Shah).
Aqui
está
um
modelo de
epislolografia
persa
que
devia
ser imitado
pela
maior
Accjissiâição «le
nianuseriptos.—
Lê-se
na
correspondência
de
Lisboa
para
o
«G.
do
Porto»
:
Já
está
realisada,
por
conta
do
esta
do,
a
compra
dos raros
e
riquíssimos
manuscriptos
que
possuirá
a casa
dos
con
des
de
S.
Lourenço, da
qual
é
hoje
re
presentante
a
snr.a
condessa
de
S. Lou
renço
e
o
snr.
marquez
de Sabugosa, seu
filho.
São
ao
todo
897
esses
documentos,
que
íelizmente
não vão
enriquecer
os
mu
seus e
bibliotecas
estrangeiras.
São
elles
muilo
curiosos,
e
lêem
grande
valor
co
mo
subsídios
para
a
historia
polilica.
Enconlrou-se
entre
elles
64
cartas
de
D.
João
de
Castro
e
aulographos
do con
de
de
Castanheira,
D.
Jeronymo
Ozorio,
o
chronista
João
de
Barros,
André
de
Rezende,
D. João
Mascarenhas,
Marlim
Aflonso
de Souza,
D.
Álvaro
de
Castro,
D.
Aleixo
de
Menezes, Antonio
Moniz
Bar
reto,
Antonio
Pinheiro,
D.
Estevão
da
Gama,
Henrique
de
Souza
Chichorro,
D.
Jeronymo
de Menezes,
Lourenço
Pires
do Tavazo,
Luiz
Falcão,
etc., etc.
Também
se
encontram
n’esta
magni
fica
collecção,
os documentos
relativos
ás
côrtes
de
Torres
Novas,
reunidas
em
1438
para
promover
ao
governo
do
reino
por
morte
de
D.
Duarte,
documentos
authen-
licos
que
tiram
as
duvidas
que
existiam
ácêrca
(1
’
aquellas
côrtes,
como succede corn
as
de
Lamego.
Toda a collecção
eslava
avaliada
no
inventario
em
4:5000000 reis, mas
o
snr.
marquez
de
Sabugosa,
que
poderia
alcan
çar
quantia
muito
superior
se a
quizesse
vender
no
estrangeiro,
preferiu
ceder
os
documentos
por
somma
ainda
áquem
da
lançada
no
inventario,
pela
satisfação
de
ficarem no
paiz.
E
’
honroso
o
seu
proce
dimento,
como
louvável
o
aclo
praclica-
do
pelo snr.
ministro
do
reino
em
fazer
aequisição
de
collecção
tão
preciosa.
Facto
Blugoilair.
— A
«Gazeta
dos
flospitaes»
dá
conta
de
um
facto
singu
lar
succedido
corn
um velho
de 76
annos
de
idade,
a
quem
se
renovou
toda a
den
tadura,
depois de uma
doença.
0
velho
perdera
todos
os
dentes, á
excepção
de
um
incisivo
e
outro
molar.
Os
novos
den
tes
não
são
nem
ião
solidos
nem
tão bran
cos
como
os
ordinários
e
parecem
menos
duros
que
os
dous
que
(icára
conservan
do.
SUBSCI€K1»ÇÃO
Acha-se
aberta
uma
subscripçao
para
soc-
correr
uma
familia
honesta,
composta
de
duas senhoras,
que,
lendo
vivido
na
abas
tança,
se
ach-.m
agora,
pela
contingência
da
sorte, reduzidas
a
extrema miséria.
Implora-se
a
caridade
publica
para
ado
çar
a
penosa
situação
d'aquellas in/elizes.
Os
donativos
podem
ser
entregues
no
escriplorio
da
administração
d'esle
jornal,
rua
Nova,
n.°
3.
Transporte
10000
Domingos
José
Vieira
Machado
500
Manoel
José
de
Miranda
240
SECÇÃO
DE
COMMnmCÀDOS
Snr.
redaclor.
Levado
por
um
verdadeiro
espirito
de
curiosidade,
raro
é
o
dia
em
que não
te
nha
a
honra
de
lêr,
em
um jornal,
uma
secção
do
mesmo,
que
tem por
epigrafe:
—
Dos
telegrammas
da
agencia
Havas
ex-
trahimos
o
seguinte:
etc.
—
porém
estou
já
de
tal
modo
prevenido
que
nunca
me
disponho
a
lêr
similhanles
noticias
sem
primeiro
me
preparar
para
soltar
uma
gran
de
gargalhada, a
cada palavra noticiosa
que
nos
fornece
o
innocenle e verdadeiro tele
grafo,
pago
por
ião santa gente.
E
sobre
modo
adiniravel!
.'...
será
pos
sível
o
eu
ter
motivo
para
assim
proce
der?
!...
ora
vejam
:
Ha
já
annos, ou pelo
menos
muitos
mezes,
que
a
tal
agencia
nos
diz
constan
temente
a
respeito
do
exercito
carlista
da
vivinha
Hispanha:
O general
F. bateu
a
facção
de tal!,,
o
cabecilha
(sic)
fulano ioi
morto e
o
seu
bando
disperso.
No
ponto
de tal
houve
um
encontro,
em que,
as
tropas
do
governo,
obtiveram
uma
grande
vicloria !
Na
povoação
de
tal,
os
aífonsinos
pu
seram
em
debandada
uma
porção
de
car
listas
I...
Houve
um
combate,
entre
as
tropas
afldnsinas
e
carlistas.
no
qual,
os
primei
ros,
alcançaram
uma
brilhante victoria
;
o
inimigo perdeu
todas
as
munições
e
ma
leriaes
de
guerra
:
entre
mortos,
feridos
e
prisioneiros
teve
tantas mil
baixas!...
A
guerrilha
(
sic) de
tal
foi
com-
pletamcnte
derrotada
;
e,
o
sou
chefe,
pri
sioneiro.—
As
appresenlações
augmentam
:
entre
os
facciosos
reina
geral
descontenta
mento
(sic) etc.
Tantos
centos
de
carlis
tas
foram internados
pela França dentro:
(!)
O
general
fulano
e
fulano
[cabecilhas)
fugiram para
França...
etc
, etc.
em
fim
os
commandantes
de
guerrilhas
e
as
fac-
ções
carlistas,
da nação
visinha,
foi
tudo
batido,
derrotado,
morto,
ferido,
prisionà-
ro,
disperso,
e
appresenlado ! !
!...
Que
tal?!
irra! que
brava
gente!!
E’
uma
felicidade!
com
que
então,
em
vista
de
tudo
aquillo,
mais a
internação
no
estran
geiro
de
toda
aquella
vil
canalha,
termi
nou
a
guerra
civil de
Hispanha?!
e
el-ni-
no
ficou
seguro
no...?!
quem
tal
diria!
tudo
terminado!...
todas
as
esperanças
perdidas
!...
Daquelle
modo, pois,
não resta,
nem
deve existir, em Hispanha
um só
carlista
em
armas
!...
A
maioria
das
noticias
que,
a
respeito
da
guerra
carlista,
nos
transmilte
a
tal
Havas,
em quanio a
mim,
olho-as corno
verdades de
mestre
Vollaire,
e
por
aqui
me
fico.
No
entanto,
snr.
redactor,
eu
lenho
tenção
de
faser uma
viagem
de
recreio
a
Madrid,
para
o
que
já
ando preparando
a
mala, e,
depois
de
percorrer
as prin
cipaes
terras
e
províncias
de
Hispanha,
não
me
esquecendo
as
do
centro
e norte,
melhor
o
informarei
do
que
tiver
obser
vado
como
te
*
liinunhi
ocular;
e, segundo
os
meus
apontamentos
de
viagom,
que
sempre
costumo
notar,
em
minha
carteira.
Se
encontrar
o
menino,
farei
recom-
mendações
dos
da
agencia
e
convidarei
para
elle
me
acompanhar
se
quizer.
De
v.
etc.
D.
R,
SAUDE
A TODOS
sem
medicina,
pur
gantes
nem
despezas
com
o
uso
da
delicio
sa
farinha
de
saúde,
DU 13
A RR Y de Londres.
81
anno» <l’
invariavel
sucee»»o
1
Nenhuma
enfermidade
resiste
á
de
liciosa
Revalesciére
que cura
as
indiges
iões
(despepzias)
gastrica,
gastralgia, fie,
gma,
arroios,
amargor
na
bocca,
piluitas-
natiseas, vomitos,
irritação
intestinal,
diar-
rhea, dizenteria,
cólicas,
tosse,
alhsma,
fal
ta de
respiração,
oppressão, congestões,
mal
aos nervos, diabethe, debilidade,
todas
as
desordens
no
peito,
na
garganta,
do
alilo,
das
broochites, da
bexiga,
do
liga
do,
dos
rins,
dos
intestinos,
da
mucosa
e
do sangue.
Mr.
Livingstone,
celebre
explorador
da
África
central,
no
seu
relalorio
que
fez
á
Sociedade
Real
Geográfica
de
Londres
so
bre
a
sua
viagem
diz:
«Os
habitantes
da
província
d’
Angola
«parecem
gozar uma
grande
fellicidade,
el-
«les
não
precisam
nem
médicos
nem
pur-
«gantes,
o
seu
principal
alimento
sendo
a
«.Revalesciére
que Du
Barry
trouxe
em
«Europa,
veem-se
isentos
das
moléstias,
«e
a
tísica
pulmonar,
escrophulas,
empin-
«gens,
câncer,
febres,
diíliculdade
de
eva-
'Cuar,
diarrhea,
etc.,
etc.,
são
moléstias
«complelamente
descoRhecidas,
como
tam-
«bem
desconhecem as
bexigas,
o
saram-
«po,
etc.»
Certificado
do
Dr.
Manuel
Seans
de
De-
jada,
doutor
da
faculdade
Medica
Cirúr
gica,
lente
da
Universidade livre
de Cor-
dova,
medico
em
proprio
e
do
caminho
de
ferro
de
Merida
a
Sevilha, etc.
Certifico:
Que
com
o
uso
da
Reva
lesciére,
obtive
na
minha clinica
varias
cu
ras
em
moléstias
gravíssimas em alguos
clientes
residentes
n’
esta
cidade,
lembran-
do-me
o
de
D.
Filippe
Zappina
emprega
do
publico,
hoje
administrador
da
alfan-
dega de Manila
nas
ilhas
Filippinas,
a
de
D.
Amélia Gomes,
casada
com
um chefe
do
exercito,
a
qual
continua
a
melhorar
cum o
seu
uso;
de D.
Bamon
Alonzc,
rapaz
de
vinte annos
que
soffria
havia
al
guns mezes
de
uma
moléstia de
peito
de
muita
gravidade. E
para
fazer
constar
em
toda
a
parte,
a assigno
em
Cordova
em
13
de
outubro
de
1873.
Doutor
Manuel
Saens de
Jcjada.
Seis
vezes
mais
nutritiva
do
que
a
car
ne sem esquentar, economisa
cincoenla
vezes
o seu
preço
e;n
remedios.
—
Preços
fixos
da
venda
por
miudo em toda
a
pe
nínsula
:
Em
caixas
de folha de lata,
de
1
/i
kilo,
500
;
de 1
/
3
kilo
800
rs
;
de
um
kilo,
10400
reis; de
2
4
/
2
kilos,
30200
reis;
de
6 ki
los,
60400
reis, e de
12
kilos,
120000
reis.
Os
biscoitos
da
Revalesciére
que
se
po
dem
comer
a
qualquer
hora,
vendem-se
em
caixas
a
800
e
10400
reis.
O
melhor
chocolate
para
a
saúde
é
a
Revalesciére
choeolatada;
ella
res-
titue
o
appettite,
digestão,
somno, energia
as
carnes
duras
ás
pessoas, e ás
creanças
e mais
fracas,
e
sustenta
dez
vezes
mais
que
a
carne, e
que
o
chocolate
ordinário,
sem
esquentar.
Em
paus,
ou
em
pó
em caixas
de
folha
de
lata
delO
chavenas,
500
reis;
de
24 chave
nas,
820
reis;
de
48
chavenas,
10400
;
de
120
chavenas, 30200
reis, ou
25
reis cada
chavena.
BAElsnr
»u
BARKY
«fe
c.
a
—
Pla-
ce
Vendòme,
26,
Pariz
;
77
Regent
Street
Londres;
Valverde,
1,
Madrid.
Os pharmaceuticos,
droguislas, mer-
cieiros,
etc.,
das
províncias
devem
diri
gir os
seus
pedidos
ao
deposito
Central
;
snr.
Serzedello
<fc C.
a
Largo
dó
Corpo
Santo
16,
ILisbo»,
(por grosso
e
miudo)
;
Carlos
Barreio,
rua
do
Loreto,
28;
Bar
rai &
Irmãos,
rua
Aurea,
12.
Porto, J.
de
Sousa
Ferreira
á
Irmão, rua
da Ba
nharia
77
;
de
Sequeira
;
J.
Pinto
;
Desí-
ré
Rahir;
Coimbra,
V. Botelho
de Vas-
coocellos
;
Aveiro,
F.
E.
da
Luz e Costa,
pharm.;
Barcellos,
Ramos,
pharm.;
Braga,
Pharmacia
Maia, rua
dos
Chãos,
Pipa
&
Irmão,
rua
do
Souto,
Domingos
J.
V.
Machado,
praça
Municipal.
Figueira,
Antonio
Vieira,
pliarm.
;
Guimarães,
A.
J.
Pereira
Martins,
pharm.
;
Pena-
fiel,
Miranda,
pharm.
;
Ponte
«fio Inma,
A.
J.
Rodrigues
Barbosa,
pharm.
;
Po
voa
«2»
Varzim,
P.
Machado
de
Oli
veira,
pharma.
;
Vianna
cio
Catatelfio,
Aflonso
e Barros,
droguislas;
VilSa
«lo
Conde, A.
L.
Maia
Torres,
phanu.
AGSADECIÍH1NT0S
O
padre
Antonio
Luiz Alves Caídas,
residente
em
Braga,
summamente
penho
rado
para
com
todos
os
ill.
lllos
e
revd.mos
snrs.
parochos.
presbyteros
e
clérigos,
que
n0
_d
|a
d’
outubro
do
corrente
anno
de
1875,
assistiram ao
oflicio de
corpo
pre
sente
de
seu
muilo
presado
irmão
Fran
cisco
Manoel
Alves Caídas,
de S.
Pedro
de
Riba
de
Mouro,
e
para os
que
se en
carregaram
de
dizer
missa
por
sua
alma,
e
bem assim
para
com
os ill.m"
s
snrs.
do
corpo
da
musica,
tudo
gratuitamente, e
da
mesma
forma
para
com todos
os
ill
mos
e
ex.‘
"°
s snrs.
que
honraram
com a
sua
assistência
aquelle
aclo
fúnebre,
e
a
acom
panharam
seu
corpo
alé
á
sepultura,
tri
buta
os
mais
sinceros
protestos
de
eter
no
reconhecimento
e
gratidão.
(2768)
Banco Agricola
Commercial
e
In
dustrial
de
Ponte
do
Lima
Sociedad® anouyiua
de
re»p«»n»abtSidade limitada
A
direcção
d
’esle
Banco,
de
accordo
com
o
artigo
7.°
dos seus
Estatutos,
con
vida
os
snrs.
accionistas
a
fazerem
a
2.
a
entrada
de
10
p. c.
ou
50000
reis
por
ac
ção,
nos
dias
5
a
10
do
proximo
mez
de
novembro,
em
Ponte
do
Lima
na
séde
do
Banco,
no
Porto
em
casa do
snr.
Pe
dro
Ferreira de
Macedo
Basto
e em
Bra
ga
na
do
snr. Antonio
José
Pereira.
Ponte
do
Lima
25
de
outubro
de
1875.
Os directores,
Joaquim
Çerardo
Alvares
Vieira
Lisboa
José
Marta Torres Machado
Narciso
Alves
da
Cunha.
(2771)
BANCO
DL
PONTE
DO LIMA
Convidam-se os snrs. accio
nistas
(Teste
banco a
compare
cer
segunda íeira (l.° do p. fu
turo
mez
de novembro)
pelas 10
horas da manhã, no salão do
theatro
de S. Geraldo a íim de
se tratarem negocios
de seu
interesse. ’
Braga 28 de outubro
1875.
(2772)
Companhia
Edificadora
e
Indus
trial
Bracarense.
A
direeção
d
’
esta
companhia
faz pu
blico
que
em
conformidade
do disposto
no
artigo
3.°
§
6.°
do
respectivo
regulamen
to,
abriu
o
seo
escriptorio
no
campo
de
Sanl
’
Anna
n.°
71
D, 2.°
andar
aonde
se
dão consultas
relativas
a
industria
parti
cular,
desde
as
10
horas
da manhã
alé
ás
3
da farde
nos dias
não
sanctificados.
Encarrega-se esta
direeção
de
todos
os
trabalhos
relativos
a
projectos
construc-
ções
em
geral,
como
irrigações,
drena
gens, architeclura,
levantamento
de
plan
tas,
estradas, caminhos
de
ferro,
construc-
ção
de
rodas
hydraulicas,
e
tudo
quanto
diz
respeito
a
obras
hydraulicas,
naachi-
nas
de
vapor
etc.
A
direeção
proporcionará
garantias
se
guras,
e
preços
mais
commodos
para
a
confecção
dos
respeclivos
projectos,
direc-
ção
e
execução
de obras,
apresentando
a
competente
tabella
de
preços,
ou
fa
seado
os
ajustes
mais
modicos
e
compa
tíveis
com
os
fins
a
que
se
propõe.
Os
direcloies
Fernando Caitiço.
José
Alves
de
Moura.
Francisco
da
Silva
Araújo.
(2747)
BANCO MERCANTIL
DE
DRAGA
Sociedade
anonyma
de reopoiiMabilidade
limitada
Previnem-se
os
poucos
snrs.
accionis
tas
deste
Banco,
possuidores
d
’
acções
com
o
desembolso
apenas
da
ratificação
de
que
lhe
senão cassadas,
não
lendo
entrado
com
a
importância
da
primeira
prestação
e
ju
ros
respeclivos
alé
ao dia 15
de
novem
bro
proximo,
em
conformidade
com
as
disposições
do
artigo
17
e
seus
§§
dos
Estatutos,
pela
execução do qual
a
Direc-
ção
é
a
unira
e
immedialamente
responsá
vel
para
o
Banco,
como
mandaria
d’este;
e
que
portanto
lará
cumprir na
sua
in
tegra.
Pode-se eíTectuar
o
referido
pagamen
to
nos
seguintes
locaes.
Em
Braga,
no
editicio
do
Banco,
rua
Nova
de
Sousa
n.°
19.
No
Porlo,
na
Agen
cia,
praça
de
D.
Pedro
n.°
22.
Braga
e Banco
Mercantil 26
d
’
oubro
1875.
Pelo Banco
Mercantil de
Braga
Os
directores
(2766)
José
Joaquim
Lopes
Cardoso
João
da
Costa
Palmeira
(138)
Jo>é Anlonio
Rebello
da
Silva.
CATACUMBAS
Tendo
a
Mesa
da
Santa
Casa
da
Mi
sericórdia,
d
’
esta
cidade,
deliberado
prin
cipiar
a
demolição
das
catacumbas
exis
tentes
no
cemiterio
dos
Despresos no
dia
29
do
proximo
mez de novembro, convi
da
por isso
de
novamenle
os
parentes
ou
amigos
dos
finados, que
foram
tempora
riamente
depositados
nas
mesmas,
para
virem,
querendo,
até esse
dia
tomar con
ta
das
respeclivas
ossadas
Braga
25
d’
outubro
de
1875.
(2767)
O
provedor
(139)
Manoel
Juslino
Marques
Murta.
João
Baptista
Fernandes,
faz
publico,
que
os
carros,
que
d
’
esta
cidade
saem para
a
Portella do
Vade
ás
3
horas
da
tarde,
e
da
Portella
ás
5
da
manhã,
principiam
a
sair
desde
o
dia
31
do
corrente
d
’
esla
cidade
ás
2
horas da
larde
e
chega
á Por-
lella
ás
5, e da Portella ás
6
da manhã,
chega
a
Braga
ás
9.
Braga
26 de
outubro
de
1875.
(2765)
ALUGA-SE
Uma
casa
feita
de
novo,
sita
na rua
das
Agoas, n.°
91.
Trata-se
na
rua
dos
Cbãos
o.°
13.
Póde vèr-ae das
10
horas
da
manhã,
até
á
1
da
tarde.
(2694)
BS
BC
Paquetes
a
sair
de
Lisboa:
"MONDEGO
. 29
de Outubro
ELBE
.
.
13
de
Novembro
MINHO
.
.
29
de
»
O
paquete
de
13
toca
em
S.
Vicente,
Pernambuco, Bahia, Rio
de
Janeiro,
Montevideu
e
Buenos-Ayres.
O
paquete
de
29
toca
em
S.
Vicente, Rio
de
Janeiro, Montevideu
e
Bue
nos-Ayres.
Os preço» »%o
miaito rasoavein
Esta
companhia
para
maior
vantagem,
resolveu
ter
a
bordo
de todos
os
seus
vapores,
criados
e
cosinheiros portuguezes
para
servirem os
passageiros
de
todas
as
classes,
cujo
tratamento
se
torna
hoje o
melhor
possível.
Cada
passageiro
de
3.
a
classe
tem
grátis, belixe
com
colchão
e
roupa
de
cama, vinho
e
comida
á
portu-
gueza,
tudo
em
abundancia.
O
transporte do
caminho
de
ferro
até
Lisboa
é
por
conta
da
companhia
bem
como
outras
despezas.
Para
mais
esclarecimentos
prestam-se
em
casa
do
agente
n’
esta
cidade, rua
do
Souto n.° 43. —
Em
Braga.
João
Manoel
da
Silva Guimarães. (V
*
j
Rio de Janeiro,
Montevideu,
Buenos-Ayres, Valparaiso,
Arica,
Islay
e
Callao
CÃBREIRA QU1NTZENAL
PARA PERNAMBUCO E BAHIA
A
Companhia
reduziu
os preços,
conservando
as
mesmas
vantagens
como
até
aqui
tem
offerecido
aos
snrs.
passageiros
:
exçellentes
eomniodos, bom tra
tamento,
bastante espaço para
bagagens e viagens rápidas,
pois
que
OS
Paquetes elo
Pacifico
tem
gasto
sómente
a»
«lias
de Lisboa ao Hio
de
Janeiro.
Preços
das
passagens
incluindo o caminho
de
ferro do
Porto
para
Lisboa
3/ CLASSE
2.
‘
CAMARA
1.
*
CAMARA
Pernambuco
...................................................
Bahia
.............................................................
Rio
de
Janeiro
..............................................
Montevideo
e
Buenos-Ayres.........................
Valparaiso,
Arica, Islay
”
e
Callao
. .
.
.
Criançag dos
passageiros
Até
aos
12 annos meia
passagem. A'é aos
8
annos
a
quarla
parle.
Aló aos
3
annos
grátis,
unia
só
de
cada
familia.
Todas
as
terças
feiras
sahirá
de
Lisboa
um
paquete,
os passageiros
de
3.
*
classe
teem
beliche
com
colchão e
roupa,
comida a
portugueza
era
abundancia
e vinho duas vezes por dia
AGENTES
EM
BBAGA—
Almeida
&
Pereria.
Trata
a
passagem
a
pagar
â
vista
e
a
prazo com fiança.
(K
*
)
AVÍS©
Banco
agricola e.
industrial
da
Extremadura
São
convidados
os snrs.
accionistas d’
es-
le
Banco
a
fazerem a
4.
a
entrada
de
2i)
por
cento, ou
1O$00O
reis
por
acção desde
o
dia
2
a
6
de
novembro
proximo.
Porto,
séde
do
Banco,
Praça
de
Car
los
Alberto
n.° 92.
Lisboa,
rua
dos
Bacalhoeiros—
51
—
ca
sa
de
David
Gonçalves
Chaves.
Braga,
casa
de
João
Baptista
Lopes.
Ao
senhores
accionistas
que
quizerem
fazer
nos referidos
dias
a
5.
* e
ultima
entrada
de
20
por
cento
ou
10^000
reis
por
acção,
lhes
será
n’
esse
acto
abonado
um por
cento
do
juros
pelo
adiantamen
to
do
pagamento
d
’
esla
ultima
entrada.
Em
conformidade com
o art.
56
§
uni
co
dos
estatutos
d’
este
Banco,
previnen-
se os snrs.
accionistas
que
não
fizerem
a
entrada
dentro
do
praso
marcado,
que
te
|
NEVA
.
.
13
de
Dezembro
|
GUADIANA
.
29
de
<
I
DOURO
.
.
13
de
Janeiro
40&000
40^000
45^000
54&000
126&000
81&000
900000
90^000
90&000
189&000
108&000
117&000
12U500
157&500
308&500
rão
a
pagar
mais
um
por
cento, por mez
pela demora
da entrada
ou
entradas
em
falta.
Porto 14
d’oulubro
de
1875.
Os
directores,
Eduardo Lyon
Felix
Plácido Sande
(2149)
Eduardo
Ribeiro
Mendes.
AI.L'GA-SE
Um
piano
forte.
Para
tratar,
no
cam
po de
D.
Luiz
I, n.° 1
(entrada
da
rua
dos
Capellislas.)
(2734)
Fava
especial da
ilha
de
S.
Mi
guel
Esle
legume,
geralmenie
usado
para
penso
de
gado
cavallar,
muar
e mesmo
bovino,
é
de
uma
óptima
nutrição.
Grande
deposito a
preços
rasoaveis;
Cima do
Muro
(dos bacalhoeiros) n.°
77,
Porto.
(2748)
Vende-se
os
bens
de
Louredo,
e
con-
trata-se
com
o
padre
Estevão
Gomes
Car
doso
da
freguezia
d’
Avella.
Vende-se
duas
moradas de
casas
na
rua de
S.
Bernabé,
com
os
nu-
meros
9
e
10, e 10
A, de
dous
andares,
com
seus
quiotaes
e
poço.
Quem
as
pertender
falle
com
seu
dono,
que
as
vende
juntas
ou
separadas.
(2763)
Esia
acreditada
empreza
editora vae
publicar
o
notável
romance
—
Os
desbor
dados.
de
M. Fernandez
y
Gonzalez. ver
são
de
L.
Quirino
Chaves,
e
ornado
de
pri
morosas
estampas,
desenho do
bem
co
nhecido
Manoel
de
Macedo.
Distribuirá
a
empreza
40
paginas
por
semana,
pelo
mo-
dico
preço
de
50
rs.
Dá
dois
brindes
:
um
de
5$000
rs.,
em
cada
volume;
o
ou
tro
um
mappa
da
Europa
a
lodos
os
as-
signanles.
Este romance
é
dividido
em
qua
tro
partes com os
titulos
seguintes:
—
Feio
do
corpo
bonito
de
alma
—
A
carne e
o
espirito
—
O
que
ha
por
baixo
das ap-
parencias
—Morrem
uns
e
outros
perdem-se.
Em
Braga é unico cosTesi
pen
dente
d’
e»ta Empreza o snr. l>i»s
Freitan.
rua
Nova
n. 3, E,
ao qual
devem
ser
feitas
todas
as
requisições.
NOVO
.
ESTABELECIMENTO
Joaquim
Leal,
participa
ao
respeitável
publico
e
particularmente
aos
seus
amigos
que
acaba
d
’
abrir
o seu
estabelecimento
de
fazendas de
lã,
seda
e
algodão,
na
rua
do
5outo,
n.°
39.
Abster-se-ha
de
vender
nos
domingos
e
dias
santificados.
(2754)
CASAL
Vende-se
na Povoa
de
Lanhoso e
lo
gar
d
’
Arrifana o
casal denominado
d
’«Alem
*
com
todas
as
suas pertenças,
livre
de
fôro
ou
penção.
Dirigir-se ao
proprietário
ali,
ou
nos
Chãos
de
Baixo,
n.°
6.
(2759)
Rua
du
Campo,
n.°
22 —
-
Braga
Alugam-se os
altos
da
casa
n.
°
22,
que
lem
commodos
para numerosa
fami
lia.
Trata-se na
mesma
de
seu
aluguel
e
póde
ver-se
a
toda
a hora do
dia.
(2626)
João
Manoel
da
Silva
Guima
rães.
—
Rua do
Souto
n.°
43
Compra
e vende
Acções
de
todos
os
Bancos e
Companhias,
Inscripções
de
As
sentamento
e
coupons.
(XQ
B
iri
i
wi
w
iwwwBiifi
iinjwn
m i
iw
—
■«j
i
liui
i
dij
n
i
n n
BRAGA: TYP9GRAPHIA
LUSITANA — 187 5. - É o formato de
-
comerciominho_30101875_415.pdf
Parte de Comércio do Minho (O)