comerciominho_23121875_436.xml
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-
3.’ ANNO 1875
FOLHA COMMERCIAL RELIGIOSA
E HOTICIOSA
NUMERO
436
aggarcgr
j
aaBOK
g^M...
u
-^
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c
j
27" 77
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’
?^7SS-£.
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y
**
E=
r
;
r7?t£i '?_
‘
.'t: 2r
*
J
2£U:
Assigna-see
vende-se
no
escriplorio
do
editor
e
proprietário
José
Maria
Dias da
Costa,
rua
.Nova n.
’3
E,
para
onde
deve
aer
dirigida
toda
a correspondência
franca de
porte.
== As
assi-
gnaturas
são
pagas
adiantadas
;
assim
como
as
correspondên
cias de
Interesse
particular.
Folha
avulso
10
rs.
ÁS
TERÇAS,
QUINTAS
E
SABBADOS.
P
reços
: Braga, anno 10600
rs.«Semestre
850
rs.-=Provtn-
cias,
anno
2&400
rs e
seudo
duas
4&000
rs.«Semestre
1S250
rs.«#razr/,
anno
4&400
rs.«Semestre
2&300
rs.
moeda
forte,
oulO&OOO
reis
e SâoOO reis
moeda
fraca.«Annuncios
por
hnha
20
rs.,
repetição 10
rs.
Para
os
assignantes
20 e
/0
d
’
abatimento.
pretendendo obstar
o
desenvolvimento da
sciencia
e
encaixal-a
no
estreito
qua
dro
da
sua
orthodoxia
e
das
suas
len
das.
»
A
rasão
e
o
pensamento
humano
são
livres
em
sua
manifestação,
mas
a
liber
dade para o
christão
oão
é
a
faculdade
irracional de
lazer
o
mal ou
o
bem. pre
ferindo
cada
um
o
que
apraz
ao
seu
apetite
brutal
ou
instinctivo;
pelo
con
trario
ella
é
a
faculdade
de
obrar
con
forme o
bem,
lendo
em
vista
a ordem e
o
fim
ultimo
do
ser
humano,
porque
a
sociedade
temporal
é
apenas
uma
transi
ção
para
a
eternidade
entre
os
ponlO'
tão
proximos
da
vida
e
da
morte.
Ora,
sendo
assim,
para
os
catholicos,
que acceitam
o
ensino
autoritário
da
Egreja
de
Jesus Chrisio,
premunil-os
con
tra
os
êrros
de
uma
filosofia
desasisada,
que
não
lem
horisooles
racionaes,
ern
vez
de
ser
um
obstáculo
ao
desenvolvi
mento
da
sciencia,
é
antes
uma garantia
d
’
elle e
um
incentivo
ao
estudo
conscien
cioso das
maravilhas
da
natureza, vastidão
impenetrável
de
mistérios
infindos
em
que
melhor
se
occuparia
a
actividade
dos
«a-
cionalistas
theologos,
que
regeilando
o
syllabus
de
Pio
IX,
oppõe-lhe
contradi-
ctoriarnente
o
syllabus revolucionário dos
Garibaldi,
Vícitr
Hugo.
Gambetta,
Gan-
ganelli e
outros
ejusdem furfuris.
De
modo
que
não
sào
elles
escravos
quando
se
subinetlem
aos
diciames
dos
corifeus
da
revolução e
da
impiedade;
somol-o,
porém,
uós,
porque
abraçamos
volunta
riamente
as
verdades
ensinadas
pelo
Pas
tor
Supremo
de
nossas
almas
!
«3.°
Praticar
o
mais
alto
principio
do
século,
a transcendente
verdade
procla
mada
pela
Revolução:
a tolerância.
Esse
exclusivismo
bastardo
que apregoa
a
egreja
romana
e
que
insulta
a
bondade
e
justi
ça
de
Deus,
é
a
maior
barreira
por
si
mesma
levantada entre
ella e
a
sociedade
moderna.»
Disse
a
impiedade uma
verdade,
man-
tindo
aliás
a
seus designios,
iniquilas
menlila
est
sibi. E
’ a
Revolução,
com
el-
feilo, a inàe d’
essa tolerância
apregoada
pelos
impios e
por
nós
rejeitada
absolu-
lamente.
A
tolerância
doclrinaria,
que
confunde
a
verdade
com
o
êrro,
o
bem
com
o
mal,
o
justo
com
o
injusto,
o
bello
com
o
feio,
será
sempre
uma
bar
reira de bronze
entre
a
Egreja
e
a
so
ciedade
moderna,
isto
é
entre
a
Paz
e a
Revolução,
a
Ordem
ea
desordem.
Mas
a
tolerância
pessoal,
que
é
uma
emanação
da
caridade,
essa
jámais
deixará
de
ser
praticada pelos
fieis
catholicos,
por
que
obedecem
ao
preceito
do Divino
Mestre,
que
nos
deu
Elle
proprio
o
novo
manda
do
de
amar
ao
nossos iuimigoos,
contra
a
lei
de
talião
actualmente
reproduzi
da
uo
sistema
de
represálias e
injurias,
com
que
nos
ferem os adversários
de
hoje.
Ha
uma
diflerença
immensa
entre
aquel-
les, que
veem
a
fé
e a
honra
simbolizada
exclusivameute
u
’
uma espada,
instrumento
mortífero,
e
os
que
vêem
resumida
a
sua
fé,
a
sua
honra
e
a sua
gloria
na
cruz
núa
do
Calvario.
D
’
alli
surgirá
a
revolução,
a
guerra
de
conquista,
e
as
desolações de
toda
a
sorte
manifestadas nas
grandes
hecalam-
bes
de
entes humanos
;
d’
aqui
a paz
e
harmonia
d
’
onde
se
origina
o
verdadei
ro
progresso
e
a
civilisaçào
christã,
por
que
tornam
impossível
lodo
o
desenvol
vimento
pacifico
na
ordem
moral
e ofle-
recem
facil ensejo
ao melhoramento
da
industria,
das
artes
e
do commercio.
Não é
o
throno
e
o
altar
divisa
do
absolutismo,
nem
importam
retrogradação
á
edade
media,
que
seria
o
hodierno
ana-
chronismo
de
si mesma
e
só
não
é
jus
tificada
pelos
que
transferem
suas scenas
para
o
theatro
d
’
aclualidade
por
carên
cia
de critério
hislorico
;
divisa
do
ab
BHAKÂ
—
^riYTA-FEIRA «3 BE
SSKZK.IIBRO
A
impiedade
mnçoaaico-liberanga.
DIREITO DIVINO.
—
LIBERDADE
DE
PENSA
MENTO.
—
TOLERÂNCIA.
A
frauc-maçonaria
mostrou-se
fula
de
raiva
por
toda
a
parte,
mas
especial
mente
no
Brasil,
por causa
da
amnistia
ba
pouco
publicada
(/aquelle
império,
onde
estavam sendo victimas
da
mais atroz
injustiça
os dous
illuslres
bispos
de
Olin-
da e
do
Pará,
condtmnados
a
penas
in-
famanles
(prisão, com
trabalhos
públicos
!)
por
homens
addictos
á
seita
escornmun-
gada,
e
como
taes
conhecidos,
sendo
por
conseguinte
juizes
e partes
ao
mesmo
lem
po
!
Como
d
’
esta
vez
ainda
não
poude
levar
a
cabo
o
seu plano,
de deschris-
lianisar
a
terra
de
Santa
Cruz,
ou
pelo
menos
de n’
ella
realisar
o
schisma,
eil-a
forjando
novas
traiçoeiras
corno sempre,
para
de
novo
arremelter
contra
a
Egre
ja
de
Jesus
Chrisio,
seu
eterno pesa-
dello
Prova
cLra
do
que
dizemos
leinol-a
diante
de
nós
em
muitos
artigos
da
im
prensa
periódica
do
maçonismo
no
Bra
sil, com
especialidade
n
’um
ariigo
do
«Liberal
do
Pará»,
(assim
uma
especie
de
«Lucta»,
de
«Paiz»,
ou
de
«J.
do
Com
mercio».)
N
’
esse
artigo
estabelecem-se
as
condi
ções
para
que
os
snrs. mações
façam
pazes
corn
a
Egreja
(não
se
riam
os
lei
tores).
Ouçamol-as,
assim
como
as
bre
ves
e
sensatas
reflexões
que
lhe
faz
um
jornal
catholico
—
a
«Regeneração»,
lam
bem
de
Pará.
«... Entretanto vejamos
quaes
são
as
ccndiçõos
liberangas
n’
esse
amontoado
de
palavras
ouças:
«l.°
reconhecer
como
unica e
legiti
ma
a
soberania
do
povo
e
do
governo
das
nações
e
abandonar
aquefia
absurda
doutrina
do
poder
emanado
directamente
de
Deus,
principio que
fórma
a
egreja
romaria
alliada
natural
de
todos os
des
potismos
e
adversaria
incorrigível da li
berdade
dos
povos.»
Absurda
doctrina
é a
do poder ema
nado directamente do
povo
como
resulta
do
d
’
um
contracto social
ou
limitação
dos
direitos
individuaes,
illimilados
na
so
ciedade
auarchica,
para
beneficio
commum
«na
sociedade organisada,
o
Estado;
isto é
que
é absurdo,
cujo
fructo
sazonado
é
a
revolução
e
a
internacional,
filha
legi
tima
dos
illuminados,
assim como
a
com-
muna
o
é
d’
aquella.
A
revolução
e
a ac.archia
é
que
são
alhadas
naturaes
de
todos
os
desposismos
e
adversarias incorregiveis
da
liberdade
dos
povos.
Os
homens
são
todos
iguaes
em
seus
direitos
para
que possam produzir a
des
igualdade
que
constituo
as
relações
entre
auctoridade
e
súbdito,
a
somina de
00
jámais
produzirá
unidade
;
esse principio
elementar
da
sociedade
deve
ter
sido
cons
tituído
por Quem
lhe
deu a
essencia
ou
criou-a,
isto é
por
Deus, cuja
obra
seria
imperfeita se, destinando o
homem
para
viver
em
sociedade,
não
houvesse
esta
tuído
os
elementos
d
’
esta.
Logo
é
de Deus
que
emana
o
principio
da
Soberania,
Om-
nis potestas
a
Deo,
como
diz
o
Apostolo,
e só
mediatamente
isto
é
indirectameo-
le
vem
ella do
povo,
como
investidor
do
soberano,
que
não
recebe
immediatamenle
os
poderes
da
mão
do
Altíssimo.
Tal
é
a
doctrina
de
Veulura,
Tapa-
relli,
Oujol
e
outros
publicistas
orlhodo-
xos, a
qual
jámais
se
confundirá
com
a
monarchia
de
direito
divino,
com
a
qual
ciactiiavelicamente
a
identifica o
orgão da
impiedade
liberanga.
«2.°
Retirar
o
anathema que
lançou
outra
a
rasão e
o
pensamento
humano,
solulismo
é,
sim,
o
cesarisrno
religioso/
que
retrocede
muilo
atraz
aos
tempos da
idolatria,
em
que
o
summo
sacerdócio
e
a
realesa se
incarnavam
no
imperante,
cuja
origem natalicia ia
buscar-se
sempre
em
uma divindade.
Ora tal é
o
recuo
immenso
na
senda
da
historia,
dada
por
áquelles
que
vêem
no
poder
secular
o
arbitro
supremo
em
questões
espiriluaes,
ao
passo que enca
ram
o
Chefe da
Christandade
como uma
realesa
temporal, que
expira
nas
fron
teiras,
um
governo estrangeiro e
hostil
aos
brios
nacionaes.
Esses,
qoe
acham
iguominosa
a
obe
diência
ás
leis
divinas,
fundada
na
con
sciência
do
dever,
ousam
todavia,
andar
de
fronte
alta e
dizer
que
tem
elles
a
in
teira
responsabilidade
de
suas ideias e
de
suas acções, «piando
proclamam a
sobera
nia
espiritual
dos
cárceres
e
das persegui
ções
fundadas
no
direilo
da
força,
de
que
dispõe
o
poder
secular
!
Como
são
logicos
os
nossos
adversários
?
1 E
quam
liberal
é
com
efleito
a
lheoria
do—
crê
ou
mor
re—
1
?
Eis
aqui
justificada cada
vez
mais
a
exisiencia
do partido
catholico,
cuja mis
são
é
salvar d’
esle
naufragio horrendo
de
crenças
religiosas os
nossos
consida-
dãos
catholicos
romanos,
restabelecer
o
respeito
e veneração
de
qne
foi
sempre
cercada
a
religião
de
nossos avós,
e
pu
gnar
pela
paz
e
harmonia
entre
a
Egre
ja
e
o
Estado,
combatendo
as
leis
de
se
paração e
secularisação,
que
já
assomam
no
horisonte do
pait.»
A
redaeçilo <lo «Commereio do
Minho».
Londres,
3
de
novembro
de
1875.
(1)
Não
posso
tragar a
pouca
vergonha
—
e
tolice ao
mesmo
tempo
—
de
vir
inda
agora
essa
futrica
de
Quadrupla-allianceiros
in
sultar
de
novo
a
nação portugueza
—
e
á
custa
delia,—
com
o
baplismo
infame
dos
barcos
que
aqui
mandeu
construir
com
grande
despeza,
que
devia
entrar
no
bolso
dos constructores
portuguezes,
em
vez
de
vir enriquecer
mais
os
invejosos
qoe
se
pararam
o
Brazil
de Portugal
(que
foram
elles
e
os seus afilhados),
e
que
lá
nos
melteram
«o
divinal
systema
que
infeliz
mente
nos
rege»
—
e
nos rouba
e
degrada.
Ahi
vai,
pois, mais
um
tributo e
fú
nebre
louvor,
que
a
minha velha
musa
offerece
em
papel
de
luto,
a
essa
camba
da
auli-porlugueza
que
o
diabo
lá
levou,
e
que
faço
votos
para
que
de
novo
se en
carregue
de
a
levar
comsigo
para
o seu
império
:
Soneto.
f
Fresquinho)
«Tu,
Praia
dos
Ladrões,
Mindello
infame,
Que
a
costa
sujas
do
formoso
Minho,
Pensas
vir
ioda
agora
ser
padrinho
De
um
roubo
mais
á
Patria, mais
gravame ?
«^Pois^
querem
que
outra
cousa
acaso
cha
me,
A
’
tranquibernia
baptisada
em
vinho,
De
que
uma
Bifa
quebre
no
focinho
Do
barco
uma
garrafa,
e
tal
o
acclame?!
ó
Houve
brodio
depois,
palra
e
vivorios
;
Figurou
n’
elle,
não
dos
derradeiros,
Hoje almirante,
o
capitão
Sartorius,
«Que,
sem
os
seus
vapores
mais
veleiros,
Graças
a
taes
modernos
adjutorios,
Rendera
a
espada
ao
capitão
Barreiros.
(1)
Recebemos,
por segunda
via, esta
correspondência,
a
qual,
não
obstante a
da-
Ila
ser
atrasada,
nem
porisso perde
no
in
teresse
que
teem todos
os
escriptos
do
nos
so
illustre
correligionário.
NOTAS
De
que
uma
Bifa
quebrou
no
focinho,
etc.—
Os
leitores
qoe
tenham
lido a minha
ultima
carta
a
respeito da festança
no
lançar
ao Tamisa
os
barcos da
tranqoi-
bernia,
se
lembraram
de
que
Lady
Sar
torius
«foi
quem
esmigalhou
a
garrafa
de
vinho
uas
trombas
do
tal
Mindillo
dos
La
drões
; fazendo-se
madrinha
de
tão
bello
af-
íilhado
e
nome.
Saberão
lambem,
e se
não,
saibam
agora,
a
Ladice
veio á
se
nhora
pelos
merecimentos
de
seu marido,
que,
por
favor dos
Wbigs,
deixou
a
ma-
linha
brilanica
fingidamenle,
para
ir ?ju-
dar
a
lá
nos
despejar
os ladrões
que
fo
ram
tomar
posse
da
sua
piaia.
Depois
do
triunfo
que
os
ditos
ladrões
obtiveram,
primeiro,
pelas
incapacidades do
nosso
go
verno,
e
depois
por g
r
aça da
Quadrupla
Aliança
os
amaveis
Whigs
restituíram a
Sartorius
o
seu
posto ua
marinha
ingleza
—
ao
mesmo
tempo
que
a
quadrilha
por
elle
lançada
na
sua praia,
o
adornou
com
uma
dessas
frioleiras
ou
alcunhas que
bo
je
por
lá
chovem
com
a
mascara
de
títu
los,
e
que
o
são,
quasi
todos
á
de honra
própria
como ao despreso
e detestação
de
lodo portoguez
legitimo
e
verdadeiro,
co
mo
de
toda a
gente
sensata.
(
**
)
Hoje
almirante
capitão
Sartorius.—■
Sartorius
era chamado
«Almirante»
em
quanio
esteve
ao serviço
dos
nossos
fli
busteiros,
e de
seu
capitão
D.
Pedro
Bra-
zileiro;
depois
cá
na
marinha
ingleza,
tor
nou
a
capitão,
até
qoe,
por
sua
oídem
e
antiguidade,
subiu
á
patente
que
agora
lem
no
seu
paiz. Consta-me qoe
comprou
em
Portugal
um
convento,
ou
proprieda
de
que
pertencia
a
não
sei
que
frades:
suppouho
que sua
estação
no
Tejo,
em
princípios
de
nossas
luctas
civis,
lhe
li
nha
inspirado
gosto
por
nosso
clima,
e
isso
o
levou
a
querer
adquirir
lá
uma
re
sidência,
por fas ou
nefas.
(
***
)
Rendera
a
sua
empada
ao
capitão
Barreiros.
—
Os
que
se
lembrarem
da
his
toria
de
nossas
loucuras,
de
nossos
erros,
de
nossos
despropositos,
as-im
como
dos
heroicos
sacrifícios
de
nosso
honrado
po
vo
—
que
foi
sacrificado
por imbecis,
inve
josos,
intrigantes
e
incapazes
—reconhr-se-
hão
de
que,
depois de
muitas
demoras e
muitas
diflicuIdades,
muitas
hesitações,
o
capitão
Barreiros
sahiu
na
náo D.
João
VI,
ccm
algumas outras
embarcações me
nores,
atacar
Sartorius,
qne
commandava
a
enquadra
revolucionaria
de
D.
Pedro.
Encoutraiam-se as duas
forças
final
mente
perlo
das
ilhas
de
Bayona,
defton-
te
de
Vigo, e
leve
logar
uma
acção,
on
de,
segundo
as
desci
ijções
de
seus
cor
respondentes,
aqui
publicadas
nos
papeis
inglezes
(o
«Times»
e
o «Uraing
Herald»
—
o
primeiro
sobre tudo),
o
que
valeu
a
Sanorios
foi
o
ter
conseguido
vapores que
o
rebocaram
fugindo,
com
velocidade
que
Barreiros
nãn
pôde
imitar,
por
ter
só
mente
embarcações
de
vella.
E,
segundo
os
testemunhos
dos
sobreditos
correspon
dentes
que
não
eram
por
certo
miguelis-
las,
a
não
ser
o
auxilio
dos vapores,
que
o
afastaram
de
Barreiros,
Sarlorios
leria
de
entregar áquelle a
sua
espada,
e
a
sua
fragata
teria
de
ir
visitar
o
Tejo em com
panhia
de
D.
João
k7,
que
o
commaudan-
te
porluguez montava.
«Vão
mais
estas
lembranças
avivar
a
memória
dos
leitores
velhos
do
«Com-.ner-
cio», e
mostrar
aos
novos,
do
que
são
capazes
ainda
portuguezes
verdadeiros,
sen
do
bem guiados.»
Não
sei
porque
se
não
devam
repelir
e
lembrar
estas
verdades.
A.
R SARAIVA.
Lá
vae mais
A
’ suja tranquibernia
mindelleira
Façámos
ioda
mais
um
cumprimento
;
Não
*e
deve deixar
no
esquecimento
Pouca-vergonha tal, e
lai asneira.
(*)
Este
-oneto hade
ir
com
o
mais
em
livro
que espers
appareça antes dc
muilo.
’<í
< »
í i C á tí» » d ’ i I s S r s -i 13
è
«.
jNào
recebemos correspondência
de
Ma
drid
;
porisso
víimos
extractar
algumas
noticias
que
mais
possam interessar
os
leitores.
—
Hendaya
13.—?0
conde
de
Caserta
foi
nomeado
chefe
de
esl
d
.--maior
gene
ral
d
»
exercito
do Norte.
0
general Perula
foi
n
rmeado
com-
mandante
general
da
Navarra
0
rei
D.
Carlos
deu
lhe
a
grão-cruz
de
S.
Fer
nando.
U
general
Lerdo
deixou
o
commando
da
Navarra
e
foi
nomeado
chefe
da
pri
meira
di
i-ão
da
mesma
província.
0
conde
de
Caserta
dirigiu uma
pro
clamação
ao
exercito.»
A
proclamação a
que
se refere este
telegramma
é
a
seguinte,
que
lêmos no
«Moude».
de
17
:
Ordem
do
dia
dirigida
pelo conde
de
Caserta
ao
exercito
real
do
Norte.
Durango,
11
de
dezembro.—
Voluntá
rios:
—S.
M
o
rei,
nosso senhor
(q.
D.
g.)
accedendo
aos
desejos
do
general
Pe
rula,
dignou-se
relevaLo
Jo
cargo
de
che
fe
de estado
mair
general do
exercito
do
Nurte,
cujas
funeções
elle
cumpriu
com bravura, e noraeou-o
com.n,andante
general
do
reino
de
Navarra.
Por
\ootade
do
nosso
rei
e
general
em
chefe,
fui
chamado
a
este
posto.
Soldados da
fé
e
da
legitimidade,
di
gnos
filhos
da
verdadeira
Hispanha,
que
vos
ornaes
com
os
louros
de
Soinorrostro,
d
’
Abarzuza, de
Biurruo,
d
’Urnieta,
de
La
çar
e
de
Lumbier
!
En
conto
comvosco
para
o
triunfo,
porque a
confiança
no
vosso
heroísmo
é
o
penhor da
victo
ria.
Voluntários!
com
o
soccorro
de
Deus,
a
vossa
constância
nos
datá
o
triunfo
desejado,
e
a
maior
gloria
de
minha
vi
da
será
de ter contribuído
convosco
para
o
obter.
0
marechal
de
campo,
chefe
d
’
js-
tado
maior
general,
Affonso
de
Bourbon
—
conde
de
Caserta.
Soneto
encomiástico.
Aqui
hade
ficar
commemorado
0
feito
mais
infame
(porque
é
tôlo)
De
vir-nos
inda
agora,
dar
carôlo
Do
lai
sujo
Miodelio
o
baptisado.
Por
si
não
merecia
ser
lembrado,
Salvo
para
do
mundo
a
escameo
expôi-o
;
Mas
é
por
isso mesmo
que
heide-pôl-o
Onde
a
cousas
melhores
dure
atado.
(*)
Saiba
o
mundo presente,
e
até vindouro,
Que
uns
tres
macacos
Quadru.da-alliancei-
ros
Brincam de
Portugal
co
*
a
prata
eouro;
E
que,
dos
portuguezes
verdadeiros.
Vem
metter,
insensatos,
o
thesouro
No
bolso
de
arrogantes
estrangeiros
L
mdres, 12 de
dezembro
de
187o.
A.
R. SARAIVA.
—
Estella
13
de
dezembro
ás
5
horas
e
53
minutos da
larde.
—As
forças
da
li
nha de
Soraurcn,
sobre
Pamplona,
com-
mandadas
pelo
brigadeiro Larumbe,
obti
veram uma
victoria
enlre San
Martin e
Sauguesa,
sem
que
tenhamos
a
lamentar
per.a
alguma.
Ficaram
em
nosso
poder
muitos
pri
sioneiros,
cavallos,
machos,
espadas, e
muilo
*
outro;
objectos.
—
Lè-se
no
«C.
da
Tarde»:
Por
decreto
de
11 de dezembro
de
1875,
S.
M.
o
rei
Carlos
VIL
nomeou
S.
A.
R
o
conde
de Caserta
para
desempenhar
junto
á
sua pessoa
as
íuneções de Chefe
de
Estado
maior
general
oo
exercito
real
do Norte
de
Hispanha.
8.
A.
R.
o
príncipe
AíTonso
Maria
José
Alberto
dç
Bourbon,
conde
de
Ca-
seria,
nasceu no
palacio
de
Caserta,
a
28
de
Março
de
1841,
casou
cm
Roma
em
1868,
com
sua
prima
a princesa
Ma
ria
Anttometa
de
Bourbon
filha
do
conde
de
Trepani
;
nasceram tres
filhos d
’
esta
feliz união.
Filho do
rei
de
Nápoles
Fernando
II
irmão
concngenio
do
rei Francisco
II,
descende, por sua mãe, da
casa
d
’Aus-
tria,
sendo
neto
do
celebre
arebiduque
Carlos e sobrinho do archiduque
Alberto,
o
vencedor
de
Custozza.
Recebeu
na
infancia
uma
educação
to
da
mditar
e
fez
os
seus estudos no col
legio
de
arlilheria
em
Nápoles,
d
’
onde saiu
aos
concursos
com
o
posto de
oílicial.
As
vicissitudes
da
polilica
e
os
audacio
sos
atirevimeutos
da
revolução
o levaram
a
fazer
as
suas
primeiras
campanhas
pe
la
defesa
do
throno
de seu
irmão, e
os
combales
de
Callazzo,
Santa
Maria e
Ca-
rilano
fizeram
sobresair as
suas
grandes
qualidades militares,
como
a
defesa
de
Gaeta,
testirnunhou
o
seu
incomparável
valor,
aonde contribuiu poderosatnenle
a
rodear
de
uma
auréola
de
gloria
e
queda
do desventurado
Francisco
II.
Em
Montaria
fazia
parte
d
’esse
punha
do
(1’
heroes
catholicos
que defenderam
até
ao
ultimo cartucho
a
realeza
temporal de
que
a
Europa
deixou
despojar o
Papa
em
detrimento
da
independencia
necessária
ao
Pae
commum
dos
fieis.
Quando
o
cavalheiresco
Carlos
VII,
chefe por nascimento
das famílias
reaes
de
Nápoles
e
Parma,
rrvorou
na
Hispa
nha
a
bandeira
da
legitimidade,
abando
nando
os
commodos
do
lar domestico
e
as
caricias
dos
filhos, o
conde
de
Caser
ta
voou
a
pôr-se
ao
seu
lado,
com
a
ab
negação
do
soldado,
com a
fé
do
chrislão,
coro
a
dignidade
de
um
Bourbon.
Trajando
com
orgulho
o
uniforme
de
coronel
de
arlilheria ganho sobre a
bre
cha
de
Gaeta
pediu
para
servir na sua
arma
de predilecção, lornando-se
ern
bre
ve
o
camarada
tão
querido,
como
re«pei-
tado
dos sábios
oíliciaes
da
escola
de
Se-
govia,
que
teem
feito
conhecer
a
todos
a
superioridade
da
arlilheria carlista.
Laçar as
linhas
de
Orio
e
Guetaria
fi
seram
conhecer
aos
voluntários
vascos
o
valor
do
príncipe
napolitano
e
aos
inimi
gos
o
capitão
que
tinham
pela
frente.
A
banda
de
brigadeiro
no
exercito
real
foi
a
recompensa
dos
serviços que prestou.
Investido
no
cominando
da divisão
de
operações
em
Alava
ganhou
o
amor
do
soldado
e excitou o
enthusiasmo,
por
seus
cuidado
*
incessantes,
peia
instrucção
e
se
ge
1
'
’
nça
das
tropas,
postas debaixo
das
suas
ordens,
e na
batalha de
Villa
Real
as
suas
operações
estratégicas, contra
forças
consideravelmente superiores,
inscreveram
um triunfo
mais
nos
fastos
da
epopêa car
lista,
obrigando
o
inimigo
a
retirar
em
desordem
para
os
muros
de Vitoria.
Encarregado iulerinamenle
do cominan
do
da
Guipuzcòa,
preparou
em
alguns
dias
os
elementos
da
victoria
de
Choriquiela,
e,
nomeado chefe
da
primeira brigada
de
operações,
contribuiu
de
maneira
a
mais
eflficaz
para
o
successo
de
Lumbier.
Sua
brilhante
conducta n’
esia
batalha
lhe
fez
obter
o
posto
de
marechal
da
cam
po.
Homem
de
guerra
e
primeiro
que tu
do
eslricto
observador
da
disciplina
para
com
todos,
o
conde
de
Caserta
parece não
lembrar-se de
que é
príncipe
senão
quan
do
se
trata
de
mostrar-se
bom
e
generoso:
querido
de seus
soldados,
elle
trata
os
seus
chefes
como
camaradas
e
amigos, e
mostra
pelo
rei em
todas
as
occasiões
a
mais
viva amisade
e
o
mais profundo res
peito.
—
------
ÚLTIMOS
TELEGRAMMAS ES-
TRAAGEIROS.
LONDRES
19.—
Lord
Derby disse
no
seu
discurso
que
acredita que
a
Rússia
e
a
Áustria
desejam
sincerameote
o
resta
belecimento
da
paz
na
Herzegovina.
MADRID
19.
—
Altribue-se
grande
im
portância
á
viagem
a
Paris,
do
conde de
Punonroslro.
Ast-egura-se que a
ex-rainha
Isabel uão
virá
a
Madrid
antes
de maio.
Todas
as
linhas
telegráficas
terrestres
es
tiveram
interrompidas. Na
segunda-feira
parte
para
o
norte
Primo
de
Rivera;
o
general Serrano
deve
marchar
Loje
para
Saragoça d
’
on.de
seguirá
para
o
norte
Martinez
Campes
deve
chegar
átnanhã a
Madrid,
onde
se
demorará
pouco.
S.
SEBASTIÃO
20.
-0
bombardeamen
to
continua
lentameole;
tem havido
algu
mas victimas por imprudência.
Moriones
chegará
ámaobã
com
o
resto
dos
refor
ços.
M
a
DRID 21.
—
0
«Cronista»
diz
que
o
decreto
de
convocação
das
còrtes
appa-
recerá
na
«Gaceta»
do
dia
30
do
cor
rente.
A rainha
Isabel
residirá em Valhado-
lid
depois
da
abertura
das
côrtes.
As
auctoridades
de
Gibraltar
acceilam
a
modificação
nas
tarifas
telegráficas
de
10
cêntimos em
cada
palavra,
passando
de
dez.
Portugal
recusa.
BORDE
a
UX
21.
—Um
incêndio
des
truiu
completatnenie
a
estação
do caminho
de
ferro
de
Médoc.
0
paquete
«Girond»
abalroou
hontem
á
noite
com
o
paquete
«Louisiano»,
transailantico,
que
se
sub
mergiu. 0
«Girond» íicou coin
a
prôa
despedaçada.
PARIS 20.—
Ha
boatos
de
que
recu
sando Leou
Say
definiiivamente
acceiiar
o
programma
eleitoral,
Boflet dará
a
sua
demissão,
sendo
seguido
por
Walloo.
—
E
’
piovavel
que
se
não
efleclue
a
separação da
assembleia
antes
de
31 de
desembro.
BuíTet
e
Dufatire
tencionam
fa
ser
importantes
declarações
inherentes
ao
levantamento do
estado
de
siiio
e á
lei
d
’
impreosa.
BERLIM
20.—
A demissão
do
ministro
Folk, suppõe-se
cora
probabilidades,
que
seja
o
signal da
aproximação
dos cailioli-
cos
ao governo.
AVISO E
PEDIDO
ASSOCIAÇÃO
CWWLICÃ
E’
nosso
costume mandar
pela
festa
do Natal ás pessoas
que
se estimam alguns
presen-
tinhos,
a
que
se
dá o
nome de
CONSOADA; e
tendo o SS.
Pa
dre
Pio IX por tantos
titulos
direito
ao
nosso amor e respei
to,
parece
ser
quasi um dever
mandarmos-lhe
também a CON
SOADA. Eu já tenho
em meu
poder
algum dinheiro
para
este
fim e que
pessoas piedosas me
pediram
fizesse chegar às mãos
sagradas
do
Nosso Santo Pa
dre
;
e
como possa haver al
guém
mais
com este desejo, por
isso
faço este aviso e pedido
juntamente para assim ser mais
avultada esta
CONSOADA.
Estas quantias, que costu
mam ser pequenas
em valor,
são
sempre muito grandes
pe
la significação.
Braga, 16 de dezembro de
1875.
P.
e
JOÃO
REBELLO CARDOSO DE MENEZES.
AnMuncia-»e
ao» »nr». associa
do»
e
w«BOCÈiada»
que no din
l.° de
janeiro
haverá
no
saltlo da Un»a da
Associação,
usna
conferencia
do
SHrectoi
*
Espiritual, que eoaneça-
rá
á»
sete Eaoa
*
a»
da
noite.
vido
para
occullar
acenas
as
mais
escan
dalosas.
Falleeimentft»
cidade._ _
Deram-se
hontem á sepultura
os
restos
rnortaes
do revd.
0
Anlonio
Joaquim
Nunes
d
Abreu,
abbade de
Santa
Maria
de
Mou-
re.
Era
ecclesiastico
muilo digno.
Tinha
servido
de
vice-reilor
no seminário de
S.
Pedro,
cargo
que
exerceu
pur
largo
tem
po.
Deixou
testamento
cerrado
e
appro-
vado
era
2
de junho
do
anno
corrente
no
qual
faz
varias disposições testamen-
tarias,
que
publicaremos
em
o
n.°
se
guinte.
■
—
Falleceu
hontem,
peias
2
horas
da
larde,
a
snr.
a
D.
Rosa
Clara
Gomes Mar
ques,
esposa do snr. Manoel
José
Mar
ques,
da
rua
de
S.
Marcos.
SSanBao»
«Sc
Visella.—
O
«Diário
do
Governo»
publica
o
seguinte
decreto
:
Teudo-me
requerido
a
direcção
da com
panhia
dos
banhos
das
Caídas
de
Visella
que
se
decrete
a
expropriação,
por utili
dade publica,
de
diflereiiles
terrenos
per
tencentes
ao passal
do
parocho
da
fre
guesia
de
S.
João
das
Caídas
de
Visella,
os
quaes lhe sào
necessários
para a
con
slrucção
do
estabelecimento
dos
ditos
ba
nhos
;
Mostrando-se
do
processo
instaurado,
nos
lermos da
lei
de 23
de
julho de
1850,
que
se
cumpriram
todas
as
forma
lidades prescriptas
na
mesma
lei, e
que
sobie
a
planta
das
obra
*
a
faser
no esta
belecimento de
que se
traia
já
dera
o
seu
parecer
era
17
de
março
do
anno corrente
a
junta
consultiva
de
obras
publi.as;
Vista
a
utilidade publica
da
referida
expropriação
e
o
voto dos
íiscaes
da
corôa
e
fasenda
em
conferencia
:
Hei
por
bem
ordenar
que,
por causa
de utilidade publica, se
proceda
á
expro
priação
dos
meneiouados
terrenos
para
os
lios
convenientes.
O
ministro e
secretario
(Testado
dos
uf-gocios
do
reino
assim
o
tenha entendido
e
faça executar.
Paço
da
Ajuda,
em
14
de
desembro
de 1875.=-
REI.
^--Anlonio
Rodrigues
Sampaio.
Ters-exnoto.
—
Na
manhã
do
dia
6,
bentiu-se
em
Nápoles
um
vioiento
tremor
de terra.
O
pânico foi
geral.
Não
obstante
serem
tres
horas
da
madrugada,
as
pra
ças,
as
ruas principaes
e
as
egrejas
en
cheram-se
de gente.
Felizmente
não
houve
alli
desgraças.
Disem
porém da
proviocia
Capilanala
que
o
tremor
causara
n
’
esta
região
prejuisos
e
fisera victimas.
Os
te
legrammas
nào
dão
per
ora
roais
prome-
uores.
Suppõe-se que
este
abalo
de
terra
é
talvez
prenuncio
de
próxima
erupção
do
Vesuvio. Este
vulcão,
nos
últimos
dias,
lera
feito
ouvir
ao
longe
os
seus rugidos
aterradores.
A
cratera
tem
aogm
uiado, e
o
monte acha-se
coberto
de
neve.
Experiencia».
—
Sobre
o
telhado
da
fabrica
de
Siemens
Halske,
em
Berlim,
exporiwentou-se
ultimameute
um
novo
ap-
parelho
piroelectrico.
Assistiram
ao
aclo
muitos
sábios, of-
íieiaes da
arlilheria
da
comrnissão de
ex
periências,
oíliciaes
de engenheiros
e
de
marinha.
O
apparelho
que
se
move
por
uma
machma
locomovei, produz
uma luz
intensissima, que
a
uma milha
de distan
cia
permitle
ler
a
leltra
ordinaria
Collocou-se diante
do
apparelho um
espelho
inclinado
sobre
o
honsonle
a
íim
de
reflectir para
o
ceu
o
raios
luminosos
projeciando
para as
nuvens
um rasto
de
luz
que
de
longe
parecia
um
cometa,
no
qual
appareciaiK
os
siguaes feiios
dian
te
do
dilo
espelho.
Esle
apparelho
vae
ser
collocado
uo
polygono de
Tegel
para
se
continuareui
as
experiências
e
a
administração
militar
está
resolvida
a
comprar
vários
appare
*
lhos
d’
estes
para
os
serviços de
guerra
e
marinha.
No polygono
de
Tegel illumi-
naram-se
por
meio
da
luz projectada
por
estes
apparelhos
diflerentes alvos
colloca-
das
a
mil,
mil e
quinhentos,
dois mil
melros,
e
a
maiores distancias
ainda,
po
dendo
convencer-se
da
acção
excellente
do
mesmo,
tanto
no
ponto
onde
esla
va
collocado, como na
parte
iílurnmada.
Waufragío.
—
Noticias
de
Londres
referem
que
o
«Deutschland»,
da
«Norlh
Geunan
Lloyds
Company», de
Breme,
naufragou
sobre
o
banco de Kentisb
Knoch.
Esle
vapor
ia
de
Breme
para
Nova-York
com
emigrantes. Um reboca
dor
salvou uma parte dos passageiros
e
da
tripulação,
incluindo
o
capitão.
Uca
escaler
chegado
ao
Porto
de
Sheemers
levava
o
contra-mestre do
vapor
e
dois
cadavers.
Aquelles
infelizes
tinham
estado
38
horas sobre
o
mar,
desprovidos
de
qualquer
soccorro.
G1ZSTILHÀ
TCectiflcaçi&o. —
Na
correspondência
de
Mirandella,
publicada
em
o
nosso
n.°
anterior,
saíram
varias inexaciidòes,
enlre
as
quaes
sobresae
um
periodo,
que
por
sair
inimelligivel,
vamos reprodusir
devi
damente
co-
regido
:
«Pondo de parte
a
polilica,
passaremos
a
dar
algumas
noiicias
aos
leitores
do
«Commercio
do
Minho»,
os quaes quiçá
já
estejam
aborrecidos
pelas
narrações
das
eleições
camararias
d’este
districto,
nar
rações
que
ofTerecemos
ao
«Jornal
do
Mi
nho»,
que soe
apropriar
a
si, por
grande
modéstia,
glorias
que lhe
não
perten
cem».
Era
assim
que
eslava escripto
no
ori
ginal
;
mas
oão
sabemos
porque aries
nos
saiu
aquella
farfalhada,
que faria
suspeitar
bedelho
de mestre
Buque, se
fosse
possí
vel
que me^tie
Roque
substiluisse
a
vas
soira
peia penna.
Fasendo
esta
reciiíicação,
cumprimos
ora
dever
para
com
o
nosso
illustrado
e
estimável
correspondente
de
Mirandella,
a
qutin
pedimos
qoe nos
visite
a
rniude.
^»eri>e» Românticos.—
Já
chegou
o
fascículo
n.° 1 dos
Desherdados,
em
pu
blicação pela
Empreza
editora
dos
Serões
ilomanlicos.
Os
snrs.
assignantes
d
’
esta
cidade de
vem
dirigir-se
ao escriptorio
do
corres
pondente,
rua Nova,
n.°
3,
E.
JBoa
medida.—
A
ex.
ína
camara
aca
ba
de
mandar
demolir
as
guardas
exte
riores
do
chafariz do
Largo
do
Paço. E’
uma
boa
medida,
porque
aquelías
guardas,
já
d'ha
muilo,
mas
especialrnente
desde
que
o
chafariz
não
deita
agua,
só
teem
ser
Friagciw
excessiva. Em
Aljjacete,
(Hispanha),
a
temperatura
desceu
17
graus
abaixo de zero
!
.
As
ruas
da
cidade
parecem
de
cris
tal,
pela
espessa
capa
de
neve
que
as
^Óbitos.—
Acaba
de
fallecer
em
Lisboa
0
general
de
divisão,
barão
do
Zezere,
par”
do
reino,
e
commandante
geral
da
guarda
municipal,
na
edade
de
77
ân
uos.
—
falleeeu
no
dia
1o,
na
sua
casa
ecn
Vianna
do
Castello,
0
exm.0
snr.
An
tonio
Lopes
de
Calheiros
e
Menezes,
an-
ceão
venerando
e
um
dos vultos
mais
respeitáveis
do partido
legilimista.
Hon
ra
á
sua
memona
nobilíssima.
—
falleeeu
em
Lisboa
a
snr.
a
viscon
dessa
de
Magér,
avó
materna
dos snrs.
Pereira
Lobato,
distinctos
cavalheiros
d
’es-
ta
cidade.
—
falleeeu
na
mesma
cidade
0
snr.
Sebastião
do
Canto e
Castro, administra
dor
da
casa
de
Bragança
e
da
casa
real.
O
©asasBÍ
<Ie Swez.
—
Dizia-se
em
Berlim
que
a
França
desejava
propor
a
neutralisação
do
canal
de
Suez,
mas que
se se
apresentasse
ás
nações
imperiaes
não
seria
tomada
em
consideração, por
que
estão
de
accordo
em
julgar
esse
acto
da
Inglaterra
como
do
dominio dos
seus
negocios
públicos.
A catasíroff»
de Kio
Tinto. — A
respeito
da
catástrofe
que
houve nas ruí
nas
de
Rio
Tinto,
em
Hispanha,
publi
cam
os
jornaes
de
Madrid
os
seguintes
promenores
:
Ao
amanhecer
do
dia
9
do
corrente
esperavam
ao
redor
do
fogo
uns
qua
renta
trabalhadores
0
signal
do
costume
para
começaram
a
sua
faina ordinaria
no
corte
ou
arranque
do
mineral,
a
desco
berto.
O
operário
encarregado
dos
car
tuchos
da dinamite
abeirou
se
do
grupo
com uma porção
da
dita
substancia,
e
com as
suas
correspondentes
capsulas,
não
Instando
para
0
retirar
do
fogo
a
intimação
qne
lhe
fizeram
os
seus
com
panheiros.
Affirmando-lhes
que a
dinami
te
não
ardia,
continuou
no sitio,
e
ain
da
ponde
'êr-se
qoe
começou
a
collocar
as
capsulas
nos
cartuxos,
preparando-os
para
os
enlrepr
aos
mineiros
quando
começassem a
trabalhar.
O
que aconteceu
depois
?
Ninguém sa
be
;
talvez
a
queda de
uma
capsula
no
fogo,
e
cuja
explosão
e
choque
com
os
cartuxos
determinou
a
d
’
estes.
O
certo
é
que
um
incidente
tão
imprevisto
por
aquel-
le
desgraçado
como
desconhecido
para
os
que
longe
do
sitio em que occorreu,
sobreviveram
ao
sinistro,
prodnsiu
uma
detomaçâo
horrível,
que
sobiesaltou as
visinhanças
e
fez
que
0
director,
empre
gados
e
auctoridades
comparecessem no
local.
Acto
continuo
adoptaram-se as
medi
das
mais peremptórias
para
remediar
os
desastrosos
efleitos
do
sinistro,
filho
da
temeridade
de
nm
desventurado
que
pa
gou com
a
vida
a
sua imprudente
arro-
gancia.
No
dia 12
haviam
entrado no
hospital
que
a
companhia
tem
no
estabe
lecimento
26
feridos
de
mais
ou
menos
gravidade,
mas
que ha esperanças
de
sal
var.
O
numero de
mortos
instantanea
mente
ascende a 14.
Hnuikdação.
—
Foi ultimamenie
tão
grande
a
inundação
em
Roma
que oossitios
mais
baixos
da
cidade
chegou
a
agua
a
quatro
met
os
de
altura.
Novft
iniquidade
bisniarkina.—
O venerável
bispo
de
Euneland
foi
ulti-
inamente
condemnado
a
pagar
uma
forte
multa por
ler
feito
uma
nomeação
<
eclesiásti
ca sem aequiescencia do presidente da
prov
íncia.
Como o
venerável
bispo
já
não
tivesse
mobilia por
lhe
ter
sido
tirada
para
pa
gar
outra
ou
outras multas,
os
malsins
fizeram presa
de
algumas propriedades
rús
ticas
pertencentes
á
mitra
!
Usurpam
mas
não vencem
!
Caríiií
*
itr.H
descalços. —
Acaba
de
se
instalar
lima
nova couimunidade
de
car
melitas
descalços em
Funtainebleau,
dioce
se
de
Meaox,
em
França.
Boas
neções.—
A
sociedade
central
de
salvação
dos
naufragos
em
França,
pou
de,
por
meio
dos
seus membros,
dar
soc-
corro
e salvar
do
perigo,
desde
6
de
no
vembro
ultimo
alé
11
de
dezembro
cor
rente,
46
pessoas
e
6
navios,
São
muito
para
louvar
os
sentimentos
de caridade
assim
assignalados.
Appelo á caieiilad».
—
Implora
mos
á
caridade
das
almas piedosas e
bemfazejas
uma
esmola
para
0 entrevado
Anlonio dos
Granginhos,
que vive
na maior
miséria,
em
companhia
de
sua
mulher,
doente,
e
aleijada
com
uma
ruptura.
Reside
na
rua
do
Alcaide,
n.°
da
rua.
17,
n’om
quarto
á
porta
AGRADEGirOSTGS
Uma esmola pelo amor de Deus.
—Lembramos
ás
almas
caritativas 0
infe
liz José
Avelino
Ferreira
dos Santos,
mo
rador
na
rua
da
Ponte,
n.°
5,
0
qual
se
acha impossibilitado
de
trabalhar
e
vive
na maior
penúria.
SAÚDE A TODOS
sem medicina, pur
gantes
nem
despezas
com
0
uso
da
delicio
sa
farinha
de
saúde,
DU BARRY de Londres.
W
annos
d
’invariRvel
neaeeesso
2
Saude
a
todos
pela
deliciosa
Revalescié-
re
Du B
arry
, que
cura
as
indigestões
(dis-
pepzia)
gaslrica,
gaslralgia,
fiegina,
arro
tos,
amargor
na
bocca, pituilas,
náuseas,
vomilos,
irritações
inteslinaes. diarréa,
desenteria,
cólicas,
tosse,
’
aslhma,
falta
de
respiração,
opressão,
congestões,
mal
aos
nervos,
diabethe,
debilidade,
todas
as
de
sordens
no
peito,
na
garganta,
do
alilo,
das
bronchiles,
da
bexiga,
do
fígado,
dos
rins,
dos
intestinos,
da
mucosa,
do cerebro
e
do
sangue.
75:000
curas,
enlre
as
quaes
conlam-se a
de
S. S.
0
Papa, do duque de
Pluskow,
da exc.
ma
snr.
*
marqueza
de
Brehao,
do
doutor
Manuel
Saenz
de
Teja-
da
da
Universidade
de
Cordova, etc.
etc.
Certificado
do
dr.
Manuel
Saenz
de
Te-
jada,
doutor
da faculdade
medica e
cirúr
gica, lente
da
Universidade
livre
de
Cor
dova,
medico
em
proprio
e
do caminho de
ferro
de
Merida a
Sevilba,
etc.
Certifico: Que
com
uso
da
Revalescié-
re,
obtive
ua
minha
clinica
vatias
curas
em
moléstias
gravíssimas
em
alguns
clien
tes
residentes
n
’esta,
cidade,
lembrando-
me
0
de D.
Filippe
Zappina
empregado pu
blico,
hoje
administrador
da
alíandega de
Manila
nas
ilhas
Filippinas,
a
de
I).
Amélia
Gomes,
casada
coin
um
chefe
do
exercito,
a
qual
continua
a melhorar
com
o
seu
uso;
de
D.
Ramon
Alonzo, rapaz de vinte annos
que
sofiria havia
alguns
mezes
de
uma
moléstia
de
peito
de
muita
gravidade.
E
para
fazer
constar
em
toda a
parte,
a
assigno
em
Cordova
em
13
de
outubro
de
Í873.
Dr.
Manuel
Saenz
de
Tejada.
Seis vezes mais nutritiva
do
que
a
car
ne
sem esquentar, economisa
cincoenta
vezes
0
seu preço em
remedios.—
Preços
fixos
da venda por
miudo em toda
a
pe-
niosula
:
Em
caixas
de folha de
lata,
de l/
i
kilo,
500
;
de
*/%
kilo 800
rs
;
de
una
kilo,
15400
reis;
de
2
4
/
2
kilos,
35200
reis;
de
6 ki
los, 65100
reis,
e de
12
kilos,
125000 reis.
Os
biscoitos
da
Revalesciére
que
se
po
dem
comer
a qualquer
hora,
vendem-se
em
caixas
a 800
e
15400 reis.
O melhor
chocolate
para
a
saúde
é a
HevaSeacière
ehoeolatatla ?
ella
res-
titue
o
appetlile,
digestão,
somno,
energia
as
carnes
duras
ás
pessoas,
e
ás
creanças
e
mais fracas, e sustenta dez
vezes
mais
que
a
carne,
e
que
0
chocolate
ordinário,
sem
esquentar.
Eni
paus,
ou
em
pó
em
caixas
de
folha
de
lata
deiO
chavenas,
500
reis;
de
24
chave
nas,
820
reis;
de 48 chavenas,
15400; de
120
chavenas,
35200
reis,
ou 25
reis
cada
chavena.
BiRSY
DU 'SARRT
©.
a
-Pla-
ce
Vendòme,
26,
Pariz;
77
Regem
Street
Londres;
Valverde,
1,
Madrid.
Os
pharmaceulicos,
droguistas, mer-
cieiros,
etc.,
das
províncias
devem
diri
gir
os
seus pedidos
ao
deposito
Central ;
snr.
Serzedtllo
&
C.
a
Largo
do
Corpo
Saulo
16,
iLisbwa,
(por
grosso
e miudo)
;
Carlos
Barreio,
rua
do
Lorelo,
28;
Bar
rai
&
hmãos,
rua
Aurea,
12. lP«»r«o,
J.
de
Sousa
Ferreira
&
Irmão,
rua
da Ba
nharia 77
;
de
sequeira
;
J.
Pinto
;
Desí-
ré Rahir
;
Coimbra,
V.
Botelho de
Vas
concellos ;
Aveiro, F. E.
da
Luz
e
Costa,
pharm.;
SSareellos,
Ramos,
pharm.;
Braga,
Pharmacia
Maia,
rua
dos Chãos,
Pipa
&
Irmão,
rua
do
Souto,
Domingos
J.
V.
Machado,
praça
Municipal.
Figsseira,
Anlonio
Vieira,
pharm.
;
Guimarfteg,
A.
J.
Pereira
Martins,
pharm.
;
Feno-
fiel,
Miranda,
pharm.
;
Pont© <S© Iiian»,
A.
J.
Rodrigues
Barbosa, pharm.
;
Po
vo»
«lo
Vorzien, P.
Machado
de
Oli
veira,
pharma.
;
Vianna
do
Castello,
Aflooso
e
Barros,
droguistas;
Villa
do
Conde,
A. L.
Maia
Torres,
pharm.
O
visconde e
viscondessa
da
Torre,
José
d’
Araujo
Azevedo
e
Vasconcellos,
Anlonio
d
’Arau;o
Azevedo
e
Vasconcellos
Feio,
e
sua
esposa
D.
Maria
Ju-é
Vieira
Marques
d
’
Araojo Feio,
João
de
Sá
Cou-
linho
e
sua
esposa D.
Anua
Carolma
de
Araújo Azevedo
e
Vasconcellos
Feio,
An
lonio
Alberto
da
Rocha
Paris
e sua
es
posa D. Maria
José
d
’Araujo
Azevedo
Vas
concellos
Feio,
D.
Carlola
d
’
Aranjo
Azeve
do Vasconcellos
Feio,
Álvaro
d
’
Araujo
Aze
vedo
Vasconcellos
Feio,
Franci-co
d
’
Arau-
jo
Azevedo
Vasconcellos
Feio,
José
Angus
to
d
’
Aranjo Azedo
Vasconcellos
Feio,
Ben
to
d
’
Araujo
Azevedo
Vasconcellos Feio,
Vic
torio
d'Araujo
Azevedo
e
Vasconcellos
Feio
e
Alberto
d
’
Araujo
Azevedo
Vasconcellos
Feio,
sentindo
immenso
nào
lhes
ser
pos
sivel
agradecer
pessoalmente,
como tanto
desejavam,
e
era
de
seu
rigoroso
dever
a
todos os
ill.
m°
5
e
exc.mos
snrs.
tanto
ec-
clesiasticos
como
seculares,
que
no
d
a
9
do
corrente
mez, na
egreja
parochial de
Soutello
honraram
cora
a
sua
assistência
e
serviços, 0
funeral
de
seu
muito
prega
do
irmão,
cunhado
e
thio
Antonio
Feio
de
Magalhães
Coutinho,
barão
de
Soutello;
veem
por
esta
forma
testemunhar
a
lodos
0
seu
mui
vivo
reconhecimento
pelos ob
séquios recebidos,
e
pedir-lhes
mil
descul
pas
de
0
nào
fazerem
por
outro
modo.
(286!)
Os
abaixo
as-ignados,
mãe,
irmãs
e cu
nhado,
vem
por
este meio
agradecer
a to
dos
os
ill.m°
s
e
ex.
ím
'
s
snrs.
que
se
dig
naram
cumprimet
tal-os,
e
assistiram
ao
oflicio
de
corpo
presente
ua
egr<
ja
de
San
ta C
tuz
,
e
responso
de
sepultura
no
ce-
miterio
publico,
no
dia
4
do corrente,
pelo
eterno
descanço
da
alma
dc
seu
mui
to
presado
filho,
irmão
e
cunhado, M
ihoc
Í
Monteiro
Gonçalves
TOiiveira,
protestando
a
lodos
0
seu
eterno
reconhecimento
e
gra
tidão.
Braga
15
de
dezembro
de
1875.
D.
Maria
Innocencia
da
Purificação
Mon
teiro.
D.
Rita
Emilia
do Céo
Monteiro
D.
Emilia
Beatriz
dos Aojõs
Monteiro
D.
Rita
Adelaide
da
Encarnação
Monteiro
Guimarães
João
Manoel
da
Silva
Guimarães.
(2860)
Anua
Margarida
de
Castro
LÒúreiro,
seus
irmãos
e
cunhados,
agrad
iceaj
por
es
le
meio,
na
impossibilidade
de
0
fazer
pes-
soalmente,
a
todas
as
pessoas
que
os
visi
taram
e
obsequiaram
por
oceasiao
co
fal-
lecimenlo
e
enterro
dt:
seu
presado
ma
rido,
irmão
e
cunhado,
Manoel
M
n:
ire
Gonçalves d
’
Olivtira,
cujo
enterro le.vt
lo
gar
no
dia
4
do
coircnle.
(2856)
■
■
f ....
.
.
ciâ
cM- « -'£5* \‘i
«ík
‘ V.> Wtó-r
'
y
-'
Ás
Senhoras
Modistas
Carros
para
machina,
brancos
e pretos
de
lodos
os
n.
os
a
40 reis.
—
Rua
do
Carvalhal
(2862)
Aos
candidatos
de
ambos
os
sexos
ao
magistério
primário
(l.°
grau)
na
2.a
épo
ca
do
corrente
auno de
1875,
n
’
este
dis
lricto
administrativo
de
Braga.
Por falta
do
jury
nomeado
para
exami
nar
cs
candidatos
ao
magistério
primário
(l.°
grau)
n
’
esta
2.
a
epoca,
se faz
pub
ico
que
eslão
designados
0
dia
30
de
dezem
bro
do
corrente
anno
pelas 9
horas
d;
manhã,
para
se
proceder
ao
exame pot
provas
escriptas,
3
de
janeiro
do
proximo
futuro
anno
de
1876
e
dias
subsequentes
pelas
9
horas
da
mai-hà,
para
os
exames
por
provas
oraes dos
candidatos
cujos
do
cumentos
eslão
devidamente
instruídos, con
forme
0
decreto
de
1869,
e
d
’
aquelles
qoe
preencheram
as
faltas
indicadas
no
edital
de
10
do
corrente
mez,
affixado
á
porta
do
Lyceu
nacional de Braga,
onde
se
acham
já
em
edital
de
21
de
dezembro
do
cor
rente
anno
de
1875,
os
nomes
dos
candidatos
legalmente
habilitados.
Lyceu
nacional
de
Braga
e sala das
ses
sões
do
jury
era
21
de
dezembro
de
1875.
O
secretario
do
jury
(2866)
Francisco
Lopes
Gonçalves.
CHEGADO
Chegou á
Livraria Bracarense,
uni
gran
de
sortimento
de
perfumarias,
da melhor
qualidade.
Cbampanha,
do
preço
de
15000
até
15800
réis.
Assim como
todas
as
pu
blicações
mordernas.
Kalendarios,
para
1876,
por
diversos
preços.
Agendas
francesas,
para
1876,
preços
diversos.
Paraiso
Perdido,
edição
de
luxo (fran
ça
is),
85000.
Tomatn-se
assignaturas
de
qualquer
jor
nal
para 0 estrangeiro,
ou
onira
qual
quer
encommenda,
com a maior
brevidade.
(2867)
CÊilCA
PARA
ARRENDAR
A
Direcção
do Asylo
de
Infancia
Des
valida
de
D.
Pedro
V,
d
’
esla
cidade,
faz
•.ubíico
que
no
dia
9
do
proximo
mez
da
janeiro será
arrendada
a
quem maior
lariço
oflerecer
ua
secretaria
do
mesmo
Asylo,
rua
do Alcaide,
a
cerca
do exlincto
con
vento das religiosas
da
Penha,
da
qual
a
mesma
Direcção
se
acha
em
posse
confe
rida
pela
aucloridade competente
em
20
do
corrente
mez.
.A
chave do
portal
da
cêrea póde
ser
procurada
lodos
os
dias
oão
santificados
das
9
ás
3
horas
<la
tar
de,
em
casa
de
Francisco
Xavier Gonçal
ves
Lima, uo largo
da
Senhora
A
Branca.
Secretaria
do
Asylo,
22
de dezembro
dc
1875.
O
1.
’
socrctario
Antonio
José
Pereira
de
Magalhães Júnior.
Alta
novidade
para
inverno
(lamipo «Re E>. Smia I, n.e 1
(Entrada
da
rua dos
Capellistas)
A.
KSIBSKB®
Fazendas
para
vestidos,
transparentes,
a
50
réis;
ditas
de
lã,
claras,
a
100 réis;
ditas
de
lã,
escuras,
de
120
a
160;
saccas
de
viagem
para senhora, de 500
réis
até
25000;
guarda-solinhos
para senhora,
côr
de
café,
15000 e
15^00
réis;
ditos
para
homem,
15800;
Mantas
de
seda
pera
ho
mem
e senhora
120 e
140
réi>
;
ditas
mo
dernas,
que
eram de
600
réis
vende
por
240
; lenços
de
seda, grandes,
que
erão
de
900
rs.,
a
600;
chitas
largas
com
barras,
a
90
réis; ditas
da
côres,
sortidas,
90
e
100 réis, e
fazendas
de
novidades
tanta
para
homem como
para
senhora,
de tudo
tem
de
maior
preço.
Pinheiro,
alfaiate,
morador
no
campo
de
SanfAnna,
n.°
3,
participa
ao
respei
tável
publico,
qoe
faz
todo e
qualquer
fa
to
que
se
lhe
eneommen
le,
pela ultima
moda,
responsabilisando-se
pelo
bom
tra
balho
que
sae
do
seu
estabelecimento.
(2865)
a
vs
wn
As
pessoas
que
compraram
cautelas pa
ra
a
loleria
do
dia
23,
no estabelecimento
de
Gabriel
José
Vieira
da
Siha,
á
Porta
Nova, e
possuem
0
n.
’
5397,
fi
am
avisa
dos de
que
por engano
que
houve,
0
ver
dadeiro
n.°
é
5367,
e
não
aquelfo.
(2864)-
Direcção
do
Caminho
Carriz
de
Ferro
de
Braga
Por
esla
direcção faz-se
pnblico
que
até
0
dia
28
d
’
este
mez, 00
escriplorio
provisorio
da
dita
companhia
no
largo
da
Porta
Nova,
n.°
13
em
Braga,
recebem-
se
propostas
em
cartas
fechadas
de 5000
travessas
e 3.200
loogrinas
de
madeira
de
dinho
para a
construcção
do
dito
caminho
de
ferro,
entre
a Estação
do
Caminho
de
Ferro
do
Minho,
e
á
meia
laranja
das
primeiras
capellas do
Sanluario
do
Senhor
do
Monte.
As
condições respeclivas
acham-se
á
disposição
de
quem
pertender
licitar pa
ra
as
vêr
no
supra-cuado
escriplorio
to
dos
os
dias
não
santificados,
desde
as
9
horas
da
manhã
até
ás
3
da
tarde.
As
propostas
serão
redigidas
de
modo
que apresentem
um
preço
definitivo
para
cada
travessa
ou
loogrinas.
Braga
14
de
dezembro
de
1875.
O
gerente
(2849)
(160)
Nuno
José
Villaça.
.7.:—
Mercadorias
baratas
em
Braga
Ao Primeiro
Barateiro
Lindas
lãs escuras,
alta
novidade
a
240
réis.
Ditas
de
gosto
escocez,
a
240
e
360 rs
Ditas
lizas
de
cores, a
100.
120
e
160.
Ditas
com
seda
a
360
e 500.
Faile
de
lã
preta,
imitando seda a
360
Papelines
de
seda
a 500!
Lindas
precaes
a
120
e 100.
Fazendas
para
todas
(cretones) 160
Panos crus a 70
réis o
melro
.'
!
Sombrinhas
de
seda
para
senhora a
10000
réis
1
Lindos
veludos proprios
para
a
estação.
Coch'nez
de
lã
para
homem
a
600
Cortes de
meia
casimira
a
10100.
Pannos
finos
para
a
estação,
por
pre
ços
nunca vistos.
Chapéus
de
sol
de
seda
para
homem
10700!
Cortinados
para janellas,
com
bordados
da
Suissa,
a
2<$000
réis o
par.
Em
mcrins.
pannos
crus,
metins para
fonos
e
muitas
outras
miudesas,
ninguém
póde
competir
com
o
Primeiro
Barateiro.
(Chãos
de
Cima).
(2854)
VENDA
IMPORTANTE
Vendera-se
as
quintas
do
Barrai
e
de
Fuod-Villa,
ou
as
do
Paço
e Sandarão
em
grupos de
duas
para
um
lado
e
duas
pa
ra
outro,
por
assim
se
acharem
ligadas,
ou cada
uma
sobre
si,
com suas
respecti-
vas
pertenças,
conforme
sua
discripção
no
respectivo
inventario,
e
todas
sitas
na tre-
guezia
de
Semelhe,
soburbios
d
’esta
cidade.
Tratam-se
com
a
excm.
a
gereocia
do
Banco
do
Minho.
(2819)
COMPANHIA
CARRIS
DE
FERRO
DE
DRAGA.
Sociedade anonyma de responsa
bilidade
limitada.
São convidados os
snrs.
accionistas
a
•
entrarem
com
a
primeira
prestação
de
20
por °|0
ou
100000 rs.
por
acção,
nos
dias
15
a
20 de
Janeiro
de
1876,
no
Banco
Commercial
de
Braga,
e
no
Porlo,
na
Cai
xa
do
mesmo
Banco,
rua
das
Flores
n.°
148.
No
acto
do
pagamento
é
indespensa-
vel
a
apresentação
dos
titules
proviso<ios,
e
na mesma occasião
serão
entregues
os
:
estatutos.
Braga
20
de
Dezembro
de
1875.
O
gerente,
Nuno José
Villaça.
(C.—2851
—
R.
159).
LEILÃO
Na
casa dos Congregados, Braga j
No
dia
28 do
corrente
mez
de
dezem
bro,
pelas
11
horas
da
manhã se
proce
derá
á
venda, em
leilão
de
tudo
o
que
pertence
á
Vaccaria
Rracarense,
constan
do
de
12
vaccas,
3
tourinhas,
2
bezer
ras
e um
louro
de cobrição,
medidas e
vasilhas
do
leite,
taça
de
desnatar,
ma
chinas
de
fazer
manteiga,
pesos
e
balan
ças,
coberturas,
colleiras
e
campainhas
das
vaccas,
o
chalet,
etc.
Nomes e
marcas.
Bonita
marca
pequena
boa
leiteira
Saloia
»
»
Carocha
»
»
Eslrella marca
grande
»
Chellas
>
Morgada
b
Angot
»
Boneca
>
Abeilha
>
Minhota
>
b
>
»
dá
pouco
leite.
26
mezes
d
’
idade,
fi
lha
da
Carocha
27
idem
filha
da Mor
gada.
Gasella
>
25
idem,
filha
da Bo
nita.
Tres
tourinhas
=
uma de
6
mezes
filha
da
Carocha,
oulra
de
5
mezes,
filha da
Saloia,
e outra
de
3, filha
da Chellas.
Dous
bezerros
de
4
mezes,
e
Holland-
Bull,
touro
de cobrição de 6 annos, mui
to
manso
e
que
trabalha
muito
bem á
nora.
(2842)
(157)
ALMEIDA &
PEREIRA
Largo
do
Barão
de
S.
Martinho
n.°
18
Compram
e vendem
acções
de todos
os bancos
e
companhias,
e
inscripções
d’
assentamento
e
coupons.
(I)
IJUOUBAl
tr
■.
...
I
I
rua
DES.MARCOS,N.o5.1
V
ende papeis
pinta- $
fe
dos
para
guarnecer
sallas,
jg
lindíssimos
gostos,
a
prin-
;
cipiar
em
80
reis
a
peça,
e,
í
—
1
Vende
olio,
tintas
e
vernizes
para pinturas
de
casas,
tudo
de
boa
quali-
dade.e
preços
muito resu
midos.
y
Vende
cimento roma
no para
vedar
aguas,
ges
so
para
estuques
de ca
sas,
tudo
de primeira
qua
lidade.
(Z
*
)
&
RKHKOW
ANTI- ESCI&OP1IULOSO
DE
«ZSíL.
HLa
ZZ
CZB
Ensaiado
no hospital
real
de
Santo
An
tonio
do
Porto
pela
commissão
medica
nomeada por
portaria do
ministério
do
reino
de
11
de
abril
de 1870.
E
’
sem
duvida
esle
o
primeiro
rerae-
dio
que
até
hoje
se
lem
empregado
com
mais
seguro
resultado
para
combater
as
escn
phulas e
as
suas
variadas
manifesta
ções,
e
é
por isso
que
elle
já
é
indicado
como
tal
pelos
facultativos
que
hoje
em
larga
escala
o
estão
applicando
sem
que
bra
wos
seus
resultados,
antes
allirman-
o
bom
nome
que
já
tem.
Acha-se
á
venda
nas
seguintes
phar-
macias :
no
Porto :
Central,
rua
de
San
to
Anlonio,
227—
Ferreira &
Irmão,
Bai
nharia,
77—
Oriental,
S.
Lazaro,
270
—
Santos,
Santo
Ildefonso,
61
—
Barros,
Bomjardim,
1081 —
Loureiro,
Bomjardim,
822
—
Consullorio
homoepathico
Portuen
se,
rua
do
Almada, 348
—
Carvalho,
rua
Direita,
Villa
Nova
de Gaya,
127
—
Sil
va
Rosa
Júnior,
S.
João
da
Foz,
rua
Cen
tral,
132
—
Vianna
do
Castello, drogaria
do snr.
Affonso—
Povoa
do Varzim,
Oli
veira
—
Penafiel,
Miranda —
Braga,
phar-
macia
Maya,
rua
dos
Chãos,
e
phama-
cia
do
hospital
de S.
Marcos, —
Leiria,
Cardoso
—
Caídas de Vizella,
Coutinho
—
Deposito
geral
em
Lisboa,
Azevedo
&
Sil
va,
rua
do
Principe,
24
—
Deposito
geral
no
Porto,
rua de
Santo
Antonio,
233.
(158)
(4-#)
M M MIS
D0
ALTO
D0U30
BA CASA
»E VILLA POUCA
RUA
DO
SOUTO
N.°
15-Braga.
N
’
este
armazém
se
encontram a
retalho
as
seguintes
qualidades
de
vinhos
enga
rrafados
:
Vinho
tinto
de
meza.
(sem
garrafa)
150
>
>
>
>
.
190
»
Lagrima...................................
200
>
Branco de
meza.......................
210
»
tinto
de
meza
fino.
.
.
.
270
>
de
prova
secca
........................
300
»
Malvasia
de
2.
a
........................
360
»
>
velho..............................
400
»
Malvasia,
Bastardo
e Moscatel
a
500
»
Roncão..................................
700
»
Alvaralhão..................................
560
í
Velho
de 1854
....
600
>
a
retalho para
meza 50
e
80
,
0
quartilho
tinto,
e
branco
120.
Responde-se
e garante-se a
pureza
e
boa
qualidade
de
todos
estes
vinhos,
po
dendo
todo
e
qualquer
consumidor
man-
dal-o
experimentar
por
meio
de
qualquer
processo
cbymico.
(N
*
)
Machinas
de costura
Campo de
D.
Luiz l.° n.° 1
[
Entrada
da
rua
dos
CapellislasJ
ARÀUJO
K1BEIRO
Acaba de receber novo sortimento
das
afamadas
machinas
de
Singer,
legitimas,
e
silenciosas,
especialidade
na
verdadeira
cons-
trucção
e perfeição
de
trabalho,
leveza e
so
lidez.
Veode
a
dinheiro
ou
prestações men-
saes.
Ensino
grátis.
Concerta
toda e
qualquer
maebina
de
costura
por mais
difficil
que
seja
o
concer
to,
e
tem
pessoa
competente
para
isso,
por
preço
commodo.
O
estojo
completo
para
aa
machinas
são
:
Costura
direita
—
bordar
a
soulache
—
fazer pregas em
peitos—acolchoar—franzir
—
infitadeira
—pregar
guarnições
sem
ali
nhavar — sobre-coser
—
melter
cordões
—
abainhadeira
de
diversas
larguras
—
retroz,
algodões,
agulhas,
oleos,
etc.
N.
B. De
todos
estes
objectos
vende
se
separados,
ou
como
as
mesmas
machinas
João
Manoel
da
Silva
Guima
rães.
—Rua do Soído
n.°
43.
Compra e
vende
Acções
de
todos
os
Bancos
e
Companhias,
Inscripções
de
As
sentamento
e
coupons.
(X
*
)
NOVA
CHAPELERIA
DE
ALMEIDA MAIA
(ANTIGA
CHAPELERIA CAMPOS)
44—
Rua
do Soído
—
44—
Braga
Faz
publico,
por
este
meio
para todos
os
efleitos,
que
tendo-se
dissolvido
a
so
ciedade que
girava,
sob
a
firma,
Campos
«fi? Almeida,
fica
de
hora
avante
girando
sob
a firma
de
Almeida
Maia,
onde
ha
um
variado
sortido
de
chapéus
de
feltro,
caximira
seda,
das melhores
fabricas.
Também fabrica,
concerta
e
põe
á
moda,
com
perfeição, todo
e
qualquer
chapéu.
Preços os
mais rasoaveis.
(1-
*
)
FOLHINHA
BRACARENSE
Para a
cathedral, colegiadas,
e
coros
do arcebispado, que
resam
o rito
bracarense
Coordenada e
mandada
observar
por
ordem
de
S.
Ex.
a
Rev.
ma
o
senhor
Ar
cebispo
Coadjutor.
Preço..................................
200 réis
FOLHINHA DE
RESA
Do rito romano para a
Archidio
cese
Bracarense
Auctorisada
e
coordenada
por
ordem de
S.
Exc.
a
Rev.
ma
o
Senhor
Arcebispo
Coa
djutor,
augmentada
com
notas.
Preço. . .
.
140
rs.
FOLHINHA D’ALGIBEIRA
Ou
almanak
ecclesiastico e civil
para o Arcebispado
de
Braga
Consideravelmente
augmentado,
com
notas
e
certeza
das
abstinências
e
festivi
dade.
Preço
.................................
40
rs.
*
Vendem-se
em
Braga,
rua
Nova,
n.°
3,
defronte
da
Misericórdia,
em
casa
do
snr.
Bernardino
J.
da Cruz,
rua
do
Soulo,
em
casa
do
snr.
Rocha,
e Germano=<iui-
marãee,
em
casa
dos
snrs.
F.
Martins
da
C.
Guimarães,
largo da
Misecordia, e
livraria
de
Teixeira
de
Freitas,
a
S. Dama-
SO,
Villa
Real, Chaves, Vianna
e
Arcos,
nas
lojas
costumadas,
e
em
Bar
cellos,
em
caza
do
illm. sr.
Fernando
Cordeiro
em
frente
da
egreja
do
Senhor
da
Cruz.
WK
WNIW
Esta
acreditada
empreza
editora
vae
publicar
o
notável
romance
—
Os
desher-
dados,
de
M.
Fernandez
y
Gonzalez,
ver
são
de L.
Quirino
Chaves,
e
ornado
de
pri
morosas
estampas,
desenho
do bem
co
nhecido
Manoel
de
Macedo.
Distribuirá a
empreza
40
paginas
por
semana, pelo
mo-
dico
preço
de 50
rs.
Dá
dois brindes:
um
de
50000
rs.,
em
cada volume;
o ou
tro
um
mappa
da
Europa
a
lodos
os
as
signantes.
Este romance
é
dividido
em
qua
tro
partes
com
os
titulos
seguintes
:
—
■
Feio
do
corpo bonito de alma
—
A
carne
e
o
espirito
—
O
que
ha
por
baixo
das
ap~
parencias
—Morrem
uns
e
outros perdem~se.
Em
Braga c unico correspon
dente
d’esta
Empreza o snr. I>ias
Freitas,
rua Nova n. 3, E,
ao
qual
devem
ser
feitas todas
as
requisições.
Agente
em
Braga
ANTONIO
JOSE
’
ALVES
DE
CASTRO
31,
Largo
da Senhora
A Branca, 31
Faz
as
seguintes
operações
:
Desconta
letras
da
terra
e
de
cambio.
Encarrega-se
da compra e
venda
de
pa
peis
de
credito.
Recebe
dinheiro
á
ordem
e
a
praso
abo
nando
juros.
Empresta
sobre
penhores d’ouro,
pra
ta,
inscripções, acções
de
bancos
e
com
panhias.
Saca
sobre
praças
do
reino
e
estran
geiras,
onde
o
Banco
tem
agencias
(3
*
)
KSCOUL AMOTMA
Extrai,
cura
e
conserta
os
dentes
ca
riados,
colloca dentes artificiaes
com
pre-
feição.
Presta-se
a
chamados
fóra
da
cida
de.
Consullorio,
Campo de
Sanl
’
Anoa
n.°
1,
das 8
da
manhã
ás
5
da
tarde
(2792)
.........................
n
a u
i.
irinm-
i
ni
nTrr
LL.-iLi
iLijii
braga
:
typographia
lusitana
—
1875. - É o formato de
-
comerciominho_23121875_436.pdf
Parte de Comércio do Minho (O)