comerciominho_20111875_423.xml
- conteúdo
-
■
fimff
—
i
i
i
ii
n-fin —
Assigna-see
vende-se
no
escriplorio
do
editor
e
proprietário
Josi
Maria
Dias
da
Costa,
rua
Nova
n.9
3
E, p&ra
onde
deve
ser dirigida
toda
a correspondência
franca
de
porte.
—
As
assi-
guaturas
são
pagas
adiantadas;
assim como
as
correspondên
cias de
Interesse
particular.
Folha
avulso
10
rs.
P<JBL1CA-S
ÁS
TERÇAS,
QUINTAS
E
SABBADOS.
P
reços
:
Braga,
anno
l$600
rs.«Semestre
850
rs.=Provin-
cias,
anno
2&4Ó0 rs
e
sendo
duas
4&000
rs.«Semestre
1
$250
rs.
=
Brazil,
anno
4$400
rs.«Semestre
2$300 rs.
moeda
forte.
ou!0$000
reis
e
5$500 reis moeda fraca.«Annuncios
por
Imha
20
rs.,
repetição
10
rs.
Para
os
assignantes
X0
«/0
d
’
abalimento.
BRAGA
—
SABBADO
SO DE
ADVOIHHO
Emquaoto
que
na
metropole,
na
ca
pital
da
monarchia,
o
governo
liberal
ca
pitaneado
pelo
afamado
heroe
do
cavaqui
nho
expande
em
burlesca
farça
uma
para
da
piegas
e
utn
exercício marcial
digno
de
D. José
Sei
rale;
emquanlo
que
os
ma-
caqueadores
de
Cbaions
e
Vincennes reve
lam
unto
o
genio
panloraimico e
truão
co
mo a bo'sa
esbanjadora
n’
essas
íarçadas
de
um
podei
microscopico
e
poltrão
; o
go
vemo
de
uma nação,
que
se
diz
liei
alhada do
portuguez,
faz
operar
cm
ter
ritório
africano
de nossa
soberania
um
desembarque
de
tropas; põe a
ferro
e
logo
as
povoações
d’
aqoelle
lerritorio,
cos
pe
assim
a
ignominia
e
a
mais
repelente
aílronta
no
labaro
das
Quinas,
n’
esse
pen
dão
glorioso n
’outr’ora
tão
respeitado,
quando
os
AÍfonsos,
os
Gamos, os
Castros,
e
outros
em
que
poder
nào
leve
a
morte
o
hastearam
incólume
em
iodas
as
quairo
partes
do
mundo.
E
’
uma
vergonhosa
decepção aquella
porque
vimos
da
pas-ar
depois
de
lautas,
cuja
responsabilidade
cabe
corn
lodo
o
pe
so de
hediondez
e negrura
ao
nefasto
go
verno
liberal,
que
vê
a
sua
maior
gloria
na
humilhação
e
desdouro
d
’
esie
píiz
Ha
mezes,
no
Zaire, região
da
África
ocidental
subgeita
ao
domínio portuguez,
foi
pelo
gentio
saqueada e
queimada
a
embrrcação
inglesa «Giraldim»,
e
a
sua
tripulação
em
grande
parte
assassinada.
Acontecimento
deplorável foi este,
e
que
explica
a
falia
de
prestigio
e
força
do
governo portuguez para faier respeitar
n
’
aquellas
paragens
a
sua
aucloridade
e
domínio.
A
Inglaterra,
sem
mais
satisfações
e
consideração
para
co
nnosco,
apresenta
alli
uma
esquadrilha
com
gente
de desembar
que,
e
desde
o
dia
19
de
agosto
a
17
de
selembro
ultimo,
assola
as
povoações
d
’a-
qtirlle
litoral
pondo
tudo
a
ferro
e
fogo,
entendendo
assim tirar
um civilisador
des
forço
da
aQronia
recebida
pelo
«Giral-
dim».
O
nosso patriotismo é grande,
éd’aquel-
le
que
nào
resiste á
commoção
quando
confrontamos as
nossas
glorias
passadas
com
a degradação
presente
;
mas
este
al-
iributo
de
nossos
sentimentos de
portu-
guez
de
uma
só
fé,
não
nos
leva
a
stigma-
lisar
o
acio,
aliás
prepotente, do
governo
inglez.
Porque,
com
íraoquesa,
quantos
esforços
empenhasse
a
Inglaterra
para
levar
o
governo
portuguez a
punir
a
audacia
do
genuo,
seriam
baldados,
e
a
Inglaterra,
que
apesar
do seu
sistema
de
governo
e
lei
religiosa ainda
não
tem
como
os
go
vernos
liberaes de
Portugal
perdido
os
brios
palrioncos
que
enobrecem as
nações;
não
tolerava
que a
sua
bandeira
ficasse
man
chada
pelo
tripudio
cafrial.
Em
lheoria
não
ha
que
exceda
o
pa
triotismo
dos estadistas
liberues
de
Por
tugal.—
Os discursos
enfatuados
nas
ca-
maras,
os
escriptos
pomposos
e
refolhu-
dos
de
eructações
patrióticas, abundam
co
mo
o
sal
nas
marinhas.
Basona-se
que
somos
utna
nação
colunial
e
que
a
nos
sa
grandesa futura
depende
dos
opimos
fructos
que
as
nossas
vastas e feracissi-
mas
possessões
de
alem-már
lem
de
nos
apcoporctonar
;
—
servil
e
alvar despojo
com
que
estes
requintados
impostores
armam
á
credulidade
incauta
que
não
vè
um
Bon-
ga
uu
qualquer
outro
regulo
rebelde
des
mentir
na
pratica as asserções
enfatuadas
do
liberalismo.
Se
somos
uma
nação
colonial,
se
que
remos
sustentar
o
resio
das
vastas pos
sessões
ultramarinas
que
lauto
sacrifício
de
honradas
e
gloriosas
vidas
nos
custou,
porque
as
abandonamos ou—
o
que
equi-
val—
as
entregamos
a
administrações
sór
didas e
imbecis
que
ahi
vão
só
laborar
na
rapto a
e
na devassidão?
Quando
a
corrupção
de
costumes,
a
eliminação
das
mais
leves
noções
de
mo
ral
leem
predominado
nos ânimos dos go
vernos e
dos
seus
commissionados
áquel-
las
paragens,
ha
que
prescindir
de
toda
a
esperança
de
virmos
a
ser
o
que
fomos
como
nação
colonial.
Sustentar
a
nossa
soberania
n
’
aquelles
Estados
quando
com
ella
não
podemos cumprir
os
deveres
inhe-
rentes
da
protecção
e
punição,
porque
a
estes
é
rebelde
a
sordidez,
a
inépcia,
a
devassidão
dos
homens
a
quem
o fatal
destino
lem
entregado
a
manutenção
e
administração
d
’
elles,
é
inteiramenle
im
possível.
Não
é
muito,
pois,
qne
uma
nação
pondonorosa,
vendo-se
ultrajada
pelo gen
tio de
nossas
possessões, chegue
ahi e
di
ga
:
Vós,
governo
portuguez
imbecil
e
fra
co,
não
tendes
força
para
nos
desâggra-
var
da
oflen>a
qoe
recebemos em
vosso
território,
não
estranheis
que
entremos
n
’
elle
como
em
lerra
de
nossa
conquista,
que
ponhamos
a
nossa
bandeira
onde
a
vossa
Ião
des
pre-l
i
g ia
d a
e
desvergoftbosa-
meiite
llutua,
e
que
castiguemos uão
só
a
ousadia
dos
vossos
cafres
ma>
a
vossa
fraqueza
e
imbecilidade.
Assim
acontece
;
a
estas
humilhações
e
a
quantos
males es
te paiz
parece
estar condemnado,
nos
faz
subjeilar
o
nefando
governo
liberal.
N'ouir
’
ora,
quando
os
governos
legíti
mos
hastearam
n
’
aquellas paragens
o
es
tandarte
alvo
e
puro
das
Qmnas,
que
a
obra
do
Mindello
tornou
em
sujo
farrapo
hicolor,
o
nome
portuguez
era
respeita
do
;
e
onde
o
labaro
glorioso
flucluava
demorava a
veneração
e
tradição
de
glo
riosos feitos.
Hoje
que
o
liberalismo
o
man
chou,
é
alvo
da
irrisão
e
do
escarneo,
e
não ha
poder
por mais
fraco
que
lhe não
passe
por cima
e
o calque
como
um sím
bolo
de degradação e ignominia.
Dar.tes
os governos
legítimos
enviavam
áquelles
domínios
da
corôa
portugueza
ho
mens honrados
e
de
sã
consciência,
o
que
pelos
seus
actos
de
hom
governo
e
de
heroísmo
mais
que
homano,
deixaram
na
historia
um nome
glorioso
e
honrado
; a
par
d
’
islo,
a
palavra
do
tnisssionario
aposloli-
co calava
continua
mente
no
animo embru
tecido
do
gentio, modilicaudo-lhe
com
as
maxitnas
ctvilisadoras
e sãs
do Evangelho
os
impetos
naturalmente
selvagens.
Agora
enviam-se
como
governadores homens
sem
pudôr
e
a
quem
se
quer remunerar
um
serviço
ás
vezes
torpíssimo
com os
pro
ventos
illicitos
e
exlorcivos
que alli
vão
auferir,
provenientes
de
uma
administra
ção
corrupta,
e oppressora
para o
gentio.
Em
vez
do Padre,
divaga
pelos
sertões
o
degradado,
o
soldado
iiicorregivèi, ex
plorando
a
ignara
cuoscieucia
do
negro
em
torpíssimo
commercio, o
que
tudo
re
dunda
inais
tarde
em
represálias
funestas,
como
as
que
a historia
contemporânea
nos
está
mostrando
a
cada
passo,
como
o ca
so
do
Bonga,
e
o
recente acontecimento
«Giraldim».
E
nós
somos
retrógrados,
somos
reac-
cionaiios,
quando
em
cada acto
d
’
esses
governos
nefastos
vêmos
um
passo para
o
nosso
anuiqutlamenlo
nacional,
para
o
abismo
em
que
se
ha
de
afundar o
nosso
ser de
nação
independente.
Ulhe
para
lodos
os
acontecimentos
de
ploráveis
a
que
lem
dado
causa
estes
go
vernos,
lodo
o
homem
que
sinta
uiu
mi-
galho
de
brio nacional
;
medite
bem
qual
o
plano
para
onde
imos
resvalando
e
le
mos
como certa
a sua
opposição
tenaz
e
intima
ao
sistema tão
erradameme
cogno
minado
liberal.
J.
MACHADO JUMOU.
A’
redacção
do « Apostolo».
Londres,
8
de
outubro
de
1875.
(Concluaão.)
III.
—
Escreve-me
um
amigo,
do
campo,
dizendo-me,
euconlrára
alli um
diplomata
estrangeiro,
pertencente
a
nm
Estado
Con
lioental
;
que lhe dissera,
com
apparencias
de
bastante
fundamente,
não
ser
estranha
acção
occulta
de Bismark nas
insurreições
da
Herzgovina, e territórios
subjeitos
á
Tur
quia,
ao
longo
do
Adriático,
e
dava
como
rasão
d
’
esse procedimento
prussiano,
o
de
sejo
de
Bismark,
de
procurar
casca
a
moer
á
Rus
ia,
a
íin»
d
’
esla
não
vir outra
vez
deitar
á
Prussia
agoa na
fervura,
quando
ella execute
novo
ataque á
França,
a
quem
não
quer
deixar
convalescer
e
ganhar
de
novo
soa
antiga
imponancia
e vigor.
*
A
mim
a
cousa
parece-me
muito es
tranha,
porque
a
Rússia
não
é
potência
com
quem se
brinque,
e não
obstante
as
trapasserias
que
o
truculento
prussiano
lhe
podesse
mover
no
Oriente,
se
ella
quizes-
se
proteger
a
França da
aoniquilação
co
mo
potência
principal,
islo
é,
de
primei
ra ordem,
estou
persuadido
havia
de
po
dei
o
fazer
e
eflicazmente,
não
obstante
as
perturbações
no
lerritorio
turco. Tanto
mais,
que.
se
»ie>se
a dar-se
nova
guer
ra
contra
a
França,
e
que a
Kussia qoi-
zesse
impedir
o
total
abatimento
d’esla,
não
c«eio
que
a
Áustria
podesse
ou
ficar-
se
a
vèr
a
contenda,
de braços cruzados,
oo
ajudar
de qualquer maneira
sua
nada
escrupulosa
rival,
que
lhe
pagaria
tal
neu
tralidade
como
lhe
pagou
o serviço
inseri
sato
que
as
armas austriacas
fizeram
con
tra
a
mesma Áustria
em
ajudar
a
roubar
a
Dinamarca.
Como
a
Turquia
porém
se
ha
de sahir
dos
apertos
em
que
a
collocam aquellas
insurreições,
não
é
cousa
facil
de cooje-
clurar
;
quando,
hoje
mesmo,
nos
annuo-
ctam
as
tolhas
uma semi-banca-rota da
mesma
Turquia,
qoe
declara
não poder
pagar
em
especie
senão
metade
do
juro
da
sua
drida,
e
ainda isso Deus
sabe
co
mo
será !
IV.
— A
’
custa
de
longas
e
diuturnas
diligencias,
espionagens,
peitas
e
corro
pções,
chegou
a Prus-ia
a
descobrir
o
de
legado
e
auclorisado
occulto
que
substituia
em
Posen
o
Prelado encarcerado.
Hoje
le
mos
o
seguinte
nas noticias
telegráficas
do
dia :—
«Posen
7
de
Outubro.
—
O Tribunal
do
Dislricto d
’
esta
senteuciou
o
Deão
Ku
rowski
a
dois
annos
de
prisão,
por
ter
arrogado
a si
funeções
episcopaes,
proce
dendo
como
Delegado
secretu
Papal
para
a
Sé
de
Posen,
depois
da
deposição do
Arcebispo
Ledokow?ki
pelo
governo
prus
siano,
e
por
ler
feito
uso
de
medidas
cor-
rectivas,
excedendo os
limites da
discipli-
(Ja
ecclesiastica».
—
Já
se
sabe,
que
eram
as auctoiidades
leigas
e
civis
prussiaoas
—
provavelmente
protestantes
—
quem
devia
marcar
o»
limites
da
jurisdicçào
ecclesias-
tica dos prelados
catholicos
!
V.
—
È
’
curioso de
vêr
como
nos
Es
tados
ou
potências
que
se dizem
calholi-
cas
o
Papa
é
desdenhado,
insultado,
des-
altendido,
contrariado
;
emquanlo
alé
em
Estados
Mahoinetauos
se
lhe
mostra
res
peito
e
consideração
grande.
Lè-se
no
«Ti
mes»
d
’
esta
manhã
;
—
Vienoa
7
de
outu
bro
(lelegrainma)
.
—
«Deu
hoje
Sua
Saocli-
dade
audiência
ao
general
Agar,
o
envia
do
especial dp
Sbah
da
Pérsia.
O
gene
ral,
que foi
recebido
na
sala
do
throno,
com
todas
as
honras prestadas a urn
em
baixador,
apresentou ao Pontífice
uma
car
ta
autografa do
Shah,
agradecendo
a
Sua
Sanctidade
a
carta
e presentes;
e
infor
maudo-o
de
que
se
tinham
dado
ordens
a
todas
as
auctoridades
na
Pérsia,
para
que
os
catholicos
romanos
sejam
protegidos
e
respeitados
no
exercício
de
sua
religião.
Sua
Sanctidade
expressou seus
agradeci
mentos
ao
general
pelas
boas noticias
de
qoe
era
portador.»
Não
tivemos
este
verão
em
Londres
senão
um
só
diá
de calor
;
mas ao menus
temos
alé
agora
lido
a>sás
agiadavel
ou
tono.
A
precedente
cada
que
escrevi,
ua
sua
data,
ao
«Apostolo»
no
Rio,
creio
nào
deixará
de
ser
lida
ccm
algum
interesse
e
proveito pelos leitores
do
«Commercio do
Minho»,
e
o
que
n
’
ella
se
disse
a
respei
to
de
Sir
Carlos
Wealsione,
qne
priuje.ro
fez
passar
a
laisca electrica
a
tantas
mi
lhas,
d
’
onde
se
seguiu
a
impoitanlissima
telegrafia
aclual,
adquiie
novo
interesse
pelo
fallecimento
do
mesmo
filosofo
nos
fins
do
mez passado.
A.
K. SAHA1VA.
A
Revolução
Necessidade
da
união
dos
catholicos
nas
eleições.
[Conciusãuj
Vejamos
a
Inglaterra
e
a
França.
Em
ambas
a revolução
rebentou
arma
da
de
todas
as
fúrias.
Mas
a
revolução
inglesa
nào
se
despe
nhou
nos
ollimos
excessos,
nem se
tor
nou
social,
como a francesa.
Esta
por
ser
inimiga de
Deus,
tudo
ou
quasi
ludo
devorcu.
Não
assim
a
da
Inglaterra.
A
este
respeilo
Saint-Bonnet,
(De
la
Reslauration
Française, liv.
111,
c.
XXXIV)
escreveu
uma
pagina
eloquente:
«Porque
a
revolução
de
Inglaterra
teve
|
bom
exilo?
porque
unia
aristocracia,
não
incrédula, mas
crente,
se
levantou
acima
de
todos
os princípios
da
revolução.
A
revolução destruía
a
Egreja, e
a aristo
cracia
foi
individualmente
religiosa
:
a
re
volução
abria
as
portas
á
immoralidade,
e
a
aristocracia
apresentou
famílias
que
pelo trabalho,
pela
previdência
e
pelos
seus
bons
costumes,
fiseram
vergonha
aos
nossos:
a
revolução
cortava
a
cabeça
aos
reis,
e
a
arislucracia
rendeu-lhes
«le
sú
bito
um
culto
cavalheiresco.
A revolução
inglesa,
em
uma
palavra,
foi
bem
succc-
dtda
porque
a
religião
com
costumes
ebris-
táos
suffocou
os
princ'pios
da
mesma
re
volução.
»
A maior
gloria
que parece
reservada
ao
Duque
de
Caxias é
a
de
dar
liberdade
de
voto
ao
verdadeiro
partido
nacional
:
o constitucional
calholico.
Com
a
nova
reforma
eleitoral,
um
gra
víssimo perigo
ameaça
nossas
instituições,
se
os
catholicos deixarem
correr
as
elei
ções
á
revelia.
U
projecio
de
casamento
civil,
eo
de
separação
da
Egreja
do Estado,
ha
muito
eslá
formado
nos
antros
rnaçonicos
Se
os catholicos
não
obtiver-m
maioria
»o
parlamento,
póde-se
dar
como
certo
que
os
deputados
maçons
envidarão
to los
os
esforços
para
serem decretadas
aquellas
medidas
anli-consitlocioi
aes
e
anti-religio-
sas.
O
damno
quo
d
’
ahi
ba
de
seguir-se
para
os costumes
públicos,
só
es
cegos
voluntários
o
negarão.
Suppouhamos
que
fique
o
E«tado.
i-^to
c,
a
grande
familia
brazileira,
subtrahido
á influencia
do
ealholictsino.
Quem
negará
que
seja
esta
a
?•
ais
hor
rível
calamidade
de
quantas
podem
sobre
vir
á
nossa
joven
patiia?
As
grandes
sociedades
politiers
hão
mister
dous princípios
entre
si
baunom-
sados em
sua
acção:
o
principio
da
liber
dade
individual,
e
o
principio
da
auctori-
idade.
| A
liberdade
individual
uão
contida
pelo
1
respeilo á
aucloridade,
gera
egoísmo,
ne-
gação
e
critica
mordaz
de tudo
quanto
subsiste.
Ora,
a
Egreja
catholica,
como
disse
o
protestante
Guizol,
é
uma
grande
escola
de
respeito
á
aucloridade.
Quão
belio
exemplo
apresentou
o
clero
durante
todo
o
tempo
da
perseguição
ma
çónica I
O clero
tão
calumniado
de inimigo
da
soberania
nacional,
nunca
cessou
de
orar
peio
Imperador.
Sempre
obedeceu ás
leis
civis.
A’
s
ordens
do
governo
maçonico,
sim,
deixou
de
obedecer
por contrarias
á
lei divina.
Os
catholicos
com
representações
assi-
gnadas
por
milhares
e
milhares de
cida
dãos Coram
emiim
attendidos
peio
illustra
do
gabinete de
25
de
Junho.
Recorreram
aos
meios
legaes,
respei
tando
a
aucloridade,
e
esperando
o
liiuufo
da
justiça.
Mas,
dir-se-ha,
a
separação
da
Egreja
do
Estado
não
sublrahirá o
povo
á
in
fluencia do
catholicisrrto.
Sei
que
muitos adnerem
a
tal
ideia,
julgando
que assim
se
manteria
melhor
a
(íidepeodencia
do poder
espiritual.
Engano manifesto! Respondemos com
as
palavras
do
snr.
bispo
de
Orleatis a
um
catholico
suisso. (í)
«Não
conheço
peiores
tyrannos
que es
ses
que
lyranoisam
em
nome e
sob
a
mascara
da
liberdade...
«Esse
espectaculo
de
uma
republica
in
tolerante
e
peiseguidora,
comquanlo seja
muitíssimo
triste,
é
para nós
uma
lição.
«Não faltam
homens
em
França
que
pensam que
a
desorgamsação
ecclesiastica
que
se cbama
a
separação
da
Egreja
do
Estado
daria
mais
liberdade
á Egreja.
«U
que
se
passa
em
vosso
paiz
de
monstra
a
profundesa
de
tal
illusão.
«A
liberdade
da
Egreja resulta
das
ideias
de
justiça,
e
de honestidade
que
pievalecern
oa
alhmosfera
tocial
eta
que
ella
vive.»
Se
a.
Egreja
não necessita do
Estado,
é
certo
que
este
necessita
da
Egreja.
Sepultem-na
outra
vez
nas catacumbas,
eila
resurgirá
mais
bella,
e
cantará
mais
victorias.
Mas o Estado
sem
Deus
é
o
reinado
do
Terror,
é
o
despotismo
de
Danlon,
Marat, e
Robespierre.
E
como cidadãos
amantes
da
patria
não podemos
deixar
de
horrorisar-nos
d'es-a
separação,
porque
não
podemos se
parar
nosso
amor
da
Egreja
e
do
amor
da
patria.
Quem quer
os
fins, quer
os
meios.
O
unico meio
de
afastar
tão
horrível
calamidade
é
unirem-se
os
catholicos.
Cerremos
nossas
fileiras,
não
acceilao-
do
candidato
algum
cuja
ortiiodoxia
não
seja
acrisolada.
Immensos
benefícios
liberalizou
a
Di
vina
Providencia
ao
Brazil,
permiltindo
que
o
poder
das
trevas o
dominasse
por
algum tempo.
Um
d’
elles
foi
que
a justiça celeste fez
cahir
a
mascara dos
sacerdotes
e
leigos
deputados,
que
nem
sequer
uma
palavra
de
indignação
proferiram
contra
as
mon
struosidades
do
governo maçonico.
0
crisol
da
tribulação
mostrou
qual
era
o
verdadeiro
ouro,
qual
o
falso.
Esses
homens
que
tanto
contristam
a
Egreja
devem
ser
arredados
do
parlamento.
D
’
elles
nào
ba
que
esperar
senão no
vas
perseguições
ao
catholicismo,
ou
novo
apoio
aos
perseguidores.
Se
algum
d
’esses
padres,
ou
d’
esses
leigos estiver arrependido,
dê
a
unica
pro
va
inequívoca
de
seu arrependimento, que
é
retirar-se
da
vida
publica.
Ai
do
Brazil
se
ainda tiver laes
legis
ladores!
Como
porém
arredal-os? Hoc
opus,
hic
labor
esl.
A
maxima dos
velhos
partidos:
0
unico
crime
é
não
vencer,
maxima
tão
brutal
mente
executada, faz
estremecer
de
horror
a
iatmeosa
maioria
do
povo,
ao
ouvir
fal
ia.
em
eleições.
Esse
drama
angustioso
tem-se
prolra-
hido
por
quasi
ineio
século
enlre
nós.
Não
é
só
repugnância
qoe
semeai
os
homens
honestos,
de combaterem contra
o
carnaval
político,
que
deve
dar
o
que
se
chama
representação
nacional.
Sarcasmo
cruel!
Os
dous partidos
sa
bem
apenas
que
a
quinta
patte
dos
quali
ficados
votantes vae
ás
umas.
E
d
’
esses
mesmos
quantos
não
vão
ar
rastados
peia
policia?
0
peio»-
é
que
uma
terrivel
tentação
vem aos
catholicos: Nada faremos:
cru
zemos
os
braços.
Não,
não
devemos crazar os braços
an
te
as
medonhas
calamidades
que
nos
ameaça
o
espirito
revolucionário.
Embora
nada
valhaiu
nossos esforços
:
seu
mento
itiirinseco
Deus
nol-o
ha
de
recompensar.
Perante
o
tribunal
do
Omnisciente
cada
um
responderá pela
sua
inacção:
a
dos
outros
não o
desculpará.
Nosso
modelo
seja
o
procedimento
dos
catholicos
da
Irlanda,
da
Bélgica
e
da
Baviera.
A
abstenção
dos
catholicos
do
Brazil
nas próximas
eleições
será
sem
duvida o
mais
relevane
serviço
possível
aos
revolu
cionários.
De
nada
tanto
se
receiam
estes
como
de
nossa união
e
intervenção
no
pleito
eleitoral.
A
perspicácia
dos
inimigos
do
calholi-
cismo
ponha-nos de
sebre-aviso
!
Mais
do
que
nós
enxergam
elles
as
consequências
de
nossa
união
que lhes
mallogra
os
pla
nos.
Pois
bem.
Rujam
furibundos
contra
a
formação
do
partido
verdadeiramente
na
cional
emquanto
nos
unimos
em
redor
da
monarchia,
a
quem se
podem
applicar
os
seguintes
versos
do
celeb.e
poema
sanscri
to,
o
Ramayaoa
:
«Totus
dum
populus,
junctis
ad
têmpora
palmis,
«Salve
!
clamat
ovans,
patriae
spes
alma
renatae!
A.
PIMENTEL.
REVISTA
ESTRANGEIRA
SSispanS»».
Do
correspondente
de
Madrid
para
a
«
Palavra
»:
São esperados
aqui
de
24
para
25
os
generaes
Martinez
Campos
e
Quesada, se
gundo
parece
para
serem
ouvidos
na
jun-
cta
de
generaes
que
ha
de
celebrar-se
com
o
lim
de
determinar o
plano
de campanha
que
deve
seguir-se
no
Norte,
e
não
fal
tam
cálculos
e
coujecluras
sobre
a
altitu
de
que adoptará
o
primeiro, ao
qual
que
rem
seus
amigos
que
se
entregue
a
di
recção
das
operações.
N
’
esla
comarca, além
dos
tiroteios
dia-
rios com
as
chamadas
comra-guerrilhas
e
das
escaramuças
de
linhas,
temos
urn
re
conhecimento sem
consequências
do
ge
neral
Trilfo,
de
8.
Sebastião sobre as
po
sições
carlistas
de
Alcibar;
o
demorado
bombardeamento
de
Hernani
;
a má
situa
ção
das
forças
aílonsinas de
Lumbier
(Na
varra)
diariamente
canhoneadas
pelos
car
listas;
explicações incompletas sobre o
ope
ração
e
tomada
de Penacerrada,
e
o
mo
vimento
feito
de
Vitoria
sobre
Bernedo,
que
produziu um
regular
combate,
no
quai
se
proclama vencedor
o
exercito.
Não
tenho
dados
bastantes
para
apre-
êial
o,
uias é
certa
a
notável desegualda-
dc
de
forças
e
sobretudo a retirada
dos
aílotisiuos
sobre
Gomorra
e
Vitoria,
o
que
indica
que, se entraram
etn
Bernedo,
n-
veiam
logo
de
sair.
Sobre estes
pontos,
assim
como
sobre
a
situação
de
Lumbier,
espero
ter
prome-
nores
para
cominunicar
na
minha
próxima,
pois
hoje
senarn pouco
seguros.
Ainda se
lalla
quasi
por
conjecturas
no
relativo
ao
processo
instaurado
pelos car
listas
contra vários
oíliciaes
generaes
do
seu
exercito.
—
Lê-se
no
«Quartel
Real»:
Pessoas
mui
distiacias
de
Hispanha e
do
estrangeiro dirigem-se
muitas
vezes ao
rei,
perguntando-lhe
respeitosamente,
mas
com
o
acento
de
uma
solicitude
que faz
honra
á
sua
dedicação
e
lealdade,
qual
é
n’
este
momento
a
situação
polilica
e
mi
litar
do
nosso
partido.
Ninguém,
na
ver
dade,
póde
julgar
melhor
que Sua
Mages
tade
da
gravidade
das
circumstancias,
das
cousas
e
das consequências de certos
acon
tecimentos, e do
successo
que
o
futuro
nos
reserva.
Sua
magestade
acaba de dirigir a uma
d’
ellas
uma carta da
qual
convém
dar
a
conbecer o
seu
espirito, e
reproduzir
as
passagens
as
mais notáveis. Assim
cum
priremos
os
desejos
de nossos amigos
que
pedem inslrucções
e
dos
mais numerosos
que
não
perguntam
nada.
Depois de
ter
feito
um
resumo
exacto
da
situação
no
Norte,
os
trabalhos execu
tados,
as
victorias
alcançadas,
as contra
riedades
soífridas,
numa
palavra
as
peri
pécias
da
guerra
e
as
esperanças
que
d
’
ei-
la
se
podem
conceber
:
«Não
ha
diíliculdade
nem
revezes
que
nào
possa
vencer
a
nossa
fé
e
a
nossa
perseverança,
porque
Deus
e
a
Hispanha
estão
comnosco.»
Chegando
ao
desastre
acontecido no
Centro,
e
que
Sua
Magestade qualifica
de
«grande
desgraça
de
que
o
tempo fará
conhecer as
cousas»,
e a rendição de
la
Seo
d'Urgel,
«perda
deplorável
e
de gra
ve
consequência»,
exclama
com
uma
ener
gia
inleiramente
hispaohola :
Não
imporia
!
Nada
do
que aconteceu
nos
deve
afiligir.
0
nosso
triunfo
está
hoje
mais
seguro
que
nunca.
Oulr’
ora
nós
dis
semos
em
momentos
críticos
:
«As
proe
sas
da
guerra
e
da
independencía
se
re
novarão,
não
o
duvideis.»
Depois,
reprehe-fldendo
o
uso
que
se
tem
no estrangeiro
de
calcular de
longe
a
marcha
progressiva
dos
acontecimentos
e
dos
movimentos
dos
dous
exercitos,
o
rei continúa
com
uma
admiravel
exactidão
de apreciação:
«Quem
tem
adiantado,
quem
tem
re
cuado
?
Eu pergunto aquelles
que
seguem
os
acontecimentos
sobre
o
papel
e
que
oão
sabem
medir
os progressos
da
nossa
causa pela dedicação dos seus
defenso
res.»
Termina
por
estas palavras
proféti
cas
:
«0
tenqjo e
eu,
somos
dous»,
excla
mava
Philippe
II.
Eis ahi
o
que
eu
digo,
eu lambem,
que
vi
cahir
D.
Amadeu,
a
republica,
a
dictadura,
e
que
descubro
os
sunptomas
de
morte
ao
redor
da
monar-
cbia
de
meu infeliz
primo
Aílonso.»
—
A
agencia
Havas
communica
os
se
guintes
despachos
:
Hendaya
lí
de novembro
dé
1875.
—
Um
navio
levando
contrabando
de
guerra
para
os
carlistas
appareceu
nas
costas
da
Biscaya.
Honlem
houve
um
vivo
canhoneio
em
volta
de
Oyarzuu
e
de
Heroani
Na
Navarra,
o
exercito liberal opera
um
movimento
tendo
Doiz
por
objectivo.
Espera-se
immineute
uma
batalha,
jun
to
a
Lumcrer»
Bourg
Madaine
10
de
novembro
de
1875.
—
Na noite
de 7
para
8,
o
chele
carlista
Casteiis,
com
1:200
homens,
surprehendeu
uíd
destacamento
afíonsista
em
Pobla
de
Lillet.
Fez-lhe
125
prisioneiros,
entre
os
quaes se acham
oíliciaes,
que
dizem,
elle
ia
mandar
fusilar.
(São
dos
cabrerislas.)
Pensávamos
que
na
Catalunha
já
não
haviam
carlistas
armados,
mas emquanto
elles
apparecem aos
L200,
e
forem dan
do
para
baixo
nos
afionsistas,
é
certo que
os
lia
e
boas.
Divisão jmliciuí dr» distriefio ile
Drogn.
(Decrelo
de 12
de
Novembro
de
1815,
publicado
no
Diário do
Governo
de
13
du
mesmo
mez.)
COMAKCA DE
AMARES
Compõe-se
dos seguintes
julgados
:
Amares:
—
reune
as freguezias de
Amares,
Besteiros,
Bouro
(banta
Maria),
Bouro
(Santa
Marlha),
Caíres,
Domei
las,
Ferreiros,
Figueiredo, Goàes,
Paredes
Sec-
cas,
Prozello,
Seramil,
Villela.
Chamoim
:
—
Reune
as
freguezias
de
Bdança,
Campo,
Carvalheiras, Chamoim,
Chorense,
Covide,
Moimenta,
Monte,
Ri
beira, Souto
Villar
(Santa
Marinha).
Fiscal
[S.
Miguel:
—Reune as
freguezias
de
Barreiros,
Bico,
Caldellas,
Carrazedo,
Fiscal,
Lago, Paranhos,
Portella,
Rendufe,
Sequeiros,
Torre.
COMARCA
DE BARCELLOS
Compõe-se
dos seguintes
julgados
:
—
Barcellos
(
Barcellinhos):
—
Reune
as
freguezias
de
Adáes,
Airó,
Alvellos,
Areias
de
Villar
e
Magdalena,
Barcellos (Barcel
linhos),
Barquiros,
Bastuços
(Santo
Este
vão,
e S.
Joáo),
Cambezes,
Carreira,
Car
valhal,
Carvalhas, Chavão,
Chorenle, Chris-
lêllo,
Coure,
Encourados,
Faria,
Fonte
Coberta,
Fornelios,
Gamil,
Gilmonde,
Goios,
Grimancellos,
Gueral,
Macieira,
Marlim,
Midões,
Milhares,
Mmbotães,
Monte,
Alou
re,
Negreiros,
Paradella,
Pedra
Furada.
Pereira,
Pousa,
Remelhe, Rio
Covo
(St.
a
Eugenia),
Rio
Covo
St.
a Eulalia,
Sequiade,
Silveiros,
Varzea
e
Corujães,
Vialodos, Villa
Secca,
Villar
de
Figos.
Barcellos
(
Santa
Maria)
: —
Reune
as
freguezias
de
Abbade
de
Neiva,
Aborim,
Aguiar,
Aldreu, Alheira,
Alvito (S.
Mar
tinho),
Alvito
(S.
Pedro)
e
Ginzo,
Arco-
zello,
Areias
(S.
Vicente),
Balugaes,
Bar
cellos
(Santa
Maria),
Campo,
Carapeços,
Cassourado,
Couto,
Greixomil, Durraes,
Fragoso,
Gallegos
(Santa
Maria), Galle-
gos,
(S.
Martinho), Igreja
Nova, Lama,
Lijó,
Manhente, Mariz,
Oliveira, Palme
e
Feitos,
Panque
e
Mondim,
Parelhal,
Quin-
liães,
Roriz
e
Queirás,
Silva,
Tamel
(S.t
a
Leocadia),
Tamel
(S.
Pedro
Fins),Tamel
(S.
Veríssimo),
Tregosa,
Ucha,
Villa Roa,
Vill
la
Cova
e Banha,
Villa
Frescainha
(S.
Martinho',
Villa
Frescainha
(S.
Pelro,)
Villar do
Monte.
Espozende :
— Reune as
freguezias
de
Antas,
Apnlia, Belinho,Curvos,
Espozende
Fão,
Fonte Boa,
Forjães, Gandara,
Gemezes'
Mar,
Marinhas,
Palmeira,
Rio
Tinto,
Villa
Chã.
COMARCA
DE BRAGA
CompÕe-se
dos
seguintes
julgados:
Braga
(S.
Pedro
de Maxim
inos
):
Reune
as
freguezias
de Arentim, Avelle-
da,
Braga
(Gondisalves),
Braga
(Maximi-
nos).
Braga
(S.
José
de S.
Lazaro),
Ca
breiros,
Celleiroz,
Cunha, Escudeiros,
Espo.
rões,
Ferreiros,
Figueiredo,
Guizande,
La
mas,
Lomar,
Morreira, Oliveira,
Passos,
Pénso
(Santo
Estevão),
Penso
(S
Vicente),
Priscos,
Ruilhe,
Sequeira,
Tadim
e
Fradel-
los,
Trbosa,
Tmndeiras,
Villaça,
Vimeiro.
Braga
(S.
Viclor)
:
—Reune
as
fregue
zias
de
Adaufe,
Arcos,
Braga (S.
Victor),
Crespos, Espinho, Este
(S.
Mamede), Es
te
(S.
Pedro),
Fraião,
Gualtar,
Lamaçaes,.
Navarra,
Nogueira,
Nogueiró,
Pousada,
Santa
Lucrecia,
Sobreposta,
Tenões.
Braga
(Sé):
—
Reune
as freguezias
de
Braga
(Cividade),
Braga
(Sé), Braga
(Sou
to),
Dume,
Frossos,
Merelim
(S.
Paio),
Merelim
(S.
Pedro1,
Mire
de Tibães, Pa-
dim
da
Graça,
Palmeira,
Panoias,
Para
da,
Real,
Semelhe.
(1)
«Correspondam»
25
mars 1873
pag.
1154.
COMARCA DE
CABECEIRAS DE BASTO
(DE
3.a CLASSE)
Arco:
—
Reune
as
freguezias
de
Arco,
Cabeceiras
de
Basto,
Ca
*
ez,
Faia,
Gon-
diães
e
Samão,
Pedraça,
Villa Nuue,
Vil
lar.
Refojos:
—
Reune as
freguezias
de
Ab-
badim,
Alvite,
Basto, Buccos, Outeiro,
Painzella,
Passos,
Refojos.
Rio
Douro.
COMARCA
DE
CELORICO DE BASTO
Compõe-se
dos
seguintes
julgados:
Borba
:
—
Reune
as
freguezias
de
Agil-
de,
Borba,
Carvalho,
Fervença,
Moreira
do Castello,
Rego.
Freixieiro
(Brilello)
:
-
—
Reune
asfre-
gnezias
de
Arnoia,
Brilello,
Codeçoso,
Ge-
rneos
Infesta,
Molares, Ouiiíhe,
Tecla,
Veade.
Mondim
de
Baslo
: —
Reune
as
fregue
zias
de Alhei,
Bilhó,
Campanhó,
Ennello,
Lamas
de
Olo,
Mondim
dc
Basto,
Paradan
ça, Pardelhas, Villar
de
Ferreiros.
Valle
do
Bouro :
—Reune
as
fregue
zias
de Caçarilhe,
Canedo, Corgo, Gagos,
Rrbas,
S.
Clemente,
Valle
do
Bouro.
COMARCA
DE FAFE
I
*
Coro
põe-se
dos
seguintes
julgados
:
Fafe:
—Reune
as
freguezias
de
An-
lime,
Armil,
Arnozella
e
Ardegão,
Arões
(Santa
Cristina),
Arões
(S. Rornão),
Ce-
pães, Fafe, Fareja, Fornelios,
Medello,
Quinchães,
Regadas,
Seidões,
Silvares
(S.
Clemente/,
Silvares
(S.
Martinho).
Moreira
de
Rei
:—Reune
as
freguezias
de
Aboim,
EsUrãos, Felgueiras,
Gontim,
Moreira
de
Rei,
Pedraido,
Ribeiros,
S.
Gens,
Varzea
Cova.
Travassos
—
Reune
as
freguezias
de
Agrella,
Freitas,
Golães,
Monte,
Passos,
Queimadella,
Revelhe,
Sarafão,
Travassós,
Villa
Cova,
Vinhós.
COMARCA
DE GUIMARÃES
Compõe-se
dos
seguintes
julgados
:
Guimarães
(
Santa
Maria
de
Oliveira) :
—
Reune
as
freguezias
de
Aldão.
Athães,
Azuretn,
Candoso
(S.
Thiago),
Costa,
Cre-
xomil, Fermentões,
Gominhães, Guimarães
(Castello).
Guimarães
(Santa
Maria da Oli
veira),
Guimarães
(S. Paio),
Guimarães
(S.
Sebastião),
Infantas,
Lobeira,
Malamá,
Mesão-frio, Pancello, Rendufe,
S.
Tor-
quato,
Selho
(S.
Lourenço),
Urgezes.
S.
Miguel
das
Caídas
de
Vizella
:
—
Reune
as
freguezias
de Abbação
(S.
Chris-
tovão),
Abbação
(S.
Thoiné),
Caídas
($•
João,)
Caídas
(S. Miguel), Calvos,
Can
doso
(S.
Martinho),
Conde,
Gandarella»
Gemeos,
Gondar,
Guardizella,
Iníias,
Lor-
dello, Mascotellos,
Moreira
de
Conegos,
Nespereira, Paraizo,
Pentceircs,
Pinheiro,
Polvoreira,
Selho
(S.
Christovão),
Selho
(S.
Jorge),
Serzedello,
Serzedo,
Silvares,
Taboadelio,
Tagilde,
Vizella
(S.
Fauslino),
Vizella
(S.
Paio).
S.
Thoméde
Caldellas :
—
Reune as fre
guezias
de
Ayrão
(S.
João),
Ayrão
(San
ta
Maria),
Aroza,
Balazar,
Barco,
Britei-
ros
(Santa
Leocadia), Briteiros
(Santo
Es
tevão), Briteiros
(S.
Salvador), Brito, Cal-
dellas,
Caslellões,
Corvite,
Donim,
Figuei
redo,
Gonça,
Gondomar,
Leilões,
Longos,
Oleiros,
Ponte.
Prazins (Santa
Eufemia),
Prazins (Santo
Thyso), Ronfe, Sande (Santa
Maria
de
Villa
Nova),
Sande
(S.
Clemente),
Sande (S. Lourenço), Sande
fS.
Martinho),
Souto
(Santa
Maria),
Souto
(S. Salvador),
Vermil.
COMARCA DE POVOA DE
LANHOSO
Compõe-se
dos
seguintes julgados
:
Povoa de
Lanhoso
:
—
Reune as
fregue
zias de
Aguas
Santas,
Calvos,
Covéílas,
Ferreiros,
Fonte
Arcada, Frades, Friande,
Gallegos,
Geraz,
Lanhoso.
Monsul,
Mouro,
Pedralva,
Rendulinho,
S.
João
de
Rei
[e
Ajude,
Verim.
Thaide
(
Senhora
do
Porto):
—
Reune
as
freguezias
de
Brunhaes,
Esperança,
Garfe,
Lóuredo,
Oliveira,
Santo
Emilião,
S.
Martinho
do
Campo,
Serzedello,
Sobra-
dello da Gama, Thaide,
Travassos,
Vil
le
ia.
COMARCA
DE
VIEIRA
(DE 3.a CLASSE)
Compõe-se
dos seguintes julgados
:
Celleitó
(
Rossas)
:
—
Reune
as
fregue
zias
de
Anjos. Guilhofrei,
Rossas.
Ventosa
:
—
Reune
as
freguezias
de
Campos,
Caniçada,
Cova,
Louredo,
Parada
do
Bouro,
Rio
Caldo,
Ruivães,
Salamon-
de,
Soengas,
Valdozende,
Ventosa,
Villar
da
Veiga.
Vieira (
Mosteiro)— Reune as
fregue
zias
de Anissó,
Cantellães,
Eira
Vedra,
Mosteiro,
Pinheiro,
Soutôllo,
Taboaças,
Villar
Chão.
COMARCA
DE
VILLA NOVA
DE FAMALICÃO
Compõe-se
dos
seguintes
julgados :
Deláes
:
—
Reune
as
freguezias
de Aves,
Ávidos,
Bairro
e
Saníins,
Benle,
Cabeçu
dos,
Caireira,
Caslellões,
Delães, Joanne,
Landim,
Mogege,
Oliveira,
Pedome,
Pou
sada,
Requião,
Riba
de Ave.
Ruivães
e
Novaes,
Seide
(S.
Miguel),
Seide
(S.
Paio),
Valle
(S.
Martinho),
Vermoim.
Villa
Nova de
Famalicão
:
—
Reune
as
freguesias-ie Abbade
de
Vermoim,
Antas,
Arnoso
(Mosteiro),
Arnoso
(Santa Euialia),
Arnoso
(Santa
Maria),
Brufe,
Calendário,
Cavallões,
Cruz,
Esmeriz,
Fradellos,
Ga
vião,
Gundilellos,
Jesufrei,
Lagoa,
Lame-
nhe,
Louro,
Loúsadò, Mouquim,
Nine,
Outiz, Porldla,
Ribeirão,
Sezures,
Telha
do,
Valle
(S.
Cosme),
Villa
Nova
de
Fa
malicão,
Villarinho.
COMARCA DE
VILLA VERDE
Compõe
se
dos
seguintes
julgados
:
Pico
de
Regalados
(
S
.
Paio):
—
Reu
ne as freguezias de
Aboim,
Athães,
Bar
ros,
Bruffe,
Caldellas
(S.
Vicente da
Pon
te),
Gibões,
Codeceda,
Coucieiro,
Covas,
Gtomide,
Gondomar,
Gondoriz,
Uriz
(San
ta
Marinha),
Oriz
(S.
Miguel),
Passó,
Pe-
nescaes,
Pico
de
Regalados (S.
Christo-
vão), Pico de
Regalados
(S.
Paio),
Pra
do (S.
Miguel),
Sande,
Valbom
(S.
Mar
tinho),
Vaibom
(S.
Pedro),
Valdreu,
Val-
lões,
Villarinho.
Prado (Santa
Maria):
—
Reune
as
freguezias
de
Arcozello,
Atheães,
Caba-
nellas,
Cervães,
Escariz
(S.
Mamede), Esca-
riz
(S. Martinho)
Freiriz,
Lage,
Marraucos,
Moure,
Oleiros,
Parada
de
Galim,
Prado
(Santa
Maria),
Soulello.
Villa Verde:
—
Reune
a<
freguezias
de
Azões,
Carreiras (S.
Miguel), Carreiras
(S. Thiago),
Dossão,
Duas Egrejas,
Es-
queiros,
Geme,
Goães,
Godinhaços,
Gon»
diães,
Lanhas,
Loureira,
Mós,
Nevogilde,
Parada
e
Barbudo,
Pedregaes,
Porlella,
Rio
Mau,
Sabariz,
Travassós,
Turiz,
Vil
la
Verde.
PAHTE
OFTWiaib
provas
publicas
perante o
respeclivo
pre
lado
diocesano,
para provimento
da
sobre
dita
egreja parochial,
observando-se
as
prescnpções
do
decreto
de
9 de
dezembro
de
1862.
O
que
por
ordem
do
mesmo
augusto
senhor
se
participa
ao
reverendo
arcebis
po
coadjutor
e
futuro
suceessor do
arce
bispado
primaz
de
Braga,
para
sua intel-
iigencia
e
devidos
eíhitos.
Paço,
em
17
de
novembro de 1875.=
Augusto
Cesar
Barjona
de
Freitas.
GAZETILHA
A
vího
.
—
Acha-se
já comprado
o
ter
reno
no
cemiterio
publico,
para
n
’elle se
lazer
o
jazigo
onde
devem repousar
os
restos
morlaes
du
rnuiio-r«v.°
padre
Mani
nho
Antonio
Pereira da
Silva
Roga-se
a
todos
os
amigos
do
finado que
subscreveram
ou
fizeram
proui.çssas
de
coadjuvar
esla
obra,
que
deve
apontar
aos
vindouros
o
sitio
onde
existem
as
cinzas
d’
este
vir
tuoso
e
digno
ecclesiastico.
que tanto
eno
breceu
esla
cidade
e
arcebispado,
de man
darem entregar
as
oflertas
ao
snr
Domin
gos
José
Vieira
Machado, na
praça
Muni
cipal,
para
poderem
continuar
as
obras
e
dar-se
a
final
com
as
respeclivas
contas
o
destino
que
no
.qtrogtauima
se
annunciou.
Nomes
dos
que
leem
contribuído
Transporte. . .
500740
Ex.in° snr.
Manoel
Peixoto
do
Souza
Villas-Boas,
de
Louzada 40300
Red.
1110
Antonio
Dias
Pereira
Ri
MINISTÉRIO
DOS
NEGOCIOS
ECCLE-
SI
a
STICOS E
DE
JUSTIÇA
Direcção
geral
dos
negocios
ecclesiaslicos
l.
a
repartição
Não
tendo havido
oppositores
ao con
curso documental
aberto
para
provimento
da egreja
parochial
de
S.
João e S.
Cláu
dio
de
Nogueira,
do
concelho de
Vianna,
no arcebispado
primaz
de
Braga, o
qual
findou
em
16
de
janeiro
d
’este
anno.
manda
Sua
Magestade El-Rei que,
nos
termos
do
artigo
16.°
do
decreto de
2
de
janeiro
de
1862,
se
abra
concurso
por
beiro,
de Felgueiras.
.
.
.
20000
Red.*
1
*
10
Antonio
Dias
Peixoto
Azevedo,
de
Fclgueiras.
.
.
500
Ex.
II)0
sor.
commendador
Fulgeti-
cio
José
da
Costa
Guimarães
10000
Som
ma
até
hoje. .
.
580740
HeBatorri®.—
Está
já
concluído
o
re
lalorio
da
exploração do
caminho
do
ferro
do
Minho,
feito
pelo
snr.
engenheiro che
fe
da
exploração,
Kopke
de Carvalho.
E
’
um
trabalho
excellentemente
organi-
sado,
e
que
patenteia
a vasta
intelligencia
do
digno
engenheiro.
Do
referido
relalorio
vê-ee
que
a me
dia
do
rendimento
diário
é de
5000000
reis,
e
que,
segundo
os cálculos
do
snr.
Kopke,
o
Esiado
durante
o
primeiro
anno
de
exploração,
deve
auferir
lucros
no
va
lor
de
36:0000000
reis.
IVeeeHHidnde
du união d«s ca-
tliolíeoM
si
um
eleições.—
Terminamos
hoje
a
teanscripção
do
bello
artigo
do
«Apostolo» sobre este
assumpto, que
nin
guém
dirá
respeite
sómente
a
este
ou
aquelle
paiz.
E
’
um
escripto
digno
de
ser lido e
meditado,
porisso
o
trasladamos
d’
aquelle
valente
campeão
do calholicismo
para as
modestas
columnas
do
nosso
jornal.
Sisaástro.
—
Deu
hontern entrada
no
Hospital
de
S.
Marcos um
trabalhador
do
caminho
de
ferru,
que
recebeu
um
feri
mento
n
’
uma
perna,
motivado pela
queda
d
’
um
ferro.
fiiegcnrrillimnento.
—
No
dia
16,
pelas
7
horas da
tarde,
descarrilbou
uíir
machioa
de
um
comboio
uo
kilourelro
39
da
linha
do Douro
junto
á
Pedreira.
Houve
alguns
ferimentos.
Logo
que se
soube
do
desastre,
partiu
do
Porto
um wagon
de soccorro.
Tiaeatro.
—
A companhia
bispanhola
que
funccioua actualmenle
no
thealro
de
8. Geraldo,
deu-nos
na
quarta-feira
ura
bonito
espectaculo
constante
do
drama
«Amor
de
mãe,» a
comedia
portuguesa
«Querem
ser
artistas,»
e a
comedia
«Sal-
ve-se
quem
poder.»
O
desempenho
foi
geralmente
bom
no
drama,
e
oplirno
na
comedia
«Querem
ser
artistas,®
desempenhada
pelas
irmãs
Nu
nes,
que
foram
calorosamente
victoriadas.
A
’
manhã
sobe
á
sceoa
o
drama
de
D.
Manoel
Tamayo
e
Vaus
«Filha e
mãe,»
e
a
comedia
portuguesa «Izidoro,
o
Vaqueiro.»
A
concorrência
lem
sido
pouco
consi
derável.
Caasaiuiio
de feru
*
o
do 9ouro<
—
Diz-se
que
a
despesa
feita
com
a
conslruc-
ção
do
caminho
de
ferro do
Douro
alé
ao
íim do
mez
de
junho
d’
esle
anno,
mon
ta
á
somma
de 900
contos
de reis.
Desgraça.—
Foi
colhido
pelo
estribo
do
fourgon do comboio
n.° 24
do
Douro,
um
operário
da
via
que
estava
trabalhan
do
n
’
uin
escoadouro
ao
kilometro
6,
en
lre
Rio
Tinto
e
Ermezinde,
na
occasião
da
passagem do
comboio.
O
infeliz
ficou
logo
morto
Era
natu
ral
de
Ermezinde,
e
chamava-se
Delfim
Moreira.
Deixou
mulher
e
filhos
na
orfan
dade.
Ouvimos
dizer
que
o
snr. director
ge
ral
Mattos,
vae
propor
ao
governo
uma
pensão
para viuva
e
filhos
do
fallecido.
E’
de justiça.
Boaibo
efl
’
iiinamitas.—
(Jornal
de
Macau).
—
Consta-nos
que
a
caohonein»
china
«Tsing-Po»,
ceramandada
pelo
snr.
Longueville,
que
de cá
saiu
com
8
me
ninas
annamilas,
como
dissemos
nos
n.
os
12
e
15
d’
este
jornal,
linha
estado
na
ilha
de
Houitsui
onde
o commandante
Longue-
ville
teve uma
conferencia
com
o
snr.
pa
dre
G.
M.
Delavay
e
d’ahi
passou
para
Pac-hoi.
N
’esse
porto
os
mandarins
qoe
a
referida
canhoneira
conduzia
a
bordo,
de
viam
proceder
a
uma
rigorosa averiguação
sobre
o
novo
trafico
de
carne
humana
de
que
falíamos.
A
canhoneira
«Anlan»
na
semana
pas
sada
voltou de Pac-hoi
a Cantão
levando
a
bordo
preso
um
dos
chefes
da
quadri
lha
de piratas
que se
apossaram
da
em
barcação
du
padre
Maryiu.
Esla frota de
piritas
foi
derrotada
por
12
juncos
auna
ra
i
tas.
Aguardamos
mais
promenores.
TienCain.
—
(Idem)—As
ultimas
no
ticias
d
’
esse
porto
confirmam
que
a
diíli-
culdade
suscitada
antre a
Lhioa
e
a
In
glaterra
está
resolvida
debaixo
das
seguin
tes
condições
:
serão castigados
lodos
os
que
se
acharem
implicados
no
assassinato
de
mr.
Margary
; o
governo cbine?
dará
uma
ampla
satisfação,
mandando
para
es
te
lira
um
embaixador
chinez
a
Londres
com
uma
carta
de
apologia
do
imperador
á
rainha
de
Inglaterra
; uma
indemnisação,
que
dizem
ser de
1
500:000
palacas
;
a
abertura
da
província
de
Yunnan
ao
com
mercio;
a
publicação
na
«Gazela
ofiieial
de
Peking»
de
um
decreto
reconhecendo
o
embaixador
inglez;
a
recepção
do
em
baixador
inglez
pelo
imperador,
que
se
rá
lambem
devidamente
registada
na
«Ga
zela
de
Peking»; serão
devidatnenie
re
guladas
as
taxas
li
kin.
O ministro inglez
mr.
Wade,
partiu
para
Peking.
Dizem
qne
as
relações
enlre
os
func-
cionarios
inglezes
e
clnnez.es
vão
ser
col-
locadas
em novas
bases.
Urna
das
conferencias
entre
o
min
:
slro
inglez
e
o
vice-rei Li-huog-chang,
durou
cinco
horas de
tempo.
Conimereio
«Be
.TIaeau.
—
(Idem).
—
Um
dos
socios
da
respeitável
e antiga
fir
ma
china
San-gui-lan,
deu
a
seguinte
triste
noticia
sobre
o
commercio
de
Ma
cau
:
«O
commercio
de
juncos acabou-se.
No
rio
não
se
encontrarão
20
juncos
de
car-
ga
desde
a
barra
até
Patane.
Todos
os
juncos
pertencentes
á
praça
de
Macau
que
se
acham
em
varios
portos,
tiveram
ordens
para
não
voltarem
para
aqui,
parque
se
vierem
teem
a certesa
de
serem
apanha
dos
e
confiscados
haja
oti
não
motivo
pa
ra
isso.
No
fim
da
10.a
lua
se
verá
o
nume
ro
de
lojas
e
casas
de
consigna,ão,
que
hão
de
fechar
os seus
respectivos estabe
lecimentos.
Em
seguida
perguntou-nos
se
Portugal
linha
couraçados,
e
porque
s.
exc.
a
o
sor.
governador
não
zelava
pela
franquia
do
porto
e
íinalisou
dizendo
qoe os chinas
respeitáveis,
residentes em
Macau,
esta
rão
promptos
a
coadjuvar o
governo
por-
tugoez,
com
tanto
que o governo ch
na
oão
saiba
os
seus
nomes
afim
de
não
pu
der
perseguir
os
seus
parentes
no territó
rio
chinez».
■SAÚDE
À
TODOS
sem
medicina,
pur
gantes
nem
despezas
com
o
uso
da
delicio
sa
farioha
de saúde,
DU
BARRY
de
Londres.
S9
amie»
d’
i£avariavcl aueeeaso
2
Saude
a
todos
pela
deliciosa Ilevalescié-
re
Du
B
arry
,
que cura as indigestões
(dis-
pepzia) gaslrica,
gaslralgia, llegma,
arro
tos,
amargor
na bocca, pituilas,
nauseas»
vomilos,
irritações
inteslinaes,
diarréa,
desenteria,
cólicas,
tosse, aslhma,
falta
de
respiração,
opressão,
congestões,
mal
aos
nervos,
diabethe,
debilidade,
todas as
de
sordens
no
peito,
na
garganta,
do
alilo,
das
bronchiles,
da bexiga,
do
fígado,
dos
rins,
dos
intestinos»
da mucosa, do cerebro
e
do
sangue.
75:000 curas, entre
as
quaes
contam-se
a
de
S.
S.
o
Papa,
do duque
de
Pluskow,
da exc.
raa
snr.
‘
marqueza
de
Brehan,
do
doutor
Manuel
Saenz
de
Teja-
da
da
Universidade
de
Cordova,
etc. etc.
Certificado
do
dr.
Manuel Saenz
de
Te-
jada,
doutor
da
faculdade
medica e cirúr
gica,
lente
da
Universidade
livre
de
Cor
dova,
medico
em proprio e
do
caminho
de
ferro
de
Merida
a
Sevilha,
etc.
Certifico
:
Qoe
com
uso
da
Revalescié
re,
obtive
na
minha
clinica
varias
curas
em
moléstias
gravíssimas
em
alguns
clien
tes
residentes
n
’
esla, cidade, lembrando-
me
o
de D.
Filippe
Zappina
empregado
pu
blico,
hoje
administrador
da
alfandega
de
Mauila
nas
ilhas
Filippinas,
a
de
1).
Amélia
Gomes,
casada
com
um
chefe
do
exercito,
a
qual
continua
a
melhorar
com
o
seu
uso;
de
D.
Ramon Alonzo, rapaz
de
vinte
annos
que soílria
havia
alguns
mezes
de
nma
moléstia
de
peito de muita
gravidade. E
para
fazer
constar
em
toda
a
parte,
a
assigno
em
Cordova
em
13
de
outubro
de 1873.
Dr.
Manuel
Saenz
de
Tejada.
Seis vezes
mais
nutritiva
do
que
a
car
ne
sem
esquentar,
econotuha
cincoenla
vezes o
seu preço e:n
remedios.
—
Preços
fixos
da
venda por
miudo em
toda
a
pe
nínsula
:
Em
caixas
de
folha
de lata,
de
*/
4
kilo,
500
;
de
kilo 800
rs
;
de
um
kilo.
10400
reis;
de
2
*
/^
kiios,
30200
reis;
de
6
ki-
los, 60100 reis,
e
de
12
kiios,
120000
reis.
Os
biscoitos
da
Revalesciére
que se
po
dem
comer
a
qualquer
hora,
veudem-sa
em
caixas
a
800
e 10400
reis.
O melhor
chocolate
para
a saúde
é
a
Bevaleacière
e9ioe<»8a4nda;
ella res-
time
o
appettite,
digestão,
somno,
energia
as
carnes
duras
ás
pessoas,
e
ás
creanças
e
mais
fracas,
e
sustenta
dez
vezes
mais
jue
a
carne,
e
que
o
chocolate
ordinário,
sem
esquentar.
Em
paus,
ou
em
pó
em
caixas
de
folha
de
lata
delO
chavenas,
500
reis;
de 21
cháve
nas,
820
reis;
de
48
chavenas,
10400;
de
120
chavenas,
30200
reis, ou
25
reis
cada
çhavena.
BARRI BAKBY C.a -Pla-
ce
Vendòme, 26, Pariz; 77
Regént
Street
Londres
;
Valverde,
1,
Madrid.
Os
pharmaceulicos, droguistas,
mer-
cieiros,
etc.,
das
provincias
devem
diri
gir os
seus
pedidos
ao
deposito
Central
;
snr.
Serzedello
&
C.
a
Largo
do
Corpo
Santo
16,
ZLxsfo®»,
(por
grosso
e
miudo)
Carlos
Barreio,
rua
do
Loreto,
28;
Bar
rai
&
Irmãos,
rua
Aurea,
12.
FarÉo,
Ja
de
Sousa
Ferreira
&
Irmão,
rua
da
Ba
nharia
77 ;
de
Sequeira
; J.
Pinto
;
Desí-
ré
Rahir;
(Duimbra,
V.
Botelho
de Vas-
concellos
;
Aveiro, F. E.
da
Luz
e Costa,
pharm.;
BwrcelSws,
Ramos,
pharm.;
Braga,
Pharmacia
Maia,
rua
dos
Chãos,
Pipa
&
Irmão,
rua
do
Souto,
Domingos
J.
V.
Machado,
praça Municipal.
Figueira,
Antonio
Vieira,
phariu.
;
GuhmvrAe»,
A.
J.
Pereira
Martins,
pharm.
;
í
’ena-
®el,
Miranda,
pharm. ;
i
*
orate
«f®
Uma,
A. J. Rodrigues
Barbosa,
pharm.;
Po-
«a® Varzim,
P.
Machado
de
Oli
veira, pharma.
;
Vivmnst
do
<Jr»strilo,
Aflonso
e
Barros,
droguistas;
WilEa
da
Coaide,
A. L.
Maia
Torres,
pharm.
Jubileu
do anno
Santo
O
Juiz e
mesarios
da confraria
do
SS.
Sacramento
de
S.
José
de
S.
Lazaro,
de
liberaram
fazer
a
procissão
do
Jubileu
do
anno
Santo
nos
dias
26,
27
e
28
do
cor
rente
pelas
2
e
meia
horas
da
tarde,nos
quaes
haverá
confessores
na
sua
egrrji
;
e
por
isso
convidam
as
irmandades
e
confrarias
da
freguezia,
assim
como
todos
os
fieis
pa
ra
a
acompanharem
e
gosaiem
as
indul
gências
e
graças
espirituaes
que
lhe
são
concedidas.
Braga
16 de Novembro <le
1875.
O
secretario
da
confraria
Joaquim
José
Gonçalves
Salgado.
José Martins
Fonlão
Laje
e
Torquat»
Ribeiro,
de
Guimarão,
fazetn
publico
que
no
dia
24
do
corrente abrem
as
suas
car
reiras
diarias
de
Braga
para Guimarães,
saindo
de
Braga
ás
6
horas
da
manhã
e
2
da
tarda,
chegando a
Guimarães ás
9
da
manhã
e
5
da
tarde
e
de
Guimarães
para
Braga
ás
6
h.
da
manhã
e 1 da tarde
e
chega
Braga
ás
9
da
manhã
e4da
tarde;
tem
um
quarto d*hora
na
hida
e
volta,
nas
Taipas.
Um
indivíduo,
de fora d’
esla
cidade,
offerece-se
para
vir
servir
como
escudeiro,
ou
feitor,
para
o
que
possue
todas
as
ha
bilitações
precisas.
No
escriptorio
d
’esta
redacção
dão-se
todos
os
esclarecimentos.
Preço» :
De
Braga
ás
Taipas
e vice-versa,
160,
das
Taipas
a
Guimarães e
vice-versa
80
de
Braga
a
Guimarães
e vice-versa
240.
Escriptorios t
Em
Braga, em
casa
de
Domingos
Al
ves Pereira,
Praça
do Barão de
S.
Mar-
linho,
n.°
1;
em
Guimarães,
em
casa
de
Francisco
José
de
Sousa
Guimarães, cam
po
do
Toural,
n.°
4.
(2811)
Folhinhas
Seraftcas
Devem
estar
promplas
por
todo esle
mez. e
cuslão
com
as
novas
resas,
400 rs.
(2810)
BANCO
UÃ
povoa
I
jê
vãr
-
ZIM
Sociedade
anonynm
de
responsabilidade
limitada.
Os
snrs.
accionistas
são
convidados
a
entrarem
com
a
3.
a
prestação
de
20
p.
c. ou
105000
reis por
acção,
de
20
a 30
do
cor
rente
mez.
Na
Povoa
de
Varzim
no
mesmo
Banco.
No
Porio,
em
casa
dos
snrs.
Vieira
&
Lião.
Em
Braga,
no
Banco
Commercial
de
Braga.
Povoa
de
Varzim
9
dc
novembro
de
4875.
Os
directores.
J. Gomes
Moreira
/2812)
A.
R.
da S.
Vieira.
„
Vende-se
uma
morada
de casas
de
dois
andares,
com
0
n.°
10
e
10
A
a
*
.
1 <^
tia
rua
de
S. Bernabé,
com
seu
quintal
e
posso.
Quem
as
perlender
falle
com
seu
dono.
(2808)
ESPECIALIDADE
Alexandre
Casaline,
com
estabeleci
mento
de
chapéus
na
rua de
Santo
An
tonio,
n.°
90
—Porto.
—
Acaba
de
abrir
(fes
ta
cidade
uma
filial,
que
offerece ao
res
peitável
publico
bracarense,
um
liudo
e
variado
sortido
de
chapéus,
tanto para
se
nhora
como
para
creança,
lodos
executa
dos
pelos
últimos
figurinos
parisienses.
Também
lem
á
venda
lul
preto,
flores
e plumas,
etc.,
etc.
Preços
convidativos
e
fixos.
Recebem-se
encommendas
32
—Rua
do
Souto
—
32
(2806)
BANCO
DE BRAGANÇA
Agencia
em
Draga
Praça
do
Barão
de
S.
Martinho
Recebe-se
dinheiro
a
praso e
á
ordem,
abonando juro.
Desconta
letras
da
terra
e
de cambio,
e
quaesquer
obrigações
commerciaes.
Empresta
sobre
penhor,
de
ouro,
prata,
titulos
da
divida
publica,
e
outros
papeis
de
credito
com cotação
no
mercado.
Abre
coutas
correntes
com caução
de
letras,
acções
de
bancos e
companhias,
ins
cripções,
etc.
Toma
letras,
sacca
e
dá
cartas
de
cre
dito
sobre
as
principaes
terras
do
paiz
e
praças
estrangeiras.
E
faz
as
demais
operações
bancarias
con
signadas
nos
estatutos.
Os agentes,
(2809)
Ferreira
Borges
& CF
BANCO
COMMERCIAL
DE
COIMBRA
Sociedade anonyma
de
responsabilidade limitada
São
prevenidos
os srs.
accionistas
d
esle
Banco
a
fim
de
entrarem
com
a
9.
a pres
tação
de
10
°/o
das
suas acções, desde
0
dia
20
a
30
do corrente,
das
10
horas
da
manhã
até
ás
2
da
séde
do
Banco,
em
xa filial,
no
Porto,
ca,
nas
agencias
do
Coimbra,
10
de
tarde,
em
Coimbra,
na
Mangualde
na
sua
cai
•
Lisboa,
Braga
e Vian-
mesmo Banco,
novembro
de
1875.
Os gerentes
Manoel
dos
Santos
Júnior
(146)
José
Barbosa
Lima
(2793)
J. Melchiadcs
Ferreira
Sanlos.
EUHC
Paquetes
29
de Novembro
13
de
Dezembro
29
de
»
a
sair
de
Lisboa
:
|
DOURO
.
.
13
de Janeiro
|
MONDEGO .
29
de
<
|
ELBE
.
.
13
de
Fevereiro
MINHO
.
.
NEVA
.
.
GUADIANA
.
O paquete
de
13
toca em
S.
Montevideu e
Buenos-Ayres.
O
paquete
de
29
toca
em
S.
Vicente,
Pernambuco,
Bahia,
Rio
de
Vicente,
Rio
de Janeiro,
Montevideu
Janeiro,
e
Bue-
nos-Ayres.
<5
b
preços
são
muito rasoaveis
Esta
companhia
para
maior
vantagem,
resolveu
ter
a
bordo
de
todos
os
seu
s
vapores,
criados
e
cosinheiros
portuguezes para
servirem
os
passageiros
de todas
as
classes,
cujo
tratamento
se
torna
hoje
0
melhor
possível.
Cada
passageiro
de
3.a
classe tem
grátis,
belixe
com
colchão e
roupa
de
cama,
vinho
e
comida
á
portu
gueza,
tudo
em
abundancia.
O
transporte
do
caminho
de
ferro
até
Lisboa é
por
conta
da
companhia
bem
como
outras
despezas.
Para
mais
esclarecimentos
prestam-se
em
casa
do
agente
n
’
esta cidade,
rua
do
Souto
n.° 43.
—
Em
Braga.
João
Manoel
da
Silva
Guimarães.
(V
*
)
Rio
de
Janeiro,
Montevideu,
Buenos-Ayres,
Valparaiso,
Arica,
Islay
e
Callao
CARREIRA QVlXZEUíAEi E
*
A11A
PERSAJ1BIC6 E DAM1A
A Companhia
reduziu
os
preços,
conservando
as
mesmas
vantagens
como
até
aqui
lem
oíferecido
aos
snrs.
passageiros
:
exccllentes
eommodos, bom tra
tamento,
bastante espneo para bagagens e viagens rapidas,
pois
que
OS
Paquetes <lo ã
*
aeàfieo
tem
gasto
sómente
1
3
dias
de Eisboa ao Kio de
Janeiro.
Preços
das
passagens
incluindo
0
caminho
de
ferro
do
Porto
para
Lisboa
Crianças dos passageiros
3/
CLASSE
2/
CAMARA
1/ CAMARA
Pernambuco
...................................................
Bahia
.............................................................
Rio
de Janeiro..............................................
Montevideo e
Buenos-Ayres.........................
Valparaiso,
Arica,
Islay
e
Callao
....
40^000
40^000
45&000
54^000
126^000
81&000
90^000
90&000
90&000
189&000
108^000
117&000
121^500
157^500
308W0
Até
aos
12
annos
meia
passagem.
Alé
aos
8
annos
a quarta
parle.
Até
aos
3
annos
gralis,
uma
só
de
cada
farnilia.
Todas
as
terças
feiras
sahirá
de
Lisboa
um
paquete,
os
passageiros de
3.
*
classe
teem
beliche
com
colchão
e roupa,
comida
a
portugueza
em
abundancia
e
vinho
duas
vezes
por
diz
AGENTES
EM
BRAGA
— Almeida
&
Rereria.
Traia
a
passagem
a
pagar
á
vista
e
a
prazo
com
(lança.
(K.
*
)
wam
»
omto
O
professor
em
artes,
letlras
e
scien
cias,
membro
do
clero
e
magistrados,
todo
0
medico,
cirurgião,
dentista e artista,
que desejem
obter
0
titulo
e
diploma
de
doutor
ou
bacharel
honorário,
podem
diri
gir-se
a
Medicus,
rua
do
Rei,
46,
em
Jer-
sey
(Inglaterra).
(T
*
)
Fava
especial da
ilha
de
8.
Mi
guel
Esle
legume,
geralmente
usado
para
penso
de
gado
cavallar,
inuar
e
mesmo
bovino,
é
de uma
óptima
nutrição.
Grande deposito
a
preços
rasoaveis;
Cima
do Muro
(dos
bacalhoeiros)
n.° 77
Porto.
(2748)
Aforam-se ou
vende-se
14
terrenos
com
30
palmos
de
frente
e
170 p.
de
fundo,
na
rua
Nova
da
Senhora
A
Branca. Par»
tratar,
á
rua
do
Conselheiro
Januario
n.°
97.
com seu
dono
João
Manoel
Pereira.
Braga
6
de
novembro
de
187o. (2782)
Vende-se
uma
morada
de
casas
si
tas na
rua
do
Forno,
com
0
n.°
8
A,
com
dois
andares
e
aguas
furtadas
e
lem
bons
commodos para
qual
quer
farnilia.
Quem perlender
falle
na
rua
de
Goadaltipe,
n
0
2
C.
(2787)
bi
wa
Convidarn-se os snrs.
accionistas
d
’
este
Banco
a
emtrarem
com
a
3.
a
prestação
de
25
por
cento
ou
125300
reis
por acção,
re
lativa
á
2.a emissão, desde
0
dia
20
a
23
de
Dezembro
proximo.
Aos
snrs.
accionistas qoe
quizerem
an
tecipar
a
4
a
e
ultima
prestação,
qne
ie-
rá
logar
de 20
a
23
de
Março proximo,
ser-lbes-ha
abonado
0
juro
na
razão
de
3
por cento
ao
anno.
Os
snrs.
accionistas
residentes
no
Por-
10,
podem
eflecloar
0
pagamento
na
caixa
filiai d
’
este
Banco, n’
aquella
cidade.
Braga
16
de
Novembro
de
1873.
Os
directores
João Evangelista
de
Sousa
Torres
e Almeida
Manoel
José
da
Costa
Guimarães.
FOLHINHA
DE
RESA
Do rito romano para a Archidio-
cese
Bracarense
Auctorisada
e coordenada
por ordem
de
S.
Exc.a
Rev.,na
o
Senhor
Arcebispo
Coa
djutor.
augmentada
com
notas.
Preço. .
.
.
140
rs.
FOLHINHA D’ALGIBEIRA
Ou
almanak ecclesiastico
e civil
para o
Arcebispado
de
Braga
Consideravelmente
augmentado,
com
notas
e
certeza
das
abstinências
e festivi
dade.
Preço
.................................
40
rs.
CAS1L
Vende-se
na
Povoa
de Lanhoso
e
lo
gar
d
’
Arrifana
o
casal
denominadod
’
«Alem®
com
todas
as
suas
pertenças,
livre
de
fòro
ou
penção.
Dirigir-se
ao
proprietário
ali,
ou
nos
Chãos
de
Baixo.
n.°
6.
(2759)
ESCOLA.
AMERICANA
Extrai,
cura
e
conserta
os
dentes
ca
riados,
colloca
dentes
artificiaes
com pre-
feição.
Presta-se
a
chamados
fóra
da
cida
de.
Consullorio,
Campo
de
Sanl
’
Anna
n.°
1,
das
8
da
manhã
ás 5
da
tarde
(2723)
Vendem-se em
Draga,
rua
Nova,
n.°
3,
defronte
da
Misericórdia,
em casa
do
snr. Bernardino
J.
da Cruz,
rua
do
Souto,
em
casa
do
snr.
Rocha,
e
Germano^Guí-
marães,
em
casa
dos
snrs.
F. Martins
da
C.
Guimarães,
largo
da
Misecordia,
e
livraria
de Teixeira
de
Freitas,
a
S.
Dama-
SO,
Tília
Deal, Chaves,
Vianna
e
Arcos,
nas
lojas
costumadas.
Companhia
Edificadora
e
Indus
trial
Bracarense.
A
direcção
d’
esta
companhia
faz
pu
blico
que
em
conformidade do
disposto
no
artigo
3.°
§
6.°
do respeciivo
regulamen
to,
abriu
o
seu
escriptorio no
campo
de
Sanl’Aona
n.®
71
D, 2.°
andar
aonde
se
dão
consultas
relativas
a
industria
parti
cular,
desde
as
10
horas
da
manhã
até
ás
3
da
tarde
nos
dias
não
sanctiíicados.
Encarrega-se
esta direcção
de
lodos
os
trabalhos
relativos
a
projectos
conslruc-
ções
em
geral,
como
irrigações,
drena
gens,
architectura,
levantamento
de
plan
tas,
estradas,
caminhos
de
ferro,
coustroc-
çào
de
rodas
hydraulicas,
e
tudo
quanto
diz
respeito
a
obras
hydraulicas,
machi-
nas
de
vapor etc.
A
direcção
proporcionará garantias se
guras,
e
preços
mais commodos para
a
confecçâo dos
respectivos
projectos,
direc
ção
e
execução
de
obras,
apresentando
a
competente
tabella
de
preços,
ou
ía-
sendo
os
ajustes
mais
modicos
e
compa
tíveis coai
os
fios
a
que
se
propõe.
Os
directores
Fernando
Castiço.
José
Alves de
Moura.
Francisco
da
Silva
Araújo.
(2747)
João
Manoel
da
Silva
Guima
rães.
—Rua do
Souto
n.°
43.
Compra
e
vende
Acções
de
todos
os
Bancos e
Companhias,
Inscripções
de
As
sentamento
e
coupons.
(X
*
)
___
_
_
.
.
[___ „ iMniimiwiriii i
BRAGA
:
TYPOGRAPHIA LUSITANA —
1875. - É o formato de
-
comerciominho_20111875_423.pdf
Parte de Comércio do Minho (O)