comerciominho_14121875_432.xml
- conteúdo
-
Assigna-see
vende-se
no
escriptorio
do
editor
e
proprietário
José
Maria
Dias da Costa,
rua
Nova
n.®
3
E,
para
onde
deve
ser
dirigida todas
correspondência
franca
de
porte.
=
As
assi-
gnaturas
são
pagas
adiantadas
;
assim
como
as
correspondên
cias
de
Interesse
particular.
Folha
avulso
10
rs.
ÁS
TERÇAS,
QUINTAS
E
SABBADOS.
P
reços
:
Braga,
anno
10600
rs.=Semestre
850
rs.=Provín
cias,
anno
20400 rs e
sendo
duas
40000 rs.=Sernestre
10350
rs.=£razi/,
anno
40400 rs.=Semestre
20300 rs.
moeda
forte
ou
100000
reis
e
50500
reis
moeda
fraca.==Annuncios
por
linha
20
rs.,
repetição
lOrs.
Para os
assignantes
20 ®/0
d’abatimento.
ftgigiMMwãwwrrW
«II I
-------
BRIGA-TKRÇA-FKIKA 11 »E
I9EZFMBKO
Ainda
o»
«Ijazaristae».
III
VIRTUS
1
[Continuação]
O
paganismo
não
moralisa,
por
con
sequência.
Serão
melhores
as
outras re
ligiões
antigas?
Solon mandava
matar
os
indiflereotes
em
questões
políticas.
Decretava
o
suicídio.
As
leis
primitivis
de
Roma
condem-
navam á morte
o
lavrador
que
comesse
carne.
As
leis
de
Muros
e
Lycurgo declara
vam
infames
os que
nào
tivessem
amigos,
e
mandavam
corosr
de
flores
e
ramos
a
mulher
adultera
!
Já
o
snr.
Fonseca
viu
maior collec-
ção
de loucuras?
E,
comtudo,
os
homens
que
estabeleceram
essas
leis
foram
admi
rados pelos
antigos, e
são-n
’
o
ainda
hoje
pelos
modernos como
profundos
pensado
res.
Ouça
mais :
Zoroasiro
disse
que
a
obra de
maior
valor
que
um
homem
póde
fazer
é
lavar
bem
o
corpo.
As
leis
egypcias
mandavam
que
cada
um seguisse
a
proíis-ão
de seu
pae.
As
de
Mioos
prohihiam
aos
mancebos
que
analisassem
as
leis.
Abi
tem
o stir.
Fonseca
a
obra
do
homem.
Quer
agora
ver
a
obra
de
Deus?
Veio
Jesus
Chrislo
e
disse
:=Atnae-vos
uns
aos
outros.—
Toda
a
moral
n'uma
só
lei!
Toda a
virtude em duas
palavras!
Empraso
solemnemente o
snr.
Fonseca
e
lodo
*
os
sublimes
pensadores
dos
tres
pontinhos
a
descobrir uina
unica virtude
que
esteja
fóra d’
essa
lei,
um
unico
vicio
que
ella
não
condemne
rigorosameute.
(*)
Inspirações do
Visella,
edição
do
Porto,
de
1871.
Faça essa preciosa descoberta, snr.
Fonseca,
prove-nos que
Jesus,
o
utopista,
errou.
Apresente-no
*
oulra lei
melhor
que
a
d'Elle.
Confunda-nos
com
argumentos
e
provas,
porque
nós,
os
catholicos,
presa-
mos, sobretudo, a
verdade e procuramol-a
de
boa
fé,
creia
o.
Torna-se
mesmo
necessário.
p»ra
hon
ra
da
seita
impia,
qoe os
snr».
reúnam
as
suas leis
n
’
uin
codigo
unico.
Digo-lh’
o
no
seu
proprio
interesse.
Assim
separa
dos
como
estão,
em
permanente
desac-
cordo
entre
si,
como
poderão
conseguir
completa victoria?
Que
ideia
farão
as
ge
rações
futuras de
homens
que
apregoam
aos
quatro
ventos
o
seu
vastíssimo
e
va
riado
saber,
e
que,
combatendo
uma
dou
trina
não
propõem
outra
que a
substi
tua
?
Mãos
á
obra, snrs.
lilosofos
! A
dou-
trina
christã
é
uma
coisa
que
deve
ter
minar.
Pois venha
oulra
doutrina
que
nós, se
a
acharmos
boa,
iremos
missio
nai
a
por esse mundo,
e, creia
o
snr.
Fon
seca,
a
dedicação
pela
verdade
do
nosso
lado
é
tal,
que
um
catholico
está
sem
pre
promplo
a
derramar por
ella
o
pro
prio sangue.
A
nossa
cooperação
não
é,
pois,
para
despresar.
Bem
sabe,
snr.
Fonseca,
que
os
irmãos
dos tres
pontinhos, são
opti-
mos
escrevinhadores,
muno
bons para es
tarem
no
seu
gabinete,
rodeados de
to
das
as
commodidades
a
calumniarem
as
pessoas
e
as
coisxs,
mas
para
missioná
rios...
são
muito
mais
dedicados
os
ca
lholicos.
não
é
verdade?
Ora,
emquanlo
não
apparece
a nova
ei,
permitla-me
o
snr.
Fonseca
qoe
úre
as
seguintes
conclusões
do
que
alé
aqui
tenho
escripto
:
1.
a E’
necessária
uma
religião,
porque
é
necessária
a
virtude.
2. a Logo,
a
melhor
religião
será a que
ensinar
todas as virtudes.
3.
a
As
religiões
amigas
continham mui
tos
êrros.
4.
a
Não
ha
virtude
fóra
da doutrina
christã,
nem
n
’
ella
se
cooteem
êrros.
5.
a
Logo,
a
religião
chrislã
é
a
me
lhor.
a
verdadeira,
a
unica digna
de
Deus,
a
unica
que
póde
encaminhar
o
homem
para
a
felicidade
possível, no
mundo.
(Continua)
E. F.
União
do clero,
IV
E
’
ainda
um dever de caridade a
união
do
clero.
Nào
ha sociedade
possível
sem
um
ponclo de
contacto
que
una
seus
mem
bros
entre
si.
E
esta
união
apenas
será bem
firme,
quando
um
principio qualquer concorra
a
sustental-a.
Na
Egreja
Catholica
o
poncto
de
con
tacto
é
a
fé,
e
o
principio que a
alimenta
é
a
caridade.
Era
auxiliando-se
mutuamente
com
uma affeição caridosa,
que
os
primeiros
christãos
se conservavam unidos
no mes
mo
espirito
de
verdade.
E
é
ainda
pela
caridade
que
esta
união
tem
subsistido atravez
as
vicissitu
des
dos
tempos
e
as
alternativas
da
so
ciedade.
A
caridade,
como
lei
universal, é
o
esteio
mais
seguro
de
unidade,
e como
tal,
a
primeira
condição
d
’
existencia
para
a
Egreja.
Jesus não
cessava de
recommendal-a
aos
Apostolos.
E
S. João
com
tanta
in
stancia
a
inculcava
aos
seus
discípulos,
que
póde dizer-se,
morreu
com
esta
do
ce
palavra
nos
lábios.
O
amor
gera
a
união,
como
a
carida
de
fortalece
o
amor.
São
estes
os
verdadeiros
laços
da
paz
em
que
S.
Paulo queria
se firmasse
toda
a
unidade
d’
espirito.
Mas
se
pela
caridade são
os
fieis
cha
mados a
approximarem-se
mutuamente,
até
formarem
um
só
corpo,
perguntamos;
não
obrigam
mais parlicularmente esta
lei
aquelles,
que,
por
serem o
sal
da
lerra
e
a
luz
do
mundo,
devem
mostrar-
se
coino
o
exemplo
vivo
de todas
as
vir
tudes
evangélicas
?
A
desunião
do
clero
suppõe
sempre
a
falta
de
caridade
entre
os
seus membros.
Não
cumpre
com
o preceito
evaugelico
o sacerdote
que
vive
para os
seus
com
panheiros
do
sacrifício,
como se
elles
não
foram.
Falta
a um
dos primeiros
deveres
do
Christianismo
o
padre
que, separaodo-se
d
e
seus
irmãos,
os
abandona
ás persegui
ções
dos
que
os
odeiam.
E
comtudo é
de
sobre
o
altar
que
a
caridade
deve
irradiar-se
para
a
sociedade.
E
’ d
’
alli
que
ha-de
sair
o
fogo
para
acalentar nos
corações
os nobres
senti
mentos
do
amor
do
proximo.
Mas
como
póde
ser
entre
os
fieis
um
incentivo
á
caridade
o
padre
que se man
tém n’
uma
feia
indiflerença
para
com
aquelles
que
revestidos
do
mesmo
caracter
e dignidade,
que
elle,
devem
ser
os
pri
meiros
na
sua
intimidade
?
O ecclesiastico
n’
este
caso,
exhaulora-
se
a
si
proprio.
E
perdendo
todo
o
as
cendente
que
é
chamado a
exercer
sobre
os
povos,
de
luz que
allumia,
torna-se
em
fogo
fatuo
que
illude.
A
caridade
é
benigna,
humilde
e
obe
diente.
Não
pleitêa
competências,
nem rega
teia
merecimentos.
Indulgente
para
com
lodos, só
é
hu
milde
para
o
que
a
exerce.
Não
é
invejosa,
mas
antes
se
alegra
com
as
venturas
dos
outros.
Não
é
insolente,
nem
altiva,
mas pelo
contrario
vive da
obediência
a
quem é
devida.
Não
se
enlaslia
com
os soffrimentos
alheios,
mas
promptifica-se
a
chorar
com
a
desgraça,
quando
não consegue
dulciti-
car-lhe
os
espinhos.
Eis
o
que
faz a
caridade.
Deslroe
todos
os
attrilos
que
podem
oppor-se
a
uma unidade
perfeita
;
e
con
chegando
lodos
os
corações,
as
vontades
todas
n’
um
só
ponto
de
contacto-o
amor
de
Deus—
a
todos
prescreve
a
união, co
mo unica
barreira
inexpugnável
contra
tudo
quanto
tente
cppor-se-lhe.
E
’
pela
caridade
que
principalmente
se
fortalecem
os
vínculos
do
amor
entre
os
filhos
do
Calholicismo.
E
é
pela caridade
lambem
que
mais
devem estreitar-se
os
laços
da
união
entre
o
clero.
Foi
de
certo
para
evitar
a
dissolução,
que
sem
a caridade, sobreviria á
sua
Egre
ja,
que Jesus
Chrislo,
instou
com
os
seus
discípulos
e
na
pessoa
d
’
eíles
com
todos
os
que
lhes
succedessem
no
miuisterio
sacerdotal,
mandando-lhes,
que
se
amassem
FOUHBTKM
A
CRUZ DO
ERMO. (*
)
Eil-a
!
hàsieada impavida
sobre
o
alcantil
perenne,
onde
murmura a espaços
a
branda
viração.
Eil-a!
que
outr
’
oia
ao
Gólgolha,
contra
o
reinado
infrene
do
vicio,
abrindo
os
braços
quebiára
a
escravidão.
Eil-a!
potente
lábaro,
que o
tempo
embalde
açoita,
a
cuja
sombra dorme
o
anjo
bom
da
paz.
Eil-a
!
que
á
treva
lugubre,
que
todo
um
mundo
ennoita,
rasgando
o véo
enorme
o
dia
e
luz
nos traz.
Eil
a
!
atalaia
mystica
velando
d
’enue
o ulmeiro
o
mudo
cinerario,
onde
vasqueja
a
luz.
—
Livro sagrado,
inclilo
aberto
ao
mundo
inteiro,
escripto
no
Galvario
c
’
o
sangue
de
Jesus.
Salvé
!
do
dôce
cântico
da
natureza,
ao
fundo
da
rapida
ladeira
perder-se
os
eccos
vão:
Salvé!
augusto
symbolo
da redempção
do
mundo,
—
perenne
meusageira
da
paz,
da
salvação.
Fugindo
ao
rudo estrepilo
da
multidão
fremente,
que
do
viver
ensombra
a
provideule luz;
quanta’
sentidas
lagrimas
nào
lem
chorado
o
crente
á
tua
grave
sombra,
ó
soiitaria
cruz?!
A
impulso da
innocencia,
o
bom
do
pegureiro,
que
vezes
terá
ido
nos
braços
teus depôr,
d
’
agresles
flores
candidas
nascidas
u’
esse
oiteiro,
um
ramo
entretecido
de rosas—
fé
e amor?!
Se
a
geladora dúvida
meu
coração
infesta,
e
do
imo a
tempestade
nas
crenças
reproduz,
supremo
impulso, intimo,
das
tuibas
me
sequestra,
e
á
lua
soledade
vou
procurar
a
luz.
E
ifesle
breve
cômoro,
que
o
astro
de
oiro
fira,
se
no
franjado
oriente
ostenta
áureo
fanal;
ou
se do
tíilho
occiduo
um
só
momento agita
a
(Lmmuia
tremente
que doira
a
custo
o
vali
’
;
sinto
um
praser
dulcíssimo
filtrar-se
na
tniuh
’
alma,
se
os
olhos
meus
descanço
nos
verdes
aspiraes,
n
’este
silencio
morbido
só
perturbada
a
calma
ao
perpassar, de
mauso,
a
biisa
dos rosaes...
Emquanlo o sôpro
eóleo,
que
ameiga braudamente
a
fronde
—
adorno
liudo
que
veste
o
ulmo
e o
til
—
agita aoreo
thuribulo
d’
aroma
rescendeme,
que paru o
ceo
subindo
nos
lembra
o
Eterno
Abril ;
emquanlo a
turba
impia
consome
os
parcos diai
ua
rude
vida,
atreita
á
sina
do
mortal,
e
perpassando,
lubnca,
ua febre
das
orgias
assiste satisfeita
á
torpe
baccharul;
emquanlo a
lua
argenlea
surgindo
do
oriente
nos
braços da
fulhagem
diflunde
a
luz
senil
;
e nos froixeis llaccidos
da
relva verdesceote
estampa
a
lua
imagem,
recorta
o
teu
perfil;
emqoanto
o
infrene
vicio
vae
caminhando
ovante
nas
praças
da
cidade,
que
á
perdição
conduz;
eu,
reclinado
supplice,
na
alfombra veidejante
da
tua
soledade,
quero
adorar-te,
ó
cruz!
Eil
a
! atalaia
mystica
velando
d
’entre
o
ulmeiro
o
mudo
cinerario,
onde
vasqueja
a
luz.
—
Livro
sagrado
inclito
aberto
ao
mundo
inteiro,
escripto
no
Calvario
c’o
sangue
de Jesus.
DIAS FREITAS.
uns
aos
outros,
como
Elle
os
linha
amado.
Preceito
grandioso,
que,
bem
realisa-
do,
basta
por
si
a
garantir
o
prestigio
e
elevada
consideração
do
clero
contra
a
g
uerra
cruel
que o espirito
de
impiedade
lhe
move a cada
instante.
M.
MARINHO.
(Semana
Religiosa).
Cíjnufjrft
11 «2e dezembro.
(Oo
nosso
correspondente).
Hí dois dias
que
a
velha
cidade
de
D.
Affonso
Henriques
e
de D.
Sancho
apresenta
um
aspecto
militar,
como ha
muito
se
não
viu
aqui. Hontem
de
tarde
deu
entrada
na
cidade uma
bateria
com-
posta
de
meia dúzia
de
peças
de
Krupp,
coin
os
carros
de
munições,
banda
mar
cial.
etc.,
etc.
Esla
força veio pela estrada
de
Lis
boa,
d
’
onoe
partiu
ha
uns
pouco
*
de
dias.
Porisso
vinha
estropiada,
segundo parecia
porque
se
arrastava
pesadamente
pelas
ruas
da
cidade,
sem
garbo,
nem
bravura
;
pareciam
prisioneiros
de guerra.
Foi alo
jar-se
no
p:teo
da
Universidade,
d
’
onde
saiu hoje
em
direcção
ao cemiterio
mu
nicipal.
para
fazer
as
honras
fúnebres
do
*
restus
morlaes
do
Aguiar.
A
’
mesma
hora
(1 da
larde)
entrou
lambem
uma
f
rça
d
’
infat)teria
uni
la
do
Porto
Academia
religioM». —
Realisou-se
anle-honlem,
no salão da
Relação
eccle-
siasuca,
a
academia religiosa
com
que
a
Associação
Catholica
d'esta
cidade com-
memorou a
festa
da
sua
Padroeira,
a
Irn-
maculada
Conceição.
Foi
um
acto imponente,
de
que
no
proximo n.°
daremos mais
desenvolvida
noticia.
Faileeianento.—
Deu-se ha dias á
sepultura
o
cadaver
do
snr.
padre
José
(1’
Oliveira,
que
ultimameole
era encom-
meudado
di
freguesia
de
Cabreiros.
Exeq««ia»
—No
dia
lo
do
corrente
leem
logar na
capella
do
Collegio
dos
or-
fáos
solemnes
exequias
para suffragar
a
alma
do
venerando
arcebispo,
D.
Fr.
Cae
tano
Brandão, fundador
d
’
aquelle
pio es
tabelecimento.
Serão
feitas
com
muita
pompa,
havendo
lambem,
como
uos
ani)os
anteriores,
ora
ção
fúnebre,
e
missa
a
grande
instrumen
tal.
ò.
exc.
a
red.
lna o
snr.
arcebispo
coadjuclor
tenciona
assistir
a
este
piedo»o
acto.
A
quegtão clazarista».—
O
erudi-
cto
esciiptor catholico,
e
nosso
particular
amigo,
padre
Senna
Freitas,
está
escre
vendo
uma
refutação á
carta
que
o
snr.
Enues
dirigiu
ao
presidente
do
Conserva-
toiio
dramalico
do
Rio
de
Janeiro,
sobre
a prohifiiçào
da
representação
dkquelle
aceivo
de calotnnias,
que o
snr.
Ennes
intitulou
os
Lazarislas.
Brevemenle
deve
entrar
no
prelo o
novo
trabalho
do
snr.
padre
Senna
Frei
tas.
frio!
—
Castillo,
astronomo
sara-
goçauu,
vaticina
que
a
começar
de
15
d
’
e»te
mez
fará
na
península frio em tal
grau
de
intensidade,
que
ficara
memoriado.
Segundo
informações
que
nos
dá
um
uosso
amigo
da
villa
dos
Arcos de
Val-
de-Vez, já
o
thermomelro
tem
alli
descido
a
6
graus abaixo
de
zero
!
N«»>’
a» cadeiras dPinstrucção pri
maria.
—
Por
decreto
de,
9
do
corrente
fo
ram
creadas
cadeiras de ensino
primário
nas
seguintes
localidades:
Para
sexo
masculino.—
Logar
e
fregue
As
exequias
começaram
hontem
na
Sé
Cathedral
peias
3
horas
da
larde,
com
a
assistência
do snr.
bispo-conde.
Estavam
presentes
o
ministro
da
guer
ra,
o
da
justiça,
fazenda,
e
rou
:tos
gran
de
*
do
reino,
além
de
grande
numero
de
convidados.
De
Coimbra
estavam
todas
as
ancto-
ri
Jade
*
,
a
camara
velha
e
nova, todo
o
pani
lo
regenerador, uma
cominissão
repre
sentando
o
parti
lo
reformista,
e todas
as
c
I
íss
.
s
mais
distinctas.
O
templo
eslava
lindamenle
ornado.
No
centro
elevava-se
uma eça
sumptuosa
e
de collo
*
s
*
es
proporções,
ricamenle or
nada
c
illuminada
com
innuineros
lumes.
A
vista,
qne
honlem
á
uoute
apresenta
va
o
interior
dn
magnifico
templo
da
Sé,
era
reaknente deslumbrante,
e
como
nun
ca
víhíos
aqui.
As
vesperas e
matinas,
que
se
canta
ram
hontem
terminaram pelas
6
horas
da
tarde.
Hoje
cantaram-se
laudes
depois
das
10
hora
*
,
seguindo-se
a
missa,
oração
fúnebre
e
absolvições. A
musica do
oflicio
foi
bem
excetuada. Do
sermão,
ptégado pelo
snr.
tlr.
Donato, lente
de
Theologia,
pouco di
remos,
porque eslá
o
correio
a
partir
e
nós
desejamos
communicar-lhe
hoje
estas
noticias.
Era
geral
a
espectação
do
audilorio.
Tolos
anceavarr.
por
ver
como
este
illus
tre
ornamento
do
púlpito
portuguez
se
desempenharia
da
ar-lua
tarefa
do
pane
gírico
de
J.
A.
<!’Aguiar.
Era
quasi
meio
dia
quando
terminaram
as
laudes
e
a
missa.
Logo
em
seguida
su
biu ao
púlpito
o
snr.
dr.
Donato.
No
exordio
mostrou
a
racionabilidade
do
prei
to
que
se
presta
aos
grandes
homens,
e
especialmenle
ao
ínclito
filho
de
Coim
bra,
J.
A.
d
’
Aguiar,
não
havendo
nada
de
notável
n
’
este
ponto
do discurso. A
confirmação
foi
apenas a
apologia
e
his
toria
biográfica.
Exaltou
a
sua
memória
tanto
quaolo
ponde,
mostrando
qoe
íôra
o
liomem
mais
rasga
lamente
reformado
e
liberal
que
existiu no
periodo
mais cri
tico
das nossas
Iodas
civis.
Aplaudiu
to
das
as
suas
medidas,
mesmo
aquellas,
qoe
ainda
hoje
coutam
muitos
aJversarios,
«mas
que
as
tradicções do
passado,
nem
sem
pre
racionaes,
pódem
desacreditar».
O
ora
dor
referia-se
á
extineção das
ordens
re
ligiosas.
Disse
que
a
lógica
dos
factos
não
tem
entranhas,
para
operar
certas
mudai)
ças,
que
affeclam
crenças,
ideias arrei
gida»,
e
ferem
interesses
ha
muilo
crea
dos;
e
que
se
o
grande
estadista
não
de
*
»e
este
golpe
a
mesma
lógica
d’
esses
facto
*
o
daria
toais
cedo
ou
mais
larde,
ma»
que
era
inevitável.
Finalmente
o
seu
di.-cu-so,
einineOlemente
liberal,
pouco
le
ve
de
notável.
E’
a
nossa
imparcialíssima
opinião.
Depois
saiu
o
préstito pa
r
a
o
cemi
terio.
Mas
em
vez
de seguir
o
itinerário,
que
todos
os sahimeolo
*
costumam
seguir,
au
Iou
«in
procissão
por quasi
todas
as
ruas
da
cidade,
de
modo
que
só
muito
tarde
chegou ao
Pio.
Na
frente
ia
a
ca
mara
municipal, seguiam-se
representantes
dos
municípios
limítrofes,
associações
da
cidade,
cidadãos
de
Coimbra
e
de
íóra
em
grande
quantidade
;
depois
o
corpo acadé
mico,
universidade
e
liceu, sem
faltar
um
só
estudante.
Seguia-se
o
corpo docente
da
Universidade
e
liceu
;
depois a
cruz
do
clero,
seguida
de
subido numero
de
ecclesiasticos;
S'-guiam-»e
os
dois
ataúdes
dos
dois
Agoiares, a
cujos
lados
iam
os
ministros
e generaes,
que
aqui
se
acha
vam;
depois
as
auclorida
tes
e
alraz
a for
ça
de cavallaria,
os
coches
fúnebres,
e
os
carros
dos particulares.
No
cemiterio
já
estava assestada
a
artilheria,
e
formada
a
força
d
’infanteria.
A
’ beba
do
tumulo
filiou
o
dr.
Fernando
de
Mello
presi
dente
da
camara,
e
o
quartanista
de
Di
reito,
Porto
Carrero,
muiis>
bem,
segun
do
nos
dizem.
Depois
leu
também um
discurso
o
lente de
Phitosoíia,
visconde
de
Monte-São.
No
íim
houve
as
descargas
do
eslillo.
O
partido
regenerador
deve
estar
sa
tisfeito.
porque
promoveu
uma
manifes
tação
(para
nós
não
passou d’
isto)
como
ha
muilo
se
nào
*è em
Coimbra.
Foi
um
acompanhamento
explendido. O
concurso
de gente
era
immenso,
e
mais
era
dia
de
trabalho.
Em
lodosos
rostos
se
patenteava
a
curiosidade e
satisfação
de
vêr
tão
ex
traordinário
espectaculo.
Falta-nos
o
lem-
po,
e
porisso
continuaremos
na
seguinte.
BETISTA
ESmiGW
PROMENORES
SOBRE AS
OPERAÇÕES
MILITARES
DO EXERCITO CARLISTA EM
RO
DA
DE
PAMPLONA.
Estella, dezembro.
O
inimigo
fez,
na noite
de
21
para
22.
um
rápido
movimento
de
concentração,
e,
depois de
quatorze
lioras
d’u
ua
penosa
marcha,
com
um
frio
al<oz,
a
columna
Reina,
forte
de
quinze
a
dezesete
mil
ho
mens,
se
estabeleceu
sobre
Parnplooa.
O
general
Quesada,
pela
sua parte, ope
rava
um
aoalogo
movimento,
e,
partindo
de Tafalla
pelas
mesmas
lioras,
com
uma
de-eoa
de
mil
homens,
fez
a
sua
juncçào
com
Reina,
e
apoiou
as
forças
que
este
di
rigia
sobre
a
ala
direita
carlista
da
divisão
de
operações
de
Lunbier,
occu
pou
o
monte
Alzira
e
a
aldeia
de
Urroz,
e,
pouco
lempo
depois,
Kuarte
e
o
mon
te
S.
M
guel.
As
formidáveis posições
occupadas pela
*
batei ias
carlistas.
destinadas
a
bater Pam
plona,
achavam
se
pois tomada
*
dc
íhnco,
e
o
caminho
da
fronteira franceza
por
Baz-
tan
ficava inleiramente
livre
ao
inimigo.
Tal
eia,
a
22
á tarde,
o
primeiro
re
sultado
d
’
esla
ousada
marcha,
ameaçadora
para
nós
e
bem
combinada para dar aos
soldado
*
iiberaes,
a
quem
a
recente
der
rota
de
Lumbier
quebrantara
o
animo
uma
esperança nova.
A
aciividade
carlista,
e
também
esta
fortuna
qoe
uão
cessa
de
soirir ha
tres
annos
uas
occasiões
oiticas,
neurralisaiam
o
successo
apparente
do
exercito
aífonsino.
Apenas
percebeu a
evacuação
das
aldeias
Domeno
e
Rypodás
pelo
general
Reina
que
alé
então
considerara
a
occupação
como
das
mais
importantes,
qne
o
general
car
lista
Li'umbe,
cumpreherideu
que
o
inimi
go
devia
dirigir
as
suas
forças
para
o
sul,
destacou
da
sua
divisão a
brigada
Montoya,
composta
dos
batalhões
3.°, 4.°
e
6.°
de
Navarra,
o.°
de Alavos
e
uma
bateria
de
artilheria
le
montanha,
e
lhe
deu
ordem
de avançar a
marchas
forçadas
p-ura
a
li
nha
de
Pamplona,
sem
se
deter
em
parle
alguma,
nem
mesmo
para
disiribuir as
ra
ções aos soldados.
Mas
a
marcha
destas
forças
por
ca
minhos
de
montanhas
geladas não podia
eílectuar-se
tão rapidamente
como
a
do
inimigo,
senhor
da
grande
estrada
de
Lum
bier
e
Pamplona ; assim
não
chegaram
senão
a
23,
ás
dez
da
manhã,
ás
po
sições
da
segunda
linha
do bloqueio
de
Pamplona.
Acharam
as
posições
da pri
meira
linha
da
nossa
esquerda (heroica
mente
defendida
a 22
por
seiscentos
ho
mens
da
partida
do
celebre
guerrilheiro
Rosa
Samamègo)
áo
íim
de
3
horas
e
meia
de
fogo, occupadas
por
duas
briga
das
liberaes,
o
que
tornava insustentá
vel,
como
já
lenho
dicto,
a
posição
do
monte
S. Cristobal guardada
sómente
por
duas
companhias
do
8.°
de
Navarra.
Já
o
fugo linha
recomeçado
e
o
ini
migo
ein
enormes
massas
começava
a
su
bir
pelo
flanco,
e
sobre o
seu
declive
de
oeste,
o
S.
Cristobal,
e
impellia
outras
massas
sobre
o
caminho
de
Baztan,
quan
do
a
brigada
Montoya
avançou
e
rompeu
o fogo
com
nm
vigor jámais visto em
homens
que
tinham
marchado dezesete
horas
pelos Pyrineus
Navarros.
A
’
fusilaria
succedeu
rapidamente
a
bayo-
neta,
e
o
inimigo
abandonando o
cami
nho
de
Baztan, retrocedeu,
aíim
de
pro
teger
a
ascenção
das
duas
divisões,
que
subiam
o
S.
Cristobal.
Sobre o
plaleiu,
a
Iucta
íoi
gigantes
ca
;
duas
companhias
carlislas
contra duas
divisões
!
Durou
quatro
horas.
Houve
uma
secção
vinte-homens
do 8.°
de
Navarra
que
carregou
trez
vezes á bayo-
fiela
e
que,
na
terceira e
ultima
carga,
fez
ainda
ao
inimigo
sete
prisioneiros,
con-
servando-os
na
retirada
I
Pela
uma
hora
da
tarde,
o
general
Pe
rula
chegado
de
Estella,
com
trez
bata
lhões,
um
esquadrão
e
duas baterias d
’
ar-
lilheria,
encaminhou
a
direita
das
forças
carlislas
para
dois
kilometros
de
Pamplo
na.
O
inimigo
surpeehendido
por
se
achar
em
lace
de
tropas
que
julgava
ter
des
ço
ncertado
com
a sua
marcha
estratégi
ca
de
22, contido
na
sua
frente
por dois
batalhões
entrincheirados
nos
trabalhos
da
2
a linha
e
não
querendo
auginentar,
sem
duvida,
as suas
perdas
já
consideráveis,
concentrou-se
em
S.
Cristobal,
sobre
o
plaleau
que
liga
esta
montanha
a
Pamplo
na.
Evacuou
mesmo
durante
a
noite
o
monte
Alzuza
e
a
aldeia
de
Urroz.
qye
immediatamenle
os
batalhões
4.°
de
Na
varra
e
d
.°
de Alava
occuparam.
Desde
então
resta
n
’
uma completa im-
mobdidad-,
contentando-se a
ficar em fa
ce
da
2.
a
divisão
carlista
que
lhe.
tolheu
silenciosa
mente
a
passagem.
Nem
um
só tiro
de/canhão
ha
dois
dias
rompe
este
silencio
pouco
lisongeiro pa
ra os 30:000
homens
que
n’
este
momen
to
reúne
Reina
em
roda
de
Pamplona.
O
total de
no
sas
perdas
ç
de
88
feri
dos
e
uma vintena
de
mortos.
As
nossas
ambulancias
estão
em
Oltgue
e
Irurzun.
Dezenove
feridos
foram
para
Lesaca
c
vin
te
e
d'ús
para
Ilirache.
Para
lodos
os
outros
estabelecimentos
em
hospital
por
detraz
de
Olague.
Tendo
o
inimigo
deixado
em
nossas
mãos 2
feridos, cu
os
íiz
conduzir
hon
tem ao
general
Reina,
que me
mandou
o
unico
ferido
que
tinha
em
seu
poder.
São
estas
as
únicas
noticias,
que
te
mos
sobre a
guerra
carlista
e
que
trans
crevemos
do
nosso
presado
collega
a
«Na
ção».
GAZSTILHÀ
zia
de
Marrazes,
concelho de Leiria
—
cotn
o
subsidio
de
casa e
mobilia
pela
juuta
de
parochia.
Freguezia
de
Villa
Chã,
concelho
de
Pom
bal
—
com
subsidio
de casa
e
mobilia
pela
junta
de
parochia.
Freguezia
de
Padronello,
concelho
de
Amarante—
com
o
subsidio
de casa,
mobi
lia
e
utensílios
pela
junta de
parochia.
Freguezia
da
Chapa,
concelho
de Ama
rante
—com
o
subsidio
de
casa,
mobilia
e
utensílios
pelas
juntas
de
parochia
de
Aboim,
Gbapa,
Gatão e
Villa
Garcia.
Para
o
sexo
feminino.
—Logar
e
fregue
zia
da
Marinha
Grande,
concelho
de
Lei
ria
—
com
o
sobsidio
de casa
e
mobilia
pela
junta
de
parochi».
Freguezia
de
Gondar,
concelho
de
Ama
rante—com o
subsidio
de
casa,
mobilia
e
utensílios
pela
junta
de
parochia.
Freguezia
de
Padronello,
concelho de
Amarante
—
com
o
subsidio
de
casa,
e
ulen-
silios pela
junta
de
pa
r
ochia.
Freguezia
de Travanca,
concelho
de
Ama
rante
—
com
o
subsidio
de casa,
mobilia
e
utensílios
pela
junta
de
parochia.
Freguezia
de
Villa
Garcia,
concelho de
Amarante
—
com
o
subsidio de
casa,
mo-
bdia e utensílios pelas
juntas
de
parochia
de
Aboim,
Chapa,
Galão
e
Villa
Garcia.
Nenhuma
(Festas cadeiras será
provida
sem
estar
realisado
o
subsidio,
nos
ter
mos da
portaria
de
7
de
julho
de
1871.
fóapp».—
No
dia
10
do
corrente
foi
remettido
para
a
Direcção
do
Caminho de
Ferro
do
Minho
um
mappa
com
a
des
cripção
das
ferramentas
inulilisadas
peio
incêndio que
teve
logar
na
noite
de 3
para
4 do
corrente,
na
cocheira
de
car
ruagens
da estação
de Braga.
Produção.
—
O
di
*
triclode
Evora
produziu
este
anno
16
678
milheiros
de
(laranja
e 8:021
milheiros
de
limão.
No
anuo
passado
a
prodticção
foi
em
muilo
menor
quantidade.
Os
preços
porque
o
fruclo se
vendeu
em
geral
foram
bons.
A Easrogsn
armaria. — A
«Gazeta
Militar Alterna»
publica
o
seguinte
curio
so
trabalho sobre
o
augn>ento
que
leem li
do
os
exercitos
europeus,
durante
os
ulti
mo
*
15
annos
:
Áustria
e
Hungria
—
Em
1859
tinham
634:400
homens, e
em
1863
856:980.
Rússia
europèa
e
Caucaso — Em 1859
linha
1.134,200.
e
em
1874
1.401,510.
Rússia
asiatica—
Em
1859
tinha
89,950
e
em
1874
118,300.
Italia
—
Em
1859
linha
317,650,
e
em
1874
656.200.
Allemanha—Em
1859
linha
835,800,
e
em
1874
1.261,160.
França
—
Em 1859 tinha
640,500,
e
em
1874
977,600,
Bélgica—
Em 1859
tinha
80,250,
e
cm
1874
93,590.
Hollanda—
Em
1859 tinha
58,550,
e
em
1874
64,320.
Inglaterra
—Em
1859
tinha
245,800,
e
em
1874 478,820.
Dinamarca
—
Em
1859 linha
48,700.
e
em
1874
57.500.
Suécia
—
Em
1859
linha
134,900,
e
em
1874 204,510.
.'Vlorte
deuan portuguez illustre.
—Transcrevemos
da
Discussão
o
seguinte:
Realisaram-se
no
dia 28
do
corrente
ao
meio
dia
e
meia
hora,
na
egreja
de
Sanl-Gerinaiu-des-Prés,
em
Paris,
as
exe
quias
do
snr. Cardoso Casado
Geraldes.
professor
da
faculdade
de
medicina, cuja
morte
noticiamos.
Assistiram
á
ceremonia
fúnebre
o
gen
ro
e
os
netos
do
fallecido
e
as
celebrida
de
*
medicas
de
Paris, o
dr.
Ricord,
o
ba
rão
Larrey,
Cusco,
Verneuil,
Dolbrao.
etc.
Pegaram
ás
borlas
do
caixão,
quatro
de
legados da faculdade de
medicina.
O
corpo
foi
sepultado
no
cemilnrio
do
Pere
Lachaise. A
’
beira
do tumulo
foram
pronunciados
quatro
discursos,
um
peio
snr.
Aííonso
Guérin,
da
academia
de
me
dicina,
e
os
outros
pelos
tres
delegados
<la
socieaade
de
anatomia,
da
soen-dade
de
geologia,
e
da
companhia
dos
caminhos
de
lerro
do
Norte,
d’
onde
o
fallecido
era
cirurgião em cheíe.
Composição
«lo
ha»
*
ro
Eiumano.
—
O
di. Lancaster
está
dando em
Londres
uma
serie de
conferencias
cetebies
pela
sua
originalidade.
A
sua
riltnna
conferencia
versou
sobre
a
composição
material
do
corpo
humano,
apresentando
aos
seus ouvintes
estupefa
ctos
os
resultados
de uma
analyse
com
pleta
que
linha
feito
em
um homem que
pezava 72
kilogrammas.
O
referido
dr. mostrou
qoe
a
decom
posição déra
o
resultado
seguinte
:
10
1|2 kilogrammas
de carvão;
1
kdo-
gramma
de
cálcio
;
670
grammas
de
phos-
phoro
e 28
grammas
de
sódio,
ferro,
po
tássio,
magnesia
e
sílica, tudo
isto
como
resultado
material
e
physico
das
substan
cias
do
corpo.
O
dr.
Lancaster
disse
depois
que
nao
apresentava
os
150
metros cúbicos
de oxi
génio
(55 kilos)
nem
os
3:000
metros
cu-
bicos
de
hydrogenio
(7
kilogrammas)
nem
o
metro
e
meio
de
azote
que
havia
tira
do
do
corpo,
porque
o
impedia
o
grande
volume
d'estes
gazes.
Todos
estes elementos combinados
re
presentam,
segundo
o
dr.
Lancaster,
no
coipo
humano
:
55
kilogrammas
de
agua,
7
1j2
«le
gelatina, 6 de
gordura,
4
de
íi-
brioa
e de
albumina,
3
!
|2
de
phosphato
de
cal e
outros
sáes
mineraes.
Os
co'pos
gasosos predominam,
pois,
no corpo humano,
havendo
um
contraste
enlre
as
qualidades de
oxigénio
e
as
pe
quenas
proporções
de
elementos
mineraes;
e
esses
corpos
gasosos,
esse
oxigénio
de
vem
voltar
cedo
ou
tarde
á
massa
athmos-
pherica
teslameBBtarias.—
As
principae
*
disposições
testamemarias
do
nosso
chorado amigo
e
antigo
coliabo-
rador,
o
conego José
d
’
Aqoino
Velloso
de
Sequeira,
ba
pouco
fallecido
em
Guima
rães,
são as
seguintes:
Nomeia
por
seu
testamenteiro o
snr.
Anlonio
Joaquim
Peixoto da Costa,
ao
qual
deixa
a
quantia
de
45^)00
reis,
e
por
seu
herdeiio
a seu
2.°
primo o
padre
Bento
José
Barroso.
Quer
que
no
dia
do
seu
enterro
se
digam
missas geraes
pela
sua
alma,
e
além
(festas
determina
qne
se
digam
mais
50
pela sua
alma,
50
pe
la
de
seus paes,
e
50
peia
de
seus
ir
mãos,
recommendando
que
as
missas
das
irmandades
de
qne
era
confrade,
se
redu
zam
de
modo
que,
pela
diminuição
de
seu
numero
e
augmento
dVsmola,
se salisfa
çam
o
mais
breve
possivel.
Quer
que
pelo dinheiro
que
tivesse
á
hora da
sua
morte,
por
alguns
papeis
de
credito
e
pelos
seus
vencimentos no
revm.
0
Cabbido
da
Collegiada,
o
seu
testamentei
ro
cumpre
e
averbe,
logo
que
para
isso
esteja
habilitado,
tres
inscripções
de
reis
lOO^OGO
para
a Fabrica da Collegiada
de
Nossa Senhora
da
Oliveira,
e
uma
outra
para o
fundo
da
Mesa
Capitular
da
mes
ma
; e
que
além
d’
isso
se
satisfaçam mais
os
seguintes
legadas
:
A
’
Santa
Cisa
da
Misericórdia
reis
27^000.
A'
sua
creada
Anna
Victo
ina
de
Je
sus,
se
estiver
ao
seu
serviço ua
hora
da
sua
morte,
100^00
reis,
devendo
além
disso
o
seu
herdeiro
dar-lhe
o
leito
em
que
ella
dorme,
com
os
respeclivos
col
chões,
e
roupas
em duplicado, e
bem
as
sim
o
tear e
petrechos.
A
’
s
R-
ligio
as
Capuchinhas
9$000
reis
e
igual
quantia
ás Recolhidas
Trinas,
e
ás
Recolhidas
do
Anjo.
A
seu primo
José
Maria
de
Andrade
45$000
reis,
a
titulo
tTesmola.
A
seu 2.°
primo Jose Leite
d
’
Andrade
22$500
reis,
idem,
e
igual
quantia
a
ca
da
uma
das
irmãs
d
’esle,
Rosa
e
Quite-
ria.
A
seu
2.°
primo Aulonio Rodrigues
de
Sousa
455000
reis,
idem,
e
igual
quantia
á
irmã
d
’este,
Maria
da
Providen
cia.
A
Thereza
de
Je
*
us,
a Luiza
Raimun
do,
a
Beruardiua,
a
Anua
Lapada,
que
foram
«uas
creadas,
e
a
Manuel
Alfaiate,
9500)
reis, a
cada um,
devendo 0
herdei
ro
dar
a
este
alguma
roupa.
A
sua
2.
a
prima
Thereza
Birroso
reis
22^500.
Se,
depois
de satisfeitos
estes
lega
dos,
houver
algum
remanescente,
quer
que
o seu
testamenteiro
0
devida
em
tres
par
tes,
uma
para a
Propjgação
da
Fé,
outra
para
0
Asilo
de
Santa
Estefooia,
e
ou
tra
para
0
Collegio
da
Regeneração
era
Braga.
Se
poȎm
não
chegar,
0
testamen
teiro
falisfirá
por
inteiro
as
inscripções
á
Fabrica
da
Collegiada
e
ao
Cabbido,
e
fa
rá
rateio
proporcional
nos outros
legados,
sem
que
a
algum
dos
legatários
tique
di
reito
de
Hw
mover
porisso
questão,
sob
pena de lhe
retirar
desde logo
0
le
gado.
De»xa
por
ultimo
á
Associação
Cleri
cal
Vimaranense
as
seguintes
obras
da
sua
livraria:
Historia
Universal da
Egreja,
pe
lo
barão
(PHenrion,
as obras
completas
do padre
Bresciam, 0
Cereinonial,
roman
ce
do
padre
Falhe,
e
as
declarações
au-
thenticas,
pelo
mesmo.
fi
B
rocesso
celebre.—
Terminou
final
mente 0
celebre
processo instaurado
em
Roma
contra
os
accusados
uo
assassinato
de
Rafaele
Sonzogno,
redactor
do «Capi
tale».
Cinco dos
accusados
foram
condcmna-
dos
a
trabalhos
forçados por
toda a
vida.
O
principal
accusado,
Luciani, tem
uma
vida
romanesca
e
aventurosa.
Tinha
sido educado
graluitarnente,
por protec-
ção do
governo
pontifical
;
alistou-se
no
parlido
liberal e
emigrou
de
Roma.
A
ban
deou-se
aos
15
annos
com as
tropas ga-
ribaldinas,
e,
regressando
a
Roma em
1870,
tomou-se
um
dos
chefes do par
lido
radical
e
orador
betnquisio
nas reu
niões
populares.
Contava
então
25 an
uo-. Fez-se
jornalista,
e
redigiu
o
«Ca
pital?»
com Sonzogno,
a
cuja
influencia
deveu
a
sua
eleição
de deputado.
Tra
vando,
porém,
relações
amoro-as
com
3
mulher
do
seu
protector
Sonzogno
a
pro-
lecção
(1
’
t
’
ste
abandonou-o
e
Luciani
foi
derrotado
na immediata
campanha
eleito
tal.
Luciani
protestou
viogar-se,
e
foi
o
mandante
do
assassinato
de
Sonzogno.
O
segundo
accusado,
Armati,
havia
sido
0
fac-lotum de
Luciani,
e linha
íalsi
ficado
em
tempo
centenas
de
listas
elei-
toraes,
para
levar Luciani
ao
padatoen-
to.
Depois
de se
'êr denunciado como
cúmplice
no
assassinato
de
Sonzogno, tor
nou-se
inimigo
implicarei
de
Luciani.
No
decurso
da
audiência,
Armati
parecia
fui
minai
ò
com
a
vista
;
e esta
altitude in
fluiu
de
certo
na
condemnação.
Os
outros
Ires
são
sicários
de
?spe-
cie particular.
Declararam
sempre
que, ao
assassinarem Sonzogno, tinham em
vista
servir
a
patria
e
ser
agradarei
*
a
Gari-
baldi.
Chamam-se
Frezza,
M
»ielli,
Fa
rina.
Instados
por
Luciani,
comprometlem-
a
praticar
0
crime,
Armati,
Farina
e
Mo
relli
;
falta-lhes
depois a
coragem,
e
en-
cairegam
do
crime
um
scelerado
ignoran
te.
Pio
Fiezza,
que
não
sabia
lêr
nem
escrever,
e que
nem sequer
conhecia
Sou-
zogno,
acceiia a
commissão,
é
guiado pe
los
tres
a
casa
do
jornalista,
e
ás
8
da
manhã,
hora
ern que
Sonzogno
costuma
trabalhar
no
seu
escriplorio,
Frezza
appro-
xima-.
*
e
d
elle
e
descarrega-lhe
dezesete
punhaladas.
Aos
grilos
da
victima,
aco
dem os tipógrafos
do
«Capiiale»,
e
Pio
Frezza
é
preso.
Luciani
linha
partido
para
Turin dez
dias
antes
do assassinato.
Luciani
é
um
moço de 30
annos,
ca
belleira
artística,
olhar inielligenle,
faces
levemente
pallidas,
bigode
farto,
e rosto
redondo
;
ao
seu
aspecto
agradavel
reu
nia
apreciadas qualidades
de
espirito;
era
um
poeta
soflfivel,
bom
romancista,
jor
nalista
de créditos,
born
conversador,
um
verdadeiro
Don
Juan.
Emigrado
etn
Turin,
viveu
ahi da
caridade
dos
seus
companheiros
de
exi
lio,
que
lhe
apreciavam
0
talento
e
lhe
forneciam
<>s
meios
de
se
instruir.
Quan
do
conheceu
que
valia
alguma
coisa
des-
presou
os
conselhos
e
os
auxílios
dos
seus amigos
políticos,
e
foi
para
Floren
ça.
onde, segundo a
expressão
d’elle,
co
meçou
a viver.
A
sua
ambição subiu
de
pomo;
e,
quando
em
1870
entrou
em
Roma
com
os
ouiros
emigrados
a
sua
auréola
de
rnar-
lir
da
liberdade
deslmubrava-o
e
pôz
a
mira
nas
mais
elevadas
posições
sociaes,
adquirindo
a
sirnpalh
’
a
de
Sonzogno, que
0
foz
seu collaborador
e
seu
cctnmensal.
A
mão
que
se
lhe
estendia
foi
veneoo-
samente
mordida,
e
0
as
*
assinalo
do
seu
protector cortou,
por
uma
vez,
as
largas
ambições
de Geuseppe
Luciani.
A
«Gazzetla
dJlalia»,
de
10
de
no
vembro,
dando
já
conta
do
julgamento
de
Luciani. di«
que elle,
ao
sair
docarceie
para
a
audiência,
linha
lauta
esperança
em
(icar
absolvido, que
pediu
ao
carcereiro
que
lhe
levasse
os
livros
que
tinha
na
prisão
;
e
aílirma se alé
que
0
seu
amigo
0
deputado
Bollero
linha
ora
banqueie
preparado,
na
supposição de qne
Luciani
ficaria
absolvido.
O
processo consumiu vinte
e
duas
au-
dieucias,
e
ficará
incluído
em
0
numero
<ios
processos
celebres.
Sentimos
não
poder
dar
u
na
noticia
exacia
d
’
esie
processo,
onde
?e
deuuticiam
roubos,
filsificações,
e
turpezas as,
maiô
abjectos
de
deputados,
senadores, e
mi
uistros
liberaes
da
Italia
uma
e
livre;
tão
bons
snrs.
que
o
capitão
de
lad
ões
de
Gil Blas
não quereria
nada
com
elles.
Que
lhes
faça
bum
proveito.—
[Bem
Pu
blico).
Aã
asila
saiestre Ro<<pte, o
nez
—
Pergunid-iios
um cavalheiro,
nosso
obsequioso
assignanle,
se
mestie
iloque
vai
um
prato
de
lentilhas.
Respondemos
ingenuamente
:
parece-nos
que
nào, se
nhor
;
aquillo
é
um
parvoalho singular,
que
só
serve para
bobo,
e
que
bvbo
!
?
Dil-o
ha
a
sua
biografia,
que
um
nosso
amigo se deu
ao
ingrato
labor
de
mandar
apregoar
pelas
cem
tubas
da
imprensa.
Agipeio á
cíik-iiíiult
*
.
—
Imploramos
á
caridade
das
almas
piedosas
e
bemfazejas
uma
esmola
para
o
entrevado
Anlonio
dos
Granginhos,
que vive
na
maior
miséria,
em
companhia
de
sua
mulher,
doente,
e
aleijada com
urna
ruplura.
Reside
na
rua
do
Alcaide,
n.°
17,
n’
om quarto á
poria
da
rua.
Uisaa eeusnoí»
pelo ansaos» «Se
—
Lembramos
ás
almas
caritativas
o
infe
liz
José
Avelino Ferreira
dos
Santos, mo
rador
na
rna da
Ponte,
n.°
5,
0
qual
se
acha
impossibilitado
de trabalhar
e
vive
<>a
maior
penúria.
SECÇÃO DE COMUNICADOS
O
futuro
matadouro.
A
Camara Municipal
d
’
esla
cidade,
trata
de
fazer
aequisição
de terreno
para
edificar
um
matadouro
publico.
Parecia-nos
que
sendo
esta
obra
de
grande
dispêndio,
ten
do inimediata
relação
com
a
saude
publica
e
aformoseamenlo
d
’esla muito
nobre
e
au
gusta
cidade,
presidiria á escolha do
local
a
calma,
a
reflexão,
o
tino
e
0
interesse
pela
causa
d’
este
bom
povo,
tam
carregado
de
contribuições e
dc
tam
boa fé
que
ainda
lia
bem
pouco
tempo
corria
pressuroso ás
urnas
a
dar
0
seu
voto
aquelles
que
se
inculcavam
os
salvadores da sua
causa.
A
julgar
porém
pelo
primeiro
acto
que
alguns
dos
novos
eleitos
tentam
realisar,
influenciando
para
esse íim alguns dos
ve
readores.
que
lem
de sahir
em
janeiro
pro
ximo,
parece-nos
que
os
inculcados
salva
dores da
causa
d
’estc
nobre
povo
são
fei
tos
do mesmo,
se
nào peior,
barro
que
o
de
alguns
maus
indivíduos
que
se
tem
sen
tado nas
cadeiras
da
vereação.
Aqui
vai
uma
prova
do
que
dizemos
:
Existe
110
bairro
da
ponte
de S. João
um
terreno
junto
á ponte e
estrada,
0
qual
foi
campo
n’
aulro
tempo,
com umas
leiras
junto
aos
banhos
ferreos,
que
n
’
outro
tem
po
foram
leiras,
masque
hoje,
pelo
estado
de
abandono
a
que
seu
proprietário
deixou-as
chegar,
servem
de
pasto
aos
cevados
e
de
campo
de
divertimento
ao rapasio
Esse
terreno
no
estado
de
desmorona
mento a
que
chegou
valerá
hoje
quando
muito
uns
seis centos
mil
reis.
O
seu
proprietário
tanto
solicitou
e
tantos
empe-
nhos
metteu
á
Camara aclual
que
esta
para
se
vèr livre de
suas
importunações
con
sentiu
em que
fosse
examinado
e
avaliado
0
terreno,
reconhecendo
ella
em
seguida
que
0
lugar
era
improprio
para matadouro
e
0
preço
da
avaliação,
um
conto
e
sele
centos
mil
reis,
exorbitante!!!
porisso
resolveu
não
satisfazer
a
pretensão
do pro
prietário
de tal
terreno.
Acontece
porém
que na nova
Camara
entrou
um
parente
e
protector
d’
aquclle
proprietário,
e
0
seu primeiro cuidado,
ainda nào
empossado
do
lugar
para
que
foi
eleito,
ajudado
por
alguns
dos
collegas.
foi
empenhar-se
com
alguns
amigos
da Ca
mara
actual
para
que
seja
comprado
áquelle
terreno
antes
que
ella
entregue 0
mandato
aos
novos
eleitos, desviando
por
esta
forma
de
si e
dos
seus
collegas
a
merecida cen
sura
por
comprarem
por
1:7005000
reis
0
que
nào
vale
mais
de
OOO^OOO, e
ainda
em
cima
improprio
para
0
íim
que é
destinado
:
chama-se
a
isto
tirar
a
sardinha da braza
com
a mão
do
galo
.
.
Parece-nos
qite
a
maioria
da
Camara
actual
tem
a
precisa sa
bedoria
para
nào
se
deixar
carregar
com
a
fealdade (lo
acto,
e
também
dignidade
bas
tante
para
nào
se
prestar
a
ser
mera
in
termediária
de interesses
indecentes.
Se
0
local
escolhido
fosse
proprio
para
matadouro,
nada diríamos
sobre
0
exces
sivo
preço do terreno
;
porém não
podemos
aceitar
que
se
escolha para
matadouro
pu
blico o
local
junto
da
ponte
de
S.
João, 0
arrebalde mais bello
(festa
cidade,
<mde
ua
estação
calmosa concorrem centenas dc
fa
mílias
a
distrahirem-se
das
canceiras
e
fa
digas da
vida.
Senhores
vereadores
acluaes,
e
vós
ou
tros que
tendes
de
tomar
conta
de
vossas
cadeiras em
janeiro
proximo,
onde
ireis
vós
buscar
no
tempo de verão
agua
que
chegue
para
0
matadouro
se
0
edificardes
ali
?
Se
é a
agua
da
fonte
da
Rigueira,
com
que
conlaes.
laboraes
n
’
um
erro
porque
está
secca
quando
se
vos
torna
indispensável,
que é
no
verão.
Dando-se
porém
0
caso dc
que
vós,
á
custa
dc
somnias enormes e
de
grandes
sacrifícios,
metaes
agua
do
riacho
Désle no matadouro
tende
em
vista
que
essas
aguas,
depois de servidas
condusindo
os fragmentos
de
matérias
anirnaes
volta
rão para
0
mesmo rio
e
depois
de
passa
rem
pela
fermentação
e
decomposição
chi-
mica
que
lhes
é
natural
exhalarão
eflluvios
delelerios
e
serão
um
fóco
de
perenal
en
venenamento
não
só
para
áquelle
bairro
como
para
esta
cidade
quando
taes
dilú
vios
forem para
aqui
trazidos
pelos
ventos
do
lado
do
sul,
que
sopram
em
todas
as
estações do
anno.
Senhores
vereadores, se
em
vós
não
ca
lar
a
circumslancia
do
dever que
tendes
de
poupar
0 dinheiro
d’
este
allliclo
povo,
com
padecei-vos
ao
menos
da
saude d'elle
:
esco
lhei
dos
Pellames
para
baixo
um
local
apro
priado, que não
vos
falta
aonde. D’
alli
para
baixo
as
aguas decompostas
e
apodre
cidas,
em
vez
de
estragarem
a
saude
(1
’
aqiiel-
les
que
tam
generosamente
vos
colloearam
n
’
essas
cadeiras, irão
fertilizar
e
adubar
os
campos
por
onde
passarem. Lembrai-vos
qne
fazendo
junto
á
ponte
de
S
João
o
matadouro
publico ides
estragar
em
lugar
não
apropriado
uma
somma
enorme,
como
é 0
custo
de
um
matadouro
modelo.
Se
tendes
vontade
de
fazer
bem a
este
município
á
custa
de seus
habitantes
com
prai
esse
terreno,
mas
em
vez
de
matadouro
fazei
alli
um
jardim
e
uma
rna
que
par
tindo
da
ponte
vá
marginando
0
rio
alé
a
Soutinha
e
d’ahi
a
S.
Viclor,
ligando
assim
os
dois
bellos
bairros.
Esta
era a opinião
de
antigos
vereado
res,
íillios
e
amigos
d’
esta
augusta cidade
e
lambem é d’
alguns
obscuros.
Vossos
Conlerraneos.
SAUDE A TODOS
sem
medicina,
pur
gantes
nem
despezas
com
0
uso
da
delicio
sa
farinha
de
saúde,
DU BARRY
de
Londres.
SI
anno» «FinvAriavel «ueeemo
3
Depois
das
adessiões
de
muitos mé
dicos
e
de
vários
hospilaes,
ninguém
po
derá
duvidar
da
efiicacia
d
’
esla
deliciosa
farinha
de
saude
que
cura as
indigestões
(despepzias) ga
lrica,
gastralgia,
flegma,
arroios,
ventos,
flatos,
amargor
na bocca,
piluitas,
nauseas,
vomitos,
irritação
intes
tinal, diarrea,
dizenleria
,
cólica
,
tosse,
athsma,
falta
de
respiração,
oppressão.
con
gestões,
mal
aos
nervos,
diabellie, debili
dade,
todas
as desordens no
peito,
na
gar
ganta,
do
alilo,
das bronchiles,
da
bexi
ga,
do
ligado,
dos
rins, dos
intestinos,
da
mucosa,
do
cerebro
e
do
sangue. 75.000
curas
enlre
as
quaes
conlam-se
a
de S.
S.
o
Papa do
duque
de
Plu>kow,
da
ex
raa
*nr.a
marqueza de
Brehan,
do
doutor
Manoel
Saenz
de
Tejada,
da
Universidade
de
Cordova,
etc.
etc.
*
*
Cura
72.448.
Cadiz 3 de
junho
de
1868
Não
posso
fazer
menos
de
manifestar
a
vv.
s.
as
os
bellos
resultados
que
obtive,
administrando
0
seu chocolate de Revales-
ciere
á
minha
senhora.
Havia muitos
ân
uos
que
padecia inlensissimas doces
in
testinas,
e insomnias
pertinazes
;
graças
a
esie
snrprehendenie
especifico
ficou
com-
pletainenle restabelecida.
Ficando
reconhe
cidos,
aproveito
esta
occasião
para
demon
strar a
consideração
com
a
qual
0
distin
gue
0
seu
atteuto
venerador
—
V
icente
Mo
y
ano
.
Cura
69.7
18.
Ticheville
(Orne) 20
de
março
de
1867.
Achando-me
peifeit
1
mente
com
o
uso
que
fiz durante
certo
lapso
de
tempo
da
Revalesciére,
lenho-a
administrado
a
varias
pessoas,
ás
quaes
produziu inestimáveis
efleitos,
em
.particular
modo
n’aquelles
que
padeciaa»
de
hydropesia.
Tres
(Pestes cu
raram
completarnenle.
—A tosse produzida
por uma
cousupação
desappareceu
instan
taneamente
e
lambem
produziu
os
mesmos
resultados
oas
moléstias
da
retenção
de
orina
e
das
moléstias
de
eslomago,
afas
tando
de
qualquer
indivíduo
a
bypocou-
dria
P
adre
L
angevin
.
beis
vezes
mais
nutritiva
do
que
a
car
ne
sem
esquentar,
economisa
cincoenta
vezes
0
seu
preço
e:n remedios.—
Preços
fixos
da
venda
por miudo
em
toda
a
pe-
tiiusula
:
Em
caixas
de
folha
de
lata,
de
1
/4
kilo,
500
;
de
1
/
2
kilo
800
rs
; de
um kilo,
1^400
reis;
de
21/,
kilos,
3$200
reis; de
6
ki
los,
6-5400
reis, e
de
12
kilos,
12$000
reis.
Os
biscoitos
da Revalesciére
que
se
po
dem
comer
a
qualquer
hora,
vendem-se
em
caixas
a
800
e
1^400
reis.
O
melhor chocolate
para
a
saúde
é
a
tS
^*
V8^A4 XíWftLJ>gr^éMW^C^ay^^
.
RevaEeseière
choenlaUada
ella
res-
litue
o
appettite,
digestão,
somno,
energia
as
carnes
duras
ás
pessoas,
e
ás
creanças
e
mais fracas,
e
sustenta
dez
vezes
mais
que
a
carne,
e
que
o
chocolate
ordinário,
sem
esquentar.
Ern
paus, ou
em
pó
em
caixas
de
folha
de
lata
delO
chavenas,
500
reis;
de
21
chave
nas,
820
reis;
de
48
chavenas,
10400 ;
de
420
chavenas,
30200
reis,
ou
25
reis
cada
chavena.
HARRY
»U BARRY
á!
C.a
-Pla
ce
Vendòme,
26,
Pariz;
77
Regent
Street
Londres
;
Valverde,
1,
Madrid.
Os
pharmaceuticos,
droguislas,
mer-
cieiros,
etc.,
das
províncias
devem
diri
gir
os
seus
pedidos
ao
deposito
Central
;
snr.
Serzedello
&c
C.
a
Largo
do
Corpo
Santo
16,
Lisboa,
(por
grosso
e
miudo)
;
Carlos Barreio,
rua
do
Loreto,
28;
Bar
rai
&
Irmãos, rua
Aurea,
12.
Porto,
J.
de
Sousa Ferreira
&
Irmão,
rua
da
Ba
nharia
77
;
de
Sequeira
;
J.
Pinto ;
Desí-
ré
Rahir;
Coimbra,
V.
Botelho
de
Vas-
concellos
;
Aveiro,
F.
E.
da
Luz
e
Costa,
pharm.;
Barcellog,
Ramos, pharm.;
Braga,
Pharmacia Maia,
rua dos
Chãos,
Pipa
&
Irmão, rua
do
Souto,
Domingos
J.
V.
Machado,
praça
Municipal.
Figueira,
Antonio
Vieira, pharm.;
Guimarães,
A.
J.
Pereira
Martins,
pharm.
;
Peaia-
flel,
Miranda,
pharm.
;
Ponte
do Lima.
A.
J.
Rodrigues
Barbosa,
pharm.
;
Po
vew do
Varzim,
P.
Machado
de
Oli
veira,
pharma.
;
Vianna do Caatello,
Aflonso
e
Barros,
droguislas;
Villa
de
C
íhh
I
c
,
A.
L. Maia
Torres
pharm.
AGBADECIMENTOS
D.
Margarida
Candida
Barros
Ferreira.
Francisco Gomes
Ferreira,
Anlonio
Gomes
Ferreira
e
Domingos
Gomes,
estiemamen-
te
penhoiados
para
com
os
ill.In°
s
e
exc.
,nos
snts.
que
lhes
fizeram
a honra
de
assis
tir
ao
responso de sepultura,
resado
no
dia
2
do
corrente,
na
egreja
de
S.
Fran
cisco
em
S.
Jeronimo
de Beal,
pelo
eter
no
de-canço
de sua
querida
e
sempre
cho
rada sobrinha D. Silvana Candida
Lopes,
não
lhes
sendo
possivel
fazel-o
pessoalmen
te, o
faz
por
esle meio,
confessando a
lo
dos
profundo
reconhecimento.
(2841)
ip
-..
—
, —iiirnrm»—
hiim
— imniif
nw»m -flitiinaminiMnt tiiiiiiuriMi—
ANNUNVÍC'3
Pelo juiso de
direito
d
’
esla
comarca e
cartorio
de
Pessa,
se
annuncia
que
no
dia
19
do
corrente,
pelas
10 horas
da
manhã
no
campo
de
SanCAnna
n.°
41
e
41
A,
se
tem
d
’
arremalar
uma
morada
de
casas
de dois
andares
e
com
o
u.°
já
referido,
avaliada
em
1:2830460
réis,
livres
de
lo
dos
os
encargos,
a
qual
é
de
natureza de
praso,
foreira
á
Mura
Primaz,
com
foro
annual
de
37
réis,
e
laudemio
da
quaien-
tena,
e
bem
assim
ao
convento
da
Penha
e hoje
á
Fazenda Nacional
com
40
réis
anvuacs;
e
egualmente
se
tem
de
arre
matar
uma
porção
de
objectos e
moveis,
por
tudo assim
ser
deliberado
pelo conse
lho
de familia
no
inventario
orfanologico
a
que
se
procede
por
Lllecimento
de Ma
noel
Baptista
Marques
Dias,
morador
que
foi
no
campo de
SanCAnna,
d
esta
cidade.
O solicitador,
(2843)
Paulino
Evaristo
da Rocha.
Bom
emprego
de
capital.
Vende-se
a
casa
n.° 5
da.
rua
da
Sé
;
quem
a
pertender
póde
dirigir-se
á
loja
do
Cachapuz,
que ahi encontrará
com
quem
tratar.
(2835)
Pe'deu-se
um
cordão
de
oiro
ao
sair
da
missa
do
meio-dia,
da
Sé,
no
dia
8.
Quem
o
achasse e
o
queira
entregar,
po
de procurar
a
moça
de
D.
Narcisa
Cecí
lia
Cayres
Loureiro,
na
Madre
de
Deus,
S.
Pedro
de
Maximinos.
HÍBW
Precisa-se
de
uma
senhora
bem
instruí
da
para
particularmente
ensinar
a
inslru
cção
primaria
e
trabalhos
de
agulha
a
umas
meninas
na
villa de Santo
Thyrso;
a
que
estiver
n’
esle
caso
dirija-se
a
José
Joaquim
da
Silva
Braga,
na rua
Nova
de
Sousa
n.°
8,
d esta
cidade,
declarando
a
sua
mora
da
e
as
condições.
(2838)
VENDA
IMPORTANTE"
Vendem-se
as
quintas
do Barrai e
de
Fuod-Villa,
ou
as
do
Paço
e
Saudarão
em
grupos
de
duas
para
um
lado
e duas
pa
ra outro,
por
assim se
acharem
ligadas,
ou
cada
uma
sobre
si,
com
soas
respecti
vas
pertenças,
conforme
sua
discripção no
respectivo
inventario,
e todas sitas
na
Ire-
guezia
de
Semelhe,
soburbios
d
’
esta
cidade.
Tratam-se
com
a
excm.
a
gereocia
do
Banco
do
Minho.
(2819)
ESPECIALIDADE
Alexandre
Casalme,
com
estabeleci
mento
de
chapéus
na
rua
de
Santo
An
tonio,
n.°
90—
Porto.
—
Acaba
de
abrir
n
’es-
la
cidade
uma
filial,
que
offerece
ao
res
peitável
publico
bracarense,
um
lindo
e
variado
sortido
de
chapéus,
tanto
para
se
nhora
como
para creança,
todos
executa
dos
pelos
últimos
figurinos
parisienses.
Também
tem
á
venda
lul
preto,
flores
e plumas,
etc.,
etc.
Preços
convidativos
e
fixos.
Recebem-se
encommendas
32
—Rua
do
Souto
—32
(2806)
LEILÃO
Na
casa dos
Congregados, Braga
No
dia
28 do
corrente
mez
de
dezem
bro,
pelas
1
1
horas
da
manhã
se proce
derá
á venda,
em
leilão
de
tudo
o
que
pertence
á
Vaccaria
Bracarense,
constan
do
de
12 vaccas.
3
lourinhas, 2
bezer
ras
e
utn
touro
de
cobrição,
medidas
e
vasilhas
do
leite,
taça
de desnatar,
ma-
chinas
de fazer manteiga,
pesos
e
balan
ças,
coberturas,
colleiras
e campainhas
das
vaccas,
o
chalel,
etc.
Nomes e
marcas.
Bonita
marca
pequena
boa
leiteira
Saloia
»
»
Carocha
Est
relia marca grande
»
Chellas
»
Morgada
Angot
»
»
Boneca
dá
pouco
leite.
A bei
lha
>
26
mezes
d’
idade,
fi
lha
da
Carocha
Minhota
>
27
idem
filha
da
Mor
gada.
Gasella
25
idem,
filha
da
Bo
nita.
Tres tourinhas =
urna
de 6
mezes filha
da
Carocha,
outra de
5 mezes,
filha
da
Saloia,
e
outra
de
3,
filha
da Chellas.
Dous
bezerros
de
4
mezes,
’
e
Holland-
Bull,
touro
de cobrição
de
6
annos,
mui
to
manso
e
que trabalha
muito
bem á
nora.
(2842)
(157)
BOLSSON
&
POMBAR
FILIAL DA CASA
DE
COIMBRA
BRA.GJK
14
— Bua (lo Souto — 14
Acaba
de
abrir o seu
estabelecimento
na
rua
do
Souto
n.°
14
e
14
A,
aonde
en
contrarão
um
variado
sortimento
de
oculos
e
lunetas
de
crystal
de rocha,
encaixados
em
ouro,
prata,
aço,
tartaruga
e
búfalo,
lunetas
de c-ystal
sem
aro,
da
ultima no
vidade
:
egualmente
ha
baromelros
metá
licos,
lhermomelros,
binoculos
de
tres
us< s
— mar,
theatro
e
campo,—
diclos
pa
ra
theatro,
para campo
e
marinha,
oculos
de
ver
ao longe,
exlereoscopios
e
vistas
transparentes
e
simples,
micioscopios
so
lares
compostos,
dictos
de
tres
pês,
con-
ta-íios,
loupes
de
grande
força,
lentes
de
relojoeiro,
niveis
de
bôlha
d
ar,
lanternas
magicas
com
vistas,
art-ometros
para
vinho,
álcool
e
saes,
caixas
de musica,
caixas
pa
ra
oculos e
lunetas,
cordões
para
as
dtlas.
Vendem-se
vidros
avulso,
e
faz-se
toda
a
classe
de
concertos
pertencentes
ao
ramo
de
optica.
Ha
lambem
graduadores
para
recrutas
com
a
verdadeira
graduação.
(155)
(2836)
MESTRA
Precisa-se
d
’
uma mestra
de
meninas
para
uma
casa particular.
E
’
preferida
a
que
souber
tocar
pianno,
sem
que,
com-
tudo,
esla
circuinstancia
seja
essencial.
Quem
pertender
queira
dirigir-se
a
Luiz
Pinlo
Martins,
na
typographia
d
’
esle jornal.
Agente em Braga
ANTONIO
JOSE
’
ALVES DE
CASTRO
31.
Largo
da Senhora
A
Branca,
31
Faz
as
seguintes
operações:
Desconta
letras
da
terra
e
de
cambio.
Encarrega-se
da
compra
e
venda
de
pa
neis
de
credito.
Recebe
dinheiro
á
ordem
e
a
praso
abo
nando
juros.
Empresta
sobre
penhores
d’
ouro,
pra
ia,
inscripções,
acções
de
bancos
e
com
panhias.
Saca
sobre
praças
do
reino
e
estran
geiras
onde
o
Banco
tem
agencias
(3
*
)
Camgio de
B>. Luiz
l.° n.° 1
(Entrada
da
rua
dos
Capellistas)
AKALJO
RIBEIRO
Acaba
de
receber
nnvo
sortimento
das
afamadas
machitias
de
Singer,
legitimas,
e
silenciosas,
especialidade
ua
verdadeira
cons
trucção
e
peifeição
de
trabalho,
leveza
e
so
lidez.
Vende
a
dinheiro ou
prestações
men-
saes.
Ensino
grátis.
Concerta
toda
e qualquer
machina
de
costura
por
mais
difficil
que
seja
o
concer
to, e tem
pessoa
competente
para
isso,
por
pieço
commodo. O
estojo
completo
para
aa
tnachinas
são
:
Costura
direila
—
bordar
a
soulache—
fazer
piegas
em
peitos
—
acolchoar
—franzir
—infiladeira
—pregar
guarnições
sem
ali
nhavar
—
sobre-coser
—
metter
cordões
—
abainhadeira
de
diversas
larguras—
retroz,
algodões, agulhas,
oleos,
etc.
N.
B.
De
todos estes
objectos
vende-se
separados,
ou
como
as
mesmas
machinas.
Vende-se
uma
morada
de
casas
si-
tas
na
rua
do
Forno,
com
o
n.°
í
:
8
A,
com
dois
andares e
aguas
furtadas
e
tem
bons
commodos
para
qual
quer
familia.
Quem
pertender
falle
na
rua
de
Guadalope,
n.°
2
C.
(2787)
I
I
«
RUA
DE S. MARCOS, N..
5.1
I
v
.
•
•
i
Vende
papeis
pinta-
dos
para
guarnecer
sa
lias,
lindíssimos
gostos,
a
prin-
B
cipiar
em
80
reis
a
peça.
s
n
Vende olio,
tintas e
vernizes
para
pinturas
de
casas,
tudo
de
boa
quali
dade.e
preços
muito
resu
midos.
$
w
Vende
cimento roma
no para
vedar
aguas,
ges
so
para
estuques
de ca
sas,
tudo
de
primeira
qua
lidade.
(Z
*
)
&
IHí
VIHB
D0
ALTO DOUBO
1>A CASA BE VILLA
POUCA
RUA DO
SOUTO N.°
15-Braga.
N
’
este
armazém
se
encontram
a retalho
as
seguintes
qualidades
de
vinhos
enga
rrafados
:
Vinho
tinto
de
meza. (sem
garrafa)
150
»
»
»
»
.
190
>
Lagrima.................................
200
>
Branco
de
meza.....................
210
»
tinto
de
meza
fino.
.
.
.
270
»
de
prova
secca.
.
.
.
.
360
»
Malvasia
de
2.a............................. 360
»
»
velho
...................................
400
t
Malvasia,
Bastardo
e
Moscatel a 500
»
Roncão
.......................................
700
»
Alvaralhão.......................................
560
»
Velho
de
1854
....
600
»
a
retalho
pa?t
meza 50 e
80,
o
quartilho
tinto, e
branco
120.
Responde-se
e
garanle-se
a
pureza
e
boa
qualidade
de
todos estes
vinhos, po
dendo
todo
e qualquer
consumidor
man-
dal-o
experimentar
por
meio
de qualquer
processo
chymico.
(N
*
)
ESCOLA.
AMERICANA
Extrai,
cura
e
conserta
os
dentes
ca
riados,
colloca
dentes
artificiaes
com
pre-
feição.
Presta-se
a
chamados
fóra
da
cida
de.
Consullorio,
Campo
de SanFAnna n.
a
1,
das
8
da
manhã
ás
5
da
tarde
(2792)
NOVA
CHAPELERIA
DE
ALMEIDA MAIA
(ANTIGA CHAPELERIA
CAMPOS)
44
—Rua
do
Souto
—44
—
Braga
Faz
publico,
por
este
meio
para
todos
os efieitos,
que lendo-se
dissolvido
a
so
ciedade
que
girava,
sob
a
firma,
Campos
Jís
Almeida,
fica
de
hora
avante
girando
sob
a
firma
de
Almeida
Haia,
onde ha
um variado
sortido
de
chapéus
de
feltro,
caximira
seda,
das melhores
fabricas.
Também
fabrica,
concerta
e
põe
á
moda,
com
perfeição,
todo
e
qualquer
chapéu.
Preços os mais
rasoaveis.
(1-
*
)
BRAGA
: TYP®ftMÀPHIA LUSITANA — 1875. - É o formato de
-
comerciominho_14121875_432.pdf
Parte de Comércio do Minho (O)