comerciominho_14101875_408.xml
- conteúdo
-
Assigna-see
vende-se
no
escriptorio
do
editor
e
proprietário
José
Maria
Dias
da
Costa,
rua Nova n.*
3
E, para
onde
deve
ser
dirigida
toda?
correspondência
franca
de
porte.
=>
As
assi-
gnaturas
são
pagas
adiantadas
; assim como
as
correspondên
cias de
interesse
particular. Folha
avulso
10
rs.
JS.®
«JfíB
2L.a<3 JSL-S5 2S
ÁS
TERÇAS,
QUINTAS
E
SABBADOS.
P
reços
:
Braga,
anno
1^600
rs.==Semestre
850
rs.
=Promn-
cias,
anno
2^400
rs
e sendo
duas
4^000 rs.«=Semestre
1&250
rs.*=Brazil,
anno
4&400
rs.=Semestre
2&300
rs.
moeda
forte.
,
ou
10^000
reis
e
5-&500
reis
moeda
fraca.=Anauncios por
linha
20
rs.,
repetição
10
rs.
Para
os
assignantes 80
%
d
’
abatimento.
para
a
Herzegovioia,
do
que
resulta
uma
confusão
inextricável
entre os
jornaes,
a
ponto
de
não
ser
possivel
conhecer-se
o
curso da
insurreição e as peripécias
da
guerra,
porque
cada um
falia
a
seu
go
*
to.
No ènlauto
todos
persuadem que esia
guerra
não
será
suflbeada
lerminantemen-
le,
ainda
qiie
um
tradado venha
pôr
ter
mo
á
* hostilidades
;
porque
para
logo se
manifestará
de
nóvamente o
ineendio
ap-
parentemenle
e
por
momentos
debellado
E
’
crença
geral
que
a chancellaria
de
Berlim
nào é e trauha
á
insurreição da
Herzegovinia.
A Pitnsia
não
ob-tante
ha
ver
considerado
a
revolta
como
inoppor-
tun»
e
prematura,
favorece
a
agora secre
tamente,
e
pactua
sobre este terreno
com
a
Allemanha.
Eis o
que
pensam
os
nos
sos
estadistas.
A
França
não
lem
interferido n’
este
negocio,
e
aperras
alguns
indivíduos
ex-
centric-is,
em
geral
gaobaldmos arruina
dos, se
diz
terem
marchado
para
o
lheatro
da
insurreição.
Se,
porém
o
nosso paiz
não
mostra
simpathia
pelos revoltosos,
nem
porisso
almeja
o triunfo
da Turqàiia,
que,
pela
sua
conducta
eqnivóca
na
questão
do
schisrna
atmenio,
merece
bem
mais
a
nossa
reprovação do
que
elogio
*
.
N’
uma
palavra,
a
França
occupa-se
actualmente
apenas
das
eleições
senatoriaes.
Os
parti
dos
observam-se
e
trabalham em silencio,
e
na
sombra,
até
que
a
actual
camara
seja
dissolvida.
Eis
porque
n
’
es(e
momento dis-
fruclamo»
uma
calma
profunda,
a
qual
oxalá
‘
uão
seja
precursora
u
’uma
violenta
tempestade.
II.
--------
w-------------------------
O
liberalitumo e o progresso.
As
tubas
rouquenhas
do
liberalismo
não
cançam
em
atirar
aos
ventos
da
fama o
Safado
pregão
dos
progressos
e
prosperi
dades
aitribuidos
ao
famoso
sistema
de
governo
de
qne
são
mercenárias,
abjectas
e
assalariadas
trombeteiras; e,
ainda
mal
!,
ha
basbaques
e
crédulos que,
ou
porque
os
cegue
a
ideia
do
vil
interesse, ou
os
ouropéis
das
apparencías,
façam
côro
com
as
louvaminhas
esfalfadas dos ihunferarios
de
empreitada.
Nós,
os
retrógrados
e
reaccionarios,
com
quanto
mais
afasiádos
do
campo,
onde
os
progressistas
de agua
morna
manobram
o
ridículo
jogo á credulidade
dos
papal
vos e
sandeus, não
temos
a
vista
tão
of-
fuscada
pelo
deslumbre
dós
taes
progres
sos a
ponto
de
deixarmos
de
os
avaliar
com
a
impassibilidade
e
frie>a
quo
a
in
dependência
nos
suggere
;
e então
vendo
os
acomeciuientos
qelo
prisma
que nol-os
apresenta
taes
quaes
elles são
em
sua nu
dez
e
essencia,
não
podemos
deixar
pas
sar
sem
reparo
o
curso
e
margem
que
as
famosas
expansões
vão
tomando
em
ar
madilha
permanente
á
acceilaçào
e apo
logia
das
massas
ignaras
O
século
presente
lem
.sido
opulento
em
descobertas
tendentes
á
melhoria,
uni
camente
material,
dos
povos:
conlestal-o
seria
absurdo,
como
seria
occioso
confes
sar
que
a
essas descobertas
e
aos
melho
ramentos
d
’
ellas
dimanados
assiste
o
pre
domínio
do
regalismo.
Matéria
é
esta
que
dá
amplo
assumpto
paia
discussão,
onde
o
decantado
pró
sucumbiria
ante
o
‘
contra que
a
verdade
tenha
a
addusir
;
mas a
nossa
missão
não é
esta, por ago
ra
;
a
uossa
missão é simplesmente
de
monstrar
que
não é aos governos libe
raes
que
cabe
a
gloria dos
progresso
*
materiaes
que
em
arremedo
apenas ahi
se
apresentam,
e
que
antes esses
melhora
mentos
e
progressos são
de
mais
um
in
centivo
para
os
governos
liberaes revela
rem
quando
são
nefastos.
Os
caminhos
de
ferro,
por
exemplo,
são
o
motivo
da
mais
acalorada
apologia;
no
entaulo este
melhoramento
pouco
co
BR.lGA-ÇllXTA-FKStt.l
fli DE
OUTUBRO
Corregpuiiàeneia
estrangeira
PA
BIS, 4
DE OUTUBRO
(Correspondência
particular
do
iCommer-
cio
do
Minho»)
(Conclusão do n.° antecedente)
Eutquanl'
’
os
parti
los
se
entreteem
n’
esias
controvérsias
byzantinas, os ca
tholicos
occupam-sè,
com
aclividade
sem
pre
crescente,
«ta
fundação
das
universi
dades
ealbolicas.
No
mez
proximo
inau-
gurar-se-bao
quatro
:
a
de
Paris,
Lyon,
Augers
e
Lille. Na de
Angrrs
(ica
reitor
o
conego Sauvé.
O
lente
de direito
será
M.
Carouyère,
professor
de idêntica
facul
dade
em
Re<n>es.
Os
estatutos
da nova
universidade
aca
bam
de
ser
publicados
com
a
approvação
de
Mgr.
Freppd,
bispo
d’
Angers.
Eis
as
suas
principaes
disposições,
que
parecem
inspiradas
pelos
usos
vigentes
ern
Cam-
bridge
e
em
Oxford. Os
estudantes
habi-
tarao
hotéis
dependentes
da universidade,
vs
quaes
terão um
regulamento
particu
lar
apptovado
pelo conselho
reitoral.
Pro
visoriamente
permitte-se
que
elles
habi
tem
quartéis
particulares,
mas
ficarão
sub-
jeitos
a
cerias
regras.
E’
mutil
dizer
que
a
universidade
só
admiltirá estudantes
que professem
a
re
ligião
catholica e cumpram
os
deveres
in-
herenle».
Nos
domingos e dias
de
festa
os
alumnos
internos
e
externos
deverão
assistir
aos
ofiicios divinos,
e
em
différeo-
les
épocas
do
anno
serão
obrigados
a
as
sistir
a
conferencias religiosas.
Brevemenle
a
universidade
de
Paris
te
rá
também
o
?eu
regulamento
especial,
assim
como
as
de
Lyon,
Lille,
Avignon,
e
Toulotise. Estas duas ultimas, porém,
não serão tal‘.ez
fundadas
n
’«ste anno.
Actualmeote
occupam se
os
jornaes
ácêrca
da
morte
de
M.
Reygondaud
de
Villebardet,
assassinado
em Cuba
pelos
soldados
hisoarihoe.s.
Tolos
lâslimãm
a
inércia
do
duque
Decazés
que
nenhuma
energia
ha
tido
para
obter
uma reparação
d’
este cume.
O
duque,
porém,
vê-se
embaraçado
pe
las
suas
relações
amigáveis
com
o
gover
no
de
D.
Aflmso.
A
indignação
é
pro-
fuuda,
e
M.
Decazes
não
ficará
bem
vis
to,
se
não defender
jj
com
o
zêlo
e
celeri
dade
necessárias
a
causa
do
nosso
infeliz
compatr iola.
—
Existe na
Allemanha
uma
seita
de
indivíduos,
que
se
prohibem
o
uso
de
alimentos
gordos.
Um
dos
chefes
d
’esta
seita, o
pastor
Baltzer,
de Municli,
'
propõe-se
arvorar
a
bandeira
do
vegetarianismo
no
proprio
centro
da
França,
em
Paris.
Aqui fundará
um
jornal, fará conferencias,
e
abrirá
restau
rantes, d
’
onde
serão
excluídos
todos os
alimentos qoe
tenham
uma
origern
animal.
Crê-se
que
Baltzer
não
obterá melhor
resultado
do
que
o
obtido,
ha
trinta
ao
nos
por
Gleizès,
que
se
dizia
discípulo
de
Pythagoras
e
que
prégava
a
mesma
doetnua.
Escreveu
um
livro
intitulado
«Thalysie
*
ou
a
«Nova
existência».
O nu
mero
dos
seus
discípulos
foi
iolimo
: poris-
so
ninguém
duvida
de
que
Baltzer
suc-
cumbirá
sob
o
peso
do
ridículo.
A
Al-
lematiba
é
mais
ingénua,
e
esta seita
con
ta
alli,
ao
que
parece,
de
cinco
a
seis
mil adeptos.
—A
insurreição
da
Herzegovinia
in
quieta
sériameute
os
capitalistas
france
zes.
Um
grande
numero
de nossos
com
patriota
*
tem
os
seus
capitaes
ua
Turquia
e
a
maior
parte
dos
nossos
banqueiros
especula
sobre
os
fundos ottomanos. D
’
ábi
um pânico
geral na Bolsa
de
Paris.
Uus
propendem
para
a
Turquia,
outros
nhecido
no paiz
com quanto
já ha
muito
ensaiado,
ha
sido
uma
mina
de
onde
os
governos
leem
explorado
amplos
recursos,
quer
apaniguadores
de
compadres,
quer
fornecedores
de
avantajada
prebenda
ao
peculato
mais
escandaloso.
De fórma
que
o
povo,
este
joguete
inconsciente
da
tra
moia
e
falcatrua,
paga
a
distancia
kilo-
metrica
de
via
fVrrea
por dez
veses
o
preço
que
ella
custaria
se
uma
adminis
tração
honrada
e
conscienciosa
presidisse
á construcção
e
exploração
d
’
esses
ca
minhos
de
ferro.
Com
estudos
e
traçados
começa
a
ve
niaga.
Nunca
se
altendeu
ás
conveniências
do
povo
na
directriz
que
este
ou
aquelle
caminho
tem
a
seguir,
nem
á
competência
dos
engenheiros
qoe
tenham
de
empre-
henier
estes
trabalhos.
Assim
começa
com
o
debute
o
escandalo,
enviando-se
com
grossa
falia
a
alilhadagem
sondar
di-
rectrises
e
traçados; joga-se
com
estes
ás
influencias
Iocaes e
de
corrilhos,
e de
pois
de
muitos
estudos
e
planos qtiae»
os
mais
insensatos
e
absurdos
e
lambem
mais
^arus
e
despendiosos,
asseuia-se
u’
urn, mas
no
mais
inconveniente,
no
mais prejudicial
ao ibesouro e
á
maioria
do povo.
U
caminho
de
ferro
de
leste
está cla
mando alto
o
descaro
e
escandalo
dos
que
lhe
deram o
traçado
existente.
Ha
via
uma
directriz
diversa
que a
illuslra-
ção
de
competentíssimos
peritos
e
a
evi
dente
demonstração
das
conveniências
pu
blicas
aconselhavam.
Não
se
adoptou,
lu
do
se
atropcllou,
iodas
as
considerações
«e
baralharam
para
se
prestar
a
escanda
losa
protecção a
um
apaniguado influente,
aproximando
o
possivel a
via
de
Portale
gre.
Ficaram
assim privadas do
melhora
mento
importantes
povoações
do
Alemlejo
que
tinham
a
elle
direito,
e
o
haviam
de
compensar
com
a
concorrência
e
rendi
mentos
que não dão
as
charnecas
agras
e
despovoadas
que
a
linha
atravessa
desde
Abrantes até
Eivas.
Vejamos
agora
o
que succede
com
as
do
Minho e
Douro,
que
veem a
ser
as
mais
importantes
de
Portugal,
pelo
mo
vimento
de
pa>sageiros
e mercadorias
que
estas
populosas
e
feracissimas provincias
hão de
proporcionar.
Recorreu-se ao
paiz,
que
prestes
apre
senta
os
seus
capitaes
para
se
levar
adiante
o emprehendimento.
Era
decoroso
—
quando a
cunsciencia
rebelde
á
probi
dade
não
admitlisse
outro
sentimento
—
que
os
capitaes
tão prompta
e esponta
neamente
vindos ao appelo
progressista,
tivessem
uma
appiicaçao
legitima
para
que
se
invocaram
e
eram
destinados.
Mas
uão
vemos isso.
incelaram-se
os
trabalhos
;
aqui os
traçados
e
direcirises
quaesquer
pie
se
jam bào
de
cortar
um
povoado
perma
nente,
e
por isso
da
veniaga
não sobre-
sahe
tanto
o
escandalo,
se
bem
que
na
linha
do
Douro
ha
a
notar o
desvio
de
melhor
traçado para
se
chegar
ao
baluarte
Paredes.
—
Caslello
Vetusto,
onde
o
Cam
peão
alcaide
é
objecto
das
mais
cordeaes
altençÕes
como
potentado
eleitoral.
A’ construcção d
’
estas
linhas
de
puro
custeio
popular,
mas
de
desgraçada
ad
ministração
governativa,
lem
presidido
o
mais
escandaloso
favoritismo. O
pessoal
empregado
é
numerosíssimo,
e
afóra
dou
ou
ires
lecbnicos
cuja
competência
não
ousamos
conléslar,
o
mais
são
verbos
de
encher,
pela
prenda
da
padrinhagem
arru
mados á
cut>ia
do
dinheiro
dos
subscri-
plores.
As obras
de
arte
e
movimentos de
terras
dadas de
empreitada,
lambem por
padrinhagem
e
por
preços excessivos,
são
feitas
a
tudo
desejar dé
conveniente
ás
boas
regras
de
solidez e
boa
construcção.
Não
ha
afilhado
que
não
tenha
apauha-
Jdo
sua
empreitada
que
equivalha
a
um
bom
S.
Miguel.
O
povo
paga
para
i-to
tudo,
e
o
peior
ainda
e
*
tá
para
ver_ que
é
a
ruina
e
destruição d
’
essas
obias,
com
dois ou
tres
aonos
d
’
uma
invernia
das
costumadas
no norte.
O serviço
de
exploração
circumscri-
pio
a
uma
pequena
area
kilomelrica,
é
de
um
luxo
e
despendio
fabulosos O
pessoal
superior
empregado
nos
difleren
tes
ramos
de serviço
de
exploração,
se
fôra
compotente
e
habilitado,
eia
o
sufi
ciente
para
dirigir lodos
os
caminhos
de
ferro
da
periimula
Basta diser
qne
em-
qoanio
as
linhas
do
norte e leste,
per
tenças
de
uma
administração
particular,
tem
um
unico
chefe de
movimento
que
bem
se ha
com
o
serviço
das
linhas
de
Lisboa
a
Badajoz e
ao
Porto,
as
li-
nhis do
Porto
a
Braga
e
Penaliel,
de
administração
do
governo,
(em,
além
de
dois
engenheiros
directores,
e
chefes
de
exploração,
nem
menos
de tres chefes
de
movimento
.
’
Poderão
dar
a
ludo i-lo
o
nome
que
quiserem;
mas
nós,
para
lhe darmos
o
verdadeiro,
diremos
que
é
um
escandalo,
que
é
um acumulado
de
lorpesas
e
esban
jamentos,
que
é
a
sinlbese
mais
acabada
do
desaforo.
Ainda
assim
não
perdem de
todo
o
tempo
os
estipendiados
irombeleiros
das
efemeras
glorias
dos
patrões;
vêmos
estes
cobertos
de
plumagem
emprestada
presi
direm
impávidos
e
orgulhosos
ás
festan
ças
de
inauguração. A
zombaia
ridícula,
em jonos lamacentos
favorece
então
e
alenta a
audacia
e
alvar
cinismo
dos
man
darins
de
baixo
im-erio.
Papalvos
ainda
os
ha
que
inderessam a
taes
senhores
as
honras
e
gloria
de
grandes
benefícios.
E’
a
estes
que
hemos
mister
abrir
os
olhos,
expendendo
as
verdades
que
vimos
de
exarar,
sem
que nos
amedronte
a
contro
vérsia
; é
a
estes
que
não
deixaremos
in-
cessautemeoie
de demonstrar,
que
lodo
o
progresso
e
melhoramentos
em
que
o
libe
ralismo
tenha,
ou
se
pretenda,
interferên
cia,
ha
de
ser
sempre uma ficção
ua
sua
essencia
e
realidade,
assim como
o
incen
tivo
para
se pôr
em
acçàe==a
immorali-
dade,
o
esbanjamento
e
a
corrupção,
que
são
os
mais
caracterisados
aliributos
*da
escola
liberal.
E
desenganados
os que
por
vão capricho,
ou
por
cegueira
de
intele-
ctu
ainda
creem
ua
eficacia
do
liberalis
mo,
confiamos
que em
troca
dos
lauréis
com
que
ahi
fasem pavonear
os man
dões,
lhes arremessarão
á
fronte
o
lodo
da
ignominia
que
lavra
—
imperceplivel
aos
incrédulos—
por
baixo
dos ouropéis
e
pe
chisbeques
com
que
elles se
ataviam.
J.
MACHXDO
JÚNIOR.
D. CARLOS
CONTRA £». AFFONSO
C
om
ALGUMAS
CONSIDERAÇÕES SOBRE O
DIREITO DE
BELLIGERANCIA DOS
CAR
LISTAS.
pelo
general K1RKPATH1CK
(
Versão
do
inglez
)
III
[Continu-çào]
As
quatro
provincias
da
Catalunha,
acham-se
ha
muito
tempo completamente
dominadas
pelos
cai
listas,
não
ousando
,os
aflonsislas
bater-se
com os
carlistas
em
campo
descuberio.
A
derrota
e
aprisiona
mento
das
columuas
Cabriuelly
e
Nouvd-
las, a
tomada
de
Vich e
Mauresa
e
ou
tros
triunfos
rios
carlistas
foiçaram
o
ini
migo
a
eocerrar-se
nas poucas
praças for
tes,
que
lem,
e
onde
se
conserva
immo-
vel.
Em
Aragão e
Valência,
e
em
parle
da
Casteila
Nova,
os
carlistas
occupam a
maior
parte
do
terrirorio
estendendo
as
suas
linhas
a dois
dias
de
marcha
de
Madrid.
No
Centro,
em
Catalunha
e
Va
lência
as
forças
carlislss
são
em
numero
de
57:000
homens,
as
quaes
eslão
orga
nisadas
em
formidáveis
divisões,
sob
as
ordens
de
Dorregaray e
de Lisarraga (1)
Uma
parte
importante das
Asturias
e
da
Gallisa
está
lambem
occupáda
por
for
ças
carlistas.
cujo
numero
augmenton
ra-
pi
lamente
O
numero
das
forças carlistas
ao
sul do
Ebro
não é inferior
a
30:000
homens.
As
forças totaes do
exercito
carlisla
em
30
de
junho
do
corrente
anno,
eram
como
segue
:
Infanteria
bem
armada
e
equipada
103:000
Cavallaria
completarnenleequipada 5:000
Canhões
de campanha
.
.
.
180
Ditos
»
sitio.................. 157
Total da
artilheria.
.
. .
337
Os
carlistas
não
sentem grande
defi
ciência
de
recursos.
O
exercito
carlisla
é
pago
mais
regularmente
do
que
o
inimi
go,
e
nào
lhe
falia
a
pontualidade
dos
seus
commissarios
oo
fornecimento
de
pro
vi
*
ões.
(2)
(1)
A
’
data
em
que
estou
escrevendo,
acham
se
estas
forças
sob o
commando
d
’
outros
generaes,
utlimamente
nomeados
pelo sor. D.
Carlos.
Senna
Freitas.
(2)
Durante
a
lucta
de
Somorrostro.
que
durou
mais de
3
mezes,
e
quando
o
rigor
do
inverno
impediu a
regular
rece
pção
de
viveres
para
o
exercito
liberal,
cuja
alimentação
por
muitos
dias
se
limi
tou
a
arroz,
baclliáo
e
aguardente;
e
quando
a
epidemia
dos escorbutos
e
dos
tyfos
fazia
mais
estragos n’
aquellas
forças,
muitas
vezes
as
avançadas
inimigas, nas
poucas
horas
de
tregoas,
pediam
ás
nos
sas avançadas
que
lhe
mitigassem
a
fo
me,
o
que
se
fazia
com
conhecimento
de
El-Rei
e
dos
chefes
carlistas,
qoe aucto-
risavam
que se
lhes
desse
carne,
pão
e
vinho,
o
que
abundava
no
nosso
campo.
Momentos
depois
voltavam
os
famintos,
já
saciados,
ás
suas podções,
para
nos
diri
girem
os
insultos costumados,
e
conti
nuarem
o
fogo sobre
os
nossos
voluntá
rios
!
E’
esla
a guerra
de
cannibaes,
qf>e
fazem
os
carlistas,
na linguagem
dos
cha
mados
defensores
da
liberdade
e
da
civi-
lisaçào.
Senna
Freitas.
(3)
E
’
facil
cotuprehender
que
não
ha
vendo
n
’
aque!las
províncias
a
grande
ex-‘
p*ortação,
que
em
tempo
de
paz
é
feita
pelos
seus
portos,
dos productos
agríco
las, mais
abundam elles
nas
povoações
no
tempo de
guerra.
Senna
Freitas.
(1)
O
auctor
esqueceu-se
de
alludir
e
especialisar,
aqui
a
Universidade de
Oiia-
te
restabelecida
pelo
snr.
D.
Carlos em
sua
Real
Ordem
de
11
de
fevereiro
de
1874,
em
virtude
das
representações
que
em
data
de
8
e
10
do mesmo mez e an
no
foram
enderessadas
a
Sua
Magestade
pelo
Ayunlamienlo
de
Onate
e
pela
depu
tação de
Guipuzcoa.
N
’
esla
Universidade
se
estudam
as
sciencias
de
filosofia
e
direito
civil
e
canonico,
e
a
theologia. Sua Ma-
gestade
na
mesma
Real
Ordem encarregou
Estão
sob
a
dominação
dos
carlistas
os
(Jislriclos mais agrícolas
d
’
Hispanha,
e
os
produclos
d
’esses
districtos,
ainda
mais
abundantes no tempo da
guerra do que
no
da paz.
são
stjflicienies
para
a
sus
tentação
do
exercito carlisla.
(3)
O
principal,
e
o
que
em
verdade
mais
falta
faz
aos
carlistas
são
armas.;
cem
mil
espingardas
mais
representariam
em
um
mez
um
igual
numero
de
novos
vo
luntários
de
D.
Carlos.
IV
D. Carlos,
tendo
sido
solemnemenie
acclamado
Rei d
Hispanha
nas povoações
occupadas pelo
seu
exercito,
estabeleceu
o
seu
governo
em
devida fórrna.
As
linhas
ferreas
do
Norte
e
outras
foram
restabe
lecidas
em
todo
o
lerritorio carlisla,
e
acham-se
sob a sua
administração
;
foram
restabelecidas
as
amigas
e
collocadas
no
vas linhas
lelegraficas,
bem
como
as
com-
municações
poslaes;
as
contribuições
fo
ram
regularmente lançadas
;
e
impostas
as
taxas
sobre
os
generos
importados
pe
la
fronteira
de França,
que
«So
obriga
dos
a
entrar
nas
alfandegas
carlistas
Crea-
ram-se
collegios,
escolas,
e
bem
assim uma
academia
militar
;
^4)
estabeleceu-se
um
HSYISTA ESTRANGEIBA
Um
correspondente
do
«Times»
parti
cipa
áquelle
jornal
a derota
ullimamente
soffrida
pelos
affonsinos
ante
as
linhas
car-
listas
de San-Marcos.
Vamos
extractar
a
ultima
parle
da
sua
carta
:
...Lançaram-se
profusamente
bombas
nas
trincheiras,
mas
tudo
foi
baldado
: os
carlistas
não
pareciam
duvidar
que esta
vam
expostos
a
um
aguaceiro
de
proje-
ctis, e
conservavam
o
seu
posto
com
uma
tenacidade
invencível. Vendo
a
resistência
desesperada
que
lhe
oppunha
o
inimigo,
o
general
Trillo
apeou do cavallo,
collocou-
se
á frente d’um
batalhão, e
fez
exforços
para conduzir
os
seus
a
um novo
assal
to.
Os
miqueleles
corresponderam
ao seu
apello, mas
tiveram
de
mais
uma
vez
re
cuarem
diante
do
terrível
fogo
das trin
cheiras.
O
ataque
durava
perto
de
cinco
horas.
Comprehendendo
em fim a impos
sibilidade
de
forçar
as
linhas
inimigas, o
general
Trillo
deu
o
signai
de
retirada.
A
’
s
onze
horas,
as
tropas
abatidas
e
des
sistema
judicia!
com
tribunaes
para
o
jul
gamento
dos
criminosos.
(5)
Creou-se
também
uma
administração
militar,
e
estabeleceram-se
cinco
fundições
para
a
manufactura
de
canhões,
espingar
das e
munições,
e
montaram-se
fabricas
para
pannos
e
uniformes. Em
breve
to
dos
os
districtos
estarão
nas
suas
func-
ções regelares, e
pode-se
dizer
com
segu-
raoça
que
o
governo
de
I).
Carlos tem
em
si
maús
elementos
de
boa
administra
ção.
rektivamente
a
uma
parte
da
His-
panlia.
do que
o
governo
de
D.
Affonso
no
resto
do
paiz.
V
O
direito
de
belligerancia
do
exercito
carlisla tem
sidjo
respeitado
e
reconheci
do.
desde
a
queda
de
Amadeu,
por
to
dos
os
chefes do
governo
de
Madrid.
O
snr
Pi
y
Mnrgal,
presidente
da
re
publica
federal
fatiando
nas
côrles
rela-
livamenle
á
situação
militar
em
13
de
julho
de
1873,
disse:
«Estamos
em
uma
verdadeira
guerra
civil...
Isto
não
é
uma
d'essas
insurreições triviaes
por
*
que
tem
passado a nação
hispanhola
Exisie
uma
verdadeira organisação
administrativa, e
cobram-se
as
contribuições.
Tendes
á
vis
ta
um
estado
em
face
d
’
outro
estado
» E
continuou
:
«...
hoje
lemos
realmente
uma
grande
guerra.»
O presidente
Pi
y
Mar-
gal
nomeou
o
snr.
Harrole
para
se
en
tender
com o
snr.
Estrada,
agente
de
D.
Cados,
com
o
íim
de
lhe
propor
um
convénio
de
livre
circulação
das
ferro
vias
entre
Miranda
e
Irun.
e
por
ordem
do
ministro
da
guerra
da
republica
foi
esle convénio
firmado
em 14 de
junho
de
1873.
Em
14
de
julho
de
1873 o
mi
nistro
da
guerra
da
republica
assigoou
com
o
ministro
da
guerra
de
D.
Carlos,
o
general
Elio,
uma convenção para
a
tro
ca
de
prisioneiros,
etn
virtude
da
qual
foram
trocados
os
prisioneiros
fritos
em
Eraul,
por
prisioneiros
carlistas,
incluindo
dois
oíliciaes
e
sessenta
e
cinco
volun
tários
navarros.
(Continua)
lo
seu
governo
de
ampliar estes
estudos
conforme
o
plano
que
se
estabelecer
pa
ra todas
as
Universidades
de
Hispanha.
Poucos
dias
ames
do
restabelecimento
d
’
esta
Universidade,
em
3
de fevereiro,
man
dou o
snr. D.
Ca'los
expedir
uma
circo
lar a todas
as
aucloridades do
lerritorio
sob
o
seu
governo,
para
que
se
abrisse
o
maior
numero
de
escolas
em
todas
as
po
voações.
Na
mencionada
circular
dizia-se:
tTambien
me
manda
S.
M.
prevenir
ta
V.
E.
que tome esa
Corporation todas
das
precauciones
necessárias
para
que
no
«se
corrompa et
corazon
de
la
juventud,
teligien-o
con
cuidadoso
esmero
los libros
ide
lesto, y
procurando
que los
profesores
<ó
maestros
reunan
á
una
inshuccion só
elida
una
moralidad
reconocida
en
sus
tcoslumbres y sean
perfeclamente
ortodoxos
«en
Religion y
filosofia
cristiana
»
Senna
Freitas.
(5)
Também
se
edificaram
cadeias
com
as
comtnodidades
necessárias,
e segundo
o
moderno
sistema
de
salubridade,
evitan
do-se
assim
que os
criminosos, que
são
homens,
vivessem
nos
antros
que
aote-
riormente
habitavam,
immondos,
húmidos
e horrorosos.
Senna Freitas.
animadas
poseram-se
em marcha
para
San
Sebastião,
seguidas
e
precedidas
de
carros
e
wagons
d’ambulancia
conduzindo
mortos e feridos.
A
perda em
officiaes
foi
mui
grande,
como
acontece
sempre
em
idênticas cir-
cumslaneias
;
ficaram
fóra
do
combate
uns
quarenta.
Quanto ao
numero
de
soldados
a
incluir
n
’
esta
ultima
cathegoria,
varia
en
lre
tresentos a
quatrocentos,
cifra
enorme,
se
se
attender
a
que
cinco
mil
carlistas
sómente
ha
dam
tomado
parte
na
lucla.
A
julgar
pelo seu
fogo,
avalio
em
8
a
900
os
carlistas
que
estavam
nas trin
cheiras.
A
derrota
dos
affonsinos
foi
completa,
tanto
quanto
o
foi
a soffrida
por Loma
em
dezembro
ultimo
nas
linhas
de
An-
doain.
Ella
não
deixará
de
produzir
sérios
eífeilos
no
exercito
de
Trillo.
—
Lê-se no «Monde»: Recebemos
do
quar
tel
general
do
rei
Carlos
VII
os
seguintes
promenores
complementares
sobre
a
vic
toria
de
28
de
selembro
Tolosa,
1.°
d
’outubro.
Segundo
novos
detalhes que, antes de
poder transmittir o
relatorio
official, me
permillem
completar
aquelles
que
dava
na
minha
precedente
carta,
a
brilhante bata
lha
do
dia
28,
sobre
as
tfossas
linhas
de
Guipuzcoa,
foi
um
feito
d
’
armas
yerdadei-
rarnenle
heroico.
O
exercito
francez
poude
ver
a
dous
passos
da
fronteira
quatro
intrépidos
vo
luntários
comnjandados
por
um
cabo,
que,
encerrados em
um
reducio
no
caminho
de Lastaola.
resistiram sós
contra
dous
ba
talhões
inimigos.
Estes
não
podendo
crer
em
tal
audacia,
renunciaram a
ir
mais
lon
ge,
por
temer
cair
em
alguma
embosca
da.
Estes
cinco
bravos
pertenciam
ao
7.°
batalhão
de
Guipuzcoa,
tão
dighamenle
commandado
pelo
tenente-coronel
D.
Car
los
Folguera.
N
’outro
ponto, duas companhias
do
8.°
de
Guipuzcoa
perseguiam
quatro
batalhões
liberaes alé
aos
muros
de
Irun.
O
chefe
de
partida
Múgurza
chegava
por
outro
la
do
alé
ás
portas
de
S.
Sebastião, levan
do adiante
de
si
os
soldados
affonsinos,
que
fugiam
em
debandada sem preceden
te
e
sem
nome. Em
Tolosa
via-se
o
no
vo
general
commandante,
D
Eusebio
Ro-
drigtjfz,
multiplicando-se
com incrível ac-
ti
vida
de
em
todos
os
pontos
onde
era
maior
o
perigo
e
mais
nutrido
o
fogo, dietando
no
meio
das
balas e
com
imperturbável
serenidade
as
ordens
mais
opportuuas,
tão
sabiamente
dadas
como passivelmente
exe
cutadas.
E’
preciso dar
a
cada
um
o
que
lhe
pertence. Comquanto a
defezá
fosse
com
binada,
com
o
mais
completo aceordo,
en
tre
S.
A.
R.
o snr.
conde
de
Caserta
e
o
brigadeiro
Rodriguez,
este ultimo
leve
na
acção
uma
parte
muito
mais
importante,
pois que
as
forças
ás
suas
ordens
entra
ram
em
t
*
da
a
linha,
em
quanto
que,
es
cravas
da
disciplina
militar,
as comman-
dadas
por
Allonso
de
Bourbon
aguarda
vam
a
hora
designada
de
entrar
também
em batalha.
O conde
de
Caserta, que
se
conservava
na
ala
esquerda
da
nossa
linha,
eslava
prompto
receber o
inimigo
como
um
Bourbon
sabe
recebel-o.
O
inimigo
não
ousou
aífronlal-o,
e, com
franqueza,
se
sentimos
que
elle
não
tenha
tentado
a
aventura,
somos
obrigados
a confessar que
andou
com
toda a
prudência.
Os batalhões
carlistas
que
tiveram a
melhor
parte
n’esta
gloriosa
batalha
foram
os
1.°,
2
1
2
3
*
*
6
, 3,°
4.°
e
7.°
de
Guipuzcoa,
cerca
de tres
mil
e
quinhentos
homens,
contra
um
exercito
de
dez
mil.
O
brigadeiro
Rodriguez
não
podia
inau
gurar
mais
dmnamente
o
commando ge
ral
que
S.
M.
El-rei
se
dignou
confiar-
lhe
n
’
esta
província.
A
divisão
ás
suas
or
dens,
que
durante
o
combate acclamára
com
enlhusiasmo
o seu
valoroso chefe,
saudou-o
coib
arrebatamento
quando,
de
pois
da
victoria,
esquecendo-se
dc
si
mes
mo, só Uatava
dc
informar-se
das
perdas,
relalivamenlè
mínimas,
soífridas
por
seus
intrépidos
voluntários
As desgraças pes-
soács
que
lemos
a
lamentar
não
passam de
cem
homens
fóra
de
combate,
entre os
quaes
25
ou 30
mortos.
Não
se
póde avaliar
.precisamente
a
per
das
soífridas
pelo
inimigo;
mas
o
que
é
certo
é
que
excedem
a
mil e
andam
por
muito
perto
de
mil
e
quinhentas,
segun
do
as
melhores
informações.
O
numero
de
mortos
é
muito
considerável
;
diz-se
que
na
proporção
de
cincoenta
por
cento.
A
causa
d’
isso
está
nas
impetuosas
cargas
á
baioneta
dadas pelos
carlistas.
Na mesma
noite
da
victoria,
tenente-
coronel
de
artilheria,
Torres,
bombardeou
S.
Sebastião.
Entraram
na
praça
cento e
cincoenta
granadas que
occasionaram
gran
.
des
prejuisos. Só
no
café
de
la
Marina'
onde
caiu
uma
delias,
contam-se
dezeno’
ve
victimas.
Era
indizível
a
consternação
e
terror
dos
habitantes,
que
enviaram
uma
deputação
ao
general
Trillo
afim
de
lh
e
supplicar
que
atacasse
de novo
as
nossas
linhas.
Áquelle
militar
quiz
acceder
a
seus
desejos,
porém
os soldados
recusaram-se
redondarnente.
Na
manhã
do mesmo
dia
da victoria
obtínhamos
outro
importante
successo
nà
linha
da
de
Navarra.
O brigadeiro
M
a.
teo, veterano
da
passada
guerra, surpre-
hendeu
uma columna
inimiga,
composta
de
500
soldados
e
80
cavallos
do
esqua
drão
de
Numancia,
fez-lhe 4
l
mortos,
egual
numero
de
feridos
e 39
prisioneiros.
Além
d’isso
apprehendeu
armas
e
munições
em
abundancia
e
importantes
despojos
que
o
inimigo
roubara
em
diversos
ponpos.
0
brigadeiro
Maleo
levou
a
cabo
esle
feito
com
uma
unica
companhia
do
3.°
de
Cas-
lella
e
alguns
cavallos,
o
que
faz
a
maior
honra
tanto
ao
que
o combinou
tão
ha
bilmente
como
aos
chefes
e
soldados que
ás
suas ordens
o
executaram
tão
desta-
mente.
E
’
inútil
dizer
que a
nossa
brilhante
victoria
de
Guipuzcoa
foi
objecto
de
rego-
sijos
públicos,
ao som
dos
sinos, ao
estron
do
dos
fogueies
e
no
meio
de
enlhusias-
ticos
vivas
ao
rei,
á
familia
real e aos
nos
sos
generaes.
S.
M.
Carlos
VII
continua
em Estella
á
frente
dos
intrépidos
navarros,
espe
rando
com
impaciência
o
momento
d
’
uma
nova
victoria. Nos dias
27 e
28,
D.
Car
los
percorreu
os pontos
da
nossa
linha
so«
bre
e
Los
Arcos.
No
dia
29, acompanha
do
do
geral Valdespina
e
d
’um
official
de
ordenança,
visitou
Dicastillo
na
extremi
dade
da
nossa
linha
de
batalha, em
fren
te
do
inimigo.
No
mesmo dia
as
nossas
baterias
bombardeavam
com
successo l
’am-
plona,
Ugarle
e
Vellaba.
J.
R.
GAZETILHA
BSella
economia. — A
iIluminação,
qoe eia a
gaz,
na
estação
lelegratica
d’
esta
cidade,
acaba
de
ser,
por
motivos d
’
alla
economia,
substituída
pelo
pelroleo,
qoe
fiz
a
delicia das
ventas
de
quem
vae
áquella
repartição.
Apoiamos;
porque
com
a
adopção
de
medidas
de
tal
transcendência,
é
impos
sível
que
se não
esmigalhem,
d
’
uma
vez
para
sempre,
as
garras
do
déficit,
ou
dé
ficit,
ou
como melhor
nome
tenha.
Mas
íallemos
sério;
é
vergonhoso
que
esle
faclo
se
dê
na
terceira
capital
do
reino. A
substituição
é
rnuilo
mais
incon
veniente
e
perigosa
;
pm
isso
pedimos
ao
snr.
ministro
das
obra»
publicas,
para
que
providenceie
como
é
de
justiça.
Santa Tlieresa.—
Festeja-se
ámanhã
a
Imagem de
Santa
Theresa,
no
convento
das
Theresinhas.
«Serões Romantieo».—
Na
secção
própria
yae
hoje
inserlo
o
annuncio
que
diz
respeito
a
esta
Empresa
Editora,
que
jusiamente
gosa
dos
melhores
créditos.
(Decorrências
poUieiaeg.—
No
dia
10,
por
volta
das
8 horas
da
noite,
na
rua
do
Campo
foi
espancado
e
ferido
na
cabeça AÍTouso
José
da
Silva,
casado,
al
faiate,
por
Aulonio
Barbosa, solteiro,
sa
pateiro,
ambos
da
rua
de
Santo
André.
O aggressor
conseguiu
evadir-se.
—No
dia
12
ffii
preso
Antonio
José
Baplisla.
casado, sapateiro,
da
rua
dos
Pelames,
por
haver
furtado
d
’
um
dos
al
tares
da
V.
Ordem Terceira de
S. Fran
cisco,
d
’esta
cidade,
uma
cruz
e
crucifi
xo.
A
cruz
vendeu-a
a
um
latoeiro
da
rua de
S.
Marcos,
e o crucifixo
foi en
tregue
aò
servo
d
’
aquelle
templo
pela mu
lher
do
preso.
Teaatpestade.—
Noticias
de
LonJres
Idisem
que
uma tempestade
que
rcbenlára
ao
norte de
Inglaterra,
da
Escossia
e
da
Irlanda,
causou
grandes
perdas
á
marinha
mercante.
O navio
«Ellen
Soulbard»
que
ia
de
S. Johns para Liverpool deu
á costa
proximo
do
Formley.
Uma
parle
da tri
pulação foi
recolhida
por
uma
embarcação
das
dokas
e
o
resto
por um
salva-vidas
de
Liverpool.
Esle
ultimo,
porém,
depois
de
se
ter
afastado
do
navio
virou
se,
morrendo
19
pessoas, das quaes
*
15
pertenciam
ao
na
vio
naufragado.
Despaelios.—
Em
11 do
corrente
fi
zeram-se
es
seguintes
despachos
:
Aulonio
(padre)
José
Rodrigues, pr0
*
fessor
temporário
da
cadeira
de
ensino
primário
de
Carrazedo
do
Alvào, conce-
lho
de
Villa
Pouca
de
Aguiar-mudado,
pelo
requerer,
para
a
de Pedraca, conce
lho
de
Cabeceiras
de
Basto,
alé concluir
o
seu
aciual
provimento.
Joaquim
Alberto
da
Gama
Cruz,
pro
fessor
temporário
da
cadeira
da
villa
de
Loulé
—
mudado,
pelo requerer,
para
a
da
villa
de
Aljezur,
até
concluir
o
seu actual
provimento.
José
Martins
do
O,
professor
vitalício
da
cadeira
da
villa
de
Aljezur
—
transferi
do,
pelo
requerer,
para
a
da
villa
de
Lo
olé.
Josefa Leopoldina
Cardoso
de
Lemos
—
provioa,
por
tres
annos, na escola
de
me
nina
*
de
Villa
Marim,
concelho
de
Me-
zão-frio.
M
ísma
«1® requiem.—Na
parochial
egreja
de
S.
João
do
Souto,
pelas
no
v
e
horas
da
manhã
de
hontem,
mandou
o
nosso amigo
Antonio
Teixeira
Barbosa
Júnior
celebrar
uma
missa
de
requiem
peio
eterno
descanso de
sua
mãe,
a
ex.
ina
snr 4
D.
Libania
Bosa
Taveira
de
Maga
lhães Barbosa, em
rasão
de
ser
hontem
o decimo
anniversario
do
seu
passa
mento.
—
Dão-se
alviçaras
entre
mu
sica
a
quem
descobrir
o
paradeiro
dos
se
guintes
desertores,
que
um borrador
de
pape!
deixou,
no
jornal
dos
Roques,
ir
á
gandaia
:
—
Um
firmamento
incommemoravel.
—
Uma
musica
impressa
na
face
da na-
turesa.
—
Um
homein
culto
é—
homem
selva
gem.
—
Uma
opera
intitulada
Lucia
de
Lau-
raermour.
—
Um compositor
chamado
Beclorowen.
—
Um
poder
que
poderia
prodígios.
—Um
deserto
implacável
como
o
ti
gre.
—
Um
medo
conslilue
regra
geral.
—
Um
homem
que
deva sentir
redo-
brar-se-ihe
a coragem
sobre
o
choque
ele-
ctrico.
—
Uma
ficção
que
enternece
com os
sons
da
sua
lyra.
—
Um
eyredo
correntio.
—
Umas
erralas
de
summo
alcance.
—
Uns
outros,
qne
não
concordam
com
coisa
alguma
d
’esie
mundo,
appelando
para
a
intelligencia
do
leilor.
A ver,
Roques
!
Chuva.
—
N’
estes últimos
dias
tem
caído
alguma
chuva,
especialmente
na
ma
drugada e no
dia
de
terça-feira
em
que
ella
foi
abundante.
A
temperatura
baixou
excessivameute.
Os
dramas <lo novo mundo.—
Distribuísse
o
fascículo
n.°
5
d
’este
ro
mance,
traduz
do
pelo
snr.
Guimarães
Fon
seca,
e
editado
pela
Bibliolheca
dos
Bois
Mundos.
Foríugal antigo e moderno.—
Recebemos
o
84.°
fascículo
do
Portugal
antigo
e
moderno,
cuja
publicação
conti
nua
a
ser
feita
com
a
maxima
regulari
dade.
Elescoherta importante.—
N
’uma
ilha
do
Mississipe
fez-se
utlimamente
uma
descoberle
importante
que
prova
o
conhe
cimento
que
os primitivos
americanos
ti
nham
da
cirurgia
mecanica.
e
uso
que
fa
ziam
do
bronze e
da
madeira.
No
recesso
de uma caverna-snbmarina,
achou se
um
grande
numero
de
objectos
notáveis,
como
um
craneo
de
bronze,
um
esqueleto
completo, e
uma
perna
de
pau.
Esta ultima
peça
linha
presilha
de
coiro e
bronze, petrificadas.
Conaumn.
—
Em
1872,
a
Inglaterra
consumiu,
importados,
57 milhões
de
ki-
logrammas
de
manteiga,
e
em
1874, gas
tou
81
milhões,
que
pódem
avaliar-se
em
perto
de
15
mil
contos
de
reis.
No
anno
passado,
a
Inglaterra
impor
tou'
74
milhões
de
kilogrammas
de
que
se
avaliam
em
mars
de 20
mil
contos
de
réis.
Fr
*
>eeK8«»
monstro.—
Diz
um
jor
nal
que
o processo
instaurado
pelo
as
sassínio
do
general
Prim
tem
o
voiume de
dois
melros,
e
peza
proximamente
9
ar
robas.
á^ortnguezes
fAllecidos.—
Fallece-
ram
uo
Rio
de
Janeuo
desde
8
a
9 de
setembro
ultimo,
cs
seguintes
snbdilos
por
tuguezes
:
Maria
Guilhermitia
da
Silva,
28
annos,
solteira;
Manoel
Ferreira,
32
a.,
s.
;
Ro
sa
Juaquina
Coelho,
33
s.,
viuva
;
Fran
cisco
da
Bosa
Ramos, 36
a
,
s. ; Manoel
José
Nunes,
de
Casjro,
42
a.,
casado;
Candida Monteiro
da
Luz
Evangelista,
55
a.,
c.
;
José
Martins
Pereira,
28
a.,
c.
;
José
Joaquim
Ferreira
de
Menezes,
70
a.,
v.
;
José
Gouveia,
24
a
,
s.
—
Também
falleceram
na
mesma
cida
de
desde 15
a
18 do referido
mez,
os
seguintes
súbditos
portuguezes
:
José
Moreira
Lopes, 38 annos,
casado
;
Manoel
Joaquim
Camide, 46 annos,
sol
teiro;
Henrique
da
Silva,
49
a.,
s.
;
Ma
noel
Furtado Pires,
74
a.,
s.
;
Custodio
José Rodrigues,
43
a.,
s. ;
Manoel
Pinto
Do
Amaral, 21
a.,
c.
;
Manoel Dias
fer
reira,
29 a.,
viuvo; Antonio Joaquim
Teixeira
Lopes
30
a.,
v.
;
Manoel
Medei
ros de Araújo,
25
a.,
s. ;
João Gomes
da
Cruz
Lisboa,
51
a.,
s.
;
Manoel
Al
ves
de
Oliveio,
50
a.,
c.
; Francisco
Mar
tins
Vieira
Portuense,
58
a.,
s.
;
M»iia
Candida
Soares,
38
a.,
v.
;
Antonio
Joa
quim
Peixoto,
38
a.,
s.
; Agostinho
Gon
çalves
de
Lemos,
17 a.,
s.
;
Manoel Fia
lho
de
Faria,
82
a.,
c.
EXPEDIENTE
DA
ADMINISTRA
ÇÃO.
Cartas
recebidas
na
administração
d'esle
jornal
:
Porto.
—
D.
Antonio da Natividade
e
Antonio
Xavier
da
Cunha
Telles.
Ovar.
—
Antonio
Thomaz
da
Silva
Frei
re
Valente
e
Anlonio
d’
Oliveira
Martins.
Melgaço. —
Padre
Antonio
Melleiro.
Resumo do
activo
e
passivo
do
Banco
Commercial,
Agricola
e
Industrial
de
Villa Real,
em
30
de
setembro
de
1875.
Activo
Caixa,
dinheiro
existente .
9:9825195
Leiras descontadas
e
a
rece
ber
..................................
604:1505193
Letras
caucionadas
.
.
.
32:9295000
Obrigações a
receber. .
.
3:5795032
Empréstimos
sobre
penhores
12:5665535
Operações
a
longo
prazo
.
13:5645134
Diversos
devedores.
.
.
.
20:9585625
Papeis
de
credito .
.
.
12:3805370
Contas
correntes
com
gara
ntia
..................................
7:7215273
Devedores
no
paiz
. .
.
91:7685962
Devedores
no
estrangeiro
.
76:5375663
Efleitos
depositados
.
.
.
5:4795225
Moveis
e
utensílios
.
.
.
5795800
Despezas
de
installação
.
2:7005'100
Acções,
prestações a
receber
18:3905000
913:2835607
Passivo
Capital
do
Banco.
.
.
. 800:0005900
Deposito á
ordem 10:7898536
Deposito
a
prazo
55:9895291
66:7788827
Letras
a pagar
....
15:8858471
Credoras
d
’
etfeitos
depositados
5:4795225
Fundo
de résêfva
....
1:5005000
Dividendos
a
pegar.
...
3
5315300
Ganhos
e
perdas.
.
.
.
20:1085784
913:2835607
Villa
Real,
4
de outubro
de
1875.
Os
gerentes,
Agostinho José
da Costa.
Joào
Pinto
Ferreira.
Arrematação
A
Meza da
Santa Casa
da
Misericórdia
d
’
esta
cidade
faz
publico,
que no
dia
24
do
corrente,
pelas
10
horas
da
manhã,
terá
logar na ante-sala
das
sessões
da
mesma
Santa
Casa
a
arrematação
dos
fa
ros, censos e
pensões
em
g
neros
ven
cidos
no
S.
Migue!
do
corrente
anno,
peiteiicentes
á
mesma
irmandade
e
ao
Hos
pital
de
S.
Marcos,
qoe
administra,
sob
as
condições
que
serão
patentes
no
acto
da arrematação.
Braga
9
de.
outubro
de
1875.
O
Provedor,
Manuel
Justino
Marques Murta.
(2746;
Companhia Edificadora
e
Indus
trial
Bracarense.
»
A
direcção
d’
esla
companhia
faz
pu
blico
que
em
conformidade
do
disposto no
artigo
3.°
§
6.°
do
respectivo
regulamen
to,
abriu o
seu
escriptorio
no
campo de
Sant
’Anna
n.°
71
D, 2.°
andar
aonde
se
dão
consultas relativas
a
industria
parti
cular,
desde as 10
horas
da manhã
até
ás
3
da
tarde nos
dias
não
sanctiíicados.
.■ Encarrega-se
esta
direcção
de
todos
os
trabalhos
relativos
a
projectos
construc-
çôes
em
geral,
como
irrigarções,
drena
gens,
arcliiteclura,
levantamento
de
plan
tas,
estradas,
caminhos
de
ferro, consiruc-
ção
de
rolas
hydraulicas,
e
todo
quanto
diz
respeito
a
obras
hydraulicas,
tnachi-
nas
de
vapor
etc.
A
direcção
proporcionará
garantias
se
guras,
e
preços mais
commodos
para
a
confe.cção
dos respectivos projectos,
direc
ção
e
execução
de obra
*
,
apresentando
a
competente
tabelb
de preços,
ou fa
seado
os
ajustes
mais
modicos
e compa
tíveis
com
os
fios
a
que
se
propõe.
Os
directores
(2747)
Fernando
Catliço.
José
Alves
de
Moura.
Francisco
da
Silva Araújo.
Mesquita
& Teixeira,
da
rua da
Sé
d
’esta
ci-iade,
iazem
publico,
que
o
seo
carro,
que
sae
diariamente
do
escriptorio
do
Ribeiro
Braga
para
a
Povoa
de
La
nhoso
ás
3
horas
da
tarde, principia
a
sair
desde
o
dia
13
do
corrente
ás
2,
e
o
cano
que
sae
de
manhã
ás
6
couti-
núa
ás
mesmas
horas.
Braga
II
de
outubro
de
1875.
Pelos
anounciautes,
(2745)
Ribeiro
Braga.
Esta
acreditada
empreza
editora
vae
publicar
o notável
romance
—
Os desher-
dados,
de
M.
Fernandez
y
Gonzalez,
ver
são
de L.
Quirino
Chaves,
e
ornado
de pri
morosas
estampas,
desenho
do
bem
co
nhecido
Manoel
de Macedo
Distribuirá
a
empreza
10
paginas
por
semana,
pelo
mo-
dico
preço
de
50
rs. Dá
dois
brindes
:
um
de
55000
rs.,
em
cada
volume;
0
ou
tro
utn
mappa
da
Europa
a
lodos
os as-
signanles.
Este
romance
,é
dividido
em
qua
tro
partes
com
os
títulos seguintes:
—
Feio
do
corpo
bonito
de alma
—
A
carne
e
0
espirito
—
O que ha
por
baixo
das ap-
parencias
—
Morrem
uns
e
outros
perdem-se.
Esn
Braga
é unico corresposi-
dent®
d’
eata Empreza
o »nr. Dia»
Freitaa, rua Nova n. 3, E,
ao
qual
devem
ser
feitas
todas as
requisições.
Mudança
d’alfaiate
Joaquim
José Pereira
Guimarães,
mu
dou
a
sua
oflicina
d
’alfaiate
da rua
de
S.
Marcos
para
a
das
Aguas,
n.
8
65, em
fren
te
do
Asylo.
Espera,
pois,
que
os
seus
amigos
e
freguezes
0
continuem
a obse
quiar
com
seus
favores.
Participa
egual-
menle que
faz
facto
completo por
25500
reis, (preço
este
mais elevado)
responsa-
bilisando-se
pela obra que
não
agrade.
(2714)
Fava
especial
da
ilha
de
ò\
Mi
guel
Este
legume,
geralmente
usado para
penso
de
gado
cavallar, ruuar e
mesmo
bovino,
é
de
uma
óptima
nutrição.
Grande
deposito
a preços
rasoaveis
;
Cima
do
Muro
(dos
bacalhoeiros)
n.°
77.
Porto.
(2748)
PROCURA-SE
Uma
casa
que
tenha
pelo
menos
tres
quartos,
para
homem
solteiro,
em
ultimo
caso
póde
ser
no
arrabalde.
Diligencias diarias
de
Sebastião
da
Silva
Neves.
Esta
empreza
faz
publico,
que
além
das
suas antigas
carreiras
de
Nine por
Bar
cellos
a Vianna, Caminha, Valença,
Tuy,
Vigo
e
8.
Thiago, e
de
Braga
a
Ponte
do
Lima
e
Vianna,
estabelece
no
dia
28
do
corrente
mez
de
setembro
carreiras
dia
rias
entre
Braga, Arcos,
Monsão e
Valença,
e
vice-versa.
Estes serviços são
todos
em
combina
ção
com
os
caminhos
de
ferro de
Braga
ao
Porto
e
Lisboa,
podendo
os
snrs.
pas
sageiros
tirar
bilhetes
e
despachar
bagagem
nos
escriptorios
do
annunciante
para to
dos
os pontos
acima
mencionados.
Também
se
recebem
encommendas.
Escriptorio
em
Braga,
na casa
aonde
esteve
a
Companhia
Viação,
esquina
da
Conega.
(2716)
’
ABRENDA-SE
Ou
compra-se,
basta que
agrade.
Tra
tar,
á
rua
de S.
Lazaro,
n.°
4.
(2741)
COHPANIIIA
EillFlCÂBOKA
E
IN!»USTRIA1L
BRACARENSE
A
direcção
convida
os
snrs.
accionistas
a fazerem
a 3.
a
entrada de
5
p.
c. ou
15^50
reis
por
acção, nos dias
18
e
19 do
corrente
mez,
das
10
horas
da
manhã
ás
2
da
tarde
no
escriptorio
da
Companhia,
campo
de SanUAnna n.°
71
D
—
2.°
andar.
O
recibo
d
’esla
prestação
será
passado
nos
recibos
primitivos.
Braga 6
de outubro de
1875.
Francisco
da.
Silva
Araújo
Fernando
Castiço
José
Alves
de
Moura. ’(2736)
MUDANÇA
Manoel
José
Coelho
Braga,
morador no
largo
de
N.
Senhora
A
Brança,
n.° 9, mu
dou
o
seu
estabelecimento
para
o
n.°
12
do
mesmo
largo
•
(2740)
MUDA
Bernardino
Fernandes,
aífòiato
lauto
de
roupa
ecclesiastica
como secular,
morador
que
foi
no
Paço
Archiepjsçopal,
faz
scien
te
aos
seus
freguezes
e
amigos,
qne
mu
dou a
loja do seu
trabalho
para
a
rua
do
Forno,
n.° 14.
—
Braga.
(2722)
TâBàílMIA
Btóà-
firande
deposito
de tabacos
NAC1ONAES
E
ESTRANGEIROS
Rua
do
Souto
n.° 27
A, 27
B.
(ESQUINA
da
rua
de
jano
)
DRAQA.
Commissão
aos
snrs.
estanqueiros
:
Xabregas
—
Tabacos
seccos.
.
.
15
®/0
>
Rapé...................................
30%
Santa
Apolonia — Tabacos seccos.
15%
»
»
Rapé. ...
30
°l
0
Lealdade
—
Tabacos
seccos
.
.
.
15%
»
Rapé
.................................
35%
Portuense
—Tabacos
seccos.
.
.
15%
>
Rapé.................................
4
0°/
o
Boa-fé
—
Tabacos
seccos.
.
.
.
15°/o
» Rapé
.............................
.
40%
Liberdade
—
Tabacos
seccos.
. .
15
%
A.
Nacional
—
Tabacos
seccos.
.
15°/
0
Regalia
»
»
.
.
15 %
Fidelidade
Portuense—
Tabacos
sec-
cos...................................................
12
°/0
Cumpre-se
qualquer
encommenda
para
as
provincias.
O
gerente,
Anlonio
Joaquim
d'Áscencão
e
Souza.
'
(2701)
wr
—1
—
'
—
■ii
n
i
u
i
m
1
r
.
T.
mnn
■
O
professor
em
artes,
lettras
e
scien
cias,
membro
do
eleto
e magistrados, lodo
0
medico,
cirurgião,
dentista
e
artista,
que desejem
obter
0
titulo
e
diploma
de
doutor
ou
bacharel
honorário,
podem
diri
gir-se
a Medicus,
rua
do
Rei,
46,
em
Jer-
sey (Inglaterra).
(T»)
ALUGA-SE
Uma
casa
feita
de
novo,
sita
na
rua
das
Agoas,
n.°
91.
Trala-se
na
rua
dos
Chãos
n.°
13.
Póde
vêr-ae
das
10
horas
da
manhã,
até
á
1
da
tarde.
(2694)
a
ft-
Ageri
cia
do
Banco
de
Vianna
CARVALHO
S
&
C
’
Rua
do
Souto
n.°
30
Esta
agenci
a
faz
as
segu
inte
s
operaç
ões
:
Des
cont
a
letras
da
terra
e
de
cambio.
Enc
arre
ga-se
da
compra
e
venda
de
papeis
de
credito.
Receie
dinh
eir
o
á
ordem
e
a
praso
abonando
uros.
Emprest
a
sobre
pen
hore
s
d
’ouro,
prata
,
inscr
ipções
.
acçõe
s
de
bancos
e
companh
ias.
Saca
sobre
praças
do
rei
no
e
estr
angeiras,
onde
o
Banco
tem
agencias.
Braga
,
3
de
junho
de
1875.
(B
*)
O
*
aaent
es.
—
Carv
alhos
&
C.
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JECTION
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a
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e
cura
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pae
s
pha
rma
cia
s
do
mundo.
Exig
ir
a
ins
trucção
do
uso.
(50
an
os
de
exito
.}
Paris,
casa
do
inv°
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15
8.
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sboa
,
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Barreto
Lore
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HOVBA
M@IJ.BA
MOU1M
fr
]
BRAG
A
RUA
DE
S.
MARCOS,
N.°
5.
Vende
papeis
pintados
para
guar
necer
sallas,
lindíssimos
gostos,
a
principiar
em
80
reis
a
peça.
RUA
DE
S.
MARCOS,
N.°
5.
Vende
olio,
tintas
e
vernizes
para
pinturas
de
casas,
tudo
de
boa
qua
lidade,
e
preços
muito
resumidos.
RUA
DE
S.
MARCO
S,
N.°
5?-
Vende
cimento
romano
para
ve
dar
aguas,
gesso
para
estuques
de
casas,
tudo
de
primeira
qualidade.
(2584) - É o formato de
-
comerciominho_14101875_408.pdf
Parte de Comércio do Minho (O)