comerciominho_12101875_407.xml
- conteúdo
-
|
Assigna-see
vende-se
no
escriptorio
do
editor
e
proprietário
José
Maria
Dias
da
Costa,
rua
Nova
n.
’
3
E,
para
onde
deve
ser
dirigida
toda
a
correspondência
franca
de
por'.e.=>As
assi-
gnaturàs
são
pagas
adiantadas
; assim
como
as correspondên
cias
de
Interesse
particular.
Folha
avulso
10
rs.
•PUIBJLBC
A-S
BB2
ÁS
TERÇAS,
QUINTAS
E
SABBADOS.
P
reços
:
Braga,
anno
1^600
rs.=Semestre
850
rs.=/’
rotn«-
cias,
anno
25400 rs
e
sendo
duas
45000
rs.=Sémestre
15250
rs.=/7razt/,
anno
45400
rs.=Semestre
25300
rs.
moeda
forte,
ou
105000
reis
e
55500
reis moeda fraca.
=»
An
núncios
por
linha
20
rs.,
repetição 10
rs.
Para
os
assignanles
?0
°/
a
d’
abatiniento.
BRAGA-TERÇA-FKIKA DE
OUTUBRO
Ainda
oh
«Eazaríistae».
1
RESPOSTA
DO SNR. GUIMARÃES FONSECA AO
SNR.
SENNA FREITAS
[Continuação]
Siga-se
a
lista de todos os horrendos
crimes
dos
lazarislas.
O
aticior
do folheto
em
questão
esteve,
felizmenle,
(sic)
no
Brasil,
e
leve
occasião
de
obsrvar
»o
contrario
do
que
aílirma
o
snr.
Senna
Freitas
com
relação
aos jesuí
tas
c
irmãs
de caridade
d’
aquelle
império.
Ahi
vae
o
que
o
snr.
Guimarães
viu
no
Brasil
:
As
irmãs de
caridade
são enfermeiras
do
hospital
geral e
são
detesladas pelo
povo
que
lhe
soffre
a
caridade
amarga
e
dura.
(O
povo
detesta
geralmenle
iodos
os
hospilaes
e
todos os
enfermeiros,
isto
não
só
no
Brasil,
como
em
ioda
a
parle.
Tenho
ouvido
a
muiios
pobres
em
Lisboa
diser,
como
o
snr.
Fonseca
ouviu
no
Brasil,
que
preferem
morrer
ao
desamparo
a
ir pata
o
hospital
de
S.
José,
onde
não
ha nem
sequer
a
sombra
d
’
uma irmã
de
caridade,
creio
eu).
Coiitiuúa
o
snr.
Fon
seca
:
—
«Os
que
não podiam
de
algum
modo
recompensar-lhes
os
serviços,
eram
desam
parados a
tal
ponto
que
chegavam a
pas
sar
fome
de pao
’
!»
Ora essa!
Então as
irmãs
de
caridade
francesas
não
foram
para
alli
impellidas
pelas
sugestões
jesuíticas?
Não
são
meni
nas
pertencentes
peia
maior
parle
a
boas
famílias,
que abandonaram
as
casas dos
paes
para
se
filiarem
Taqoella
corporação
religiosa?
Eu
alé
aqui
lenho
ouvido
islo
a
lodos
os
terríveis
dos
tres
pontinhos,
mas
vejo
que
me
tinham
enganado.
Fique
pois
eslábelecido que
a
irmã
de
caridade
é
uma enfermeira
como outra
qualquer,
que
precisa,
como
iodos
os
indivíduos
0
’
aquclla
classe,
do
obulo dos
que
vão
para
os
hospitaes
tratar-se.
Ora
sabem
em que
a
irmã
de
caridade
diversifica
dos
outros
enfermeiros?
Ahi vae:
«Nas
caras
estanhadas
pela
hipocrisia
e
pelo
egoísmo
(!)
«Pela
impotência
(?)
da
fealdade
e
da
senectude
(! !)
«Por
nào
terem um
sorriso
de
con
forto
e
de
eSperançá para
os enfermos.
«Nem
um
olhar
de
piedosa
suavidade.
«Por
terem
os
lábios
delgados,
lividos,
e
couiraidos
pela
estupidez do fanatis
mo»
(!!!)
Risum
leneatis,
amice !
Segue
o snr. Fonseca
:
«Nos colíegios
de
meninas,
como
lhes
pagam
bem
(cada
vez
é
mais claro que
a
questão
não é
de
propaganda leacciolia-
ria e
íanatica,
como
por
ahi disiam
alguns
terríveis
mal
informados,
mas
de
especu
lação rendosa)
esforçam
se
no
ensino,
im
buindo,
todavia
no
espirito
das
creanças
o
odio dos
homens
e
o
aborrecimento
do
mundo».
(Este
odio
dos
homens
imbuido
no
espirito
das
creanças
é
impagável
1
E
o
aborrecimenlo
do
mundo
também
im
buido
no
supracitado
espirito,
não
gos
tam
?)
Quanto
a irmãs
de
caridade,
está
o
snr.
Fonseca satisfeito.
Disse
tudo
quanto
se podia
diser
d’
ellas.
Fiquem
certos
de
que
se
mais alguma
coisa
soubesse,
não
guardaria
segredo.
Prlo
que
ahi
fica já
o
leitor
póde
ver
que
effectivameole é
comparação
aquella
que
se
não
deve
tolerar
na
sociedade.
Ora
vejam
que
comprida
lista
de
horrorosos
crimes
ahi
fica
estampada
!
Passemos
agora
aos leopardos
com
pa
las
de
velludo.
«O
primeiro
lazarisla
do
Rio
de
Ja
neiro
é
o
bispo
do
Rio
de Janeiro»
(Ele
gante
periodo!)
l.°
crime.
—
«Quando
tomou
conta
da
diocese
expulsoo
do
seminário
episco
pal,
sem
motivo
algum
plausível,
(isso
é
que
o
venerável
irm.
’.
não sabe
nem
pro
va)
todos
os
professores,
padres
brasilei
ro
*
e
alguns
de
grande
reputação
littera-
ria
e
scienlilica
(irmãos,
naturalmenle)
como
o
conego
Fernandes Pinheiro
(padre
elogiado pelo
snr.
Fooseca...) e
snbsti-
tuiu-os por
padres lazarislas que trouxera
cangados
de
Roma».
Aqui
ha
evidentemenle
um grande cri
me
(J
que
eu não
chego
a
perceber
é
se
esse
crime
consiste
em ter
o
bispo
sub
stituído
os
professores
do
seminário
epis
copal,
ou
em
trasido
os lazarislas
canga
dos de
Roma.
O
snr.
Fonseca tem singulares
esque
cimentos.
D
’
esla
vez
olvidou
provar-nos
que
os
professores
lazarislas
eram
litte
raria
e
scienliíicamente
inferiores
aos
bra
sileiros;
porque
só
assim
se
justificaria
a
arguição feita
ao
sor.
bispo.
Prove-nos
isso,
prove.
Bem
vê
que
n
’estas
questões
não
basta
a
sua
palavra
honrada.
2.
°
Crime.
—
«Quando chegou
ao
Riu
de
Janeiro
sagrado
bispo,
quiz
sua mãe,
que
não
via
ha
muitos
annos,
visilal-o
oo paço
episcopal;
respondeu
que
não
podia
receber
a
visita
de sua
mãe
porque
no
paço
episcopal não
podiam
entrar
mu
lheres».
Isto
significa
que
o
snr.
bispo
do
Rio
de
Jaoeiru
sabia
antepor
a
tudo
as
suas
obrigações
de
prelado.
Se o snr.
Fonseca
nos
dissesse
que
elle
despresara a
mãe
a
ponto
de a
nao
querer
receber
em
parte
alguma!
Mas
no
paço?
Desde
quando é
um
crime
cada
um
cumprir
as
suas
obri
gações
?
Ora
apostamos
que
se
uma
mulher
entrasse
no
paço
os
irmãos brasileiros
e
e portugueses
nos teriam dilo
que
o
bispo
do
Rio
de
Janeiro
iutrodusira
uma
mu
lher
no
paço
e
que isso
passaria
por
um
verdadeiro
crime,
embora
depois
se
pro
vasse
alé
á
saciedade
que
essa mulher
era
a
mãe
do
snr. bispo.
3.
°
crime.
—
«Estando uma
senhora
em
vesperas
de
morrer
n
’
um
convento
dese
jou
despedir-se
de
sua
irmã
e
o bispo
entendeu
que
infringia
a regra
monastica,
deixando-a
entiai
(permuta-me
que
abte-
vie) e
nãu
deu
licença
qne
a
irmã
fosse
consolar
os
últimos
motneulos
da
irmã
moribunda».
Horror
!
4.
°
crime.
—
«Chegou
a
prohibir
a
se
pultura
ecclesiaslica
ao
snr.
visconde
de
Inhaúma
sob o
pretexto
de
que
era
gião-
rnestre
(permitta-me a
letlra
pequena.
No
original
eslá
em
versaes)
da
maçonaria.
Que
mania lem
esla
gente de
querer
por
foiça
repousar
depois de
mortos
sob
a
egide da cruz,
que insultaram em
vida
I
Volto
agora
ao
principio.
O
audor do
folheto
apresentou
como
representante
de
lodos
os
lazarislas
o
snr.
bispo
do
Rio de
Janeiro.
Como
respon
dia
ao
snr.
Senna
Freitas,
que
defendera
os
lazarislas,
entende-se
que
Testa
accu-
saçào
se
resume
tudo
quanto
se
podia
diser
com provas
contra
a
corporação
re
ligiosa
em
questão.
Não é
rasoavel
pen
sar
que
haja outras
accusaçõe» a faser,
pois
que
o
snr.
Fonseca
uão
as
apresen
ta.
Ora
se
isso
que
ahi
fica
é
pueril,
e
irrisorio,
que
fez
o
snr. Fonseca
senão
fallar,
fallar,
Gllar,
como
diz
José
Agos
tinho
de
Macedo.
E.
F.
[Continua]
----- -----------------------------------------------------
Ainda o «Jornal do Nlànlio».
Snr.
redaclor.
Quando
esperava
que os
homens
illus-
trados
do
«Jornal
do
Minho»
saíssem
á
estacada
para
destruírem
os
argifmrntos
formulados
na
rainha missiva
anterior,
apparece-me
um
rapaz
a
riscar na
areia,
e
respinga insulsamente
:—
«bons
dias,
snr.
Tavares».
E’
forçoso
confessar
que alli
anda
be
delho
de
Roques,
como
v.
suspeitou
Ora,
como eu não sei terçar
com
ignorantes
do
jaez
dos taes
tarelos,
que
muito fa
çam
engordar a
luminaua histórica,
diri-
jo-me
á
gente
illustrada
que
habitualmen-
le
a
provê
de
oleo,
e
peço-lhe,
em
no
me
di
sua
probidade
jornalística,
que
destfua,
se
pode,
os
argumentos
que
se
encontram
na
minha
alludida
carta.
Feita
esta
petição,
que,
espero,
será
deferida
em
lermos,
passo
a
examinar
li-
geiramente
utn
asse’
to,
que
se
lê
na
sec
ção
diréctiva
do
«Jornal
do
Minho» de
stxla-feiia,—
artigo,
onde
se
comtnemora
o
passamento
de
Cláudio
José
Nunes,
ha
dias
finado
em Lisboa,
e
menbro
do cen
tro
historico.
Passando
a
vau por
muitas
das
gra
ciosas
pieguices
de
que está
túrgida aqutil-
la
moxiuifada
de...
destemperos,
e
despre-
-audo
as
zargonchadas infligidas
seui
dó
ao
pobre
botn.
senso
e
á
pobrissima
gram-
matica,
transcreverei
o
seguinte periodo:
«Ante
a
lapide
do sepulcro,
que
en-
«cerra
o
seu cotpo
inanimado
só
podem
«prevalecer
os
sentimentos
de respeito
e
«admiração
oriunda
de
inexcedivel
pátrio-
«lismo
e
relevaniissimos serviços
presta-
«dos
á
patria,
pelo
vulto
ingente
que
(tombou
no
tsbysono
do nwda, co
imo cedem ao
impetuoso
furacão
as
ar-
•
vores anoosas,
cujas
raízes
e
frondentes
«ramos
abrangera
dilatado
espaço
topeian-
«do
o
seu
cimo
com
(sicj
as
nuvens».
E
’
copiado
lexlualmente.
Que
lhe
parece,
snr.
redaclor,
d
’esla
bonita profissão de materialismo
raso?
Na verdade,
as
linhas
qoe
deixo
Iran-
scriptas,
e
devera
íicar bem
archivadas,
valem
um
dinheirão,
especialmente
na
actual
coojunctura.
Com
qoe
então,
snr.
articulista
do
«Jornal
do
Minho»,
a
morte
quer
dizer,
nada mais nada menos,
do
que
o
tombar
no
abismo
do
nada
?
Pois
nem sequer
nos
concede
a
crença
Toma
qualquer
espe
cie
de metempsicose,
para
servir
de
mu
leta
a
que nos abordoemos
nas
horas
len
tas
do
desconforto
? Pois
nem
ao
menos
deixa
que
a
nossa
substancia
—a material,
já se
vê;
porque a
espiritual
é
conto
da
carochinha—
ainda
liqne
/
exidindo
depois
que
fazemos
ablativo
de
viagem pòra
o
abismo
do
nada
?
Tem
rasão
o
articulista.
]sto
de imrnortalidade
da
alma,
e
da
exiílencia
d
’um
logar
de ventura
perpe
tua
e
a
d
’
outro
de
tormento
sem
fim,
nào
passa
de
lutii
invenção dos
paurecas
pa
ra
impingirem
ás
beatas
e
ás
almas
cren-
deira«
e
simplices.
Sendo v.
s.
a
quem
é,
daria
raargem
a
suspeitar
cahotico desarranjo
na
sua
cai
xa
ossea
;
se
tivesse a excepcional
can
dura
de
acreditar,
como
qualquer
pobre
mortal,
Testas
e
quejandas
papalvices.
Is
so
é
bom
para
Zé-Povinho
dos
sertões,
que não
vê om
palmo
adiante
do
nanz,
e
nunca
para
um
portento
archi-azooga-
do
como
é
v.
s.
a
E
outra coisa:
Para
que
havemos
nós,
depois que «o
gélido sopro
da
morte» nos
laça
«lombar
no
abismo do
nada»,
para
que havemos,
repito,
de
cohsentir
que
junto
á
cova
um
roupeta
muilo
leio
ve
nha
resmungar
uns latins,
que
nem
em
vida
percebemos,
quanto
mais
depois
de
|
mortos
?
A
cova é
o
orificio
por
onde nos
bis
pamos
para
o
«abismo
do nada»;
é,
pois,
imperdoável
loniice
irem
para
junto
d
’
el-
la
berrar aos
nossos
ouvidos, como
quem
esiá
de
lioela
para
impedir
que vamos
procurar
<o
verdadeiro
descanço no
chão
do
cemitério»,
como
v.
s.a
com
finíssimo
gosto
e
alto
critério
se
expressa.
Não pode
ser •
depois
de
atirarem
com-
nosco
para
uns
cinco
pa'mos
de
teria
e
ahi
nos
amolgarem
o
cosiado
a
golpes
de
pisão,
ou
nos
engavetarem Tuma cata
cumba
;
que
uos
deixem
ao
menos
soce-
g.idinhos
á
cala
do
«abismo
do
nada»;
por
que
os nossos
ouvidos
nào
é
coisa de
pou
co
ruais
ou menos,
e
quiçá
nes
sejam
precisos,
para
conhecer
se
o
garda-porião
do
lai
abismo
uos
dá
ingresso
a
elle...
Ora
vejam
os leitores
quaes
são
as
crenças
no
calholicão
do
«Jornal do
Mi
nho», <]ue
ainda
ha
pouco eueve
tm
riscos
de
lançar
os
boft-s
pela
bôcca
fóra,
na
defesa desinteressada da
religião, a
qual,
se
uão
fossem
os
bons
oíficios
da
loiha
histórica,
teria
sido
arrojada
ao
«abis
mo
do
nada»,
na eleição
do
dia
15
de
agosto.
E-perem
os
catholicos
por que em
polgue
o
poder
o
partido
de que é
repre
sentante
o
«Jornal
do Minho»,
e
veião
os
relevantes
serviços
que
esse
partido
ha
de
prestar á
Religião
Catholica.
Fico
por
aqui,
reservando
paia
outra
carta
o
muilo
que ainda
tenho
a
dizer.
Agradeço-lhe,
snr.
redaclor,
o
ter
da
do
publicidade
ao
meu
anterior
escripto,
e
assigno-ine
De
v.
etc.
Manuel
das
Neves
Sampaio
Tavares.
--------------------------------------------------
CorreMjKiudeiieia
eMtraangeira
PARIS,
4
OE
OUTUBRO
(Correspondência
particular do
«
Commer
cio
do
Minho»)
Um
incidente
acaba
de
fornecer
algum
alimento
ás
discussões
políticas
dos
jor
naes.
Bem
que
sem
importância, é
con
siderado
como
um
simptoma
da situação.
Eis
o
que
se
passou.
Ha
alguns
dias
o
ministro
das
finan
ças,
M.
Leon
Say,
pronunciou
um
discurso,
onde
tracta«a
bruscatnenie
a
antiga
maio
ria
parlamentar, a
que
XM.
Boflct,
presi
dente
do
conselho,
tinha
pertencido
antes
de
ser
ministro.
D’ahi
uma
desharmonia
bem
natural.
Buffet
recusou
inserir
no
«Journel
ofliciel»
o
discurso
do
seu
col-
lega.^
Este,
porém, não se
inclinou perante
esla
recusa.
Levado
o couflicto
perante
o
conselho
de
ministros,
esle uecidiu,
depois
de
morosa
deliberação,
que
o
dis
curso
seria
inserto
no
«Journal
ofliciel»,
com
a
clausula
de
ser
acompanhado de
uma
carta
explicativa.
Evidentemenle
a
esquerda
republicana
uão tem
muito
a
felicitar-se
por
esle
in
cidente;
ella
queria,
com efleilo,
coltocar
M.
Buffet
na
necessidade
de
dar
a
soa
demissão,
e esia
taclica
falhou.
Por
ou
tro
lado,
porém,
o
presidente
do
conse
lho
saiu
um
pouco
chocado
d
’este con-
lliclo. Elle nào
ponde
(>ser
prevalecer
a
sua
opinião
e leve
de
ceder.
Eis
um acontecimento
que
nos
faz es
perar
com
tal
ou
qual
impaciência o
por
vir.
A
esquerda
está
disposta
a
especular
com
a
fraquesa do
primeiro
ministro,
para
derrubar
o
gabinete,
logo
que
se
abram
as
camaras.
E
’
esie
o
plano
de
M
Gámbelta.
Co
mo
as
eleições
geraes
se
approxiinam,
a
esquerda
não
quer
qoe
o
partido
conser
vador retenha
as
redeas
do póder
;
porque
na
França,
«omo
ein
inuilos
outros
países,
os
ministros
exercem
poderosa
influencia
sobre as
eleições.
Circula
ha
alguns
dias
o
boato
de
que
o
marechal
de Mac-Mahon
se
reconcilia
cada vez
mais
com
a
ideia
republicana.
Não
se
sabe
a que
movei
atlribuir
esta
conversào; mas
a»
palavras
injuriosas
que
lhe
dirigem
os
jornaes
booapartistas
pro
vam
que o
chefe
(Testado
é
em
todo
o
caso
prufundam.eate
hostil
á
causa
impe-
tialista.
Ainda
ha
pouco,
upi
ajudante
de
campo do
marechal assistia
a
um banquete
oíiicial.
O
prefeito
do
departamento
levan
tou,
uo fim
do jantar,
um
toasl
a
«M.
o
marechal
de
Mac-Mahon».
Para
logo
alludido
ajudante
de
campo
accrescenla
:
«presidente da
republica».
Este
lacto
é
significativo.
Uma
outra
conversão
de que
se
falia
muilo é a
de
M.
t
o
duque de
Broglie.
Em
Bcaumesoil
(departamento
d’
Eure) pro
nunciou o
duque
um
discurso
no
qual
acciamava
M.
Thiers
e
adh-ria
franca-
mente
á
republica. Nào
é
só
a
isso,
pa
rece,
que
se
limiila o
zelo neo-republi
cano
de
M.
de -Breglie. O
antigo
minis
tro
prucura
bandear-se
com
os
republi
canos
oo
terreno
eleitoral.
Visto
que o
seu
departamento
só
encerra bonapartis-
las
e
republicanos,
achou-se
obrigado a
faser
causa
commum
com estes
últimos
afim
de
ser
reeleito
deputado.
Diz-se
mais
que,
para
obter
o
apoio
dos republicanos,
de Brogiie
procurava reconciliar-se com
M.
T
hiers,
ue
quem n
’
outro
lempo
fôra
amigo,
mas
du
qual se havia afastado
ha
dois
annos.
Thiers
desempenha
sempre
um
papel
importante
no
partido republicano: Duífau-
re
e
Leou
Say,
que,
como
sabem,
re
presentam
o
centro
esquerdo
no
ministé
rio,
recebem
as insbucções
do antigo
pre
sidente.
Diz-se
mesmo
que
é
Thiers
quem
dieta
os du-cursos
de
M.
Leon
Say.
Correu
o
boato
de
que
Thiers
devia
faser uma viagem
ao
Maio-Dia
da
França,
mas
nãó
é
exaclo,
porque
o
antigo
pre
sidente
não
ama
as
peregrinações
demo
cráticas. Foi
M. Gambetta
o
iniciador
d’esle
projecto,
com
o
li<n
de
agitar
as
populações
meridirmaes,
e
para combaier
a
influencia dos
deputados
intransigentes,
que
aclnalm
*
.
nte
percorrem
a
França,
e
a
concitam c
rnlra
M
Gambetta.
M.
Thiers
recusou-se
a
effeciuar
a
viagem
reclamada
peh» ex-diclador.
çCouchie
tio proximo n.“^
II.
•----------- .
^^'«TW^T33>S
*
!íen-
—
--------
D.
CAKI
j
OS
C<í>ATTR.a. Í3. AFFO1VSO
C
om
algumas
considerações
sobre
o
DIREITO DE
BELL1GERANC1A DOS CAR
LISTAS.
pelo
general
KIRKPATR1CK
f
Versão
do
inglez)
A
aetual
guerra
carlista
começou
em
abril
de
1872
1)
sem
outros
recursos
além
dos
que lhe
eram
ministrados
pela
abnegação
e
patriotismo
dos
hispanhoes...
(1)
Se
me
r>ão
falha a
memória
foi
em
17
d
’
abril (le
1872
que o
snr.
D
Carlos
acompanhado
de
27
dos
seus
m>is
dedicados
amigos, traospoz
a
fronteira
dTIispanba,
lendo
estado
em
Bayonna
tres
dias
occulto
no
Hotel de
«La
Beibaine el
des
Pyrenées»,
onde
deu
as
suas
iosirnc-
ções
e
expediu
diversos
agenies,
nomean
do
por
essa
occasião
a
«Junta
Beal
da
Fronteira»,
cuja
presidência
confiou
ao
zêlo
inexcedivel
do
meu
dislincto amigo
o almirante I).
Ramualdo de Vinalete,
actoalmentíí
ministro
dos
negocies estran
geiros
de
S. M.
o
snr.
D. Carlos; receben
do
el-rei
n
’
esia
occasião
a
adhesã-»
de
muiiqs
dos
p
incipaes
homens
políticos
de
Hispanha,
que
não haviam
assistido
ao
congresso
de
Vivey,
e
se
apresentavam
ao
serviço
da
cau.a.
Foi
da
nomeação
d
’
esla
Junta
qne
se
originaram
os
despei-
tos
que
depois
produziram
as
intrigas
dos ojalaleros de
Bayonna;
intrigas
qoe
foram um
prejuiso
constante
para
a
cau
sa
carlista
alé
á
traição de
Cabrera,
que
as
iriutilisou
peia
raiz.
Mais
tarde
me
oc-
cuparei
d
’
esle
assumpto
da
maxima in
fluencia
na polilica
do governo
do
snr.
D.
Carlos; para o
que
tenho
aponta
mentos
que
hào
de
ser
aproveitados
na
«Historia
da
aetual
Guerra
Carlista»,
que
estou escrevendo.
Senna
Freitas.
No
principio
do anno
corrente,
o
inimigo
concentrou todas
as
suas
forças
disponíveis,
com
D.
Aflonso
a
sua
frente,
deante
das
posições carlistas,
que guar
necem
Estella,
com
o
íim
de
tomar
aquel
la
praça ; porém
a
brilhante
victoria
dos
carlistas
em Lacar forçou os
rflonsistas
a
relirar-se
para
as
snas
anteriores
linhas
sobre
o
Ebro,
e
habilitou D
Carlos uma
vez
mais
a
recomeçar
as
suas
operações
offensivas
(Continua)
ração
d’
accordo
com
El-Rei
em
uma
jun
ta
de generaes
que
se
reuniu
em
ca
*
a
de
D.
Francisco
Olauo,
em
Znrnosa
(a
pouca
distancia
das
linhas
de
Bilbao)
á 2
horas
da noite de
1
para
2
de
maio do
anno
findo,
sendo
resolvido
que
as
forças
car
listas
evacuassem
a
margem
esquerda
do
Nervion.
A
’
s 5
horas da madrugada (3
horas
depois)
estava
realisado
aquelle mo
vimento,
abandonando-se
ao
inimigos
ape
nas
em
Portugalete
duas
peças
de
ferro,
inúteis,
qne
lhe
haviam sido
tomadas,
e
em
Asna,
escondidas em uma
cuadra,
(cavallariças)
400
bombas,
que
não
po-
deram
ser
conduzidas
por terem
escassea
do
os
vehiculos,
apesar
do
grande
nume
ro dos
empregados
nos
transportes,
e
que
foram
denunciadas
pelo
unico
liberal
que
havia
na
povoação.
Estas
mesmas
bombas,
sendo
enviadas
para Bilbao pelo
comman-
daote
d
’o<na força liberal,
que
havia
sa
bido
á
pilhagem
e
a
incendiar
as
povoa
ções
circumvisinhas,
vieram
depois
parar
ao
nosso
acampamento,
pois que
send<>
obrigados
pela força uns
carreiros das
proximidades
a
fazerem aquella
conduc-
ção, acompanhados
por
uma
força
liberal,
aproveitando o
nenhum
conhecimento
que
os
quiris
(liberaes)
tinham
d’
aqnellas
es
tradas
trocaram os
caminhos ern
um
bi-
furcamento
perto de
Larrabesua,
e foram
entregar
ao
general
Marquez
de
Valdespi-
ua,
cornmandante
da
Biacaya,
qoe
então
tinha
o
seu quartel em
Gualdacano,
jan
to aquellas
munições,
como
a
força
que
as
aconfyaohava
e
que
ficou
prisioneira.
Não
obstante,
as
folhas liberaes,
por
de
terminação
do
governo
de
Madrid,
an-
nunciaram
qoe
nos
haviam sido tomados
muitos prisioneiros, munições
de
bocca
e
de
guerra,
e
que
o
desalento
lavrara
en
tre
os nossos
voluntários,
que desertavam.
A
taes
falsidades
responderam estes
no-
bremente
Estavam
em
divida
tres
mezes
de
so
-
do
ao
exercito.
N
’
esta occasião
deu-se
or
dem
de
pagamento
á
tropa.
Quando
se
ia
cumprir
tal
ordem,
todos os corpos,
corno
se
obedecessem
a
um
accordo
lo
mado,
exclamaram
—
tnão
queremis
di
nheiro,
queremos
canhões
!
Viva
Carlos
Vil!
!»
Este
testimnnho
de
des'nleresse,
dedi
cação
e
enthusiasmo
das
forças
carlistas
fot
correspondido
por
todas as povoações
das
provincias
Vascongadas,
que
nomea
ram
as
suas
deputações,
e
foram
a
Du-
rango
oíferecer
ao
seu
rei
toda
a
pro
priedade
particular,
como garantia
do
di
nheiro
necessário
para
a
compra
de
armas
e
sustentação da
guerra.
Dos
olhos
d
’
EI-
Rei
eu
vi
correr
lagrimas
de
gratidão,
ao
receber
em
Palacio
aquellas
commissões
que davam
um
exemplo,
que
não
tem
precedente
na
historia
de
nenhum
parti
do, senão
entre
os defensores
da
bandei
ra
de
Deus,
Patria
e
Rei.
Senna
Freitas.
As
povoações
do
norte
e
leste
da
Hispa-
nha
rapidamente
correram ás
armas;
po
rém
o
armamenio
de
voluntários
foi
len
to,
porque
poucas
espingardas
se
pode-
tam
obter,
além
das
que
eram
fornecidas
pelo
povo
do
paiz.
A
falia
d
’
armas
pro
duziu
o
desastre soíTTido
pelos
carlistas
em
Oroquiela,
e
deu causa
a
uma
temporária
suspensão
de campanha
uo
norte;
comlu-
do
continuou
ella
com
notável
felicidade
na
Catalunha,
onde
as
forças
carlistas
as
cendiam
a
3:000
homens em armas.
A
17
de
fevereiro
de
1873,
o
general
Dorngaray,
cornmandante
em
chefe
da
Na
varra
e
Províncias
Vascougadas tomou
o
encargo de
organisar as
forças
carlistas
no
norte.
Em
um
mez
a
soa prtncipal
columna
linha
3:000
homens
de
infante-
ria
e
250
cavallos.
A
guerra
carlista to-
tomou então duas
fazes
:
os
corpos
regu
lares
occupando
as
alturas
das
montanhas,
para operar de surpresa,
e
as
guerrilhas
mais
numerosas
para
atacarem
os
desta
camentos
e
pequenas
colomnas
do
inimi
go, evitando
sempre
as
suas
principaes
columnas.
O
completo
triunfo
dos
carlis-
i;u
na
batalha d
’
Erául
evidenciou
a
uti
lidade
d’este sistema. As
columnas
repu
blicanas,
que tinham
operado em briga
das
de
1:500
homens
apenas,
foram
obri
gadas
a
formarem-se
em
divisões
de 5:000
e
8.000
homens.
Quando
D.
Carlos
entrou
no
norie
d
’H'spánha
estava
habilitado
a
collocar-
se
á
freme
d
oma
força
bem
organisada
de
mais de
10:000
homens.
Marchou
pois
para
as
importantes
posições
de
E
*
lella
A
victoria dos
carlistas
etn
Alio e
Dicas-
lillo,
e
a
tomada
de
Estella
puseram
D.
Carlos
em circumstancias
de
obrigar
o
ini
migo
a
passar
o
Arga
e a
co!locar-se
na
linha
do
Kbro.
t
D
Carlos
passou
em
Estella
uma
re
vista
ás
suas
tropas.
qne
a
este
tempo
eram
7:000
infantes,
250
cavallos
e
6
peças,
sendo
o
numero
total
das
suas
tropas
no norte,
bem
armadas,
22:000
homens,
sem
contar
as
da
Catalunha,
on
de
D.
Aflonso,
irmão
de
D.
Carlos
se
disse
qne
tinha 11:000 homens
perfeita
mente
organisados.
(2) Em
setembro de
1873
o8
dados
ofliciaes
de
Madrid
da
vam
abs
carlistas
35:000
homens
em
ar
mas.
As
grandes
victorias
de
D.
Carlos
em
Manem,
Moutejuna
e Somorrostro (3)
on
de
o
melhor
que
havia
no
exercito
repu
blicano,
era
coiumandado
pelos
mais
ba
beis
generaes
da
republica,
deram
a
co
nhecer
que
incontestavelmente
em
taclica,
disciplina
e
qualidades militares
eram
as
tropas
de
D.
Carlos
absolutamente
iguaes
ás
do
inimigo
O
levantamento
do
cerco
de
Bilbao
pelos
carlistas
foi
o
movimen
to
mais
magistcalmenle
militar;
pois
que
*
lendo
o
inimigo reunido
iodas
as
forças
disponíveis
da
Hispanha,
e
nào
se atre
vendo
a
atacar
de
frente
as
linhas
car
listas,
estendeu
em
uma
distancia
de
40
milhas,
Gzendo
uma
maiclia
.envohenle
pelo
flanco
esquerdo e
forçando o
cami
nho
pela
rectaguarda
das
linhas
carlistas
;
e
ainda
qoe
as
posições
carlistas em
fren
te de
Bilbao estavam
em
linha tríplice
de
fogo,
a
coberto
da
artilheria
inimiga,
D.
Carlos
operou
um
cambio
de
frente
do seu
exercito,
mesmo
á
vista
do
ini
migo,
sem
perder nem
canhões,
nem
pri
sioneiros, nem
munições.
(4)
(2)
Correspondência
do «Times»
de
2
de
setembro.
(3)
Em
ledas
estas
victorias
o
snr. D
Círios desmentiu
as
calnmnias
do
partido
liberal,
pelos
seus
actos
de grande
va
lor
e magnanimidade.
Principalmenle
a
victoiia
de Monle-Jurra,
foi
devida
em
grande
parle
á
verdadeira
temeridade
de
Sua
Magestade. Nas
nove
principaes
ac
ções
de Somorrostro, a
que
tive
a
satis
fação
de
assistir,
vi
como
El-Rei
com
a
sua
presença no
ponto
mais
ai
riscado
do
combate,
concorria
para
animar
os
actos
de
homérico
heroísmo
alli praticados
pe
las
suas
t-ropas.
A
maior
contrariedade
qpe
o
snr.
D.
Carlos
podia
receber
em
taes
occasiões
eram
as
respeitosas
adver
tências
que
lhe
dirigiam
os
seus
generaes
e as
pessoas
da
sua
comitiva,
para
que
evitasse,
em
nome
dos
interesses d’His-
panha
e
da
sua
cansa, arriscar
a
tão
gran
des
perigos
a
sua
pessoa.
*
Senna Freitas.
(4)
Assisti
a
todo
esse
movimento
hon
roso
para
o
general
Elio,
e
fui
dos
últi
mos
que
se
ausentaram
daquellas posi
ções;
sendo
por
conseguinte
testimunha
occular
de
todas
as
minudencias
do
oc-
corrido.
O
general
Elio, combinou
a
ope-
mim
EsmsGHU •
Mie panEta.
Noticias
da
guerra
Hendaya
29.
—
O
inimigo
atacou
bon-
tem
as
nossas
posições
de
Guipuzcoa
sobre
toda
a
linha.
Os
aflonsistas chegaram
até
a
monta
nha
Manuandi,
procurando
apoderar-se
de
Choriíçquieta.
Foram repellidos
com
grandes
per
das.
—
A
grande
victoria
ganha
pelos
car
listas
sobre
as
linhas de
Guipuzcoa
está
confirmada.
O
inimigo
foi
desalojado de
todas
as
posições
que
linha
occupado e
repelhdo
em
desordem
aié
ás
portas
de
8.
Sebas
tião.
Ficaram
em
nosso poder numerosos
prisioneiros.
As
perdas
do inimigo sào
considerá
veis.
Idem
30.
—
Na
batalha
de
antes
de
hontem
os
affonsistas
tiveram
1:000
ho
mens
fóra
do combate, muitos
ofliciaes
mortos
ou
feridos
e
mais
de
100
mi.
queletes
que
ficaram
fóra
do
campo
de
ba.
talha.
Os ca
rlistas
levaram
adiante de si
o
inimigo
até
ás portas
de S. Sebastião.
Durante
a
noite elles
bombardearam à
cidade
O
brigadeiro
Matco
surprehenden em
Sesma,
Navarra, uma
columna de
-500 in
fantes
e
noventa
cavalleitos,
e
cau^ou-lh
grandes
perdas.
Hendaia
2.
—Muitas famílias
de
S.
Se
bastião,
aterradas
pelo
bombardeamento
deixaram
a cidade e refugiaram-se
em
França.
Contam-se
uns
vinte
mortos
e
feri,
dos.
O
conde
de Caserta
foi
ao quartel
real.
Uma
bomba
carlista derrubou
uma
par
te
da casa
forte
de
Guetaria.
A
artilheria
carlista
canb<>nea
também
Pamplona
e
seus
arredores.
—
Durante
a
primeira
noite
do
bom
bardeamento houveram
em
S.
Sebastião
37 mortos
ou feridos,
durante
a
segun
da 7.
A
emigração
continua.
O cornmandante
general
de
Guipuzcoa
felicitou
em
nome de
Sua
Magestade
El-
Rei
e
das
auctoridades,
os
batalhões que
tomaram
parle no
combate
do
dia
28.
paaTS
©FFiaiaii
MINISTÉRIO
DOS
NEGOGIOS
ECCLE-
SIASTICOS
E
DE
JUSTIÇA.
Direcção
geral dos
negocios ecclesiaslicos
1.a
Repartição
Despachos
eflecluados
por
decretos
das
se
guintes
datas
:
Agosto,
27
Anlonio
Balhino
Rego —
provido
na
ser
ventia
vitalícia
do
oflicio
de»esenvão da
vigararia
geral
da
comarca ecciesiastica
da
villa
da
Torre
de
Moncorvo.
O
presbytero
Anlonio José
Lourenço
—
apresentado
na
egreja
parochial de
Nossa
Senhora
da
Assumpção
de
Lameiras, do
concelho
e
diocese
de
Pinhel.
Declarada
sem
efleito,
a
requerimento
do
agraciado,
a
mercê
que
por
decreto de
10
de dezembro,
de 1868
e
carta
regia
de
3
de
fevereiro
de
1869
fôra feita
ao
pres
bytero
Anlonio
Rodrigues
de
Paiva, da
serventia
vitalícia da thesouraria da
egreja
parochial
de
S.
Barlholotneu
e
S. Thiago,
da
cidade
de
Coimbra.
O
presbytero
Faustino
Antonio
de
Mo
raes
— apresentado,
precedendo
concurso
por
provas
publicas,
na
egreja
parochial
de
S.
Saturnino
de
Fanhões,
do
concelho
dos
Olivaes,
diocese
de
Lisboa.
Setembro,
de
16 a
30
O
presbytero
Anlonio
Augusto
Teixei
ra,
parocho,
collado
na
egreja de
S.
Cy-
prião
de
Avelleda
—
apresentado
na
d
San
to
Estevão
de
Frezulíe,
do
concelho
de
Vinhaes,
diocese
de Bragança.
O
presbytero
Francisco
Antonio
Rosa
da
Fonseca,
parocho
collado na
egreji
de
Nossa
Senhora das
Neves
de
Brinxes
—
apresentado
na
de S.
Julião
de
Ervi
.el,
do
concelho
de
Aljustrel,
diocese
de
Bcj>.
Declarado
sem eíTeito,
ji requerimento
do
agraciado,
o
decreto dc
22
de
abril
ul
timo,
pelo qualo
presbytero
Joaquim
Go
mes
dos Santos,
parocho
collad<>
na
egreja
de
S.
Miguel
de
Villarinho do Bairro,
da
diocese
de
Aveiro,
fôra
apresentado
na
do
Santo
André
de Bairò,
da
mesma diocese.
O
presbytero
José
Anlonio
Pereira
—
apresentado
na
egreja
parochial
de
S.
João
Baplista
de
Seixo de
Galões,
do
concelho
de
Monle-mór
o
Velho,
diocese
de
Coim
bra.
Acceita
a renuncia
feita
pelo
presby
tero
Manoel
Alves
de
Castro,
da
egreja
parochial
de
S. João
Baplista
da Pnrtella,
do
conceHto
de
Monsão, diocese
primaz
de
Braga,
na
qual
fôra apresentado
por
decreto
de
5
de
fevereiro
e
carta régia
do
3
de
março
de 1858.
O
ordinando
Manoel
Branco
de
Lemos,
habilitado
com a
regia
licença
para
poder
ser
admiltido
á sagrada
ordem
de
presby
tero—
provido
na
serventia
vitalícia
da
lhe-
souraria
parochial
da
egreja
de
8.
Bar
*
tholomeu
e S.
Thiago,
da
cidade
de
Coim
bra.
O
presbytero
Manoel
Pinho
Guimarães,
parocho
collado na
egreja
de
S.
Miguel
de
Ribeiradio,
da
diocese de Vizeu-apresen-
tado
na
de
Nossa
Senhora
dos
Milagres
do
Pindello,
do
concelho
de
S.
Pedro
do
Sul,
da
mesma
diocese.
O
prcsbvtcro
Antonio
Marrjucs da
Stl-
v3
Correia
_
apresentado,
precedendo
con
*
curso
por
provas
publicas,
na
egreja
pa-
rochial
de
Nossa
Senhora
da
Graça
do
So
bral
da
Serra,
do
concelho
e
diocese
da
Guarda.
i
O
presbytero
Antonio
dos
Santos
Pe
reira
e
Castro
—
apresentado
na
egreja
pa
rochial
de S.
Miguel
do Barrio,
do
con
celho
dc
Ponte
de
Lima, diocese
primaz
de
Braga.
Declarado
sem
eíTeito,
a
requerimento
do
agraciado, o
decreto
de
9
de
março
de
187!,
pelo
qual
o
presbytero
Henrique
Modesto
Betlencourt
fôra
apresentado
na
egreja
parochial
de
Nossa
Senhora
dos
Pra-
zeres,
do
concelho
da
Calheta,
diocese
do
Funchal.
O
presbytero
João
Maria
de
Mello
Ra-
malho,
parocho
collado
ni
egreja
de
Santa
Suzanna da
Carapinheira—apresentado
na
de
Santo
Varão,
do
concelho
de
Monte-
rnór
o
Velho,
diocese
de
Coimbra.
O
presbytero
Joaquim
Monteiro
de
Car
valho
—apresentado,
precedendo
concurso
por
probas
publicas,
na
egreja parochial
de
Santa
Maria
do
Pieheiro
Grande,
do
concelho
da
Chamusca,
diocese
de
Lisboa.
O
presbytero
José
Luiz
d
’Antas
da
Cosia
—
apresentado,
precedendo
concurso
por provas publicas,
na
egreja
parochial
do
Salvador
de
Rendufe,
do contelho
de
Pome
de
Lima, diocese primaz
de
Braga.
O
presbytero
José
Maria
de
Almeida,
parocho
coda lo
na
egreja
de
Nossa
Se
nhora
da
Natividade
de
Calde—
apresentado
na de
Nossa
Senhora
da
Assumpção
de
Canas
de Sabngosa,
do
concelho
de
Ton-
della,
diocose
de
Vizeu.
O
presbytero
José
Pedrosa
Gaspar
—
apresentado
na
egreja
parochial
de
Nossa
Senhora
da
Piedade
de
Monte
Redondo,
do
concelho
e
diocese
de
Leiria.
O
presbytero
Manoel
Avellino
da
Costa
Pinto
—
apresentado,
precedendo
concurso
por
provas
publicas,
na
eg
’
eja
parochial
de
Nossa
Senhora
da
Graça
de
Móra,
do
arcebispado
de
Evora.
O
presbytero
Manoel
da
Silva Macha
do
—
•
apresentado
na
egreja
parochial
de
Santa
Maria
de
Sá, do
concelho
de Ponte
de
Lima, diocese
primaz
de
Braga.
O
presbytero
Antonio dos
Santos
Vas-
concellos Betlencourt,
vigário
collado
na
egreja
do
’
Nossa
Senhora
da
Luz
da
ilha
Graciosa—
apresentado
na
de
Nossa
Senho
ra
da
Luz de
Flamengos,
do
concelho
da
Horta,
ilha
do
Faial,
diocese
de
/Angra.
O
presbytero
Estevão
Correia
Bizarro
—
apresentado,
precependo
concurso
por pro
vas
publicas,
na
egreja
parochial
de
Nos
sa
Senhora
dos
Prazeres,
do
concelho
da
Calheta,
diocese
do
Funchal.
O
presbytero
Francisco
Pires
da
Maios,
parocho
collado
na egreja
de
Nossa
Senho
ra
do
Soccorro
do
Salão—
apresentado
na
do
Espirito
Santo
da
Fetcira
do
concelho
da
Horta,
ilha
do
Faial,
diobése
de
An
gra.
O presbytero
Joaquim
Cândido
Correia
—
provido
na
serventia
vitalícia
da
the-
souraria
parochial
da
egreja
de
S.
Sebastião
da
cidade
de
Lagos,
diocese
do
Algarve
O
presbytero
José
Viegas
Pereira
—
pro
vido
na
serventia
vitalícia
da
lhesouraria
parochial
da
egreja
de Nossa
Senhora
do
Rosário
da
villa
do
Oilião,
diocese
do
Al
garve.
O
presbytero
Manoel
Ribeiro de Fi
gueiredo
apresentado
na
egreja
parochial
de.
S.
Martinho
de
Anta,
do
concelho
da
Feira, diocese
do
Porto.
Secretaria
(Postado
dos
negocios
ec-
clesiasticos e
de
justiça,
direcção
geral
dos
negocios
ecclesiaslicos
em
8
de
outubro
de
187.5
==■
Luiz
de
Freitas
Branco.
GAZETILHA
Abeirtwra <la® nula® «1» Heinitia-
río
a
*
e5ir®.
—
Aole-bontem
pre
senciou
Braga,
pela
primeira
vez
a
aber
tura
solemne
das
aulas
do
seminário
con
ciliar
de
S.
Pedro.
Começou
este
acto,
na
capella
do
Pa
ço
archiepiscopal.
pela
missa
do
Espirito
Santo,
cantada
pelo
muilo revd.9
snr. pa
dre
João
Rebello
Cardoso de Menezes,
di
gníssimo
vice-reitor
do seminário,
á
qual
assistiu
da
sua
tribuna, o
exc.
mo
e rev.
‘
no
snr.
arcebispo
coadjuctor.
o
corpo docen
te
do
Seminário,
a
communidade
e
vários
alumnos
externos do
mesmo,
e
grande
concurso
de
povo.
Finda
a
missa,
s.
ex.
a
rev.
raa
,
acom-
pado
pelos professores,
desceu
ao
altar-
mór, e
ahi
ajoelhado
junto
no
faldestorio
entoou
o
hymno
Veni
Saneie
Spiritus,
no
fim
do
qual
o
mesmo
ex
1110
snr.
recitou
a
oração
Deus
qui
corde
etc.
Em
seguida
o mais
antigo
dos
profes
sores, o
snr.
conego
José
Gomes
Martins,
de
joelhos
aos pés
do
exc.
mo
prelado,
e
com
a
mão
direita
sobre
os
evangelhos
leu
a
profissão
de
Fé
mandada
pelo Concilio
Tridentino,
a qual
todos
os
outros,
por
seu
turno,
juraram
nas
mãos
do
snr.
ar
cebispo.
Logo
que
terminou
esta
ceremonia,
a
banda
de
musica que se
achava no gran
de
paleo
do
palacio
archiepiscopal
rompeu
uma
peça,
e
acompanhou
o
exm.°
prela
do.
qne,
seguido
por
todos
os
professores,
reitor, vice-rcilor,
prefeitos,
estudantes
e
mais
pessoas
que
se
achavam
na
capella,
se
dirigiu
á
grande
sala
da
relação
ec
clesiastica.
Ahi
s.
ex.
a
rev."
14
tomou
as
sento
na cadeira
do
docel,
e
lodos
os
professores
e
èmpregados
do
Seminário
se
dirigiram
para os
logares
a
elles
desi
gnados.
Então
o
venerando
prelado
reci
tou
a
oração
da
abertura
das
aulas,
ora
ção
que
realmente foi brilhante e
sobre
modo
eloquente.
S. ex.
a
rev.
nia
começou
por
dizer que
a
posição
a
que
se
achava
exalçada foi
unicamente
devida
ao
seu
trabalho
e
es
tudo,
e
que
isso
deveria
ser
estimulo
pa
ra
os
jovens
que
ora
se
iam
dedicar
ao
sacerdócio:
fez
vera
conveniência
do es
tudo
para
os
ecclesiaslicos,
especialmente
na
epoca presente,
em
que
tudo
se
dis
cute
e
em
qne
as
mais
momentosas ques
tões
.se
agitam
;
disse
que
o
padre
deve
estar
á altura
da sua
missão,
e
que
con
fiava
nos
professores
e
empregados
do se
minário
para
a
formação do
espirito
do
clero,
bem
como
em
que
os
estudantes
corresponderiam
a
seus desejos;
as-im
da
riam
gloria a
Deus,
honra
á
Egreja, e a
elle,
prelado,
alegria
e
consol
»ção,
vindo
por
este
ineio
a
serem
a
sua
corôa.
Por
mais
d
uma
vez correram as
lagii-
mas
pelas
faces
d
’a.lguns
assistentes,
ven
do
que
este acto.
todo
religioso, tinha
um
grande
alcance;
e
lodos
em segredo
pediam a Deus a bênção
para
o
digno
prelado,
que
yimbein
sabe
comprehender
a
sua
missão nobilíssima,
para
os
profes
sores,
e
para
os
estudantes
—esperança
da
patria
e
da
Egreja, nossa
Mãe.
Xe®|»u®ta
d«»
®nr.
G. Fonseen
ao snr. B. Senna Freitas.—
Como
publicamos
n’
este jornal
a
carta
que
o
nos
so
amigo
e
correligionário
Bernardino
de
Senna
Freita,
dirigiu ao
snr.
Guimarães
Fonseca,
a
proposito
do
folheto
d
’
este
ul
timo
snr.,
corre-nos
a
obrigação
de
dar
também
publicidade
á
resposta
do
snr.
Guimarães
Fonseca.
O
modo
porque este
escriptor expri
me,
dispensa-nos
de cominentar
a
sua
car
ta,
que
é
como segue
:
Ex
1110
snr. Bernardino de
Senna
Freitas
Ao
appello
de
v.
ex.a respondo
com
toda
a
minha
franqueza,
e
com
a
muita
sympatliia.
que
me inspirou sempre
o
tra
to
ameno,
delicado,
aíTecluoso,
das
suas
relações
para
comigo.
Se
eu
soubesse
que
o
snr.
padre
Sen
na Freitas
era
irmão
de
v.
ex.
a
,
isso
me
bastava,
para
não
escrever
uma só
palavra
em
desabono
das
suas
opiniões
religiosas,
por
mais
qoe
fossem
contrarias
ás
minhas.
No
campo
da
doutrina
religiosa,
como
v.
ex.
a
muito
bem
sobe, ha
cultores
fer
vorosos,
que
banham
com
o
suor
da
fron
te
e
com
o
suor da alma os sulcos
rasga
dos'pela
fé,
a
luz
dos videntes,
pela
es
perança,
o
anjo
das
promessas divinas,
e
pela caridade,
a
mãe dolorosa
e
compas
siva
de
todos
os
infelizes.
Creio,
não só por que
v.
ex.
a
m
’
o
dis
se,
mas
porque
outras
pessoas
insuspeitas
m
’o
aílirmam, que
o
snr.
padre
Senna Frei
tas
pertence,
já
pela
inspiração
do
seu
es
pirito,
já pelo
movimento
do seu
coração,
ao
numero dos
obreiros
desamparados
que
lidam desde
o
oriente
da
vida
alé
ao
oca
so do
tumulo,
no
campo
«Puma
doutrina
augusta,
para a
qual uão
ha recompensa
na terra,
e
qne está
de
mais
a
mais
ou
riçada
de
abrolhos,
onde
se
rasgam
as
entranhas
dos
mártires
d
’
um
ideal,
que
já
não
póde
ser
o
nosso,
nem
pelo
lado
da
fé,
nem pelo
lado
da
esperança.
D
’
aqui
deprehenderá,
meu
hom
amigo/
que
eu
percebo,
ainda
que
siiperticialmen-
te,
a
sublimidade da
missão
de
todos
os
padres,
que
se
agrupam
ainda
n
’
este
sé
culo
na
sagrada
montanha
do sacrificio;
e
que,por conseguinte,
não
podia
ser
minha
intenção
oflender,
de
qualquer
modo,
o
caracler,
a
consciência,
a alma
de
seu
ir
mão.
Algumas
palavras
rudes,
algumas
frases
menos
decorosas,
como
v.
ex.a estranha,
na
discussão
de
doutrinas
elevadas,
lem
o
valor
ephemero
da forma,
do estylo
mau
da incidência
fugitiva
;
e
no
meu
folheto,
quando
se
tratava
de
doutrina,
professa
da
por
mim,
e,
como tal,
em
antagonis
mo
com
o
ideal
catholico,
poderia
ser
vehemenle,
mas
não
era
minha
intensão
aggredir
dignidade do
meu adversário.
Eis-áqui o
que me
ofTerecé
dizer
em
resposta
á
dilatada
pergunta
de v. ex.a
de
quem
sou,
como
sempre,
amigo muilo
aflêiçoado
e
grato.
F.
Guimarães
Fonseca.
Harmonias.
—
Algumas
harmonias
do
noticiário
do
«Jornal
do
Minho»,
n.°
80.
—«Os
devotos
não
se
poupam a
des
pesas
para
tornarem
este magestoso acto
religioso
o
mais
pomposo.
E
logo
em
seguida
:
—
«Também
no
magestoso
templo
dos
Remedios
haverá a
pomposa'
festa»,
etc.
—
«O
fogo
do
ar,
preso
e
illuminaçâo,
será
explendida».
Basta.
Asylo
«Se D. Pedro V.—A
direcção
do
Asylo
de
Infancia
Desvalida de
D.
Pe
dro
V,
d
’
esla
cidade,
annuncia,
que
no
domingo 17
do
corrente,
ás
11
boras
da
manhã, procederá
á
leitura
do relatorio
e
apresentqçao
de
contas
do
anno
economi
co
de 1874-1875,
e
pede
a
todos
os
ex.
1,108
snrs.
socios
compareçam
no referido
dia,
na
sala
do
Asylo,
á rua
do Alcaide,
n.°
9,
para
se
elegéi
1
a
nova
direcção. Braga,
e
secretaria
do
Asylo de
Infancia
Desvali
da
de I).
Pedro
V,
6
de
outubro
de
1875.
O
secretario
—
Manoet
Simões
Braga.
©a
va
13»
eií-o <l’i aa d «a r ia. —
Quando
tivemos
conhecimento
de
certo
cavalheiro
de
industria,
que fia dias
andou
rfesta
ci
dade,
intilnlando-se
agente carlista,
já
o
no'so
n.° passado
estava
no
prelo,
e
por
isso
não
demos
esta
noticia,
que,
para
caulella
dos
incautos e como
prevenção
ás
auctoridades,
reproduzimos,
do
«Direi
to»,
o
qual
com justa
rasão
epigrafa
:
Danddha
de
ladrões.
—
No
domingo
pas
sado
appíTececeu
em
Braga
um
indivíduo
que
se
dizia agente
carlista e
se
intitula
va
Conde
de
Casa
Flores,
o
qual além
de
uma
porção
de
bilhetes
falsos
do ultimo
empréstimo
de
Carlos
VII
trazia
outros
assignados
em branco
com
o
nome
do
mesmo
Senhor,
e
á presente lambem
uma
auclorisação
com as
armas
de
Hispanha,
auclorisando-o
como
agente
carlista.
Este
snr.
conde
de
Casa
Flores
não
é
mais
tjue
um
membro
d
’
uma quadriiba
de
ladrões,
que andam
exercendo
a
sua
in
dustria
em
Portugal
e na
Hispanha.
O mesmo
larapio
ainda
ha
poucos
dias
tinha
estado
em
Tuy,
e
ha
alguns
mezes
esteve
n’
esla
cidade
do
Porto,
e
por
es
sa
occasião
linha
feito boa
colheita
na
Ga-
lisa.
Da
quadrilha
fazem
parle
lambem
al
gumas
mulheres;
uma d’eslas
esteve
por
algum
tempo
n’
esta
cidade
exercendo a
sua
industria, depois
foi
para
Lisboa,
aon
de
parece
fôra
nltimamenle
presa.
O
tal
conde
de
Casa
Flores
falia
pessi
mamente
o
hispanhol,
fazendo
uma
salga-
Ihada
de
hispanhol,,
italiano
e francez,
é
magro,
com
bigode
roivo,
e
anda
mni
bem
industriado,
fallando
de
muitas
cousas
e
pessoas
c algumas
vezes
com
conhecimen
to de
causa
Esta
quadrilha,
é carlista
com
os
car
listas,
afíonsina
com
os
afforjsinos,
repu
blicana
com
os republicanos,
moderada
com os moderados,
porque
o
seu
unico
fim
é
roubar
a
todos
quantos
pó
le
enga
nar.
Andam
munidos
de
bilhetes
de
visita
de
vários
personagens
de
lodos
os
parti
dos,
para
melhor
se
intruduzirem
com
as
pessoas
a
quem
querem
roubar
Recommendámos
aos
legitimistas que
se
acautelem
e
se
não
d
ixem
roubar
;
que
quando
algum
d
’
esses
larapios
lhe ap-
parecer o denunciem
á
policia
a.tiin
de
que
recebam o prémio
de
que são
ifgnos.
A
quadrilha
compõe-se
de
italianos,
hispanhoes
e
parece
que
lambem
algum
francez
—O
conde
de.Casa
Flores
é
italia-
no,
e
quando
não
póde
roubar
por
meio
de
pape'ada
falsa
usa também
de
implo
rar
a
caridade publica
por
meio
d
’
uma
subscripção
para
um
emigrado
Parece
que
uma
mulher
que foi
preza
em
Lisboa
por
causa
d
’nmas
leiras
fal
sas,
faz
parte
da
boa
sociedade.
Ainda
mais
uma
vez:
cuidado
com
os
taes
freguezes.
B««a® tirada® clar«®iea®.
— Lê-SC no
artigo
de
fundo do
«Jornal
do
Minho».
n.°
80,
entre
outros
de não
inferior
mereci
mento,
os
dois
seguintes
trechos,
que
co
piamos
íidelissimamente
:
«Ha
tranzes
amargurados,
e
angustias
que
sente
mas
não
exprime
o
preito
por
ellas
lacerado,
fenecendo
nos
lábios
as
phrazes
doridas
que
em
borbotões
reben
tam
d
’
alma
abafadas
em
soluços
pela vio
lência
do
soflrimento.»
—«Com
a
fronte
curvada
ante
os
in
sondáveis
decretos
do
Altíssimo,
mescla
mos
nossas
lagrimas
com
as
do
amigo
sau
doso
e
grato,
e
esparjamos
odoríferas
flores
no
tumulo
do correligionário
político,
e
gravamos
sobre
esmeraldas, cm lettras
de
ouro
o
nome
do
venerando
Cláudio
José
Nunes».
Abuso
intolerável. —
Costumam
muitas
das
vendedeiras
da
praça
levarem
para
os
templos, quando
vão
ouvir
missa,.
cestos
da inicia,
bilhas
de
leite,
açafates
com gallinhas,
e
outros
objectos
d
’esla
laia
Isto
é
além
d’
uma
irreverencia
supre
ma,
nm
abuso
intolerável, e
muilo
nos
admira que
n'esta
terra
que
se
presa de
civilisada,
ainda
se
tolerem
factos
d
’
esta
ordem
;
quando
sabemos
de
aldeias
serta
nejas,
onde
em
tempo
nenhum
se
consen
tiram.
Serêíe® ISoninntico®.
—
Esta
acredi-
tadissima
empresa
editora
dos snrs.
B?lem
&
Comp.
a
,
de
Lisboa,
que
lem
enrique
cido
a
nossa
litteratura com
magnificas
producções
litlerarias, vae
editar
o
famo
so
romance
de Fernandes
y
Gonzalez.
ver
tido
pelo
snr.
L.
Qnirino
Chaves,
«Os
Des-
berdados». A
edicção é
ornada
com
pri
morosas
estampas
desenhadas
pelo
distin-
ctissimo
artista
Manuel
de
Macedo,
e
gra
vadas
pelo
gravador
Alberio.
No
proximo
n.°
diremos
mais
d’
espa-
ço,
e
publicaremos o annuncio,
que
por
falta
d
’
espaço,
não
inserimos
boje
Quem
quizer
assignar
esta
publicação,
ou
obter
outras
editadas
pela
empresa
dos
«Serões
Românticos»
dirija
se
a
dias
fíiei
-
tas
,
rua
Nova,
n
0
3,
Braga, que
é
n
’
es-
la
cidade
o
unico
correspondente
d
’
aqutd-
la
empresa.
Igacesidio.—
Na
passada
sexta-feira
fi
cou
reduzido
a
cinzas
um
prédio
perten
cente
á snr.a
Autonia
Duarte,
do
logar
de
Quintella,
freguezia
de
Ferreiros.
Ignora-se
como
o
fogo
leve
principio.
nrrnp-<ii
wmmtiiiíciífjjii
nin■
imbimibi
—
ihmii
—
hibi
■
»A1ÍCO
MERC
ANTIL DE BRA6A
SOCIEDADE
ANONYMA DE RESPONSABI
LIDADE
LIMITADA
Desumo
do
Aclivo
e
Passivo
d
’
este
Banco,
em
3U
de
Setembro
de
1875.
Capital
social
....
1.200:090^000
Capital
actual
(l.
a
serie
imiti
ida)
...........................
600:000^000
Capital
realisado
.
.
.
.
210
590^000
ACTIVO
Accionistas.............................
Caixa,
existência cm
metal
Leiras
descontadas,
tomadas
e
a
recebei...................
Valores
flucluanles
.
.
.
Efleitos
d
positados
.
Empréstimos
com
hypotheca
Empréstimos
sob
penhor .
Créditos
com caução
.
.
Devedores no
paiz
.
.
.
»
no
estrangeiro
.
Despezas de
inslailação
.
Moveis
e
utensílios.
.
.
.
Despezas
geraes ....
PASSIVO
Capital.............................
Letras
em
deposito
.
Credores
no paiz
.
.
»
no trangeiro
»
d
’
ef!eitos
deposita
dos
.
Depositos
á ordem
. .
Depositos
a
praso
lixo
.
Lucros
e
perdas
.
390:276^150
17:4810015
96:5810328
50:0800265
17:9500
.'00
6:0900000
13:1710880
83:7520860
182:1880041
13:1390122
2:7750170-
6060955
1:8180087
876:4210473
600:0000000
4:6990350
142:5900482
10:1640366
17:9500000
47:7770380
44:9720330
8
2640565
876:4240478
de
Braga
e
Banco
Mercantil
30
de
setembro
1873.
Pelo
Banco
Mercantil
de
Braga
Os
directores,
João
da
Costa
Palmeira.
José
Joaquim
Lopes
Cardoso.
ANNUNCIOS
3.
‘
EMSSS8
WBBICACÍSS
DOS
CAMINHOS
DE
FERRO
DO
MINHO
E
DOURO
São
prevenidos
os
portadores
Je
cer
tificados
da
3.a emissão
de
obrigações
dos
caminhos
de
ferro
do
Minho
e
D
’
ouro,
de que no
dia
15
do~
cor
rente
mez
se vence
a
5.a prestação
de
20^000
reis
por
obrigação
que
os
mesmos
deverão
satisfazer
no
cofre central
d’
esle
dislricto
no referido
dia
desde
as
9
horas
da
manhã
alé
ás
3 da
tarde,
ficando
su
jeitos
pela
falia
do
pagamento
na
epocha
referida
á
pèrda das
prestações
ja
pagas.
Repartição
de
Fazenda
do
dislricto
de
Braga,
em 9
d’
outubro
de
187a.
0
delegado
do
lhesouro,
(2742)
Henrique
Francisco
Bizarro.
JUROS
I)
’
INSCRH
’ÇÕES
Do
2.° semestre
de
1875.
São
convidados
os possuidores
d
’
ins-
cripções
com
assentamento
na
junta
do
credito
publico,
que
pretenderem
receber
os
juros
do
2.°
semestre
de
1875
pelo
co
fre
central
d
’
esle
dislricto
a
apresentarem
n
’
esta repartição
de fazenda até
o
dia
30
do
corrente,
as
relações
respeclivas,
sen
do
uma
por
cada
semestre,
descriptos
os
nomes
e
appellidos
conforme
os
assenta
mentos
ou
pertences
das
respeclivas
ins
cripções
e
bem
assim pela
ordem
numéri
ca
dos
titulos,
sem
o que
não poderão
ser
acceites.
Os
pussuidores
de Coupons
que
lam
bem
quizerem receber
os
juros
dos
mes
mos
pelo
dito
cofre devem
aprezental-os
alé
á
referida
epoca
na
alludida
reparti
ção
de
fasenda
alim
de serem compete-
mente
relacionadas
e
seguirem
seu
des
tino.
Repartição
de
Fazenda
do
dislricto
de
Braga
em
9 d
’
oulubro
de
1875.
O
delegado
do lhesouro
(2743)
Henrique
Francisco
Bizarro.
PROCURA-SE
Uma
casa
que
tenha
pelo
menos
tres
quartos,
para
homem solteiro,
em
ultimo
caso póde
ser
no
arrabalde.
ARRENDA-SE
Ou
compra-se, basta
que
agrade.
Tra
tar,
á
rua
de S.
Lazaro,
n.°
4.
(2741)
UUHPAM11A
ElHFKMÍJOIiA
E
IOUSTRUL
BRACARENSE
A
direcção
convida os
snrs.
accionistas
a
fazerem a 3.
a
entrada de
5
p.
c. ou
1^250
reis
por
acção,
nos
dias
18
e
19
do
corrente
mez,
das
10
horas
da manhã
ás
2 da
tarde
no escriplorio
da
Companhia,
campo
de
SanfAnna
n.°
71
D—
2.°
andar.
O
recibo
d’
esla
prestação
será
passado
nos recibos primitivos.
Braga
6
de
outubro
de 1875.
Francisco da Silva Araújo
Fernando
Castiço
José
Alves
de
Moura. '(2736)
MUDANÇA
Manoel
José
Coelho
Braga,
morador
no
largo
de
N.
Senhora A
Brança,
n.°
9,
mu
dou o
seu
estabelecimento
para
o
n.°
12
do
mesmo
largo
(2740)
MUDA
•
Bernardino
Fernandes,
alfaiate
tanto
de
roupa
ecclesiastica
como secular,
morador
que foi
no
Paço
Archiepiscopal,
faz
scien-
le
aos
seus
freguezes
e
amigos, que
mu
dou
a
loja
do
seu
trabalho
para
a
rua
do
Forno,
n.° 14.—
Braga.
(2722)
Diligencias
diarias
de Sebastião
da
Silva
Neves.
Esta
empreza faz
publico,
que
além
das
suas
antigas
carreiras de
Nine
por
Bar
cellos
a
Vianna, Caminha,
Valença,
Tuy,
Vigo
e
S.
Thiago,
e
de
Braga a
Ponte do
Lima e
Vianna,
estabelece
no
.
dia 28
do
corrente mez
de selembro
carreiras
dia
rias
entr<
*
Rrnga,
Arcos,
Monsão e
Valença,
e
vice-\c'isa.
Estes serviços
são
todos
em
combina
ção
com
os
caminhos
de
ferro de
Braga
ao
Porto
e
Lisboa,
podendo
os snrs.
pas
sageiros tirar bilhetes e
despachar
bagagem
nos
escriptorios
do annunciante
para
lo
dosos pontos
acima
mencionados.
Também
se
recebem
encommendas.
Escriplorio
em
Braga,
na
casa
aonde
esteve
a
Companhia
Viação, esquina
da
Conega.
(2716)’
José
Martins Fontáo Lage
e Antonio
Jo
sé
Ribeiro,
fazem
publico
que
desde
o
dia
9
de
outubro
em
diante,
começam
com
as
suas
carreiras diarias
d’
esta
cidade
para
a
Povoa
do
Varzim
e
vice-versa
;
saem
de
Braga
ás 9
horas
da
manhã,
chegam
a
Bar
cellos
ás
12
e
tem
meia
hora de
descanço;
sae
á
1
hora,
e
chega
á
Povoa
ás
3
da
tarde.
Volta
Sae
da
Povoa ás 6
horas
da
manhã,
chega
a
Barcellos
ás
9,
tem
meia
hora
de
descanço,
sae ás
10
horas
e
chega
a
Bra
ga
á
I
da
tarde.
Os
seus
escriptorios são:
Em
Braga,
em
casa
do
snr.
Domingos
Alves
Pereira,
esquina
da
rua
d
’
Agua,
e
na
Povoa
em
casa
do
snr.
Francisco
Gonçalves,,
largo
de
S.
José,
defronte
da
egreja.
Preçosj
De
Braga
a
Sequeira,
80 rs.
De
Braga
ao
Porlo
de
Martim,
120
rs;
De
Sequeira
a
Barcellos,
160 rs.
Do
Porlo
de
Martim
a
Barcellos,
120
réis.
De
Barcellos
ás
Necessidades,
160 rs.
Das
necessidades
á
Povoa,
2
*
0
rs.
De Braga a
Barcellos, dentro
400
rs.
fóra
300.
»
De
Barcellos
á
Povoa,
dentro
400
rs.
fóra
300.
De
Braga
á
Povoa,
dentro
600
réis,
fó
ra
500.
(2737)
’
José
Martins
Fonlão
Laja.
Livraria
d’
Eugênio
Chardron
Uma
bonita
estampa
colorida.
CULTURA
QUADRO
DOS P5ÍSÍ9S
E UEDIDAS
NI
ET RICAS
Extrai,
cura e
conserta
os dentes ca
riados,
colloca
dentes
artificiaes
com
pre-
feiçâo.
Presta-se
a
chamados
fóra da
cida
de.
Consultorio,
Campo
de
SanCAnoa
n.°
1,
das
8
da
manhã
ás 5
da
tarde
(2723;
João
Manoel
da
Silva
Guima
rães.
—
Rua
do Souto
n.°
43.
Compra
e
vende
Acções
de
todos
os
Bancos
e
Companhias,
Inscripções de
As
sentamento e
coupons.
(X
*
)
ALUGA-SE
Um
piano
forte.
Para
tratar,
no
cam
po
de
D.
Luiz
I,
n.°
1
(entrada
da
rua
dos Capellistas.)
(2734)
PElffDMAEIAS
Veudem-se
na pharniaeia de A.
Alvim, os aegiainteg
preparadodt
Agua de
triple
de
Colonia.
Dita
da
Sociedade
Higiénica.
.Dita
de
Príncipes.
Dita
de
Codrail
&
Companhia
e
outros
auciores.
Ditas
Anelerina.
do dr. Popp.
Dentorina,
de
Rigaud.
Colonginio.
de
Rigaud,
liquido
regene-
dor
da
côr
primitiva
dos Cabellos.
Pós
Rosêe.
preparação
nova,
para
brao.
quear
e
amaciar a
pelle, de
Rigaud.
Oleo
Miranda,
de
Rigaud.
Vinagre
de
Toaletle,
de
Bolly.
Creme
Dentrifico,
de
Rigaud.
Pós
Dentrificos, do dr.
Pierre.
Thesouro
da
Bocca.
esta
agua
dentrifi-
cia,
muito
agradavel
ao
gosto,
é
a
mais
eílicicaz
para
os
cuidados
da bocca,
e
con
servação
dos
dentes.
Pomada
Flexível,
para
conservação
dos
cabellos.
Pó
d
’
Arios
d
’
Italia,
para
branquear,
refrescar e
amaciar
a
pelle.
Pomada
Miranda,
de
Rigaud,
tónica
e
fortificante
do
cabello.
Benzina
perfumada.
Esla
benzina
é de
todos
os
productos
até
hoje
conhecidos,
o
eflicaz fiara
tirar
as
nodoas
de
todos
os
corpos
graxos
ou
rezinosos,
dos
tecidos
de
séda,
lã,
linho
e
algodão,
sem
alterar a
côr,
nem
atacar
o tecido,
deixando
depois
do
seu
nso
um
aroma
agradavel
Oleo
de
mão
de
vacca,
aromatisado
pa-
ra o
cabello.
Sabonetes
de
alcatrão,
muito
uteis
em
diversas moléstias
de
pelle.
OLEO DA PERCIA
Esle oleo
:
cosmético
bem
diílerente a
todos os oleos
e
pomadas
usadas
alé
ho
je,
amacia,
dá
lustro
e
brilhantismo
oo
cabello.
melhor
que
qualquer
outro,
sem
deixar
nodoa
alguma
na
roupa.
Vende-se
na
pharmacia
de
A.
D.
Alvim.
LEITE
DIVINO
Unico
restaurante
da
bellesa.
Vende-se
ua
pharmacia
de
A.
D.
Alvim.
DAS
ARVORES
FRLCTIFERAS
Pereiras,
Macieiras
e
Pecegueiros
Modo
pratico
cie
plantar
es
tas
arvores,
de
dirigiias
e
do
-
dalas,
obrigando-as
a
fructificar
dentro
de
tres
annos,
seguido
duma
relação
descriptiva
das
melhores
peras,
maçãs
e
pece-
gos
que
se
cultivam
no
estran
geiro.
‘
Um
nitido
volume
de
328
pa
ginas
com
65
gravuras inter
caladas
no
texto.
800
reis
—franco,
840
reis.
Na
Livraria
Bracarense,
rua
do
Souto,
25,
25
A
e
25
B.
No
Porto,
Livraria
Moré
—
editora
(2720J
Rua du
Campo, n.° 22
— Braga
Alugam-se
os
altos
da
casa
n.
°
22,
que
tem
commodos
para numerosa fami
lia.
Trata-se
na
mesma de
seu
aluguel e
póde
ver-se
a toda
a
hora
do dia.
(2626)
TONiCO ORIENTAL
Preservatorio
seguro
contra
a
calvicee
encanecimeoto, é a preparação
mais
deli
ciosa
que
se
ha
descoberto
para
o
cabel
lo.
Vende-se
na pharmacia
—Alvim.
AGOA CIRCASSJAXA
E
FLOnlHA
Vende-se
na pharmacia
—
Alvim. (129
2675)
ALUGA-SE
Uma
casa
feita
de
novo,
sita
na
rua
das Agoas,
n.
9
91.
Trata-se
na
rua
dos
Chãos
n.°
13.
Póde
vèr-ae
das 10
horas
da manhã,
até
á
1
da
tarde.
(2694)
L
’
Illuslralion
de
la
mode.
O
mais
elegante,
i
ícamente
illustrado
e
barato
dos jornaes
da
moda.
Publica-se
em
Pariz
uma
vez
por
mez,
no
formato
dos
grandes
jornaes
illustrados.
Cada
numero
contém
dez a
quinze
mo
delos de toiletle, uma
grande
folha de
mo
delos de tamanho
natural
e
uma
mago
*
'
fica
gravura
clorida.
Quem
quizer
assignar
esta
publicação,
dirija-se
á
livraria
de
Eugênio
Chardron,
largo da
S.
Franciico.
—
Braga.
A
empreza
offerece
aos
seus
assignan-
tes
um
magnifico cofresinho
contendo
tu
do
o
que
é
necessário
para
um
toucador
e
cujos
objectos valem para cima
de
20
fran
cos.
Preços
d
’
a8»ignalura—Portugal: sei» o
referido
brinde
—
9
fr.
Com
o
brinde
—
13
fr.
braga
:
typographia
lusitana
— 187o- - É o formato de
-
comerciominho_12101875_407.pdf
Parte de Comércio do Minho (O)