comerciominho_09111875_418.xml
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-
3.’
ANNO 1875
FOLHA
COMMERCIAL
RELIGIOSA
E
NOTICIOSA
NUMERO
418
Assigna-see
vende-se
no
escriptorio
do
editor
e
proprietário
José
Maria
Dias da
Costa, rua Nova
n.
*
3
E, para
onde
deve
ser
dirigida
toda
8
correspondência
franca
de
porte.=
A.s
assi-
gnaturas
são
pagas
adiantadas
; assim
como as
correspondên
cias
de
Interesse
particular.
Folha
avulso
10
rs.
A.-S
SE
ÁS
TERÇAS,
QUINTAS E
SABBADOS.
P
reços
:
Braga,
anno
1^600
rs.=Semestre
850
rs.=Provtn-
j
cias,
anno
2&4Ó0 rs
e
sendo
duas
4&000
rs.«=Semestre 10250
rs.=Brazil,
anno
40400
rs.=Semeslre
20300
rs.
moeda
forte,
ou
100000
reis
e
50500 reis
moeda
fraca.=Annuncios
por linha
20
rs.,
repetição
10
rs.
Para
os
assignantes
20 °/0
d
’
abatimento.
BRAGA-TEIJÇA-FEIKA
»
DE
AOVEJIBRO
O
partido
legilimista
portuguez.
A
’s
loucuras
de
uma
época
anormal,
ás
traições
e
perfídias,
ás
luctas
e
humilha
ções,
á
convenção
de
Evora Monte,
e
ao
punhal
dos
vencedores
sobreviveu
a
na
ção
portugueza,
que
se
achava
ames
re
presentada
nas
suas
legitimas
instituições,
nas
crenças
populares
e
na
dedicação,
lealdade
e
heroísmo
de
um
exercito
hon
rado
e
leal.
Unida
pelos
laços
da
consciência
e
da
honra,
a
nação
legilimista
acompanhou
ao
exílio
em
votos d
’
amor
um
Rei
infeliz;
maniete-se,
orgulhosa
de
si,
em
meio
do
assassínio
e
das
espoliações
olliciaes.
dis
ciplinada pela convicção
do proprio
dever,
resoluta,
prestes
ao
primeiro signal
para
a
restauração
de
seus
fóros.
A
’
primeira
palavra
do
Rei
que
a
ama
va,
e
que
longe
seguia
de
suas
magnas
os
aconiecimentos
que
devastavam
a
pa-
tria,
bastou que
um
honrado
vassallo,
investido
h-galmenle
em
sua
missão
au
gosta,
acenasse
ao
patriotismo
dos
legi-
timistas,
para
que
cheios
de
confiança
e
dedicação,
se
aggrupassem
em
redor
das
suas
bandeiras,
para
as
defenderem e
des
fraldarem
sem
temores
nem hesitação.
O
Coramendador
Anlonio
Ribeiro Sa
raiva,
cujo
saber
e
tacto
político
o
collo-
caram
na
mais elevada posição
no
mundo
diplomático,
e
cuja
honradez
e
lealdade
o
tinham
ao
lado
do
Soberano,
fóra
depois
do
Rei
o
primeiro
portuguez,
que
apoz
as
desventuras
de 1834 dissera
á
nação
legilimista
a
primeira
palavra
de
espe
rança.
Ausente
mesmo
do
seu
paiz,
usando
de
uma
especial
e
expressa
auctorisação
regia
que
o honrava
corno
representante
do Monarcha
Exilado,
e
tendo
por
si
o
prestigio
do
seu
nome respeitável, conhe
cido
em
iodo
o
paiz
e
fóra
d
’elle, Ribei
ro Saraiva
creou em
iodo
Portugal
Jun
tas
nacionaes,
que
por
livre
eleição
se
fizeram
representar
em
Juntas Centraes,
installadas
em
Lisboa e
Porlo,
contando,
pelas effectivas
relações
d’
eslas
Juulas,
lo
dos
os
elementos
de
força
do
partido,
so-
lidando-os
com
adhesões valiosas,
unin
do-os
por laços
poderosos,
e
animando-os
na
aclividade
do
trabalho
e
da
esperança.
Isto
occorria
em
1842,
ainda
quan
do
os
odios
de
uma
lucta
recente
goteja
vam
sangue,
e
o
nome
legilimista
attra-
hia
vinganças
rancorosas, e
maldições
se
veras.
Mesmo
incompleta
essa
organisação
me-
thodica
e
racional
surgiram-se
os
acon
tecimentos
de
1846.
em
que
o
partido
legilimista se
lançou,
unicamente
esperan
çado
na
sanctidade
dos
seus
direitos
e
na
convicção
da
sua
força.
A
incompleta
or
ganisação
que
já
tinha
bastou
para
o
trazer
á
lucta,
confiante
e
corajoso,
ba
tendo-se
contra
um
exercito
numeroso
e
aguerrido,
e
contra o
poder
de um go
verno
audaz,
ambicioso e forte.
Não
se
diga
que
o
numero
infinitamen-
te inferior
dos
elementos
do
partido
se-
tembrisla,
o
auxiliava de
um
modo
im
portante.
N
aquelle
partido
lodos
sabem
o
pouco
que havia
de
legitimamente
popu
lar,
e
é
reconhecida
a
má
vontade,
o
re
ceio,
o
ciume
oão dissimulado,
com
que
os
setembristas
viam
a
cada
passo cres
cendo,
multiplicando-se
e
triunfando
as
ar
mas
da
legitimidade
ao
grito
enthusiastico
e
patriótico
de Viva
D
Miguel 1!
A
força
bruta,
que em
virtude
de
ne
gociações funestas para
Portugal,
entre-
gára
este
paiz
nas
maos
de
uma
horda de
bandoleiros,
a
cuja
frente
viera
um
por-
luguez
renegado,
um
traidor
á
patria,
um
perseguidor
dos
seus
proprios
compatrio
tas,
que
cobrira
de
aflrontas
o
nome
lu
sitano,
e
que
relalhára
a
corôa
de
Por
tugal. roubando-lhe
a sua
melhor
joia;
essa
força
que
sob
as
bandeiras
estrangei
ras
aqui viera
calcar
aos
pés
a
dignidade
de
um
povo,
coarctar-lhe
a
sua
liberda
de, e
em
nome
da
liberdade
impor-lhe
uma
corôa
impopular,
leis
e
poderes ir
reconciliáveis
com
a
sua
iodole
e
costu
mes, mais uma
*
rz
salvou da
ruina
ine
vitável esse
partido
cuja
maior
gloria
é
chamar-se
dos
7:500
bravos da Praia dos
Ladrões
!
A
não
ser
este
facto,
que
é
da
his
toria
contemporânea, e
cuja
autbenticida-
de
ninguém póde
recusar, estaria hoje so
bre
o
throno
de
D.
João
IV
o
Nobre
Re
presentante
legitimo da
dinastia,
que
o
povo portuguez
acclamon
com
o
brado
es
pontâneo
e honroso
pela
sua
independên
cia
e
liberdade;
nào
seria
o
direito
uma
palavra
vã,
nem
a
justiça
uma
arma
piru-
dana
;
não
seria
hoje
a
nação
uma
per
tença de
compadrio,
nem
a
familia
uma
negação da
moral;
não
seria
a
aoctori-
dade
um
exemplo
de
fraqueza,
nem
a
re
ligião
sania de
nossos paes um
objecto
de
escarneos
e
de
publicas
aflrontas.
Mas
depois
d’
e»sa
época,
em
que
pe
la
segunda vez
os
exercitos estrangeiros
obrigaram
os
soldados
legilimislas
a
de-
pôr
as
armas;
depois
d'essa
época
em
que
Ribeuo
Saraiva
elevára tão
alto
o
partido
legilimista,
e
em
qoe
pela
força
das
cir-
cumstaocias
o
proveitoso
trabalho
do
hon
rado
representante
do
Snr D.
Miguel
I
íicára
suspenso,
tem-se
o
partido
legitimis-
la
debilitado e
prejudicado
no
ocio
e
oa
indiflerença,
que
se
impoz como
aviltante
sistema.
Qutzeram
homens
devotados
á
causa
da
patria, portuguezes
sinceros
e
desinteres
sados, levantar
o
partido
legilimista
do
abatimento
a
que
se
volára.
A'
boa
v
On
tade
d
’
esses homens,
porém,
não
corres
pondeu
o
melhodo qoe
adoptaram.
Inven
tou
se
ahi
uma
Ord>:m
secreta,
pela
qual
se
pretendeu
ligar os membros
dispersos
da
grande
familia
legilimista.—
Esle
siste
ma
todavia,
encontrou
o
inconveniente
que
o
tornava
irreconciliável
com
os
sentimen
tos
calholicos do
partido
legilimista;
seu-
timeutos
que
se
nào
podiam
conculcar,
mesmo
sob o
pretexto
de
que
tal
institui
ção
secreta
linha
por
objecto
trazer o
triunfo
á
causa
da
religião
e
da
patria.
Admiltindo-a,
ou
se
havia de
ser
catholico
ou
legilimista
A
Santa
Sé
a condemnou,
oppondo-se ás
associações
secretas
de to
da
a
ordem :
uão
podiam os
legilimislas
como
calholicos
ligar-se
por
um
laço
con
trario á
disciplina
da
Egreja Catholica.
Em
face
de
tão
justo
mutivo
os
leaes
le-
gitimistas
que promoviam
esta
organisação
abandonaram
este sistema,
sem
comludo
iafelizmenle
buscarem
outro
melhor.
Alguns
homens
dos
que
pela
am
’
sade
poiitica
e
pessoal
se
relacionavam
com
esse
como
que centro
do
partido
que exis
tia
em
Lis-boa,
e
que
se
extinguió
pelo
fallecimento
dos
seus
membros,
coustr-
varaiu
taes
ou
quaes
relações
com
cara
cteres
dos
mais
distiuclos
do
partido
nas
províncias,
e
honra
lhes
seja,
leem
pro
movido
que
uma
ou
outra
vez
se
recor
de
o
nome
legilimista
nos
certames
eiei-
toraes,
ou
que
se
realisem
aqui
e
acolá
uma
ou
outra
reunião,
que quasi
sempre
tem
por
unico
fim
a
nomeação
de
uma
commissão
para
tal
ou
tal
objecto,
mas
que
se
dissolve no
dia
immediato
sem
resultado
conhecido.
Eis
o
estado
geral
do
partido
legiti-
mista
portuguez
!
Vergonha
é
que
se
di
ga
isto
em
publico
;
mas, para
que
o
oi
çam
os
nossos,
é
inevitável
que o
saibam
os
adversários. Demasiado conhecem
ami
gos
e inimigos
que
o
mal
é
sem
reme-
dio,
e que
se
o
estado
aclual
do
partido
legitimisia,
filho
da
sua
inércia
unicamen
te,
o
tem
hoje
fraco e
desorgauisado,
pó
de
elle
ámaohã, unido
e
disciplinado, im
por-se
nobremente.
Forçoso
é
porém
di
zer-se
a verdade,
núa
e
crúa.
porque
ella
trazendo luz
a
muitos,
póde
despertar
âni
mos
irresolutos,
quer
pelas
inspirações
do
dever,
quer
pela
esperança
em
um
dia
que
caminha
para
nós,
sem
que
possa
mos,
n
’
esie
estado,
abrir
os
olhos
para a
aurora
que
desponta.
Hoje
mais
do
que
nunca
esta
neces-
cidade
se
faz
sentir.
Sendo
como
é
urgen
te
a
união
eficaz
do
partido
legilimista,
grande
será
a
gloria
qoe
caberá
a
quem,
impelido
pelo
dever
ou
pela
dedicação,
buscar
a
sua
organisação.
geral
ou
par
cial
que
seja.
Mas independentes
d
’
esta organisação,
já
que
ella
nào
existe
para que
pelos
meios
mais
regulares
se
aconselhe
ao
par
tido legilimista
qual
deve
ser
a
sua linha
de
conducta,
em
face dos
acontecimentos
actuaes,
busque-se
pelo
men^s que
se
ma-
nift-sie
a
lealdade
e
a
dedicação
individual,
como
o
permutem
as
circumstancias.
Com
as
armas na
mão está um
exer
cito
de
mais
de
cem
mil
homens, sacri
ficando se
pela
causa
da
religião
catholi
ca
e
da
legitimidade,
que
é
lambem
a
nossa
causa.
A
França
catholica
e
legitim sta,
pelos
elementos
bem
organisados
que
lem
em
cada
departamento,
envia
desde
o
come
ço
da
lucta
soccorros
de
munições,
de
armas,
de
ambulancias,
de gente,
etnfim
ludo
quanto
póde
ser
util
ao
morimento
carlisla,
sem
que
nem
as
reclamações
cons
tantes
do
governo de
Madrid,
nem
o
es
pirito
liberal do
governo de Versailles
pos
sam
impedir
o
uso
livre
do
direito
qne
tem
um
partido
de soccorrer
outro,
sem
comprometter
o governo
do
seu
paiz.
O
partido
catholico
e
legilimista
da
Italia,
não
menos
dedicadamente
se move
e
se
manifesta
pelos
meios
ao
seu
alcance
em
auxilio
da
causa carlisla
;
e
nem
o
libe
ralismo
do
usurpador de
Roma,
nem
o
maçoaisrno
do
seu
governo,
impedem
que
cada
qual
oflerle
o
que
lhe apraz
a
quem
lhe agrada.
Isto
que
se
observa
nos
paizes
em
que
é
commum a
causa
legilimista
e
catholica,
nào
menos
se
vê
oa
Inglaterra,
na
Alle
manha,
na
Bélgica,
etc.
eic.
Em Portugal
estamos
n
’esle
particular
como
se
uão
existissem
aqui
nem
catho
licos nem
legilimislas.
Os
ponquissimos
soccorros
para
as
ambulancias
carlistas
enviados
de
Lisboa,
Porlo
e
Braga,
quasi
que
se
devem
ex-
clusivamenie á
caridade 1
Parece
que em
Portugal
se
vexa
o
partido
legilimista
de
dizer
que
é
legilimista e
catholico,
e
co
mo
tal
allecto á
causa
de
Carlos VII
!
—
Ein Lisboa
são
as
damas,
sosin/tas,
que
soccorrem
os
feridos
carlistas. No Porto
é
a
lealdade,
a
honradez,
a
dedicação,
o
caracter
enthusiastico
e
exemplarmente
le-
gittmisla
do
generoso
e
digno
proprietá
rio
(lo «Direito,
que
implora
á
caridade
de
legilimislas
e
liberaes
uma
esmola
pa
ra
os
hospiiaes
carlistas,
e
para
as
fa
mílias
roubadas
pelo
governo de
Madrid
’
Era
Braga
é
a
devoção,
o
exiorço,
é
a
louvável
iniciativa
de
um
honesto
e
cava-
Iheiroso
negociante,
que
busca
entre
os
seus
amigos
pessoaes
a
protecção
christã
para
os
feridos
defensores
do
altar
e do
throno; mas
em
parte
alguma
vimos
ain
da
o
coucurso expontâneo
da
dedicação
legilimista, vir
dizer
a
qualquer
dos pro
motores
de
laes
subscripções,
«eis
um
pa
taco
para
um
cartuxo,
eis
o
preço
de uma
baioneta,
das
que
armam os
soldados
da
fé
catholica
e
do
direito
legitimo!»
Isto é
uma vergonha
para Portugal, e
talvez
uma
deshonra para
o
partido legi-
timista.
Não
póde
o
partido
legilimista
portu-
guez, concorrer com
milhões
para
a sus-
teulação
da
causa?
Ninguém
lhe
exige
pois
o
impossível;
porém entre
esse
im
possível e
o
rasoavel
e
o
justo
ha
um
meio
teimo,
que
devêra
ser
expressão
da
sua
lealdade
e
dos
seus
bons
desejos.
Que
cada
um
concorresse
como
podesse
até
ás
miniinas quantias.
A
multiplicação
dos
pou
cos,
fariam
grandes
muitos.
O
obulo por
insignificante
que
tosse, seria
sempre
lou
vável
e
bemvindo,
mas
renovado
sempre
pela
boa
vontade
e
pela
justa
esperança
do
triunfo.
Desde
a
mais insignificante
aldeia
até
á
mais
populosa cidade
abundam
os meios
de fazer
chegar
qualquer
quantia
ás
pes
soas
competentes
para
lhe
darem
conve
niente
direeção. Ha
por
exemplo
o
recur
so
dos
sellos
do
correio,
desde
5
reis
até
perfazerem
grandes
quantias,
recurso
que
está
ao
alcance
de toda
a
gente.
Não
é necessário
qoe
se
apresentem
commissarios
para
solicitarem
taes
soc
corros,
quando
para elles
basta
a
dedi
cação
do
partido
legilimista.
As
redacções
das
folhas
do
pamdo
sã»
bens
conduclos
para
esses
soccorros,
que
se
confiarem
á
sua
probidade
Em
Braga
o
«Commercio
•lo
Minho»,
no
Porto
o
«Direito»,
em Lis
boa
a
«Nação»,
não
recusará
certamenle
prestar-se
a
arrecadar e
reinett-er
ao
seu
destino
as offereudas de
ninguém
que
para
este
fim
lh’
as
remetter.
Por
nossa
parte,
estamos
superiormente
auctorisado para
lembiar
e
agradecer
esle
poderoso
auxiliar,
e
a
dar-lhe
conveniente
direeção.
Se
não temos
rebuço
em
o declarar
alto
e
bom
som,
é porque
antepomos
a
utilidade da
causa
a
toda e qualquer con
sideração
pessoal
e
propiia.
Em
conclusão,
diremos
:
já
que
o
par
tido
legilimista
portuguez
não
tem
a
or
ganisação
que
Ibe
convém,
e
que
urgen-
temenle
é
reclamada
no
interesse
da cau
sa
que
representa, mostre
ao
menos
cada
legilimista,
como
lhe
seja
possível, que
as
suas
convicções
e
o
interesse
pelo
triunfo
da
causa
de
Deus
e
da
Patria,
uão são
pa
ra
nós
uma
palavra
sem
significação
e
sem
peso
na
balança
d»s
facto».
B.
DE SENNA
FREITAS.
REVISTA ESTRANGEIRA
Do
correspondente
de
Madrid
para
a
«Nação»:
O
governo
está
reunindo
numerosas
forças
e
dispondo-as
para emprebender
uma
campanha
vigorosa
contra
o
exercito
de
Carlos
\II.
Dentro
de
poucos
dias
lerá
em
pé
de
guena uns
500:000
ho
mens, dos
quaes
200:000
poderão
operar
no Norte,
segundo
aflirmam
os
jornaes
ministeriaes.
A
g»andesa
d
’
estas
foiças
re
vela o
grande
poder
dos carlistas.
Só
na
Catalunha lem
hoje
Marlinez
Campos
cerca
de 60:000 homens
comba
tentes,
distribuídos
entre
as
quatro
pro
víncias do
Principado.
E
comludo
não
acabam
com
os
batalhões
rebeldes,
e
ape
sar
da
superioridade
numérica
soflrem
der
rotas
vergonhosas.
Castells,
encarregado
por
agora
do
commando
em
chefe
do
exercito
real
o’
a-
quelle
districlo,
dividiu as
forças
que
pes-
soalmenle
commandava
em tres grupos,
com
o
fim
de
tornar
mais
penosa
a
mar
cha
de seus
perseguidores.
Os
chefes
Moore,
Josepet de
Artesa
e
Mariano
de
la
Coloma,
com
as
suas
res-
pectivas
columoas,
operam
na
província
de
Lenda.
Em
quauto
ao
norte,
todas
as
noticias
mostram
o
brilhante
estado
das
forças de
Carlos
VH.
O
general
Perula
esteve
no
dia
26
ou
27
em
Durango
com
respeitáveis
forças
de
lufanteria
e
arlilheria,
e
o
general
Ca
raça
acha-se no
limite
das
Encartaciones,
espiando
o
movimento
das
tropas
revolu
cionarias
para
cair
sobre
ellas
quando
se
apresentasse uma conjuuctura
favoravel.
de
alienados,
no
Porto, o
habil
esculptor
o
snr.
José
Joaquim
Teixeira
Lopes,
da
mesma
cidade.
iTIartello-pilã».
—
As
officinas de
fundição
d’
aço
pertencentes
a
mr.
Krupp,
em
Esscn, vão
receber
um
novo
martello-
pilão,
de
109
toneladas
!
0
mais
poderoso
inartello
que
possuia
era
para
forjar
uma
massa
d
’
aço
de
mj-
lade
d’
aquelie
pezo.
0
custo
do
novo
inartello
é
de
900
contos
de
réis.
.Tilaçtú
de
eoloune»
dlá«a»«nsí»es.
—
Um
agricultor
fraucez
eslá
no
auge
da
alegria,
por
haver
colhido |uma maçã, de
uma arvore
de
tres
annos,
com
o
pezo
de 1
kilogramma
e
105
grammas.
Declara
não
haver
obtido
nunca
uma
maçã de tão
colossaes
dimensões
1
Campa
ai Sm»
sericoE»».
—
O minis
tro
italiano
da
agricultura,
industria
e
com
mercio
acaba
de
publicar
o
quadro
com
parativo do
resultado
das duas ultimas
campanhas
sericolas
nas
diíTerentes pro
víncias
do
reino,
A
comparação
é
desvantajosa
para o
anno
corrente.
Com
efleito,
sem
indicar
a
cifra
das
quantidades
da
seda
colhida,
o
documento
oílicial
faz
constar
que
o
vencimento
official
em
1875 foi
igual ao
de
1874 em
1338
municipalidades,
superior
em
1730
e
inlerior
em
2391.
Cípíãstsí»
«jiTereci)nienato.
—
A
uni
versidade catholica de
Lilie
offereceu
140
mil
francos
para
a
inslallação
de
duas
sa
las
no
hospital
de
Santa
Engracia,
cuja
clinica
ficou
a
seu cargo,
pagando
a
mes
ma
universidade aos inelicos encarregados
de
servil-a,
e
no
caso
de
que,
depois
de
feito
o
offereciiúenlo,
por
qualquer
causa
nào.
possa ir
por diante
a
ideia, íicaião
os
140 mil
fr.incos
para
os
hospitaes.
A
municipalidade acceilou
immediatamenle.
Cá e
Eu enás
fadus
Baa.
—Na In
glaterra
falsiticam-se
de
um
modo
escan
daloso
os
principaes
alimentos.
E
’
um
jor
nal
fraucez
que
aponta
as
seguintes
fian
des
:
Adultera-se
o
pão com
féculas
de ba
tatas,
com
gesso
e
alúmen,
os
doces
e
bt.llos
com
substancias
melallicas
;
o
café
com
chicória,
lavas e
outras
plantas;
o
cacau
com
fécula
chicória
e
terras
ferru
ginosas
; a
pimenta
com
pó
d
’
arroz e
mos
tarda
;
a
genebra
com
pimenta
e
acido
sulphurico ;
a
cerveja
cora melaço,
sal,
alu-
mea
e
acido
su
phurico;
o
rapé
com
cal,
vidro
moido
e
saes
metálicos
;
o tabaco
de
fumo
com
assuca»’
,
rhuibarbo
e
melaço ;
o
vinagre
com
agua
e
acido
sulphurico
;
o
opio
cum
areia,
serradura
de
madeira
e
farinha
;
o
leite
com
agua e
farinha,
etc.
A
venda
de
cigarros
e
charutos
presta-
se
ás
mais
escandalosas
falsificações.
Nos
portos
de
mar
é
frequente
entrarem
ho
mens
disfarçados em
marinheiros
a
vende
rem
cigarros
e
charutos
de
Havana.
Analisado
este genero
tão
astuciosamen
te
inculcado não
se
encontra
uma só
par-
licula
de
tabaco:
tudo
é
composto
de
pa
lha,
feno,
cascas
de
batatas,
etc.
Sftfiss?àia
mos
EatíttílOíí-IJílCiíSos.
— Segundo
o
«Public Ledgir»
de
Philadel-
plna, o
numero
das
fallencias
que
lem
oc-
corrido
nus
Estados
Unidos
no
primeiro
semestre
do
anuo
corrente
é
de
3:300,
corn
passivos
que
sommam
lodos
73:000:000
(libras
15.000:000).
Esla
medida
é
menor
od
.
que
a
dos
annos
anteriores
ao
pânico,
e
entretanto aílirma-se
que
os
negocios
são
mais
seguros
:
essa
conclusão
porém
é
muilo
duvidosa.
Admitle-se
a
suspensão muilo
mais
fa
cilmente
na
Americanas
nas
épocas
ordi
nárias
do
que
aqui.
Quando
qualquer
pessoa,
a
ba
emba
raçada por dinheiro,
suspende
as
suas
tran-
sacçôes
e
deixa
os
seus
credores
esperar.
Em
muitas
casas
é
<le suppôr
que
estes
sejam
pagos
mais
tarde
por inteiro
e
com
juros,
e
quem
atravessa
d'esle
modo hon-
rosamente
uma crise, considera-se
superior
aos seus
collegas
que
resistem
e
lirme-
menle
declaram-se
fallidos.
Em
épocas
de
muito negocio esse
era
um
meio
facil.
senão
inconveniente
de
pe
dir
aos
credores
que esperassem
pelos
re
sultados
dos acontecimentos
;
porém
depois
do
outomno
de
1873
duvidamos,
se
esle
meio
é
aproveitado
pelos
que
se
acham
em
baraçados.
E
’ mais
provável
que
elles
tenham
lu
tado
contra
uma
sorte
adversa,
c succum-
bam
agora
por necessidade
e não
por
es
colha.
A
cáda«le Blygeâa. —
O
medico
in-
glez
Richardson,
fez
a
leitura
de
uma
cu
riosa memorial,
no
congresso
das
sciencias
sociaes
celebrado
em
Brighlon,
e
na
sec
ção de
saude
de
que
elle
é
presidente.
So
nho,
ou
phanlasia,
a
memória
descreve
Etn
toda
a
provincia
de
Biscaya
vâo-se
coucentf ando
grandes
forças
pata
atacar
o
general
Trillo, cujos
pianos
vão estu
dando
sem
nunca
o
perderem
de
visia.
Além
d
’isso
robustecem
com
imponentes
obiòs
de
defesa
e
d
’
abrigo
o
forte
de
5.
Marcos,
convertido u’
um
verdadeiro
cas-
leilo.
Também
estão fortificando
as
magnifi
cas
posições
que
teem
etn
toda
a
liuliá
de
Valmaseda.
íleceoleraeute
eulregou-se
armamento
aos
homens casados
de
Du-
rango. Estas milícias,
reunidas
aos 43
ou
50
batalhões
de
lorças
activas
com
que
hoje
conla
el-rei
oo
Norte
para
combater
contra
a
revolução,
prefasem
utu
total
que
talvez
passe
de
80:000
homens, que,
au
xiliados
por
todo
o
paiz,
tin
massa
e
couvenientemenie
fortificados
ifaquellas
empinadas costa»,
são
suflicieules para la
ser
frente,
com
a
ajuda
de Deus, a
todo
o
exeicilo
aflonsista.
Para
os
lados
de
Lumbier,
teem
hoje
concentrados 17
batalhões,
o
que prova
que
nao
desistiram
do
pioposito
que
os
coudusra
a
atacar
a
mencionada povoação.
No dia
28
houve
fogo
para
o
lado
de
Luchaua,
e
parece
que eia
dirigido
coo-
tra
um
navio
de
gueria
surto
na
ria
de
Biibau,
e
os
fortes
avauçadvs u
’
esia
praça,
molestados
constumemeoie
pelos
carlislas
situados era
Baracaído.
Ainda
não
cessou
o
bombardeamento
de
San
Sebaslian,
apesar
da
imprensa
ex
citar
o
goveinu
para
qoe
o
impeça. Desde
o
dia
23 alé
ao
dia
29
arrojaram
sobre
a
pr«»ça
mais
de
130
projeclis
das
bate
rias
de
Arraisain e
San Marcos,
advèr-
nndu
que
desde
o
dia
28
as
mesmas ba
terias
estão
lançando
fogo
sobie
as
povoa
ções
dc
Pa?ajés
e
Renleria,
imporlaoles
purtos
da
Gaptabria,
achando se
no
pri
meiro
vários
navios
pertencerdes
á
mari
nha
de
gueira
bispaohola e
a
canhoneira
fiancesa
«Oriílamtne».
As
baterias
de
Basaun e
Saotiagomeniii
lançaram
sobre
Hemani
144
projeclis
desde
o
dia
25
ale
ao
dia
28,
causando
algumas baixas
nos
deLmores
da
cidade
e
occasioaando
grandes
de-íroços.
Afim
de
hoslilisar
a
praça
cotn
melhor
exilo
e
de
tornar
impossível
o
levantamento
do
sitio,
estão construindo
nos
arredores
da
praça
bombardeada
grandes
e
formidáveis
trin
cheiras
pelos
lados
de
Osalegui e
Anto-
neuea.
Eiseiaiu
taiubem algumas
descar-
gas contra
o
lorte
de Ibayeta de
iiuo.
E
para
que
se
veja
como
por toda
a
parle
estão abundando
de
vida
os car
lislas,
citarei o
succedido
de
ler
sido
ata
cado
o
general
Quesada
quando ia
paia
Vicloria,
por
algumas
companhias
alave-
sas,
que
apesar
de
serem
lao
inferiores
em
numero,
se
arrojaram
sobre a
ala
es
querda
do
general
em
chefe
do
exercito
aflonsista,
causando-lhe
varias
bdixas
e
lãsendo-lue
soffrer
toda
a
casta de pena-
iidddts,
por
a
haverem
seguido, hostili-
saudo-a aié
ás
porias
de
Viraria,
onde
che
gou
em
debandada.
Entretanto,
o
que
faz
o
numeroso
exer
cito
de
D.
Aífooso?
E
’
a
pergunta
que
faz
todo
o
mundo
em
vista
Ja
crescente
ousadia
dos carlislas.
Estes
batem-se
etn
toda
a
parte,
accoíBinetlem
com impeto
e
bizarria, euiquanto
que
os
seus
inimigos
se
liinilauj
á
espectativa e inanteem-se
na
sua
altitude defensiva.
Mal
caminham,
p-ús,
os
assumptos da
guerra
para
a
desditosa
causa
do
joven
iilho
de
D.
Izabel
de
Bourbon.
Mui
caminham
laiubera
outros
assum
ptos
para
o
seu
governo.
A
questão
cora
Roma parece
que se
vae
complicando
mais
do
que
alguns
jul
gavam, e
diz-se
que
a
côrle
do
Vaticano
eslá
preparando
uma nota
diplvinauca
eu»
;
resposta
á
que lhe
dirigiu
o
gabinete
de
;
Madrid,
ua
qual
parece
que
iusi»ti.á
na
1
sua resolução
de
nào
acceitar de
modo
algum
a rescisão
do
contracto
celebrado
entre
si
no
anno de
1851.
Esta
energica
altitude
da
Santa
Sé
preoccupa
muito
o
ministério,
que
talvez
preveja
ura
serio
conflicto
que
poderia
tiaser
consequências
importantes.
GAZltlLHA
«Jubileu
do Anao Santo.—A R.
Irmandade
da
Misericórdia,
d’
esta
cidade
tenciona
fazer procissionalmente
a
visita
do
Jubileu
do
Anno
Santo,
nos
dias
12,
13 e
14
do
corrente,
saindo
da capella
da
Mise
ricórdia
ás
3
horas
da
tarde.
—A
irmandade
das
Almas
da Sé
lem
destinado
ir,
encorporada á
R. I.
da
Mi
sericórdia,
faser
a
sua
visita
para
alcançar
as
graças
do
Jubileu
do
Anuo
Santo.
Convida
por
isso
os
seus
irmãos
para
que
se
achem
nos
claustros
da
Sé,
nos
referidos
dias por
2
e
meia
horas
da
tar
de.
Nos
mesmos
haverá
confessores
para
os
seus
irmãos.
Declara-se
igualmente
que lodos os
fieis
ainda
que não
sejam
irmãos
das referidas
irmandades,
e
que
se
disponham, com
os
sacramentos
da
confissão e communhão,
podem
ganhar
o
Jubileu,
indo incorpora
dos,
sómente
cora os
tres
dias
de
visita,
pois
sendo
isoladamenle
são
15
dias,
co
mo
<ȋo ignoram.
Eieâfõo
camararta.—
Não
podemos
dar
já
o
resultado
da
eleição camararia,
n
’
esta
cidade,
em
tasão
do
adiantado
da
hora.
Limitamo-nos
por
hoje a diser
qoe
a
eleição
íoi
muito concorrida,
a«siin
como
bastante variadas as
listas.
Converaões
—
0
eminente
juriscon
sulto, o
snr.
Cubin,
do
Palatinado,
en
trou
no
seio
da
Egieja
Catholica
aban
donando o
protestantismo.
0
mesmo
fez
na
Índia
o
presidente
das
diacoinissas
de
Bombaim,
que
foi
ultimameute
baptisado
pelo
exin.°sor.
Vigário Aposlobco,
Mons.
Meurin
da
Companhia
de
Jesus.
E
’
ciuíumq
.
—Em
Maijsion-Huii.se
rea-
lisou-se
o
jantar
annual
oflerecido pelo
lord
raaire e
sua
esposa
á corporação
dos
vendedores
de
frucia, em
agradecimento
pelo
presente
que d
’
elies
recebem,
que
consiste
na
quantidade
de
maçãs
reine-
las necessárias
para fazerem
os
seus pas
teis,
puddiugs,
etc.,
duranie
lodo
o
in
verno.
Este
presente
era
feito
d
’
antes
em
uma
éj
oca
menos
adiantada do
anno
e
com
posto
por
coosequencia
de
fructos
conser
vados.
Agoiá,
porém,
os
vendedores
de
fro-
cla
esperam,
paia nem
a
Mansion-House,
occasião
de
poderem trazer
maçãs
da
es-
t
ri
Ç
3
0
«5e
3E
?.8iBaeEEs:c.—
Já
cuidá
vamos
ter
acabado a
guerra
civil
no
cen
tro
por
fdta
dc
carlislas,
quando
se
rece
beu
a
noticia
de duas
grandes
derrotas
qne elks
inflingiram
aos afíonsinhos.
Ha
de ser
peta.
São
elles
provavelmente
que
fiseram
entre
si
um
simulacro
de
batalha,
e
os
chamados
carlistas,
por
honra
do
nome,
deram
uma
tremenda
tarea
nos seus
camaradas
afíonsinhos.
N
aquelle
desgraçado
paiz, já
se
mu
daram
os
nomes ás
coisas;
a
traição
é
honra, o
crime
é
virtude, o roubo
é
ge
nerosidade etc. Um exemplo
d
’isto
acuba
de
dar
o
«Diário
hispanhol»,
que
chama
descomedimentos
do
Papa
á
exigência
que
a
Santa
Sé na
sua
resposta
faz
de
se
res
peitarem
as disposições
da
Concordata
que
o
governo
fez
cora ella
e
da
qual o
mes
mo
fruiu
todas
as
vantagens o
mesmo
governo.
São
como
os
salteadores,
já
provectos
oo
ciime.
—
(«Bem
Publico»)
<Jsolyi^zsàesaío.
—
Veiiíicou-se
no
dia
6
no
uibunal
criminal
Go
1.”
districto,
no
Porto,
o
julgamenio
do
nosso
estimado ami
go
e
collega
do
«Direito»
o
sru.
Francis
co
Pereira
d
’
Azev^do, accn ado
do
crime
de
vender armas
usadas
para
o
estran
geiro
sem
prévio
consentimento
do
nosso
governo.
Foi
juiz
o
sor. Fonseca e
Castro
no
impedimento
do
snr.
Cosia
Rebello,
de
legado
o
sor.
Xavier
de
Banos,
defensor
o
muilo
digno
advogado
o
snr.
Casirairo
de
CasKo
Neves,
e
escrivão o
snr.
Ro
cha.
0
jury
deu
o
crime
por
não
provado,
sendo
o
snr.
Azevedo
absolvido.
Felicitamos
de
tudo
o
coração
o
nosso
estimadíssimo
coliega
e
correligionário.
lielkbtttrio.
—
0
chefe
da
exploração
do
caminho
de
ferro
do
Minho,
o
snr.
engenheiro Kopke
de
Carvalho,
eslá
elabo
rando
o
relalorio
do
primeiro periodo
da
exploração.
Dizem-nos
que
este
trabalho
está
á al
tura
da
inteiligencia
e
aptidão
reconhecida
do
dislincto
engenheiro.
Deve
ser
entre,
gue
ao
ministro
d’
obras
publicas
alé
ao
dia
20
do
corrente
mez
de
Novembro
iTIaleirittl
íâx» e eireullainte. —
Espera-se até
meiado
do
corrente
mez
ma
terial
lixo
e
circulante,
vindo
do
estran
geiro,
para
os
caminhos
de
lerro
do Mi
nho
e
Douro.
Tarifas
especiaes.—
As
tarifas
es-
peciaes
n.u
2
a
7
approvadas
pelo
go
verno
em
portaria
de
23
do
mez
d
’Outu-
bro,
serão
postas
em vigor
desde o
dia
15
do
corrente
mez.
Desde esse
dia
fica
nulla a
tarifa
especial n.°
1
sobre cereaes.
A
estatua
<io
conde <le Ferreira.
—
Foi
encarregado
de
fazer
a
estatua
co
lossal do
benemerilo
conde
de
Ferreira,
que
ha-de
coroar
a
fachada
do
haspilal
uma
cidade,
que
o
seu
auctor
apresenta
como
um
modelo,
e
na
qual
«a
morte
conserva tanto quanto
possível, o
seu
lo
gar
natural
no
plano
da
vida.»
A
população
da
cidade
modelo, a Hv-
geia,
é
de
190:000
habitantes,
oceupando
20:000
casas
assentes
em
4.000
acres de
terreno,
o
que
dá
uma
proporção
de
25
pessoas por
acre
quadrado
(pouco
menos
de 5:000
metros
quadrados/.
Estas casas
não
taem
lojas
abaixo
do chã
«.
nem
cozi
nhas
subterrâneas.
São
construídas
por
ti
jolos
vidrados,
complelamente
impermeá
veis
i
agua,
perfurados
transversalraenle
de
fôrma
que
as
paredes
as
assimilham a
um
cortiço
de
abelhas, afim
de
poder
adinit-
tir
á
vontade
o
ar
quente
uu
frio.
Os
tijolos do
inferior
são
de
variadas
côres.
As
molduras,
os
papeis
pintados,
são
desconhecidos em Ilygeia.
Regra geral,
os
labiques
e
os ledos são de
côr
parda
;
mas
como
os
gostos
são
differentes, nas
casas
dos
ricos
encontram-se
bebos traba
lhos
no
genero
pompeu. Mas
as
mais
no
táveis
mndenças
observam
se
nas chaminés,
ledos,
cozinha
e
suas
dependencias.
Em vez
dos
«quadros
trazeiros-
da
mo
derna
habitação
ingleza,
ha
na
Ilygeia
jar
dins
e
pateos
areiados,
onde
as
creanças
grandes
e
pequenas
podem
brincar. Os
tu
bos
que
servem
para
conduzir
a
agua
e
o
gaz
não
estão
semi-enterrados
como
ho
je
;
são
pestos
bem
á
vista, de
modo
que
a
menor
irregularidade, a
menor
avaria,
possa
ser logo
observada
e
reparada.
Não
ha
em
Ilygeia
tabernas, ou
esta
belecimentos
analogos,
destinados
á
venda
«le
bebidas alcoólicas
;
também
se
não
en
contram
casas
de
vendi
de
labeco.
«O
ca
chimbo
e
o
copo, o
charuto
e
a
aguar
dente,
não
podem
existir
um
sem o
ou
tro,
e
ambos
morrem
;
o
tabaco
tinha
no
entanto
uma vid>
mais
rija
e
resistiu
por
lempo.»
As
ruas
da
cidade
modelo,
embora
suf-
ficientemcnte
concorridas,
são
relalivamen-
le silenciosas,
graças
ás
galerias
subterrâ
neas
pelas
quaes
transitam
c-s
venhiculos
mais
pesadamente
carregados. Abm
d
’
isso
as
fabricas,
.as
manufacturas,
etc. encon
tram-se
todas
a
uma
certa
distancia
da
ci
dade,
á
excepção
d
’
aquellas
em
<jue
o
tra
balho
se
executa
ruido
e
sem
inconvenien
te
para
os
visinhos.
Diminue
isto
sensivel
mente
o
que
em
Inglaterra
se
chama
o
«tratico», em
França
o
transporte
das
mer
cadorias
e
matérias
prima:
’
,.
O
habito
que
tem
alguns
operários de
trabalhar
em
sua
casa,
no
seu alojamen
to
é
uma
causa
frequentemente
de mo
léstias.
Evita-se
isto
em
Ilygeia
pelo
es
tabelecimento,
de
grandes
ediíiciss
dividi
dos
em
officinas
onde cada
operário
po
de
ter
um
compartimento,
provido,
se ha
mister,
de
força
motriz
:
tudo
por
uma
mó
dica
somma
por
semaea.
Cada
serie
de officinas
está
sob
a di
recção
de
uma
superintendente
e
é vigia
da
por aucloridades
sanitarias.
Ha
lavan
derias
municipaes;
as
mulheres
que
não
podem
alli
ir
devem
lavar
a
sua
roupa
em
casa.
Ha
na
Ilygeia
vinte hospitaes ;
aban-
donou-se
inleiramente
a
velha
idéa
de
rnon-
joar
os
enfermos
confusamente,
e
em
gran
de
quantidade,
em
locaes
pouco
aceiados
e
arranjados,
onde
os
typhns
e outras
epi
demias
se
desentolvem
facilmente
haver
poucos
era
uma
cidade
d’
onde
o
álcool, essa
grande
fonte
de
alegria
louca, de
tristeza
sem
esperança
e
de
furor
sem
causa,
foi
expulso,
vivem, como
os
velhos
e
enfer
mos,
em
um
asyio
situado
fóra
do
recinto,
e
recordando
como
aspecto,
tanto
quan-
possivel, o
inferior
da
cidade.
O povo da
cidade
modelo está
provi
do
de
tudo
quanto o
sr.
Richardson
snp-
põe
vantajosa.
Votaram
cs
seos
habitantes
a
cremação
ou
queima
dos
cadaveres, mas
não
commetteu
a
loucura
de os enterrar
cm
caixões de
chumbo
hermeticamente
fe
chados,
onde a
putrefaeção
se converta
por
muilo
lempo.
Os
mortos
são
conduzidos
ao
cemiterio
n
’nm
esquife,
como hoje, mas ti-
rorn-se
d’alli
para
os
confiará
terra. Põem-
se
então
tfum
cesto
de
vime
feito
de
pro-
.posito,
ou
ou
simplesmente
na
cova,
envol
tos
na
mortalha.
O
terreno
do
cemiterio
contém
muilo
carbone
e
é
plantado
de grandes
arvores,
que absorvem
os
gazos
deleterios
e
apres
sam
a
decomposição.
Concluindo,
escusado
é
dizer
que
cs
habitantes
da Hygeia morrem antes
de
che
gar
ao
cemiterio
;
ou
por
outra,
nào
con
servam
a
alma
até
ao momento
do
corpo
descer
á terra.
Não
se
emprega
alli
o
sym-
bolo
augusto
na
provisão
da agua,
e
pa
rece que
esta
não
chove em
vapores, co
mo succede
em certa
cidade,
sendo
tal
vez-
por
isso
que
é
tão incalubre,
no
dizer
de
famosas estatísticas,
morrendo
mais
gen
te
do
que
nasce, ao
passo
que
tudo
ac-
cusa
o augmento
de
população.
Ewipicego
«íra
O
«Glas-
gow
Herald»
dá
conta
de
diíferentes
ex
periências
çle
arroteamento
de terrenos
flo-
restaes
feitas
por
meio
da
dynamite:
uma
commissão
de
agricultores
realisou
estas
expericncias
em
Milton,
com
o
fim
de
applicar
ulteriormente
o methodo
nos
ler
rcnos
florestaes
do
Canadá.
A
explosão
dos
cartuxos
da
dynamite,
introduzidos
um
em
boraco,
quer
no
tronco
das
arvores
mais
grossas,
quer
nas
pedras
ou
rochas
que
se encontram
a certa
pro
fundidade.
produz
o fraccionamento
geral
da
capa superficial
do
terreno e
o
fraccio
namento
suflicienle
das
raises
e
das
pe
dras
para
movel-as
e
atiral-as depois
sem
grande
trabalho.
A
economia
que
resulta
d
’
este
metho-
do,
cornparnlivamente
com
o
emprego
de
forças
e
dinheiro
que
exige
o
arroteamento
pelos
meios
usuaes,
é
considerável
tanto
por
causa
da
pouca mão
de
obra
necessá
ria,
como
pela
rapidez
da
operação.
Exs»s®s«o.
—
No
porto
de Cavite
(Fi-
lippinas)
rebentou
a
caldeira
do vapor «Iza-
bel
II»
causando
terriveie
desastres
Fica
ram
cegos
dois
fogueiros,
pae
e
filho, que
estavam
na
machina,
e
gravemente
feridos
tres
marii
lieiros hispanhoes, tres
mulhe
res
e
uma
creança indígena.
Esta
e
os
fo
gueiros
morreram
pouco
depois.
submarino.—
Continua
a
fa
zer-se com grande actividade a
sondagem
para
a conslrucção
do
lunel
submarino
que
deve
unir
a
França
á
Inglaterra.
Ac-
tualmente
estes
estudos
fazem-se
a
poucas
milhas
da
costa
ingleza.
O
vapor
que
le
va
a
commissão
encarregada
dos
trabalhos
volta
á
noite
para
Dover,
Calais
ou
Bou-
logne,
saindo
na
manhã do
dia
immedia-
to
a
continuar
as
operações.
Os
engenhei
ros
Larousse
e
Lavallée estão
satisfeitís
simos
com
os
resultados
obtidos,
nada
ten
do
vindo
alé
agora
invalidar as suas pre
visões no
que
diz
respeito
ás
profundida
des. No
mesmo
caso
se
acham os geolo-
gos
no
relativo
á natureza
do
fundo
e
ás
diversas
camadas
que
apresenta.
O
inverno
impedirá
provavelmente
que
fiquem terminados
este anno
os trabalhos
preparatórios.
E
*
roeisacção
de viasía®
kib
CnSjfor-
nin.—A
producção
de vinho na
Ca
ifornia
vae
tomando
grandes
proporções
diminuin
do,
portanto,
este commercio
europeu
com
os
Estados
Unidos. A colheita
vinícola
do
anno
corrente
da
Califórnia
foi
de
8.000:000
galões,
divididos
do
seguinte
modo
:
Suno-
ma,
1.900:000;
Angles, 800:000; Napa,
709:000;
Ei
Dorado,
600:090;
Yolo,
500:1:00;
Anburn,
400:000;
Jubo,
Sacra
mento
e
Marysville, 1.200:000;
Colnu,
390:000;
Santa
Clara,
560:000;
outras
regiõee,
1.500:000.
aCantjríão
das
ProvsBacKwe».
—
D
’
esle
nosso
excellente
collega
d
’
Aveiro,
transcrevemos
as
seguinies
noticias
:
E
’
agradavel a
perspectiva
dos
campos.
As
líervas,
os
nabaes
e
lodos
os
verdes
crescem
pôr fórma
qoe não deixam
nada a
desejar.
Calculàm
os
mais
entendidos
la
vradores
que
dentro
de
30
dias
haverá
hervagens
em
termos
de servirem
para
empalhar,
e
quando
as
houver
o
preço
do
gado
bovino
será
mais
elevado.
—Continúa
baixo
o
preço do gado
bo
vino.
A
procura é
escassa
porque
as
ali
mentações
são
poucas
e
caríssimas
por
conseguinte.
Por
aqui
jí
se
não
compra
um
carro
de palha
de
milho
por
menos
de
55000
e
de 55590,
chegando
as
pequenas
fachas
de
bandeiras
a
140 e a 150
rs.
—
Contiuúa
a
haver
falta
de fru;
tas,
e
as
poucas
que
apparecem
são
pagas por
bom
preço.
Agora,
para
atenuar
a
falta,
começa
a
haver
castanha,
que
é
esle an
no
graúda
e
boa,
sendo
só
para sentir
que
0 preço
seja
relativamenle
elevado,
pois
que
lem
sido
0
de
600
reis
0
alqueire.
—
No
Furadouro
e
na
Torreira
houve
abundancia
de sardinha
na
terça
feira
pró
xima.
Em
ambas
as
cosias
houve
lanços
de
I .OOO5OOO
e
mais.
Da
pesca da
Tor
reira
veio
alguma
para
esia
cidade
que
ob
teve
0
preço
de
253900
e
25350.
Nas
outras
costas
houve
lanços peque
nos
de
petinga
que
se
vendeu
por
400
rs.
o milheiro.
Na
quarta
feira e na
quinta
0
mar
foi
ruim.
Hontem,
porém,
poz-se
bom,
mas
le
vantou-se
vento norte
forte,
que
impediu
o
trabalho
em
quasi
todas as
costas.
Em
S.
Jacinlho
pôde
ir
uma
companha
ao
mar,
mas pouco
tirou.
—
Tem
estado
pouco
abundante
0
mer
cado
de
peixe, A
ria
tem
produzido limi-
tadamenle
sendo
por
isso
que
não
appa
recem
maiores
quantidades
no
mercado.
Os preços
são
por
isstf
relativamenle
eleva
dos.
—
Não
tem
havido
alteração
no
merca
do
de
sal.
A
pequena
exportação que se
tem
feito,
devida
ao
estado
do
mar,
tem
concorrido
para
este
estado que
não
é
li-
songeiro, visto
que
uma
grande
parte
da
população,
aqui,
vive
desta
industria.
1
—Na
Murtosa
acabam
de
fallecer
cinco
pessoas
envenenadas com
verdete
d
’
nma
caldeira
em
que
uma
farnilia
havia feito
ro
jões,
comendo
os
restantes
dias
depois
de
os
haverem
feito
e
conservado
no
taxo
de
cobre
em
que
os
haviam
feito.
BANCO
COMMERCIAL
DE
BRAGA.
Resumo
do
balanço
do
Rance
Commercial
de
Braga em
30
de
outubro de
1875.
Aetivo
Acções,
prestações
a
receber
215:4075500
Dinheiro em
caixa.
. . .
103029:5505
Letras
em
carteira.
.
. . 780:6275484
Empreslimo
sobre
penhores.
143:3055397
Gyntas
correntes
com
garan
tia.................................
.
1.100:680-5
’
00
Agentes
no
paiz
e
estrangeiro.
579:9365620
Titulos
,e
papeis
de
credite.
169:8235785
Diversos
devedores.
.
.
.
95.3805710
Despezas
dc
iostallaçào.
.
5:7725660
Moveis
e
utensílios.
.
.
.
1:9005924
Passivo
3.203:9645685
Capital................................. 1
000:0005000
Obrigações.......................... 1.338:1005910
Depositantes..........................
191:2935570
Agentes
no
paiz
e
estrangeiro
382:3625844
Diversos
credores.
Letras
em deposito.
Letras a
pagar.
Notas
em
circulação
Fundo
de
reserva.
Dividendos
a
pagar.
Ganhos
e
perdas.
.
26:6235165
.
13:5055885
.
62:9085731
.
113.0505000
.
48:0005000
6975000
.
27:4225580'
3.203:9645683
Braga
4
de
novembro
de
1875.
Os
Directores
Luiz
Anlonio
da
Costa
Braga.
Manoel
José
da
Costa
Guimaràesc
sociedade
anonyma
de
responsabi
lidade
LIMITADA
Resumo
do
Activo
e
Passivo
d'esle
Banco,
em
30
de
Outubro
de
1875.
Capital social
.... 1.200:0905000
Capital actual
(l.a
serie
imitlida)
.......................
600:0005090
Capital
realisado
.
.
.
.
292:4505'000
ACTIVO
Caixa,
existência,
em
metal
Accionistas
............................
Devedores
no
paiz e
es
trangeiro.......................
Leiras
descontadas,
tomadas
e
a
receber
...................
Empréstimos
sob penhor
.
»
com
hypolheca.
Créditos
com caução
.
.
Valores
íluctuantes
.
Effeitos
depositados
.
Despezas
de
installação
.
Moveis
e
utensílios.
.
.
.
Despezas
geraes
....
19:1565076
308:3905090
160
428-5534
129:8265860
62:5075035
6:0005090
77:1015745
51:8505445
82:5635300
2:8045435
6065955
2:3215153
903:5615838
PASSIVO
Capital..................................
Letras
em
depo
ito
.
.
.
Credores
no
paiz
e
estran
geiro
..................................
»
(Felleilos
deposita
dos
.
.
.
.
Depositos
a
praso
fixo
.
Depositos
á
ordem
.
.
.
Lucros
e
perdas
. .
.
.
600:0005000
4:6995350
110:0625810
82:3655300
49:4875591
46:0885825
10
6375762
903:5615838
Braga
e
Banco
Mercantil
30
de
outubro
de
1875.
Pelo
Banco
Mercantil
de
Braga
Os directores,
João
da
Costa
Palmeira.
José
Joaquim
Lopes
Cardoso.
SAÚDE
k
TODOS
sem
medicina,
pur
gantes
nem
despezas
com 0
uso
da
delicio
sa
farinha
de
saúde,
DL
BARRY
de
Londres.
annaa
dFàravairiave? sMceess©
3
Depois
das
adessiões
de
muitos
mé
dicos
e
de
vários
hospitaes,
ninguém
po
derá
duvidar
da
eflicacia
d
’
esta
deliciosa
farinha
de
saude
que cura
as
indigestões
(despepzias)
gaslrica,
gastralgia
,
fíegma,
arrotos,
ventos,
flatos,
amargôr
na
bocca,
pituitas,
nauseas,
vomitos,
irritação
intes
tinal, diarrea
,
dizenleria
,
cólicas,
tosse,
athsma,
falta
de respiração,
oppressão,
con
gestões,
mal
aos
nervos,
diabelhe,
debili
dade,
todas
as
desordens
no peito,
na
gar
ganta,
do
alilo,
das broncliiles,
da
bexi
ga,
do
íigado,
dos
rins,
dos
intestinos,
da
mucosa,
do cerebro
e
do
sangue.
75.000
curas entre as
quaes
contam-se
a
de
S.
S.
o
Papa,
do duque de
Pluskow,
da
ex
ma
snr.
a marqueza
de
Brehan,
dos
doutores
Manoel
Saenz
de
Jejada, da
Universidade
de
Cordova, etc.
etc.
Cura
72.448.
Cadiz
3
de
junho
de
1868
Não
posso
fazer menos
de
manifestar
a
vv.
s.as
os
bellos
resultados
que
obtive,
administrando
0
seu
chocolate
de
Revales-
ciére
á
minha
senhora.
Havia muitos an
nos
que
padecia iulensissimas dores
in
testinas,
e
insomnias
pertinazes
;
graças
a
este
surprshendente
especifico
ficou
com-
plelainenle
restabelecida.
Ficando
reconhe
cidos,
aproveito
esta
occasiào
para
demon
strar
a
consideração
com
a
qual
o
distin
gue
0
seu
attento
venerador
—
V
icente
M
oyano
.
Cura
69.7
18.
Ticheville
(Orne) 20
de
março
de 1867.
Achando-me
perfeitamenle
com
0
uso
que
íiz
durante
certo
lapso de
lempo
da
Bevalesciére,
tenho-a administrado
a
varias
pessoas,
ás
quaes
produziu
inestimáveis
eíleilos,
em
particular
modo n’aquelles
que
padeciam
de
hydropesia.
Tres
d
’
estes
cu
raram
complelamente.
—A tosse
produzida
por
uma constipação
desappareceu
instan
taneamente
e
lambem
produziu
os
mesmos
resultados
nas
moléstias
da
retenção
de
orina
e
das
moléstias de
estomago,
afas
tando
de
qualquer indivíduo
a
bypocon-
dria
P
adre
L
angevin
.
Seis
vezes mais
nutritiva
do
que
a
car
ne
sem esquentar,
economisa
cincoenía
vezes
o
seu preço em
remedios.
—
Preços
fixos
da
venda por
miudo
ern
toda
a
pe
nínsula
:
Em
caixas
de
folha
de lata,
de
i]t
kilo,
309
;
de
1
/^
kilo
800
rs
;
de
um
kilo.
15400
reis; de
2
4/
2 kilos, 35200
reis;
de 6 ki
los,
65IOO
reis,
e
de
12
kilos,
125000
reis.
Os
biscoitos
da
Bevalesciére
que
se
po
dem
comer
a
qualquer
hora,
vendem-se
era
caixas
a
800
e
15400
reis.
O
rcelhor
chocolate
para
a
saúde
é
a
Revalescièsre
cEBGS&IaSadla
|
ella
res-
titue
0
appettite,
digestão,
somno,
energia
as
carnes
duras
ás
pessoas,
e
ás
creanças
e
mais fracas,
e sustenta
dez
vezes
mais
que
a
carne,
e
que
0
chocolate
ordinário,
sem
esquentar.
Em
paus,
on
em
pó
em
caixas
de
folha
de
lata
de
10
chavenas,
SOóreis;
de
24
cháve
nas,
820
reis; de 48
chavenas,
;
de
120
chavenas,
35200
reis,
ou 25
reis
cada
ehavena.
kahky
©.
a—
pia-
ce
Vendõme,
26,
Pariz;
77
Regem Street
Londres
;
Valverde,
1,
Madrid.
Os
pharmac?ulicos,
droguistas,
mer-
cieiros,
etc.,
das
provincias
devem
diri
gir
os seus
pedidos ao
deposito
Centrai
;
snr.
Serzedello à
G.
a
Largo
do
Corpo
Santo
16,
Lisboa», (por
grosso
e
miudo)
;
Carlos
Barreto,
rua
do Lorelo,
28;
Bar
rai
&
Irmãos,
rua
Aurea,
12.
.1.
de
Sousa
Ferreira
á Irmão,
rua
da
Ba
nharia
77
;
de
Sequeira
;
J.
Pinto
;
Desí-
ré
Bahir
;
Coiiíaiibra, V.
Botelho
de
Vas
concellos
; Aveta-o, F.
E.
da
Luz
e
Costa,
pharm.
;
MarceRlo»,
Ramos, pharm.;
ISragn,
Pharmacia
Maia,
rua
dos Chãos,
Pipa
&
Irmão,
rua
do Souto,
Domingos
J.
V.
Machado, praça
Municipal.
Figueira,
Anlonio
Vieira,
pharm.;
Suimarãesí.
A.
J.
Pereira
Martins,
pharm.
;
P«na-
fícl,
Miranda,
pharm.
;
Ponte
do Lima,
A.
J.
Rodrigues
Barbosa,
pharm.
;
Po
vaa
do
Varzim,
P.
Machado
de
Oli
veira,
pharma.
;
Vianna
do
Caatello,
Aflonso
e
Barros,
droguistas;
Villa do
Conde, A. L.
Maia
Torres,
pharm.
AGMCiraTOS
D.
Maria
Angelina
Malheiro
Rangel
de
Magalhães,
e
seu
marido
Antonio
José
Pereira
de
Magalhães
Júnior,
veem
por
este
meio
prestar
0
seu
tributo
de
profun
do
reconhecimento
e
indelevel
gratidão a
to
‘
as
as
excellentissimas
senhoras
e se
nhores
que
por
diversos modos
os
pe
nhoraram
na
morte
e
enterro
de
seu
sau
doso
íiliiinho
que
no
dia
30
d
’
outubro
ul
timo
quiz
Deus
chamar
para
entre
os an
jos.
A iodas
as
pessoas
que,
por occasiào
do
falleeimento
de
nosso
presado
thio
e
cunhado
0
revd.
,n)
snr. José Maria
Rcbel-
io
da
Silva,
abbade
que
foi
de
Sequeira,
se
dignaram
cumprimentar-nos
e
assistir
na
R.
Capelia de
Santa
Cruz
aos
oflicios
funebres,
qoe
por
sua
alma
ali tiveram
lo
gar,
acompanhando
seu cadaver
ao
cemi
terio,
e
bem
assim
aos
revd.
08 snrs.
eccle-
si-sticos
que
tiveram
a
bondade
de
cele
brar
musa
e
assistir
aos
oflicios
por
obsé
quio,
a
todos agradecemos penhoradissi-
mos,
e
pedimos desculpa de
0
não
fazer
mos pessoalmente.
Braga
3
de
novembro da
1875.
D.
Maria Pulcheria da
Costa
Rebello
D
Maria
Julia da
Costa Rebello
D.
Maria
das
Dores
Rebello
da
Silva
D.
Francisca
Maria de
Faria
D.
Maria
Julia
Alves
Passos
D.
Anna
Maria
da
Conceição
Rebello
da
Silva.
Joaquim
M
ria da Costa Rebello
José
Anlonio
Rebello
da
Silva
Manoel
Teixeira
de
Sousa
Lage.
(2783)
Aforam-se
ou
vende-se
14
terrenos
com
30
palmos
de freme
e
170
p.
de
fundo,
ua
rua
Nova
da
Senhora
A
Biaoca.
Para
tratar,
á
rua
do
Conselheiio
Januario n.°
97,
com
seu
dono
Joào
Manoel
Pereira.
Braga 6
de
novembro
de
1875. (2782)
Banco
Commercial,
Agricola
e
Industrial
de
Villa Real.
SoeieilutdBnonyeBMa
c3e
rewjjons;»RjiSislusisj
Cianilada
A
Gerencia
annuncia
que
os
possuido
res
de
titulos
provisorios
de acções
d’
esle
Banco,
de
numero
superior
a
l:Ô01,
e
qoe
declararam
a
fórma
poique
deviam
ser
lhes
passadas
as
acções
definitivas, pódem
so-
iicitar
estas
nas
agencias
<io
Porto,
Bra
ga,
Vianna
do Casteliu
e
outras, e
mes
mo
na
séde
do
Banco,
entregando
por
es
sa
occasiào,
em
troca,
os
seus
titulos
p;o-
visorios.
O
dividendo
a
distribuir
no
proximo
aneiro
será
pago
só
aos
accionistas
qoe
apresentarem
as
acções
definitivas.
Os
accionistas
que nào
declararam
a
fórma
como
queriara
lhes
fossem
passadas
as
soas
acções,
recebei-as-hão
passadas
ao
portador,
para
0
que
devem
remetler os
seus
titulos
provisorios
á
séde
do
Banco,
onde,
em
praça,
lhes
serão
dados 0 cor-
responden
es
titulos
definitivus.
No
verso
dos
titulos
provisorios
os ac-
cionistas
passarão
recibo
dos
definitivos
que
lhes
forem
entiegues.
Banco
de
Villa Real,
3
de
novembro
de
1875.
Os gerentes,
Joaquim
José
d
’
Oliveira
Guimarães
Joào
Pinto
Ferreira
Agoslinho
José
da
Costa.
(2784)
Vende-se
na Povoa
de
Lanhoso
e
lo
gar
d
’
Arrifana
0
casal
denominado d
’
«Alem»
com
todas as
suas
pertenças,
livre
de
foro
ou penção.
Dirigir-se
ao
proprietário
ali,
ou
nos Chãos
de
Baixo,
n.°
6.
(2759)
João
Manoel
da
Silva
Guima
rães.—Rua do
Souto
n.°
43.
Compra
e
vende
Acções
de
todos
os
Bancos
e
Companhias,
Inscripções
de
As
sentamento
e
coupons.
(X»)
CASA
FELIZ
PORTO
NA QUINTA DE
RORIZ
1,3-RUA
DAS
FLORES-
1,3
PORTO
(
junto
à
egreja
da
misericórdia
)
COWPRA
E
V ENDE
Inscripções
de
assentamento
Eoteria
da
Santa Casa da Misericórdia de
Lisboa
1
-
RUA
DAS
FLORES
-
3
PRH1EIBA
E
ANTIGA
"
RORIZ
(
junta
Á
EGRAJA
da
misericórdia
)
SORTE GRANDE ■«>>» 5.000$000
JOSE
’
I.
FERREIRA
RORIZ
Exlracção
a
9
de
Novembro
FORNECEDOR
DA
CASA REAL
Ditas de coupons
DEPOSITO
CENTRAL, RIA DAS FLORES, 35 37 E 39
Ditas de divida externa
Titulos
hispanhoes internos
&
O
proprietário
annuncia
aos
seus
freguezes,
e
ao
publico,
qoe
em
todo
o
sabão
fabricado
na
soa
fabri-
Jt
ca,
e
que
na mesma
se
vender, ou
no
Deposito
Cen-
&
trai,
se
fará
o desconto
de 6
por
cento
sobre
os
pre-
Ços
estabelecidos,
de
uma caixa
para
cima.
Satisfaz-se
$
coo)
promptidão
qualquer
pedido
que
seja
feito
do
di-
rô
to
genero,
tanto
d
’esta cidade como
das
províncias
e
«
se
garante
a
sua
boa
qualidade.
Ditos externos
Coupons
dos
ditos já vencidos.
so-
Sacca,
toma leiras
e
dá
carias
de
credito
bre
Lisboa
e
diversas
praças
estrangeiras,
e
se
encar
rega
de
compra
e
venda
de
titulos
de
divida
publica
nas
mesmas
praças.
JOSÊ
IGNACIO
FERREIRA RORIZ
AFIANÇADO
NO GOVERNO CIVIL DO PORTO,
NA CONFOR
MIDADE DO EDITAL
DE 28
DE JULHO DE 1860
Tem
á
venda
no seu estabelecimento
bilhetes
intei
ros a
55000
rs.
—
Meios
ditos,
a
2$600—
Quartos,
a
1^300
—
Oitavos,
a 680
—
Cautellas
de
500,
250
e
13!)
rs.
0
mesmo
satisfaz
com
promptidão
todas
e
quaesquer
encommendas
que
lhe
sejam feitas
das
províncias,
ain-
da
que
sejam
em
grande
quantidade,
e
vindo
acompa-
nhadas
do
seu
importe em
vales
dos
correio
;
e
no
fim
da
exlracção remelie
a
lista
dos
prémios
aos
seus
freguezes,
mas
quando
a
oão
recebam
em
tempo com-
petente
terão
a
bondade
de
a
requisitar.
(Y
*
)
I
I
José
Antonio Monteiro, direclo
senhor
<lo
carro
que
sae
do escriplorio
do
snr.
Ribeiro
Braga
para Ponte
do
Lima
e Vian
na
ás
8
horas
da
manhã,
faz
publico
que
desde
o
dia
10
do
corrente
muda
o
seu
escriplorio
para casa
do
Arranjadinbo,
de
onde
fica
sahindo
de
sociedade
com
José
Antonio
Marques,
que
d
’este
escriplorio
sae
para
Ponte
do
Lima
e
Vianna
ás
2
horas da tarde
e
que
desde
o
dia
10
do
corrente
incluzivè
fica
sahindo
de
Braga
á
1
hora
da
tarde,
chega
a
Ponte
ás
5,
sae
de
Ponte
para
Vianna
ás
6
horas
da
manha,
chega
a
Vianna
ás
9.
Volta,
sae de
Vianna
ás
7
horas
da
manhã,
chega a
Ponte
ás
10.
sae
ás
11,
e
chega
a
Braga
ás 4
da
tarde.
Para
que
os
snrs.
passageiros
possam seguir
no
com
boio
da
tarde
para
o
Porto;
não
lem
de
mora
no
caminho.
Escriptorios
em
Ponte
do Lima
em
casa
<lo
snr.
José
Antonio
Sequeiros,
e
em
Vian
na
em
casa
do snr.
Bento Pepino.
Preços
;
Braga
a
Prado
e
vice-versa
120
rs.
—
Freiriz
e
vice-versa
210
rs.
—
Braga aos Corvos,
dentro
360,
fóra
300
rs.
e
vice-versa.
De
Braga
a
Ponte,
dentro
500,
fóra
400
rs.
De
Braga
a Vianna,
dentro
800,
fóra
700
rs.
Braga
8
de
Novembro
de
1875.
O gerente,
Francisco
Pereira
Leite
e
Castro.
(2785)
Jubileu
do
anno
Santo
A
Mesa
administrativa
da
Real
Irman
dade da
Misericórdia
d
’
esta
cidade,
resol
veu
fazer
procissioualmeole
a
visita do
Ju-
b
leu
do
anuo
santo,
como
determina
a
Exortação
Pastoral
de
S. Exc.
a
Rev.
ma
o
Snr.
Arcebispo
Coadjuctor,
de
13 de
Maio
do
corrente anno,
nos
dias
12
13 e
14
do
presente
mez;
roga
portanto a
todos
os
stus
confrades,
que
quiserem
alcançar
o
dito
jubileu,
a
reunirem-se
na
egreja
da
Misericórdia
nos
indicados dias
desde
as
2
e
meia
ás
3
da
tarde,
para
o
que
have
rá
confessores
na
mesma
egreja
e nos
mes
mos
dias.
Braga
3
de
novembro
de 1875.
O
provedor
Manoel
Juslino
Marques
Murta.
 IfUBI
mfflllA
Vende-se
os
bens
de
Louredo,
e
con-
trata-se
com
o
padre
Estevão
Gomes
Car
doso
da
freguezia d
’
Avella.
ÉDITOS
DE 30 DIAS
Pelo
juiz de
direito
d
’
esta
comarca
de
Braga
e
cartorio
do
escrivão
Antonio
Car
los
d’
Araujo
Moita,
correm
éditos
de
30
dias
a
contar
de
18
d
’outubro
do
corren
te
anno,
a
citar
toda e qualquer pessoa
incerta
que
se
julgar
com
direito
e
acção
á
herança
ou
espolio
que
ficou
do
finado
João
Ribeiro
Soares,
morador
que
foi
no
campo de
Sanl’
Anna
da
cidade
de
Braga
e
em
especial
ás inscripções
da
Junta
de
credito
pubíico
portuguez,
e
seus
joros
ou
dividendos
e
não
pagos;
cujas
inscrip
ções
são
cada
uma
no
valor
nominal
de
1:0005000
reis
e
com
os
numeros
31535
—
42356
—
47758
—53729
e
116457
e
mais
uma
outra
dita
do
valor
nominal
de
cem
mil
reis com
o
numero
80268;
por
isso
toda
e
qualquer
pessoa
que se
julgar
com
direito
á
dita
herança
ou
espolio
—
e
ios-
cripções,
deduza
todo
seu direito
e
acção
ua
2.a
audiência que
lhes hade
ser
assig-
nada
na
segunda
dita
posterior
aos
eoitos,
penoa
de
revelia e
lançamento.
A referida citação
é
requerida
por
Fran
cisco
José
Ribeiro,
solteiro,
negociante
e
morador
que
foi
na
rua
de
D.
Pedro
da
cidade
de
Lisboa,
para
se
habilitar
como
unico
e
universal herdeiro
do
dito
finado
seu
irmão.
O
solicitador,
(2777)
Paulino
Evarislo
da Rocha.
Banco
Agrícola
Commercial e In
dustrial
de
Ponte
do
Lima
Soeiedade
anonyma
de
reopongabilidade limitada
A
direcção
d
’
esle Banco,
de
accordo
com
o
arligo
7.°
dos seus
Estatutos, con
vida
os
snrs.
accionistas
a
fazerem
a
2.a
entrada
de
10 p.
c. ou
55000
reis
por
ac
ção,
nos
dias
5 a
10
do
proximo
mez de
novembro,
em
Ponte
do
Lima
na
séde
do Banco,
no
Porto
em casa
do
snr.
Pe
dro
Ferreira
de
Macedo Basto e em
Bra
ga
na
do
snr.
Antonio
José
Pereira.
Ponte
do
Lima
25
de outubro
de
1875.
Os directores,
Joaquim
Gerardo
Alvares
Vieira
Lisboa
José
Mana
Torres
Machado
Narciso
Alves
da
Cunha.
(2771)
BANCO
MERCANTIL
DE ERAGA
Sociedade
anonyma
de
responsabilidade limitada
Previnem-se
os
poucos
snrs.
accionis
tas d’
esle
Banco,
possuidores
d
’acções
com
o
desembolso
apenas
da
ratificação
de
que
lhe serão cassadas,
não
tendo
entrado
com
a
importância
da
primeira
prestação e
ju
ros
respeclivos
até
ao
dia
15
de novem
bro
proximo, em
conformidade
com
as
disposições do
artigo
17
e
seus §§
dos
Estatutos,
pela
execução
do
qual
a
Direc
ção é a
unica
e
immediatamenle responsá
vel
para
o
Banco,
como
mandaria
d’
esle;
e
que
portanto
fará
cumprir
na
sua in
tegra.
Pode-se
eílectuar
o
referido
pagamen
to
nos
seguintes
locaes.
Em
Braga,
no
edifício
do
Banco,
rua
Nova
de Sousa
n.°
19.
No
Porlo,
na
Agen
cia,
praça
de
D.
Pedro
n.°
22.
Braga
e
Banco Mercantil
26
d
’
oubro
1875.
Pelo
Banco
Mercantil
de
Braga
Os
directores
(2766)
(138)
José
Joaquim
Lopes
Cardoso
João
da
Costa
Palmeira
Jo>é Anlonio
Rebello
da
Silva.
i
HOUB
AI
I
rua
de
s
.
MARCOS, N.° 5
Vende
papeis
pinta
dos
para
guarnecer
sallas,
lindíssimos
gostos,
a
prin
cipiar
em
80
reis
a
peça.
Vende
olio,
tintas
e
vernizes
para
pinturas
de
casas,
tudo
de
boa
quali-
dade.e
preços
muito
resu
midos.
s
Vende
cimento
roma-
no
para vedar aguas,
ges-
so
para
estuques
de
ca- M
sas,
tudo
de
primeira
qua-
lidade.
(Z
*
)
i
Na
egreja
do
hospital
de
S.
Marcos
pe
las
11 horas
da
manhã
do
proximo
dia
11
a
direcção
do
asylo
de
D. Pedro
V,
suffraga
com
uma
missa
a
alma do
sem
pre
chorado
e
excelso monarcha
que
honra
com
o
seu
venerando
nome
o
titu
lo
d’
este
pio
estabelecimento,
assistindo
áquelle
incruento
sacrifício a
mesma
di
recção
e
todos
os
asylados.
O
secretario
da
Direcção
(2780)
Anlonio
José
de
Magalhães
Júnior.
Companhia
Edificadora e
In
dus
trial
Bracarense.
A
direcção
d
’
esta
companhia
faz
pu
blico
que
em
conformidade
do
disposto no
artigo
3.° §
6.°
do
respeclivo
regulamen
to,
abriu o
seu
escriplorio
no
campo
de
SanfAnna
n.°
71
D, 2.°
andar
aonde
se
dão
consultas
relativas
a
industria
parti
cular,
desde
as
10
horas
da
manhã
alé
ás
3 da
tarde
nos
dias
oão sanctiíícados.
Encarrega-se
esta
direcção
de
lodos
os trabalhos
relativos
a
projectos construc-
ções
em
geral,
como
irrigações,
drena
gens, architeclura, levantamento
de
plan
tas,
estradas,
caminhos
de lerro,
consume-
ção
de
rodas
hydraulicas,
e
tudo
quanto
diz
respeito a
obras hydraulicas,
machi-
nas
de
vapor
etc.
A
direcção
proporcionará
garantias
se
guras,
e
preços
mais
cornmodos
para
a
confecção
dos
respeclivos
projectos,
direc
ção
e
execução
de
obra»,
apresentando
a
competente
tabella
de preços, ou
fa
seado
os
ajustes
mais
modicos
e
compa
tíveis com
os
íios
a
que
se
propõe.
Os
directores
Fernando
Castiço.
José
Alves de
Moura.
Francisco
da
Silva
Araújo.
(2747)
PEIXE
D
’
ESCABECHE
Pescada,
Congro,
Linguado
e
Sardi
nha.
Vende-se
no
largo de
N.
Senhora
A
Branca
n.°
4
e 5.
Aluga-se
um
loja
com
armação
pinta
da
de
novo,
ou
vendem
se
as
estantes.
Trata-se
no
largo
de
N.
Senhora
A
Branca,
n.° 4.
(2776)
CâTACUMBÂS
Tendo
a
Mesa
da
Santa
Casa
da
Mi
sericórdia,
d
’
esla
cidade,
deliberado
prin
cipiar a
demolição
das
catacumbas
exis
tentes
no
eemiterio dos
Despresos
no
dia
29
do
proximo
mez
de
novembro,
convi
da
por
isso
de
novamenle
os parentes
ou
amigos
dos
finados,
que
foram
tempora
riamente
depositados
nas
mesmas,
para
virem,
querendo,
até
esse
dia
tomar
con
ta
das
respeclivas
ossadas.
Braga
25
d
’
outubro
de 1875.
(2767)
O
provedor
(139)
Manoel
Juslino
Marques
Murta.
ALMEIDA
&
PEREIRA
Largo
do
Barão
de
S.
Martinho
n.° 18
Compram
e
vendem
acções
de
todos
os bancos
e
companhias,
e
inscripções
d
*
assentamento
e
coupons.
(I)
BRAGA:
TYP
íi
GRAPHIA
LUSITANA —
1875. - É o formato de
-
comerciominho_09111875_418.pdf
Parte de Comércio do Minho (O)