comerciominho_07121875_430.xml
- conteúdo
-
SL»
MCz^-S
Sá
ÁS TERÇAS,
QUINTAS
E
SABBADOS.
P
reços
:
Braga,
anno
1$600
rs.=Seinestre
850
rs.=»Protnn-
cias,
anno
2&400 rs
e
sendo
duas
4^000 rs.=
“
Semestre
1&250
rs.
—Brazil,
anno
4&400 rs.=Se
mestre
2&300
rs.
moeda
forte,
oul0$000
reis
e
5&500
reis
moeda
fraca.—
Annuncios
por
linha
20
rs.,
repetição
10
rs.
Para
os
assignantes
?0
3
/
8
d’
abalimento.
Assigna-see
vende-se
no
escriptorio
do
eoitor
k
proprietário
José
Maria
Dias
da
Cosia,
rua
Nova
n.’
3
E,
para
onde
deve
ser
dirigida
todas
correspondência
franca
de porte.= As
asst-
gnaturas
são
pagas
idiantadas;
assim
coíbo
as correspondên
cias
de
Interesse
particular. Folha
avulso 10
rs.
BRAGA—
TERÇA-FEIRA 1 S5E
BEZE1WBH4»
O
iíchíõí
*
m
velhas e
quesiõe» novas
EI
O
«Jornal
do
Commercio»,
entre
os
jornaes
portuguezes
é
talvez o
cusis
ím
pio,
o
mais
desaforado
e
desbragado
qoe
eu
conheço
(1);
e isto
não
de h«>je
ou
da
fiootem,
mas desde
ha
muitos annos.
No
entanto,
apesar
disso,
ou
talvez
por
isso
mesmo, já
sairam
de
sua
redac
ção
varios
ministros
da
dinastia liberal
!
Latino
Coelho
e
Mendes
Leal
n'aquella
espelunca
se
prepararam e d
’
aquella
espe
lunca
saíram
para
junto
do
throoo
em
que
se
senta
um
rei que. reina
e
não
go
verna,
para
sobraçarem
as
pastas..
.. gover
nando
ou
ames
desgovernando
esla
nação
idfeliz.
O
como
c
o
E
que
maneira arran
jaram
a
coisa,
niog
um
o
ignora.
Os
ac-
luaes
redaclores
lambem
t-e
preparam,
se
guindo
o
mesmo
caminho da
impiedade
es
túpida,
do cinismo desbragado,
e...
nào
di
rei
mais; o
snr. Palh»
do
lheatro
de
D.
Maria
e
o
snr.
C.
T.
que
digam
o
reslo.
(2)
Mas
continuemos
a
ler:
a
Hão de
rcpeiir-se
as
scenas
de 1834;
ainda
ha
que
demolir,
e
Deu
*
sabe
se
o
púlpito,
convertido
hoja
em
tribuna
polí
tica,
será
arrasado,
para
que
mais
o
não
profanem
cs
Serranos,
os
Pancadas
e
ou-
iros
energúmenos
de sotaina.»
(sic)
Deve
notar-se
que
isto
foi
escripto
de
pois
de
já saberem
os commercieiros
que
negras
calumnias
eram
as suas
prineipaes
aílirmações
contra
o
revd.
0
Pancada,
segun
do leio
no
«Bem
Publico»
e
iToutrcs
jornaes
religiosos.
que
feiizmenle
ainda
tem
por
aqui mais a.-signáturas
do
que
os
jornaes
(1)
Será
por
isso
qoe
o
iticom
preheu-
sivel
«Cooiinforjceiise»
lhe chama
n;
t
dos
mais
auci^nsad
js
»
?
!..
(N.
da
redacção)
(2)
Refraencia
provável a<> caso de Be-
neventano.
De
relogios
e
salpicões
ou
coi
sa
similhanlc,
lambem
fallou ha
pouco
o
«Cath^lico>,
semariario de
Lisboa;
e
o
ca
so é
que
fez
abaixir
o
tom
por alguns
dias.
(N.
da
red.)
impios
(3) qoe
sáo
por
desgraça
a
maio
ria
do«
actualmente
publicados
n
’
esse
rei
no
fidelíssimo.
Quanto
a arrasamento
de
púlpitos, etc.
não
fallemos
mais
nisso, ó
gordos
com
mercieiros, qoe
vireis
em
palacios,
e
abor
receis
os
petroleiros.
Depois
da
graça
de
Deus,
o
de que
mais
precisaes,
é
de
juizo.
Cada
«»z
mais
me
convenço
d
’
essa
verdade indiscutível.
Dizeis
>ioda
:
«A cada hora,
a
cada instante,
-e
lem
brem
os
nossos
inimigos
de
que
seremos
lodo
*
implucareis, se
elles
ousarem
atteu
tar
contra
as
liberlad
s
publicas (liberda
des para
os
maçõ
‘
S.
que
c<»nesposdem
*
despotismo
para
o*
profanos
; e
que
se
na
religião
buscam
o
»eu
apoi
,
a religião
carece
de
profundíssima reforma,
e
essa
re
forma será
feita
como
compiem^nio
da
quo
se
realisou
em 183
í
»
Mala-moros
!
De
ameaças
nào
soi»
es
cassos,
bem
o
sabemos.
Mas devera»!
nao
chamaríeis
de
fóra
quem
»■<»
ajudasse na
empreza?
Nã
tem
-i
esse
o
cos
tura
*
.
Já
vos não
lembraes d-
Parke
*
,
'le
Rodil,
nem
sequer
de
Co-ch
>
?
Agora
pelo
que
h»c»
á
religião
carecer
de
reforma,
lambem já
rsqu»ce-m-s
o
que
mil
vezes
haveis
affirm-<<o
de
que
a
v.-ssa
questão
não
é
com
a
religião
mas
sim
com
os
padres
?
que
»
religião é
por
vós
acal
•
da
e
respeitada
?
que
eli»
em
si é
muito
boa
e
muilo
»ania,
mas
que
o» pa tres
etc.
?...
Quando
é
que
filhis
verdade
e
quanto
mentis
?
Confessae que mais
depressa
se
apanha
um
mentiroso
do
que
um
coxo.
(3)
Cui>a
a
imiiavel
por
ce
to,
e
que
talvez
se
não
-
verifique
em
muitas
outras
povoações,
aio
ia
me»
oo
do
cootiueute.
Aprendam
os
caihoucos
ubíus,—>unão
coisi
peor
—, inimigo»
de
$i
m
sinos,
pois
fornecem
armas
e auxílios
a<
s
que
hosti-
lisam
satanicamenie
a
sua
fe
e preparam
á
patria
querida
dias
de
horroí,
de ludo
com
a
preversào
de todos
os
verdadeiros
princípios
sociaes,
políticos
e
religiosos.
Depois
queixem-se
e
alem
as
mãos na
ca
beça!
Não
dirão
que não foram
avisados
a
lômpo.
(N
da
red.)
Coxos
não
sois
vós
;
pelo
contrario
ten
des
boas pernas
E
deveis
lel-as
;
pois
quem
insulta
os'
vencidos, quem
faz
ameaças apontando
para
o
livre
punhal
de
31
(«hão
de
repetir-se
as
scenas de
1834
*
—
«seremos implacáveis»
etc.)
sem
a
menor sombra
de
provocação,
é
por
força,
é
necessariamente um
gran
de
cobarde,
—
um
homem
promplo
a
fugir
ao
primeirc
signal
de
perigo
Se
algum
dia
—
quod Deus
averlal
!
—
em o
nosso
qu-rido
Portugal
forem
arra
sados
os
púlpitos
por instigações litterario-
coinmercieiras,
é
provável
que
n
’
es»e
mes
mo
dia,
ou
no
seguinte
quando
muito,
se
jam incendiados
os
pahcios
(quem
sabe
se
os
de
Belbeder
serão
os
primeiros
ou
se
os
nllimos?),
—
então,
se
fordes vivos,
ami-
g«s
redaclores
do
«Commercio do
Minho»,
pergumae
pelo
que
lerá
sido
leito dos
va
lentes redaciore»
do
«Jornal
do
Commercio»,
de
Lisboa.
Se
opporinnamente
nào
tiverem
dado
ás
trancas
ou
ás
de
Villa
Diogo,
bem
pó
le
sar
que
Unham
cahido
in
foveam quam
fecerunt.
Não
c
i<s>
por
certo
que
lhes
desejo:
e tanto
assim,
que,
mesmo
aqui
de
longe
os
aviso
d->
mau
caminho
ern
que
os
ve
jo
rneltidjs
e
do
pruxime
fim
que
os
es
pera
(bem
cotão
a
todos
quantos
os
se
guem
more pecudum)
se
não
arripiam car
reira.
Vosso,
eic.
J.
A.
do
Couto.
'«i
rw» «w»
o
,
A’lerta, Pastores
d’
Iarael !
N
’
i)ma
carta
de Coimbra
lêmos:
«Isto
por
aqui
está
oplimo. Vae no
caminho
do
progresso...
maçonico.
O
Ir.
*
.
Asclepiades
prometteu
uma
mi
tra
a
Fulano...
Abula
ha
poucos
dias
re
peliu a
promessa.
Veremos
depois
do
ser
mão
na
festo
-
mala-frades
se
se
faz
al
guma
tentativa
I
Mais
cedo
ou
mais
tar
de
bade-se
lazer
por
certo.
Cicrano,
outro
aspirante
ao
báculo,
dança
perfeilamenie
;
e
0
rijo
de
artelhos.
Meia
hora
sem
dançar
nào
é
pouco
para
quem
já
pentea
cabelios
griralhos.
Que
padre
1
E
’
liberal,
e
basta. Pediu
segre
do...
é
verdade,
tnaa
a
mulheres!
Haverá
maior
palerma ? E
graças
a
Deus
que
uão
seja
mais
esperto.
Se
mesmo
assim
já
tem
engrolado tanta geme
boa
!
Não
lhe
laltára
uma aduela
<?
ter-nos-ia
engrolado
a
todos.
O
!«.
*
.
Oito
conlinúa
ás
unhadas
com
o
Ir.-.
Carvalho
do
«Cooimbricense»
—
o
desmancha-prazeres
da
irmandade
n’
esta
terra
—;
mas
agora
a
maior
pane
da
rou
pa
suja
lava-se
em
familia ;
quero
dizer
não
»e expõe
ás
vi-las
do
publico ou
dos
profanos.
Parece
que
baixaram
ordens
do alto,
—
og
antes que
subiiam
do
baixo
(da
loja
Gr
•.
Or.
*
.)
E
’
uma
suppcsição
minha,
ao
notar
certas
reservas
que
nin
guém
esperava,
no
bacharel
Cunha
(Otto),
etn Asclepiades
(dr.
Lourenço),
etc.
De
reslo,
os
Ur.
*
.,
lamo
aqui
como
em
Lisboa e
n
’
outras
parte
*
andam
á
calanada,
e
é
golpe de
criar
bicho !
Tereis
visto
no
«Paiz»
as cartas
de
Cuulia
B<-!em,
Ir.',
venerável,
ao
venerável 1>\-.
En
es;
e
as
d
’
esie
aquelle.
Tu
ío
é
edificante
em
summo
grau.
Teremos
duelo?
Era
o que
faltava
!
Espero
que não.
Prudência
e
fra
ternidade
!
N
’algumas
cathedras
continuam as
ma
caquices
dos
macaqueiros.
O
positivismo
recuou
ha
mezes,
mas
par.) fazer salto.
As
cutiladas,
um
pouco
aerias,
por
va
rias
rasões...,
de quem
o
a
cunhou
de
«fa
risaico», fizeram-lhe
pouca mossa
—
crêde-
me
;
e
os homens da
idea
nova
traba
lham com
bastante
fructo
por
desgraça,
e
cada
vez
com
mais
alfinco, embora
com
um poucochinho
de
mais
caulella.
Não
vos
fallo
das
investidas
contra
a
'
Egreja
e
alé
contra
o
Chtisiianismo
em
geral.
Os
mais
hipócritas
só
faliam
do
ullramonlanismo. E
são
lentes n’
um
paiz
catholico
estes
homens,
e
juraram
defen
der
a
Religião
Catholica
Apostólica
Ro
mana
e
até
o
dogma
da
Imoiaculada
Con
ceição,
alguns
d’
elles,
quando
ainda não
era
deífinido
!
Depois
eu>
ht
m
as
bochechas
com a
sua
probidade,
dignidade,
liberda-
dade e
in
h
pendencia
M
ipoulka
(!?)!
A
;>r".
<>sn<-
:
qu
odo
b
enios
nós
al-
gthíM
um
v<
r< d
t
livre,
cu
vo já
as
tem
nossos
bu.a »,
os calhdicus,
nos
Estados-
Unido»,
im
Bélgica f
na
França
?
Quem
dera!
M
- se
o*
nossos liberaes
odeain
de
luoiie
>
liberdade,
corno
hao
de
con-
A»
CONCEIÇÃO
DE MARIA.
Ave,
Maria,
ião bella,
Casia
pomba
d
’
israel
Que
da vida
em
mar de
fél
Brilhas,
propicia
eslrella;
Que
nas
horas
da
procella,
Como purio salvador,
Estendes cerúleo
manto
Que
vela
os
seios
á dor,
Que
aos
olhos
e-»xuga
o
pranto.
Ave,
Maria,
formosa
Assuceua
de
Jessè
;
Mais
linda
e
pura
não
é
A
mais pura
e
linda
rosa
;
Ave,
Maria,
és
mimosa,
Como
alvutada
sem
veu;
E
’
s
mais
viva
em
teu» fulgores,
Que
o
viva
faetio
do
ceu,
Que
o
rei
da
luz
e
das
côres.
Tu
és
dos
anjos
Rainha,
Lyrio branco
de
Judá;
Em
li
a
sombra
não
ha,
Da
culpa que
a
todo»
vinha
:
Tu
ficaste
innoceutinha
Sobre
o
peccado
faial,
Como n
’
agui
amortecida
Fica
a
viúleta
du
vai,
Dhncaula
mào
lá
caída.
Sem
mancha leu
ser
gerado
Foi
no
seio
de
tua
ma<
,
Veiu
dos
ceus,
como
vem
A
’
terra
ura
anjo
mandado;
Calcando
aos
pés
o
peccado,
Tu
dos
lábios do
Senhor
Choveste
na
peccadora,
Como
o
orvalho
em
pubre
flor
Chove
dos olhos da
aurora.
Maria,
cheia de
graça
Deus
em
ti
quebrou
a»
leis,
D
’
onde alé
nascem
os
reis,
D
’
onde
nasce
a
humana
raça
;
£
roto
o
grilhão
que
enlaça
Enlre
si,
sempre
liei,
Na
origem
a
humanidade.
Em
ii
creou-se
o annel,
Que
a
nós prende
a
divindade.
Trouxeste
já
parle
d
’
elia
Ern
ieu
nascer
singular,
Fulgura
em
li,
qual
no
mar
A
superficie,
uma
eslrella
;
Uh
I quem gosasse de vel-a
Na
tua face
a
luzir
!
Quem visse
tal
formosura,
Fulgido
n’urn só
fulgir,
Cresdor e
creatura
!
Maria! Deus
é
comligo,
Comuosco
lambem
serás;
Filha
e
mãe,
qual
és
não
vás
Deixar
lilhus
«cm
abrigo.
Ná<»
deixas;
teu
seio
amigo
E'
fonte
aberia ao
christào
;
Inda
mau
ao
lusitano,
Seguidor
da
Conceição,
Por
ser
creme
puritano.
Aquelle
rei,
que
estrangeira
Mao
de
Casiella
expelliu,
A
conceição
erigiu
De
Portugal
padroeira
;
Das
devoções
a
primeira
e
Ficou
no
sangue
real,
E
o
povo
que
os
r^is
seguia,
Fez escravo
Portuga!
Da
Conceição
de
Maria.
Escravo
por
gosto
é
doce,
Por
crença
não
cusia
crer;
Que,
sem a
Egreja
o
diser,
Quiz
Portugal
que assim
fosse;
'Nesia
crença
tomou posse,
Maria,
era
leu coração
Pou,
qual
da
luz vivem
côres
E
d
’
ar
vive
a
creação,
Vivem
amores d’amores.
Portugal
quiz
adorar-te,
Em
toda
a
pompa
do
veu
Qoe
envolve
occulto
no
ceu
O
mysterio
de
crearte-
;
Fez
a
sciencia
jurar-te,
O mysterio
jurar
fez,
Poz-lh
’
<>
no
peito
e
uo
labio
E
do
dogma
porluguez
Fez
defensor
cada
sabio.
Ave, Maria, que
és
nossa
Padroeira,
e crença,
e
mãe!
Portugal
outra
não
tem,
Mais
bella
nem
que
mais
possa;
Nao
quer
outra
a
humilde
choça,
Nem
o
palacio
real
;
E’
s
nossa, do
rei,
do
povo,
E’
s
de
todo
c
Poriug.J,
Do
apligo,
sel-o-has
do
novo?
Oh
!
que
sim,
e
só comligo
Ha
de
o
teu
reino
voltar,
Outra
vez
a
campear.
Livre
do
pó
do
jazigo
;
Farás Portugal
antigo
A
um teu
aceno
surgir,
Que
a
um aceno
leu,
Senhora,
Ha
de
'numa
hora
florir
O
triste
reino
d
’agora.
J.
DE LEMOS.
(Cancioneiro)
KuM
sealil-o?
Só
querem
a
licença
para
a
im
piedade, o
perjúrio,
a
devassidão !
Fallar-lhes
ni
Uberdade
da
Egreja é
eoíurecel-os.
E
com
eíleito
se
elia
losse
h«re
como
haviam
de
realisar
o
grande
tim
maçonico? e
para
isso
como
haviam
de
empregar
o
grande
meio, de
perverter
o
clero tendo
muitos
de
seus
membro»
«fechados
na
mão»?
Deus
nos
scudi...
Mas
trabalhemos,
em
a;rançar
mascaras
sobre todo.
homens,
entre
estes
1
i officiaes,
no com
bate
do
dia
24. No
dia
25,
o
combate
durou
7
horas,
e
as tropas
liberaes
soflre-
rarn
de
novo
perdas
con»i(leraveÍ8.
Estas
estão
agora
ao
norte
de
Pamplona.
—
O
«Quartel
Real»
confirma
a
noti
cia
do
desembarque
operado
no
dia
26,
no
poito
carlista
de Motrico,
de
dois
ca
nhões,
ires milhões
de
cantinhos,
cem
mil
libras
de
polvora
e
cincoenla
mil
de
►alitre.
Amigo
e
snr. redaclor da
«
Palavra».
O
n.°
999
do
seu
jornal
dá
noticia
ao
publico
do
infame
assassinato
do principe
Gabriel
AIlamy
Effendi,
perpetrado
por
tro
pas affunsinas.
Para
qne
bem se
saiba
quem
são
os
barbaros
que
em
Hispanha
estão
dando
uiu espectaculo repugnante
á
Europa
ci-
vilisada.
vamos
reproduzir
outro facto
ana-
logo
que
acibmjos
de
ler
em
um
periódi
co
estrangeiro.
«Um
outro
condotliere
carlista,
o
va
loroso general
Jacmtho
de
Peiols,
havia
sido capuão
do
districto
de
Puigcerdá
e
governador
de
Ripoll.
Passado
lambem
á
inactividade,
vivia tranquillu em
Campro-
don,
ciia
le
oeulralisada
em
virtude
de
um tratado
celebrado entre
Saballs
e
Mar
tinez
Campos.
Alas
este,
em
meado
de
outubro,
rom
peu
o
traetado
e
encaminhou-se
para
Gam-
prodoti, depois
de
se haver
apoderado
de
Olot
e
da
artilheria
e
munições
alli
aban
donadas
pelos
carlistas.
Pedra
I»
quiz
refugi a
r-se
em
Florença,
e
eslava já
a
1:509 metros
além
da
fron
teira
hispauúvla,
tomando,
algum
descan-
ço,
quando
alli
se apresentam, com
'ma
nifesta
\
imolação
do
lerrilorio
fraucez, a
a
17 de
outubro,
sete
cava
larias
affon-
siuas
da
brigada
Ghacon,
que se lançam
sobre
o
infeliz,
e
com
alguns
tiros
disparados
á
queima
roupa
o
estendera
morto
em
ter
ra
; depois reiiram-se
a
toda
a
brida.
Uma
car
a
de
Carrnen
Pedrals,
íilho
do
assassinado
general,
pubiicada no
jornal
liberal
o
«Russilhãc»
de
Perpinham,
em
data
de
21
de outubro,
divulgou
todos
os
promeuores
du
covarde
assassínio,
citan
do
em
abono
da
sua
veracidade
as
au-
cioridades
civis
e
militares
francezas,
bem
como
numerosas
leslimunhas.»
E
é
ein
presença
de
factos d’
esta
or
dem
que
Martinez
Campos
lera
a
audacia
de
expedir
(
»ara
o
governo
de
Madrid
leiegrammas
como
aquelle
a
que v.
al-
hide
no
supracitado
numero
do
seu
jor
na
1
1
1
()
caso
presta-se
a
frisantes
observa
ções,
a
qoe
todavia
me
abstenho
de fazer
aqui,
porque
respeito
a
Índole
e
o
pro-
graiijina
da
«Palavra
*
.
Eitbeiatilo
espero
roerecer-lhe o favor
>.le publicar estas
linhas,
pelo
que
se
con
fessará muilo grato
o
De
v.
S. C.
30
de
v
novembro
de
75.
Amigo e
collaborador
D.
Miguel Solto
-Mayor.
(Da
Palavra).
REVISTA
SmAHGSIBA
H «Hparataa.
O
«Quartel
Real»
de
27 publica
o
se
guinte
despacho
:
Durango
25,
ás
2
h.
e
53
m. di
taide.
U
iuiinigo
abandonou
a
sua
linln
de
Lumbier,
em
seguida
Domeno
aié
R
po-
das,
e
tomou
o
caminho de
Montreal
a
Pamplona.
N
’esla
praça
estão
reunidas
to
das
as
forças
do
primeiro
corpo
inimigo
e
mais
duas brigadas
vindas de Logrono.
Honlem pela
manhã
todas
estas
forças
tentaram
envolver
os
nossos
batalhões
que
guardam
as
.estradas
do
Baztan
e
de
Zu-
bir.
:; porém
a
ehêaada
do
chefe
(Testado
maior
com
algumas lô'ças
destruiu
os
pianos
de
Quesada.
O
inimigo
atacou do
lado
de
Soraureo
com
30:000
homens
;
porém
elle
não
pou-
de
avançar
sequer
um
passo,
apesar
do
mm
considerável
numero
de
forças
de
que
dispunha, contra
as
pouco
numerosas tro
pas,
com
que
defendemos
esta
parte
das
nossas
posições.
Em
San
Sebastian
é
grande
a
irrita
ção
contra
Tnllò.
Da
altura
de
Garale,
a
nossa
artilheria
fez
fugir um vapor
que
ameaçava
esla
parte
da cosia.
—
Segundo
um
telegramma
dirigido
ao
«Uni
yers»,
os
aílonsislas
perderam
900
PARTS
©FFICmii
MINISTÉRIO
DOS NEGOCIOS
ECCLE-
>HSTICOS
E
DE
JUSTIÇA
Direcção
geral
dos
negocios
ecclesiasticos
l.
a
repartição
Em
virtude
de resolução superior
se
declara
abert
<
concurso, na conformidade
do
arligo
13.°
do
decreto
de
2
de
janeiro
de
1862
(publicado
no Dierio
de Lisboa
n.°
4
do
dito
anno),
para provimento
das
egre
ja
* parochiaes
constantes
da
relação se
guinte
:
Ameixial
(Santa Victoria),
concelho de
Extremoz,
diocese
d
’
Evora.
Arnoso (Santa
Maria), concelho
de
Vil
la
Nova
de Famalicão,
diocese
de
Braga.
Buços
(S.
João
Baplista),
concelho
de
Cabeceiras
de
Basto,
diocese
de
Braga.
Guizande
(S.
Mamede),
concelho da
Feira,
diocese
do
Porlo.
Mexilhoeira
Grande (Nossa
«la
Concei
ção),
concelho
de
Villa
Nova
de
Portimão,
diocese
do
Algarve.
Odeleile
í
Nossa
Senhora
da
Visitação).
concelho
de
Castro
de
Marirn,
diocese
do
A
Igarve.
Painzella
(Santo
André), concelho
de
Cabeceiras
de
Basto,
diocese
de Braga.
Parada
do
Bispo
(Santo
André),
con
celho
de
Lamego,
diocese
de
Lamego.
GiZBTILtl
Cosifea-encá».
—
Verificou-se a
an-
nunciada,
na
casa
da
Associação
Catholica
desta
cidade,
no dia
5,
sendo
conferente
o
rev.
’
nj
snr. p«dre
João
Velloso.
O
ora
dor
principiou
por mostar
aos
socios
pre
sentes
quaes
as
rasões
porque
se
nào
ti
nham
feito
regularmeme
aquellas
conferen
cias, em
conformidade
com
as
determina
ções
do
estatuto,
e
os
justos
motivos
que
haviam
impedido
o
mui
digno
director
espiritual
no desempenho
de
laes
deveres.
Continuou
fazendo
mais algumas
con
siderações
com
relação
á
falta
de concor
rentes
ás mesmas
conferencias.
outr
’ora
feitas
quasi,
para
assim
dizer, a
quatro
ou
seis socios,
o
que
na
verdade
nao
podia
deixar
de
desgostar
os
oradores.
Depois
mostrou
a
necessidade
que
ha
via
da
união
e
cuidado
para
colher
fruclo
de
lã<>
frondosa
arvore
como
é
a
Asso
ciação
Catholica.
Apreseniou
as
obras
pias
e
humani
tárias
realisadas
á
custa
de lào
santa
As
sociação,
e
quaes as
de
futuro
realisaveis,
se
nào
afrouxasse
o
favor,
e
se
fizesse
um
pequeno
ma»
verdadeiro
esforço,
digno
de
catholicos
de
arreigadas
crenças.
Lastimou
que
alguns
membros
dessem
ali
entrada
com
mira
em conveniência
pro-
prn
ou pessoal,
e
nào
o
fizessem unica
e
exclusivamente
com
os
olhos
em
Deus, en
tregando
ao
Eterno
a
remuneração
de
um
serviço
prestado
só para
honra
e
gloria
de
Deus,
a
quem
sómenle
compele
premiar
a
virtude
e castigar
o
erro.
Terminou,
annunciando
uma
solemne
Academia
religiosa para
o
proximo
domin
go,
12 do corrente,
a
qual
terá
logar
na
salla
da
Relação
Ecclesiaslica.
e
que
será
feita
com
todo
o
esplendor
possível e
digna
da
Immaculada
Conceição de
Maria,
nossa
Padroeira,
e
Santa
Mãe.
Para
isso
con
vidou
todos
os socios
e
senhoras
associa
das
a
comparecerem,
no
mencionado
dia,
das
6
horas
para as
7
da
tarde,
no dito
logar,
com
íim
de
abrilhantar
c
gozírem
a
festa,
que
será
para
os catholicos
uma
noite
de
enthusiasmo e
alegria.
Notieías «le flaeau, —
Ha
noticias
até
23
de
setembro,
pela
mala,
e
dos
íius
de
outubro
pelo
telegrafo.
A
decadên
cia
(faqmdia
ha
pouco florescente
coló
nia,
augmenta
e
dá graves
cuidados
ao
governo
d
’
ella
e
ao
da
metropole.
O
com
mercio
chinet,
unico que
restava
depois
da
suppres«ão
do trafico
dos
culis,
foge
de
Macau,
onde
ordinariamente
estacio
nam
milhares de
pequenas
embarcações
chinas,
e
que hoje
se
vê
quasi
deserto.
As
causas
d
’
isso
são
complexas,
difficeis
de
remediar.
A
hostilidade
directa
do
governo
chi-
nez,
difficultando
e
vexando
o
mais
que
póde
o
commercio
de
Macau
por
meio
de
rigorosas
e
alé
abusivas,
medidas
íiscaes
;
e
os
embaraços
iudirvctos
provocados
pe
los
negociantes
ioglezes
de
Hoog
Kong,
vão
reluzindo
aquella
cidade
a
mui
criti
cas
circunstancias.
A
imprensa macaense
lem
achado
écco
na
de
Portugal, deplorando
ambas
tal
estado,
e
pedindo providencias.
O
mesmo
fazemos
nós,
mas
julgamos
que
só
uma
seria
realisavel
e
elíicaz
no
actual
estado
das
coisas,
e
é
a
indicada
no «Jornal
de
Macau
*
de
22
de setem
bro,
de entabokr.se
uma
transaeção
com
o
governo chinez sobre
a
cobrança
dos
direitos
aduaneiros;
eiubora
isso
se
lhe
permitia
em
Macau.
Sempre
que
tal
ideia
se tem
apresen
tado
levanta
grande
celeuma,
sob pretexto
de
uflensa^le
patriotismo e de
dignidade
nacional.
O
patriotismo insciente
e exige-
rado, quando
se
traia
de
interesses
eco-
nonaicos, é
em
vez
de
virtude
om
êrro
que
pófe
ser
faial,
a
antiga
questão
do
hopú
ou
dePgaçâo
d’
alfandega chineza
em
Macau,
para
o
commercio chinez, que
existiu
p<r
séculos,
não
deve
coodemuar
se
simplesmente
por
declamações
patrió
ticas,
mas
ser
examinada
placidamente
e
sob
o
aspecto
(ioanceiro
e
commercial.
—
Em
8
ue setembro
abriu-se
0
novo
anno
leclivo
iio
seminário
diocesano,
com
a
solcmnidade
da
distribuição
dos
prémios
relativos
ao
curso
precedente.
Foi
muito
concorrida
e
brilhante,
sen
do
o
governador
o
snr.
conselheiro
Lo
bo
de A
vila
quem
por
sua
mão
entregou
os
prémios aos
alumnos,
dirigindo-lh-s
um
adequado
discurso,
e
outro
tambeui fez
o
novo reitor
do
seminário,
o
rev
rendo
Antonio
Joaquim
de
Medeiros,
um
dos
dignos
sacerdotes ha annos
saído
do col
legio
das
missões
ultramarinas,
em
Seraa-
che
do
Bomjardim.
Os
padres
que
d’
este
eslabelecimentu
furam
em
maio
ultimo,
pura
Macau, es
lão
fazendo
serviço
no
dito
semmario,
e
outros
alli
se
emerarr.
para
as
missões
da
China
e
de
Timor.
O deão,
o
snr.
Manuel
Lourenço de
Gouveia,
continú»
governando
a
diocese,
enquanto não
che
ga
o
digno
bispo
de
Macau,
que
ião <le
sejado
e
necessário
é
n
aquella
cidade.
—
[Correspondência
de
Portugal).
lTm ponto de liiatorãn.—
Com
es
le
titulo
publica
o
«Bem
Publico»
em
seu
n.° de
novembro
urna
serie
de
inte
ressantes
documentos tradusidos
do
«Um-
vers»,
em
que
se
manifesta
uma
gramle
vicloria
scieotilica ganha
por
um
catho
lico
contra
om
liberal,
p
>r
um
obscu
rantista contra
um
amante
da luz,
e
me
dico
pela
universidade
de
Pari
*
além
d
isso.
Pedimos
ao
traduclor
democrático
que
se
nào
esqueça
de
reunir
aquillo n
’
um
íò-
heto e
de
o
recomnoendar
aos
qne
odeiam
as
trevas
e
nao
aborrecem
a
verdade.
Etn todo
o
ca?o
a «Democracia»
nao
«le
ve
esconder
o
facto
aos
seus leitores
nem
sequer
pela
conspiração
do silencio...
Trata-se
nada
meoos
que
de
um
eras
so
êrro
historico
(a
queima
da
biblioteca
de
Alexandria
pelos
chrisiãos!)
e
de
va
rias
falsidades
attribuidas
a
dous
escripto
res
pelo
sor.
dr.
Lefort
no jornal
le
«Temps
*
,
ptotestanie-livre-pensador,
só
pa
ca calumniar
um
bispo e
os
chrisiãos
dos
primeiros
séculos.
Provou-se
até
á
eviden
cia
que
os
laes
auctores
(Orosio
e Aetius)
não
diziam
aquillo que
lhes attribuia
Le
fort
nem
coisa
que para
là
caminhasse.
Uos
sábios
estes
doutores
do livre-
pensamento
!
Naeifragio.
—
O
«Lloyd
*
»
annunciou
ha
pouco
a
perda
do
navio portuguez
«Moura
II».
No
seu
numero
de
26
de
novembro
ultimo
noticia
a
de
outro
na
vio
denominado «Moura
III».
Diz
assim
a,
folha
inglez»
;
Santa
Cruz
(Teneriffe)
11
de
novem
bro.
A
escuna
portuguez
*
«Moura
III»
de
66
toneladas,
da Madeira
para Lisboa,
com
ferro,
cobre
e
vinho,
sossobrou
no
dia
29
de
outubro
cerca
de
31
milhas dis
tante
de
Lanaarote.
A
tripulação
salvou-
se.
Esle
navio
tinha
lido
o
uome
de
«Je
sus
Nazareno».
Maeltina
eogenlioaa.
—
Os
perió
dicos
de
Vienna
faliam
de
uma
machina
engenhosa,
apresentada
ao
governo,
com
a
qual
se
realisom,
mecanicamente,
qua
si
todas
as
principaes
operações
arilhme-
licas,
addiçâo, diminuição,
multiplicações,
divisões
e
exlracção
da
raiz
quadrada.
N
’
u-
ma
hora
podem
realisar
se
operações
qoe,
pelos
melhodos
ordinários,
levariam um
dia
inteiro.
Eneendioa.
—
Pela
uma
hora
dá
ma
drugada
de
sabbado,
deram
as
torres
si.
gnal
d
’
incendio,
que
se
havia
manifesta
do
na
casa
de
carruagens
da estação
do
caminho
de
ferro.
Quando
as
bombas
chegaram
ao
logar
do
sinistro,
já
eram
inúteis
todos
os
soccorros,
porque
em
pouco
espaço
de tempo
ficou
a
casa
redusida a cinzas,
bem
como grande quan
tidade
de
madeira
qne
alli
se
achava
depo
sitada,
e
que
se
andava
aparelhando
para
a casa
de
machinas,
uns
vinte
c tantos
bancos
de
carpinteiro
e
ioda
a
ferramen
ta
dos
mesmos.
O
prejuiso
calcula-se
em
2:000^)00
rs.
Sabemos
qoe
os
carpinteiros
vão
ser
pela
direcção
indemnisados
dos
prejuisos
ijue
tiveram.
O
snr.
chele de secção,
Lociano
de
Carvalho,
veio
no
mesmo
dia
tomar
co
nhecimento,
e
d
’
accordo
com
o chefe
de
trabalhos
deliberou
que
se
procedesse
já
ao
reparo
dos
estragos
causados
pelo
incêndio.
—
Das
5
para
as
6
horas da
manha
de
domingo
manifeslou-se
lambem
incên
dio
na
cositiha
d
’
utn
prédio,
no
Paul
da
Senhora
A
Branca;
mas
foi
promplamen-
te extinclo,
sendo
insignificanlhsimo o
prejuiso.
À3
*
niver»ario.
—
Effectuou-se
Imo
lem
o
anniversario
das
Almas
de
S.
La-
saro,
solerunidade
feita com o
apparalo
e e-plendor
dos annos
anteriores.
Orou
o
rev.0
snr.
padre
João
Velloso.
Usn bom
livro
—
0
snr.
José
Frn-
ctuoso da
Fonseca,
cavalheiro
<1«>
Porto,
acaba
de
editar
o
bello
romance
de
Adolpho
Archier,
«Justiça
divina»,
tra-
dusi
lo
optimamente
pelo snr.
A.
Morei
ra
Bello,
conhecido
escriptor
calholico.
Fallando
d’
este
romance
diz
o
nosso
auctorisado
collega
da
«Palavra»
o
se-
gUinie
:
No
tempo
presente
em
que
a
novella
desbragada
e
obscena
corre
livremente
de
mão
etn
mão,
inoculando
princípios
dis
solventes
no
seio
da
mocidade
incauta,
é
mais
do
que
nunca
iodispemavel
que o
escriptor
honesto
<
empunhe
a
sua
penna
em
prul da
causa da
morai e
da
religião,
gravemeole
oflendidas
por
escrevinhadores
impiblicos e
desfaçados.
Adolpho
Aicbier,
audor
do
romance
de
que
no
*
occupamos,
poz
bem
o
de
do
na
chaga
cancerosa
que
corroe
os
membros
da
sociedade
moderna,
a
educa
ção da
mocidade
Velando,
com
a
soli
citude
de
mestre
consciencioso,
aquelles
quadros da
vida
que
não
convém
expor
muilo
a
publico
em
toda
a
sua
repugnan
te.
nudez,
conseguiu
todavia fazer
um
tra
balho
interessante
pelo
bem
conduzido
fo
enredo, vigoroso
colorido
das descri-
pções
e
mais
qoe
tudo
pelo perfeito ri
gor
logico
com que
deduz as
consequên
cias
dos
princípios
assentados
no
decor
rer
do
livro.
Aos
paes
de
familia
recommendamos
particularmente
que
adquiram
para seus
íilho
*
este
romance
que,
ao
mesmo
tem
po enbetem
agradavelmente a
imagina-
çao,
é
uma
brilhante
apologia
da’
religião
catholica,
ensinando
cerno
contém
balsa-
mo
para
todas
as
feridas,
consolação
pa
ra
iodas
as magoas,
esquecimento
para
todos
os
aggravos,
recompensa
para
todos
os
sacrifícios.»
Ao
seu
beneiuerilo
editor
agradecemos
os
exemplares
que
nos
offereceu.
fim
!£»:»«•
«ala«5a
Coneeição. —
Feste
ja-se
amanhã a
Immaculada
Conce
ção nos
seguintes
templos : Sé,
Conceição, Salva
dor,
Terceiros
e
N. S-nhora
da
Torro.
«Jorna!
«Se
<5«isanarãeiv».
—
Com
este
mulo
vae
publicar-se
em
Guimarães
um
periodico
que
?erá
redigido pelos
snrs.
dr.
Portugal,
Abílio
Lobo, e
Manoel
de
Freitas'
Aguiar
Expas:çã»
da
IPbilatlelpSiin.
— Diz
o
«Diano
Llustrado»
que o
governo
resol
veu
eííectivamente
fazer
representar
Por
tugal na próxima exposição
da
Philadel-
phia.
A
associação
centra! de
agricultura
por-
tugueza
recebeu
participação
ollicial
n
’
esse
sentido,
e foi
convidada
a
coadjuvar
o
go
verno
na
escolha,
classificação
e
acondi
cionamento
dos
produclos
que
alli possam
melhor
caracterisar a
nossa
industria
agrí
cola
e mostrar
os
seus
progressos
e
esta
do
de adiantamento.
A
esta associação
compete
coiligar
os
produclos
da
região
que
se
estende
desde
o
Mondego
ao Algarve.
No
mesmo
sentido
se
ciliciou
á
socie
dade agrícola
do
Porto,
á
qual
pertencerá
a
região
para
além
do
Mondego,
Os
directores
do
Instituto
Industrial
do
Porto
já
foram
encarregados
de
reuni
rem e
collecciooarem
os
productos
cara-
cterislicos
das
nosSas industrias
fabris.
EgualraentG
vae
ser
encarregado
de
ileniica
commissão,
com
relação ás
col-
lecções
agrícolas,
o
Instituto
Geral
de
Agri
cultura.
Aos
governadores
civis
do
reino
e ilhas
vae
hoje
ser
dirigida uma circular,
para
el-
tes
por
s'
e
por
mlermedio
das
auctorida-
(
jtíS
suas
subordinadas,
prestarem
toda
a
coadjuvação
ás
associações
e fonecionario
*
que
vão
ser
encarregados de
orgaoisar
a
exposição
oflicial.
Ao
ministério
da
mrinha
vão
ser
pe
didas
todas
as
providencias
que
se
julga
rem
mais
eílicazes
para
que
na
exposição
sejim
dignamente representadas
as
provín
cias
ultramarinas.
A repartição
de
minas e
a
administra
ção geral
das
maltas
do
reino
lambem são
enrarrt-gadas
de
organisar
collecções
e
pro
ductos
da
riqueza
mioeria
e
florestal
do
paiz.
No
ministério
das
obras
publicas,
co
mo
já dissemos,
organisou-se
uma
secção
especial
com
o
íim
de
cenlralisar
e
proces
sar
lodos
os
negocio
*
relativos
á
exposi
ção,
que
deverá
realisar-se no
proximo
mez
de
maio.
Publieação da
EBiilla.—
No
dia 12,
terceiro
domingo do
Advento,
far-se-ha
a
publicação
da
Bulia
da
Santa
Cruzada
pa
ra
o
proximo
anno
de
1876.
A
procissão
sahirá
da
egreja
do
Collegio, na fórma
costumada,
pelas
10
horas da
manhã.
Em
seguida a publicação
«la
Eulla será
feira
nos
locaes do
es ti
lio
em
todo
o
arce
bispado.
Visitau
do
jubileu.—
Fizeram-se
nos
dias
3.
4
e
5
as
visitas do
jubileu
do
anno
santo
da
irmandade
do Mártir
S.
Vi
cente,
á
qual se
agregaram
as
das
Almas
e
contraria
de
S.
João
Baplisla,
de
S.
João
do
Souto.
No dia
5
cantou-se
em
S.
Vicente
a
conclusão
do
«Te-Deum»,
ora
ções
próprias,
terminando
com
a
bênção
do
SS.
Sacramento.
No
mesmo
dia,
5,
começaram,
e
con
tinuam
nos
dias
8e 12,
as
visilas
da paro-
chia
de
S.
Viclor:
no
primeiro
dia
-iain
a
confraria
do
SS.
Sacramento
e
irmandade
das .
Almas,
de
S.
Viclor, N.
Senhora
das
Angustias
e
N. Senhora
A
Branca.
A con
corrência
de
fieis
era
numerosa.
KXPKDIRMTE S»A
A»!HniSTItà-
ÇÀÍ>.
AOS NOSSOS ASSIGNANTES
Rogamos aquelles que ain
da se
acham em debito de suas
assignatura, que tenham
em
vista
as condições da mesma;
pois alguns
temos que não a
reformando
até fins do
corren
te,
ver-nos-hemos forçados, bem
contra
nossa vontade, a
suspen
der-lhes o jornal.
SAUDE
1 TODOS
sem
medicina
pur
gantes
nem
despezas
com
o
uso
da
delicio
sa
farinha
de.
saúde,
i)U
BARRY
de
Londres.
■8 9
«1
’
invariaveS HtsecesHo
2
Saude
a
lodos pela
dUiciosa
lievalescié-
re
Du
B
arry
.
que
cura
as indigestões (dis-
pepzta)
gaslrica,
gastralgia
ílegma,
arro
ios,
amargor
na
bocca,
piluilas,
nause«s,
vomitos,
irritações
inteslinaes,
diarréa,
desenleria,
cólicas,
losse, aslhma.
falta
de
respiração,
opressão, congestões,
mal
aos
nervos,
diabelhe,
debilidade,
iodas
as
de
sordens
no
peito, na
garganta,
do
alilo,
das
bronchiles,
da
bexiga,
do
ligado,
dos
rins,
dos
intestinos,
da mucosa,
do
cerebro
e
do
sangue.
75:000
curas,
entre
as
quaes
contam-se
a
de
S. S.
ô
Papa,
do
duque
de
Piuskow,
da exc.
nia
snr.
”
marqueza
de
Brehau,
do doutor
Manuel
Saenz
de
Teja-
da
da
Universidade
de Cordova, ele.
ele.
Certificado
do
dr. Manuel
Saenz
de
Te-
jada,
doutor
da
faculdade
medica
e
cirúr
gica,
Ivote
da
Universidade
livre
de Cor
dova,
tuc
lic-o
em proprio
e
do caminho
de
feiro
de
Metida
a
Sevilha,
etc.
Certifico :
Que
com
uso
da
Revalescié-
re,
obtive
na
minha clinica
varias
curas
moléstias
gravíssima
*
eia
alguns
clien
tes
residentes
u
’
e»ta,
cidade,
lembrando-
me o
de
D.
Filippe Zappioa empregado pu
blico,
hoje
administrador
da
alíandega de
Manila
nas
ilhas
Filippiuas,
a
de
D.
Amélia
Gomes,
casada
com
um
chefe do
exercito,
a
qual
continua
a
melhorar
com
o
seu
usO
;
de
D.
Ramon
Alonzo,
rapaz
de
vinte
annos
que
soffria
havia
alguns
mezes
de
uma
moléstia
de
peito
de
muita
gravidade. E
para fazer constar
em toda a
parte,
a
assigno
em
Cordova em
13
de
outubro
de 1873.
Dr.
Manuel
Saenz
de
Tejada.
Seis vezes
mais
nutritiva do
que
a
car
ne sem esquentar, economisa
cincoenta
vezes
o
seu
preço
em
remedios.—
Preços
fixos
da
venda
por
miudo
em
toda
a
pe
nínsula
:
Em
caixas
de folha de lata,
de i
/
i
kilo,
500
;
de1
/
2 kilo 800
rs
; de
ura
kilo,
l$40Ó
reis;
de
2
*
/ 2 kilos,
3$200
reis;
de
6
ki
los,
6$t00 reis,
e
de
12
kilos,
12$000
reis.
Os
biscoitos
da Revalesciére que
se
po
dem
comer
a qualquer
hora,
vendem-se
em
caixas a 801)
e
l$400
reis.
O
melhor chocolate
para
a
saúde
é
a
ftevaíeseière ehoeolaiada;
ella
res-
titue o
appeilite,
digestão,
somno,
energia
as
carnes
duras
ás
pessoas,
e
ás
creanças
e
mais
fracas, e
sustenta
dez
vezes
mais
que
»
carne,
e que
o
chocolate
ordinário,
sem
esquentar.
Em
paus,
ou
em
pó
em caixas de folha
de
latadelO
chavenas, 500
reis;
de 21
chave
nas, 820
reis
,
de
48
chavenas,
1$40u
;
de
120
chavenas,
3$200
reis,
ou
25
reis
cada
chavena.
RARRY DU
BARRI «f?
C.a —Pia-
ce
Vendòme, 26,
Pariz;
77
Regem
Street
Londres;
Valverde,
1,
Madrid.
Os
pharmaceuticos,
droguistas,
mer-
cieiros,
etc.,
das
províncias
devem
diri
gir
os
seus pedidos
ao
deposito
Central
;
snr.
Serzedello
k
C.a
Largo do
Corpo
Santo 16,
íLísboa,
(por
grosso
e miudo)
;
Carlos Barreto, rua
do
Loteio,
28;
Bar
bai
k
Irmãos,
rua Aurea,
12.
J,
de
Sousa
Ferreira
á Irmão,
rua
da
Ba
nharia
77
;
de bequeira
;
J.
Pinto
;
Desl-
ré
Rahir;
Coissabra,
V.
Botelho de
Va&-
concellos
;
Aveiro
F.
E.
da
Luz e
Costa,
pharm.
; Bareelles,
Ramos,
pharm.;
Be-agtt,
Pharmacia
Maia,
rua
dos
Chãos.
I
Pipa
&
Irmão,
rua do
Souto,
Domingos
J. V.
Machado,
praça Municipal.
Figueira,
Antonio
Vieira, pharm.;
GiiUmitmeai
A.
J.
Pereira
Martins,
pharm.
;
Pen»-
ffiel,
Miranda, pharm
;
íFwrate
do
Idma
i.
J.
Rodrigues
Barbosa,
pharm.
;
JPo
voa do Voraiera,
P.
Machado
de
OH
í
veira, pharma.
;
do
Caetelito,
Afionso
e
Barros,
droguistas;
ViBSa
«Se
Conde,
A.
L.
Maia
Torres
pharm.
AGBàDSCIlOTOS
I
Manoel
Fernandes, João
Fernandes
Ga- J
ihetas
e
José
Anlonio
Fernandes, agrade-
i
cem
por
esle meio
ás
pessoas
que
lhes
i
prestaram
serviços
por
occasião
do
falle- :
cimento
de
sua
mãe
Theíeza
Maria,
viu- :
va
:
coin
este
agradecimento
vae
lambem
o
protesto
de
gratidão
que
sempre
lhes
tri
butará.
Arrematação
Pelo juiso
de
direito d’
esta
comarca
de
Braga
e
cartono
do
escrivão
Pessa, se
leem d’
arrematar
no
dia
12
do corrente,
pelas
10
da
manhã,
ua rua
da
Cruz
de
Pedra,
n.°
4
A, a
livraria
pertencente
ao
fallecido
bacharel
Antonio Manoel
Alvares,
cnjo
prodiicto
legou
ao
Estado,
bem
como
se
hão
d’arremalar
alguns moveis,
que
oão
furam
vendidos
oo
dia
29
d
’
agosto
passa
do
e
qoe
tudo
será
vendido
cora
abatimen
to
da
quarta
p^rte.
O
inventariaute.
(2837)
José
Cardoso
da Silva Guimarães.
CONTRÀ-ANNUNGIO
Os
abaixo
assignados previnem o pu
blico,
de
que
os
bens
de
Louredo, cuja
venda
lem
sido
annuociada
n
’
esle
jornal,
para
se
tratar
com
o
revd.
0
Estevão
Go
mes
Cardoso,
da
freguezia
d
’
Avelleda,
es
lão
sugeitos
a
condições
e
clausulas,
que
se
oppõe
á
dita
venda,
sem
o
concurso
de
todos os signatários d'este
aviso, e
além
d
’
islo
está
n
’
elles
envolvida
uma
legitima
que
a
lodos
pertence,
e
cuja
parte
respe-
ctiva
ainda se
não
liquidou.
João
Anlonio
Ferreira
Villaça
2834
Luiz
Joaqnim Gomes
Cardoso.
VENDA
IMPORTANTE
Vendem-se
as
quintas do
Barrai
e
de
Fund-Villa,
ou
as
do
Paço e
Sandarão
em
grupos de
duas
para um
lado
e doas
pa-
ia
outío,
por
assim
«e
acharem
ligadas,
ou
cada
uma
sobre
si,
com
suas
respecti-
vas
pertenças,
conforme
sua
discripção
no
respeclivo
inventario,
e
todas
sitas
ua
fre
guezia
de
Semelhe,
soburbios
d
’
esta
cidade.
Tratam-
*
?
eom
a
excm.
a
gerencia
do
Banco
do
Minho.
(2819)
MESTRA
Precisa-se
d
’
uma
mestra
de
meninas
para
uma casa
particular.
E
’
preferida
a
*iue
souber
locar
pianno,
sem
que,
corn-
tudo,
esta circumstancia seja
essencial.
Quem
pertender queira
dirigir-se
a
Lmz
Pinto
M-rrtins,
ua
typographia d
’esle jornal.
MtHzir
«
*
.<
*
w
iTmirn
.wcwsa
ri
m
u—m
niunaq
—
m
ovomiuk
»
ESPECIAL1D/WE
/Alexandre Casaline,
com
estabeleci
mento
de
chapéus na rua
de
Santo
An
tonio,
n
0
90—
Porlo.
—
Acaba
de
abrir u
’
es-
la
cidade
uma
filial,
que
offerece
ao
res-
pe-lavel
publico
bracarense,
um
lindo
e
vai
iado soi
lido
de chapéus,
tanto
para
se
nhora
como
para
creança,
lodos
executa
dos
pelos
últimos
figurinos
parisienses.
lambem lem
á
venda
tnl preto,
flores
e
pluma
*
,
etc.,
ele.
Preços
convidativos
e
fixos.
Recebem-se
encomoiendas
32
—Rua
do
Souto—32
(2806)
Companhia
Edificadora
c
Indus
trial
Bracarense
S«»eiedade nnoBiyma de reponsabi-
lULnde timitada
CAPITAL
500:000^000
l.
a Emissão
100:00(^000
São
convidados
os snrs.
accionistas
d
’
esia
Companhia
a
efrctuarein
a
4.
a
en~
uada de
5
p.e.
ou
1-^250
por
acção
nos
<!ias
13
a
20
do
corrente
mez
no
escrip
lorio
da
Companhia
—
Campo
de
Sant
’Anna
n.°
71
D
2.°
andar,
das
10
horas
da
ma
riba
até
ás
2
da
tarde.
Braga
2
de
dezembro
de
1875.
Os
directores
José Alves
de
Moura
Francisco
da
Silva
Araújo
2833
15
i
João
Carlos
Pereira
Lobalo
APROVEITE
ejUE.n
QUIZER
Aulonio
Gomes
da Silva, jardineiro
da
casa
real
e
do Palacio
de
Christal,
chegou
a
esla cidade
com
plantas
que
recebeu
ul-
timamente
do
estrangeiro
e
qoe
offerece ao
respeitável
publico,
por
o
mesmo
preço
do
seu
catalogo,
no
Porto,
as
quaes
são
arvores
frucliferas
de
sombra
e
arbustos
para
jardim
ou
parques.
Demora-se
alé
ao
fim
d’
este
mez.
Baixos
dos
Dois Amigos.
(152;
(2830)
OCULISTA
BOLSSON
& POMBAR
FILIAL
DA CASA
DE COIMBRA
R
AO
A.
14
— Rua
«Io Souto — 14
Acaba
de
abrir
o
seu
estabelecimento
na
rua
do
Souto
n."
14
e
14
A,
aonde
en
contrarão
um variado sortimento
de
oculos
e
lunetas
de
crystal de
rocha,
encaixados
em
ouro,
prata,
aço,
tartaruga
e
búfalo,
lunetas de
c«yslal
sem
aro,
da
ultima no
vidade :
eguaimente
ha
barómetros
metá
licos,
therinomelros,
binoculos
de
tres
usos—
mar,
theatro
e campo,—
dictos
pa
ra
theatro,
para
campo
e
marinha,
oculos
de
ver ao longe,
extereoscopios
e
vistas
transparentes
e
simples,
microscopios
so
lares
compostos,
dictos
de
tres pês,
con
ta-fios,
loupes
de
grande
força,
lentes
de
relojoeiro, niveis
de bôlha
d
’ar,
lanternas
magicas
com
vistas,
areometros
para vinho,
álcool
e
saes,
caixas
de musica,
caixas
pa
ra
oculos
e
lunetas,
cordões
para
as
ditas.
Vendem-se
vidros
avulso,
e
faz-se
toda
a
classe
de
concertos pertencentes ao ramo
de oplica.
Ha
lambem
graduadores para
recrutas
com
a
verdadeira
graduação.
(155)
(2836)
mo
mwu
Agente en» Rrngn
ANTONIO
JOSE
’
ALVES
DE
CASTRO
31.
Largo
da
Senhora
A
Branca.
31
Faz
as
seguintes
operações
:
Desconta
leiras
da
terra
e
de cambio.
Encarrega-se
da compra
e
venda
de
pa
neis
de
credito.
Recebe
dinheiro
á ordem
e
a
praso
abo
nando
juros.
Empresta
sobre
penhores d’ouro,
pra
ta, inscripções, acções
de
bancos
e
com
panhias.
Saca
sobre
praças
do
reino e
estran
geiras,
onde o
Banco lem
agencias
(3»)
cr?
a
S5
DO ALTO
D0UE0
DA CASA DE
VIEEA BMWUA
RUA
DO
SOUTO
N.°
15-Braga.
N
’este
armazém
se
encontram
a retalho
as
seguintes
qualidades
de vinhos
enga
rrafados
:
Vinho
tinto de
meza.
(sem
garrafa)
’
5
>
>
.
>
Lagrima...................................
>
Branco
de
meza
.......................
»
tinto
de
meza
fino.
.
.
.
d
de
prova
secca........................
«
Malvasia
de
2.a........................
»
»
velho..............................
»
Malvasia,
Bastardo
e
Moscatel
a
b
Roncão...................................
»
Alvaralhão
..................................
b
Velho
de 1854
.
.
. .
150
190
200
210
270
300
360
400
500
700
560
600
»
a
retalho pari
meza
50
e
80, o
quartilho
tinto,
e
branco
120.
Responde-se
e
garante-se
a
pureza
e
boa qualidade
de
lodos
estes
vinhos,
po
dendo todo
e
qualquer
consumidor
raan-
dal-o
experimentar
por
meio
de
qualquer
processo
cbymico.
(N
*
)
Devendo
no
dia
31
de
dezembro
corrente
verificar-se
nos
Cofres
Centraes
dos
Districtos
do
Continente
do
reino,
e
nas
Caixas
Centraes
do
Ministério
da
Fazenda
o
pagamento
dos
ju-
jos
do
segundo
semestre de 1875 das
obrigações
da
l.a
2.
*
e
3.
a
series
do
empréstimo
para
os
caminhos
de
ferro
do
Minho
e Douro
:
são
prevenidos
os
possuidores
das
rn
ncionadis
obri
gações,
quer
de
assentamento,
quer
de
coupons,
que
pretendam
receber
o
dividendo
neste
districto,
que devem apresentar
neste
cofre
Central,
relações,
em
duplicado,
das
obrigações
que
possuírem,
onde
se
descrevam
pela
sua
ordem
os nume?os
d’
essas obrigações.
Ambas
as
relações
serão
cheias,
segundo as
indicações
n
’
ellas
impressas
á
margem,
e as-
signadas
pelos
indivíduos,
apresentantes de
coupons,
ou
a
favor de
quem
tiver
sido
feito
o
ul
timo
averbamento das cbrigações,
ou
por
seus
legítimos procuradores:
juntando-se
a
res-
pecliva
procuração,
sendo
as
assignaturas
reconhecidas
poq tabellião,
em
qualquer
dos
casos.
Um
dos
recibos
deve
ser devidamente selíado,
com
estampilha
do
imposto
do sêllo,
nos
mes
mos
termos
que
os
recibos
de
juros
pagos
pela
Junta
do
Credito
Publico.
As
relações
estão
desde
já
á
venda
no
cofre
central d’
este
districto.
Juntamente
com
as
relações
serão
apresentados
os coupons
das
obrigações,
relativos
ao
segundo
semestre
de
1875,
ou
as
próprias
obrigações,
se
forem
de
assentamento.
A
apresentação
das
relações
e
titulos,
nos
termos
antecedentes,
rfeste
cofre
central,
será
feita
desde
as
dez
horas
da
manhã
até
ás
tres
horas
da
tarde da maneira
seguinte
:
Outro
dito
de
fazendas de
lã,
que
eram
de
240,
a
420.
Chitas
largas
de
cores
80,
90,
100
e
120.
Fazendas
transparentes
a 50
rs.
300
lenços
de
seda
sem
defeito,
a
300
réis.
100
ditos
sarjados
sem
defeito,
a 500
rs.
200
ditos
fullards
»
«a
600
»
100
ditos
sarjados
com
dtlleito, a
240.
Lindos
selins
de
lã,
de
bonitas
cô
res,
»
300
rs.
Guarda-solinhos
para
senhora,
a
10000
e
10200.
Colleirinhos
de
bretanha
para
homem,
a
50
rs.
Sortimento
de
perfumarias
do
Piver.
E
muitos
outros
artigos
proprios
do
seu
estabelecimento,
que
vende
por
preços
baratíssimos.
Machinas
de
costura
CaiBipo
<le í>.
Luiz
l.°
n.° fl
[Entrada
da
rua
dos
Capelltslas)
A
’UL’Jie KIBE&SYO
Acaba de
receber
novo
sortimento
das
afamadas machinas
de
Singer,
legitimas,
e
silenciosas,
especialidade
na verdadeira
eons-
trucção
e
perfeição
de
trabalho,
leveza
e
so
lidez.
Vende
a
dinheiro
ou
prestações
men-
saes.
Obrigações
n.os
1 a
4:360 inclusive
no
dia
10
do
corrente
1 Obrigações n.os
34:881
a
39:240
inclusive
no
dia
21 do
corrente
>
4:361
>
8:720
>
11
»
39:241
»
43
600
j>
22
>
>
8:721
»
!3:08Q
>
13
»
>
43'601
>
47:960
»
23
>
>
13:081
»
17:440
>
14
>
.
!
>
47
961
»
52:321
»
24
>
17:441
>21:800
>
16
>
>
52:321
»
56:680
>
’
27
>
»
21:801
>26:160
»
17
>
>
56:681
»61:040
»
29
»
>
26:161
>
30:520
>
18
>
»
61:041
> 65:400
»
30
>
>
30:52! »34:880
>
20
>
Os
portadores
de
obrigações,
cujos numeros
estejam
comprehendidos
em
vários
grupos,
nos
lei
mos
acima,
podem
fazer
a
apresentação de
todas
quantas
possuírem
no
mesmo
dia
e
na
mesma
rei;
ção,
com tanto
que os
numeros
mais
baixos
das ditas
obrigações
sejam
corres
pondentes
aos
do
grupo marcado
para
a
verificação
n
esse
dia.
Ern
todo o
caso,
íaz-se
saber que, para
cada
semestre
e
para
cada
classe
de
obrigações
—
assentamento
ou
coupons
—
é
hecessaria
apresentação
de
relações
especiaes. Não é
admitti-
do
em
cada
relação
descripção
promíscua
de
obrigações
de
coupons
e
de
assentamento,
nem
de
juros
de
mais
de
um
semestre.
Depois
de
verificadas e
notadas as
relações,
serão
juntamente
com
as
obrigações
de
as
sentamento,
devidamente
carimbadas,
restituídas
aos apresentantes para, no
dia
31
de
de
zembro
corrente, mediante a
apresentação
dessas
relações,
ser-lhes
pago
o
juro
respectivo
ao
segundo
semestre
de
1875, effectuando-se
o
pagamento
das
dez
horas
da
manhã
ás
tres
horas
da
tarde.
Os
possuidores
de
obrigações
de
1/
2.'
e 3/ series
do
empréstimo
dos
caminhos
de
ferro
do
Minho
e
Douro,
que
não
se
apresentarem
para
a
verificação
dos seus
titulos
nos
dias
respeclivamente
marcados
acima, só poderão
receber
esses
juros
ou
quaesquer
outros
em
divida,
na
sexta feira
7
de
janeiro
dt?1876
e p
imeiras sextas
feiras de
cada
mez,
não
sendo
dia
feriado,
porque
então
o
pagamento
será
na
vespera.
Outro
tanto a
contecerá relativamente
aos
portadores
de
relações
já
notadas,
que
se
não apresentarem
para
receber
os
juros
res-
pectivos no
dia 31
de
dezembro
Repartição
de
fazenda
do
districto
de
Braga
aos
7
de
dezembro
de
1875.
o
Ensino
grátis.
Concerta
<ia
e
qualquer
maebina
de
costurj
por
mais
diflicil
que
seja
o
concer
to,
e
tem
pessoa
competente
para
isso,
por
preço
commodo. O
eslojo
completo
para
as
machinas
são:
Coslora
direita
—bordar
a
soulache
—
fazer pregas
em
peitos
—
acolchoar
—franzir
—
infiladeira—pregai guarnições sem
ali
nha
var
—
sobre-coser
—
metter
coi
dões
—
■
abainhadeira
de
diversas
larguras
—
retrez,
algodões,
agulhas,
uiecs,
etc.
N.
B.
De
todos
estes
objectos
vende-se
separados,
ou
como as
mesmas
machinas.
R>ao
Manoel
da
S
Iva Guima
rães.
—
Rua do Soído n.°
43.
Compra e
vende
Acções
de
tocos
os
Bancos e
Companhias,
Inscripções
de
As
sentamento
e
coupons.
(X-)
Ellluslralion
de
la
mode.
O
mais
elegante,
Ticamente illustrado
e
barato
dos
jornaes
da
moda.
Publica-se
em
Pariz
oma
vez
por
mez,
assigna-se
na
livraria
de
Eugênio
Char
dron.
largo
de
S. Francisco.
—
Braga.
Preços
d
’assignatura
— Portugal
:
sem
brinde
—
9
fr.
Com o
brinde
—
13 fr.
0
D
elegado
do
T
hesouro
,
Henrrique Francisco Bizarro.
ÍRUA
DES.
MARCOS,N/ã.l
-
'ávi
NOVA
CHAPELERIA
DE
AL-dEIu
\
MAI
A
(ANTIGA CHAPELERIA
CAMPOS)
44
—Rua
do
Soulo
—
44
—
Braga
Faz
publico,
por
e«te
meio
para
todos
os
efleitos,
que
toado
se
dissolvido
a
so
ciedade
que
girava,
sob
a
firma,
Campo»
<fe Almeida,
hca
de
hora
avante
giiando
sob
a
fii(na
de
Almeida Maia,
onde
ha
um
variado
sortido
de chapéus de
feltro,
caximira
seda,
das
melhores
fabricas.
Também
fabrica,
concerta
e
põe á
moda,
com perfeição,
todo e qualquer
ciapeu.
Preços
os
mais rasoaveis.
SEROES
RO.lNfiUF
morosas
estampas,
desenho
do bem
co"
nhecido
Manoel
de
Macedo
Distribuirá
a
empreza
40
paginas
por
semana,
pelo
mo-
dico
preço de
50
rs
Dá
dois brindes
:
um
de
50000
rs.,
em
cada
volume;
o
ou
tro
um
mappa
da
Europa
a
todos
os
as
signantes.
Este
romance
é
dividido em
qua
tro
parles
com
os
titulos
seguintes
:
—
Feio
do
corpo bonito
de
alma
—A
carne
e
o
espirilo
—
0
que ha
por
baixo
das
ap-
parencias
—
Morrem
uns
e
outros
perdem-se.
Km Braíjí
*
é unico correspon
dente
Empresa o snr. I>i<»M
Freita», rua
Novo
n. 3, E,
ao
qual
devem ser feitas todas
as
requisições.
Esta acreditada
empreza editora
vae
publicar
o
notável
romance
—
Os
desher-
dados,
de M.
Fernandez
y
Gonzalez,
ver
são
de L.
Quirino
Chaves,
e
ornado
de
pri
O
professor
em
artes,
lettras
e
scien-
cias,
membro
do
clero
e
magistrados,
todo
o
medico, cirurgião, dentista e
artista,
que
desejem
obter
o
titulo
e
diploma
de
doutor
ou
bacharel
honorário, podem
diri-
gir-se
a
Medicus, rua
do Rei,
46,
em Jer-
sey
(Inglaterra).
(T
*
)
Alta
novidade
para
inverno
Campo
de I>. Luiz I, n.° 1
(Entrada
da
rua dos
Capellistas)
A.
R1SF.IKO
Acaba
de
receber
de
Paris
um
grande
sortimento
de
fazenda
de
lã
com xadrez
e
lisas
com
bonitas
côres.
propjias
para
a
presente estação, o
qual
por seu
esmera
do
gosto
e
novidade,
merece
a
attençào
dos
seus
amigos
e
freguezes
e
exm.as
fre-
guezas,
sendo
os
preços
mais
baratos
do
que em
oulio
qualquer
estabelecimento.
Lenços
e
manias
de
malha de lã,
pla
tinas,
regalos
de
pelle, efleitos
de peile
para
pescoço,
capas
inglezes
á
Beduina,
lailes
prelos
e
de
cores,
merinos
pretos de
pura
lã,
cintos
de
verniz,
ditos
prateados,
laços
de
seda dos mais modernos qne
ha
para
senhora,
golas
bordadas,
camisollas
para
homem, saccas
de
viagem,
guarda-
solinhos
para
senhota,
mantinhas
de
seda
para
senhora,
a
80,
120,
até
800
rs.
Um
saldo
de
fazendas
de
lã, que
eram
de
300
rs.,
a
160.
Vende
papeis
pinta
dos
para
guarnecer
sallas,
lindíssimos
gostos,
a
prin
cipiar
em
80
reis
a
peça.
&
Vende
olio,
tintas
e
vernizes
para
pinturas de
casas,
tuiíó
de
boa
qu.di-
dade.e
preços
muito
resu
midos.
Vende
cimento rom
i-
no
para
vedar
aguas,
ges-
3í
so
para
estuques
de
ca-
sas,
tudo
de
primeira qua-
S
lidade.
(Z
*
j
*2)
&
BRAGA:
TYPtGRAPHIA
LUSITANA — 1875 - É o formato de
-
comerciominho_07121875_430.pdf
Parte de Comércio do Minho (O)