comerciominho_28081875_389.xml
- conteúdo
-
3.
’
ANNO
1875
FOLHA COMMERCIAL RELIGIOSA E NOTICIOSA
NUMERO
389
.......... .. .... -=
Assigna-see
vende-se
no
escriptorio
do
editor
b
proprietário
José
Maria
Dias da
Costa,
rua
Nova
n?
3
E,
para
onde
deve
ser
dirigida
toda
a
correspondência
franca
de
porte. =
A.s
assi-
gnaturas
são
pagas
adiantadas
; assim
como
as
correspondên
cias
de
interesse
particular.
Folha
avulso
10
rs.
1
*
A-S
E
ÁS
TERÇAS, QUINTAS
E
SABBADOS.
P
reços
:
Braga,
annol$600
rs.=Semestre
850
rs.=Prown-
cias,
anno
2&400
rs
e
sendo
duas
4&000 rs.=Semestre 1&250
rs.
^Brazil,
anno
4&400 rs.=
*
Seinestre
2&300
rs.
moeda
forte,
ou
10^000
reis e
5&500
reis
moeda
fraca.
==Annuncios
por
linha
20
rs.,
repetição
10
rs.
Para
os
assignantes 40
d
’abatimento.
BBAGA-SA8H4I)Í>
SS DE
AGOSTO
Dão
conta
os
jornaes
de
200
emi
grantes
chegados a
Lisboa
com
destino
ao
império
do
Brasil.
E
’
por
tanto
certo, que
a
praga
dos
«Dgajadores
continúa
com
o
seu
torpe
ne
gocio
n
’
este
bello
paiz.
Illudidos
por
falsas
promessas,
arras
tados
pelo
engodo
de mentidas
riquesas,
lá
vão
todos
os
annos,
lodos
os meses
e
quasi
todos
os
dias,
centenares
de
ir
mãos nossos, vendidos
como
escravos,
a
uma nação estranha.
N
’
um
século
em
que
tantos
e tão lou
váveis
esforços
se
tem
feito
para
acabar
com
a
escravatura
negra,
estabelece-se
a
escravatura
branca
;
e
Portugal
vê
fugirem-
lhe constantemente
cotn
os
mais
vigorosos
de
seus
filhos,
as
mais
bellas de
suas
esperanças.
Não criminamos
os
que
na
prespectiva
fallaz
de
um
futuro
meihor,
vão,
agui-
Jhoados
pelas
misérias
da
vida,
procurar
em solo
estrangeiro
a
realidade
de
um
ideal,
que
vís especuladores
lhes
fiseram
antever.
Também
não
criminamos
quem n’
estes
tempos
de liberdade
julga
poder
mercade
jar
com
a
vida
d
’
um
seu
similhante.
Homens
sem
fé,
sem
crenças, sem
consciência
e
sem
moral,
para quem
o
dinheiro,
havido
por
qualquer
meio,
é
tudo,
que
póde esperar-se
d
’
elles?
Mas
criminamos,
sim,
aquelles
que
po
dendo
e
devendo
evitar
uma
tal
calami
dade,
o
não
fasem.
A
rede
de
engajadorcs
que
actualmen-
le
se
acha
espalhada
poi
lodo
o
paiz,
é
um verdadeiro
flagello
contra
o
qual
são
necessárias
todas
as medidas de
rigor.
E
se
o
não
fiseretn,
creiam
que o
seu
numero
hade ir
crescendo
sempre, até
converter
Portugal
n
’um
verdadeiro
deserto.
Já
nào
é
pequena
a
falta
de
braços
de
que
a
nossa agricultura
se
resente.
Raieiam os
trabalhadores,
escasseiam
os
jornaleiros,
e continuando
a
emigração
na
escala
progressiva
em
que
tem
ido,
quem
poderá
prever
o
que
será
da
nossa
principal
fonte
de
riquesa,
em
bem
pou
cos
auuos?
E
uao
será
certo,
que
o
mal
com as
proposições
que continuadamente vae to
mando,
hade refleclir-se
uin dia sobre o
estado
geral
do paiz?
Que
tem
feito
puis
o
governo
para
acabar
com este
negro
commercio
dos
engdjadores
?
Que medidas ha
tomado
para
evitar
que irmão
*
nossos
e
nossos compatriotas
vão
exalar
em
alheias
plagas,
e
victima
*
d’uma
morte
precoce, o
ultimo
sopro
de
vida,
que
láo
necessária
e
proveitosa se
ria
á
mãe
patria?
Numtou-se
ba tanto
tempo
uma
com-
mis^ao, a
qual
se
encarregou
de
assumpto
tão
grave,
e
afinal
para
não
desmentir o
valor
de
medidas d
’
este genero,
aguarda
mos
ainda
uma conclusão a
que
por
ven
tura
já
se
chegasse.
Entre
nós
é
sempre
assim.
Gasta-se
o
tempo e dinheiro,
emittem-
se
portarias
e
decretos
para
coisas
que
nada
valem
e
descuram-se
complelamenle
os
negocios
que
mais
aflectam
os interes
ses
do
paiz.
Pois
não é
de
tão
pequena
gravidade
o
traíico
infame
do engajamento
que
se
está
fasendo.
E
se
juntarmos
ao
prejuiso
geral
que
todos soffretnos
com
a emigração,
o
as
pecto
inste
de
tantos
milhares
de irmãos
nossos
deixando
patria,
familia, tudo
quan
to
ha de
mais caro
ao
coração,
para,
sedusidos por
uma
illusão,
irem
fiualisar
seus dias
debaixo
do jugo
d
’escravos,
expostos aos
rigores
de
climas differentes,
entre
povos
desconhecidos,
quando
não
assassinados
á
esquina
d
’
uma
rua,
por
aquelles
mesmos
a
quem
vão
faser
o
sa
crifício
de
suas
forças, de
sua
liberdade,
e
de
sua
vida,
se
juntarmos
tudo
isto,
não
será
porventura
ainda
bastante
para
mover
os poderes
públicos
a
tomarem
medidas
bastante
energicas
que
ponham
os
íilhos
d
*
este
abençoado
solo
a
salvo
dos
torpes
engano»
de vís especuladores
?
Talvez
não.
Façamos
pois nós quanto está ao
nosso
alcance,
desilludindo
os illudidos,
pois
que
é
um dever
que
nos
incumbe
a ca
ridade
christã.
Empregue
cada
qual
os
meios ao seu
alcance,
para
desenganar
e
*
ses
desgraçados
que
o
embuste
e
a
mentira
arrastai» quo-
tidianamente a
reinoizs
terras.
Patenteemos
a
verdade
ás
suas
intel-
ligencias.
para
que
um
dia
não
tenham
que
maldiser-nos
pela
indilletença
com
que
os
deixamos
precipitar-se
oo
abismo.
E
’
este um
dever,
uma
obrigação
que
lemos,
como
chrisiãos
e filhos
da
mesma
paina.
—
——
—------
Lè-se
oo
jornal
<0
Brazil
»,
de 30
de
Juoho
de
1875,
que
se publica
em
Lisboa,
o
seguinte
:
O
consulado
geral
de
Portugal
no Rio
de Janeiro
Pelo
fallecimento
do
snr.
conselheiro
Bernardo
Ribeiro
de Cavalho
e
retirada
para
Lisboa, do
snr.
Daniel
da
Silva
Ri
beiro,
estão
vagos
os cargos
de
vice-con-
sul
e
chanceller
no
consulado
geral
de
Portugal
no
Rio
de
Janeiro.
A
vacatura
que
aquelle
fallecimento
deixou
não
foi
ain
da
preenchido
e
uão
é
de
crer
que
o
go
verno
faça voltar
o
snr. Silva
Ribeiro
a
exercer
as
funcções
de
chanceller
na
ca
pital
do
império,
depois
das
accusações
qne
ulbmamenie
lhe
foram dirigidas
por
faltas
commettidas
no
exercício
de suas
funcções e
que embora
em
nada
prejudi
quem
a
honra
d’
aquelle
funccionario,
le
vantarão
cootra
elle uma certa
animosida
de, que necessariamente hade
tornar
dif-
íicil,
senão
impossível,
a
continuação
do
desempenho
de
tal
cargo
por parte do
snr.
Siba
Ribeiro.
Mas este
estado
de
cousas
não
pode
continuar
assim.
Por
mais robusto
que
se
ja,
e
é o
talento
do
snr.
cônsul
geral,
barão
de
Wildik,
por
maiores
prodígios
que
façam
os
seus
profundos
conhecimen
tos
e
larga
pratica
consular,
a
grandíssi
ma
importância
que
tem
aquella repartição,
o
sem
numero
de
negocios que
ella
tem
de
estudar
e
superintender,
aflastam
a
ideia
de
poder
estar
lodo
o
trabalho
a
cargo
do
snr.
cônsul
geral sem
um
chau-
celler habil,
que
o
auxilie
na
sua,
aliás
tão
espinhosa
tareia.
Isto
quanto
a cban-
celler.
Quanto
ao
vice-consul,
mais
grave e
urgente
é ainda
o
seu
preenchimento.
Tem
esta
aucloridade
dc
substituir
o
cônsul em
seus
impedimentos, frequentes
por
vezes,
e
naturalíssimos
por
motivo
de
doença
em
quem,
com
um trabalho insano,
lem
de
viver
em
clima
tão
diverso
d
’
aquelle
on
de
passa
a
maior
parte
da
sua
vida.
Quan
do
esse
caso
se der,
e é
infeiizmente
pos
sível
que
se
dê
muitas
vezes, lerá
dc
ser
chamado,
como
ainda
ha
pouco
o
foi,
o
advogado do
consulado, que é
moço
re
conhecidamente
inteliigente,
mas
súbdito
brasileiro.
Que
estas
vacaturas se
não
dão
por
falta
de
concorrentes
ao
logar,
escusado
é
dizel-o
;
que
o
governo
seja
o
mais
cir-
cumspecto
n
’essas
nomeações,
é
dever
que
lhe
corre;
mas
que
leve
a
sua
circums-
pecção ao
ponto
de
as
deixar
eteroaineu-
te
no
mesmo
estado,
é
o
que o
serviço
publico
e
os
interesses
dos
nossos
com
patriotas
não
podem
permiltir,
sem
gran
de
prejuiso
para
elles
e
não
menos
paia
Ha
tempos,
com
o
coração
repassado
de
desgosto,
os
catholicos
da
augusta
ci
dade
de
Braga
protestaram
solemnemente
contra
o
ultrage
feito
ás suas crenças,
ul-
trage
e
ainda
poslergação
das
leis
da
sua
patria,
com a representação
do
drama
im-
pio,
calumniador
e incendiario,
intitulado
—
Os
Lazaristas,
levado
á scena
em
nosso
theatro
de
S.
Geraldo,
nos
dias 21
e
22
de
junho,
anno
corrente. Cumpriram
d’
es-
le
mudo
o
seu
dever
de
catholicos
e
por-
tuguezes,
repellindo
com
dignidade
o
par
lo
monstruoso d’
uma
imaginação
enfer
miça
e
d’
um coraçào
obcecado.
Este drama,
obra
da
propaganda
impia,
foi
escriplo,
e
ba
sido
posto
em
scena,
com
o íim
visivel
de
desprestigiar, oslen-
sivamente
uma das
mais
respeitáveis
ins
tituições
religiosas,
e
realmente
todo
o
Gtirislianismo.
A
luva,
porém,
arremessada
brusca
mente
á face
dos
catholicos,
acaba
de ser
levantada
d
’
uin
modo
corajoso,
energico,
solemne.
Cabe
essa
invejável
gloria
ao
benemerilo
snr.
padre
Senua Freitas, que
uo
seu
precioso opusculo
—
Os
Lazaristas
pelo
«lazarisla»
snr.
Ennes,
conluia
bri
lhante
e
irrespondivelmenle
o
drama-ca-
lumnia,
pondo
bem
a
descoberto
as fal
sidades
repugnantes
e
a
ignorância
atre
vida
que
resailam
no
referido
drama.
Bem
haja
o
ecclesiastico
exemplar,
o
escriplor
distincto
qne
tão
bem
compre-
hende
a
missão praeter-sublime
de
que
está revestido,
e
que
lào
nobremente
soe
desempenhar.
O seu
magnifico
opusculo
sobre
os
La
zaristas,
ficará
sendo
um
dos
mais
brilhan
tes florões
da
sua
coroa
d’
escriptor
e
de
catholico.
i
Por
este
motivo, nós
os
que
não
nos
os
interesses
consulares.
Sem
que façamos
ecco
de
interesses
particulares,
sem
que
tememos a
nós
a
procuração
de
quem
quer
qoe
seja,
por
isso
que
acima
de
tudo
col-
locamos,
e
mais
de
uma
vez
o
lemos
provado,
os
direitos
incontestáveis
que
os
cidadãos
portuguezes
teem
a
que
o
gover
no zele
o seu
bem
estar,
cercando-os
das
auctoridades
precivas
para
o
bom
andamen
to
das
soas reclamações,
pretenções
e
fi
nalmenie
dos
negocios que
lhe
dizem
res
peito,
parece-nos
que
o
goverdo
tem
na
capital
do
império quem dignamente
pos
sa
ser
chamado
a
exercer
quvlquer d
aquel
les
cargos,
por
isso
que a uma
intelligen
cia
vasta
e
encanecida
no
estudo,
junta
lambem
larga
pratica
consular.
Falíamos
do dr. José Antonio
Noguei
ra
dc Barros,
súbdito
porluguez;
por
S.
M.
F. o
Senhor
D.
Pedro
V,
de
tnui
sau
dosa
memória,
nomeado
seu
guarda-rou
pa,
auclor
de
varias
obras geralmente
f
s-
tejada»,
que em
Angra
dos
Reis
desem
penhou
as
funcções
de
vice-consul
de
Por
tugal
com aprasimenlo
geral
de
todos
os
súbditos
portuguezes residentes
n’
aquelle
districto
consolar,
e
cuja
nomeação
nos
parece
que
seria
bem
aceite,
a
julgar
pela
instancia
com
que
de diversos
pontos
da
província do Rio
de
Jaueiro
foi
pedida
a
sua
nomeação
para
cargo
superior
a
qual
quer
dos
qoe
hoje estão vogas,
o
de
côn
sul
geral,
e
íinahnente
pelos
lelevantes
ser
viços
que como medico
de muitas
socieda
des
portuguezas
beneficentes
no
império,
e
socio
beinfeitor
de
algumas,
tem
pres
tado
aos
nossos
compatriotas,
o
que
lhe
tem
valido
repelidos
louvores
nos rehlo-
rios
annuaes
dVssas
sociedades.
Temos
fé
em
que
o
snr. ministro
dos
negocios
estrangeiros
resolverá,
e
quanto
antes,
esta
momentosa
questão
;
é
ella
de
tão
grande
alcance
que
ha
dever
iinpre-
terivel de
olhar seriamenle por
ella.
------------------- i
'3
—
a
— tu
»i
FelíeitiAção
dirigida ao »nr.
padre
Senna
Freíta», pelo® eatholieo®
Dracareiine®.
envergonhamos
da
Religião
que
temos
a
felicidade
de
professar,
felicitamos o
pala
dino esforçado
e
victorioso,
e
com
esta
felicitação
consignamos
os
votos
que
faze
mos
ao céo,
para que
Deus
lhe
prolon
gue
os
annos
e
o
cubra
de
bênçãos.
Braga
9
d’
agosto
de
1875
Padre
João
Rebello
Cardoso
de Mene
zes
—
Pedro
Barhoza
do
Couto Cunha
e
Mello
—
O Arcypre^te
José
Manoel
da
Mot-
ta
—
O
Conego
Antonio
Dias
Gemes
Brilei-
ros
—
José
Maria
Dias
da
Costa
—
Padre
João
Dias
de
Araújo,
professor
de
Theo-
logia
Moral
no
Seminário—
Conego
Fran
cisco
AntonioiGomes
Alves
R.
d’
Agoiai
__
Capellâo-mór
do
Bom
Jesus.
Manoel
José
Peixoto
—
Padre
Manoel
José
Gomes—
João
Baptista da
Silva
Ramos
—
Manoel
Marques
da
Silva
Pereira—
P.
e
Luiz
Gomes
da
S.
a—
Padre
Antonio
Joaquim
da
Conceição
e
Silva
—
Manoel
José
Vieira
da
Rocha—
Padre
José
'Silverio
da
Silva
—
José
Antonio
dos
Santos
Coelho —
José Maria de
Sá
Solto
Maior
—
Manoel
Ignacio
da
Silva
Braga
—
Francisco
Joaquim
Pereira Cardozo
—João
Baptista
Ribeiro
—
Gabriel
José
Vieira
da
Silva
—
Francisco
Martins
Sequeira
—
Anlo-
mo
José
da Silva
—
Vicente
Francisco
da
Silva
Braga
—
Domingos
Manoel
de
Mello
Freire
Barata
—
Francisco
Jacome
de
Sou
za
Pereira
de
Vasconcellos
—
Domingos
Maria
Dias
P.
de
Freitas
—
Venancio
José
Novaes
do
Valle
—
Antonio
da
Costa
Perei
ra
—
O
Delegado
A.
G.
Pereira
de
Faria
—
O
Bacharel
Bernardino
Júlio
Alves Tei
xeira
de
Carvalho
—
O
Bacharel Joaquim
Antonio
Alves Teixeira
de Carvalho—Prior
Antonio
Joaquim
Alves
Teixeira
de
Car
valho
—
O
Bacharel
Antonio
Pedro
Guima
rães
da
Cesta
— O
Parocho
Joaquim
Pe
reira
da Silva
—
O
Dr. Antonio de Vascon-
sellos
de Carvalho
e
Menezes
—
Pedro
Varei,
professor
de
Francez—
Padre
Joaquim
Jo
sé
Alvares
de
Moura
—
Padre
Antonio
Fer
reira
de
Souza—
Padre
Carlos
Hub.
VVotruba
—Padre
Carlos
Duplan
—
Padre
Clementi-
no
Teixeira
da
Costa e
Souza
—Alexandre
Augusto
Pinto
de
Carvalho — Alexandre
Hermelino
Meirelles
Coelho—Dr. Aotonio
Leite
Ribeiro de xMagalhães
—Fortunato
Leite
Ribeiro
de
Magalhães
—
Manoel Dias
(le
Souza
Ribeiro
—
Padre
José
da
Cunha
Gonçalves
—
Padre
Joaqlnm
pinto
da Silva
—
Joaquim
José
Vieira
da
Rocha
—
José
Maria Pereira
—
Domingos
José
de
Souza
Aguiar—
Luiz
Baptista
da
Silva—
Padre
Ber
nardo
Dias
da
Silva
—
Luiz
Pinto Martins
—Antonio
Caetano
Pereira Veiga
—
José
Alves
d
’Araojo
Soares—
Leonardo
Pinto
de
Oliveira.
(Continúa)
BEVISTA
ESTBANGEIBA
lIÍRpRnha,
Hendaya
19.
Avisos
recebidos
esta
manhã de
Prats
de Mollo
dizem
que
as
deserções
dos sol
dados
aflousislas são
consideráveis,
assim
como
as
perdas
qne ellas
teem
soffrido.
Saballs emprehende
novos
movimentos.
Uma
batalha
está
imminente.
Seo
d’Urgel
defende-se
por
um
modo
heroico.
idem
20.
A
situação
de
Martinez
Campos,
na
freme
de
Seo d’
Urgel,
torna-se
tão peri
gosa,
que
elle
chama Jovellar
e
suas
tro
pas
e
reclama
reforços
de
Madrid.
Castelis
atacou
a
bateria
Marquidez
e
encravou
munas
peças;
Saballs
delem
no
valle
de Ribas
os
comboios
de
viveres
que
lhe
são
destinados.
Quantô
a
Dorregaray
parece
que
elle quer voltar
para
o
Centro,
apesar
da
presença,
ao
longo
do
Ebro,
de
,res
brigadas afionsistas.
__ ....................................................................................................................................................................................... ...........n—
n
i
mn»...... i.j
.OTW»w
ii»i»
-r
»i
a.^
n
ll^
iiiiiii
iT
rrBWMu
g«
nu^_»a);^^..xj
l
»eMa»^.
w
w«
i
W
«i^^
No
dia
10 de agosto
o
pae
esperou-o
<t
’
uma encrusilhada; e
quando
elle passou
deu-lhe
quatro
facadas.
0
filho
não
tentou
defender-se,
e
fugiu
gritando.
Seu pae
julgando
tel-o
fendo
mortalmente,
foi
para
casa
e
matou
se
com
duas
facadas no
peito
e
no
ventre.
As
feridas
do
filho
uão
apresentavam
gravidade.
Concursos.
—
Foi novamente
manda
do
abrir
concurso
por
provas
publicas
perante
os
respeclivos
prelados
diocesanos,
para
provimento
das
seguintes
egrejas
pa-
roctiiaes.
Alter
Pedros
(Nossa
Senhora
das
Ne
ves),
concelho
de
Alter
do
Chão.
Santo
Amaro
(Santo
Amaro),
concelho
de
Fronteira.
Juromeoha
(Nossa
Senhora
do
Loreto),
concelho do Alaudroal.
Ouguella
(Nossa
Senhora
da
Graça),
concelho
de
Campo
Maior.
Nossa
Senhora
do Rosário
(Nossa
Se
nhora
do
Rosário),
concelho
do
Alandroal.
Varche
(S
Braz),
concelho de
Eivas.
S.
Vicente
de
Fóra
(S.
Vicente
Mar-
lyr).
concelho
de
E!va
*
s.
FentivíduulB.—£’
ámanhà
a
do Sa
grado
Lo
açao
de
Maria,
no
templo
das
Convertidas.
r
.i«verá
missa
cantada
e
ser-
mão prégado
peto
.nosso
.mu
go
padre
Mar-
nôco.
Tlnífe.
—
Ha
ámanhà
mais
as
seguintes
festividades:
--
Du
Puríssimo
Coração de
Maria,
nos
Remedios,
cura
exposição
e
sermão
de
ta
rde.
—
í)>
N.
Senhora
da
Consolação
da
Correia,
no
Populo.
—
De
S.
João
na
sua
egreja
parochial.
Felicitação.
—
Publicamos
n
’oulro
togar
a
felicitação
dirigida
pelos
cnholicos
bracáreiíses
ao
nosso
particular
amigo
pa
dre
Senna
F?
ei
tas.
Por
inadvertência
foi
ha
tempos
publi
cada
nas
columnas d
’
este
jornal,
sem
as
assigiiaturas
respectivas,
que
hoje
cuiue-
çimos
a
dar
á
estampa.
F.g>i<le&nia
de
crimes e de
aceá-
tleates Etagiiiare.o.—
Em
Londres
tem
havido ullimameote uma
epidemia
de
cri
mes
e
de
accidentes
hignbres.
Um
homem
envenenou
duas
velhas
n
’
uma
taberna,
deitando-lhes
strychnina
no
vinho: n
’uma
carruagem,
ao
pé
de
Yoik,
foram envenenadas
tres
senhoras;
morreram
duas
creanças
afogadas
em
Scar-
buroigh
á
vista
de
seu
pae
;
lord
Ber-
cbavén
e
uiu
dos
*eus
amigos foram
coo-
(ieinnados
a
uma
grande
multa
por
terem
quasi
morto
um
policia
; e
houve
n'uma
semana
tres
execuções
capitaes.
Crime horroroso. —
Na
communt
de
Bassy-le-R*ipo*,
cantão
de
Heiltz-le-
Maurupt,
deo-se
ha
dias
ura
crime
hor
roroso.
Um
homem
de
61
annos, vivia
hi
tempo
em
desinleljigencia
cotn
seu
fi
lho
de
31
asnos
de
idade.
Villa
Ftmando
(Nossa
Penhora
da
Con-
ceiçSo),
concelho
de
Ehas.
Nossa
Senhora do Rosário
do
Valle
de
Figueira,
do
concelho
de
Pesqueira,
diocese
de
Lamego.
Notieiafe
<1«
guerra
civil em
SIisg»anhn.—
Um
relatorio
de
Lizarraga
para
o
ministro
da
guerra
de
D.
Carlos
diz
qne
a
guarnição
de
Urgel
morrerá
mas
não
se
renderá
e
que
tem
causado
ás
tropas
de
Martinez
Campos peidas enor
mes.
—
N
’
uma
correspondência
carlista
do
norte
paia
Paris
lê-se:
«As
operações vão
tomar
uma grande
actividade,
suba direcção
do
general
chefe
de
eslado-maior
Perula.
Espero
ter em
breve
boas
noticias
a communicar,
e es
tou
convencido
de que a
organisação dada
por
este
general
á
divisão
de Navarra
produsirá
dentro em
pouco
os
fruclos
qne
se
podem
esperar da
coragem
dos
chefes
e
dos
voluntário
*
.
0
famoso
El
Raya
com 100
infantes
e
4(J
cavallos,
partirá
um
d
’
estes
dias
para a
linha
do Ebro. E’
um
homem de
grande
coragem, muito
energico e
qne
conhece
o
paiz
onde
vae
operar.
O
comandante
de
cavallaria
D.
Rosa
Sainaniego
sustentou
orna
escaramuça
con
tra
os
affonsino
*
que
se
achavam
em
Ba-
rasoain
(a uma
legua de
Taialla)
e
obn-
gou-os
a encerrar-se
no cemiterio.
Quatro
companhias
do
90
d
’
infanlerÍ3
rcpelliram
do
lado
de Navascuas
uma
co-
luraria
inimiga
que saira de
Lurnbier.
Os
oíliciaes
do
exercito
aflonsino
que
se
encontram
em
Logrono
começam
a
mur
murar
contra o proceder
do
governo de
Madrid
que
láz incendiar
as
cidades e
os
campos
por
onde
passam
os
soldados
sem
que elles
passam evital-o. Dizém-me que
estes
mesmos
oíliciaes
já
fizeram
compre-
hender
a
srus
chefes
superiores
qne
o
dever
d
’
um
bom
millitar
é
fazer
a
guer
ra
l.éálmente,
para
o
que
estarão
sempre
promptos
;
mas qoe
a
sua
consiencia
e
sua dignidade
lhes
nào
permilte
o
proce
dimento
que
até
agora
os
leem
obrigado
a
seguir.
Custava
nos
a
acreditar
que
eutre
nos
sos
adversários
houves-e
om
só
homem
para
protestar contra
a
ferocidade
das
ordens
de.
Quesada. Hoje
que
o
facto
se
produz,
somos
os
primeiros
a
publical-o,
e
a
fizer
aos
nossos
inimigos
a
justiça
que
elles
merecem.
B
avos
na
lucta,
para
que
negal-o?
sabem
ser
verdadeiros
sol
lados
depois da
batalha.
L
íehzmente
os
chefes
nem
sempre
seguem
o
exemplo
dos subal
ternos,
deixam
aos
soldados completa
li
berdade
fpara
commetter
toda
a
especie
de
crimes.»
«Palavra»
A
quentão
da líerzegovina.—Le
mos
no
«0.
Noticias»:
A
questão
da
Herzegovina
está
no
mes
mo
estado
em
que
a
encontramos ha
dias.
Nào
apresenta
outra
fase
senão
a
da
amplia
ção
dos
meios
com
que
conta
a
da
insur
reição
para se oppor
aos
recursos
da Tur
quia.
As
grandes
potências
do
norte
traba
lham,
ao
que
dizem
tmda
*
as
folhas,
não
só
em
Constantinopla,
mas
nas
relações
diplomáticas de
umas
para
com
outras.
A
Rússia,
a
Áustria
e
a
Allemanha,
e<n
ca
so
mais grave, contavam
com a
coopera
ção
da
França
e
da
Italia
paia
manter
a
paz.
Fòra
indicada
a
occupação
militar da
Áustria
no
terreno
dos
insurgenles
como
das
nações
estranhas
a
mais
directamente
ioleressada
na
solução
das
difiiculdades
que
vão
surgindo,
por
seu
contacto
e por
sua
visiohança
com
a
Herzegovina.
0
enthusiasmo
dos
sitiados
é
indiscri-
plivel.
Sua
Grandesa
o
Bispo
d
’
Urgel
lendo
publicado
uma
carta
pastoral,
os
nossos
voluntários
gritam,
depois de a ter lido
:
«Nós
morreremos mais
depressa ao
pé
da
cruz
da
Seo
d
’
(Jrgel do
qoe nos
entregar-
mo
*
!»
Este
notável
documento,
que já
está
nas
mãos
do
clero
da
jurisdicção
ecclesias-
ttca.
será mui proximamente
publicado.
Está
datado:
«Cidade
d
’
U'g°l,
aos
6
de
«acosto
e
decimo
sexto
dia
do
sitio
que
unos
Lz
a
revolução
maçónica...»
Tolosa,
19.
O
Rei
Carlos
VII,
acompanhado
dos
generaes
Trislany
e
Arguelles e
de
uma
peouena
escolta,
fez
no
dia
17 uma
excur
são
*
a
Solana
(Navarra),
e
foi
calorosaoien-
t.e
aclamado
pelas
populações
de
Muniain,
Morenton
e
Dicastillo.
Oe
volta a
Estella,
e depois
de
ter
vi
sitado o
forte
de
S.
Fernando,
Sua
Ma-
<»e
*
tade
recebeu
as
oumeross
famílias
ex
pulsas
de
Madrid,
de
Saragoça
e
d
’
Anda-
Itisia,
dirigindo
a
todos
palavras
as
mais
beneolas.
Apesar
do
seu
numero
sempre
crescente
(exedem
a
tres
mil)
recebem
nas
□os
*
as
provincias a
mais
larga
hospitalida
de.
A
entrada
é«n
Valmaseda
(>)
general
Carasa
com
os
batalhões
de
Durango
e
Guernica
foi
verdadeiramente triunfal.
A
tDUoicipalidadrt
e
O
*
habitantes,
entre
os
quie
*
muitos liberaes,
agradecem
calorosa-
mente
ao
nosso
general poros
ter
livrado
da
pilhagem
e
dos
incêndios
afloosístas.
Os
nossos batalhões
navarrenSes
entra
ram
em
Mendigorrea,
perlo
de
Taialla,
e
levaram numerosos
rebanhos
e
viveres
qne
pertenciam
ao exercito
inimigo.
O
Cuarlel
Real
<te
19
annuncia
que se
recebeu
no
vicariato Castrense,
dous
res-
criptas
pontifícios, cuja
execução está con-
fiada
«ao
legitimo representante
da
jurisdic-
ção
do
* campos
du
exercito
de
Carh-s
VII.»
—
Este
*
dous
teiegrammas
são
de
ori-
gt
m iiberal:
S.
Sebastião
19
(Í
’
ago«lo.
O
general
Blancó
deixa
o
com
mando
do
ext
r
ito
de Guipuzcoa.
Julga
se
que
será
substituído
por
o
general
irillo.
—
Bourg-Madame,
19
(Fagosto.
Os
carlistas estáp
nos
arredores
de
Bel
ver
a
lim de
cortar
ss
commuutcaçÕes
entre
Puyeerdá
e la
Seod
’
Urgel, e
impedir
o
abas
tecimento
dos sitiantes.
Os
carlistas
tomara
n
hontem,
perto
de
A
*p
doze
carroágéns
de
provisões
de
boc-
ca
destinada
*
aos affonsistas.
Os
carlistas
adianitm
sempre.
Saballs
com
as sua
*
tropas
chegou
dian
te
de
Seo
d
’Urge!
Outra
*
tropas carlistas
estão
designadas
para
soccorrer os
carlis
tas.
GAZHILRA
O
«Nord»,
orgào
do
gabinete
russo
em
Bruxellas,
afiançava
ha dias
que,
existindo
perfeito accordo
entre
as (res grandes
po
tências
indicados,
a
paz
do
Oriente
só
po
dia
ser
temporariamente
alternada,
mas
que
a
paz
geral
eslá fóra
de
qualquer
ag-
gressão.
Em todo
o
caso,
acrescenta
o
«Nord»,
a
Turquia
conhecerá
bem
a
necessidade
de
redisar
seriamente
as
reformas que por
ve
zes
lhes
tem
exigido.
O
«Siécle» observa
que
o
«Nord»
se
esqueceu
de
mencionar
a
Inglaterra,
co
mo
nação que
lambera
interessa
em
os
negocios
do Oriente.
Seria omissão
invo
luntária
do
orgão
russo?
Constantinopla,
24.
—
O vice-rei
do Egy-
pto offereceu ao
sultão
25:000
homens
pa
ra o
ajudar
a
vencer
a
insurreição,
—
[Ha
vas.)
Ragusa,
24.—
Trébinge rigorosamente
sitiada
pelos
insurgeutes,
já
passa
fome.
Dubrisa
foi
incendiada.—
(Havas.)
Belgrado,
2
4.
—
Jean Ristich, chamado
pelo
príncipe
Milan
para organisar
o
novo
mistério,
encontra
diíliculda
les
na
sua
or
ganisação.
O
gabinete
actual
continuará
gerindo
os
negocios.
Foram
chamadas
ás
armas
as
duas
classes
da
landwehr
—
(Ha
vas).
Paris.
24
—A
Turquia
está
enviando
reforços
para
as
praças
fortes
do
território
onde
lavra
a
insurreição
slava.
—
(E.
ame
ricana).
—
Paris,
24.
—
Corre
insistentemente
o
boato
de
que
a
insurreição
ganha terreno
na
Albânia,
e
que
a
Burgaria
está
em
gran
de
excitação.—
(E.
americana).
—
Paris, 24.
—
A
instancias
das
grandes
potências, o
governo
da
Turquia
consente
em
mandar
ao
theatro
da
insurreição
Ser-
ver Pachá a
titulo
de
commissario
especial
para receber as
queixas
dos
insurgenles
e
saber definitivamenie
o
que
pertendem.
—
(
E.
americana).
—
Londres, 26.
—
Corre
o
boato de
que
a
Rússia
se
propõe
pedir
a
annulação
do
tratado
de
1856
sobre
a
cessão
da
parle
da Bessarabia
á
Roumania —E.
americana).
Jornal
«las Damas, —
Publicou-
*
e
O
n.°
104
d
’
esta
interessante
revista
de
lille
rattira e
modas,
unico
jornal
dedicado
ás
senhoras
que
em
Portugal
existe,
conten
do
uma
longa e
bem
detalhada
revista
de
moda
*
,
na
qual
aiiudimente
se
descrevem
as
mais
elegantes
tôilells
que se
usam
para
passeio,
visitas,
reunião,
theatro,
baile,
etc.,
poesias
e
artigos
de
recreio
acompa
nhados
de
dois
excellentes
figurinos
gra
vados
e illuminados
em
Paris
e
bellos
debuxos
para bordar
e
moldes
para
cortar
fato
de senhora,
tudo
executado
em
Fran
ça. A
empresa
oflereco
aunualmente
seis
bellos
e
valiosos
brindes,
distribuídos
á
sorte
pela
loteria,
tendo direito
o
assignan-
te
de
anno
a
receber
grátis
as
tres
se
guintes
obras o
que
torna
a
assignalura
ipiasi
gratuita
:
Manual
das dama?,
modo
de fazer
flores
artificiaes,
seguido de
om tratado
de
jardinagem,
o
emblema
das
flores, e
vá
rios
processos
para
a
melhor
conservação
do
fato
das
senhoras.
Manual dos
sonhos
e
appariçôes
noctur-
nas,
ou arte
de
advinhar o
futuro,
com
uma curiosa infroducção,
escripla
em
par
te
por
Julio
Cesar
Machado.
Manual
do
conserveiro,
melhodode
fabri
car
os
mais
saborosos
e esquisitos
dôces,
compotas,
gelados,
etc.,
ebra
curiosa
e
de
reconhecda
utilidade.
IJm
como muitos.
—
Conheci
um
sujeito,
hontem
de
mnitos
cabedaes.
que
os
visinhos
chamavam
serio, e
qne
real-
mente
tanto
não
era
estroin»
que
consumia
a
existência
na
satisfação
regularíssima
das
necessidades
aoimaes
e
no
mesmo
passeio
e
na
mesma
palestra
todos
os dias
á
mes
ma
hora. Era
a
regularidade em
pessoa.
A
regularidade
e
a
inulillidade.
O
pro-
tolypo
dos
animaes
sérios.
Ganhara
muito
dinheiro
sem
ler
obtido
positivamente *a-
ber
o
qoe o
dinheiro
era.
bto
é
.
ella
linha, o que
chamava
com
uma
ingenuida
de
encandora,
as
suas
idéas.
Tinha
até
uma
idéa
fixa
:
o
dinheiro era
tudo,
era
a
tnola
real
da
vida.
Sómente
nào
chegá-
ra
a aprender
o
que
era
necessário
para
fabricar
esta
mola,
nem
sabia
o
que
era
indispensável para
qoe
ella
se
movesse
e
produzisse.
Tinha
filhos.
Primeiro
entre-
gára-os
a
Uma
ama
e
depois
mandava-os
a
um
collegio N’
este
ultimo ponto,
ou
fosse
inslinclo
ou
luxo,
não
seguia
o
pa
recer
de
um seu
amigo,—homem
rico
e
serio
como
elles
—
que tirára os
filhos
da
escola fazendo
a
profunda
observação
de
que
elle
não
precisava
saber
ler
para
ga
nhar
muito
dinheiro nem
queria
que
os
filhos
soubessem
mais do
que
elle,
que era
nada
menos
do
que
seu
pae.
«Por
estas
e
ou
tras».
—
acrescentava
esle
philosupho,
_
«
g
que
o
mundo
eslá perdido
»
O nosso
burgtiez não concordava
completamente
e
mandava
os
filhos
ao
collegio. Mandava-os
também
apoquentar
os
inquilinos
e
credo
res
remissos.
Quando encontrava
os
rapa-
zrs a
estudar
dizia
lhes
que
não
queria
qu
e
se
matassem
com
tanto
estudo;
que
nào
lhes
havia
de
faltar
o pão;
que
tiniu
muito
para
lhe
deixar,
etc.
Um
dia
que
o
mestre
os
castigou,
descompozo
mestre
prohibindo-lhe
que
corrigisse
os
meninos
e
observou-lhe
niagestosamenie
que
elles
não
eram
filhos
de
um
pobretão
qualquer
e
qoe
tinham
muito
para
viver
—«graças
a
Deus»
—
acrescentava
elle
devotamente.
Esle Deus
aqoem
dava
graças
era
o
Deus-
Acaso,
o
Deus-Agiotagem e
liaria
até
aquetn
dissese
que
era
o
Deus-Moeda-Falsa.
«D.
de
N.»
Festa e romaria. —
No
proximo do-
mingo
lem
de
se
celebrar
solemnernente
a
festa
da
Virgem
hnmaculada,
no
monte
Sameiro-
0
nosso
SS. Pad-e
Pio IX,
o
Grande,
dignou-se
abrir em favor da
obra do
Mo
numento
o
Thesouro da Egreja;
e,
além
(Lontras
graças
concedeu
indulgência
ple
nária a
lodos
os
fieis,
que
bem
confessa
dos
comtnungados,
visitarem
devotamente,
desde
as
pxmeiras
vesperas
de
sabbado
até
o
pôr
do
sol
do
ultimo
Domingo
de
agosto,
o
templo do
real
santuário
do
Bom
Jesus
do
Monte
e
a
sagrada Imagem
de
Ma
ria
Santíssima
no
monte
Sameiro,
orando
segundo
as
intenções
designadas
por
Sua
Santidade.
Para
facilitar
aos
fieis
a
consecçâo
(Fes
ta
preciosa
graça
se
fará
no
mesmo
tem
plo
pelas
7
horas
da
manhã
do
Domingo
uma
visita
publica
e
solemne,
e
logo
se
guirá
uma
procissão
de
preces,
ou
cla
mor, para
o
Monumento,
onde
se fará
a
visita
e se
cantarão a*
ladinhas
Lauieta-
na«,
prégando
em
seguida
o
bem
conhe
cido
missionário
pidre
João
Manoel
do
Sousa
Teixeira.
Depois
das
10
horas
se
cantará
na
egre
ja
do
Bom
Jesus
uma
missa
solemne
com
exposição
do
SS.
Sacramento,
piégando
o
revd.
0
padre
João
Rebello
Cardoso
de
Me
nezes.
Fieis portuguezes,
devotos
de
Maria!
Não
queiraes desaproveitar
estas
copiosas
graças,
nem
deixeis passar
esta
occasiào
de
testemunhar
á
Augusta
Padroeira
de
Portugal
os
sentimentos
de
vossa
piedade
e
gratidão
!
Vinde
implorar
Sua
poderosís
sima
intercessão
pua
qoe
Lça
ee>sar
as
amarguras
da
Santa
Egreja,
e
os
males da
sociedade.
AGRADEOSimS
A
* religiosas do
collegio
Uraulioo
does
ta
cidade
agradecem aos exc.'
n
8
snrs.
con
de
Bertiandos.
visconde
de Pinddla.
Hen
rique
Freire
d
’
Andrade
e
mais
cavalheiros
da
commissão
encarregada
da
pasragem
da
casa no
beneficio
dado
na
noite
de
24
de
julho,
uo
theatro
de
S. Geraldo,
bem
co
rro
aos
exc
11108
snrs.
e exc.
mas
snr.
as
qoe
de
bom
grado
acceitaram
os
camarotes,
e
aos
snrs.
iiilislas
curiosos
que
tomaram
parte no
espectaculo.
e
ao
snr. Henrique
Augusto
da
Cunha
Pimenta
pela
iniciati
va
do
beneficio, e a
lodos
cs
que concor
reram
para
qoe recebessemos
o
obulo
da
caridade
de
que
tanto
precisamos
para
nos
sa
subsistência.
Braga
27
d
’agosto
de
1875.
.4
s
religiosas.
l)
Gabriella Raio,
D.
Adelaide
Raio
de
Paiva,
D.
Anna
d’
Oliveira
Raio.
D.
Maria Ferreira Raio.
D.
Candida
Raio Viei
ra,
Manoel
José
Raio, João de
Paiva
de
Faria
Leite
Brandão,
e
Antonio
Vieira
de
Araújo,
não
lhes
sendo
possível
agradecer
pessoalmente,
como desejavam,
a
todas
as
pessoas,
que
tiveram
a
bondade
de
os pro
curar
por
occasiào
do
falleeimento
de
*eu
chorado
pae, irmão, sogro e
thio
o
snr.
visconde
de
S.
Lazaro,
o
fazem
por
este
meio
protestando
a
todos
o
seu
entranha
do
e
indelevel
reconhecimento
;
e
bem
as
sim
a
todos
os cavalheiros,
que
não
só
honraram
com
a
sua presença
os
oflicios
fúnebres
celebrados
por
alma
do
mesmo,
mas
lambem
se
dignaram
d
acompanhar
sc
u
cadaver
ao
cemiterio.
Braga
21
d’
agosto
de 1875.
(C. 2633
R.
H6)
ANNUNCIOS
JfflBHÇM
José
Carlos
Machado
d
’Almeitla,
com
estabelecimento
na
raa
do
Campo,
n.°
16,
tem
para
vender
um
surtimento
de
cami
solas
de
lã
de
todos
os
tamanhos,
assim
corno
meias
e
culuroos,
que
vende por
preços
comodos.
(2647)
Precisa-se
d
’
um
criado
para
cosinha
de
café
;
quem
estiver
habilitado
dirija-se
ao
cafe
Bracarense,
debaixo da
arcada da Se
nhora
da
Lapa.
(2648)
PARA O
RIO »E JANEIRO
Pretemle-se
um
homem
e mulher,
ca
sados,
sem
filhos,
para
seguirem
com
bre
vidade, devendo
o
homem
saber
cosinhar
e
a
mulher
lavar
e eogommar,
pagando-
se
bom
ordenado.
Falla-se
n
’
esla
cidade
ao
largo
da
Se
nhora
A
Branca
n.°
22.
(2649)
CARLOS
SELLEHS
«5— Rua «la
Reboleira—
PORTO
Vende
cerveja
de
Bass
&
C
°,
engarra
fada
ou
em
cascos,
cognac das
melhores
marcas.
Crystal
Kumel.
Genebra
Ola
Tom.
Vinhos
do
Porto
e
Xerez.
Tudo por grosso,
e
a
preço modico.
(2650)
PADRE
SENNA
FREITAS
À
TENDA DE
MESTRE
LLCAS
Romance
religioso
original
1
vol.
400,
pelo
correio
430
A
’
venda
na
Livraria
Chardrou
—
Editor.
VINHO
VERDE
Quem
pretender
comprar
al•
guns
cascos
oo
pipas de
vi
nho verde
superior,
póde di
rigir-se a
José
Antonio Fer
nandes, proprietário
do
hotel
da
Vista
Alegre,
nas
Carvalheiras.
(2653)
Banco
Nacional
Ultramarino
São
convidados
os
snr.
subscripiores
da
emis'ão
complementar
de
16.000
ac
ções
d
’esie
Banco,
a
declararem
por
es-
cripto
até
ao
dia
31
do
corrente,
na
sede
do
Banco
em
Lisboa,
ou
nas
suas
agen
cias
do
Porto,
Braga e
Vianna,
como
de
sejam
as
acções
definitivas,
se
em
titulos
de
um
ou
cinco acções
nominativas
ou
ao portador.
Lisboa
25
de
d‘
agosto
de
1875.
O
governador do
Banco
Nacional Ultra
marino,
(2652)
Antonio
Thoniaz
Pacheco.
Antonio
José
Ribeiro
da
Povoa
de. Lanho
so,
e
companhia
J
a-
quim
Alves
Vinagrei
ro,
de
B
raga,
levam
ao
conhecimento
do
publico
que no dia
30
do
corrente abiem
a
sua
carreira
diaiia
entre
Braga
e
Povoa
do
Varzim
e
vice-versa,
a
sair
de
Braga
ás 10 horas
da
noite,
che
ga
a
Barcellos
á
uma,
demora meia
hora.
s
ae
de
Barcellos
á
uma
meia e
cbega
á
Povoa
ás
5 da
manhã.
Sae
da
Povoa
á
uma
hora
da
tarda
cbega
a
Barcellos ás 4
e
meia,
demora meia
bora,
echega
a
Bra
ga
ás
8
da
noite.
Preços:
De
Braga
á
Povoa
e
vice-ver
sa, dentro
600
reis,
fóra
500.
Cada passa
geiro
tem
8
kilos
de bagagem
gralis, pa
gando
o
excesso
a 20
rs.
por
kilo.
Escriplorios
: Em Braga,
em
casa
de
Domingos
Alves,
esquina
da
roa
das
Agoas
e
na
Povoa
do
Varzim
em casa
de
Fran
cisco
Alves
dos
Sanlos,
largo
de
S.
José
n.°
8e
9.
Braga
28
de
agosto
de
1875.
(2654)
Antonio José Ribeiro.
Visto.
Araújo
Corrêa.
DINHEIRO
A
JURO
Ha
para
dar
a
juro
de
5
p.
c.
a quan
tia
de
800:5000
reis
sobre
hypotheca
edo-
nea.
No
escriptorio
d
’esta redaeção
se
sa
be
quem
o
dá.
(2651)
RIO
DE
JANEIRO.
A
■al»ir de Lisboa
Passagens
a
preços
reduzidos.
Caminho
de
(erro
gralis.
A
barca
«Lisboa»
de
1:200
to-
nelladas,
com espaçosa
camara
de
ré
para
passageiros
de
prôa,
vae
sabir
com
brevidade.
Os
snrs.
passageiros
que
quizerem
apro
veitar
o
ensejo
de
seguir
i»
’
esle
excellente
navio,
queiram
dirigir-se
ao escriptorio de
Soares
&
Irmão,
Praça
de
Santa
Theresa,
n.°
47.
—
Porlo.
(U
*
)
GBAMiE LiQIMHÇÀO
EE
PlUTÁ
BUOLS
Eleetro plate
ou christophle
Para
serviço
de
mesa
e
mais
objeclos.
Preços
fixos.
—
Só
por eeis dias.
Rua
de
S.
Marcos,
n.°
2.
(C. 2616
R.
121)
ALVIÇARAS
Perdeu-se
um
brilhante
d
’
um
annel
desde
a
rua
Nova,
Jardim,
até
á
rua
de
S.
Gouçalo. Quem
o
achar
e
o
queira
entregar,
depois
de
dados
os
signaes,
fal-
le
na
rua
de
S.
Gonçal-o
n.°
2,
que
será
generosamente
gratificado.
(C.
2631
R.
115)
ISGGLAAMKRtaOlA.
’
Reccnlemeote
chegado
a esla
cidale,
aonde
pretende
demorar-se
algum
leaipo-
ofierece
os
seus
serviços
ao
respeitável
pu
blico
em
tudo
que
disser
respeito á
sua
arte.
Extrai,
cura
e
conserta
os
dentes
caria
dos, colloca
dentes
arliticiaes, com
per
feição e cura todas
as
affecções
da
boc
ca
;
especialidade
da
escola
moderna.
Con
sultas
e exlracção de
deoies
aos
pobres,
gralis
das
8
ás
9
horas
da
manhã.
Coirsullorio,
Campo
de
SaofAnna
n.°
1—
B 2.°
andar.
(C.
2614
R
105)
awiso
Banco
AgricoEa
e
Industria!
da
EatreMluiur»
São
convidados os
snrs.
accionistas,
d’
este Banco
a
Lserera a
3.
a
entrada
de
20
p. c.,
ou dez
mil
reis
por
acção,
desde
o
dia
1 a
8
de
setembro
proximo,
Porto,
sede
do Banco.
Praça
de
Car
los
Alberto
n.° 92.
Lisboa,
rua
dos
Bacalhoeiros n.°
51,
casa
David
Gonçalves
Chaves.
Braga,
ca«a
João
Baptista
Lopes.
Em
conformidade
com
o
artigo
56
§
unico dos
Estatutos
d
’
este
Banco,
prevt-
uem-se
os
snrs.
accionistas,
que não li-
zererem
a
entrada
deniro
do
praso
mar
cado,
qne
terão
a
pagar
mais
1
p.
c.,
por
mez,
pela
demora da
entrada ou
entradas
em
falta.
Porto 24
d
’
agoslo
de
1875
Eduardo
Ribeiro Mendes
Felix
Plácido
de
Santos
Eduardo
Lyon.
(2645)
ASENUà
Vende-se
uma
no
rio
Cavado.
Trata-se
na
rua do
Souto, n.°
26-B,
em
Braga.
(2628)
B>e
V
í
II
h
Nova de
Faonalieão á Po
voa
«lo
Varzim.
Os
passageiros
que
d
’
csta
cidade
tive
rem
de
ir
para
a
Povoa,
deverão
seguir
no
comboio
da
manhã, e logo
que
esle
seja
chegado
a Villa
Nova
de
Famalicão
seguirão
immediaiamenle
para
a Povoa.
Da
Povoa
para
Villa
Nova
sairá
ás 2
lj2
da
tarde,
para
chegar
a
tempo de
pode
rem os passageiros seguir no
comboio da
larde.
Escriplorios
:
em
Braga,
á
esquina
dos
Biscainhos, n.°
13
:
na
Povoa em
casa
do
snr. Francisco
dos
Santos—
Passeio
Alegre
(defronte
da
capella
de
S. José).
Esta
carreira
começará no dia 25.
Preços:
de
Villa
Nova
á
Povoa,
e vi
ce-versa,
300
rs.
Garante-se
o
bom serviço
e
bom
ga
do.
Anlonio
Ferreira
(o
Barracão
de
Villa
Nova).
(2629)
Anaclelo
José, de Braga, leva ao
conhe
ci
mento
do
publico,
que
no
dia
25
do
cor
rente
abre a
sua
carreira
diaria
entre
Bra
ga
e
a
Povoa
do
Varzim
e
vice-versa,
a
sair
de
Braga
ás
10
horas
da
noite
che
ga
a
Barcellos
á
1,
demora
meia
hora,
sae
de
Barcellos
á
1 e
meia
chega á
Povoa
ás
5
da
manhã,
sae
da
Povoa á
1
bora
da
larde
chega
a
Barcellos
ás
4
e
meia,
demora
meia
hora
chega a
Braga
ás
8
da
noile.
Preços
:
Braga á
Povoa ou vice-versa,
dentro
600
reis,
fóra
500.
Cada
passageiro
tem
8
kilos
de
bagagem gralis,
pagando
de ex
cesso a
20
reis por
kilo.
Eseriplorio
:
Braga
em
casa
do
snr. Cerqueira k
Gonçalves,
e
na
Povoa
em casa do
snr.
Pedro
da
Silva
Tavares,
Largo
de
S.
José.
Braga
20
d
’
agoslo
de
1875.
(2642)
Anaclelo José.
DILIGENCIAS
DIARIAS
De
Sebastiúo «la §i!va Neves
Enlre
Braga,
Ponie
do
Lima,
Vianna,
Ca
minha,
Valença,
Monsão,
Tuy,
Vigo,
Ponlevedra e
S.
Thiago.
Também
se
despacham
bilhetes
e
ba
gagens
diíectdmente
de
Braga
para
Lis
boa,
por
caminhos
de
ferro.
Escriploi
ios
:
em
Braga,
na
casa
aon
de
estava
a
Companhia
Viação
(esquina
da
Couega),
em
Ponte
do
Lima,
na
hos
pedaria
da
TheoJora,
em
Vianna,
no
es-
criplorio
do
annuociante.
(2611)
BANCO
DE
BARCELLOS
São
convidados os
snrs.
accionistas
d
’
es-
te
banco
a
entrarem
coin
a
3/
prestação
de
1
J p
t
°[
0
ou
5AJ00 rs.
por
acção
des
de
o
dia
1
a
5
de
setembro
proximo
fu
turo.
Os
sQ<s.
accionistas
que se acharem
em
debito
da
l.
a
prestação,
são
convida
dos
a
fazerem
as
suas
entradas
dentro do
mesmo
praso
para
não
ficarem
incursos
no
que
dispõe o art.
0
11
dos
estatutos.
Em
Barcellos
na
casa
do
banco.
No
Porto
na
Caixa
Filial.
Em
Braga
em
casa do
agente
o snr.
Ignacio
José
Ferreira
Torres.
Barcellos,
22
d’Agoslos
de
1875.
Os
gerentes,
Miguel
Pereira
da
Silva.
Joaquim
Redondo
Paes
Villas-boas.
Francisco
Marques
da Costa Freitas.
(2637)
Casa
de
CamnussÕes
Antonio Zacharias
da
Silva
Coelho,
com
casa
de
Commissões
em
Braga,
rua
de
S.
Miguel
O Anjo
n.°
16,
ao
campo
das
Hortas,
recebe
e
envia
encommendas
para qualquer
parle
do reino,
mesmo
in
dependentes das
estações,
a
pagar
em
qual
quer
dos
pontos
pela
commissão de
49
rs.
por
volume
aié
70
kilos.
Também
remelte
encommendas
ou
mer
cadorias
para
qualquer
parte
do
Brazil
ou
nação.
Encarrega-se
dos
despachos
na
estação
Jas
Devezas
ou
de
qualquer
alfandega do
reino
abonando todas
as
despesas até
que
as
mercadorias
cheguem
ao
seu
destino,
mediante
uma
commissão
rasoavel.
(2635)
Rua
do
Campo,
n.°
22
—
Braga
.
Alugam-se
os
altos
da
casa
n.
°
22,
que
lem
commodos
para
numerosa
famí
lia.
Trata-se na
mesma de
seu
aluguel
e
póde
ver-se
a
toda
a
hora
do
dia.
(2626)
âlUGA-SE
Uma
casa
feita
de
novo
sita
na
rua
das
Aguas, n.°
91.
Trata-se
na
rua dos
Chãos
n.
’
13.
Póde
ver-se
das
10 horas
da
manhã,
até
á
1
da tarde
(2560)
—
ÃGUAS
MIHERAES
Na
pharmacia
de
Antonio
Domingues
Alvim,
ha
deposito
de
agoas
naturaes
das
Pedras
Salgadas:
Alcalina
de
Moura,
En-
tre-Rios,
das
Caídas da
Rainha,
Sedlitz,
Verim,
Vidago
e
Vichy.
(Q
*
)
Asphalto
Nacional da Mina
de
Aseche
A
Companhia
de
Lisboa
com
escriplo
rio
no
Porlo
na
Rua
do
Bomjardim
n.°
36o,
previne
os
seus
freguezes
e
o
publi
co em
geral
que
continúa
a
encarregar-
se
de qualquer
obra
a
que
seja
applicavel
q
asphalto,
assim
como terraços,
impenas,
passeios
em
jardins
e
nas
ruas
publicas, ca-
vallieriçes,
eiras,
etc.
A
mesma
Companhia presla-se
a
ga
rantir
o
bom
resultado
do
seu
trabalho,
sendo
suflicienle
para
recommendar o
seu
asphalto,
a
perferencia que
lhe
tem
si
do
dada
pela
administração
das
obras
pu
blicas
e
o
repelido
chamamento
para
subs
tituir
asphalto que se
por
ahi
pregoa,
co
mo
vindo
do
estrangeiro.
Todos
os
snrs.
que
precisem qualquer
encommenda
d
’
este genero,
podem
fazel-a
no
Porto
Rua
do
Bomjardim
n.
”
365,
e
«m
Braga,
na
Fabrica
da
Fundição
do
Minho.
(2535)
Agencia
do
Banco
de
Vianna
CARVALHOS
&
C
*
Bua do
Souto
n.°
30
Esta
agencia
faz
as
seguintes
operações
*
:
Desconta
letras da
terra
e
de
cambio.
Encarrega-se
da
compra
e
venda
de
pa
peis
de
credito.
Receie
dinheiro
á
ordem
e
a
praso
abo
nando
uros.
Empresta
sobre
penhores
d
’
ouro,
pra
ta,
inscripções,
acções
de
bancos
e
com
panhias.
Saca sobre
praças
do
reino
e
estran
geiras,
onde
o Banco
tem
agencias.
Braga, 3
de
junho
de
1875
Os
agentes,
(R
*
)
Carvalhos
&
C.
a
ALUGA-SE
Um
piano
forte.
Para
tratar,
no
cam
po
de D.
Luiz
I,
n.°
1
(entrada
da
rua
dos Capellistas.)
A.
RIBEIRO
Campo
de
D.
Luiz
J,
n.°
1.
(Entrada
da
rua
dos
Capellistas.)
Tem
grande
sortimento
de
fazendas de
lã
modernas,
para
vestidos,
preços
bara
tíssimos,
100,
120,
e
160
rs.
e
de
maior
preço.
Chilas
largas
de
90,
100
e
120 reis,
guarda-solinhos
para
senhora,
desde I^OOO
reis
até
3000; tranças
e
cuias
para
ca
beça
de senhora
;
leques
pretos
e
de
cô-
res
dos
mais
modernos para senhora
;
la
ços
e
íichus
de
seda
para
senhora,
e
mui
tos
artigos
proprios
do
seu
estabelecimento.
(2630)
CA
itlt & » RA QUINZE N A U
a
Paquetes
MINHO
.
.
29
de
Agosto
BOYNE
. .
13
de
Setembro
GUADIANA
.
29
de
<
O
paquete
de
13
toca
em
S.
Vicente,
Pernambuco,
Bahia,
Rio de
Janeiro,
Montevideu
e
Buenos-Ayres.
O
paquete
de 29
toca
em
S.
Vicente,
Rio
de
Janeiro,
Montevideu
e
Bue
nos-Ayres.
O«
preço» »Ao
muito
rasoavei»
Esta
companhia
para
maior
vantagem,
resolveu
ter
a
bordo
de
todos
os seus
vapores,
criados
e
cosinheiros
porluguezes
para
servirem
os
passageiros
de
todas
as
classes,
cujo
tratamento
se
torna hoje
0
melhor
possível.
Cada
passageiro
de
3.
a
classe
tem
grátis,
belixe com
colchão
e
roupa
de
cama, vinho
e
comida
á
portu
gueza,
tudo
em
abundancia.
O
transporte
do
caminho
de ferro
até
Lisboa
é
por
conta da companhia
bem
como
outras
despezas.
Para
mais
esclarecimentos
prestam-se
em
casa
do
agente
n’esta
cidade,
rua
do
Souto n.® 43. —
Em
Braga.
João
Manoel
da
Silva Guimarães. (581)
COMPANHIA
DE
NAVEGAÇÃO A
VAPOR
DO
PACIFCO
Rio de Janeiro, Montevideu, Buenos-Ayres, Valparaiso, Arica.
Islay
e Callao
CARREIRA QUINZENAL PARA PERNATHRUCO E BAHIA
A Companhia
reduziu
os
preços,
conservando
as
mesmas
vantagens
comO
até
aqui
tem
offerecido
aos
snrs.
passageiros:
exeellentes eommodos, bom tra
tamento, bastante espaeo para bagagens e viagens rapidas,
pois
que
OS
Paquetes
do Pacifico
tem
gasto
SÓmente
13
dias de
Lisboa
ao Rio de
Janeiro.
Preços
das
passagens
incluindo
0
caminho
de
ferro
do Porto
para
Lisboa
Pernambuco
...................................................
Bahia
.............................................................
Rio
de
Janeiro
..............................................
Montevideo
e
Buenos-Avres
.........................
Valparaiso,
Arica,
Islay'e
Callao
.
.
.
.
3/ CLASSE
2.
1
CAMARA
1.
* CAMARA
áOâOOO
81&000
108&000
40^000
90^000
117^000
45^000
90&000
121&500
54&000
90^000
1570500
126^000
189&000
308^500
Criança» dos passageiros
Até
aos
12
annos
meia
passagem.
A
’é aos 8
annos
a
quarta
parle.
Até
aos
3
annos
grátis,
uma
só
de
cada
familia.
Todas
as
terças
feiras
sahirá
de
Lisboa
um
paquete,
os
passageiros
de
3/
classe
teem
beliche
com colchão e
roupa, comida a
portugueza
em
abundancia
e vinho duas
vezes
por dj
AGENTES
EM BRAGA—
Ãlmeida &
Pereria.
Trata
a
passagem
a
pagar
â
vista
e
a
prazo
com
fiança.
(K
*
COMPANHIA
GERAL
DE SE-
,
NOVA
FUNDIÇÃO DE FERRO
GUROS
LA UNIÃO, DE iNIADRID
Segura
nas
condições
mais
vantajosas
contra
0
risco
de
logo, e
também
contra
os
prejuízos
causados
pela
explosão
de
gaz,
ou
pelo
raio.
Verificam-se
os
seguros
n
’
esla
cidade
de Braga
no
escriptono
de
Ferreira
Bor
ges k
C.a
,
praça
do
Barão
de
S.
Martinho
n.°
26
—
1?
andar.
(2537)
INJECÇÃO
BARN1T
E
’
já
bem
conhecida
a
sua
efficacía
em
curar
em
menos
de
s
dias,
toda
a
qua
lidade
de
purgações
como
0
póde
attes-
lar
a venda
de
mais
de
2
009
frascos.
Deposito
em Braga,
na pharmacia do
Hospital
de
S.
Marcos.
(2641)
RUA DE S. MARCOS
N.° IS
Vende-se
queijo
londrino,
papel,
fla
mengo
de
superior qualidade.
(2620)
sair
de
Lisboa
:
|
DOURO
.
.
13
de
Outubro
| MONDEGO
.
29
de
»
j
ELBE
. .
13
de
Novembro
Acaba
de
ser
sortido
esle
armazém
com
as seguintes
qualidades
de
vinhos
engarrafados
e
aquartilhados
:
ENGARRAFADOS
Vinho
tinto de
meza
........................
>
>
>............................190
>
Lagrima
..................................
200
>
Branco
de
meza.......................210
>
tinto
de
meza
fino.
...
270
>
de
prova
secca
............................
300
•
Malvasia
de
2.
a
...........................
399
>
»
velho
..................................
400
>
Bastardo....................................... 599
>
Moscatel.......................................509
>
Malvasia
.
.................................
500
>
Roncão
.......................................
700
>
Alvaralhão
.................................
560
»
Velho
de
1854......................... 606
A
RETALHADO
DE
Antonio
Germano Ferreirinha
NA
Travessa
de
S.
João
Aonde
faz
toda
a
obra,
assim
como
bombas, conçollas,
columnas
para
gaz,
pe-
zos
novos,
panellas
á
ingleza
de
todos
os
tamanhos,
canos
para
agoas
e gaz,
e
toda
a
obra
de
fundição,
como
grades
para
sacadas,
obra
de
metal,
sinos
e
outros
ob-
jectos
de
igual
teor etc.,
pelos preços
do
Porto.
NOVIDADE
44, Rua «lo Souto,
44
Campos
k
Almeida,
acabam
de
rece
ber
grande
sortido
de
chapéus
de
feltro
e
seda,
«ultima
moda»,
da
acreditada
fa
brica
dos
snrs.
Maia
e
Silva,
do
Porlo,
que
vendem
pelos
preços
da
fabrica.
Também
se
fabricam
e
consertam
cha
péus
de
todas
as
qualidades.
(2330)
lUMH
118
IIIIBB
DO
ALTO
D0UH0
DA
CASA
DE
VILLA POUCA
RUA
DO
SOUTO
N.° 15
BRAGA.
Vinho
pan meza 50
e
80,
0 quar
tilho tinto
e
120
0
branco.
Responde-se
e
garante-se
a
pureza
e,
boa
qualidade
de
lodos
estes
vinhos,
po
dendo todo
e
qualquer
consumidor
man-
dal-o
experimentar
por
meio
de
qualquer
processo cbyinico.
N
’
estes
preços
nàa fica
incluído
0
valor
da
garrafa
que
0
comprador
apre
sentará
ou
pagará
50
reis
por
cada
uma.
(N
*)
LIlluslration
de
la
mode.
O
mais
elegante,
ncamente
illustrado.
e
barato
dos
jornaes
da
moda.
Publica-se
em
Pariz
uma
vez por
mez,
no
formato
dos
grandes
jornaes illustrados,
Cada
numero contém
dez
a
quinze
mo
delos de
toiletle,
uma
grande
folha
de
mo
delos
de
tamanho
natural
e
uma magni
fica
gravura
clorida.
Quem
quizer
assignar esta
publicação,
dirija-se
á
livraria
de
Eugênio
Chardron,
largo de
S.
Francisco.
—Braga.
A
empreza
offerece aos seus
assigoan-
tes
um
magnifico
cofresinho
contendo
tu
do
0
que
é
necessário
para
um
toucador
e
cujos
objectos valem
pata cima
de
20
fran
cos.
Preços
d
’
assignatura
—
Portugal:
semo
referido brinde
—
9
fr.
Com
0
brinde
—
13
fr.
METAES VELHOS
Na
travessa
de
S. João
n.°
5,
com
pra-se
toda
a
qualidade
de
metaes,
e
ferro
velho
até
mesmo fundido.
(860)
João
Manoel
da
Silva
Guima
rães.
—Rua do
Soído
n.°
43.
Compra
e
vende
Acções de
todos
os
Bancos
e
Companhias,
Inscripções
de
As
sentamento
e
coupons.
(581)
ALUGA-SE
O
primeiro
andar da
casa
n.6
88,
da
rua
da Boa-Vista.
O
professor
em
artes, leilras
e scien
cias,
membro do
clero
e
magistrados,
todo
o
medico,
cirurgião, dentista
e
artista,
que
desejem
obter
o titulo
e
diploma
d®
doutor
ou
bacharel honorário,
podem
diri
gir-se
a
xMedicus,
rua do Rei,
46,
em
J
er'
sey (Inglaterra).
(T«)
ALMEIDA & PEREIRA
Largo
do
Barão
de
S.
Martinho n.°
1^
Compram
e
vendem
acções
de
todos
os
bancos
e
companhias,
e
inscripções
d
’
assentamento
e
coupons.
(D
braga
:
typographia
lusitana
—
^75. - É o formato de
-
comerciominho_28081875_389.pdf
Parte de Comércio do Minho (O)