comerciominho_28091875_401.xml
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-
3/
ANNO 1875
FOLHA
COMMERCIAL
RELIGIOSA
E HOT1CIOSA
NUMERO
41
1
flPGUESMirztfar
Assigna-see
vende-se
no
escriptorio
do
editor
e
proprietário
José
Maria
Dias da
Costa,
rua
Nova
n.
#
3
E,
para
onde deve
ser
dirigida toda
a
correspondência
franca
de
porte.
=
As
assi-
gnaturas
são
pagas
adiantadas
; assim
como as
correspondên
cias
de Interesse
particular.
Folha avulso 10
rs.
1
*
<J3B LICA-S
SE
ÁS
TERÇAS,
QUINTAS
E
SABBADOS.
P
reços
:
Braga,
anno
1^500
rs.=Semestre
850
rs.=Provin-
cias,
anno
25400
rs
e
sendo
duas
45000
rs.=Semestre
15250
rs.=//razi/,
anno
45400 rs.=Semcstre
25300
rs.
moeda
forte
ou
105000
reis
e
55500
reis
moeda
fraca.=Annuncios
por
linha
20
rs.,
repetição 10
rs. Para
os
assignantes 80 °/0 d’abatimento.
BRAGA-
TKKÇVFGIRA «» »E
SETEJIIIKO
Correspondência
estrangeira
PA
BIS, 15
DE
SETEMBRO
(Correspondência
particular
do
iCominer-
cio
do
Alinho»)
(Conclusilo
du n.°
antecedente)
Novas
inundações
recomeçam a
deso
lar
0
Meio-dia
da
França
;
as
chuvas
são
alli
geraes
e
comiuuas,
e
fasem
receiar
grandes
desgraças.
Todos
<<s
rios
que
correm
pelos
arre
dores
de
Moutpellier
tem
engrossjdo con
sideravelmente.
O
Sez
já
sae
fóra
do
leito.
Um
outro
rio
que
atravessa
Monlpel-
lier,
e
que
vae
quasi sempre
secco,
tem
desbordado
e destruído
todas
as
casas
que
encontra
na
passagem.
Todos
os
bairros
de
Monlpellier
estão
inundados,
e
a
linha
do
caminho
de
ferro
inleiramente
obstruída.
Na
cidade
de
Saint-Pous
as
inunda
ções
são
ainda
maiores.
As
perdas
ina-
leriaes
são
enormes
já,
e
desgraçadarnenle
o
numero
das
viclimas começa
a
tomar
proporções
assustadoras
Só
em
Saint
Chi
nian
constata-se
0
desapparecimento
de
mais
de
60
pessoas,
e
ha
margem
a
re
ceiar que
ellas
nào
tenham
sido levadas
pelas
agoas.
Em
quasi
todo
0 Meio-dia
as
vindimas
estão
interrompidas,
e
mesmo se,
0
que
nào
ouso
esperar
muito,
para
já se
laça
bom
tempo,
a
vindima
só
muito
tarde
poderá
ser
feita,
isto é
quando
0
bolor
a
tiver
destruído
lotalmente.
Assigoala-se
já
um
grande
numero
de
incidentes
lodos
tristes,
mas
que
seria
longo
citar;
escolherei
apenas um
só.
Em
Fonlfroide,
mosteiro celebre
situado ao
sul
de
Narbonne, n’urn pequeno
valle
onde
não
corre
nenhum
regato,
os
monges, em
numero
de
40,
assistiam
á
missa
quando
caiu
a
tromba
d
’
agoa.
Cinco
d
’
enlre
elles
ficaram
afogados,
e
todas
as
provisões
dos
pobres
religiosos
desappareceratn.
A
tempestade
de
tal
modo
agitou
0
Mediter
râneo
que
em
muitos
pontos,
entre
Per-
pignon
e
Narbonne,
elle
lança montanha
*
(1
’agoa
sobre
a
via
do
caminho
de ferro
A
’
hora
presente
ainda
0
perigo
não
está
dissipado,
mas
esperamos
que
Deus
se
amerceará
dos
nosso
*
desgraçados ir
mãos do
Meio-dia,
preservando-os
de mais
desgraças
Por
occasião
das
festas
preparadas
para
a
celebração
do aoniversario de
Miguel
Angelo,
grande
numero
de
franceses
con
correu
a
Florença
para
tomarem
parle
na
solemne
manifestação
preparada
por
esta
cidade
em
honra
do
seu grande
cidadão.
Ainda
não
conhecemos
inleiramente lodos
os
detalhes
da
festa, mas
tudo
foi
tão
bello quanto grandioso.
E
’ necessário
co
nhecer
Florença com
sua»
bellas ruas,
e
imponentes
monumentos
para
se
faser
ideia
do
espectaculo
d
’essa
festa
nacional
que
leve
logar
no
domingo.
Em
Santa
Croce,
onde estão
os
tumulos
de
Miguel
Angelo,
do
Daute
e
de
Foscolo foram lidos
vários
discursos
ouvidos
no
meio
de
geral
com-
moção.
Desde
0
primeiro
até
ao
ultimo
instante
d
’
esta
solemne
demonstração
tudo
foi
edi
ficante. Tanto os
italianos,
corno
os
es
trangeiros
ficaram
com
gratíssimas
e
sau
dosas
recordações
d’
esta
festa
esplendida.
H.
REVISTA
ESTRANGEIRA
—
De uma carta
carlista
extrahimos
0
seguinte
:
Sua
magestade
Carlos VII
está
actuai-
mente
em Elizondo,
onde
acaba
de
che
gar
0
general
Francisco
Trislany.
irmão
do
chefe
do
quarto
militar
de
sua
rna
gestade.
E
’
ao
general
Francisco
Tristany
que
pertence a
honra
de
ler
tomado
d’
assalto,
a
16
d
’
agosto
de
1874,
a
praça
de
Seo
d
’
U'gel,
como
tolos
sabem.
O
rei recebeu
immediatamente 0
valente
general,
cujos
eminentes
serviços
elle
aprecia
grandemen
te,
e
que
é
chamado a
representar
im
mediaiamente
om
importante
papel
militar.
hu<>
19.
—
O numero
das
viclimas
da
explosão
de
Hernani
ascende
a
60.
Boina
19.
—
Mgr.
Simeoni,
nuucio
do
Papa,
recebeu
ordem para
deixar
0
logar
no
caso
de
as decisões
do
ministério his-
panhol
relativameule
á
recente
circular
do
prelado,
serem
violentas
ou
de
oatiiresa
a
comprometter
a
dignidade
da
Santa
Sé.
N'estas
duas
alternativas
Mgr.
Simeo-
ni
deixaria
a
nuiiciatura
nos
princípios
de desembro,
deixando
um
outro
no
seu
logar.
Tolosa
16
—
0
nosso
anjo de
caridade,
S.
M.
a
B
linha Margarida
de
Bourbon,
chegou
a
Elizondo
onde
é
lodos os
dias
0
objeclo
das
mais
enthusiasticas
ovações
por
parle do
exercito
e
do povo carlista.
O
Bei
D.
Carlos
VII, feliz
por
eHas
demonstrações
significativas
da
Hispanha.
conserva-se
ainda
alguns
dias
em
Élizon-
do,
junto
de
soa
augu
*
la
esposa,
de
quem
se
separará
para, provavelmente,
ir
dirigir
as
grandes
operações
militares
que
se
preparam.
CORRESPONDÊNCIA
A
ctm
liabitaiaies
«la freguezia <le
S.
Paio «le Merelim e eircuin-
VigillItrtS.
Quando
esperava
annunciar-vos
mais
um
anno
de
leccionamenlo
para
vossos
lilhos
;
quando
as portas
das
escolas se
abrem
de
par
em par
para
abrigar
as
creancinlias
que
veem
buscar
0
pão
do
espirito,
a
instrucção,
de
que depende
a
manutenção
e
0
aperfeiçoamento
da
so
ciedade
;
quando
0
professor
primário
abraça
os
pequeninos
imberbes
que
ama
como filhos;
quando
os
lyceus, as
acade
mias,
as
universidades,
se vêem
repletas
de jovens
e
moços
—
esperança
radiosa
d
’
um
futuro
brilhante
para
o
nosso
que
rido Portugal
;
0
professor
primário
de
S.
Paio
de Merelim
vem
dizer-vos,
com
a
alma
altribulada
e
com
0
coração
con
frangido
pela
dôr:
—
ESTA
’
FECHADA
temporariamente
a
escola de
S.
Paio
de
Merelim /
/
Sim,
a
escola
de S.
Paio,
proporcionada
a
vossos lilhos
por
um
patrício
vosso,
está
fechada
temporariamente,
porque
a
Junta
de
parochia Testa
freguezia
tem
na
sua
mão
ha
mais de
seis
annos
um
conto
cento
e
tantos
mil
reis,
e
ainda
não
achou
que
era
lempo de
comprar,
ou
mandar
edificar,
uma
casa
com
essa
quantia,
que
para
tal
íim
lhe
foi
legada.
Esle
dinheiro
está
guardado
;
não
es
tá
a
juro
;
lem
a
Junta
talvez
0 traba
lho
de
0
espanar
a
miudo
por
causa
das
têas
Taranha,
e
a
casa
da
escola
não
está
comprada,
não
está
construída
!
Trata
verbalmenle
a
Junta
a
compra
d
*
uma
casa,
com
0
reverendo Joaquim
Fernandes
Lopes, faz-lhe
dispender,
fiado
na
palavra
delia,
a
maior
de quinhentos
mil
réis,
só
na
escola
dos
meninos,
in
clusive
n
’
uma boa mobília,
e
no
fim
de
um
anuo,
depois
das
obras
acabadas,
nem
a
Junta
pede
auctorisação
para
a
compra,
nem
remelte
orçamento, e
ape
nas
dá contas
á
Exm.a
Camara,
mas obri
gada
por esla
!
I
E
essas
contas
foram
de muitos
annos
de
sua
administração. E
essas
contas
fo
ram viciadas porque
a
Exm.
a
Camara
não
as
approvou
nem
podia
approvar.
Em
vão
a
Junta
recorre
ao
Conselho
de
Districto.
Digo
— em
vão
—,
e
0
re
sultado
lh
’
o
mostrará.
A
péssima
administração da
Junta
de
parochia de
S.
Paio de
Merelim
merece
um
correclivo exemplar,
e
ha-de
tel-o.
O
snr.
Padre
Joaquim
Fernandes
to
ma
conla
da
casa
que
tres
annos pres
tou
graluilamenle
para
a
escola.
Não
pó
de continuar
a
prestal-a, porque
não
é
só propriedade sua,
mas
de
todos
os seus
numerosos irmãos.
Está
mais que
justificado.
Sobre
a
Junta
de
S.
Paio
peza
a
responsabilidade
de
ficarem
sem
receber
as
primeiras
lu
zes
da instrucção
cento
e
tantas
creanças
d
’
ambos
os sexos.
Não
me
queixo
do
incommodo que
soífro.
lendo
de
pedir
uma
cabana
para
guardar
a pouca
mobilia,
um
agasalho
para
me
conservar
no
meio
de
vós,
até
que
uma nova Junta, compenetrada
de
seus
deveres
me
dê
uma
casa adequada
para a
escola.
Em
quanto
fôr
aqui
professor,
quero-
me
no
meio
de
vós,
quero
vêr
os
vossos
lilhos
a
quem
tributo
um
amor
paternal,
e
faço
votos
ao
ceo para
que
cedo
se
lhes
abra
0
templo
da
instrucção.
EsAa
escola é
uma
propriedade
vossa,
porque
vos
foi
legada
por
um
íilho
da
vossa freguezia. Também
eu
tenho
direito
a
ella,
como
parochiano,
e n’
ella
tinha
matriculado
dois
lilhos.
SoíTro
a
incúria
da
Junta
como
vós
soffreis,
e
por
isso
talvez
seja
mais amarga
a
minha
queixa.
Não
desanimeis,
comludo.
A
Exm.
a
Camara,
que
se
promptiíicou
a
mobilar
a
escola
de
meninas,
a
forne
cer
todo 0 material
para
ambas,
ha-de
em
breve
providenciar
contra
tantos
abusos.
No
entanto
procurai
a
instrucção
para
vossos
lilhos.
Apesar de
bastante
distan
cia tendes duas
escolas
publicas,
a
de
Prado
e
a
da
Graça,
e
ambas
dirigidas
por professores
honestos
e incansáveis
no
bom
desempenho
do
magistério.
Mandai
para estas
escolas
os
vossos
filhos.
Procurai-lhes
a
instrucção, que
a
so
ciedade
muito
vos
deverá
e
elles
bemdi-
rão
o
vosso
cuidado
paternal.
S. Paio
de
Merelim,
27
de
Setembro
de
1865.
O professor,
Juão
Alargues
Soares
d
’
Azevedo.
GAZETILHA
Festividade em Lomar,
—
FrSte-
ja-se no
proximo
domingo, 3, a
Imagem
de
N.
Senhora
do
Rosário, que se
vene
ra
na
freguezia
de
Lomar,
próxima
d
’es-
la
cidade.
Será
feita
com
toda
a
pompa
e
brilhantismo,
e
constará
de
missa
canta
da
a
grande
instrumental,
sermão
e
La
dainha,
lambem
a
instrumental,
e
termi
nará com
uma
apparalosa
procissão.
E
’
juiz
d
’esta
festividade
o
ill.,no snr.
Manoel
José
Gomes
Martins,
honrado
ca
valheiro
d
’
aquella
localidade,
e
urn
dos
seus
filhos
mais
benemerilos
e
bemquis-
los.
Nova rua.
—
Foram
na
sexta-feira
de
positados
no
cofre
publico,
pelo
pagador
do
caminho
de
ferro
do
Minho, a
quan
tia
de
2 contos
e
tanto
para
pagamento
da
expropriação
a
que
se
vae
proceder
para a
abertura
da
uova
roa-aveuida,
da
estação
do
caminho
de
ferro
á
rua
da
Cruz
de
Pedra.
Abu«o
intolerável. —
Costumam
muitas
das
vendedeiras
da
praça levarem
para
os templos,
quando vão
ouvir
missa,
cestos
da frucla, bilhas
de
leite,
açafates
com gallinhas,
e
outros
objeclos
d
’
esta
laia.
Isto
é
além
d
’
uma
irreveiencia
tu
pre
ma,
um
abuso
intolerável,
e
muilo
uos
admira
que
Testa
terra
qoe
se
presa de
civilisada,
ainda
se
tolerem
factos «Festa
ordem
;
quando
sabemos
de
aldeias
serta
nejas,
onde
em
tempo
nenhum
se
con
sentiram.
Pedimos
a
ex.
a
rev.ma,
0
snr. ar
cebispo
coadjuior,
haja
por
bem
providen
ciar
convenieoten.enie,
para
qne
ces
’
em
ião
escandalosos
quanto
repugnames
abusos
N.
Senhorn «3a Conceição «la
freguezia
«le
Lama»
—Sob
a
invoca
ção
de
N.
Senhora
da
Conceição
Angé
lica
vtnera-se
na
freguezia
de
S
Salvador
de
Lamas,
do
concelho
de
Barcellos,
urna
Imagem
de
N.
Senhora,
qoe
a
tradição
<lo
religioso
povo
d’a<;uella
freguezia
diz
ter
apparecido
t>o
local,
onde
lhe
erigi
ram
uma
pequena
capellinha,
construída
de
madeira,
a um
menino
de
seis
annos
que
andava
apa-centando 0
gado.
'Lemos
presente
uma
relação
dalgu
mas
pessoas
que
leem
sido
soccomdas
nas
suas
supplicas
por
intercessão
d'aquel-
la
Senhora,
pela
qual é
grande
e
fervo
rosa
a
devoção
dos
povos
circumvbi-
rrhos
Vae
agora
erigir-se-lhe
um
templo
de
pedra,
toda
ofierecida
pelos
devotos
d’
a-
quella
milagrosa
Imagem,
para
o
que
já
está
requerida
a
licença
competente.
As pessoas
que
quiserem
concorrer
com
os
seus
donativos, pódem
fazel-o,
diri
gindo-se ao
rev.0
parocho
da
referida
fre
guezia.
llotipede» iIluBtres. —
Acham-se
hospedados
no
Hotel
da
Boa-Vista,
no
Bom
Jesus
do
Monte,
0
exm.°
visconde
de
Lousada
e
sua
familia.
PublíeaçõeM.
—
Recebemos
e agrade
cemos
as
seguintes
:
—
Relalorio dos
trabalhos da Associa
ção Humanilaria
do
Espirito
Santo,
de
Villa
Real,
no
anno
economico
de
1874-
1875.
—
Diccionario
Popular
(Fas.
n.°
4
)
—
Novo
methodo
prático
e
facil
pa>a
0
ensino
da
lingua
inglesa
(Caderneta
1.
a
)
—
Geografia
geral
(Caderneta
1.
a
)
Estas
duas
ultimas
obras são
editadas
pela
casa
Chardron.
CoiiKtrucçiío
de {iredios etn Lon
dres,
—
O
«Diano
de
Noticias»
diz
que
no
anno
passado
se
construíram
em
Lon
dres
7764
casas e
ficaram ern
via
de
construcção
3542
p«edios.
Esta
noticia
e
mais
se
a
ella
juntar
mos
no
mesmo
anno
a
abertura
de
145
mostra
evidenlemeote
o
progresso
do
en
grandecimento
da
capital
iogleza
a
que
já
alguern chamava
não
uma
cidade
mas um
reino, porque
a
muitos
em
população
se
avantaja.
O
congresso dos gordos. —
Em
Gregorys
Point.
no
Coonecticut
reuniu-se
pela
nona
vez
em
25
d’
agoslo
ultimo
es
la
extraordinária
associição.
Os
jo-naes
americanos
trazem
curiosissimos
e
engra
çados
promenores
sobre
as
festas
que
ti
veram logar
por
essa
occasião,
e
sob-e
os
gordos
que
n
’
ellas
tomaram
parte
Foi
pre
ciso lançar mão
de
medidas extraordiná
rias
para
conduzir
ao
logar
da
reunião
os
principaes
convidados.
William
Perkms,
por
exemplo,
presi
dente da
associação,
pesa
373
libias
(cer
ca
de
140 kilus)
não
obstante
os seus
26
annos foi
conduzido
n’um carro; o
snr.
S. Sherwuol,
(320
libras)
mais cui-
dadosso
da
sua dignidade, foi
de
New-
Milfort
n
’
uma
carruagem
de
qualro
loga
res,
para
onde
entrou
içado
por
seis
ou
sele
homens.
A
sala
eslava
cheia
de
espectadores.
Enlre
os convidados figuravam Bêbé
Murphy,
pesando 303
libras com
o
seu
amigo
0
pequeno
Fish, que
pesa
337
li
bras.
biagetn
franduna
em
qoe
estão
escriptas
algumas
das
locaes
do
referido
n.°
d
’
aquel-
le
periodico.
Aquillo nem
é
portuguez, nem
vascon-
ço;
é...
o
diabo
stereotipado.
Não
felicitamos
o
presado
collega,
pela
acquisiçào.
Roque
II
(vulgo
—Moraes
Neves)
é por
demais
comproineltedor,
e
ignorantão,
e...
palerma.
A
h
nsíBiheres.—
Dizia
Napoleão.
que
é
preciso
educar
as
mães, para
que
ellas
saibam
educar
os
filhas. D’
este
sysrema
depende a
civilisaçâo
e
a
paz
da
França.
J.
J.
Rousseau
disse,
que
os
homens
hão
de
ser
sempre
o
que
as
mulheres
quizè-
rem
;
para
que
sejam
virtuosos
e
gran
des
deve
ensinar-se
ás
mulheres
o
que
é
grandeza
e
virtude.
Em
todas
as
quadras
da
vida
a
mulher
exerce
uma
iníluençia
beneíica
e
poderosa
sobre
o
homem.
E
’
a
mãe
que
o
criâ
e
o
embala
no
berço
;
é
a
amante
que o
em
briaga
d
’
amor; é
a
esposa
que o
acom
panha nos trabalhos
da
vida
;
é
a
filha
que lhe
presta
as
ultimas
caricias e
lhe
torna
risonha
a
velhice.
São
eloquentes
os factos
da
historia,
para
atlestar
a
influencia
beneíica
das
mu
lheres. Entre
os
judeus,
homens
sensuaes
e
grosseiros,
as
mulheres
temperavam
e
adoçavam
pe'os
encantos
de
sua
innocen
cia
e
formosura,
indoles
rudes
e
brtilaes,
costumes
cruéis
e
fanaticos, génios
gros
seiros e
indomáveis.
Sem
as
mulheres
de
Sião,
sem
as
Sara,
Ruth,
e
Rachel,
os
ho
mens
sanguinários,
sempre
ajoelhado
*
pe
rante
uma divindade terrível, leriam
sido
verdadeiros
monstros
de crueldade.
Que
scenas
consoladoras,
meigas
e
pa-
theticas
oflerecem
a
historia
biblica
e os
aunaes
do
povo
chrislão
?
Ahi
vemos
o
ver
dadeiro
typo
<
’
a
boa
mãe,
que
nào
queria
que
a
con-olassem
depois
da
morte
dos fi
lhos,
que vivia
solitaria,
fugindo
sempre
de
alliviar
a
dor que a
opprimia Eram
as
filhas
d
’Israel,
que
cantavam
chorosas
o
seu
capliveiro.
Eram as
filhas
Sião
ge
mendo
dispersas
pelas
terras do exilio.
Os
povos
foram
virtuosos
e
bons,
sem
pre
qoe
as
mulheres
foram
respeitadas
e
livres
; rudes
e maus,
sempre
que
ellas
fo
ram
escravas
e
aviltadas.
As
mulheres de
Sparta
eram
livres
e
respeitadas,
e
os
seus
filhos
e
esposa
foram
heroes.
As
mulhe
res
dos
persas
eram
escravas
dos
seus
ma
ridos,
e
estes
viviam
na
mais
completa
escravidão
polilica.
Ainda hoje, no
orien
te
muitas nações
gemem
sob
o
peso
de
um
regimen
barbaro,
porque as
mulheres
são
escravas
;
e
no
occidenle
o
sol
da
liberda
de
aquece
os
povos
e
as
instituições,
por
que
as
mulheres
são
livres
e
respeitadas.
Acolá
reinam
as
trevas,
e
aqui
a
luz
da
civilisaçâo
expende o
seu
benefico influxo
sobre a
humanidade.
Da
educação
das mulheres
depende
a
verdadeira
felicidade
dos
povos.
Fíífleli<Ba<8e
eoBajsBgftí.—Em
alguns
condados
da Inglaterra
havia
antigamente
uma
usança
extravagante.
Dois
esposos—
que
tivessem
vivido
juntos
durante
um
an
no,
sem
se arrependerem
da
sua
união,
sem
desavenças,
sem
questões,
e
sempre
fieis
um
ao
outro,
apresentavam-se
peran
te
o
parocho,
e
na
presença de muito
po
vo juravam
que
lora
essa
a
sua
vida
du
rante
aquelle
lempo.
O
juramento
era pres
tado
de
joelhos
sobre
pedras ponleagudas.
Acabada
a
ceremonia
recolhiam
os
felizes
cônjuges
para
casa
no
meio
de
acclámaçõs
geraes.
aIimentos
em Inglaterra.
—
Na
Inglaterra
falsificam-se
de
um
modo
escandaloso
os
principaes
alimentos.
E
’
um
jornal
francez que
aponta
as soguinles frau
des
:
Adultera-se
o
pão
com
féculas
de
bata
tas,
com
gesso
e
alúmen, os
doces
e
bol-
los
com
substancias
rnetallicas; o
café
com
chicoriii,
lavas e
outras
plantas; o
cacau
com fécula
chicória
e
terras
ferruginosas
;
a
pimenta com pó
de
arroz
e
mostarda
:
a genebra
com pimenta
e
acido sulphuri-
co
;
a
cerveja com melaço,
sal,
alúmen
e
até
acido
sulphuricó
;
o
rapé
com
cal,
vidro
moído
e
saes
metálicos
,
o
tabaco
de
fumo com
assucar,
rhuibarbo
e
melaço
;
o
vinagre
com agua
e
acido
sulphuricó
;
o
opio
com
areia,
serradura
de
madeira
e
farinha; o
leite
com
agua e
farinha,
etc.,
etc.
A
venda
de
cigarros
e
charutos
pres-
ta-se
ás
mais
escandalosas
falsificações.
Nos
portos
de
mar
é
frequente
encontrar
homens
disfarçados
em marinheiros
a
ven
derem
cigarros
e
charutos
de
Havana.
Analisado
este
genero
tão
astuciosamente
inculcado
não
se
encontra
nma só
partícu
la
de tabaco
:
tudo
é
composto
de
palha,
feno, cascas de
batata,
etc.
Depois
das
saudações
do
estilo
teve
logar
unia
serie
de apertos
de
mão,
acom
panhados
de
duas
libações successivas
e
copiosas.
A
sessão
começou
pela
pesagem dos
novos
candidatos.
Aquelle
que
pesasse
me
nos
de
200
libras
não
era
admidido.
seodo
muitos
os
regeitados
por falta
do
peso.
A
reunião
não
obstante
era
nume
rosa,
e
não
contando
com
os
convidados
assistiu á
sessão
uma
centena de
socios
que
pesavam
ao
todo
umas 12
tonela
das.
A
’
chegada dos
socios
a
Grejony’s
Poiut,
o
solo
tremia
sob
os
seus
passos
como
se
um
rebanho
de
byppopotamos
entrara
na
cidade.
Cada
gordo
occupava
na
mesa
do
fe
*
lnn
dois
lugares;
a
mesa
fora
feita
expresramente
para os
convivas
e
tinha
entradas
semi-circulares
adaptadas ás
ca
pacidades de
cada
um,
e
era
mais
solida
que as
mesas
ordinárias,
para
poder
com
o
p-so
enorme
dos guisados oflerecidos
aos
convidados.
Os
gordos
comeram,
ao
todo,
400
algueires
de
ostras,
10 toneladas
de
bata
tas,
300
libras
de
carpas,
100
libras
de
enguias,
300
libras
de
lagostas
sem
cou
tar
com
as
montanhas
de carne,
vacca,
carneiro,
vitella
e
caça.
A
unica
bebida
qtie
se
serviu
foi
cerveja,
e
consumiram-
se
300
toneis
d
’
ella.
Depois
d
’
este banquete paniagrnelíco,
teve
logar a
eleição
d
’um
presidente
e
de
um
vico-presidente
da sociedade
para
o
anuo
proximo A
festa
terminou por um
baile,
onde
os
dançadores
d
’
ambos
os
sexos
se
deslinguiram
pela
sua
pouca
agi
lidade.
—
(Da
«Discussão».)
.
Sorsa.il
«San
—
Pnblicou-se
o
n
0
105
d
’
esta
interessante
revista
de
liileratura
e
modas.
Unico
jornal
dedica
do
as
senhoras
que
em
Portugal
existe,
contendo uma longa e
bem
detalhada
re
vista
de modas,
na
qual
miudamente
se
descreveu»
as
mais
elegantes
toiletles
que
se usam
para
passeio,
visita
*
,
reunião,
theatro,
baile,
etc.,
poesias
e
artigos
de
recreio
acompanhados
de
dois
excellente
*
ligtifinos
gravados
e
illuminados em
Paris
e
bellos
debuxos
para
bordar
e
moldes
para
cortar
falo
de
senhora,
tudo
execu
tado
em
França. A empresa
oflerece an-
nualmeute
seis
bellos
e
valiosos
brindes,
distribuídos
á
sorte
pela
loterii, tendo
direito
u
araignaule
de
anno
a
receber
grátis
a
seguinte
obra
:
Manual do
Conserveiro,
metho
lo
de
fabricar
os
mós
saborosos
e
exqoisitos
dôces,
compotas,
guiados,
etc.,
obra
cu-
liosa
e de
reconhecida utilidade.
MovssBiesato
«So SaoMpit»S «Je
S.
Marens.
—Doentes existeoies em o l.°
de
julho
de 1874:
Homens
64,
mulheres 128.
Entraram
durante
o
anno
eeonomico
de
74-75:
Homens 1:009,
mulheres
887.
Saram
curados
ou
melhorados
du
rante
o
mesmo
anno
:
Homens
922,
mulheres 786.
Fdlleceram
:
Homens
104,
mulheres
97.
Ficaram
existindo
em
30
de
junho
de
1875:
Homens
47,
mulheres
13?.
Roniatívo.—
Cheios
de
satisfação
te
mos
hoje
a
registrar
mais
om
acto
de
caridade
praticado
pelo
snr.
commeodador
Fulgencio
José
da
Costa
Guimarães,
d'esta
cidade.
S. exc.
a
entregou
ao
snr.
piovelor
do
hospilal.de
S.
Marcos
300$00d
rs.
nominaes
em
inscripções, para augmenlo
do
capital
d'aquelle estabelecimento.
Bem
haja
Lao insigne
protector das
caras
de
beneficencia d’esta
terra.
Acção
tão
humanilaria
revela
a
nobresa de
sen
timentos de que
s.
exc.
a
é
dotado.
Oxalá
que
a
divina Providencia
derrame
sobre
tão
benemenio cavalheiro
os
dilúvios da
sua
graça,
e
lhe
centuplique
os
bens
tem-
poraes,
pois
que tão
generosamente
os
sabe
destribuir.
C
oímiim
aeiti patliieas elogiadas
por
esc ri pt ores
celebres.—
As
coi
sas
mais
antipathicas
e
repugnantes
teem
sido
assumpto
de elogios
por iscriplores
celebres
:
Cícero
elogiou
a
cegueira.
Berny, a
sêde.
Erasmo,
a
loucura.
Hiilieo,
a
febre.
Cardan,
a gota.
Galignacus,
a peste. Ru-
demanu,
o
rato.
GreLholde,
as
pulgas.
Collicles
a
injustiça.
Gutherius,
a
estu
pidez,
etc.
Andará
por
alli Rocjue
II?—
E
’
esta
a
pergunta
que
nos
faz
um
amigo,
que
leu
parte
do
noticiário
do
«Jornal
do
Minho,»
n.°
75.
Cremos
que
sim,
e
ca
uuici
explica
ção
que
podemos
dar
a
respeito
da
ver-
I
Milhares
de motivos
temos
para
o
sentir
e deplorar.
A morte
do
nosso
chefe
nos
deixou
como
orfãos, e a
patria,
como
uma
viu
va, chora
a
morte
do
seu
protector.
To
dos
nós
tristes, salvos
esses
homens
per
versos
da
raça
de
Caim, que
nào
parti
lham
nossa
grave
afllicção,
e
que não
teem
como
nós,
motivo
para
gemer
amargamen-
te.
Nós
é
que
somos
os
desgraçados,
por
que
perdemos
a
esperança
no
nosso
cora
ção
!...
Todavia
a
ordem continúa
sem
altera
ção.
graças
aos
bons sentimentos
e
á
fideli
dade
dos
partidários
governamentaes,
e não
se
alterará,
porque
o
partido
da
ordem não
arma seus
valorosos filhos
com o punhal
do
crime
e
da
traição.
Estão
tomadas
as
me
didas
mais
eflicazes
para
que
se
mante
nha
em
paz
toda
a Republica,
e
para
que
os
infames
assassinos
Roberto
Andrade
e
Ma
nuel
Cornejo
sejam
presos.
A
patria
não
morreu
;
e
nós
perecere
mos
todos
mil
vezes,
antes
de
permiuir
que
se
inaugure,
sobre
o
cadaver
da
Gar
cia
Moreno,
o
império
do
crime;
que
a
maçonaria
só
tem
podido
conseguir.
Cidadãos do
Equador
!
Uni
vossas
vo
zes,
afim
de execrar este
atroz
parricídio.
Conservae
a
ordem entre
vós,
e
não
vos
deixeis
surprehendcr
pelos
sectários
do
crime.
Imilae
a
virtude
e
a
constância
do
heroe
que
acabamos
de
perder;
segui-
lhe
us
exemplos
de
piedade
;
e
sêde
firmes
como
elle,
sustentando
os
direitos
sagra
dos da religião
e
da
justiça.
Ai
de
mim!
Garcia
Mureno
não
existe
já
!
Viclima
innoctmie
e
generosa
subiu
ao
ceu,
onde
gusa
já
da
immorlal
recompen
sa, devido
ás
suas
heroicas
virtudes, em
quanio
que
os
homens
justos,
que
o
cho
ram
n’
esta
terra,
abençoarão
clernamente
seu
illustre
nome.
Quito,
6
de
agosto
de
1873.
Viwgem
«8«
iangiea^nlor íS«iilh®r-
aiae.—
Noticias
recebidas
de
Berlim,
dão
como cousa
resolvida d’esta
'cz,
a
viagem
do
imperador
Guilherme
á
Ilalia.
Assegti-
ra-se
que
S.
M.
1.,
sairá
dos
seus
estados
para
Baden-Badcn,
no
dia
1°
du
proximo
outubro,
e
no
dia
3,
o
mais tardar,
para
Milão,
que
se julga
ser
o
ponto
indicado
para
a
entrevista
do
monarcha
allcmão
com
o
rei
Viclor
Manuel.
O
que
se não
sabe
porém,
com
certe
za,
é
se
o
príncipe
de
Bismark
acompa
nha o seu
soberano,
o
que em
Berlim
se
julga
muito
provável
PrGelamaffto.—
Foi
a
seguinte
a
pro
clamação
oílicial.
publicada
em
Quite
de
pois
do
assassinato
do
presidente
Garcia
Moreno
:
DIA
DE HORROR !
O
nobre
sangue
do
restaurador
da
pa
tria, foi
vertido
pelos
golpes
de
miseráveis
e
pérfidos
assassinos,
qne,
armados
do
pu
nhal
e
do rewolver
terminaram
esta
vida,
que
era
também
a
da
patria.
A
viclima in-
nocente
subiu
ao
ceu, e o seu
cadaver
en
sanguentado,
começa
já
a
receber
com
abun
dancia
as
provas
de
admiração,
que
a
in
grata
geração actual lhe recusou
por
mui
to
tempo.
E
*
le
sangue,
que
é
o
de
utn justo,
es
tá
agora
espalhado
e
brada
ao ceu.
O
infame assassino já expiou
o
inaudito
crime. Seu
medonho
cadaver
inspira
hor
ror,
que
se
experimenta
pelos
condemna-
dos,
e
muitos
dos
seus
cúmplices
eslão
já
em
poder
da
justiça.
O
povo
d
’
esta
capital
se
une,
como
em
breve
se
unirá
o
da
nação
inteira,
para
soltar
os
gemidos
da
mais profunda
e
da
mais
pungente
dôr
sobre
esle
homem
pro
videncial,
que
o
crime mais
infame
aca
ba
de
nol-o
roubar. Portanto, se
pa
ra
nosso
castigo,
Garcia
tMoreno
mor
reu, esperamos que
o
seu
nobre sangue,
consolidará
a ordem e
perpetuará
na
pa
tria o
reinado
de
verdadeiro
progresso,
que
sua
actividade.
e
sua
grande
inlelli-
gencia
fiunlára
entre
nós.
Em
vão
terão
organisado
esta
infame
legião
de
bandidos
prestes
a
matarem
a
religião
e
a
patria.
julgando-as
sem
de.feza,
privadas
de
seu
illustre
protector;
sua alma
immorlal re
cebeu
já
a
corôa
dos
mártires,
do
ceu;
elle
vive
para
o
ingrato
Equador
;
seus
olhos
banhados
de
lagrimas,
pedindo ao
Pae
das
Miserieord-as,
que
jámais o
Equa
dor
se
torne
a
desgraçada
viclima
dos
monstros, que
acabam de
sepultar as suas
mais
claras
esperanças,
com
o
homem
jus
to,
<le
quem
nós
nunca
deixaremos
de
las
timar
a
morte.
Não
continuaremos
a
exprimir
nossos
queixumes,
porque
nos sentimos
desfai-
lecidos,
em
presença
de
uma
tão
grande
dôr.
Esta
dôr
eslá
expressa
em
lodos
os
rostos,
e
o lucto
universal, tesiimunha
da
horrível
calamidade,
que
acaba lança? —
se
sobre nós.
Que
funesta
tempestade
de
males de
súbito se
arremessa
sobre
nós !
MORARIO
AUILAS
»O
SEMIlíARaO RE S. PERR® AT4>
ANÍSO
I
í
ECTIVR
RE
S^
’55
A 1830.
AULAS
HORAS
NOMES DOS PROFESSO
RES
Theologia
Dogmatica
especial.
.
.
7
1
/
2
ás
9
Dr.
Martins
Direito
canonico............................
7«/
2
ás
9
Dr.
Vieira
de
Sá
Theologia
Moral
(L°
anno).
. .
.
9
^2
ás
11
Dr. João
Manoel Corrêa
Theologia
Moral
(2.°
anno).
. .
.
9
4
/
2
ás
11
Dr.
Dias
d
’Araujo
Historia
sagrada e
ecclesiaslica.
.
9
‘/2
ás 11
Dr.
Alves Malheus.
Theologia
sacramental
..................
11
ás
i^1
/.
Dr.
Moreira
Guimarães
Theologia
Dogmatica
geral.
.
.
.
11
ás 12
J
/
2
Dr.
Figueiredo
Latinidade
(3.° c
4.°
anno).
.
.
.
7
ás
9
Alves
de
Castro
Portuguez
(l.°
e
2.°
anno).
. .
.
7
ás
9
João Manoel
Moreira
Rhetorica
(3.° anno
de
Portuguez)
7
ás
9
Dr.
Alves de
.Moura
Geometria.......................................
7
ás
9
Lopes Cardoso
Geographia
...........................
,
.
.
11
Va
á
1
Padre
Julio
Philosophia...................................
11
á
1
V2
Pinheiro
d
’
Almeida
Francez
..........................................
H
1
/,
á
1Va
Álvaro
Navarro
Latim
(1.°
e
2.° anno)
..................
llV.á
P/s
Padre
Maya.
N.
B.
Todas as
matriculas
serão
feitas
em
conformidade, com
esle
horário,
e uão
serão
admiltidas
reclamações
de
propina
depois
de
paga.
Secretaria
do
Seminário dê
S.
Pedro,
21
setembro
de
1873.
O
professor servindo
de
secretario
SECÇÃO
D2
COMMUNICÃBOS
jtaiz
<le
Moíasão e
sesia ©alsam-
niadores
Snr.
redactor.
Tive
noticia muito
tarde
de
um
com-
inunicado,
publicado
no
jornal
«A
Lucta»
de
24
de agosto
passado,
assignado
por
Miguel
Antonio
Dias,
em
que
se
*
fazem
injustas
arguições
ao
juiz
de
Monsão,
o
ex.mo
Manuel
Igoacio
do
G.
Ramos
da
Silveira.
Ignora-se
em
Monsão
quem
seja
o
si
gnatário
do
referido communico,
e
enten
de-se
que
esle
cavalheiro
recebeu
alguns
tostões
para
pôr
seu
nome
á
mercê
do
miserável,
que
querendo
dar
largas
a
seu
Manoel
Alves
de
Castro.
odio
vil
e
mesquinho,
quiz
comtudo
fi
car
nas
trevas
para
se
furtar
aos
apu
pos
que
leria
em
recompensa,
se
sc
ma
nifestasse.
N\ste
cóinmunicado
diz-se:
«que
o
mencionado juiz,
na
visiona
a
que
presi
diu
nos
dias
23, 24,
27
e
28
de
julho
d
’
esie
anno
oa
quinta
de
Real,
extra-
muros da
villa de
Monsão,
com
o
fim
da
favorecer
a
um
dos interessados, exerce
ra
a
maior
pressão
sobre
os
respectivos
louvados,
para
obstar
a
que
estes
tomas
sem
livremenle
a
resolução
que
tinham
como
justa
e
conscienciosa; e
chega
a
tanto
a
imprudência
do
articulista
que
uão
duvida
aflirmar
que,
requerendo
os
louvados
que se
lhes
addicionas.se
um
P
a‘
rito
para Lizer
as devidas
medições,
es
te
requerimento
fôra
desatteodido,
des
cendo
então
o
juiz
abaixo
do
nivel
d°
magistrado,
empregando
ameaças,
insul
tos
e
outros meios
iníquos:
e
qne
do
auto
da
vistoria
não
consta
a
fiel
histo
ria
da mesma
por
não
permittir
o
juiz
que
se
transcrevesse
a requisição
dos
lou
vados
!
Para
qoe
o
publico conheça
o
cara
cter
do
articulista
vou
transcrever
aqui
dous documentos que
lenho
em
meu
po
der
e
serão elles
o
desmentido
mais
so-
Jemnc
e
cathegorico
que
póde
dar-se
a
este
tecido de
mentiras
e
calumnias.
Requeri
certidão
do
auto
da
vistoria
em
questão,
e
resa
ella
assim:
«Maneio
Rosa
Botelho,
escrivão
e
ta
bellião
do
juizo
de
direito
e
comarca
de
Monsão
por
Sua
^Magestade
Fidelíssima,
que
Deus
guarde
etc.
Em
cumprimento
do
despacho retrò
do
dr.
Maouel
Ignacio
do
Couto
Ramos
da Silveira,
juiz de
di
reito n’
esta
comarca,
certifico e
dou
fé
que
em
meu
poder
e
cartorio
se
acham
os
autos
d
’
inventario, a
que
se
procedeu
por
falleciraento
de Antonio
Luiz
Pe
reira
Alvares
da
Goerra,
casado
que
foi
com
D. Joanna
Boào
Pereira
Gamalha,
mora
lores
que foram
na
quinta de
Real,
extra-muros
d
esta villa,
os
quaes
tiveram
principio em
3
de
outubro
de
1834 e
foram
distribuídos
a
este
cartorio,
que
se
acha
a
meu
cargo,
e
em
10
de
janeiro
de
1812;
e nos
mesmos
se
trata
da
di
visão
e demarcação
da
dita
quinta
de
Real
e
suas
pertenças,
situada
a
extra-muros
d
’
esta villa,
e
qoe
era
pertencente áquel-
le
inventariado
e
sua
mulher,
vendo-se
no
auto
da
vistoria
de
folhas
174 a
de
claração
feita
pelos
peritos
que
é
do
theor
seguinte
:
Declararam
que
com
quanto
entendam
ser possivel
ser
feita
a
divisão e
de
marcação
d’
esta
quinta
de
Real,
menos
a
coutada
da
Gandra
por
ser foreira,
e
o
senhorio
do
domínio
direclo
se
oppor
á
sua
divisão,
não se
acham
habilitados
para
procederem á
divisão
e
medição
por
ser
sua
póofis^ão
a
do
commercio
e
não
saberem
medir
terrenos
que tem
ângu
los,
chaves e
voltas,
requerendo
a
elle
snr.
juiz
que
os
isemlasse d’at
bilros
n
’
es-
te
processo,
ou
lhes
nomeasse
um
me
didor
habilitado,
a fim
deste
fazer
as
medições
qoe
por
elles
peritos
lhe
fossem
indicadas.
Despacho
—
Dê-se
vista ás
partes
re
querentes
e
requeridas,
curador
ad
tilem
o
dr.
curador
geral—Nada
mais se
conti
nha
cm
as
ditas
peças,
pedidas
por
cer
tidão,
e
que
n
’
esta fóima
para aqui
fiz
passar
e
esta
conferi e
concedei
em
fór
ma
legal, etc., eic.,
etc.
—Monsão.
13
de
setembro
de
1875.
—
Maneio
Rosa
Botelho,
escrivão,
o
subscrevi e
assigno.
—
Maneio
Rosa
Botelho
»
«Ill.
m)
snr.
Francisco
AíTonso
Mari
nho.—
Braga,
9
de
setembro
de
1875.
—
Sei
que
v.
s.a
foi
orn
dos
louvados
na
vistoria
feita
nos
dias
23,
24,
27
e
28
de
julho
d
’
este
anno
na
quinia
<Je
Real,
extra
muros da
villa
de
Monsão.
No jornal
«A
Lucla» de 24
de
agosto
proximo prelento
vem
um
commuiiicado,
assignado por
Miguel
Antonio
Dias,
dan
do
coma
de
graves
irregularidades prati
cadas
pelo
juiz
d’
essa
comarca,
o
ex.
rno
Manuel Ignacio
do
C.
Ramos
da
Silveira,
oílensivas
da
justiça
e
do
respeito
com
que
elle
devia
acatar
as
resoluções que
v.
s.
a
e
seus
collegas
pretendiam
dar
no
desempenho
do seu
dever.
P^ra
bem
da
justiça
vou
pedir a
v.
s.
a
o
favor
de
me
dizer
ern
seguida
a
esla
carta,
em vista do
alludido
communicado
que
lhe
remetto,
se
são
verdadeiros
os
factos
n’
elle
nairados,
ou
se
e
sómente
verdade
o
que
consta
do
aucto
da
visto
ria;
e
agradecendo-lhe
esla
fineza, peço-
lhe
desde
já
licença
para
fazer
uso
da
sua
declaração
na
imprensa.
Sou
de
v.
s.
a
amigo
—
Manuel
Joaquim G.
Vieira
de
Sá.»
«III.ino
snr.—
Em
resposta
á
carta
re
trò
de
v.,
cumpre-me
declarar-lhe
que
fui
louvado
de
desempate
na
vistoria
;
n
’
esla
no
dia
23
me
occupei
com
os
outros
meus
companheiros
a
estudar
o
processo
<
*
os
quesitos,
propostos
pelos advogados
das
parles
para o
que
pedimos
alguns
dsclarecimentos
ao
juiz:
no
dia
24
depois
de
nos
reunirmos
na
quinta
de
Real
fo
mos examinar
a
coutada
da
Gandra em
cÓHes,
pertença
da dita
quinta,
onde
o
louvado
Caetano José
Dias,
interrogado
pelo
outro
louvado
Antonio
Emilio
Alves,
declarou
que
a
sua
opinião era
de
que
se não
podia
partir
a
quinia,
com
a
qual
pareceu
conformar-se
este
;
voltamos
em
seguida
para
a
quinia a examinar
esla
;
nos
dias
25
e
26
foi
interrompida
a
vis
toria por
ser
domingo
aquelle,
e
por
ha
ver
audiência
ordinaria
n
’
esle;
no
dia
27
continuamos
no
exame
da
quinta,
e
então
pelos
dois
referidos
meus companheiros
foi-me
mostrado um esboço
da
partilha
da
quinta,
destinando o
lote
com
que
de
via
ticar
cada ura
dos
coherdeiros,
e pe
dindo-me
elles
a
minha
opinião,
declarei-
lhes
que por
aquelle
modo
não
se
fazia
a
partilha
com
igualdade
na
qualidade
e
na
quantidade,
como
se
exigia
nos
quesi
tos,
nem
se
podia
depois
fazer
o
sor-
leamento,
e
insistindo
os
meus
compa
nheiros
que
se
podia
fazer
a
partilha
as
sim, e
que
eu
procedesse
ás
medições ne
cessárias
para
isso,
recusei-me
porque
só
linha eu de intervir
no
caso
de empate,
que
via
oão
existir,
e
durante
este
deba
te,
foi
a
unica
occasião, ern
que
o
juiz
se
aproximou
a
alguma
distancia
de
nós,
pedindo-nos
o
inventario
velho
No
dia
28
continuou a
vistoria, e
então
o
lou
vado
Caetano
José
Dias
apresentou
um
papel
ao
juiz,
que
eu
ignoro
o
que
con
tinha
e
manifestou
que entendiam
qoe
po
dia
partir-se
a
quinta,
mas
que não sa
biam
para
isso
fazer
as
medições
neces
sárias
e
que
nomeasse um
medidor
ofíi-
cial
para
as
lazer,
ao
que
o
juiz
res
pondeu
que fizessem a
partilha
da
quinta
fosse
como
fosse,
e
que
não
era
decen
te
que no fim de quatro
dias
de
exame
se
confessassem
inhabilitados
para
a
fa
zer,
e
como
os
dois
meus
companheiros
insistissem n’
aqtiella
sua
declaração,
o
juiz
mandou
transcrevei-a
no auto
que
se
fez,
sendo
notada
pelo
louvado
Caetano
José
Dias á
face
de
um
papel
que
ia
iendo.
E
’
o
que
se
passou <m toda
a
visto
ria
sem
que
o
juiz
nos
fizesse
indicação
alguma,
nem
pretendesse
exercer
sobre
nós
pressão, nem
sequer
nos
dirigisse
pa
lavra alguma
acre,
sendo
por
hso
a
pura
verdade
o
que
se
decla'ou
no
auto
da
vis
toria,
e
calumnioso quanto
a este
respei
to
se
diz
no
jornal
«A
Lucta»,
de
24
de
agosto.
Aífirmo
tudo
o
exposto
debaixo
da
minha
palavra
d’
honra
e
póle
v.
d’esta
minha
declaração
fazer
o
uso
que
lhe
aprou
ver
Sou
de
v.
amigo
muito atlento
venera-
dor.
Monsão
11
de
setembro
de
1875.
Francisco
AllouSo
Marinho.»
Creio
que
em face
d’
estes
dous do
cumentos,
de
cuja
autheulicidade
não
é
pécmittido
duvidar, (ica piovado
que
o
juiz
de
Monsão
presidiu
á
vistoria
com
imparcialidade
e rectidào,
havendo
se
n’
es-
te
acto,
como
costuma
haver-se,
sempre
que
exerce
suas
fuocções
de
magistrado.
Escreveu
se
no
auto
da
vistoria
o
re
querimento
dos
louvados,
em que
pediam
um
medidor
ciliciai?
Como
é
que
se
vem
dizer
na
imprensa
que
o
juiz
se
recusou
a
deferir
a
este requerimento,
allegando
que tudo
se tinha até então
passado
em
segredo
e
podiam
reconsiderar os louva
dos
para fazerem quanto
elle pretendia?
Onde estão
as
violências, ameaças, in
sultos
e outras
indignidades d
’esla
caiu-
resa?
Onde
está
es
*
a
vontade
com
que
o
juiz
pretendia
favorecer
um
dos
interes
sados
na
partilha
Ja
quinta?
Será
limpa
a
mão que escreve
estas
calumnias
e a
qne
as
assigna?
Será
honrado
quem
vem
á
imprensa
mentir
tão
descaradamente?
O
juiz
de
Monsão
tem
o
grande
de
feito
de não
transigir
com
os
iniquos
e
corruptos;
e
eis
a
rasão de
ter
alguns
inimigos
que,
nio
podendo c<
nseguir
quan
to
pretendem,
vem
á
«Lucta»
e
ao
«Jor
nal
da
«Manhã»
dar
parte
das suas
iras,
suppoodo
que
pódern
manchar
a
reputa
ção
d
’
ntn
homem
que nào pódem
imitar
em dignidade e pundonor.
Pelo
que
fica
exposto
avaliará
o pu
blico
da
justiça
com
que
se
teem
escri
pto algumas outras
pasquinadas
contra
es
te
nobre
e
honrado
caracter, pois que
quem
falta
á
verdade
ião
aleivosamente
o
’
um
ponto,
em
que
póde
ser contradicla-
do
com
documentos,
não
admira que
o
faça
n
’
aquelles, cuja
verdade
só
pó
le
ser
reconhecida
pelos
que vivem
em
Man
são.
Não
quero
fazer
mais
considerações
por
inúteis;
e
concluo
aílisnçando
que não
ha
na
comarca
de
Monsão
um
homem
sério
e respeitável
pelo
seu
caracter
e
honra
que
se
atreva
a
escrever
duas
linhas
se
quer,
que
sejim
olfensivas
da dignidade
e
honra
do
seu
juiz;
e,
se
o
ha,
aqui
o
empraso
para
que
venha
a
lume
com
a
sua accusação, pondo-lhe
por
baixo
seu
nome,
como eu
o
vou
fazer.
Braga,
16
de
setembro
de
1875.
Manuel
Joaquim G. Vieira
de
Sá.
-------
------------
ANNUNGIO
Dias
&
Irmão,
fazem
publico,
que
des
de o dia
I
o
do
futuro
mez
d
’outubro,
o
seu
carro
que
d’
esta
cidade
sae
para
a
Villa
de
Barcelios
ás
4
horas,
fica
sain
do
ás
3
da
tarde,
chegando
a
Barcelios
ás
6
da
manhã,
e
chega
a
esta
cidade
ás
9.
Preçosi
De
Braga
á
freguezia
de Sequeira
e
vece-versa
80
reis.
De
Braga
ao
Porto
de
Martim
e vice-
versa,
dentro,
120
rs. e
100.
De
Sequeira
c
Barcelios
e vice-versa,
dentro
320 rs.
e fora
240.
De
Porto de
Martim a
Barcelios,
den
tro
280
rs.
e
fóra
210.
De
Braga
a
Barcelios,
e vice-versa,
dentro
400
rs. e
fóra
3f
>0.
Braga
28
de setembro
de
1875.
•
O
gerente,
(2714)
Antonio
Joaquim
Loureiro.
José
Duarte Pregueiro
&
Irmão,
an-
nunciam
ao publico,
que
mudam
os
seus
carros
diários
que
lem
para
a
Povoa do
Varzim,
a sair
ás 5
horas
da
manhã
e
10
da
noite,
principiam
desde o
l.°
de
outu
bro
inclusive
a
sair
de
Braga
para a
Po
voa
ás
6
e
8
horas
da
manhã
e
chegam
á
Povoa ás 1
e
3
da
tarde,
e
saem
da
Po
voa
para
Braga,
ás 6
e
9
da
manhã,
e
che
gam á
1
4
da
tarde;
demoram-se
na
ida
e
volta
meia
hora
em
Barcelios.
Preços
os
mesmos, e
os
bilhetes
ven
dem-se
nos
mesmos
escriplorios.
Preços
De
Braga
a
Sequeira
e vice-versa, 80
reis.
De
Braga ao
Porto
de
Martim,
e
vice-
versa, 120
reis.
De
Sequeira
a
Barcelios e
vice-versa,
160 reis.
Do
Porto
de
Martim
a
Barcelios
e vice-
versa
120
reis.
De
Barcelios
para
as
Necessidades, 160
reis.
Das Necessidades
á
Povoa
e
vice-versa,
200
reis.
De
Braga
a
Barcelios
e
vice-versa,
den
tro
400
reis
e fóra 300.
De
Barcelios
á
Povoa e
vice-versa,
den
tro
409
reis
e
fóra 300.
De
Braga
á
Povoa
e
vice-versa,
dentro
500
e
fóra
400.
Braga
27
de
setembro
de
1875.
(2718)
O
gerente,
Antonio
Joaquim
Loureiro.
Diligencias
diarias
de
Sebastião
da
Silva
Neves.
Esta
ernpreza
faz
publico,
que
além
das
suas
antigas
carreiras
de
Nine
por Bar-
cellos
a
Vianna, Caminha,
Valença,
Tuy,
Vigo
e
S.
Thiago,
e
de
Braga
a
Ponte
do
Lima
e Vianna,
estabelece
no
dia
28
do
corrente
mez
de
setembro
carreiras
dia
rias
entre
Braga,
Arcos,
Monsão
e
Valença,
e
vice-versa.
Estes
serviços
são
todos
em
combina
ção
com
os
caminhos
de ferro de
Braga
ao
Porto
e
Lisboa,
podendo
os
snrs.
pas
sageiros
tirar bilhetes
e
despachar
bagagem
nos
escriplorios
do
annunciante
para lo
dosos
pontos
acima mencionados.
Também
se
recebem
encommendas.
Escriptorio
em
Braga,
na
casa
aonde
esteve
a
Companhia
Viação, esquina
da
Conega.
(2716)
Banco
Commercial,
Agrícola
e
In-
dustrial
de
Villa
Real.
Sociedade
anonyma de responsabi
lidade
limitada.
A
gerencia
annuncia
aos
snrs.
accio
nistas
possuidores
de
titulos
provisorios
das
acções
d’
este
Banco
com
os
numeros
comprehendidos
enlre
1
e 1001,
e
que
apresentaram
declarações
da
fórma
porque
lhes deviam
ser
passadas
as
suas acções
que podem
solicilal-as nas
agencias
do
Porto,
Braga, Vianna
e
Caminha,
onde
lhes
serão
entregues
em
troca
dos
refe
ridos
titulos provisorios,
Aquelles
dos
snrs.
accionistas
que
pos
suírem titulos provisorios
de
numero
su
perior
a 10J1, e
que declararam
como
queriam
passadas
as
suas acções,
breve
mente
serão
convidados
a entregar
n
’
a-
quellas
agencias
os
referidos
titulos
em
troca
das acções definitivas.
Banco
de Villa
Real
24
de
setembro
de
1875.
Os Gerentes
Joaquim
José
d
Oliveira
Guimarães»
João Pinto
Ferreira.
(2715)
NOVO
HORÁRIO
A
antiga
sociedade
Viação Bracareuse,
leva ao
conhecimento
do
publico
que
os
seus carros
que
d
’esla
cid >de
sabiam
pa
ra
os
Arcos
e
Monção
ás
5 horas da
ma
nhã
e
3
e
5 da
tarde,
ficam
sahindo
des
de
o
dia
1.
*
de outubro
em
diante,
o 1.
*
ás
6 horas
da
manhã,
chega aos
Arcos
ás
11, segue
para Monsão
ás 12
e chega
ás
5
horas
da
tarde.
O
segundo
sae
á
1
da tar
de,
chega
aos
Arcos
ás
6.
O
terceiro
sae
ás
5
horas da
tarde,
chega
aos
Arcos
ás
10, segue
para
Monsão
ás
II,
e
chega
ás
4 da
manhã
do
dia seguinte
Volta
Sae
de
Monsão o
primeiro,
ás
6
ho
ras da manhã,
chega
aos
Arcos
ás
10,
se
gue para
Braga
ás
11
e chega
á
5
da
tar
de
; o
segundo
sae
dos
Arcos
á
6
da
ma
nhã
e
chega
a
Braga
as
12; o
terceiro
sae
de
Monsão
ás
5
horas
da
tarde,
chega
aos
Arcos ás
10,
segue
ás
11
e
chega
a
Bra
ga
ás
5
horas
da
manhã
do
dia
seguinte.
Os
preços,
fora
ou
dentro,
são
os já
annunciados;
os sens
escriplorios
são
os
antigos:
em
Braga,
ern
casa
do
snr.
Ar-
raojadinho, nos
Arcos,
em
ca-a
do
snr.
Diogo,
e
em
Monsão,
em
casa
do
snr.
Marques.
Os
snrs.
passageiros
tem
além da
de
mora
dos
Arcos,
meia hora no Pico,
para
comer
ou
descançar,
todo
este
serviço
é
combinado
para
qoe
os
snrs.
passageiros
possam
seguir
para
o
Porto
e
Lisboa
eia
lodos
os comboios.
Preços:
Para
Monsão,
dentro 1$0()0
reis,
fóra
890.
Arcos,
dentro
500 reis,
fó
ra 400.
—Braga
22
de
setembro
de
1875.
(2708)
José
Luiz Ferreira.
Grtonde
deposito «te
tabacos
'
NACIONAES
E
ESTRANGEIROS
Bua do
Souto
nA 27
A,
27
B.
(
esquina
da
rua
de
jano
)
I2RALGA.
Commissão
aos
snrs.
estanqueiros
:
Xabregas —
Tabacos
seccos.
.
.
15 °/a
»
Rapé..............................
30
°/a
Santa
Apolonia
—
Tabacos
seccos. 15
%
»
»
Rapé.
. .
.
30°/o
Lealdade
—
Tabacos
seccos
.
.
. 15°/
0
»
Rapé
..................................
35%
Portuense
—
Tabacos seccos.
.
. 15°/
»
Rapé................................. 40%
Boa-fé
—
Tabacos
seccos.
.
.
.
13°/0
»
Ha
l‘é
........................................
40%
Liberdade —
Tabacos
seccos.
. .
15
°/
o
A.
Nacional
—
Tabacos
seccos.
.
15%
liegalia
»
»
.
.
15°/a
Fideiidade
Portuense—
Tabacos
sec-
co;........................................................
<%
Cumpre-se
qualquer
encommcnda
para
as
provincias.
O gerente,
Antonio
Joaquim
d'Ascencão
e Souza.
'
(2701)
METAES
VELHOS
Na
travessa
de
S.
João
n.°
5,
com
pra-se
toda
a
qualidade
de
metaes,
e
ferro
velho
até
mesmo
fundido.
(860)
Rua
du
Campo,
n.°
22 —
Braga
Alugam-se
os
altos
da
casa
n.
°
22,
que
tem
commodos
para
numerosa
famí
lia.
Trata-se
na
mesma
de
seu
aluguel
e
póde
ver-se
a
toda
a
hora
do
dia.
(2626)
VINHO
VERDE
Quem
pertender
comprar
vinho
verde
velho
bom
ao
quartilho,
a
preço
de 40
e
50
reis,
dirija-se
ao
hotel
da
Vista
Ale
gre,
nas
Carvalheiras.
(2710)
Vende-se
na
rua
de
S.
Victor
n.
*
30
lousas
de
pedra
para
pintar,
próprias
pa
ra
as
sepulturas
do
cemilerio.
Quem
pre
tender dirija-se á rua
indicada.
(2711)
MODISTA
DE LISBOA
Rua
do
Anjo
nJ
24
Precisam-se
de
costureiras
a
quem
se
dá
de
80
a
200
reis
diários,
e
lambem
se
aceitam
aprendizas.
(2712)
PEDIU
D
’
ALVENARIA
Quem
quizer
comprar
uma
porção
de
pedra
d’alvenaria,
dirija-se
ao
sor. An
tonio
dos
Santos
Costa,
rua da Sé. (2698,
DINHEIRO
A
JURO
Quem
pertender
tomar
a
juro
a
quantia
de
7000000
reis
a
juro
de
5
°|
0
ao
anno
com
escriptura
registrada e hypolheca.
fal
le
com
Felicidade
de
Freitas,
largo
de
S.
Lazaro
r>.°
8.—
Braga.
(2705)
TâlMUIA
DEPOSITO
»E
CHARUTOS
HAVANOS
Chegou
a
esta casa
a marca
especial
FLOR
1)0
CHIADO
PAPÉIS
DE
ARRENDAMENTOS
IMPRESSOS
Vende-se
na
Tabacaria
Hracaren-
»e.
(2686)
Agencia
do
Banco
de
Vianna
CARVALHOS
& C
"
Rua
do
Souto
n.°
30
Esta
agencia
faz
as
seguintes
operações :
Desconta
letras
da
terra
e
de
cambio.
Eucarrega-se
da
compra
e
venda
de
pa
peis
de
credito.
Receie
dinheiro
á
ordem
e
a
praso
abo
nando
uros.
Empresta
sobre penhores d’ouro,
pra
ta,
inscripções,
acções
de
bancos
e
com
panhias.
Saca
sobre
praças
do
reino
e
estran
geiras,
onde
o
Banco
tem
agencias.
Braga,
3
de
junho
de
1875.
Os
agentes,
(R
*
)
Carvalhos
&
C.a
NOVA
fundição
de
ferro
DE
awra
a
nnt
ca
su
m
e
isa
o
u
a.
»
e
»
a
Paquetes
a
sair
de
Lisboa
:
GUADIANA
. 29
de
Setembro
|
ELBE
.
.
13
de Novembro
DOURO
.
.
13
de
Outubro
[
MINHO
.
.
29
de
<
MONDEGO
.
29
de
>
|
NEVA
. .
13
de
Dezembro
O
paquete
de
13
toca
em
S.
Vicente,
Pernambuco, Bahia, Rio
de
Janeiro,
Montevideu
e
Buenos-Ayres.
O
paquete de
29
toca
em
S.
Vicente,
Rio
de Janeiro,
Montevideu
e
Bue
nos-Ayres.
Os
preços sõo
muito
rasoaveis
Esta
companhia
para
maior
vantagem,
resolveu
ter
a
bordo
de
todos
os seu
s
vapores,
criados
e
cosinheiros
portuguezes
para
servirem os
passageiros
de
todas
as
classes,
cujo
tratamento se
torna
hoje
o
melhor possível. Cada
passageiro
de
3.a
classe
tem
grátis,
belixe
com
colchão
e
roupa
de
cama,
vinho
e
comida
á portu
gueza,
tudo
em
abundancia.
O
transporte
do
caminho
de
ferro
alé
Lisboa
é
por
conta
da
companhia
bem
como
outras
despezas.
Para
mais
esclarecimentos
prestam-se
em
casa
do
agente
n
’
esta
cidade,
rua
do
Souto n.° 43. —
Em
Braga.
João
Manoel
da
Silva Guimarães.
(58
Carreira
semanal
A’
s quartas
feiras
COMPANHIA
DE
NÂVEQAÇAO
A
VAPOR
DO
PACIFICO
Rio
de
Janeiro,
Montevideu, Buenos-Ayres,
Valparaiso,
Arica,
Islay
e
Callao
CARREIRA
QUHVZEXAL
PARA PERNAMBUCO E BAHIA
A Companhia
reduziu
os preços,
conservando
as
mesmas
vantagens
como
até
aqui
tem
offerecido
aos
snrs.
passageiros:
excellentes
coimuodos, bom
tra
tamento, bastante espaeo para bagagens
e viagens rapitias,
pois
que
os
Paquetes do
Pacifico
tem
gasto
SÓmente
13 dias de Uisboa ao Rio de
Janeiro.
Preços
das passagens
incluindo
o
caminho
de
ferro
do
Purto
para
Lisboa
Crianças
dos
passageiros
Alé
aos
12
annos meia
passagem. Alé aos 8
annos a
quarta
parle.
Alé
aos
3
annos
grátis,
mna
só
de
cada
familia.
3/
CLASSE
2/ CAMARA
1.‘ CAMARA
9
Pernambuco
...................................................
40&000
81&000
108&000
Bahia.............................................................
40&000
90&000
117^000
Rio
de
Janeiro
..............................................
«ooo
90&000
121&500
Montevideo
e
Buenos-Ayres
.........................
54&000
90^000
157^500
Valparaiso,
Arica,
Islay
e
Callao
....
126^000
189&000
308&500
Todas
as
terças
feiras
sahirá
de
Lisboa
um
paquete,
os
passageiros
de
3.
‘
classe teem
beliche
com
colchão
e
roupa,
comida
a
portugueza
em
abundancia
e vinho duas
vezes
por
dia
AGENTES
EM BRAGA
—
Almeida
&
Pereria.
Trata
a
passagem
a
pagar
â
vista
e
a
prazo
com
fiança.
’
(K ★)
Antonio
Germano
Ferreirinha
NA
Travessa
de
S.
João
Aonde
faz
toda
a
obra,
assim como
bombas,
conçollas,
columnas
para
gaz, pe-
zos
novos,
panellas
á
ingleza
de
todos
os
tamanhos,
canos
para
agoas
e
gaz, e toda
a
obra
de fundição,
como
grades
para
sacadas,
obra
de
metal, sinos
e
outros
ob
jectos
de
igual
teor
etc.,
pelos
preços
do
Porto.
GUARDA-CHUVA
Quem
achasse
um
guarda-chuva
de se
da
côr
de
castanha e armação
de
baleia,
e
o
queira
restituir,
póde
fazel-o
no es
criplorio d
’
esta
redacção,
ou
no
Porto, no
café
da
rua
de
Santo
Antonio,
a
Francisco
Ribeiro
Palma,
que
receberá
por
isso
alvi-
çaras.
(2707)
ALUGA-SE
Um
piano
forte.
Para
tratar, no
cam
po
de
D.
Luiz
I,
n.°
1
(entrada
da rua
dos
Capellistas.)
EMPREGADO
Precisa-se
de
utn
empregado
para
es-
cripluração
commercial.
Quem
estiver
nas
condições, dirija-se ao
campo
de
D.
Luiz
i.-n.0
5
e
6._________________
(2706)
João
Manoel da
Silva
Guima
rães.
—
Rua
do
Souto
n.°
43.
Compra
e
vende
Acções
de
todos
os
Bancos e
Companhias,
Inscripções
de
As
sentamento
e
coupons.
G>81)
Francisco
José
da
Cunha
Com loja
de caldeireiro
Rua
de
S. Vicente,
n.°
100—Braga
Vende
Caldeiras, Taxos,
Bacias,
Cho
colateiras,
alambiques,
e
mais
objectos
de
cobre,
pertencentes
ao
seu
estabelecimen
to,
por
preços
commodos.
(2689)
ALUGA-SE
Uma
casa
feita
de
novo,
sita
na
rua
das
Agoas,
n.°
91.
Trata-se
na
rua
dos
Chãos n.°
13.
Póde vèr-ae
das
10
horas
da
manhã,
até
á
1
da
tarde.
(2694)
A.
RIBEIRO
Campo
de
D.
Luiz I,
n.°
1. (Entrada
da
rua
dos
Capellistas.)
Tem
grande
sortimento
de
fazendas
de
lã
modernas,
para
vestidos, preços
bara
tíssimos,
100,
120,
e
160
rs.
e
de
maior
preço.
Chilas
largas
de
90, 100
e
120
reis,
guarda-solinhos
para
senhora,
desde
10000
reis alé
3000;
tranças e
cuias
para
ca
beça
de
senhora
;
leques
prelos
e
de cô
res
dos
mais
modernos
para
senhora;
la
ços
e
fichus
de
seda
para
senhora,
e
mui
tos
artigos
proprios
do
seu
estabelecimento.
(2630)
y
O
professor
em
artes, lettras e
scien-
cias,
membro
do
clero
e
magistrados,
todo
o
medico,
cirurgião, dentista
e
artista,
que
desejem
obter
o
titulo
e
diploma
de
doutor
ou
bacharel
honorário,
podem
diri
gir-se
a Medicus,
rua do
Rei,
46,
em
Jer
*
sey
(Inglaterra).
(T
*
)
EUluslration de
la
mode.
O
mais
elegante,
ncamente
illustrado
e
barato
dos
jornaes
da
moda.
Publica-se
em
Pariz
uma
vez
por
mez,
no
formato
dos grandes
jornaes
illustrados.
Cada
numero
contém
dez
a
quinze
mo
delos
de
toilette,
uma
grande
folha
de
mo
delos
de
tamanho natural e uma
magni
fica
gravura
clorida.
Quem
quizer
assignar
esla
publicação,
dirija-se
á
livraria
de
Eugênio Chardron,
largo de
S.
Francisco.—Braga.
A
empreza
offerece aos seus
assignan-
tes
um
magnifico
cofresinho contendo tu
do
o
que
é
necessário
para
um
toucador e
cujos
objectos
valem
para
cima
de
20
fran
cos.
Preços
d’
assignatura
—Portugal
: sem
o
referido
brinde
—
9
fr.
Com
o
brinde
—
13
fr.
________
ALMEIDA
&
PEREIRA
Largo do
Barão
de
S.
Martinho
n.°
18
Compram
e
vendem
acções
de
todos
os
bancos
e
companhias, e inscripções
d’
assentamento
e
coupons.
(D
BRAGA I TYPOGRAPHIA LUSITANA — 1875. - É o formato de
-
comerciominho_28091875_401.pdf
Parte de Comércio do Minho (O)