comerciominho_26081875_388.xml
- conteúdo
-
■
h
;
«xmasai
Mq
i
ijj
Assigna-see
vende-se
no
escriplorio
do
epitor
e
proprietário
José
Maria
Dias
da
Costa,
rua
Nova
n.
*
3£,
para
onde
deve
ser
dirigida toda
a
correspondência
franca
de
porte.=«
As
assi-
gnaturas
são
pagas adiantadas
; assim
como
as
correspondên
cias
de
interesse
particular.
Folha
avulso
10
rs.
BRlfiA-QUINTA-FEIRA
30 UE
AGOSTO
Correspondência
estrangeira
i
PARIS,
16
D
’AGOSTO.
(Correspondência
particular
do
<
Commer
cio
do
Minho»)
O
mundo
político
eslá
presentemente
em
ferias.
Tenho
por
tanto
pouco
a
di
ser.
Qtfasi
todos os
nossos ministros
en
tão
ou
nas
praias
de banhos,
ou
em caí
das.
Acham-se
em
Paris
unicamente
M.
M.
Burel, Vallon
e
de
Cissey.
E
agora
que referi
o
nome
do
minispo
da
guerra,
permitlam-me
o
diser-lhes
alguma
coisa
a
proposito do artigo
que
appareceu
no
«Blackwood
Magasine».
Esle
artigo,
na
realidade,
não
foi
redigido
p<>r
um franez,
mas foi
evilentemenie
inspirado
por
um
dos nossos
compatriotas,
e
por
isso lem
dado
margem
a
polemicas
entre
os
nossos
jornaes.
A
verdade
força-me
a diser-lhes
que
muitas das asserções
do
«Blackwood»
são
infelizmente
fundadas.
A
reorganisação
do
exercito
não
é
feita
com
o zelo
e imelligencia
desejáveis.
A
unica
mudança
que se
lem
eífectua-
<
do
limita-se
aos botões
do uniforme,
mais ,
nada.
O
ministro
da
guerra
é
todavia
um
(
homem
competente,
mas,
para
fallar com
franquesa,
é
lambem
um
debochado
da
peior
especie.
Enervado
pelos
seus
debo
ches
não lem forças
para efleclivar
a
exe
cução
das
refoimas
por tile
mesmo
orde
nadas,
e
esla
fraquesa
dá
azo a
que
os
geueiaes abusem,
nào
se
conformando com
as
ordens
por
elle impostas.
Reina
um
lamentável
espirito
de
indisciplina
nas
es
feras
superiores.
Cilava-se-«ie
ultimamenle
um
general,
ao
qual
um cornmandante
d
’urn
corpo
linha
ordenado
qoe
se
apre
sentasse no
campo
de
manobra
a
nma
hora
determinada;
elle
porém
apenas
ap
pareceu
alli
6
horas mais tarde,
e
nem
sequer
sonhou
em
desculpar-se.
Multado,
por
conseguinte, pelo
cornmandante
allu-
dido,
fui
pago
pelo
ministério
da guerra,
—
tristes
exemplos
que nào
leem
deixado
de
produsir
o
resultado a
esperar-se.
Feiizmenle
a
lei
que dota
cada
regi
mento
(fum
capellão
obviará a
estes
es-
caudalos
;
essa
lei,
porém, não
é
plena
mente
cumprida,
havendo
muitos coro
néis
qoe
lhe
impedem
a
execução.
Em
certos
regimentos
quasi
todos
os
ofliciaes
estão
filiados
nas
lojas maçónicas, e acon
tece
nào
poucas
veses
que
para
subirem
um
grau
se
toine
indispensável
a
padii-
nhagem
d
’
um
dignalario
franc-maçoii.
N
este
anno
são
o.
os corpos do
exer
cito
que
vão
proceder
a
manobras simu
ladas.
No
anuo
passado
fui
o
duque
de
Aumale,
que adquiriu
a
maior
celebridade
pela
soa estritagia
habilíssima.
Dentro
em
lo
dias, puis,
os soldados
do
exercito
da
reserva
vão
ser
chamados
a
concorrer
ás
evoluções
militares,
e
eu
mesmo,
na
qualidade
de
oíiicial
do
exer
cito
íeiritorial,
acabo
da
ser
convidado
peio
ministro da
guerra
para
tomar
paile
eido, etc.,
etc
u
’
ellas.
’
E
’
esla
uma evolução
contra
a
qual
para
logo
se
pronunciou
a
Allemanha,
mas
o
ministro
dos negocios
estrangeiros
fez
comprehender
ao embaixador da
Prns-
sia
que
o
general
de
Cissey
estava
obri
gado
a
conformar-se
com
a
vontade
da
Assembleia
nacional
e a
executar
as
suas
leis.
Por
agora,
pois,
nào
ha perigo de
que
haja perturbações
no paiz;
todavia
não
podemos jámais
abandonar todo
o
receio.
Um
acontecimento
imprevisto
póde,
com
efleito,
alterar
subitamente a paz,
e
entregar-nos á
Allemanha.
Aproposito,
devo diser-lhes
que
nos
preoccupam
mui
vivamente
as
perturba
ções
que
n’este
momento
se
dão em
Her-
H®
<JEB
Jík-Sí
ES
ÁS
TERÇAS,
QUINTAS
E
SABBADOS.
zegovinia.
Sem
duvida,
os
catholicos
que|<
luctam
contra
o
jugu
da
Turquia,
são
a
'
cerios
respeitos,
dignos
de
toda
a
uo
*
sa
simpaihia.
Mas
vários simptomas
nos in-
dusem
a
crer
que
a
Prussia não é
estra
nha
a
esta
agitação
insurreccional.
Ella
quer entreter
a
attenção
da
Rússia
e
da
Áustria,
e
apresentar
aos
olhos dos
seus
diplomatas
a eventualidade
d
uma partilha
das
províncias
europeias
do
império
tur
co.
Como
os
leitores
não
ignoram,
os
insurrectos
por
toda
a
parle
se
levantam
aos
grilos de
«viva
Francisco
José,
rei
da
Croacia
1»
Ora,
parece
averiguado
que
a
Áustria
é
estranha
a
este
movimento.
Por outro
lado
sube
hoje
que
um
amigo
condoliere
italiano
acaba
de
partir para o
campo
da
insurreição,
seguido
de
grande
numero
dos
seus
companheiros
d
’
armas,
|
afim
de prestar
energico
apoio
aos re
beldes.
Emíim, parece certo
que
os insur-
genles,
se bem
que
habitam
um
paiz
po-
brissimo,
possuem muito
dinheiro.
Ora
'
não será
licito
perguntar
d
’
onde
lhes
virá
essas
sommas consideráveis?
i
A
polilica
interior
é
destituída
de
in-
•
leresse.
Todos
os
partidos
trabalham
em
vista
das
eleições
futuras
mas
para
ser
franco
devo
diser-lhes
que
nenhum
d
’
elles
I
trabalha com
muiio
ardor.
Unicamente
i
os
republicanos,
desejando
conquistar
o
poder,
occupam-se
acuvamenle
da
escolha
dos
candidatos.
Se
merecessem
credito
as
suas
esta-
ti
*
ticas,
elles
e>tariam
certos
de
obter a
maioria
dos
suflragios;
a próxima
assem
bleia
compor-se-hia
de
400
republicanos,
100 bonaparlistas
e 50
legitimislas.
São
estes
os assertos
das
folhas
radicaes. Mas
taes
dados’
não repousam
sobre
nenhum
facto
sé'io,
e é
provável
que
estes
cál
culos
sejam desmentidos
pelos
aconteci
mentos.
As
eleições
senatoriaes
são
ainda
mais
duvidosas
do
que as
legislativas.
Ninguém
póde
aventar
o
resultado
;
porque
perien-
cendo
a
immeosa
maioria
dos
eleitores
ás
communas
ruraes,
tudo
depende
do
espi
rito
e
disposições das povoações
agricolas,
disposições
qne
ninguém conhece
perfeita
mente.
Se,
por
um
lado
muitos
se
mos
tram
conservadores,
e
respeitadores da
religião, outros
aífeiçoam a
revolução
e
detestam
o
clero.
Felizmente
a
maioria
é
mui
dedicada
ao calholicismo,
mas
como
estes
desgraçados
são
grosseiros
e
igno
rantes
é
ficil
que
se
deixem sedusir pela
linguagem
failaz
dos democratas,
que oão
receiam
lisoogear
as
paixões
das
massas
populares,
cujos
desejos
facilmente se
in
cendem
com
promessas
enganadoras.
N
’estas
condições lodos
os
partidos
des
confiam
das
eleições senatoriaes.
Os
bonapartistas
trabalham
com
menos
actividade
que
os
republicanos para
assegurar
as
simpathias
dos
camponeses,
mas
esta
empresa
é
mui
difiicil.
e
os
ami
gos
do
príncipe
imperial
sào
obrigados
a
mentir
para
laserem
esquecer
as
vergonha»
do
impeiio.
Para
is»o
os
historiadores
imperialistas
propalam
que
Napoleao Hl
morreu
victima
da
sua
filantropia
e
que
íisera
todos
os
exíurços
p..ra
não
ser
ven-
___
,
Não
ha
especie
de fabula
que
os pampbletarios pagos pela ex-im-
peralriz
não imaginem,
para
atrair
as
mas
sas
laboriosas.
Os
bonapartistas
reuniram-se
hontem
na
egreja
de
Santo
Agustinho,
para
cele
brar
a
festa
do
imperador
que
coincidia,
como
vêem,
com
a
festa
da
Assumpção.
Nào
chegaram
a
reunir-se
mais
de
mil,
não
se
vendo
alli
nem
um
unico oíiicial.
Os indivíduos
que
assistirem
ás
missas
são
quasi
todos
estipendiados
por
M.
Rou-
her.
O
prefeito
de
policia
declarou
n’
um
relatório
que
o
partido
bonapartista
não
mandava
celebrar
grande
numero
de
mis
sas,
porque o
pessoal assistente
é
apenas
bastante
para
assistir
a
uma
só.
Quasi
todos estes
indivíduos
são
antigos
agentes
P
reços
:
tíraqa,
anno
1$
ti
(W rs.=Semestre
850 rs.==Prown-
c
ias,
anno
20400 rs
e
sendo
duas
40000
rs.=Semestre
4250
rs
JLfrrazií,
anno
4400
rs.=Semcstre
20300
rs.
moeda
forte,
ou
100000
reis e
50500 reis
moeda
fraca.=Annuncios por
linha
20
rs.,
repetição
10
rs.
Para
os
assignantes
30
®'
o
d
’
abaíimento.
g^í
iMrÃiwnrM
i
M
M
íMi
ni
i
i
i
Tr—in
twt
*>
de
policia,
demittidos por
terem trahidofl
o
governo
aetual.
Um
d
*
estes
personagens
i
foi
condemnado
a
trabalhos
forçados por
1
ter
assassinado
uma
pobre
mulher,
ha
3
meses.
O
príncipe
Jeronymo,
é como
os
lei
tores
oão
ignoram, hostil
a
M.
Rouher
e
á
imperatriz.
Desejava
elle
que
o
par
tido
bouaporlista
em
vez
de simular
opi
niões
religiosas
abiaçasse
rasgadamenle
o
seu
sceplicisino.
Para
faser
prevalecer
es
tas
ideias
o
referido
priocipe
vae
fundar
um
jornal
anli-calholico
e
revolucionário,
e
d z-se
que
lerá
grande
numero
de
adhe-
rentes.
Anuuncia-se
ao
mesmo
lempo
que
a
princesa
tlulilde,
sua
esposa, requer
para separar-se
do
marido.
Eílectivamenle
o
príncipe
Napoleão
Jeronymo
é
tào
im-
pio,
quanio
a
princesa Clotilde
(filha
do
rei d
’
Ilalia
I) é
piedosa
e
dedicada
á
Egre-
,
ja.
E
’
uma verdadeira
santa.
Nunca
prin
1
cesa
alguma
foi
mais
respeitada, mais
amada,
e
mais simpathica
ao
povo.
Em
i
quanto
o
priocipe
frequentava
a
compa
nhia
de
Renan,
Saint-Beuve e
todos
os
•
livres-pensadores,
a
princesa passava
o
>
seu
lempo
nas
egrejas
e
no
meio
das
r
religiosas
do
Sagrado
Coração.
N
’
uma
pa
lavra ella
é
por
todos
os
litulos digna
de
ser
Irance^a.
Todos
sabem
que
o
*
nomes
compalrio-
i
tas
se
destiisguem
sempre
por
sen
espi- <
rito
erninentemeole
christão,
e
fé
inaba-
<
lavei.
Ha
tres
meses
ainda
náo
se
passou
urn
só
dia
sem
tesliinunhar
alguma
pe
regrinação
ou
qualquer
outra
manifestação
religiosa.
E
’
chegada a epoca
dos
Congressos.
Abriu-se
houlem
em
Poiliers,
sob
a
presidência
de
Mgr. P-e. N
’
esle
se reuni
ram os
directores
dos circulos (foperanos
do
sul
da
Luire.
e
dentro etn poucos
dias
reunir-se-hão,
presididos
por
Mgr.
de
Se-
gur,
os do
ésle
da
Fiança
e os do
norte.
Ha
quatro
annos
a
esta
parle
as
obras
catholicas
teem
atingido
um grande
pro
gresso
entra
nós
; os
circules
(1
’
operarios
multiplicam-se
alé
ao
infinito
em
todas
as
nossas
cidades,
e
os catholicos
empre
gam
actualmenla
lodos
os
meios
para
augmentar o
nu
i-ero.
Apraz-me
crei
que
estes
exforços se
rão
coroados
do
melhor exilo.
Ha
poucos
dia«,
qne
nma
multidão
•
immensa,
reunida em
Notre Oame,
assistia
a
uma das solemuidades
mais tocantes.
Tratava
se
de
nomear
Mgr.
Richard
coad
jutor
de
Mgr. Guibcrt,
cardeal-arcebispo
de
Paris.
O
prelado
escolhido por Mgr.
Guibert
é
simpalhico a
iodo
o
mondo,
e
promelte
seguir
as
pisadas
do nosso
pre
lado. Porisso
o
povo
parisiense
assistia
em
grande
numero
a
esla fesla,
feliz
por
ler,
em
legar
d
um,
dois
paes
para
aliviar
seus
infortúnios
e
socorrer
suas
misérias.
II.
tão
sendo
enporcalhadas
por
um
tal
vo
luntário
da
Rainha
que
faz
d
’
ellas o
es-
lerquilinio
imiuodo
da
Nãu
se
lava
jámais
boa»
de
sugidade
ião
entanto
prestaria
bom
dignidade
da
imprensa
voluntário
vasar a
bydrica
bilis
nas
pocil
gas de
Genebra
e
de
outras
paries
onde
os Clousserets,
Paschoes Gressels
e
com
panhia,
em
congressos
ímpios
vociferam as
estultícias
apologéticas
das
lorpesas da
commuua
e decomposição social.
O
alvo
das
iras
do
vuluntario
é
prio-
cipalmetile
—irmãs
da
caridade
e
padres
Lazarislas.
E
como
se
assim fosse
o
en
cargo
de engrandecer taes
corporações
já
de
si
superiores
a
todo
elogio-
o
sabiso
u)~
untario
pela
maneira
hydrophobi
e
neceal
.
com
qne as
investe
faz
rfieiio
cont
ano ao
intento,
pois
que
com
grande
acerto
soe
dizer-se—que
uma causa
é
engrandecida
e
nobilitada quando
perseguida
e
guerrea
da
por
abjectas entidades.
Seria
descer
muito
á
esteira
da
igno
minia
se
medíssemos
cristãs
so
voluulaiio
a
quem
nem
que
se
atribue
dá
direito
a questionar
com
gente
e
coisa»
serias.
Não
é
este o
intuito
d’
estas
linhas,
mas
«penas
lamentar
que
cm
letra
redon
da
e
ern
jornal
qne
é lido
por famílias
decentes
e
honestas,
se
estampem
as
igna-
vias
e
proterv:as
do
primeiro
despejado
que
para
isso
o
procure.
O que
ali
vo
mita
o
tal
voluntário está
abaixo
da
mais
oúa
critica;
a
objurgatoi
ia
obcena
c ignó
bil
exposta
em
desgrenhada
fórma
e estii-
lo
de
soalheiro
não
admiile
as
honras
de
discussão
á
qual prestar-se alguém
seria
ludibriar-se
Diremos
apenas
ao
«Jornal
de
Lisboa»
—
etn
que
lhe
pe-em
nossas
observações
—
e
sem
(jue
a
ellas
nes
mo
va
o
espirito
puro e simplesmente
de
par
tido
mas
o
de
amor
pela
dignidade
da
im
prensa,—que
presta
a
si,
á
sociedade
e á
instituição
cujo
digno
membro
é
—
um re-
alé
Assitn
iue-
mais
nogenla
baba,
o
«Jornal
de
Lis-
replente,
mas
no
serviço
á
honra
e
se
mandasse
o
lai
com
o (amo-
a
senilidade
não
pre-
Ihes
levanie
serviço
se varrer
da
redacção
os
rastos
do
façauhndo
voluntário.
presta
ainda
um
outro
serviço
não
uos
nobre
e digno,
—pelo
menos
o
temos
como
tal,
nós
que
militamos
em
arraicaes
opposlos,
—
é
tributar mertcído
preito
e
ho
menagem
á
saudosa
memória
da
excelsa
princesa de
quem
o
vcrrineiro
parece
chs-
rnar-se
voluntário.
E
a
menos
que
o não
seja, mas
da
rainha...
Jacintha
do Congo,
porque
n*
esia
parle não
se
explica,
—
a
me
mória
da
augusta
princesa é
profanada
quando
campeões
de
tal
ordem
se
acober
tam
com
o
seu nome d’
ella por muitos
titulos
respeitável.
J
Machado Júnior.
------ ------------------------------
O
«Jornal de Lisboa-',
folha
diaria
da
capital,
com
o
ser
liberal
é
uma
das
que
tinh..mos
na
conta
de
mais
circumspe-
cla
e
comedida,
mas
havemos
de
uos
en
ganar
sempre
que,
esquecendo
por
um
pouco
tauias
dtcepçõe»,
confiarmos
em
ia!
uo
qual appaieucta
para
conceder
a
alguin adepto
do
liberalismo altributos
de
circumspecçào
e
fidalguia.
i
Por
mais acre
e
rude
que qualquer
inlividuo
ou corporação mereça o
,
clivo,
não
é
por
certo
com
um proceder
tres vezes
mais
indigno
do
que
o
corre-
gido
qoe
se
verbera aquelle indivíduo ou!
corpo<açào; é
isto
inadmissível
por
in
conveniente
e
ridículo.
Mas se um
indi
víduo
ou
corporação,
em
vez
de
merecer
o
correctivo,
é
ao
contrario
digno
do
respei
ta
»
______
’
der
do
perteuso corredor não
é
só
incon-
Damos
em
seguida
publicidade
á
carta
qne
o
exc.
1110
snr.
padre
Senna
Freitas
di
rige
ao
snr.
Ennes,
auctor
do drama
Os
Lazarislas.
cot
re
lll.
mo
snr.
Antonio
Ennes.
Pouco
ha
que v.
s.
a
escreveu
um
dra
ma,
intitulado
Os
Lazarislas,
para
ser re
presentado
no
theatro
portuguez,
e
que
de
lacto
o
tem
sido,
tanto
na
côrte,
como
etn
difierentes
províncias
do
reino.
Por
este
simples
facto
ficou
elle
per
tencendo
ao
domínio
publico,
e
submelti-
do, portanto,
ao
jury
da
sua
sua opinião
independente
e
imparcial.
Ora,
formando
eu
pirle,
embora
obs
cura, da
opinião publica,
e
vendo
no
dra
ma
de
v.
s.
a
uma
gravíssima
violação
ao
direilo
imprescriptivel
que
ella
tem
á
ver
dade
e
á
probidade
do
escriptor,
julguei-
v
uv
-
o
--
--------
r
.a
_
lo
e
consideração
publica,
então
o
proce-
me
no
direilo
de protestar contra
essa
vio-
der
do
perteuso
corrector
não é
só
incon-
lação,
analisando
e
refutando
a
sua
infe-
venienle
e ridículo
—
passa
ás
raias
do
des-
liz estreia
lheatral, em
um
oposculo
a
cu-
pejo
e
da
infamia.
’*
n
i
As
columnas do
«Jornal de
Lisboa»
es-
jo
titulo «.
s.‘
forneceu
o
modelo.
N
’
esse convidava
eu
v.
s.
a a
justificar
sem
drama as
incriminações
por v.
s.
a
for
muladas,
sob
a
protecçço
da
liberdade
do
palco,
contra
uma illibida
congregação
re-
ligi
sa.
E
’
fóra
de
duvida
que
v.
s.
a o
teria li
do,
que
não
losse
senão
por
méra
cu
riosidade,
e
todavia
ainda
até
agora
se
não
descer á
arena
da
imprensa
para res
ponder
á
intimação
franca,
e
cordata que
eu
lhe
dirigira, o que
a
soa
mesma hon
ra
exigia
em
altos brados.
Nem
sequer,
que
eu
saiba,
lhe
consagrou uma
simples lo
cal.
que
servisse
de
annuiiciar
uma
res
posta
futura, ou de
supprir
a
não appa-
rição
d’
esta.
Desde
a publicação
do
precilado
opús
culo
até
«gota
já
decorreu um
mez.
Em
vista
d
’
t*
lo,
não
me
é
facil
expli
car
a
mudez
absoluta
de
v s.a
de
um
mo
do
qoe
lhe
seja
favorável.
Tenho
plena
consciência
de
que
o
meu
juízo
critico
não
foi
um
pasquim
d
’
esqoi-
ua,
que
se
lè
de
relance
e
se
despresa,
nem
uma
verrin»
sangrenta
e
pessoal,
a
qne
se não
responde
sem
descer,
quanto
ainda
se
póde
descer
;
nem
nenhum
libei-
lo
anonimo
oo
pseudónimo,
cuja
covardia
só
convém
o mais
das
vezes
punir
com
umi
impassibilidade
muda
e
desdenhosa.
Ataquei
v.
s.
a
com a arma
branca
de
uma
critica
sisuda,
e
veraz, no
terreno
da
dignidade e
da
honra.
A uma
refutação d’esta natureza res
ponde-se,
quando
nào
seja por
dignidade,
per
amor poprio.
Protestei,
como
me
assistia
o
direito
de
o
fazer,
e
commigo,
antes
de
mim,
e
depois
de
mim
protestou
contra
Os
Laza-
ristus
de
v.
s.
a
toda
a
imprensa
catholica
do
reino.
Com
elles
protesta
de
viva
voz
a
massa
do
povo catholico
portdguez,
que
se
sentiu
ferido
nos
sentimentos
religioso
*
.
E
se
v.
s.
*
quer
uma
prova
de
verda
de
d
’
esta
a-serção.
basta-me
aflirmar-lhe
que
o
prurido
de
ter
a
impugnação do
seu
drama
era
tamanho,
que
havendo-se
4
’
aquella
uma
tiragem
de
quatro
mil
exem
plares
(edição descommunal para
o
paiz)
em menos de
um
mez
se
evaporou
toda,
sobrando
apenas
um
numero
insignificante
de
folhetos,
que
por certo não
chegarão
a
ver nem a
piimerra
camada de
pó
na
es
tante
do
editor.
Facto significativo,
que
qrier
dizer
que a
2.
a
edição
nào
se
fará
esperar
por
muito
tempo.
Por
tanto,
respondendo
ao
meu
opúscu
lo,
não é
só
a elle
qoe
v.
s.
a
responde,
é
a
uma
porção
respeitável
da
opinião
pu
blica,
e
accresceulo
sem
ht-sitação,
á
por
ção
(i
’
eiía
por
ventura
mais
«
peita
vel
,
porque
é
aquella
a
quem
a pelle
da con
sciência
ainda
se
sensibilisa
ao
atirilo
da
dignidade
alheia atacada.
Todo
o
trabalho
litlerario
publico
con-
stitue
um
verdadeiro
contracto
bilateral,
cm
que
ambas
as
partes conlraclanies
allernativamenie
dão e
recebem,
mas
vin
do
a
reconhecer-se
dólo
a
parte innocente
oo
direito
de
rescindir no
contracto,
ou
pelo
menos
de
protestar
contra
a má
lé
da
f-uitra,
e
de
reclamar
a
reparação do
datnn
>
can
*
adó.
ou
de
exigir
a
prova
de
de
que
o
nào
Iruve?
E’
essa reparação,
ou
essa
prova
que
eu,
peia
segunda vez,
venho pedira
v.
s.'
0
seu
silencio
é
de
certo
o
sistema
o
mais
facil,
e
mais
commodo
de
declinar
uma
altitude,
cujo equilíbrio,
urna
vez
quebrado
o
rnolismo
adoptado,
lhe
seria
dtlficil
sustentar
: aos
olhos,
porém,
do
publico,
um
tal silencio
só
póde
ler
uma
de
duas
significa.õas.
Ou
revela
ausência
completa'de
pun
donor
oo
seo
sujeito
(o
que
nào
quero
ad-
raitiir
em
v.
s.
a),
ou uma
adhesão
im-
plic
la
á refutação
que
lhe oppuz,
pela
impossibilidade
de exputigir
os
argumentos
de
qoe
alardeei,
e
«le
contrapor-lhe
uma
resposta
peremptória,
capaz
de
escorar o
drama
contra
a
queda
fatal.
E
’
o
alvitre
a
que
subscrevo.
Reconhece
co
nsigo
v.
s.
a
que os
seus
Lazarislas
são
uma
pura
miragem,
que
exh-biu
ao
publico
atravez
do kaleidoscó-
po le
uma
fórina
drarnalica?
uma
creação
d?
fantasia,
qoe passa
ao
lado
da
histo
ria
em
reciprocainente
se
comprimeota-
rem
9
digmol-o
pots,
e
c
’
en
est
fait. A
pl
.ieia
poderá
applau
lil-a
como
as
de
Pke-
dra
de
Ipliigenia
e
de
(Edipio.
Oo
então
será
acaso
a
sua
producção
theatral
o
trausumpto,
ainda
assim
favo
recido,
dos
miste.ios
tenebrosos
de
uma
congregação religi<
sa, cuja
revelação
a
be-
oevulencta
de
v.
s.a
quiz
poupar
á
ultima
infamia,
e
ao
pudor
publico?
Impossível
!
Já
agora
é
mister
dar
o
ultimo
passo, cor
rer
couipletameule
a
cortina,
e
ministrar
a
suprema luz
ao
publico
indignado,
ou
confessai
ipso
fado
que
se
lh
*
i
quiz
tirar
de
todo,
porque
a
calumnia
nasceu
das
trevas,
e
só
d
’ellas vive.
Aliás,
o
senso
cominem
de
todos os
que
o
teem,
saberá perfeitamente
tirar
as
suas
illarôes,
sem
que
a
humilde
reputação
do
que
escreve estas
linhas
careça
de
tão
triste
circomstaocia
para
o
seu
triunfo
com
pleto.
De
v.
s.
a
att.°
vd.Br,
Porto,
20 d’agosto
de
187o.
PADRE
SENNA
FREITAS.
REVISTA ESTRANGEIRA
Hispanha.
Hendaya
1o.—As força
*
de
Saballs
es
tão
em S.
Quirico
e
em
Torello;
as
de
Dorregaray
na província
de
Lerida.
A
Seo
vFUrgel
resiste
vigorosameute.
Os
aflonsistas
foram
repellidos.
Estella
14.
—0 general
Quesada
lendo
recebido esta
manhã
reforços ameaçava
atacar
toda
a
nossa d’Alava.
Pelas 4
horas
da
tarde,
S.
A.
R.
o
coode
de
Caserta
diz
qoe
o
inimigo
bate
em
retirada
perseguido
pelos nossos
bata
lhões.
S.
M.
visitou
hontem
o
hospital de
Irache.
Os
gritos
dos
doentes
ou
feridos
que
o
aclamavam
coinmoveram
profunda
mente
S.
M.
Hend..ya
17.
—
Os
aflonsmos
atiraram
sobre
a
cidadella
de
la
Seo
d
’Urgel,
2:000
bombas.
Savalls
ordenou
a
Castells
e
aos
ou
tros
chefes
que
atacassem o
inimigo.
Saballs
está
em
S.
Pedro
Torreilo.
A
columna Arrando
e
Weiler,
forte
de
13:000
homens,
está e<n Mauthlen.
Confirma-se a vitoria de Carasa, qoe
re-
pelliti
a
columna inmiga
de
Villegas
em
frente
de
Vahnaseda,causando-lhe
uma
per
da
de 800
homens.
O
rei
está
em
Estella.
O
*
Guiris negros,
continuam o
seu
syslerna
de
incêndio
das
searas.
—
De
Narbooa
escrevem
á
«União»
:
Os
comboyos
de
origem
hespanhola
succedern-se
sem
interrupção. Oito
wagons,
carregados
de projeclis
e
de
4
canhões,
acabam de passar.
Os
hespanhoes
afionsinos
consideram-
se
aqui como em
sua
casa;
elles
não
pedem
nenhuma
aoctorisação.
Todos
os
comboyos
são
escoltados
por
soldados
francezes,
dirigidos
por
olliciaes
hespanhoes
á paisana.
GAZETILHA
Festa
e romaria. —
No
proximo
do
mingo lem
de
se
celebrar
solemnemenle
a
(esta
da
Virgem Immaculada,
no
monte
Sameiro-
0 nosso
SS.
Padre
Pio
IX,
o
Grande,
dignou-se
abrir
em
fivor
ua
obra
do Mo
numento o
Thesouro
da
Egreja;
e,
além
d
outras
graças concedeu
indulgência
ple
nária
a
todos
os
lieis,
que bem
confessa
dos
commongados,
visitarem
devotametile,
desde
as primeiras
vesperas
de
sabbado
até o
pôr
do
sol do
ultimo
Domingo
de
ago
*
to,
o
templo
do
real
sanluario do
Bom
Jesus
do
Monte
e
a
sagrada
Imagem
de
Ma
ria
Santíssima
no
monte
Satneiro,
orando
segundo
as
intenções
designadas
por
Sua
Santidade.
Para
facilitar
aos
fieis
a
consecção
d
’
es-
la preciosa
graça
se
fará
no
mesmo
tem
plo
pelas
7
horas
da
manhã
do
Domingo
uma
visita publica e
solemne,
e
logo
se
guirá
uma
procissão
de
preces,
ou cla
mor,
para
o
Monumento,
onde
se fará a
visita
e
se
cantarão
a
*
ladinhas
Lauiela-
na
*
,
pregando
em
seguida
o
bem
conhe
cido
missionário padre
João
Manoel
de
Sousa Teixeira.
Depois
das
10 horas se
cantará
na
egre
ja
do
Bom
Jesus
uma
missa
solemne
com
exposição
do
SS.
Sacramento,
prégando o
revd.
0
padre
João
Rebello
Cardoso de
Me
nezes.
Fieis
portuguezes,
devotos
de
Maria!
Não
queiraes
desaproveitar estas
copiosas
graças,
nem
deixeis passar
esta
occasião
de
testemunhar
á
Augusta
Padroeira
de
Portugal
os
sentimentos
de
vossa
piedade
e gratidão !
Vinde
implorar
Sua
poderosís
sima
intercessão
para
que
faça
cessar as
amarguras
da Santa
Egreja,
e
os inales da
sociedade.
Hospedes illuslres. —
Acham-se
entre
uós
os
seguintes
;
—Miguel
Osorio,
par
do
reino.
—
Diogo
Forjaz,
lente
jubilado
e
de
putado
da
Nação.
—
Visconde
de
Riba Tamega,
desem
bargador
da
Relação
de Lisboa.
—
Anselmo
Braatncamp,
suas
exc.
ma8
esposa e sobrinha.
Este
ultimo
ainda se
demora
alguns
dias
no
Bom
Jesus
do Monte,
no excellente
hotel
da
Boa-Vista,
onde
se acha
hospe
dado.
Publicações.
—
Recebemos e
agrade
cemos
as
seguintes
publicações:
—
Novo
programma
do
curso dos
lyceus,
segundo
a
portaria
de
5
d'outubre
de
1872.
2.a
edição.
áende-se
por
200
reis
na
livraria
Char-
dron.
Deveres dos filhos
para
com
seus
paes.
Obra approvada
em
França
pelo
conselho
de
Inslrucçào
Publica
e
premiada
pela
So
ciedade
promotora
da
Inslrucçào
Elemen
tar
para
uso
das
escolas
E
’
original
de Th.-H.
Barrau
e
elegan-
temeote
vertida
pelo
diuiucto
litterato
João
de
Deus.
A
edição
é
da
Livraria
Catholica de I
is-
boa,
onde
se
vende
por
120
reis.
Anniveraario natalício.
—
Com
pletou
ante-hontom
20
annos
a
Sere.
ma
Senhora
D. Maria Theresa.
Archidnqueza
d
’Ai)Stna,
2.
a
irmã
do
Senhor
D. Mi
guel
de
Bragança.
SufTragio.
—
Pelas
8
horas
da
ma
nhã
de
sabbado
tem
de
resar-se,
na
capel
la
do
asylo
dos
entrevados de
S.
José,
uma
missa
para snffragar a alma
do
lalle-
cido
visconde
de
S Lazaro.
lYIais.—
No
dia
28
do
corrente
mez
ás
9
e
meia horas
da
manhã,
na
egreja
da
venerável
Ordem
Terceira
de
S.
Francis
co,
e
por
ordem
da
Commissão
administra
dora
do
Conservatório das
Orfãs,
da
Ta-
manca,
hade
celebrar-se
uma
missa
pela
«•Ima
do fallecido
senhor
visconde
de
S.
Lazaro,
bemfeitor d
’
aquelle
pio
estabeleci
mento,
á
qual
hão
de assistir
as
orfas
alli
asyladas.
As
pessoas
que a
esle
religioso
acto
quizerem
concorrer,
pódem compare
cer
uo
dia
e
hora
indicada.
O
secretario da
Commissão
Custodio
Mendes
da
Silva
Braga.
Caso
horroroso.
—
Participam-nos
particulannenie
a
Pesqueira
um fado
que
faz arripiar os
cabellos
pela
sua
cruelda
de
e
originalidade,
diz
o
«Campeão
das
Províncias.»
Um barbaro
lembrou-se
de
incendiar
a
sua
prupria
ca-a.
fasendo
perecer
nas
cbammas
toda
a
sua
familia.
Poz
em
pratica
o
seu
horroroso
projec-
to,
pegando o
logo
á
sua
morada pelas
10
horas
da
noite
de
14
do
corrente
Ati
les
d
’
isto
havia
retirado
d’
uma
das
lojas
o
cavallo, a quem
chamava
o
seu
unico
amigo.
Mas
a
Providencia
véla
sempre
pe
los
desgraçados,
e
embarga
o
passo
aos
mais
horríveis
crimes,
ás vezes
pela
mão
pequena
e
tremula
duma criança:
foi
o
que
aconteceu
neste
caso.
Uma
íilhinha
da
casa accordou
talvez suflocada
pelo fu
mo,
e
chamando
por
soccorro,
fez com
que
se
podesse
ainda
apagar o incêndio
sem
que
houvesse
desgraça
alguma
a la
mentar.
Parece
que
o
malvado
era
um
dos
oíli-
ciaes
da
administração
do
concelho.
Fetí’o!eir«»« affonsiBtag.—
U
gene
ral
petroleiro
Villegas. tinha partido
com
uma columna
de
tropas.
que
subiam
a
10:009
homens,
escoltado
por
400
iocen-
diarios,
homense
mulheres,
ou
melhor 400
demonios
de
facho em
punho
para
incen
diar
as
searas,
roubar
as
egrejas,
os
ga
dos
e
tudo
quanto
podessem
nas
vizi
nhanças
de
Valrnaserla, porém
sahiu-lhe
ao
encontro
o
general carlisla
Carasa,
que
poz
tm
vergonhosa
fuga
o
exercito
dos
selvagens
perseguindo-os
até ao
Valle
de
Carranza,
cansando-lhe
um
prejui
*
o
de
mais
de
8(10
homens
;
que voltem
lá.
Swbseripção.
—
Vários
jornaes,
e
pes
soas
jtatticulares
de
França
abriram
subs-
cripções a favr-r
das
victimas dos
petro
leiros
allousinos.
A
este
respeito
lê-se
no
•
Universo, de 19
o
seguinte:
«No momento
etn
que
as
medidas
bar
baras
adoptadas
pelas tropas
aflonsistas
desgraçam
tinias
faímlias
as
pessoas
dese
josas
de
aliviar
laes
infelicidades,
estima
rão saber que
Mr.
o
Visconde
d’
Amécourl,
36r
rua
de
Lille,
em
Paris, recebe
os
soc
corros
que
lhe
quizereretn
mandar
para
esle íim.
Elle
enearrega-se de
o
fazer
chegar
pelas
vias
mais seguras
e
as
mais
promp-
tas.
Concurso.
—
Está aberto
concurso
por
provas publicas
para
o
provimeolo
das
seguintes egrejas
parochiaes
:
Albernôa
(Nossa
Senhora
da
Luz), con.
celho
de Beja.
Alfundão
(Nossa
Senhora
da
Conceição)
concelho
de
Ferreira.
’
S.
Bernabé
e Santa
Suzana,
concelho
de
Almodovar
Cazevel
(S. João
Baptista),
concelho
de
Castro
Verde.
Entradas
(S.
Thiago).
concelho
de
Cas
tro
Verde.
Lourena
(St
a
Clara),
concelho
de
Beja.
E’
singular, —
Um
jornal
francez
con
ta
um coso
sem
precedente
nos
annaes
judiciários
de
Hauie-Loire.
A
terceira
se-são
dos
juízes em
1875,
que
devia
verificar
se
em
Puy no
dia
1
de
setembro,
não
se
verificará
por
não
haver
nem uma
questão crimiual
a
sub-
metler
ao
jury.
Estatua
de
Clinteaubriand. — ()
«jornal
de
Sainl-Malo» noticia
que a
inau
guração
da
estatua
de
Chateaubriand
te
rá
logar
no
domingo
5
de
setembro pro
ximo.
O
pedestal
de granito
I
«
vrado,
já
está
erguido
na
piaça de
Saint-Malo,
que
lem
o
nome
do grande
poeta.
A
administração
municipal,
diz
o
mes
mo jornal,
deseja
dar grande brilho
áquella
solèmnidade
e
tornal-a, tanto quanto
pos
sível,
digna
da
fama
de
que gosa
o
no
me
do
illustre
escriptor.
A
estatua
de
Chateaubriand
es<á
expos
ta
na
otTicina
do
esculptor Aimé
iMillet.
Disem
que
é
um
bom
trabalho
e tudo
faz
esperar
graudes
elogios
ao
seu
auctor
uo
dia
em
que
fôr
posta
á
admiração
dos
conterrâneos
do
grande
escriptor.
A
’ ULTIMA HORA
Perpinhão
19
agosto
às
2
horas
da
larde.
Hontem
Castells
atacou os
si
tiantes
cUUrgel,
tomou-lhes dois
canhões Krupp,
além de treze
que lhe
encravou
e de
nume
rosos
prisioneiros.
A
guarnição
carlista
recupe
rou
Solsona
e Cuervo.
Segundo
a narração de vários
viajantes,
teve
lugar uma espan
tosa
explosão dentro do porto
de
Barcelona
:
dois navios cheios
de
munições
de guerra, que
se
destinavam contra os
carlistas,
foram
pelos ares. Contam-se 70
mortos e numerosos feridos.
Reina
uma
grande consternação.
---------
-
-
DESPEDIDA
Antonio
de
Padua
de
Freitas
e
Lima,
retirando
se
lemporareamenle
para
Lisboa,
e
não
podendo
con.o
desejava
despedir-
*
»
pessoalmente
«le
lod.is
a
*
pessoas
que
se
dignaram
dispensar-lhe
a
sua
amisade,
o
vem
por
este
meio
fazer,
oflerecsndo-lhes
o
seu
limitado
préstimo
n
’
aquella
cidade.
Braga 20
d
*
agoslo
de 1875. (2643)
AGRADMENTOS
Manoel
Teixeira
de Sousa
Lage,
agra
dece
por
esle
meio
a
tolas
a*
pessoas
qoe
*e
dignaram cump/imental-o por oc
casião
de
*eus encommodos
de
sande
e
lhe
dispensaram
obséquios,
a
todo
*
pro
testa
sua
graiidão.
(2636)
Banco
Agrícola e
ImBuatria!
<2a
Estreinatliira
São
convidados
os
snts
accionistas,
d
’
este
Baoco
a
Inserem
a 3.
a
entrada
de
20
p.
c.,
ou dez
mil
reis
por acção,
desde
o
dia
1
a 8
de
setembro
proximo,
Porto,
sede
do
Banco,
Praça de Car
los
Alberto
n.° 92.
Lisboa,
rua
dos
Bicalhoeiros
n.°
51»
casa
David Gonçalves
Chaves.
Braga,
casa
João
Baptista
Lopes.
Em
conformidade
com o ar
ligo
56
§
unico
dos
Estatutos
d
’
este
Banco, previ-
nem-se os
snrs.
accionistas,
que
não
h*
zererem
a
entrada
dentro
do
praso
n>
3r
*
cado,
que
terão
a
pagar
mais
1 p.
c., Por
mez,
pela
demora
da
entrada
ou
entradas
em
falta.
Porto
24
d’
ago8to
de
1875
Eduardo
Ribeiro Mendes
Felix
Plácido
de
Santos
Eduardo
Lyon.
(2645)
(iltíNOE
LIQUIDAÇÃO
EE
PRATA
RUÔLS
Electro
plate ou eliristophle
Para
serviço
de
mesa
e
mais objeclos.
Preços
fixos.—
Só
por sei» «lia».
Rua
de
S.
Marcos, n.°
2.
(2646)
PM
mh
De
Vill» Nova de
Famaliefto ti Po
voa do Varzim.
Os
passageiros
qne
d
’
esta
cidade
tive
rem
de
ir
para
a
Povoa,
deverão
seguir
no
comboio da
manhã,
e
logo
que
esle
seja
chegado
a
Villa
Nova
de
Famalicão
seguirão immediatamenle
para
a
Povoa.
f)a
Povoa
para
Villa Nova
sairá
ás 21|2
da
tarde,
para chegar
a
tempo
de pode
rem
os
passageiros
seguir no
comboio
da
tarde.
Escriptorios
:
em
Braga, á esquina dos
Biscainbos,
n.°
13
:
na
Povoa em
casa
do
snr.
Francisco
dos
Santos
—
Passeio
Alegre
(defronte
da
capella
de
S.
José).
Esla
carreira
começará
no
dia
25.
Preços:
de
Villa
Nova
á
Povoa,
e
vi
ce-versa,
300
rs.
Garante-se
o
bom
serviço
e
bom ga
do.
Anlonio
Ferreira
(o Barracão
de
Villa
Nova).
(2629)
Anaclelo
José,
de
Braga,
leva ao
conhe
cimento
do
publico,
que
no
dia
25 do
cor
rente
abre
a
sua carreira
diaria
entre Bra
ga
e
a
Povoa
do
Varzim
e
vice-versa,
a
sair
de
Braga
ás 10 horas da
noite
che
ga
a
Barcellos á 1,
demora
meia
hora,
sae de
Barcellos
á
I
e
meia
chega á
Povoa
ás
5
da
manhã,
sae
da
Povoa
á
I
hora
da
tarde
chega
a
Barcellos
ás
4 e
meia,
demora
meia
hora chega a
Braga
ás
8
da
noite.
Preços
:
Braga
á
Povoa
ou
vice-versa,
dentro
600
reis,
fóra
500.
Cada
passageiro
tem
8
kilos
de
bagagem
grátis,
pagando
de
ex
cesso a 20
reis
por
kilo.
Eseriptorío :
Braga
em
casa
do
snr. Cerqueira
&
Gonçalves,
e
na
Povoa
em
casa
do
snr.
Pedro
da Silva
Tavares,
Largo
de
S.
José.
Braga
20
d
’
agosto
de
1875.
(2642)
Anaclelo
José.
Narciso
José
Marques faz
publico
que
no
dia
27
de
Agosto principia
com
a
car
reira
diaria
de
Braga
para
a
Povoa do
Varzim
e
vice-versa,
sae
de
Braga
ás 10
horas
da
noite
chega a
Barcellos
á
1,
demora
meia
hora,
sae
de
Barcellos á
1
e
meia
e chega
á
Povoa
ás
5
da
manhã.
Sae
da
Povoa
ás
3
da
tarde
chega
a
Bar
cellos
ás
6,
demora
meia
hora,
sae
de
Bar
cellos
ás
6
e
meia
e
chega
a
Braga
ás
9
e
meia
da
noite.
Preços de Braga
á
Povoa
e
vice-ver
sa
dentro 600.
fora 500 reis.
Cada
passa
geiro
tem
8
kilos
de
bagagem
gratuita,
pagando
de
excesso
a
20
reis.
Escriplorio em
Braga,
sua
casa
rua
de
S-
Marcos
n.°
8,
e
na Povoa no
largo
da
Ariosa
n
0
13.
Braga 24
de
Agosto de 1875.
(2639)
ÍOMIliA
iVÃUOAAL Díi TABACOS
\
EM
'
XABRE31S
A
direcção d'esta
companhia
previne
e
pede aos
consumidores
dos
seus
géne
ros
que examinem bem
os rotulos
dos
volumes
que
compram,
porque
ha
quem
tenha
procurado
imitar os
da
fabrica
de
Xabregas,
por
forma
tal,
que
nem
escrupulo
tem
tido
de
lhes
estampar
as medalhas
de
prémios,
que
esta fabrica
lem
obtido
nas diversas
exposições,
e
das
quaes, em
boa
fé, ninguém póde usar,
porque
sào
propridade
da
Companhia
O
abuso
tem
chegado a tal
ponto,
que
dizendo-se
no rotulo
em
letra
pequena
preparado pelo Myatema
(e
em
letra
maior)
<le
Xabregas,
no
cintado
apenas
poem
com
letras
muito
grandes,
Xabregas.
Ainda
que
e«ta
imitação
seja
signal
evidente
de
qoe os tabacos
de
Xabre
gas,
pelo
esmero
de
seu
preporo,
merecem
a
preferencia
do
publico,
ainda
assim
póde
este
ser
illudido,
comprando
como
de
Xabregas,
tabicos
que
o
não
são
;
e
é
por
isso
que
aos
referidos
consumidores
se
pede
que
prestem
to
la
a
sua
atteo-
çâo
aos rotulos
dos volumes
que quizerem
comprar.
A
direcção
da
Companhia
de
Xabregas
nunca
veio
á
imprensa
fazer
an
nuncios
para
inculcar os
seus
generos,
nem
para os
vender
lem
procurado
imiiar
os
rotulos
das
outras
fabricas,
nem
mesmo
dá,
porque
nào
póde dar,
as
commissões
que
estas
dão
peh
venda
dos
seus
generos.
A
direcção
nào
quer
por
em
quanto proceder
contra
o
abuso
<le
tal
imita
ção
que
envolve fraude; e
limita-se
a
desejar
que
se
proceda
com
a
fabrica
de
Xa-
bregag,
com
a
mesma
lealdade
com
que
ella
procede
para
com
as
outras
íabricas.
Em
Braga,
os
depositos
dos
tabacos
d
’
esta Companhia,
são
em
casa dos
snrs.
João
Antonio
d'01iveira
Braga,
rua
do
Souto
38,
e
Malhias
Dias
da Fonseca,
lar
go
do
Barão
de
S.
Martinho
n.°
7.
(2640)
Casa de
Commissões
DILIGENCIAS
DIARIAS
De
SebastiAo da Silva Neve»
Enlre
Braga,
Punle
do
Lima, Vianna, Ca
minha,
Valença,
Monsão,
Tuy,
Vigo,
Ponlevedra
e
S.
Thiago.
Também
se despacham
bilhetes
e
ba
gagens
direclamente de
Braga
para
Lis
boa.
por
caminhos
de
ferro.
Escriptorios:
em
Braga,
na
casa
aon
de
eslava
a
Companhia Viação
(esquina
da
Conega),
em
Ponte
do
Lima,
na
hos
pedaria
da
Theodora,
em
Vianna,
no
es
criplorio
do
annuuciante. (2611)
Francisco
José
de
Sousa Braga,
(Fran-
queira)
José
Luiz
Ferreira,
(Ferrador),
Jo
sé
Martins
Fontão
Lage
e
José
Morgado
&
C.
a,
levam
ao
conhecimento
do
publico
que
uo
dia
24
d
’ago<to, abrem
as
suas car
reiras
diarias enlre
Braga
e
Povoa do
Var
zim
e
vice-versa,
saindo
de
Braga
ás
10
horas
da
noite,
chega
a
Barcellos
á
1,
demora
meia
hora,
sae
de
Barcellos á
11/2
e
chega
á Povoa
ás
5
da manhã. Sae
da
Povoa
ás
3
horas
da
tarde,
chega
a
Bar
cellos
ás
6,
demota
meia
hora,
sae
de Bar
cellos
ás
6
e
meia
e chega
a
Biaga
as
9
e
meia
da
noite.
Preços
:
de
Braga
á
Povoa
e vice-ver
sa,
dentro
600,
fóra 500.
Cada
passageiro
lem
8
kilos
de
baga
gem
gratuita,
pagando
de
excesso
a
20 rs.
por
kilo.
Escriptorios:
em
Braga
em
casa
de
Leite
e Castro
(o Arraujadinho) e
em
casa
de
Sousa
Braga
(o Franqueira) e na
Povoa
em
casa
de
Davtd
e
Carlos Maneta.
Braga
20
d’
agosto
de
1885
(2634)
1NJECÇÃO
BAUN1T
E
’ já
l
em
conhecida
a
sua
eHicacia em
curar
em
menos
de
s
diaM, Ioda
a
qoa-
l.dade
de
purgações, como
o
póde
altes-
tar
a
venda
de
mais
de
2
000
frascos.
Deposito
em
Braga,
na
pharmacia
do
Hospital
de
S. Marcos.
(2641)
COMPANHIA GERAL
DE
SE
GUROS
IMÃO,
DE IUDHID
Segura
nas
condições
mais vantajosas
contra
o
risco
de
fogo,
e
lambem
contra
os
prejuízos
causados
pela
explosão
de
gaz,
ou
pelo
raio.
Verificam-se
os
seguros
n
’
esta
cidade
de
Braga
no escriplorio
de
Ferreira
Bor
ges
&
C.
a
,
praça
do Barão de
S.
Martinho
n.°
26
—
1.°
andar.
(2337)
Antonio
Zacharias
da
Silva
Coelho,
com
casa de
Commissões
em
Braga,
rua
de
S.
Miguel
O
Anjo
u.°
16, ao
campo
das
Hortas,
recebe
e
envia encommendas
para
qualquer
parte
do reino,
mesmo
in
dependentes
das
estações,
a
pagar
em
qual
quer
dos
pontos
pela
conimissão
de
40
rs.
por
volume
até
70
kilos.
Também
remette
encommendas
ou
mer
cadorias
para
qualquer
parte
do
Brazil
ou
nação.
Encarrega-se
dos
despachos
na
estação
das
Devezas
ou
de qualquer
alfandega
do
reino abonando
todas
as
despesas
até
que
as
mercadorias
cheguem ao
seu destino,
mediante
uma
commissão
rasoavel.
(2635)
BANCO
DE
BARCELLOS
São
convidados os
snrs.
accionistas
d’es-
te
banco
a
entrarem
com a 3.a
prestação
de
10
por
°|
0
ou
53900
rs.
por acção
des
de
o
dia 1 a
5
de
setembro
proximo
fu
turo.
Os
snrs.
accionistas
que
se
acharem
em
debito
da
1.
a
prestação,
são
convida
dos
a
fazerem
as
suas
entradas
dentro
do
mesmo
praso
para
não
ficarem
incursos
no
que
dispõe o
arl.
0
11
dos
estatutos.
Em
Barcellos na
casa
do
banco.
No
Porto
na
Caixa Filial.
Em
Braga
em
casa
do
agente
o
snr.
Ignacio
José
Ferreira
Torres.
Barcellos,
22
d’Agoslos
dc
1875.
Os
gerentes,
Miguel
Pereira
da Silva.
Joaquim
Redondo
Paes
Villas-boas.
Francisco
Marques
da Custa Freitas.
(2637)
ALUGA-SE
Um
pi<.no
forte.
Para
tratar,
no
cam
po
de
D.
Luiz
I,
n.°
1
(entrada
da
rua
dos Capelistas.)
âTlllí^lO
A.
I5IBEIKO
Campo
de
D.
Luiz I,
n.° 1.
(Entrada
da
tua
dos Capellistas.)
Tem
grande
sortimento
de
fazendas
de
lã
modernas,
para
vestidos,
preços
bara
tíssimos,
100,
120,
e
160 rs.
e
de
maior
preço.
Chitas
largas de
90,
100 e
120
reis,
guarda-solinhos
para senhora,
desde
13000
reis
até
3000;
tranças e cutas
para
ca
beça de
senhora;
leques
prelos
e
de
cô-
res
dos
mais modernos para
senhora;
la
ços e
íichus
de
seda para
senhora,
e
mui
tos artigos
proprios
do
seu
estabelecimento.
(2630)
ESCOLA
ÀMER1CAHA.
Recenlemenie
chegado
a
esta
cidade,
aonde
pretende demorar-se algum tempo-
offerece
os
seus
serviços
ao
respeitável
pu
blico
em tudo que disser
respeito
á
sna
arle.
Extrai,
cura
e
conserta
os
dentes
caria
dos,
colloca
dentes
arliíiciaes,
cora
per
feição e
cura todas
as
aflecções
da
boc
ca
;
especialidade
da
escola
moderna.
Con
sultas
e
exuacçâo de deutes aos
pobres,
grátis das 8
9
horas
da
manhã.
Consnltorio,
Campo
de
Sant
’
Anna
n.®
1—B 2
°
andar.
(C.
2644
R.
495)
METAES
VELHOS
Na travessa
de S.
João
n.°
5, com
pra-se toda
a
qualidade
de metaes,
e
ferro
velho
até
mesmo fundido.
(860)
(QU
H IS9Õ
'3)
•opwgnejfl
01UdU)€S0J9U9B
çjos
onb
0
*u 0 |eòuog
s
fl
P
CIU
eu
a
l
-|CJ
‘so
cuijli
SO
sopup
0p
stodop
"jeoOJlUO
cjtanb
0
ò
jeqoe
0
woti()
‘
oieóuog
‘g
op
r.nj
ç
‘
unpjef
‘
cao
\|
ena
e
opsop
(UUtiB
ujoj
)
otueq|iaq
mu
os
nop-to^
SVHVÒIATV
1
PORTO
NA QUINTA DE
RORIZ
PORTO
(
junto
à
egreja
da
misericórdia
)
COMPRA E VENDE
JOZE
’
I.
FERREIRA
RORIZ
Inscripções
de
assentamento
Ditas
de eoupons
FORNECEDOR
DA
CASA
REAL
3-RUA DAS FLORES-
1,3
DEPOSITO
CENTRAL, RUA DAS
FLORES, 35 37 E 39
Ditas
de divida externa
Titulos
liispanhoes internos
PRIMEIRA
E
ANTIGA
‘ BORIZ
\
CASA
FELIZ
1
-
RUA
DAS FLORES
-
3
(
junta
á
EGRAJA
da
misericórdia
)
SORTE
GRANDE
«
è
.
s
5.000$000
Loteria da Santa Casa da Misericórdia de
Lisboa
Extracção
a
28
de
Agosto
R)
0
proprietário
annuncia
aos
seus
freguezes,
e
ao
<
publico,
que
em
todo
o
sabão
fabricado
na
sua
fabri-
t ca,
e
que na
me
*
ma
se
vender,
ou
no
Deposito Cen-
P
trai,
se fará
0
desconto
de
6
por
cento
sobre
os
pre-
?
ços
estabelecidos,
de
urna
caixa
para
cima.
Satisfaz-se
0 com promptidão
qualquer
pedido
que
seja
feito do di-
í
to
genero,
tanto
d
’
esta cidade como
das
provincias
e
?
se
garante
a
sua
boa
qualidade.
Ditos
externos
Coupons dos
ditos já
vencidos
40
*
Sacca,
loma
leiras
e
dá
cartas
de
credito
bre
Lisboa
e
diversas
praças
estrangeiras,
e
se
encar
rega
de
compra
e
venda
de
titulos
de
divida
publica
nas
mesmas
praças.
80-
JOSÊ IGNACIO
FERREIRA RORIZ
AFIANÇADO NO
GOVERNO
CIVIL DO PORTO,
NA
C0NF0R- 'g
M1DADE
DO EDITAL DE
28 DE JULHO DE
1860
Tem
á
venda
no
seu
estabelecimento
bilhetes
inlei-
ros
a
55000
rs.-Meios
ditos,
a
25600
—
Quartos,
a
15300
—Oitavos,
a
680
—
Cautellas
de
5(10,
250 e
130
rs.
O
mesmo
satisfaz
com
promptidão todas
e
qúaesquer
encommendas
que
lhe sejam
feitas
das provincias, aiu-
da que
sejam
em
grande
quantidade,
e
vindo
acompa-
nhadas
do
seu
importe
em
vales
dos
correio
;
e
no
fim
da
extracção
remette
a lista dos prémios
aos
seus
freguezes,
mas
quando
a
não recebam
em
tempo
com-
4S
pelente
lerão
a
bondade de
a
requisitar.
(G
*
)
H
Agencia
do
Banco
de
Vianna
CARVALHOS
& C?
Rua
do
Souto
n.°
30
;
r
X
Esta
agencia
faz
as
seguintes
operações
’
;
Desconta leiras da terra
e
de
cambio.
Encarrega-se
da compra
e
venda
de
pa
peis
de
credito.
Receae
dinheiro
á ordem
e
a
praso
abo
nando
uros.
Empresta
sobre
penhores
d
’
ouro, pra
ia,
inscripções,
acções de
bancos
e
com
panhias.
Saca
sobre
praças
do
reino
e
estran
geiras,
onde
0
Banco
lem
agencias.
Braga,
3
de
junho de
1875
Os
agentes,
(B
*
)
Carvalhos
&
CA
Asphalto
Nacional
da
Mina de
Aseche
A
Companhia
de
Lisboa
com
escripto
rio
no Porto
na
Rua
do
Bomjardim
n.°
365,
previne
os
seus
freguezes
e
0
publi
co
em
geral
que
continua
a
encarregar-
se
de
qualquer
obra
a
que
seja
applicavel
o asphalto,
assim
como terraços,
impenas,
passeios
em
jardins e nas
ruas
publicas, ca-
valheriçes,
eiras, etc.
A
mesma
Companhia
presta-se
a
ga
rantir
0
bom
resultado
do
seu
trabalho,
sendo sufliciente
para
recomrnendar 0
seu
asphalto,
a
perferencia
que
lhe
lem si
do
dada pela
administração
das
obras
pu
blicas
e
0
repelido chamamento pa^a
subs
tituir asphalto
qne
se
por
ahi
pregoa,
co
mo
vindo do
estrangeiro.
Todos
os
snrs. que
precisem
qualquer
encommenda
d
’
este
genero, podem
fazel-a
no
Porto
Rua
do
Bomjardim
n.°
365, e
em
Braga, na
Fabrica
da Fundição
do
Minho.
(2535)
ALUGA-SE
O
primeiro
andar
da
casa
n.
6
88,
da
rua
da Boa-Vista.
NOVA
FUNDIÇÃO
DE FERRO
DE
Antonio
Germano
Ferreirinlm
NA
Travessa
de
8.
João
Aonde
faz
toda
a
obra,
assim
como
bombas,
conçollas,
columnas
para
gaz,
pe-
zos
novos,
panellas
á
ingleza
de todos os
tamanhos,
canos
para
agoas
e
gaz,
e
toda
a
obra
de fundição, como grades para
sacadas,
obra
de metal,
sinos
e
outros
ob-
iectos
de
igual teor
etc.,
pelos
preços
do
Porto.
NOVA
LOJA AFORTUNADA
DE
WTOra
m
B
íjb
m
ambum
112
—
Rua
das
Flores
—
114
PORTO
N
’
este
estabelecimento
que,
como
é
sabido,
é, no
seu
genero,
um
dos
mais
felizes
do
Porto,
encontra-se
á
venda
um
grande
e
variadíssimo
sortimento
de
bilhetes de
todos
os
sorteios
das
lolerias,
cujas
extracções
geralmente
teem
logar
tnaia
de
tres
vezes por mez»
Satisfaz-se
com
promptidão todas
as encommendas
que sejam feitas
das
provincias
(em
pequena
ou
grande
quantidade) vindo
acompanhadas
do
seu
respeclivo
importe
em
vales do
correio,
ou
mesmo estampilhas
sendo
pequena
quantia.
Recebern-sc
em pagamento
ou
desconto,
os
bilhetes
que
em
outros
sorteios hajam
saido
premiados,
mesmo que
sejam d’outros estabelecimentos.
E
final
mente
remettem-se
«gratisj,
findas
as extracções,
as
respeclivas
listas
geraes
de
todos
os
numeros premiados.
Para
que
este licito
e
vantajoso
jogo
se
ache
ao
alcance
de
todas
as
pessoas, mes
mo
as
menos
abastadas,
se
encontra
no
mesmo
estabelecimento
:
além
de
bilhetes in
teiros,
meios
bilhetes, quartos, oitavos,
décimos
e
cautellas
de
600,
500,
300,
250,
130,
100
e
40
reis;
dezenas
de
dez
numeros
seguidos,
de
65000,
35000,
15000
e
400
reis
;
e
finalmente,
collecções
de
50
numeros diífcrenies,
pelos
’
preços
de
25000,
55000,
155000
e
305000
reis.
A
Este
estabelecimento fornece convenientemente
todas
as pessoas
que,
em
qualquer
ponto
das
provincias,
queiram
vender
este
genero
á
commissão.
OfTerece
para
isso
vantajosas
commissões;
e
dispensa as
mais
apreciáveis vanta
gens
que
em
tal
ramo
de
negocio se
podem gosar, as
quaes
se
podem comprehender
assim
:
Xegoeínr sem
risco ;
porque
se
acceita
de
novo,
em conta,
a
fazenda
que
até
ás vesperas
das
extracções
os pretendentes
não
hajam
podido
vender.
Remettem-se
as
listas,
partes
telegraphicas
em
caso
de
conveniência,
e
planos;
e
attende-se
a
toda
e
qualquer
reclamação justa
que
seja
feita.
O
pagamento,
porém,
tem que
ser adiantado
ou
aífiançado
por qualquer
nego
ciante
d
’
esta
cidade,
em
cujo
caso
póde
ser
feito
no
fim
das
extracções.
(M. *
)
°
Rua
du
Campo,
n.°
22 —
Braga
Alugam-se
os
altos
da
casa
n.
°
22,
que
tem
commodos
para
numerosa
famí
lia.
Trata-se na
mesma
de
seu
aluguel
e
póde
ver-se
a toda
a
hora
do
dia. (2626)
Uma
casa
feita
de
novo sita na
rua das
Aguas,
n.°
91. Trala-s
’e
na
rua
dos Chãos
o.
#
13.
Póde
ver-se
das
10
horas
da
manha,
até á
1
da
tarde
(2560)
O
professor
em
artes,
lettras
e
scien-
cias,
membro
do
clero e
magistrados,
todo
o
medico,
cirurgião,
dentista
e
artista,
que
desejem
obter
o
titulo
e diploma
de
doutor
ou
bacharel
honorario,
podem
diri
gir-se a
Medicus, rua
do
Rei,
46,
em
Jer-
sey
(Inglaterra).
(T
*
)
MAS
NlNERfiES
Na
pharmacia
de Antonio
Domingues
Alvim,
ha
deposito
de
agoas
naluraes
das
Pedtas
Salgadas:
Alcalina
de
Moura,
En-
tre-Rios, das Caídas
da
Rainha,
Sedlitz,
Verim, Vidago
e
Vichy.
,Q
*
)
»UA
DE S. MARCOS Ni.0 lã
Vende-se
queijo londrino,
papel,
fla
mengo
de
superior
qualidade.
(2620)
ALMEIDA
& PEREIRA
Largo
do
Barão
de
S.
Martinho
n.°
18
Compram
e
vendem
acções
de
todos
os
bancos
e
companhias, e
inscripções
d
’
assentamento
e
coupons.
(I)
João
Manoel
da
Silva
Guima
rães.
—
Rua
do Souto
n.°
43.
Compra
e vende
Acções
de
todos
os
Bancos
e
Companhias,
Inscripções
de
As
sentamento
e coupons.
(581)
MP
Ui
DO ALTO DOUHO
DA
CASA DE
VILLA POLCA
RUA
DO
SOUTO
N.°
15
BRAGA.
Acaba
de
ser
sortido
esle
armazém
com
as
seguintes qualidades
de
vinhos
engarrafados
e
aquai
tilhados :
ENGARRAFADOS
Vinho
tinto
de
meza.
»
»
>
.
»
Lagrima
.
.
.
»
Branco
de
meza.
»
tinto
de
meza
fino.
»
de
prova
secca.
d
Malvasia
de
2.a
.
»
»
velho.
»
Bastardo
. .
»
Moscatel
. . .
»
Malvasia
.
» Roncão
.
.
»
Alvaralhão
. .
»
Velho
de
1854.
150
190
200
210
270
300
360
400
500
500
500
700
560
600
A
RETALHADO
Vinho
p&rs
meza
50
e 80, o
quar
tilho
tinto e
120 o
branco.
Responde-se e
garante-se
a
pureza
e
boa
qualidade
de
lodos
estes
vinhos, po
*
dendo
todo
e
qualquer
consumidor
naan-
dal-o experimentar por meio
de
qualquer
processo cbymico.
N’estes
preços
nãa
fica
incluido
o
valor
da
garrafa
que o
comprador
apre
sentará
ou
pagará
50
reis
por
cada
uma.
(N
*)
Vende-se
uma no
rio
Cavado.
Trata-se
na
rua
do
Souto,
n.°
26-B,
em
Braga.
(2628)
NOVIDADE
>•
44,
Rua
do Souto, 44
Campos
& Almeida,
acabam
de
rece
ber grande
sortido
de
chapéus
de
feltra
e
seda, «ultima
moda»,
da
acreditada
fa
brica
dos
snrs.
Maia
e Silva,
do
Porto,
que
vendem
pelos
preços
da
fabrica.
Também
se
fabricam
e
consertam
cha
péus
de
todas
as
qualidades.
(2330)
BRAGA:
TYPOGRAPHIA LUSITANA 4875. - É o formato de
-
comerciominho_26081875_388.pdf
Parte de Comércio do Minho (O)