comerciominho_21091875_398.xml
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-
3.°
ANNO
1875
FOLHA
COMMERCIAL RELIGIOSA E NOTICIOSA
NUMERO
398
Assigna-see
vende-se
no
escriplorio
do
editor
e
proprietário
José
Maria Dias
da
Costa,
rua
Nova
n.’3
E,
para
onde deve
ser
dirigida
toda
a
correspondência
franca
de
porte.= As
assi-
gnaturas
são
pagas
adiantadas
;
assim
como as
corresponueii-
cias
de
interesse
particular.
Folha
avulso
10
rs.
SJIaS
MC
A-S
ÁS
TERÇAS,
QUINTAS
E
SABBADOS.
P
reços
: Braga,
anno
1^600
rs.=Semestre
850 rs.«=Prom-
cias,
anno
2&400
rs
e
sendo
duas
4-^000
rs.=Semeslre
1&250
rs.=Brazil,
anno
4^400
rs.=Semcstre
2&300
rs.
moeda
forte,
OU10&000
reis
e
5;$500
reis moeda fraca.
«-Annuncios
por
linha
20
rs.,
repetição 10
rs.
Para
os
assignantes
20
°/
G d’abalimento.
«r.TMirrríWM
•ãáMãiãa
*
aãiiãM>g^
l»r
BRAGA
—
TERÇA-FEIRA «A 25E
SETEMBRO
m
n
r
r T n rs n
19
t± Stl
tmonv
Ha
que
despir
por
um momento
os
crepes que
cobrem
o
pari
ido
legilimista
portuguez,
e ataviando-se
de
galas,
prestar
homenagem
de
respeitoso n-gosijo
ao
Au
gusto
Proscriplo
no
qual
o
mesmo
parti
do
'ê
o
refulgente
astro
que
o
nade guiar
á
PromiSfão.
Sim,
portugueses!
olvidemos
por
um
pouco
cs pungentes males da
patria,
e
se
bem
que ainda
com
os
corações con
frangidos
por
termos
de
enviar
para
o
exibo
as
nossas
homenagens,
enviemol
as
todavia
tanto
mais
sinceras
e
aflectuosas,
quai.to
acredor
d
’
ellas
é
o
excelso
Pro-
scripto
a
quem
nos uhnamcs
de
chamar
Rei!
Senhor!
Os
verdadeiros
poitngueses,
em
cujo peito
se
abriga
a
fé
e as santas
crenças
da
legitimidade,
curvam-se
hoje
respeitosos
ante
o
vosso
throno
de
exilio.
Nào os
fasema, vêdes,
e
bulho
e
fausto
da
cô:te
fulgurante
e
mageslatiea
que
a
bastardia
vos está
usurpando;
guiam-os
os
arreigados
sentimentos
de adhesão
e
aíTeduusa fidelidade
á
augusta
pessoa
de
Vossa
Magestade em
quem
vêem
preconi-
sades
os
princípios
de
legitimidade
e
uni
dade catholica.
Acceitae, Senhor,
as
nossas
aflectuo
*
as
felicitações
e
homenagens
por
este
dia du
Ião
grata recordação
aos
portugueses
di
gnos
d
’
este
nome,
e
lá
no
exilio
onde
a
revolução
vos
faz demorar,
alimentae
a
confiança na
nossa fé,
na
nossa
abnega
ção,
na
nossa
provada
rigidez de
princí
pios,
para
estardes
segui
o
de
que
o
par
tido
de
que sois
magnânimo
e
digno
chefe,
um
dia
deixará
a
condição de vencido
e
escravo.
E
então
tendo-vos no seio
da
patria,
de
vó
*
auhelante,
commemorará
o
vm-so
auspicioso anniversario
sem
as
amar
guras
trucidastes
da
ausência
e proseiip-
çáo.
Estes
e
os
iocessaniemente enviados
ao
Altíssimo
por
que
se
amercie
de vós,
dilatando a
vossa
existência
preciosa
e
ne
cessária,
sào
os
votes dos
portugueses
que
vêem
um
vós,
em
contemplativo
exlasis, o
astro
de
paz
e
gloria despontando
do
horisonte
paiilico
depois
de
tanta
desven
tura
nacional.
J.
MACHADO
JÚNIOR.
Anda
acesa a
reacção.
Quem
o
duvida?
Nào
sabem
que
chegaram
a
Aveiro
duas
irmãs
de caridade?
Qne
ousadia! que
atrevimento!
Duas irmãs
da caridade
Teste
solo
clássico
do
liberalismo!
Após o
facto
da
Misericórdia
em
Lis
boa,
fado
ou
acontecimento
que a
scien
cia
não
soube
explicar,
alentando
por
esta
fórma
os
fanaticos
que
dêern
na omnipo
tência
divina,
doas
irmãs
da
caridade
apor
tando nas plagas
d
’
Aveiro!
Real mente
é
para
tremer
de susto;
pois
quem
ignora
o
perigo
em
que
estas
duas
senhoras
vieram collocar a
líber...
dade
?
Rasão tem de sobra
o
snr.
Ennes
para
gritar
—
A
’lerla !
Elle
qoe
dormia
tanto
a
somno solto,
fatigado pelas
labores litterarios
que
lhe
custou
o
seu
drama
—Os
Lazarislas,
elle
que
cansado
de
recolher
louros,
se
esque
ceu
do
que
devia
a
si,
ao
publico
e
es-
pecialmente
ao
snr.
Senna
Freitas,
des
pertou
agora sobresaltado
pelo
sinistro
ro
çar de dois
vestidos
de
mulher.
E
’
que
ninguém
sabe,
a
não
ser
o
modesto
redactor
ua folha
histórica,
o
que
encobrem
aquellas
grandes
loucas brancas.
A
’
lerla
! gritou
o
celebrado
andor
dos
Lazarislas
ao
vel-as
pôr
pé
em
terra
por
tuguesa, porque... quem
sabe?
talvez
que
alli
venham
occultos
o-
canhões
para
me
tralhar
a
liberdade.
E
’
um
patriota
sem
segundo
esle
snr.
En
nes.
E
patriota
é-o
não
menos
o
partido
político
que
o
sustenta como
seu
orgào
na
imprensa.
Doas
irmãs
da
caridade
em
Portugal?!
Não
o
.«-ofire
a
liberdade,
que só
n
’
este
cantinho
do
mundo
pôde
ser comprehen-
dida.
Embora
ua
valia
dos cemitérios
caiam
lodos
os dias
victimas
aos
centos,
qne
nos
hospitaes,
nus
cárceres
e
até
nos
do
micílios,
morram
á
íniugoa de
quem
Ibjis
chegue
um
copo
d
’agoa.
Em
Portugal não se
transige
com
Ião
poma
coisa.
Embora
aos
olhos
Te-tranhos
passemos
por
ser a
Holtenlotia
da
Europa.
Os
nossos poliiicqs
preferem
manter
intemeratos
os
princípios
da
sua
escola.
E
assim
é,
que
nem
a
santidade
de
vida,
nem
o
respeito
e
ddicadesa
do
sexo
chegam
a
salvar
essas
pobres
senhoras
das
injurias
e
calumnias
que
lhes
cospem.
Em Portugal ama-se o ridículo
O
que
é
grande,
generoso
e
sublime,
não
desperta
já
admiração
entre
nós,
tão
baixo
temos
descido!
N
’
este
extremo occidente
da
Europa
a
virtude
não
tem
direitos
porque
assim o
exige
a manutenção das publicas
liberda
des.
E
quem
se
atrever
a
antepor
o
espi
rito
á
matéria
incorre na
pena de ser
apedrejado
pelos
Ennes
do
nosso
tempo,
palinuros da
liberdade,
mas
não
d
’
aquella
que
vive
do
direito
e
da
virtude...
Tem
rasão
o
sns.
Eunes.
Alerta
!
UlMmas sasííieâas de Raniti.
As
ultimas
noticias
de
Roma
asseve
ram
que
o
estado
dc
saude
de
S.
Santi
dade
é
bom.
Louvemos
a
Deus.
Não
obstante
a
estação
calmosa, o
im-
mortal
Pontífice
continúa
lodos os
dias
a
receber
numerosas
deputações
de nacio-
naes
e
estrangeiros.
Emre
outras,
referiremos
a seguinte:
«A
2a
de
Julho
deu
audiência
aos fieis
das
freguezias
de
S.
Pedro
do Vaticano,
de
Santo
Espirito,
e
de
Santa
Maria
Trans-
ponlina,
presididos
pelos
seus
paroclios,
e
acompanhados d
’
uma commissão
de
to
das
as
obras
pias
e
institutos tanto
re
ligiosos
como
leigos e
ecclesiasticos
das
mesmas
freguezias.
O
parocho
de
S.
Pe
dro
leu
uma
mensagem,
a
que
o
Santo
Padre
respondeu
com
o
seguinte
discur
so,
que
o
Ecco
de Roma
transcreveu
do
Journal
de
Florence
:
«Meus
caros filhos,
fizestes
bem vós
lambem
em
vir
á residência
do
Papa,
o
que
para
vós
é
facil,
como
disse
o paro
cho
de
S.
Pedro,
pois
sois
os
meus
mais
proximos
visinhos.
Em
todo
o
caso
por
vós
mesmos
vos certificaes
se
o
Papa
es
tá vivo
ou
morto,
se
anda
com mole-
tas, ou
se
serve
de
uma
bengala,
final
mente
se
está
bem
ou
mal,
e
d
’
esle
mo
do
podereis
dar
um
novo
teslimunho
áquelles
que
vos
perguntarem
pela
saude
do
Papa.
<Ora
pelo
que
toca
á
saude,
não te
nho
de
que
me queixar,
estou
muito
bom,
e
dou
por
isso
graças
a
Deus
de
todo
o
coração.
Quanto
ao mais,
bem podeis ima-
Iginar,
e
sabeis
aliás
quanto
soffro
desde
que
os
novos
senhores
vieram realisar
os
seus
maus
desejos.
«Mas
essa
gente
nem
por
isso
deixa
de dizer
que
procede
bem
em
tudo,
e
que
nós
procedemos
em
tudo
mal,
que
elles
sabem
fazer
tudo
bem.
e
que
nós
não
sabemos
fazer
nada.
Esla
linguagem
é
conhecida
desde
ha
18 ou
19
séculos,
e
S.
Paulo
assim
o
attesta
:
Nos
nobi-
les,
vos
aulem
ignobiles, etc.
«Elles
parecem-se
exaclamente
com
o
Phariseu
de
qne
falia
o
Evangelho
d
’
este
dia,
o
qual
gabava-se
de
fazer
toda
a
sorte
dc
boas
obras:
Jejuno
bis
in
sabbato,
e
assim por
diante.
A
dizer
a
verdade,
es
tes
fazem
jejuar
tres
vezes
por
semana
com
os impostos,
as
taxas
e
misérias
que
rouxeram.
«Dizem
elles
que
só
elles
sabem
fa
zer,
e
depois
fundam
as
suas
obras na
mentira,
como
essas
casas que
edifica
das
sobre a
areia,
não
tardam
a
desmo
ronar-se.
Elles
são
mestres
no
ensino
do
erro
;
elles
são
o
progresso
para
resuscitar
a barbaria,
elles
exaltam
a luz
e
caminham
nas
trevas.
«Quanto
a nós,
imitemos
o
publicano,
e
digamos
ao
Senhor
que
peccamos
;
ba
lamos
no
peito,
e
suppliquemos-lhe
com
grande
humildade de
coração
que
tenha
piedade
de nós
;
Propilius
esto
mihi
pec-
calori,
a
fim
de
sermos
reconciliados.
«Peçamos-lhe
lambem
que
esclareça
os
nossos
inimigos,
e
que
desvie
os
seus
passos
do
mau
caminho
que
trilham. El
les
julgam-se,
ou antes
quereriam
julgar
que
estão em
bua consciência
;
mas
co
nhecerão
o
seu
erro
quando
já
não
será
tempo, e
cairão
na
perdição
eterna.
«Quanto
a
Nós. esperamos qne pelos
merecimentos
de
Jesus
Chrislo
e
Sua
San
díssima
Mãe,
e
pelas
boas
obras
alcan
çaremos
a gloria
eterna,
e
lambem
o
trium-
pho
no mundo,
quando
approuver
a
Deus.
«E
no
entretanto
vos
abençoo,
e dese
jo
que
a
minha bênção
vos
acompanhe
na
vida,
e
vos
assista
na
hora
da mor
te,
a
fim
de
que
possaes
entregar
em
paz
a
vossa
alma
a
Deus,
e
louval-o
nos
céos
por
toda
a
eternidade.»
Sobre
uma
meza
na mesma
sala
es
tavam
as
offertas
d
’
estes
fieis
para
o
San
to
Padre
:
a
saber,
um
calix
de ouro cin
zelado
com
baixos
relevos,
outro
de prata,
tres
pixides
de
prata
dourada,
uma
cos-
lodia
de
prata
dourada,
um
par de galhe
tas
com
prato,
uma campainha
e
umbella
para
os
santos
oleos,
e
um
grande
ál
bum
com a
seguinte
epigrape
em
ouro
:
H
ierarciiae
. P
rincipi
.
S
anctissimo
P
rospera
.
O
mnia
C
ivitas
.
L
eonina
,
xvt.
J
vn
.
A.
MDCCCLXXV.
No
dia
2
de
Agosto
celebrou
o
Santo
Padre
missa
na
capella
Paulina
para
lucrar
o
jubileu
da
Porciuncula,
e
deu a
com-
munlião aos alumnos do
collegio
Pio-latino-
americano, e
a
vários
ecclesiasticos
e
famí
lias
italianas
e
estrangeiras.
A
5, festa
de
Nossa
Senhora das
Ne
ves, a
Sociedade
promotora dos
interes
ses
catholicos,
fez
a
offerla
de um
ca
lix
de
prata
e
seis
tochas
a
Nossa
Se
nhora
sobre
o
seu
altar
na
Basílica Libe-
riana
ou
de Santa
Maria
Maior,
em
cum
primento
de
um
antigo
voto dos
roma
nos,
nao
cumprindo
a
camara
municipal
este dever, bem como
outros
da
mesma
natureza,
desde
a
invasão
de
1870.
O
calix
tinha
no
pedestal
a
seguinte
epigraphe composta
pelo
erudito
P.
An-
gelini
da
Companhia
de
Jesus
:
M
aria
V
irgo
.
D
ei
. M
ater
S..
Qvin.
B
ene
.
D
e
. T
e
D
eqve
.
Tvo.
C
vltv
R
oma
.
M
ervit
S
i
. T
ibi
.
D
vlce
. E
st
. C
oli
I
n
.
A
edivm
.
P
ríncipe
.
QVAE.
llBl.PoSlTAE.
í
VO.
G
a
VDENT.N
í
MINE
A
ffer
.
O
pem
R
omae
.
E
t
.
P
io
.
ix
P.
M.
V
t
. E
x
. II
is
.
M
alis
E
m
ERGANT
SOCIETAS.
ROMANA. PniNCEPS
R
ei
. C
atiiolicae
.
P
roveiiendae
N
onis
. S
extilibvs
A
nno
.
S
acro
,
mdccclxxv
.
----
-------------------------
Garcia
Moreíí®,
Annunciamos ba
pouco,
o
assassina
to
de
D.
Garcia
Moreno, presidente
da Re
publica
do
Equador.
Morreu
viclima
da
vingança
dos
Iranc-maçons
qne
lhe
uão
podiam
perdoar
o
ser
elle
um
caihrlico
fervuroso
e
filho
dedicado
da
saut-.
Egre
ja
Calbolica.
Apustolica
Romana.
Sabe-se
que
Pio IX
linha
por
D.
Garcia
More
no
uma
affciçâo
muito
paternal O
<
’
o-
veruo
da
Republica
do
Equador,
sob
a
presidência
de D.
Garcia
Moreno,
decla-
rára-se
ofiicialmente
favorável
á
Santa
Sé
e
em
Roma
o
representante d
’
e>ta
Repu
blica
nunca
deixava
passar
qualquer
oc
casião
que se
lhe
proporcionasse
para
dar
ao
Soberano Pontífice
provas da
sua
ue-
(iicaçào
e
da
do
presidenle
Moreno.
'
Garcia
Moreno,
diz
mr. Martin,
no
«Monde», era
um
homem
muito
acima
dos
liberaes
das
republicas
do
Sul
para
que
se
não tentasse
contra
a
sua
vida.
Elle
mesmo
tinha
o
presentimento
da
sua
morte
próxima,
porque
bem
sabia
que
os
adve/sarios
contra
os
quaes
Inctava
nun
ca
lhe
perdoariam
a
sua d-dicaçãn
á Egre
ja
Catholica. Era
um
verdadeiro
hercc.
e
a
soa btavi ra era
admirada
por
esses
cu-
sados
condoltieri.
que conservam todo
o
vigor
do
velho
sangue
hispanhol.
Eia
ge
neroso
e magnanimo,
dispendendu
genero-
sameute a
suj
fortuna
particular
para
fa
vorecer os
progressos
int^llectuaes
e
com
merciaes
dos
seus
concidadãos.
Estas
bri
lhantes
qualidades
eram
admiradas
pelos
seus
inimigos;
mas,
diziam
elles,
eram
obscurecidas
por
execráveis
ênos E
quaes
foram esses
cxec'aveis
êrios?
Não
era
liauc
maçnn,
e
chamava
aberlamente
a
esta
sociedade
secreta o
ílagello
do
paiz.
Ia ainda
mais
longe,
e
tanto na
theo-
ria
como na pratica
mo>lrava-se
um
fiel
servidor
d’
e«la
religião
que, ha
desoilo
séculos,
era
denunciada
pelos
litteraios
e
políticos
d
’
aquelle tempo como
uma
exe-
cravei
suj
erslição
Cria
que
a
religião
ca
tholica
era a
única
base
solida
da
socie
dade
moderna,
e
tinha
a
coragem de
suas
convicções
Logo
que
os patriotas
do Equador
conspiraram
para
perder
uma
longa
ex
tensão
do paiz, tornou-se
rebelde,
e o
seu
genio
depressa
o
levou
á
presidência
dos
negocios
da
republica
para
a
regene
ração
da
sua patria.
Durante
a
sua
admi
nistração
desenvolveu a
industria, os
tra
balhos
públicos,
taes
como
canaes
e
ca
minhos de
ferro; diminuiu os impostos
e
extinguiu
a
divida
publica;
applicava-se
á
educação
da
mocidade.
Quando
descobria
ladrões
tnlre
os empieg-
d
>s
do governo
em
vez
de
os
tolerar,
como
se
pratica
nos
Estados-Unidos,
prendi
os
ou
exila-
va-oS.
Não
era
um
homem
como
qual
quer
outro,
e,
no
nosso
século,
poucos
serão
os
reis
uu
presidentes
de
grandes
Estados
que
cheguem
a
tão alto.
Garcia
Moreno
viu
claramente
o
que
o
povo
do
Equador
pedia: um
governo
justo,
honesto;
e
elle
deo-lh
’
o.
Sabe-se
que
foi
elle
o
unico
que
protestou con
tra
a
invasão
de
Roma
pelos
Piemonlezes,
e
quando,
<ha
um
anno,
oflereceu um
magnifico tributo ao
prisioneiro
do Vati
cano»,
abandonado por todas as
potên
cias
da
Europa,
os
que
conheciam
o
ca
rácter
dos
franc-maçons
e
dos
liberaes do
Sul
predi«»eram
que
uão
tardaria
muito
a
ser
derrubado
do
poder
ou
As
consequências
de
sua
morte
não
|
podem
ainda
ser
previstas.
Diz-se r"A
n
Equador
foi
posto
em
estado
de
sito
Qoe!
prova
isto?
Os
que commetleram
o
crime
querem,
para
tirar
proveito,
fazer
pesar
sobre
o
povo
um
jugo
de ferro?
ou
crêem
elles
n’
urna
reacção, o
que
parece tão
na
tural
?
Garcia
Moreno caiu
sob
os
golpes
dos
sectários
:
é
uma
grande
perda
para
o
Equador
; porém
a
sua obra
não
desap-
parecerá
com
elle
na
sepultura.
O
povo,
que
o
poude
apreciar,
que
o
amava,
já
mais
o
esquecerá,
e
nós
esperamos
que
o
Equador, verá
renovar-se o que
succe-
de
n
’
outros
paizes.
Os
fraoc-maçons,
assassinando
Moreno,
pensavam extinguir o
calholicismo;
fiz:
ram desapparecer
um
homem
:
o
priocipe
prevalece
ainda
miis
forte,
mais
invencí
vel.
assassinado,
alturas
de
Fouaz,
de
Navinez
e de
Mont-
v
..ãj
íerré;
o
fogo
era dirigido
principalmente
que
o
contra
a
torre
de
Solsooa
e
cidadella,
o
«A..—nnnmm
fize-
(D
j
«Union»).
REVISTA
ESTRANGEIRA
IfóspaBilia.
Continua
a
haver
falta
de
noticias
da
guerra
.
As
poucas
que
respigamos
são
as
que
seguem,
depois
das
quaes começamos a
transcrever
o
relatorio
do
general
Lizar
raga,
sobre
a
defesa
de
la
Seo.
E
’
do
cumento
importante, como
os
leitores
vão
vêr.
—
Morreu
o
cabecilha
redor.
—Passam de
22:000
as
raias
do interior
de
Hispanha
pelas
suas
opimões
carlistas
—
No
dia
8
do
corrente
teve logar,
á
vista
de
San
Sebastian,
um
encontro,
entre
urna
companhia
affonsista e a
força
que
commanda
Mugarza.
A
companhia
inimiga,
diz
o
«Cuarlel
Real»,
pertencente
ao
regimento
intitu
lado
do
Rei,
eslava emboscada
e cahiu
de
emproviso
sobre
os
nossos
voluntários,
in
timando-os
a
rendição
;
porém o
cornman-
danle
Mugarzi,
sem perder
um só
ins
tante
a
sua
serenidade
habitual,
rnaudou
fazer
uma
descarga
e
arreuietter
em segui
da
á
baioneta, movimentos executados
com
tal
rapidez
que
puzeram
em
debandada
o
inimigo,
tomando
impossível
toda a
re
sistência.
As
nossas forças
perseguição,
ficanlo
allonsinos,
sem
que
ças
á
impetuosidade
do
ataque,
concertou
os inimigos,
haja
a
senão
um
ferido levemente.
No
bolso
de
um
dos
mortos
encontrou-
se
uma
cuia
qoe
o
desventurado escre
via
á
familia,
e
que
revelia
o
temor
com
que
se
batem
os
soldados,
e a pouca
con
fiança
que
teem em
que
termine
a
guer
ra,
apesar
das
abxirdas
invenções dos seus
chefes
para
os
animar.
HEROICA
RESISTÊNCIA DE SEO D’URGEL
cabrerista
Cor-
pessoas
desler-
continuavam
em
sua
no
campo
4
mortos
por nossa
parte,
gra-
,
que
des-
haja
a
lamentar
Relatorio do general Lizarraga
Seo
de Lrgel 27
de
agosto.
Ex.
mo
snr.
precedentes
communica-
a
v.
ex.
a
os
ataques in-
Nas
minhas
ções,
participava
fructuosos
tentados
pelo inimigo
contra
a
torre de
Solsona,
nos fins
de
julho
e
princ'pios
de
agosto,
assim
como
a
inú
til
tentativa
feita
por
elle
no
dia
8
do
corrente
contra
o
montículo
del Cuervo.
Convencido
por
estes revezes
de
que pa
ra
nos
vencer
eram
necessárias
forças
mais
consideráveis,
uma artilheria
mais
numerosa
e
de
maior
calibre
do
que
aquel
la
de
que
se
tinha
servido
alé
este
dia,
o
inimigo
fez todos os
esforços, desde
os
primeiros
dias
de
agosto,
para
transpor
tar
comboios
de
munições,
peças
de
12 e
canhões
Ivupps
para
as
baterias
já
esta
belecidas.
Ora
como
linha
a faculdade
de
transportar
tudo
o
que
necessitava,
atra-
vez
da
França
a
Puigcerdá
e
d
’ahi
a
Seo,
por
uma
estrada
recenlemente
construí
da,
sem
se<
inquietado
de
rnodo algum,
era-lhe
facil
des
le
então fazer
tranquilla-
meute
lodos
os
preparativos
necessários
para
dirigir
contra
nós
um
ataque
formi
dável.
Este
ataque
não
podia
fazer-se
espe
rar.
Effectivamente,
no
dia
11,
ás 7
ho
ras
da
manhã,
começou
um
nutrido
fo
go,
produzido
pelos
canhões
e
morteiros
das
baterias
collocadas
na
cidade
e
nas
íerré;
o
fogo
era dirigido
principalmenle
que
me
fez
comprehender
que
queriam
tirar-me
uma
das minhas
posições
A’
s
9
horas
e
meia vimos descer
das
alturas
de
Mocia
e de
Drall
orna
columna
de 4
bata
hões
e
alguns
cavallos
para o
mon
tículo
del
Cuervo. Immediatamente,
or
denei
ao
cornmandante
do
4.°
de
Lerida,
que
estava
em Caslel
Ciudad
com uma
partida
do
seu
batalhão
que
se
dirigisse
ao
ponto
ameaçado.
Sem
demora,
o
ini
migo
concentrou
o
fogo
da
sua
artilhe
ria
sobre
el Cuervo.
Apesar d’
isso,
o
4.°
de
Lerida
chegou
e dirigiu
um
nutrido
fogo contra
a
columna
inimiga.
Dois
ba
talhões
partidos
de
Mont-ferré
e
dois
ou
tres
de
Ballastos,
sustentaram
a
1.
a
co
lumna ;
atacados
por
oito
batalhões
ern
3
pontos
diílererites,
os
200
homens
do 4.°
de
Lerida
foram
obrigados
a
relirar-se a
Castell-Ciudad ;
esta
operação
foi
protegi
da
pelo
logo
dos
canhões e da
fusilaria
da
cidadella.
Ao
mesmo
tempo
o
inimigo,
que
dis
punha
de
forças
para
poder
atacar
lodos
os
pontos,
mandara
tres
batalhões
assal
tar
a
torre
de
Sdsona.
Protegidos
pela
bateria
de
las
Forcas
chegaram
aos
fossos
e
tentaram
3 vezes
o
assalto.
A
torre
era defendida
apenas
por
50
homens
sem
artilheria
; eu
linha
sido
obri
gado
a collocar
os
canhões
no
castello
por
causa
do
completo
-----
em
res
do
fos
sos
até
tres
ofliciaes
e
10
homens
fóra
do
com
bate,
o
governador,
H.
Troby,
ordenou
á
guarnição
que
evacuasse
a
torre
para não
ficar
prisioneira,
retirando-se
para
a
ci
dadella.
O inimigo,
senhor,
ás
4
horas
da
tar
de,
do
montículo
del
Cuervo
e
da
torre
de
Solsona,
dirigiu
os
seus
fogos
sobre
<
a
aldeia de
Castell-Ciudad, situada
entre
a
cidadella
e
o
forte,
incendiando-a
quasi
complelamente
;
na
mesma
noite foram
consumidas
pelas
cbammas
muitas
habita
ções.
Entretanto
compreheodendo a
importân
cia
(Peste
ponto,
mandei
uma
parle
das
minhas
forças
para o occuparem.
afim
de
que
o
inimigo
não
podesse cortar-nos
a
communicação
com
o
forte
e
impedir-
nos
que
fossemos
tirar
a
agua
a
Balire.
Desde
esle
dia
a
nossa
situação
tornava-
se
excessivamenle
difiicil,
porque
o
ini
migo
e-tava
senhor
do Cuervo,
que
domi
na
os fortes
situados
ao
redor,
a
distan
cia
de 660
melros.
Os
aflonsistas
iam
ahi
estabelecer
novas
baterias
protegidas
pelo
fogo
continuo
dos
seus
atiradores.
Partici
pei
na
mesma
noite
aos
generaes
Saballs
e
Caslells,
o
que socccedia,
afim
de
que
vissem
se
podiam quebrar
o
mais
depres
sa
possível
o
circulo
que
nos
rodeava,
porque
o
inimigo
podia
em
alguns
dias
destruir
todas
as
nossas
baterias
e
derro
tar-nos
complelamente.
A 12,
ao
lomper
do
dia,
vi
as
mi
nhas
previsões realisadas
; ellecti
varnenle,
descobri
uo
Cuervo
uma nova
bale
ia
que,
com
as
outras,
rompeu
contra
a
ci
dadella um
fogo
tão
nutrido, que,
du
rante
algumas
horas, cahiram
dez
grana
das
e
duas
bombas
por
minuto;
o
inimi
go
interrompeu
duianta
a
noite
o
fogo
de
canhão,
continuando
só
o
fogo
dos
mor
teiros,
tmas
os
canhões
recomeçaram
ao
romper
do
dia 13,
e,
pelo
meio
dia,
a
sua
violência
tornou-te
excessiva.
N’
essa
occasião começou a fusilaria
del
Cuervo,
d’
oude
desceram
algumas
compa
nhias
em
direcção
á
cidadella.
Postei os
meus
voluntários
nas
muralhas,
que
co
meçaram
um
vivo
tiroteio
contia
os
as
saltantes,
que
avançavam
;
a
nossa
atti
tude
bastou
para os deter.
O
fogo
dos
canhões
foi
tão
terrível
que
avalio
em
600
os projectis
lançados
n’
esles
3 dias
sobre
a
cidadella.
Os
estragos
maleriaes
soílridos pela ci
dadella
eram
muilo
sérios.
A
bateria
de
Macho
eslava
destruída,
a
torre
do mesmo nome
era um
montão
de
cinzas.
A
de
Saugre, em
vista
de
Monlferré,
era inutiltsada pelo fogo
do
Cuervo
e
a
de
San
Poblo
achava-se
em
circumstancias
analogas.
Estava
quasi
no
mesmo
estado
a
bateria
postada
em
fren
te
de
Seo;
o
seu
fogo
unha
sido
calado
pela artilheria inimiga.
GAZETILHA
ConyreMMU
Calho! ico.
—
Começa
ámanhã,
e
prolonga-se
alé
ao
dia
26, o
segundo
Congresso
Catholico,
que
terá
lo
gar
na
cidade
de
Florença.
As
Sociedades
calholicas
são
particu
larmente
convidadas
a
dirigir
por
carta
ou
telegramma
uma
saudação
de sirnpathia
e
incitamento
ao
Congresso
Italiano.
>
estado de
ruina
qne
se
achava
Solsona
;
os
defenso-
sustentaram-se
quatro
horas,
repeliLn-
3
vezes
o
inimigo
que
deixou
os
fos-
cheios de
mortos
e
feridos
Os
nos-
50
voluntários
defenderam
a
posição
ao
momento
em
que, vendo
Jois
ou
(Continua)
.
--------
’
.
•
incitamento
ao
Congresso
Italiano.
A adresse
é
do
theor
seguinte
:
Al
Signor
P
residente
DEL
SECONDO CONGRESSO CATTOL1CO
I
taliano
Via
de
’ Conti,
n.
3.
Firesaze
(Italia)
Caiaainlaos
«le ferro. —
A receita
caminho
de
ferro
do Minho
de
agosto
a
4
de
setembro
ioclusivé
durante
a
semana
Durante
o
exercício
Durante
a
semana
foi o
ter
mo
medio
por
dia
Termo
medio por
kilometro
Producto
annual
por
metro
Durante
o
exercício
producto
total
Media
por
dia
Producto annual
por
melro
Kelalorio curioso.—
Os
jornaes
de
Paris
publicam
o
seguinte
relatório
dos
sinistros
náuticos
que succederam desde
21
de julho
até
1
de
setembro.
No
dia
21
de
julho,
a
corveta
coura
çada
«Jeanne d
’
Arc»,
foi
de
encontro
ao
aviso
«Le
Foríait»,
que
sossobrou
em
14
minutos.
•
Em
25
de
julho,
o
navio
«Paris
Port-
de-Mer
naobagou
nas
costas
da
Bahia.
Em 30
do
mesmo
mez,
o
paquete
belga
«Nelosko»
ardeu
no
alto
mar,
vindo
de
la
Plata
para
Anvers.
Em
15 d’
agosto
o
paquete
<Boyne>
per
deu-se no
ancoradouro
de
Btest.
Em
17
do
mesmo
mez,
o
vapor
«Express»
fez
explosão
no
porto
de
Bar
celona,
causando
a
morte
de
12
tripulan
tes.
Em
18
do mesmo
mez,
o
yachl
real
a
vapor,
«Alberto»
foi
de
yacht
«Misllctae»,
meltendo-o
immediata-
mente
a
pique
e
causando
tres
mortes.
>
Em
26
po
mesmo
mez
a
«Ava»
dos
•
«Messageries
marilimes
meteu
a
pique um
•
navio
no
estreito de
Messina.
Em
I
de setembro,
(ioalmente, encon
traram-se
nas
aguas
do
canal
d’
Irhnda
dois
couraçados
ingleses
o
«Iron-Doke»
e
o
«Vanguard»,
sossobrando
este.
Joias. —
Um
jornal
hispanhol dá
con
ta
de
se
terem vendido
ultimamente em
Londres
os
seguintes
riquíssimos
objectos
de
valor
da
ex-irnperatriz
Eugenia
de
França
:
Um relogio
pequeno
de
esmalte
azul,
guarnecido
de
11
formosos
brilhantes
sus
tentados
por
broches
lambem
de
brilhan
tes,
por
42:500
francos.
Um
collar
composto
de
quatro
gros
sas
pérolas
e
d
’
urn
pingente
muito gran
de de brilhantes,
por
60
mil
francos.
Uma esmeralda
guarnecida
de
brilhan
tes,
por
37:500
francos.
Um
diadema
composto
de
10
bellas
esmeraldas
encerradas em
circulos de
dia
mante, por
62:500
francos.
Um riquíssimo
bracelete
de
diamante
com
um
grande
saphira
oval
no
cenlro
por
56:500
francos.
Um
par
de
soberbos
brincos
de bri
lhantes,
por
81:375
francos.
Um
guarda-sol
de
seda
branco,
cujo
cabo é
de
ouro,
com
as
iniciaes
e arma>
em
ouro
e
brilhantes
por
3:887
francos.
Ainda fie;
ram
muitos
outros
adereces
por
vender
no magnifico
guarda
joias
da
illustre
ex-imperatriz.
Concurso.
—
Eslá
aberto
concurso
pe
rante
a commissão
administrativa
do col
legio
de
S.
Caetano,
para
a
apresentação
do
projecto
de
uni
edifício,
com
a
capa
cidade
necessária
para
o
estabelecimento
do
referido
collegio.
Ha
tres
prémios,
sen
do
um
de
6000000
reis
ao
auctor
do
pro-
jeclo
classificado
em
primeiro logar,
outro
de
4000000
reis
ao
de
aquelle
que
for
classificado
cm
segundo
logar,
e
o
outro
de
2000000
reis
ao do
que tiver
classifi
cação
em
terceiro
logar.
O
praso
do
con
curso
é
desde
15
do
corrente
mez
a
16
de março
do
anno
proximo.
Soceorro
para
os iBiundados,—
O
total
das
subscripções
lançadas
nas cai
xas
publicas,
em favor
dos
inundados
de
França,
allinge já a
22.241:052
francos.
do
29
foi
4:1530295
34:6010855
nos
dias
kilo-
5930327
760912
4:0100451
foi
o
34:601-5855
5240270
kilo-
3:5430670
encontro
ao
A
quantia
recolhida
para
os
mesmos
nos
Eslados-Unidos
e
no
Canadá foi
de
dollarc
817:469,03.
O
imperador
do
Brazil
entre
gou
ao
snr.
Noel,
ministro
plenipotencia'.
rio
da
França
na
côrte
do
Rio
de
Janeim
*
2:0000000
réis.
De
toda
a
parte
se estão
recebendo
sommas
avultadas.
Quadros
de atierilo. —
Vão
ven-
der-se
nos
mezes de
novembro
e
dezembro
1:244
quadros
de
mestres
antigos
e
oul
tros
depositados
em um monle-pio
de
Roma.
O
total
das avaliações
dá
uma
somma
de
814:797 francos.
As
principaes
telas são
:
uma
paisagem
Flaming,
avaliada em
4:000
fr
;
um
£cce
Homo,
de Cario Doei,
4:000 fr
;
outro
Ecce
Homo,
de Crisloforo Alloridetto
Bronzino
4:000
fr
;
Moysés,
salvo
das
aguas,
auri
’
buido
a
Giovani
Mabieri,
5:000
fr;
dous
de
Ticiano,
cada um
8:000
fr
;
um
de
Ber-
nardino
Penturrichio,
S.
Jeronymo
e
S.
João
Baplista,
5:000
Ir;
um de Domenico
Zampieri.
a
Fugyda
do
Egyplo,
10:000
fr
•
um
de
Moré
Valenlim,
Jesus
expulsando
os
vendilhões
do
templo,
10:000
fr;
um
de
Carlos
Cagliari
Suzano
e
os
dous
velhos
5:000
fr
;
quatro
de Poussin.
dous
4:5000
fr
;
e dous 3:000
fr
;
e um
de
Francia,
En
terro
de
Chrysto,
5:600
fr
;
um
de
Fran-
cesco Albani,
quadro
de flores, fr. 10:000
•
um
de
Cláudio
Geléa,
10:000
fr
;
um
de
Gouvenet, Descida
da
cruz
20:000 fr.
Ver
se-hào
ao
mesmo
lempo
diversos
objectos
de
arte
e
collecções
de
medalhas
e
moedas
avaluadas
em
64:672
fr.
Os
dous
principaes
lotes
d’
estas
duas
•
cathegorias são,
uma reducção
do
Coliseo,
10:000
fr
;
uma
grande
meza
de
malachi-
.
tes,
6:000
fr.
D
b
cathoBi<cos
da
Prussia.—
po.
licia
de
Bismark
continua
perseguindo
aos
msmbros
da
Associação
Catholica de
Mu-
guncia
residentes
no
território
prussiano.
O
ba-ão
Felix
de
Loe,
deputado do
parla
mento
allemão
por um
dos
dislrictos
do
Hliin
e
presidente
da
mencionada
Associa
ção,
acaba
de
publicar,
por esse
motivo,
um
energico manifesto,
que
termina
com
as
palavras
—Por
Deus epela
Patria
;
e
no
qual
convida
a
todos
os
catholicos
alie-
mães
a
insetever-se,
não já nas
associações
locaes,
senão
na
centrai
estabelecida
em
Moguncia, fóra
do
território
prussiano.
O
Comité directivo
da
Associação
de
Catholicos
de
Moguncia coma
em
seu
seio
entre
outros
representantes
da
nobreza
mais
qualificada
da
Allemanha,
o
príncipe
de
Isentourg-Bírslein,
casado
com uma
archi-
duqueza d
’Austria;
o
b.rão
de
Frankens-
lein,
membro
da
camara
dos
senhores
Muoich
e
um
dos
chefes
mais
activos
partido
catholico
da
Baviera;
o
barão
Wainboit,
ministro
do
Grão Ducado
Hesse
na
côrte
de
Dresde ;
o
conde
Arco-Ziuneberg
;
presidente
da
Associação
de
Catholicos
de
Muoich;
o
príncipe
de
Loevenstein-Wertheiu,
e
o
barão
de
Keo-
ler,
conselheiro do
reino
da
Prussia,
con-
vertido
ao
calholicismo não ha
muito
tem
po,
e
actualmenle,
um dos
indivíduos
mais
activos
influentes
da
Associação.
Annuncía-se
para
breve
uma
junta
ge
ral
da
Associação,
que
será
presidida
pelo
príncipe
de
Loeveusteins,
e
na
qual
se
tra
tará
principalmenle
dos
meios de aogmen-
tar e
diflundir a
impren>a
catholica
da
Allemanha,
que,
unida
á
da
Áustria,
con
ta
já
mais
de
300
orgãos,
sem
embargo
de
vêr-se
em
muitas
partes,
e
principal
mente
na
Prussia,
atrozmente
perseguida.
A
ÍBíslK-SBCção
ÍS{> Egyplo. —De um
relatório
publicado
recentemenle pelo
ins
tituto
egypcio
e
inserto
n
’
um
diário
estran
geiro
aproveita
o
«D.
de
Noticias»
os
se
guintes
dados
:
—as
escolas
secundarias
e
as primarias
arabes
eram
3:744,
com
4:112
professores
e frequentadas
por
102:175
alumnos.
Ha
que acrescentar
as
escolas
de
vários
ritos
que
existem no
Cairo e
em
Alexan
dria,
isto
é,
mais
91
frequentadas
por
10
mil
alumnos
e
a
grande
escola
da mes
quita
El-Ashar,
a
qual
conta
821
profes
sores
e
10:780
alumnos.
O
total
em
todo
o
Egypto
é
de 3:836
es
tabelecimentos escolares
com
125 355
alum-
nos.
Daqui
resulta
que
ha
230
alumnos
para
cada
10.000
habitantes.
Separando-se o
pequeno
numero
de
aluinms
que
recebem
educação
nas
escolas
e
contando-se
unicamente
sexo
masculino,
vê-se
qne
da
10:000
habitantes.
A
proporção
das
escolas
toma-se
notável,
porquanto
separando-se
as do
Cairo
e
Ale
xandria ficam
as
províncias
com
3:246
es
colas,
distribuídas por
3:468
cidades,
villas
e
aldeias.
Piihlicnção.
—
Recebemos
e
agrade
“
cemos
um
exemplar
do
Slaluto
del
secondo
de
do
de
de
de
os
alumnos
do
ha
461
par
a
ca
*
do
Cairo
e
Ale-
Congresso
Catlolico
Italiano, e
regulamento
esecutivo
dello
staluto
tnedesimo
.
A
SEMANA
RELIGIOSA
BRACARENSE
Publicou-se
o n.°
17
d
’
este
semanariore-
ligioso
que em parte
vem
substituir
a
União
Catholica
e
Atalaia
Catholica
que
por
es
paço
de
19
annos
se
publicou n’
esta
cida
de,
e
o
qual
conterá :
As
leis,
decretos
e
portarias
do
Minis
tério
dos
Negocios
Ecclesiaslicos.
As
Pastoraes,
Exhorlações,
Editaes
e
outras
medidas
geraes expedidas
pela
Secre
taria
de
S.
Exc.
a
Rev.
ma
o
Snr.
Arcebispo.
Os editaes
de
concurso,
os
provimen
tos
das egrejas, as
Provisões
d
’
Encommen-
dação
e
outros
actos
da
Camara
Ecclesias-
ticado
Arcebispado.
Os
factos mais
notáveis
da
Egreja
Catho
lica
com
relação
a
Portugal.
Artigos
de
doutrina
religiosa.de
lithurgia
de
Historia
Ecclesiastica
que
digam
respei
to
a
este
Arcebispado
Primaz
das
Hispanhas.
Apotegmas
ou
ditos
sentencionarios
que
tenham
alguma
moralidade.
Biographias de
varões
illustres
por
sua
sciencia,
virtude
e serviços feitos
á
Egreja.
Preço
d
’
assignatura:
por
anno
13200—
seis
mezes
600
réis.
—
Com
estampilha
por
anno
13500
semestre
750.
Assigna-se
em Braga,
na
rua
Nova
de
Sousa
n.°
3. para
onde
deve
ser
remetti-
da
toda
a
correspondência
ao editor
José
Maria
Dias
da
Costa.
Matérias contidas no
presente
numero
:
Expediente
ecclesiaslico
do
arcebispado
de Braga.
Secção
religiosa.
—
Reforma do
clero.
(Continuação.)
S.
Domingos.
Secção
lithurgica. —
Pastoral primeira
em
que
D.
Fr.
Caetano
Brandão
saudou
os
seus
súbditos
do
Pará,
(continuação).
Noticias
e
factos
diversos.
Declaração
e
prevenção
Maria
Rosa
d
’
Abreu,
da
cidade
de Gui
marães,
e
hoje
moradora
na
rua
de
S.
Gonçalo
d’
esta cidade,
declara para todos
os
eífeitos
legaes,
que
retirou
a
procura
ção
que
havia
outorgado
a
seu
cunhado
Francisco
Ferreira
Camello,
da
dita
cida
de
de
Guimarães,
e
por isso
cassados
lo
dos
os
poderes
que
na
mesma
lhe
havia
conferido,
como
consta da con(ra-fé
exa
rada
uo requerimento
que
se
fez
para e
intimação, a
qual
se
acha
datada
de
15
do
corrente
mez
de
setembro,
e feita
pe
lo
ofiicial
de
diligencias
d’
aquelle juiso
Ma
noel José
Pereira;
em
vista
do
que,
se
pre
vinem
todas
as
pessoas
a
fim
de
nào
fa
zerem
contracto
de
especie alguma
com o
dito
seu
cunhado
e
ex-procurador,
que
di
ga
respeito
á
declarame,
sob pena
de
nu
lidade e de
nào
surtir
efleilo
algum
em
juizo.
Braga
18 de
setembro
de 1873.
2702)
Maria
Rosa d'Abreu-
Antonio
Garcia,
de
Villa
Verde,
parti
cipa
ao
publico
que
o
seu
carro
que
d’es-
la
cidade
sae
para
Villa
Verde
ás
4
ho
ras
da
tarde,
principia
a
sahir
desde
o
dia
24
do
corrente
inclusivé
ás
3
horas
da
tarde
chegando
a
Villa Verde
ás
5,
e
de
Villa
Verde
ás
6
da
manha
chegando
a
Braga
ás
8.
Braga
20
de
setembro
de
1875.
(2700)
Antonio
Garcia.
ALMANACH
ILLUSTRADO
DA
Empresa
«Horn
*
Roinnmtiengi)
Para 1876
AGBADECIMENTOS
José
Justino
Telles,
relirando-se
para
a
cidade
do
Porto,
nào
pôde
agradecer
e
despedir-se
pessoalmente
de
todas
as
pes
soas
qoe
o
obsequiaram com
amisade
e
serviços.
Vem,
por
isso,
fazel-o
por
esle
meio,
protestando
a
todas
eterno
reconhe
cimento
e
gratidão,
e
oíferecendo
n’
aquel-
la
cidade
o
seu
limitadíssimo préstimo.
Acaba
de
sair
á
luz
este
interessan
tíssimo
volume,
que
pelo.modico
preço
de
120
se
vende
nas
principaes
livrarias
do
reino,
ilhas
ultramar
e
Brasil.
ANNUNCIOS
Grande deposito
de tabacos
NAC10NAES
E
ESTRANGEIROS
Paia
do
Souto
n.°
27
A,
27
B.
(
esquina
da
hua
de
jano
)
BRAGA.
Commissão
aos
snrs.
estanqueiros
:
Xabregas
—
Tabacos seccos. .
.
15
°/
0
»
Rapé
.............................
30
%
Santa
Apolooia —
Tabacos
seccos.
15%
»
»
Rapé.
... 30
°[
0
Lealdade
—
Tabacos
seccos . .
.
45
°/
0
»
Ba
pé
.................................
35%
Portuense
—
Tabacos
seccos.
.
.
15
%
»
Rapé.................................
40%
Boa-fé
—
Tabacos seccos.
. .
.
15
%
»
Rapé...................................
40 °/
0
Liberdade —
Tabacos
seccos.
.
. 15
%
A.
Nacional—
Tabacos seccos.
.
15°/
0
Regalia
»
»
.
.
15
%
Fidelidade
Portuense
—Tabacos sec-
cos.................................................. 12
°/
0
Cumpre-se
qualquer
encommenda
para
as
provincias.
O
gerente,
TABACARIA.
DEPOSITO
ME CHARUTOS
1IAVANOS
Chegou a esta casa a
marca
especial
FLOR
DO
CHIADO
PAPEIS
DE
ARRENDAMENTOS
IMPRESSOS
Vende-se
na
Tabacaria
Braearen-
se.
(2686)
1NJECÇÃO
BAtlNlT
E
’
já
bem
conhecida
a
sua efiicacia em
curar
em
menos
de
s dias,
toda
a
qua
lidade
de
purgações,
como
o
póde
attes-
tar a venda
de
mais
de
2
000
frascos.
Deposito
em
Braga,
na
pharmacia
do
Hospital
de
S.
Marcos.
(2641)
ALUGA-SE
Uma
casa
feita
de
novo, sita
na
rua
das
Agoas,
n.°
91.
Trata-se
na
rua
dos
Chãos
n.°
13.
Póde
vêr-ae
das
10
horas
da
manhã,
até
á
1
da
larde.
(2694)
Antonio Joaquim
d'Ascencão e
Souza.
(2701)
PREVENÇÃO
Antonio Moreira
Coelho,
morador na
rua
de
D.
Pedro
3.°
d
’
esta
cidade,
faz
pu
blico
por
esle
meio
para
todos
os efieitos,
que,
se
não
responsabiiisa
de
fórma algu
ma
por
dividas
que
em
seu
nome
sejam
conirahidas,
a
não
ser
que, elle
proprio
seja
quem
as
faça.
(2695)
PINTO
TELLES
Por
escriptura
publica,
feita
nas
notas
-do
tabellião
João
Marcos
d
’
Araujo
Ribeiro,
em
8
do
corrente,
foi
dissolvida
a
socieda
de
que
n
’
esta
cidade
girava
sob
aquella
firma,
ficaodo
o
activo e
passivo a
cargo
do
so-
cio
Miguel
Corrêa
Pinto,
e
o
socio
José
Justino
Telles,
completamente
exonerado.
(2699)
METAES VELHOS
Na
travessa
de
S.
João
n.°
5,
com-
pra-se
toda
a qualidade
de metaes,
e
ferro
velho
até
mesmo
fundido.
(860)
Rua
du
Campo,
n.°
22
—
Draga
Alugam-se
os
altos
da
casa
n. °
22,
qoe tem
commodos
para
numerosa
fami
lia.
Trata-se
na
mesma
de
seu aluguel
e
póde
ver-se a
toda
a
hora
do
dia.
(2626)
Casa
de
Commissões
Antonio
Zacharias
da
Silva Coelho,
com
casa
de
Commissões
em
Braga, rua
de
S.
Miguel
O Anjo
n.°
16,
ao
campo
das Hortas,
recebe
e
envia encommendas
para
qualquer
parte
do
reino,
mesmo
in
dependentes
das
estações,
a
pagar
em
qual
quer
dos
pontos
pela
commissào de 40 rs.
por
volume
até
70
kiios.
Também
remette
encommendas
ou mer
cadorias
para
qualquer
parte
do
Brazil
ou
nação.
Encarrega-se
dos despachos na
estação
das
Devezas
ou
de
qualquer alfandega do
reino
abonando
todas
as
despesas
até
que
as mercadorias
cheguem
ao
seu destino,
mediante
uma commissão rasoa»el. (2635)
NOVA
FUNDIÇÃO
DE
FERRO
DE
Antonio
Germano FerreiriEftli»
NA
Travessa
de
S.
João
Aonde
faz
toda
a
obra, assim
como
bombas,
conçollas,
columnas
para
gaz,
pe-
zos
novos,
panellas
á
ingleza
de
todos
os
tamanhos,
canos
para
agoas
e
gaz, e
toda
a
obra
de fundição,
como
grades
para
sacadas,
obra
de
metal,
sinos
e
outros
ob
jectos
de
igual teor
etc.,
pelos
preços
do
Porto.
~PADRE
SENNA
FREITAS
A TENDA
DE
MESTRE
LUCAS
Romance
religioso original
1
vol.
400,
pelo
correio
430
A
’
venda
na
Livraria
Chardrou
—
Editor.
DILIGENCIAS
DIARIAS
De
Sebastiíio da Silva
Neves
Enlre
Braga,
Ponte
do
Lima,
Vianna,
Ca
minha,
Valença,
Monsão.
Tuy,
Vigo,
Ponlevedra
e
S.
Thiago.
Também
se despacham
bilhetes
e
ba
gagens directamenle
de
Braga
para
Lis
boa.
por
caminhos
de
ferro.
Escriplorios
:
em
Braga,
na
casa
aon
de
eslava
a
Companhia Viação
(esquina
da
Conega),
em
Ponte
do
Lima,
na
hos
pedaria
da
Theodora,
em
Vianna,
no es
criptorio
do
annunciante.
(2611)
Agencia
do Banco
de
Vianna
CARVALHOS
&
C.
*
Bua do
Souto
n.°
30
Esta
agencia
faz
as seguintes
operações
r
Desconta
letras
da
terra e
de
cambio»
Encarrega-se
da compra
e venda
de
pa
peis de
credito.
Receae
dinheiro
á
ordem
e
a
praso
abo
nando
uios.
Empresta sobre
penhores
d
’
ouro,
pra
ta,
inscripções,
acções
de
bancos
e
com
panhias.
Saca
sobre
praças
do
reino
e
estran
geiras,
onde
o
Banco
tem
agencias.
Braga,
3
de junho
de
1875.
Os
agentes,
(R
*
)
Carvalhos
&
CA
Francisco
José
da
Cunha
Com loja
de caldeireiro
Paia
de
S.
Vicente,
nA
100
—
Braga
Vende
Caldeiras,
Taxos,
Bacias,
Cho
colateiras, alambiques,
e
mais
objectos
de
cobre, pertencentes
ao
seu
estabelecimen
to,
por
preços
commodos.
(2689)
I
í
S
hw
José
Carlos
Machado
d
’
Almeida,
com
estabelecimento
na
rua do
Campo,
n.°
16,
tem
para
vender
um
surtimento
de cami
solas
de
lã
de
lodos
os
tamanhos, assim
como meias e
cuturnos,
qoe
veode
por
preços comodos.
(2647)
AGUAS
NUNERAES
Na
pharmacia
de
Antonio
Domingues
Alvim, ha
deposito
de
agoas
naturaes
das
Pedras Salgadas:
Alcalina
de
Moura,
En-
tre-Rios.
das
Caídas
da
Rainha,
Sedlitz,
Verim,
Vidago
e
Vichy.
(Q
*
)
T
êdrã
DÃLVÊNÃRIÃ
Quem quizer
comprar uma
porção
de
pedra
d
’
alvenaria,
dirija-se
ao
snr.
An
tonio
dos Santos Costa,
rua
da
Sé.
(2698)
PERFMARUS
Vendem-se na pliamiacia
de
A. 2J.
AI
víbm
, o»
seguinte®
preparados:
Agua
de
triple
de
Colonia.
Dita
da
Sociedade
Higiénica.
Dita
de
Príncipes.
Dita
de
Codrait
8c
Companhia
e
outros
auctores.
Ditas
Aneterina,
do dr.
Popp.
Denloriua,
de
Rigaud.
Colcriginio.
de
Rigaud, liquido
regene-
dor
da
côr
primitiva
dos
Cabellos.
Pós Rosêe,
preparação
nova,
para
bran
quear
e
amaciar
a
pelle,
de
Rigaud.
Oleo Miranda,
de
Rigaud.
Vinagre
de Toaletle, de
Btilly.
Creme
Dentfiíico,
de
Rigaud.
Pós
Dentrificos,
do
dr. Pierre.
Thesouro
da
Bocca,
esta
agua
denlrifi-
cia, muito
agradavel ao
gosto,
é
a
mais
efficicaz
para
os
cuidados
da
bocca,
e
con
servação
dos
dentes.
Pomada
Flexível,
para
conservação
dos
cabellos.
Pó
d
’
Anos
d’I<alia,
para
branquear,
refrescar
e
amaciar
a pelle.
Pomada
Miranda, de
Rigaud,
tónica
e
fortificante do
cabello.
Benzina
perfumada.
Esta
benzina
é
de
lodos
os produclos
até
hoje
conhecido”
,
o
eflficaz
para
tirar as
nodoas
de
lodos
os
corpos
gruxos
on
rezinosos,
dos
tecidos de
séda,
lã,
linho
e
algodão, sem
alterar
a
côr,
nem
atacar
o
tecido,
deixando
depois
do
seu
uso
um
aroma
agradavel.
Oleo
de
n.àe
de
vacca,
rornalisado
pa
ra
o
cabello.
Sabonetes
de alcatrão,
muilo
uteis
em
diversas
moléstias
de
pelle.
(129)
OLEO
DA PERCIA
Este
oleo
cosmético
bem
diflerente a
todos
os
oleos
e
pomadas
usadas até
bo
je,
amacia,
dá lustro
e
brilhantismo
no
cabello,
melhor
que
qualquer
outro,
sem
deixar
nodoa
alguma
na
roupa.
Vende-se
na pharmacia
de
A. D.
Alvim.
LE1TÊ~DIVINO
Unico restaurante
da
bellesa.
Vende-se
na
pharmaeia
de
A.
D.
Alvim.
T0RC3
ORIENTAL
Preservatorio
seguro
contra
a
calvice
e
encanecimento,
é
a
preparação
mais deli
ciosa
que se
ba
descoberto
para
o
cabel
lo.
Vende-se
na
pharmacia
—
Alvim.
AGOA
CIRCASSL1NA
E
FLORIDA
Veo4e.se na pbarmacia
—
Alvini.
(267o)
BWA-SE
U<n
puno
forte.
Para
tratar,
no
cam
po
de
D.
Luiz
I,
n.°
1
(entrada
da
rua
dos
Capellhlas.)
ãth
S
ç
I
o
A. KIBEIBO
Campo de D.
Luiz
7,
n.°
7.
(Entrada
da
rua dos
Capellistas.)
Tem
grande sortimento
de
fazendas
de
lã modernas,
para
vestidos,
preços
bara
tíssimos,
100,
120,
e 160
rs.
e
de
maior
preço.
Chilas
largas de
90, 100
e
120 reis,
guarda-solinhos
para senhora,
desde
l$000
reis
até
3000;
tranças
e cuias
para
ca
beça
de
senhora
;
leques
pretos
e
de
cô
res
dos
mais
modernos para
senhora
; la
ços
e
fiches
dc
seda
para senhora,
e
mui
tos
artigos
proprios
do seu
estabelecimento.
(2630)
Paquetes
29
de
Setembro
13
de
Outubro
29
de
»
a
sair
de
Lisboa
:
|
ELBE
.
.
13
de
Novembro
[
MINHO
.
.
29
de
<
|
NEVA
. .
13
de
Dezembro
GUADIANA .
DOURO
. .
MONDEGO
.
0
paquete
de
13 toca
em
S.
Vicente,
Pernambuco,
Bahia,
Rio
de
Janeiro,
Montevideu
e
Buenos-Ayres.
0
paquete
de
29
toca
ern
S.-
Vicente,
Rio
de
Janeiro,
Montevideu
e
Bue
nos-Ayres.
Oa
preços «ão mviiío rasoavei®
Esta
companhia
para
maior
vantagem,
resolveu
ter
a
bordo
de
todos
os seus
vapores,
criados e
cosinheiros
portuguezes
para
servirem
os
passageiros
de
todas
as
classes,
cujo
tratamento
se torna
hoje
o
melhor possível.
Cada
passageiro de
3.
a
classe
tem grátis,
belixe
com
colchão
e
roupa
de
cama,
vinho
e
comida
á portu-
gueza,
tudo
em
abundancia.
0
transporte
do
caminho
de
ferro
alé
Lisboa
é
por
conta
da
companhia
bem
como
outras
despezas.
Para
mais
esclarecimentos
prestam-se
em casa
do
agente
n
’
esta
cidade, rua
do
Souto
n.°
43.
—
Em
Braga.
João
Manoel da
Silva
Guim
aices.
(58
Rio de
Janeiro,
Montevideu,
Buenos-Ayres, Valparaiso,
Arica,
Islay
e
Callao
CABREIHA
QU1NSENAL
PAE1A
PERNAMBUCO
E BA191A
A
CoMspasilBàa
reduziu
os preços, conservando
as
mesmas
vantagens
como
até
aqui tem
olferecido
aos
snrs.
passageiros:
exeelientes
e®»mmot3c>®, E»om tra
tamento, bastante espaço para
bagagesi® e viageea® rapiáa®,
pois
que
OS
Paquete®
do Pacifico
tem
gasto
SÓinente
13
«Sia®
de Lisboa ao Rio de
Janeiro.
Preços
das
passagens
incluindo
o
caminho
de
ferro do
Purlo
para
Lisboa
•
3/
CLASSE
2.’
CAMARA
1/
CAMARA
Pernambuco
...................................................
40^000
84000
1085000
Bahia
.............................................................
áOÓOOO
90-5000
1175000
Rio
de
Janeiro..............................................
45^000
90&000
1215500
Montevideo
e
Buenos-Avres
.........................
5/4000
90^000
1575500
Valparaiso, Arica,
Islay
e
Callao
....
126^000
1895000
3085500
Crianças
do®
pastageiros
Até
aos
12
annos
meia
passagem.
A
’
é
aos
8
anuos
a
quarta
parle.
Alé aos 3
annos
grátis,
uma
só
de
cada
familia.
Todas
as
terças
feiras
sahirá
de
Lisboa
um
paquete,
os passageiros de
3/ classe
teem
beliche
com
colchão
e
roupa,
comida
a
portugueza
em
abundancia
e
vinho duas
vezes
por
dia
AGENTES
EM
BRAGA—
Almeida
&
Pereria.
Trata
a
passagem
a
pagar
ã
vista
e
a
prazo
com
fiança.
(Jv
★)
MU K IHiliSS
DO
ALTO
D0UB0
DA
CASA
DE VILLA POUCA
RUA
DO
SOUTO N.° 15
BRAGA.
Acaba
de
ser
sortido
este
armazém
com
as
seguintes
qualidades
de
vinhos
engarrafados e aquartilhados
:
ENGARRAFADOS
Vinho
tinto
de
meza
.............................
150
>
>
............................
190
Lagrima.......................................
200
Branco
de
meza..........................
‘210
tinto
de
meza
fino.
.
.
.
270
de
prova
secca
.............................
300
Malvasia
de
2.
‘............................
360
»
velho..................................
400
Bastardo
.......................................
500
Moscatel.......................................
500
»
Malvasia
........................................
500
»
Roncão
........................................
700
»
Alvaralhão
..................................
560
»
Velho
de
1854
..........................
600
A
RETALHADO
Vinho
pa?x
meza
50
e 80,
o
quar
tilho
tinto
e
120 o
branco.
Responde-se
e
garante-se
a
pureza e
boa qualidade
de
lodos
estes
vinhos, po
dendo todo
e
qualquer
consumidor
man-
dal-o
experimentar
por
meio de
qualquer
processo
chymico.
N
’
estes
preços
nãa
fica
incluído
o
valor
da garrafa
que
o
comprador
apre
sentará
ou
pagará
50 reis
por
cada
uma.
(N
*
)
0
professor
ern
artes,
lettras e
scien
cias,
membro
do
clero
e
magistrados,
lodo
o
medico,
cirurgião,
dentista
e
artista,
que
desejem obter
o
titulo
e
diploma
de
doutor
ou bacharel
honorário,
podem
diri-
ir-se
a
Medicus,
rua
do
Rei,
46,
em
Jer-
Jey (Inglaterra).
(T»)
João
Manoel
da
Silva
Guima
rães.
—
Rua
do
Souto
n.°
43.
Compra
e
vende
Acções
de
todos
os
Bancos
e
Companhias,
Inscripções
de
As
sentamento
e
coupons.
(681)
. José
da
Silva
Fundão
Campo de S«nt’
Anna
(Indo de bai
xo) n.°
68.
Participa
aos
seus
amigos
e
freguezes
tanto
d
’
esia
cidade
como
das provincias
que tem
um
bonito
e
variado
soriimeuto
de
fato
feito,
casimiras
para
faro
muilo
ba-
ratas,
córles
de calça
a
1$500,
2$000
e
2$a00
reis; tudo
lazendas
modernas.
Guarda pós
de
casimira
e
de
alpaqoes
inglezes,
roupa branca,
assim
como
camisas
de
600
reis
para
cima,
ceroulas
de
400reis
até 800, de panno
familiar,
e
meotes, ho-
oels de
gorgurão
de seda e
de
casimira
de
todas
as
qualidades
de
500
rs.
até
800;
manias
de seda
de
todos
os
feitios.
N.
B.
O
annunciante
Lz
publico,
qne
se
encarrega
de
fazer
qualquer
obra
qne
lhe
seja encommendáda,
e
promplifica-se
a
ficar
cem
ella
quando
não
fique
á
von
tade
do
freguez.
(P
*
)
L
’
luuslralion
de
la.
mode.
O
mais
elegante,
>
ícamente
illustrado
e
barato
dos
jornaes
da.
moda.
Publica-se
em
Pariz
uma
vez
por
mez,
no
formato
dos
grandes
jornaes
illustrados.
Cada
numero
contém
dez
a
quinze
mo
delos
de
toilette,
uma
grande
folha
de
mo
delos
de tamanho natural e uma
magni
fica
gravuia
clorida.
Quem
quizer assignar
esta
publicação,
dirija-se
á
livraria de
Eugênio
Chardrcn,
largo
de
S.
Francisco.
—Braga.
A
empreza
oíferece
aos
seus
assignan-
les um
magnifico
cofresinho
comendo
tu
do
o
que
é
necessário para
um
toucador
e
cujos
objectos
valem
pao
cima de
20 fran
cos.
Preços
d/asdgnatura
—
Portugal:
sem o
referido
brinde
—
9
fr.
Com
o
brinde-
13
fr.
Asphalto
2Aacionaí
da
Mina Ce
Aseche
A
Companhia
de
Lisboa
com escripto
rio
no
Porto
na
Rua
do
Bomjardim n.°
365,
previne
os
seus freguezes
e
o
publi
co
em
geral
que
continua
a
encarregar-
se
de qualquer
obra
a
que
seja
applicavel
o
asphalto,
assim
como
terraços,
impenas,
passeios
em
jardins
e nas
ruas publicas,ca-
valheriçes,
eiras,
etc.
A
mesma Companhia presla-se
a
ga
rantir
o
bom
resuhado
do
seu trabalho,
sendo sufficiente
para recommendar o
seu
asphalto,
a
perferencia que
lhe'
tem
si
do
dada pela
administração
das
obras
pu
blicas e
o
repetido chamamento
pa<a
subs
tituir asphalto
qne
se
por
ahi
pregoa,
co
mo
vindo
do estrangeiro.
Todos
os
snrs.
que
precisem qualquer
encomraenda
d’este
genero,
podem
fazel-a
no
Porto
Rua
do
Bomjardim n.
“
36o,
e
em
Braga,
na
Fabrica
da
Fundição
do
Minho.
(2535)
ALMEIDA
&
PEREIRA
Largo
do
Barão de
S.
Martinho
n.°
Compram
e
vendem
acções
de
tod°s
os
bancos
e
companhias,
e
inscripç<
*
es
4’
assentamènto
e
coupons.
(>)
BIO
DE
JANEIRO.
A
Mailir
de Lisboa
Passagens
a
preços reduzidos.
Caminho
de
ferro
grátis.
A
barca
«Lisboa»
de
1:200
io
*
nelladas,
com
espaçosa
camara
de
ré
para
passageiros
de proa,
vae
salnr
com brevidade.
Os
snrs.
passageiros
que
quizerern apro
veitar o
ensejo
de
seguir
n
’
este
excelleote
navio,
queiram
dirigir-se
ao
escriptorio
oa
Soares
&
Irmão,
Praça
4e
Santa Tberesa,
n.°
47.—
Porto.
-
BRAGA:
TYPOGRAPHIA LUSITANA — 187^* - É o formato de
-
comerciominho_21091875_398.pdf
Parte de Comércio do Minho (O)