comerciominho_21081875_386.xml
- conteúdo
-
Assigna-see
vende-se
no escrip.orio
do
editor
e
proprietário
José
Maria
Dias
da
Costa, rua
Novan.
0
3E,
para
onde
deve
ser
dirigida
toda
a
correspondência
franca
de por.e.=
As
assi-
gnaturas
são
pagas
adiantadas
;
assim
como
as correspondên
cias
de interesse
particular.
Folha
avulso
10
rs.
JRKJEB
A-S
ÁS
TERÇAS,
QUINTAS E SABBADOS.
P
reços
:
Braga,
anno
1$600
rs.=Semestre
856
rs.=Prowrt-
cias,
anno
2^400
rs
e
sendo
duas
4&000
rs.=-Seniestre
1&250
rs.==//razt/,
anno
4&400
rs.=Semestre
2^300
rs.
moeda
forte
oulO&OOO
reis
e
5$o00 reis moeda fraca.=Annuncios
por
hnha
20
rs.,
repetição
10
rs.
Para
os assignantes 20 °;o d
’
abatimento.
BRAGA
—
SAW3SADO
«1 «E
ACOSTO
O
látego
maçonico
está
sempre
prom
pto
para
fustigar
quanto
cheire
a
egreja
e
padres,
e
é
ião
cega
a
paixão
e
furor
com
que
c
brandido
que
*
>os
vaes-vens
não
deixam de folgar
as
costas
dos
Ins
tigados
para
apanharem
as
dos
Instigado
res.
Assim
é
que
atravez
das
diatribes
com
que
os
mastins
do
maçonismo
ahi
aturdem
os
ouvidos á
gente, fervilham
as
contradicções,
as
calumnias
a
trapaça
e
emíim
o
que
póde
produsir
quem defende
o
erro para
perseguir a virtude
Temus
sobre
a mesa
duas
folhas
pe
riódicas,
distioctas
mav
ambas
inspiradas
pela
seita,
ambas
perseguidoras
ferrenhas
da
Egreja
e
dos
padres.
Uma
em
artigos
seguidos
e refolhudos
de
citações
adrede
e
inoportunamenle
ada
ptadas,
estabelece-se
a
doutrina
de
que
a
Egreja
nada
lem
que ver com
a
policia,
guarda
e
manutenção
dos
cemilerios;
que
estes
são estabelecimentos paramente
mu-
nicipaes
e
como
taes
exemplos
de
toda
a
interferência
ecclesiast ica senão
a
rela
tiva ás
ceremonias
religiosas
in
lumine,
psabnis
el saens
oralionibus
etc.
Addusem-
se em
appello d
’
esla
àflirmativa
varias
opi
niões
designadamenle
a
do
artigo
i.°
do
decrelo
de
8
de
outubro
de
1835
qoe
diz:
a
conservação, repo
ros
e serviço
PROFANO
dos
cemilerios
ficam
ao
cuidado
das
mu
nicipalidades
e juntas
de
parochia, e
che
ga-se
á
couclu-ão,
e é
esse
o
íim
princi
pal
senão
o
unico
do
esienderete,
de
qne
no
mesmo
cemiterio
e
de
mistura
com
os dos
íiihos da Egreja
se
podem
enter
rar
os
cadaveres
dos
hereges
e
de-agre-
miados
do
calbolicismo.
Não
trataremos
aqui
de
discutir
a
ma
téria essencial
sobre
que
versam
os
arti
gos da folha
a
que
nos referimos,
proíi-
cientemeole
ella
tern
sido
tratada
e
escla
recida
por
vultos respeitáveis
do
partido
catholico,
e
ante
as
lógicas
e
racionaes
deduções
que das
sabias
e
ir
refutáveis leis
canónicas
tiram
para
asseótar
suas argu
mentações,
teem
cabido
e
cahirão sempre
as
argúcias
do
maçonismo. Aqui
apenas
daremos
uma
amostra
do
que
é
e
vale
a
lealdade
e
coherencia
com
que
se
vem fa
ser
doutrina
pedreira.
A
iegisiaçao
citada
—
decreto
de
8
de
outubro de
1835
-oão
é
aquella qiie nós
o<
verdadeiros
catholicos,
em
cun-ciencir
acatamcs
porque
os
enxertos
de profano
uo
d.vino
em
casos
como
este
são
de
in
teira impossibilidade
para
as
nossas
cren
ças;
mas
concedendo de
barato
a
nossa
aquiescência
áqaella
legislação, a
que
pro-
posilo
vem
evocal-a
para
se
sustentar
a
sacrílega
doutrina
de
que no
mesmo ce
mitério
e
em
communhâo
com
os
catho-
licos
se
podem
e
devem
encerrar
os
he
reges
e
repudiados
da Egreja?
A
sepultura
ecclesiast
ica
não
é
isso
que
diseis
por
mais
que
esgoteis
a
boceta
das
argúcias para
o
demonstrar.
A
sepultura
ecclesiastica
é toda
a
que
se
abre
no're
cinto
do
cemiterio
catholico.
O cemiterio
catholico é
inaugurado
e
abeito
á
inhumaçao
dos
cadavtres,
pre
cedendo
as
bênçãos
e
ceremonias
religio
sas;
desde então
é
um
recinto
sagrado
e
reservado aos
lieis.
As
leis
ecclesiasticas
assim
o
estabelecem, o
proprio
senso
com-
mum
se
rebelia
contra
a negativa
d
’
esta
asserção, e
as
leis
civis
modernas
com
quanto
tendam
sempre
a
invadir
as
augus
tas
e
divinas
ottribuições da
Egreja,
não
se
atreveram
ifaquella
disposição
em
que
vos
baseaes
a
ir
além
do
que
podiam
ir,
isto
é,
encarregar
ás
municipalidades
e
juntas de
parochia
a
conservação,
reparo^
e
serviço
PPiOFANO dos
cemilerios.
Vós
o
diseis
mesmo,
reprodusindo
lextualmente
a
disposição
do
decreto
que
invocaes.
A menos pois
que
se
queira
deturpar
*
verdade,
que
se
queira
chamar
ao
prelo
branco,
ninguém
sériamente
asseverará
qoe
o
acto
do
enterramento
em um
re
cinto
sagrado,
em
terreno
benzido
pela
Egreja, é um dos
serviços
profanos
en
carregados
ao
município.
Alas
vós
asseve-
rail-o, liraes
portanto
da
propria
lei
que
invocaes uma argumentação
plenamente
avêssa.
E
’
isto
trucidar
a
lógica,
inver
ter
o
sentido
verdadeiro
da
lei,
é
faser
coherencia
maçónica.
E
tudo para
que?
Para
coarctar,
senão
usurpar
os
direitos
da
Egreja, perseguil-a, guerreal-a
acinto-
sameuie,
pois
que
ninguém
por
mais
in
génuo
acredita
na
sinceridade
do vosso
zelo
por estardes e
os
vossos
depois
de
mortos
em
communhâo
com
os
fieis,
e
uo
goso
de
prorogalivas
a
que a
vossa
ce
gueira
e
impenilencia
de
durante a
vida
não
dão
direito,
por
as
não
quererdes
co
nhecer,
por
as
lerdes
sempre
menospre.-ado
e
escarnecido.
Não
colhem
tão
pouco
para corroborar
vossas
asserções
quantos
praxistas,
nota
bilidades
e
mais
disposições
chamaes
em
apello
d
ellas,
porque
se
aqui avocaes
un<
para
lhe
deturpar
o
sentido
e
interpelral-os
a
vosso
modo,
alli
vos
baseaes
em
outros
cuja
auctoridade
é
mais
que
suspeita
e
incompetente
na
matéria
subgeila.
Alas
a
folha
alludida
baralhando
prin
cípios
e
assim
querendo
chegar
ao
íim,
que
é demonstrar
a
incompetência
da
Egre
ja
no
trato
do
que
lhe
é
exclusivo
por
direito,
sustenta o
que
havemos referido;
vejamos
agora
o
que
diz
outra
que rece
be
o
santo
e
a senha
da
mesma
geringon
ça
maçónica.
Argue
um
parocho,
e
chama
a atten-
ção
das
auctoridades
ecclesiasticas
para
o
estado
de
abauuouo
de
certo
cemiterio
que
a
incúria
municipal
tem
deixado
des-
vedar tomando-se
assim um
baldio
ou.
maninho a-cessivel
a
cães,
porcos
e
ou
tras
alimarias
que
alli
vão
profanar
o
re
cinto
consagrado
aos
mortos etc.
etc.
Entào
em qoe
ficamos?
A
quem
in
cumbe
a
policia,
reparos e
serviço
profano
dos
cemilerios,
é
ao parocho
ou
ao
mu-
ntcipiu
?
algures,
quando quereis invadir as
au
gustas
aitribuições
ecclesiasticas
para
ar-
rogar-vo»
regalias
a
qiie
não
tendes
direi
to,
é
ao
município,
é
á auctoridade
civil,
que
compete
superintender
cm
ludo
rela
tivo
aos
cemilerios;
aqui
que
se trata
de
enxotar
os
cães,
de
escorraçar
os
porcos,
de
laser
vedações,
de roçar
o
baldio,
de
guardar
o
cemiterio,
venha
cá,
sur pa-
fucho,
exerça
estas
edificantes atlnbuições
que
são
as
vossas,
as
que
a
lei
vos
in
cumbe,
e
se
o
hão
faéeis,
olhae
que
cá
está
o látego
maçonico
para
vos
zurzir.
Em
tudo,
para
tudo
e
sempre a mes
ma
coherencia.
O
íito é a
guena
á
Egrc-
ji.
Está
assentada,
faça-se.
Gemam
embo
ra
os
prelos ao estampar
o
abundo,
a
veniaga.
Calquem-se
aos
pés
os
princípios
mais
rudimentares
da
lógica
e
da
boa-
rasão. Eleve-se
ás
honras
de discurso
a
ubjurgaloria
babelica
e
confusa.
Esgotados
emíim
os
mais
machiavelicos
expedientes,
os
recursos
da trapaça, da veniaga
e
d
i
desordem
de
doutrinas,
venha
o
punhal,
venha
o
assassínio como vindicta
ao
as
sombro
em
que
vos
traz a
virtude
e
abe-
ne^ação
dos
que
goerteae^.
Paris,
Alcoy,
e
tihimamenle
Buenos Ayres, euão diseu-
do
qual
o
íim
a
qne
vos
dirigis.
J. MACHADO
JÚNIOR.
Sentença i»rbitE
*
al
dada peEo pre
sidente
da Hepuhliea Franceza,
reconhecendo
plenamente o di
reito
e legitima posse de
todos
os territórios eontestados na !)a-
Iiia
de
Lourenço Marques.
«Nós Marie-Edme Patrício
Mauricio de
Alac-Alahon, duque
de
Aiagenla,
marechal
minações
de
Delagoa
ou de Lourenço
Mar
ques ;
«Attendendo
a
que em
1822
o
governo
de
S.
Al.
Britanica
quando
encarregou
o
capitão
Owen
de fazer
um
reconhecimen
to
hydrographico
da
bahia
de
Delagoa
e
dos rios
que
alli
vão desembocar,
o
re-
commendou
aos
bons
ofiicios
do
governe
portuguez
;
«Attendendo a
que,
se
o
enfraqueci
mento
«Occidental
da
auctoridade
portugue-
za
n
’
estas
paragens
pôde,
em
1823.
indu
zir
em
erro
o
capitão
Owen,
e
fazel-o
considerar,
em
boa fé,
como
realmente
in
dependentes da
corôa
de
Portugal,
os
che
fes
indígenas
dos territórios
que
hoje são
contestados,
nem por
isso
são
menos
con
trários
aos
direitos
de
Portugal
os
actos
por
elle
celebrados
com
esses
chefes
;
«Attendendo
a
que.
quan
immediata-
rnenle
depois da
partida
dos
navios
ingle-
zes,
os
chefes
indígenas
do Tembe
(Catem
be)
e
de
Maputo
reconheceram
de
novo
a
sua
dependencia a
respeito
das
auclorida-
des
portuguezas,
atlestando
elles
mesmos
por
esla
fórma que
não
tinham
a capaci
dade
de
contratar;'
«Attendendo
a
qoe
as
convenções
as-
signadas
pelo
capitão
Owen
e
os
chefes
indígenas
de
Tembe
(Catembe)
e
de Ma-
pulo,
ainda
quando
tivessem
lido
logar
en
tre
partes
aptas
para contratar,
ficariam
boje
sem
efleilo,
estipulando
o
acto
rela
tivo
a
Tembe
(Catembe)
condições
essen-
ciaes
que
não
tiveram execução,
e
os
actos
que
dizem
respeito a
Maputo
referimio-
se
a
períodos determinados de
tempo,
que
não foram renovados depois
da expiração
de taes
períodos
;
«
Por
estes
motivos
:
«Julgamos
e
decidimos
que
as
preten
sões
do
governo
de
S.
AI.
Fidelíssima
aos
territórios
de
Tembe
(Catembe)
e
de
Ma
puto
á
península
de
Inyack
(Unhaca),
e
as
ilbas
de
Unhaca
e
dos
Elephanles
se
acham
provadas
e
estabelecidas.
«Vers.ailhes,
24
de
julho
de
1875. —
Marechal
de
Mac-Mihon,
duque
de
Ma-
genta.
»
de
França,
presidente
da
republica
íran-
ceza.
«Estatuindo,
em
virtude
dos poderes
que
foram
conferidos
ao
presidente
da
re
publica
franceza,
nos termos
do protocol-
lo
assignado
em
Lisboa a
15
de
setembro
de
1872,
pelo
qual
o
governo
de
S.
Al.
a
rainha
da
Gran-Bretanha
e Irlanda
e
o
de
S.
Al.
o
rei
de
Portugal
concordaram
em
submetter
ao
presidente
da
republica
fran
ceza,
a
íim
de ser por
elle
decidido
deíini-
livamente
e
sem
appeilação
o
litigio
que
trazem
pendente
entre
si desde
o
anno
de
1823 a
respeito
da
posse
dos
territórios
de
Trembe
(Catembe), e
de
Alapute,
e
das
ilhas de
Inyack
(Unhaca), e
dos Elephan-
tes,
situadas
na
bahia de Delagoa,
ou
Lou-
renço
Marques,
na
costa
oriental
da
África;
«Vistas
as
memórias
entregues
ao
arbí
trio
pelos
representantes
das duas
partes
a
15
de setembro
de
1873,
e
as
conlra-me-
morias
cgualmente
por
elles
entregues
em
14
e
15
de setembro
de
1874.
«Vistas
as
notas
de
s.
ex.
a
o
sr.
em
baixador
de
Inglaterra
e
do sr.
ministro
de
Portugal
em
Paris
com
data
de 8
de
feve
reiro
de
1875
;
dia
vendo-nos
a
commissão,
creada
a
10 de
março
de
1873 com
o
lim
de
es
tudar
os
titulos
e
documentos
respecliva-
inenle
apresentados,
dado parte
do resul
tado
do seu
exame
;
«Allendendo
a
que
o
litigio,
tal
como
foi
determinado
peias
memórias
apresen
tadas
a<> arbitro,
e
em
ultimo
logar,
pelas
notas
acima
ciladas
dos
representantes
das
duas
partes
em Paris,
versa
sobre
o
direito
aos
seguintes
territórios ; a
saber
:
«l.°
O
terrilorio
de
Tembe
(Catembe),
limitado
ao norte
pelo
rio
tio
Espirito
San
to,
ou
English
River,
e
pelo
rio
Lourenço
Marques,
ou
Dandas,
ao
oeste
pelos
mon
tes
Lebombo,
ao
sul,
e
a
leste
pelo
rio
Maputo,
e
desde
a
foz
d’
este
rio
até
á
do
rio
Espirito
Santo
pela
praia
da
bahia
de
Delagoa
ou
Lourenço Marques
;
<i2
0
O
terrilorio
de
Maputo,
em
que
se
acham
comprehendidas
a
península
e
a
ilha
de
Inyack
(Unhaca),
assim
como
a
ilha
dos Elephanles,
e
que
é
limitado
ao
norte
pelas
margens
da
bahia,
a
oeste
pelo
í
rio
Maputo,
desde
a
sua
foz
alé
ao
parai-1
leio
dé
26
graus
e
30
minutos
de
latitude
austral,
ao
sul
por
este
mesmo
parellelo
e
a
leste pelo
mar
;
«Alteudo
a
que
a
bahia
de
Delagoa,
ou
de
Lourenço
Marques, foi descoberta
no
século
XVI
pelos
navegadores
porlugue-
zes
e
que
nos
XVII
e XVIII
séculos
Por-
'
tugal
occupou diversos
pontos na
costa
ao
norte
d
’
esla bahia,
e
a
ilha
de
Inyack
(Unhaca),
da
qual
a pequena
ilha
dos
Elephantes
é
uma
dependencia
;
«Attendendo
a
que,
desde
a
descober
ta,
Portugal
tem
sempre
reivindicado os
dinitos
de
soberania sobre
a
totalidade
da
bahia
e
dos
territórios
marginacs,
assim
como
o direito
exclusivo
de alli
commer-
ciar
;
attendendo
além
d
’isso
a
que
apoiou
á
mão
armada
essa
reivindicação
contra
os
hollandézes,
peio
anuo
de
1732, e contra
os
austríacos
em
1781 ;
«Attendendo
a
que
os
actos
com
que
Portugal
apoiou
as
suas
pretensões
nao
provocaram
nenhuma
reclamação
pur
par
le
(lo
governo
das
provincias
unidas
;
que
em
1782
es-as
pretensões foram
tacita
mente
acceites
peia
Ausíria,
depois
de
ex
plicações
diplomáticas
trocadas
enlre
esla
potência
e
Portugal;
«Attendendo
a
que
em
1817
a
propria
Inglaterra
nào
contestou
o
direito
de
Por
tugal,
quando celebrou
com
o
governo
de
S.
Al
Fidelíssima
a convenção de
28
de
julho
para a
repressão
do tralico
da
escra
vatura ;
e
a
que de
facto
o
artigo
2.'?
da
mesma
convenção
deve
ser
interpretado
no
sentido
que
designa
como
fazendo
par
te
das
possessõos da
coroa
de
Portugal
a
totalidade
da
bahia,
á
qual
se
appíica
in-
jdiflerentemente
uma
ou
outra
das
deno
MISTA ESIMGHU
SC i ít;
jj n
k
la
a.
—
Lê se
na
correspondência
de
Madiid
para
o
Figaro, de
Lisboa,
jornal
ult
a-
ii
beraI
:
«Do
norte o
que
se
sabe
mais
impor
tante
é
a
noticia
de
boie,
recebida
ha
pou
cas horas
apenas
nas
regiões
oíliciaes,
de
uma
victoria
das
trepas
aflónsiras,
qoe
foi
de
cedo
dura,
e
cão
muito
para
iegi
*
trar-
se
como
trophen de
gloria.
Sele
balhaibões carlistas
e
seis
peças
de
artilheria
da
facção embaraçaram
as
operações
de
gcnetal
Villegas,
tomando
povoações
liberaes,
roubando
gado
e
i
.cen-
-Jidando
celeiros e
píopiitdades
pedencen-
tes
a
cidadãos
des
ffactos
:í
cau
a
obxonia,
do-:
partidários
de
D. Carlos.
As
tropas
viram-se
força
Fs
a
fugir
para
as
alluras
de
Fucntefria e
Lncero,
os
carlidas
tiveram
o arrojo
de
ir atacai-
as
O
ataque
dos
ficiosos
foi
vigoroso,
mas
os
liberaes,
diz
a
noticia
ollicial,
conse
guiram
repellil-os,
chegando
a
carregar
o
estado
maior.
A
noticia
ciliciai
falia
de
28
mortos
na
facção,
e
a
respeito
de
feridos-e
pri
sioneiros
limita-se
a
dizer
que os
houve,
mos
não
ousa
dizer
quantos.
Afligura-se
esla
victoria
um
revez.
Deus
queira
qne
me
engane.
«Em
todo ocaso, como
vicloria
pare
ce-me
ephemera,
a avaliar
pelos
resultados
positivos».
Cornmentem
os
leitores.
9
Províncias»
transcrevemos as
noticias
que
seguem
:
—
Começaram
as colheitas
do
milho
do lemperão.
Por
muitas
partes
a
pro
dução
não
é
tão
escaça
como
a
principio
se
suppoz.
Ha
por
isso rasão para
crer,
que o
genero
não subirá
muito
de
preço.
—
O
gado
bovino
não
lem
soflrido
grande alteração
nos
preços.
U
*
que
re
gulavam ha
um
mez,
regulam
ainda agora
cum
pequena
diflerença. Não
ha
por
isso
sensível
alteração
nos
valores
d
’
esle
ge-
uero.
—
As
marinhas
continuam
a
produsir,
e
não
ha
por
isso
receio
de
que
venha a
fallar
esle
genero.
Os
preços
d
’elle são
ainda os
de 70000
70500
reis o
barco
ou
5
moios
de
razas.
—
Na
larde
de
domingo
passado
algu
mas
fagulhas
que
sahiram
da
rnachina
do
comboyo
expresso
descendente,
que
cairam
no
paul
d
’
uma vinha do
snr.
José
da
Fon
seca Dias, d
’
Oliveira
do Bairro,
produsi-
ram
o
incêndio
d’
esta,
sendo
necessário
acudirem
logo
os
empregados
da
estação
e
trabalhadores
que
por
alli
andavam, para
que
não
progredisse.
Apesar
d
’
isso
o
in
cendio
devorou
uma
grande
porção
de
sepas
e
as
uvas qoe
ellas
continham
Concurso. —
Mais
de
500
candidatos
appareceram
ao
logar de
carrasco
de
Bar
celona,
que
fóra
posto
a
concurso ultima-
rnente.
Festividade.—
Tem
de
celebrar-se
com lodo
o
esplendor
na
egreja
dos
Re
médios no
dia
22
do
corrente
a
do
SS.
e
Immaculado Coração de Matia, com
missa
solemne, SS
Sacramento
exposto, e
de
(arde
sermão
e
ladainha.
Hoje
ás
5 horas
da
tarde
haverá
vés
peras
cantadas
a grande
instrumental
e
canto-chão.
Exereicios
espiritunes.—
Por or
dem
de
s.
exc.
a
o
sor.
arcebispo
coadju
tor começam
no
dia
4
de
setembro
os
exercícios
para
os
ordinandos
da
próxima
ordenação,
os
quaes
terão
de
sc
recolher
ao
seminário
de
S.
Pedro.
Os
snrs. ec-
clesiaMicos
que
lambem
d
’
eiles
se
queiram
aproveitar,
podem dirigir-se ao
director
o
snr.
padre
João
Rebello,
vice-feitor
do
mesmo seminário.
Egreja
a concurso.—
Está
marcado
o
dia
26
gara
as
provas
escriplas,
e
os
dias
27
e 28
para as
oraes,
no concurso
para
provimento
da
egreja
de
8.
Paio
de
Mozelos,
d
’esie
arcebispado,
actos
que
le
rão
logar
no
Paço
archiepiscopal.
Erratas.
—
No
primeiro artigo
do
nos
so
n.°
382
escaparam,
entre
outros,
os
seguintes
erros:
Na
1.‘
columna,
intapellaçào,
por
«in-
terpellaçào».
Na
2.
a
,
Mouth, por <
Moo
th».
Na
3.
a
,
concorrera, por
«concorra».
Mais
abaixo, 1801,
por
«1901»;
pro
speridade,
por «propriedade»; Tdler,
por
«Feller».
—No
n.°
384,
col.
3.
’
,
capiel,
leia-se
«capiat».
Acaba-se,
leia-se
«Acabe-se».
Filhos
supposlos,
leia-se «falsos
suppostos».
Na
nota
(col.
4.
a),
militar,
leia-se
«militante»,
etc.
Portugal
antigo
e moderno.—
Recebemos
os
fascículos
80
e
81,
com
o
ultimo dos
quaes
termina o
5.°
volu
me
do
Portugal
antigo
e
moderno,
do
be-
uemerilo
e iodefesso
escriplor
Pinho
Leal.
Os louvores
merecidissimos
e
a
grande
acceitaçào que
de
toda
a
imprensa
e
do
publico
lem lido
esta
obra
monumental,
dispensa-nos
de
mais
encarecimentos.
Agradecemos
a
remessa.
Problema.—
Gonlou-uos
ha
dias o
incolor
que
certa
loja
maçónica
de
Lis
boa
deu
uma pequena
quantia
de
dinheiro
para
coadjuvarem
os
paes
de
duas
crian
ças
e
fazerem
baptisar
estas
segundo
o ri
to catholico.
Pergunta-se:
Nisto
o
que
mais
haverá,
ignorância
maçónica
ou
hipocrisia
religio
sa
?
Que
a
maçonaria
é
uma
seita naiura-
lista,
e
portanto
hostil
a
toda
a
religião
revelada, hoje
ninguém
o
póde
duvidar,
depois dos
escriptos
de
Gautielet,
de
Gvr,
de
Eker,
da
publicação
da
Maçonaria
Desmascarada, das
pasloraes
dos
bispos de
Olinda
e
do
Pará, das
revelações
da
«Ci-
viltá
Catlolica, etc.,
etc.
Logo...
Quem
nos
responde?
O
que é feito
do
Ir.
*
.
Oito?
«9
Figaro».—
Escreve
nos
um
nosso
amigo
:
Lemos
ha
dias
o
l.° n.°
d
’
este
novo
diário,
liberal
das pontas, ou
das
ponti
nhas
(tres?).
Antes
de
mais
nada,
declara
que
não
será
«papista»
(Leia-se
catholico).
<0
«Figaro»
fraucez,
diz
elle, é
impe
qenlaya
13.
—
O
general
Carasa
derro
tou
uma
columna
alíomisia
forte de
tO:
homens
e
com
12
canhões.
Persegui-a etn
complecta
dispersão
até
ao
valle
de
Car-
ranza.
Amanhã
mandarei
os
detalhes.
—
O
valente
Castells
atacou
Marlioez
Campos
meltendo-o
entre
dous
fogos.
Cons
ta
que
os
aflonsistas
soffreram
grandes
perdas ficando
em
poder
dos
carlistss
mui
tos
centos
de
prisioneiros
e
parle
da
ar
lilheria.
Savalls
e
Dorregaray
também
se
dirigiam
para Seo
d’
Urgel.
Espcemos
que
cheguem noticias
de
origem
carlisla.
No
Norte
os
Guiris
continuam
a
incendiar
e
roubar
tudo quanto
podem.
—A
guarnição
de
Irum
sohiu
para
ao
abrigo
dos
canhões
aflonsinos ir
cumprir
as
barbaras
disposições
do governo de
D.
Affonso.
Umas
trinta
casas
que
tinham es
capado
á
sanha
de
Loma
quando
por
alh
pa
*
so«
em
novembro,
fôram
agora
re
duzidas
a cinzas. Os caíres
lambem
queri
am
roubar todos
os
gados,
mas
os
carlis-
tas tinham-os
mandado
retirar
a
tempo.
O
Rei
D.
Carlos
VII
chegou a
Estel-
h
no
meio
das
mais
enlliusiastas
aclama
ções
No
ca.ninho
8.
M.
encontrou
numero
sos
grupos
que
lhe
diziam
:
—Nós
somos
os
expulsos
!
deem-nos
armas
!
Viva
o
Rei !
Os
telegrammas
aflonsistas
meutem
muito
respeito
a
Seo
d
‘
Urgel.
Marlinez Campos ainda não
pode
impe
dir
aos carlistas
de
entrar
e
sahir
de
Seo
de
Urgel, quando
e
como
querem.
A
guarnição carlista compõe-se
de
1500
homens,
sendo
um regimento
de
linha,
duas
companhias
de
artilheiros
e duas
de
engenheiros.
,x
’
guarnição
não
fdia animo. A
tor
re
de
Solsona
está
em
poder
dos
carlistas
apesar
das
afirmações contrarias.
As
colurnnas
carlistas
da
Catalunha
e
do Centro marchavam em
socorro da
pra
ça.
com
o
íim de hzer
levantar
o
cerco,
ou
pelo
menos
de
tornar
insustentável
a
posição
de
Marlinez
Campos
impedindo
que
lhe
cheguem
as
provisões.
Em
Seo
d
’
Urgel
estavam
tres
compa
nhias de
engenheiros,
mas
um
sahiu
para
se
uoir
âs
tropas
commandadas
por
Dor-
regaray
:
esle
fado
prova
que
o
cerco
não
é
regular
e
que as
tropas carlistas
qne
se
acham
na
praça
são livres
para
entrar
ou
sahir,
como
lhe convier.
Alguns
jornaes
alirmam
que
os
carlis
tas
occupararn
duas pontes
sobre
o
cami
nho
que
vai
de
Puygcerdá
a
Seo
d
’
Urgel
e
esta
circurnstaocia
toura mui
diílicil
a
pas
sagem
da
arlilheria.
Desde
ha
alguns
dias
que
o
canhão
car
lista
troa
para
os
lados
de
Hernani.
As
tropas
leaes
collocaram
uma
bateria
mui
peno
da
garu
do
caminho
de
ferro da
villa.
Outra
bateria
carlisla,
a
da
rnagni
licaposição
de
Santiagomendi,
lambem
operava
contra a
villa.
A posiçãotem
solf ido grau
les
estrago
*
.
As
operações
vão recomeçar
com
vi
gor.
Estella
14.
—O correspondente
ao
direc-
lor
do
«Quartel Real».
Esta
manhã o
general
Quesada,
lendo
recebido
reforçosr
ameaçava atacar
toda
a
nossa
linha de Alava.
A’
s
quatro
da
tarde de
hoje,
S. A.
R.
o
conde de Caserta
participa
que
o
inimi
go
vae
em
completa
retirada
e
que
os
nosso
*
batalhões
vão
em
soa perseguição,
Hontem
visitou
S. M.
o
hospital de
Iracbe.
Os
vivas
dos
enfermos
e
feridos,
que
o acclamavam,
cammoveram
profuo-
dameuie
8. M.
GAZETILHA
N.
Senhor da B»a-Vist».—
Feste-
ja-se
ámanhã
na
parochial
egieja
de
S.
Thiago
a
devota
Imagem
do
Senhor da
Boa-Vista,
qoe
se
venera n’um
oratorio,
ao
lado
da
capella
de
S.
Sebastião
das
Carvalheiras.
A
’
inanhá
haverá
missa
a
grande
instru
mental,
exposição
do
SS.
e
de
larde
ser
mão,
pregado
pelo
snr.
padre
João
Re-
bello,
seguindo-se
o
Te
Deum, findo
o
qual
Virá
uma
procissão,
cujo
itinerário
é c
siinle:
Campo
de
S.
Thiago, rua
do
rua
de
S.
João,
rua
de
Traz
da
ua
da
Sé e
Carvalheiras.
■e
á
noite
haverá
alli
uma
grande
ção,
basar
de
prendas
e
fogo
d
’
ar-
•jrante o
que
tocará
uma
banda
d’.4velro,—
Do
<C.
das
rialista, conservador
e
papista.
—
O
«Figa-
ro>
portuguez
será
liberal
e
christão.»
Hum...
hum
!...
Todos
sabem
o
que
significam
estas
duas
palavras—
liberal
e
christão
—para
cer
ta
gente,—
para
os
cavalheiros dos
tres
pon
tos,
por
exemplo,
ou
para
os
compadres
dus
ditos.
Quanto
á
declaração
de
que
não
será
papista,
todos
os catholicos
devem
agra-
decer-llfa.
D
este
modo,
só
illudirá
os
que
quizerem
ser
illudidos. Muito
bem
!
Adiante
acrescenta,
acceuluaudo
o
seu
programma
:
«O
«Figaro»,
que
será
intolleraulissimo
(sic)
com todos
os abusos
(?)
praticados
pelos
ecclesiasticos»,
etc.
«Respeitará»
no
entanto...
e
até
pro-
melte
usarde
«consideraçãoe
cortezia»
etc.
Ao
revd.
0
snr.
padre
Pancada
todavia
(em
realidade
pelo
que
disse,
mas
appa-
rentemeute
pelo
que
todos
sabem
que
elle
nào
disse
no
púlpito da
Incarnação)
vae
chamando
«farricoco».
«padre maluco»,
etc.
Amor
da
verdade
e
espirito
corlez
até
’
qui
chegou ! Verdade
é
que
o
snr.
padre
Pan
cada
não
é
«collega»
do
«Figaro».
E
a
cortezia
deve-se tão
sómente
aos
que
o
forem...
Promeite,
sim
senhores,
que
«quando
por
errada
informação
der
alguma
noti
cia
menos
exacta, emendar-se-ha o erro».
Quem dera
!
E’
de
suppôr
que
a
sati-façào
ao
revd.
0
Pancada,
atrozrneute
elogiado
por
toda a
imprensa
liberal, não
se
fará
esperar
no
«Figaro»,
—bein
?
!
Ficamos
á
espera.
Es
peraremos
alé
ás
kalendas
gregas
?
N
uma
coisa estamos
concordes
com
o
«Figaro»,
cujos redactores
não
conhecem
*
s,
é
em
não
querer
que
se
chamem
padres
nem
que
se
profanem
as
egrejas
de
Lis
boa
para
o
futuro
coin
a
festança políti
ca
de 24
de
julho.
A
ppoiado
I
Não é
porque
elle
aborreça
tães
pro
fanações ;
mas
porque
não
quer
que
a
fes
ta
liberal
«cheire a frade
e
a
convento».
Seja
pelo
que
fôr,
appoiamos,
está
dito.
Mas
isto
no
«Figaro»,
é
dito
assim
por
dizer.
Avihar
o
clero,
servindo-se
para
isso
dos
padres
liberaes
(ó
toulos ó
pillos,
na
fra
*
e
do
conde
de
Toreoo,
primeiro
ministro
liberal
de
D.
Isabel,
para nos
não
seivirmos
das
palavras
nada menos
enérgicas
do
celebre
dr
José de
Moraes,
ou
das
do
duque
da
Terceira,
em
igual ca
so)
não
é esse
o
maior
desejo,
a
mais
ardente
aspiração
dos
homens
da
sua es
cola ?
Por
conseguinte,
words,
words
l
Mas
«Figaro»
quer
ter
voto
nS
matéria
sobre
a
escolha
de
bispos
catholicos,
de-
deseja ver
confirmados pela Santa Sé padres-
pedreiros,
agradam-lhe
os
Euricos,
insul
ta
«bestialmente»
e
chama
«canalha»,
«tar
tufo»
e
mil
outras
amabilidades
a
quem
no
tar
o
feoomeno
(fizer
a
«bestial
denun
cia»,
diz
elle!
a
proposito
de um
artigo
da
«Nação»).
«Figaro»
tern
coisas!
Pergunta
conipromeitedora —
O
que
se
responde
ao
seguinte,
do
«Cor
reio
da
Tarde» ?
«O
«Instituto»
de
Coimbra
poder-nos-
ha
dizer
o
que
é
feito
do
auctor
de
uma
obra
auli-jesuinca
que
muito
elogiou
aqui
fia
tempos
!... Os
jesuítas
devem se
lion
rar
muito
com
inimigos de
tal
quilate,
i>ão
lhe
parece?»
A
agua da
Senhora de Lourdes
—
(Nação)
—Vão
tumando
corpo
uns
quan
tos
boatos
ácerca
d
’um
d
esses prodígios
a
que
os
calholicos
chamam
milagres
e
an
te
os
quaes a
sciencia
se
confessa
impo
tente.
Crêmos
que
o
«Jornal
do
Commer-
cio»
d
estes
dias já mais ou
meoos
se
referiu a
tal
acontecimento,
considerando-o
como
é
uso.
Por
agoia
são
escassas
as
noticias
que
lemos,
mas
assim mesmo
já
dizem muito.
Uma
rapariga,
me.<Hra
da
Santa
Casa
adoeceu
em
janeiro
de moléstia chamada
enfraquecimento
na
espinha
dorsal. Depois
de
muitos dias
d
’
afllicções
horrorosas
so-
cegava,
perdida
a
faculdade
de
pôr-se
de
pé
e
andar.
São
decorridos
sete
mezes,
indo
de
mal
em
peior,
pois
por
ultimo
oode
a
collocavam
ahi
se
conservava
no
chão,
porque
em
cadeira
não
podia suster-
se.
Não
só
os
facultativos
da
casa,
como
estrangeiros,
a
davam
por
perdida,
asse
verando
que pouco
tardaria
a
seguir-se
e
loucura,
a
cegueira
e
surdez;
e
a
rapari
ga
couta
que
dias
linha em que
lhe
cus
tava
ver e
ouvir,
e
sentia
uma
tal
con
fusão
na
cabeça,
que
se entristecia
bas
tante
com
a
ideia
de
enlouquecer.
Parece
que
utn
padre
lhe
lembrara
o
uso
da agua
de
Nossa
Senhora
de
Lour-
de
*
;
e
o
que
é
facto
é
que com
o
pôr
uma
só vez um pano
molhado
na
a«ua
«obre
as
costas,
e
em
uma noite,
repen-
tinamente
melborára;
pois
que,
ao
acor
dar,
de
madrugada,
vendo
que
podia
coo.
lar
com
os
seus
movimento
*
,
se
vestira
e mesmo
descalça correra
por
to
la a
casa
com
geral
espanto,
de
todas
as emprega-
das,
que
coin
susto
não
queriam
crèr
que
o
que
viam
era
uma realidade.
Faltam-nos
pormenores,
que
publica-
remos
apenas
sejam
por
nós
conhecidos.
Ora
um
facto
d
’
esta
ordem
não
espanta
os
catholicos,
que
o
conhecem
e
lhe
sa
bem
o
nome
;
mas
é forçoso confessar
que
deve
ter
desconcertado
muito espirito
for
te;
visto
que
a
sciencia
se
confessa
im
potente
para
explicar
a
rapidez
de
uma
cura
geralmenie
lida
como
impossível.
E,
a
fallar
a
verdade,
é
duro pensar que
na
epoca,
em
que
representam
por
esse paiz
um
drama,
chamado
Os
Lazarislas,
a
Di-
vina
iMãe
de
Jesus
se
recordasse
de
vir
em
plena
capital
d
’estes
reinos,
no
primei
ro
estabelecimento
de
caridade, fazer
um
milagre.
Um
milagre
!
E
de que ordem
!
1
O
seu
a seu
dono.
Somos calholicos, e
por isso
presamos
a
verdade
e
a
probidade
acima
de
lodos
os
mundanos
interesses.
-----------------------------------
CONVITE
A
Direeção
do
Asylo
d’
Infancia
Des
valida
de
D.
Pedro
V,
tendo
de
mandar
celebrar
uma
missa
no dia
23
do
corrente
peias
8
horas
da
manhã, na
egreja
dos
Terceiros, pela alma
do
finado
visconde
de
S.
Lazaro. Convida por isso
a
todas
as
pessoas
qne
desejarem
assistir
áqnelle
religioso acto,
a
comparecerem
no
referido
templo
á
hora
indicada.
0 secretario
Manoel
Simões
Braga.
AGHA3ECLMENT0S
D.
Gabriella
Raio,
D.
Adelaide
Raio
de
Paiva,
D.
Anriâ
d
’
Oliveira
Raio, D.
Maria
Ferreira
Raio,
D.
Candida
Raio
Viei
ra,
Manoel
José
Raio,
João de
Paiva
de
Faria
Leite Brandão, e
Antonio Vieira
de
Araújo,
não
lhes
sendo
possível
agradecer
pessoalmente,
como desejavam,
a
todas
as
pessoas,
que
tiveram a
bondade
de
os
pro
curar
por
occasião
do
fallecimento
de seu
chorado
pae,
irmão,
sogro
e
thio
o
snr.
visconde
de
S.
Lazaro,
0
fazem
por este
meio
protestando
a
todos
o
fleu
entranha
do
c
rodeleVd
reconhecimento;
e
bem
as-
sirn
a
todos
os
cavalheiros,
que
nào»
só
honraram
com a
sua presença
os
oflicios
fúnebres
celebrados
por
alma
do
mesmo,
mas também
se
dignaram d’acompanhar seu
cadaver
ao
cemiterio.
Braga
21
d
’
.igo4o
de
1875.
(2633)
José
Maria
Vieira
de
Carvalho
Machado,
abbade
de
Donim,
e
Manoel
Jose
Vieira,
parocho
da
freguezia de
Taboaças,
penho-
radissimos
com
lodos
os snrs. e especial
mente
com
os
reverendíssimos
snrs.
ec-
clesiasiicos,
que se
dignaram honral-os
com
sua
presença,
e
bons serviços
no
fu
neral
de seu
chorado
irmão
e primo
João
Francisco
Machado,
cujos restos
mortaes
se
deram
á
sepultura
no
dia
12
do cor
rente
na
egreja
de
Taboaças,
do
concelho
de
Vieira,
não
podendo
agradecei-lhes
pes
soalmente
a sua reconhecida
dedicação,
iributam-lhes
por
este
meio
o
seu
reco
nhecimento.
Í2623\
.NMU1Í0I0S
(lS9õJ
•opeaijiiea^
oiuamesojauaâ
çjos
anb
‘g
0*u
o-|eàuo9
ap
eni
eu
-jej
‘
saeugis
so
sopep
op
siodap
‘
jeâajioo
euianb
o
o
jeqoe
o
uianQ
•ojeàno^)
op
euj ç
£je ‘
tutpjBf ‘eao^
em e
opsop
|0
uub
mojj
oiueq|ijq
uin
0$-napja
a
*
SVgVÒIATV
ALUGA-SE
O
primeiro
andar
da
casa
n.
6
88,
da
rua
da
Boa-Vista.
Repartição
de
Fazenda do
Distri
cto
de
Braga.
cor^cunso
Nos
termos dos
artigos
2.°
e 3.°
do
de
creto
de
24
de
desembro
de 1874,
está
aberto concurso
por
espaço
de
20
dias,
que
hão de findar
em
8 do
proximo
mez
de
setembro,
para
provimento
d
’
um
logar
de
escriptorario
do
escrivão
de fazenda do
concelho
de
Villa
Verde.
Até
ás
3
horas da
larde
do
referido
dia
deverão
os
concorrentes
apresentar
n
’
esta
repartição os
seus
requerimentos,
dirigi
dos
a
S.
M.
El-Rei
e
escritos
em
papel
sel-
lado
da
taxa de
60
reis
cada meia
folha,
instruindo-os,
além
da
folha
corrida
e
re
salva
ou
remissão do
serviço
militar,
do
cumentos
com
que
provem
ter,
pelo
me
nos,
as
seguintes habilitações:
1.
°
Desoito annos
completos
de
idade.
2.
°
Bom comportamento
moral e
civil;
3.
°
Exame
de
instrucção
primaria
co
mo
habilitação
para
o
lyceus
nacionaes.
*
Repartição
de
Fasenda
do
Districto
de
Braga,
em
18
d’
agosto
de
1875.
O
delegado do
thesouro
<{2624)
Henrique
Francisco
Bizarro
MOBi® â Wl
€ A
a
R ií ÍRA UI.W '£ ií N A U
Paquetes
a
sair
de
Lisboa
:
MINHO
.
.
29
de
Agosto
BOYNE .
.
13
de
Setembro
GUADIANA
.
29
de <
|
DOURO
.
.
13
de
Outubro
|
MONDEGO
.
29
de
>
|
ELBE .
.
13
de
Novembro
O paquete
de
13
loca
em
S.
Vicente,
Pernambuco,
Bahia,
Rio
de
Montevideu
e
Buenos-Ayres.
O
paquete
de
29
toca
em
S.
Vicente,
Rio
de Janeiro,
Montevideu
uos-Ayres.
O«
preços são muito rasoaveis
ASENHA
Vende-se
uma
no
rio Cavado. Trata se
na rua
do
Souto,
n.°
26-B,
em
Braga.
(2628)
Rua
du
Campo,
n.°
22
—
Braga
Alugam-se
os
altos
da
casa
n.
®
22.
que
tem
com modos para
numerosa
fami
lia.
Tratí-se
na
mesma
de
seu
aluguel
e
póde
ver-se
a
toda
a
hora
do
dia. (2626)
De
V
í
II
b
Xovn <!e
Faanalicâo á Po
voa do Varzim.
Os
passageiros
que
d\sla
cidade
tive
rem de ir
para
a
Povoa,
deverão
seguir
-na
comboio
da
manhã,
e
logo
que
esle
•seja
chegado
a
Villa
Nova
de
Famalicão
seguirás immediatamenle
para
a
Povoa.
ll)a
Povoa para
Villa Nova
sairá
ás
2
1|2
da
tarde,
para
chegar
a
tempo
de pode
rem
os
passageiros
seguir
no
comboio
da
.tarde.
Escriptorios
:
em
Braga, á
esquina
dos
Bisc/inhos. n.°
13
: na
Povoa
em
casa
do
snr.
Francisco
dos
Santos
—Passeio
Alegre
(defronte da
capella
de
S.
José).
Esta carreira
começará
no
dia 25.
Preços:
de Villa Nova
á
Povoa,
e
vi
ce-versa,
300
rs.
Garante-se
o
bom
serviço
e
bom
ga
do.
Antonio
Ferreira
(o
Barracão
de
Villa
Nova).
(2629)
Uma
casa
feita de
novo
sita
na
tua
das
Aguas,
n.°
91.
Trala-se
na
rua
dos
Chãos
V
13.
Póde
ver-se
das
10
horas
da manhã,
até
á
1
da
larde
ALUGA-SE
Um piano forte. Para
tratar,
no
cam-
P°
de
D.
Luiz
1,
n.°
1
(entrada
da
rua
A.
RIBEIRO
^ai,‘po.de
D.
Luiz
7,
n.° 7.
(Entrada
da
tua
dos Capellistas.)
.
^em grande
sortimento
de
fazendas
de
a
ntodernas,
para
vestidos,
preços
bara-
lls
sitno$,
100, 120,
e
160
rs.
e
de
maior
preço.
Chitas
largas de
90,
100
e
120
reis,
?
Uí)
rda-solinhos
para senhora,
desde
1$000
!
eis
até
3000;
tranças
e
cuias
para
ca-
de
senhora;
leques pietos
e de
cô-
res
dos
mais
modernos
para
senhora
; la-
e
lichus
de
seda
para
senhora,
e mui-
0!1
artigos
proprios
do
seu
estabelecimento.
(2630)
Janeiro,
e
Bue-
Esta companhia
para
maior
vantagem,
resolveu
ter
a
bordo
de
todos
os
seus
vapores,
criados
e
cosinheiros
portuguezes
para
servirem
os
passageiros
de
todas
as
classes,
cujo
tratamento
se
torna
hoje
o
melhor
possível.
Cada passageiro
de
3.
a
classe
tem
grátis,
belixe
com
colchão
e
roupa de
cama, vinho
e
comida
á
portu-
gueza,
tudo
em
abundancia.
O
transporte
do
caminho
de
ferro
até
Lisboa
é
por
conta
da
companhia
bem
como
outras
despezas.
Para
mais
esclarecimentos
prestam-se
em
casa
do
agente
n
’
esta
cidade,
rua
do
Souto
n.°
43.
—
Em
Braga.
João Manoel da
Silva
Guimarães.
(581)
Garre
ir a
semanal
A
’
s
quartas
feiras
COMPANHIA
DE
NAVEGAÇÃO
A
VAPOR
DO
PACIFCO
Rio
de
Janeiro,
Montevideu,
Buenos-Ayres,
Valparaiso,
Arica,
Islay
e
Callao
CARREIRA
QUIVZE^AU PARA PERNAMBUCO
E BAHIA
A
Companhia
reduziu
os
preços,
conservando
as
mesmas
vantagena
como
até
aqui
tem
ofíerecido
aos
snrs.
passageiros:
excellentes
commodos, hom tra
tamento, bastante espaço para bagagens e viagens rápidas,
pois
que
OS
Paquetes
<lo
Pacifico
tem
gasto
sómente
A
3
dias
de Eisboa ao Rio de
Janeiro.
Preços
das
passagens
incluindo
o
caminho
de
ferro
do Porlo
para
Lisboa
Pernambuco
...................................................
Bahia.............................................................
Rio
de
Janeiro
.
.
...........................................
Montevideo
e
Buenos-Ayres.........................
Valparaiso,
Arica,
Islay"e
Callao
. . .
.
3/
CLASSE
2/
CAMARA
1.
*
CAMARA
40^000
81^000
108^000
i
0&0GO
90&000
117^000
45&000
90A000
121»O
54^000
90&000
157&500
126^000
189&000
308^500
Crianças dos
passageiros
Até
aos
12
annos
meia
passagem.
A
’
é
aos 8
annos
a
quarta
parte.
Até
aos
3
annos grátis,
uma
só
de
cada
familia.
Todas
as
terças
feiras
sahirá
de
Lisboa
um
paquete,
os
passageiros
de
3.
*
classe
teem
beliche
com
colchão e
roupa, comida
a
portugueza
em
abundancia
e
vinho
duas
vezes por dia
AGENTES
EM
BRAGA
—
Almeida
&
Pereria.
Trata
a
passagem
a
pagar
â
vista
e
a
prazo
com
fiança.
fK
*
DINHEIRO
PERDIDO.
Uma
senhora
da
Villa
de
Barcellos,
que
veio
de passagem
no
comboio
do
cami
nho
de
ferro
do
Minho,
perdeu
dentro
da
carruagem
de 2.
a
classe
em
que
veio
do
Porlo
aié
Nine,
com
uma senhora
de Bra
ga,
no
dia
I3
de
Agosto,
um
porlemoné
cem
5
libras
etn
ouro e
1$000
rs.
em
prata
:
pede
a
quem
o
achasse
o
favor
de
|
entregar
ao
snr.
Manoel
Luiz
de
Miranda, I
na
dila
villa,
ou ao
i!lm.°
snr.
José
Maria
Torres
Machado, em
Braga, que
o
grati
ficará.
(2:622)
ESCOLA
ÍMERICAHA. '
Francisco
José
de
Sousa
Braga,
(Fran-
queira)
José
Luiz
Ferreira,
(Ferrador),
Jo
sé
Martins
Fontão
Lage
e
José
Morgado
k
C.
a
,
levam ao
conhecimento
do publico
que
no
dia 24 d’ago<to,
abrem
as
suis
car
reiras
diarias
entre
Braga
e
Povoa
do
Var
zim
e
vice-versa, saindo
de
B'aga
ás
10
horas
da
noite,
chega a
Barcellos
á
1,
demora
meia
hora, sae
de
Barcellos
á
1
1/2
e
chega á Povoa
ás
5
da
manhã.
Sae
da
Povoa
ás
3
horas
da
tarde,
chega
a
Bar
cellos
ás
6, demora
meia
hora,
sae
de
Bar-
Ú"
C
é
meia
e
chega
a
Braga
as
9
e
meia
da noite.
Preços
:
de
Braga
á
Povoa
e
vice-ver
sa, dentro 600,
fóra
500.
Cada
passageiro
lem
8
kilos
de
baga
gem
gratuita,
pagando
de
excesso
a 20 rs.
por
kdo.
Escriptorios
:
em
Braga
em
casa
de
Leite e
Casuo
(o
Arranjadinbo)
e
em
casa
de
Sousa
Braga
(o
Franqueira)
e
na
Povoa
etn
cás-a
de David e
Carlos Mauela.
METAES
VELHOS
Na
travessa
de
S.
João
n.°
5,
com
pra-se
toda
a
qualidade de
metaes,
e
ferro
velho
até mesmo fundido.
(860)
João
Manoel da
Silva
Guima
rães.
—Rua do
Souto
n.°
43.
Compra
e vende
Acções
de todos
os
Bancos
e
Companhias,
Inscripções
de
As
sentamento
e
coupons.
(581)
Recentememe
chegado
ã
esta Cjdade-
aonde
pretende
demorar-se
algum
letnp0
,
oflerece
os
seus
serviços
ao
respeitável
pu
blico
em
tudo que
disser
respeito
á
sua
arte.
Extrai,
cura
e conserta
os
dshtes
caria
dos,
colloca
dentes
artificiaes, Com
per
feição
e
cura
todas
as
aflecções da
boc
ca
;
especialidade
da
escolã
moderna.
Con
sultas
e
exlracção
de
(fentes
aos
pobres,
grátis
das
8
ás
9
horas
da
manhã.
Consullorio,
Campo
de SàrifAnna
n.°
1—
B 2.°
andar.
.
(G.
2574
&
1DB1
■_
Braga
20
d
’
agoslo
de
1885
(2634)
MODISTA
DE
LISBOA
Precisa
costureiras,
e
apredisas.
Bons
ordenaiÀ?
8
*
Campo
de
D.
Luiz,
n.°
37.
(2602)
ALMEIDA
& PtíHElKA
Largo do
Barão
de
S.
Marlinho
n.°
18
Compram e
vendem
acções
de
todos
os
bancos e
companhias,
e inscxiofiões.
£
a
PRIMEIRA
E
AST1GA
"
RORIZ
CASA
FELIZ
i
NA
QUINTA DE RORIZ
9
PORTO
JOZE
’
I.
FERREIRA RORIZ
PORTO
3-RUA
DAS FLORES-1,
(JUNTO
À
EGREJA DA MISERICÓRDIA)
COMPRA E VENDE
Inseripçuea de
assentamento
1
-
RUA DAS
FLORES
-
3
3
(
junta
á
egraja
da
misericórdia
)
SORTE
GRANDE
>«< •* 5.000S000
Loteria
da
Santa
Casa da Misericórdia de
Lisboa
t
Exlracção a
28
de
Agoslo
FORNECEDOR
DA
CASA REAL
DEPOSITO
CENTRAL,
RUA DAS FLORES, 35 37 E 39
&
0
proprietário
annuncia
aos
seus
freguezes, e
ao
?
publico,
que
em
todo
o
sabão
fabricado
na
sua
fabri-
£
ca,
e
que
na
mesma
se
vender, ou no
Deposito
Ceit
il
trai,
se
fará o
desconto
de 6
por
cento
sobre
os
pre-
8>
ços
estabelecidos,
de
uma
caixa
para
cima.
Satisfaz-se
J)
com
promptidão
qualquer
pedido
qoe
seja
feito
do di-
$
to
genero,
lauto
d
’
esta
cidade
como
das
províncias
e
l
se
garante
a
sua boa
qualidade.
Ditas de coupons
Ditas de divida
externa
Titulos
hispanhoes internos
Ditos externos
Coupons
dos
ditos já vencidos.
so-
Sacca,
loma
letras
e
dá
cartas
de
credito
bre
Lisboa e
diversas
praças
estrangeiras,
e se encar
rega
de
compra
e
venda
de titulos
de
divida
publica
nas
mesmas
praças.
JOSE IGNACIO
FERREIRA RORIZ S
AFIANÇADO
NO GOVERNO CIVIL
DO PORTO, NA
CONFOR-
M1DADE DO
EDITAL
DE 28 DE JULHO DE
1860
Tem
á
venda
no
seu
estabelecimento
bilhetes
intei-
ros a
50000
rs.
—
Meios
ditos,
a
20600
—
Quartos,
a
10300
—
Oitavos,
a
680
—
Caulellas
de
500,
250
e 13!) rs.
O
mesmo
satisfaz
com
promptidão
todas
e
quaesquer
encomiuendas
que lhe
sejam
feitas
das
províncias,
ai
u-
da
que sejam
em
grande
quantidade,
e
vindo
acompa-
nhadas
do
seu
importe
em
vales
dos
correio
;
e
no
fim
da
exlracção
remette
a lista
dos
prémios aos
seus
Çfy
freguezes,
mas quando
a
não
recebam
em
tempo com-
peteote
lerão
a
bondade de
a requisitar.
(G
*
)
Carreira de noite
e
dia
Teixeira
&
Mesquita
com
estabeleci
mento
de
trens,
na
rua
da
Sé
d’
esla
ci
dade
de
Braga,
que
leem já
estabelecida
uma
carreira
de
diligencias
diarias
para
a
Povoa do Varzim,
a
sair d’esta
cidade
ás
4
horas
da
manhã
e
da
Povoa
do Var
zim
ás
mesrnas
horas,
resolveram para
mais
commodidade
do
publico estabelecer
outra
carreira
para
a
dita
Povoa
do
Var
zim
a principiar
no
dia 22
do corrente
mez
de
agosto
com
o
horário
seguinte:
Sae de
Braga
ás
10
horas
da
noite,
chega
a
Barcellos
ás
12
e
meia,
tendo
ahi
meia
hora
de
demora,
sae
de
Barcel
los
á
1
hora
e
chega
á
Povoa
ás 4
da
manhã.
Sae
da
Povoa
do
Varzim
ás
2
ho
ras
da
tarde,
chega
a
Barcellos
ás 5
ten
do
meia hora
de
demora
e chega a
Bra-
■ga
ás
8
da
noite.
Preços
?
Dentro
600
reis,
fóra
500 reis.
Cada
passageiro
tem
8
kilos
de
bagagem e
paga
de
excesso
20
reis
por
kilo.
Escriptorâo
:
Em
Braga
em
casa
do
bem
conhecido
Ribeiro
Brajia
morador
na
praça
do
Barão
de
S.
Martinho
e
na Povoa
do
Varzim
no
seu
antigo
escriplorio
no
largo
do
Bego
esquina
da
rua
da
Junqueira. Estas
car
reiras
leem
commuuicação
com
as
da
Po
voa
de Lanhoso
para
onde os annuncianles
teem
carreiras
de
diligencias
diarias
de
ma
nhã
e
de
tarde
e
vice-versa.
Braga
18
de
Agosto
de
1875. A
rogo
dos
annunciap-
tes
—
Ribeiro
Braga.
(C.
2633
B. 114)
José
Antonio Duarte
Pregoeiro
&
Irmão,
de
Braga, annunciam
ao
publico
qne
con
tinuam
com
a
sua
carreira diaria
entre
Braga
e
Povoa do
Varzim,
ás 4
horas da
manhã
desde
o
cia
16
do
corrente
inclu-
sivé,
estabelece
outra
a
sair
de
Braga
ás
10 horas da
noute,
chega
a
Barcellos
á
1,
demora
meia
hora,
e
á
Povoa
ás
4
1 [2
da
fflítihã
;
sae
da
Povoa
ás
2
da
tarde,
chega
a
Barcellos
ás
5.
demora
meia
ho
ra
e chega
a
Braga
8
1|2
da
noite.
Preços:
dentro
600
rs.,
fóra
500.
Os
bilhetes
vendem-se
nos
seus
anti
gos
escriptorios:
em
Braga,
em
casa
de
Antonio
Joaquim
Loureiro,
rua
Nova
n.°
3,
e
na
Povoa
em casa
de
Joaquim
Peixo
to,
largo
do
Rego.
Cada passageiro
tem
8
kilos de
baga
gem
grátis, e
paga
20
reis
por
kilo
de
excesso.
O
gerente,
(2614)
Anlonio
Joaquim'
Loureiro
ffll
(MIM
DE
DILIGENCIAS
DIARIAS
ENTRE
Vianna,
Ponte
do
Lima, e
vice-
versa
Desde
o dia
12 do corrente.
Partida
de Vianna ás
9
da
noite,
para
alcançar
em
Braga
o
comboyo
da
6
ho
ras
da
manhã.
De
B
aga
paia
Vianna,
á
chegada
do
comboyo
das8horas45
m. Estas
diligencias
teem
berlina
interior
e
coupé.
Os
bilhetes
acham-se
á
venda:
—Bra
ga,
na
casa
aonde
esteve a
«Companhia
Viação»
;
Ponte
do
Lima,
provisoriamente
na
hospedaria
da
snr.
a
Theodora,
e
em
Vianna,
no
escriplorio
da
empreza
do
annuciante,
Sebastião
da
Silva
Neves.
(2611)
COMPANHIA
GERAL
DE
SE
GUROS
I.
A
U.VBÂO,
BE MABIISI»
Segura
nas
condições
mais
vantajosas
centra
o
risco
de
fogo,
e
lambem
contra
os prejuízos
causados pela
explosão
de
gaz,
ou
pelo
raio.
Verificam se
os
seguros
n’
esla cidade
de
Braga
uo escriplorio
de
Ferreira
Bor
ges
&
C.
a
, praça
do Barão de S.
Martinho
u.°
26
—
1.°
andar.
(2537)
BANCO MERCANTIL
DE
BRAGA
A
Direcção
d’
este Banco
annuncia,
que
nos
dias 16
a
28
do corrente
se
recebe
n
’
este estabelecimento,
roa
Nova
de
Sou
sa,
a 3.
a
prestação
das
acções
do
Banco
Evorense,
e
bem
assim
se
pagam
os
di
videndos
das
mesmas
relativas
ao
1.°
se
mestre
do
corrente
anno.
(2615)
NOVA
FUNDIÇÃO
DE FERRO
DE
Aiaíonio
Gerst&aiao
Ferreirinha
NA
Travessa de
S.
João
Aonde
faz
toda
a
obra,
assim
como
bombas,
conçollas,
columnas
para
gaz,
pe-
zos
novos,
panellas
á
ingleza
de
todos
os
tamanhos,
canos
para
agoas
e
gaz,
e
toda
a obra
de
fundição,
como
grades
para
sacadas,
obra
de
metal, sinos
e
outros ob
jectos
de
igual teor
etc.,
pelos
preços do
Porto.
Asphalto
Nacional da Mina de
Aseche
A
Companhia
de
Lisboa com
escripto-
rio
no
Porto
na
Rua
do
Bomjardim
n.°
365,
previne
os seus
freguezes
e
o
«publi
co
em
geral que
continua
a
encarregar-
se
de
qualquer
obra
a
que
seja
applicavel
o
asphalto,
assim
como
terraços,
impenas,
passeios
em
jardins
e
nas
ruas
publicas,
ca-
valheriçes,
eiras,
etc.
A
mesma
Companhia
presta-se
a
ga
rantir
o bom resuliado
do
seu
trabalho,
sendo
sufiiciente
para recommendar o
seu
asphalto,
a
perferencia
que
lhe
tem
si
do
dada pela
administração
das
obras pu
blicas e o repetido chamamento para
subs
tituir asphalto
que
se
por
ahi
pregoa,
co
mo
vindo
do
estrangeiro.
Todos
os
snrs.
que
precisem qualquer
encommenda
d
’este
genero,
podem
fazel-a
no
Porto
Rua do
Bomjardim n.°
365,
e
em
Braga,
na
Fabrica
da
Fundição do
Minho.
(2535)
Agencia
do
Banco
de Vianna
CARVALHOS
â
C.
Rua do
Souto
n.°
30
Esta
agencia
faz
as
seguintes
operações
:
Desconta
leiras
da
terra e de cambio.
Encarrega-se
da
comp
r
a
e
venda
de
pa
peis de
credito.
Receae dinheiro
á
ordem
e
a
praso abo
nando uros.
Empresta
sobre
penhores
d’
onro,
pra
ta,
inscripções,
acções
de
bancos
e
com-
pan
hias.
Saca
sobre
praças
do
reino
e
estran
geiras, omle
o
Banco
tem
agencias.
Braga,
3
de
junho
de
1875-
Os
agentes,
(B
*
)
Carvalhos
&
C.
a
no
L
’
IHuslraiion
de
la
mode.
O
mais
elegante,
vicamente
illustrado
e
barato
dos
jornaes
da moda.
Publica-se
em
Pariz
uma
vez
por
mez,
formato
(los
grandes
jornaes
illostrados.
Cada
numero
contém
dez a
quinze
mo
delos
de
toilette,
uma
grande
folha
de
mo
delos de
tamanho
natural
e
uma
magni
fica
gravura
clorida.
Quem
quizer assignar
esla
publicação,
dirija-se
á
livraria
de
Eugênio
Chardron,
largo
de
S.
Francisco.
—
Braga.
A
empreza offeruce
aos
seus
assigoan-
tes
um
magnifico cofresinho
contendo
tu
do
o
que
é
necessário para
um
toucador
e
cujos
objectos
valem
para
cima
de 20
fran
cos.
Preços d’
assignatura
—
Portugal:
sem
o
referido
brinde
—
9
fr.
Com
o
brinde
—
13
fr.
Responde-se e
garanie-se
a
pureza
e
boa
qualidade
de
lodos
estes
vinhos,
po-
dendo
todo
e
qualquer
consumidor
ma»-
dal-o
experimentar por
meio de
qualquer
processo
çhymico.
N’
estes
preços
nãa fica
incluído
o
valor
da
garrafa que
o
comprador
apre
sentará
ou
pagará
50
reis
por
cada
uma-
BRAGA
:
TYPOGRAPHIA LUSITANA — 187o .
Banco
Agricola,
Commercial
e
Industrial
de
Ponte do
Lima
Sociedade anonyma de responsabi
lidade
limitada
São convidados
os snrs. accionistas
a
entrarem
com
a
l.
a
prestação
de
5
p.
c.
ou
20500
reis
por
acção,
a
cuja
cobran
ça
se
procederá
do
dia
15
a
25
do
pro
ximo mez
d’
agosto,—
no
Porto em
casa
do
snr. Pedro
Ferreira
de
Macedo
Basto;
—
em
Braga, em
casa
do
snr.
Antonio
Jo
sé
Pereira; —em Ponte
do
Lima,
na
séde
do
Banco.
Os
snrs.
accionistas
que
não
satisfize
rem
no
referido
piaso. ticam
sobjeitos
ás
disposições
do
arl.
18
dos Estatutos
e
seus
A
direcção
d’
este
Banco,
annuindo
aos
desejos
d
’
alguns
snrs.
accionistas,
declara
qoe
recebe
desde
já,
qualquer prestação
antecipada,
abonando
o
juro
de 5
p.
c.
des
de
o
recebimento
até
o
praso
das chamadas.
Ponte
do Lima
21
de
julho
de
1875.
Os
directores
João
de
Barros
Mimoso
Joaquim
Gerardo
Alvares Vieira Lisboa.
DO ALTO DOUIiO
DA
CASA DE VILLA PGCCA
RUA
DO
SOUTO
N.°
15
BRAGA.
Acaba
de
ser
sortido
este
com
as
seguintes
qualidades
engarrafados e
aquartilhados
:
armazém
de
vinhos
ENGARRAFADOS
Vinho-
tinto
de
meza.
»
»
»
»
Lagrima.......................
»
Branco
de
meza.
»
tinto
de
meza fino.
»
de
prova
secca.
»
Malvasia
de
2.
a
.
.
.
»
»
velho.
»
Bastardo
.......................
»
Moscatel.......................
»
Malvasia
.......................
»
Roncão
.......................
» Alvaralhão
....
»
Velho
de
1854.
.
150
.
190
.
200
.
210
.
270
.
300
.
360
.
400
.
500
.
500
.
500
.
700
.
560
.
600
A
RETALHADO
Vinho
p&7S
meza 50
e
80,
o
quar-
tillio
tinto
e
120
o
branco. - É o formato de
-
comerciominho_21081875_386.pdf
Parte de Comércio do Minho (O)