comerciominho_18091875_397.xml
- conteúdo
-
3/
ANNO 1875
FOLHA
COMMERCIAL RELIGIOSA
E
NOTICIOSA
NUMERO
397
**
**•<
a
y
-
-
--------- --------
Assigna-see
vende-se
no
escriptorio
do
editor
e
proprietário
Jose
Maria
Dias
da
Costa,
rua
Nova
n.
’
3
E,
para
onde
deve
»er
dirigida
toda
a
correspondência
franca
de
porte.
=
As
assi-
gnaturas
são
pagas
adiantadas
;
assim
como
as
correspondên
cias
de
Interesse
particular.
Folha
avulso
10
rs.
MS
ÁS
TERÇAS,
QUINTAS
E
SABBADOS.
P
reços
:
Braga,
anno
1^600
rs.=Semestre
850
rs.=-Provín
cias,
anúo
2&400
rs
e
sendo
duas
4&000
rs.=Semestre
1Ô250
rs.=
*
Brazil,
anno
4&A00
rs.=Semestre
2&300
rs.
moeda
forte,
oulO&OOO
reis
e
5&500
reis moeda
fraca.
=Annuncios
por
linha
20
rs.,
repetição
10
rs. Para
os assignantes 20 °/0
d
’abatimento.
lucionário
o
bom
padre,
o
padre
comme
il faut,
não
aquelle
que sendo
o proto-
lypo
da
bondade evangélica
é
apodado de
hipócrita,
sotaina
e
de
quejandas
amabi
lidades do vocabulário
maçonico-revolucio-
oario.
Mas
não estremece
o
padre
catholico
com a guerra
que
lhe
faz a
revolução
por
mais
tenaz
e
perseguidora.
Tem
o
padre
a
consciência do
triunfo
porque
satanaz
não
vence
a
Deus.
Se
a
barca
de
Pedro
sobre as
ondula
ções
procellosas
da
revolução
nunca
póde
sossobrar,
porque
empunhando
a
canna
do
leme
eslá o
Representante
do Divino
Do-
mador
das
tempestades,
—
o
padre
tripu
lante
valoroso
da
insossobravél barca, sus
tenta
n’
ella
o
seu
posto,
e,
arrostando
os
embates
da
procella,
segue
ávante
com a
corajosa
serenidade
que
nasce da
seguran
ça
intima
e
conscienciosa
da
sacratíssima
missão
que
lhe
eslá
confiada, concorrendo
assim a
verificar-se
a
divina sentença
—
Por-
tce
inferi
non
prcevalebunl
adversas
eam.
J.
MACHADO JÚNIOR.
BRAGA-SIBBADO
18 DE
SETEMBRO
O
padre
catholico
e a revolução.
Excluindo
o
que,
ainda
bem
muito
raro,
é
indigno
de
envergar
as
vestes
res
peitáveis
do
sacerdócio
chrislão,
como
é
bello,
commovente e agradavel
ao
espirito
não
eivado
de
principies revolucionários,
o
contemplar
o
tipo
venerando
e
mages-
tatico
do
sacerdote
catholico? E
’ que
o
padre
é
o
dehgado
e
representante
de
Deus
oa terra,
o
facho da
verdadeira
civilisaçâo,
sal
terrce,
lux
mundi,
luz
do
mundo
que
as
teodeocias
de depravação
do
século
de
balde
se
empenham em ofluscar.
Que
edificantes e
salutares
exemplos
nos
não
dá
ahi
o
verdadeiro
padre
caiho-
lico?
A
doutriua
sacrosanta
do
Evangelho
de
Nosso Senhor
Jesus
Chrisio
tem
na
maviosa e eloquente
palavra
do
padre
uma
interpetraçãu
cabal e perfeita.
Ouvi
a, ob-
secados
de
espirito,
segui
os
divinos
pre
ceitos
do
decálogo
que
ninguém
como o
padre
catholico
os
ensina
e
exemplifica,
e
lereis
o
mundo transformado
n
’
uma
per
feita
mansão
de
paz, o’um
outro
paraiso,
n
’um
eden de
venturas
e
delicias.
Amemos
a
Deus
e
ao
proximo
como
a
nós
mesmos,
enina
o
padre,
e derivan
do
d
’
estes
sublimes
preceitos,
sejamos
pa
cientes
e
humildes
para
assim
pormos
elli-
caz
resistência ao
grande
peccado
da
so
berba
de
que
mais
ou
menos
é
saturado
o
espirito
humano
por
insanias
de
satauaz.
Não
sejamos
avaros
e
sordidos
das
sem
pre
efemeras e
pequenas
riquesas
munda
nas,
exerçamos,
uão
a
caridade
de
alarde
e
ostentoso
jogo
a
abjecias
honrarias, mas
a
caridade
pieceitada
uo
Evangelho,
qtie
opere
a
mão
direita sem
que
a
esquerda
o
saiba. Desprendarno-uos
de
quanto
nos
guie
á
concupiscência
e
sensualidade,
aber
rações
tão
damnosas ao
corpo
corno
á
al
ma.
Sejamos
mansos
e
benévolos
para
com
os
proprios
inimigos, tendo
assim
mão
aos
impelos
da
ira,
peccado
que
uão
só
nos
traz
a
perca
da
alma,
mas
uma
lucta
trucidante
na
vida.
Abstainu-nos
do
sacio
renitente
di
gula,
peccado
também
tão
pernicioso á
carne
como
á
alma.
Não
nos
confunda
o
bem
alheio
para
o
invejar
mos
e cubiçarmos,
outro
peccado
e
de
feito tão
monstruosos
capases
de
tor
nar
o
homem
muitas
veses
peor
que
uma
fera.
Nào tios
entreguemos
á
imlolencia
e
perguiça
como
nociva
á
hygiene
do
cor
po
e
da
alma.
O
padre
catholico
ensina e
prega estas
doutrinas,
guia-nos
por
esta
senda
de
sublimes
alcatifas
;
o
padre catholico
é
o
exemplo
emfim
das
maximas
sacrosanlas
que
nos
recommenda,
e
é
por
isto
que
o
padre
catholico
é
o
alvo
para
onde
a
sanha
revolucionaria
tem
assestadas
suas
baterias
perseguidoras.
A
revolução
lambem lem
o
seu
decá
logo,
cujos
preceitos
se
oppõem
aos
do
Evangelho,
assim
a
guerra
iitanica
e
fe
roz
eslá
explicada.
O sacerdote
catholico
é
o
exemplo
vivo
das sacrosantas
maximas.
A
revolução,
essa
hidra
alimentada
do
seio
do
averuo,
que
nunca poude
tolerar
a virtude,
que
foi
sempre
inimiga
figadal
da
obra
de
Deus,
nào
póde
deixar
de
estremecer
em con
vulsões
raivosas
e
coléricas
ante
a
pre
sença
veneranda
do
padre,
que
a
confunde
com o
tellexo
da
verdade
divina e
supre
ma.
E
então
possessa
e
inergumena,
a
revolução,
ahi
despeja
constanlemente
o>
mais aviltantes
insultos
sobre
o
padre,
atinbuiodo-lhe
faltas
e
defeitos,
que
se
a
algum
cabem,
é
justamente
áquelle que
por
uma
aberração
muito
excepcional
se
agremiou
na
seita revolucionaria;
este
que
é
o
padre
de
foyer, o padre de
botas
de
verniz,
janota
frequeulador
de
lupanares,
de
botequins, de
espeluncas
maçónicas,
galopim
eleitoral,
este
é uo
diser
revo
Higpnnha.
São
escassas
as
noticias
da
guerra.
Do
correspondente
da
«Palavra»
apro
veitamos
o
seguinte
:
«Para
o
lado
de
S.
Sebastião
continuam
adeantando
sua
linha
os
carlistas,
que,
segundo
noticias
de
boa
origem,
construem
agora
mesmo
uma
bateria
que
domine
o
seu
porto
com
o fim
de
bombar.deal-o,
juntamente
com
a
capital
de
Guipuzcoa,
como
represália,
dizem,
do
bombardeamen
to
feito
e
repelido
pela
esquadra
sobre
povoações
iudefezas
E
’
possível
todavia
que
esle
não
con
tinue, e
trata-se
de
suspttndel-o,
explican
do
a
medida
pelo
mau
estado da
costa,
ainda
que
seja
cerlamente
porque os car-
lislas
acabam de receber
arlilheria
de
gros
so
calibre
que
estão
collocando
nos
por
tos aonde geralmente se
dirige
a
es
quadra,
com animo de
bostilisal-a
;
e
como
já,
sem
este
elemento,
occorreu
a
cala&lrofe
de
Barcaiztegui,
e
mais
tarde
o
accidente
da
«Vitoria»,
de
que
dei
no
ticia, querem
evitar um
contratempo
gra
ve.
que seria
possível e de muito
mau
effeilo.
A arlilheria
a
que
me
refiro,
junta
mente
com
quatro ou
seis mil carabinas
e
um
milhio
de
capsulas, fui
desembar
cada
em
Motrico
ha sele
ou oito
dias.
Da
Catalunha
só
ha
noticia
de
alguns
movimentos
estratégicos
dos cailislas
e
das ordens dadas
por
Martinez
Campos
para
distribuir
as
forças
de
seu
cominan
do,
hoje
muito
numerosas,
e
empreheu-
der a
campanha, se
bem
que
o
general
citado
está
delido
em
Barcelona
pelas
grèves
de
operaiios,
a que
elle trata
de
pôr cobro.
O
que
é
facto
averiguado,
posto
não
haja
promenores,
é
o
combate
dado
para
os
lados
de
las
planas,
na extremidade
da
planura de
Barcelona,
combale
que
puz
em
duvida por
ser
a noticia
de
origem
carlista,
mas
que
já
communicam
as
agen
cias
estrangeiras.
O
silencio
do
governo
faz
suspeitar
do
exilo.
Também
se
confirma
ser
inexacla a
noticia
da insurreição das
forças
de Sa
balls
e
confessa
o
governo
a
sua
derrota
de
Agrainunt,
ao
declarar-nos
que
Castells
cobrou
os
impostos
n
’
esla
povoação.
Por
ultimo,
e
termino
o
que
diz
res
peito
á
guerra,
na
provincia
de
Guadalajara,
appareceram
teres
partidas
carlistas,
que
oão
procedem
.de
Burgos,
como se
diz,
mas
da
parle
do Aragão.
Uma
d
’
eslas
teve
nos montes
de
Taguna
com
algumas
for
ças
do
exercito
um
d
’
esses
encontros
que
nada
resolvem. O fado
nào
obstante
pa
rece
demonstrar
que,
se não terminar em
breve
a
insurreição
na
Catalunha,
esta
tornará
a
reprodusir-se
no
Centro.»
Lê-se
na
«Cruzada Espanola»
o
seguin
te
artigo
:
REVISTA ESTRANGEIRA
«Vencer
ou morrer
Esse
grito
sublime
resôa
magicamenle
nas
montanhas da
Navarra.
Vencer
ou
morrer
é
o
dilema
dos
que
sacrificaram
toda
a
sua
exislencia á
causa
de
Deus,
que é
a
causa
da humanidade e
da
Pa
tria.
Não
é,
não,
o
fanatismo o
que
alenta
os b'iosos
corações
dos
soldados
da
le
gitimidade
;
não
é
uma
illusão chirnerica a
que
os
exalta,
não
é
emfini
nada
enga
noso
nem
miserável o
que
os
decide
a
consagrar-se
a
uma
b«n<leira
santa, e o
que
os
faz
heroes
da
perseverança.
Vencer
ou
morrer
é
uma
formula
ter
rível,
mas
elegante,
porque
n’
ella
se
en
volvem
virtudes
divinas
e
humanas;
n’el-
la
brilha
a
luz
da
fé,
n
’
ella
resplandece
a
esperança,
n
’
ella
allumia
a caridade,
n
’
elia
se vêern
corações
valentes,
consciên
cias
severas
e
vontades
energicas
;
n
’eIla
einfitn,
se
encontra
orna
demonstração
da
grandesa
da
causa
carlista.
Quando
não
ba
fé,
nem esperança,
nem
caridade,
não é
possível
sentir
verdadeiro
enthusiasmo,
esse
enlhuíiasmo
que
nun
ca
enfraquece,
que
nunca
decae,
e
que
arde
sempre em
divina
chamma.
O enlhu-
siasmo
das
impressões
é
como
ellas
fugi
tivo;
o
enlliusiasmo das
cousas
efemeras
desapparece
depressa;
o
enthusiasmo
das
paixões
extingue-se
rapidamente.
E quan
do
o
coração
e
a
cabeça
não
se
harmoni-
sam,
quando o
sentimento
e
a
ideia
nào
unem
pelos laços
de
uma
vontade robus
ta,
não
póde
haver
perseverança.
Quem
negará
á bandeira
carlista
(é
exaltada?
Quem
lhe negará
a
fé,
a
es
perança e
a
caridade
?
Essas
tres
grandes virtudes
são
os
divinos
timbres
do
mais
santo
dos
seus
lemas:
Deus.
Quem
desconhecerá
que
nos
carlistas
ha
sentimentos
generosos,
e
coo
vicções enraizadas?
Por
>sso
se
abrasam
no
sagrado
fogo do
heroísmo, e
são
os
homens da
perseverança
;
por
isso
pódem
dizer
sempre
o que
não
pódem
dizer
os
que
os
perseguem
incessantemente
:
creio.
Vencer
por
vencer,
vencer
por sober
ba, vencer
para
dominar
é
um
crime
horrível
que
não
pódem
vêr
sem
protes
tar
as
consciências
horrendas.
Por
vencer
para
avassalar
póde
sacri
ficar-se
accidentalmente
algum
homem
ex
traviado,
porém
não
um
partido,
om
paiz,
uma grande
communidade que
aspira
a
conquistar
o
ceo
pelas
virtudes
da
terra.
Esse
grito
magico
dado oas
montanhas
da
Navarra
lem
eloquente
e
profunda
si
gnificação.
E
*
se
grito
significa que
a
Ilis-
pauha
está
farta de
soífrer
a
tirannia
do
liberalismo, que
não
respeita
a
suas
cren
ças,
que
ufienle
as
suas tradições, que
quebra
as
suas
leis,
que
buria
com
ine
vitável cinismo
todos
os
meios
de
que
póde
dispor
para
fazer
valer
os seus direi
tos,
porque
o
sistema
eleitoral
é sempre
o
opprobrio
da
Patria
;
porque
prescinde
de
todos
os
princípios
de
justiça e
de
ioda a
consideração
generosa
;
porque não
lucta
nobiernenle,
e
porque
quer
asse<»bo-
rear-se
da
altivez
dos
nobres
filhos
d
’
es-
ta
fidalga terra,
e
couverter
para
sempre
este
nobre
solo
feudal
da
Revolução.
Não
mil
vezes
não;
não
é
possível
transigir
com
tão
escandalosos altenlados
;
não
é
possível
resignar-se
a
tão
horrível
jugo;
oão
é
possível
ceder
o
que
é
inviolável,
a
justiça,
a
dignidade,
a
liberdade
;
não
é
possível
entregar-se
ao
liberalismo,
que
é
o
agitador
dos
povos;
não é
possível
subordinar-se
a
uma
bandeira que
promo
ve
a
guerra
no
mundo
;
já nào é
possível
senão
gritar
:
«
vencer
ou
morrer
».
Ordem
general
de
26
de
agosto de
1875.
Fortaleza de
Seo
de
Urgel.
Voluntários;—Somos
hoje
obrigados
a
capitular,
depois de
quarenta
dias
de,
re
sistência.
Tendo-se
acabado
os
viveres e
munições,
faltando
completamente
a
agna
na
praça
e
havendo
pouca
ou
nenhuma
nos lortes,
era impossível prolongarmos
a
defesa
por
mais
um
dia.
O
inimigo
admira
a
vossa
coragem
e
prova-o
concedendo-vos
pela capitulação
todas
as
honras
da
guerra
A
’
manliã,
ás
7
horas, sahiremos
com
as
bandeiras
de
senroladas
e
entregaremos
as arma
*
atra
vessando
Castell-Ciudad.
Antes
de
deixar
estas
ruínas,
regadas
pelo
sangue
de
tantos
beroes,
agradeço-
vos
em
nome de
S.
M.
El
Rei
D.
Car
los
VII.
a
vós que
fostes os meus
compa
nheiros
durante
estes 40
dias
e
tendes
provado
pela
vossa
constância,
decisão
e
bravura
a vossa
inquebrantável
dedicação
pela
santa
causa
qne
defendemos.
Voluntários!
Huje como
nos
dias
de
successo grilaremos com
enthusiasmo:
Viva
a
Religião
!
Viva
a
Hispanha!
Viva
Carlos
VH
!
Vosso
general,
Antonio
Lizarraga.
Do
«Cuartel
Real»;
Prats
de
Mollo,
8.
—
•() general Castells
atacou
no
dia 21
de
agosto
a
columna
Emile
em
Agramunt,
fazendo
118
pri
sioneiros,
um
coronel,
o
oíliciaes, 116
cavallos
e
mais
de
400
mortos
e
feri
dos.
PABTE
OTFICJiaii
MINISTÉRIO
DOS
NEGOCIOS
*
ECCLE-
SIASTICOS
E
DE
JUSTIÇA.
Direcção
geral
dos negocios
ecclesiasticos
l.
a
Repartição
Em
virtude
da
resolução
superior
se
declara
aberto
concurso,
na
conformidade
do
artigo
13.°
do
decreto
de 2
de janei
ro
de
1862
(publicado
no
Diário
de
Lis
boa
n.°
4
do
dito
anno),
para
provimento
das
egrejas
parochiaes
constantes
da
rela
ção seguinte
:
Falaunços
(S.
Carlos),
concelho
de
Vouzella,
diocese
de
Vizeu.
Gozende
(S.
Pedro),
concelho
de
Cas
tro
Daire,
diocese
de
Lamego.
Mouçós
(S.
Salvador),
concelho
de Vil
la
Real,
diocese
de
Braga.
Outeiro
(S
Martinho),
concelho
de
Vian
na,
diocese
de Braga.
Ovadas
(S. Plagio),
concelho
de
Rezen
de,
diocese de
Lamego.
Queijada
(S.
João
Baptista),
concelho
de
Ponte
do
Lima,
diocese
de Braga.
Sandiães
(S.
Mamede),
concelho
de
Pon
te
Lima,
diocese
de
Braga.
Silvares
(Sanf
Anna),
concelho de
Fun
dão,
diocese
da
Guarda.
Os
presbyteros
que
pertenderem
ser
apresentados
em
qualquer
das
referidas
egrejas
parochiaes
farão subir
por
esta
se
cretaria
d’
estado
os seus
requerimentos
documentados,
em
conformidade
com
o
que
se
determina
no
artigo 15.°
do
so
bredito
decreto
de 2
de
janeiro,
dentro
do
praso
de
30
dias, contados
da
publi
cação
do
presente
annuncio na
folha
oííi-
cial
do
governo,
devendo
requerer
separa-
radamenle
para cada
uma
das
egrejas
que
pertenderem.
e
ficando
na
intelligencia
de
qne
os
requerimentos
em
que
pedirem
mais
de
uma egreja
só valerão
para
o
concurso
d
aquella pela
qual
claramente
mostrarem
preferencia,
ou,
não a
mostrando,
para
o
concurso
da
primeira
que
mencionarem.
Na
mesma
conformidade
se
declara
aberf
o
concurso
pelo
praso
de
sessenta
dias
para
provimento da
egreja parochial
de
Nossa
Senhora das Angustias
da
cida
de
da
Horta na
Ilha
do
Faial,
bispado
de
Angra.
Secretaria
d
’estado
dos
negocios
eccle
siasticos
e
de justiça,
direeção
geral
dos
negocios
ecclesiasticos,
em
15
de setem
bro
de
1875.=L«ú
de
Freitas
Branco.
GAZETILHA
ANNIVERSA.RIO NATALÍCIO.
Faz
ámanhã
22
annos o Se
nhor D. Miguel de Bragança.
Enviamos
á
Real
Familia
Proscripta cordeaes
felicitações.
Festejo
*
n;
*
villa «la Ponte «la
Barea.
—
Com
dala
de
16
do
corrente
escrevem-nos
d'aquella
localidade :
Auuunciou-se
esta
tarde
a
creação
de
comarca n’esla
villa.
Estalaram
logo
al
gumas
dusias
de
fogueies,
e
sahiu
para
a
rua
uma
banda
de
musica,
seguida
de
gramie
multidão
de
pessoas.
A
’
noite
illuminaram-se
os
edifícios
pú
blicos e
as
casas
particulares.
T
r
es
filar
mónicas
percorrem,
á
hora
em
que
lhe
escrevo,
as
ruas
da
villa,
e estouram
oo
ar
numerosas
dusias
de
loguetes.
Prorom-
pem
vivas
eollmsiaslas
ao
ministério,
e
particularrnrnle
ao snr.
Barjooa, e
ao
sor.
conselheiro
Rocha
Peixoto,
a
cuja dedi
cação
por
esta
villa
se
deve
este impor
tante
melhoramento.
O
enthusiasmo
loca
33
raias
do
delírio
; e
todavia
isto
é
o
prologo <!e
esplendidos
festejos,
que
se
pre
param.
lluedn fal
*
n.
—
Também
leem
appa-
recido
no
nosso mercado
varias
moedas
falsas
de
100
e
200
reis.
Csulella,
pois.
Fe
*
iivi«la<le.
—
A
’
tnaohã
festeja-se,
a
expensas
d
’
alguus
devoios,
oa
capella
do
Hospital
de
S.
Marcos
d
’
e
*
ta
cidade,
a
Imagem
de
Nossa
Senhora
das
Dôres
que
alli
se
venera.
A
festa
constará
de missa
cantada
com
o
Sanctissimo
exposto,
e
ser
mão
leito
peio
distincto
e
bem
conheci
do
orador
sagrado,
o
ex.
ino
snr.
padre
João
Rebello Cardoso
de
Menezes.
JXoiíeriçtn.
—
Consta
que
o
snr.
An
tónio
Joaquim
Maoso,
empregado
da
ca-
rnara,
oa
liscalisaçàó
dos
irens,
pedira
á
mesma
a
sua
exoneração. O
snr.
Manso
tem
(no"tr<>do
no
desempenho (1
’
aquelle
serviço
o
maior
zêlo
e
aclividade,
e
pe
dimos
á
camara
que
quando
se
veja
for
çada a conceder a exoneração
pedida,
te
nha
t
'd
»
a
circnmspecçào
na escolha
do
indivíduo
que
fór
provido
n
’
aquelle
em
prego.
Da
boa
ou
má
Ihcalisação estão de-
pendeme
a
*
vidas
dos
passageiros,
e
to
dos
sabem por
certo
o
lamentável
desas
tre
occerri
!o
na
estrada
para
Espozeode
pot falta
di
segurança
devida
<lo
carro.
A
camara fazia
grande
serviço
ao
pu
blico
se
conseguisse que o
dito
enpregi-
do
continuasse
á
lesta
d
’
aquelle
serviço.
Fublieaçõeg.—
Recebemos e
agrade
cemos as
seguintes
:
—
Discurso,
que no conselho
de
guerra,
onde
foi julgado
o
general
Antonio
Pe
dro d
’
Azevedo, devia
ser
proferido por
João
Felix
Pe.rei>'a,
medico,
agronomo,
enge-
nheiro
civil,
e
professor
jubilado
do
li
ceu
nacional
de
Lisboa.
(5.a
edicção).
—
Horto-agricola
de
floricultura
de
Bran
dão
k
Costa,
horticultores e
jardineiros
paisagistas.
Rua
de
Camões
—Porto (Ca
talogo
n
0
1.)
— Os
dramas
do
novo
mundo
por
Gus
tavo
Aimard
—
Traducção
de
Guimarães
Fonseca
(Fas.
4).
E
*
edicção
da
Bibliolheca dos
dois
mun
dos.
—
Almanach
illuslrado
das
Horas
ro
mânticas
para
1876.
D
’esle
ultimo
recebemos
dois
exempla
res.
O
annnncio
vae
na
secção própria.
Jo
*
é
«B® Tellawdo.
—
Falleceu
no
presidio
de
Malange,
na
África,
o
celebre
assassino
José
do Telhado.
Fxnmie
*
em outubro.—O
«
Diário»
publica
o
seguinte
decreto:
Tomando
em
consideração
o»
requeri
mentos
<le
vários
alumnos
que
pedem
ser
a
d
mil
lidos a
exames
em
outubro,
a
fim
de
se
habilitarem
para
a
matricula
dos
cur
sos
superiores
e
especiaes, a
que
se
des
tinam,
no
proximo futuro
anuo
leclivo
;
Tendo
em
vista
o
disposto
no
artigo
165.
”
do
decreto
de
20
de
setembro de
1814,
e
no
artigo
83.°
de
26
de
outu
bro
de
1864;
e
Depois
de
ouvir o
conselho
de
mi
nistros
;
Hei
por
bem
decretar o
seguinte
:
Anigo
1.
”
São
admittidos
a
exame
nos
liceus uacionaes
de
Lisboa,
Porlo
e
Coim
bra, desde o
dia
2
até
ao
dia
10
de
ou
tubro
proximo,
os alumnos,
aos
quaes,
além
do
desenho,
fallar
nm
ou
dois
exa
mes
finaes
para
completarem
os
prepara
tórios exigidos
para
a
matricula
nos
esta
belecimentos
de
inslrucçào
superior
ou
es
pecial,
dependentes dos
diversos
ministé
rios.
§
l.°
Os
requerimentos
dos
examinan
do
*
,
acompanhados
de
certidões
que
pro
vem
lodos os
exames
que
os requerentes
houverem
feito,
serão
apresentados ao
reit<
r
do
liceu,
onde
estes
pretenderem
ser
examinados,
desde
o
dia
18
até
ao
dia
22
inclusive do
corrente
mez.
§
2.°
Os
alumnos,
que se
propozerem
a
exame n’esta
época,
são
obrigados
ao
pagamento das
matriculas
corresponden
tes.
Art.
2.°
Aos alumnos militares
é
per-
mitlido
requerer
exames
de
qualquer
dis
ciplina
dos
liceus
no
praso
e
com
as
condições
estabelecidas
nos
§§
l.°
e
2.°
do
artigo
antecedente,
e
no
n.°
3.° da
portaria
de
5
de
setembro
de
1875.
Art.
3.°
Os
aspirantes
a
farmacêuti
cos
de 2.
a
classe
são admiitidos aos
exa
mes,
de que trata
o
artigo
11.°
da
car
ta
de lei
de
12
Je
agosto
de
1854,
uma
vez
que
se
achem comprehendidos
na
re
gra
estatuída
no artigo
l.°
do
presente
decreto.
Art.
4.° Os reitores
dos
liceus de Lis
boa, Porto
e
Coimbra
enviarão
ao
minis
tério do reino, pela
direeção
geral
de
in-
slrucção
publica, alé
ao
dia
27
do
cor
rente,
as
relações dos habilitados
para
exame,
nos termos
do
artigo
62.°
do
decre
to
de
31
de
março de
1873.
Art.
5.°
Na
organisação
do
jury
e
uo
processo
dos
exames,
quanto
ás
provas
do
seu
julgamento,
observar-se-ha
o
que se
acha
determinado
na
legislação
em
vigor.
O ministro
e
secretario
d
’
estado
dos
ne
gocio»
do
reino assim o
tenha
entendido
e
faça executar.
Paço,
em
14
de
setem
bro
de
1875."=-REl=-AHZonm
Bcdrigues
Sampaio.
raridade. —
Existe
na
cidade
de
Dalia, Texas,
uma
cadeia
de quatorze
pés
e
meio
de
comprido,
composta
de,
150
moedas
de
prata
de
dilferentes
cu
nhos
e
nas
quaes
estão
representados
quasi
lodos os
paizes do
mundo;
além
d
’
isso
nào ha
entre
todas
ellas
duas que
sejam
iguaes.
A
dita
cadeia
foi
encontrada
em
ter
ritório
indio,
e
ludo leva
a
suppor
que
tenha
sido propriedade
de
algum
monarcha
peite
vermelha.
Seda
vegetal.—
O
cônsul
americano
em
uma cidade
do
Perú,
participou
ao
seu
governo
a
descoberta
de
uma
planta
que
produz
excellmle
seda.
E
’
um
ar
busto
vivaz,
de
4
pés
de
altura,
que
encerra
a
seda em
oma
capsula,
seda ião
fina
como
a
do
sirgo.
O
caule da planta é
formado
por
libras longas
e
brilhantes,
que
se podem
fiar e
tecer
como
o
me
lhor
lio
de
linho.
Os
índios fabricam gros-
reiramente
com
estas
libras,
vários
teci
dos
de
muita
duração
e
beilesa.
<15
exercito «Sa Turquia.—O
exer
cito
ottomano
está
dividido
em
diversos
corpos
de
exercito,
cornprehendendo
a se
guinte
força:
exercito
permanente,
75:000
homens;
com
licença,
podendo
ser
cha
mados
ás
fileiras,
40:000;
pnmena
classe
da
reserva,
60:000;
segunda
classe,
120:000;
tropas
irregulares, 15:000.
Contando
sempre
com
o
seu
effeclivo,
a
Turquia
tem
que
allender
a
muitas
guar
nições
importantes, e
para
levar
á
Her-
zegovioa
nào encontrará
no
primeiro
mo
mento
disponíveis
mais de 20 ou
30:000.
A
iiifaiileria
oliomana
e»tá
armada de
espingaidas
Snider,
Martini e
Winchester
e
a
sua
arlilheria lem
grande
numero
de
peças
Krupp.
Mas
é
preciso
notar
que
o
império
não
tem
estradas
militares
bem
conservadas,
nem
caminhos
de ferro
com
bom
material, nem administrações
no
caso
de atleoder
de
momento a todas
as
neces
sidades
de
uma
guerra.
Os depositos
de
material
e
de
armas
estão
em
Constantinopla.
De
lá é
que
saem
para as
necessidades
dos
corpos.
As
munições
existem
dos
commandos
supe
riores. Para
os
transportes
militares é
necessário
faser
contratos
com os particu
ques
dos
navios.
No
principio
do
século
passado
metade da Hollanda esteve
a
pon.
to
de
ficar
submergida,
porque as
estaca,
rias
de
seus
extensos
diques
foram
ataca-
das
por estes animaes.
Custou
muitos mj.
Ihões
a reparação
dos
estragos
causados
por
tão
fraco
molusco.
O
uso de
forrar
de
cobre
os
navios foi
adoptado
para obstar
a
esta
devastação.
As
madeiras
injectadas
de
substancia
adstringentes
e venenosas
não
são
destruídas
pelos
teredens.
O
trabalho
destruidor
d
’
esles
molluscos
realisa-se
lenta e
successivatnente, furando
as
madeiras
como
se
fosse
uma
verruma.
Muitas vezes
succede
submergirem-se
os
navios
no
alto
mar
com
agoa
aberta,
sem
que
os
marinheiros
tenham a menor
sus
peita
da catástrofe
que
os
ameaça.
E
por
tanto
bem
cabido o
titulo
qoe
Liuueu ap-
plicou
a
este
terrível
Ihgello.
Cnçaíla
*
eosax
faleõe
*
.
—
Esta
espe
cie
de
caça, em que
se
empregavam cer
tas
aves
de
rapina, como
os
falcões
e
ge-
rifaltes,
esteve muito
em
uso
ua
edade
media.
No
tempo
de
Luiz
XIV
ainda
a
corte
de
França
se
dava
muito a este
exer
cício cyuegetico.
Não
merecia o
nome de
cavalheiro
n
’
aquelles
tempos
quem
oão
ti
vesse uma
espada ao
lado e
um falcão
em
punho.
Até
a«
damas concorriam a
estes
exercícios
venatorios.
Eram em Franca
obje
ctos
tão
sagrados
a
espada
e
o
falcão,
que
tal
fórma
inherentes
á
personalidade
e
preroga-
tivas
de
cavalleiros,
que
as
leis
não
per-
miltiam,
nem
mesmo
para
recuperar a
li
berdade, empenhar
ou
vender
aquelles
ob
jectos.
S.
Huberlo
era
o
patrono dos
caçado
res e a
abbadia
d
’
esla
invocação,
protegi
da
pelos
reis
de
França
desde
o
século
XI,
enviava
todos
os
annos
ao
paço,
no
mez
de
julho,
6
cães
corredores
e
6
aves
de
rapina,
e
o
indivíduo que
as
conduzia
era
recebido
pelo
rei
como o
ceremonial
de
um embaixador.
Etn
Portugal
lambem
alguns
reis
foram
muito
apaixonados
(1’
esla
especie
de
caça.
Anedocta
*
.
—
Perguntava-se
a
uma
menina
de
6
annos,
de
que gostava
ella
mais;
se
do
seu
gato, se da
sua boneca?
Gomo
a
resposta
a
podia
comproroetler,
hesitou
por
muito tempo.
Instaram,
po
rém,
e resolveudo-se
por
íim
a
respon
der,
inclinou-se
para
quem
lhe
fazia
a
pergunta,
e
disse-lhe
ao
ouvido:
Eu
gos
to
mais
do meu galo,
mas
não
diga
nada
a
minha
boneca.
=
Um
avarento
encommendou
a
um
pintor
um
quadro
primoroso,
e
obra
tão
perfeita, como
elle
nunca
tivesse
visto.
—
•
Sim,
senhor,
respondeu
o
pintor
;
e
eu
lhe
pintarei
a
liberalidade.
=Perguntando
a
Fontenelle,
qoe
difle-
rença
havia
entre
um
relogio
e
uma
mulher,
respondeu
promptameate —
O
relogio
serve
para
nos
lembrar
as horas,
e
as
mulheres
para
as
fazer esquecer.
— Um homem
rico
e
nobre
deu
uma
filha
em
casamento
a
nm
rapaz
pobre
e
de
origem
plebea,
por
ver
que
este
ra
paz
por
seus
merecimentos
já
eslava
bem
empregado
e
em
bom
caminho
para
exer
cer
os mais
elevados
cargos
da
sociedade
—
Perguntando
lhe
um
amigo,
porque
con
sentira
eia
tal
casamento,
respondeu—Eu
não
vejo
d
’onde
meu geero
vem, mas
ve
jo
para
oode
elle vae.
-Perguntou-se
a
um
filosofo,
qual
era
a
melhor
cousa
d
’
este mundo?—
A
liberda
de,
respondeu
elle.
E
a
mais
agradavel
?
a
riquesa.
E
a
mais
rara? a
felicidade.
E
a
peior
?
a
morte—
Dizia
também o mes
mo
auctor,
que
o
homem
mais
feliz
do
mundo
era
o
sabio
com
saude
;
o
mais
infeliz
o
velho sem dinheiro
;
o
mais im
portuno
o
fallador
;
o
mais
perigoso
o
me
dico
ignorante
;
e
o
mais
digno
de
compai
xão
o
mentiroso,
porque
ninguém
o
acre
dita.
=FazenJo-se
o
inventario
de
uma li
vraria,
encontrou-se
um livro
hebraico.
Gomo esta
lingua se lê
da direita
para
a
esquerda,
o
empregado
escreveu
na
rela
ção;—
Um
livro
de
lingus
estrangeira,
que
começa
de
traz
para
diante.
—
Um
fanfarrão,
que
tinha por
costu
me
provocar
com
palavras
as
pessoas
mais
inoflensivas,
recebeu
de
uma
das
suas
vic-
timas
o
merecido
castigo,
soflrendo
com
paciência
uma
boa porção
de
bengaladas
Alguns
dias depois,
disse-lhe
um
amigo
no
meio
de
grande
roda,
que
certo
indivíduo
fallava
mal
delle
—
Pois
em
o
encontrando,
respondeu
elle,
he<
de
dar-lhe oma duzia
de
bengaladas
—Muito be
n,
disse
um
dos
circumslantes, de
certo
que
as pode
dar»
porque ainda
ha
poucos
dias
recebeu
v.
boa
porção
d’
ellas.
lares,
que
nem
sempre serão
vantajosos
para
o
estado.
Retrato de Joanitn
de Art. —
Des
cobriu-se
um
retrato
aulhentico
de
Joan-
na
de Arc,
feito
pelo
pintor
escocez
Power,
diz
a
«Discussão».
E>te
retraio
lem
a
sua
lenda.
Um
pa
risiense
amador
de
Bellas
Artes
com
prou-o
ha
muitos
annos
n
’
um
leilão
jun-
laraente com mais
quadros
velhos, em
Or-
leans. Mal olhara
pan
elle
e
rnandara-o
metier
n
’
uin
celleiro.
Ha
pouco»
dias
n
’
u
ma
arrumação
que
fez,
lembrou-se
de
o
mandar
limpar,
e
foi
só
então
que
deu
pelo
seu
valor hislorico.
O
ministro
das Bellas
Artes, vae
no
mear
uma
commissão para
examinar
o
quadro,
e
se fór
autheutico
terá o
seu
logar
no
museu
do
Louvre.
Conimbrieense.—
D
’
este
jornal
trans
crevemos
o
seguinte:
As
luvas.
—
Aiwa
»e
ignora
a
epocha
certa
da
invenção
das
luvas;
sabe-se
po
rém,
que
o
seu
uso
data pelo
menos
do
século
VI.
Foi
só
no
reinado
de
Luiz
XIII,
que
em
França
principiaram
as
mulheres
a
usar
este
enfeite. No
tempo
de
Luiz
XIV,
ninguém
de
boa educação
podia
dis
pensar
esle
objecto.
Foi
n
’
esta
epocha,
que
se
fundaram em França
as
principaes
fa
bricas
de
luvas
de pellica,
de
seda,
de al
godão e
lã.
Em
algumas
epochas,
aules
da
revolu
ção
de
1789,
era a
etiqueta
na
socieda
de
elegante,
os homens só
usarem
luvas,
quando
sahiam
acavallo,
e
deixal-as
na
cavallariça
quando
se
apeiavam.
Se
algum
cavalleiro
faltava
a
esta
clausula,
algum
dos criados advertia
o
amo,
ofíerecendo-
Ihe
um
ramo de flores,
o
que
era
sempre
bem
recompensado.
Hoje
o
uso
das
luvas
lem-se
propaga
do
por
todas
as
classes
da
sociedade.
Al
guns
indivíduos
exaggeram por
tal
fórma
esta
moda,
que
usam
em
cida dia
uns
poucos de
pares
de
luvas.
O
conde
d
’Or-
say,
um
dos
cavalheiros
mais
elegantes
de
Inglaterra,
e
espirito
brilhante,
levava
a
tal
excesso
o
apuro
do
vestuário,
que
usava
todos
os
dias
6
pares
de
luvas!
Para
se
avaliar
o
irnmenso
consutno
(Tes
te
produclo
industrial,
basta dizer,
que
a
Fraoça
Lbrica
luvas
no
valor
de
30
mi
lhões
de
francos
annuaes
!
Lyrio
dos
tintureiros.
—
Esta
planta
mui
to
empregada
na
tinturaria,
porque pro
duz
uma
beila
côr
amarella,
era
conheci
da
antigameote pelo
nome de
herva
dos
judeus,
porque
era
preseripçào
infallivel
para
os
israelitas
usarem
chapéus
dagidos
de
amarello
por
esta
planta.
A
harpa.
—
E
’
um
dos
instrumentos
mais
antigos,
e
já
figurava
na
Judea
e
no
Egypto. Os
povos
gregos
e
latinos
não
a
usaram
;
inas
os
povos
do
norte
já
em
tempos romolos
a
possuíram
e
apreciavam
muito.
Na edade
media
lambem
foi
muito
po
pular.
A
harpa
era
o
instrumento
predi-
lecto
dos
bardos, trovadores
e
menestreis.
No século VIII o
numero
de
cordas
era
apenas
de 17
;
hoje
porém
e muito
maior
e
o
uso dos
pedaes tem
aperfeiçoado
este
instrumento.
Commercio
flores.
—
Não
faliando
dos
jardins
botânicos e
escolas
scientificas, ho
je
espalhadas
por
todos
os
paizes,
são im-
mensas
as
riquezas
vegetaes, que
os
pro
gressos
da
botanica e
o
amor
por
esta
bel-
la
sciencia
todos
os
dias
vão creando.
Eâ
!
s-
ta
citar
as collecções
especiaes
de
alguns
amadores
particulares,
em
que
brilham
principalmente as roseiras,
as
camélias,
as
begónias,
as
orchideas, as
dhalias,
jacin
tos,
verbenas,
rhododendros,
calceolarias,
cinerarias,
pelargoaios,
etc.
Em Paris
tem
adquirido
tal
importân
cia
o
commercio
de
flores,
qoe em
alguns
dias festivos, como
os
dias
da
Assumpção,
S.
Luiz,
etc
,
vendem
se
mais
de 80
mil
francos
de
ramalhetes.
No
inverno,
para
os bailes e
thealros
vendem-se mais de 40
mil
francos
de
fiores.
Está
calculado
o
va
lor
annual
dos prodncios
das
hortas dos
arredores
de
Paris
em
mais
de 30
milhões
de
francos !
Vivem
deste ramo
de indus
tria
agricola
pelos
menos 500
mil
pessoas!
Accrescenta-se
a
estes rendimentos
de cul
tura
floristica
e
hortícola o
valor
da
pio-
ducção fructifera.
Beila resposta. —
Perguntando-se a
Bias,
ceiebre
philosopho, quero
no
mundo
era
rico
:
respondeu
—
quem
nada deseja.
E
quem
era
pobre
:
—
respondeu ainda—o
avarento.
Calamidade do
*
navio
*
.
—
Lineu
deu
este
nome
a
certos
moluscos,
appa-
reutemente
inofTensivus,
mas
terrives
por
seus desastrosos
efleitos.
São
os
teredens,
verdadeiro
caruncho
do
mar,
que
causam
grande
damoo,
furando
a
madeira dos
di
SECÇÃO DE
COMMUNICÃDOS
Pergunto ao
snr.
reitor
de Santa
Ma
ria d
’
Alvarenga,
do
concelho
de
Lousada,
a
rasão
porque,
oito
dias
antes
d
aquelle
em
que
deveria
ter
logar
a
festividade
ao
Sagrado
Coração
de
Maria,
e
á
estação
da
missa
conventual,
pediu
aos seus fre
gueses
para
que
nao
dessem
esmola
al
guma
para
a
mesma
festividade
?
Outrosim, desejo
saber o
motivo
por
que
impediu
que
ella
se
eflectuasse,
estan
do
já indo
tractado?
Çspero
pela
resposta
de
s.
red.raa
Santa
Maria
d
*
Alvarenga
15
de
setem
bro
de
1875.
Justino
José
Joaquim
Borges.
ED1T0S
DE
30
DIAS
Pelo
juiso
de
dereito
d
esta
comarca
de
Braga
e
cartorio
do
escrivão
Freitas,
cor
rem
éditos
de
30
dias
a
contar
de
31
d
’
a-
goslo
findo,
a
chamar
e
citar todas
as
pes
soas
incertas
que
queiram
oppôr-se
á
jus
tificação
que pelo
mesmo
juizo
e
cartorio
promove Anlonio
da
Cosia,
íilho
legitimo
de
Jeronymo
da
Costa
e
Adriana
Peixoto,
do
logar
da
Calçada,
freguezia
de
S.
Paio
de
Merelim
d
’
esta
mesma
comarca,
e isto
para
o
hm
de
justificar e
provar
que
elle
requerente
é
a
unica pessoa
que
pelo
seu
trabalho
sustenta
e
ampara
os
ditos
seus
paes, os
quaes
são
extremamente
pobres,
doentes
e
sem
poderem
trabalhar,
e
que
é
elle
requerente
o
primeiro
e
unico
fi
lho
qne
os
mesmos
seus
paes reclamam
do
serviço
militar
a
sua
izempção
—
o
ve
nham
fazer até
á
2.a
audiência
posterior
ao dito
praso
de
30
dias,
pelas
10
horas
<la
manhã,
no
tribunal
judicial
no
largo
de
Santo
Agostinho—na
qual
se tem d'acusar
a
citação
e
assignar-se-lhes
mais
o
praso
de duas
audiências para
contrariarem, sob
pena
de
revelia
e
lançamento,
e
de
ser
julgada
a
final
valida
a
presente
justifica
ção
para
surtir
os
cffeilos
legaes.
(2G97)
O
solicitador
—
Torres.
A
LM
A N
A
CH
ILLUST
RA
B
O
DA
Ensjtrctíi
*
«Horas
Hoisnazíiticas»
Para
1876
Paquetes
GUADIANA
.
29
de
Setembro
DOURO
.
.
13
de Outubro
MONDEGO
.
29
de >
O
paquete
de 13
toca
em S.
Montevideu
e
Buenos-Ayres.
O
paquete de 29
toca
em S.
nos-Ayres.
a
sair
de
Lisboa:
|
ELBE
.
.
13
de
Novembro
|
MINHO
.
.
29
de
<
|
NEVA
.
.
13
de
Dezembro
Vicente, Pernambuco,
Bahia,
Rio de
Vicente,
Rio
de
Janeiro,
Montevideu
Oi preço» são minito rasoaveis
Acaba de
sair
á
luz
este
interessan
tíssimo
volume,
que
pelo
modico
preço
de
120
se
vende
nas
principaes
livrarias
do
reino,
ilhas ultramar e
Brasil.
DEPOSITO DE CÍE.-1RUTOS
II A.
V AND S
Chegou
a
esla
casa
a marca
especial
FLOR DO
CHIADO
PAPEIS
DE
ARRENDAMENTOS
IMPRESSOS
Vende-se
na
Tabacaria Wracaren-
se.
(2G86)
ã7ÕÍTÊGÊ)~ÃLTÊMÃÕ
Lisboa
rua do
Prior, I© e 54
EM
BUENOS-AYRES
Este
collegio
para
educação
de
meni
nos
e
meninas, acha-se
estabelecido
era
duas
casas
separadas.
O
ensino
é
confiado
a
professores
e professoras
escolhidos,
na-
ciooaes
e
estrangeiros.
As
accomtnodações
para
peiiMooislas
são
excèllentes.
Para
programmas
e
mais
esclarecimen
tos
dirija-se
ao
director
A. H. Boeder.
(2696)
INJECÇÃO
BAllNlT
E’
já
bem
conhecida a sua
efíicacia
em
curar
em
menos
de 8
dias,
toda
a
qua-
lidade
de
purgações,
como o póde
alies-
Ur
a
venda
de
mais de
2
003
frascos.
Deposito
em
Braga,
na
pharmacia
do
Hospital
de
8.
Marcos.
(2641)
Janeiro,
e
Bue-
Esta
companhia
para maior vantagem,
resolveu ter
a
bordo
de
todos
os
seus
vapores,
criados
e
cosinheiros
portuguezes
para
servirem
os
passageiros
de todas as
classes,
cujo
tratamento
se
torna
hoje
o
melhor
possível.
Cada
passageiro
de
3.
a
classe
tem
grátis,
belixe
com
colchão
e
roupa ue
cama,
vinho
e comida
á
portu-
gueza,
tudo
em
abundancia.
O
transporte
do
caminho
de
ferro
até Lisboa
é
por
conta
da
companhia
bem
como
outras despezas.
Para
mais
esclarecimentos
prestam-se
em casa
do
agente
n
’esta
cidade, rua
do
Souto
n.°
43.
—
Em Braga.
João Manoel da
Silva Guimarães.
(58
Carreira
semanal
COMPANHIA
DE
NAVEGAÇÃO A
TIPOS
BOPWICí)
Rio
de
Janeiro,
Montevideu,
Buenos-Ayres,
Valparaiso,
Arica,
Islay
e
Callao
CARREIRA
QU1NEENAL PARA PERNAMBUCO E RABEIA
A
Cosnpanhía
reduziu
os
preços,
conservando
as
mesmas
vaBitagens
como
até aqui tem
oflerecido
aos
snrs.
passageiros:
excellentes
commodos,
bom tra
tamento,
bastante espaço paca bagagens e viagfens rapinas,
pois
que
OS
Pa^netes do Pacifico
tem
gasto
SÓmente
13
dias
de Lisboa no Rio de
Janeiro.
Criança® doa passageiros
Preços
das
passagens
incluindo
o
caminho
de
ferro
do
Porto
para
Lisboa
3/
CLASSE
2.
’
CAMARA
1.
*
CAMARA
Pernambuco
....................................
405000
815000
1085000
Bahia
...................................................
405000
905000
1175000
Rio
de
Janeiro....................
455000
905000
1215500
Montevideo
e
Buenos-Avres.
.
.
.
545000
905000
1575500
Valparaiso,
Arica,
Islay e
Callao
....
1265000
1895000
3085500
Até
aos
12
annos
meia passagem. A‘é
aos
8
annos
a
quaria parle.
Até
aos
3
annos
grátis,
urna
só
de
ceda
familia.
Todas
as
terças
feiras
sahirá
de
Lisboa
um
paquete,
os
passageiros
de
3.
*
classe
teem
belick^com colchão e roupa,
comida
a
portugueza em
abundancia
e vinho
duas
vezes por dia
AGENTES
EM
BRAGA
—Almeida
&
Pereria.
Traia
a
passagem
a
pagar
á
vista
e
a
prazo
com
fiança.
(TC
★)
ALUGA-SE
Uma
casa
feita
de
novo,
sita
na
rua
das
Agoas,
n.°
91.
Trata-se
na
rua
dos
Chãos
n.°
13.
Póde
vêr-ae
das
10
horas
da
manhã,
até á
1
da
tarde.
(2691)
ra
evicção
Anlonio
Moreira
Coelho,
morador na
rua
de
D.
Pedro 5.°
d
’esta
cidade,
faz
pu
blico
por
esle
meio
para
lodos
os
efleitos,
que,
se
não responsabilisa
de
fórma
algu
ma
por
dividas
que
em
seu
nome
sejam
contrahidas,
a
não
ser que, elle
proprio
seja
quem
as
faça.
(2695)
Casa
de
CommissÕes
Antonio Zacharias
da
Silva
Coelho,
com
casa
de
CommissÕes em
Braga,
rua
de
S.
Miguel
O
Anjo
n.°
16,
ao
campo
das
Hortas,
recebe
e
envia encommendas
.
para
qualquer
parte
do
reino,
mesmo in-
{
deptu
lentes
das estações,
a
pagar
em
qual
quer
dos
pontos pela
commissão de
49
rs.
por
volume
até
70
kilos.
Também
remette
encommendas
ou mer
cadorias
para
qualquer
parte
do
Brazil
ou
nação.
Encarrcga-se
dos despachos na
estação
das
Devezas
ou
de
qualquer
alfandega
do
reino
abonando todas
as
despesas até que
as
mercadorias
cheguem
ao
seu
destino,
mediante
uma
commissão
rasoa^el.
(2635)
PIANO
Vende-se
um
de
7
oitavas,
pau
preto,
e
d
’acreditado
auctor.
Vê-se
e
trata-se
com
o
ill.,no
snr.
Fernandes Pereira,
Campo
de
SanCAnna
em Braga.
(2681)
AGOAS
gINERMS
Na
pharmacia
de
Antonio
Domingues
Alvim,
Ira
‘
deposito
de
agoas
natoraes
das
Pedras
Salgadas:
Alcalina
de
Moura, En-
tre-Rios.
das
Caídas
da
Rainha,
Sedlitz,
Verim,
Vidago
e
Vichy.
(Q
*
)
BANCO
COMMERCIAL
DE
COIMBRA
Sociedade
anonyma
—
responsabi
lidade
limitada
São
prevenidos os snrs. ac
cionistas
d’este
Banco a fim
de
entrarem
com a 8.» prestação
de
10
p. c.
das suas acções.
desde
o
dia 20
a 3(>
do cor
rente,
das
10
horas da manhã
até ás 2 da tarde, em Coimbra,
na
séde do Banco, no Porto,
Lisboa,
Eraga, Vianna, e
Man-
gualde,
nas
agencias do mes
mo
Banco.
Coimbra, 10 de setembro
de
1875.
Os
gerentes,
José
Barbosa
Lima.
J. Melchiades
Ferreira
Santos.
(C.
2687
R.
127)
Carreira
de
Braga
á
Povoa
do
Varzim
José
Anlonio
Duarte
Pregoeiro
&
Irmão,
resolveram
para
maior
commodidade
dos
snrs.
passageiros
estabelecer
o
preço
des
de
o
dia
17
do
corrente
entre
Braga
e
Povoa
de
Varzim
e
vice-versa, a
500 rs.
dentro,
e
400
rs.
fóra,
coutimiando
a
sair
a
carreira
da noite
ás 10
horas,
e
o
car
ro
que
sai
ás
4
da
manhã,
principia
des
de
o
dia
17
do
corrente
inclusivé
a
sair
de
Braga
ás
5,
chega
a
Barcellos
ás 8,
e
á
Povoa
ás
H
e
meia.
Sae
da
Povoa
ás
5
chega
a
Barcellos ás
8
e
a
Braga
ás 11
e
meia, demora em Barcellos meia
hora
tan
to
na ida
como na
volta.
(2692)
DILIGENCIAS
DIARIAS
Bs
Sebastião «la Silva Neve»
Enlre
Braga,
Ponte
do
Lima,
Vianna,
Ca^
minha,
Valença, Monsão.
Tuy,
Vigo,
Ponlevedra
e
S.
Thiago.
Também
se
despacham
bilhetes e
ba
gagens
directamenle
de
Braga
para
Lis
boa.
por
caminhos
de
ferro.
Escriplorios:
em
Braga,
na
casa aon
de
eslava
a
Companhia Viação
(esquina
da
Conega),
em
Ponte
do
Lima,
na
hos
pedaria
da
Theodora,
em \ianna, no es
criptorio
do
anniiDciante.
(2611)
Agencia
do
Banco
de
Vianna
Rua
do
Souto
n.°
30
Esla
agencia
faz
as
seguintes
operações:
Desconta
leiras
da
terra
e
de
cambio.
Encarrega-se da
compra
e
venda de
pa
peis de credito.
Receie
dinheiro á ordem
e
a
praso
abo
nando
uros.
Empresta
sobre
penhores
d
’
ouro,
pra
ta,
inscripções,
acções
de
bancos e
com
panhias.
Saca
sobre
praças do
reino
e
estran
geiras,
onde
o
Banco
tem
agencias.
Braga,
3
de
junho de
1875.
Os
agentes,
(B
*
)
Carvalhos
&
C.a
METAES
VELHOS
Na
travessa
de
S.
João
n.°
5,
com
pra-se
toda a
qualidade
de
metaes,
e
ferro
velho
até mesmo
fundido.
(860)
Rua
du
Campo, n.°
22
—
Braga
Alugam-se
os
altos
da
casa
n.
°
22,
que
tem
commodos
para numerosa
fami
lia. Trala-se
na
mesma
de
seu
aluguel
e
póde ver-se
a
toda
a
hora
do
dia.
(2626)
HNUIi»l
hPOIl
NA
QUINTA DE RORIZ
PORTO
JOSE
’
I.
FERREIRA
RORIZ
PORTO
PRIMEIRA E
ANTIGA
X
RORIZ
roivro
1
-
RUA
DAS
FLORES
-
3
CASA
FELIZ
1,3-RUA
DAS
FLORES-1,3
(JUNTO
Ã
EGREJA DA MISERICÓRDIA)
COxTlPRA
E
VENDE
Inacripçõe®
de assentamento
(JUNTA Á
EGRAJA
DA MISERICÓRDIA)
g
SORTE GRANDE
«
èis
5.000$000 *
g
"íiserieordia dn
Loteria da
Santa Casa
da Misericórdia de
Lisboa
Extracção
a
26
do
corrente
FORNECEDOR
DA
CASA REAL
DEPOSITO
CENTRAL, RUA DAS FLORES,
35 37 E 39
uto
O
proprietário
annuncia
aos
seus
freguezes,
e
ao
publico,
que
em
todo
o
sabão
fabricado na
sua
fabri-
X
ca,
e
que
na
mesma
se
vender,
ou
no
Deposito Cen-
trai,
se
fará o
desconto
de
6
por
cento
sobre
os pre-
ços
estabelecidos,
de uma
caixa
para
cima.
Satisfaz-se
com
promptidâo
qualquer
pedido
que
seja feito
do di-
hg
to
genero,
tanto
d’esta
cidade
como
das
provincias
e
3?
se
garante
a sua
boa qualidade.
Ditas
de eonpons
Ditas de
divida externa
Titulos
Iiispanlioes internos
Ditos externos
Coupons
dos
ditos já vencidos.
so
££3"
Sacca,
toma
letras
e
dá
cartas
de credito
bre
Lisboa
e
diversas praças
estrangeiras,
e se encar
rega
de
compra
e
venda
de titulos
de
divida
publica
nas
mesmas
praças.
JOSÊ
IGNACIO FERREIRA
RORIZ |
AFIANÇADO
NO GOVERNO CIVIL DO PORTO, NA CONFOR- %
M1DADE
DO EDITAL DE 28
DE JULHO DE
1860
SX
Tem
á
venda
no
seu estabelecimento
bilhetes
intei-
Vs
ros
a
5&000
rs.
—
Meios
ditos,
a
2$600—
Quartos,
a
1$300
—
Oitavos,
a
680
—
Cautellas
de
500,
250
e
130
rs.
O
mesmo satisfaz, com promptidâo
todas
e
quaesquer
™
encommendas
que
lhe
sejam
feitas
das
provincias,
ain-
da
que
sejam
em grande quantidade,
e
vindo
acompa-
ã
nhadas
do
seu
importe
em
vales
dos
correio
; e
no
fim
da
extracção remelte
a
lista
dos prémios
aos
seus
ç
*
freguezes,
mas quando
a
não
recebam
em
tempo
com-
4
pelente
lerão
a bondade de
a
requisitar.
(G
*
)
§
NOVA
FUNDIÇÃO DE FERRO
DE
Antonio Germano
Ferreirinha
NA
Travessa
de
S.
João
Aonde
faz
toda
a
obra,
assim
como
bombas,
conçollas,
columnas
para
gaz, pe-
zos
novos,
panellas
á
ingleza
de todos
os
tamanhos,
canos
para agoas
e
gaz,
e
toda
a
obra
de
fundição,
como
grades
para
sacadas,
obra
de
metal,
sinos
e
outros
ob
jectos
de
'igual
teor
etc., pelos
preços do
Porto.
Francisco
José
da
Cunha
Com loja de caldeireiro
Rua
de
S.
Vicente,
n.°
100
—
Braga
Vende
Caldeiras,
Taxos,
Bacias,
Cho
colateiras,
alambiques,
e
mais objectos
de
cobre,
pertencentes
ao
seu
estabelecimen
to,
por
preços
commodos.
(2689)
VENDE-SE
Na
irmandade
das
almas
de
S.
Thiago
da
Cividade,
d’
esla
cidade,
ha para
vender
um
esquife
de
bastante
trabalho
e
em
muito
bom
estado.
Falla-se
com
a
meza.
(2690)
ALUGA-SE
Um
piano forte.
Para tratar,
no cam
po
de
D.
Luiz
I,
n.°
1
(entrada
da
rua
dos
Capellistas.)
ATWào
A. KIBEIHO
Campo
de
D.
Luiz
7, n.°
1. (Entrada
da
rua
dos
Capellistas.)
Tem
grande sortimento
de
fazendas
de
lã
modernas,
para
vestidos,
preços
bara
tíssimos,
100,
120,
e
160
rs.
e
de
maior
preço.
Chilas
largas
de
90,
100
e
120 reis,
guarda-solinhos
para
senhora,
desde
1^000
reis
até
3000;
tranças
e cuias
para ca
beça
de
senhora ;
leques
pretos
e de cô
res
dos
mais
modernos
para
senhora
;
la
ços
e
íichus
de
seda
para
senhora,
e
mui
tos
artigos
proprios
do
seu estabelecimento.
(2630)
li
O professor
em
artes,
lettras
e
scien
cias,
membro
do
clero
e
magistrados,
todo
o
medico, cirurgião,
dentista
e
artista,
que
desejem
obter
o
titulo
e
diploma
de
doutor
ou
bacharel
honorário,
podem
diri-
gir-se
a
Medicus,
rua
do
Rei,
46,
em
Jer-
sey
(Inglaterra).
(T
*
)
PERFUMARIAS
VeiadeiBi-se na
pharmaeia
de A. D.
Alvim, <is geguiBites
preparado®:
Agua de
triple
de
Colonia.
Dita
da
Sociedade
Higiénica.
Dita
de
Príncipes.
Dita de
Codrail &
Companhia
e
outros
auctores.
Ditas
Aneterina,
do
dr.
Popp.
Dentorina,
de Rigaud.
Colcriginio,
de
Rigaud, liquido
regene-
dor da
côr primitiva
dos
Cabellos.
Pós
Rosèe,
preparação
nova,
para bran
quear
e
amaciar
a
pelle,
de
Rigaud.
Oleo Miranda,,
de
Rigaud.
Vinagre
de Toalelte,
de
Bully.
Creme
Dentrifico,
de
Rigaud.
Pós
Dentrificos,
do
dr.
Pierre.
Thesouro
da
Bocca.
esta
agua
dentrifi-
cia,
muilo agradavcl ao
gosto,
é
a
mais
eílicicaz
para
os
cuidados
da bocca,
e
con
servação
dos
dentes.
Pomada
Flexível,
para conservação dos
cabellos.
Pó d
’
Arros
dTtalia,
para
branquear,
refrescar
e
amaciar
a
pelle.
Pomada
Miranda,
de
Rigaud,
tónica
e
fortificante
do
cabello.
Benzina
perfumada.
Esta
benzina
é
de
todos
os
productos
alé hoje
conhecido
”,
o
eflicaz
para
tirar
as
nodoas
de
todos
os
corpos
graxos
cu
reziuosos,
dos
tecidos
de
séda,
lã,
linho
e
algodão,
sem
alterar
a
côr,
nein
atacar
o
tecido,
deixando
depois
do
seu
uso
um
aroma
agradavel.
Oleo
de
mãe
de
vacca, romalisado
pa
ra
o
cabello.
Sabonetes
de
alcatrão,
muilo
uteis
em
diversas
moléstias
de pelle.
OLEO DA PERCIA
Este
oleo
cosmético
bem
diflerente
a
todos os
oleos
e
pomadas usadas
até
ho
je,
amacia,
dá
lustro
e
brilhantismo
no
cabello,
melhor
que qualquer
outro,
sem
deixar
nodoa
alguma
na
roupa.
Vende-se
na
pharmacia
de
A.
D. Alvim.
LEITE
DIVINO
Unico
restaurante
da
bellesa.
Vende-se
na
pharmacia
de
A.
D. Alvim.
TONICO ORIENTAL
Preservatoiio
seguro contra
a
calvice
e
encanecimeoto,
é
a
preparação
mais deli
ciosa
que
se
ha
descoberto
para
o
cabel
lo.
Vende-se
na
pharmacia—
Alvim.
AGOA
CIRCASSIANA E
FLORIDA
Vende-se
na
pharmacia
—
Alvim.
(2675)
moo.®
José
Carlos
Machado
d
’Almeida, com
estabelecimento
na
rua
do
Campo,
n.°
16,
lem
para
vender
um
surlimento
de
cami
solas
de
lã
de
lodos os
tamanhos,
assim
como
meias
e
culurnos, que vende
por
preços
comodos.
(2647)
PADRE
SENNA
FREITAS
A
TEMA
DE
MESTRE LCCAS
Romance religioso
original
1
vol.
400,
pelo
correio
430
A
’
venda
na
Livraria
Chardrou
—Editor.
João
Manoel
da
Silva
Guima
rães.
—
Rua
do
Souto n.° 43.
Compra
e
vende
Acções
de
todos
os
Bancos e
Companhias,
Inscripções
de
As
sentamento
e
coupons.
(581)
pêdrã
ITÃ
lã
J
en
Ã
ríã
Quem
quizer
comprar
uma
porção
de
pedra d’
alvenaria,
dirija-se
ao
snr.
An
tonio
dos
Santos
Costa,
rua
da
Sé. (2698)
L’
Illuslration
de
la
mode.
O
mais
elegante,
Ticamente illustrado
e
barato
dos
jornaes
da
moda.
Publica-se em
Pariz
uma
vez
por
mez,
no
formato
dos grandes jornaes
illustrados.
Cada
numero
contém
dez
a
quinze
mo
delos de toilelte,
uma
grande
folha
de
mo
delos de
tamanho
natural
e
uma
magni
fica
gravura clorida.
Quem quizer
assignar
esta
publicação,
dirija-se
á
livraria
de Eugênio Chardrou,
largo
de
S.
Francisco.
—
Braga.
A
empreza
offereco aos seus
assignan
tes
um magnifico
cofresinho
contendo
tu
do
o
que é necessário
para
um
toucador
e
cujos
objectos
valem
para cima
de
20
fran
cos.
Preços d
’
as
”ignatura
—
Portugal:
sem
o
referido
brinde
—
9
fr.
Com
o
brinde
—
13
fr.
BIO BE
JANEIRO.
A
«aíiir <le Li®boa
Passagens
a
preços reduzidos.
Caminho
de
ferro
grátis.
A
barca
«Lisboa»
de
1:200
io«
nelladas,
com
espaçosa
camara
de
ré
para
passageiros
de
prôa,
vae
sahir
com
brevidade.
Os
snrs. passageiros
que
quizerem
apro
veitar
o
ensejo
de
seguir
n
’
este
excellente
navio,
queiram
dirigir-se
ao
escriptorio
de
Soares
&
Irmão,
Praça
de^
Santa
Theresa,
n.°
47.
—
Porto.
(6
*
)
BRAGA
:
TYPOGRAPHIA LUSITANA — ^75- - É o formato de
-
comerciominho_18091875_397.pdf
Parte de Comércio do Minho (O)