comerciominho_17081875_384.xml
- conteúdo
-
3?
ANNO
1875
FOLHA COMMERCIAL RELIGIOSA E NOTICIOSA
NUMERO
384
Assigna-see vende-se
no
escriptorio
do
editor
e
proprietário
José
Maria
Dias
da
Costa,
rua
Nova
n.
’3
E,
para
onde
deve
ser
dirigida
toda
a
correspondência
franca
de
porte.=■ As
assi-
gnaturas
são
pagas
adiantadas;
assim
como as
correspondên
cias de
Interesse
particular.
Folha
avulso
10 rs.
^iisaa«^«cc^õ&i^úsSsczããi£ã«iãSíããã5SiS^s™
““
,aB:3
"
**
“*
“!MSai0
“u,ao,s,í,o
®“
»saBBi
(1)
Vi
sono parole
rigeneratriei,
che
con-
tengono
quanto
deve
essere
speso
ripeluto
dal
popolo.
(2)
La
diflicoltá
non
e
di
convincere
il
popolo,
ma
solo
di
radurnalo.
(3)
Discussiom
dotle
non
sono
ne
ne-
cessarie, ne
opportune.
ÁS
TERÇAS,
QUINTAS
E
SABBADOS.
P
reços
:
Braga,
anno
1^600
rs.=Semestre
850
rs.=Protnn-
cias,
anno
2&Í00
rs.
e sendo
duas Í^OOO
rs.==Semestre
1&250
rs.=/?rast/,
anno
Í&400
rs.=Semestre
2^300
rs.
moeda
forte,
ou
10^000
reis
e 5&500 reis
moeda
fraca.=Anuuncios
por
linha
20
rs.,
repetição
10
rs.
Para
os
assig\antes
?0
%
d
’abatimento.
BKAGA-TFRÇA-FMIIA
19
,,E
AGOSTO
Eleição
«lo
deputatlo l,or Braga
Verificou-se
no dia
15
a
eleição
do
de
putado
ás
côrtes
por
esta cidade
e
circulo,
recaindo
na
pessoa
do
illustre
e nobre
Con
de de bertiandos
pela
maioria
de 932
votos.
Foi
a
primeira
vez
que
Braga
teve de
proceder
a
eleição
supplemenlar,
porque
foi
a
primeira
vez
também,
se
a
memória
nos
é
liei
,
que
o
deputado
por
ella
eleito,
optando
por
outro
circulo,
regeitara
a ca
deira
que
lhe
preparara
no
parlamento
o
bom
povo
d’
esta
terra.
Não
podia
ler
melhor aceitação
o
al
vitre
de escolher
para
representante
d'este
povo
um
cavalheiro
tão
considerado
entre
elle.
Com
eíleilo não
podia
ser
mais
acertada
a
escolha, e,
digamol-o
com
a
sincerida
de
que
nos
é
peculiar,
nem
a eleição podia
recair
em
pessoa
tão
digna,
por
todos
os
tí
tulos,
da
procuração
d
’um
povo,
como
é
O
nobre
Conde
de
Bertiandos,
que,
além de
tudo,
não
linha
precedentes
polí
ticos
que
o
tornassem
suspeito
aos
eleito
res.
Quando os
amigos do
snr.
conde
jul
garam
a
eleição
vencida,
porque
a
urna
da
primeira
assembleia
lhe
dera
uma
maio
ria
de
291 votos
e
a da
segunda
295,
e
que
as
demais
assembleias
já não
podiam
disputar-lhe
o
triunfo,
dirigiram-se
por
vol
ta
das
5
horas
da tarde
á
casa
dos
Bis-
cainhos
acompanhados
d
’immenso povo
pa
ra
felicitar
o
nobre
conde,
percorrendo
em
seguida
as
ruas
da
cidade,
ouvindo-se por
entre
hymnos
festivaes
de
bandas
de
mu
sica,
calorosas
e
enthusiasticas
acclamações
ao
actual
deputado
do
pove dc
Braga,as
quaes
se
prolongaram
por
alta
noite,
achando-se
profusamente
illuminadas
as
casas
da
ci
dade,
especialmenle
as
visinhas da
casa
do
nobre
conde
em
frente
das
quaes
era
dif-
ficil
o
transito
por
se
acharem n
’aquelle
recinto
apinhadas
milhares
de
pessoas,
porfiando por
assim
dizer
pela
distinção
d
*
enlhusiasmo.
Folgamos
em
ter
occasião de
dizer
com
franqueza
que
nunca
vimos
junto
da urna
tão
ampla liberdade ;
pois
viram-se
votar
pessoas
que em
outras
eleições
não
ti
nham
accesso
á
urna,
porque
o
argumen
to de
cacete
suplantava
o
de
direito.
E
não
é
menos
para notar
que
uão
houvesse se
quer
motivo
para
um unico
protesto.
Não
foi,
pois, a
influencia
d
’esta
ou
d
’
aquella
fraeção
politica,
que
obrigou
o
povo
a
regeilar ocandulato
governamental.
O
nome
do
nobre
conde foi bem acceite
;
e
a
sua
popularidade foi
por assim
dizer,
barreira
que
não
poderia
galgar quem,
coino s.
ex.
‘
não
fosse
conhecido
n
’
esle
circulo.
Honlem,
por
motivo
da
conclusão
do
apuramento
dos
votos
na
assemblea
de
Ma-
relim,
continuram
as demonstrações de
re-
gosijo,
vindo
d
’
aquella localidade
duas
.mu
sicas,
grande
numero
de
eleitores,
dando
vivas
até
á porta
do
snr.
Conde,
e per
correram
algumas
ruas
da
cidade.
Maioria
a
favor
do
snr.
conde
932
Do
seguinte
mappa
se
vê
o
numero
de
votos que
obtiveram os
dous candi-
dalos.
Assembleias
Conde = L.
Vaz.
i.
a
Sé
428
137
2
a
Congregados
4:)3
108
3.
a
Maximinos
208
130
4.
a
Adaufe
163
285
5,a
Merelim
355
197
6.
a
Tadim
238
179
7.
a
Figueiredo
256
237
8
a
Senhor
do
Monte
322
168
2373
1441
A
revolução nos
meios que em
prega.
Mostramos
em
um
dos
numeros
pas
sados
qual
o
fim
supremo
da
revolução.
E
fizemol-o,
sem
que
para
tal nos
soccorressemos
de
leslimunhos,
que
para
alguns
poderiam
ser
tidos por
suspeitos.
Não
quisemos aproveitar-nos
do
qoe
sobre
o
assumpto
lem
dito
reaccionarios;
mas
antes
preferimos
testimunho
que
sem
ser
mais
verdadeiro,
podia
e
devia mere
cer
que
lhe
fosse
feita
iudistinctamente
por
lodos a
justiça
da
insuspeição.
Conhecedores
pois
que já
estamos
dos
fins
que
a
revolução se propõe conseguir,
resta-nos
o
conhecimento
dos
meios
que
emprega
para
lá
chegar
o
que
obteremos
da
mesma
fonte.
Quaes
são
esses meios?
E’
Mazzini
quem
nol-o
diz
na
já
ci
lada
carta.
«Ha
palavras
regeneradoras
que
contem
quanto o
povo
devo
repetir
com
frequên
cia.»
(1)
Eis
ao
que
se reduz
a
tão
apregoada
inslrucçào
popular.
Tudo
consiste
em
fazel-o
pronunciar
sem
consciência
do
que
diz,
meia
dusia
de
palavrões
de
sentido
vago,
mas
que
em
lodo
o
caso
pela
euíonia
que
os
ca-
raclerisa,
podem
fascinar
as
massas
e
d
’este
modo
aplanar
o
caminho
para o
grande
fim
que
a revolução
se
propõe
conseguir.
E
qoe
palavrões
são
esses?
Continua
Mazzini:
<A
liberdade,
os
direitos
do
homem,
o
progresso,
a
igualdade
e
a fraternidade
são
as
palavras
que
o
povo
ouvirá me
lhor,
e
com
especialidade
tudo
quanto
fôr
opposlo ás
palavras
despotismo,
privilé
gios,
tirannia
e
escravidão.»
Perguntamos:
não
estará
aqui
a
rasão
da
linguagem
que todos
os
dias
vemos
mpregada
pela
imprensa
chamada
liberal?
E
ainda
ha
quem
acredite
essa impren
sa,
quando
em
descabeladas
verrinas
con
tra a
pena
de
morte,
o
despotismo
da
Egreja
e
o
fanatismo
dos
padres,
não
cessa d
’
mprega
’
r
palavras
tão
bellas
1
Se
bem
se
relb
ctisse
no
que escrevera
o
primeiro
revoluciona
*
io
do
mundo,
eu-
cootrar-se-hiam
ahi
por
certo
motivos
de
sobejo
para
serem
repellidos de
uma
vez
para sempre
tantos
jornaes,
tantos
escii-
ptos,
que
recheados d
’essas
palavras
sono
ras, por ahi
circulam
tão
profusamente
por
entre
o
povo,
com o
fim
unico de
o
sedusirem,
arra<tando-o
ao
desvairameuto,
á
desoídetn
e
á
revolta,
porque
do
qoe
se trata
não
é
de
convencer
o
povo,
mas
de
incital-o,
nó
que
Mazzini
encontrava
a
maior difíiculdade..
(2)
E
para
isso
nada
de
discussões doutas,
que
não são
necessários nem
opporlunas.
(3)
A
fidelidade
com
que
os revolucinarios
observam
este
preceito
de
Mazzini,
temos
íj
Ó
s
sobejas
provas.
A
revolução
teme
o
discutir
sériamen-
te
com
os
catholicos,
porque
sabe
que
nes
te
yenero de
iucta
a
derrota
é
certa
para
ella.
E’ por
isso
que
apesar
das fanfarro-
nadas
ainda
esperam uma
resposta
a
ma
çonaria
desmascarada
e
tantos
escriplos
de
polemi.
a
religiosa
que
por ahi
abundam.
Ainda
nào vimos
om
revolucionário
que
sustentasse
por muito tempo e cora
dignidade
uma
discussão
séria
com
os
nos
sos
e*
criptores
catholicos.
Pois
não
é
porque da
nossa
parte
não
tenha
havido
quem os
convide.
O
Bem
publico
com
especialidade
a
cada
passo1 2
3
os
está
chamando
a
campo,
mas
inutilmen
te,
porque
a
revolução
comprehendeu,
que
no
momento
em
que
acceitasse
o
desafio,
estaria
morta
O
povo
que
ella
tenta
illudir
com
o
emprego
de
palavras
sonoras,
viria
pela
discussão
a
conhecer
melhor
toda
a
he
diondez e
hypocrisia
revolucionaria,
e
no
momento
em
que
tal
acontecesse, a
revo
lução
veria
perdidas todas
as
suas
espe
ranças.
São
e
*
tes
alguns
dos
meios
que
Mazzi
ni julgou
dever
aconselhar
para
o
bom
êxi
to
d»
causa
revolucionaria.
Resla-nos
ainda
um
de
que
faltaremos.
Chamamos
a
attecção
dos
leitores
pa
ra
o
seguinte
arligo,
que lança
bastante
luz
sobre
certas
questões
comlemporane^s.
E
’
por
isso
que
desejamos
aichivalo,
tan
to
mais
qoe
em
poucas palavras
diz
bas
tante
—
o
sufiicieote—
para
que
capict
qui
polest
capere.
Acaba-^e por
uma
vez
o qui
proquo,
e
para
longe
com
os
filhos
suppostos.
Eis
o
pequeno
artigo
a
que nos
refe
rimos, devido
á
penna de
um
nosso
col-
laborador
e
amigo
.
<|>iie
adoiairação!
«Admira-sc
ou
finge-se
admirado
o
Co-
nimbrícense
de
qoe
aliime
a
Palavra
na
da
ter
a
religião
com
os
diílerenles
sysle
mas políticos,
podendo qualquer pessoa
ser
monarchieo
ou
repub
icano
e
ao
mesmo
lempo calholico
(o
que
em
geral
laa.bem
eós
aífirmamos,
nem
nos
parece
haver
al
guém
que o negue),
e dizer
por outra
parte
a Nação
que
nas acluaes
circumstan-
cias
de
Portugal,
per
exemplo,
assim
como
de
ílespanh
*
,
ern
vista
das
manifestas
e
innegaveis
disposições
ímpias dos
partidos
chamados
liberaes
(moderado
e
exaltado)
alguém
possa
gloriar-se
de
ser
catholico
sem
ser
ao
mesmo
tempo legilimista
(do
nosso
partido
que,
como
tal,
se
declara
aclualmente
catholico).
Nós,
a
fallar a
verdade, não vemos n
’is-
to
nem sequer
a
mioima
sombra
de
con-
tradicçào. Pedimos
ao
Conimbi
icense
que
pense
um
pouco
mais
e
milhor
sobre
o
caso...
Depois
Miaremos.
Ainda
mesmo
que
a
Palavra
ou
qual
quer
outro
jcrnal
político
ou
não
político,
descesse
da
theoria
á
pratica,
aflirmarsse
alloitamente
qne
ern
Portugal,
nas
acluaes
circumstancias,
qual
jner
pessoa
podia
ser
muito
caiholica
arregimentando-se
debaixo
do
partido
político que
tem
por
orgão
na
imp
ensa
a
orl
doxa
(!)
Revolução
de
Se
tembro,
ou
o
orthodoxo
(!) Paiz,
ou
a
or-
tkodòxa
(!)
Democracia,
ou
o
orthodoxo
(!) Jornal
de
Lisboa,
ou
orthodoxo
(!)
Diário
Popular
(!)
ou
o pio
(!)
Jornal do
Commercio,
etc.,
uão
passava isso
de uma
opinião
mais
ou
menos
esquisita,
mais
oo
menos
absurda,
como
qualquer
outra
das
muitas
opiniões
esquesilas
e
absurdas
que
lodos os
dias
se manifestam
na
imprensa
jornalística,—
opinião de
cuja
verdade
oo
falsidade
um
bom
e
sincero
catholico,
um
homem
imparcial
o
de são
critério
pode
ria
facilmente
julgar,
como
julgaria
por
certo
o
Conimbricense, pondo
a
mão
na
consciência
uão
havendo
motivo
portan
to
para
a
sua
my
*
teriosa
admiração.
A
ver
se
fumos
entendidos
!
Tínhamos
acabado
de
escrever
estas
linhas
quando
nos
chegou
ás
mãos
o
Bem
Publico
de
17
de
julho,
e n
’
elle vimos
o
excellente
arligo dirigido
ao
Conimbricen
se,
a
proposito da
sua
polemica
com
a
Palavra
Nada
temos
a
modificar.
Ali
se
vê
claiameute
o
que
é
o
liberalismo
e
a
asão
porque
os
catholicos
hostilisam,
e
não
podem
deixar
de
hostilisar
os
gover
nos
e
os
syslemas
políticos
que
sobre
o
dito
liberalismo
se
basearn ou
com
elle
se
leem
identificado
(se
essencial
on
accidentalmenle,
não
vem
para
o
caso,
nem
d
’
isso
nos
temos jámais occupado
—
perdoe-nos
o
exai.0
snr.
W.,
a
quem
muito
respeitamos).
O snr.
Carvalho do
Conimbricense, que
na
phrase
«le
nm
homem
que nào
é
por
certo
seu
inimigo, <-em
questões
sociaes-
religiosas,
desde
ha
trinta
e
tantos
annos
a
esla
parte
nada
tem
esquecido
e
nada
aprendido», aprenderia
finalmente,
algu
ma
coisa
com a
leitura
d
’
rt
quelle
artigo
magistral?
Deus
o
queira
!
Rerneitemns
os
leitores
para
o
artigo
do
Bem
Publico.»
Nós
fazemos
outro
tanto,
conformao-
donos
inleiramente
como
o
artigo
que
acabamos
de
transcrever.
O
Conimbricen
se..
esse
citará
muiios
trechos
contra
a
inquisição
regalMa
dTrntras
eras,
contra
a
inquisição
que
queimou
o
jesuíta
P.
e
Alalagrida
para agradar aos homens
da
Encyclupedia,
ou se
seoâo trechos de ser
mões
de
1833,
calando-se
muito
caladi-
nho sobre
outras
inquisições,
sobre
ouiros
sermões
e
sobre
o
livre
punhed.
Sic
itnr!.
(1)
Não
nus
consta
de
nenhum ouiro
jornal que
seja
tido
por orgão de
qual
quer
partido
militar
no
liberalismo
em
Portugal
e que
em
ponto de
religião
se
ja
mais
orihodoxo
(isto
é,
menos
impio)
que
os
citados.
REVÍSTA ESTRANGEIRA
Lé-se
no
«Quartel
Real»:
Alsassua,
8
ás
11
h.
e
minutos
da
ma
nhã.
No dia
7
a
guarnição
de
Irun
effectuou
uma
saida
da
praça
para
continuar
a
de
vastar
o
paiz,
mas
foi
vigorosamenle re
chaçada
com
grandes
ptrdes.
Entre
estas
o
chefe
dos
cabrerislas,
Er
raiaria.
Pelos lados
de
Lastaola
lambem
o
ini
migo
foi
rechaçado
por
uma
columna,
cammandada
por
iMendizabal.
Para
os
lados
da
Navarra
continuam
os
aflóGsislas
na obra de
destruição.
Em
Sesma
incendiaram
as
searas.
Em
Alava
foram
escarmentados,
quando
trata
vam
de
surprchender
um
esquadrão
do
regimento
de
Castella,
acanlonatfo em
Eguilela.
—
Estella,
8
ás
7
h. e
5
m. da
tarde.
S.
M.
acaba de
entrar
n
’
esta
cidade.
E’
impossível
descrever
o
enthusiasmo do po
vo.
Nunca
foi tio
grande,
apesar
de que
esta
cidade
haja
«Ldo
sempre
provas
d
a-
mor
e
respeito
ao
seu
Rei.
Etn
todas
as
povoações
do transi
o,
pelas
Ainescuas
numero-os
grupos
aguar
dam
S.
M.,
gritando
com
Ireceiico
en-
thusiascao
:
Somos
desh
rradcs,
armas
!
armas
!
Viva
o
Rei
!
Estes
grupos
iam
engrossando
até
che
gar
a
Estella,
onde
povo
immenso
atroava
o
espaço com
suas
acchniações.
Milhares
de
pessoas
cobrem
a
extensa
praça de
S.
João,
victoriando
El-Rei
deliraoleineutc.
E'
um
enthusiasmo
que
o
uão
póde
acreditar
senão
quem
o
vê.
4AZETILHA
Eallecime■»
to.
—Viclima
d’
uma
apo
plexia
fulminante
falieceu,
pelas
cinco
ho
ras
do
dia
14,
no Bom
Jesus
do
Monte,
onde
se
achava
com sua familia,
o ex.,no
visconde S.
Lazaro,
Migue!
José
Raio.
O
illustre
finado,
nosso patrício
e
ami
go,
era
íilho
de
paes
humildes,
mas hon
rados.
Chamado
pela
sua
boa
sorte, em
barcou
para
o Pará,
onde
pelo
seu
labo
*
rioso trabalho,
conseguiu
accumular
uma
boa
fortuna,
que
bem
soube
repartir com
a
sua
familia, da
qual
se
acercou no
seu
regresso.
Foi
sempre bom irmão
e
amigo
generoso
e
franco,
qualidades
que
lhe
va
leram
a
geral
estima
de
que
justamente
gozou
durante
a
sua
peregrinação
por esle
valle
de
lagrimas.
Era
dotado
de
bons
sentimentos
reli
giosos,
e
de
grande
caridade.
A
sua
bolsa
eslava sempre
aberta
pa
ra
as
funcções do
culto
catholico
Exclusi-
varaenle
a
expensas
suas
lez-se,
por sua
iniciativa,
uma
grande e
tocante
procissão
do
Enterro,
como
Braga
tarde tornará
a
presenciar.
Queria com
especial devoção
a
N.
Senhora,
que,
sob
a
invocação
dos
Desamparados,
se
venera
no
templo
dos
Terceiros,
para
a festividade
da
qual
sempre
concorreu com
mão
larga.
Os
ador
nos
e
decorações
que
esta
veneranda
ima
gem
possue,
foram
donativo
do
chorado
ca
valheiro.
Tanto
a
pobreza,
como
os
estabeleci
mentos
de
caridade
deverão
sentir
muito
a
sua
falta.
Mostou
sempre o
mais
decidido
affecto
á
sua
terra
natal,
e
desejos
de
seu
en
grandecimento.
Teve
hontem
de
manhã
pomposos
of-
ticios
funebres
no
templo
da
Ordem
Ter
ceira,
e
pelas 6 horas
da
tarde
foi
seu
ca
daver
conduzido,
acompanhado
de
cresci
do
numero
de
seus
amigos,
para
o
seu
jazigo
no
cemiterio
publico.
Contava
62
annos
d
’
edade.
Pedimos
as
orações
dos
leitores para
sufragarem
a
alma do
finado,
a
cuja
fa
milia
enviamos
sinceros
pesames.
INCENTIVO
A
’
PINTURA
CHRISTÃ
CONCURSO
A
PRÉMIO PARA
O ANNO
DE
1875.
1.
°
Eslá
aberto
o
concurso
a
prémio
por
um
Quadro
pintado a
oleo
sobre
tela,
da
dimensão
de
45
centímetros
de
largura
sobre
60
de
altura,
representando S.
José
(meio corpo)
com
Jesus
Menino.
2.
®
Os
Quadros
do»
concorrentes
de
vem
chegar,
não
mais
larde
do
que
a
10
<le
Novembro
p.
f., franco
de
Ioda
a
des-
peza, com
o
seguinte
indereço—Al
Siqnor
Presidente
delta
Società
d
’
incoraggiamento
alia
pillura
crisliana,
Slrada
Maggiore
209,
in
Bologna.
3.
°
Todos
os
Quadros
trarão
no
rever
so
um
mole,
era
letra bem
legível, e se
rá
acompanhado
du
nome,
sobrenome
e
domicilio
do
pintor
concorrente,
escriptos
clarameuie
em
uma
carta
fechada
e lacra
da,
a qual
no
exterior
traga
o
mesmo
mo
te
que
se
acha
nas
costas
do
Quadro.
Cada
caria
uão será
aberta
senão
de
pois
da adjudicação
do
prémio.
4. °
Um juri
de
eximios artistas
para
esle
efleito
convidados, julgará
com
rela
tório
por
escripio
qual dos
Quadros seja
merecedor
do
prémio.
5. ° O
prémio
consiste:
(a) em
uma
medalha
de
ouro de
grande
dimensão,
(b)
em
mil
francos
em
ouro,
(c)
e
em
dose
copias olecgraticas do
Quadro
premiado,
que
se
entregarão
logo
que
esteja
concluída
a
reproducção.
6
0
O
Quadro
premiado
fica
sendo
de
absoluta
propriedade
da
Sociedade de
in
centivo
á
pintura
christã.
7.6
Os
concorrentes
poderão
acrescen
tar
dentro
da
carta
dos
Quadros
respecti-
vos
um
outro
escripto, indicando
o
preço
que
exigiriam
pelo seu
Quadro,
no caso
previsto pelo artigo
seguinte
8. °
Todos os
Quadros
além
do premia
do
serão
expostos
em
publica mosira,
para
facilitar-lhes
a
venda
e<n
vantagem
de
seus
auctores,
em
conformidade
de
suas
ins-
trucçõ
s.
9.
°
Depois
d’
esta
exposição,
todos
os
Quadros
uão
vendidos
serào
reeuvidos aos
respeclivos
auctores com
o
indereço
indi
cado
nas cartas.
K).°
Cada
concorrente
pode
transmil-
tir
ainda
mais
do
que
um
Quadro
do
mes
mo
objecto
proposto,
com
tanto que
ca
da um
traga um
mote
diverso,
e
já acom
panhado
da
respectiva
carta
lacrada,
na
conformidade
do
artigo
3.
Agradecimento
e convite.
A
commissão
promotora
do
monumen
to
da
Immaculada
Conceição
no
monte
Sa
meiro,
agradece
a
todos
os exm.
os
snrs.
e
snr.
as
que
tem
generosamente
concorri
do
com seus
donativos
para
a
feitura
da
estrada
com
direcção ao dito
monumento
desde o
Bom
Jesus
até
á
Mãe
d
’
Agua,
bem
como
aos
que
para
esse
fim
cederam
gra-
•
tuitamente
seus
terrenos.
Por
esla
occasião
convida
aos
exm.°
s
snrs.
e
snr.’
3 que
ainda
não
realisaram
a
entrega
de
seus
donativos,
tenham
a
bon
dade
de
verifical-a
ao
thesoureiro
Anlo
nio José
Vieira
Machado,
Praça Municipal
n.° 17,
o
mais breve que lhes
for
possí
vel, porque
o
l.°
lanço
arrematado está
proximo
a concluir-se
e
á
commissão
es
casseiam
meios
para
realisar
o
pagamento
do
preço
ajustado.
AGRADECIMENTOS
O
abaixo assignado.
correio
do
gover
no civil
de
Braga,
agradece
profundamen
te penhorado
a
todas
as
pessoas que
na
tarde
do
dia
15
do
corrente
soccorreram
seu
filho
na
occasião
em que este fôra
atro
pelado
na
rua
dos
Biscainhos por um
ca
valheiro
que
estouvadamente
se
dirigia
pa
ra
casa
do
snr.
conde
de
Berliandos
;
merecendo-me
especial
reconhecimento
os
snrs.
dr.
Monteiro
e Anlonio
José
Ribeiro
Parada
pela
fórma
porque
se
houveram
pa
ra
com
o
dito
meu
filho.
Braga
16-8-75.
José
Lopes.
José
Pereira Villa,
de
S.
Jeronymo
de
Real,
agradece
por este
meio, na
impos
sibilidade
de
o
fazer
pessoalmente,
ás pes
soas
que
o
cumprimentaram
por
occasião
do
fallecimento
e
enterro
de
sua
esposa,
D.
Maria
Thereza
da Silva
Vieira
:
a
lo
dos
protesta
sua
gratidão
indelevel.
(2618)
ANNUNCIOS
DINHEIRO
PERDIDO.
Uma
senhora
da
Villa
de
Barcellos,
que
veio
de
passagem
no
comboio
do
cami
nho de
ferro
do
Minho,
perdeu dentro
da
carruagem
de 2.a
classe
em
que
veio
do
Porto
até
Nine,
com
urna
senhora
de
Bra
ga, no
dia
13
de Agosto,
um
portemoné
com
5
libras
em
ouro
e
10000
rs.
em
prata
:
pede
a
quem
o
achasse
o
favor
de
entregar
ao
snr. Manoel Luiz
de
Miranda,
na
dita
villa,
ou
ao
illm.° snr.
José
Maria
Torres
Machado,
em
Braga,
que
o
grati
ficará.
(2:622)
José
Antonio
Duarte
Pregoeiro
à
Irmão,
de
Braga,
annunciam
ao
publico
qoe
con
tinuam
com
a sua
carreira
diaria
entre
Braga
e
Povoa
do
Varzim,
ás
4
horas
da
manhã
desde
o
dia
16
do
corrente
inclu-
sivé,
estabelece
outra
a sair
de
Braga
ás
10
horas
da
noute, chega a
Barcellos
á
1,
demora
meia
hora,
e
á
Povoa
ás
k
1
12
da
manhã ;
sae
da
Povoa
ás
2
da
tarde,
chega
a
Barcellos
ás
5, demora
meia ho
ra
e
chega
a
Braga
81|2
da
noite.
Preços
:
dentro 600
rs.,
fóra 500.
Os
bilhetes vendem-se
nos
seus
anti
gos
escriptorios
:
em
Braga,
em
casa
de
Antonio
Joaquim
Loureiro,
rua
Nova
n.°
3,
e
na
Povoa
em
casa
de
Joaquim
Peixo
to,
largo
do
Rego.
Cada
passageiro
tem
8
kilos
de
baga
gem
grátis,
e
paga
20
reis
por kilo
de
excesso.
O
gerente,
(2614)
Anlonio
Joaquim
Loureiro
PADRE
SENNA
FREITAS
OS
LASARISTAS
Pelo Lasariata
snr.
Ennes
Preço
100
—
Pelo
correio
120
Vende-se
em Braga,
n
’
esla
tipografia,
rua Nova
n.°
3
—
na
Livraria
Calholica,
rua
do
Souto
e
na Praça
Municipal,
em
casa
do
snr.
Vieira
Machado.
No
Porto,
Praça
de
D.
Pedro,
na
Li
vraria
Central,
de
Mesquita,
para
onde
de
vem
ser
feitas
quaesquer
reclamações.
Preço
...........................
100
rs.
NOVA
LOJA AFORTUNADA
DE
H.WOHW
BIMWB
M MSHM
112 —
Rua das
Flores
—
114
PORTO
N
’
este
estabelecimento
que,
como
é
sabido,
é,
no
seu
genero, um
dos
mais
felizes
do
Porto,
encontra-se
á
venda
um
grande
e
variadíssimo
sortimento
de
bilhetes
de
todos
os
sorteios das
loterias, cujas
extracções
geralmente
teem
logar
mais
de
tre«
vezes por mez.
Satisfaz-se com
promptidão
todas as
encommendas
que sejam
feitas
das
províncias
(em
pequena
ou
grande
quantidade)
vindo
acompanhadas do
seu
respectivo
importe
em
vales do
correio, ou
mesmo
estampilhas
sendo
pequena
quantia.
Recebem-se
em pagamento
ou
desconto,
os
bilhetes
que
em
outros sorteios
hajam
saido
premiados,
mesmo
que sejam d
*
outros
estabelecimentos.
E
final
mente remettem-se
«grátis»,
findas
as
extracções,
as
respectivas
listas
geraes
de
todos
os
numeros
premiados.
Para que
este
licito
e
vantajoso
jogo
se
ache
ao
alcance
de
todas
as
pessoas,
mes
mo
as
menos
abastadas,
se
encontra
no
mesmo
estabelecimento
:
além
de bilhetes
in
teiros,
meios
bilhetes, quartos,
oitavos,
décimos
e
caulellas
de
600,
500,
300,
250,
130,
100
e
40
reis;
dezenas
de
dez
numeros
seguidos, de
60000,
30000,
10000
e
100
reis
;
e
finalmente, collecções de
50
numeros
diflerentes,
pelos
preços
de
20000
50000,
150000
e
300000
reis.
A
QUEM
CONVIER
Este
estabelecimento
fornece convenientemente
todas
as
pessoas que,
em
qualquer
ponto
das
províncias, queiram
vender
e»te
genero
á
commissão.
Offerece
para
isso vantajosas
commissões
;
e
dispensa as
mais
apreciáveis
vanta
gens
que
em
tal
ramo
de
negocio se
podem gosar,
as quaes
se
podem
comprehender
assim
:
Negociar
«em
risco <
porque
se
acceita
de
novo,
em
conta,
a
fazenda que
até
ás
vesperas
das
extracções
os pretendentes não
hajam
podido
vender.
Remeltem-se as
listas,
parles
telegraphicas
em
caso
de
conveniência,
e
planos;
e
atlende-se
a
toda
e
qualquer
reclamação
justa
que
seja
feita.
O
pagamento,
porém,
tem
que
ser adiantado
ou
affiançado
por
qualquer
nego
ciante
d
’
esta
cidade,
em
cujo caso
póde ser
feito
no
fim
das extracções.
(M. *
)
EL
CORRÉO DE LA
MODE
(Edicção
de
Alfaiates)
Cada
numero
contem
figurinos
de
mo-
das
illuminadas
em
Paris
e
Berlim,
moldes
cortados,
padrões
etc.
Preço
por
anno
4500
réis ,
semestre
2500
réis.
Toda
a
correspondenlia
para
asignatu-
ras
a
companbada
da
sua emporlancia
será
dirigida
a
Manoel
Pinlo
Monteiro,
Impren
sa
Nacional, Lisboa.
QUESTÕES DO PARA’
POR
D. A.
GOMES PERCHEIRO
(CHEGADO
HA
POUCO
DO PARÁ)
Precedidas d’
uma
carta
do
dislincto
escriptor
Ferreira
Lobo
N
’
esle
importantíssimo
livrro
trata-se
de
esclarecer
a
verdade
sobre
as
occor-
rencias
na
província
do
Pará
contra
os
porluguezes
alli
residentes. Demonstra-se
que
todos
nos
atacam,
o
clero,
os
func-
cionarios,
os
tribunaes
(ha
lambem
uma
referencia
aos tribunaes do
Rio
de
Janeiro),
a
insalubridade
e
os
médicos.
Fazem-se
algumas
considerações
sobre
a
maneira
co
mo
os
brazileiros
recebem
os
colonos
agri
cultores e
lambem
trata
da
emigração.
Este
livro
de
272
paginas vende-se nas
livrarias
do
Porto
e
Lisboa,
por 500 réis,
e
por
530
réis
franco.
GRANDE
DICCIONARIO PORTLGUEZ
ou
THESOURO
DA
LÍNGUA
PORTUGUEZA
PELO
Dr. Frei Domingos
Vieira
Publicação
feita
sobre
o
manuscripto
original,
inleiramenle
revisto
e
considera
velmente
augmenlado.
A
’
venda
a
caderneta
427
(Ter-Todo).
A
obra
estará concluída
em
Março-
VENDA
DE
PROPRIEDADES
Quem
quizer
comprar
as
quintas
cha
madas
de
Candoso
de
baixo
e
de
cima,
próximas
a cidade
de
Guimarães,
que
produzem
pão,
vinho,
íructa,
laranja,
azei
te,
lenhas,
e
roço:
os
fóros
que
paga
á
viuva
que ficou
de
José
Antonio
Teixeira
d’
Andrade
Bezerra,
pelos
bens
sitos na
Larangeira,
juntos
á Estação
da
linha
fer
rea,
d
’
esta
cidade,
e
os
foros
que
pagam
Anlonio
José
Araújo
e
mulher da
fregue
sia
de
Moure,
comarca de
Villa
Verde;
os
foros
que
pagam
os
caseiros
da
freguezia
de
S.
Lourenço
do
Matto.
Podem
com
parecer
e
fallar
com
o
seu
possuidor o
revd.
0
Antonio
Joaquim
Nunes
d’
Abreu,
morador
na
sua
casa rua
de S.
João,
n.°
10,
ou
com
seu
procurador
Bernardo
da
Cunha
Pinlo
Barbosa
ou seus
compadres
e
amigos
José Joaquim
Martins,
José
de
Carvalho
Mattos,
todos
d
’
esta
cidade.
Braga
6
de
Agosto de
1875.
(2606)
Anlonio
Joaquim
Nunes
d'Abreu.
(WIHI
DE
DILIGENCIAS DIARIAS
ENTRE
Vianna, Pente
«lo
Lima, e viee-
versa
Desde
o
dia
12
do
corrente.
Partida
de
Vianna
ás
9
da
noite,
para
alcançar
em
Braga
o
comboyo
da
6
ho
ras
da
manhã.
De
B'»ga
para
Vianna,
ás
10
do
dia.
Estas
diiigencias
teem
berlina
interior
e
coupé.
Os
bilhetes
acham-se
á
venda:
—Bra
ga,
na casa
aonde
esteve
a
«Companhia
Viação»
;
Ponte
do
Lima,
provisoriamente
na
hospedaria da
snr.a
Theodora,
e
em
Vianna,
no
escriplorio
da empreza
do
anunciante,
Sebastião
da
Silva
Neves.
MODISTA
DE
LISBOA
Precisa
costureiras,
e
apredisas.
Bons
ordenados.
Campo
de
D.
Luiz,
n.°
37.
(2602)
Deposito
de
tanoaria
Largo
da
Porta
Nova
n.° 16 A
Francisco
da
Silva
Reis,
participa 00
publico
e
a
seus
amigos e freguezes,
que
continúa
com
o
seu
estabelecimento
de
tanoaria,
no
qual lem deposito de
vasi
lhas
de
todas
as
qualidades
e
tamanhos,
conserta
e faz
mais
obra da
sua
arte
no
seu
estabelecimento
ou
vae
fazel-a
aonde
for
chamado.
(2610)
Senhora
do
Carmo
d’esta
cidade,
e
por
is
so toda
a pessoa
que
quizer
lançar,
pó
*
de
comparecer no
dito
dia
hora
e
local.
(2616)
PRIMEIRA
E
ANTIGA
$.imiiiom
vapoii
CASA
FELIZ
PORTO
NA
QUINTA
DE RORIZ
PORTO
JOZE
’
I.
FERREIRA
RORIZ
FORNECEDOR
DA CASA REAL
DEPOSITO
CENTRAL,
RUA
DAS FLORES, 35 37 E 39
«MM»
O
proprietário
annuncia
aos
seus
freguezes,
e
ao
publico,
que
em
todo
o
sabão
fabricado
na
sua
fabri-
ca,
e que
na
mesma
se
vender,
ou no
Deposito Cen-
trol,
se
fará
o
desconto
de
6
por
cento
sobre os pre-
w
ços estabelecidos,
de
uma caixa
para
cima.
Satisfaz-se
com
promptidão
qualquer
pedido
que
seja
feito
do
di-
to
genero,
tanto
d’
esta
cidade
como
das provincias
e
se
garante
a
sua
boa
qualidade.
jO.
1,3-
RUA
DAS FLORES-1,3
(JUNTO
Á
EGREJA DA MISERICÓRDIA)
COMPHA E VEIDE
InaeripçSe»
de asBentamento
Ditas
de
eoupona
Ditas de
divida
externa
Titulos
hispanhoes internos
Ditos
externos
Coupons dos ditos já vencidos.
so-
©□h
Sacca,
toma leiras
e
dá
cartas
de
credito
bre
Lisboa
e
diversas
praças
estrangeiras,
e se
encar
rega
de
compra e
venda
de
titulos
de
divida
publica nas
mesmas
praças.
.BRAGA.
Em
consequência
da
mudança
que
houve
no
horário
do
caminho de
ferro
do
Minho,
a
Nova
Empreza
de
Trens,
sita
no
largo
de
S.
Francisco
n.®
2,
altera,
pela
fórma
abaixo
especificada,
0
serviço
das
suas
diligencias
e
mallas-postas.
No seu
escripto-
rio,
onde
tem
a
Central do
Caminho
de
Ferro
do
Minho, veude
bilhetes
e
despacha
bagagens
e
mercadorias,
tanto
para
os
comboyos
que
parlem
para
0
Porto
e
Douro,
como
estações
intermediárias.
Horário do serviço das diligencias e mallas-postas.
Qualidade
de
trens
Ponto
de
par
tida
Horas
de
sahida
Ponto
de che
gada
Horas
de
chegada
Bagagem
concedida
Demora
Malla-posta
Braga
4da
manhã
P.
de
Lanhoso 6
*
/
4
da m.
8
kiios
»
P.
de
Lanhoso
5 da
tarde
Braga
7
*
|
2
da t.
>
>
Braga
^2
’ ’
Guimarães
3 ‘
>
>
»
Guimarães
3da
manhã
Braga
6
da manhã
>
»
Braga
9
da
tarde
Arcos
IV2
>
»
«/.
»
Arcos
1
*/
4
da
m.
Monsão
6
da
»
»
Diligencia
Monsão
7
Valença
10
»
»
4
>
Valeaça
2
da
tarde
Monsão
5
da
tarde
»
1
Malla-posta Monsão
6
»
Arcos
10
»
»
»
Arcos
10V
4
»
Braga
3
da
manhã
»
Diligencia
Braga
9
da
manhã Arcos
2
da tarde
10
kiios
3
/i
>
Arcos
3
da
tarde
Monsão
7
1
/.
»
»
»
Monsão
2
da
manhã
Arcos
6
1
/,
da
m.
>
»
Arcos
7
»
Braga
da
tarde
»
>
Braga
10
»
P.
do
Lima
>
»
P.
do
Lima
3
da
tarde
Vianna
6
.
»
»
Vianna
5
da
manhã
P.
do
Lima
8
da
manhã
»
Vi
>
P.
do
Lima
8i/
4
»
Braga
1
da
tarde
»
/♦
»
Braga
12
>
Cruz
de
Real
5
»
»
»
Cruz
de
Real
5
>
Braga
10
da
m.
»
O
excesso
da
bagagem
da
malla-posta,
é
de
30
reis 0
kilo, da
diligencia
0
preço
dos
passageiros
é
0
já
annunciado.
20
reis,
(2604)
PORTO
1
-
RUA
DAS
FLORES
-
3
(
junta
á
egraja
da
misericórdia
)
SORTE
GRANDE
»
íb
5.000$000
Loteria
da
Santa Casa da Nliserieordia de
Lisboa
Extr acção
a
19
de
Agosto
JOSÊ IGNACIO FERREIRA RORIZ |
AFIANÇADO
NO GOVERNO
CIVIL DO PORTO, NA
CONFOR-
MIDADE
DO EDITAL
DE 28 DE JULHO DE
1860
|
Tem
á
venda
no
seu
estabelecimento
bilhetes
intei-
N
ros
a
55000
rs.
—
Meios
ditos,
a
25600
—
Quartos,
a
b
15300
—
Oitavos,
a
680—
Cautellas de
500,
250
e
130
rs.
tf
0
mesmo
satisfaz
com
promptidão
todas
e
quaesquer è
encommendas
que
lhe
sejam
feitas
das provincias, aiu- j|
da
que
sejam
em grande quantidade,
e
vindo
acompa-
nhadas
do
seu
importe
em
vales
dos
correio
;
e
no
fim
da exlracção
remette a
lista
dos
prémios
aos
seus
£
freguezes,
mas
quando
»
nào
recebam
em
tempo
com-
tf
peteute
lerão
a
bondade
de
a
requisitar.
(G
*
)
S
nos
dias
16
a
28
do corrente
se
recebe
n
’
este
estabelecimento,
rua
Nova
de
Sou
sa, a
3.
a
prestação
das
acções
do Banco
Evorense,
e bem
assim
se
pagam
os
di
videndos
das
mesmas relativas
ao
l.°
se
mestre
do
corrente
anno.
(2615)
im
tniHos
D0
ALTO DOURO
DA
CASA
DE VILLA POUCA
ALTA
NOVIDADE
Rua do
Souto,
96
Junto
á
*
rua
deJano.
CHAPELARIA
ALMEIDA
gH
Acaba
de
receber
das
melhores
fabricas
do
Porto,
na ultima
moda,
grande
e
variado
sor-
tido
de
chapeos,
de
se
da
e de
feltro, para
homem,
menino,
e
senhora.
Bonita
collecção
de bonets, que
ludo
vende
mais
barato
que
em
ontro
es
tabelecimento.
Fabrica,
concerta
e
põe na moda,
com
perfeição
qualquer
chapeo
que
esteja
nas
cireumstancias.
(2350)
(N
*
)
RUA
DO
SOUTO
N.°
15
BRAGA.
Acaba
de
ser
sortido este
armazém
com
as seguintes
qualidades
de
vinhos
engarrafados
e
aquartilhados
:
ENGARRAFADOS
Vinho
tinto de
meza
.............................
150
>
>
>
............................
190
>
Lagrima
........................................
200
>
Branco
de
meza
............................
210
»
tinto
de
meza fino.
.
.
.
270
»
de
prova
secca.............................
300
a
Malvasia
de
2.a............................
360
>
>
velho................................... 400
»
Bastardo
.......................................
500
>
Moscatel
........................................
500
»
Malvasia
.......................................
500
»
Roncão.......................................
700
»
Alvaralhão................................. 560
>
Velho
de
1854
.........................
600
NOVIDADE
44,
Rua do Souto, 44
Campos
&
Almeida,
acabam
de
rece
ber
grande
sortido
de chapéus
de
feltro
e
seda,
«ultima
moda»,
da
acreditada
fa
brica
dos
snrs.
Maia
e
Silva, do Porto,
que
vendem
pelos
preços
da
fabrica.
Também
se
fabricam e
consertam cha
péus
de
todas
as
qualidades.
(2330)
A
RETALHADO
Vinho
para
meza
50
e
80,
0
quar
tilho tinto
e
120
0
branco.
Responde-se
e
garante-se a
pureza
e
boa
qualidade
de
lodos
estes
vinhos,
po
dendo todo
e qualquer
consumidor man-
dal-o
experimentar
por
meio
de
qualquer
processo chymico.
N
’
estes preços
nãa
fica
incluído
o
valor
da
garrafa
que
0
comprador
apre
sentará
ou
pagará
50
reis
por
cada
uma.
e
e
Agencia
do
Banco
de
Vianna
CARVALHOS
&
C.‘
Rua
do
Souto
n.°
30
?
.Ã
Esta
agencia
faz
as
seguintes
operações):
Desconta leiras
da terra
e
de
cambio.
Encarrega-se
da compra
e venda de pa
peis
de
credito.
Receae
dinheiro
á
ordem
e
a
praso
abo
nando
uios.
Empresta
sobre
penhores
d
’
ooro,
pra
ta,
inscripções,
acções
de
bancos
e
com
panhias.
Saca
sobre
praças
do
reino
e
estran
geiras,
onde
0
Banco
tem
agencias.
Braga,
3
de
junho
de
1875.
Os
agentes,
(R
*
)
Carvalhos
&
CA
WW
I» &BSRTI&
O
professor
em artes,
letlras
e
scien-
cias,
membro
do
clero e magistrados,
todo
0
medico,
cirurgião,
dentista
e
artista,
que
desejem
obter 0
titulo
e
diploma
de
doutor
ou
bacharel
honorário,
podem
diri
gir-se
a Medicus,
rua do
Rei, 46,
em
Jer-
sey
(Inglaterra).
(T
*
)
COMPANHIA
GERAL
DE
SE
GUROS
LA UMIÃO, DE MADRID
Segura
nas
condições
mais
vantajosas
contra
0
risco
de
logo, e lambem
contra
os
prejuízos
causados
pela
explosão
de
gaz,
ou
pelo
raio.
Verificam-se
os
seguros
n
’
esla
cidade
de
Braga
no
escriptorio
de
Ferreira
Bor
ges
<fc
C.
a
,
praça do
Barão de S.
Martinho
o.°
26
—1.°
andar.
(2537)
BANCO
MERCANTIL DE
BRAGA
A
Direcção
d
este Banco annuncia,
que
José da
Silva
Ftmdão
Campo «»e Sant’
Anna (lado de bai
xo) n.°
68.
Participa
aos
seus
amigos e
freguezes,
tanto
d
’
esta
cidade
como
das
provincias
que
tem
um
bonito
e
variado
sortimento
de
falo
feito, casimiras
para
fato
muito
ba
ratas, córtes
de
calça a
15500,
25000
e
25500
reis;
tudo
fazendas
modernas.
Guarda
pós
de
casimira
e
de
alpaques
inglezes,
roupa
branca,
assim
como
camisas
de
600
reis
para cima,
ceroulas
de
400
reis
até
800, de
panoo
familiar,
e
meoles,
bo-
riels
de
gorgurão de
seda
e
de
casimira
de
todas
as
qualidades
de
500
rs.
alé 800;
manias
de
seda
de
todos
os
feitios.
N. B.
O
annunciante
faz publico,
que
se
encarrega
de
fazer
qualquer
obra
que
lhe
seja
encommendada,
e
promplifica-se
a
ficar
com
ella
quando
não
fique á
von
tade do
freguez.
(P«)
L’
Illuslration
de la
mode.
O
mais
elegante,
ricamente
illustrado
e
barato
dos
jornaes
da
moda.
Publica-se
em Pariz uma
vez
|
or
mez,
no
formato
dos
grandes
jornaes
illustrados.
Cada
numero
contém
dez
a
quinze
mo
delos de
toiletle,
uma
grande folha
de mo
delos
de
tamanho
natural
e uma
magni
fica
gravura
clorida.
Quem
quizer
assignar esta
publicação,
dirija-se
á
livraria
de
Eugênio
Chardron,
largo
de
S.
Francisco.
—
Braga.
A
empreza
offerece
aos
seus assignan
tes
um
magnifico
cofresinho
contendo
tu
do
0
que
é
necessário
para
um toucador e
cujos
objectos
valem
para
cima
de
20
fran
cos.
Preços
d’
assignatura
—
Portugal
:
sem
o
referido
brinde
—
9
fr.
Com
0
brinde
—
13
fr.
ACHADO
Quem
perdesse uma
pulceira
de
ouro
nos
claustros
da
Sé
n
’uma
das
romarias
passadas,
falle
n
’
esia
redacção
lypograíica
que
se dirá
aonde exiMe.
(2b21)
«tfaawKyazj!
H®ETH A -Wõl
T1O
UA
EtIt
áá a RA Q UI N K E N A
I
j
Paquetes
a
sair
de
Lisboa
:
ELBE . .
13
de
Agosto
|
GUADIANA
.
29
de
Setembro
MINHO
.
.
29
de
>
|
DOURO
.
.
13 de
Outubro
BOYNE
.
.
13
de
Setembro
|
MONDEGO
.
29
de
>
O
paquete
de
13
toca em
S.
Vicente,
Pernambuco,
Bahia,
Rio
de
Janeiro,
Montevideu
e
Buenos-Ayres.
O
paquete
de 29
toca
em S.
Vicente,
Rio de Janeiro,
Montevideu
e
Bue
nos-Ayres.
O»
preços Mão muito rasoaveis
Esta
companhia
para
maior
vantagem,
resolveu
ter
a
bordo
de
todos
os seu
s
vapores,
criados
e
cosinheiros portuguezes
para
servirem os
passageiros
de
todas
a
s
classes,
cujo tratamento
se
torna
hoje
o
melhor
possível.
Cada
passageiro
de
3.
a
classe
tem grátis,
belixe
com
colchão
e
roupa
de
cama, vinho
e
comida
á
portu
gueza,
tudo
em
abundancia.
O
transporte
do
caminho
de
ferro
até
Lisboa
é
por
conta
da
companhia
hem
como
outras
despezas.
Para
mais
esclarecimentos
prestam-se
em
casa
do agente
n
’
esta
cidade,
rua do
Souto n.° 43. —
Em
Braga.
João
Manoel
da
Silva Guimarães.
(581)
Rio
de
Janeiro,
Montevideu,
Buenos-Ayres,
Valparaiso,
Arica,
Islay
e
Callao
CARREIRA
QU1NZENAU
PARA PERNAMBUCO
E
BAHIA
A
Companhia
reduziu
os preços,
conservando
as
mesmas
vantagena
comO
até
aqui
tem
offerecido
aos
snrs.
passageiros:
excellentea eommotlos, bom tra
tamento, bastante
espaço para bagagens e
viagens rapidas,
pois
que
OS
Paquetes
do Pacifico
tem
gasto
SÓinenle
13 dias de
lásboa ao Rio de
Janeiro.
Preços
das
passagens
incluindo
o
caminho
de
ferro
do Porto
para
Lisboa
Crianças dos passageiros
3/
CLASSE
2.’
CAMARA
1/
CAMARA
Pernambuco
...................................................
Bahia
.............................................................
Rio
de Janeiro
..............................................
Montevideo e
Buenos-Ayres
.........................
Valparaiso,
Arica,
Islay
“
e
Callao
. .
.
.
400000
400000
450000
540000
1200000
810000
900000
900000
900000
1890000
i
1080000
1170000
1210500
1570500
3080500
S
OD
Até
aos
12
annos
meia
passagem.
A'é
aos 8
annos
a
quarta
parle.
Alé
aos
3
annos
grátis,
uma
só
de
cada familia.
Todas
as
terças
feiras sahirá de
Lisboa
urn
paquete,
os
passageiros
de
3/
classe
teem
beliche
com
colchão
e
roupa,
comida
a
portugueza
em
abundancia
e
vinho
duas
vezes
por
dia
AGENTES
EM BRAGA
—
Almeida
&
Pereria.
Traia
a
passagem
a
pagar
â
vista
e
a
prazo
com
fiança.
(K
*
)
M
í
g
H
I
u
a
H
0
<
RIA
DE
S. MARCOS N.° 15
Vende-se
queijo londrino,
|
papel, fla
mengo
de superior qualidade.
(2620)
Banco
Agrícola,
Commercial
e
Industrial
de
Bonte
do
Lima
Sociedade amonyma
de responsabà-
Siditde
limátaiSa
São
convidados
cs
snrs.
accionistas
a
entrarem
com
a
l.
a
prestação
de
5
p.
c.
ou
2^500
reis
por
acção,
a cuja
cobran
ça
se
procederá
do
dia
15
a
25
do
pro
ximo
mez
d
’
agoslo,
—
no
Porto
em
casa
do
snr.
Pedro
Ferreira
de
Macedo
Basto;
—
etn
Braga,
em
casa
do
snr.
Antonio
Jo
sé
Pereira;
—
em
Ponte
do
Lima,
na
séde
do
Banco.
Os
snrs.
accionistas
que
não
satisfize
rem
no
referido
praso,
ficam
subjeilos
ás
disposições
do
art. 18
dos
Estatutos
e
seus
§§.
A
direeção
d’
esle
Bsnco,
annuindo
aos
desejos
d’alguns
snrs.
accionistas,
declara
que
recebe
desde
já,
qualquer
prestação
antecipada,
abonando
o
juro
de 5
p.
c.
des
de
o
recebimento
até
o
praso
das
chamadas.
Ponte
do
Lima
21
de
julho
de
1875.
Os
directores
João
de
Barros Minioso
Joaquim
Gerardo Alvares
Vieira
Lisboa.
METAES VELHOS
Na
travessa
de
S.
João n.°
5,
com
pra-se
toda
a
qualidade
de
metaes,
e
ferro
velho
até
mesmo
fundido.
(860)
João
Manoel
da
Silva.
Guima
rães.
—
Rua do
Soulo
n.°
43.
Compra
e
vende
Acções
de
todos
os
Bancos
e
Companhias,
Inscripções
de
As
sentamento
e
eoupons.
(581)
~ÃLMÊÍDA &
PEREIRA
Largo
do
Barão
de
S.
Martinho
n.°
18
Compram
e
vendem
acções
de
lodos
os bancos
e
companhias,
e
inscripções
d
’
assentamento
e
eoupons.
(I)
r
—--r-rm.r.-.-jTfit
rrr
ir
—
miu
■■■
■ «n
m
■■■
wii
n
»u
■
Objecto
achado
Achou
se
na
rua
de
D.
Pedro
V,
n.°
23,
um
objecto
d’
ouro.
A
pessoa
a
quem
elle
falte,
dando
os
signaes certos,
se
lha
entregará,
mediante
a
satisfação
does
tes
annuncios.
(2613)
Asphalto Nacional
da
Mina
de
Aseche
A
Companhia
de
Lisboa
com
escripto
rio
no
Porlo
na
Rua
do
Bomjardim
n.°
365,
previne us
seus
freguezes
e
o
publi
co
em
geral que
conlinúa
a
encarregar-
se
de
qualquer
obra
a
que
seja
applicavel
o
asphalto,
assim
como terraços,
impenas,
passeios
em
jardins
e
nas
ruas
publicas,
ca-
valheriçes, eiras,
etc.
A
mesma
Companhia
presta-se
a
ga
rantir
o
bom
resultado
do
seu
trabalho,
sendo
suflicienle para recommendar
o
seu
asphalto,
a
perferencia
que
lhe
tem
si
do
dada pela
administração
das
obras
pu
blicas
e o
repetido
chamamento
para
subs
tituir
asphalto
que
se
por
ahi
pregoa,
co
mo
vindo
do
estrangeiro.
Todos
os snrs.
que
precisem
qualquer
encommenda
d
’
este
genero,
podem
fazel-a
no
Porto
Rua
do
Bomjardim
n.”
365,
e
em
Braga, na
Fabrica
da
Fundição
do
Minho.
(2535)
AGOAS
®ERÃES
Na
pharmacia
de
Antonio Domingues
Alvim,
ha
deposito
de
agoas
natoraes
das
Pedras
Salgadas:
Alcalina
de Moura,
En-
tre-Rios. das
Caídas
da
Bainha,
Sedlitz,
Verim,
Vidago e
Vichy.
(Q
*
)
NOVA
FUNDIÇÃO
DE
FERRO
DE
Antonio
Germano Forreirinka
NA
Travessa de
S.
João
Aonde
faz
toda
a
obra,
assim
como
bombas,
conçollas, colurnnas
para
gaz,
pe-
zos
novos,
panellas
á
ingleza
de
todos
os
tamanhos,
canos
para
agoas
e
gáz,
e
toda
a
obra de fundição,
como
grades
para
sacadas,
obra
de
metal, sinos
e
outros
ob-
jectos
de
igual
teor
etc.,
pelos
preços
do
Porto.
•^GIÃO
ESCOLA
AMERICANA
Recenteroenie
chegado
a
esta
cidade
*
aonde
pretende
denwrar-se
algum
tempo,
oflerece
os
seus
serviços
ao
respeitável
pu
blico
em
tudo
que
disser
respeito
á
sua
arte.
Extrai,
cura
e
conserta
os dentes
caria
dos,
colloca
dentes
arlificiaes,
com
per
feição
e
cura
todas
as
affecções
da
boc-
ca
; especialidade da
escola
moderna.
Con
sultas
e
exlracção
de
dentes aos
pobres,
grátis
das
8
ás 9
horas
da
manhã.
0
Consoltorio,
Campo
de
SanUAnna
n.
1—B
2.°
andar.
(C.
2574 R.
105)
braga
:
typographia
lusitana
—
1875 - É o formato de
-
comerciominho_17081875_384.pdf
Parte de Comércio do Minho (O)