comerciominho_14091875_395.xml
- conteúdo
-
3.’
ANNO
1875
FOLHA
COMMERCIAL RELIGIOSA E NOTICIOSA
NUMERO
395
Assigna-see
vende-se
no
escriptorio
do
editor
e
proprietário
Jasi
Maria
Dias
da
Costa,
rua
Nova
n.
*
3
E,
para onde
deve
«er
dirigida
toda
a
correspondência
franca
de
porte.=As
assi-
gnaturas
são pagas
adiantadas
;
assim
como as
correspondên
cias
de interesse
particular.
Folha
avulso
10
rs.
(*)
Recebemos
esta
correspondência,
com
atraso.
PUBUCA-SE
ÁS
TERÇAS,
QUINTAS
E SABBADOS.
P
reços
: Braga,
anno
1^600
rs.=Semestre 850
rs.=Provín
cias,
anno
2&400 rs.
e
sendo
duas
4^000
rs.=Semestre
1&250
rs,=Braztl,
anno
4&400
rs.=Semcstre
2&300
rs.
moeda
forte,
ou
10&000
reis
e
5&500
reis
moeda
fraca.=Annuncios
por
linha
20
rs.,
repetição
10
rs.
Para
os
assignantes
40
°/0 d'abati
mento.
As
questões
respeitantes
ás
Obras
da
juventude,
ás
parochiaes
nas
cidades
e
nas
commuuas
ruraes;
aos orfelinatos
agríco
las,
ás
conferencias
de
S.
Vicente de
Paulo,
etc.
foram
tracladas
com
especial
cuidado
e
interesse.
Traclou-se
lambem
das
conferencias
publicas
para
os
operários,
das
boas
lei
turas,
das
bibliolhecas,
da
propaganda
dos
bons
jornaes, dos
divertimentos
mesmo,
—
n’uma
palavra,
de
tudo
quanio
póde
ser
um
meio
para assegurar ou
condusir
á
plena
regeneração.
Finalmente,
a
somma
dos
trabalhos
representados
pelo Congres
so
de
Reims
é
verdadeiramente
extraor
dinária.
Entre
todos,
um
facto
que
eu
tenho
a
notar,
é
o
modo
como
os
circulos
ca-
tholicos
se
leem
propagado,
ha
alguns
ânuos
a
esta
parte.
Antes
da
guerra
apenas
existia
em
França
um
circulo
catholico,
-
estabelecido
em
Paris.
Mas
depois
o
movimento
dado
á
religião
fui
tal que
Lyon,
Bordéus,
Mar
selha,
I.ille
e
a
maior
parle
das nossas
grandes
e
pequenas
cidades,
quiseram
pos
suir
estes
circulos,
e
actualraente
conta
mos
nada
menos
de
cento
e
oitenta.
O
rei
Luiz
da
Baviera
passou
dois dias
em
Reims,
vindo
orar
á
magnifica
cathe
dral
d’
esta
cidade,
precisamente
durante
as
sessões
do
Congresso.
O
príncipe
alle-
mào
do melhor
grado
assistiria
a
algumas
das
nossas
reuniões,
se
não
andasse
in
cógnito, e
mesmo para
evitar
um
pretexto
ao
mau
humor
de
Mr.
de
Bismark.
Ac-
ciesceolarei
que
o
rei
da
Baviera
linha
deixado
o
seu paiz,
priucipalmenle
paraevitar
qualquer
entrevista
com
o
príncipe
Frede
rico
Carlos, mspeclor do
exercito.
H.
------
v
WB
—--------
Mentem sempre.
Um
dos
caraeleristicqs
da
revolução
e
porque
ella
mais solidamente
se
faz
notar
entre
toda
qualidade
depravada
—
é
sem
du
vida
o
do
embuste
revelado com
o
mais
alvar
e
impudente
cinismo.
E
’
certo
que
em
os
latibulos
maçonicos
onde
a revo
lução
tem a
raiz
nunca
poude
existir
a
verdade, e
se
lá
a
mistificação
é
a
base
dos plalonicos
trabalhos,
que
havemos
de
esperar
da
obra
cá fóra
acabada?
Como
e<n
Portugal,
em
toda
a
parte
a
sanha
’
da
revolução
é
a mesma.
Os
da
dos
que
a
sua execrando historia nos
vae
fornecendo
são sobiepujantes
á
mais
avi
sada
expcctativa.
A
Hispanha,
essa
nação
fidalga,
onde
a
virilidade
e
energia
calholica
lem
rea
gido
aos
embales
ferozes
da
revolução,
—
dá-nos
ahi,
se
por um
lado
e
da
parte
dos verdadeiros
hispanhoes um
exemplo
de
abnegação e
heruismu
mais
que
ho
mérico,
por
outro
e
da
parle
dos
revo
lucionários
uma demonstração
cabal
dos
intuitos depravados
da
revolução;
e
no
ge-
iiero
mentira
nào
haverá
que
exceda á
alli
exibida.
Temos seguido
de
perto todas
as
fases
da
aetual
campanha;
o
exame
es
crupuloso
e
imparcial
d
’isso
que
descre-
vendo-a
se
tem
dito
da
parte
do campo
revolucionário,
leva-nus
á
admiração
pelo
cinismo
e dislate com que se
mente.
Sabe
o
leitor
e
as estatísticas
d’
isso
o
instruem,
que
a
Hfapanha lem
cerca
de 17
milhões
de
habitantes.
Pois,
senhores,
as
estatísticas
são
uma
burla, se
dermos
cre
dito
ás
partes
ofliciaes
que ácêrca
da
guerra o
governo
revolucionário
hispanhol
atira
aos quatro
ventos.
Antes
da
guerra
haviam
mais
carlistas
em
Hispanha do que
almas
Lem
a Europa.
Compulse-se a «Ga
zeta» e
roais
jornaes
revolucionários du
reino
visinho,
tome-se
o
cuidado
de
apon
tar
o
numero
de carlistas
que,
já
não
dizemos,
tem
sido
feridos,
prisioneiros
e
deportados, mas
mortos
pelos
liberaes;
BRAGA-TEHÇA-FE1RA 14
WE
SETETIURO
O
acontecido
com a mestra «la
Misericórdia de Disboa.
Temo-nos
conservado
até
hoje
silencio
sos em presença
de
um
facio, que,
por
extraordinário,
ha
despertado
a
altenção
publica.
A
cura
rapida e
prodigiosa que
expe
rimentou
a
mestra
da
Misericórdia de
Lis
boa,
depois
d
’
utna
gravíssima
e
pertinaz
moléstia,
dada
como
incurável
por
todos
os
médicos qoe
visitaram
a
enferma,
pro
dusiu
grande
alarme
em
toda
a
imprensa,
até
política,
a
qual
á
iningoa
de assum
ptos
para
entreter
o
animo
dos leitores,
aproveitou
o
facto,
como
um
magnifico
expediente
em
finanças
jornalísticas.
Não
dos
occupamos
alé
boje
do
acon
tecimento,
porque
aguardamos
que
a
scieu-
cia.
tào provocada
pelos
espíritos
fortes,
abrisse
as
valvulas da sua
infallibilidade,
e
viesse
diser
a
ultima
palavra sobre o
caso.
Agora
pois
que a
infallivel
sciencia
fallou, ser-uos-ha
permittido o
diser
sobre
o
succedido alguma
coisa.
Quiséramos
que
a
discussão
na
impren
sa
fôra mais
o
que
devia
ser,
do
que
o
que
lem
sido.
Se
é
eslranhavel
que
uma
boa
parle
dds
nossos
jornalistas
tenham
fallado
sobre
um
assumpto,
a
respeito
da
qual
deram
provas
de
iguorancia a
mais
supiua,
é
altamente
censurável
que
os
mesmos
jor
nalistas,
talvez
para
encobrirem
essa
mes
ma
ignorância,
aproveitassem
o
facto,
co
mo um meio para
vasarem
seus
odios
so
bre
uma
classe
veneranda,
qual
é
a
classe
ecclesiastica.
Que
luz
podem
dar sobre
o
succedido
os sarcasmos
e
insultos
atirados á
face
do clero?
Não
conhecemos
a
força
de
taes
ar
gumentos,
por
mais frequente
que
seja
o
uso
qu-j
d’
elles
se
faz.
Em
sumiria
;
aquella
parte
da
imprensa
liberal
que
se
occupou
do facto,
nào
dis
cutiu, mas
quasi
na
sua totalidade
ape
nas
insultou
;
e
como
afora
o
insulto,
ape
nas
se
limitou
a
appellar
para
a
infalli-
bilidade
da
sciencia,
agora
que ella pela
bocca
do
snr.
dr.
í
’
ita
pronunciou
o
seu
veredictum,
não
se
nos
levará a mal
que
demos
lambem
conhecimento
d
’
elle
aos
noss
s
leitores.
Parece-nos
que
o
snr.
dr.
Pila
partiu
do
principio
da
impossibilidade
do
mila-
lagre
para
a
conclusão que
tirou
por ul
timo.
Este
methodo,
seja
qual fôr o
espirito
que
o
dieta,
é
errado,
e
nada
conforme
á
boa
rasào.
E
admituda
mesmo a
boa
fé
do
snr.
Pita
n'esle
erro,
parece-nos,
que para
o
espirito,
verdadeiramente
pensador
e
<e-
flectido,
qual
o
exige
a
sciencia
quando
I
quer
chegar
com
acerto
a
conclusões
ver-l
dadeiras,
não
é
coisa
de
tão pouca
monta
a
crença
de
tantos
milhões
de
indivíduos,
entre
os
quaes
figuraram
em
lodos
os
tempos
os
primeiros
sábios,
na
possibili
dade do
milagre.
Em
a nossa
opinião deveria
ser
este
o
ponto
de
partida
para
depois
averiguar
qual
o
seu
grau
de
realidade no
caso
subjeito.
Alguma coisa
ha
porém
de
aproveitável
na caria
do
snr.
dr.
Pua,
que
nào pode
mos,
nem
devemos
perder.
Assim
mostrou
s.
s.a
aos
papalvos
que
appellavam
para
a
inlallibilidade
da scien
cia,
quanto ella
é
fallivel, pois se
havia
enganado
no
diagonostico
da
moléstia,
classificando-a
em
o numero
das
incu
ráveis.
Mas
se
isto
é verdade,
como nol-o
diz
o
mesmo
snr.
Pita,
perguntamos, que
grau
de
credibilidade
póde
ter
a
sua
con
clusão de
que
a
cura
fôra
espontaoea,
e
que
só por
ella
é
que
cooheçera
se
ha
via
enganado?
Não pretendemos
sustentar,
que
hou
vesse
milagre,
por
isso
que
a
questão
tem auctoridades competentes a
quem
per
tence
decidil-a
;
mas
o
que
podemos
aílir-
mar é
que
a rauão,
por
em
quanto,
eslá
da
parte
dos
que,
tirmaudo-se
nas decla
rações cathegoricas
feitas
anleriormenle
peio
snr.
dr.
Pila
e
quantos
médicos
mais
observaram
a
doença,
e
em
presença
de
uma
cura
rapida
e
completa,
seguida
á
applicaçào
de
meios
sobrenaluraes,
acre
ditam que
o
fusse.
Póde
ser
que
sejam
estes
os
que
es
tão
em
erro;
mas
a
verdade
é
que
as
declarações
da
sciencia, por
em quanto,
não
aucíorisarn
ninguém a
afiirrnal-o.
A
cura
que
o
snr.
dr. Pila diz ter
sido espontânea, só
porque
na
medicina
ba
curas espontâneas,
querem
outros, que
fosse
miraculosa
;
e
isto
não
só
porque
ha
milagres d’este
genero,
mas
lambem
porque
as
declarações
anteriores
da
scien
cia
que
por
certo
havu
de
empregar
lo
dos
os
meios
de
que
dispõe
para
o
co
nhecimento
exacto
da
moléstia, a davam
por
incurável.
Nada
adiantou
por tanto
a
sciencia,
e
os
que
alé
hoje acreditavam
na
sobrena-
turalidade
do
facto,
nào
tem
por etn
quinto
de
que se
arrependam.
E
os
sábios
de
botequim,
que
dirào
elles,
quentão
ufanos
intimavam
a
scien
cia
a
quç
^viesse
desmascarar
a
impostura?
*
Caiam-se
pelo
menos,
se
nào
insultam,
como
costumam.
E
’
pena
que
se
não
possa
diser
d
’
el-
les
—
bem-aventurados
são os
pobres d
’es-
pirilo
...
-
nMPnWB.i <81 Cl Q
■■ --------- -
CorreHpoudeiichi
estrangeira
PARIS,
1
OE
SETEMBRO
(*
)
(
Correspondência
particular do <
Commer
cio
do
Minho»)
('Conclusão
do u.°
antecedente)
Terminou
complelamente
a
sessão
dos
conselhos
geraes.
Os
republicanos
d
’
a!guns d’
esles
con
selhos
occupam-se
agora
das
eleições
se-
naloiiaes,
leudo
já
escolhidos
os
seus can
didatos,
cujos
nomes
sào
por
demais
in
significantes,
para
que
os
refira.
A
escolha feita e determinada
vae
ser
levada
ao
conhecimento
dos
comités
da
esquerda,
afim
de
evitar
que
os
nomes
designados
oão
coincidam
com
os 7a
can
didatos
nomeados
pela
assembleia. O
ga
lante
do
negocio
seria
ver
os mirones
da
republica eliminados
pela
camara
e
pelos
eleitores
departamentaes.
Encerrou-se o
congresso
de
Reims, e
ha
já
tres
dias que
regressei
a
Paris,
de
pois
de eu
proprio
ter
visto
e
constatado
o
progresso
sempre
crescente
no
numero
dos
catholicos que
se
interessam
pelas
Obras e promovem
a
sua
diíTusão.
Entre
as
nossas
dioceses
da
França,
sessenta
e
seis
tinham
enviado represen
tantes
e
adhereuies,
e
muitos
outros
alli
compareceram
vindos
de
paises estrangei
ros.
Ser-me-ia
longo
referir
lodos
os
de
talhes
sobre
tào
vasto e
grandioso
assum
pto;
por
isso
lirnitar-me-hei
a
diser-lhes
rapidamente
duas
palavras.
Entre
outras
questões
occupou
uma
parte notável
do
congresso
a
Prorogação
da
União
das
Obras
nos
giandes
como
nos
pequenos
seiniuarios.
Esla
questão
fui
seguida
das
monografias
dos
difierenles
circulos
d’
operarios,
d’
empregados,
etc.
tomem-se
as
addições
e
ter-se-ha o
con
vencimento
de
que
só
mortos
já
tem
sido
mais
carliqas
do
que
duas
vezes
o
nu
mero
de
habitantes,
por
as
estatísticas
da
do
á
Hispanha. E
além
de
feridos, pn-
zioneiros,
deportados
eic.
ainda ha
carlis
tas
em
armas
!
E
’
certo
que
os
que
ha
e
houve
sempre
antes
de
mortos,
feridos
e deportados
são de
ínfima bagatela,
to
davia
carece
ainda
o governo
revolucio
nário
de
pôr
ero
pé
de
guerra
tresentos
mil
homens
para
aniquilar
o
carlismo.
Entendam
se
podem
esta
mistificação.
O
espirito
hispanhol
é
azado
ao exa
gero,
dizem os
liberalões
de
cá
quando
lhes
argumentamos
n
’
esla
ordem com os
dados
na
mão.
E
’
um
modo
como
qualquer
outro
de
mistificar.
Menti,
menti
sempre,
—Ibes
disse
o mestre
Voltaire.
Se
bem
qoe
o
proloquio
popular
te
nha
corno
mais
làcil
»pauhar
um
menti
roso
que
um coxo,
ainda assim
ha
fôr
mas
arguciosas
e
subtis de
exibir
a
mtn-
tira,
capazes
de illudir incautos,
mas os
revolucionários
alé
no
mentir são
imeri-
los.
Não
nos
digam qoe
o
exagero
natu
ral
do
hispanhol, vnlgarmente
taxado
de
fanfarronada,
produz essa
serie
ininterru
pta
de
falsidades
e
embustes,
que
ácêrca
da guerra
publicam
as
gazelas.
O
que
a
isto
o
dernove
é
simplesmente
a
naturesa
dos princípios
que
representam.
Lá
como
cá
e ein
toda
a
parte
onde
a
revolução
tem
assentado
seu
execrando
dominio, a
mistificação é
o
jogo
empenhado
para a
sua
conservação.
Qoando
em
circumsian-
cias
nonnaes os
inimigos
lhe
exprobram
o
erro,
corta-se
a
discussão
com
tiradas
desastradas
tudo
confundido
e
emaranha
do,
—
quando
em
excepcionaes
corno
as
que
se
dão
em
Hispanha
—
decreta-s?
a
mordaça
e
impõe-se
a
quem
possa
iinpar-
cialmente
pôr
a
luz.
veidadeiia
nos
acon
tecimentos,
premitlindo-se
apenas
que
es
tes
se
relatem
a
sabôr
dos dictadores
in
teressados
em
os
desvirtuar.
Mas
a
revelação
da
verdade
nasce
logo
da
fórma
incoherente
e
absurda
con»
qne
se
referem
os
factos,
e
vejamos
nma
amos
tra
apenas
do
que
seja
a
verdade
na
re
volução.
Uiu
punhado
de
heroes,
sem
outro
au
xilio que
a
acrisolada
fé
e
crença
na san-
clidade
dos
princípios
por
que
iam
a
pu
gnar,
le»antaram
etn
o
norte da Hispa
nha
o
estandarte
da legitimidade
e
do
ca-
tholicismo.
U
apoio para logo encontrado
nos
povos
onde iniciaram
o
movimento,
é
a
garantia
mais
segura
de que
o
pro
ceder
d
’
esses
bravos
para
com
o
povo
era
todo fidalgo e
cavalheiroso.
A
impren
sa
liberal,
no
edificante desempenho
de
sua
missão, levanta
a
noticia
assacando aos
soldados
da
legitimidade,
aos
verdadei
ros
soldado-
hispanhoes
os
mais
insultan-
tes
epithelos,
como
de
ladrões, taladores
etc.
No
entanto
os
povos
talados,
rouba
dos foram
alentando
o
movimento,
auxi
liando-o,
e
em
tempo
mais
breve
que
ima-
ginar-se
póde,
esse
punhado de
homens
é
um
exercito
aguerrido e
invencível.
Segue-se
a
lucta e o exercito
carlista
conta
as
vicloiias
por
as
batalhas e
com
bates
empenhados.
Agora
vereis
poi<
.o
que
é
mentir e
Llsear
da
parle
gazeléira
liberal.
A
quantidade
numérica
dos
car-
listas
encolhe
e
estende
conforme
apraz
ás
conveniências
revolucionarias.
Appare-
ce
uma vez em tal
província
—
diz
a
«Ga
zela—tima guerrilha
de
14
homens
com-
inandada
por
um
cura;
—o
brigadeiro
ou
general
Fuão
foi
em
perseguição
d
’
essa
guerrilha
com
as
forças do
seu
cominan
do; alcançou-a
depois
de
6
horas de
mar
chas
forçadas,
e
dando-lhe combate
fez
lhe
200
mortos,
150
feridos
e
400 prisioneiros
tomando
muitas
armas
bagagens
e
mais
eífeitos.
Outra.—
Tomaram
oa
carlistas
uma
pra
ça
de
guerra.
Tarde
e
serôdia vem
a
no-
CA
‘
i
^
Z^lTiWF
JBMWTWff
gae
^BIWPCT^BW
CTWItMD
W
WM
wmiu
w^.rraayw.wiratt.oirwaacgaM^
ticia,
dizendo-nos
que a
praça
era
de
ne
nhuma
importância,
havendo
por
isso
sido
abandonada
pehs
tropas
liberaes.
Mais
tarde,
ou
porque
os
carlistas
a
abando
nassem
por
conveniências
de
estratégia
em
que
ninguém
os
excede,
ou
porque a
sorte
das
armas
a
isso
os
obrigasse,
en
tram
n
’
ella os liberaes.—«Grande victoria
contra
os
carlistas!
—dizem as
gazetas
de
lá
(e
também
as
de
cá).
Foi
tomada a
praça
de
tal, ponto
estratégico e
de
trans
cendente
alcance
militar.
E
’ uin
revez
que
acaba
com
o
carlismo
>
Ainda
mais, e
esta
é
em
extremo
cu
riosa.
—Seguia
uma
columna
do
exercito
liberal
para
certo
ponto
;
encontra
uma
pobre
velha
conduzindo
uma
trouxa
con
tendo
uma
batina, um
rosário
e
um
livro;
maltratam
a
velha,
tiram-lhe
a
trouxa,
e
proseguindo
a
marcha
alé
chegar
á
pri
meira
povoação
não
se
demora
o
com-
mandante
da
aguerrida
columna
em
tele-
frar
pelo
seguinte
lheor
:
—
Ao
senhor
mi-
nistfo
da
guerra.
—
Na
montanha
de...
avis
tei
uma
partida
de
facciosos
commandada
por
um
padre;
pude
alcançal-a
fazendo-
lhe
grande
numero
de mortos
e despre-
sando
o
resto da
facçâo,
que
deixou
no
campo
armas
e
bagagens,
inclusivé
a
do
cabecilha
que
tenho em
meu
poder.
O bri
gadeiro
commandante
da
columna
—F.
De
igual
verosimilhança
são
todas
as
participações
liberaes
e
seria
um
sem
acabar,
a
referencia
d
’ellas.
O
embuste,
a
mistificação
é sempre
palpavel,
mas
os
nos
*
os
liberalões
qoe
a
nào
serem
néscios
perfeitos
fingem-o, acre
ditando
e
secundando
as
lanfarrices revo-
luepnarias
;
entoam
em
côro
o
canto
das
victorias,
esfregando
as
mãos
com
en-
thusiasmo
como para
nos
apirraçar.
Mí
seros polirdes!
Não
vêem
que a
eloqoen-
cia
dos
factos vem
depois
acabar
de des
mascarar as
argúcias
dos
relatórios.
E
então
é
vêr
as
d
i
menções que toma
a bei-
ça
liberal.
Ainda
nos
recorda
com
lasti
ma a
extençào
quasi
kilometrica
que a
beiça
liberal
de
cá
tomou
quando
as bra
vatas
de
Concha
foram castigadas
com a
mais
monumental
derrota que
o
vanda
lismo
hispanhol tem
soífrido na
actual
campanha.
Perguntaríamos
aos
snrs.
libe
raes
que
ligam tanta
importância á
mis
teriosa
tomada
de
Seo
de
Urgel,
se
então
como agora
mandaram
cunhar
uma
me
dalha
commemorativa
do
feito
Pois
o
ca
so
pe lia-o.
Ha
completa
escassez
de noticias
d
’
im-
portancia
sabre
a
guerra
carlista.
Em
data
de 16d
’agoslo,
o
general
car
lista
Castella
dirigiu
ao
general
allonsista
Quesada,
uma
carta na
qual elle
protes
ta,
cm
termos
de
indignação,
contra as
devastações
ordenadas
por
este
general,
e
sobretudo
cootra
o
incêndio
de Villa
real
:
não
podendo
com
pezar nosso
pu
blicar
ioiegraltneute
este
documento,
li-
ju
damo-nos
em
fazel-o
conhecer
pelos
nos
sos
leitores.
0 general
Castella
principia
por
lem-
br
r
quaes
são
as
leis
da
guerra
entre
u
? povo
chrrtão;
mostra
depois
como
merece
ser
respeitado
este
exercito
car
lista, «exercito da fé
e
da
dedicação, aban
donado
por
lodo
o
mundo»,
e
não
In-
ctc.ndo
nunos
contra
um
inimigo
dez
vo
zes
mais
forte,
com
uin
admiravel
ani
mo.
Depois,
elle
resume
assim os proces
se'-
í
os
quaes
o
general
Quesada
se
nào
envergonha
de
recorrer:
«Vós
expolsaes
do
seu
domicilio
mi
lhares
dc indivíduos;
vós
os
lançaes
em
tropel
oo
caminho
do
desterro,
sem
di
nheiro,
sem
roupas,
não
respeitando
nem
os
doente*,
mm
os
velhos,
nem
os
me
nino*.
Vós
tomaes-lhe os
seus
bens,
os
seus
moveis,
os
seus
papeis
e
objectos ín
timos.
Tudo isto
só
porque
estes
indiví
duos
teem
uma
opinião
diííerenle
da
vos
sa,
e
porque
são
accusados
como
taes
pelos
vossos
agentes
denunciadores.
Logo
que os
vossos
soldados podem
entrar
tftima
villa, n’
uma
.aldeia, n’uma
Siga,
pois,
a
revolução
no
seu
propo
sito
voltairiano
de
mentir,
e
mentir
sem
pre,
e
com
o
mérito
e
mestria
de
até
agora,
que
é
também um
modo
de
lazer
sobresahir os
nossos princípios,
já
de
si
tão
transcendentes c
notáveis
de
sublimi
dade pela rasão e
pelo
direito,
a
dispen
sarem
o confronto
com
todas
as
manifes
tações
torpíssimas
do liberalismo.
J. MACHADO
JÚNIOR.
MVim
ESTBAHGEIBA
HiiMQvanlia.
porção
de território
cuja
população
é
de
dicada
ao
programma
político e
religioso
de
Carlos
VH, isto
é
que
ella quer
con
servar
as
suas
liberdades
quinze
vezes
se
culares,
vós
roubaes as
cavalgaduras
aos
lavodores
e
cultivadores,
fazeis-lhes
em
pedaços
os
seus
carros e todo»
os
uten
sílios
de
que
se
servem,
destruís-lhes
as
colheitas
qne
lhe
não
podeis
roubar,
e
quando
não
tendes
mais
excessos
que
com-
metter
n
’
uma
casa
inoflensiva,
pegais-lhe
o
fogo.
Não
exagero
nada.
Algumas ve
zes,
opprimido,
indignado,
e
não
poden
do
acreditar
o
que
*ôem
meus
olhos,
te
nho
seguido,
ao
longe,
o
marcha
das
vos
sas
tropas,
pelas
columnas
de
fumo
que
se
levantam
dos
campos
e
das
habita
ções
Ainda
não
disse
tudo.
Vós destruís
os
utensílios
de
pesca
da
pobre
gente
da
cos
ta
;
se
um
pescador
se
arrisca
a
pedir
o
seu
alimento
ao
mar,
elle
é
cruelmeme
perseguido
pelos
projectis
da
vossa
esqua
dra.
Eu
não
fallarei
do bombardeamento
executado
por
os
vossos
navies
contra
as
aldeias
sem
guarnição
e
sem
defeza
das
costas
do
littoral
cantabrico; os
cruzei
ros
das
outras
naçõe
*
podem
aílirmar
es
tas scenas
de
destruição
inútil.
Tristes
proesas
na
verdade
para uma
esquadra
que
tem,
no
passado,
tão
glo
riosas
lembranças
!
Dos
factos geraes
o
general
Castella
passou ao fado particular do
incêndio
de
Villareal:
«Depois
do
vosso
ataque
de
29
de
julho contra
Villareal d
’Alava,
pequena
vijla
aberta
e
dominada,
que os
carlistas
não
podiam pensar
em
vos
disputar,
apre-
senta-se
me
conlinuamente
uma
questão
que só posso
resolver
por meio
d
’
um
di-
lemina
muilo
pouco
honroso
para
vós;
Que
viestes
vós
fazer
a
Villareal?
Desde
a
manhã
do
dito
dia,
eu
segui
a
vossa
sabida
de
Victoria
pelos
caminhos
de Oronaga
e
de
Luco. Contei as
vossas
tropas
;
vós
tinheis
de
14 a 15:000
ho
mens marchando
ern
muilo
boa
ordem.
Para todo
o
homem
que
conhece o
seu
orneio,
o
vosso objedivo era
evideote-
uieole este
;
forçar
a
passagem
dos
dous
caminhos
que,
partindo
de
Villareal,
vão
um
a
Durango,
e outro
a
Aramayona,
e
voltar
as
costas
ao
general
Carasa,
qoe
acabava de
repellir
em
Valmaseda
10:000
homens
de vossas tropas.
Não
conseguistes
este
objcclivo
; fos
tes
lepellidos
pelos
2:000 carlistas
qoe de-
fendiam
a
longa linha
que
ata
aste.
Na
conta
que
d
’
este
negocio
destes
para
o
vosso governo,
dizeis
«qoe
não
chegaste
rnais
-longe,
porque
negocios
urgentes
vos
chamavam
a
Victoria, e
que
além
d
’
isso
tínheis
conseguido
o
fim
a
que
vos
tinheis
proposto.»
Ora
pois,
general,
de
duas cousas
o
na
•
ou
o
vosso
fim
era
o
fim
militar,
aquelle
que
eu
indiquei
e
que
denunciava
o
vos
so
ataque;
n
’este
caso,
franca mente,
o
vosso
insocces
*
o
nas
condições
de
supe
rioridade
em
qoe vos
achavas,
dá
urna
bem
triste
ideia
do
vosso
saber.
E
não
póde
ser
por
culpa
de
vossos
soldados,
que
neste
dia se portaram com
vigor.
Ou
então
vós não
fizestes
este
movi-
|
mento
de
forças senão
para qoejrnar
Vil
lareal,
de d
’
onde
se uão
tinha disparado
nem
um
liro
de
espingarda
contra
as
vos
sas
tropas.
e
então
deveis
soíher
a
conse
quência
dos
vossos
actos
e das
vossas
pa
lavras.
Vó
*
mesmo ofierecesles
a
qualifi
cação qoe
fica
vinculada ao
nome
de
todo
o
homem
que
incendeia
de
proposito
de
liberado.
sem
necessidade, na
cuerra
ou
fóni
d
ella.»
Sào
estes
os
factos
que
Quesada
não
procura
negar.
O
general
Castella
examina
depois
a
ra
são,
muitas
vezes
invocada,
que
se
trata
de
rebeldes contra
os
quaes
tudo
é
per-
mittido
fazer.
Além de qoe
os
carlistas,
«■parle
importante
da
população
d
’
Hispa-
nlu,
su
*
lentam
uma
guerra
de
princípios,
se
em algum tempo
os houve»
o
gover
no,
sahido do golpe de Estado
de
Mar
tinez
Campos,
nào
tem qualidade
para
uatar estes
adversários
de rebeldes;
além
d
’
isto,
por
soas
numerosas
convenções
relativas
aos
prisioneiro
*
,
nào
os
tem
elle
reconhecido
implicitamente
como
belli»e-
rantes?
”
D
O
general
castella
termina
dizendo
que
a approvação
pela
Europa
do
proceder
do
general
Quesada
seria a
destruição
dos
tractados
internaeionaes
e
das
leis
da
guer
ra.
Cahir-se-ia
<na jurisprudência
das
Pe
les-Vermelhas
»
—
Hendaya
4
de
setembro.—
Tenho
no
ticias
mais
exaclas
respeito
ao
desembar
que
das
munições; ellas
compõem-se
de
10:000
armas, 4
canhões
e
um
milhão
de
cartuxos.
O
Rei
está
em Durango.
Uma
columna affonsista
foi
batida
em
Agramunt
(Lerida);
perseguida
pelos car
listas,
depois
d
’
um
combate
sanguinolen
to. ella
teve
de abandonar
a
villa
em
completa
derrota e
perdendo
muita gen
te. Os
reforços
que
ella
esperava
de Mao-
resa
chegaram
muito
tarde.
Os carlistas
ficaram
senhores
da
villa.
Uma
troca
de
cento
e
tantos
prisio
neiros
teve
logar
em
Vich.
Dorregaray
está,
segundo
dizem
perto
da
Navarra.
Teme-se
desordens
em
Madrid.
GAZETILHA
Mntricula®
no
Seminário con
ciliar de S.
Pedro,—
Consoante
se
vê
do
edital
do
ex.n,
°
reitor
do
Seminário
de
S.
Pedro,
edital
publicado
na
«Semana
Religiosa,» e affixado á porta
d
’aquelle
estabelecimento, as
matriculas
de
todas
as
aulas
do
mesmo
terão
logar
nos
dias
4,
5
e
6
do
proximo
outubro,
devendo
ser
requeridas
até
30
de
setembro
corrente.
Correspondência
para a Povoa
de
Lanhoso.
—
Pela
direcção
do
correio
de
Braga
se
faz publico,
que
desde
o dia
12
do
corrente
mez
de
setembro,
princi
pia
a
ser
expedida
a
mala
da
correspon
dência
para a
Povoa de
Lanhoso, aos 30
minutos
da
tarde,
recebendo-se
as
cartas
na
caixa
geral do correio
para
serem
ex
pedidas
até ás
41,30
da
manhã.
Errata.—
Na
carta ao
ex.“e ministro
Barjona
de
Freitas publicada
no
n.°
393,
columna
1.
a
,
depois
das
palavras
solida
riedade
ministerial,
faliam
as
palavras
«V.
ex.
a
é
todos
os
seus
collegas,
e
to
dos
os seus
collegas
são v.
ex.
a
>
Na
mesma
columna
l.
a
,
lin.
21,
onde
se lê
ensinar,
leia-se
«insinuar».
xMntrienla®
no Ejceu «1’cnto
ei-
dade.—
Começaram
honlem
e
continuam
lodos
os dias
não
sanctiíicados,
das
11
ás
12
da
manhã,
até ao
dia 25
do corrente,
as
matriculas
para
admissão
no
Lyceu
d’esla
cidade.
«O SBrado
Liberal».—
Terminou
a
sua
publicação
o
jornal,
que
com
o
titulo
de
«B-ado
Liberal» se
publicava
n’
esta
ci
dade,
e
que
se
dizia
semanario
anli
reacio
nario
bracarense.
Que a
terra
lhe
seja
leve.
1’
nblieações.—
Recebemos
e
agrade
cemos
as
seguintes
:
—
Portugal
antigo e
moderno.
(Fascícu
lo
82).
Começa
com
este
caderno
o
volume
sexlo
d’
esta importante
publicação.
Além
d
’
onlras
curiosidades sobre
o
no
me
Nabancia
contém
a
lenda
de Santa
Iria,
com
as
variante» da mesma
lenda,
e
uma
extensa
e
interessante
noticia
sobre
Nazarelh,
etc.
—
Diccionario
popular.
(Fas.
n.°
3).
Este
diccionario,
composto
por
uma so
ciedade
d'liomens
de
lettras,
é
obra
im
portantíssima
e
verdadeirameole
monumen
tal.
Bem-merecerâo
das
lettras
portuguezas,
auctores
e editores,
se
chegatem
a
con
cluir
tão
vasta
empresa.
—
0
Dedo
de
Deus,
por
Tarrago y Ma-
leos
(Vol.
1)
— Viagem ao
centro
da
terra,
por
Jú
lio
Verne.
Estas duas
ultimas
obras
são
editadas
pela
empresa
Doras
Românticas,
e
feitas
com
a
nitidez
qoe
se
nula
em
todas
as
publicações
da
afamada
casa
editora
dos
snrs.
Mattos Moreira
&
C.
a
,
de Lisboa.
Stwmairii».—
Foi
muito
pouco
concor
rida
a
romaria,
que
aunualmente
se
faz
no
logar do
Ailivio,
da
freguezia
de
Sou-
lelío,
e
que
se
eílectuou
ante-hontem.
Ouvi,nos
dizer
que no
sabbado
houve
alli
algumas
desordens,
mas
porora
nada
podemos
adiamar.
L
*
jB2c3ientewr.
—
Começou
a
publicar
se
em
Pariz
nm
jornal,
cujo primeiro
n.°
recebemos,
intitulado
L’
Indicaleur
deVexpo-
silion
universelle
de
Philadelphie:—
Muni-
teur
general des
exposanls.
KxaRaçno «3a
Santa Cruz.
—
Fes
teja-se
ámanhà
com
missa
cantada no
R.
templo
de
Santa
Cruz.
W 5»r«8inlente »3o Equador.
—
(Bem
Publico)
—E»la
republica,
a unica
das
an
tigas
províncias
luspanholas
na
America,
que
parecia
ver
fechada
a
era
dos
mo
tins
e
revoluções pelo
estabelecimento
de
nm
governo
chrislão,
que,
sem
sangue
nem
violências,
a
tinha
arrancado
á
anar-
chia e á
miséria,
foi
de
novo
precipitada
no
abysmo. O
presidente
Moreno foi
assas
sinado
por
mão,
de
certo
maçonico
n,.
restabelecer
o
predomínio
das
lojas
í
*
lucionarias e
impias
a
que o
seu escbr?
eido
e
patriótico
espirito
soubera
snhe-
tuir
o
catholico;
e
este é o
umeo
f
a
p
‘‘
que
os
mações
não
perdoam.
gj8
„
0
o
«Univers.
noticia
este
doloroso
tecimento
:
«con-
<0
snr.
Acasubi,
cunhado
do nreda»
le
íMoreno)
q
1)e se acha
.
em
P.,rij
motivo
<le
saude,
soube que
o
snr
C.„T
ça
«es,
resid-mo
em
Londres.
lln
|,i
tudo
um
despacho
de
Panamá,
»in
q„
,,J
Gnayaq.nl
,
.desies
(ermos:
«O
pr
cs
i,|enl'
Garcia
iMoreno,
assassinado.
O
nair
trd
quillo.»
1
iran’
«Logo
o
snr
Acasuhi telegrafou
para
Panamá,
e
recebeu o
seguinte
despacho
<A
noticia
é verdadeira.»
<As
eleições
para
a
presidência
deviam
fazer-se no
dia
10
do
corrente
mez
fano?
to).
Era certa
a
reeleição
de
Moreno
tis
só
linha
contra
si
os
pedreiros liv
res
»
alguns
sectários,
discipulos
dos radicaes
europeus.
Não
podendo
vencel-o
;
assas
sinaram-n
’
o.»
E'
mais
um
crime que
praticaram
um
regicídio,
mas quem já os conta
por’
ceo
lenas, pouco se
lhe
dá
de
mais
um.
Conimbricense.
—
Deste
jornal
traus-
crevemos o
seguinte
:
A
cadella
e
o
cordeiro.
—
A'
sociedade
zoologica
d
’
acclimaç.ão
de
Pariz
foi
Coru
.
municado o
seguinte
facto:
Uma
cadella
da
raça
Tetra
Nova t
eve
de
um
só
parto
muitos
filhos,
que
todos
foram
mortos.
O infeliz
animal
vendo-se
privado
dos seus
filhos
aduptuu
facilmente
um cordeirinho
que ficou
*ern
mãe.
A
ca
della
não desmentiu
um
só
instante
os
ins
*
lindos
da
maternidade,
e
deu
de
mamar
á
farta
a seu
filho
adoptivo,
ql)e foi
cres
cendo
até
comer
lierva,
como
exibia
o
seu
regirnen
berbroro.
A
carinhosa°ama
extranhou
muito
este
facto,
e
quiz
por
muitas
vezer
desviar
o
cordeiro
do
prado
de
relva
mimosa;
vendo
porém,
que
na-
da
conseguia,
condescendeu
a
final e
nào
opoz
mais
resistência.
O
que
é
ainda
mais
curioso,
são
as tentativas
empregadas
pel»
cadella
para ensinar
o
CQrdeiro
a
nadar
a
que
elle
resistiu
*
empre.
A
propesiio
deste facto,
a(IPmam-nos
qoe
se
conhecem muitos
exemplos
de
ca-
dellas
cresrem
com
g«ande carinho
os
ga
tos
que
se
confiam
aos
seus
cuidados.
Ovas
de
peixes.
—
Está
demonstrado
por
muitos
factos,
que
as
ovas de
certos
pei
xes
alimentares
são venenosas,
porque
pro
duzem
votnitos
e diarrheas
perigosas
co
mo
se
fossem
drásticos
violentos. Os
gu
losos
destes
alimentos
devem
precaver-se
resistindo
a
tão
funestos appelites.
Muita
gente
da grande
prefe'eocia
a
esta
iguaria;
e
quantas
cólicas
perigosas
serão
o
resul
tado
d
’
este
appetite?
Somno
lethargico
—
Os
annaes
da
scien
cia
referem
muitos
exemplos notáveis
de
doentes
que
dormem semanas e mezes
pro-
fundamente,
sendo
preciso
empregar
meios
artificiaes
de
alimentação
com
caldos
e
leite
Era
um
hospital
de
Turim
ap
pare
.
ceu ha
pouco
um
caso
curio-o.
Uin
ho
mem
de 21
annos
dorme
ha
47
dias,
sem
[interrupção,
servindo-lhe
de alimento
o
lei
te,
que
se
ihe
administra
por uma sonda,
que
communica das
forças
nasaes
com
o
estomago.
A
insensibilidade
,d
’
este doente
é
de
tal
ordem,
que
nem
accu
*
a
estimulo
ou
dor,
quando
lhe cravam alfinetes na
pel-
le.
Sómente
por
meto
de
coromoções
elec-
tricas,
revela
alguma
sensibilidade.
Relogios.
Lin
Ualtham, nos
Estados
Uoidos,
ha
uma
fabrica
que
emprega
500
operários
e
produz
por
anno
50.000
relo-
G
’
a
a
^° c
*
le
D
2
l^fa
fabricar
100.000
molas.
Phototypta
—
Acompanhadas
da
car
ta que
abaixo
publicamos,
o
exem.0 Car
los
Relvas,
fotografo amador, enviou-nos
quatro
bellissimas
estampas,
—provas
dos
seus
grin?eiros
ensaios
d
um
novo
proces
so
fotográfico,
que
s.
exc.
3
acaba
de
io-
lioduzir
em
Portugal.
E-te
processo
é
a
photoiypia
de Mr. C.
H.
Jacobi, artista
ailemao.
Realuiente
são
admiráveis
os
resultados
obtidos
por
esse
novo
processo,
como
o
demonstra
o
mimoso
blinde
com
que
nos
honrou
o
snr.
Carlos
Relvas,
e
que mui
lo agradecemos
:
Segue
a
carta
de s. exc.a
Snr.
redaclor.
GoJIegã, junho
de
1975.
Consegui
ha
pouco introduzir
em
Por
tugal
o
processo
de
Photoiypia
de
Moo
-
sieur
C.
H.
Jacobi
de
Neueudorf,
e
lenho
agora a
honra
de
apresentar
a
v. algumas
buliçoso
baile
de
Bullier
com tal ardor
que
os seus
amigos
persuadiram-os
da
neces
sidade
de se
baterem.
Accordou
se
na
arma
que
devia ser
a
espada
e
na
manhã
incicada
appareceram
com
a
escolta
dos
seus
respeclivos
padri
nhos
os
dois
combatentes
no
mais
solitá
rio
do
bosque
de
Vicennes,
recebendo
for-
malmeuta
duas espadas de
punhos
enor
mes,
ante
as
quaes
a
côr
dos
rostos
quasi
egualava
a
das
camisas
que
eram
o
unico
vestuário
que
os
cobria
da
cinta
para cirna
para mais
agilidade
; pozeram-se em guar
da,
ouviram
a
*
palmas
.e
deram
o
primei
ro
passo
afim
de
cruzarem
as
armas.
Ape
nas,
porém,
as
folhas
se
trocaram,
os
dois
deram
um
salto
para
traz
e
cairam
de
costas
na
herva
com
grande espanto
e
sobrasalto.
D.
Anna
Maria
Machado
Ramos,
Nar
ciso
Ramos
Bar
os
Pereira,
Maria
Thereza
de
Oliveira
Macedo,
Luiza
Maria
da
Cruz
Machado,
Anna
de
Jesus
da
Cruz
Macha
do,
José
Antonio
da
Cruz
xMachado
e
Aif-
louio Joaquim
da
Cruz
Machado,
extrema
mente
penhorado
para
com
todos
os
ill.
mos
e exc.
m
°
s
snrs.
e
stnhoras que
os
cum-
primeniaratn
por
occasião
da
senliJissi-
Os
copos
das
espadas
continham
duas
pequenas
pilhas
de
Volta
das
que
se
ven
dem
nos
estabelecimentos
de quinquilhas,
e
o
choque
das laminas produziu uma cor
rente
e
um
abalo
electrico
que
pela
solem-
nidade do
momento
obrou
energicamente
sobre
os
rapazes.
Inútil
é
dizer
que o tal
desafio,
como
todos
os de
pessoas de
bom
gosto,
acabou
ruidosamente
n
’
um
fraternal
almoço
de
reconciliação.
invenção.—
Parece
que
o
distincto e
reformado
actor
João
Anastacio
Rosa des
cobriu
um
comporto
qualquer
que,
appli
cado
ao
calçado,
o
torna
impermeável,
mas
sem os inconvenientes
das
galochas
de
caout-chouc. E de
par
com
a
impermea
bilidade,
parece
que
a
composição
torna
o
calçado
duradoiro
em
extremo,
a
pon
to
de
umas
botas
poderem
servir
deccn-
temente
um
anno,
com
uso
constante,
quando
em
regra
não
duram
um mez.
Porque
se
não
applica
este
invento
ao
calçado
du
exercito?
Parece
mesmo
que
dor
intervenção
do
cônsul
de França,
em Lisboa,
foi
man
dada
para aquelle
paiz
uma
amostra
do
produclo,
no
intuito
de
ser
para
alli
ven
dida
a
propriedade
d
’
elle.
Seria para
lamentar
que
uma coisa
util
não
fosse ensaiada
em
Portugal,
e
produzindo
os
efleitos desejados,
não
se
desse
a
seu autor a
merecida
recompensa.
Mas
ninguetn
é
propheta
na
sua
ter
ra,
nem
mesmo
quando
faz
o
milagre
de
tornar
duradoiro
o
calçado.
Se
se
tratasse
de alguma
agua
de
Laur-
des
ou
de
alguma festinha
a
Santo novo,
que enlhusiasmos
não
iriam
por ahi
!
Pirata
*
Iiispanlioe
*
.
—
Lè-SC 110
«Imparcial
de
Madrid»
:
«No
sabbado chegou a Gibraltar
um
na
vio
hollandez,
a
goleia «Pleiades»,
que
havia
sido
atacada
na
sua
viagem
por pi
ratas
hispanhoes.
E
’
o
caso que achando-se a
umas
dez
milhas do Caho
da Gala,
atracou
á
gole
ia
um
barco
hispanhol
com
sete
marinhei
ros
que
oílereciam
á
venda
fructas
e
hor
taliça.
O
capitão recusou
comprar, e
acto
continuo
seis
dos hispanhoes
armados
com
rewolvers,
sabres
e punhaes
saltaram
para
bordo
da
«Pleiades»,
ameaçando
matar
a
tripulação
se
esta
resistisse.
Os
indefesos
marinheiros
bollandezes
viram-se
obrigados
a refugiar-se
nos
mas
tros
do
navio,
á
excepção
do capitão
que
ficou
a governar o leme,
e
a
quem
se
apro
ximou
um
dos
piratas
que,
pondo-lhe
um
rewolver
ao
peilo,
exigiu
a
entrega
de
|
ar
te da
carga.
O
capitão
oílercceu-lhe
meio
barril
de
farinha
da
sua
provisão
e
ordenou
á
tripu
lação
que
descesse
á
coberta.
O
piloto
abriu
a
dispensa
para
lhe en
tregar
o
offerecitlo,
mas
os
piratas
arrom
baram
uma
das
escotilhas da
prôa
e
tira
ram
14
barris
de farinha,
obrigando
a
tri
pulação a
ajudar
a
embarcal-os
no
falucho,
com
grandes
ameaças
se
se
negassem.
Uma
vez
concluída
esta
tarefa,
reti
raram-se.
provas inalteráveis
dos
meus
primeiros en
saios
n
’este
genero
de
trabalho.
Pela
intelligencia
e
vontade
energica,
poude
o
distincto
artista
allemão,
simpli
ficar
a
Phototvpia,
alcançando
resultados
que
devem
ser
e'xtremamente
agradaveis
aos
artistas c
amadores.
Dá
este processo
de
impressão
por
meio
de
tintas
lithographicas,
não
só
a
traço,
senão
também
a
meias tintas,
e
ainda
quantos
efleitos
de claroe-scuro
a
arte
pos
sa
cornbioáf.
Monsieor
E.
Jacobi,
filho
de
Monsieur
C.
H.
Jacobi,
em
consequência
do
contra
cto
que fizemos,
veio
á
Gollegã
expor
as
minúcias
interessantíssimas
do processo,
e
devo aproveitar
este
ensejo para
prestur
homenagem
publica
aos iIlustrado represen
te
da
casa de
Neueodorf.
N
’
esle
gentro,
o
processo a
que
me
re
firo,
é
certamenle
no
paiz, o
primeiro
que
dá
as
meias
tintas
em
retratos.
Felicito-
me
por
ler
podido adquiril-o,
satisfazendo
por
este
modo as
minhas
aspirações
ar
tísticas.
Cuido tanbem
que
a
nossa
lerra
lucrará
com
esta
acquisição
e
folgarei
de
tornar
ulil
aos
meus
concidadãos
o
exito
admiravel
dos estudos
de
Monsieurs C. H.
Jacobi,
e
E.
Jacobi.
Tenho
a
honra
de assignar-me com
dis-
tincta
consideração
De
v.
etc.
Carlos
Relvas.
Faltu (1'agin»,—
E
’
geralmente
senti
da
em
Lisboa
a
falta
de
agua.
Diz-se
que no hospital
de
S.
José
os
médicos
lutam
com
graves
difficuldades
para
re
ceitarem
banhos
aos
doentes, tal
é
a
fal
ta
d
’agua que
n’
aquelle
estabelecimento
se
experimenta.
Ditosa
companhia !
Faz mesmo
gosto
possuir
uma
companhia
d’
aguas
assim
!
Vaccina.
—
O numero
de
indivíduos
que
foram
vaccinados
durante
o
mez
de
ulho
ultimo
nos
concelhos
de
que
se
com
põe
o
districto
do
Porlo,
foi
o
seguin
te
:
Gaya
—
4,
sendo
3 do
sexo
masculino
e
1
do
feminino.
Porto
-50,
sendo 40
do
sexo
mascu
lino
e
10
do
feminino.
Povoa
do
Varzim
—145,
sendo
85
do
sexo
masculino
e 59
do
leminino.
Santo
Thyrso
—
124,
sendo
69
do
sexo
masculino
e
55
do
feminino.
Villa
do
Conde—
66,
sendo
39
do
sexo
masculino
e
27
do feminino.
E
’
portanto
uma totalidade
de 398
vac
inações,
sendo
241
indivíduos
do
sexo
masculino,
e
147
do
feminino,
dos
quaes
23
de
3
a
6
mezes completos,
133
de
6
a
12
mezes completos,
5
de
7
a
14
annos
completos,
29
de 21 a
30
annos
completos.
Foram
vaccinados entre
esles
com
pos
tulas
verdadeiras
272,
2
com
postulas
ver-
falsas,
e II
com
postulas
duvidosas,
dei
xando de
comparecer
á
verificação
207.
Má pomição.
—Um jornal
do
Porlo
extracla
o
seguinte
do
Constilucionel
de
Paris
:
Não
pode
haver
para um
jornalista
se
rio
posição
mais
lamentável
que
a
de
se
encontrar
em
uma
carruagem
ás
tres
ho
ras da
madrugada,
sem
especie
alguma
de
calças
.
..
Succedeu
isto
a
noite
passada
a um
collega
de
alem da
Mancha,
mr.
Henry
Goddard,
correspondente
do
Standard.
Mr.
Goddard havia
ceado em
casa
de
Brebant,
e ao sair,
tomara
uma carruagem.
Disse
qne
morava na
rua
Laogier,
7
bis.
A
meio
caminho,
no
boulevard Ilaus-
smanu, o
cocheiro
parou
afim
de
accen-
der
as
lanternas.
Que se
passou durante
os
cinco
mi
nutos
que isto durou
?
Evidenlemente
al
guns
ratões
de
mau gosto
que
o
cocheei-
ro
não
viu,
íiseram uma
farçada
pouco
agradavel;
porque
quando
chegou
á
rua
Laugier,
o
jornalista
inglez não
linha
es
pecie
algurna
de
calças.
Mão
desconhecida
abusando
do pesa
do somno
em
que
elle
eslava
mergulha
do,
e
ao
qual
o cbampagne
não
era
de
todo
estranho,
roubara-o
em
quanto
a
carruagem
esteve
parada.
O
peior
é
que
mr
Goddard
viera a
Pariz
unicamente
por
dois
dias,
e
não
linha
para
se
mudar
nem
linha
grande
confiança
com
as
pessoas
em casa de
quem
se
hospedara.
Cotans
«le
estudante
*
.
—
Ainda
de
ve
ser motivo de
riso e
mofa
de
todo
o
bairro latino
de
Paris
a
burla
feita
por
estudantes
velhos a
dois
novatos recem-
cbegados
da
província,
que
por
original
merece
ser
contada.
Travaram-se
de
palavras
os
novatos
no
A
acceilaçào
que
lem tido
no
publi
co
esta
Agencia,
e
o
já
crescido numero
dos
que se
utilisam d
’
esla
innovação,
pro
porcionam
aos
proprietários
da
mesma
am
pliar
as
garantias
e
vantagens
que
até
aqui
oflereceram
;
assim de
hoje
ávante
des-
contar-se-ha
:
Aos
snrs.
que
publicarem
annuncios
ou
communicados,
por
intervenção
da
Agencia,
em
um
só
jornal,
sendo
d
’
elle
assignante
o
que
annuncia
25
p.
c.
Não
sendo
assignante
10
p.
c.
Ao
que
fizer
a
publicação em
tres
jor
naes,
seja
ou
não assignante 25
p.
c.
Ao
que
fizer
a
publicação
em
tres
jor
naes,
quer
do
Porto,
Lisboa,
províncias,
quer
estrangeiros,
sejam
ou
não
assignan-
les
30
p.
c.
Além
(fisso;
tendo a
Agencia
conces
são
exclusiva
de
collocar
annuncios
fixos
nas
estações
do
caminho
de
ferro
do
Mi
nho
e
nos
wagons
que
transitam
no
mes
mo,
caminho,
oflerece a
vantagem de afli-
xar
GRÁTIS
nas
estações
limítrofes,
Braga
e
Porlo,
os
annuncios publicados
por
sua
intervenção
e
durante
tanto
tempo
quan
to
durar
a sua publicação
nos
mesmos
jornaes.
O
preço
dos annuncios
nos
wagons
será
previamente
justo no
escriptorio
—
Praça
de
D.
Pedro
n.°
133
—
Porlo.
Esta
Agencia
também
se encarrega
de
fazer grátis
seguros
em
todas
as
compa
nhias.
EXPEDIENTE DA ADUIAISTRA-
ÇÃO.
Cartas
recebidas
na
administração
d'esle
jornal
:
Lisboa.
—
Ignacio
Francisco
de
Moraes.
Bragança.—
Reitor de
Vemioso.
Porto.
—
Direeção do Banco da
Estre
madura,
por
intervenção
de João
Baptista
Lopes, de Braga.
A
SEMANA
RELIGIOSA
BiUCARENSE
Publicou-se
o
n.°
16
d
’
este
semanariore
ligioso
que
em
parte
vem substituir a
União
Catholica
e
Atalaia
Catholica
que
por
es
paço
de
19
annos
se
publicou
n
’esta
cida
de,
e
o
qual
conterá
:
As
leis,
decretos
e portarias
(lo
Minis
tério
dos Negocios
Ecclesiasticos.
As
Pastoraes,
Exhorlações,
Editaes e
outras
medidas
geraes
expedidas
pela
Secre
taria
de
S.
Exc.
a
Rev.
ma
o
Snr.
Arcebispo.
Os
editaes
de
concurso,
os
provimen
tos
das
egrejas,
as
Provisões
(FEncommen-
dação
e
outros actos
da
Camara
Ecclesias-
licado
Arcebispado.
Os
factos
mais
notáveis
da
Egreja
Catho
lica
com
relação
a
Portugal.
Artigos
de
doutrina
religiosa,de
lithurgia
de Historia
Ecclesiaslica
que
digam respei
to
a
este Arcebispado
Primaz
das
Hispanhas.
Apotegmas
ou
ditos
sentencionarios
que
tenham
alguma
moralidade.
Biographias
de
varões
illuslres
por
sua
sciencia,
virtude
e
serviços
feitos á
Egreja.
Preço
d
’assignatwra: por anno
l$20l)
—
seis
mezes
600
réis. —
Com
estampilha
por
anno
l$500
semestre
750.
Assigna-se
cm
Braga,
na
rua
Nova
de
Sousa
n.°
3,
para
onde
deve
ser
remelti-
da
toda
a
correspondência
ao
editor
José
Maria
Dias
da Costa.
Matérias
contidas
no
presente
numero
:
Expediente
ecclesiastico
do
arcebispado
de
Braga.
Secção
religiosa.
—
Reforma
do
clero.
(Continuação.')
Novas declarações
da Sagra
da Penitenciaria
sobre
o
Jubileu
do
Anno
Santo.
Secção lithurgica.
—
Pastoral
primeira
em
que
I).
Fr.
Caetano
Brandão
saudou
os
seus
súbditos
do
Pará,
(continuação).
Noticias
e
factos
diversos.
tó
iís fc
tW: fe Já tís Já fei fet Já Já
Já Já
José
Antonio
da
Cruz Machado,
e
sua
mulher
Maria Thereza
d'Oliveira
Macedo
;
Antonio Joaquim
da
Cruz
Machado,
Lniza
Maria
da
Cruz Machado,
Anna
de
Jesus
da
C'uz
Machado
e
Anua
Maria
Macha
do
Ramo
*
,
agradecem
por
este
meio,
na
impossibilidade de
o
fazerem pessoalmen-
te,
a
lodos
os
ill.
m
8
exc
Inos
snrs.
e
se
nhoras,
e
muito rev.mos
eccleoasticos
que
os
honraram
com
os
seus
cumprimentos
,
or
occasião
do
passamento
de
seu
inuo
cente
filho
e
sobrinho
Sebastião,
e
assis
tiram
ao
responso de
gloria
que
por
alma
do
mesmo
t :ve
logar
na
capella
do
cemi
tério
publico na tarde
de
29
do corrente
;
protestando
lhes d*
esla
fórma
o
seu
eterno
reconhecimento
c
indelevel
gratidão.
(2670)
<
4 9
e i ♦ e A
é é 4 i 4 ♦ i © è ♦ íi i i ♦ 4 ♦ 4 4
ma
morte
de
seu
presado
marido,
irmão
e cunhado Sebastião
Ramos
Barros
Perei
ra,
e
assistiram
aos
oflicios
fúnebres
que
para
suffragar
a
alma do mesmn
tiveram
logar
na
egreja
de S.
Vicente
no
dia
17
de
agosto
ultimo,
veem por esle
meio,
oa
impossibilidade
de o
fazerem
pessoalmeute,
agradecer-lhes
tão
relevantes
obséquios,
e
protestar-lhes o
seu
profundo
reconhêcimeo-
to
e
gratidão.
(2674)
ANNUNCIOS
BANCO
COMMERCIAL
DE
COIMBRA
Sociedade
anonyma
—
responsabi
lidade
limitada
São
prevenidos
os snr&. ac
cionistas
d’este Banco a fim de
entrarem
com a 8« prestação
de 10
p. c. das
suas acções»
desde
o
dia 20 a 3 i do cor
rente,
das 10
horas da
manhã
até ás 2 da tarde, em Coimbra,
na séde do
Banco, no Porto,
Lisboa,
Eraga, Vianna, e Man-
gualde, nas agencias
do mes
mo
Banco.
Coimbra,
10 de setembro
de 1875.
Os
gerentes,
José
Barbosa
Lima.
J. Melchiades Ferreira
Santos.
(C.
2687 R.
127)
Altençào
e
muita
attenção
Perdeu-se na noite
do
dia
9
do cor
rente,
um
cãosioho
amarello,
com
malhas
brancas
no peito
e
que
dá
pelo
nome
de
Lyoce.
Quem
o
achasse
e queira
restituir,,
pede-se
o
obséquio
de
o entregar
na
rua
de
Santo
Andre,
casa
n.° 23.
Dão-se alvi-
çaras.
(2688)
Francisco
José
da
Cunha
Cosu
Sojsi «le
ealdeireiro
Rua
de
S.
Vicente,
nF
100—Braga
Vende
Caldeiras,
Taxos,
Bacias,
Cho
colateiras,
alambiques,
e
mais
objectos
de
cobre,
pertencentes
ao
seu
estabelecimen
to,
por
preços
commodos.
(2689)
VE.VDE-SE
Na
irmandade
das
almas
de
S.
Tfiiago
da
Cividade,
d
esta ci
lade,
ha
para
vender
um
esquife
de bastante
trabalho
e
em
muito
bom
estado.
Falla-se
com
a
meza.
(2690)
Carreira de
Braga
á
Povoa
do
Varzim
José
Antonio Duarte
Pregueiro
à
Lmão,
resolveram
para
maior
commodidade
dos
snrs.
passageiros
estabelecer
o
preço
des
de
o
dia
17
do
corrente
entre
Braga
e
Povoa
de
Varzim
e
vice-versa,
a
500
rs.
dentro,
e
490
rs.
fóra,
continuando
a
sair
a
carreira da
noite
ás
10 horas, e
o
car
ro
que
sai
ás
4
da manhã, principia
des
de
o
dia
17
do
corrente
inclusivé
a
sair
de
Braga
ás
5,
chega
a
Barcellos
ás
8,
e
á
Povoa
ás
11
e
meia. Sae
da
Povoa
ás
5
chega
a
Barcellos ás
8
e
a
Braga
ás 11 e
meia,
demora
em
Barcellos meia
hora
tan
to
na
ida
como
na
volta.
(2692)
PIANO
Vende-se
um
de
7
oitavas,
pau
preto,
e
(Pacredilado
auctor.
Vê-se e
trata-se
com
o
ill.‘no
snr. Fernandes
Pereira,
Campo da
SanCànna
em
Braga.
(2681L
PINTO & TELLES
•Foi
dissolvida
por
escriplura publica
de
8
do
corrente,
a
sociedade
que
n’
esta
pra
ça
girava
sob
a firma
Pinto
•&
Telles,
sen
do
estipulado
na
dita
escriplura
que
fica
desde
aquella
data
todo
o
passivo a
cargo
do
socio
Miguel
Corrêa
•
Pinto,
ficando
isempto
de qualquer
responsabilidade
o
so
cio
José Justino
Telles.
(C.
2691 R.
127)
CERT1DIÀ0
José Firmino
da
Costa
Freitas,
escrivão
do
Tribunal do
Commercio
de
primeira
ins
tancia
n
’esla
cidade
de Braga e seu
dis-
tricto,
por
Sua
Mageslade
El-Rei
o
Se
nhor
Dom
Luiz,
que
Deus
guarde,
etc.
Certifico
que
no
processo
de
fallencia
de
João
Anlonio de
Sousa, negociante
que
foi
na
Villa
dos
Arcos
de
Val-de-Vez,
pre
feriu
o
Tribunal
a
seguinte
Sentença
:
O
tribunal
attendendo
a
que
o
nego
ciante
João
Anlonio
de
Sousa, da
Villa
dos
Arcos de
Val-de-Vez,
era
devedor
aos
re
querentes
negociantes
d’esla
cidade
Do
mingos
Pereira d
’Azevedo, da
quantia
de
272$371
rs.
Joào Baptista
Lopes,
da
quan
tia
de
407$222
rs.
Jeronimo
José
Pereira
Pinheiro
&
Filhos,
da
quantia
de
728$478
rs.
importância
de
fazendas
que
levou
a
credito
para
revender,
e
que
sendo-lhe
pedidas
as
quantias supra,
já
no
mez de
Maio,
as
não
pagou,
posto
que
prometteu
pagar,
e
subsequenlemente
fizesse iguaes
promessas, é
manifesto achar-se
em
falta
de
pagamentos,
e
por
isso
declara
aberta
a
fallencia
do
dito
João
Anlonio
de
Sou
sa, da
villa
dos
Arcos,
a
contar
desde o
dia 30
de
julho
do
corrente
anno,
oíde-
nando
que
se
ponham
os
sellos
em lodos
os
objecios do
seu
negocio
e
bem
assim
em
lodos
os
bens
que
lhe
forem
encon
trados,
nos
termos
dos
artigos
1124-1126
e
seguintes
até
1159 do
Codigo
Commer
cial,
e
nomeio
para
juiz
cornmissario
pro-
visorio
ao
jurado
Manoel
Bento
de
Carva
lho,
e
curador
fiscal
ao
crédor
Jeronimo
José
Pereira
Pinheiro
&
Filhos, d
esta ci
dade,
que
é
provisorio,
mandando
que
fa
çam
as necessárias
communicações
e
se
cumpra
o
disposto
no
artigo
1161
do
Cod.
Com.
Braga
7
de
Setembro
de
1875
—O
primeiro
substituto
servindo
de
Presiden
te
do
Tribunal
do
Commercio
de
primei
ra
instancia,
Antonio Roberto
d'Araujo
Queiroz
—
Manoel
Luiz
Ferreira Braga
—
Joaquim
José
Golçalves
Salgado—Manoel
Bento
de
Carvalho
—
João Luiz
Pipa.
Eslá conforme
o original.
Braga
8
de
Setembro
de 1875.
O escrivão
do Tribunal do
Commercio
(2683) José
Firmino da
Cosia
Freitas.
ISGOLA
AMERICANA
AGOA
CIKCASSlANA
E
FLOK1DA
Vende
se
na
pharmacia
—
Alvim.
(267a)
T
njecçãõ
bãrn
I
t
E’
já
bem
conhecida
a
sua
eflficacia
em
curar
em
menos
de
»
dia»,
toda
a
qua
lidade
de
purgações,
como
o
póde
alies-
lar
a
venda
de
mais
de
2.000
frascos.
Deposito
em Braga,
na
pbarmacia
do
Hospital
de
S.
Marcos.
(2641)
Re
centemente
chegado a
esta
cidade,
aonde pretende demoiar-ce
algum
lempo-
oíferece os
seus
serviços
ao
respeitável pu
blico
em tudo que disser
respeito
á
sua
arte.
Ex
trai,
cura
e
conserta
os
dentes
caria
dos, colloca
dentes
arliíiciaes,
com
per
feição
e
cura
todas
as
aflecções
da
boc-
ca
;
especialidade
da
escola
moderna.
Con
sultas
e
extracçào
de
dentes
aos
pobres,
grátis
das
8
ás
9
horas
da
manhã.
Consullorio,
Campo
de
Sant’
Anna
n.°
1
—
B
2.°
anelar.
(C.
2644
R.
105)
S
õ
I
ím
S
õ
O
abaixo assigoado
faz
por
este
modo
sciente
ao
respeitável
publico,
que
não
se
responsabilisa
por
todo
e
qualquer
contra
cto,
obrigação
de
divida,
de
qualquer
es
pecie
que
seja,
a
que
elle anounciante
não
assista pessoalmeute,
e
com
plena
li
berdade,
ou
por
pessoa,
por elle,
legalmen
te
auctorisada.
Braga
7
de
Setembro
de 1875.
O
PF
Anlonio
José
Mendes
Bacalhau.
(2682)
PEIllUllARIAS
Vendem-se na |»l»armacia «ie A. 1>.
Alvim,
os seguintes
preparados:
Agua
de triple de
Colonia.
Dita da
Sociedade
Higiénica.
Dita
de Príncipes.
Dita
de
Codrait
&
Companhia
e
outros
auctores.
Ditas Aneterina.
do
dr.
Popp.
Dentorioa,
de
Rigaud.
Coloriginio,
de
Rigaud,
liquido
regene-
dor
da côr
primitiva
dos
Cabellos.
Pós
Rosâe, preparação
nova,
para bran
quear
e
amaciar
a
pelle,
de
Rigaud.
Oleo
Miranda,
de
Rigaud.
Vinagre
de Toalelte,
de
Bully.
Creme
Denlrifico,
de Rigaud.
Pós
Dentrificos,
do dr.
Pierre.
Thesouro
da
Bocca,
esta
agua dentrifi-
cia,
muito
agradavel
ao
gosto,
é
a
mais
eílicicaz
para
os
cuidados
da
bocca, e
con
servação
dos
deoles.
Pomada
Flexível,
para conservação dos
cabellos.
Pó
d’
Arros
d
’
Italia,
para
branquear,
refrescar
e
amaciar
a
pelle.
Pomada Miranda,
de
Rigaud,
tónica
e
fortificante
do
cabello.
Benzi
na
perfumada.
Esta
benzina
é
de
lodos
os produclos
alé
hoje
conhecidos,
o
eflicaz
para tirar
as
nodoas
de
todos
os
corpos
graxos
ou
reziuosos,
dos
tecidos
de
séda,
lã,
linho
e
algodão,
sem alterar
a
côr.
nem
atacar
o tecido,
deixando
depois
do
seu
uso um
aroma
agradavel.
Oleo
de
mãe
de
vacca,
romatisado
pa
ra
o
cabello.
Sabonetes
de
alcatrão, muito
uteis
em
diversas
moléstias
de
pelle.
OLEO
DA PERCIA
Este
oleo
cosmético
bem
difíerente
a
lodos
os
oleos e
pomadas usadas
até
ho
je,
amacia,
dá
lustro
e
brilhantismo no
cabello,
melhor
que
qualquer
outro,
sem
deixar
nodoa
alguma
na
roupa.
Vende-se
na
pharmacia
de
A.
D. Alvim.
LEITE
DIVINO
Unico
restaurante
da
bellesa.
Vende-se
na
pharmacia
de
A. D.
Alvim.
TONICO
ORIENTAL
Preservatoiio seguro
contra
a
calvice
e
encanecimento,
é
a preparação
mais
deli
ciosa
que
se
ha
descoberto
para
o
cabel
lo.
Vende-se
na pharmacia
—
Alvim.
O
professor
em
artes,
lettras
e
scien-
cias,
membro
do cleio e
magistrados,
todo
o
medico,
cirurgião,
dentista
e artista,
que
desejem
obter
o
titulo
e
diploma
de
doutor
ou
bacharel
honorário; f»odem
diri
gir-se a
Medicus,
rua
do
Rei,
46,
em
Jer-
sey (Inglaterra).
(T
*
)
A
commissão
geral de
administração do
collegio
de
S.
Caetano,
da
cidade
de
Bra
ga,
lendo
de
mandar
construir
um
edifico
com
a
necessária
capacidade
para estabe
lecimento
do
referido
collegio, destinado
á
educação
e inslrucção
dos
orfão des
validos
e
expostos,
em harmonia
com
as
prescripções
do
decreto
regulamentar de
6
de
dezembro
de
1866, resolveu abrir
concurso
para o
projecto
do
indicado
edi
fício,
otferecendo
tres
prémios,
um
de 600$
reis
ao
auctor
do
projecto
classificado
em
primeiro
legar,
um de
400$')00
reis
ao
d
’
aquelle que
for
collocado
em
imrnediato
merecimento,
e
outro
íiualmenle
de
200$
reis
ao que
fôr
classificado
em
terceiro
logar, satisfasendo
os
projectos
a
todas
as
condições
do programma, elaborado
em
dRla
de
1
de junho
do
corrente
anno,
para
servir
de
base
ao respeclivo
concurso.
Os
projectos'serão
apreciados
por
um
jury
formado de
pessoas
edoneas
e
com
petentes,
pelos
seus conhecimentos
espe-
ciaes, sendo
o
praso
para
o
concurso
con
tado
de
15
de
setembro
corrente
a
16
de
março
de'1876.
As
pessoas
que
pertenderem
concorrer
poderão
dirigir-se:
—
em
Braga,
ao
Direc
tor
do
collegio
dos
Orlãos
de
S.
Caetano;
em
Lisboa,
ã secretaria da
associação
dos
Emgenheiros
civis,
rua
das
Chagas
n.°42,
1?
andar;
e
nb
Porto
á
Gerencia
da Cai
xa
Filial
do
Banco
do
Minho, rua
das
Flores,
para
lhes
£erem
fornecidos
exem
plares
do
programma
e
da
planta
typo-
graphica
do
terreno,
e
mais
esclarecimen
tos.
Braga
6
de
setembro
de
1875.
O
secretario da
Commissão,
O
conego
Antonio
Francisco'
Pereira d'Al
meida
Coulinho.
(2677)
T&BACARIA
DEPOSITO
»E
CHARUTOS
HAVANOS
Chegou
a esta
casa
a
marca
especial
FLOR
DO
CHIADO
PAPEIS DE
ARRENDAMENTOS
IMPRESSOS
Vende-se
na
Tabacaria
Bracaren-
«e.
(2686)
José
Carlos
Machado d
‘
Almeida,
com
eslabelecimehto
na
rua
do
Campo,
n.°
tem
para
vender
um
surtimemo
de
cami
’.
solas
de lã
de
lodos
os
tamanhos,
assim
como meias e culurnos,
qoe
vende por
preços
comodos.
(2647)
DILIGENCIAS
DIARIAS
De
Sebastião da Silva Neve»
Entre
Braga,
Ponte
do
Lima,
Vianna,
Ca-
minha,
Valença,
Monsão,
Tuy,
Vigo,
Ponlevedra
e
S.
Thiago.
Também
se
despacham bilhetes
e
ba
gagens
direclameule
de
Braga
para
Lis
boa.
por
caminhos
de
ferro.
Escriplorios:
em
Braga,
na
casa
aon
de
eslava
a
Companhia Viação (esquina
da
Conega),
em
Ponte
do
Lima,
na
hos
pedaria
da Theodora,
em
Vianna,
oo
es-
criptorio
do annunciante.
(2611)
Casa
de
Commissòes
Antonio
Zacharias
da
Silva
Coelho,
con»
casa
de
Commissões
em
Braga,
rua
de
S.
Miguel
O
Anjo
n.°
16,
ao
campo
das
Hortas,
recebe
e
envia
encommendas
para
qualquer
parte
do reino,
mesmo in
dependentes
das
estações,
a
pagar
em
qual
quer
dos
pontos
pela
commissão
de
40
rs.
por
volume
alé
70
kilos.
Também
remette
encommendas
ou
mer
cadorias
para qualquer parle
do
Brazil
ou
nação.
Encarrega-se
dos
despachos na
eslaçào
das
Devezas ou
de
qualquer
alfandega
do
reino
abonando
todas
as
despesas
alé
que
as
mercadorias
cheguem
ao
seu
destino,
mediante
uma
commissão
rasoavel.
(2635)
CÕ
m
FÃNHIÃ
gêrãl
~DÊ
SÊ-
GUROS
I.V
r.MÃO,
»E HAVBID
Segura
nas
condições mais vantajosas
contra
o
risco
de togo,
e
lambem
contra
os
prejuízos
causados
pela
explosão
de
gaz,
ou
pelo
raio.
Verificam-se
os
seguros
n’
esla
cidade
de
Braga
no
escriptorio
de
Ferreira
Bor
ges
óc
C.
a
, praça
do
Barão
de S.
Martinho
□
26
—
1.°
andar.
(2537)
Agencia
do
Banco
de
Vianna
CARVALHOS
&
f
Rua
do
Souto
n.°
30
Esta
agencia
faz
as seguintes operações:
Desconta
leiras da terra
e
de
cambio.
Eucarrega-se
da
compra
e
venda
de
pa
peis de credito.
Receie
dinheiro
á
ordem
e
a
praso
abo
*
nando
uros.
Empresta
sobre
penhores
d
’ouro,
pra
ta,
inscripções,
acções de
bancos
e
com
panhias.
Saca
sobre
praças
do reino
e
estran
geiras,
onde
o
Banco
tem agencias.
Braga,
3
de
junho
de
1875.
Os
agentes,
(B
*
)
Carvalhos
&
CF
Rua
du
Campo,
n.°
22
—
Braga
Alugam-se
os
altos
da
casa
n.°
22,
que
lem
commodos
para
numerosa
fanii-
lia.
Trata-se
na
mesma
de
seu
aluguel
e
póde
ver-se
a
toda
a
hora do
dia.
(2626)
LilO
DE
JANEIRO.
A sahir
de Lisboa
Passagens
a
preços
redzizidos.
Caminho
de
ferro
gralts.
-
barca
«Lisboa»
de
1:200
to-
nelladas,
com
espaçosa
camara
de ré
para
passageiros
de
prôa,
vae
satiir
com
brevidade.
Os
snrs.
passageiros
que
quizerem
aP
r0
*
veitar
o
ensejo
de
seguir
n
’
este
excellente
navio,
queiram
dirigir-se
ao
escriptor
*
0
°
e
Soares
&
Irmão,
Praça
de Santa
Theresa,
n.°
47.
—Porto.
(U
*
)
BRAGA
:
TYPOGRAPHIA LUSITANA — - É o formato de
-
comerciominho_14091875_395.pdf
Parte de Comércio do Minho (O)