comerciominho_10081875_381.xml
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3. ANNO
1875
FOLHA COMMERCIAL RELIGIOSA E NOTICIOSA
NUMERO 381
Assigna-see
vende-se
no
escripiorio
do
editor
e
proprietário
José
Maria
Dias da
Costa,
rua
Nova
n.*
3
E,
para
onde
deve
ser
dirigida Iodai
correspondência
franca
de
porte.
«=«A.s
assi-
gnaturas
são
pagas
adiantadas
;
assim
como as
correspondên
cias de interesse
particular. Folha
avulso
10
rs.
ILICAL-
S
E
ÁS
TERÇAS,
QUINTAS
E
SABBADOS.
P
reços
:
Braoa,
anno
1^600
rs.=Semestre
850
rs.=Prot>»n-
cias,
anno
átou
rs
e
sendo
duas
4&000
rs.«=Semestre
15250
rs.=#r«z»f,
anno
45400
rs.=Semestre
25300
rs.
moeda
forte,
ou
105000
reis
e 55500
reis
moeda
fraca.
=lnE.uncios por
linha
20
rs.,
repetição
10
rs.
Para
os
assignantes
*0
%
d’
a
batimento.
BRlftÂ
— TKKÇA-FE1«A
IO «le
AGU!4'ií'O
<Jorreap:>MtIe«Bcii»
eatrangeis-a
PARIS,
3
D
’AGOSTO.
(Correspondência
particular
do
iConirner-
cio
do
Minho»)
Esião
a
terminar
as
deliberações
da
assembleia;
uma
sessão
mais
e
o
com
bate
acabará,
á
falia
de
combatentes,
póde
diser-se,
porque
um
grande numero
de
deputados
regressaram
já
a<
s
seus
depar
tamentos,
que liuhain
saudades
de
tor
nar
a
ver.
Todos
os
oradores
inscriplos
para
to
mar
a
palavra
subre
us
últimos
projeçjos,
promelleram
ser
breves.
No
entretanto
re
ceia-se
que
as
esquerdas
nào
deixem,
an
tes
da
prorugaçào
da
assembleia,
de
ten
tar
alguma
manifestação
tendente
a der
rubar
0
ministério,
e
iodos
conhecem
que
seria
toem
mal
escolhido
este
momento
para
perturbar
0
paiz.
Os
iepublicaoos tiveram
hontem
uma
reunião
geral
afim
de
se
coocerlaiam
so
bre
a
conducta
a seguir,
e
M. Gambelta
pronunciou
um
longo
discurso para
de
monstrar
a
necessidade
que,
a
seu
ver,
se
impunha
ás lies
esquerdas
de
fa
serem
hoje
mesmo
uma
demonstração
politica.
Este
projecto,
porém,
nao
agradou
á
maioria
da
reunião,
que
decidiu
que
nâo
era
opportuno
suscitar
um
debate
que
po
deria
dar
em regu
lado
urna
crise.
A
esle respeito,
pois, nào podemos
precisar
0
qne
se
pas.-ará
dentro
em
al
gumas
horas.
A
assembleia adaptou hontem,
em
ul
tima
leitura,
o
projecto
relativo
ás
elei
ções
senaloriaes.
Apenas
foram
introdusidas
n>
texto
adopíado
duas
m<
dificaçõss
ue
somenos
importância.
O
incidente
mais
notável
da
ses-ão
foi
a
declaração
feita
por
M.
de
Franclieu
em
nume
da
extrema
direita.
O digno
deputado
subiu
á
bibuna
para
explicai
a
rasão
porque
elle
e
os
seus
amigos,
durante
toda
a
sessão
que
vae
lindar,
votaram
conslanlemenle
contra
a
consti
tuição.
Fallou
com desassombro
tal
que
mereceu
do
presidenle
o
cuoviie
de
ser
mais
moderado.
Mas
M. ue
Franclieu,
forte
do
seu
direito,
declarou
alto
e
b>m
som
(jue os
deputados que
succederão
ao»
acluaes
não
jespeitarao
a
constitui
ção
Emquanlo
a
elle,
receia pelas
ine
vitáveis e
próximas
consequências
da
vo
tação
da
republica,
e
parece-lhe
que
é
chegada
a
hora
de
daf
a
cada
um
a
par-
cella
de
responsabilidade
que
lhe
tocar
n
’essa
votação
e
consequências;
porisso
declina
a
sua
responsabilidade
e a
dos
seus
amigos.
Depois
relembrou
0
insuc-
cesso
da
tentativa
feita
para
0
restabele
cimento
da
mouarchta
e
aítiançou
qne os
legilimistas
não
perderam
ainda a espe
rança
de
verem Henrique
V
subir
ao
thruuo
que
lhe
peflence.
Elles
confiam
em
que
um
dia
tola a
França,
em
vez de
prolligar
a
conducla
do
conde
de
Cham-
bord,
admirará
este
príncipe
magnânimo,
que
preferiu
o
vitupério,
o
insulto
e
a
calumnia
á
menor quebra
de caracler,
e
que
tem
sido
sempre
o
que
é
ainda
boje
—um
instrumento de
salvação
para
a
fi
lha
primogénita
da
Egreja,
quando
soar
a
hora
marcada
por
Deus.
£*
facil
de
comprehender
os
applausos
que
estas
palavras
provocaram
nas
fileiras
da
direita, beiu
como
a
irritação
profun
da
que se
apoderou
dos
republicanos,
ao
verem
a
verdade
descer do
alto
da
tribuna
para
ser
conhecida
por
toda
a
França.
Os
partidos
prometlem
aproveitar-se
do
melhor
modo
das
suas ferias.
Os
re
publicanos
lastimam-se
da
má
campanha
que
fiseram
nas
ultimas semanas
da
ses-
«ào;
a>sim procurarão,
durante
esse
tem
po,
attrair a
opinião em seu
proveito,
com
receio
das
próximas
eleições.
Annuncia-se
já
vários
manifestos;
áma-
nhâ
teremos
0
do
centro
esquerdo,
de
baixo
da
lórma
d
’
uiu
discurso,
pronun
ciado
por
M.
Laboulaye;
em
seguida
virá
0
da
extrema
direita,
coja redacção
foi
confiada
a
M.
M.
Luiz
Blanc
e
Peyral.
S-
guir-se-hão
as
viagens e
os
discursos
de
M.
Garnbelta
em
vários
departamentos,
especialmente
nos
do
Meio-dia
; e
atinai
as
carias
dos deputados
do
*
d, fie
rente.»
grupos
parlamentares
aos
seus
eleitores.
Corno
se vê claiamente, vão
ser
em
penhados
os
maiores exlorços
para
entre
ter
em
constante
agitação 0
paiz,
que
aliás
só
pede
trapquillidade,
e
para
lhe
faser
saborear
as
novas instituições
repu
blicanas,
cujos
encantos
»erão aliamçnie
pieconisados por
todos
o<
republicanos.
A
reabertura da
camara,
fixada
para
4
de
novembro,
não
prumette
ser
menos
agitada.
Os
chefes
das
esquerdas,
nas
des
pedidas
trocadas
etn
Versalhes,
communi-
caram-se
as
risonhas
esperanças, qne
ali
mentam,
de
derrubarem
M.
Buffet
uos
pri-
nreires
dias
da
sessão
próxima.
E
’ aven
turar-se
muito
para
0 tempo
que
corre,
annunciar com
tres
meses
d
’antecipaçào
0
resultado
de
prujectos
que
são
quasi
sempre
nuliiticados pelo
imprevisto.
E
’
possível
uo
entanto
que
todos
os
esforços que
vão
ser
tentados
possam
vir
a
ser
coroados
de
bom
exilo.
N’
este
caso
0
chefe
do
gabinete
seria
escolhido
enlre
os
membros
da
esquerda,
ficando
lodos
os
outros
ministros
no
seu
posic.
Então,
fortalecidos
p
lo gabinete,
os
republicanos
irariam á
tela a
questão
da
dissolução;
n
’
este
caso
seria
possível proceder-se
ás
eleições
geraes
nos
ptiiicipios
do
anuo
de
1876;
do
contrario,
e
o
que
é
rnais
pro
vável,
as
eleições só
terão
logar
p.ra
0
mez
de
março
ou
d
’
ubril.
xNa
ultima
semana tiveram logar cu
riosos
detrates
perante
0
tribunal correc-
cional
de
Lyou.
fraelava-se
da
perseguição
diiigida
contra um
certo
numero
de
ra
dicaes do Rheno pelo
crime
de
sociedade
secreia.
Não
ha
muitos
meses
que
foram
ope
radas
algumas
devassas,
simultaoeameiite
em
Lyon
e
em
Ma.selha.
O
golpe
era
inesperado, e nào
foi
pouco
doloroso
para
os
radicaes.
O
prefeito
de
Lyun,
M.
Du
cros, é
lioje mais
que
nun-a
o
alvo
dos
ataques
violentos
dos-
radicaes
qoe
0
ac-
cosam
d
injustiça,
etc.
Mas
o
governo
oãu
vê
com
lentes de
grau igual
ao
das dos
radicaes,
e
nada
fez
que impedissem
0
seu
cuiso as
pesquisas
encetarias.
De
resto,
0
acto
da
accusaçao é
sullicienle
para evi
denciar
quanto
sào
pouco chimericos
os
factos
que
moiivaratu
a
accusaçào
e
as
perseguições.
O
que
acabamos
de presenciar em
Lyon,
é
nada
menos
do que
um capitulo
da historia
dos
progressos
do
radicalismo
no
Meio-dta depois
da
guerra
de
1870.
Na
epuca
da
invasão
achava-se ern
Lyon,
como
em
Paris,
ura grupo
de
patriota»
puros que
eulendiam
que
«antes
de
com
bater
0
inimigo
exterior,
era necessário
combater 0
inimigo
interior».
Esle pen
samento
dominou 0 partido
radical,
de
Lyon,
durante
toda
a
guerra,
e
os
acon
tecimentos
de
que
Paris
foi
theatro
em
1871
nào
foratn
mais
do
que
a
soa
exe
cução.
(Confine
|iruxitMO
».
*)
REVISTA ESTRANGEIRA
O
‘
detn
do
dia
dirigida
pelo
general
Saballs
ao
exercito
real
da
Catalunha a
25 de
julho
de
1875,
festa
de
S.
Thiago.
Quartel
general
de
S.
Pedro de
Torrelln
(entre
Vich
e
Ripoll).
Voluntários:
A
junção d
’
uma parte
das
força»
car-
lislus do
Ceniro
com
as
nossa»
é
um fa
cto
consummado.
Corno
vós
muito
bem
sabeis,
este
valente
exercito
teve
de
atra
vessar
O
Ebro
para
malog-ar
os
planos
dc
Jovellsr,
que
contava
enVolvel-o
comi
f.,rças
superiores
e<n numero.
O»
hita-
'
Ihões
commaneadas
pelos
bravos
genera-'-
;
Alvez
o
Adelaniado
e>iã«»
agora
coninoseu,
e
tomarão
a
sua parte,
a
nosso lado,
nos
perigos
e
hazares
d<
guerra.
Como
bons
carlistas
nó» combateremO'
até
á
ultima
gota
do
nosso
sangue.
O
inimigo está
perlo
do
nós.
elle
vae
sern
duvida
atacar-nos
:
nós
o
esperamos
a
pé
ilinie
e
ihe
oppomos as
pontas
de
nos
sas
baionetas.
O
Deus
das
batalhas,
invocado
pelo
padroeiro
da
catholica
Hispanha
cuja
fes
ta
celebraroos
hoje,
não
nos
abandonará,
nunca
8
Thiago
obterá
d
’
Etle
que
a
nossa
victoria
seja
completa,
e
a
historia
inscreverá
nos
seus annaes
este
novo
triunfo
do
grande
santo
contra
uma
coa-
lisão
de
perjuros,
qne
são
os
inonigns
da
Egreja e
os
auctores
da
reina da
nos
sa
mui
amada patria.
A
nossa
causa é
santa
e
justa;
ella
não
póde
morrer.
O
munda
catliulico
lem
seus olhes fito.»
em
nós.
EHe
espera
com
anciedade
0
dia
do
nosso
triunfo.
Esle
dia
nào 'em
longe.
As
massas
profundas
dos
nossos ini
migos, com
todo
0
seu
maleri.il
de
guer
ra,
030
0
impedirão
de
brilhar,
eu
voi-o
asseguro.
Para
a
frente!
e
que <le
vossos
peitos
varo.is, verdideiros
lilhos
de
Hispanha,
saia
este
grilo
magico
de
guerra
: vencer
ou
morrer!
Voluntários,
viva
o
Rei!
Vosso
general
—
Saballs.
Lê-se
no
«Cuartel
Re«h:
Azpeilta
30.
—
S.
M.
el-rei
recebeu
communicações importantes
de
Inglaterra
e
França,
protestando
contra
0
iniquo
procedimento
do
governo
usurpador
e
fe
licitando
o
pela
sua
admiravel carta
diri
gida
a
D.
Aflouso.
Também
do
interior
de
Hispanha
mui
tas
pessoa»
das mais
perseguidas
pelo
go
verno que
decreia 0
incêndio
e
a
desola
ção
da
patria,
se
dirigiram
ao seu so
berano
protestando
novamente
a
sua
adhe-
são
á
prova
de
todas
as
perseguições,
e
reconhecendo
que
estas
barbaras
medidas
só
servem
para
avivar
a
fé
dos
leaes
e
auguieular
0
>en
numero entre
o
povo
honrado
que
até
hoje
não
linha pertenci-
de
a
ueuhuma
bandeira
politica.
Ao
batalhão
distinclo,
chefes
e
officiaes
O
vosso
procedimento
eco
Lequeitio
e
Motrico
fez-me
derramar
lagrimas
de
en
thusia
*
ino
e
de
gratidão.
O
h
habitantes
d
’
esses
povos
vilniente
boiubardvadus
pela
marinha
pirata que
já
loi
marinha
hi»panbola
,
becudizem-vos
e
não
sabem
como
exprimir
0
vosso
soí-
friíoento
e
0
vosso
valor.
Vós,
nossos
mestres
na
escola
pratica
do
heroísmo,
quasi
todos restos gloriosos
da
guerra
de
men
avô, alguns
da
epica
e
coliossal
da
iaoependencia
; vós
todos
crivados
de bailas, merecedores
das
maio-
res
recompensa,
ides
com
uma
espingar
da
ao
hombro
defender
as
costas
da
ver-
dadeira
Hispanha,
e
ides
contentes
por
que
conçhiís a
vossa
longa
parreira
com
batendo
pela
glcria
e
salvação
da
pa-
lr ie.
Seria
it-jusló
se não
recordasse
n
’
este
momento
que
se
alguma
coisa
nobre,
al-
gun
a
coisa
digna
pude
fazer
pela
Hispa-
nha.
devo-o pr
ncipalraente
no
vosiso
exem
plo.
Lembra
me
que ainda
creança
um
entbusiasmare
ao ouvir
dos
lábios
de al-
gnus
veteranos
emigrados
a
inteiessante
narração
das
vossas
inimorredoiras
acções,
embnsiasmava-rne
c
dava
graças a
Deus
por
ser
hispanhol;
então
cor
çebi,
e
pa
rece-me
coisa
facil
e
natural, a
grande
empresa
que
heje
á
frente
d,os
vossos
lilhos
e
dos
vossos
netos
realiso
f/esu
terra
d.e
herms.
Ao
igos
vuit.fl.-irjis
<
e Carlos
\
!
>ol-
•lados
da
independencia
!
Hoiuo-me
e
<•<
n-
sidero-ine
feliz
uo
pagar-vos
um
carinhoso
uibulo
de gratidão
e
admíraçao.
A
vorsu
raça
não
degenerou.
Nào
bai
xareis
a
sepultura
sem
lerdes
visto a
sal
vação
da
patria.
Vosso
rei—
CARLOS.
Quailei
real
de
Tolosa,
28
de
julho de
1875.
Terias
as
vi»ias
®e
veltam heje
paia
:
Seo
d'Urgel.
não
só porque
é
uma
posi
ção
de
alguma
importância
esiratogica,
mas
também
porque
e.-lá
empenh'du
na
rendição
da
cidadelfa
o
orgulho
militar
de
í
Marlinez
de
Campos,
e
pó
le
dizer-se
do
1
exerci
10
liberal.
j
—
A
atlilb.eria
da
cidadelfa de
Seo
de
Urgel lem
causado
grandes
perdas nas tro-
I
pas
de
Marlinez
Campos.
O
grande
comboio
de
munições
e
vi
veres
que
eííe
esperava
de
Vich
foi
apa
nhado
pelos
bitalbõès
de Saballs.
que
abri
ram fossos
ect
San
Quirico e
Monies-
i
quiíi.
Está
imminenle
urna
graude
bataiha
nas
■
ra.
rgfn»
de
Ter,
pe»to
de-
Alpens.
cidade
i
celebre
pela
mui
te
do
general
repiiblica-
1
no
Cabiinetli,
cuja
brigada
caiu
em
poder
1
dus
catalães.
Apesar
das pretendidas
victorias
af-
íoiisislas
us íutidos
não
Itera
allingido
al
ta
considerável.
—
Não
é
possível, emqnanto
não
che
gam
por
França,
saber-se
cmn
certesa
as
noticias
de
Hispanha.
as
folhas
e
tele-
grammas
que
lautas
veze®
nos tem
dado
tiorregaiay
ferido
e
internado
em
Fran
ça
sào
as
que
nos
dizem
:
umas
qu
tí
«Dorregaray.
Alvarez
e
Adelantalo
diu-
gem-se
a
Prals
Llnsanés,
para
celebra
rem
uma
reunião
facciosa»,
e
outras que
io
mesmo
general
«vae
abandonar
detiuiii-
vamenle
a
Catalunha,
chamado
pelo
p<e-
j
tendente».
—
Sobre
0
ataque
de
Villareal,
vejam
os
nossos
leitores
e
confrontem.
A parte
carlista
diz:
Quesada.
0
incendiario,
como
lhe
cha
mam
es
nossos
vasco-navarros
com
indigna
ção,
qne se
linha
apoderado, durante
algo-
giimas
horas,
de
Villareal
de
Alava
(a
tres
léguas
de
Vitoria),
graças
á
reunião
de
grandes
forças,
acaba
de
ser
repellido,
apesar
dessas
forças,
pelos
nossos
ala-
veses.
Os
aiTonsistas,
na
retirada,
ainda
incendiaram
algumas
casas.
Os
nossos
campenezes correram
de
todas
as
partes
para
ajudarem
es
nossos
voluntários
na
exlincção
d
estes
horríveis
incêndios.
A
esquadra
inimiga
já
não
poderá
des
trui:
facilmente
»s
nossas
aldeias
abc
las
e
indefezas.
Já
se
estabeleceram
baien?s
para
proteger
Eermeo,
Motrico,
Lequeitio.
Dera,
etc.
A
«Vitoria»
foi
repellida
de
Elancho-
ve,
a
«Coocordia»,
de
Bermeo
e
0
<Fer-
roiano»
de
Lequeitio.
Para
atenuar
0
não
continuado
bom-
bardeameota,
diz-nos
o
telegrafo:
Desen-
vadearam-se
fortes
lempuraes
na costa
can-
tabrica
O
rei,
acompanhado
dos
generaes Tris-
Uny,
Iparraguirre,
Veiasco, Argueiles, che
gou
a
Azcoitia.
Os
nossos
batalhões
e
esquadrões
cas
telhanos
receberam
um
novo
uniforme.
—
Us
últimos
teiegrammas
dizem-oos,
era
data
de
B
:
A
deputação facciosa
de
Alava
decre
tou
utna
leva
qoe abrange
todos
os
man
cebos
de
mais
de
16
annos.
Pelo ministério
de governação foram
resolvidas
2:000
novas
ordens
de
embar
go e
desterro, contra
indivíduos
perten
cente
ao
partido
carlista, em virtude do
decreto
de 29
de
junho
ultimo.
Não
ha
noticias
com
referencia
á»
operações militares.
—
Do
correspondente
da
«Palavra
*
:
Procissão.—
Saiu
ante-hontem
do
templo
do
Collegio
a
procissão
de
Nossa
Senhora da
Boa
Morte,
que
ia
com
todo
o
apparato.
A
procissão era
formada
pelas
irman
dades
de
N.
Senhora
da
B
oa
Morte,
N.
Senhora
da
Torre
e
Santa
Cruz.
la
na
freme
um
piquete
de cavaiiaria,
seguido
d
’
uma
banda
de
musica,
e
no
coice
uma guarda
d'honra
<finfanteria
8,
precedida
da
banda
regimental.
Levava
80 anginhos vistosamente
ador
nados
e
um
côro
de
11
viqfctisj
junto
do
anlor onde
era
conlhfrdà
a
devota
Imagem
de
N.
Senhora
da
Boa
Morte.
«A
acção dada
sobre
Viliarreal,
de
<jue
fallei
na
minha
ultima,
prova
de
um
mo
do
in
luvitavel
que
a
lucta
prosegue
com
energia
e
que os
carlistas
primam
era
prolongal-a
largo
tempo,
principalmenle
nào
lhes
sendo
tão
adversa
a
fortuna
co
mo
seus
contrários
nos
dizem.
Manejando
os
105:000
homem
de
que,
segun
lo dados
olficiaes,
dispõe
no
Norte,
emquanio
com
seu
corpo
de
exercito
o
general
Echevarria
ameaçava
as
posições
diante de
Estella
afim
de
obrigar
os
carlistas
a
cobril-as,
e
Viiiegas
com
seus 10:000
soldados
se
dirigia
sobre
Val
maseda,
Quesada,
general
em
chefe,
mar
chava
sobre
Viliarreal,
creio
creio
que
com animo de
forcar
a
passagem
por
Ar-
laban
sobre
um
ou
dous
dos
caminhos
que
condusem
a
Estella,
pois
do
contra
rio não
se
concebe
que
se
expozesse ao
contratempo
que
soflreti.
Ainda
que Perula
se
tinha
adiantado
sobre sobre
Viana
e
Logronho
com
sete
batalhões
e
não
pôde,
ao
relirar-se
d
’
a-
quelle
ponto
por
ter
noticia
do
movimen
to
que
ententava
Quesada,
chegar
ás
im-
mediações
de Viliarreal
até ao
dia
31,
etn
que
se
deu
a
acção, batiam-se
bizarra
mente
as
forças
que
cobriu»
a
linha
e
reforçadas
pelejaram
com
coragem
até
ás
9
horas
da
noite,
obrigando
o
inimigo
a
eucerrar-se
em
Viliarreal
e
posições
que
a
rodeiam e
a
retirar
se
no dia
seguinte,
com
perdas
que
se calculam
em
mais
de
1,590
baixas,
entre
mortos
e,
feridos, e
mais de
600
prisioneiros.
A
retirada
das
forças que
haviam
em
Viam,
onde
só ficaram dous
batalhões,
deu
margem
a
que
estes
fossem
atacados
por
seis
com
cavallaria
e
arlilheria
e
que,
depois de
uma
lucta
prolongada e
custosa
pira
seus
inimigos,
se
retirassem
deixando
uns
100
prisioneiros,
o
que
deu
logar a
que
os
afloosinos
queimassem
as
cearas
daqoelle
termo,
rtlirando-se
de
pois
de
realisado esle
subido
acto de
he
roísmo
para
que
os
carlistas
tornassem
para
onde estavam
antes
de
combater.
Entretanto
e
para
obrigal-os
a
não
en
viar
forças á
linha de
Viliarreal
a
Ara-
mayotia,
dirigiram-se
10.000
homens
so
bre
as
linhas
de
Valmaseda,
guardadas nos
primeiros momentos
por
quatro
batalhões
que
combateram
desesperadamenle, reti
rando-se de
Boriedo
e
Arlunnano
para
co
brirem
a
passagem
do
Berrou
;
porém
á
duas
da
tarte
chagou Carasa cora
outros
quatro
batalhões
e
restabelecendo
ura
tan
to
o
equilíbrio
da
lucta,
arrojou
os
affon-
sinos
de
posição
em
posição,
não
só
das
que
tinham tomado
mas
das
successivas
até
o
Valle
de
Mena,
causando-lhes
per
das
qne
alguns elevam
alé
mil
baixas e
fazendo-lhes
treseotos
prisioneiròs
D ’S
carlistas,
cujas
baixas
uão
che
gam
a
metade,
soílreram
muito dous
ba
talhões
biscainhos,
um
dos qoaes,
creio
que
o
chamado
de
Durango
leve só
á
sua
parte
mais
Je
oitenta
feridos
ou
mortos.»
GAZETILHA
liieendie.
—
Por
10
horas
da
noite
de
sabbado
deram
au
torrei»
signal
dTncendio
manifestado
n
’
uroa
loja de mercearia
da
rua
de
S.
Vicente.
O
incêndio
foi
produzido
pela explo
são
d
’
uma
barrica
de
polvora,
da
qual re
sultou
ticar
gravemente
maltratado
um
caixeiro
da
tnesma
loja,
e
que
eslá
em
perigo
de
vida.
O
prédio
não
soflreu
grandes
prejuisos.
Publicação.—
Recebemos
e
agrade
cemos
o
precioso
lívrinho
intitulado
—
Creio,
ou
a crença
em
Jesus
Chrisio.
Por
Mgr.
de
Segur.
Traduzido
da 9.
*
edição
fruncez
«.«
—
E
’
edição
da
Livraria
Catholica de
Lis
boa,
de
que
é
proprietário
o
snr.
padre
Luiz Pacheco,
que
continua
prestando
relevantissimos
serviço
*
á
Religião.
Recommendamos
esle livrinho
aos
nos
sos
leitores.
Mil
francos por uma pedra. —
O
banco de
França
pagou
ha
pouco mil
francos
por
uma
pedra,
como
se
fosse
uma
das
suas
notas.
A dita
pedra foi
tirada
das
ruinas
de
uma
casa
que
se
havia
queimado,
e
a
ima
gem e
o
numero
de
uma
nota
de
banco
<le
mil
francos
estava
impressa
na
sua
su
perfície,
trasladada
de
uma verdadeira
no-
la
que,
ao
queimar-se,
eslava
sem
duvida
sobre
a
pedra.
A casualidade fez
com
a
pedra
uma
operação
similhanle
á
que
pra
tica a
industria
ceramica
com
a
louça
cu
jos
debuxos
estampados
em
papel
se
pegam
com agua
ás
vasilhas,
e ao
coserem-se
es
tas
no
forno,
o
papel queima-se e a
tinta
do debuxo
lica
na
peça.
O banco remiu
a
pedra,
logo
que
lha
apresentaram,
como
se
fosse
a
nota que
se
havia
queimado.
Novo
«leoinfeetante.
—
Acaba
de
descubrir-se um
desinfectante
mais
pode
roso que o
acido
phemco, o
chlorureto
de
cal
e
o
sulfato
de
ferro
;
esle
novo
meio
chimico
chama-se
kalaro,
e
é uma massa
que,
dissolvida
na
agua
na
dose d
’um
bo
cado
como uma
amêndoa, desenvolve
uma
quantidade de
oxigénio
e
absorve
os
mias
mas instantaneamente.
Esta
substancia foi
ha
dias
ensaida na
Morgue,
de
Marselha,
deposito
dos
cadá
veres
dos
que
morrem
victimas
de
um
cri
me ou
de
uma
desgraça
e
que
se
conser
vam
para se consignar
a
sua identidade.
Um
(Testes
cadaveres
eslava
em completa
decomposição,
e
exhalava
um
cheiro
insup-
porlavel
;
uma
simples
aspersão
do
liquido
desinfectante
fez desapparecer
em dois mi
nutos
aquelle
cheiro.
Sanearam-se
do
mes
mo
modo
porões
de navios,
depositos de
fa
bricas e
montões
de immundicies.
Conversão
da
Inglaterra.—
Diz
a
«Semana
Religiosa»
da
Lorraine :
«A
mulher
do
sub-deãa
da
Egreja
Ca
tholica
de S. Paulo, em
Londres,
acaba
de abandonar
o
anglicanismo
e
de
abra
çar
a
fé
catholica.
«Ao
mesmo
tempo
um
dos ministros
anglicanos da
Egreja
de
Chrisio,
de Al-
bany
Street, o
reverendo
Gordon
Thom
pson,
demilliu-se
de
suas funcções para
abraçar
o
calbolicismo.
«A
dissolução
da
Egreja
anglicana
co
meça
a
assustar
seriamenle
seus altos
di--
gnatarios.
Vinte
e
seis
Bispos
anglicanos,
á
frente
dos
quaes
se
poz
o
primado
de
Cantorbéry
e
o
Arcebispo
de
York,
vem,
sob
a
fórma
desusada
e
solemne
de
uma
carta
pastoral
collecliva,
de
revelar
á
In
glaterra
e
ao
mundo
os
males
que
affligem
esta
Egreja
oílicial
schismatica.
O
doeu
mento
faz
um
quadro
surpiehendente da
dissolução
operada
na
obra
de
Henrique
VIII.
«Dous
membros
do
episcopado
anglica
no
recusaram assignar
este
documento
;
ignoramos porque
motivo.»
Usiião
«la
Moei
Zade
Cathonea.
—
Inslallou-se
em
Pernambuco,
com
assis
tência
de
muitas
pessoas
gradas,
inclusi-
vé
os lentes
que
professam
a
religião ca
tholica,
sem
vexame,
a
sociedade
União
da
Mocidade
Catholica,
composta
de estu
dantes da
faculdade
de direito e dos
cur
sos
de instrução
secundaria.
Felicitamos
a
briosa
mocidade
acadé
mica
por
esle
acontecimento
que
é
uma
idéa
exacta
dos
seis
senliimenlos religiosos
e
muito
a
nobilita
erecommenda
aos olhos
do
mundo
catholico.
Esieendio
a
bordo.
—
Consta
por
communicação
do
director da
alfândega do
Funchal
que
na
noite de
29
de
julho
ulti
mo,
apparecera
incendiado
entre
as
ilhas
Desertas
e
do
Porto
Santo
o
vapor
belga
Nelusco,
procedendo
do
Rio
de
Janeiro
com
destino
a
Antuérpia,
com
carregamento
de
algodão, couros
e
café,
salvando-se
a tri
pulação ;
consta
egualmenle
que
se
em
pregavam todos
os
esforços para salvar o
mesmo
vapor.
CenBiet».—
No
quartel de St.“ Izabel,
em Madrid, houve
na madrugada
de do
mingo
um conílicto lamentável.
A
’s 4
horas
da manhã apresemou-se um
soldado
da guarda de prevenção a uma
das
sentinellas,
manifestando-lhe
da parte
do
sargento,
que se deixasse render.
A senlinella
respondeu que emquanio
o cobo quo o havia
collocado alli não se
apresentasse,
não
entregava o posto a
nin
guém
; esta
resposta foi
transmitlida ao
sargento,
que
logo se apresentou ao sol
dado.
ordenando-lhe
que se deixasse ren
der. mas
aquelle manteve-se
firme. N’esle
momento julgou a
senlinella que
seu com
panheiro
fazia um movimento agressivo,
motivo
porque,
calando a arma, deu uma
bayonetada
no
soldado; o sargento
quiz
desarmar
a
senlinella, pegando-lhe na ar
ma,
mas este retirando-lh’a com
vehemen
cia,
feriu na mão
ao seu
superior; en
tão o sargento regressou
ao
corpo da guar
da, e
pegando na sua carabina, dirigiu-se
ao
senlinella
e descarregou, atravessando
o projeclil
a cabeça do
soldado, que
im-
med
atamenle ficou morto, sendo o sargen
to mettido
no calabouço.—
(J.
do
MA
SECÇÃO
DE
COMMUNICADOS
Propalam
diíTusa,
allincada,
e
malicio-
samenle
os
proteclores
da
candidatura
do
nobre conde
de
Bertiandos,
que
sou
pa
ra
com
s.
ex.a um
ingrato,
por
isso
que
não
puz á
disposição
do
illuslre
titular
meus
humildes
serviços
na
presente
lucta
eleitoral.
Se
se
não
dissesse
no
publico,
que
sua
ex.
*
esposava,
e
alé
se
fazia
echo
d
’
es-
ta
falsidade,
não
leria
eu
a
obrigação
in
declinável
de
vir
por
este
meio
destruir
esta aleivosia,
com
que
se
pretende mal
sinar
meu
caracter
e
honra.
Alfirmocom
toda a dignidade do
meu caracter,
que
nunca
devi
favores
d
’especie
alguma já
aos
finados,
como
ao
actual
snr.
conde
de
Bertiandos
!
Se
o
illustre
conde,
ou
seus desvella-
dos
proteclores
tiverem
provas,
que
op-
ponham
á
minha
allirmativa,
aqui
os
pro
voco,
para
que
as exhibam,
fazendo
verda
deiro
o deshonroso
predicado,
que
force
jam
por
assacar-me
;
e
se
assim
não
pro
cederem,
o
publico
que
avalie
da
sinceri
dade
de
suas
expressões.
Adaufe
9
d
’
agoslo
de
1875.
O abb.
e
Ant
0
Joaq.
m
RibrF da
CF
Menezes.
Snr.
redaclor
Pela
leitura
do
seu
jornal
de
3
do
cor
rente
conheci
qne
lem
v
correspondente
de
Monção,
encarregado
de
dar
publicida
de
ao
qoe
mais
importante
occorrer
n
’
es-
te
concelho.
Não
lhe
dou
os
pa«abens
pela aequisi-
ção:
porque
um
correspondente
que
pro-
metle
usar
de
critica
commerciosa e
míse
ra
na
exposição dos
factos,
nem
enobre
ce
o
jornal
em
que escreve, uem a
ter
ra
de
que
quer
ser
informador.
Principiou
e^le
seu
correspondente
os
seus
trabalhos
por
uma
injuria
dirigida
ao
digno juiz
de
direito
da
comarca,
o
ex.
mo
Manoel
Ignaeio
do
Canto
Ramos
da
Sil
veira,
querendo
fazer
vêr
que é
aborreci
do
na
terra
pelos
seus
actos de
de^po
tismo
e
abusos
de
auctoridade
;
e
trahin
com
certeza
sua consciência,
se
é
capaz
de
ter
consciência
de
seus
actos,
e
fal
tou
redondamente
á
verdade
conhecida
de
grandes
e
pequenos
na
comarca.
Ha
talvez
5
annos que
este
magistra
do
administra justiça
em
Monção
e
alé
hoje
oão
consta
que
tenha
sido,
senão
muito
inlelligente,
reclo
e
inergico
no
desempenho
do
seu
dever, merecendo
por
isso a
mais
subida
estima
de
toda
a gen
te
seria,
que
o
conhece.
Todos
os
que
tem tido
a
honra
de
tratal-o
de
perto
sabem
que a
considera
ção,
de
que
gosa
na
comarca, é o
justo
prémio
do
seu
merecimento.
Não
se
arremessa
uma
injuria
a
um
magistrado
sem dar
as
rasões
porque
se
accusa
;
não
é
com
vagas declamações,
mas
sim
com
factos,
que
deve denunciar-se
ao
pubbco a
auctoridade
que
se
preten
de
fazer
passar
por indigna
do
logar
que
occupa.
Porque
se
não apontam
íactos
?
Porque
se
não allegam
motivos
que tornem
cri
veis
os
queixumes
d
’
om
escriptor
publico?
Pedimos
ao
correspondente
que
se dig
ne manifestar
os
aggravos
que
qualquer
Cidadão
de
Monção
tenha
recebido do
juiz
da
comarca
;
e
não só lhe
pedimos,
mas
alé
o
emprasamos
para
que
venha
quant
0
antes
a
publico
.com
seu
libello
accusato.
rio,
e
desde
já
nos
compromeltemos
a
(jar
*
lhe
o
mais
solemne
e
completo
desujen
.*
tido.
Queremos
vingar
o
nome
do
illustre
juiz, não
perante
as
pessoas
que
tem
tj.
do
o
fortuna de
presenciar
sua
rectidão
no
exercicio
de
suas
funcções
;
mas pe.
ranle
aquelles
que,
conhecendo
o
homem
pelo
nome,
não
o
conhecem
pela
intei.
resa
de
sua
vida
publica
e
particular
•
e
desejamos
anciosamente
oportunidade
tlè
dar-lhe
uma
prova
de
quanto sabemos
apreciar a
virtude,
a
justiça e
a
rigidez
de
caracter
d
’
um
magistrado.
*
« «
Agradecimento
e
convite.
A
commissão promotora
do monumen
to da
Immaculada
Conceição
no
monte
Sa-
meiro, agradece
a
lodos
os
exm.
08
snrs.
e
snr.
as
que
tem
generosamente
concorri
do
com seus
donativos
para a
feitura
da
estrada
com
direcção
ao dito
monumento
desde
o
Bom
Jesus
alé
á
Mãe
d
’
Agua,
bem
como
aos
que
para esse
fim
cederam
gra-
luitamcnle seus
terrenos.
Por
esta
occasiào
convida
aos
exm.
18
snrs.
e
snr.’
8
que
ainda
não
realisarama
entrega
de
seus
donativos,
tenham
a
bon
dade
de verifical-a
ao
thesoureiro
Anto
nio
José
Vieira
Machado.
Praça
Municipal
n.°
17, o
mais
breve
que
lhes
for
possí
vel,
porque
o
l.°
lanço
arrematado
está
proximo
a
concluir-se
e
á
commissão
es
casseiam
meios
para
realisar
o
pagamento
do
preço
ajustado.
EXPEDIENTE
DA
ADMINISTRA
ÇÃO.
Rogamos
aos
nossos
assignanles de
Guimarães e
suburbios
da tuesma cidade,
o
obséquio
de
salisfaserem
os débitos
de
suas
assignaturas,
tanto
respeitantes
a
este
jornal
como ao «Futuro»,
na
dita cidade,
ao
nosso
correspondente
o
ill.
mo snr.
Tei
xeira de
Freitas,
rua
de
S.
Damazo,
o
qual
já
se
acha
munido
dos
competentes
recibos,
para
este
eíleito
por nós
devida
mente assignados.
IIANCO MERUANTIL
DE BRADA
SOCIEDADE ANONYMA
DE IlESPONSABI-
LíDADE
LIMITADA
Resumo
do
Activo
e
Passivo
d'esle Banco,
em
31
de julho
de 1815.
Capital
social
....
1.200:0005000
Capital
actual (l.a
serie
imittida)...........................
Capital realisado.
.
.
.
600:000501)0
185:8305000
ACTIVO
Accionistas
.......................
Caixa
(exislencia
em
cofre,
metal)
........................
Leiras
descontadas,
tomadas
e
a
receber...................
Empréstimos
sob
penhor.
Empréstimos
com
hypolheca.
Devedores no
paiz
e
no
estrangeiro
....
Créditos
com
caução
.
.
Valores
flucluantes
.
.
.
Moveis
e utensílios.
.
.
.
Despezas
de installação.
Despezas geraes
....
414:2935750
13:8915700
52:3315920
4:7165235
6:0005000
160:6215'561
90:6435862
38:5185020
5435955
2:6635810
1:0325926
PASSIVO
Capital
..................................
Credores
no
paiz.
.
.
Deposito
a
praso
fixo. .
.
Depositos
á ordem.
.
.
Lucros
e
perdas.
785:25856ò9
600:0005000
107:9125967
32:2335330
41:0455083
4
0675287
7858:255669
Pelo
Banco Mercantil
de
Braga
Os
directores,
José
Joaquim
Lopes
Cardoso.
João
da
Costa Palmeira.'
AGRADECIMENTOS
José
Valenlim
Peixoto
—
o
Verdelhão-—
agradece
a
seis
cavalheiros
d
’esta
cidaOe,
e
a
todos
os
mais
Hi.mos
snrs.
bemfeiw
*
res
que
o
coadjuvaram
com
a
esmcla para
»•
*
tomar banhos das
Caídas de
Visella,
o
H"6
nào
deixará
de rogar
a
Deus
pela
v
'
“a
e
saude
de
todos
Joaquim
Antunes
Alves e
soas -mana
*
Helena
Maria.
Maria
de
Jesus
viuva
e
*
uas
■filhas
Thereza
de
Jesus,
e
Maria
de
Je»u»,
snmcnamente
penhorados
para
com
toda
*
as
pessoas
de suas
relações
e
amisade,
que
por
qualquer
modo,
lhe
dispensaram
por
fallecimento de
seu
cunhado
e
pae
Ma
noel
Alexandre
da
Silva,
cujo
sepulta-
meoio
te«e
logar
em
2
do corrente
;
pos
suídos
d’
uin
doloroso
dever, «ervem-ve
d
’e»-
le
meio
para
por
elle
deixarem
bem
con
tristada
a
sua
gratidão
e
reconhecimento,
pedindo
desculpa
de
o
nào
fazer
pessoal
mente.
(2605)
Josó
Maria
da
Silva
•
soa
filha Caro-
lina da
Silva,
agradecem
a
todos
os
inrs. que
se
dignaram
eump'imental-os
por
occasião
do
fallecimento
de sua
espo
sa
e
mãe
Anna
Joaquina
da
Silva,
e
a
to
dos
protestam
sua
gratidão.
(2609)
annuncios
VENDA
DE
PROPRIEDADES
Quem
quizer
comprar
as
quinta
*
cha
madas
de
Candoso
de
baixo
e
de
cima,
próximas
a
cidade
de
Guimarães,
que
produzem
pão,
vinho,
fructa,
laranja,
azei
te,
lenhas,
e
roço: os
fóros
que
paga
á
viuva
que
licou de
José
Anlonio
Teixeira
d
’Andrade
Bezerra,
pelos
bens silos
na
Larangeira,
juntos
á
Estação
da
linha
íer-
rea, (festa
cidade,
e
os
foros
que
pagam
Antonio
José
Araújo
e
mulher
da
fregue
sia
de
Moure,
comarca
de
Villa
Verde;
os
foros
que
pagam
os
caseiros
da
freguezia
de
S. Lourenço do
Matlo. Podem
com
parecer
e
fallar
com
o
seu
possuidor
o
revd.0 Antonio
Joaquim
Nunes
d’
Abreu.
morador
na
sua casa
rua
de
S.
João,
n.°
10,
ou
com
seu
procurador
Bernardo
da
Cunha
Pinlo
Barbosa
ou
seus
compadres
e
amigos
José
Joaquim
Martins,
José de
Carvalho
Mattos,
lodos
(festa cidade.
Braga
6 de
Agosto
de
1875.
,(2606)
Anlonio
Joaquim
Nunes
d'Abreu.
Deposito
de
tanoaria
Largo
da
Porta Mova
n.° ifi A
Francisco
da Silva
Reis,
participa
ao
publico
e
a
seus amigos
e
freguezes,
que
conlitiúa
com
o
seu
estabelecimento
de
tanoaria,
no
qual
lem
deposito
de
vasi
lhas de
todas
as
qualidades
e
tamanhos,
conserta
e
faz
mais
obra
da
sua
arte
no
seu
estabelecimento ou vae
fazei a
aonde
for
chamado.
(2610)
de principiar
em
H e
findar
em
24
do
cor
rente
mez;
por
isso
todos
os
contribuin
tes
as
poderão examinar
nos
indicados
dias
desde as
9
horas
da
manhã
ás
3
da
tar
de na
repartição
de
fazenda
do
concelho,
e
requererem
o
que
tiverem
por
conve
niente
a
bem
de
sua
justiça.
Os
requerimentos
serão
recebidos
na
dita
repartição
dentro
do
referido
praso.
E
para
que
chegue
ao
conhecimento
de
lodos
os
interessados
e
nenhum
possa
al-
legar
ignorância
se
aílixou
o
presente
e
idênticos
nos logares
públicos das
fregue
zias
do
concelho, além
de
ser
publicado
nos
jornaes
da
terra.
Repartição
de
Fazenda
do
concelho
de
Braga
3
d
’
Agosto
de
1875.
—
E
eu
Anto
nio
da Costa
Moraes,
Escrivão
de
fazenda
o
subscrevi.
O
Presidente
Gaspar
de
Sá
Solto-Maior Pizarro.
(C.
2603,
R. 111)
1SCOL
A
AMERICANA.
’
Recentemente
chegado
a
esta
cidale-
aonde
pretende
demorar-se
algum
tempo,
offerece
os
seus
serviços
ao
respeitável
pu
blico
em
tudo
que
disser
respeito
á
sua
arte.
Extrai,
cora
e
conserta
os
dentes
caria
dos,
colloca
dentes
arliticiaes,
com per
feição
e
cura
todas
as
aflecções
da
boc-
ca
;
especialidade da
escola
moderna. Con
sultas
e
extracção
de
dentes aos
pobres,
grátis
das
8
ás
9
horas da
manhã.
Consultorio,
Campo
de
SanfAnna
n.°
1
—
B 2
°
andar.
(C.
2574
R.
105)
NOVA
FUNDIÇÃO
DE FERRO
DE
Antonio
Germano
Ferreirinha
NA
Travessa
de
S.
João
Aonde
faz
toda
a
obra,
assim como
bombas,
conçollas,
columnas
para
gaz,
pe-
zos
novos,
panellas á
ingleza
de
todos
os
tamanhos,
canos
para
agoas
e
gaz, e toda
a
obra
de
fundição,
como
grades para
sacadas,
obra
de
metal,
sinos e
outros
ob
jectos
de
igual
teor
etc.,
pelos
preços
do
Porto.
BANCO
DE
VIANNA
Sociedade
anonyma de responsa
bilidade limitada
Sào
convidado
*
os snrs. accionistas d
’
es-
le
Bauco.
a
entrarem com
a
4.
a presta
ção de
20
p.
c.
ou
205000
reis
por
ac
ção,
desde 0
dia
14
a
24
do
corrente
mez
(fAgosto.
Em
Vianas,
na
casa
do Banco.
No
Porto, na
Caixa
Filial
do
mesmo.
Em
Braga,
em
casados
*
nr«.
Car«alhos
à
C.a
Vianna,
2
d
’
Agosto
de
1875.
Os
directores
João
Abel
d'Oliveira
JoȎ
Martins
Barbosa
(2607
Anlonio
Maria
tíaplisla
Camacho.
NOVIDADE
41, Rua
do Souto, 44
Campos
&
Almeida,
acabam
de
rece
ber
grande
sortido
de
chapéus
de
feltro
e
seda,
«ultima
moda»,
da
acreditada
fa
brica
dos
snrs.
Maia
e Silva,
do
Porto,
que
vendem
pelos
preços
da
fabrica.
Tatnbem se
fabricam
e consertam
cha-
1
peus
de
todas
as
qualidades. (2330)
---------------------- -----------------------------------------------------------------------------------
METAES VELHOS
Na
travessa
de
S.
João
n.°
5,
com
pra-se
toda
a
qualidade
de
metaes,
e ferro
velho até
mesmo fundido.
(860)
Banco
Agrícola,
Commercial
e
Industrial
de
Ponte do
Lima
Sociedade
anonyma de responsabi
lidade limitada
Sào
convidados
os
snrs.
accionistas
a
entrarem
com
a
l.
a
prestação
de
5
p.
c.
ou
25500
reis por
acção,
a
cuja
cobran
ça
se
procederá
do dia 15
a
25
do
pro
ximo
mez
(fagoslo,—no
Porto
em
casa
do
snr.
Pedro
Ferreira
de
Macedo
Basto;
—
em
Braga,
em
casa
do
snr.
Antonio
Jo
sé
Pereira;
—
em
Ponte
do
Lima,
na séde
do
Banco.
Os
snrs.
accionistas
que
não
satisfize
rem
no
referido
praso.
ficam
subjeitos
ás
disposições do
art.
18 dos Estatutos e
seus §§
A
direcção
d
’
este
Banco,
aonuindo
aos
desejos
(falguns snrs. accionistas,
declara
qoe recebe
desde
já,
qualquer
prestação
antecipada, abonando
0
juro
de
5
p.
c. des
de
0
recebimento
até
0
praso
das
chamadas.
Ponte
do
Lima
21
de
julho
de
1875.
Os
directores
João
de
Barros
Mimoso
Joaquim
Gerardo
Alvares Vieira
Lisboa.
(2593)
—
—
—
—
—1
—|
—r
T
-
m-mn—
n«mo
irrw
!■!■■■
—m
1
m
EDITAZ.
As
Juntas
de
Repartidores
do
Concelho
de
Braga.
•
21 kí
I
Fazem
saber
que
as
matrizes
das
con
tribuições
industrial, de
renda
de
casas
e
sumpluaria
do
anno
de
1874,
estarão
em
reclamação
por espaço
de 10 dias,
que teem
Em
consequência da
mudança
que
houve
no
horário
do caminho
de
ferro
do
Minho,
a Nova
Empreza
de
Trens, sita
no
largo
de
S.
Francisco
n.°
2,
altera,
pela
fórma
abaixo
especificada,
o
serviço
fias
suas
diligencias
e
mallas-postas.
No
seu escriplo-
rio,
onde
tem
a
Central
do
Caminho
de
Ferro
do
Mioho,
vende bilhetes e
despacha
bagagens
e
mercadorias,
tanto
para
os
comboyos
que
parlem para
0
Porto
e
Douro
como
estações
intermediárias.
*
*
Horária
«lo serviço da*
diligencias e mal las - postas.
Qualidade
Ponto
de
par-
Horas
Ponto
de
che-
Horas
Baqaqem
de
trens
tida
de
sahida
gada
de
chegada
concedida
Demora
Malla-posta
Braga
4
da
manhã
P.
de
Lanhoso
6
t/o
da
m.
8
kilos
»
P
de
Lanhoso 5 da
larde
Braga
7
1
|
Q
da
l.
»
Braga
l
li »
»
Guimarães
3
" »
»
»
Guimarães
3
da
manhã Braga
6
«la manhã
B
»
Braga
9
da
larde
A
rcos
1
ih
»
»
«/.
»
Arcos
1
da
tn.
Mo
nsão
6
<ia
»
J)
li
Ddigencia
Monsão
7
Valença
10
»
B
4
»
Valeaça
2
de
larde
Monsão
5
da
larde
9
1
Malla-posta Monsão
6
j>
Arcos
10
»
»
»
Arcos
IO
*
/,
»
Braga
3
da
manhã
B
h
Diligencia
Braga
9
da
manhã Arcos
2
da larde
10
kilos
3;
»
Arcos
3
da tarde
Monsão
7‘
L
»
/
1
»
Monsão
2
da
manhã
Arcos
6tp
da
m.
B
i!
»
Arcos
7
p
Braga
da
larde
B
1
2
»
Braga
10 »
P.
do
Lima
2
‘
/
2
s
B
D
P.
do
Lima
3
da
tarde
Vianna
6
í
B
B
Vianna
5
da
manhã P.
do
Lima
8
da
manhã
»
1/,
B
P.
do
Lima
8</4
»
Braga
1
da tarde
B
•
\
,
»
Braga
12
»
Cruz
de
Real
5
»
»
B
Cruz
de Real
5 »
Braga
10
da m.
>
O
excesso
da
bagagem
da
malla-posta,
é
de
30
reis
0
kilo,
da
diligercia
o
preço
dos
passageitos
é
0 já
annunciado.
20
reis,
e
(2601)
PORTO
NA
QUINTA
DE RORIZ
3
PORTO
(JUNTO
À EGREJA
DA MISERICÓRDIA)
COMPR
A
E VENÍDE
leiMcripçõe»
<le
assentamento
3-RUA DAS FLORES-1,
FOBSTO
1
-
RUA
DAS
FLORES -
3
(
junta
á
egraja
da
misericórdia
)
SOKTE GRANDE 5.000$000
Loteria
da Santa Casa
da MUserieordia de
Lisboa
PRIMEIRA
E
AITIGA
RORIZ
X
CASA
FELIZ
I
JOSE
’
I.
FERREIRA
RORIZ
Exlr
acção a
19 de Agosto
£
S)
FORNECEDOR DA
CASA REAL
!
OEPOS1TO CENTRAL,
RUA DAS FLORES,
35 37 E 39
0
proprietário
annuncia
aos
seus
freguezes,
e
ao
c
publico,
que
em
lodo
o
sabão
fabricado
na
sua
fabri-
t
ca,
e
que
na
mesma
se
vender, ou uo
Deposito
Ceu-
£ trai,
se
fará
o
desconto
de
6
por
cento
sobre os
pre-
?
ços
estabelecidos,
de
uma
caixa
para
cima.
Satisfaz-se
p
com
promptidão
qualquer
pedido
que
seja
feito
do
di-
ò
lo
genero,
lauto
d
’
esta
cidade
como
das
provincias
e
l'
se
garante
a
sua
boa
qualidade.
Ditas
de coupons
Ditas
de divida externa
Titulos hispanlioes internos
Ditos
externos
Coupons dos ditos já
vencidos
so-
30
*
Sacca,
toma
letras
e
dá cartas
de credito
bre
Lisboa
e
diversas
praças
estrangeiras,
e se
encar
rega
de
compra
e
venda
de
titulos
de divida
publica
nas
mesmas
praças.
JOSÊ
IGNACIO
FERREIRA RORIZ
AFIANÇADO
NO GOVERNO CIVIL DO
PORTO, NA
CONFOR
MIDADE DO EDITAL
DE 28 DE
JULHO DE
1860
Tem
á
venda
no
seu
estabelecimento
bilhetes
intei
ros
a
55000
rs.
—
Meios
ditos,
a
25600—
Quartos,
a
15300
—
Oitavos,
a
680
—
Caulellas
de
500,
250 e
130
rs.
O
mesmo
satisfaz
com
promptidão
todas
e quaesquer
encommendas
que
lhe
sejam
feilas
das
provincias, ain-
da
que
sejam
em
grande
quantidade,
e
vindo
acompa-
nhadas
do
seu
importe
em
vales
dos
correio
;
e
no
fim
da
exlracção
remetie a
lista
dos
prémios
aos
seus
wÇ
freguezes,
mas
quando
a
oão
recebam
em
tempo
com-
EA
pelente
lerão
a
bondade
de
a
requisitar.
(G
*
)
BISPO
DE ORLEANS
Estudo
ácerca
da
Franc
Maçonaria,
tra
duzido
da
lingua
francesa
por
Francisco
«TAzevedo
Feixeira d’Agtiilar,
(Conde
de
Samodãts) I
vol.,
300 íeis.
Koberto
Guilherme
Woodhome
O
Naturalismo
ou
o
Dogmatismo,
ap-
plicado á
sciencia,
1
vol.
200
rs.
.4
Sciencia
Hodierna
e
o
Dogma
Chr
is
lão,
ou
considerações
breves
e
as princi-
paes
objecções
levantadas
contra
o
chris-
tianismo
pelos pseudo-sabios
de
nossos
dias.
1
vol.
200
rs.
D.
Jayme Balmes
O
Critério—
Philosophia
Pratica,
tra-
ducção
de
João
Vieira,
1
vol.
600
rs.
NI.
Segur
Conselhos
Práticos
sobre
a
Oração,
ver
são
de
Marooco e
Sousa,
I
vol.
100
rs.
Existe
um
Deus
que
se occupa
de
nós?
—
vergão
de
Marnoco
e
Sousa,
1
vol,
80
rs,
A
’
venda
na
livraria do
editor
Ernesto
Chaidron
—
Porto.
Asphalto
Nacional
da
Mina
de
Aseche
A
Companhia
de
Lisboa
com escripto
rio
no
Porto
na
Rua
do
Bomjardim
n.°
365,
previne
os
seus freguezes
e
o
publi
co
em
geral
que
continua
a
encarregar-
se
de
qualquer
obra
a
que seja
applicavel
o
asphalto,
assim
como
terraços,
impenas,
passeios
em
jardins
e
nas
ruas
publicas, ca-
'valheriçes,
eiras,
etc.
A mesma Companhia presta-se
a
ga
rantir o
bom
resultado
do
seu
trabalho,
sendo
sufiiciente
para
recommendar
o
seu
asphalto,
a
perferencia
que
lhe
tem si
do
dada pela
administração
das
obras
pu
blicas
e
o
repelido chamamento para subs
tituir
asphalto qne
se
por
ahi
pregoa,
co-
♦uo
vindo
do
estrangeiro.
Todos
os
snrs.
que precisem
qualquer
encommenda
d
’
este
genero,
podem
fazei-a
no
Porto
Rua
do
Bomjardim
n.
“
365,
e
cru
Braga,
na
Fabrica
da
Fundição
do
Minho.
•
(2535)
AGUAS
MINERÂES
Na
pharmacia
de
Antonio
Domingues
Alvim,
ha
deposito
de
agoas
naluraes
das
P«d»as
Salgadas:
Alcalina
de Moura,
En-
Ire-Rios. das
Caídas
da
Rainha,
Sedlitz,
Verim,
Vidago
e
Vichy.
(Q
*
)
ALMEIDA
&
PEREIRA
Largo
do
Barão
de
S.
Martinho
n.®
18
Compram
e
veudem
acções
de
todos
os
bancos
e
companhias,
e
inscripções
^assentamento
e
coupons.
(»)
MIV.L
LOJA
AFORTUNADA
3
DE
MMOW
Ml®®
W
112
—
Rua
das
Flores
—
114
P
O
R
T
O
N
’
este
estabelecimento
que,
como
é
sabido,
é, no
seu
genero,
um
dos
mais
felizes
do
Porto,
encontra-se á
venda
um
grande
e
variadíssimo
sortimento
de
bilhetes de
todos
os
sorteios das
loterias,
cujas
extracções
geralmente
leem
logar
anai» «le
tre»
vezes
por mez,
Satislaz-se
com
promptidão
todas
as
encommendas
que
sejam
feitas
das
provincias
(em
pequena
ou grande
quantidade)
vindo
acompanhadas
do
seu
respeclivo
importe
ein
vales
do
correio,
ou
mesmo
estampilhas
sendo
pequena
quantia.
Recebem-se
em
pagamento
ou
desconto, os
bilhetes
que
em
outros
sorteios
hajam
saido
premiados,
mesmo
que sejam
cfovatros
estabelecimento». E
final
mente
remeltem-se
«grátis»,
lindas
as
extracções,
as
respeclivas listas geraes
de lodos
os
numeros
premiados.
Para
que
este
licito e
vantajoso
jogo
se
ache
ao
alcance
de
todas
as
pessoas, mes
mo
as
menos
abastadas,
se
encontra
no
mesmo estabelecimento
:
além
de
bilhetes
in
teiros,
meios
bilhetes, quartos,
oitavos,
décimos
e
cautellas
de
600,
500,
300,
250,
130,
100
e 40
reis;
dezenas
de
dez
numeros seguidos,
de
65000,
3^000,
l^OOOe
400
reis;
e
linalmente,
collecções
de
50
numeros
differenies,
pelos
preços
de
25000,
5/000, 155000
e 305000 reis.
> CONVIER
Esle
estabelecimento
fornece
convenientemente
todas
as
pessoas
que,
em
qualquer
ponto
das
provincias,
queiram
vender
esle
genero
á
commissão.
Ofierece
para
isso
vantajosas
commissões
;
e
dispensa as
mais
apreciáveis
vanta
gens
que
cm
tal
ramo
de
negocio se
podem
gosar, as quaes
se
podem
comprehender
assim
:
Negoehr »em rí»co ;
porque
se
acceita
de
novo,
em
conta, a
fazenda
que
até
as vesperas
das
extracções
os
pretendentes
não
hajam podido vender. Remettem-se
as
listas,
partes
telegraphicas
em
caso de
conveniência,
e
planos;
e
atlende-se
a
toda
e
qualquer
reclamação
justa
que
seja feita.
O
pagamento,
porém,
tem
que
ser
adiantado
ou
affiançado
por
qualquer nego
ciante
d esta
cidade, em
cujo
caso
póde
ser
feito no
fim
das extracções. (M.
*
)
D0 ALTO
DOURO
DA
CASA DE VILLA
POUCA
RUA
D0
SOUTO
N.°
15
BRAGA.
Acaba
de
ser
sortido
este
armazém
com
as
seguintes
qualidades
de
vinhos
engarrafados
e
aquartilhados
:
ENGARRAFADOS
Vinho
tinto
de
meza.
. .
.
.
150
>
> »
. . .
.
.
190
>
Lagrima
.......................
.
.
200
>
Branco
de
meza.
.
.
.
.
210
>
tinto
de
meza fino.
.
.
270
>
de
prova
secca.
.
.
.
.
300
»
Malvasia
de
2.
a
.
.
.
. .
360
>
>
velho.
.
.
.
.
.
400
>
Bastardo.......................
.
.
500
>
Moscatel
.......................
.
.
500
> Malvasia
....
.
-
500
>
Roucão
.....
.
.
700
»
Alvaralhão
..................................
560
»
Velho
de 1854.........................
600
A
RETALHADO
Vinho
p&it meza
50 e
80,
0 quar-
cilho
tinto
e
120
0
branco.
Responde-se
e
garante-se
a
pureza
e
boa
qualidade de
lodos
estes
vinhos, po
dendo
todo
e qualquer
consumidor man-
dal-o
experimentar por meio
de
qualquer
processo
chyinico.
N
’
estes
preços
nãa fica
incluído
0
valor da
garrafa
que
0
comprador
apre
sentará
ou
pagará
50
reis
por
cada
uma.
A
’
VENDA
NA
LIVRARIA
CATHOLI-
CA
de
B<aga.
Porto
e
Lisboa, e em mui
tas
outras
livrarias
:
Cabazinho de Flores,
broebado,
120
reis,
cartonado,
200,
encadernado,
240.
Creio
ou
a
Crença
em
Jesus Christo,
120
rs.
Verdades
como
punhos,
40
r«.
Padre-Nosso
para
canto
e piano,
mn-
sica de
Vargas
Júnior.
400 ra.
Mãe
do
Ceo,
musica
de
Soeiro,
300
rs.
COMPANHIA
GERAL
DE
SE
GUROS
L
A
ILVIÃO,
DE MADRID
Segura
nas
condições
mais
vantajosas
contra
0
risco
de
logo,
e
lambem
contra
os
prejuízos
causados
pela
explosão
de
gaz,
00
pelo
raio.
Verificam-se
os
seguros
n
’esta
cidade
de
Braga
no escriptorio de
Ferreira
Bor
ges
<fc
C.
a
,
praça
do
Barão de
S.
Martinho
n.°
26
—
1.°
andar.
(2537)
Wf
â
Mi?!
(N.
fflâ
1
njBo
Sua
lei
natural
e
historia
Sua importância
social
Traducção do
bacharel
Luiz
Beltrão
da Fonseca Pinto
de
Freitas
l.° voItiBiie.—
1,a
parte—
(á
venda)
500
reis
volsmae
—
2
a
parle
—
(no prelo)
500
reis
Ven<le-»e
em
Guimarães,
na
Livraria
Internacional
de
Teixeira
de
Freitas,
Edi
tor,
rua
de
S.
Darnaso,
91,
e
eru
Braga,
na
Livraria
Catholica
e
Internacional.
Agencia
do
Ranco
de
Vianna
CARVALHOS
&
C.
Bua
do
Souto
n.°
30
£J:
LX1
Esta
agencia faz
as
seguintes
operações:
Desconta
leiras
da
terra
e
de
cambio.
Encarrega-se da
compra e venda
de
pa
peis
de
credito.
Recebe
dinheiro
á
ordem
e
a
praso
abo
nando
juros.
Empresta sobre
penhores
d
’
ouro,
pra
ta,
inscripções,
acções
de
bancos
e
com
panhias.
Saca
sobre
praças
do
reino e
estran
geiras,
onde
0
Banco
lem
agencias.
Braga,
3
de
junho
de
1875.
Os
agentes,
(B.)
Carvalhos
&
CA
João
Manoel
da
Silva
Guima
rães.
—
Rua
do
Souto
n
*
43.
Compra
e vende
Acções
de todos
os
Bancos
e
Companhias,
Inscripções
de
As
sentamento
e
coupons.
(581)
Vende-se
en
aluga-se as
casas
n.®
e
na
,Ba
Pela
uses,
a
primeira
casa
terre
e
a
segnnda
terrea:
ambas
teem
quintal
e
poço
mieiro.
Para
tratar
na
pharmacia
Alvim,
Praça
da
Alegria,
n.®
14.
BRÀGÀ
:
TYPOGRAPHIA LUSITANA
— 1875 - É o formato de
-
comerciominho_10081875_381.pdf
Parte de Comércio do Minho (O)