comerciominho_07081875_380.xml
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-
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j
«<
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nrin
ni
i»
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—
atatua
—
——
—*
**
*ggS“
:
—------------ -----------------
Assigna-see
vende-se
no
escriptorio
do
editor
e
proprietário
José
Maria Dias da
Costa,
rua
Nova
n/
3
E,
para
onde
deve
ser
dirigida
toda
a
correspondência
franca
de
porte = As assi-
gnaturas
são
pagas
adiantadas
; assim
como
as
correspondên
cias
de
Interesse
particular.
Folha
avulso
10
rs.
rçjjas
bc
.
s
g
:
a
-
s
ÁS
TERÇAS, QUINTAS
E
SABBADOS.
P
reços
: Braga,
annol$600
rs.=Semestre
850
rs.=Prortn-
cias,
anno
2&&00
rs
e
sendo
duas
4&000 rs.=Semestrp 1Ô250
rs.
=tírazil,
anno
4$i00
rs.==Semcstre
2&300
rs.
moeda
forte,
ou
10&000
reis
e
5$500 reis
moeda
fraca.
=
Annuncios
por
linha
20
rs.,
repetição
10
rs.
Para
os
assignanles
20 c
i
0
d’
abalimento.
BRAGA
—
SABBADO »
AGOSTO
Conversavam
dous
amigos.
__
Vejo
com
admiraâço.
dizia
urn
del-
les,
qoe a
imprensa
clerical,
que tanto
s
p
tem
occupado
com
o
diama
do
Knnes,
Os
Lazarislas,
quasi
qoe
nào
tem feito
caso
dos
Homens
de
Roma,
do
Sdva
Pinto.
—
Es
*
a
imprensa,
respondeu o
outro,
faz como
os
lavradores,
qne
montêam os
lobos,
mas
deixam
divagar
livremente
os
jumentos.
Um
pe
fio<lico
de
Lisboa,
ardendo
em
santo
zelo,
denunciava
ha
dias
umas
procis
sões
clandestinas
feitas
no
convento
sla
*
Salesias.
Ora
nós
lemos
á vista
um
do
cumento
oflici.il,
dònde
consta
que
desde
o l.°
de
novembro
de
1868
até
16
do
mes
mo
mez
de
1874, se
inscreveram
no re
gisto
das
toleradas,
na
cidade
do
Porto,
mil
e trinta
e
seis
infelizes
!
O
que
nos
não
consta
porém,
é qtie
o
alludido
jornal,
ou
outro
qualquer
da
sua
communhão,
se
agastasse
diante
des-
te
syinptoma
terrível
de
desmoralisação
do
nosso povo.
Cada
vez
nos
convencemos
mais de que
a
liberdade, a
que
esta
gente
queima
in
censos,
não
é
outra
senão
a
liberdade
do
mal.
nar-se
póde:
foram
violadas
snas
mulheres
e
em
sua
própria
presença
!!
Depois
dhsto
perguntaremos
se
não
lerá
a
Ilalia
sido
novamente
invadida
pe
los
iiunos
de
Anila,
ou pelos
vandalos de
Genserico
?
E’ interessante o
seguinte
facto
:
Em
1857
o
rei
da Prussia,
Guilher
me
IV,
imaginou
juntar
um synodo
uni
versai
dos
representantes
de
todas
as
sei
tas
reformadas
do
mundo
inteiro,
com
o
íim
cie
reunir
iodas
essas seita.-
sob
a
sua
bandeira
evangélica, e
fazel-as
marchar
as
sim.
á
mineira
de
um
grande
exercito,
contra
a
Egreja
Catholica
Romana.
Reunin->e
com
effeito
o
tal
synodo,
com
posto
de
mil
representantes
bíblicos de
di
versas
nações,
no
palacio
real de
Berlim,
com
grande
regosijo
de
soa
magestade
prussHmr.
Começaram as
discussões,
e...
Itoc
opus
hic
labor
est
A.
almejada
fusão
tornou-se
em
confusão.
N
redaeção
de
om
synodo loi
uma
nova
tentativa
da
torre
de
Babel;
os
de egados
tiveram
de
disper
sar-se
parque
não
puderam
entender-se
sobre um
unico
ponto
dogm lico.
Em
seguida Guilberw
IV
perdeu
o
jui
*
o!
A
23
de
outubro
dVsse
anno
o
rei
foi
prsto
sob
tutella,
e
seu
irmão
Frederi
co Guilherme
—o
actual
imperadm
d
’
Alle-
manha —
foi proclamado
regente.
Assim
terminam
todas
as
tentativa
*
dos
perseguidores
da Egreja:
em
confusão
e
loucu a.
n.
m
.
s.
Procissão
de S.
Sebastião, das
Carvalheiras—
10 d’Agosto —
O
anno
de
1579
recorda
para
o
nos
so
reino
de
Portugal
uma
epocha
calamito
sa
e de
tristeza.
O
terrível
flagello
da peste
adejava
si
nistro
sobre
as
nossas
cabeças,
o
medohno
espectro
da
morte
com a
sua
foice
inexo
rável ceifava
milhares
de
vidas,
e
um
lú
gubre
cortejo
de
cadaveres
lhe
acompa
nhava
o
rápido
passo.
A
capital d’esta
nação
fnlelissima.
Lis
boa,
foi o
ponto
d’
onde
partiu,
e
d’
ahi
foi
com agigantada
celeridade
serpeando,
di-
lalando-se
e
estendendo
o
seu
doiniuio
por
todas
as terras
de Portugal.
Causou
estragos
consideráveis,
fez
victi-
mas
aos
milhares e
a
muitas
famílias
levou
o
lucto
e
a
desgraça.
Choravam
paes a morte
dos
li
lhos, es
posos
perdiam
snas
consortes, filhos
tenros
ficavam
orphãos,
parentes
carpiam
parentes,
amigos
eram
roubados
aos braços
dos
seus
amigos. A
viuvez
e
a
orphandadc
faziam
ouvir
seus
lamentos;
a
pobreza
e
a
misé
ria
oífereuiam os
seus quadros
lastimosos;
o
desalento
dominava
os
corações
;
por
toda
a
parte
reinava
a
desolação.
Na
capital do
reino subiu
a
quarenta
mil
o numero
das
viclimas; nas
outras
povoações
era
proporcional
a
mortandade,
i
E
assim como a
desgraça
faz
suspirar
peia
felicidade,
e
a
doença
recorda a
medi
cina,
assim
os
lieis
bracarenses
sem
espe
rança de
a
encontrarem
na
terra, volve
ram
os
olhos ao
céo,
como
quemsód
’
el-
le
espera
remedio.
Em
tal
conjunclura,
o
(iel
povo
bracarense que aié
na
piedade
e
devoção
é
primaz,
não
desmentiu
d
’
esta
vez
a
primazia
dus
seus
sentimentos.
Querendo
desviar
para
longe o
mortífero
contagio
que tanta
*
calamidades
origina,
se
elevou
em
preces
ao
Altíssimo
por inter
cessão
do inclyto
martyr
S.
Sebastião,
a
quem
a
piedade
atlribue
particular
interes
se
e
protecção
para
coin
os
empestados.
N
’
esse
intuito,
edificaram,
na
parte
mais
ele
vada
do
campo
das
Carvalheiras,
uma
mo
desta
ermida,
em honra e
sob
a
invocação
do
mesmo Santo.
O Snr.
D.
Rodrigo
de Moura
Telles,
Arcebispo
Primaz,
a
ampliou e reduziu
ein
capella,
onde
se
continua
ainda
hoje
a
vene-
I
rar
a
sagrada
imagem
do
mesmo Santo.
A
imprensa
italiana occupou-se
muito
das
sessões
tempestuosas,
etn
que
o
par
lamento
d
’aquella
nação
discutiu
um
pro
jecto
fie
lei
sobre
segurança
publica
na
Si
cília.
N’aquelias sessões
deram-se
vergo
nhosos
incidentes
;
tnas
também
se
paten
tearam
factos,
qoe
o
publico
de
toda
a
Europa
não
deve
ignorar,
para furmar
bem
o
seu
juizo
ácerca
d
’
esse
governo
subalpi-
rio,
espoliador
da
Egreja,
ca>
meeiro
do
Papa,
mas
predilecto
dos
liberalõ
s
de
to
dos
matizes.
Eis
a
resenha
d’
alguns
d
’es-
ses
factos,
apresentada pelo insuspeito de
putado,
il
Taini
.
«Conspirações
inventa
das
pela
qu stura
para
encarcerar
e
per
seguir
gente
de
bem
;
oito
nu
dez padres
encarcerados
pelo
falso
crime
de
urdirem
uma
conspiração
contra
a
vida
dos
p>o-
teslaiiles
na
cidade
de
Frrmini,
onde não
havia
um
muco
protestante ;
objectos
rou
bados
a
um
monte
de
piedade,
e
reco
lhidos
em casa
de
um
tal
Ciotti, official
da
guarda
de segurança
pablica
;
seis
fas-
cinorosos
cobertos
de
delidos,
dos
quaes
una
foi
frito
capitão
da
guarda campestie.
e
os
outros
cinco
oíliciae-
da
goanb
na
cional
;
um
delegado
de
segurança
publica,
reconhecido
capitão
de ladrões, qoe
rou
bavam
por
sua
conla,
e
perpetrador
de
ho
micídios,
o
qual,
longe
cie
ser
punido,
fo'
promovido
a
chefe de
om
districto
;
um
acusado
de
assassinato,
capturado
p
r
or
dem d
’
elle
Taini,
e
posto
em
lib.
rdade
por
ordem
do
Prefeito
de Girgenti
;
de
dons
réus do
crime
de
estupro,
e de
homicídio
frustra
o na
pessoa
do
pae
de
sua
viclima
postos
fóra
da
cadeia,
e obtendo
um
sal
vo condocto da
auctoridade gover nativa;
de
um
bando
de
delegados
de
segurança
publica,
que
se
prestaram
a
provar
a
fin
gida
ausência
d-
um
réo
de
morte;
de
furtos,
cortes de
vinhas,
e
outras malfei-
lurias,
que
se
commettiam
em Misilmer:,
e
das
quaes
se
descobriu
depois
serem
auc-
lores
os
proprios
guardas
campestres;
ne
violências,
fartos
e
carias
ameaçadoras,
que
em
muitos
logares
da
província
de
Paler
ma
eram
feitas pelos
agentes
da
publica
segurança,
etc.
etc.»
A
estas
gentilezas,
denunciadas
pelu
Taini,
accrescema
outro
deputado
—
La
Por
la
—
que
poucos
dias
antes
da
insurreição
de
66.
em
Misilmeri,
haviam
alguns pre
sos
sido
expostos,
depois
de
bem
amarra
dos,
á
mais
estranha
tortura, que imagi
Desejosos
de
perpetuar
o
seu
reconhe
cimento
e
gratidão
aos
benefícios
por
tão
alta
intercessão obtidos,
e
além
d
’
isso,
para
não
experimentarem
para
o
futuro
os
desas
trosos
eífeitos
da
peste,
resolveram
o*
devotos
bracarenses
não
só
erigir
uma
contraria
para
a
veneração
do
seu
Santo
protéctor
to
que
se
levou
a
effeito
no
1
"
de
Maio
de 1585),
mastambem
ir
fóra
da
cidade
buscar
procissionalmente
as
duas
veneráveis
imagens
do Espirito
Santo,
do
Monte,
na
freguezia
de
S.
João
Baptista
de
Nogueira,
e
de
Nossa
Senhora
da
Consola
ção.
na
freguezia
do
Salvador
do
Dadim
e
Nogueiró
;
para
onde
duas
vezes
no
anno
saíam
cm
festiva
procissão
de
acção
de
graças
pelos
assignalados
benefícios
rece
bidos.
Mais tarde,
o
Snr.
0.
Fr.
Agostinho
de
Jesus,
digno Prelado
d’esla
augusta me
trópole,
substituiu
por
urna
as
duas
procis
sões,
mandando
que
esla
se
fizesse
no
dia
de
S. Lourenço, a
10
de
Agosto,
porque
o
dia
proprio de
S.
Sebastião,
a 20
de
Janeiro,
é
aquelle
em
que
o
rev.
0
cabi
do
primaz,
acompanhado
dos
collegiaes
do
Seminário
de
S.
Pedro e
do
senado
da
camara,
vem
a esta
capella
cantar
uma
missa solemne com
musica
e
sermão.
Se
bem
que
fôram
supprimidas
as duas
procissões
ás
supracitadas
freguezias,
a
unica
’
que
hoje
se
laz,
conserva
ainda
a me
mória
d
’
ellas,
pois
que
o
parocho,
<jue
de
baixo
do
pallio leva
a
imagem
do
Santo,
commemora
cada
uma das
procissões,
que
antigamente
se
faziam,
com
uma
oração
e
respectivo versículo,
recitando
a
primeira
vez quando
chega
ao
largo
da
Lapa, defron
te
do
Campo
de
SanfAnna,
em
honra
de
Nossa
Senhora
da
Consolação
; e
a
segun
da
defronte
do
campo dos Remedios, ern
obséquio
da sagrada
imagem
do
Espirito
Santo,
do
Monte.
Estas
procissões
que,
como
fica
exarado,
trazem
sua
origem
des
de
tempos
remotos,
exprimem
ao
mesmo
lempo o
animo
agradecido
dos
bracaren
ses e
uma supplica
perpetua
para
arredar
de
si a
terrível
calamidade
da
peste.
N
’
ella
são
obrigadas
a
tomar
parte
todas
as
confra
rias
da
cidade,
e isto
sob
a
pena commina-
da
na
Constituição
Synodal
d’
esta
archi-
diocese, lenovada
por
Edital do
Snr.
Arcebispo,
de 24
de
julho
que
determina
a
acompanhem
na
fórma
do
costume
e
sairá
ás
6
horas
da
manhã.
gião
de
nossos
paes,
de
nossa cara
pa
tria,
a
de
nosso
rei
magnaniino Carlos
VII
e
a
de nossos
fóros, hoje
violados
desaforadameute
e
calcados
aos
pés
pelo
inimigo. Para
salvar
esta
cama,
é neces
sário
qne
nos
unamos
pai
a
inarchir ao
combale
que,
sem duvida
será
coroado
pe
ia vicloria
definitiva.
Eu vos
promelto marchar
sempre
na
vossa
frente,
porque
é
preferível o
mor
rer
que
viver
com
a
revolução.
Os
A
la-
vises
sempre
preferiram
a
morte á
d-
1*
-
honra.
Hoje
não
obrareis
de
outio
o
o-
do.
Vamos
pois
vencer
«<u
morrer,
Ala
veses;
porque
é
sempre preferirei
o
mor
rer
como
bravos
que
viver
como escra
vos.
E,
esperando
que
o
momento
chegue
para medir
as
nassas
armas
com
as
do
inimigo,
repitamos,
com
a
mão
sobre
o
coração,
este
*
grifo
*
:
Viva
a
religião
de
nossos
pies
’
Viva
a
hi
*
pairha
!
Viva
Carlos
VII!
Vivam
as
nossas
liberdade
*
'
Villareal,
20
de
julho
de
1875.
Por
ordem
de
Sua
Altesa
Real
o
too-
de
de
Caserta.
O vosso
briga
leiro
e
camarada,
Cicilio
Valluerca
Ordem
do
dia,
dirigida
pelo
general
Sa-
balis
ao
seu
exercito
a
19
de
julho
de
1875.
Quartel
general
de
Ripoll
Voluntário
*
!
—
Estou contente
comvos-
co.
Nos
vos
*o*
nltinios
combates,
como
*empre,
conquistastes a
admiração
de
Io
da
a
Catalunha.
Por
m.-ii-»
uma
vez
tes-
timunbastes
a
vossa
fé
e
a
vossa
firme
von
tade
de
vencer
ou de
morrer
pelo
irion-
fo
da
no-sa
santa cansa.
O
inimigo
linha
conseguido
concentrar
no
Centro
da
Hispanha
innumeraveis
bata
lhões
para
acabar
com
’
nossos heroicos
ir-
o-ãos
d’
drnias.
O
*
seus
vastos
projectos
foram
malogrado
*
pelo tenente
general
D
Antonio
Dorregaray,
que.
p?ca
executar
o
plano
approvado
anticipadanieme
pelo
nosso rei,
leve
de
atravessar
o
l-.bio
com
uma
parte
de
suas
forças e
entiar
no
piiucipado
da Catalunha, depois
d'tima
gloriosa
campanha
alravez do
Aragão.
O
governo
que
reside
em
Madrid,
em
desforra
do
mau . successo
de
seus
geue-
raes
recorreu
a
vingança,
e
exerce
.
*
e
;i-
ci;)s
comn
as
laraili.is
sem
defesa,
con
tra
os
hispanboes
cujo
unico
crime,
é
terem
parentes nas fileiras
da
legitimi
dade.
E
’
tempo
d
’
abrir
os
olho
*
e
de
pôr
termo
a
unoa
generosidade de que
a
tal
ponto
abusa a
raça
maldita dos
libe-
raes.
E
’
porisso
que
unindo
os
esforços
dos
dous
exércitos
do
Centro e
da
Catalu
nha
vamos principiar
uma
Iucta
que
nào
acabará
senão
depois
que
tivermos
conse
guido
expulsar
o
nosso
inimigo
d
este
territorio
e
de
toda
a
Hispanha,
e
expul-
sai
o
de
Madrid
aonde
o
nosso
muito
ama
do
rei
D.
Carlos
\II
(q,
D.
g.)
de
*
e
su
bir
dentro
em
pouco
os
degraus
do
thro-
rio
de
seu
*
antecessores.
Voluntários:
viva
o
rei !
Viva
a
Re
ligião
!
O
vosso
general
—
Saballs.
Do
correspondente
da «Palavra»:
...
Uma
noticia
de
verdadeira
impor
tância
e
de
origem
carlista,
e
como
tal
a
iransmilto,
é
de
que
D.
Affonso de
Bour
bon,
irmão
de D.
Carlos,
penetrou
na
Ca
talunha.
investido
por
cargo
de
genrral
em
chefe do
Centro e Oriente d dispa riba
,
tendo ás
suas
ordens
Saballs
como
chefe
*uperior
da
Catalunha,
e
Alvarez
como
chefe
superior
do
Aragão
e
Valência. Se
gundo
os carlistas,
o
principe
trouxe ar-
REVISTA
ESTRANGEIRA
fllkgjmnha.
Proclamação
do
coude
de
Caseite
aos
A
laveses
:
Alanes
! — Quando
Deus
quer
fazei
tnaiavilbar
os
seus
aduladores
fazendo
bri
lhar
a
sua
omnipotência,
diz-lhes:
«Eu
sou
o
Deus
dos exerenos.»
lha
bem,
alaveses
!
Este
Deus
dos
exér
citos
é
justameoie
aqudle
que
corabite
por
uós,
e
d
isso
temos
provas evidemis-
simas.
Nào
acrediteis
que
Elle
dê
a
vi-
ctoiia
aos
inimigos
que
o
ultrajam.
Elle
quer
provar
o»
seus
soldados,
quei
que
vós vos
torneis dignos
da
recompensa
que
vos é
destinada.
As
victorias
do
uaidoí
Maroto
e
os
milhares
de
viclimas
homa-
eameute
sacrificadas
em
lodo
o
lempo por
aquelles
que
combatem
contra
uós,
con
lemplam do ceo
a
vossa
dedicação
e
o
vosso
animo,
e
pedem
ao
Tudo-Poderoso
que-
vo
*
conceda
o
triunfo.
Mas
eu
nao
necessito
recordar-vos
os
crimes
que
a
historia registra
e
que
es
tão
gravadus na
rneiuona.
Vós
couiem-
plaes
a
conducla
dos
vossos
adversai
los,
couducta
barbara
e
iniqua,
que
consiste
ein
levar
a
destruição
e
a
exterminação
ás
povoações
pacificas,
inofleosivas,
em
lo
gar
de
vus
combater
com
as
ar tuas.
Alaveses
!
a nossa
causa
é
a da
reli
tilheria
para
o
exercito
de
D.
Carlos no!
Centro,
espingardas
e
cavallos,
e ainda
qne
isto
me parece
muita
coisa
junta,
uão
deixo
de attender
a
que
convém
mui
to
a
D.
Gados
qualquer
esforço
para que
uão
decaia
a
iosu
reiçào
n
’
estas
comar
cas.
Esta
mostra-se
pujante
no
Norte,
e
ainda
que
os
carlistas
se
obstinem
em
as
segurar
que
Dorregaray
vae
eocarregar-
se
d
’
aquelle
cominando
superior,
é
certo
que
até ao
dia
2i
uão
apparece
a
sua
nomeação
na
folha
oíiicial
de
D.
Car
los.
Digo
que
se
apresenta
pujante
porque
emquanto
as
forças
liberaes
faziam
um
reconhecimento
em
direcçàa
a
Valmaxed
*
sem
poderem
passar
de Artunano
e
Bor-
tedo, não
obstante
haverem
diminuído
os
carlistas
as
que
alli
tinham,
em
numero
de
seis batalhões
com
alguma
artilheria
atravessavam
o
Ebro
e
dtuando-se
sobre
Viana
rompiam
o
logo
dc
canhão
contra
Logrou»,
retirando-se
traoqiiillameote
de
pois de
bombardearem
algumas
horas
a
capital
da
Rioja.
demonstração em
que
se
busca
mais
o
Jleclo moral
do
que um
resultado
tangível.
Porém
estes
movimentos
tinham,
pelo
que
se
\è,
o
objecto
de
se
chamarem
respectivamente
a
atlenção
uns
e outros,
parece
que
com
o
fim
de
que
se
dimi
nuíssem
as
forças
qne
ambos
teem
na
li
nha
de
Alava
oade
devia
ferir-se a
verda
deira
batalha.
Os
carlistas,
como
disse na
minha
an
terior,
tinham
estabelecida
a
sua
linha
desde Viilareal
de
Alava
pelo
caminho
de
Aramayona.
cobrindo a
linha
de
Borunda
que
franqueia
um
dos
caminhos
para
di-
rigrr-se
a
Eslella
e
contra
essas
posições
se
dirigiu
Qticsada
com
os
carpos
do
exer
cita
i.°e
3.” (mais
de 30:000
homens) ao
amanhecer
de
29,
saindo
de
Vitoria,
seu
quartel
general.
Com
indubitável
valor e
verdadeira la
ctica
atacaram
os
liberaes
as
posições
de
seas
conliaiios
que
em
um
rudíssimo
combate
as
foram
cedendo
com
grande
serenidade,
obedecendo
a
uma
habíl
di
recção,
alé
se
concentrarem
nos
arredo
res
de
Villareai
onde resolutamenle
de
safiaram
a
seus
contrários
que,
depois
de
uma renhida
lucta,
de se
verem involvi-
das
em
alguns
momentos
parte de
suas
torças
e
de
adeantarem
suas
colurnnas
de
ataque
alé
a
citada
povoação,
fizeram al
to
as
6
da tarde,
succumbindo
ao
can-
çasso e
declarando-se
impotentes
para
pro-
seguir
sua
operação,
não
obstante
o
mo
lestarem-nos
os
carlistas
das
posições
im-
mediatas
e
os
quaes
sustentaram
um
nu
tridíssimo
fogo
até
ás
9 da
noite.
Ao
amanhecer
d
’h
uitem,
fez
Quesada
um
ligeiro
reconhecimento sobre
as
posi
ções
carlistas
no
caminho
de
Aramayona,
e
convencido
du
inútil
e perigoso de
qual
quer
movimento
de
avançada
ordenou
a
re
tirada
por
escalões,
que
realisou
em
boa
ordem,
ainda
que
sofrendo
durante
urnas
duas
boras
o
fogo
dos
carlistas
que
lhe
picavam
a
rectagoarda
e
a
accommettiam,
posto
que
sem
grande
insistência, regres-
s:
ndo
na
mesmo
tarde
a
Vitoria,
seu
ponto
de
partida,
depois de
haver
quei
ma
<'
o
as
messes
na
zona
que
percorreu
que
é
sem
duvida
operação
digna
de
um
exercito.
As
soas
perdas
qualifica-as
de
consi
deráveis
e
muilo
superiores ás
<lo
inimi
go,
dando-se
por
satisfeito
do
valor
das!
tropas
que
conduzia
e
de
qne nào fosse
de
maior
consideração o
revés
sofrido
vista
a
energia
e.
arrojo
com
qoe
os car
listas
pelejaram.
faes são os verídicos
primeiros
pro-
meno
es d’
este
importante combate,
que
prova
uma
vez
mais
que
é
impossível
ao
exercito
aventurar-se
no
território carlis
ta,
promenores
tom
dos do
lelegramma
verdadeiro
de
Quesida,
qne
um
amigo
mea,
contrario
ao
carlismo
e
que
me
me
rece
inteiro
credit
»,
teve
occasião
de
vèr,
ouvindo
dos
lábios do presidente do
con
selho
de
ministros
que
«não
se
publica-
<ia
d
aquella
participação
senão
o
que!
dessem
no
ministério
da
guerra.»
,
Segundo
um
brigadeiro,
chefe
de
sec
ção
no
ministério
da
guerra,
a
batalha
de
Vilhreal
é
das
mais
renhidas
da
presente
campanha
e
as perdas
que
sofreu
o
exer
cito
aproximam-se
ás
maiores
de
qualquer
das
acções
de
graçadas
pira
as
armas
li
beraes
;
de
sorte
que
ao
governo
que
deu
a
noticia
do
combale,
dizendo:
«Vicloria
completa
por
D. AÍI
dqso
!»
poderiam mui
to
bem
e
com
maioi
motivo
applicar-lhe
seus
partidários
as
sabidas
palavras
do
ceiebre
generai
grego.
.
Hín
faya
31
de
julho. — A
cidade
de
Seo
J
Lrgel
não
foi,
tomada por Marlinez
Campos
pela simples
rasão
de
não
ter
sido
deífendida.
O
inau estado
das
suas
muralhas, as
suas
moitas
porias
tornavam
esta
deft-sa
impossível
para
nós,
como foi para
os
nossos
inimigos,
no
anno
passado,
quan
do nos apoderámos
da
cidadella.
Os
afToosisias
deixarão
de
habitar
n'el
la,
porque
seriam
fulminados
pela
nossa
artilheria.
A
cidadella
ou
castello
que
Tito
Li-
vio
chamava Bergio,
a
2
kilomeiros
(oesle)
da
cidade,
é
protegida
por
5
baluartes.
As
casernas
e
os arsenaes
sào á
prova
de
bomba.
As
tropas
de
Napoleão
ficaram
mallo-
grad»s diante d’esla
fortaleza.
Em
1822
uão
capitulou
senão
depois
de
9
mezes
de
cerco
dos
realistas.
A
sua
defeza
eslá
confiada
ao
general
Lizarraga,
antigo
coronel
do
exercito,
o
primeiro
organisador
dos
nossos
batalhões
goipuzcoanos
do
Norte.
Mgr.
o
bispo
dc
Urgel
«
*
slá
na
cida-
■lella,
e
ajudará
os
seus
defensores
com
os
seus
conselhos e
orações.
GAZETILHA
O
Chefe «Testado.
—
O
snr.
I).
Luiz
l
chegou na
quarta-feira
ao
Porto,
e
ao-
te-hoolem
seguiu
d
’
alli
para
Vnhgo,
onde
vae
faser
uso
d’
aqoellas
afamadas agoas.
Por
ençjano.
—
Dissemos
em o
n.°
passado
que
linha
srdo
transferido
para
juiz
de
Villa
Verde
o
ex.
,nu
Augusto Pi-
mentel,
delegado
na
comarca
ue
Mafra.
Nao
é
ioda
a verdade;
este
cavalheiro
foi
efleclivameute
transferido
para
Villa
Ver
de,
mas
para
alli exercer
o
mesmo
cargo
de
delegado.
Agricultura.
—
Escrevem
de
Valença:
Desde
a
chuva
abundante
do
dia
22
não
choveu
mais,
havendo
sido
insuíli-
ciente
a
agua
que
cabia,
para
a
necessi
dade
das
terras.
O
lempo
lem
corrido
mais regular e
de
melhor
temperatura
para
os
campos,
que
apresentam
melhor
aspecto.
.
B
jíxuu
já
o
alto
preço
do
milho
e
hade
baixar
mais,
porque
logo vae
come
çar
a
enirecolher-se
o
das
primeiras
se
menteiras, posto
que
fraco
e
escasso,
at-
tenuaudo
assim
o
preço
elevadíssimo
de
800
»eis
e
mais
a
que
linha
chegado
o
pão
do
pobie.
—
Lè
se
na
«Gazeia
da
Beira»:
As
ultimas
chuvas
deixaram
alegres
os
nossos
lavradores.
Apresentam
bom
as-
peclo
os
milhos
nas
terras
baixas,
e
nas
altas
lambem
se
desenvolveram,
esperando
por
isso
uma
colheita
mais
que
regular.
O
estado
das
vinhas,
corno dos
olive-
dos
nào é
mau.
A
producçào
das
balatas
também
é
regular.
Cremos
que
entre
nós
nào
deixatão
de
ser
abaslecidos
os
meicados,
e
que
o
pre
ço
do»
cereaes
nào
poderá
ser
muilo
ele
vado.
JVaufragio.—
De
Lagos
enviaram
a
um
jornal
de
Lisboa
o
seguinle leiegram-
ma
:
«Encalhou
hoje
pela
tarde
n'esla
ba-
hia
a
barca
italiana
«Cario
AL,»
de
634
toneladas,
capitão
Erneslo
Plazio, prove
mente
de Cariageua;
seguia
para
Cardifi
com carregamento
de
mineral.
U navio,
que
estava
seguro,
considera-se
inteira
mente
perdido.
Nliseravel
refutaçã».—
(
Palavra
)
.
—
Appareceu
ahi ha
dias, editado
pela
li
vraria
do
snr.
João
E.
da
Cruz
Coutinho,
um
iidiculo
painphleio de
15
magríssimas
paginas,
no
qual
pretende seu
auctor
re
futar
e
desacreditar
a
vicloriosa
resposta
que acaba
de
dar
o
snr.
Senna
Freila.»
ao
calninnioso
e
ímpio
drama
do
snr.
En
nes,
intitulado
Os
Lazarislas.
No
folheto
em
questão
nao se
enxerga
um
argumento
só,
uma
consideração
de
peso
na
appareocia
ao
menos,
um
sofis
ma sequer
bem formulado.
Nada
se
relata
alli,
nada
se
prova
:
aqtnllo
é
indo
um
apontoado
de
insultos
soezes
em
lingua
gem
chula.
O
auctor
nào
leve
a
coragem
de apresentar-se
de
rosto
descoberto
e
escondeu-se
por iraz do
pseudonymo
de
Panlaleão
das
Chagas.
E’
a
cobardia
al-
liada
com a
infamia.
Só
esla
circumsban-
cia
faria
com
que
perante
a opinião
pu
blica
ficasse
sem
valor
algum
esle pape
lucho,
que,
quanto
ao
mais,
eslá
abaixo
de
ioda
a
critica.
Allirmam-nos
tamhem qoe
tal
foi
o
receio
que
teve
o
supposto
Panlaleão das
Chagas
de
vir
a
ser
descoberto,
que,
a
fim
de
mandar
o
manuscripto
para
a
im
prensa,
o
fez
primeiro
copiar
por
feltra
desconhecida.
Qoe miserável !
Creiam
os
leitores
que
nos
não
cega
a
paixão e
que nada exageramos
no
juiso
que
fasemos
de
tão reles
publicação. Aquel-
les
mesmos que
militam
em
campo
con
trario
ao
nosso
bem
mostram
doer-se
de
que
sua
causa oão
houvesse
logrado
me
lhor
defensor, pois
entendem,
e
n
essa
parte
damos-lhe toda
a
rasão,
que
defesas
d
’
esta
laia
ainda mais
os
comprometiem.
Temos
sobre a
banca
a «Justiça,»
jornal
d’
esta
cidade,
e quem
houver
lido
a
«Justiça»
já
sabe
que
ella
é
para
o
pre
sente caso
insuspeitissima.
Diz
ella,
f<
*
l-
lando
do
pamphleio
:
«Cobriudo-se
com
o
pseudonymo
de
Panlaleão das
Chagas
quer-nos
parecer
qoe
o
auctor
do
folheto
O
lazarisla
Sen
na
Freitas
nào
assume um
caracter sério,
e
que
rompe
na
arena
montado
n
’
um
cabo
de
vassoura e
com
sabre
de
pau
na
mão,
riscando
no
ar
gaifonas
de
titerce.
Não
apoiamos.
O
combate
é
sério;
dará
em
resultado
a
emancipação das
consciências
para
as
conquistas
do
futuro,
ou
a marcha
das
almas
para
o
ceo
—fazendo
escala
pelo
Va-
licano
(sic).
Poi
tanto
perfilar
e
na ordem
!
At-
tenção
ao rufar
d
’
esta
grande
alvorada
bellicosa
;
e
seriedade
—
que
nos
jogos
olím
picos uão
deve
haver
histriões.»
Damos
cordeaes
emboras
ao
rev.
mo
snr.
Senna
Freitas.
O
chegado
folheto
do
tal
Chagas
lem
ao
menos
o
merecimento
de
aquilatar
<>
valor
do
escripto
«faquelle
nosso
amigo
e
de
contribuir
para a
pro
paganda
d
’
elle,
talvez
mais
do
que
os
justos
iouvoies
que
lhe
ha
tributado
a
im
prensa.
Mas
não
nos
esqueça
uma
lembrança
que
queremos
fazer
a nossos
leitores.
l
‘
an-
laleão
das Chagas
vende
por
60
reis
o
seu
folheto
de
15
paginas
No
objecto
que
se
prnpoz,
apesar
de
ser
ião
infeliz
na
realisação
do
proposito,
o
pobre
do
ho
mem
armou
de
certo
a
agenciar
algum
vintém.
Obstemos nós
a
esta
especulação
torpe.
Qualquer
pessoa
que
deseje
ler
o
folheto
pó
le
lel-o
na
loja
de
qualquer
livreiro,
pois
lè-se
em
5
minutos
e
os
li
vreiros que
o
vendem
á
commissão
de
bom
grado
se
prestam
a íranqueal-o.
Fa
çam
assim
;
aliás
estejam certos
de
qne
hão
de
arrepender-se
de
haver
gasto
60
reis,
por
não seguir
o
nosso
conselho.
Na capa
do
folheto
veem
annuociadas
as
seguintes
obras.
Os
homens de
Poma
por
Silva
Pinto,
o
Livro
de
S.
Cypria-
no
para
desencantar
todos os encantos,
a
Verdadeira
chave
dos
sonhos
para
adivi
nhar
iodas
as
visões
e
ensinar
a arte
Je
ler
na
mão
o passado,
o
presente,
o
fu
turo
etc.,
etc.
Ficam
muilo
de
molde
na
capa
do
fo
lheto
os
annuncios
d
’
eslas
publicações,
das
quaes
a
primeira
é
ímpia,
as
duas
ultimas
sào
supersticiosas,
e
iodas o
su-
prasummo do
ridículo.
Foram
escriptas e
publicadas
para
explorar a
credulidade
e
simplicidade
do
povo
!
Mem
coB»ime«itariois.
—
O
«P.
de
Janeiro»
publica
em
teiegramma
de
Ma
drid,
datado
de
4, a
seguinte
noticia
:
«Circula
com
muita
insistência o
boa
to
de
que
o
bispo de
Seo
de
Urgel
foi
fosilado
pelos carlistas,
ao
intentar
fugir
da
cidadella.»
Vae
sem
commeolarios.
Una
flasBiesago
á meia noite. —
Um
papa-lina
que
nào
conhecemos,
nem
sequer como
«remendão
litterario»,
perle-
uos
em
nojoso
vasconso
que
declaremos
se sào,
ou
não,
d
’elle
uns escriptos
que
lemos
publicado,
e
continuaremos
publi
cando,
—
declaração
exigida
pela
honra
do
sobredito
cujo.
E
’
boa
!
Amanhã
esperamos
idêntica
requisição
d
’
um
valdevinos d’esquiua.
ou
tfum
im
berbe
d
’
escoia,
cada
um
dos quaes
póde
»er
tão lilteralo
corno
o
sollicilador
da
declaração.
Oulro
olficio,
meuiuo
;
por
ex
:
«Caçar
peixinhos
á
canna
no
jarro
do
lavaiorio»,
como algures
escrevemos.
FalBeein.B»nto.
—
Deu
arite-hontein
a
aima
a
Deus,
e
enterrou se
hontem
na
egreja
do
extincto
convento
de
S.
Fran
cisco,
e
aclualmenie
piroehia
de
S.
Je-
ronymo
de
Real,
a
eqrnsa
do
nosso
ami
go
o snr.
José
Pereira
Vilh.
ao
qual da
mos
cordeaes
pesarnes,
bem
como a
toda
a
familia
dos
snrs.
Vieiras
de
Araújo
a
quem
a
íinala pertencia.
Festividade.—
No
dia
12
do
mez
cor
rente,
começa a novena
da
Virgem
D
o
i
n
’
rosa
da Piedade,
na
capella
de
Guadal..’
pe,
e
nos
dias
21
e
22,
festejar
-se-ha
h?
v
endo
illuminação,
fogo preso
e
do’ ar’
ebasar de
prendas
;
locando uma banda
(
|À
musica
nos
iutervallos,
e no domingo w
missa
camada a
grande
instrumental
’
Com
exposição do
SS.
Sacramento lodo o dia
do
SS
lartje
Ser,nà
°
’
<Te-Dtíu
m‘
e
bençàj
Triunfo.
—
o primeiro
governador
d
0
bispado
de
Pernambuco,
ha
pouco
desler
rado
pelo
governo
maçonico
do Brazil
ha
’
ra
o
Rio
Grande do Norte,
por
ha
ver cuin-
pudo
o
seu
dever,
teve
ao
chega
r ao
seu
*
ddstmro
a
bella
recepção
de
qoe
resamas
seguintes
palavras
enviadas
d’
a’li ao
«Anos
tolo» :
H
«A
*
manifestação
de
sua
chegada
fu
i
magnifica. Cenio
e
lautas
dúzias
de
fogue
tes estrondaram
uo
ar,
muitas
salvas
de
fogueies
de
bornbas
reaes,
e os repiques
de sinos
enchiam
a
cidade
de
contenta-
meulo.
A
egreja
decenlemenie
prepaiada
e
ves-
lida
de
galas
e
fiares
eslava
lilieralintmie
cheia
de povo, do mesmo
modo
o
caes
do
desembarque
no
Passo
da
Praia
da
ci
dade
alta, e
caes
Pedro
de
Barros
do
bair
ro da
Ribeira.
Homens
e
mulheres,
velhos
e
meninas
lodos
á
poríia
quedam
ter
o
prazer
de
ver o
lespeitavel
sacerdote,
illus.
ire
confessor
da
nossa
lé.
Nunca
o
bello
sol
das
regiões
orientaes
allumiou
com sc
us
fulgurantes
raios um
dia
mais
alegre
aos nossos
corações.
íal
como
o dia
6
de
janeiro
do
cor
rente
anuo,
em
que
foi
feita
a
rumaria
a
1’orialeza
dos
Santos
Reis
Magos,
em
fa
vor
do
nosso
amado
Bispo,
tal
o
dia
24
de
maio
foi
para
os
corações
do-,
catholicos
de
verdadeiro
prazer,
dia
de
triunfo
para
a
bania
Egreja
de
Jesus
Chrisio,
e
de
verdadeira
afllicção
paraJSaianaz.
que
se
jul
gava
de
posse
<Je
lodos
os
corações
por
meio
de
sua
rede
maçónica.»
c<»l!egio
cathoOico.—
Lemos
no
«Echo
de
CorJoba
»
:
_
«Toma
cunsisiencia
a
idéas
da
funda
ção de
um
collegio
catholico, sob
a
di-
«eccão
dos padres
jesuítas
e
no
qual
in
tervirá a
Associação
Calbolica.
«Tão
louvável
proposito
lem
encontra
do
grande
acceilação no
povo,
e
brevemen-
te
segundo
ciemos,
veremos
esle
pensa
mento
convertido
em
urna
bella
realidade.
_
Assim
o
desejamos, e
em
quanto
elle
nao
se
realisa,
seremos
os mais
ardentes
propagandistas,
para
ajudar
ainda
que
se
ja
com
um
pequeno
grão
de
arêa
a
obia
que
sera
um
titulo
de gloria para
os
que
se
presam de
catholicos.
AB#o8<a.—
Um
de
nossos
homens
de
leiras,
e
dos
mais
jHusirados,
que
varias
vezes
tem
mostrado certa
sirnpathia
pelo
snr.
A.
Herculado,
cujo
talento
admira,
consta-nos
que
dissera
ao
acabar
de
leras
/Juiis
Obras
de
Misericórdia do
snr.
Sousa
Monteiro
:
«E
’
nma
tunda
formidável!
Aposto
que
Herculano
lhe
não
responde.
E
tambein
o
que
? .
»
Quem
quizer que
aposte. Nós,
nem
um
contra
cem.
Conhecemos os valerdes
do
[liberalismo
Só contra
os
fracos
são
va
lentes.
Que o diga
o
Ir.-.
Oito,
provo
cado
sem
rodeios
na
Maçonaria
Desmasca
rada, que
até
hoje ficou
sem
resposta.
O
que diz
o
snr.
Herculano
ao
snr.
Sonsa
Monteiro?...
Mudo
como o
peixe!
Depois
fadam-oos
ern
discussão,
discussão.
C
BBgaBâBÍSB,
CyifiiSfiBBO e CSieBEtir» —
Lèmos
uo
incolor Diário
de
Noticias^
Lisboa
:
«A
destiuhão
das
colheitas
do
paiz
ini
migo,
providencia
dolorosamenle
imposta
pelas
necessidades
da
guerra,
cxecuta-se
com energia,
a
julgar
pelos queixumes
dos
carli-tas,
os
quaes
vão
scfi
en
lo
as
con
tingências
da
su.i
attitude
vandalica.»
larece
impossível
que
taes
coisas
se
es
crevam
na
capital
de
um
reino
christão
e
civilisado.
Alas
é
um
moderado,
um
ca-
Iholico
liberal quem escreve.
Nada
ha.
que
admirar.
Estes
senhores
sào muito
peiores
que
os
petroleiros,
corno
Lem
disse
Pio
IX.
O
seguinte
ou
é filho de
demasiada
in-
nocencia,
ou
não
passa
de
um
sarca-mo
liberangueiro
:
«Vao
moderando
alguma
cousa
a
sua
altitude intransigente os
jornaes
reaccio-
nanos
Espana
católica.
Siglo
futuro.
Eco
de
Espaiii
e
Tiempó.
Fazem bem
em
ac-
cominodar-se
ás
çircumstancias, pois
esta
vam
muito
expostos
a
perder
a
balalhA
com
vantagem
dos
partidários
da
liberJa
*
de de
cultos.»
«Vão
moderando».
Poderá
!
E
’
se
que-
I
rein
viver os
afiousínhos
moderados,
3
oem
sabem
que uma
palavra fóra
do
es-
cholio
traz comsigo a
soppressão.
Despachos.—
Por
portaria
de 2b de
julho
eílecluaram-se os
seguintes
despa
chos
:
Bacharel Guilherme
Marcelmo
da
Cos
ta
Ramos,
delegado
do procurador
regio
na
comarca
de
Villa
Verde
—
nomeado
juiz
de
direito
da
comarca
de Omique.
Bacharel
Augusto
da
Cunha
Pimentel,
dito na
comarca de
Mafra—
transferido
pa
ra
a
de
Villa
Verde.
Bacharel
Anlonio
Moreira
Barroso,
dito
na
comarca
de
Benavente
—
transferido
pa
ra
a
de Mafra.
Dr. Bento
Leão
da
Cunha
Carvalhaes,
conservador
privativo
do
registo
predial
na
comarca
de
Braga
—
licença
por
noventa
dias.
João
Ferreira
Torres
—
approvado para
solicitador
no
juizo
de
direito
da comarca
de
Braga.
Secretaria d
’estado
dos
negocios
ec-
clesiasticos
e
de
justiça, em
26
de
julho
de 187'ò.=Thomás
Ribeiro. director
geral.
Um
porluguez
illustre.
— Lemos
n
’
um
jornal
de
Lisboa:
«Foi
hontem
proposto
socio
correspon
dente
da
academia
real
das
sciencias
o
snr.
Roberto
Duarte da Silva,
poríúguéz
residen
te
em
Paris,
e
que
!
é
complelamenle
desco
nhecido
em
Portugal,
apesar de
ser
tido
em
França
na conta
de
um
chymico
eminen
te.
O snr.
Antonio Augusto de
Aguiar
leu
na
classe
um
excellente
relatorio
a
res
peito
dos
importantes
trabalhos
d’
este
nos
so
compatriota,
esquecido
peio
seu paiz.
mas
que nunca
o
esqueceu,
e
que procu
rou
sempre
honral-o
nas nobres
lides
da
sciencia.
Roberto
Duarte
da
Silva
é
filho
de
Cabo
Verde,
esteve
na
sua
mocidade
em
Macau;
vindo
depois para a
Europa, foi
formar-se na
faòuídade de
Paris,
e
desde
logo
revelou
faculdades
tão
eminentes
que
não
tardou
a
obter
o
logar
de
chefe
do
serviço
chymico
na Escote
des
arlseméliers.
Auctor
de
importantes
trabalhos
chymicos,
consignados
em
muitos
comples
rendus
da
academia das
sciencias
de Paris,
collabora-
dor
de
Fridello
cm
descobrimentos,
que
merecera
ui
q
ue
a
academia
lhes
conferisse
um
prémio
de dez
mil
francos,
Roberto
Duarte da
Silva
mereceu que
o
governo
o
nomeasse
para o
importante
logar
que
occupa,
sem
exigir
que
se
naluralisasse
francez.
E
’
um
dos
traços
mais
caracteristicos da
sympathica
physionomia d’este
menospre-
sado
sabio
porluguez
o
amor
que
tem
á
patria
que nem
o
conhece.
O
governo francez propoz-lhe
nomeal-o
para
professor
da
cadeira,
que
é
hoje
re
gida
nominalmenle
pelo
snr.
Leblanc,
se
quizesse
naturalisar-se.
O
snr.
Silva recusou,
preferiu
ficar
sen
do
porluguez.
e
léccionar
como
professor
interino,
sem
as
vantagens
que
lhe
advi
riam
da
propriedade
dr
cadeira.
O
governo
francez,
que
ultimamenle
con
cedeu
ao
snr.
Silva
uma
gratificação
de
mil
francos,
acaba
de
o
nomear
para a eoin-
missão aduaneira
da
fiscalisação dos
asso-
cares.
Estimado
em
França,
apreciado
na
Alleinanha,
em
Portugal
era
complelamenr
te
desconhecido
!
Foi
necessário
que
o
snr.
Aguiar o
procurasse,
que
o
levasse
a
ca
sa
do
snr.
Mendes
Leal,
e
finalmente
que
o
propusesse
agora
para
socio
correspon
dente
da
Academia,
para
que
usua
patria
lhe
désse
emíim
um
testemunho de
apreço.
E
elle
apesar d’
isso.
regeila
vantagens
importantes
para
conservar
este
nome
de
porluguez
qne
para
nada
lhe
tem servido,
que
nem
lhe
serviu
sequer,
no
tempo
cm
que
luctava
com
a
desventura,
para
lhe
abrir
a
porta
de
um
dos
ministros
ante
cessores
do
snr.
Mendes
Leal
!
!
O
relatorio
do
snr
Anlonio
Augusto
de
Aguiar
está
muilo
bem
escriplo,
e
con
tém
uma
resenha
minuciosa
dos
trabalhos
do
nosso
illustre
compatriota.
Procissão. —
A
procissão de Nossa
Senhora
da
Boa-Morte
que,
como
se
an-
nuncicu,
deve
ler
logar
no
domingo,
8
do
corrente,
percorrerá
as
ruas que
disse
mos,
mas
na
ordem
inversa,
i»to
é,
ha
de sair
pela
rua
do
Aujo
e
recolher
pela
rua do
Alcaide.
A
mesa
administradora
da
irmandade
não
se
tem
poupado
a
Kabalho
para
que
esta
prncissão,
que
é
das
mais
bonitas
de
Braga,
nào
desmereça
do
brilho
com
que
tem
saído
nos annos
anteriores.
VAR.0E
O
Para
a
gargal!»»»<!
**
•
Mestre
Roque,
o
idiota,
é
também
poe
ta.
(Perdão !
eu
queria
dizer
—
foeta).
Mes
tre
Roque
rabiscou
e
publicou
a
seguinte
picaresca
roquice,
qoe
vou
reprodusir
fielmente
•
«Que
trance,
ó
musa,
teu
auxilio
invoco,
«Meu
estro
inspira, pois
teu
filho
sou
;
«Ó,
po
;
s
não
deixes
em
tão
negro enleio
<Ao
que
tributo
d
’
amor
te
jurou.
«De
guia
serve,
como
áquelle.
que
leve
«Por
pae
Ulysses
Minerva
serviu,
«Abre
meus
olhos...
onde estou
óceus?!..
«Estou
'
iiiiiii
baile
o
coração
sentiu.
•
De
leves
roupas de
ingénuas
beldades
«Puras,
ião
bellas,
ai
1
todas
encantos;
«Delicioso
aroma
no
ar
se
esparze,
«Delirando a alma com
prazeres lautos!
«Aqui
ventura,
tom
feitiço os
ares,
«Estas
paredes
magico
condão,
«Aqui
o
vale,
o
cantador
das
—ellas
—
«Recebe e goza
diva
inspiração.»
En
concluo :
Muito
palerma
n
’
este
mundo engorda,
que deve
roer
palha em vez
de
pão.
Aqapilo.
Resumo
do
aclivo
e
passivo
do
Banco
do
Minho
em 31
de
julho
de
1875.
Acti vo
Caixa:
existência em
metal. 94:1135860
»
»
em
notas.
10:6725500
Papeis
de
credito.
. .
.
88:4505146
Acções
de
c.
própria. .
64:8005000
dypotliecas
de raiz
. .
.
90:7565386
Letras em
liquidação
.
.
.
8:370-5703
Remessas
em
»
...
28:5135026
Empréstimo
sobre
penhores.
19:21
15170
Letras
descontadas.
.
.
896:3455784
Letras
a
receber
.
.
.
42:0845917
Saques e
remessas
de
n.
c.:
Remessas...........................
67:5725893
Saques e remessas
das
agencias
:
Remessas
.
.
Agencias
no
paiz.
Agencias
no
estrangeiro.
.
Contas
correntes
garantidas
80:4505000
190:6885971
114:1335513
822:0675730
Edificio
do
Bauco.
.
14:6445985
2.632:8765584
Passivo
Capital.
.............................
600.0005000
Fundo
de
reserva.
.
. .
30
0005000
Referva
para prejuízos
eveu-
tnaes
..................................
50:0005000
Dita
para
garantia
de
divi
dendos................................
30:0005000
Notas
em
circulação
.
.
93:4155000
Depositos
á
ordem
.
.
.
210
66’5784
Dividendos a
pagar
.
.
.
7:1275616
Depositos
a
praso
.
.
.1.406:2083238
Credores
110
paiz.
.
.
.
60:3165606
Agencias
no
estrangeiro.
.
49:0815334
Saques
e remessas
das
agencias:
Saques.
.
.
74:8435936
Leiras
a
pagar
....
4:1105000
Ganhos e
perdas.
.
.
.
17:1065070
2.632:8765584
Braga,
Banco
do
Minho
4
de
agosto
de
1875.
OS
GERENTES.
Manoel
Simões
Braga.
Francisco
Casimiro da
Cruz
Teixeira.
BANCO
COMMERCIAL
DE
BRAGA.
Resumo
do
balanço
do
Banco
Commercial
de
Braga
em
31 de
julho
de
1875.
Activo
Acções,
prestações
a
receber
228:6023500
Dinheiro
em
caixa.
.
.
.
107:1595299
Letras
em carteUa.
.
.
.
892:0765305
Empréstimo
sobre
penhores.
138:6415072
Contas
correntes
coin
garan
tia
........................................
1.075:9103770
Agentes
no
paiz
e
estrangeiro.
574:
1475603
Titulos
e
papeis
de credito.
134:9975397
Diversos
devedores.
...
58
6905949
Despezas
de
installação.
.
5:5355000
Moveis
e
utensílios.
.
.
.
1:8965924
3.217:6575879
Passivo
1
000:0005000
1.325:5705541
.
20í:60K337O
ro
329:6885282
.
43:7095297
.
29:0265245
.
110:8523854
.
109.6355000
.
48:0005000
.
2.5695650
.
13:9975640
Capital
.................................
Obrigações..........................
Depositantes
.....................
Agentes
no
paiz
e
estrangei
Diversos
credores.
.
.
Letras em
deposito.
.
Letras a
pagar.
Notas
ern circulação
.
Fundo
de
reserva.
Dividendos
a
pagar.
.
Ganhos
e perdas.
.
.
3.217:6575879
Braga
4
de
agosto
de
1875.
Os
Directores
Luiz
Anlonio
da Costa
Braga.
José
Baptista
Correia.
AGRADECIMENTOS
Joaquim
Antunes
Alves
e
suas
manas
Helena
Maria,
Maria
de Jesus viuva
e
suas
filhas
Thereza de
Jesus,
e
Maria de
Je»us,
summamente
penhorados
para
com
todas
as
pessoas
de
suas
relações
e amisade,
que por
qualquer
modo,
lhe
dispensaram
por
fallecimento
de seu
cunhado
e
pae
Ma
noel
Alexandre
da
Silva,
cojo
sepulta-
mento
te.ve
logar em
2
do
corrente;
pos
suídos
d
’
um
doloroso
dever,
servem-se
d
’es-
le
meio
para
por
elle
deixarem
bem
con
tristada
a
sua
gratidão
e
reconhecimento,
pedindo
desculpa
de
o
não
fazer
pessoal
mente.
(2605)
VENDA
DE
PROPRIEDADES
Quem
quizer
comprar
as
quintas
cha
madas de
Candoso de
baixo
e
de cima,
próximas a
cidade
de
Guimarães,
que
produzem
pão, vinho,
(ruela,
laranja,
azei
te,
lenbas,
e
roço;
e
a
quinta
denomina
da
Casal
de
Batros.
sita
na
freguezia
de
S. Paio d’Arcos,
subúrbios
d
’
esta
cidade,
proximo
á
estrada que
vae
para
Guimarães.
A
casa
sita
na
rua
de
S.
João
d
esta ci
dade,
construída
de
novo,
com
0
n.°
10,
os fóros
qoe
paga
á
viuva
que
ficou de
José Anlonio
Teixeira d
’
Andrade
Bezerra,
pelos
bens
sitos
oa
Larangeira,
juntos
á
Estação
da
linha
ferrea,
d’esta
cidade,
e
os
furos
que
pagam
Antonio
José
Araújo
e
mulher
da
freguesia
de
Moore,
comarca
de
Villa
Verde;
os
foros
que
pagam
os
caseiros
da
freguezia
de
S.
Lourenço
do
Matlo.
Podem
comparecer
e
fallar
com
0
seu
possuidor
0
revd.
0
Antonio
Joaquim
Nunes
d
’
Abreu, morador
oa dita
rua
de
S.
João,
ou
com
seu
procurador
Bernar
do
da
Cunha
Pinto
Barbosa
ou
seus
com
padres
e
amigos Tristão
da
Silva,
José
Joaquim
de
Menezes,
José
de
Carvalho
Mat
tos,
e
José
da
Silva
e
Sousa,
lodos
(fes
ta
cidade.
—
Braga
6
de
AgoMo
de
1875.
(2606)
Anlonio Joaquim Nunes
d'Abreu.
BANCO
DE
VIANNA
Sociedade amoBaysBí:» «lie responsa
bilidade
I
imitada
São
convidados
os
snrs.
accionistas
d
’es-
le
Banco,
a
entrarem
com
a
4.
a
presta
ção
de
20
p.
c.
ou
205'100
reis
por ac
ção,
desde
0
dia
14
a
24
do
corrente
mez
d
’Agoslo.
Em Vianua, na
casa
do
Banco.
No
Porto,
na
Caixa Filial
do
mesmo.
Em
Braga,
em
casa
dos
snrs.
Carvaltius
&
C.
a
Vianna,
2
d
’
Agosto
de
1875.
Os
directores
Juão
Abel
d'Oliveira
José
Martins
Barbosa
(2607
Anlonio
Maria
Baptista
Camacho.
BISPO
DE ORLEANS
Estudo
ácerca
da
Franc
Maçonaria,
tra
duzido
da
liogna francesa
por
Francisco
d
’
Azevedo
Feixeira
d
’
Aguiiar,
(Conde
de
Samodães) I
vol.,
300
reis.
Boberto
Guilherme
Wondhame
O
Naturalismo
ou
0
Dogmatismo,
ap-
pheado
á
sciencia,
1
vol.
200
rs.
.
A
Sciencia
Hodierna
e
0
Dogma
Chris
lão,
ou considerações
breves
e
as
priuci-
paes
objecções levantadas contra
0
chris-
tianismo
pelos
pseudo-sabios
de
nossos
dias. 1
vol.
200
rs.
1>.
Jayme Balines
O
Critério
—
Philosophia
Pratica,
na-
ducção
de
João
Vieira,
1
vol.
600
rs.
H.
Segur
Conselhos
Práticos
sobre
a
Oração,
ver
são
de
Marnoco e
Sousa,
1
vol.
100
rs.
Existe
um
Deus
que
se occupa
de nós
?
—
versão
de
Marnoco e
Sousa,
1 vol,
80
is.
A
’
venda na
livraria
do
editor
Ernesto
Chardron
—
Porto.
A’
VENDA
NA
LIVRARIA
CATH0L1-
CA
de
Braga,
Porto
e Lisboa, e
em mui
tas
outras livrarias
:
Cabazinho
de
Flores,
brochado,
12G
reis,
cartonado,
200,
encadernado,
240.
Creio
ou
a
Crença em Jesus
Christo,
120
rs.
Verdades
como
punhos.
49
rs.
Padre-Nosso para
canto
e
piauo,
mu
sica
de
Vargas
Júnior,
400
rs.
Mãe
do
Ceo,
musica
de
Soeiro,
300
rs.
E
õãpãnh
T
a
gêrãl
dê
SE-
GUROS
ILVIÃO, DE
MADRID
Segura
nas
condições
mais
vantajosas
contra
0
risco
de
togo,
e
lambem
contra
os prejuízos
causados
pela
explosão de
gaz,
ou
pelo
raio.
Veriíicam-se
os seguros
n’
esla
cidade
de
Braga
no
escriptorio
de
Ferreira
Bor
ges
à C.a
, praça
do Barão de
S.
Martinho
u.
0
26
—
1.°
andar.
(2537)
ALUGA-SE
Uma
casa
feita
das
Agoas,
n.°
91.
Chãos
u.°
13.
Póde
vêr-se
das
até
á
1
da
larde.
de
novo,
sita
na rua
Traia-se
na
rua
dos
10
horas
da
manhã,
(2560)
A
Comrnissão
Recenseadora
do
Concelho
de
Braga
Faz
saber
que
em
conformidade
do
De
creto
de
8
de
Julho ultimo,
tem
os cida
dãos
d
’csle
concelho
legilimamente
recen
seados
de
reunir-se
em
Assembleas
Eler-
toraes
no
dia
15 d
’
Agosto,
pelas 9
horas
da
manhã,
a
fim
de
elegerem
um
Deputa
do
ás
Cortes
geraes
da Nação
Portugueza
sendo 0 numero,
limites e
logares
das
di
tas
Assembleas
pela
ordem
da
discripção
que
se
seguer
a
saber
:
Ia
Assemblea
Sé
Primar..
Fogos
Sé
Primaz
638
S.
João
670
1308
2.
A
Assemblea
Fxtinctos (tongregsidos.
Fogos
8.
Lazaro
908
S,
Viclor
1042
1950
3.'
1
Assemblea
S. P<?dro de
IHaximinos.
Fogos
S.
Pedro
de
Maximinos
~~353
S.
Thiago
da
Cividade
254
Gondi
salves
57
Dume
(
S.
Martinho]
400
Real
(
S.
Jeronymo)
325
1389
4.3
Assemblea
Adaufe.
Fogos
Adaufe
487
Crespos
181
Santa
Lucrecia
116
Navarra
78
Palmeira
452
•os
quaes
depois de
serem
lidos pelos
Reve
rendos
parochos
ás
Missas
Convenluaes
das
respeclivas
freguezias
no
Domingo
8
do
cor
rente
mez,
serão
affixados
nas
portas
de
todas
as Egrejas
Parochiaes
d
’
esle
concelho
e
mais
logares
do
estilo.
Braga
e Sala
da
Commissão
Becencea
lora
em
sessão
de
3
de
Agosto
de 1875.
O
Vice-Presidente
da
Commissão,
José
Antonio
He
bei lo dt
*
Silva
Pousada
120
1434
5
A
Assemblea
S.
Pedro
de Merelim.
Fogos
Frossos
155
Merelim
f
S.
Paio)
264
M^relim
(
S
Pedro
)
231
Mire de
Tibães
182
Padim
da
Graça.
155
Panoias
131
Parada
60
Semelhe
77
- ---
1275
=
=
CA
Assemblea
Tadim
e Fradelle».
7
A
Assemblea
Figueiredo.
Fogos
Aveleda
~90
Arenlim
103
Cabreiros
174
Cunha
134
Passos
fS.
Juliào)
108
Priscos
107
Tluilhe
105
Sequeira
178
Tadim
e
Fradtllos
121
Villaça
83
— ■
1203
Fogos
Celleiroz
Escudeiros
Esporões
Ferreiros
Figueiredo
Guizande
Lamas
Lamar
Morre
ira
Oliveira
Penço
{
Santo
Estevão
Penço
f
S.
Vicente)
Tebosa
Trandeiras
Vimieiro
164
141
143
220
75
47
45
162
12G
76
69
56
146
44
100
1614
As
Juntas
de
Bepartidores
do Concelho
de
Braga.
Fazem
saber
que
as
matrizes
das
con
tribuições
industrial,
de
renda
de
casas
e
sumptnaria do
anno
de
1874.
estarão
era
reclamação
por
espaço
de
10
dias,
que
teem
de
principiar
em
14
e
findar
em
24
do
cor
rente
mez;
por
isso
todos
os
contribuin
tes
as
poderão examinar
nos
indicados
dias
desde
as
9
horas
da
manhã
ás
3
da
tar
de
na
repartição
de
fazenda
do
concelho,
e
requererem
0
que
tiverem
por
conve
niente
a
bem
de
sua
justiça.
Os
requerimentos
serão
recebidos na
dita
repartição
dentro
do
referido
praso.
E
para
que
chegue
ao
conhecimento de
lodos os
interessados
e
nenhum
possa
al-
legar ignorância
se
aílixou
0 presente
e
idênticos
nos logares
públicos
das
fregue
zias
do
concelho,
além
de
ser
publicado
nos
jornaes
da
terra.
Repartição
de
Fazenda
do
concelho
de
Braga
3
d
’
Agosto
de
1875.
—E
eu
Anto
nio
da
Costa
Moraes,
Escrivão
de fazenda
0
subscrevi.
0
Presidente
Gaspar
de
Sá
Solto-Maior
Pizarro.
(C.
2603,
R. 111)
8A
Assemblea
Bom
Jesus do
Monte
Fogos
Espinho
72
Ede
{
S
Mamede)
143
Este (S.
Pedro}
156
Fraião
42
Guatlar
104
Lamaçàes
73
Ngueira
e
annexa
a
d’
Arcos
471
Nogueiró
108
Ped
raiva
137
Sobreposta
109
Tenões
1
j
7
1208
Portanto
esla
Commissão
convida
todos
cs
seus
concidadãos
para
que
hajam
de
con
correr
n’
aquelle
dia
e
hora marcada
ao
local
aonde lem de
reunir-se
a
assemblea
de
que
fazem
parte
as
suas
respeclivas
freguezias,
a
fim
de
usarem
do
maior
e
mais
importante
direito
constitucional,
qual
é
0
de
elegerem
os
seus
representantes
por
votação
de
escrutínio
secreto
:
não sendo
admitidas
listas
em
papel
de
côr
<u
transparente
ou
que tenham
qual
quer
marca,
signal
ou
numeração externa,
como
é
expresso
no
artigo 60 do Decreto
E-
leitoral
de
30
de
Setembro
de
1852.
Igual
mente recommenda
aos
Reverendos Parochos
e
Regedores
de
Parochias
queiram
compa
recer
no local
da reunião
das
respeclivas
assembleas
eleitoraes
impreterivelmente
na
supradita
hora
fnove
da
manhã) como
expres-
samerde é
ordenado
no
artigo
53
do dito De
creto
eleitoral,
a
fim de
não
incorrerem
na
multa
de
403000 a
\OO3OOO reis
na
fórma
dos
artigos
123
e
127
Titulo 16
do mesmo
decreto,
podendo alé
ser
requerida
por
qual
quer
cidadão
recenseado
:
e
pelo
§
6
A
artigo
41
da
Carta
de Lei
de
23
de
Novembro
de
1859
é
expressamente
determinado
que
uni
camente
são admiltidas
como
escusas
na
fal
ta
de
comparecimento
a
moléstia ou
conster
nação
de
familia
por
fallecimenlo
de
algum
de
seus membros
legalmente
justificadas.
E
para
que
chegue
á
noticia
de todos
se
passou
0
presente
Edital
e
outros idênticos
012
MOTO!
S W®
CA
A
O
ST
S
X K
»
A.
S
j
Paquetes
a
sair
de
Lisboa:
NÈVA
.
.
13
de
Agosto
|
GUADIANA
.
29
de
Setembro
MINHO
.
.
29
de
»
|
DOURO
.
.
13 de
Outubro
BOYNE
.
.
13
de
Setembro
|
MONDEGO
.
29
de
>
O
paquete
de
13
toca
em
S. Vicente,
Pernambuco,
Bahia,
Rio
de
Janeiro
Montevideu
e
Buenos-Ayres.
O
paquete
de
29
toca
em
S.
Vicente,
Rio
de
Janeiro,
Montevideu
e
Bue-
nos-Ayres.
Os
preços são
muito rasooveis
Esta
companhia
para
maior
vantagem,
resolveu
ter
a bordo
de
todos
os
seu$
vapores,
criados
e
cosinheiros portuguezes
para
servirem
os
passageiros
de
todas
a«
classes,
cujo
tratamento se torna
hoje
0
melhor
possivel.
Cada
passageiro
de
3,
a
classe
tem grátis,
belixe com
colchão
e
roupa
de
cama,
vinho
e comida á
portu-
gueza,
tudo
em abundancia.
O
transporte
do
caminho de ferro
até
Lisboa
é por
conta
da
companhia bem
como outras
despezas.
Para mais
esclarecimentos
prestam-se
em
casa
do
agente
n
’
esta
cidade, rua
do
Souto
n.°
43.
—
Em
Braga.
João
Manoel
da
Silva
Guimarães.
(581)
Rio
de Janeiro,
Montevideu,
Buenos-Ayres,
Valparaiso,
A
rica,
Islay
e
Callao
CARHEIKA QUISZEXAL PARA
PEKXAHBIÍO E BAHIA
A
Companhia
reduziu
os
preços,
conservando
as
mesmas
vantagens
como
até
aqui
tem
offerecido
aos
snrs.
passageiros:
exeellentea
cominodoo, bom tra-
tameitlo, bnstante
esps»co
para bagagens c viagen»
rapêúas,
pois
(]116
0S
Paquete» <lo Paesfòe»
lem
gasto
sómente
£3 dia» de
Lisboa ao SSio de
Janeiro.
Preços
das
passagens
incluindo 0 caminho de
ferro
do
P-
rto
para
Lisboa
Pernambuco
...................................................
Bahia
.............................................................
Rio
de
Janeiro
..............................................
Montevideo
e Buenos-Ayres
.........................
Valparaiso,
Arica,
Islay
e
Callao
.
.
. .
3.
’ CLASSE
2/ CAMARA
1/ CAMARÁ
40£000
81&000
1085000
40&000
90-5000
1175000
430000
90^000
1215500
54&000
905000
1575300
12G&000
1895000
3085300
Crianças
<íoa
passageiros
Até
aos
12
annos meia
passagem.
A'é
aos
8
annos
a
quaria
parte.
Até
aos
3
annos grslis,
nma
só
de
cada familia.
Todas
as
terças
feiras
sahirá
de
Lisboa um
paquete,
os
passageiros
de
3.
‘
classe
teem
beliche
com
colchão
e
roupa,
comida
a
portugueza
em
abundancia
e vinho duas vezes
por dia
AGENTES
EM
BRAGA—
Almeida
&
Cereria.
Trata
a
passagem
a,
pagar
á
vista
e a
prazo
com
fiança.
(K
*)
Sua
lei
natural
e
historia
Sua
importância
social
Traducção
do
bacharel
Luiz
Beltrão
da
Fonseca Pinto de
Frei
1
-^
t.° volusne.—l.a
parte
—
(á
veoda)
500
reis
S.° volume—2 a
parle
—(no
prelo)
500
»eis
Re
cenlemente
chegado
a
esta
cidade
aonde
pretende
demorar-se
algum
tempo,
oíTerec
e
os
seus
serviços
ao
respeitável
pu
blico
em
tudo
que
disser
respeito
á sua
I
arte.
Extrai,
cura
e
conserta
os
dentes
caria
dos,
colloca
dentes
arliliciaes,
com
per
feição
e
cura
todas
as
aflecções
da
boc-
ca
;
especialidade
da
escola
moderna.
Con
sultas e
extracçao
de
deotes
aos
pobres,
grátis
das
8
ás
9
horas
da
manhã.
Consnltorio,
Praça
do
Barão
de S.
Mar-;
linho
n.°
27
—
2.®
andar.
(C.
2574
R.
105);
Vesi«3e-»e
em
Guimarães,
na
Livrar
’3
Internacional de
Teixeira
de
Freitas,
E"
1
'
tor,
rua
de
S.
Damaso,
91,
e
ern
Brag
3
’
na
Livraria
Catholica
e
Internacional.
METAES
VELHOS
Na
travessa
de
S.
João n.®
5,
c°in-
pra-se toda
a
qualidade
de
metaes,
e
lerr
velho
até
mesmo
fundido.
(860)
braga
:
typographia
lusitana
— 187
o - É o formato de
-
comerciominho_07081875_380.pdf
Parte de Comércio do Minho (O)