comerciominho_04091875_392.xml
- conteúdo
-
3.
”
ANNO
1875
FOLHA
COMMERCIAL
RELIGIOSA
E
NOTICIOSA
NUMERO
392
P
reços
:
Braga,
anno 1^600
rs.=Semestre
850
rs.=Provtn-
cias,
anno
2$
100
rs.
e
sendo
duas
4£»000
rs.=Semestre 1&250
rs.=J?ra«/,
anno
4&Í00
rs.=Semestre
2$300
rs.
moeda
forte,
ou
10^000
reis
e
o&SOO
reis
moeda
fraca.=Annuncios
por linha
20
rs.,
repetição
10
rs.
Para
os
assignantes
£0 °;
0
d
’abatimento.
Assigna-see veudc-se
no
escriptorio
do
editor
e
proprietário
José
Maria Dias
da
Costa,
rua
Nova
n.
’3
E,
para
onde
deve
ser
dirigida
Ioda
a
correspondência franca de
porte.= As
assi-
gnaluras
são
pagas
adiantadas
;
assina
como as
correspondên
cias
de
interesse
particular.
Folha
avulso
10
rs.
ÁS
TERÇAS,
QUINTAS
E
SABBADOS.
o
regio
exequalur), mas que
só
considera
como
taes
para
faser
pesar
uma
taxa
sobre
a
sua
reoda
movei,
que
não
é
senão
a
esmola,
que
lhes
manda
Pio
IX,
porque
elles
nada
recebem
do thesouro!
E
os
bens roubados
á Egreja!...
Do
meio
d
’
uma
emmaranhada
selva de
inépcias, com
que
o
«Jornal
do
Porto»
pretende
responder ao «Bem Publico,»
destacamos
a
seguinte:
«O
Evangelho mostra-nos que
Chris-
to...
nào
reconhecia
em
pessoa
alguma,
nem mesmo
em
si
proprio, o
dom
da
in-
fa
111 bi
I
idade.
»
Convencidos
de qie
o
redactor
do
«Jor
nal
do
Porto»
nunca leu os
Evangelhos,
a
não
ser
o
modernisiimo
segundo Renan,
vamos
faser-ihe
presente das seguintes
citações
:
«Quando
pois
vos
levarem
presos,
não
cuideis
de
qoe
modu, ou
que
cousa
ha
veis
de
faliar;
porque
n’
aqliella
mesma
hora
se
vos
inspirará o
que
haveis de
diser.
Porque
não
sois
vós
os
que
fallaes;
mas o
Espirito
de
Vosso
Pae é
o
que
falia
em
Vós»
Ma
th.
X,
19,
20.
«O
vosso
doutor
é
só
o
Chrisio.»
Ibid.
XXIII,
10.
«Passará o
céo
e
a
terra,
mas não
passarão
as
minhas
palavras.»
Ibid.
XXIV,
35.
«ide
por
todo
o
mundo;
o
que
crê
e
íôr baptisado,
sera
salvo; o
que
porém
não
crêr,
será
condemnado.»
Marc.
XVI,
15,
16.
«Em
verdade,
em
verdade
vos
digo,
que
o que
crê em
mim,
lera
a vida
eter
na.» Joan.
VI,
47,
«Eu
sou
c
luz
do
mundo;
o
que
me
segue
não
aida em trevas.»
ibid.
VIII,
12.
«Ainda
que eu
sou
o
que
dou
testi-
muoho
de
mm,
o
meu
teslimunho
é
ver
dadeiro,
porqie
eu
sei
d
’
onde
vim,
e
para
onde
vou.»
Itid.
VIII,
14.
«E
se
eu
ulgo
alguém, o
meu
juiso
é
verdadeiro.»
Ibid.
VÍii, 16.
«O
que
me enviou é
verdadeiro,
e
eu
o
que
digo n<
mundo
d
’
Elie
o
aprendi.»
Ibid.
VIII,
2t
«Nào
*
e
urbe
o
vosso
coração.
Vós
crêdes
em
Deu»
:
crêde
lambem
em
mim.»
Ibid.
XIV,
1.
«Eu
sou
>
caminho,
a
verdade,
e a
vida.»
Ibid.
UV,
6.
«Eu rogaei ao
Pae...
para
que
fique
etemamente
wmvosco
o
Espirito
de
ver
dade,
a
quem
o
mundo
uão
póde
receber,
porque
nao
<
vê,
nem
o
conhece.
Mas
vós
o
conheceeis,
porque
elle
ficará
com-
vosco
e
estará m
vóò.» ibid.
XIV,
16,
17.
«Eu vim
o
mundo para
dar
teslimu
nho
da
verdale.
Todo
o
que é de
verda
de
ouve a
mbha voz »
Ibid.
XVHí, 37.
«O
que
vs
ouve,
a mim
ouve,
e
o
que vts
despesa,
a
mtm despresa »
Luc.
X,
16.
«Porque
e vos
darei
uma
boca
e
uma
sabedoria,
á
qual nào possam resistir,
nem conlradisc
todos
os
vossos inimigos.»
Luc.
XXI,
11.
Se
o
«Jonal
do
Porto»
quiser
mais
textos para
cnvencer-se
do seu
erro,
ain
da
podemos
clar-lh’o8.
Mas
para
se
ver
quanto
é
inepta
a
proposição
do
dito
jornal,
basta
refleclir-
(iios
em
que,se
Jesus
Chrisio
não
reco
nhecesse
a
inallibilidàde,
não
só
na
sua
pessoa,
mas
ambem
na
sua
Egreja,
não
porta
como
cudiçào
essencial
para
a sal
vação
do honem a
fé na sua doutrina.
—
«O
que voíescuta, a
mim
escuta.
Ide
e
ensinae
a
adas as
nações
;
o
que
crêr
e
lôr
baptisad
.
será
salvo.
Ficae
seguros
de
que
alé
enfim
do
mundo
estarei
sem
pre
comvoscoa
Marcos.
XVI,
16.
“
=Malt.
XXVIII, 20.
Agora
adiiremos
a sciencia
d
’
estes
doulores
libertes,
e
diga
o
leitor
se
não
vem
talhadas
de
molde
para
elles
aquellas
BRAGA-SABBIBO
4
»E
SETETIBHO
Níiseellanea.
O
snr.
Gladstone,
que
ullimamente
tem
escripto
alguns
opusculos
para provar,
que
os
catholicos não podem
ser
bons
cidadãos,
julgou
do
seu dever
enviar
as
soas
con
gratulações
aos
americanos
por
occasiào
do
anniversario
das
suas victorias
alcan
çadas
sobre
as
tropas
brilannicas, na guer
ra
da
independencia
!
Isto
é
que
é
um
cidadão
modelo
!
Um
jornal
liberal
chamava
um
d
’
esles
dias
os
novos
pagãos
aos
catholicos alle-
mães,
que
projectárn faser
uma
peregri
nação
a
Nossa
Senhora
de
Lourdes!
Que
a
Allemanha
está
imitando
actoa'-
mente
os tempos
mais
ominosos
do antigo
paganismo,
na
espantosa
depravação
de
costumes,
qtie
alli
vae
lavrando,
prova-o
com
documentos
irrefragaveis um excel-
lente
artigo
publicado
na
«Civiltá
Catto-
lica»
de
21
de
agosto d
’
este
anno,
sob
a
epígrafe
—
Da
moralidade
publica
na
Al-
lemanha.
Prova-o
lambera
esle
grilo
de
horror,
sabido
ba
pouco da
bocca d’
um
deputado
allemão
:
«A
corrupção,
que
or-
dinariameote
infecta
a
imis
baixa
cana
lha,
já
sobe
até
ás
classes
mais
elevadas.
A
auctoridade
do
Estado
já
não
é
garan
tida;
em
seu logar
reinam
a
desordem
e
o
arbítrio
sem
princípios;
um
bestial
materialismo
predomina
;
nós
somos preza
da
dissolução
; o
nosso
nome é
vituperado
fóra
do
paiz; prepara-se
unia
catástrofe
immensa.»
Ora
esle paganismo
novo
uão
é ou’
ra
coisa
senão
isso
a
que
os
jornaes
liberaes
chamam
a
lucta
civilisadora
(Kultur-
Kampf), promovida
por Bismark
contra
o
ca-
lholicismo.
8im
;
é
corri
a
civilisaçâo pagã
resussilada
qoe
elle tenta
apagar
a civi-
lisaçào
do
Evangelho
na
velha Germania,
ao
»om
das
palmas
e
dos
bravos
da
im
prensa
liberal de
todo o
mundo.
Os
ver
dadeiros
pagãos são
os
que
alli
perseguem
o
clero
catholico;
os
que
lomenlam
o
materialismo
e
a
incredulidade
;
os
que
subgeitam
as
próprias
leis
divinas
á
omni
potência
do
Estado;
os
liberaes,
emtim,
cúmplices
de
Bismark
na
sua
louca
ten
tativa
de
derribar
o
poder
da
Egreja,
a
mais poderosa
salvaguarda
da
auctoridade,
e de
apagar
o
sentimento
catholico,
a
mais
solida
garantia
da
moralidade
publica.
E
d
*
esta
gente
póde
estar
certo
o
jor
nal, a
que alludimos,
que
nenhum
vem
em
peregrinação
a
Lourdes.
Becolha
pois
o
collega,
para
si
e
para
os
seus,
o
epi-
theto
de
pagão,
e
lembre-se
de
que
o
liberalismo
actual
não
é
senão
o
paganis
mo
dos
tempos
ominosos
dos
Neros,
dos
Galigulas e
dos
Vitelios, disfarçado e'm
trajes
de
europel,
que
mal
lhe
encobrem
as
hediondas
e
repugnantes
fôrmas.
O
heroico
Joseph
Garibaldi,
depois de
haver
regeitado
com
calonico
desinteresse
a
dolação
de
50:000
liras annuaes,
que
lhe
voiára o
parlamento
italiano,
resignou
se
emlim,
com
não menos
catonica
con
descendência,
a
acceitar
o
dom
de
100:000
liras
lambem
annuaes.
Ha
apenas
a
diffe-
reuça
de
que
primeiro
se
lhe
assignára
lambem
um
milhão
por uma
só vez,
e
agora
recebe a
renda
vitalícia
correspon
dente.
Em
quanto
á
renda,
o
homem
não
perde,
nem ganha. São
cem
mil
liras
que
leem
de
sahir
annualmente
de
um
thesouro
exhauslo
para
o
bolso do
moderno
Calão.
(Não
ha
injuria
oa
comparação,
porque
o
Gatão
romano
não
passava
d’
um
infame.)
Ora
agora,
sabe
o
leitor
onde
o
governo
italiano
vae
buscar
os
meios para
esta
e
outras
larguesas?
Tira-os
ao
bispos,
que
estão
recebendo
um
subsidio
de
Sua
San
tidade,
e
que
o governo
não
reconhece
corno
bispos
(por
faltar
á sua
nomeação
palavras
do
Apostolo
das
gentes
:—
Allri-
buindo
se
o
nome
de
sábios,
se
tornaram
insensatos.
D. 31.
s.
REVISTA ESTRANGEIRA
E
’
ainda
um
mistério
a rendição
de la
Seo
d
U
rgel.
Os
últimos lelegrammas
na
da
dizem a
tal respeito.
Esperemos
noticias
que nos
mereçam
credito,
e
nos esclareçam.
Madrid
29 d
’
agosto.
Os
negocias
aílonsistas no
Norte
não
oITerecem
melhor
aspecto.
Vejo
que
elles
praticam
infainias
sem
numero,
execráveis
atrocidades
e
horríveis incêndios,
mas
el
les
não
adiantam
nada.
Para
vos
dar
uma
ideia
de
suas
proe
zas
nào
é necessário
indagar
muito;
bas
ta
copiar os
seu
*
despachos.
Eis
aqui
um
com
que
os
ofliciosos
hontem
se
divertiam
:
«Durante
a
excursão
qne
elle fez
do-
«
mingo
á
tarde,
D.
Carlos
pode conlem-
«
piar
com
os
seus
olhos
o
mar
immen-
«
so
de
fogo
fsic)
que
consumia
as
casas
«
nos
campos
de
Navarra.
Todos
os
dias,
<
de
Pamplona
e
de
Puente
ia
Reina, saem
«
forças
qoe não
teem
outro
fim.
»
Segundo
pensam
illustres
ofliciosos
<es-
«
tas
cousas
sào
de
grandes
vantagens
para
«
as
armas
liberaes.»
Da
mesma
sorte lambem,
deve ser
<de
grande
vantagem
para
as
armas
lib.
raes»
o
terem-se
prendido
mais
de
cem carlistas
em
Uidecona,
expulsado
30
famílias de
Binacarlo
e
11
de
Calig
;
que
se
lhes
te
nham
confiscado
os
seus bens,
e
os
te
nham
feito
passar
para as
honradas
mãos
dos
affonsinos.
Por
taes
loucuras
se
póde
julgar
bem
que
elles
são
verdadeiros
loucos.
Basta
ci
tai
as
para mostrar
onde anda
por
aqui
o
senso commum.
Alli
não
ha
senão
o
gé
nio
da
destruição
e
da
rapina,
e
vangto-
i
iam-se
com
isto
'...
Os
negocios
embrulham se.
Hontem
hou
ve
uma
crise
ministerial ;
Orovio,
Carde-
nas, e Casuo
parecem
mostrar
os dentes
aos
mestre.
Se
Cinovas
não
vae
por
vontade,
irá
pela
força,
porque tudo
es
tá
preparado
para
isso.
—
Fronteira
dTIispanha
25
d’
agosto.
Na
noite
de
17, uma pequena
colurn-
na
carlista,
forte
de
500
navarros
pouco
mais
eu
menos,
atravessou
o
Ebro a
vau,
a
uma
hora
de Logronho,
por
Recajo.
Uiea
vez
do
outio
lado
do
rio, este
bando
atravessou
o
caminho
de
Logronho
para
Calatiorra,
passando
perto da
aldeia
d
’
AgoncilIs, e
deixando
lambem
atraz
a
linha
ferrea
qae
aborda
a direita
do
Ebro,
de
Fuedeln
a
Miranda
;
adiantou-se
so
bre
a
villa
de
Munllo,
ligada a
Logronho
pelo
caminho
que,
partindo
d’esta
ultima
cidade,
conduz
a
Arnedo,
cujos
banhos
sào
mui
ftequentades. A villa de
Munl-
lo
é
inteiramente
agricola
e
eslá
a duas
léguas
de Logronho.
Os
carlistas
levantaram
os
impostos
e
requisitaram
51
mulas
magnificas,
que
lhes
serviram
para
a
arlilheria.
A
força navar-
rense couservou-se bastante
tempo
oa
vil
la,
e
só
a
deixou
ao
romper
do
dia.
Deve
dizer-se
que, apesar
d
’
esta
auda
ciosa
empresa,
os
carlistas
não
commelte-
rarn
crimes,
nem
fizeram
violências
ás
pessoas,
nem
incendiaram
as
colheitas,
nem
queimaram
as
casas, nem
roubaram
os
ha
bitantes
á
moda de
Quesada e
dos
outros
chefes
alfonsistas.
P.
S.
— Sei n’
este
instante,
por uma
pessoa
digna
de
toda
a
confiança,
e
que
chega
a
Barcellona,
que
quinta
feira
ulti
ma,
a
columna
aflonsista
de
Villalrauca,
perto
de Barcelona,
commandada
por
Vil-
legas,
foi
cornpletameate
balida,
por
cor
po
carlista,
ás
ordens de
Mariano
de
la
Golorna.
O
*
restos
d
’
esta
columna
entra
ram
em desordem em San Saturnino.
—
Lê
se
na
«
Uni<-ii»
:
Paris
24
de
agosto
de 1875.
Eis
aqui as
noticias
que
recebemos
do
quartel
real
de
Carlos
VII
:
Tolosa 24
d’
agosto.
f
Official)
As
nossas operações
nas
provincias do
norte
parecem
recomeçar
<eriamei)te.
No
dia 21,
o
inimigo tentou,
jht
va
rias
vezes,
w.per
a
tussa
lioba
Viliarreal.
Apesar
de lodos
os
seus esfo^.os nào
pon
de
passar
de
Sahatierr-a
*
Em
frente
u
’
esta
cidade
linha
tomado
posições
S.
A
R.
o
conde
de
Caserta,
e,
de
accórdo
com
elle
o
general Perula co
meçou
contra
o
inimigo
um
bombardea
mento
que
só
cessou
de
ncita.
Diversos batalhões carlistas
provocaram
os
liberaes
per
meio
(Je
repetidas
descar-
gas,
á
quaes
não responderam.
Mas.
cheios
de
espanto,
aproveitaram
a
escuridão
para
abandonar Salvalierra,
indo
passar
as
noi
tes
nas
alturas
de Las
Neceras, onde
el-
fectuarain
uma
vergonhosa
retirada.
Mais
uma
vez
Quesada,
com 10
600
homens
e
20
peç^s de
artilhem, tetiroo
em
presença
das
força
*
,
muito
inferiores
em
numero,
e
oílerecendo-lhe
combate
em
campo
raso, isto
é, renunciando
a
todas
as
vantagens
d?
posição.
O
brigadeiro
carlista Mateo tinha
igual
mente
penetrado
na
noite
de 20
em
Lo
dosa
; não
ten
to
ponido surpt
ehender
<>
inimigo,
como
tinha
projectado,
tomou
abundantes recursos
de
tudo
o
genero
pa
ra
as
suas
íorças.
Brevemente
vos
fallarcmos
da
situação
de
Seo
de Urge!. Por
hoje
nós
a
resu
mimos
em
duas
palavras:
a
sorte
de
Mar
tinez Campus
está
na
mão da
França,
is
to
é,
entre
as
mãos
0o
duque
de
Deca-
zes
;
por
esta
mesma
rasão, a
sorte
de
Seo
de
Urgel póde
lambem depender
d
’
elie.
Quem
sitia
Seo Urge! é
a
França
;
sem
a sua
ajuda,
Martinez
Campos
lerá
que
levantar o
sitio.
GAZETILO
■
Snsatn
JTIarm ifâagdaleaxa.
— Foi
hontem
procissionalmente
conMusida
da
capella
de
S.
João
pai.i
a
da
Misericórdia
a
Imagem
de
Sauia
Maria
Magdalena
que
so
venera
no
monte
da Falpetra.
Começaram hontem
n’esta
ultima
as
preces
ad petendiam
pluviam
O
N
ciisâ
»
Freitas e seu
*
aiKver£a>
‘
ios.
—
A
publicação
do opúscu
lo
do snr.
Senna
Freitas contra
o drama-
calumnia
do
snr.
Ennes,
deve
com razão
considerar-se,
e
com eífeito muitos
a
con
sideram,
já,
uni
dos maiores
triunfos
qne
entre
nós
ha
conseguido
a
religião
contra
a
impiedade.
O
snr.
Ennes
cala-se,
apesar
de
bem
provocado
a
quebrar
seu
silencio.
Que
ha
de
elle
fazer? Na
posição
em
que
se
collo-
cou
por
nào
esperar
que
houvesse
algoetn
qne
lhe
viesse
a
dar
tão
merecida
e
suleno-
ne
lição,
o
melhor
de
todos
os
expedien
tes
para
elle
é ainda
assim
o
silencio,
embora lhe
importe
perante
o
publico
sen
sato
a
perda
de
sua
probidade... litteíaria.
A
imprensa
reuo'ucionaria
e
impia
des
de
a
moderada até
á exaltada,
corno,
por
via,
prima
em
lealdade,
brio
e
cordura,
salvas
algumas
txcepções,
guardou
profun
do
sikncio,
não
se
dignando
alguns
jor-
naes
annunciar
sequer
a
publicação.
E
deblatera
essa
gente contra nós
por
não
querermos
annunciar
as
publicações
impias
e
heterodoxas
!
Mas
nós
somos con
sequentes
e
vós não
o
sois,
porque daes
em
theoria,
ao
menos
no
qne
loca
á
pro
paganda
de ideias
pela
imprensa,
a mes
ma
liberdade,
os
mesmos
direitos
ao
bem
e
ao
mH.
Eis
a
diflerença
entre
o nosso
proceder
e
o
vosso.
A
adversários
qoe
saissem
a
campo
ap-
parecem
só
dous
até
hoje.
Dizemos
mal
:
não
são adversários,
são
doas
sombras
que
se
evaporam
a
um
leve
sopro:
Pantaleào
das
Chagas
ha
pouco, e
agora
Um
Por-
tuen^e.
Mais
ainda
do
que
dissemos
d’
a-
quelle
podemos
dizer
d
’
este,
sem
injusti
ça nem exageração.
Nào
se
póde
escrever
peior
nem
raciocinar
peior.
N
’
uma só
coisa
são
expertos
estes
dous miseráveis:
em
esconderem
o
nome.
Bem
sabem
elles
que
não
faltaria
quem
quizesse
ver
a
cara
a
estes
dous
pedantíssimos
subjeitos.
Nós
cootiniiamos
a
felicitar
o
snr.
Senna
Frei
tas. — /
Palavra).
Ao
*
ga
Senhora
de Lourdes,—
(Correspondência
de
Portugal.)
E
não
acre
ditam
no
milagre
da
Misericórdia
'
Pade
cia
ha
muno
uma
pobre
mulher,
mestra
d
’
este
piedoso
estabelecimento,
oma
tei
mosa
doença que se
não
sabia
ao
certo
o
que
era,
ou
mais
propriamente
como
se
deveria chamar
em
grego,
mas
que
reti
nha
a
infeliz
no
leito
a
despeito
de
to
das
os
esforços
da
medicina,
curvada,
sem
forças,
sem
movimentos,
e
quasi
sem
es
perança
de
se rehabilitar
um
dia.
Religiosa
oo
supersticiosa,
como
me
lhor
em
moderna
linguagem
se
deva di
zer,
acreditava Maria
das
Dôres
nos
bene
fícios
terrestres
da
graça
Divina, e como
da
sufliciencia
do
saber
humano
a
fizesse
já
desconfiar
a
pertinácia
de
seus
pade
cimentos,
lembrou-se
a
triste
de pedir
ao
seu
confessor
que lhe
proporcionasse
uma
gota
de
agua de
Nossa
Senhora
de
Lour-
des,
em
cujas
virtudes
tinha
grande
fé
e
‘
grande
esperança.
Satisfeita
a
requisição
foi-lhe
applicado
á
noite na
região
dorsal
um
pequeno
parchc
embebido
n
’
aquella
agua,
e
horas
depois
começou a
doente
a
sentir qoe
se
lhe
iam
libertando
os
mo
vimentos,
que
ia
recobrando
o
seu
vigor,
e
graduahnente
retomando
a
sua
natural
posição e
tão
rapidamente
se
foram succe-
deodo
as
melhoras,
qne
de
madrugada seu-
too-be
oa
cama,
vestiu-se,
e
correndo pe
los corredores do
estabelecimento,
foi
acor
dar
a
regente
e a
enfermeira,
que
ficaram
maravilhadas
de
a
ver, completamenle res
tabelecida.
Foi
esle.
salva a incorrecção
de
alguma
iodiflerente,
circumsianciar o
fado
qne
logo
resoou na
cidade,
e logo,
produzindo
outro
milagroso
eíleito, foi
ali
mentar
á
desfiPecida
critica
da
imprensa.
Nega
la
a
influição
espiritual
nos
plie-
uomenos
da
ordem
physica
da
natureza,
proclamada a
autonomia
da
matéria,
e
dada a
prevenção contra
as
patentes
ma-
chmações
da
Egreja,
isto
é,
dados
os
ele
mentos
da
filosofia
reinante,
era íactl
de
prever
como
a
noticia
do
milagre seria
ge
ralmenie coounentada.
Miis
uma
travessura
do
padre,
qne es
tá
minando
pelos subterrâneos
da
Miseri
córdia
os
alicerces
do
edifício
liberal.
Cau
tela
com
os
tenebrosos
e
já
muito
adian
tados
trabalhos
da
reacção.
Venha
a
scien-
cia
explicar
o
fenomeno
para
evitar o
cur
so
d
’
estas
patranhas
sobrenaturaes, e
sobre
tudo
precate-se o
governo
para
que
não
haja
mestras
ua
Misericórdia,
que, affroo-
tando
a
sciencia
e
a
razão humana,
recu
perem
escan
lalosamente
a
saude
nas
ve
nerandas
barbas
do esclarecido
século
19.
De
par
le
roi
défense
à
Dieu
De
faire
des
miracles
dans
ce
deu.
Da
grave
harmonia
da
critica
severa
sollava-se
em
caprichosas
modulações
a
critica
graciosa.
Era
uma
saraivada
de
chascos e
de
epi-
grammas que
não
deixavam sequer
abrir
u
chapeo
de
chuva
ao
pobre simplorio
ain
da
crente
nas
piedosas
velharias
da
hu
manidade.
E
assim, entre a
crueldade
da
zombaria,
passou
cotno
passa
n
’
este
mun
do
o
que
traz
ou
quem
traz na
frente
um
signal
do infinito.
A
itlerzegovina.—A
Herzegovina
deduz
o
nome
que tem da
palavra
allemã
herzog
—
loque
:
e
equivale por isso
a
paiz
do
duque.
Este
principado foi
governado
no sé
culo
XV
pelo
príncipe Stiepan, elevado
á
dignidade
de
duque
pelo
imperador
Fre
derico
III
:
e
tomou
d’
aqui
o
nome Her
zegovina.
—
Conquistada
em 1847
pelos
turcos, íoi
reunida
á
Bosnia.
Fsiá
situado
entre
a
Bosnia
inferior
ao
Norte
;
a
Servia
a
Bosnia,
e
a
Alba
nia
ao
Este;
a
Albania,
o
Montenegro,
e
a
Dalmacia ao
Sul
;
e
a
Dalmacia
ao
Oeste._ f
paiz
montanhoso,
e
tem
du
zentos
e
noventa
mil
habitantes,
de
que
cento
e
oitenta
mil
pertencem
á
egreja
gre
ga
e
quarenta
e
oito
mil
á
romana,
sen
do
mohametanos
oileuta
e
dois
mil.
«Brado
Liberal»
Miais uma.—
Lèmos
num
jornal
qoe
no
dia
2
d
’
agoslo foi
morta
a
tiro,
proxi
mo
do Rio
de
Janeiro, uma
ave
de
dtmen-
ções
collossaes.
Temos
os caracteristicos
da agma
eu-
ropêa e mede
9.,u
90
de
uma
a
outra pon-
ta
das
asas,
e
da
poma
do
bico
á extre
midade
da
cauda
C.'u
9o.
Será
aguia
ou
arara
?
«A
Tenda do
Nleatre laica
*
.»
—
Como
já
anuunciamos,
o
nosso distincto
amigo e
collaborador
o
re».
1110
snr. Padre
Senna
Freitas
acabou
de
publicar, editado
pelo
snr.
Chardron,
um
romance
rebgioso
intitulado
A
Tenda
do
Mestre
Lucas.
Re-
commendamos
a
leitura
d
este
livro sobre
o
qual
o
insuspeito
jornal
a
«Justiça»,
que
se
publica n’esta
cidade, deu
o
seguin
te juizo
:
«Recebemos
também um
romance,
ori
ginal
do
sor.
Padre Senna
Freitas,
A
Tenda
do
Mestre Lucas,
publicado
pelo
activo editor
d
esta
cida le,
o
snr.
Ernes
to
Chardron.
O
romance
pela
bella
leitura
que
d
elle
fizemos
cotolha-se
nos
de
merecimento .
e,
com
quanto
discordemos
tolalmenle
das
ideias
do
snr.
Senna
Freitas,
e
esteja
—|
mos
em
campo
diamelralmente
opposlo
em
tendências
políticas,
somos
obriga
do
*
a confessar
que
a
sua
podtição
está
bem
escripta,
n
’
um
estylo
aprimorado
e
ellegan-
te,
e
tem
um
enredo
que,
não
abundan
do
em inverosimilharçaa
terraillescas,
es
tá
bem
deliniado
e conduzido.
0
auctor, no
e
entrecho
da
Tenda
do
Mestre
Lucas
no
desenho
dos
seus per
sonagens,
imprimiu 0
cunho
das
suas
conhecidas aspirações ou melhor escreveu
um
livro de propaganda, habilmente colo
rida
pelas
flores
do seo estylo
e
entrela
çadas
nas
bem
desenhadas
scenas
do
ro
mance. Este
não
é
mais
que
um
pretex
to
para apresentar
aquella.
Eniretanto,
força
é
confessar
em
em abono
da
ver
dade,
que o
livro
de
que
vimos
fadando
è
muito
digno
de
ler-se,
de ser
aprecia
do.
E
quem
o
folhear
aproveitará
a
pri
morosa
linguagem
que
o
enredo
que
lhe
dá
bastante
interesse
:
se
bem
que
nào
se
deve
deixar
de
embair
pela
doutrina
que
occultamente
respira.
Os
livros
demasiadameote
livres,
nem
a
todos
se
devem
deixar
lêr
;
mas
os
visivelmente
myslicos,
lendo-se,
nào
devem
servir
para
crear
um
espirito;
simplesmente
devem
servir
de
recreio,
quando,
como
a
Tenda
do
Mestre
Lucas,
são
bem
escrip-
to,s.
Aquelles
corrompem, mas
estes pro
duzem
oma
atrophia
moral:
os
seus
eflei-
los
são
hem
conhecido
*
.
0
romance
do
sor.
Senna
Freitas
é
innegavelmeote
um
apreciável trabalho
litte-
rano
;
e
se não
toca
os
extremos indi
cados,
leddo
entretanto
muito
ao
ultimo.
Já
vêem
os
leitores
que
a
«Justiça»
tem
para
o
romance
elogios
e
sensuras
:
uós
encontramos
motivos
de
louvor
onde
'ella
os
encontra
e
maiores ainda
os
vie
mos onde
ella
enxerga
defeitos.
A
critica
da
«Justiça leva-uos,
pois,
a
empenhar
mo-nos
d
’
um
modo especial
ua
propagan
da
do
livro,
e
deve
setvir
lambem
aos
lei
tores
de
estimulo
para adquiril-o e
lel-e.
«Palavra»
A
«(iiestiio
da
IIerzegnviena.—
Ragusa,
23.—
Os
insurgente
tomaram
e queimaram
Vocniza
e
Konila,
proximo
de
Slolatz
Fizeram
400
prisioneiros,
que,
depois
de
desarmados,
foram
postos
em
liberdade.
--Os
insurgentes
pretendem
proclamar
príncipe
da
Herzegovina
o
de
Montenegro,
no
caso
d
’
esle
apoiar
a
insurreição.
—
O
general
Garibaidi
convidou
o
seu
filho
Menoti
a
abrir
uma
subscripção
em
favor
dos
feridos herzegovinos.
Garibaidi
subscreveu
com
100 írancos.
—
Ragusa,
28.
—
Os
insurgentes
da
Her-
zegovmã tomaram
a
villa
de
Gorou-ko, que
os
turcos
barricavam
e
defendiam com
quatro
peças.
Desmente-se
que lochemenl
presida
á
commissão
internacional
que
vae
tentar
a
pacificação da
Herzegovina.
—(Ha
vas.)
—Vienna,
30.
—
Passaram
a
fronteira
3:000
servios
e
acampjram
em Novi,
onde
se
apoderaram
do telegrapho
muitos
cau-
diotas
e
servios
percorreram
a
bulgaria,
incitando
o
povo
a
insurrecionar-se:
2:000
turcos
idos
de
Klek
penetraiam
em
Mos-
lar
sem
haverem
eucontrado
insurgentes
que
se
lhes oppozessem.
Corre
o
boato
de
que foi
coslituido
um
governo
nacional
pelo»
insurgentes
da
Bosnia.
Em Trebin-
je conseguiram
entrar 1:000
soldados
tur
cos
sem
disparar
um
tiro.
A
«Correspon
dência
política»
diz
que
o
Montenegro
secretamente
com a Porta
para guardar
neutralidade
mediatameote
as
concessões
lerritoriaes que
pediu
á
Turquia.—(Ha-
vas.)
—Paris,
31.
— O
consul
francez
em
Mostar
foi
encarregado de
se
associar
aos
outros
cônsules
para
as
negociações com
os
insurgentes.
—(Havas.)
—
Berlim,
30.
—
Os
jornaes
prussianos
manifestam-se
em
favor dos
insurgentes
da
Herzegovina.
—
(Havas.)
Turim,
31.
—
Mioghetle conferenciou
hontem
com
o
rei
relativamente
aos
acon
tecimentos
da
Herzegovina.
—(E. america
na.)
Ragusa,
31.
—Aproximadamentemil
tur
cos
conseguiram
entrar
etn
Trebyne.
—
(E.
americuna.)
Bom remédio.—
A
«Epoca»
de
Ma
drid
publica
as
seguintes receitas
para
curar a
hydrophobia
que
mr.
Leoncio
Cu
rei, dá
no seu
«Manual
do
Caçador»
:
Em
fins
de
maio,
ou
principio
de
ju
nho.
ou antes no
mez
de
setembro
co
lhem-se
as
seguintes
hervas
:
Euphorbia
villosa,
veralum
album,
po-
ligonium
hidropider,
helleborus
vulgar
is,
plantas que
crescem
perto
dos panlanos.
Toma-se
utn
pequeno
punhado de
cada
uma
d’
ellas
e
postas
em
um
vaso
lança-
se-lhe
agua
a
ferver,
como
para
fazer
chá.
Depois
de
alguns
minutos
de
infusão,
dá-se
ao
mordido
a
quantidade
que
póde
conter
um
copo
ordinário.
Nos
primeiros
momentos basta
lavar
o
ferimento
com
agua
e
vinagre
;
é
preciso
deixar
passar
vinte
e
quatro
horas
para
um
cão
e o
dobro para
uma
pessoa
antes
de
lhe
propinar
a
bàbida.
Tem
a
vantagem
de
destruir
os
efleilos
de
mordedura
e
a
de
indicar
com
certeza
se
provém
ou não
de um cão
verdadeiramente
darnnado.
No
primeiro caso,
esta
porção
que
é
preciso
tomar
sempre
em jejum,
produz
vomitos
violentos,
e
eutão
continua-se
a
dal-a
ao
enfermo até
qie
tenham
acalma
do completamente,
o
que
acontece
á
ter
ceira
ou
quarta
dóze,
temando
uma só ca
da
dia.
Se
o
cão
não
eslava hydrophobo,
o
doente
não
soífrerá
romilos.
Mr.
Gastall, guarda-rural,
saxonio
e
octogenário,
não
querendo
levar
comsigo
para
a
sepultura
um
segredo
tão
impor
tante,
publicou no
«Diário
de
Leipzig»
ou
tra
receita
para
o
mesmo fim.
Aconselha
que
logo
depois
de qualquer
pessoa
ou
um cão
ser
mordido, se lave
bem a ferida
com
vinagre,
sal e
agua
té
pida,
deixaudo-se
seccar,
e
que
depois
se lançem
na
chaga algumas gotas
de aci
do
clorhydrico,
que
como
rcicio
mineral,
•lestroe
o
veneno
da
ferida.
Aflirma
que
o
perigo fica iminedialamenti e
para
sem
pre
neutralisado.
Novo proeesno
«le
fatricar pão.
—
O
processo
ordinário
de fibricar pão dá
margem
a
que
se
perca
maii
de 20
por
100
de
substancia
nutritiva
lo
trigo.
Trata
agora
de
evitar
est£
inconvenien
te
o
ministério
da
guerra
de
?
rança,
man
dando
adoptar o
invento <b
engenheiro
Cesil,
o
qual,
com a
mesma
juanlidade
de
trigo, que
dantes
dava
110
airateis
de
pão,
produz
150
de
superior
qulidade.
Esle
processo
supprime
.
moagem
do
grão,
o
qual humedecido e
posto
em
cy-
lindros
que
giram,
recebe
poico
calor,
pro
duzindo
uma
substancia
espnjosa.
Assim
triturada,
amassa
se
com agia
e
sal,
for
mam-se
os
pães,
e
levam-st
á
cosedura
no
forno.
A
cupital «la Françí. —
N
’
um
li
vro
recenlemenle
publica-lo
por
mr.
Ar-
maud Ilusson, encoulram-sc
dados
curio
sos
áaerca
de
Paris.
A
capital da
França cont actualmente
61:662
casas. 24
pontes,
67sgrejas
calho-
licas, 8
templos
protestantes
2 sinagogas,
6 bibliolhecas publicas,
e
1:116
escelas.
O
numeso
de
ruase
viaduclosnão
é
inferior
a
3:619,
que occupam
unu
superfície de
7.743:250 melros
quadrados
Assislsm
ás
escolas
olllcaes
162:674
alumnos de
ambos
os
sexot
No
l.° de janeiro
de
1174
havia
em
Paris
48
açougues,
que
uncamenle
ven
diam carne
de gado cavalar,
ainino
e
muar.
A pliotoglyptia em
Portugal.—
A
photoglyptia
é
uma mravilhosa
ope
ração
inventada
pelo sabio
inglez
Wood-
bury,
pela qual
a
prova
oLida
é
rigoro
samente
similhante á
provs photographi-
ca,
produzida pelos
procesos
ordinários.
A
importância
da
photoglptia,
arte
nas
cida
de
hontem,
é
de
um
valor
espantoso.
A
prova
obtida pelo novo processo*
apresenta
o
mesmo aspecto,
a
mesma
ni
tidez por egual
ao
objecto
de que
se
dese
je
obter
a
imagem.
O
chiché
photographico
é
produzido
em
relevo.
O
introductor
do
novo
processo,
o
sr.
Biel,
foi
auxiliado
poderosamente pelo
sr.
Carlos
Relvas,
bem
bonhecido
pela
sua
pai
xão
pela
arte
photograpliica
;
cavalheiro
que
não se
cança
nem
poupa
a
esforços
para
que
ella
se
mantenha á
altura
a
uue
no
estrangeiro
lem
chegado.
De
Coblentz
veio
de
proposito
um
ope
rador,
pois,
apesar
do processo
andar
ex
plicado
em qualquer
compendio
especial,
na
pratica
oflerece
difficuldades
quasi
in
superáveis
a
quem
não
leuha
a
perseve
rança
precisa.
O
novo
invento, vem
produzir
uma
re
volução
no
commercio
de gravuras, que
deixarão
de
ser
raras
de hoje
em
diante
por
esle meio
de
reproducção,
devendo
o
seu
preço
abaixar
sensivelmente,
tornando-
se
até
vulgares
as
sbras
illuslradas,
pois
copia-se
íielmente
da natureza
e
com a
maior
facilidade.
PARTE
OFPICIAI
i
MINISTÉRIO
DOS
NEGOCIOS
ECCLE-
SIASTICOS
E
DE
JUSTIÇA.
Direeção
geral
dos
negocios
ecclesiasticos
l.
a
Repartição
Para
conhecimento
de
quem
possa
in
teressar
se
faz
publico
que,
perante
o
vigário
capitular
do
bispado
de Eivas,
se
acha aberto
pelo
praso
de 30
dia
*
,
a
con
tar
de
31
d’
agosto
ultimo,
o
concurso,
por
provas
publicas, que
para provimento
das
egrejas
parochiaes
da
diocese
de
Ei
vas,
constantes
da
relação
seguinte,
se
mandou
abrir
pela
portaria
de 20
do
re
ferido
mez
:
Alter
Pedroso
(Nossa
Senhora
da
Neves),
concelho de
Alter
do
Chão.
Santo
Amaro
(Santo
Amaro),
conce
lho
de
Fronteira.
Jnromenha
(Nossa
Senhora
do
Loreto),
concelho
do
Alandroal
Ouguella
(Nossa
Senhora
da
Graça),
concelho
de Lampo
Maior,
Rosário
(Nossa
Senhora
do
Rosário),
concelho
do
Alandroal.
Varche
(S.
Braz),
concelho
d
’
Elvas.
S. Vicente de Fóra
(S. Vicente
Martyr),
concelho
d'Elvas.
Villa Fernando
(Nos
*
a
Senhora da
Con
ceição).
concelho
d
Elvas.
Secretaria
d’
estado
dos
negocios
eccle
siasticos
e
de
justiça,
direcção
geral
dos
negocios ecclesiasticos,
em 1 de
setembro
de
1875.
=
Luiz
de
Freitas
Branco.
EXPEBIEXTE
DA ADHINISTRA-
Çë.
Cartas recebidas
na
administração
d'esle
jornal:
Madeira
—
Manoel
Pinto
d
’Abreu.
»
—
Reverendo
José
Franco
de
Castro.
»
—
José
da
Nobrega
Aguiar.
Porlo—
Jeronymo
Ferreira
Gonçalves.
Lousada
—Miguel
Baptista
da
Silva.
Villa
Real
—
Fernando
Pinto
Pisarro
Vieira—Revd.
’
Francisco
José
Vieira
d
’
Araujo.
Esposende
—
Reitor
de
S. Cláudio.
Ceiorico
—
Dr.
Bernardo A.
de
Carvalho
Barros.
Villa
Meã—Antonio
Pereira
de
Maga
lhães.
Lisboa
—A.
F.
Silva
& C.
a
Coura
—
Revd
0 Miguel
José
Rodrigues.
Barcellos
—Manoel
José
da
Fonseca.
Taipas
—Revd.
’
Januario
Luiz
Pereira
da
Silva.
Esposende—Revd.0
José
Antonio
Ribei
ro
Lima.
AGRADECIMENTOS
José
Antonio
da
Cruz
Machado,
e sua
mulher
Maria
Thereza
d'Oliveira Macedo;
Anlonio Joaquim
da
Cruz
Machado,
Lniza
Maria
da
Cruz
Machado,
Anna de
Jesus
da
Cruz
Machado
e
Anna
Maria
Macha
do Ramo
*
,
agradecem
por
esle
meio,
oa
impossibilidade
de
o
fazerem
pessoahnen-
te a lodos
os
ill.
ra'8
exc
m08
snrs.
e se
nhoras,
e
muilo
rev.
mos
ecclesiasticos
que
os
honraram
com
os
seus cumprimentos
por
occasião
do
passamento
de
seu iono
*
cenle
íilho e
sobrinho
Sebastião,
e
assis
tiram
ao
responso
de
gloria
qoe
por
alma
do
mesmo
teve
logar na
capella
do
cemi
tério
publico
na tarde
de
29
do
corrente
;
protestando lhes
d
’
esla
fôrma
o
seu
eterno
reconhecimento
e
indelevel
gratidão.
(2670)
D.
Anna
Maria
Machado
Ramos,
Nar
ciso
Ramos
Barros
Pereira,
Maria
Thereza
de
Oliveira
Macedo,
Luiza
Maria
da
Cruz
Machado,
Anna
de
Jesus
da
Cruz
Macha
do, José Anlonio
da
Croz Machado
e
An
tonio
Joaquim
da
Cruz Machado,
exir<ma-
mente
penhorado
para
com
todos
os
m.
e
exc.mes
snrs.
e
senhoras
que
os
cum
primentaram
por
occasião
da
sentidissi-
ma
morte
de
seu presado
marido,
irmão
e
cunhado
Sebastião
Maria
Barros
Perei
ra,
e
assistiram
aos
oíficios
fúnebres
que
para
suffragar
a
alma
do
mesmo tiveram
logar
na
egreja
de
S.
Vicente
no
dia
17
de
agosto
ultimo,
veem
por
este
meio,
na
impossibilidade
de
o
fazerem
pessoalmente,
agradecer-lhes
tão
relevantes obséquios,
e
proiesiar-lhes
o
seu profundo
reconhecimen
to
e
gratidão.
(2674)
José Maria Vieira
de
Carvalho
Macha
do,
abbade de Dooinj, e Manoel
José
Viei
ra,
parocho da freguezia de
Taboaças,
pe-
uhoradissimos
com
todos
os snrs. e
es
pecialmente com
os
revd.
mos
snrs.
eccle-
siaslicos,
que
se
dignaram
honral-os
com
sua
presença
e
bons
serviços
no
funeral
de
seu chorado
irmão
e
primo
João
Fran
cisco
Machado,
cujos
restos
morlaes
se
deram á
sepultura
no
dia
12
do
corrente
na
egreja de
Taboaças,
do
concelho de
Vieira, uão
podendo
agradecer-lhes
pessoal-
meote
a
sua
reconhecida
dedicação,
tri-
botam-lhes
por
este
meio o
seu
devido
reconhecimento.
ANNUNCIOS
Pelo
juizo
de
direito
d'esta
comarca
e
cariorio
de
Forluoa,
a
requerimento
de
João
Fernandes,
da
freguezia
de
Santa
Lucrecia,
<l
’
esta
mesma
comarca, correm
éditos
de
30
dias a
contarem
do
dia
28
do
passado
mez
de
agosto,
chamando
e
citando
a
todas
as
pessoas incertas que
se
julgarem
com
algum
direito,
juz
acção
ou
hypolheca
a
uma
morada
de
casas
e
eido
ou
campo
junto,
agoas.
pertenças
e
servidões,
citas
no
logar
da reigada,
da
freguezia
de
Santa
Lucrecia,
limites
da
freguezia
de
Crespos,
que
o
requerente ar
rematou
pela quantia
de
362$')00
reis,
na
execução
que
o
juiz
e
mesarius da
ir
mandade
de
N.
Senhora
do
Carmo,
mo
vem
contra
Anlonio
JoȎ Fernandes
e
mu
lher da
mesma
freguezia,
a
qual
cilaçáo
edital
tem
de
ser
accusada
no
dia 7
do
fu
turo
mez
de
outubro
pelas
10 horas
da
manhã,
no
tribunal
d
’
ellas,
que
é
sito
no
largo
de
Santo
Agostinho,
d
’
esta
mesma
cidade,
as
quaes
se
costumam fazer todas
as
segundas
e
quintas
feiras de
cada
se
mana,
nào
sendo
dia
santo
ou
íenado,
porque
o
sendo
se
fazem
nos
dias
imme-
diaios e
o’essa
mesma
audiência
se
tem
de
assignar
o
praso
de
duas,
para
deduzirem
o
direito
que
tenham
debaixo
da pena
de
lançamento
e
de
se
julgar
por
sentença
a
referida
propriedade
livre
e
expurgada de
todo
e
qualquer
onus
ou
hypolheca
e
se
rem
estes
substituídos
pelo
seu
produeto.
(2673)
Maria
Carolina
da
Silva,
viuva,
da
roa
Nova
de
Sousa
d
’
esta
cidade, tendo
feito
uma
prevenção
no
«Bracarense»
n.°
2216
de
26
uove.nbro
de 1872,
que
nada
mais
devia
a
pessoa
alguma
além
de
200^000
reis
a
Siiverio
Fernandes
Pòças
da
mes
ma
iua,
declara agora,
que
pagou
ao
mes
mo
a
dila,
quantia,
e nada
mais
lhe
deve
ficando
a
declaraule
sendo
credora
do
mes
mo, pela quantia
de
702$ò8tí -rs.,
confor
me
as
contas
que
fizeram.
(2638)
5
—RUA
NOVA
—
5
Em
ensa do Loureiro
Vende-se
cobre e latão
velho
para la-
oeiro.
(2672)
Paquetes
a sair
de
Lisboa
:
MINHO
.
.
29
de Agosto
BOYNE
.
.
13
de Setembro
GUADIANA
.
29
de «
|
DOURO
.
.
13 de
Outubro
|
MONDEGO
.
29
de
»
ELBE
.
.
13
de
Novemo
O paquete
de
13
toca
em
S.
Vicente, Pernambuco,
Bahia, Rio
de
Janeiro,
Montevideu
e
Buenos-Ayres.
O
paquete
de
29
toca
em
S.
Vicente, Rio de
Janeiro,
Montevideu
e
Bue
nos-Ayres.
Os
preços
sito
muito rasoaveim
Esta
companhia
para
maior
vantagem,
resolveu
ter a
bordo
de
todos
os
seus
vapores,
criados
e
cosinheiros
portuguezes
para
servirem
os
passageiros
de
todas
as
classes,
cujo
tratamento se torna
hoje
o
melhor
possível.
Cada passageiro
de
3.a
classe
tem
grátis,
belixe
com
colchão
e
roupa
de
cama,
vinho
e
comida á portu-
gueza,
tudo
em
abundancia.
O
transporte
do
caminho
de ferro
até
Lisboa
é
por
conta
da companhia
bem como
outras despezas.
Para
mais
esclarecimentos
prestam-se
em casa
do agente
n
’
esta
cidade,
rua
do
Souto n.°
43.
—
Em
Braga.
João
Manoel
da
Silva Guimarães.
(581
G
a r
r
e
ir
a
semanal
A’
s
quartas
feiras
2/ CAMARA
1.
‘ CAMARA
COMPAMIA
DE
NAVEGAÇÃO
A
VAPOR
DO
PAGÍFCO
Rio
de
Janeiro,
Montevideu,
Buenos-Ayres, Valparaiso,
Arica,
Islay
e
Callao
CARREIRA QUINZENAL
PARA PERNA^IBVCO E
BAHIA
A
Companhia
reduziu
os
preços,
conservando
as
mesmas
vantagens
como
até
aqui
tem offerecido
aos
snrs.
passageiros:
excellente»
«onímodos, bom tra
tamento,
bastante espaço para bagagens
e viagens rápidos,
pois
que
OS
Paquetes
do
Pacifico
tem
gasto
sómente
13
dias de
Lisboa
ao Kio de
Janeiro.
Preços
das
passagens
incluindo o
caminho
de
ferro
do
Porlo
para
Lisboa
3.a CLASSE
Pernambuco
...................................................
Bahia
.........................................
Rio
de
Janeiro.............................................
Montevideo e
Bnenos-Avres.........................
Valparaiso,
Arica,
IslayCallao
.
.
.
.
1085000
1175000
1215500
1575500
3085500
Crianças dos passageiros
Até
aos
12
annos
meia
passagem.
A
’
é
aos 8
annos
a
quarta
parle.
Até
aos
3
annos
gralis,
uma
só
de
cada familia.
Todas
as
terças
feiras
sahirá
de
Lisboa
um
paquete,
os
passageiros
de
3.
*
classe
teem
beliche
com
colchão e
roupa,
comida
a
portugueza
em
abundancia e
vinho duas
vezes
por
di
a
AGENTES
EM
BRAGA
—
Almeida
&
Pereria.
Trata a passagem
a
pagar
â vista
e
a
prazo
com
fiança. fK
*
\
Teixeira
&
Mesquita,
com
es
tabelecimento
de trens,
na
rua
da
Sé
d’
esta cidade
de Braga,
fazem
publico
que desde o
dia
l
de
setembro
do
corrente
an
no, o
preço
de suas
carreiras
!
de
Braga
á
Povoa
de
Lanhozoi
e
vice-versa,
é:
dentro
240
reis,
fóra
200; ao
Pinheiro,
dentro
200
reis,
fóra
160;
de Braga
a
Rita,
120
reis, e
ao
Fojo
80.
Braga 30
de
agosto
de
1875.
O
gerente,
Ribeiro
Braga.
HOTEL
DO
SANCTDRIO
Vulgo
Hotel
do
Padre,
ou
Hotel
de Cima
*
aclualtnente de
Anlonio
José
Antunes
Tabeliã
geral
Sôpa..................................
Cosido.............................
Arroz
......
Assado
............................
Estufado...........................
Um
frango......................
Uma
galinha
de canja. .
.
30
reis
.
120
»
.
20
>
.
140
>
.
140
>
.
240
>
.
480 >
Mesa redonda a
toda
a hora
Almoço
Bifes,
ovos
estrelados,
vinho,
pão,
café
ott
chá.
....................................
300
rs.
Jantar
Sôpa,
cosido,
arroz,
vinho,
3
a
4
praios
de
meio.
Sobremeza:
fruta
do
tempo
e
do
ce
de
prato
........................
600
is.
Meza
redonda
Almoço,
jantar,
ceia,
quarto
e
cama»
1^000
reis.
Criados
e
criadas,
500
rs.
(2659^
Precisa-se
d
’
um
criado
para
cosinha
de
café;
quem estiver habilitado
dirija-se
ao
cafe
Bracarense,
debaixo
da
arcada
da
Se
nhora
da
Lapa.
(2648)
405000
405000
455000
545000
1265000
815000
905000
905000
905000
1895000
DILIGENCIAS DIARIAS
De
Sebastião
da Silva Neves
Entre
Braga,
Ponte
do
Lima,
Vianna,
Ca
minha,
Valença,
Monsão,
Tuy,
Vigo,
Ponlevedra
e
S.
Thiago.
Também
se
despacham
bilhetes e
ba
gagens
direclamenle
de
Braga
para
Lis
boa. por caminhos
de
ferro.
Escriplorios:
em
Braga,
na
casa
aon
de
estava
a Companhia
Viação
(esquina
da
Conega),
em
Ponte
do
Lima,
na
hos
pedaria
da
Theodora,
em Vianna, no es-
criplorio
do
annunciante.
(2611)
TjÃNCÕnDÊ~BÃRCELLOS
São
convidados
os
snrs.
aecio-nistas
(Tes
te
banco
a
entrarem
com
a
3.
a prestação
de
10
por
°|
0
ou 5$000 rs.
por
acção
des
de
o
dia
1
a
5
de
setembro
proximo
fa
turo.
Os snrs.
accionistas
que
se
acharena
em
debito
da l.
a
prestação,
são convida
dos a
fazerem
as
suas
entradas
dentro
do
mesmo
praso
para
não
ficarem
incursos
no
que
dispõe
o
art.
0
11
dos
estatutos.
Em
Barcellos
na
casa
do
banco.
No
Porto
na Caixa
Filial.
Em
Braga
em
casa
do
agente
o
snr.
Ignacio
José
Ferreira
Torres.
Barcellos,
22
d
’
Agos-tos
de
1875.
Os
gerentes,
Miguel
Pereira
da
Silva.
Joaquim
Bsdondo
Paes
Villas-boas.
Francisco
Marques
cia
Costa
Freitas.
(2637)
Banco
Agrícola
e Industrial
da
Estremadura
Casa
de
Commissòes
Antonio
Zacharias
da
Silva
Coelho,
com
casa
de
Commissões
em
Braga, rua
de
S.
Miguel
O Anjo
n.°
16,
ao
campo
das
Hortas,
recebe
e
envia
encommendas
para
qualquer
parte
do
reino, mesmo
in
dependentes
das estações,
a
pagar em qual
quer
dos peotos pela
com
missão
de
40
rs»
por
volurne
alé
70
kilos.
Ta
cabem
remelle
encommendas
ou mer
cadorias
para
qualquer
parle
do Brazil oa
nação-.
Eficarrega-se
dos
despachos
na
estação
das
Devezas
ou
de
qualquer
alfandega do
reino
abonando
todas
as
despesas
até
qua
as
mercadorias
cheguem
ao
seu
destino»
nafjdianle
uma
commissão rasoa^el. (2635^
São
convidados
os
surs.
accionistas,
d
’esle
Banco a faserem
a
3.a
entr<?da
de
20
p. c.,
ou
dez
mil
reis
por
acção,
desde
o
dia
1
a 8
de
setembro
proximo,
Porlo.
sede
<lo
Banco,
Praça de
Car
los
Alberto
n.° 92.
Lisboa,
rua
dos
Bacalhoeiros
n.°
51,
casa
David
Gonçalves
Chaves.
Braga, casa João
Baptista
Lopes.
Em conformidade
com o arligo
56
§
uuico
dos
Estatutos
d
’
esie
Banco, previ-
uem-se
os
snrs.
accionistas,
que
não
fi-
zererem
a
entrada
deniro do
praso mar
cado,
que terão a
pagar
mais
1 p.
c.,
por
mez,
pela
deinora
da
entrada
ou
entradas
em falia.
Porto
24
d
’
agosto
de
1875
Eduardo
Bibeiro
Mendes
Felix
Placiáo
de
Santos
Eduardo
Lyon.
(2645)
José
Carlos Machado d’Almeida
v
cora
estabelecimento
na rua
do
Carapo
t
u.°
16,
tem
para
vender um
surtiraenta
de
cami
solas
de
lã
de
lodos os tamanhos,
assim
como
meias
e
culurr
4
os,
que vende
per
preços
comodos.
(2647)
RUA
DE
S.
MARCOS,
N.°
5.
Vende
papeis
pintados
para
guar
necer
sallas,
lindíssimos
goslos,
a
principiar
em
80
reis
a
peça.
ÍÍ3&8
kE»Sfc?S
-^s
aiOUBA
MOUilA
«»v>>7
RUA
DE
S.
MARCOS
,
N.°
5.
Vende
olio,
tintas
e
vernizes
para
pinturas
de
casas,
tudo
de
boa
qua
lidade,
e
preços
muito
resumidos.
RUA
DE
S.
MARCOS
,
N.°
5.
Vende
cimento
romano
para
ve
dar
aguas,
gesso
para
estuques
de
casas,
tudo
de
primeira
qualidade.
(2584/
b. - É o formato de
-
comerciominho_04091875_392.pdf
Parte de Comércio do Minho (O)